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Marisa investe em omnichannel e reforça o serviço Clique e Retire

A mudança de comportamento do consumidor, que está conectado à internet o tempo todo por meio do celular, traz desafios ao varejo. Atenta a essa realidade, a Marisa, maior rede de moda feminina e de lingerie do Brasil, comemora a primeira fase da sua transformação para o modelo omnichannel com a expansão do serviço Clique e Retire para 115 lojas em todas as regiões brasileiras.

Dessa forma, a rede alia a conveniência da compra digital com a praticidade da entrega presencial na unidade de escolha do cliente. Com Clique e Retire, a Marisa responde a uma demanda de suas clientes que querem comprar online, mas não estão em casa durante o dia para receber suas entregas. A modalidade também possibilita que a consumidora tenha contato com o produto, facilitando a prova antes de levar as peças para casa, e faça a troca imediata, se necessário, além de permitir a escolha de itens complementares para sair da loja com um look completo. Outro benefício para a cliente é o frete grátis sem valor mínimo de compra.

De acordo com Marcelo Pimentel, vice-presidente de vendas e operações da Marisa, a funcionalidade contribui para aumentar o fluxo de clientes em loja. “Começamos a testar o serviço em 2018 e identificamos que havia ganhos para os dois canais: clientes online passaram a frequentar nossas lojas físicas e os pontos de venda que divulgavam o site como opção para encontrar produtos geravam menos atrito. Com o omnichannel, reduzimos a ruptura e garantimos maior disponibilidade de produtos. A expansão do número de lojas para retirada em maio de 2019 vai melhorar a experiência de compra e aumentar a fidelidade da consumidora”. Para tornar o projeto possível, a companhia preparou os funcionários para receber o novo serviço e atender o aumento do fluxo.

A partir de 3 de maio e por tempo determinado, na sua loja do Shopping Boulevard Tatuapé, a Marisa também irá disponibilizar o Showrooming, modalidade que permite aos consumidores pesquisar e experimentar os produtos em uma loja física e finalizar no ambiente digital. O serviço será realizado via desktop com uma equipe exclusiva de apoio ao cliente, ou, caso a consumidora prefira, poderá acessar o site da Marisa pelo celular utilizando a rede Wi-Fi da loja. A rede estuda disponibilizar, em breve, totens para facilitar ainda mais o processo. Com essa aposta, a Marisa aumenta a conveniência para a cliente.

O projeto de omnichannel está sendo desenvolvido em parceria com a Linx, empresa que conta com sistema especializado para o setor de varejo.

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Hughes e Yahsat formam joint venture para serviços via satélite no Brasil

A Hughes Network Systems, LLC (HUGHES), uma subsidiária da EchoStar Corporation (NASDAQ: SATS) e a Al Yah Satellite Communications Company (Yahsat), líder global em operação de satélites baseada nos Emirados Árabes Unidos, uma empresa do Mubadala Investment Company (Mubadala), anunciam hoje um acordo para criar uma joint venture para fornecer serviços de banda larga Ka via satélite no Brasil. Essa nova joint venture combina a experiência da Hughes no fornecimento de redes e serviços satelitais no Brasil com o potencial e o forte posicionamento da Yahsat na região. A Hughes terá a maior participação na joint venture.

A nova parceria vai unir Hughes do Brasil com a empresa de banda larga residencial da Yahsat, criando uma forte proposta de valor para atender à crescente demanda do mercado por uma ampla gama de serviços de banda larga, incluindo acesso à internet ao consumidor, redes corporativas, backhaul de celulares e soluções de hotspots de Wi-Fi comunitário. A venture une a capacidade de banda Ka satelital de mais de 65 Gbps das empresas por meio dos satélites de alta transferência (HTS) Hughes 65 West, Hughes 63 West e Al-Yah 3, alcançando mais de 95% da população brasileira. Também inclui os três gateways de Hughes e Yahsat no Brasil. Além da presente capacidade combinada, a joint venture vai aumentar a capacidade do satélite de última geração JUPITER™ 3 Ultra High Density Satellite (UHDS), conhecido como EchoStar XXIV, previsto para ser lançado em 2021.

Em 2018, a Hughes e a Yahsat lançaram uma joint venture para fornecer serviços de banda larga via satélite no Oriente Médio, na África e no Sudeste Asiático.

“A formação de uma nova joint venture com a Hughes no Brasil vai fortalecer o cenário digital do país e levar benefícios duradouros para comunidades e empresas em todo território brasileiro”, afirma Masood M. Sharif Mahmood, CEO da Yahsat. “Nossa parceria com a Hughes condiz com a missão da Yahsat de oferecer desenvolvimento social e econômico em diversas regiões”.

