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A 1ª Feira do Polo Digital de Manaus atinge a marca de 3 mil inscritos

A 1ª Feira do Polo Digital de Manaus, que acontece entre os dias 27 a 29 de novembro, em Manaus, chegou à marca de 3 mil inscritos. Ainda há vagas para quem quiser participar: basta acessar o site www.feiradopolodigitaldemanaus.com.br até o dia 26 de novembro. Após este período, as inscrições poderão ser realizadas apenas presencialmente, na feira.

O evento será realizado pelo CODESE Manaus (Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico) e sua Câmara de Tecnologia e Inovação, com patrocínio do Sidia – Instituto de Ciência e Tecnologia.

É importante ressaltar aos visitantes que a chegada antes do início da feira para realizar o credenciamento ajuda a evitar filas e as salas têm lotação máxima. Por isso, serão priorizados os que chegarem com antecedência.

A feira vai expor iniciativas locais para, além de incentivar a indústria 4.0 do PIM (Pólo Industrial de Manaus), demonstrar diversas soluções inovadoras de tecnologia da informação através de exposição de startups, empresas de produtos/serviços de informática e ICTs públicos e privados; palestras técnicas de vanguarda; oficinas de tecnologias e desafios computacionais; entre outros.

Há 93 expositores confirmados, entre instituições e startups que desenvolvem os mais variados produtos e soluções tecnológicas nas áreas de telefonia celular, DTV, e-commerce, comércio varejista e atacadista, infraestrutura de rede, automotivo, financeiro, jurídico, entre outros. Já as palestras terão participantes do Brasil e Exterior, especialistas em assuntos relacionados ao universo dos games e indústria de filmes, Telecom, UX, tecnologia Android, além de responsabilidade social e acessibilidade.

Entre os palestrantes em destaque estão o futuro Ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, os palestrantes internacionais Jama Jurabaev, artista conceitual sênior da Lucasfilm e David Wise, compositor britânico de trilhas sonoras para videogames. Atrações nacionais do cenário brasileiro de jogos e arte 3D também estarão presentes, como Rafael Souza, do ATELIER CG e Victor Portella, da Rede Globo. O pesquisador do Facebook André L. Souza e o professor e empreendedor Nivio Ziviani, professor emérito do Departamento de Ciências da Computação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) também estarão presentes.

O evento também contará com oficinas de Desenvolvimento e de desafio computacional e Arena Maker. A feira terá ainda o Espaço SEBRAE, onde se efetivarão, além de Rodada de Negócios, palestras sobre economia digital para empreendedores iniciantes, maduros e avançados.

Também são esperados empreendedores individuais, aceleradoras, incubadoras, ICTs (Institutos de Ciência e Tecnologia), entes públicos e privados de apoio, IES (Instituições de Ensino Superior), técnicos, professores, pesquisadores, estudantes e convidados especiais nacionais e internacionais.

Estandes básicos completos serão fornecidos gratuitamente e apenas customizações especiais serão arcadas pelos expositores.

Engeform aposta em construtechs para levar inovação e tecnologia às suas obras

O setor da construção civil é um dos mais representativos na economia mundial, mas ainda apresenta muitos gargalos em termos de produtividade. Para se ter uma ideia, segundo o relatório do McKinsey Global Institute – Reinventing construction: A route to higher productivity, esse mercado tem oportunidade para aumentar em US$ 1,6 trilhão o seu valor agregado. A Engeform, empresa de engenharia, desenvolvimento imobiliário e energia renovável que há 42 anos vem construindo um legado no Brasil, enxerga esse potencial de crescimento e inovação e, por isso, foi a principal idealizadora do Okara Hub, um espaço colaborativo fora da organização, com foco em geração de novos negócios e fomento do mercado.

A empresa acredita que não é a tecnologia, propriamente, que traz a inovação, mas as pessoas que estão por trás dela. E a proposta de se criar um hub vai ao encontro desta ideia, pois ele é um modelo de negócio disruptivo, que permite a troca de experiências e informações, está na fronteira do conhecimento, quebra paradigmas, contribui com a mudança de cultura e transforma o olhar para a inovação a médio e longo prazo.

O investimento no Okara foi concretizado em parceria com outras três empresas. Ele está sediado no Coworking São Paulo, um espaço de coworkingda Engeform Desenvolvimento Imobiliário, no edifício Torre Sul (São Paulo), também construído pela Engeform Engenharia, e nasceu para fomentar a inovação na engenharia, construção civil, cidades inteligentes e mercado imobiliário, por meio da tração de construtechs. Na primeira fase de captação, mais de 102 startups se inscreveram e, ao final, 13 foram selecionadas.

Utilizando os conceitos de Equity Free e Open Innovation, essas empresas ganharam um espaço e remuneração simbólica para se estabelecerem e criarem seus projetos dentro de um período estabelecido. Caso ultrapassem esta etapa com sucesso, elas terão a oportunidade de escalar sua atuação dentro de cada organização e firmar um contrato mais longo ou mesmo parcerias/sociedades com as empresas envolvidas no Hub.

“O investimento em inovação é requisito para qualquer organização que queira continuar crescendo de forma sustentável. A parceria com outras empresas do setor para a seleção de construtechs com potencial para contribuir com os nossos negócios foi fundamental. Hoje, já estamos colhendo os primeiros frutos dessa iniciativa. Com algumas startups selecionadas, começamos a trabalhar, por exemplo, em soluções para melhorar a gestão dos empreendimentos, além de automatizar o controle dos canteiros de obras e de metas de produtividade”, destaca André Abucham, diretor-superintendente da Engeform. “Com isso, caminhamos para atuarmos cada vez mais com processos inteligentes, que reduzem o desperdício, aumentam a produtividade e agregam valor à marca”, completa o superintendente.

A Engeform já está implantando projetos-piloto de 12 startups, por um período de quatro meses. Veja abaixo os exemplos dos trabalhos em desenvolvimento pela Connect Data, Controller e Construcode.

A Connect Data, fundada por Gabriel Pires, atua justamente na proposta de automação dos canteiros de obras. Com o objetivo de reduzir em 10% os custos gerais de perda de materiais e consumo desnecessário, o projeto, que utiliza o conceito tecnológico de “plug and play” (“ligar e usar”), contempla a inclusão de sensores – uma espécie de placa resistente de plástico similar a um código de barras – em pontos estratégicos da obra e em materiais.

A solução proporciona aos empreendimentos o recebimento periódico de dados analíticos sobre todos os materiais que entram e saem da obra, além da movimentação dos colaboradores.

Já a Controler, criada por Felipe Canuso, desenvolveu um aplicativo que facilita o gerenciamento do dia a dia do empreendimento. Nele, o gestor pode incluir todos os dados relacionados à produção, mão de obra, equipamentos utilizados, horários dos turnos, clima e qualquer outra observação sobre as tarefas diárias. Com isso, é possível ter a visão exata de quantos profissionais, materiais e outros recursos serão necessários para a realização de cada uma das tarefas da construção. A plataforma permite ainda o envio de fotos e gera, automaticamente, o RDO – Relatório Diário de Obra, o que acarreta em economia de tempo e ganho de produtividade.

A Construcode, por sua vez, fundada por Diego Mendes, atua na oferta de soluções para melhorar o controle da obra e das metas de produtividade. Nesta frente, ela criou um aplicativo para a inclusão e atualização dos projetos da empresa.

Para a construção de uma parede, por exemplo, são necessários vários projetos, como os de hidráulica, elétrica, arquitetura, acabamento, paginação, entre outros, que mudam constantemente de acordo com os cálculos dos projetistas. Nesse processo, um eventual atraso de informação pode ocasionar um erro na construção e, portanto, exigir que a obra seja refeita, gerando muitos prejuízos.

