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TIVIT moderniza operação no Nordeste e amplia estrutura no Ceará

A TIVIT, multinacional brasileira líder em soluções digitais, inaugurou uma nova operação no Nordeste, com o objetivo de reforçar a estratégia de gestão em nuvem multicloud na região, além de trazer soluções e transformação digital às organizações locais de diferentes setores, como meios de pagamento e mobilidade urbana.

Nos últimos dois anos, a TIVIT teve um crescimento de 50% na região e como parte do plano de expansão, a empresa vai oferecer para os clientes do Nordeste, soluções que incluem a jornada completa para a nuvem com serviços especializados de avaliação, transformação, migração e gestão de ambientes, o que garante agilidade na implementação de novas demandas, otimização de custos e eficiência operacional.

“Estamos muito motivados com esse crescimento e com as possibilidades que enxergamos. O Nordeste tem um papel importante na estratégia de negócios da TIVIT, e esse avanço reforça nosso posicionamento de oferecer soluções personalizadas, que compõem a linha de negócios dedicada a Cloud, para quem é da região”, explica André Frederico, Diretor Executivo e Head de Cloud Solutions da TIVIT.

A TIVIT, atualmente, faz a gestão de nuvem em clientes dos setores de alimentos, metais e fertilizantes em todo Nordeste. Além disso, a companhia tem presença em cinco estados, especialmente nos mercados de varejo e atacado, saúde e manufatura. “Agora, o cliente pode contar com uma solução de nuvem pública, ou ainda, alocar seus sistemas legados de mais importância dentro da nuvem privada, por meio da estrutura local da TIVIT”, finaliza André.

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Omie recebe R$ 80 milhões da Riverwood para desenvolvimento e expansão comercial

Omie, empresa brasileira líder no disputado mercado de ERP em nuvem para PMEs, anunciou sua rodada de investimento Série B de R$ 80 milhões, vinda do grupo norte-americano de tecnologia focado em growth stage, Riverwood Capital.

A plataforma de gestão online Omie foca em pequenos e médios negócios e reúne acesso ilimitado ao sistema de gestão (que engloba finanças, CRM, estoque e ponto de venda), serviços financeiros (como oferta de crédito, por exemplo), e educação empreendedora. “Com isso, resolvemos os maiores problemas que impedem o crescimento das empresas brasileiras, em praticamente qualquer segmento”, diz Marcelo Lombardo, fundador e CEO da Omie.

A empresa paulistana de apenas cinco anos inovou ao criar um modelo de distribuição baseado em parcerias com escritórios de contabilidade: “desde 2013, mostramos aos contadores que juntos podemos impulsionar a transformação digital das PMEs brasileiras, tornando-as mais competitivas e integradas. Isso aumenta a eficiência de todo o ecossistema”, complementa Lombardo.

“O mercado de contabilidade está mudando em todo o mundo, e o contador precisa se reposicionar cada vez mais como um consultor que auxilia seus clientes a crescer, em vez de cuidar apenas de compliance fiscal. A solução criada pela Omie é a única que nos ajuda de verdade nessa missão”, afirma Vicente Sevilha, da Sevilha Contabilidade, contador parceiro da Omie, que está a frente de uma das maiores redes de franquia de contabilidade do país.

“Estamos muito entusiasmados em apoiar a Omie e seu notável time nesta nova fase de crescimento”, diz Francisco Alvarez Demalde, co-fundador e managing partner da Riverwood Capital, grupo de tecnologia que nos últimos anos apoiou diversas empresas líderes em seus segmentos no Brasil e na América Latina, incluindo a 99, VTEX, 99, Globant, Conductor e Mandic, entre outros. “Ficamos impressionados com a liderança e a execução da Omie, que possui um produto de classe mundial que ajuda as PMEs a serem mais eficientes, digitalizando a forma de gerir seus negócios”, comenta Joe Roque De Pinho, Vice Presidente da Riverwood e futuro membro do conselho da Omie, que complementa: “a próxima onda de adoção tecnológica passará pelo pequeno empresário, e a Omie tem a melhor oferta para entregar todos benefícios da tecnologia a esse segmento.”

