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Pesquisa global da Salesforce aponta Tendências sobre atendimento aos clientes

A Quarta Revolução Industrial redefiniu as expectativas dos clientes. O lançamento e aprimoramento de tecnologias, como as mídias sociais, os smartphones e a Inteligência Artificial, impactaram significativamente o que os consumidores esperam.

Atualmente, a experiência do cliente é um dos diferenciais competitivos das companhias, e as equipes de atendimento ao cliente passam por uma elevação de seu papel nos negócios. Segundo o State of Connected Customer, 80% dos clientes consideram a experiência com uma empresa tão importante quanto os produtos que ela oferece. Entre os brasileiros, esse número bate os 89%.

Pensando nesse cenário, a Salesforce acaba de divulgar a terceira edição do relatório State of Service, que entrevistou mais de 3,5 mil agentes e tomadores de decisão em todo o mundo, para apontar tendências de atendimento aos clientes. Além disso, o estudo também mapeou os maiores desafios e prioridades das empresas, a mudança do papel dos agentes de atendimento, os impactos da inteligência artificial (IA) e o papel dos trabalhadores remotos no atendimento ao cliente conectado.

Para 80% dos tomadores de decisão, diretores e líderes da área de serviço ao consumidor entrevistados pelo State of Service 2019, as novas tecnologias estão transformando as expectativas dos clientes sobre suas empresas. Entre os líderes brasileiros, esse número representa cerca de 90% dos entrevistados.

A modernização das equipes de atendimento, a revisão dos fluxos de trabalho e o investimento em novas tecnologias, estão no topo das tendências globais para o aperfeiçoamento dos serviços aos consumidores. Para 82% dos líderes entrevistados, o atendimento ao cliente de sua companhia precisa se transformar para manter-se competitivo. Entre os participantes brasileiros da pesquisa, esse número fica em 73%.

Principais desafios no Brasil

No Brasil, 300 profissionais e líderes de atendimento ao cliente foram entrevistados. As mudanças nas expectativas dos clientes se refletem especialmente nas prioridades das equipes de atendimento. Indicadas pelos líderes da área – empatadas em primeiro e segundo lugar – estão: melhorar as habilidades da força de trabalho, capacitando os agentes para funções mais complexas e estratégicas; e o investimento em tecnologias de serviços, para municiar as equipes. Em terceiro e quarto, também empatadas, estão: integrar os serviços em toda a empresa e incrementar os processos e fluxos de trabalho.

Em contrapartida, os profissionais brasileiros se deparam com desafios como acompanhar as mudanças nas expectativas dos clientes, as restrições orçamentárias e com ferramentas e tecnologias insuficientes para o desenvolvimento de um bom trabalho. Apenas 69% dos agentes brasileiros dizem ter todas as tecnologias necessárias para realizar seu trabalho.

Para superar os desafios, 88% dos decisores dizem realizar investimentos significativos no treinamento de profissionais, e 78% indicam que melhorar as habilidades da força de trabalho é uma prioridade de suas empresas para os próximos dois anos.

Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial (IA) é uma das principais tecnologias da quarta revolução industrial. Globalmente, mais da metade das organizações (56%) estão buscando maneiras de usar a IA como uma solução potencial para executar tarefas que normalmente exigiriam interação humana, deixando os atendentes livres para outras funções. Enquanto a adoção ainda se encontra em estágio inicial no atendimento ao cliente – apenas 24% das organizações utilizam IA –, a projeção de crescimento na área é de 143% nos próximos 18 meses.

Entre as empresas brasileiras a tecnologia tem uma estimativa de crescimento em torno dos 133%, no mesmo período. O número está um pouco abaixo da média global (143%), e atrás de países como México (300%), Alemanha (293%), Singapura (267%), França (229%), Reino Unido (177%), Estados Unidos (174%) e Canadá (153%).

Além disso, 37% já utilizam a tecnologia de IA para o atendimento aos consumidores, No Brasil. O País está em quarto lugar, atrás de Índia (46%), Países Nórdicos (36%) e o Japão (33%). Já 42% dos serviços brasileiros tem planos para o uso nos próximos 18 meses, a taxa é a terceira mais alta, atrás apenas de México (50%) e Singapura (49%).

No caso dos Chatbots com IA, 30% das empresas do País usam a ferramenta para contato com os clientes e 41% tem planos para o uso nos próximos 18 meses. A projeção de crescimento dessa tecnologia no Brasil é de 137%, alinhada com os 136% da média global.

“As empresas estão entendendo os benefícios da IA para os negócios, à medida que esta tecnologia está amadurecendo, novas possibilidades surgem e o interesse empresarial aumenta”, comenta Fabio Costa, General Manager da Salesforce para Brasil. “IA vai auxiliar as equipes de atendimento a focarem em problemas mais complexos e no relacionamento com os consumidores”.

Relacionamento digital e omnicanal

Os clientes estão cada vez mais conectados, principalmente nos canais digitais. Segundo o State of Connected Customer 2018, um consumidor usa em média 10 canais para se comunicar com as empresas e esperam que o atendimento mantenha o mesmo nível em todos eles. Os profissionais têm percebido isso e entre os brasileiros 80% observam um aumento no volume de casos por meio de canais digitais de suas empresas.

Os profissionais de atendimento ao cliente têm compartilhado metas e métricas com outras áreas das empresas, 83% dividem com os times de vendas, 76% com a equipe de e-commerce e 73% com o time de marketing. Essa tendência tem gerado novas dinâmicas de trabalho nas empresas, com maior suporte das áreas para complementar os trabalhos uns dos outros, promovendo melhores experiências durante a jornada dos clientes.

“A integração entre as áreas da empresa é um dos pontos primordiais para uma melhor experiência dos clientes. O alinhamento das estratégias e o compartilhamento de métricas e metas entre as áreas da empresa, principalmente as que têm contato com o cliente, são determinantes para entender e aprimorar a jornada dos clientes”, comenta Fabio.