Com o aplicativo, que traz análises de dados e sistematização do canteiro de obra, é possível reduzir a duplicidade e a desatualização dos projetos. A plataforma mapeia a planta do empreendimento por meio de etiquetas de atalho, uma tecnologia similar ao QR Code, que podem ser impressas e plastificadas. Com esse recurso, os gestores têm visibilidade de áreas críticas, conseguem antecipar medidas para evitar erros e podem utilizar todas as informações para análises estratégicas ao longo de toda a construção.

2º Batch do Okara Hub

No dia 22 de outubro, o Okara Hub abriu a segunda rodada de inscrições para startups que podem contribuir com melhorias para o mercado de engenharia, construção civil, desenvolvimento imobiliário e cidades inteligentes.

Os interessados podem checar todas as regras, prazos e etapas do 2º Batch do Okara Hub pelo site – www.okarahub.com.br.

Pico de vendas da Black Friday será às 15h, segundo Braspag

A Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de meios de pagamento para e-commerce na América Latina, aponta que o horário com maior número de vendas na Black Friday 2018, que acontece na próxima sexta, 23, será por volta das 15h, o mesmo de 2017. A empresa também estima que hoje, data que antecede à maior data promocional do varejo brasileiro, o momento com mais vendas no comércio eletrônico será às 22h.

A expectativa é que a data também venda cerca de 5 vezes mais que a média das sextas-feiras de 2018.

A previsão da Braspag é um estudo estatístico baseado na análise do comportamento de compra das Black Fridays desde 2014 e todas as sextas-feiras dos últimos quatro anos.

Empreendedora representa o Brasil na Suíça

De 22 a 25 de janeiro de 2019, acontece o Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça. Conhecido por reunir diversas lideranças globais, como políticos, grandes empresários, acadêmicos e nomes do terceiro setor, o próximo encontro também vai contar com a presença de jovens do mundo inteiro. Entre eles, está Thalita Gelenske Cunha, 29, que foi selecionada para representar o Brasil.

A empreendedora foi escolhida devido à sua participação na comunidade Global Shaper, uma rede criada pelo próprio Fórum para potencializar a construção de diálogo, mudança e ação entre a juventude. Com atuação em 169 países, os membros se organizam em “hubs” autogeridos para desenvolver projetos que tenham o potencial de superar os desafios atuais da sociedade.

O evento também tem como objetivo analisar tendências e direcionar as agendas globais no contexto da revolução tecnológica. Este ano, irá debater soluções para promover um crescimento econômico mais inclusivo e sustentável.

Para Thalita, uma das maiores dificuldades para construirmos um futuro compartilhado é a falta de empatia. “O mundo globalizado, cada vez mais complexo e incerto, fez com que diversos países entrassem em uma onda de polarização e extremo conservadorismo, o que limita a nossa capacidade criativa, de colaboração e inovação. Para prever tendências e desenhar o futuro, precisamos multiplicar perspectivas e ampliar nossa capacidade de diálogo e conexão”, explica.

De acordo com ela, ambientes e equipes diversas geram melhores resultados no longo prazo. Por esse motivo, a jovem pretende se posicionar a favor de ações inclusivas e de impacto positivo por meio da educação, algo que vem sendo discutindo pela Blend Edu, empresa criada por ela para transformar a cultura e deixa-la mais inclusiva e empática.

Com isso, a empreendedora foi reconhecida como a Valuable Young Leader nº1 do Brasil em 2017 pela Eureca e pela Harvard Business Review Brasil. A startup, por sua vez, foi selecionada para a aceleração do InovAtiva de Impacto Socioambiental, além de ser semifinalista do desafio Singularity Global Impact Challenge. “Nossa missão é criar um movimento futuro mais inclusivo pelo poder da educação, gerando igualdade de oportunidades”, explica a empreendedora.

Sobre a Blend Edu

A Blend Edu é um startup que desenvolve experiências educacionais para engajar as pessoas no desafio da diversidade e inclusão. Ela chega com uma nova proposta: trazer o mindset digital, colaborativo e exponencial para revolucionar a maneira das empresas pensarem em diversidade.

BS2 fala sobre “Humanização Digital – Mulheres na tecnologia” no She’s Tech Conference

O BS2, evolução do Banco Bonsucesso, participa entre os dias 22 e 24 de novembro do She’s Tech Conference, em Belo Horizonte/MG. Serão três dias de palestras, workshops e conexões para engajar o público feminino nas temáticas da tecnologia, empreendedorismo e inovação. O Banco, que diferentemente da maior parte do mercado financeiro, tem mais mulheres do que homens em sua direção, já havia apoiado nesse ano o Startup Weekend Fintech Women, em São Paulo.

Além do patrocínio, a psicóloga Marília Nunes e a gerente de tecnologia Alessandra Baggio irão palestrar no dia 23, às 17h. O tema será “Humanização Digital” – Mulheres na tecnologia. Além de falar sobre o momento de transformação que o Banco atravessa com o lançamento de sua plataforma digital para pessoas físicas e jurídicas, a conversa deve abordar ainda a relação do BS2 com o universo feminino, a atuação da área de gestão de pessoas frente ao cenário colaborativo de valorização da mulher.

“Nossa participação nesse evento reforça nossa visão de que mulheres tem um papel importante nas organizações e podem contribuir de forma impactante neste ambiente de constantes mudanças e adaptações em que estamos inseridos”, explica Juliana Pentagna Guimarães, diretora-executiva do Banco BS2. “Esse é um valor nosso. Temos um percentual bem maior de mulheres em cargos de gestão do que a média de mercado “, completa a executiva.

Outra atração do encontro será a presença da astronauta americana da Nasa Yvonne Cagle, que além de inspirar muito as mulheres como pesquisadora de umas das instituições mais renomadas do mundo, será homenageada como patrona do movimento. O conteúdo do She’s Tech Conference é dividido em três pilares: inspirar, engajar e capacitar mulheres a buscarem conhecimento e empreenderem em carreiras e em negócios com base tecnológica, trabalhando nos eixos representatividade, conscientização do mercado e auto aceleração.

O evento contará com a presença de mais de 60 palestrantes e temáticas diversas de discussão como: Inteligência Artificial, Chatbot, IOT, Startups, comunidades, introdução à programação, empreendedorismo em tecnologia, entre outros. Todas as informações e a programação completa poderá ser encontrada no site www.shestech.org.

Segundo Ciranda de Morais, fundadora da She’s Tech, “Não podemos mudar aquilo que não reconhecemos a existência. A conscientização é o primeiro passo para mudarmos o futuro das mulheres nesse setor”. Sua teoria das “Portas de Vidro” já foi apresentada em eventos como o TechSuperWomen Summit, em São Francisco, no Global Google GDG Community Leaders no Vale do Silício e pode ser assistida no canal TEDx no Youtube. “Todas as barreiras invisíveis que afastam as mulheres da tecnologia reforçam a importância de eventos como esse no cenário atual mundial”, completa ela.

Data: 22 a 24 de novembro de 2018

Local:

Abertura 22/11 – Museu das Minas e Metal MMGerdau – Praça da Liberdade – Belo Horizonte de 19 às 22 horas

Conteúdos e Palestras 23 e 24/11 – Instituto Izabela Hendrix – R. da Bahia, 2020 – Lourdes, Belo Horizonte – MG de 09 às 18 horas

Programação:www.shestech.org

5 dicas para aprimorar a jornada do cliente

Por Morris Menasche

O comportamento do cliente está em constante mudança. Cada vez mais exigentes, os clientes enxergam suas interações com uma empresa como um relacionamento contínuo, no qual eles detêm o poder. Para cair nas graças do consumidor, é preciso oferecer velocidade e conveniência em todos os dispositivos e canais sem sacrificar a qualidade do serviço oferecido.

