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Andréia Rengel assume a vice-presidência da AMcom

A AMcom, empresa especializada em sustentação e desenvolvimento customizado de sistemas, dá um novo passo rumo ao seu crescimento com a nomeação de Andréia Rengel ao cargo de vice-presidente. A executiva, que atua desde 2007 na operação, deixa a posição de diretora executiva para assumir o novo cargo.

Com uma carreira voltada para gestão comercial e estratégica, a executiva liderou equipes de serviços, de recursos humanos, comercial e de marketing durante sua trajetória na companhia. A bagagem deu condições a Andréia de desenvolver expertise em gestão estratégica de pessoas, que é pautada em valores como ética e alta performance para o atendimento e superação da expectativa do cliente.

Nesta nova posição, Andréia tem como meta o desenvolvimento de uma visão única e direcionamento junto às áreas e diretorias, melhorando a comunicação e integração entre as equipes e criando uma visão integrada em relação à venda e entrega.

Outro foco de atuação da executiva será o acompanhamento do Balanced Scorecard (BSC) com objetivos estratégicos direcionados junto à cada área da empresa, sempre focando em melhoria continua para os colaboradores e clientes. “Com esses novos desafios, estarei muito próxima aos nossos clientes e colaboradores para compreender melhor suas expectativas e direcionar nossas ações”, explica Andréia.

Formada em Administração em Marketing, Andréia fez especialização em Gestão Estratégica Empresarial e em Gestão Comercial e Vendas pelo INPG – Instituto Nacional de Pós-Graduação, assim como cursou o Internacional Quality Service, na Disney Institute.

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Site avisa por Whatsapp quando promoções de passagens aéreas são lançadas

É comum ficarmos sabendo de promoções de passagens aéreas e na hora em que vamos comprar um assento promocional, a decepção: já acabou. O empreendedor paulistano Gustavo de Bautzer Fusca percebeu essa frustração entre consumidores e empresas aéreas e criou o “Viagens na Web”. Trata-se do primeiro player no Brasil que realiza uma varredura nos preços de bilhetes aéreos e notifica sua base de usuários via Whatsapp e Facebook Messenger no exato momento em que a promoção surge. A startup foi criada em fevereiro de 2018 e logo no primeiro mês de operação já consegue mapear mais de 435 mil opções de viagens por dia.

Notificações – “Só avisamos que existe uma promoção se ela conceder um desconto superior a 20% sobre o preço médio que, na cabeça do cliente, é um valor que já vale a pena”, explica Bautzer. A notificação via Whatsapp é um dos grandes diferenciais do “Viagens na Web” tendo em vista que geralmente o cliente está com o telefone por perto quando o Whatsapp é acionado. O CEO da startup observou que os grandes players do mercado de turismo costumam notificar essas promoções via e-mail, que acabam sendo vistos pelos clientes somente quando a promoção já acabou ou nem sendo visualizados indo direto para a lixeira. “Via e-mail a taxa de abertura deste tipo de mensagem fica entre 0,5% e 3%. Por Whatsapp já posso afirmar de acordo com nossos dados que a taxa está girando em 25%, um número muito acima do normal no nosso ramo”.

Customização – As atividades via Whatsapp e Facebook Messenger não se limitam a notificações de descontos entre as 435 mil opções de voos que são analisados diariamente pelo sistema. Gustavo se preocupou em criar o primeiro chatbot no segmento brasileiro que presta atendimento 24 horas, e é capaz de interagir com as pessoas utilizando inteligência artificial. Você pode enviar um WhatsApp pedindo promoções para um destino específico e receberá automaticamente um link com a melhor oferta. Um dos recursos do Viagens da Web é reconhecer por meio do DDD do telefone cadastrado a localização do usuário e só notificar voos partindo daquela região. Dessa forma um paulista, por exemplo, somente receberá promoções que partam do Estado de São Paulo, e um Carioca somente do Rio de Janeiro e o baiano da Bahia, não frustrando com promoções que dificilmente seriam aproveitadas.

O empreendedor – Gustavo de Bautzer Fusca começou a desenvolver o “Viagens na Web” em dezembro do ano passado e o lançou no último mês de fevereiro, mas ele não é novato no ramo. Há uma década trabalhando com Novos Negócios na área de Tecnologia e Turismo, já passou por empresas como a B2W (Submarino Viagens) e iniciou com outros sócios a Brasil/CT (vendida ao Banco Santander para gerir seu programa de Fidelidade). Depois prestou consultorias para Gapnet, Flytour e Decolar. Teve a ideia de criar o sistema que implementou no “Viagens na Web” quando abriu um e-mail de promoção de passagem aérea algumas horas depois do envio e a promoção já tinha acabado. “Perder a oportunidade de fazer uma viagem é uma experiência péssima, e eu quero ajudar as pessoas a aproveitarem ao máximo as oportunidades que existem por aí”, relata Bautzer.

Para ter acesso às promoções de passagens aéreas mapeadas pelo Viagens na Web, é preciso acessar o site www.viagensnaweb.com e solicitar a inscrição pelo WhatsApp clicando no ícone do aplicativo, ou solicitar para receber os avisos via Messenger do Facebook.

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Cloud Computing como acelerador de crescimento das PMEs

Por Luciano Carino, Diretor para o Mercado Empresarial da Embratel

As soluções armazenadas em Nuvem (Cloud) estão trazendo uma nova realidade para o mundo empresarial. As ofertas de Cloud Computing estão mudando a regra do jogo, igualando as condições de competição e possibilitando que médias e pequenas empresas (PMEs) tenham acesso à última palavra em tecnologia, ao contrário de outros tempos nos quais modernas infraestruturas de TI estavam disponíveis apenas para grandes corporações com orçamentos para compra de equipamentos e programas que, na maioria dos casos, eram caros e com vida útil efetiva de menos de dois anos.