Trabalhadores móveis na linha de frente das marcas

O serviço de atendimento não passou apenas para o digital, ele também foi transferido para fora dos limites do escritório. Atualmente, o serviço de atendimento remoto (realizado em campo, na casa ou no trabalho do cliente) é uma grande iniciativa para as equipes de atendimento em todos os setores, à medida que essas buscam elevar as experiências dos clientes a um novo nível.

Não à toa, 92% dos líderes brasileiros dizem que a experiência do cliente com um trabalhador remoto é reflexo de suas empresas e 85% dizem que fornecem a esses colaboradores a tecnologia e os recursos necessários para realizar um bom trabalho.

“O atendimento remoto exige investimentos em tecnologias móveis e sistemas que permitam aos atendentes acessar informações de maneira rápida e efetiva. Por estarem na linha de frente com o cliente, qualquer erro ou lentidão prejudica a experiência com a marca”, aponta Fabio. Segundo o estudo, 60% dos líderes brasileiros aumentaram o número de funcionários móveis no último ano e 84% esperam aumentar o número de trabalhadores móveis no próximo ano.

Baixe o levantamento completo em: https://www.salesforce.com/form/service-cloud/3rd-state-of-service.

CEO da Cargo X é nomeado uma das 100 pessoas mais criativas no cenário global dos negócios

A Fast Company anunciou hoje sua 10ª lista anual de Pessoas Mais Criativas nos Negócios, homenageando um grupo influente e diversificado de 100 líderes globais em diferentes setores. Federico Vega, CEO da logtech brasileira que busca reescrever o futuro do transporte de cargas no Brasil por meio da Tecnologia, Cargo X, está entre os vencedores. Este é o segundo reconhecimento da revista, em 2018 a Cargo X foi eleita empresa mais inovadora.

“Reescrever a cultura de transportes de carga no Brasil, este é o propósito da Cargo X e o meu também. Ser reconhecido por isso é algo muito gratificante. Continuaremos trabalhando para garantir, cada vez mais, resultados positivos para caminhoneiros, empresas, empreendedores frotistas e outros atores do nosso setor “, afirma Federico Vega, CEO da Cargo X.

Vega iniciou sua jornada no empreendedorismo ao fazer viagens de bicicleta por todo Brasil e observar a falta de infraestrutura disponível para os caminhoneiros e transportadores. Ao se deparar com essa realidade, ele iniciou a Cargo X, logtech totalmente dedicada a melhorar a eficiência do transporte de cargas por todo País ajudando transportadoras e caminhoneiros conseguir mais cargas e fornecendo com capital de giro, tecnologia para os transportadores.

Em termos de investimento, a Cargo X já passou por cinco rodadas de investimento e trouxe mais de 340 milhões de reais para se aplicado no País.

A lista reconhece pessoas cujo trabalho tem um impacto importante ao redor do mundo e que conquistaram algo inédito seu campo de atuação, impulsionando setores e solucionando problemas globais e sociais de maneiras inovadoras.

Para ver a lista completa, acesse: fastcompany.com/most-creative-people/2019

Pessoas que mudaram de vida com a atividade freelance

Cada vez mais, o mercado de trabalho está mudando. Há alguns anos, para um profissional se tornar seu próprio chefe sem um grande investimento, era algo impensável, assim como ser financeiramente independente sem uma carteira assinada e começar uma carreira nova depois dos 40 anos. Felizmente, com a chegada da tecnologia, modalidades de trabalho como a de freelancer se popularizaram, o que permitiu uma nova realidade no mercado

Em 2018, o número de microempreendedores individuais (MEIs) cresceu mais de 50%, de acordo com dados do Portal do Empreendedor, e com isso, a atividade freelance também aumentou: segundo um levantamento realizado pela Workana, plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina, a modalidade cresceu 80% em 2018.

No último ano, áreas como Design e Suporte administrativo vem sendo áreas muito procuradas na plataforma, sendo a última, a área de atuação de Carla Larrossa e Janeh Ribeiro, dois exemplos de como a atividade freelance pode proporcionar tanto um estilo de vida diferente, como oportunidades que não são tão comuns em trabalhos convencionais.

Janeh é freelancer na Workana e trabalha com tradução, conteúdos e Suporte Administrativo. Nos últimos anos, mudou significativamente a sua vida e passou a viajar pelas Américas enquanto trabalha freelance. “Há dois anos e meio decidimos quebrar paradigmas e mudar radicalmente nossa vida. Deixamos empregos, vendemos casa, carro, móveis, compramos um motor home e saímos para um projeto, de um ano, rodando pelas Américas. Fomos do Brasil aos Estados Unidos e voltamos”, diz Janeh.

Já Carla Larrossa é redatora freelance e também trabalha na área de suporte administrativo. Ficou desempregada quando seus empregadores descobriram que estava grávida, por isso precisou buscar uma alternativa para continuar trabalhando. “O trabalho como freelancer proporciona tudo o que sempre desejei: possibilidade de passar mais tempo com minha filha e independência financeira”, conta Carla.

Dentro da plataforma, uma das áreas que mais geram demandas é de TI e Programação, onde atua Raul Galvão, que de freelancer passou a ser empreendedor em pouco tempo. Ele largou o seu emprego e começou a trabalhar como freelancer. Já no primeiro mês, conseguiu ganhar o dobro do que ganhava como funcionário. “Em 6 meses abri a empresa, formalizei e contratei meu primeiro funcionário. Hoje já conto com 5 funcionários internos mais equipe de parceiros freelancers”, diz Raul.