Mapear a jornada do cliente é uma tendência que vem crescendo entre as empresas. Isso porque ao obter um melhor entendimento das necessidades, dores e desejos dos clientes, aumentam as oportunidades de crescimento. De acordo com o Gartner, até 2018, 60% das grandes empresas terão capacidade de mapear a jornada do cliente internamente.

Para fortalecer a relação com o cliente e mantê-lo fiel à sua marca, é essencial incluí-lo em todas as etapas desta jornada. Aqui estão cinco maneiras de manter seus clientes envolvidos no processo de serviço desde o início.

1. Ofereça uma experiência consistente

Para ganhar confiança e construir credibilidade, você deve ser consistente. Pesquisas revelam que os clientes anseiam por experiências consistentemente boas. De fato, de acordo com um recente estudo da Capgemini, oito em cada dez consumidores estão dispostos a pagar mais por aqueles que podem garanti-los.

Mas, como implementar uma experiência consistente e multicanal para o cliente, contemplando desde atendimento online até compromissos pessoais?

Para criar consistência e demonstrar seu compromisso com a satisfação do cliente, comece definindo uma declaração de missão de experiência do cliente que alinhe as metas de negócios com a satisfação do cliente. À medida que você concilia mais canais, sua declaração de missão reforçará a identidade de sua marca. Desta forma, mesmo que seu texto mude para se adequar ao seu meio, a mensagem subjacente permanece a mesma.

2. Faça reserva indolor

Não faça os clientes esperarem no telefone por 10 minutos para agendar um compromisso de 30 minutos com um técnico. Em um mundo centrado no consumidor, é menos provável que os clientes fiquem em espera e aumenta a probabilidade de que migrem para uma empresa melhor equipada para lidar com eles. Seja agendando ou reagendando, ofereça opções aos clientes e encontre-os em seu canal preferido, seja ele móvel ou pela web.

De sua parte, reduza as janelas e horários de agendamento, implantando software de agendamento de serviços para automatizar e otimizar a gestão dos processos. Esse tipo de tecnologia aprimora o serviço através de recursos úteis como reserva de agendamento baseado na localização, disponibilidade e outros conjuntos de habilidades.

3. Fique no radar

Com tantas coisas competindo por atenção na agitada sociedade atual, é comum para o cliente esquecer um compromisso de serviço. Uma maneira fácil de reduzir sua taxa de não comparecimento é enviar aos clientes a confirmação do serviço em seu canal de comunicação preferido. E como ninguém gosta de esperar por um técnico, fornecer a ordem de serviço juntamente com o rastreamento de sua localização em tempo real, no dia do compromisso, ajuda o cliente a se organizar.

4. Conecte-se com o prestador de serviço

Mantenha seu cliente envolvido durante toda a chamada de serviço, fornecendo-lhe as informações necessárias para se comunicar de forma eficaz com o prestador de serviço em campo – o nome e a foto do profissional ajudam bastante a deixar o cliente mais à vontade quando encontra seu técnico pela primeira vez. À medida que a visita avança, forneça aos clientes um status de trabalho atualizado e até mesmo uma linha direta de comunicação com sua equipe.

5. Pesquise seus clientes

Após os atendimentos, envie pesquisas automatizadas para incentivar o feedback de seus clientes – boas ou ruins. Você pode aprender com seus clientes, mesmo quando as coisas dão muito errado. No entanto, certifique-se de ter um processo em vigor para responder a todos os tipos de feedbacks para que os clientes insatisfeitos também se sintam ouvidos.

Aventurando-se em direção ao futuro da experiência do cliente

Use cada interação com seus clientes como uma chance de diferenciar sua empresa de seus concorrentes. Excelentes experiências de cliente começam e terminam com conveniência e comunicação, mas muitas empresas ainda confiam em estratégias de serviço desatualizadas.

Morris Menasche, Vice Presidente de Vendas da ClickSoftware para América Latina

Brasileiro é selecionado pelo MIT como empreendedor mais inovador abaixo de 35 anos

No último dia 14 de novembro, em cerimônia realizada no México, um brasileiro foi reconhecido pelo MIT Technology Review por trilhar esse caminho. Lincoln Ando, fundador da startup idwall, foi apontado como um dos jovens mais inovadores do mundo pelo Innovators Under 35.

A lista, divulgada anualmente pelo MIT, é constituída por cinco categorias: inventores, empreendedores, visionários, humanitários e pioneiros e Lincoln figura entre os visionários.

Inovação não está ligada à tecnologia

Lincoln destaca alguns pontos que alçaram o seu trabalho entre os mais inovadores do mundo – o principal deles é não dissociar a inovação tecnológica do seu lado humano. “A idwall só é inovadora graças às pessoas que constroem esse sonho conosco, inovação não está necessariamente ligada à tecnologia”, diz.

Para manter esse caráter inovador, um dos pilares valorizados pela idwall é o conhecimento compartilhado no dia a dia e, também, durante atividades internas periódicas. Uma dessas ações é o idlabs, espécie de hackathon quinzenal em que os colaboradores desenvolvem e apresentam soluções aos desafios enfrentados pela startup.

“Buscamos ser diferentes em relação a outras empresas do mercado, queremos que o candidato tenha um contato genuíno com a idwall, sua cultura e seus valores desde o primeiro momento”, pontua Lincoln. “Assim, é possível mostrar que a empresa será sempre a mesma, desde o processo de seleção até quando ele entra aqui”, completa.

Para a idwall, inovação também vem desde o momento da contratação – é nessa hora que são buscadas pessoas com espírito colaborador, dispostas a ensinar e aprender. A startup tem trabalhado para contratar colaboradores com os mais diversos backgrounds, prezando em oferecer um ambiente onde todos se sintam confortáveis, pois acredita que não é possível ser inovador sem felicidade com o que se faz.

“Nos preocupamos em fazer com que a idwall seja um espaço democrático, onde todos possam opinar sobre qualquer assunto, independente se faz parte do seu escopo de trabalho ou não”, diz Lincoln.

Além de Lincoln, mais dez brasileiros estão presentes na edição latino-americana deste ano:

– Antonio Henrique Dianin
Criador do R1T1, um robô de movimento autônomo ou movimentado por controle remoto que serve como um avatar físico de uma pessoa localizada em outro lugar.

– Aline Oliveira
Fundadora da Traive, empresa que utiliza análise de dados e inteligência artificial (IA) para melhorar a previsão do risco de investimento em propriedades agrícolas.

– Mariana Vasconcelos
Criou em 2014 a Agrosmart, dedicada a fornecer aos agricultores dados precisos através de inteligência artificial (IA) e da Internet das Coisas (IoT).

– Matheus Goyas
Fundador do AppProva, aplicativo gratuito que simula as perguntas do ENEM para que os alunos possam prever seu desempenho e preparar antecipadamente os tópicos que precisam ser reforçados.

– Michael Kapps
Responsável pela criação do TNH Health, serviço de chatbots voltados para gestão de saúde populacional.

– Lawrence Murata
Trabalhar para lançar um aplicativo móvel focado em reduzir as mortes por acidentes de trânsito a partir da análise de direção e tráfego para alertar o piloto em caso de riscos.

– Rodolfo Fiori
É um dos fundadores da Muove Brasil, plataforma desenvolvida para melhorar a eficiência das finanças públicas municipais. O software busca e analisa dados e informações das finanças para identificação de ineficiências e oportunidades no município.

– Victor Santos
Criador do Airfox, um aplicativo móvel que funciona como uma carteira digital que não precisa estar associada a nenhuma conta corrente ou cartão de crédito. Os algoritmos do sistema são capazes de calcular o risco de crédito do usuário a partir dos dados de uso de seu celular. Depois que o risco é calculado, a pessoa pode solicitar um empréstimo por meio do próprio aplicativo.