Na era digital, com serviços de TI que inclusive já podem ser contratados conforme o uso, o modelo de competição muda e deverá acelerar a potência das PMEs. Até pouco tempo atrás, era inimaginável pensar que uma multinacional e uma pequena empresa pudessem ter acesso à mesma infraestrutura tecnológica. Pesquisas recentes do Gartner mostram que mais da metade das PMEs dos Estados Unidos estão investindo na aquisição de soluções em Cloud. As ofertas Cloud trazem escalabilidade, flexibilidade, agilidade e melhor custo-benefício que precisam para suportar o crescimento de seus negócios.

Crescendo os negócios, a expansão da capacidade de armazenamento é estratégica. Basta contratar uma Nuvem escalável para atender as demandas investindo de forma inteligente em sistemas terceirizados armazenados em Cloud (Nuvem), diferente de antes, quando os pequenos e médios empresários precisavam fazer altos investimentos em infraestrutura própria, com equipamentos físicos (servidores por exemplo), local apropriado para instalação e equipe técnica para suporte e manutenção.

Com o Cloud Computing, os empreendedores podem facilmente comprar, aumentar ou diminuir a capacidade de seus sistemas, assim como contar com o suporte de uma equipe técnica especializada, pronta para atuar na gestão da estrutura e até em situações de falha. A diminuição do risco financeiro também é uma vantagem de sistemas em Nuvem terceirizados, uma vez que o orçamento previamente planejado não é comprometido, pois já há no mercado soluções em Cloud com pagamento conforme o uso. Isso significa que os setores financeiro e de TI conseguem, juntos, visualizar quanto está sendo utilizado da estrutura e, consequentemente, quanto será cobrado. Essa visibilidade do uso de capacidade versus custo é primordial para a organização de uma PME.

A facilidade de implementação e gestão da Nuvem também é um diferencial para as pequenas e médias empresas. As plataformas possuem interface intuitiva e permitem que todos os colaboradores, independente da cultura tecnológica de cada um, acessem os ambientes em Cloud com agilidade e sem a necessidade de treinamentos frequentes. Esse é um dos motivos pelos quais as organizações que já investiram na tecnologia registram um aumento de produtividade que, em curto prazo, compensa o investimento inicial na aquisição das soluções.

Outro benefício das estruturas em Nuvem para PMEs é a atualização constante, feita por fornecedores altamente capacitados e preparados para essa atividade, permitindo que os empreendedores se dediquem à gestão de seus negócios e não mais ao controle de equipamentos e sistemas. A terceirização dos ambientes de TI libera os gestores para que invistam o tempo em outras questões estratégicas, como planejamento de vendas ou desenvolvimento de novos produtos, deixando a TI para especialistas no assunto.

A segurança dos dados armazenados em Nuvem também evoluiu, tranquilizando as empresas mais céticas quanto ao uso da tecnologia. Estudos recentes mostram que Data Centers externos são mais seguros e modernos do que os servidores locais. A terceirização dos ambientes também garante que os dados estarão seguros em caso de possíveis falhas e danos em hardware ou software locais. Isso acontece porque as informações são replicadas em diferentes servidores, de modo que, se o equipamento principal apresenta erro, o cliente continua acessando normalmente e com segurança os seus dados no Data Center secundário. Esse nível de segurança da informação não é possível quando há apenas estruturas físicas armazenando os dados das empresas, especialmente para evitar o ataque de hackers ou controlar o acesso da aplicação e criptografia de informações.

Um exemplo prático da necessidade de pequenas e médias empresas atuarem com Nuvem é também uma lição aprendida com os ataques de 11 de setembro. O que aconteceu com diversas PMEs alocadas nas torres gêmeas comprovam que o uso de Nuvem teria mudado os seus destinos. Muitas empresas que atuavam ali tinham site backup localizados na outra torre ou nas proximidades, em áreas afetadas pelos ataques. Essas organizações perderam os dois sites e toda sua informação. Isso afetou não só a atuação de inúmeros clientes que dependiam desses dados, como a continuidade do negócio de muitas dessas PMEs. Mais da metade das pequenas e médias empresas afetadas fecharam as portas porque perderam todos os seus dados e não conseguiram se reconstruir. Caso tivessem um segundo Data Center para recuperação dos dados totalmente separado fisicamente do Data Center primário, os negócios poderiam ter prosperado.

O Brasil vive um verdadeiro ‘boom’ na criação de empresas. De janeiro a outubro de 2017 foram registradas de mais 1,9 milhão de novas companhias. Além de grande parte delas serem PMEs, as pesquisas indicam que empreender faz parte das intenções de dois em cada três jovens brasileiros para os próximos anos. A tecnologia é um grande alicerce para que esses planos se tornem realidade e para que pequenas e médias empresas se transformem em expoentes econômicos.

Sem dúvida, as aplicações Cloud já estão mudando a dinâmica do mercado e a transformação em pequenas e médias empresas será enorme, pois mudará a forma como as PMEs vivenciam TI, oferecendo a escalabilidade, segurança e flexibilidade que esses empreendimentos precisam. Empresas que desejam ampliar seus negócios nos próximos anos não podem ficar aquém no quesito tecnologia. A tendência é que as empresas que mais investirem em inovações como a Computação em Nuvem serão as que apresentarão os melhores resultados do mercado.

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FGVcelog e CSCMP realizam palestra sobre Blockchain e Supply Chain

O Centro de Excelência em Logística e Supply Chain (FGVcelog) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) e o Council of Supply Chain Management Professionals RoundTable Brazil (CSCMP) realizam, na quarta-feira (11), a partir das 19 horas, a palestra sobre: “Cadeia de Valor, Colaboração, Digitalização e Blockchain”.