A profissão de freelancer também possibilita que profissionais que não iniciaram as suas carreiras na era digital, iniciem novas carreiras. O trabalho remoto apresentou um novo rumo para Marilia de Mello, que tendo mais de 20 anos de experiência como assistente de diretoria, não conseguia mais recolocação no mercado de trabalho devido a idade. Conheceu a Workana por meio de sua filha, e encontrou no trabalho a distância uma solução para a sua infelicidade que resultou em um infarto. “Ninguém perguntou quantos anos tinha, só viam o tamanho de minha experiência”, conta Marília. E em apenas quatro meses, ela já está vivendo da nova profissão.

Na Workana é possível contratar e oferecer serviços nas áreas de TI e programação, design e multimídia, tradução e conteúdos, marketing e vendas, suporte administrativo, jurídico, finanças e administração e engenharia e manufatura. Para encontrar, basta acessar o site www.workana.com.

Smartphones mudam hábitos de consumo dos brasileiros

Uma pesquisa da consultoria Oliver Wyman com oito mil consumidores de oito países (Brasil, Canadá, Estados Unidos, Espanha, França, Alemanha, China e Inglaterra) revela que os indivíduos estão abrindo mão de hábitos de consumo para aumentar gastos com smartphones e serviços de telefonia. No Brasil, onde o levantamento ouviu 1.021 consumidores, 63% dos indivíduos com menos 35 anos declararam estar dispostos a sacrificar um ou mais hábitos de consumo para garantir gastos com smartphones e contratos com operadoras. Entre os indíviduos com mais de 35 anos, o índice foi de 44%.

A amostra brasileira foi composta por 52% de mulheres e 48% de homens, divididos em grupos de 18 a 24 anos (15%), 25 a 44 anos (48%); 45 a 54 (21%); e 55 a 65 anos (16%).

O recorte brasileiro do estudo mostra que a maioria dos consumidores cortaria despesas com  academia (52%), alimentação fora de casa (53%) e  compra de roupas (52%) para gastar com celular e operadoras. Até mesmo as reservas para o futuro perderiam para as despesas com telefonia móvel, de acordo com 51% da amostra.

Quanto mais jovem, maior a disposição em sacrificar hábitos de consumo em favor do celular.  71% dos jovens entre 18 e 24 admitem abrir mão de comer fora de casa, 72% deixariam de comprar roupas, 67% deixariam de viajar e 69% sarificariam reservas para o futuro para sustentar gastos com celulares.

Para 43% dos indivíduos ouvidos no Brasil pelo levantamento, o celular é parte indissociável de suas vidas e usam o aparelho do momento em que acordam até a hora em que vão dormir.

Para 49%, o aparelho é uma necessidade e é usado para chamadas de voz, mensagens e necessidades básicas do dia a dia, como checar notícias e as condições do clima . Apenas 8% da amostra descrevem o aparelho como uma mera ferramenta para chamadas e mensagens.

O estudo também mostra que 42% dos entrevistados compartilham com outras pessoas as decisões de escolhas dos serviços de telefonia móvel, 41% dizem ser o único a decidir e 12% afirmam estar sempre abertas para ter uma ajuda na definição da escolha.

Outro recorte do estudo aponta que os serviços de telefonia passaram a ter prioridade no orçamento dos consumidores porque para 51% os smartphones são uma necessidade, 35% o consideram a “sua vida” e 14% dizem ser uma ferramenta essencial.  Qualidade x Preço Para 73% dos brasileiros ouvidos pelo levantamento da Oliver Wyman a qualidade dos serviços é o item mais importante em uma empresa de telecom. O custo do serviço vem em segundo lugar (14%), seguido por oferta de dispositivos (7%), oferta de aplicativos (5%) e oferta de conteúdo (2%).

Experiência com os serviços

Quando perguntados sobre quais experiências mais relevantes que estariam associadas aos serviços prestados pelas operadoras, 63% citaram a conexão com os familiares, 55% apontaram os serviços disponíveis em todos os momentos, 52% indicaram preferência por entretenimento, 46% disseram otimizar o seu tempo com as soluções digitais e 35% valorizam as experiências de controlar a sua residência à distância com dispositivos inteligentes.

Consumidor quer transparência

A pesquisa da Oliver Wyman também avaliou o que o brasileiro melhoraria em sua operadora, além do preço. A resposta mais citada diz respeito à qualidade dos serviços (cobertura e velocidade de internet), seguida por serviço de atendimento ao cliente por telefone, mais transparência nas cobranças da fatura e menos complexidade nos cálculos das tarifas e ofertas.

  Sobre empresas que fornecem serviços de tecnologias móveis ou de internet: 39%  disseram preferir adquirir serviços da Apple e Samsung, 30% citaram a atual operadora de celular e 16% comparariam de outras empresas de tecnologia como Google e Facebook.


Estar conectado é a quarta prioridade frente a outras atividades

A pesquisa também procurou identificar prioridades do dia a dia dos consumidores. Para os brasileiros, passar o tempo com amigos e familiares ocupa o topo do ranking de preferências (49%), seguida por praticar esporte (11%), viajar (12%). Estar conectado por meio de um celular é a quarta prioridade para o conjunto dos ouvidos no levantamento (9%).

 

Brasileiros preferem combos

Em relação aos modelos de contratos das operadoras, segundo o levantamento da Oliver Wyman, 50% tem preferência por pacotes de serviços. Para 33% é importante comprar todos os serviços de um único fornecedor e 18%  dizem estar dispostos a pagar um pouco mais pela conveniência de um pacote.

Confiança em armazenamento de dados 

O estudo avaliaou também a confiança em empresas que armazenam dados pessoais dos indivíduos. Neste quesito os bancos levaram a melhor. A maioria (34%) confia em seu banco em relação à proteção de seus dados pessoais. O índice cai em relação às empresas de tecnologia: apenas 16% dizem confiar na Apple, 14% no Google, 13% na operadora de telefonia móvel, 11% no Facebook e 10% na Amazon.