Pradman Kaul, presidente da Hughes, acrescenta: “Yahsat é o parceiro óbvio para a Hughes no Brasil enquanto continuamos a expandir nossos serviços e identificamos uma demanda crescente nos setores residenciais, corporativos e de transporte. Os brasileiros vão se beneficiar com a capacidade, escala, e sinergias operacionais das nossas empresas combinadas enquanto conectamos os desconectados e ajudamos empresas e comunidades a crescer”.

A conclusão dessa transação está sujeita à aprovação dos órgãos regulatórios e outras condições habituais, de modo que a expectativa é que ocorra ainda neste ano.

Hughes na SATELLITE 2019: Conectando pessoas, empresas e coisas

A Hughes estará presente na SATELLITE 2019, entre os dias 6 e 9 de maio, no centro de convenções Walter E. Washington, em Washington DC, mostrando como clientes, negócios, governos e comunidades do mundo todo podem se beneficiar das experiências conectadas oferecidas pelas tecnologias e pelos serviços da Hughes. Na ocasião, os executivos da Hughes estarão disponíveis para apresentar perspectivas únicas em como conectar pessoas e empresas, incluindo os sistemas GEO HTS e LEO; wi-fi comunitário e soluções de backhaul; redes de M2M, IA e IoT; conectividade aérea e marinha; MilSatCom e mais.

Com projeto Eu Consigo, Uber quer inspirar meninas a mudarem o mundo com a tecnologia

De maio a agosto, a Uber fará uma viagem de Norte a Sul do Brasil para inspirar meninas a se interessarem por tecnologia e ciência. O projeto Eu Consigo quer mostrar a garotas uma nova perspectiva sobre futuro, para que elas acreditem que também podem seguir as carreiras que são consideradas “para meninos”.

O projeto conta com duas carretas que vão viajar por 18 cidades brasileiras, levando Cinema, Teatro e atividades que apresentam noções de autoestima e de liderança, desenvolvidas em parceria com o Força Meninas e o Code.org. As atividades vão abordar questões sobre a igualdade de gênero para quebrar os estereótipos existentes na tecnologia e incentivar as crianças a acreditarem que não há profissão de menino e profissão de menina, mas que todos são igualmente capazes. As carretas ficarão por uma semana em cada cidade, oferecendo diversas sessões diariamente. A participação é gratuita e a inscrição pode ser feita no local, antes de cada apresentação. As atividades são voltadas para crianças de 6 a 10 anos, e os meninos também podem participar, para que eles também acreditem que as meninas podem ser o que quiserem.

O Eu Consigo traz ainda iniciativas para dialogar com pais, mães e professores sobre a importância de incentivar e ensinar Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática para as meninas. Para os educadores, será disponibilizado um material exclusivo com mais de 20 tutoriais online, contendo atividades simples e didáticas com temas como resolução de problemas, pensamento lógico e criatividade, que podem ser aplicadas para turmas do 2o ao 5o ano.

“É sabido que, entre o ensino fundamental e o ensino médio, a autoestima das meninas sofre uma queda três vezes maior do que a dos meninos. Isso afeta, em cheio, a escolha da carreira a ser seguida”, explica Deborah De Mari, fundadora do Força Meninas. “O que esperamos, com o Eu Consigo, é inspirar essas crianças a sonhar alto e dar ferramentas a elas para que sejam capazes de defender suas escolhas no futuro, sejam elas quais forem.”

“Quem usa a Uber para gerar renda como motorista, ou mesmo para se deslocar de um ponto a outro, já consegue perceber como a tecnologia pode ser transformadora para nossa vida. E as oportunidades econômicas geradas pela tecnologia certamente só vão aumentar nos próximos anos. Por isso, queremos com esse projeto ajudar nossas meninas a estarem preparadas desde cedo para impulsionar as mudanças que ainda estão por vir”, afirma Claudia Woods, diretora-geral da Uber no Brasil.