O evento contará com a participação do doutor em Migração Industrial e Estratégias de Harmonização, Silvio Stephan, CEO da Orbit Logistics AG; Marcos Isaac, VP of Programs, do CSCMP RoundTable Brazil e Eduardo Henrique Diniz, da FGV EAESP. A mediação ficará por conta dos organizadores: Priscila de Souza Miguel, Coordenadora da FGVCelog e Marcelo Schmitt, Presidente do CSCMP RoundTable Brazil.

O debate vai discorrer sobre como a transformação das Cadeias de Abastecimento (Supply Chains) em Cadeias de Valor dependem de colaboração, agora alavancadas por novas tecnologias e a digitalização das Cadeias de Suprimentos, com o advento do Blockchain.

Esse evento é o primeiro da série “Diálogos de Supply Chain”, que ocorrerá ao longo de 2018 e que tem como destaque temas relacionados às tendências da Supply Chain em todo o mundo. Esta iniciativa é resultado da recente parceria firmada entre as instituições e tem como objetivo valorizar o profissional deste segmento em todo o Brasil.

O ciclo de palestra é aberto ao público e ocorrerá sempre na FGV, em São Paulo. Informações e inscrições: 11 3799-7946 – celog@fgv.br.

Cadeia de Valor, Colaboração, Digitalização e Blockchain (evento Internacional com tradução simultânea)

Data: 11 de abril de 2018

Horário: das 19h00 às 22h00

Local: FGV – Rua Itapeva, 432 – sala nove de julho

Inscreva-se: 11 3799-7946 – celog@fgv.br

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Ex-alunos de Wharton aproximam startups com rede mundial de investidores e as auxiliam a ter acesso ao Vale do Silício

No ano de 2017 foi noticiada uma grande quantidade de aportes milionários em startups brasileiras, o que prova que o nível dos investidores-anjo aumentou. Mas, afinal, como saber se uma startup tem potencial para receber investimentos? Para solucionar essa equação, dois ex-alunos da Wharton School da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, fundaram a Wharton Alumni Angels, um grupo de investidores-anjo que tem como objetivo fomentar o empreendedorismo e a inovação aproximando as startups brasileiras de investidores e executivos de Wharton e do Vale do Silício.

Eduardo Küpper, Investidor anjo e Co-fundador de diversas empresas, entre elas a Vesta Partners, eGenius Founders, F(x) e Helpling, e Guilherme Freire, empreendedor serial e co-fundador da Livo Eyewear, se conheceram em Wharton, uma das mais renomadas intuições de ensino superior dos EUA e também uma das mais antigas do mundo, onde faziam mestrado e tiveram contato com diversos executivos e empreendedores do Vale do Silício.

A ideia começou a tomar forma quando a dupla decidiu alavancar a rede de ex-alunos, um grupo de profissionais qualificados e competentes para analisar empreendimentos com potencial para receber investimentos, feitos por esse mesmo grupo de ex-alunos. Em Janeiro de 2018, essa ideia se tornou realidade com o lançamento do Wharton Alumni Angels no Brasil.

O primeiro passo para uma startup solicitar o investimento para o grupo será o cadastro na plataforma, que deve ser lançada no final de março. Na sequência é feita uma análise para identificar o potencial dessas empresas. Após esse processo de triagem, a Wharton Alumni Angels indica as startups que atendem todos os critérios para receber um aporte para uma rede de investidores – que, em maioria, também são ex-estudantes de Wharton.

“Quando eu estava na Livo tive muita dificuldade para levantar fundos, pois era um projeto diferente do perfil dos VCs tradicionais do Brasil. Ao sair da operação da empresa, tive a ideia de apostar em um veículo de investimento e iniciei conversas com diversas instituições. O Eduardo Küpper, um cara muito engajado no ecossistema de startups, abraçou a ideia da Wharton Alumni Angels comigo. O objetivo é que nossa plataforma ajude outras startups em estágio inicial que necessitem de investimento e não tenham ninguém que acredite nelas. Queremos abraçar pessoas que enfrentam o mesmo desafio que nós tivemos”, explica Guilherme Freire, co-fundador da Wharton Alumni Angels Brasil.

Para 2018, a expectativa é de que a plataforma movimente em torno de R$ 9-12 milhões em investimentos em cerca de 7-10 novos negócios. “Aqui no Brasil, muitas vezes, o empreendedor abre seu próprio negócio sem ter acesso a uma rede de networking e com pouco conhecimento teórico. Queremos que esse pequeno empresário tenha contato com a cultura de empreendedorismo do Vale do Silício, local onde estão concentradas as maiores startups do mundo. Essa troca de experiências é tão fundamental quanto o aporte para o sucesso de um novo negócio”, finaliza Freire.

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Ricardo Setubal é o novo presidente do Conselho de Administração do IBGC

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) anuncia a nomeação de Ricardo Setubal como presidente do Conselho de Administração, para um mandato de um ano.

Ricardo Egydio Setubal é administrador de empresas formado pela Fundação Getúlio Vargas e graduado em Direito pela Universidade de São Paulo. É presidente do Conselho de Administração da Itautec, membro suplente do Conselho de Administração da ITAUSA e vice-presidente do Conselho de Administração da Duratex. Também atua como membro do Conselho de Administração da Elekeiroz e membro suplente do Conselho de Administração da Itaú Investimentos.

A escolha de Setubal foi feita por votação logo após a Assembleia Geral Ordinária, que nomeou os três novos membros do Conselho de Administração do IBGC. Os escolhidos para um novo mandato de três anos foram: Leila Abraham Loria, Israel Aron Zylberman e Henrique Luz.