Os recursos serão utilizados para a expansão da empresa, fortalecendo a sua venda direta e o seu modelo de franquias, através do qual esperam possuir atendimento comercial local em todos os centros metropolitanos brasileiros, para atender tanto seus clientes finais quanto seus contadores parceiros: “acreditamos na força regional, por isso temos contratações abertas para praticamente todo o país, sem falar da nossa matriz, onde temos mais de cem vagas abertas nas áreas de vendas, suporte e customer success”, destaca Rafael Olmos, CTO e co-founder da Omie.

Antes da Riverwood, a Omie já havia recebido um investimento Série A de R$ 25 milhões do fundo brasileiro Astella Investimentos, anunciado em setembro de 2018, totalizando R$ 105 milhões captados em menos de um ano.

A empresa de tecnologia também promove anualmente o WeAreOmie, maior evento de tecnologia, gestão e contabilidade do Brasil, que neste ano ocorrerá em 8 de agosto na capital paulista e deve receber cerca de 3.000 visitantes que assistirão a mais de 30 palestras e diversas sessões de mentoria.

Pipefy promove hackathon em sua área de negócios

No Dia do Trabalhador, 1º de maio, a Pipefy promoverá um hackathon, espécie de maratona entre profissionais para solucionar desafios existentes na empresa, entre seus colaboradores. A startup global de gerenciamento de processos eficientes desenvolveu um método para engajar a equipe e estimular a criatividade e a resolução de problemas rotineiros. O Pipefy Scalathon, como foi batizado, tem como objetivo apresentar ideias que poderão se converter em projetos estratégicos na área de Operações, devido ao crescimento acelerado da empresa, já presente em 150 países.

“O Pipefy Scalathon tem por base duas metodologias: utiliza princípios do Lean Startup na concepção e construção de mindset e se apropria do Design Sprint como framework básico de execução (etapas e dinâmicas)”, afirma Julio Assimi, Gerente de Desenvolvimento de Programa da Pipefy, que ainda destaca: “Um dos nossos objetivos com essa ação é utilizar um modelo totalmente transparente de gestão para expor desafios da empresa e empoderar nosso time a sugerir ações que poderão ser implementadas efetivamente no negócio. Isso é um reflexo claro da cultura colaborativa da empresa, sem fazer distinção do tempo de experiência e do conhecimento específico sobre determinado assunto”.

Por meio da exposição dos principais desafios da área de Operações da Pipefy, o Scalathon se propõe a despertar as potencialidades de cada pessoa do time para criar soluções viáveis e escaláveis que ajudem a atingir os objetivos estratégicos e financeiros da empresa. As iniciativas vencedoras se converterão em projetos priorizados e executados pelas equipes campeãs, em coordenação conjunta com a diretoria e líderes da área.

“Como resultado dessa ação, esperamos encontrar maneiras de impulsionar e fomentar recursos que ajudem a Pipefy a alcançar, de forma consistente, seus objetivos. Queremos promover a cultura colaborativa e visão holística dos desafios da empresa, assim como oferecer conhecimento e ferramentas para que nossa equipe amplie seu repertório e se torne cada vez mais capacitada”, finaliza Assimi.

Siemens abre inscrições para o primeiro Hackaday MindSphere Brasil

Não é todo dia que programadores e start-ups têm a chance de apresentar soluções reais em IoT (Internet das Coisas) para clientes da Siemens. Mas, no Hackaday MindSphere Brasil, que acontece no dia 23 de maio, no Digital Enterprise Experience Center da Siemens, os participantes conhecerão de perto os desafios dos clientes da Siemens, estabelecendo networking com contatos estratégicos além de ampliarem seus conhecimentos com os conceitos e aplicações da indústria 4.0 desenvolvendo um aplicativo dentro do MindSphere, plataforma de IoT da Siemens

O evento foi criado com o objetivo de estabelecer uma ponte entre a inovação criativa e todas as pontas da cadeia produtiva. “A expectativa da Siemens é aumentar o relacionamento da empresa com desenvolvedores. Nosso intuito é que junto com eles possamos resolver os desafios reais de clientes potenciais para introduzi-los aos primeiros passos da Industria 4.0,” explica Murilo Morais, especialista em MindSphere da Siemens no Brasil.