Personalização de serviços 

O levantamento da Oliver Wyman também avaliou como os brasileiros se sentem em relação a armazer seus dados em troca de personalização de serviços. 59% dos 1.021 entrevistados estão dispostos a fornecer dados pessoais para este fim. Quando se avalia essa tendência por faixa etária, 73% dos adultos de 25 a 34 anos aceitam compartilhar as suas informações e 71% dos jovens de 18 a 24 também concordam. Os entrevistados de 35 a 44 (59%) e 45 a 54 (50%) também estão abertos à prática. O índice cai para 43% entre os adultos de 55 e 65 anos.

 

Violação de dados preocupa brasileiros 

O levantamento analisou também a preocupação dos consumidores em relação aos seus dados pessoais. Embora elogiem as inovações, 47% se dizem um pouco assustados com possíveis violações de dados sobre saúde, 46% se preocupam com invasões aos dispositivos domésticos conectados à rede e outros 41% são receosos com as inovações da inteligência artificial.  De acordo com a Oliver Wyman, grande parte dos consumidores se diz admirada com as inovações do setor de telefonia. 61% cita as tecnologias de terceira geração, 54% a realidade virtual, 50% enfatiza a realidade aumentada e 50% os sistemas de segurança.

 

Casafy anuncia novo CTO

A Casafy, portal global de venda e aluguel de imóveis, antiga Properati Brasil, anuncia a contratação de Jonas Palmeira como o novo CTO da empresa. Formado em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, o executivo conta com experiência de mais de 18 anos atuando em organizações do segmento de tecnologia e inovação, além de passagens por empresas do setor imobiliário.

Ex-Imovelweb e Sua House, o novo Chief Technology Officer da Casafy será responsável por coordenar toda a operação técnica e manutenção de TI do portal, além de criar e contratar novas tecnologias e ferramentas para melhorar a eficiência do sistema da Casafy.

Renato Orfaly, CEO da Casafy, explica que a chegada do novo executivo irá contribuir para que a rápida expansão prevista para a empresa, no Brasil, seja ancorada por uma sólida base tecnológica.

Órgãos reguladores e fintechs debatem normas do mercado financeiro

O futuro da regulação do mercado financeiro brasileiro foi debatido por José Luiz Rodrigues, sócio titular da consultoria JL Rodrigues, Carlos Átila & Consultores Associados, e Fábio Neufeld, CEO e fundador da fintech de crédito Kavod Lending com representantes do Banco Central e CVM (Comissão de Valores Imobiliários) em painel da Fintech Conference 2019. O evento, promovido pela StartSe em parceria com a ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs), reuniu 68 fintechs e mais de 3 mil visitantes em São Paulo, no último dia 22.

José Luiz Rodrigues ressaltou que hoje os dados são as principais ferramentas das empresas: “Assim como pressupõe o conceito de open banking, os dados bancários são dos clientes mas, a partir da regulação feita de forma inclusiva, dinâmica e transparente com os cidadãos, esse mesmos dados poderão ser acessados por diversas companhias. Por isso que, para que as fintechs e os consumidores se relacionarem com segurança, a atuação dos órgãos regulatórios é crucial”.

Por sua vez, o CEO da Kavod Lending ressaltou que as fintechs têm como objetivo ajudar o mercado a se desenvolver, facilitando a vida dos brasileiros – tanto que hoje os aplicativos de celular substituem quase que completamente uma agência bancária. “Vemos que os órgãos reguladores atuam pensando no consumidor, o que permite que as fintechs prestem serviços financeiros sem precisar ser um banco propriamente dito. Atuamos de forma segmentada, com mais eficiência. E isso é positivo para toda a sociedade”, completa Neufeld.

Também participaram do painel: João André Calvino Marques Pereira, Chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro da Bacen e Francisco José Bastos Santos, Superintendente de Relações com o Mercado e Intermediários da CVM, destacando seu compromisso com a segurança no mercado financeiro.

CESAR School lança curso de programação para atualização de profissionais afastados do mercado

Curso NEXT oferece especialização em Desenvolvimento para Android ou IOS e em Teste de Software

A CESAR School, escola de inovação do CESAR, acaba de criar um curso de Extensão voltado especialmente para profissionais de TIC mais experientes que estão afastados do mercado de trabalho. O NEXT – Nova EXperiência no Trabalho tem o objetivo de capacitá-los para as novas tecnologias de TIC, alinhadas com as demandas do mercado. Assim eles se tornarão aptos a entender, adaptar e utilizar métodos e tecnologias com ênfase em desenvolvimento de soluções inovadoras.

Há vivências importantes no ambiente de trabalho que só uma longa experiência pode trazer, como alta capacidade produtiva e versatilidade. Porém, algumas vezes, acontece de esses profissionais, que começaram na área de TIC há muitos anos, estarem defasados em relação a conhecimentos técnicos, com necessidade de aprender as novas abordagens em Tecnologia. Para que voltem a ocupar um lugar no mercado, precisam atualizar seus conhecimentos. É importante estar atento a isso, especialmente neste momento, em que empresas da área percebem que contratar um profissional mais velho pode ser uma grande vantagem.

O curso, presencial, no Recife, é dividido em três módulos: o primeiro, comum a todos os alunos, tem objetivo de promover o nivelamento e atualização dos conhecimentos. Já no segundo módulo, o estudante escolherá, entre três trilhas, aquela na qual deseja se especializar: Desenvolvimento Android, Desenvolvimento iOS e Teste de Software. O terceiro módulo é voltado ao desenvolvimento de projeto. O NEXT tem o total de 150 horas, divididas em três meses.

