Page

Author admin

CESAR School lança curso de programação para atualização de profissionais afastados do mercado

Curso NEXT oferece especialização em Desenvolvimento para Android ou IOS e em Teste de Software

A CESAR School, escola de inovação do CESAR, acaba de criar um curso de Extensão voltado especialmente para profissionais de TIC mais experientes que estão afastados do mercado de trabalho. O NEXT – Nova EXperiência no Trabalho tem o objetivo de capacitá-los para as novas tecnologias de TIC, alinhadas com as demandas do mercado. Assim eles se tornarão aptos a entender, adaptar e utilizar métodos e tecnologias com ênfase em desenvolvimento de soluções inovadoras.

Há vivências importantes no ambiente de trabalho que só uma longa experiência pode trazer, como alta capacidade produtiva e versatilidade. Porém, algumas vezes, acontece de esses profissionais, que começaram na área de TIC há muitos anos, estarem defasados em relação a conhecimentos técnicos, com necessidade de aprender as novas abordagens em Tecnologia. Para que voltem a ocupar um lugar no mercado, precisam atualizar seus conhecimentos. É importante estar atento a isso, especialmente neste momento, em que empresas da área percebem que contratar um profissional mais velho pode ser uma grande vantagem.

O curso, presencial, no Recife, é dividido em três módulos: o primeiro, comum a todos os alunos, tem objetivo de promover o nivelamento e atualização dos conhecimentos. Já no segundo módulo, o estudante escolherá, entre três trilhas, aquela na qual deseja se especializar: Desenvolvimento Android, Desenvolvimento iOS e Teste de Software. O terceiro módulo é voltado ao desenvolvimento de projeto. O NEXT tem o total de 150 horas, divididas em três meses.

Para mais informações e inscrições acesse: https://www.cesar.school/next-nova-experiencia-de-trabalho/

Pesquisa revela que falta assertividade na hora de recrutar candidatos

Para entender o panorama atual da área de recrutamento e seleção nas empresas, contratações, tendências, oportunidades, bem como os desafios para o RH do futuro com a chegada de novas tecnologias, a Kenoby, startup de recrutamento e seleção, realizou pesquisa, no primeiro semestre do ano, com mais de 2.618 executivos e lideranças da área, dos segmentos de tecnologia, comércio varejista, educação e outros. Dentre os participantes, (33%) são analistas, (17%) assistentes de RH, (12%) gerentes, (12%) coordenadores e (7%) diretores.

Quando questionados se o investimento em RH é essencial, de forma unânime, (99%) responderam que sim e (1%) que não; e se na empresa a qual trabalha houve aumento no percentual de contratações, aproximadamente (31%) disseram sim, em até (10%), 23% responderam que variou de (11 a 20%) e 18% afirmaram que as contratações ficaram na margem de (21% a 50%);

Com relação se a meta da empresa que trabalha envolve a previsão de investimentos em novas contratações de colaboradores para o próximo ano, (79% apontaram sim e (21%) não. Quando questionados sobre como avalia o investimento da empresa direcionado para melhorias no RH, (44%) afirmaram ser regular, (30%) bom, (19%) péssimo e (7%) ótimo.

RH Digital e estratégico

Outro ponto levantado na pesquisa é se a empresa que trabalham pode ser considerada digital. Cerca de (52%) responderam que é pouco, (30%) muito digital e (18%) que não. Já com relação a quanto o RH estratégico é importante para a empresa e para a área de recrutamento e seleção, (46%) sinalizaram que é muito importante, (31%) importante, (17%) razoavelmente e (6%) não consideram importante.

Um dos pontos cruciais da pesquisa é sobre o índice de assertividade do recrutamento da empresa. Para (42%) dos participantes disseram que é boa, (26%) é mediana (17%) regular, (10%) excelente, (4%) ruim e (1%) é péssima. Quando questionados se a área de RH, mais especificamente, carece de tecnologias específicas, (96%) responderam que sim e (4%) que não, ao ponto que, para (39%) dos participantes é importante e estratégico o uso da tecnologia no recrutamento e seleção.