Ao todo, 45 participantes serão selecionados para participar do Hackaday. Os participantes podem ser startups já formadas ou participantes individuais que terão suas equipes montadas durante o evento. Essa seleção será feita pela própria equipe da Siemens, depois de analisar vídeos de um minuto enviados pelos candidatos completando a seguinte frase: “O que me motiva a participar deste desafio é imaginar que eu e minha equipe somos capazes de _____”, além de um questionário com informações básicas relacionadas à experiência. Ao se inscrever, a(o) participante receberá um DevKit, kit do desenvolvedor contendo o material de estudo preliminar e toda a agenda do evento.

Os participantes terão que entender o problema do cliente, pensar de forma inovadora e criar a primeira versão de um aplicativo dentro da plataforma MindSphere, sistema operacional aberto baseado em nuvem da Siemens. Posteriormente eles terão a oportunidade de apresentar suas ideiasno estande da Siemens na Fispal Tecnologia, reconhecida como o maior evento de soluções e tecnologia para o segmento de Alimentos e Bebidas da América Latina.

Por meio dessa iniciativa, além de expandir o conhecimento desse novo mercado para desenvolvedores, start-ups e programadores, espera-se apresentar à diferentes segmentos da indústria soluções para Indústria 4.0, aumentando a competitividade dessas empresas globalmente, por meio de solução que conectem seus ativos ao mundo digital.

As inscrições poderão ser feitas até o dia 02 de maio tanto em grupo* quanto individualmente, sendo que neste caso, os grupos serão formados previamente pela Siemens. Para se inscrever, basta acessar o link: http://new.siemens.com/br/pt/empresa/eventos/hackaday-mindsphere-2019.html#Contato

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Bayer é a nova parceira do AgTech Garage, um hub de inovação em agronegócios

Oferecer soluções tecnológicas para atender às necessidades específicas de cada cliente é sempre um desafio para o agronegócio. O mundo precisa de mais inovação no campo, e o investimento em empresas que oferecem soluções avançadas, ferramentas digitais e análise de dados é fundamental. A transformação digital já é realidade na fazenda, e por isso há uma grande aposta nas startups, que também chegam para impulsionar o setor agrícola nacional.

Diante deste cenário, será inaugurada em 23 de abril o AgTech Garage – Campus Vale do Piracicaba, principal hub de inovação do setor, localizada na cidade de Piracicaba (SP), região considerada o Vale do Silício da agricultura. O principal objetivo é estabelecer relacionamentos colaborativos entre todos os atores que beneficiam a cadeia produtiva.

As startups chegam ao campo gerando novas oportunidades, inovações disruptivas e acelerando os processos das grandes empresas. A dinâmica da informação ajuda o produtor rural na tomada de decisão com o uso das mais recentes tecnologias, como algoritmos, robótica e inteligência artificial, elevando o nível das operações e técnicas agrícolas. Entre os benefícios estão o aumento de soluções de portfólio, baixo custo, foco no cliente e novas alternativas para gerar oportunidades dos mais variados segmentos de negócios.

Atenta às tendências do mercado e à transformação digital, a Bayer encabeça este hub como “Innovation Partner”, sendo a única representante do segmento de sementes e defensivos. Sob a liderança do Centro de Expertise em Agricultura Tropical (CEAT), a empresa quer incentivar o engajamento do setor fomentando novas startups. “A tecnologia já está no campo e contribui para alavancar resultados positivos na produção. Com uma população mundial crescendo exponencialmente e cada vez mais urbana, a agricultura não tem outra saída senão utilizá-la a seu favor para aumentar a produtividade”, ressalta Dirceu Ferreira Júnior, diretor do CEAT da Bayer.

O AgTech Garage – Campus Vale do Piracicaba abrange uma área de 2,5 mil metros quadrados dentro do Parque Tecnológico de Piracicaba e funciona como ponto de encontro para incubação de startups ligadas ao agronegócio, abrigando 400 cadastros na plataforma virtual e doze residentes no espaço físico do pólo. “A união de pessoas pensando em soluções para a agricultura é inspiradora e motivacional. Nesse novo espaço de trabalho e colaboração, o maior beneficiado é o consumidor final. A transformação no modo de operacionalizar esse pensar, possibilita com que agricultores aproveitem os dados que estão ao seu alcance para tornar seus negócios bem-sucedidos e sustentáveis”, explica o executivo.