Maioria feminina

Pela primeira vez em seus 22 anos de existência, a maior parte do conselho do IBGC passa a ser formada por mulheres. A nomeação de Leila Abraham Loria a coloca em um grupo já formado por Isabella Saboya, Doris Wilhelm, Monika Conrads e Vicky Bloch, de um total de nove conselheiros.

Todos os anos, o conselho de administração do IBGC renova um terço de seus membros – cujo mandato é de três anos -, que são responsáveis pela eleição ou reeleição do presidente do conselho administrativo do instituto. Tal procedimento é feito no intuito de manter o conhecimento dentro do órgão de forma mais estável, além de promover a renovação constante dos membros.

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Sérgio Macedo é o novo Diretor Comercial Nacional da Ticket

A Ticket, marca pioneira no setor de benefícios de refeição e alimentação da Edenred Brasil, anuncia Sérgio Macedo como seu novo Diretor Comercial Nacional. Com mais de 30 anos de experiência nos setores de meios de pagamento e financeiro, o executivo contribuirá com a construção de canais de vendas e potencializar a eficiência comercial da Ticket.

Formado em Administração de Empresas pela Faculdade de Educação Superior do Paraná, e com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, Macedo iniciou carreira no antigo Banco Nacional, passando pelo Unibanco e logo ingressou no Santander, onde ficou por 15 anos e passou por diversas posições de destaque, incluindo vice-presidente comercial da GetNet. O profissional também acumula passagens como investidor e conselheiro na Wiinc, soluções em tecnologia, e como vice-presidente da corretora de seguros Galcorr.

“O setor de benefícios é desafiador, e ter a oportunidade de fazer parte do time da Ticket, uma empresa provedora de soluções inovadoras e que multiplica benefícios para empresas e empregados, é muito gratificante. Esse novo desafio está alinhado com os meus valores e crenças, por isso, será estimulante atuar nesse mercado”, conclui Macedo.

A Diretora Geral da Ticket, Marília Rocca, também destaca a importância da chegada do profissional. “A contratação do Sérgio reforça o posicionamento da Ticket ao apostar em uma abordagem comercial híbrida com canais face to face e massivos como televendas e vendas web, respaldadas com a oferta mais completa de produtos de benefícios do mercado”, comenta.

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Resource abre mais de 300 vagas de TI em São Paulo

A Resource, uma das principais e mais bem-sucedidas multinacionais brasileiras de serviços de TI e Integração Digital, está com mais de 300 vagas abertas para profissionais de Tecnologia da Informação (TI) para os escritórios da Grande São Paulo. As oportunidades são para os cargos de Analista Programador com experiência nas tecnologias: Java, .Net, Android, iOS, SAS e Salesforce. Os novos colaboradores irão trabalhar para grandes clientes dos setores financeiro, de seguros e varejo.

Os interessados em fazer parte do time da empresa devem ter formação em Ciências ou Engenharia da Computação e indicar suas experiências profissionais na área de TI. Em constante expansão de seus negócios, esse foi o maior número de oportunidades já registrado pela companhia em um único mês. Desde o início de março, a empresa já disponibilizou 630 vagas e segue em contínua ampliação.

Além da possibilidade de crescimento dentro de uma das maiores empresas de TI do Brasil, a Resource oferece todos os benefícios compatíveis com o mercado. Os candidatos interessados devem cadastrar seus currículos no site: http://www.resourceit.com/pt/vagas-ti/ ou enviar seus dados para o e-mail recrutamentoeselecao@resourceit.com. As inscrições já estão abertas e as contratações serão feitas conforme os novos projetos que estão em andamento na empresa.

Com mais de 25 anos de atuação no mercado, a Resource possui uma equipe de 2.500 profissionais altamente capacitados e aptos para atuar em projetos no Brasil e em cinco países no exterior, em especial na América Latina e Estados Unidos, por meio de uma moderna estrutura com 21 Unidades e Centro de Inovação no Vale do Silício (EUA).

A excelência de seus serviços faz com que a Resource seja amplamente reconhecida pelo mercado e por mais de 300 clientes ativos de diversos segmentos da indústria, com ofertas completas de Digital, Serviços Gerenciados, Consultoria de TI e Soluções Empresariais. A Resource utiliza as mais modernas tecnologias globais e possui dezenas de certificações técnicas, que comprovam seu diferencial competitivo e a qualidade de seu trabalho junto a clientes que desejam obter ganhos de produtividade e maior desempenho em suas operações. Para mais informações, visite o site www.resourceit.com.

Empreendedores brasileiros multimilionários estão entre os que mais investem em startups no mundo

O setor de TI é o que mais trouxe resultados financeiros para os empreendedores de elite no Brasil, ou seja, multimilionários que são donos de 3 ou mais companhias no país. O resultado faz parte do relatório global de empreendedorismo de elite produzido pelo BNP Paribas.

Pelo segundo ano consecutivo, 29% dos empreendedores multimilionários locais acumularam a maior parte de suas fortunas neste setor. E muito por conta desta proximidade, os brasileiros estão entre os que mais investem em startups. Com porcentagem semelhante a China e Índia, 28% dos entrevistados brasileiros apontam as startups como uma das prioridades para investimento, atrás apenas dos fundos de investimento (55%) e financiamento de capital (38%).

Os investidores da geração millennial são os que mais acreditam que a revolução digital irá continuar aprimorando seus investimentos. No Brasil, Ásia e Oriente Médio, os empreendedores tendem a direcionar suas expectativas de avanços em Inteligência Artificial, Big Data, Fintechs e EdTech, que desenvolve ações digitais voltadas para a educação.

O relatório entrevistou 2706 empreendedores de elite no Brasil, Europa, Estados Unidos, Oriente Médio e Ásia.