– Bruno Mahfuz
Fundou o Guiaderodas, app em que os usuários podem relatar o nível de acessibilidade dos locais que visitam, para que essas informações estejam disponíveis para o resto da comunidade.

– Ana Carolina Riekstin
Desenvolveu uma série de ferramentas para calcular e otimizar o consumo de energia das instalações de acordo com os processos que executam. O objetivo é que as novas infraestruturas que suportam o crescente mundo digital funcionem de forma mais eficiente.

Em sua versão mundial, o MIT Innovators já destacou nomes como Larry Page, criador do Google, e Mark Zuckerberg, fundador do Facebook.

Abstartups anuncia finalistas do Startup Awards 2018

A Abstartups, entidade que representa as startups brasileiras, anuncia os nomes dos finalistas da 5° edição do Startup Awards, patrocinado pela AWS – Amazon Web Services. A premiação é o Oscar das startups brasileiras e tem como objetivo reconhecer os profissionais e empresas mais influentes do ecossistema brasileiro.

O resultado final da premiação será anunciado no dia 30 de novembro durante o CASE, Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo, que será no Centro de Eventos PRO MAGNO, em São Paulo.

As categorias e os indicados deste ano são:

– Investidor Anjo: Camila Farani, João Kepler e Marco Poli;

– Profissional de Comunicação: Beatriz Bevilaqua (Imprensa.Biz), Bruno Pinheiro (PiaR Comunicação) e Rodrigo Lossio (Dialetto);

– Universidade: Fiap, UFMG e UFSC;

– Coworking: Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), Campus SP e Cubo Network;

– Aceleradora: ACE, Darwin e Startup Farm;

– Impacto: Baanko Challenge, Black Rocks e Quero Educação;

– Mentor: Edson Mackeenzy (Mack), Paulo Costa (Accenture) e Rafael Assunção (StartupSC);

– Corporate: Itaú, Sebrae e Softplan;

– Herói/Heroína: Alana Fernandes (Sebrae RS), Dani Junco (B2Mammy) e Alexandre Souza (Sebrae SC);

– Startup do Ano: Agenda Edu, Decora/CreativeDrive e Edools

– Comunidade: San Pedro Valley, Startups SC e Zero Onze

“Nosso objetivo é reconhecer esses profissionais e empresas que fazem a diferença no ecossistema de startups. Estamos muito felizes com os finalistas deste ano, são nomes de grande relevância que ajudam o ecossistema crescer a cada ano”, afirma Amure Pinho, Presidente da ABStartups.

Internet das Coisas e Indústria 4.0 fomentam negócios entre Brasil e Noruega

A Innovation Norway, agência do governo da Noruega, promove no próximo dia 27 de novembro o Norway Tech Day, que acontecerá durante a São Paulo Tech Week, na capital paulista. A proposta é promover a troca de experiências, cooperação e negócios entre o Brasil e a Noruega, abordando temas como Indústria 4.0., mercado de trabalho e pesquisa e desenvolvimento.

Com abertura de Nils Martin Gunneng, embaixador da Noruega, e discurso programático por Bruno Jorge, Coordenador de Indústria 4.0 na ABDI, o evento conta com a presença de empresários noruegueses e brasileiros, apresentações sobre Internet das Coisas e Indústria 4.0, e palestra sobre cooperação entre indústrias e universidades pelo Prof. José Nagib Cotrim Arabe, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

A importância da mulher no setor de tecnologia será tema do debate “Technology is Genderless” (Tecnologia não tem gênero, em português), e também a Internet das Coisas Industrial (IIoT) nas áreas de produção e logística em painéis no período da tarde. Empresas como IBM, Aker Solutions, Elkem e Yara estão entre as participantes confirmadas.

Atualmente, a Noruega é o oitavo maior investidor no Brasil, com mais de US$ 4,6 bilhões apenas entre 2015 e 2016, e por meio da Innovation Norway busca aproximar companhias dos dois países, conectando players do mercado e do governo para rodadas de negócios e discussões sobre tópicos relevantes para o setor tecnológico.

Segundo Bruno Leiniö, gerente de projetos da Innovation Norway para a América do Sul, a Noruega vê potencial no intercâmbio de conhecimento e tecnologia com companhias brasileiras. Ele comenta que apenas na indústria global, o IoT pode gerar até US$ 685 bilhões em valor agregado até 2020, conforme pesquisa do Instituto de Transformação Digital da Capgemini. “As empresas norueguesas têm grande interesse no Brasil e geram no país mais de meio milhão de empregos diretos, indiretos e induzidos”, completa.

Norway Tech Day

Dia: 27 de novembro de 2018

Horário: 8h30 às 16h

Local: Google Campus São Paulo (R. Coronel Oscar Porto, 70 – Paraíso, São Paulo, SP)

Innovation Norway é o instrumento do governo norueguês para fomentar a inovação e o desenvolvimento de empresas e indústrias norueguesas. Combinando o conhecimento da indústria local e as redes internacionais com as ideias de negócio e a motivação dos empreendedores para criar a base de negócios de sucesso por todo o mundo. http://www.innovasjonnorge.no/en/

Norway-Brazil Week(s) são as conferências e eventos sobre Tecnologia, Pesquisa e desenvolvimento dos setores de Óleo e Gás, Diversidade, Aquicultura, Oceano e Meio Ambiente realizadas anualmente pelo Team Norway que fomentam negócios entre o Brasil e a Noruega, geram troca de experiências e networking para trazer um desenvolvimento econômico sustentável entre empresas brasileiras e norueguesas. http://norwaybrazilweek.com.br

Black Friday é a data do varejo que mais cresce no Brasil

Apesar de apresentar crescimento menor nos últimos três anos, a Black Friday continua se destacando em relação às demais datas comerciais no Brasil, principalmente no e-commerce. Levantamento do Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) mostra que em 2017, a sexta-feira de descontos cresceu 9% em relação à mesma data no ano anterior, taxa superior à registrada no Natal e Dia das Mães, por exemplo, que cresceram, respectivamente, 3% e 2,3% na mesma comparação.

O estudo também mostra que e-commerce é o principal canal de compras durante a Black Friday. Em 2017, considerando o período de quinta a domingo, o crescimento foi de 21% em relação a 2016. Nas lojas físicas, o crescimento foi de 7% na mesma comparação.

Outro dado em destaque é o aumento de varejistas no e-commerce que passaram a participar da Black Friday. Entre 2012 e 2017 esse número cresceu onze vezes. Na média, os lojistas que participaram da data apresentaram uma performance sete vezes maior que uma sexta comum.

A Black Friday é realizada na quarta sexta-feira do mês de novembro. Neste ano, cairá no dia 23. No Brasil, esta será a sétima edição do evento, que contribui para a alavancagem do varejo.

Cresce a relevância do e-commerce no varejo brasileiro

De 2013 para cá, o varejo brasileiro cresceu 7%, enquanto o avanço médio apenas do e-commerce foi de 17% no país. Os setores de maior destaque no e-commerce foram Drogarias e farmácias, Varejo alimentício especializado (lojas de bebidas, lojas de chocolates, entre outros) e Turismo, que aumentaram 38%, 31% e 25% respectivamente.

Se compararmos o primeiro semestre deste ano com o mesmo período de 2016, os consumidores aumentaram em 45% sua frequência de compras e diminuíram o ticket médio, mostrando que o e-commerce também tem sido usado para compras do dia a dia. A frequência de compras online aumentou de 4,4 em 2016 para 6,41 em 2018. Já o ticket médio online caiu para R$ 137 neste ano, 16% menor que o registrado no primeiro semestre de 2016.