De acordo com José Tomé, diretor do AgTech Garage – Campus Vale do Piracicaba, “no cenário de mudanças que vivemos hoje, com desafios cada vez mais complexos, que exigem multidisciplinaridade e velocidade, a nossa capacidade de inovar está ligada diretamente à capacidade de conexão e colaboração. O hub cultiva a diversidade de conhecimentos e intensifica as conexões. Ter startups lado a lado de grandes empresas e produtores é fundamental e, sem dúvida, marca uma nova dinâmica da inovação no agro”.

A Bayer se conecta ao ecossistema do AgTech Garage – Campus Vale do Piracicaba por meio de networking e, de acordo com os desafios propostos pela multinacional, captura e auxilia no desenvolvimento de projetos em colaboração. “É de nossa responsabilidade, como empresa protagonista de iniciativas inovadoras, promover a conexão entre pessoas brilhantes para proporcionar um oceano de oportunidades tecnológicas dentro do campo”, pondera Dirceu Ferreira Junior.

Em 2018, a Bayer se conectou com cerca de 50 startups, identificando oportunidades de novas transações em 20 delas. Efetivamente, a empresa começou a trabalhar com 15, despertando frentes de negócio inovadoras e trabalhando mais perto do cliente, o que ajuda a identificar rapidamente suas reais necessidades e proporciona um processo mais ágil com grande potencial disruptivo.

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Uber Voucher permite que empresas presenteiem clientes com créditos da Uber

A Uber está lançando uma nova maneira para as empresas pagarem pelo deslocamento de seus clientes. A novidade, chamada de Uber Voucher, torna mais fácil para qualquer empresa pagar pelo transporte de seus clientes como cortesia. As marcas podem utilizar esses vouchers para criar uma experiência diferenciada e atrair novos consumidores ou incentivar a fidelidade dos já existentes.

Graças à personalização disponível nos vouchers, as empresas podem usar esse novo recurso de maneiras únicas para apoiar metas de negócios específicas, permitindo que seus clientes solicitem uma viagem quando for mais conveniente para eles.

“Com a chegada do Uber Vouchers, o objetivo da Uber é desbloquear uma alavanca de crescimento adicional para as empresas, criando uma maneira inovadora de levar os clientes à porta de casa ou onde quer que eles escolham ir”, disse Phil Chaves, diretor do setor Uber Para Empresas no Brasil. “À medida que se procura novas tecnologias e novas maneiras de engajar os consumidores, o Uber Voucher é um benefício que as empresas têm certeza de que seus clientes vão usar.”

Os testes com o Uber Voucher começaram no ano passado, envolvendo um grupo diversificado de varejistas, restaurantes e serviços. Foram mais de 100 parceiros em todo o mundo, incluindo a rede TGI Fridays, Live Nation e Unibail-Rodamco-Westfield.

No Brasil, uma das pioneiras é a construtora MRV, que, no último dia 16 de março, custeou as viagens de Uber de cerca de 10 mil clientes que quiseram visitar pessoalmente o Feirão de Porta a Porta, seu evento de vendas mais importante no ano. “Levar o cliente ao plantão de vendas é estratégico porque, assim, oferecemos a eles mais comodidade, segurança e tranquilidade, além de reforçar nosso compromisso e preocupação com o seu bem-estar”, disse Rodrigo Resende, diretor de Marketing, Comunicação e Novos Negócios da MRV.

Empresas interessadas em conhecer o novo produto da Uber podem solicitar o contato da equipe do Uber Para Empresas por meio do site uber.com/vouchers. Essa equipe também ficará disponível para oferecer à contratante toda a ajuda necessária durante o processo de transição e incorporação do serviço. Outra forma de usar o Uber Voucher é por meio de uma API da Uber que pode ser integrada diretamente à plataforma do cliente.

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Rio Grande do Sul é o estado da região Sul com mais startups de tecnologia, aponta KPMG

Segundo relatório inédito realizado pela KPMG que mapeou as startups em tecnologia espalhadas pelo país, Rio Grande do Sul é o estado da região Sul que mais concentra empresas brasileiras desse segmento ligadas à indústria 4.0, totalizando 11,6% ficando à frente do Paraná com 7,1% e da Santa Catarina com 6,3%. O Estudo intitulado “Indústria 4.0 Mining Report” apontou 224 startups que forma subdividas em nove categorias.

O levantamento feito pela LEAP, uma parceria da KPMG com a Distrito, mostrou ainda que a região Sul está em segundo lugar no ranking das regiões apresentando um total de 25,1% do total, ficando atrás apenas da região Sudeste com 72,6%.