Para Hadi Partovi, fundador e CEO da Code.org, “aprender Ciência da Computação é fundamental para criar a tecnologia que impacta todos os aspectos da nossa vida e é por isso que é essencial que as meninas sejam apoiadas e incentivadas a estudar e entender que elas podem ser parte da formação do futuro”

Confira abaixo a agenda completa do Eu Consigo:

Salvador – 06 a 10 de maio

Porto Alegre – 07 a 09 de maio

Recife – 13 a 17 de maio

Curitiba – 14 a 16 de maio

João Pessoa – 21 a 24 de maio

São Paulo – 21 a 23 de maio

Natal – 28 a 31 de maio

Campinas – 28 a 30 de maio

Fortaleza – 04 a 07 de junho

Rio de Janeiro – 04 a 06 de junho

Teresina – 11 a 14 de junho

Vitória – 11 a 13 de junho

São Luís – 18 a 21 de junho

Belo Horizonte – 18 a 20 de junho

Belém – 25 a 28 de junho

Brasília – 25 a 27 de junho

Manaus – 13 a 16 de agosto

Cuiabá – 27 a 30 de Agosto

Para conferir os horários e locais das apresentações, clique aqui. O projeto Eu Consigo é formado pelas caravanas Teatro Móvel e Conexão Cultural, iniciativas da Magma Produções com apoio do Ministério da Cidadania, por meio da Lei de incentivo à Cultura, e patrocínio da Uber.

História singulares, casos reais e experiências vencedoras na Expogestão

Com a palestra “Empreendedor com apetite por inovação e paixão pelo Brasil” o Chef Claude Troisgros vai contar na Expogestão como se tornou um grande empresário da gastronomia. Embora de família tradicional francesa, começou sua carreira como um desconhecido no Brasil. Abriu seu primeiro restaurante, o Roanne. O sucesso da casa deu origem a outras, até que esse empreendedor dos sentidos resolveu levar a culinária brasileira com técnica francesa a Nova York e obteve as cobiçadas 3 estrelas do New York Times.

Há 15 anos, estimulado pelos programas de gastronomia que eram sucesso em Nova York, decidiu que era hora de ter seu espaço na TV brasileira. Foi atrás da oportunidade certa e atualmente comanda o “Que Maravilha” e “The Taste Brasil”, no GNT. Recentemente lançou sua autobiografia e neste ano estrelou o documentário “Claude – além da cozinha”, relatando os 19 dias e 2.800 km de viagem pelas culturas brasileiras.

Trabalho em equipe, pioneirismo e valorização de competências são apenas algumas das características da longeva cultura de gestão da Mercedes-Benz. É assim que uma empresa centenária acumula conquistas e rompe fronteiras, ainda hoje e de forma cada vez mais sólida. É esta história que Holger Marquardt, Diretor Geral da Mercedes Benz divisão Automóveis para a América Latina e o Caribe, vai contar na Expogestão.

Em seu relato, Holger vai falar sobre a mudança de cultura Mercedes-Benz que vem ocorrendo em todo o mundo, com vistas a azeitar processos de turnaround e preparar suas lideranças para novos cenários de mobilidade, compartilhamento e transformação digital. Holger Marquardt, à frente da empresa desde 2015, trará aos congressistas da Expogestão a palestra “Uma Cultura centenária para superar os próprios recordes”.

A 17ª Expogestão será realizada de 14 a 16 de maio, em Joinville. O evento terá mais de 50 workshops gratuitos e a Feira, integrando os públicos do Congresso e dos Workshops e constituindo-se em oportunidade para relacionamento, troca de experiências e negócios.

Expogestão 2019 – www.expogestão.com.br

Quando: 14 a 16 de maio
Onde: Complexo Expoville, rua 15 de Novembro, 4315, bairro Glória, em Joinville (SC)

Startup promove semana de conteúdo online e gratuita dedicada aos profissionais de RH

Com o objetivo de ajudar gestores, líderes e diretores de RH com informações que contribuam na tomada de decisão por contratações inteligentes e estratégicas, a Kenoby, software de recrutamento e seleção, que usa o modelo SaaS, promove na próxima semana, entre os dias 06 a 10 de maio, a “Semana do Recrutamento e Seleção”, com palestras 100% gratuitas, em formato de evento e transmitidas remotamente.

A programação abrange temas que norteiam a rotina de trabalho dos profissionais de RH, e pode ser acompanhada de qualquer lugar. Entre os temas abordados estão “Marca Empregadora”, que ficará a cargo de Bell Gama, sócia-fundadora da AIR Branding, a primeira agência 100% especializada em Employer Branding do Brasil. A especialista Flávia Queiroz, sócia da Matchbox, empresa que chegou para revolucionar a forma como empresas e talentos se relacionam e se conectam, falará sobre “Experiência do Candidato”.