SOBRE O ICVA

O Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) acompanha mensalmente a evolução do varejo brasileiro de acordo com a sua receita de vendas, com base em um grupo de mais de 20 setores mapeados pela Cielo, de pequenos lojistas a grandes varejistas, responsáveis por 1,4 milhão de pontos de vendas ativos credenciados à companhia. O peso de cada setor dentro do resultado geral do indicador é definido pelo seu desempenho no mês.

O ICVA foi desenvolvido pela área de Inteligência da Cielo e tem como proposta oferecer mensalmente uma fotografia do comércio varejista do país a partir de informações reais.

COMO É CALCULADO

A Diretoria de Inteligência da Cielo desenvolveu modelos matemáticos e estatísticos que foram aplicados à base da companhia com o objetivo de isolar os efeitos do comportamento competitivo do mercado de credenciamento, como a variação de market share, bem como isolar os efeitos da substituição de cheque e dinheiro no consumo – dessa forma, o indicador não reflete somente a atividade do comércio pelo movimento com cartões, mas, sim, a real dinâmica de consumo no ponto de venda.

Esse índice não é de forma alguma a prévia dos resultados da Cielo, que é impactado por uma série de outras alavancas, tanto de receitas quanto de custos e despesas.

FEBRABAN dá dicas de como aproveitar a Black Friday sem cair em golpes virtuais

Nem bem novembro começa e os sites e lojas virtuais já se agitam com os anúncios de ofertas e promoções que vem marcando o varejo brasileiro nos últimos anos. A razão de toda essa agitação? A Black Friday.

A megaliquidação tradicional nos Estados Unidos é realizada na última sexta-feira de novembro, um dia depois do feriado de ação de graças. Por aqui, os lojistas costumam seguir o calendário dos EUA. Este ano, no entanto, eles resolveram adiantar a data em uma semana e vão concentrar as ofertas no dia 23.

O que à primeira vista representa uma oportunidade para aproveitar os bons preços e adiantar as compras de natal pode esconder alguns perigos. Quadrilhas aproveitam o momento de euforia com o grande volume de ofertas para aplicar golpes que causam grande prejuízo.

Sites e e-mails falsos, ligações e mensagens são algumas das artimanhas usadas pelos golpistas para enganar as pessoas e ter acesso a informações pessoais, como nome completo, CPF, número de cartões de crédito e dados bancários. Por isso, a FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos sempre orienta a população a redobrar os cuidados nas compras feitas em sites de e-commerce neste período.

Este ano, a entidade ampliou os esforços de divulgação e, a partir da segunda quinzena de novembro, uma campanha veiculada nas redes sociais irá chamar a atenção dos consumidores para os principais golpes existentes e como evitá-los. Clique aqui para conferir o vídeo que faz parte da campanha.

Para Adriano Volpini, diretor da comissão de Prevenção a Fraudes, da FEBRABAN, é muito importante tomar cuidado com as informações compartilhadas, especialmente na internet. Ofertas tentadoras escondem, às vezes, links maliciosos que capturam dados pessoais. “Aquele desconto pode custar caro. Desconfie das promoções cujos preços sejam muito menores que o valor real do produto, pois criminosos se utilizam da empolgação dos consumidores em fazer um grande negócio para coletar informações e aplicar golpes que geram grandes prejuízos.”

Como o golpe é realizado

A pessoa recebe um e-mail ou mensagem com ofertas tentadoras e atrativas. Ao clicar, ela é direcionada para um site falso. Acreditando ser a página confiável, ela fornece dados sigilosos, como número de cartão de crédito e senhas. Com essas informações, os bandidos realizam transações, burlam bloqueios de segurança, desbloqueiam novos cartões e confirmam dados.

Outro esquema muito utilizado pelas quadrilhas envolve aplicativos maliciosos. Mais uma vez, a porta o golpe começa com o envio de um e-mail suspeito com um link. Ao clicar, é instalado um vírus e os bandidos ganham acesso ao seu dispositivo. Com essa técnica, comumente chamada de phishing, eles conseguem acessar dados como nomes de usuário e senhas e realizar transações.

Para evitar ser vítima destes tipos de fraudes é importante sempre verificar se o endereço da página é o correto. Uma forma de fazer isso é digitar a URL no navegador ao invés de clicar no link. Além disso, nunca acesse links ou anexos de e-mails suspeitos. Mantenha seu sistema operacional e antivírus sempre atualizados.

Para reduzir os riscos de ser vítima dos golpistas, a FEBRABAN destaca as seguintes orientações:

• Tenha muito cuidado com e-mails de promoções que possuam links. Ao receber um e-mail não solicitado ou de um site no qual não esteja cadastrado para receber promoções, é importante verificar se realmente se trata de uma empresa idônea. Acesse o site digitando os dados no navegador e não clicando no link.

• Ao utilizar sites de busca, verificar cuidadosamente o endereço (URL) para garantir que se trata do site que deseja acessar. Fraudadores utilizam-se de “links patrocinados” para ganhar visibilidade nos resultados de buscas.

• Dar preferência aos sites conhecidos e verificar a reputação de sites não conhecidos, verificando os comentários de clientes que já utilizaram as plataformas.
• Nunca utilize um computador público ou de um estranho para efetuar compras ou colocar seus dados bancários.

• Sempre utilize, em seu computador ou smartphone, softwares e aplicativos originais e mantenha sempre um antivírus atualizado.

Profissional de compras precisa se adequar às novas tecnologias

Por Carolina Cabral

O profissional de compras tem tido um papel cada vez mais estratégico dentro das empresas. A sua valorização é a prova disso. De acordo com um levantamento realizado pela consultoria global de recrutamento Michael Page, a função de coordenador de compras foi um dos cargos mais procurados em posições de média e alta gerência no primeiro semestre deste ano pelas companhias brasileiras.

A demanda por este perfil é reflexo da evolução na forma como as próprias corporações encaram a área de compras – e a tecnologia tem grande participação nesse desenvolvimento. Empresas de todos os portes e segmentos entenderam que a automatização é necessária para que se tornem cada vez mais competitivas. Minimizar erros e ineficiências significa redução de custo, que por sua vez resulta em melhora de produtividade.

Como as empresas estão com essa mentalidade, o profissional da área precisa estar preparado para atender essa demanda. Isso passa pelo entendimento das tecnologias que fazem parte intrínseca desse processo. Ou seja, o domínio das ferramentas corretas aumenta a performance, garante o compliance e a governança e potencializa a redução de custos, além de otimizar o trabalho operacional.

E quando tratamos de redução de custos, falamos em estratégias para obter as melhores negociações para a área de compras. Há pouco tempo, os compradores eram vistos apenas como operacionais pelas empresas. Porém, isso mudou. Com a necessidade de ser especialista e multitarefa, o profissional de compras só conseguirá desempenhar um alto nível e se diferenciar no mercado se usar a tecnologia como fator predominante.

Por isso, faça a tecnologia trabalhar a seu favor. Utilize as ferramentas que executem as tarefas operacionais e que deem visibilidade de indicadores de performance da área. O profissional que tiver conhecimento das soluções disponíveis no mercado e que ajudem a alavancar sua performance, garantirão melhores resultados para a empresa e, consequentemente, será visto de forma diferenciada.

O uso da tecnologia auxilia no relacionamento da área de compras com os seus fornecedores e clientes internos (requisitantes). Para as compras recorrentes, por exemplo, o ideal é ter um acordo comercial com os parceiros que fornecem esses itens e disponibilizá-lo em uma plataforma de supply chain management. Deste modo, solicita-se intuitivamente os itens que são demandados e, de forma automática, emite um pedido ao fornecedor.