O estudo apontou também o perfil dos sócios das empresas selecionadas: A maioria é homem (87%), sendo 13% feminino. No que se diz respeito ao ano de abertura, 77,5% das startups no Brasil foram abertas entre o período de 2010 a 2018, nos anos 2000 (18,3%) e antes dos anos 2000 (4,1%). Desse total, cerca de 21,4% estão localizados nos seguintes estados da região Sul: Rio Grande do Sul (7,8%); Santa Catarina (7,6%) e Paraná (6%). Empresas com mais de dez anos tem em média 47 funcionários.

“Os estados da região Sul representam uma grande parcela de startups no Brasil. Isso mostra que as empresas locais incorporaram, principalmente, a tecnologia no dia a dia e buscam inovações em seus mercados de atuação”, explica sócio-líder do escritório de Porto Alegre da KPMG no Brasil, Wladimir Omiechuk.

Sobre a pesquisa

Na primeira etapa de formulação foi feita uma pesquisa na base da Distrito Ventures – com mais de mil startups cadastradas -, aceleradoras, portais de notícias e dados abertos. Após construir uma listagem de mais de 400 startups, houve um processo de seleção ainda mais aguçado embasado na conceituação teórica juntamente com os serviços e tecnologias oferecidas pelas startups, que deveriam ser coerentes com a indústria.

Os critérios para seleção das startups foram atuação no ramo da indústria 4.0, ter listagem de clientes e parceiros, estar em estágio operacional e ter clientes ativos, desenvolver tecnologia proprietária e ter nacionalidade brasileira. As 224 selecionadas foram divididas em nove categorias: internet das coisas (IoT)/sensores/monitoramento (64); energia (51) ; big data e análise de dados (30); inteligência artificial/aprendizado de máquina (machine learning) (22); robótica e drones (18); logística (17); realidade virtual 3 realidade aumentada (9); automação (7); impressão 3D (6). Para ter acesso ao estudo acesse: http://bit.ly/2TqFI7e

Drone na lavoura: inovação promete transformar a rizicultura

O arroz é um daqueles alimentos que não podem faltar na mesa do brasileiro. Mas, essa familiaridade com o grão vai muito além do consumo: ela também faz do país o maior produtor fora da Ásia com um cultivo que se estende por 1,96 milhões de hectares. Em Santa Catarina, que ocupa a segunda posição entre os principais produtores nacionais de arroz, diversas ações buscam melhorar ainda mais os resultados da rizicultura. E, nessa busca pelo sucesso em cada safra, a tecnologia vem ocupando um papel primordial.

Exemplo disso é a solução apresentada pela Agrize, startup catarinense que, atualmente, passa por aceleração na Spin. Criada em 2015, ela nasceu com o objetivo de facilitar a vida do agricultor através da tecnologia. “O que fizemos foi questionar: e se houvesse um método mais seguro e eficiente de proteger as lavouras?”, explica Igor Luduwichack da Silva, CEO da Agrize e engenheiro de produção.

E a resposta para tal pergunta foi: sim! Dessa forma, surgiu o método inovador de pulverização agrícola, substituindo o trator por um drone. A solução garante agilidade e segurança, pois a aplicação dos defensivos agrícolas ocorre de forma remota, não deixando o operador exposto aos venenos. E não são só os rizicultores que ganham com a medida. Os consumidores têm menos chance de ingerir arroz com agrotóxico.

Além disso, a startup também está preocupada com a proteção da propriedade do rizicultor, gerando qualidade, economia e produtividade. O serviço de pulverização para os produtores e cooperativas agrega sustentabilidade ao negócio, evitando o desperdício de forma precisa. Outra vantagem em aderir ao método é poder aumentar a receita em 15%, já que sem o uso do trator não há o amassamento do arroz e, consequentemente, perdas na colheita.

De olho em todos esses benefícios, uma das maiores e mais importantes empresas de alimentos do país, a Urbano Agroindustrial, garantiu um aporte de R$ 2 milhões para a startup. A companhia, que atua no beneficiamento de arroz, feijão, farinha e macarrão de arroz, já utiliza a tecnologia da Agrize em fase de testes.