Já o profissional João Paulo Ribeiro, da Mindsight, empresa responsável pela aplicação de testes psicométricos, fazendo o matching entre pessoas e ambientes, mapeando o perfil comportamental do candidato e das organizações de maneira comparável e escalável, abordará como a “Inteligência Artificial” pode ajudar as corporações no processo de recrutamento e seleção.

Por fim, o cofundador e sócio da Kenoby, Marcel Lotufo, explicará a importância da “Qualificação de Candidatos” e como as empresas estão adotando tecnologias para aumentar a assertividade nas contratações.

Círculo vicioso e círculo virtuoso

Por Elaine Póvoas

Por vezes, nossa vida se depara com reincidências, quer sejam profissionais, quer sejam pessoais. Pode ser algo bom quando se repete, ou muito negativo. Ao perceber que está passando por situações parecidas, algumas avaliações devem ser feitas.

Pode ser um convite para fazer diferente, rever posicionamento ou opiniões, ou ainda repetir para ficar melhor. Tudo depende do quanto estamos felizes ou infelizes com o resultado que está sendo alcançado. Observar como espectador das situações vividas, despertar a visão holística, ter um olhar mais abrangente para avaliar o círculo em que se encontra.

Podemos considerar dois tipos de círculos, o virtuoso e o vicioso:

Círculo virtuoso – promover o bem, entender com inteligência emocional as dificuldades da vida, ser otimista, potencializar o lado bom do que acontece, atitudes positivas diante de situações desafiadoras, envolvimento com pessoas que o respeitem e assim por diante. Fatos bons, que, acreditando na lei universal da ação e reação, devem criar uma onda positiva que permitirá surfar com sucesso.

Círculo vicioso – atitudes repetitivas que promovem o resultado que você não quer, mas não sabe como evitar, ou que simplesmente não entende nem percebe. Algo que provavelmente lhe faz muito mal, de que você gostaria de mudar o rumo das consequências, que já são sabidas.

Nosso cérebro é capaz de criar a substância reticular ascendente, ou seja, uma vez definido um objetivo, vamos criar condições para que a ação seja realizada. Um exemplo prático: você define comprar um tipo de carro na cor vermelha. Como a informação entrou no seu radar, fatalmente sua visão conseguirá identificar aquele carro e naquela cor com frequência.

Dessa forma, convido você para, junto comigo, criar cada vez mais círculos virtuosos. Vale a pena acreditar em boas maneiras, respeito, educação, empatia, sorriso sincero e gratuito. Porque muito provavelmente você atrairá pessoas que vibram na sua frequência e criará condições favoráveis que retornarão a você.

Eis o que eu acredito que contribui para obter cada vez mais sucesso no círculo virtuoso:

Ser um líder de alta performance, desenvolver um trabalho sério e competente com a equipe, promover feedbacks genuínos, acompanhar com verdadeiro interesse a carreira de cada um.

Ser um funcionário colaborador, que agregue conhecimento a rotina de trabalho, que busque o autodesenvolvimento, esteja atento aos desafios da empresa e que use de muita criatividade.

Ser uma pessoa que conecte pessoas, que procure ser melhor a cada dia, que tenha luz própria, que se permita viver no presente como um presente, que se faça feliz. Afinal, precisamos lidar a cada dia com as consequências de nossos atos. Seja alguém com quem você se misturaria todos os dias.

Elaine Póvoas, diretora de Marketing e Alianças da Service IT, integradora de soluções e serviços de TI especializada em outsourcing e consultoria.

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Mais de 80% dos brasileiros já experimentaram comprar através de app ou site no smartphone

A mais recente pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre comércio móvel no Brasil aponta que o uso do celular como ferramenta para compras de mercadorias físicas e serviços continua a avançar no Brasil. O estudo contatou que, em três anos, a proporção de internautas brasileiros que já experimentaram o chamado comércio móvel cresceu 20 pontos percentuais, saltando de 62%, em março de 2016, para 82%, agora em março de 2019. Roupas, eletroeletrônicos e refeições são as categorias de produtos mais comprados via app no Brasil.

A penetração do m-commerce é mais alta entre brasileiros com maior renda, chegando a 90% nas classes A e B, enquanto é de 79% nas classes C, D e E. A diferença social também aparece quando se pergunta aos consumidores móveis quem fez compras por app nos últimos 30 dias: 76% nas classes A e B, ante 65%, nas classes C, D e E.