Porém, tudo isso só é possível por meio da tecnologia. Nesse caso, a comunicação integrada entre CRMs, ERPs e as plataformas de supply chain management é essencial. Assim, as empresas diminuem os trabalhos operacionais, repetitivos e manuais por processos automatizados, ágeis e seguros.

Por essa razão que o profissional de compras terá que ter um conhecimento macro das demais áreas e a compreensão de como os processos funcionam. Com isso em prática, ocorre diminuição do tempo para executar as tarefas e dá visibilidade e rastreamento de todas as ações, aumentando a segurança das informações. Dessa forma, o objetivo de reduzir os custos operacionais como um todo se torna mais viável.

Em suma, para que o profissional de compras possa se destacar e alcançar os melhores resultados, ele terá sempre que buscar as melhores soluções tecnológicas. Se isso não acontecer, continuará com tarefas operacionais e não terá êxito em ser estratégico. Os três pilares principais (Pessoas, Processos e Tecnologia) precisam evoluir juntos para obter esse resultado.

Carolina Cabral, sócia-diretora da Nimbi, especialista em tecnologia para a cadeia de suprimentos

Compliance e contratações públicas: o conflito entre a lei e a integridade

Por Yuri Sahione

Com a entrada em vigor da Lei Anticorrupção (Lei 12.846/13) e com a promulgação de sucessivas regulamentações pelos entes federativos (União, Estados e Municípios) a prevenção à corrupção e aos atos lesivos contra Administração Pública virou realidade no ambiente de negócios do país.

Ainda que o incentivo dado pela Lei Anticorrupção para a adoção dos programas de integridade não seja dos mais vantajosos – a adoção de programa de integridade pela empresa pode levar à redução da multa, que no âmbito federal pode chegar a 4% -, as empresas passaram a entender que não se trata apenas de garantir a atenuação de uma eventual penalidade, mas de adequação a uma nova postura empresarial.

As empresas que possuem um programa de integridade implementado e ativo diminuem as chances de se verem envolvidas em atos ilícitos. Isso porque são funções típicas do programa: detectar, prevenir e remediar, ou seja, o programa irá identificar os riscos de corrupção a que a empresa está exposta, indicará boas práticas de conduta para mitigar esses riscos, além de promover treinamentos aos colaboradores e à Alta Direção.

Mesmo com a identificação de riscos e com a adoção de medidas para reduzir a probabilidade e o impacto da sua materialização, em se concretizando o risco, a empresa poderá valer-se de suas políticas internas para aplicar as consequências lá previstas, que podem chegar até a demissão por justa causa do funcionário ou a rescisão do contrato, havendo a responsabilidade de terceiros.

Com todos os benefícios que o programa de integridade pode trazer às corporações, na perspectiva de evitação de prejuízos materiais, de imagem ou mesmo para mostrar para a sociedade e parceiros de negócios que a empresa é confiável e socialmente responsável, parece imperativa a implementação do programa pelas empresas.

É fato, contudo, que a Lei não torna obrigatória a implementação do programa pelas empresas. Embora as grandes corporações, como regra geral, exijam de seus contratados a existência de programa ou a adesão aos seus programas, esse tipo de exigência não pode ser implementada pelo Poder Público, ante a falta de lei que a ampare.

Com raras exceções, como no caso do Estado do Rio de Janeiro, que torna obrigatório o programa de integridade para quem queria contratar com a administração estadual, não existe na legislação federal qualquer exigência semelhante, mesmo depois da promulgação da Lei 13.303/16 (Lei das Estatais), que obriga as empresas públicas e sociedades de economias mistas a terem Comitê de Auditoria Estatutário e a adotar as melhores práticas de governança e gestão de riscos.

Se as empresas com participação estatal são obrigadas a fazer a gestão dos seus riscos de integridade, incluindo os decorrentes da relação com terceiros, é natural que, a exemplo da iniciativa privada, possam fazer uma due dilligence e decidir por não contratar ou manter contratos com aqueles terceiros que representem alto risco para o negócio.

O problema é que a Administração Pública, assim como as empresas com participação estatal, estão vinculadas ao princípio da legalidade, ou seja, aos parâmetros e limites definidos em lei, inclusive quanto às questões relacionadas à contratação.

Dessa forma, utilizar o resultado das diligências de integridade como critério para limitar a participação de empresas em certames ou mesmo para escolher o vencedor dentre os competidores participantes não é legal, por objetiva ausência de lei que permita tal restrição nos processos de contratação públicos.

Não havendo lei que ampare a limitação da concorrência, não se pode impedir a participação de empresas que atendam aos requisitos legais e aos critérios do edital, ainda que o risco de integridade seja alto.

Mesmo que a legalidade impeça a restrição da concorrência pelo risco de integridade, empresas têm sido impedidas de participar de concorrências promovidas pela Petrobrás, por falharem no processo de due diligence de integridade, ainda que tais empresas sejam atuais prestadoras de serviços da sociedade de econômica mista.

A questão acabou judicializada, havendo algumas poucas decisões contraditórias de primeira instância. As sentenças que reconhecem a ilegalidade na limitação da participação nas concorrências se fundamentam basicamente na inexistência de previsão legal para justificar a restrição à competição.

Do outro lado, há decisões que reconhecem a autonomia da Petrobrás em estabelecer suas regras de contratação, especialmente porque amparadas nas políticas de prevenção à corrupção aprovadas pelo seu Conselho de Administração e que a postura empresarial de evitar parceiros comerciais que tragam alto risco de integridade está em linha com a nova fase que a empresa vive no pós-Operação Lava-Jato.

A polêmica travada nos tribunais não deveria ter razão de existir, se já houvesse sido promovida a tão anunciada reforma na legislação federal que trata das licitações e contratações públicas em geral.

É contraditório exigir que as empresas com participação estatal tenham uma gestão profissional e adotem as melhores práticas de governança, gestão de riscos e compliance, se estão impedidas de mitigar um conhecido foco de riscos, que deriva da contratação de terceiros.

Enquanto não vier a mudança legislativa, ainda não que desejável a celebração de negócios com empresas que possuem alto grau de risco de integridade, caberá às empresas promover supervisão mais próxima desses prestadores de serviços, quer pelos fiscais dos contratos, quer pela realização de auditorias mais periódicas, em atendimento às obrigações importas pela Lei das Estatais.

Yuri Sahione, advogado especialista em compliance e membro do Conselho Deliberativo do Instituto Compliance Rio (ICRio)

O impacto da nova forma de compensação de créditos tributários na Lei do Bem

por Feliciano Aldazabal, Diretor de Inovação e Marketing da F. Iniciativas

As novas regras da lei 13.670/18 sobre a forma de compensação de créditos tributários estão provocando uma grande discussão no âmbito fiscal, gerando impacto inclusive nas empresas que utilizam algum tipo de incentivo na área de P&D. Isto porque, o sujeito passivo que apurar créditos de Imposto de Renda (IR) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) não poderá mais compensar os débitos no recolhimento mensal por estimativa. Contudo, nas justificativas do Ministro da Fazenda, fica esclarecido que a vedação para compensar estimativas não retira o direito ao crédito, que ainda pode ser utilizado para compensar débitos de outros tributos.

A Lei 11.196/05, conhecida como Lei do Bem, é um mecanismo criado pelo Governo para incentivar às empresas a garantir e ampliar o investimento em projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e em infraestruturas correlatas. Como pilar estratégico para o desenvolvimento do país, é importante interpretar em que medida a nova Lei, objeto de análise neste artigo, pode afetar à aplicação dos incentivos trazidos na Lei do Bem.