Para o coordenador de matéria-prima da Urbano, João Paulo Franzner, a indústria está diretamente ligada ao produtor e a cidade cresce na medida em que as áreas agrícolas perdem espaço. “Os custos para o produtor são cada vez mais altos e a iniciativa inovadora reduz o custo, com aplicações localizadas. A tecnologia do drone traz a solução de rastreabilidade, monitorando a produção e mostra dados como, por exemplo, o período de carência dos defensivos. Isso traz mais qualidade para o nosso produto”, finaliza.

De suma importância para a economia nacional, o agronegócio também tem estimulado iniciativas AgTech, que começam a aparecer no cultivo de cana-de-açúcar, soja e milho, por exemplo. O termo nasceu nos EUA, no berço da inovação mundial, o Vale do Silício, e se refere às empresas de tecnologia aplicadas à agricultura. Considerada uma das próximas ondas tecnológicas no mundo, a revolução no mercado tem atraído um aumento de fundos de investimentos, grandes companhias de tecnologia e empreendedores de diversos países.

Alinhada a essa realidade, a Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina) leva aos rizicultores informações e novas tecnologias, que auxiliam para o sucesso da safra. Um desses eventos é o Dia de Campo de Arroz Irrigado. A décima edição ocorreu, recentemente, na propriedade de Raul Laffin, em Joinville, com participação da equipe da Agrize. “Existe muita inovação para o agronegócio, mas há uma lacuna no setor do arroz”, comenta o CEO da startup.

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Startup curitibana busca universitários ou recém-formados para programa de aceleração de novos talentos

A startup curitibana Olist, que oferece soluções para a venda em marketplaces, acaba de lançar um programa diferenciado para recrutamento de novos talentos. A ideia é trazer estudantes universitários de qualquer curso, prestes a se formar ou recém-formados, para uma imersão na realidade de uma startup em estágio avançado, uma experiência tão agregadora quanto uma pós-graduação na prática.

O nome do programa é Olist Start e tem como objetivo treinar novos talentos nas diversas áreas que compõem uma startup. “Queremos os melhores candidatos e estamos dando a chance para que eles escolham trabalhar aqui, não o contrário”, explica Daiane Peretti, Head de Pessoas do Olist.

Startups de alto desempenho em geral contam, também, com um time de altíssimo rendimento e esta lógica inversa faz sentido quando se olha para o tipo de empresa que os recém-formados sonham em trabalhar. O que o Olist quer fazer com o programa é justamente dar esta oportunidade.

Nesta primeira edição, as posições disponíveis são as de Representantes de Desenvolvimento de Vendas (SDRs), responsáveis pela primeira interação com os clientes em potencial, e as de Analistas de Relacionamento, responsáveis pela primeira etapa do pós-venda.

O programa já está aberto aos interessados e captando currículos. As inscrições podem ser feitas até 30 de abril pelo site olist.com/olist-start, e ao final do processo a empresa vai contratar os 15 melhores colocados. A seleção será dividida em quatro etapas: avaliação de currículo, apresentação de cases e dinâmicas em grupo, entrevistas técnicas e comportamentais e, por último, as entrevistas finais.

Segundo a psicóloga Daniela Camolês, uma das Business Partners do Olist, a ideia surgiu do desafio de acelerar o crescimento da empresa e unir este momento com a necessidade de encontrar profissionais com brilho nos olhos. “Procuramos pessoas com vontade de colocar a mão na massa e fazer acontecer”, explica Daniela.

Fit cultural vale mais do que experiência

Para o Olist, o alinhamento entre os ideais do candidato e os da empresa valem mais do que a experiência do jovem talento. Eleita em 2018 uma das melhores empresas para trabalhar no Paraná pelo Great Place To Work (GPTW), o ambiente de trabalho na startup, segundo Daniela Camolês, é agradável e informal, estimulando a criatividade, a cooperação, o aprendizado e a autonomia das pessoas. “A equipe é motivada e focada em resultados, e o trabalho em conjunto é fundamental”, afirma.

O economista Leonardo Dabague, Diretor de Merchants, está na empresa desde 2016 e conta que o Olist cresce e proporciona desenvolvimento diário. “Desde a primeira semana aqui tive uma experiência muito intensa e enriquecedora. Nós podemos não apenas sugerir melhorias, mas também concretizar, aprender, construir e enfrentar desafios todos os dias”, explica Dabague, que começou na empresa como Sales Ops, se tornou gerente e hoje ocupa a diretoria da empresa.