“Para muitas pessoas de renda mais baixa, o celular é o único instrumento para a realização de compras on-line. O IBGE informa que a penetração de smartphones é maior que a de computadores nos lares brasileiros. E mesmo quando uma família pobre possui um computador, não necessariamente este está conectado à Internet, em razão da cobertura limitada das redes cabeadas e do alto preço do acesso de banda larga”, comenta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa. “Isso se reflete quando é perguntado aos consumidores móveis se eles realizam mais compras pelo smartphone ou pelo desktop. Na média nacional, 71% compram mais pelo smartphone. Porém, a proporção é maior entre aqueles das classes C, D e E (74%) do que entre aqueles das classes A e B (62%)”. “Nessa mesma pergunta, nota-se uma diferença regional. A preferência pelo smartphone é menor no Sudeste (67%), onde há maior acesso à banda larga fixa, do que no Centro-Oeste (77%), Nordeste (76%), Norte (73%) e Sul (73%)”.

WhatsApp como ferramenta de m-commerce

Outra característica marcante no mercado brasileiro apontado pela pesquisa é o uso do WhatsApp como um aplicativo de comércio móvel, geralmente para a contratação de serviços de profissionais autônomos ou encomendas para pequenos estabelecimentos comerciais de bairro. 61% dos consumidores móveis brasileiros já encomendaram produtos por esse app de mensagens. Novamente há uma diferença por classe social. O uso do WhatsApp para comércio móvel é maior nas classes C, D e E (62%), do que nas classes A e B (56%). Também há diferença regional neste caso, sendo mais comum no Norte (77%) e menos no Sul (57%) e Sudeste (58%). Além disso, a compra via WhatsApp é mais comum entre mulheres (66%) do que entre homens (55%).

Mercado Livre na liderança

O aplicativo mais frequentemente usado para compras pelo smartphone no Brasil é o Mercado Livre, que lidera esta pesquisa desde a sua primeira edição, por vezes empatado tecnicamente com a Americanas.com, mas que, desta vez, abriu uma distância considerável. O Mercado Livre cresceu bastante em um ano. Em março de 2018 foi citado por 31% dos consumidores móveis brasileiros como um dos apps que usam com mais frequência para compras. Agora, em março de 2019, esse percentual é de 41%, o mais alto já registrado por um aplicativo de m-commerce desde a primeira edição da pesquisa, cinco anos atrás. Merece destaque também o desempenho de Americanas.com, iFood e Magazine Luiza, que registraram crescimentos expressivos em um ano, figurando entre os quatro mais populares.

Foram entrevistados ao longo de março deste ano 2.115 brasileiros que acessam a Internet e possuem smartphone. A pesquisa tem validade estatística, com margem de erro de 2,1 pontos percentuais e grau de confiança de 95%. O relatório completo está disponível para download em https://panoramamobiletime.com.br/comercio-movel-no-brasil-abril-de-2019/

Estudo global da Cognizant aponta crescimento das compras de bens de consumo por meios digitais até 2025

Estudo global elaborado pela consultoria Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, indica que a compra de bens de consumo por meios digitais, como o e-commerce e o celular, deve dominar o mercado até 2025. Isso representa a mudança de um modelo de consumo em que os clientes visitam lojas físicas para um no qual os consumidores preenchem seus estoques com apenas um clique ou por meio de uma conversa com uma Inteligência Artificial. Essa transformação está acontecendo mais depressa do que o previsto.

Os produtos de consumo rápido que constituíam boa parte dos estoques das lojas (produtos pessoais, de beleza, cosméticos, de limpeza, alimentos e bebidas) são agora desenhados para envio rápido e fácil através de canais online. A formulação do produto agora é “cada” e não mais em caixas ou pallets. As principais transformações serão na transparência das empresas em relação a seus produtos/serviços, na demanda dos consumidores em uma era em que as prateleiras serão virtuais e no modelo de supply chain.

“As empresas vão cada vez mais precisar estabelecer o valor de suas respectivas marcas para gerar engajamento, o que representa não apenas o produto oferecido, mas também sua história e seus benefícios”,analisa Roberto Wik, diretor de Varejo e Bens de Consumo da Cognizant no Brasil. “A concorrência não será apenas em termos de mercadorias, mas também na experiência que as marcas oferecem. Nesse cenário, o custo-benefício importa mais do que nunca.” Como exemplo, corredores longos com produtos de consumo rápido serão substituídos por espaços menores com produtos de conveniência enfatizando frescor.