Também tiveram que responder se o RH já se tornou uma área estratégica (86%) apontaram que sim e (14%) que não. Já o tempo gasto para o fechamento de vagas, 40% revelaram que varia de (16 a 30 dias), 30% (1 a 15 dias), 20% de (31 a 45 dias), 6% (16 a 60 dias) e 1% mais de (90 dias). Quando questionados se a empresa possui uma página de carreiras (trabalhe conosco), (36%) disseram que sim, (23%) que não, mas pretendem implantar e (13%) não têm a intenção de implementar;

Meios de anunciar vagas

Quando questionados sobre qual canal costuma divulgar as vagas de emprego, (70%) disseram redes sociais, (32%) compartilham em portais de empregabilidade e (10%) apenas internamente. Para (57%) ainda utilizam LinkedIn, (27%) Facebook, (8%) Instagram e (16%) outros meios.Também alegaram que o currículo ainda é a fonte principal de informações para triagem de candidatos para (77%) deles e (23%) sinalizaram que não. A prática de dar feedbacks aos candidatos, após as entrevistas de emprego, (46%) disseram que costumam fazer isso, (35%) somente aos candidatos inscritos nos processos seletivos, (15%) disseram que não e (4%) que sim, exceto feedbacks negativos;

Aqui o estudo na íntegra:

https://kenoby-rs.typeform.com/report/aY1zDG/hMvMHLedmeoPhdO8

Fique atento ao novo golpe que rouba seu WhatsApp

Nas últimas semanas, a Kaspersky Lab identificou um aumento nos relatos de vítimas que tiveram suas contas do WhatsApp roubadas e os especialistas da empresa descobriram o motivo. A conclusão chamou a atenção pela criatividade dos cibercriminosos, que não utilizam nenhum malware neste golpe, e conseguem enganar até pessoas que trabalham com tecnologia.

O esquema é simples. Os criminosos monitoram as plataformas de venda pela internet para mirar usuários que criaram um anúncio de venda. Com as informações do anúncio, os fraudadores enviam uma mensagem para a pessoa se passando pela plataforma de vendas dizendo: “verificamos um anúncio recém postado, e gostaríamos de atualizar para que continue disponível para visualização” ou “devido ao grande número de reclamações referente ao seu número de contato, estamos verificando”. As mensagens terminam pedindo para a vítima informar o código que receberá via SMS para solucionar a questão.

“Quando a vítima responde à mensagem, o fraudador começa o processo de ativar o WhatsApp em um novo celular e o suposto código de verificação é, na verdade, o código de ativação da conta. Se ela não prestar atenção, acaba passando o número e tem seu WhatsApp roubado em minutos. A empresa anunciou esta semana novas medidas de segurança”, explica Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab no Brasil.

A segunda parte do golpe é a mesma utilizada pelos criminosos que estão clonando celulares no Brasil. Nela, enviam mensagens para os contatos mais recentes, que normalmente são amigos próximos ou familiares da vítima, pedindo um empréstimo para uma despesa urgente. Não há um padrão para a quantia – nas mensagens que os especialistas tiveram acesso, o pedido era de R$ 2.100. Se a pessoa tenta ajudar prontamente, o criminoso só precisa perguntar “qual o banco mais fácil para você” e depois enviar uma conta bancária de um laranja. Até o proprietário recuperar o acesso ao WhatsApp, o criminoso já teve tempo suficiente para falar com diversas pessoas.

“Além de ter atenção, só há uma maneira de evitar este esquema com tecnologia: a dupla autenticação do WhatsApp. É uma senha que o usuário cria e é solicitada de vez em quando pelo app. Mesmo que a vítima informe o código de ativação, o criminoso terá de pedir a senha da dupla autenticação – isto já sai do contexto do anúncio e a pessoa pode perceber a fraude antes de ser tarde demais”, alerta Assolini.

O analista ressalta ainda alguns pontos técnicos curiosos deste esquema: em nenhum momento há o uso de programas maliciosos para coletar as informações nos sites de venda ou para roubar a conta da vítima no programa de mensagem. O esquema é baseado 100% em engenharia social e utiliza recursos legítimos. Além disso, os anúncios criaram uma abordagem muito convincente. “Neste fim de semana, encontrei um amigo que trabalha com desenvolvimento de software e que caiu nesse golpe. Ele havia acabado de postar um anúncio e foi contatado. Foi surpreendente, pois tem conhecimentos de segurança e mesmo assim foi iludido”, destaca.

Mesmo sem ter responsabilidades direta na fraude, o analista de segurança dá dicas para as marcas que estão sendo vítimas nesse golpe. Até o momento, foram identificadas mensagens se passando pela OLX, Webmotors e Zap Imóveis. “Embora não haja uma solução milagrosa, sugiro que as empresas reavaliem o uso de autenticação de dois fatores via SMS e as informações dos usuários que são expostas publicamente por padrão. Frente a criação deste esquema malicioso, é importante criar uma solução benéfica para os usuários e que também mantenham suas privacidades protegidas das pessoas mal-intencionadas”, avalia o especialista.