Para a publicitária Fernanda Rocha, que entrou para o Olist ainda na faculdade e que atua agora como especialista em Marketing e Analytics, estar rodeada de profissionais incríveis em um ambiente que a desafia constantemente é a combinação perfeita para quem quer evoluir profissionalmente. “Levo essa experiência como uma das mais enriquecedoras e uma bagagem pra vida toda”, explica Fernanda.

Para trabalhar no Olist, o jovem precisa ter um propósito de vida, valores claros e transparentes, além de buscar desafios, desenvolvimento acelerado e autonomia. Com a oportunidade de aprender na prática, os 15 escolhidos receberão o apoio de líderes experientes que contribuirão para direcionar o desenvolvimento da carreira e a adoção de novos desafios. Os selecionados contarão, ainda, com benefícios como vale-transporte, vale-refeição ou alimentação, seguro de vida, assistência odontológica e médica, parceria com o Gympass, entre outros.

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Carrefour é a 1ª varejista no Brasil a utilizar blockchain para rastrear alimentos da fazenda até a gôndola

O Carrefour avança no uso de tecnologia para rastreamento dos produtos comercializados em suas lojas e lança sua primeira linha de produtos com blockchain. A partir desta semana, a linha de Suíno Sabor & Qualidade, disponíveis em 18 cortes, chega a todas as lojas da rede no Estado de São Paulo. Com a tecnologia, inédita no varejo brasileiro, os clientes da rede poderão acessar informações detalhadas de todas as etapas de produção e distribuição, desde a fazenda até a chegada em loja. Até o fim desse ano, a expectativa é incluir mais quatro produtos nesse rastreamento. Trata-se do primeiro passo da rede para ter, até 2022, 100% dos produtos Sabor & Qualidade utilizando a tecnologia de rastreio. A iniciativa conta com parceria da empresa Safe Trace.

Com o objetivo de armazenar e transmitir a informação, a plataforma blockchain permite rastrear todo o histórico de um produto, atingindo os níveis máximos de segurança alimentar e transparência. Por meio da leitura de uma etiqueta com QR Code, o consumidor poderá conhecer informações específicas de cada lote, como o modo de criação, nome do criador, localização da fazenda, alimentação dos animais, cuidados veterinários, condições de transporte até os frigoríficos e dados sobre bem-estar do animal até chegar às gôndolas das lojas do Carrefour.

Segundo Paulo Pianez, diretor de Sustentabilidade do Grupo Carrefour Brasil, o lançamento da tecnologia blockchain para a cadeia alimentar brasileira marca um passo importante na implantação do plano de transformação Carrefour 2022. “Esta primeira cadeia de rastreamento deverá ser seguida de outras, cobrindo todos os produtos Sabor & Qualidade até 2022. Com isso, atenderemos uma prioridade absoluta: garantir aos consumidores total transparência na rastreabilidade de nossos produtos”, destaca o executivo.

A plataforma blockchain também traz vantagens importantes para toda a cadeia produtiva. Para o Carrefour, a tecnologia proporciona total controle e eficiência em casos de bloqueio e recall, além de assegurar que os rigorosos padrões de segurança alimentar exigidos pela rede são atendidos. Já para os fornecedores, permite uma visão 360º sobre todo o processo de distribuição e valorização da qualidade do produto.

A colaboração entre o Carrefour e a Safe Trace, líder na rastreabilidade da cadeia produtiva de alimentos e pioneira no Brasil na aplicação da tecnologia blockchain, permitiu apoiar tecnicamente os parceiros para mapear seus processos e interligar seus sistemas de informações ao blockchain, além de permitir o uso das etiquetas com QR Code nas bandejas de suínos Sabor & Qualidade.

A aplicação pioneira do blockchain no varejo alimentar no Brasil é mais uma iniciativa importante que faz parte do Act For Food – movimento global lançado pelo Grupo Carrefour em 2018 com o objetivo de estimular uma mudança positiva nos hábitos alimentares, ampliando o acesso do consumidor a alimentos saudáveis com maior qualidade, seguros, produzidos com responsabilidade socioambiental e a preços justos.

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Raquel Thomé assume a área de Hospitality e Varejo da NCR no Brasil

Há três anos liderando a divisão de soluções para o varejo da NCR no Brasil, Raquel Thomé agora passa a ser responsável também pela área de Hospitality da companhia.