O surgimento do e-commerce demonstrou às organizações como a transparência em termos de preço e processos de fabricação pode ser poderosa. Os consumidores querem saber como um produto é feito, de onde vêm suas matérias-primas e quem o fabricou. Eles também valorizam o que é dito em revisões online e nas redes sociais. Além disso, com a redução na força das lojas físicas, é imprescindível que empresas de bens de consumo engajem seus clientes diretamente. Esse é um grande desafio, já que a maioria só detém informações básicas, como quem são seus consumidores e o que eles compram.

Transparência será essencial para as marcas

Para que as companhias se adaptem, Wik recomenda que elas repensem seus posicionamentos de mercado, definam e implementem processos de transparência e desenvolvam estratégias digitais: “Para garantir que os consumidores procurem seus produtos, as corporações precisarão cada vez mais estabelecer valores de marca, que é a soma do produto, de sua história e da conveniência que ele oferece. Conhecer seus clientes e engajá-los individualmente demonstra força. Até 2025, entender o comportamento do seu público-alvo em diferentes plataformas possibilitará correlações de dados sofisticadas que ajudarão as organizações a determinar como a informação está mudando a percepção de marca e os impactos financeiros disso”.

Mudanças nas demandas do consumidor vão impactar as prateleiras

A era digital mudou a tradicional relação entre marcas e varejistas. Quando as prateleiras eram apenas físicas, os varejistas esperavam que as empresas fornecedoras fossem eficientes para manter uma oferta constante de produto. Agora, são os fornecedores que esperam que os varejistas vendam bem.

Por sua vez, as marcas sempre tiveram valores e mensagens bem definidas para seu público. A diferença agora é que são elas que devem procurar seus clientes, e não ao contrário. Ser transparente com os consumidores ajuda nessa aproximação, principalmente nas redes sociais, que são um forte ponto de influência na sociedade. Em 2025, quando 40% das vendas de bens de consumo forem por meios digitais, uma plataforma always-on estará disponível para auxiliar potenciais compradores.

“Os varejistas precisam entender a jornada dos clientes, dos produtos e localizar o momento de compra de seus consumidores. Para isso, é necessário investir em arquiteturas de rede que consigam gerenciar grandes volumes de tráfego online com recursos de geolocalização e respostas imediatas ao usuário para transmitir ao visitante digital uma experiência de loja física”, comenta Wik.

Impactos no supply chain

Até 2025, haverá mudanças na demanda de um modelo push para um reativo às intenções dos consumidores e suas demandas. Nesse aspecto, o blockchain pode ser um aliado para o supply chain. Essa tecnologia grava transações entre duas partes e as organiza em batches chamados de blocos, bem como oferece uma combinação de segurança e versatilidade. Muitas empresas já estão testando o blockchain em suas cadeias de produção.

“Um dos maiores impactos da transição do modelo de loja física para loja virtual será em como organizar os modelos de produção”, complementa Wik., “É preciso entender como as companhias estão mudando, e desenvolver novas maneiras de observar, coletar e agregar informações sobre demanda, permitindo que as centrais de operações respondam mais rapidamente às necessidades dos pontos de venda. O blockchain certamente é um mecanismo que as empresas deveriam experimentar, por garantir transações rápidas, seguras e práticas.”

Daniele Cunha assume diretoria de Inovação de Consumer Healthcare da Sanofi Brasil

A Unidade de Negócios de Consumer Healthcare da Sanofi anuncia novidades em sua diretoria. Daniele Cunha foi nomeada como diretora de Inovação da CHC, substituindo Joana Adissi, que assumiu a diretoria de Medley, BU responsável por genéricos e similares da farmacêutica. Daniele responde diretamente para Rodolfo Hrosz, diretor-geral da área de Consumer Healthcare da Sanofi Brasil.

Na Sanofi desde 2016, Daniele teve como principal entrega o reposicionamento da estratégia de marca da Medley, elevando seu equity com alto impacto no negócio, liderando a transformação digital e inovação da marca. A executiva tem mais de 17 anos de experiência em áreas como branding, marketing de consumo, inovação, marketing digital e comunicação, tendo atuado em grandes companhias como a Inbev, Jack Daniel’s Company, Nestlé, entre outras.

Daniele tem a missão de ajudar a Unidade de Negócios da CHC a se tornar líder em inovação no país, construindo e executando com excelência o pipeline de inovação e trazendo um mindset de consumo e inovação além de medicamento.

O custo de um ticket aberto para as empresas

Por Henrique Santana, Cientista de Dados na Braspag

Levando em consideração o desenvolvimento de um produto no mercado de TI, temos diversos custos atrelados que são uma das bases para precificação, tais como: horas de desenvolvimento, licenças, armazenamento, hospedagem, infraestrutura do escritório, gerenciamento e afins.