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Via Varejo amplia soluções de Fullcommerce

A Via Varejo, empresa detentora das marcas Casas Bahia e Pontofrio, ampliará as soluções para lojistas interessados em terceirizar suas atividades comerciais no varejo online, conceito conhecido por “Fullcommerce”. Esse novo pacote de serviços será composto por módulos que poderão ser contratados de acordo com a necessidade de cada cliente que busca uma parceria com know-how para apoiar a operação em diferentes níveis.

“Com essa plataforma avançamos em um mercado extremamente promissor pela grande quantidade de lojistas que buscam qualificação profissional de suas operações no e-commerce. Ao oferecer todas as nossas fortalezas e conhecimento, os clientes terão a oportunidade de potencializar os resultados com mais precisão e assertividade, desde a elaboração do site até o atendimento ao consumidor”, explica Paulo Madureira, diretor de Marketplace, Soluções e Serviços da Via Varejo.

Ainda segundo o executivo, com a solução Fullcommerce, a empresa vai disponibilizar a opção dos varejistas adquirirem um espaço em um dos 26 centros de distribuição, onde os produtos serão armazenados. “Quando o pedido for feito na plataforma, realizaremos a entrega ao consumidor final, aproveitando toda nossa malha logística”, completa. A solução tornará viável também a oferta do serviço Retira Rápido para terceiros, ou seja, o cliente pode comprar do seller do marketplace e retirar em uma das lojas físicas da Casas Bahia ou Pontofrio.

O portfólio completo contará com soluções distribuídas entre Gestão (planejamento comercial, incluindo a gestão de vendas por canal e acompanhamento das necessidades do negócio); Plataforma (criação de loja própria e integração com marketplaces); SAC (atendimento ao cliente via chat, e-mail, telefone e, futuramente, via whatsapp); Logística (realização de transporte, entrega e reversa de produtos); Marketing (planejamento das campanhas, incluindo a parte de criação e gestão das mídias, CRM e Analytics) e Pagamento (análise de risco, oferecendo garantia de confiabilidade nas transações financeiras).

Todas as soluções adquiridas serão coordenadas por uma equipe especializada da Via Varejo, que estará em contato direto com o parceiro para alinhar as estratégias de negócios. A contratação de cada um dos serviços poderá ser feita via agendamento de visita comercial por meio do e-mail comercial.servicos@viavarejonegocios.com.br.

A Via Varejo tem atuação consolidada neste ramo de mercado desde 2008, quando apenas era possível contratar todas as soluções do pacote de serviços, terceirizando a operação do e-commerce de maneira integral e não apenas parte dela. Com a utilização da ampla estrutura de centros de distribuição da Via Varejo, que compõe a segunda maior malha logística do país. Atualmente, a unidade de negócios possui parceiros, ligados aos segmentos de material esportivo, informática, produtos digitais e conteúdo editorial.

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Google Cloud lança Text-to-Speech, nova solução que permite aos clientes converter texto em mais de 32 vozes

Text-to-Speech chega com base em versão atualizada do WaveNet, executada na infraestrutura Google Cloud TPU, que gera formas de onda brutas 1.000 vezes mais rápidas que o modelo original

Google Cloud expande seu portfólio de produtos em inteligência artificial e lança o Text-to-Speech, nova ferramenta que permite aos clientes a conversão de fala em texto em mais de 32 vozes em 12 idiomas diferentes, inclusive português. É a primeira vez que a empresa disponibiliza o WaveNet, um produto inovador de pesquisa de síntese de voz da DeepMind, para o público.

“Muitos produtos do Google como, por exemplo, o Google Assistant, Search e Maps, vêm com uma síntese de texto para fala incorporada, de alta qualidade, que produz fala com som natural. Os desenvolvedores nos disseram que gostariam de adicionar texto para voz a seus próprios aplicativos. Por isso, hoje estamos trazendo essa tecnologia para o Google Cloud Platform, com o Cloud Text-to-Speech”, declara Dan Aharon, gerente de produto de Google Cloud AI

Além de permitir que os usuários escolham entre 32 vozes diferentes de 12 idiomas, o Cloud Text-to-Speech também traz pronúncias mais assertivas em textos complexos, como nomes, datas, horários e endereços. O produto, já utilizado por empresas como Cisco e Dolphin ONE, permite a personalização do tom, a taxa de fala e o ganho de volume da voz, além de oferecer suporte a diversos formatos de áudio, incluindo MP3 e WAV.

Com o Cloud Text-to-Speech é possível selecionar vozes de alta fidelidade construídas com base no WaveNet, um modelo generativo para áudio bruto criado pela DeepMind. O WaveNet traz uma fala mais natural, fazendo com que os usuários prefiram o seu áudio ao invés de outras tecnologias de conversão de texto em voz que já existem no mercado.

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O que a empresa familiar deve considerar antes de partir para processos de fusão e aquisição? – Por Eduardo Valério

Processos de fusões, aquisições ou vendas são questões relativamente novas para as empresas familiares brasileiras. O próprio mercado nacional é submetido a estes movimentos, de maneira mais enfática, nos últimos dez anos. Frente a este cenário, identificamos vários fatores que “estimulam” o processo, como por exemplo: a necessidade de diminuir o nível de endividamento; a demanda por um crescimento mais acelerado da empresa; a falta de sucessão; dificuldades operacionais, entre outros.

Em 2017, o número de fusões e aquisições no Brasil cresceu 3,6%, movimentando cerca de R$ 138,4 bilhões em transações, de acordo com dados divulgados recentemente pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Nas empresas familiares, ambos os processos têm sido verificados com bastante frequência e equivalência. Além da própria dinâmica dos setores empresariais, notamos que a maior incidência de fusões e aquisições acontece a partir das segundas e terceiras gerações de sucessores, nas quais há coincidências entre as dinâmicas de mercado e familiar. Além deste fator, é importante lembrar que aqueles relativos ao ambiente de negócio, de finanças e de produção também podem ser considerados influenciadores das operações de fusão, aquisição ou venda.