Para mais informações e inscrições acesse: https://www.cesar.school/next-nova-experiencia-de-trabalho/

Pesquisa revela que falta assertividade na hora de recrutar candidatos

Para entender o panorama atual da área de recrutamento e seleção nas empresas, contratações, tendências, oportunidades, bem como os desafios para o RH do futuro com a chegada de novas tecnologias, a Kenoby, startup de recrutamento e seleção, realizou pesquisa, no primeiro semestre do ano, com mais de 2.618 executivos e lideranças da área, dos segmentos de tecnologia, comércio varejista, educação e outros. Dentre os participantes, (33%) são analistas, (17%) assistentes de RH, (12%) gerentes, (12%) coordenadores e (7%) diretores.

Quando questionados se o investimento em RH é essencial, de forma unânime, (99%) responderam que sim e (1%) que não; e se na empresa a qual trabalha houve aumento no percentual de contratações, aproximadamente (31%) disseram sim, em até (10%), 23% responderam que variou de (11 a 20%) e 18% afirmaram que as contratações ficaram na margem de (21% a 50%);

Com relação se a meta da empresa que trabalha envolve a previsão de investimentos em novas contratações de colaboradores para o próximo ano, (79% apontaram sim e (21%) não. Quando questionados sobre como avalia o investimento da empresa direcionado para melhorias no RH, (44%) afirmaram ser regular, (30%) bom, (19%) péssimo e (7%) ótimo.

RH Digital e estratégico

Outro ponto levantado na pesquisa é se a empresa que trabalham pode ser considerada digital. Cerca de (52%) responderam que é pouco, (30%) muito digital e (18%) que não. Já com relação a quanto o RH estratégico é importante para a empresa e para a área de recrutamento e seleção, (46%) sinalizaram que é muito importante, (31%) importante, (17%) razoavelmente e (6%) não consideram importante.

Um dos pontos cruciais da pesquisa é sobre o índice de assertividade do recrutamento da empresa. Para (42%) dos participantes disseram que é boa, (26%) é mediana (17%) regular, (10%) excelente, (4%) ruim e (1%) é péssima. Quando questionados se a área de RH, mais especificamente, carece de tecnologias específicas, (96%) responderam que sim e (4%) que não, ao ponto que, para (39%) dos participantes é importante e estratégico o uso da tecnologia no recrutamento e seleção.

Também tiveram que responder se o RH já se tornou uma área estratégica (86%) apontaram que sim e (14%) que não. Já o tempo gasto para o fechamento de vagas, 40% revelaram que varia de (16 a 30 dias), 30% (1 a 15 dias), 20% de (31 a 45 dias), 6% (16 a 60 dias) e 1% mais de (90 dias). Quando questionados se a empresa possui uma página de carreiras (trabalhe conosco), (36%) disseram que sim, (23%) que não, mas pretendem implantar e (13%) não têm a intenção de implementar;

Meios de anunciar vagas

Quando questionados sobre qual canal costuma divulgar as vagas de emprego, (70%) disseram redes sociais, (32%) compartilham em portais de empregabilidade e (10%) apenas internamente. Para (57%) ainda utilizam LinkedIn, (27%) Facebook, (8%) Instagram e (16%) outros meios.Também alegaram que o currículo ainda é a fonte principal de informações para triagem de candidatos para (77%) deles e (23%) sinalizaram que não. A prática de dar feedbacks aos candidatos, após as entrevistas de emprego, (46%) disseram que costumam fazer isso, (35%) somente aos candidatos inscritos nos processos seletivos, (15%) disseram que não e (4%) que sim, exceto feedbacks negativos;

Aqui o estudo na íntegra:

https://kenoby-rs.typeform.com/report/aY1zDG/hMvMHLedmeoPhdO8

Fique atento ao novo golpe que rouba seu WhatsApp

Nas últimas semanas, a Kaspersky Lab identificou um aumento nos relatos de vítimas que tiveram suas contas do WhatsApp roubadas e os especialistas da empresa descobriram o motivo. A conclusão chamou a atenção pela criatividade dos cibercriminosos, que não utilizam nenhum malware neste golpe, e conseguem enganar até pessoas que trabalham com tecnologia.

O esquema é simples. Os criminosos monitoram as plataformas de venda pela internet para mirar usuários que criaram um anúncio de venda. Com as informações do anúncio, os fraudadores enviam uma mensagem para a pessoa se passando pela plataforma de vendas dizendo: “verificamos um anúncio recém postado, e gostaríamos de atualizar para que continue disponível para visualização” ou “devido ao grande número de reclamações referente ao seu número de contato, estamos verificando”. As mensagens terminam pedindo para a vítima informar o código que receberá via SMS para solucionar a questão.

“Quando a vítima responde à mensagem, o fraudador começa o processo de ativar o WhatsApp em um novo celular e o suposto código de verificação é, na verdade, o código de ativação da conta. Se ela não prestar atenção, acaba passando o número e tem seu WhatsApp roubado em minutos. A empresa anunciou esta semana novas medidas de segurança”, explica Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab no Brasil.

A segunda parte do golpe é a mesma utilizada pelos criminosos que estão clonando celulares no Brasil. Nela, enviam mensagens para os contatos mais recentes, que normalmente são amigos próximos ou familiares da vítima, pedindo um empréstimo para uma despesa urgente. Não há um padrão para a quantia – nas mensagens que os especialistas tiveram acesso, o pedido era de R$ 2.100. Se a pessoa tenta ajudar prontamente, o criminoso só precisa perguntar “qual o banco mais fácil para você” e depois enviar uma conta bancária de um laranja. Até o proprietário recuperar o acesso ao WhatsApp, o criminoso já teve tempo suficiente para falar com diversas pessoas.

“Além de ter atenção, só há uma maneira de evitar este esquema com tecnologia: a dupla autenticação do WhatsApp. É uma senha que o usuário cria e é solicitada de vez em quando pelo app. Mesmo que a vítima informe o código de ativação, o criminoso terá de pedir a senha da dupla autenticação – isto já sai do contexto do anúncio e a pessoa pode perceber a fraude antes de ser tarde demais”, alerta Assolini.