No período em que liderou a divisão de varejo, a executiva expandiu a atuação da NCR com a conquista de novos parceiros de negócios, incluindo as maiores redes de varejo do mundo.

Como Head da divisão de Hospitality e Varejo, Raquel conduzirá as estratégias de negócios para criar sinergia entre as áreas e impulsionar o crescimento da empresa no País. “A união das verticais nos dará maior agilidade para atender as empresas que buscam potencializar seus negócios por meio da tecnologia em um momento em que a digitalização é carro chefe para se manterem competitivas no mercado e encantarem seus clientes finais”, explica Raquel.

Mais de 150 mil estabelecimentos utilizam o software de gestão NCR Aloha e mais de 50 mil pontos de venda o NCR Colibri, totalizando mais de 110 milhões de transações mensais processadas pela área de Hospitality da NCR no mundo.

“A expertise da NCR nos coloca na melhor posição para auxiliar o mercado. Minha contribuição seguirá as estratégias da companhia em agregar valor aos negócios com o nosso portfólio de tecnologias que é uma das ferramentas para reinventar o ponto de venda com experiências conectadas em toda a jornada de compra do cliente”, completa Thomé.

Raquel Thomé é graduada em Economia pelo Mackenzie e pós-graduada em Marketing pela ESPM. Sua trajetória profissional inclui empresas do setor de meios de pagamento e soluções digitais mobile, como a Verifone e a Zenvia Mobile. A executiva também trabalhou na própria NCR durante seis anos como gerente de negócios.

105 startups são selecionadas para participar do InovAtiva Brasil

O InovAtiva Brasil, maior programa de aceleração de startups da América Latina, selecionou 105 startups de todo o Brasil no estágio de Operação e Tração, que desenvolvem soluções tecnológicas inovadoras, para participar do ciclo 2019.1, que se inicia no dia 22 de abril.

A elas serão oferecidas atividades online, como mentorias coletivas, mentorias individuais e capacitações, além de eventos presenciais, com possibilidade de networking com outros empreendedores e a chance de gerar ainda mais visibilidade e conexão para o negócio. Ao final do ciclo, as startups se apresentarão no Demoday InovAtiva, em São Paulo, dia 22 de julho, para a maior banca de investidores do Brasil.

“Foram selecionadas startups das cinco regiões do país. Elas terão apoio para se conectar com mentores e especialistas em temas-chaves, e ainda apresentarão seus negócios a investidores e executivos de grandes empresas. O InovAtiva oferece a oportunidade de startups de todo o Brasil se capacitarem, acessarem players importantes e ganharem visibilidade, o que normalmente não teriam sozinhas, fora do programa”, explica Igor Nazareth, Subsecretário de Inovação do Ministério da Economia.

Além disso, o time de aceleradas, ou seja, as startups que participarem de todas as etapas do programa, receberá ainda pontuação extra no Edital de Inovação para a Indústria; descontos e pacotes de serviços de empresas e entidades parceiras, como Google, Amazon Web Services, Moskit CRM, Agendor, Pipefy e Contentools, e o suporte do programa e de parceiros estratégicos, mesmo após o término do ciclo.

“Para esta edição do InovAtiva buscamos um reposicionamento, onde empresas mais maduras e já em fase de tração foram selecionadas. Por meio do programa, conseguimos gerar conexões com investidores e potenciais clientes, colocando essas startups em uma vitrine para o mercado e facilitando o acesso delas à conteúdo e mentorias”, comenta Natália Bertussi, analista de Inovação do Sebrae Nacional.

Startups selecionadas

O programa InovAtiva Brasil 2019.1 selecionou 105 negócios inovadores dentre 731 inscrições de startups de todo o país para participar do primeiro ciclo do ano. Todas as aprovadas estão formalizadas como empresas e 52% delas têm mais de três anos. Além disso, esses negócios contam com faturamento médio mensal de até R$ 30 mil (58%), oferecem soluções B2B (67%), atuam com modelo de negócio SAAS (51%) e já têm vínculo com grandes empresas (59%).

Com vagas abertas (63%) e funcionários fulltime (65%), os negócios selecionados para participar da próxima edição do programa têm como principal objetivo conquistar investimento e se conectar com grandes empresas (63%).

Veja a lista das startups aprovadas aqui.

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