Mesmo não tendo uma estatística finalizada sobre estes movimentos, estimamos que dos mais de 100 projetos em que estive à frente pela GoNext, entre 15% e 25% das empresas familiares passaram por algum destes procedimentos. O que chama a atenção é que nos últimos cinco anos o número vem crescendo, seja nos movimentos de venda, de aquisição ou de fusão. Inclusive de companhias brasileiras que adquirem empresas fora do país.

E quais são as motivações que levam uma empresa familiar a optar por estas estratégias? São várias: falta de alternativa para um processo sucessório; busca por capital; diminuição de endividamento; substituição de dívida; entre outros. Por isso, recomendamos aos proprietários das empresas familiares que conheçam a fundo como funcionam as metodologias de fusões e aquisição, de forma que estas possibilidades sejam eventualmente incorporadas às suas estratégias empresariais, evitando desgastes desnecessários e garantindo que todos os envolvidos na tomada de decisão estejam cientes das vantagens e/ou desafios.

Na hora de determinar qual é o caminho a ser seguido, cabe ao Conselho de Administração avaliar todos os cenários possíveis para o crescimento saudável da empresa. E cabe ao Conselho de Sócios/Acionistas aprovar determinada alternativa. Uma vez definidas estas instâncias da governança, podem ser considerados como “sinais” para iniciar um processo destes: dificuldade de crescimento orgânico da organização; fadiga das estruturas de capital da empresa; obsolescência tecnológica; aceleração do crescimento; e oportunidade de consolidação de mercado. Normalmente, estes fatores aparecem nas revisões dos planejamentos estratégicos, documentos nos quais são avaliados os riscos, oportunidades e ameaças para o negócio.

Muitas vezes, nas operações de fusões e aquisições, há grande preocupação dos membros da família com o futuro dentro da empresa. O que costumamos orientar é que os familiares possam, primeiramente, preparar-se para serem bons “donos de empresa”, ou seja, entender qual é o papel de um sócio, como ele deve constituir a governança da empresa, e, em algumas situações, saberem como atuar como gestores. Quando há um processo de fusão, aquisição ou venda, dependendo do acordo de sócios a ser formatado, geralmente os familiares deixam a gestão e passam a compor o Conselho de Administração da nova empresa. Por isso, é imprescindível que tenham conhecimento do novo modelo de atuação que irão fazer parte após a finalização dessas operações.

Eduardo Valério é graduado em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), especialista em Estratégia e Marketing pela Kellogg School of Management, especialista em Governança Corporativa para Empresas Familiares pela The Wharton School, Pennsylvania e especialista em Gestão pelo Insead. Eduardo é diretor-presidente da GoNext, especializada em gestão de negócios e implantação da governança corporativa em empresas familiares.

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Pesquisa KPMG: com baixa maturidade digital nas empresas, executivos brasileiros confiam mais em seus recursos de análises de dados

O relatório “Guardiões da confiança” (Guardians of Trust, em inglês) apontou que 85% dos executivos brasileiros confiam nos recursos de análises de dados utilizados por eles. Tais dados se mostram mais relevantes ao compararmos com outras nações, como por exemplo, Estados Unidos e o Reino Unido que apresentam baixa probabilidade de confiar nos recursos de D&A, alcançando 42% e 43%, respectivamente.

“Essa variação é ocasionada pelos diferentes estágios de transformação digital que os países se encontram. Empresas localizadas nos EUA e UK já estão mais orientadas ao uso dos dados na tomada de decisões estratégicas, utilizando informações geradas por algoritmos avançados de redes neurais. Muitos executivos desconhecem o seu funcionamento e sua precisão, criando uma maior desconfiança. Considerando que a maturidade digital da maioria das empresas brasileiras ainda é baixa, com ferramentas apenas apresentando uma descrição dos fatos ocorridos no período, a confiança é maior nos dados”, analisa o sócio da área da análise de dados da KPMG no Brasil, Ricardo Santana.

Uma outra constatação da pesquisa é que a maioria dos entrevistados (62%) afirma que as áreas de tecnologia, e não os executivos de nível de diretoria ou os setores funcionais, são os responsáveis quando há alguma falha em uma máquina ou um algoritmo. “Nossa pesquisa mostra que existe uma tendência de isentar o negócio principal de tomar decisões relacionadas a máquinas, o que é compreensível devido ao legado da tecnologia ser considerado um serviço de suporte e aos chamados “especialistas” em todas as questões técnicas”, comenta o sócio da KPMG.

Segundo o levantamento, a incerteza dos entrevistados acerca de quem é o responsável gera questionamentos sobre que tipo de governança deveria ser estabelecida para garantir e proteger o uso de análise de dados. Com base nas respostas dos participantes, as cinco recomendações para o desenvolvimento da confiança dentro de uma organização são: desenvolver normas visando a elaborar políticas e procedimentos eficazes para as organizações; aprimorar e adaptar as regulamentações para desenvolver a confiança em análise de dados; aumentar a transparência de algoritmos e metodologias; criar códigos profissionais para cientistas de dados; e reforçar os mecanismos de asseguração internos e externos que validam e identificam as áreas onde existem deficiências.

“Assim que a análise de dados e a inteligência artificial se tornarem onipresentes, será extremamente necessário e mais difícil gerenciar os níveis de confiança. Com a rápida retomada da análise preditiva, devemos nos preparar agora para estabelecer a governança apropriada nesse ambiente ainda sem regras dos algoritmos. A governança de máquinas deve passar a ser o elemento central da governança de toda a organização e o objetivo deverá ser casar o poder e o risco de D&A com a sabedoria para usá-los da forma certa”, completa Santana.