Quando falamos em atendimento ao cliente, normalmente negligenciamos o trade-off que enfrentamos. O que é mais custoso: esforços para evitar um deploy com bugs, mais capricho no UX (designer), atenção com a documentação, empoderamento do cliente ou diversas pessoas atendendo chamados?

Na indústria existe uma métrica conhecida como PoNC (Price of Non Conformance) que basicamente mede os custos atrelados aos defeitos de produtos. Cada relatório de não conformidade (NCR) tem um custo ao ser aberto, que leva em consideração o avaliador do problema, o retrabalho, a matéria-prima, as licenças de software, o tempo de espera e a insatisfação do cliente.

Normalmente o PoNC é vinculado a uma meta de redução e segue uma regra bem simples, a do anti-GAP, que basicamente instrui a: não Gerar defeito, não Aceitar defeito e não Passar defeito, considerando fornecedores e clientes internos e externos.

Voltando para o cenário de TI, temos alguns tipos de tickets: pergunta, incidente, problema e atividade. Para cada tipo, podemos mensurar um preço médio baseado em parâmetros parecidos com o que indústria costuma considerar. Exemplo: médias de tempo para resolver um determinado tipo de ticket; quantas pessoas de diversas áreas estão analisando, desenvolvendo soluções, quais softwares necessários e uma estimativa de satisfação do cliente em termos de Churn (evasão de clientes).

Uma das metas deve ser a redução do número de tickets, pois quanto mais tickets, mais gastos. E se um cliente sai por conta da ineficiência de atendê-lo, isso deve também ser refletido nos resultados. A literatura e a mídia deixam bem claro que gastamos cerca de 5 vezes mais tentando atrair clientes do que em mantê-los. Isso significa que além dos custos mencionados investiremos, pelo menos, 5 vezes mais para repor esse cliente,

Quanto ao custo em si, tomemos como exemplo alguns dados fictícios de uma determinada semana (semana 2 no gráfico abaixo). A resolução média foi de 69 tickets por dia, com uma média de 13 analistas distintos por dia nessa semana. O que nos leva a uma capacidade média de pouco mais de 5 tickets por dia por atendente.

Se o custo mensal de um dos 13 analistas girar em torno de R$ 5.000,00 (estimativa meramente explicativa), o custo médio por dia e por analista será de R$ 250,00, considerando 20 dias úteis. E como sua capacidade média é de aproximadamente 5,3 tickets por dia, temos um custo estimado de R$ 47,00 por ticket, sem considerar todos os custos que mencionados anteriormente.

Com a estimativa de R$ 47,00 por ticket na semana 2, vamos estimar o gasto com tickets abertos na semana seguinte (semana 3). Há cerca de 325 tickets abertos, o que significa que, somente com horas de pessoal, teríamos um custo de R$ 15.275,00 nessa semana. Algo em torno de R$ 61.100,00 por mês. Ressalto mais uma vez que estamos considerando só a ponta do iceberg.

Levantar a métrica do custo de um ticket de forma acurada considerando todas as variáveis envolvidas e os produtos, comparado ao PoNC é fundamental. Entretanto, sem o engajamento da companhia para entender o que é esse custo, como usá-lo em seu favor e buscar o retorno sobre o investimento, ele será só mais um indicador natimorto.

Algumas fintechs como o Nubank, que foi considerado o melhor banco do Brasil pela Forbes com base em diversos critérios, incluindo o atendimento, buscam se reinventar com modelos preditivos, interfaces atraentes, investimento em autoatendimento e esforço para excelência na capacitação de sua equipe. De acordo com o Mercado Livre, 56% do total de funcionários do Nubank estão alocados no atendimento, trabalhando dia e noite para que seus clientes “não precisem deles”, ou seja com foco na satisfação do cliente que, além de cumprir a principal missão de qualquer empresa, reduz o número de tickets e mantém a saúde financeira da corporação.

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Flowsense é uma das TOP 5 startups do eMerge Americas 2019

A Flowsense, startup brasileira de inteligência e engajamento geolocalizado para aplicativos, foi eleita uma das TOP 5 startups no eMerge Americas 2019, evento de tecnologia e inovação que acontece anualmente em Miami e reúne os maiores players das Américas.

Milhares de empreendedores de vários países inscreveram seus pitches e, após um processo de seleção, foram definidas as 100 empresas que estariam no evento. Após uma rodada de play offs, cinco tiveram a oportunidade de apresentar seus negócios no palco principal para um júri composto por profissionais como o músico e empreendedor Pitbull, além de mais de 15 mil participantes.