Em congresso anual, Anjos do Brasil divulga pesquisa com futuro do mercado e oportunidades em startups

Marcado para o 26 de junho, no auditório do Cubo, em São Paulo, a sétima edição do Congresso Brasileiro de Investimento Anjo, promovido pela Anjos do Brasil (www.anjosdobrasil.com.br), organização sem fins lucrativos que fomenta o investimento anjo e apoia o empreendedorismo inovador no país, trará, além de muito conteúdo – a agenda do evento prevê um dia inteiro de palestras –, a divulgação do estudo inédito sobre o cenário do investimento anjo no país no último ano. Serão divulgados, na ocasião, dados sobre o volume de investimento anjo e crescimento histórico, número de investidores no Brasil, setores de interesse e tipos de negócios investidos, entre outros tópicos.

De acordo com a diretora-executiva da Anjos do Brasil, Maria Rita Spina Bueno, o congresso deste ano vai tratar da evolução do investimento anjo no Brasil e no mundo, estratégias de saída, tendências setoriais, políticas públicas de estímulo ao investimento anjo, boas práticas e o Syndication – como grupos de anjos podem coinvestir e como o Brasil oferece oportunidades únicas para startups. São esperados cerca de 350 participantes no evento.

Programação repleta no evento – A abertura do congresso ocorre às 9 horas. Durante o dia inteiro está prevista uma intensa programação que reúne executivos de companhias investidoras, gestores de fundos e investidores anjo de sucesso. O trio Anderson Thees (sócio diretor e cofundador da Redpoint eventures), João Kepler (lead partner da Bossa Nova Investimentos) e Rodrigo Menezes (sócio fundador do escritório Derraik & Menezes Advogados) abre o evento com a apresentação do painel “O que os VCs estão buscando”.

Entre os painéis do congresso, destaques para “Como fazer um IPO na Nasdaq”, “The world is changing – visão de futuro para investidores em startups” e “Coinvestimento entre redes – desafios”. Antes do encerramento, às 18 horas, ocorre a apresentação “Políticas Públicas – o que o governo precisa fazer para melhorar o ambiente de investimento em startups”, com Paulo Alvim, secretário nacional de Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

O congresso também é uma grande oportunidade para conhecer de perto a história de empreendedores de sucesso, como Douglas Nicolau, CEO da Incentiv, startup que promove o desenvolvimento social por meio da captação de investimento para iniciativas de alto impacto, responsável por arrecadar mais de R$ 14 milhões para mais de 60 projetos, e Juliana da Cunha Assad, sócia-fundadora da CoinWISE, startup cujo propósito é desenvolver produtos e soluções que possibilitem a ampla adoção do blockchain e criptomoedas. O primeiro estará à frente das discussões sobre “Governança para startups – o que re almente importa” e a segunda abordará o tema “Blockchain é realmente impenetrável?”.

Futuro em jogo e boas práticas – “O congresso tem o objetivo de discutir empreendedorismo, impacto e inovação. É uma grande oportunidade para falarmos sobre o desenvolvimento do mercado, a percepção sobre o futuro das startups e as boas práticas da modalidade de investimento anjo”, explica Maria Rita. A pesquisa a ser apresentada por Cássio Spina, presidente da Anjos do Brasil, apontará todo o real cenário do investimento anjo no país.

Para participar do congresso no Auditório Cubo, os interessados pagam uma taxa de inscrição, que varia de R$ 434,00 a R$ 1.190. Para adquirir o ingresso ou conferir outras informações, entre no site congresso.anjosdobrasil.net/inscriccedilotildees.html

7º Congresso Brasileiro de Investimento Anjo

Quando: 26 de junho

Local: Auditório Cubo

Endereço: Alameda Vicente Pinzon, 54 – Vila Olímpia, São Paulo

Horário: das 9 às 18 horas

Informações: congresso.anjosdobrasil.net/

Microsoft firma parceria com ONGs brasileiras para projetos de Inteligência Artificial