Sobre o relatório

A KPMG solicitou à Forrester Consulting que realizasse uma pesquisa com 2.190 executivos seniores localizados em nove países — Austrália, Brasil, China, França, Alemanha, Índia, África do Sul, Reino Unido e Estados Unidos — para coletar opiniões sobre a lacuna de confiança entre as empresas e os processos de análise de dados implantados por elas. A pesquisa identificou dados tanto sobre os executivos de nível de diretoria quanto sobre a responsabilidade em caso de processo de análise de dados falha ou é inexato.

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Edital da Finep busca gestor para fundo de investimento

A Finep vai selecionar um gestor de recursos para seu fundo de investimento em participações, o FIP Inova Empresa. A financiadora lançou edital para o processo. A iniciativa faz parte do Programa de Investimento Direto em Empresas Inovadoras, lançado no âmbito do Plano Inova Empresa, em 2013.

As propostas deverão ser encaminhadas até 20 de abril e a seleção será realizada em duas etapas: a primeira será eliminatória – o resultado sai no fim de abril; já a segunda inclui avaliação pela banca do programa, com resultado previsto para 16 de julho.

O objetivo com a chamada é selecionar um gestor para auxiliar a Finep na seleção e acompanhamento de empresas que desenvolvam tecnologias estratégicas e que estejam incluídas nos setores e áreas de conhecimento prioritários da Política Operacional da financiadora.

FIP Inova Empresa

Atualmente, o FIP Inova Empresa possui três empresas investidas. O fundo tem prazo de dez anos e capital comprometido de R$ 300 milhões, sendo aproximadamente 50% destinados ao setor de Telecomunicações.

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Como o uso de dashboards pode beneficiar o varejo – Por Marcos Abellón

Como você mede o seu sucesso? Pelo número de vendas? Pela agilidade da sua equipe? Ou está mais ligado à satisfação do seu cliente? Independente da resposta é fato que sem um indicador de sucesso, nenhuma empresa consegue crescer.

Cada setor trabalha com um indicador, que reflete qual o principal propósito do seu trabalho. Unindo todos os setores, você tem uma organização que – se bem organizada – funciona como um relógio, com todas as partes contribuindo para um bom resultado.

Para o varejo, isso funciona da mesma maneira. Cada etapa da venda precisa ser bem feita para termos consumidores satisfeitos e uma boa reputação. Mas, independente do tamanho da loja, são muitos detalhes diferentes que precisam ser constantemente analisados. Se um deles sair dos trilhos, todas as outras ações podem ficar prejudicadas.

Uma maneira muito interessante de conseguir acompanhar todos os indicadores necessários para o sucesso da sua empresa é o uso de dashboards. São telas que concentram gráficos e planilhas atualizados em tempo real mostrando a situação da organização ao vivo. Uma loja de roupas, por exemplo, pode analisar quantas peças foram vendidas no dia, como está a situação do seu estoque e qual vendedor está convertendo um número maior de vendas. Basta incluir os dados no sistema e, a cada nova alteração, teremos uma nova visão da loja.

A função primordial do dashboard é facilitar a visualização de dados importantes, permitindo que decisões estratégicas e operacionais sejam tomadas com mais velocidade e segurança. Como resultado, ele traz uma gestão muito mais consciente e atualizada, pois usa a informação como seu princípio norteador. Nada de “achismos” ou “eu faço assim porque sempre fiz dessa maneira”. Cada decisão acontece baseada em dados reais e suas projeções.

Gestores mais apegados às planilhas podem alegar que suas tabelas também são ricas em informação. Mas onde entra a agilidade? A estrutura dos dashboards já foi toda desenvolvida pensando em como economizar tempo. E essa agilidade pode ser determinante para fechar uma venda ou não.

Com todos os dados acumulados com o tempo e o conhecimento do seu negócio sendo ampliado, o empresário pode chegar a um novo patamar na sua gestão: a previsão de tendências baseada em dados. Um dono de restaurante, por exemplo, certamente possui uma noção clara de quais pratos são mais pedidos no seu estabelecimento e, por isso, quais são os alimentos que ele mais precisa comprar. Com o dashboard ele consegue acompanhar em tempo real os pedidos sendo realizados, a efetividade de cada garçom, o tempo médio que o consumidor fica no seu estabelecimento, etc. Com o tempo, ele pode pegar todos esses dados e criar cenários futuros, prevendo o crescimento do seu negócio. Ele pode analisar o comportamento do seu cliente em cada dia da semana ou época do ano, prever suas necessidades de compra e já negociar contratos com fornecedores, conseguindo assim preços melhores.

O dashboard também é essencial para correções rápidas de rota. Com ele, é possível observar com clareza a realização dos processos e seus resultados. Se algum dos indicadores tiver uma mudança súbita, é possível na hora observar quais são seus processos relacionados e já fazer a correção. É agilidade e praticidade à serviço do sucesso empresarial.

O uso da ferramenta permite que lojista, empreendedores e gestores tenham uma visão macro e micro do seu negócio, expandindo sua percepção para novas oportunidades. Mas é óbvio que um profissional experiente e que conheça de verdade o seu negócio conseguirá interpretar de maneira muito mais interessante os dados ali apresentados.

Um bom negócio se faz com muito trabalho e conhecimento. Por isso o uso de dashboards dentro do setor varejista é uma tendência que não para de crescer. Ter o poder da informação imediata sempre ao alcance dos olhos muda completamente a percepção do negócio e coloca a sua empresa entre as grandes líderes do mercado.