Muitas empresas usufruem do incentivo de IR e CSLL trazido pela Lei do Bem, podendo ser aplicado de duas maneiras: mediante aproveitamento em tempo real ou por meio da geração de crédito tributário. O crédito tributário é gerado quando a entidade, após o pagamento de impostos no fechamento em janeiro, identifica que a quantidade de IR e CSLL paga foi maior do que a obrigação real (por não ter considerado, por exemplo, o incentivo da Lei do Bem a tempo). Antes, nos meses posteriores a esta identificação, a entidade podia utilizar este crédito gerado para reduzir o pagamento mensal por estimativa de IR e CSLL. No entanto, com as mudanças da lei 13.670/18, as empresas terão de esperar até o fechamento do próximo ano para usufruto de tais créditos (ou seja, até o próximo mês de janeiro).

Assim, é importante esclarecer que, quanto ao direito de incentivo procedente da Lei do Bem e do usufruto dele, não há qualquer impedimento para que seja utilizado, seja em tempo real, no momento de encerramento do período ou até como crédito a compensar. Mas, conforme as novas regras de compensação, é relevante levar em consideração este incentivo no planejamento tributário e tentar aplicar ele o mais rápido possível, para evitar gerar crédito, pois as novas regras, aliadas ao limitante do resultado fiscal positivo requerido pela Lei do Bem, podem gerar incertezas quanto ao momento em que este crédito pode ser utilizado. Este limitante (resultado fiscal positivo), unido a este possível adiamento na utilização do incentivo, pode impactar negativamente no efeito desejado pelo Governo quando criada a Lei do Bem, de reinvestir o valor de imposto deixado de pagar em novos projetos e infraestruturas de P&D. Salienta-se que esta afirmação só impacta quando falamos de compensação no IR e CSLL, não tendo implicações em compensações em outros tributos federais, tais como Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS), por exemplo.

Black Friday: na reta final ainda dá tempo de garantir ótimas vendas na grande data do varejo

Por Priscilla Erthal, sócia da aceleradora de Negócios Organica

Já faz tempo que a Black Friday se tornou uma das datas mais relevantes do varejo brasileiro. A cada ano, empresas e consumidores têm se preparado com mais informações e desenvolvimento de ações para se prepararem para a data. . Mas se o seu negócio ainda não está pronto, não se preocupe, ainda há tempo para providenciar ações nesta reta final. Pela estimativa da e-bit (empresa que realiza pesquisas online para analisar e entender o perfil e hábitos do consumidor virtual) a data promete um faturamento 15% maior do que em 2017, ou seja, não tem como ficar de fora.

Este ano, a Black Friday acontece no dia 23 de novembro. Na última semana que antecede a data o consumidor costuma segurar as vendas para esperar as melhores promoções do evento. Até a sexta feira, libere algumas promoções bem agressivas como uma degustação. Assim você não fica sem vendas e já mostra para o cliente o apetite da sua loja para a data. Mas importante: sempre deixe as principais ofertas para o grande dia. Os consumidores têm muita expectativa para a sexta-feira, então é importante guardar o que se tem de melhor.

Repare na busca pela pela palavra Black Friday no Brasil ano passado:

Na quinta-feira à noite, a busca aumenta consideravelmente. Uma dica é começar as ações no final deste dia, assim o comércio consegue angariar vendas.

Brincamos no varejo que a a Black Friday é o “Dia da maldade”, ou seja, dia de se arriscar: vale fazer frete grátis, baixar o preço de forma escandalosa, deixar cupom ativo para aumentar o desconto, etc. É uma brincadeira e cabe ao varejista decidir como vai aproveitar.

Olhando para dentro da empresa, é interessante criar uma dinâmica para que toda a equipe consiga acompanhar os resultados. A atualização pode ser via painel, e-mail de hora em hora ou aviso com dados das vendas, estoque e mídias que estão ou não dando resultados. Também é essencial criar alguma ação de engajamento para os colaboradores, todos devem estar juntos pelo mesmo objetivo.

Por último, lembre-se: você terá que ter agilidade nas decisões. Entender qual produto está dando mais resultados, quais não estão dando e substituir é a melhor forma de garantir os resultados esperados.

Proteção de dados é tema de Congresso Internacional em São Paulo

Nos próximos dias 26 e 27 de novembro, São Paulo sediará o Congresso Internacional de Proteção de Dados, que irá discutir os rumos do uso de dados e quais as principais ações que as empresas precisam tomar sobre coleta, gestão e uso de dados pessoais. Organizado pela LEC Legal, Ethics & Compliance e a Associação Brasileira de Proteção de Dados (ABPDados), o evento será realizado World Trade Center (WTC), em São Paulo, e deve receber 300 profissionais.

O encontro tem como foco o fomento, a análise e a visão de especialistas sobre o uso ético e seguro de dados pessoais, que são a moeda da economia digital, sob as mais diversas perspectivas, incluindo jurídica, de compliance, tecnologia, gestão, e negócios. No primeiro dia, durante o Workshop Day, serão realizadas 9 atividades, como “Implementação jurídica da LGPD e a figura do Encarregado (DPO)” divididas em três salas simultâneas. O segundo será dedicado aos painéis, com 7 temas confirmados, como “Data Breach – Como não perder 50 milhões de reais por infração: debate sobre aplicação de sanções e medidas para mitigá-las”.

As discussões em torno do tema também acontecem em um momento em que o volume de dados digitais vazados, por meio de incidentes de segurança ao redor do mundo, mais que dobrou nos últimos meses.

Segundo levantamento da empresa francesa Gemalto, no primeiro semestre do ano, cerca de 4,55 bilhões de registros foram expostos na internet, um avanço de 133% na comparação com o mesmo período de 2017. Isso significa que, a cada minuto, 4.827 dados são perdidos ou roubados. Por hora, são 289 mil e, por dia, quase 7 milhões. Com as novas leis, as empresas precisam estar ainda mais atentas e prontas para se adaptarem, uma vez que o prazo de adequação o país termina em fevereiro de 2020.

De acordo com Marcio El Kalay, sócio da LEC, o evento trará informação suficiente para os profissionais implementarem as metodologias em suas empresas. “Teremos conteúdo prático, com os mais capacitados especialistas da área”, acrescenta.

Segundo Rony Vainzof, fundador e Vice-presidente da ABPDados, o mercado precisa iniciar a adaptação o mais rápido possível. “A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) já pegou. Estamos vivendo uma nova fase do compliance, que agora, além do combate à corrupção, visa o uso ético e seguro dos dados pelas entidades públicas e privadas”, ressalta. Na Europa, as empresas tiveram dois anos para se adequar à lei, e ainda existem companhias fora da meta estipulada.

Com o assunto em alta por conta das últimas leis aprovadas em todo o mundo, a primeira edição do evento no Brasil receberá importantes nomes, como Sophie Kwasny, head of the Data Protection Unit of the Council of Europe, que participará do painel “LGPD x GDPR, EUA e LATAM: o desafio da aplicação extraterritorial de legislações no contexto da economia globalizada”, no dia 27, às 11h25.

Também teremos a presença de Demi Getschko, Conselheiro do CGI.br, Diretor-Presidente do NIC.br e Professor Associado da PUC; Guilherme Roschke, Counsel for International Consumer Protection at the Federal Trade Commission; Daniel Ackerman, Intellectual Property Law Enforcement Coordinator at U.S. Department of Justice; Ilene Patricia de Noronha Najjarian, Procuradora Federal lotada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM); Luana Lund, do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), entre outros convidados.

Com esta nova demanda de governança em proteção de dados e o risco de multas altíssimas, que podem chegar a R$ 50 milhões, as principais empresas que mantém operações no Brasil estarão no Congresso, assim como os grandes players do mercado.

O evento busca auxiliar principalmente os profissionais de Segurança e Tecnologia da Informação, das áreas jurídica, e compliance. Porém, com uma abrangência geral e aplicação em todos os setores da economia, o Congresso conta também com profissionais de demais setores como fundos de investimento, varejo, seguradoras, telecom, serviços, segurança corporativa, automotivo, aviação civil, farmacêutica, financeiro e fomento comercial.