O analista ressalta ainda alguns pontos técnicos curiosos deste esquema: em nenhum momento há o uso de programas maliciosos para coletar as informações nos sites de venda ou para roubar a conta da vítima no programa de mensagem. O esquema é baseado 100% em engenharia social e utiliza recursos legítimos. Além disso, os anúncios criaram uma abordagem muito convincente. “Neste fim de semana, encontrei um amigo que trabalha com desenvolvimento de software e que caiu nesse golpe. Ele havia acabado de postar um anúncio e foi contatado. Foi surpreendente, pois tem conhecimentos de segurança e mesmo assim foi iludido”, destaca.

Mesmo sem ter responsabilidades direta na fraude, o analista de segurança dá dicas para as marcas que estão sendo vítimas nesse golpe. Até o momento, foram identificadas mensagens se passando pela OLX, Webmotors e Zap Imóveis. “Embora não haja uma solução milagrosa, sugiro que as empresas reavaliem o uso de autenticação de dois fatores via SMS e as informações dos usuários que são expostas publicamente por padrão. Frente a criação deste esquema malicioso, é importante criar uma solução benéfica para os usuários e que também mantenham suas privacidades protegidas das pessoas mal-intencionadas”, avalia o especialista.

Em congresso anual, Anjos do Brasil divulga pesquisa com futuro do mercado e oportunidades em startups

Marcado para o 26 de junho, no auditório do Cubo, em São Paulo, a sétima edição do Congresso Brasileiro de Investimento Anjo, promovido pela Anjos do Brasil (www.anjosdobrasil.com.br), organização sem fins lucrativos que fomenta o investimento anjo e apoia o empreendedorismo inovador no país, trará, além de muito conteúdo – a agenda do evento prevê um dia inteiro de palestras –, a divulgação do estudo inédito sobre o cenário do investimento anjo no país no último ano. Serão divulgados, na ocasião, dados sobre o volume de investimento anjo e crescimento histórico, número de investidores no Brasil, setores de interesse e tipos de negócios investidos, entre outros tópicos.

De acordo com a diretora-executiva da Anjos do Brasil, Maria Rita Spina Bueno, o congresso deste ano vai tratar da evolução do investimento anjo no Brasil e no mundo, estratégias de saída, tendências setoriais, políticas públicas de estímulo ao investimento anjo, boas práticas e o Syndication – como grupos de anjos podem coinvestir e como o Brasil oferece oportunidades únicas para startups. São esperados cerca de 350 participantes no evento.

Programação repleta no evento – A abertura do congresso ocorre às 9 horas. Durante o dia inteiro está prevista uma intensa programação que reúne executivos de companhias investidoras, gestores de fundos e investidores anjo de sucesso. O trio Anderson Thees (sócio diretor e cofundador da Redpoint eventures), João Kepler (lead partner da Bossa Nova Investimentos) e Rodrigo Menezes (sócio fundador do escritório Derraik & Menezes Advogados) abre o evento com a apresentação do painel “O que os VCs estão buscando”.

Entre os painéis do congresso, destaques para “Como fazer um IPO na Nasdaq”, “The world is changing – visão de futuro para investidores em startups” e “Coinvestimento entre redes – desafios”. Antes do encerramento, às 18 horas, ocorre a apresentação “Políticas Públicas – o que o governo precisa fazer para melhorar o ambiente de investimento em startups”, com Paulo Alvim, secretário nacional de Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

O congresso também é uma grande oportunidade para conhecer de perto a história de empreendedores de sucesso, como Douglas Nicolau, CEO da Incentiv, startup que promove o desenvolvimento social por meio da captação de investimento para iniciativas de alto impacto, responsável por arrecadar mais de R$ 14 milhões para mais de 60 projetos, e Juliana da Cunha Assad, sócia-fundadora da CoinWISE, startup cujo propósito é desenvolver produtos e soluções que possibilitem a ampla adoção do blockchain e criptomoedas. O primeiro estará à frente das discussões sobre “Governança para startups – o que re almente importa” e a segunda abordará o tema “Blockchain é realmente impenetrável?”.

Futuro em jogo e boas práticas – “O congresso tem o objetivo de discutir empreendedorismo, impacto e inovação. É uma grande oportunidade para falarmos sobre o desenvolvimento do mercado, a percepção sobre o futuro das startups e as boas práticas da modalidade de investimento anjo”, explica Maria Rita. A pesquisa a ser apresentada por Cássio Spina, presidente da Anjos do Brasil, apontará todo o real cenário do investimento anjo no país.

Para participar do congresso no Auditório Cubo, os interessados pagam uma taxa de inscrição, que varia de R$ 434,00 a R$ 1.190. Para adquirir o ingresso ou conferir outras informações, entre no site congresso.anjosdobrasil.net/inscriccedilotildees.html

7º Congresso Brasileiro de Investimento Anjo

Quando: 26 de junho

Local: Auditório Cubo

Endereço: Alameda Vicente Pinzon, 54 – Vila Olímpia, São Paulo

Horário: das 9 às 18 horas

Informações: congresso.anjosdobrasil.net/

Microsoft firma parceria com ONGs brasileiras para projetos de Inteligência Artificial

A organização não governamental Mães da Sé e a Microsoft fazem parceria para apoiar a busca por pessoas desaparecidas no Brasil. Desde sua fundação, em 1996, a ONG cadastrou mais de 10 mil pessoas em situação de desaparecimento e ajudou a encontrar 4.952 delas. Parte do programa global AI For Humanitarian Action, da Microsoft, que tem como objetivo fornecer tecnologia, recursos e experiência para capacitar pessoas para resolver questões humanitárias, a parceria prevê a criação de um aplicativo que utiliza reconhecimento facial, desenvolvido pela Mult-Connect, para potencializar as buscas de desaparecidos e ser um aliado ao trabalho de procura das entidades públicas por meio de parcerias com delegacias, hospitais, prontos-socorros, albergues, entre outras instituições. A Mult-Connect, que realiza seu trabalho voluntário com a Mães da Sé desde 1996 e há 20 anos é parceira Microsoft, concebeu a solução unindo o conhecimento das mais inovadoras tecnologias Microsoft e a longa experiência na causa da Mães da Sé.