A organização não governamental Mães da Sé e a Microsoft fazem parceria para apoiar a busca por pessoas desaparecidas no Brasil. Desde sua fundação, em 1996, a ONG cadastrou mais de 10 mil pessoas em situação de desaparecimento e ajudou a encontrar 4.952 delas. Parte do programa global AI For Humanitarian Action, da Microsoft, que tem como objetivo fornecer tecnologia, recursos e experiência para capacitar pessoas para resolver questões humanitárias, a parceria prevê a criação de um aplicativo que utiliza reconhecimento facial, desenvolvido pela Mult-Connect, para potencializar as buscas de desaparecidos e ser um aliado ao trabalho de procura das entidades públicas por meio de parcerias com delegacias, hospitais, prontos-socorros, albergues, entre outras instituições. A Mult-Connect, que realiza seu trabalho voluntário com a Mães da Sé desde 1996 e há 20 anos é parceira Microsoft, concebeu a solução unindo o conhecimento das mais inovadoras tecnologias Microsoft e a longa experiência na causa da Mães da Sé.

“Ficamos muito felizes em poder participar desse maravilhoso projeto, unindo o aspecto assistencial com nossa experiência com alta tecnologia Microsoft para viabilizar um projeto que ajudará na busca por pessoas desaparecidas no Brasil”, afirma Luiz Vianna, CEO da Mult-Connect.

O anúncio foi feito hoje, 21 de maio, por Brad Smith, Presidente da Microsoft, durante sua apresentação no evento Inteligência Artificial na Transformação Digital, no Ministério da Economia, em Brasília.

A plataforma utiliza os serviços cognitivos, inteligência artificial e armazenamento em nuvem do Azure, da Microsoft. Com ela, é possível identificar uma pessoa em situação de suspeita de abandono por meio de reconhecimento facial. Basta que o usuário faça uma foto da pessoa e compare sua fisionomia com o banco de dados da ONG. O app fará a busca e mostrará se as características são compatíveis com alguém que está desaparecido. Além disso, será possível buscar pessoas por características físicas (cor da pele, cabelo, olhos).

“Estamos na era da tecnologia. Ela é a principal ferramenta de busca que temos atualmente. Quanto mais mecanismos tecnológicos forem utilizados para unir esforços nesta causa, maior a chance de pessoas serem encontradas”, afirma Dona Ivanise, fundadora da Mães da Sé.

O projeto Mães da Sé existe há 23 anos e começou a partir da busca de Dona Ivanise por sua filha desaparecida na época. Desde então, ela tem se dedicado a ajudar famílias a encontrarem pessoas na mesma situação. Desde o começo, as fotos foram elementos cruciais para as buscas – que eram feitas com imagens de divulgação por meio de parcerias com empresas privadas que colocavam as fotos em seus produtos. Com a tecnologia, o uso das imagens poderá ser ampliado por meio de reconhecimento facial, o que potencializa o alcance.

“A parceria entre Mães da Sé e a Microsoft é um poderoso exemplo de como podemos aplicar a tecnologia para ajudar a resolver grandes desafios em nossa sociedade”, diz Brad Smith, presidente da Microsoft.

O programa AI for Humanitarian Action foi lançado em julho de 2017 e investirá US$ 40 milhões com o objetivo de aproveitar o poder da IA para ajudar em esforços como desastres, recuperação, proteção de crianças, refugiados e pessoas deslocadas e promovendo o respeito pelos direitos humanos. A empresa fará isso trabalhando profundamente com organizações não-governamentais e humanitárias selecionadas por meio de doações, investimento em tecnologia e conhecimento compartilhado. Este programa faz parte da iniciativa AI for Good, que no decorrer de cinco anos investirá US$ 115 milhões nos programas AI for Earth, AI for Accessibility e AI for Humanitarian Action.

SOS Mata Atlântica

A Fundação SOS Mata Atlântica, ONG ambiental brasileira criada em 1986 que atua na promoção de políticas públicas para a conservação da Mata Atlântica, é a mais nova entidade brasileira a se beneficiar do programa AI For Earth da Microsoft. Este programa é parte da iniciativa AI for Good, e tem o compromisso de distribuir investimentos em inteligência artificial (IA), pesquisa e tecnologia em quatro áreas principais: mudanças climáticas, agricultura, biodiversidade e água. A ONG e a Microsoft assinaram hoje um acordo de cooperação para apoiar o projeto Observando os Rios, que reúne comunidades e as mobiliza em torno da qualidade da água de rios, córregos e outros corpos d’água das localidades onde elas vivem.

O acordo foi assinado por Olavo Garrido, diretor de Finanças e Mobilização de Recursos da Fundação SOS Mata Atlântica, pela presidente da Microsoft, Tânia Cosentino e por Brad Smith, presidente da Microsoft Corporation, em visita ao Brasil.