Veja a programação completa no site: http://www.congressodeprotecaodedados.com.br/agenda/

Congresso Internacional de Proteção de Dados

Local: WTC – Av. das Nações Unidas, 12.551 – Brooklin Novo, São Paulo / SP – Brasil

Data: 26 e 27 de novembro de 2018

Horário: das 8h às 18h

Inscrições: http://bit.ly/2Oi64kv

Mais informações: www.congressodeprotecaodedados.com.br

WeWork chega a Belo Horizonte

No dia 22 de novembro, Belo Horizonte se tornará a terceira cidade do Brasil a contar uma unidade da WeWork, maior rede de espaços de trabalho do mundo. A empresa, avaliada em US$ 45 bilhões, inaugura seu novo espaço, que ocupará seis andares do prédio localizado na Rua Sergipe, 1.440, na Savassi – um dos bairros mais emblemáticos da capital mineira. Para marcar a chegada à cidade, a empresa promove um evento de inauguração oficial cuja programação contará com um painel sobre Futuro do Trabalho com participação das empresas mineiras Ferrous, Méliuz e Localiza.

A WeWork Sergipe 1.440 será inaugurada com 100% de ocupação na primeira fase de abertura, com capacidade para 200 posições de trabalho. Até fevereiro de 2019, serão mais de 850 posições. “A abertura da nossa terceira cidade no país é motivo de muito orgulho para todos nós e especialmente para mim, que nasci e cresci aqui em Belo Horizonte. A cultura da WeWork tem muita aderência com o jeito mineiro de ser, pois estimulamos que as pessoas se conectem, conversem, interajam e que daí possam sair bons negócios e até amizades”, afirma. “Além disso, nossa chegada a BH é mais um passo em direção à crescente expansão física da nossa comunidade no Brasil. Esperamos contribuir para conectar nossos membros daqui com os de São Paulo, Rio de Janeiro e outras cidades do mundo, estimulando negócios e, assim, contribuindo para o fomento da economia local”, conclui Mendes.

Entre os primeiros membros estão startups, como a ISQ Brasil, e também empresas mineiras, como a Take, primeiro membro da WeWork em Belo Horizonte. Assim como em qualquer uma das mais de 300 unidades da WeWork no mundo, empresas que pretendam transferir alguma área de negócio ou mesmo a sua sede inteira para o espaço podem esperar ter acesso a muito mais do que apenas um local de trabalho diferenciado – com estrutura que inclui internet de alta velocidade, café e chope à vontade, limpeza e recepção, segurança 24h e muito mais.

“Projetamos nossos espaços para que estimulem a criatividade, a inovação e para que se tornem lugares de conexão entre membros, independentemente de suas áreas de atuação. Nossa comunidade em Belo Horizonte já conta com uma diversidade muito interessante de empresas, desde decoradores e advogados a uma startup que desenvolve projetos para a indústria aeroespacial. Isso sem mencionar a nossa iniciativa focada na indústria de mineração, que já é benchmark para a empresa em nível global”, pontua Mendes.

Hub da Mineração

Cada unidade da WeWork no mundo é diferenciada ao abraçar as características únicas do país e, principalmente, da região onde está inserida – desde elementos de design aplicados aos prédios às particularidades locais das comunidades que se formam nos espaços. No caso de Belo Horizonte, a WeWork chega à cidade com um projeto especial para o setor de mineração, um dos principais do estado. A unidade abrigará o Mining Hub, primeiro hub de inovação para o setor de mineração do país. Com o apoio do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), a iniciativa, inédita no setor em nível global, tem a missão de gerar inovação aplicada aos desafios do segmento, uma das principais atividades econômicas do país. O projeto integra o WeWork Labs, iniciativa global da WeWork para apoio a startups em estágio inicial, trazida ao Brasil no início de 2018.

O programa é dividido em duas frentes: de um lado, a plataforma capacita startups e empreendedores em estágio inicial por meio da oferta de espaços de trabalho e um programa que conta com uma rede de mentores exclusiva, curadoria de conteúdo, ferramentas desenvolvidas internamente e um Labs Manager, responsável por conectar as startups com mentores, clientes e, eventualmente investidores e fundos. Já na frente voltada para grandes empresas, o WeWork Labs se propõe a contribuir para que organizações de qualquer segmento possam se desenvolver e inovar em suas estratégias de atuação a partir da aproximação com essas startups, que poderão apoiá-las de maneira customizada na solução de seus desafios por meio de tecnologia e transformação cultural. Em ambos os casos, a iniciativa conta com parcerias com universidades, aceleradoras, incubadoras, empresas de Venture Capital e especialistas de diversos setores, criando e apoiando um ecossistema de inovação que colabora para o sucesso desses negócios.

No Brasil desde 2017, a empresa, 2ª maior startup do mundo, já conta com onze endereços em duas capitais, São Paulo e Rio de Janeiro, e mais de 12 mil pessoas trabalhando de seus espaços. Além de Belo Horizonte, até o fim do ano, a WeWork pretende chegar a 15 prédios e mais de 15 mil membros no país.

WeWork no mundo

– Uma das maiores startups do mundo, avaliada em US$45 bilhões

– Mais de 320.000 membros

– 335 espaços físicos em 83 cidades e 24 países

– Até o final de 2018, a WeWork projeta que terá aumentado seu número de espaços de trabalho para 400 e seus membros para 400 mil

WeWork no Brasil

– Mais de 12 mil membros

– 11 espaços físicos em São Paulo e no Rio de Janeiro

– Em 2018, além de Belo Horizonte, a empresa inaugura mais 2 prédios, ambos no Rio de Janeiro: Botafogo e Barra da Tijuca.

MIT elege CEO da Agrosmart como uma das jovens mais inovadoras da América Latina

A CEO da Agrosmart, empresa de agricultura digital líder na América Latina, Mariana Vasconcelos, acaba de ser indicada pelo MIT Technology Review como uma das 35 jovens mais inovadoras da América Latina. A publicação tem como principal objetivo reconhecer as principais personalidades promissoras do mundo da tecnologia que impactam a sociedade e transformam a indústria no mundo.

A Agrosmart utiliza Inteligência Artificial e Internet das Coisas para ajudar o produtor rural nas tomadas de decisões na lavoura. Aplicando ciência de dados na cadeia agrícola com uma abordagem proprietária e única, a empresa baseia-se no material genético, tipo de solo e microclima para promover uma agricultura mais produtiva e resiliente ao clima. Por meio de recomendações permite o aumento da produtividade, a redução custos, economia de água, maior rastreabilidade, transparência de cadeia de suprimentos o que chamou a atenção da publicação.

“Esse reconhecimento representa o potencial de impacto da Agrosmart na cadeia de alimentos. Aplicamos a ciência de dados na agricultura com o objetivo de oferecer ferramentas de suporte a tomada de decisão para diferentes stakeholders da cadeia produtiva, desde pequenos agricultores à grandes grupos agrícolas e corporações. Acredito que o papel da tecnologia é essencial na busca de uma agricultura mais produtiva, sustentável e resiliente às mudanças climáticas”, explica Mariana.

Mariana já recebeu diversos prêmios ao longo da sua trajetória profissional, como o Prêmio Raça Forte, promovido pela Revista Globo Rural. A empreendedora também foi selecionada como uma das 100 personalidades mais influentes do agronegócio pela Revista Dinheiro Rural em 2017, foi considerada uma das 50 pessoas que mais impactam o mundo pela Kairos Society 50, além de ganhar um bolsa na Universidade da NASA, entre outros destaques e convites em eventos internacionais, como o Fórum Econômico Mundial.