“Ficamos muito felizes em poder participar desse maravilhoso projeto, unindo o aspecto assistencial com nossa experiência com alta tecnologia Microsoft para viabilizar um projeto que ajudará na busca por pessoas desaparecidas no Brasil”, afirma Luiz Vianna, CEO da Mult-Connect.

O anúncio foi feito hoje, 21 de maio, por Brad Smith, Presidente da Microsoft, durante sua apresentação no evento Inteligência Artificial na Transformação Digital, no Ministério da Economia, em Brasília.

A plataforma utiliza os serviços cognitivos, inteligência artificial e armazenamento em nuvem do Azure, da Microsoft. Com ela, é possível identificar uma pessoa em situação de suspeita de abandono por meio de reconhecimento facial. Basta que o usuário faça uma foto da pessoa e compare sua fisionomia com o banco de dados da ONG. O app fará a busca e mostrará se as características são compatíveis com alguém que está desaparecido. Além disso, será possível buscar pessoas por características físicas (cor da pele, cabelo, olhos).

“Estamos na era da tecnologia. Ela é a principal ferramenta de busca que temos atualmente. Quanto mais mecanismos tecnológicos forem utilizados para unir esforços nesta causa, maior a chance de pessoas serem encontradas”, afirma Dona Ivanise, fundadora da Mães da Sé.

O projeto Mães da Sé existe há 23 anos e começou a partir da busca de Dona Ivanise por sua filha desaparecida na época. Desde então, ela tem se dedicado a ajudar famílias a encontrarem pessoas na mesma situação. Desde o começo, as fotos foram elementos cruciais para as buscas – que eram feitas com imagens de divulgação por meio de parcerias com empresas privadas que colocavam as fotos em seus produtos. Com a tecnologia, o uso das imagens poderá ser ampliado por meio de reconhecimento facial, o que potencializa o alcance.

“A parceria entre Mães da Sé e a Microsoft é um poderoso exemplo de como podemos aplicar a tecnologia para ajudar a resolver grandes desafios em nossa sociedade”, diz Brad Smith, presidente da Microsoft.

O programa AI for Humanitarian Action foi lançado em julho de 2017 e investirá US$ 40 milhões com o objetivo de aproveitar o poder da IA para ajudar em esforços como desastres, recuperação, proteção de crianças, refugiados e pessoas deslocadas e promovendo o respeito pelos direitos humanos. A empresa fará isso trabalhando profundamente com organizações não-governamentais e humanitárias selecionadas por meio de doações, investimento em tecnologia e conhecimento compartilhado. Este programa faz parte da iniciativa AI for Good, que no decorrer de cinco anos investirá US$ 115 milhões nos programas AI for Earth, AI for Accessibility e AI for Humanitarian Action.

SOS Mata Atlântica

A Fundação SOS Mata Atlântica, ONG ambiental brasileira criada em 1986 que atua na promoção de políticas públicas para a conservação da Mata Atlântica, é a mais nova entidade brasileira a se beneficiar do programa AI For Earth da Microsoft. Este programa é parte da iniciativa AI for Good, e tem o compromisso de distribuir investimentos em inteligência artificial (IA), pesquisa e tecnologia em quatro áreas principais: mudanças climáticas, agricultura, biodiversidade e água. A ONG e a Microsoft assinaram hoje um acordo de cooperação para apoiar o projeto Observando os Rios, que reúne comunidades e as mobiliza em torno da qualidade da água de rios, córregos e outros corpos d’água das localidades onde elas vivem.

O acordo foi assinado por Olavo Garrido, diretor de Finanças e Mobilização de Recursos da Fundação SOS Mata Atlântica, pela presidente da Microsoft, Tânia Cosentino e por Brad Smith, presidente da Microsoft Corporation, em visita ao Brasil.

O projeto conta com apoio de 3.600 voluntários mobilizados em grupos de diversas origens, como escolas, universidades, igrejas, escoteiros, centros comunitários, entre outros. O monitoramento da qualidade das águas é realizado com um kit desenvolvido especialmente para a SOS Mata Atlântica. Os grupos fazem a medição uma vez por mês e enviam os resultados pela internet. Esse kit possibilita a avaliação dos rios a partir de um total de 16 parâmetros, que incluem níveis de oxigênio, nitrato, PH, odor, aspectos visuais, entre outros, e classifica a qualidade das águas em cinco níveis de pontuação, de acordo com a legislação: péssimo (de 14 a 20 pontos), ruim (de 21 a 26 pontos), regular (de 27 a 35 pontos), bom (de 36 a 40 pontos) e ótimo (acima de 40 pontos).

Com o acordo, a SOS Mata Atlântica irá aplicar tecnologia aos dados coletados, que serão carregados na nuvem Microsoft Azure, onde recursos de IA serão aplicados, fornecendo insights mais efetivos e precisos para a ONG. No futuro, será possível cruzar dados de diferentes bancos de dados, como, por exemplo, sobre doenças populacionais, e avaliar a correlação entre a qualidade das águas e doenças epidêmicas. Hoje, os resultados da análise são divulgados no relatório “Retrato da Qualidade da Água no Brasil”, amplamente distribuído anualmente, em geral no Dia Mundial da Água.