“Destacamos casos de sucesso e as oportunidades que os dados geolocalizados – coletados de forma privada e segura – geram em termos de estratégias de comportamento de consumo. Entendendo quem são seus usuários, os locais que frequentam e suas preferências, os aplicativos aumentam consideravelmente suas taxas de engajamento e retenção”, afirma André Bain, co-founder da Flowsense.

“Para nós é uma grande honra figurar entre as cinco startups mais bem posicionadas no ranking do eMerge Americas 2019”, afirma Victor Lira, co-founder da empresa. “Amplificar os resultados dos apps, permitindo conhecer o comportamento on e off de seu público e fazer ações de retenção ou engajar melhor com sua base são elementos-chave para que os negócios criem outro nível de interação e conhecimento. Isso é algo não apenas revolucionário, mas efetivo para os negócios e a Flowsense está aqui para liderar essa revolução”, finaliza.

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TechD possibilita que startups, empresas de TIC e grupos de pesquisa ofereçam suas tecnologias a grandes companhias

A inovação aberta (open innovation), processo de inovação compartilhado por diferentes instituições com foco no desenvolvimento de tecnologias, é uma prática adotada pelas empresas há muito tempo e, recentemente, as startups foram incorporadas a esses processos e passaram a integrar a rotina de diversas organizações dos mais diversos setores no Brasil.

Esse ecossistema ganhou um novo catalisador, o Programa TechD, lançado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) em parceria com a Softex. Com recursos de até R$ 18 milhões, sua missão é fazer a ponte entre o universo empreendedor e o de pesquisa por meio da integração e da maior convergência entre startups, centros de P&D, universidades e empresas do setor produtivo.

No início do mês de abril, a Softex anunciou a abertura da chamada pública de inscrições para startups, empresas de TIC, grupos de pesquisa e consórcios nacionais e internacionais interessados em fornecer tecnologia para empresas já inscritas no programa dentro de quatro áreas temáticas: IoT, Saúde, Energia e Mobilidade.

“O TechD reflete a prioridade conferida pelo Ministério ao fortalecimento das TICs nacionais e a nossa certeza de que o apoio à inovação é a estratégia correta para atingir o nosso objetivo”, destaca o secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTIC, Paulo Alvim, lembrando que as áreas temáticas contempladas pelo Programa apresentam uma intensa demanda tanto no Brasil como nos principais mercados mundiais.

Em sua primeira fase, o TechD firmou 22 acordos com Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs), universidades e centros de P&D distribuídos por 13 estados, possibilitando o suporte em todas as regiões do país. Na segunda etapa foram confirmadas 36 médias e grandes companhias interessadas em testar tecnologias através de processos de inovação aberta – as chamadas empresas-âncora, entre as quais Braskem, Embraer, Furukawa, Klabin, Marcopolo, Positivo, Sercomtel e Votorantim.

O setor com maior participação é o da Indústria de Transformação, no qual 34% das empresas habilitadas atuam. Em seguida, vem o de Informação e Comunicação, que responde por 27%. Na área temática de IoT, o principal interesse de 54% das habilitadas envolve o emprego da tecnologia para monitoramento e rastreamento.

Outros focos giram em torno de tecnologias IoT voltadas para a indústria 4.0 (32%), automação (27%) e RFID (27%). Já na área temática de Mobilidade, os principais subtemas são controle e monitoramento de tráfego (23%), seguido por soluções de Analytics e Big Data (20%) e Smart Cities (18%).

E a Inteligência Artificial aplicada à saúde, com 25%, é o interesse principal da área temática de Saúde, seguida por Big Data (22%), Telemedicina (20%), Analytics (18%) e Machine Learning aplicadas à área de saúde (8%).

“Além de tornar a produção científica uma importante ferramenta no posicionamento mundial do setor de software, hardware e serviços de TIC, o TechD colaborará para o desenvolvimento de tecnologias com maior valor agregado, capazes de contribuir para melhorar o ranking do Brasil como nação inovadora”, destaca Diônes Lima, vice-presidente da Softex, acrescentando que hoje o país figura na 99ª posição no Global Innovation Index 2017.

Para a sua realização, o TechD conta com as parcerias estratégicas da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

As inscrições para as startups, consórcios, empresas de TIC e pesquisadores prossegue até o dia 13 de maio. A íntegra do edital e o calendário de roadshowx e webinars estão disponíveis para consulta no endereço https://techd.softex.br/.

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