Num futuro próximo, os dashboards inteligentes serão construídos dinamicamente para cada usuário seguindo a sua tendência de análise, e mostrando resultados inteligentes que o usuário comum teria dificuldade em descobrir sozinho. Serão os algoritmos matemáticos invadindo os dados para mostrar informação relevante ao usuário final e ajudá-lo na tomada de decisão.

Marcos Abellón, diretor geral da W5 Solutions.

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Rappi recebe investimento de US$185 mi e anuncia expansão no Brasil

Sete meses após chegar ao Brasil, depois ser investida pelos principais fundos do Vale do Silício, a Rappi, startup que disponibiliza assistentes pessoais para compras e entregas 24h por dia, anuncia o recebimento de um aporte de 185 milhões de dólares, que será usado para expandir a operação em quatro novas capitais brasileiras e para ampliar as categorias de serviços. Atualmente, a Rappi está presente em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Curitiba.

“Sabemos que o bem mais precioso das pessoas é o tempo e a Rappi tem a missão de facilitar o dia a dia de qualquer pessoa nas grandes cidades, onde o trânsito é ruim. Esse valor será usado para expandir nossa atuação e oferecer mais serviços de uma forma prática, segura e cômoda”, explica o Sócio Presidente da empresa, Bruno Nardon. Parte do investimento veio dos fundos Sequoia Capital e Andreessen Horowitz e cerca de $105 milhões vieram da Delivery Hero, empresa de delivery de alimentos. O valor será usado para abrir operações em Recife, Fortaleza, Salvador e Brasília.

Atualmente, a Rappi conta com as seguintes categorias: Supermercados, Farmácia, Restaurante – inclusive, aqueles que não oferecem entrega à domicílio -, Bebidas, Pets, Conveniência e Qualquer Coisa – esta última inclui a compra de qualquer produto, pela qual já receberam pedidos inusitados, como colchão de ioga, viagra, balões de gás hélio, camisinha e piscinas de plástico.

Além da operação brasileira, que deve ser abranger cerca de 15 cidades nos próximos meses, a Rappi está presente na Colômbia (Bogotá, Cartagena, Medellín, Barranquilla, Laureles, Cali e Bucaramanga) e no México (Guadalajara, Monterrey, Pedregal e Cidade do México). São cerca de 2 milhões de usuários em todo o mundo. O usuário pode optar por usar a plataforma via web ou por meio do aplicativo, que pode ser baixado gratuitamente nas lojas Google Play e App Store.

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iFood lança plataforma para restaurantes criarem sites próprios

Seguindo seu propósito de revolucionar o universo da alimentação por uma vida mais prática e prazerosa, o iFood anuncia o Meu Site, uma plataforma online criada para ajudar restaurantes a criarem sites e aplicativos próprios.

“Nosso foco agora é entregar as melhores soluções para os restaurantes e, para isso, estamos ampliando os serviços que oferecemos. O iFood tem como um de seus objetivos potencializar o faturamento do negócio do parceiro, oferecendo as melhores ferramentas de gestão e novos canais para gerar ainda mais pedidos, porque para nós nenhum restaurante é pequeno. O Meu Site é apenas mais uma iniciativa que desenvolvemos, assim como o iFood Shop e o iFood Delivery, que ajudam o restaurante a maximizar seu lucro e expandir seu negócio”, explica Gustavo Molina, Diretor de B2B do iFood.

O Meu Site (meusite.ifood.com.br/) é um serviço totalmente gratuito e oferecido para todos os restaurantes, sejam parceiros da plataforma ou não. Nele, o restaurante pode divulgar seu cardápio e informações num site personalizado com a cara do estabelecimento. O site é compatível com todos os formatos de tela, seja desktop, celular ou tablet, independente da marca e modelo. O iFood também oferece uma equipe disponível para atendimento aos restaurantes.

O delivery é uma das áreas de serviços alimentícios que mais cresce no Brasil e o iFood não apenas atua como um consultor na gestão dos restaurantes, como representa um incremento nos negócios de seus parceiros. Os restaurantes cadastrados no iFood crescem, em média, 50% já nos três primeiros meses.

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Microstrategy expande equipe e abre mais de 350 vagas de emprego no mundo

A MicroStrategy (Nasdaq: MSTR), líder mundial no fornecimento de plataformas analíticas e software de mobilidade, está expandindo a sua equipe no Brasil. 13 vagas de emprego estão sendo abertas nas áreas de vendas, consultoria, jurídica, marketing, desenvolvimento de negócios e treinamento, incluindo oportunidades tanto para profissionais graduados como para estagiários. Cada uma das posições dispõe de pré-requisitos específicos. Os detalhes estão disponíveis no site, onde também é possível candidatar-se às vagas.

De acordo com Cynthia Bianco, presidente da MicroStrategy no Brasil, essas novas oportunidades de carreira estão inseridas em um contexto de expansão local. O que reforça a posição e solidez da companhia, que é a empresa do segmento de analytics e business intelligence que está há mais tempo no mercado brasileiro, cerca de 20 anos, em constante crescimento.

“Como somos comprometidos com os resultados e o retorno dos investimentos dos projetos de nossos clientes, sempre nos preocupamos em atendê-los diretamente, sem o intermédio de um distribuidor. Neste sentido, para oferecermos um serviço diferenciado, dispor de uma forte equipe é crucial para suportar nossa estratégia de expansão. Acreditamos que o sucesso dos nossos negócios no país está atrelado a pessoas inteligentes, produtos que fazem a diferença e ideias inovadoras”, enfatiza.

A Microstrategy preza por manter uma infraestrutura robusta e o suporte de um time composto pelos melhores e mais qualificados profissionais do segmento. Em todo o mundo, foram abertas 350 vagas. Nos EUA, US$ 6 milhões estão sendo investidos em contratações e também em melhorias em instalações e espaços de trabalho.

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