“Com esta parceria estamos unindo a ciência cidadã do nosso projeto, que utiliza uma metodologia participativa para a análise da qualidade da água, com a alta tecnologia da Microsoft. Acreditamos que daremos um grande passo para apresentar à sociedade ainda mais informações sobre a situação dos rios brasileiros”, afirma Romilda Roncatti, coordenadora do projeto Observando os Rios.

O acordo reforça o compromisso da Microsoft ao lançar a iniciativa AI for Good, que no decorrer de cinco anos investirá US$ 115 milhões nos programas AI for Earth, AI for Accessibility e AI for Humanitarian Action. “O acesso à água potável é uma necessidade humana básica e este projeto oferece uma abordagem simples, mas eficaz, que usa o poder das pessoas aliadas à tecnologia para fazer a diferença”, afirma Brad Smith, presidente da Microsoft. “Ajudar a acelerar o trabalho de organizações como a SOS Mata Atlântica é a razão pela qual lançamos o programa AI for Earth. Temos o prazer de anunciar a aprovação com sucesso deste pedido de investimento e estamos ansiosos para ver o progresso do projeto em direção a rios mais limpos e a um Brasil mais saudável ”, diz Brad Smith, presidente da Microsoft.

O programa Observando os Rios surgiu em 1991, com uma campanha que reuniu 1,2 milhão de assinaturas em prol da recuperação do Rio Tietê e originou o primeiro projeto de monitoramento da qualidade da água por voluntários, o “Observando o Tietê”. Para agregar outras bacias hidrográficas, a iniciativa foi ampliada e passou a se chamar “Observando os Rios”. Em nova fase, com o patrocínio da Ypê, o projeto formou 10 grupos de monitoramento da qualidade da água em cada um dos 17 estados da Mata Atlântica. Atualmente, também conta com apoio da Sompo e possui 236 grupos de monitoramento que analisam a qualidade da água em 278 pontos de coleta, 220 corpos d´água, em 103 municípios dos estados de AL, BA, CE, ES, GO, MG, MS, PB, PE, PI, PR, RJ, RN, RS, SC, SE, SP e DF, envolvendo cerca de 3,6 mil pessoas.

APP usa inteligência artificial para autodesenvolvimento dos colaboradores

A HSD, consultoria com 20 anos na gestão estratégica de RH, acaba de lançar uma nova Plataforma Digital de Mapeamento de Percepções que alia os conceitos de Psicologia Organizacional à Tecnologia. Apelidado de PSIT – uma combinação de Psicologia com Tecnologia – o app permite aos próprios profissionais de uma equipe registrarem suas percepções dentro de um leque de dimensões e fatores que buscam contribuir para os resultados organizacionais. A plataforma digital ainda fornece dicas (feedforward) que direcionam o indivíduo ao autodesenvolvimento mediante o uso de Inteligência Artificial e algoritmos de People Analytics.

“O conceito do PSIT é ser uma plataforma de registro de percepções positivas, anônimas e pessoais, ou seja, sem interferência ou visualização individual da organização. Ele comunica gaps, mas por meio da ausência de fatores positivos percebidos e não focando em falhas, e ainda estimula o colaborador a se aprimorar através de um pacote de dicas disponibilizadas”, explica a CEO da HSD, Susana Falchi.

As percepções são regidas por uma pergunta: quais foram as contribuições do indivíduo para que os resultados empresariais fossem alcançados? A análise se dá mediante um conceito sistêmico representado por um triedro chamado de Triângulo das Polaridades, que reúne três grandes dimensões: ação, conexão e conhecimento. Estas são abertas em outros cinco fatores previamente definidos que direcionam o mapeamento das percepções positivas observadas na rotina do indivíduo. O score vai de 1 (pequena percepção positiva observada) até 5 (percepção positiva máxima).

“As três dimensões quando em plena potência, ou seja, seus cinco fatores em score máximo, geram na organização a criação de um equilíbrio chamado também de 4ª dimensão ou Alta Performance que, por definição, cria na organização uma dinâmica de eficácia direcionando todos colaboradores na obtenção de resultados empresariais máximos”, afirma Flavio Marqueti, executivo com larga experiência empresarial e empreendedora que acaba assumir o braço tecnológico da HSD como CTO.

A organização também pode utilizar o PSIT de forma semelhante ao profissional, ou seja, conferindo scores via web e colhendo mensagens de feedforward. No entanto, os gestores não têm acesso ao perfil de cada indivíduo e ao registro de percepção de cada um, pois o anonimato das contribuições é garantido. “Por ser uma plataforma de registro de percepções anônimas, retira do resultado o poder da dúvida já que não se julga quem emitiu a percepção dando um peso positivo ainda maior e, por seu resultado ser visualizado apenas pelo indivíduo, o deixa como único dono das percepções recebidas e o responsabiliza exclusivamente de exercitar as dicas encaminhadas a partir do seu score”, diz Susana.

Como plataforma de mapeamento, o PSIT traz na sua essência correções de rota que tornam o desenvolvimento do indivíduo mais leve, mais dinâmico e mais maduro. Além disso, retira da empresa o peso da promoção de programas de desenvolvimento e transfere a responsabilidade pelo autodesenvolvimento ao indivíduo. O app também retira da pauta a expressão “avaliação de aspectos negativos” e incorpora o termo “percepção de aspectos positivos” que, aliado a uma sistemática de dimensionamento de gaps para a posição de alta performance, mostra ao colaborador onde está e como deve fazer para evoluir para o próximo estágio.

Outra característica importante do PSIT é o abandono do conceito de feedback – olhar para o passado- e a adoção dos parâmetros do feedforward – olhar durante a atuação com visão de futuro impulsionando a organização a evoluir constantemente.

O PSIT está disponível na App Store ou Google Store, maiores detalhes no site www.psith.com ou páginas no LinkedIn, Facebook e Twiter.