O projeto conta com apoio de 3.600 voluntários mobilizados em grupos de diversas origens, como escolas, universidades, igrejas, escoteiros, centros comunitários, entre outros. O monitoramento da qualidade das águas é realizado com um kit desenvolvido especialmente para a SOS Mata Atlântica. Os grupos fazem a medição uma vez por mês e enviam os resultados pela internet. Esse kit possibilita a avaliação dos rios a partir de um total de 16 parâmetros, que incluem níveis de oxigênio, nitrato, PH, odor, aspectos visuais, entre outros, e classifica a qualidade das águas em cinco níveis de pontuação, de acordo com a legislação: péssimo (de 14 a 20 pontos), ruim (de 21 a 26 pontos), regular (de 27 a 35 pontos), bom (de 36 a 40 pontos) e ótimo (acima de 40 pontos).

Com o acordo, a SOS Mata Atlântica irá aplicar tecnologia aos dados coletados, que serão carregados na nuvem Microsoft Azure, onde recursos de IA serão aplicados, fornecendo insights mais efetivos e precisos para a ONG. No futuro, será possível cruzar dados de diferentes bancos de dados, como, por exemplo, sobre doenças populacionais, e avaliar a correlação entre a qualidade das águas e doenças epidêmicas. Hoje, os resultados da análise são divulgados no relatório “Retrato da Qualidade da Água no Brasil”, amplamente distribuído anualmente, em geral no Dia Mundial da Água.

“Com esta parceria estamos unindo a ciência cidadã do nosso projeto, que utiliza uma metodologia participativa para a análise da qualidade da água, com a alta tecnologia da Microsoft. Acreditamos que daremos um grande passo para apresentar à sociedade ainda mais informações sobre a situação dos rios brasileiros”, afirma Romilda Roncatti, coordenadora do projeto Observando os Rios.

O acordo reforça o compromisso da Microsoft ao lançar a iniciativa AI for Good, que no decorrer de cinco anos investirá US$ 115 milhões nos programas AI for Earth, AI for Accessibility e AI for Humanitarian Action. “O acesso à água potável é uma necessidade humana básica e este projeto oferece uma abordagem simples, mas eficaz, que usa o poder das pessoas aliadas à tecnologia para fazer a diferença”, afirma Brad Smith, presidente da Microsoft. “Ajudar a acelerar o trabalho de organizações como a SOS Mata Atlântica é a razão pela qual lançamos o programa AI for Earth. Temos o prazer de anunciar a aprovação com sucesso deste pedido de investimento e estamos ansiosos para ver o progresso do projeto em direção a rios mais limpos e a um Brasil mais saudável ”, diz Brad Smith, presidente da Microsoft.

O programa Observando os Rios surgiu em 1991, com uma campanha que reuniu 1,2 milhão de assinaturas em prol da recuperação do Rio Tietê e originou o primeiro projeto de monitoramento da qualidade da água por voluntários, o “Observando o Tietê”. Para agregar outras bacias hidrográficas, a iniciativa foi ampliada e passou a se chamar “Observando os Rios”. Em nova fase, com o patrocínio da Ypê, o projeto formou 10 grupos de monitoramento da qualidade da água em cada um dos 17 estados da Mata Atlântica. Atualmente, também conta com apoio da Sompo e possui 236 grupos de monitoramento que analisam a qualidade da água em 278 pontos de coleta, 220 corpos d´água, em 103 municípios dos estados de AL, BA, CE, ES, GO, MG, MS, PB, PE, PI, PR, RJ, RN, RS, SC, SE, SP e DF, envolvendo cerca de 3,6 mil pessoas.

APP usa inteligência artificial para autodesenvolvimento dos colaboradores

A HSD, consultoria com 20 anos na gestão estratégica de RH, acaba de lançar uma nova Plataforma Digital de Mapeamento de Percepções que alia os conceitos de Psicologia Organizacional à Tecnologia. Apelidado de PSIT – uma combinação de Psicologia com Tecnologia – o app permite aos próprios profissionais de uma equipe registrarem suas percepções dentro de um leque de dimensões e fatores que buscam contribuir para os resultados organizacionais. A plataforma digital ainda fornece dicas (feedforward) que direcionam o indivíduo ao autodesenvolvimento mediante o uso de Inteligência Artificial e algoritmos de People Analytics.

“O conceito do PSIT é ser uma plataforma de registro de percepções positivas, anônimas e pessoais, ou seja, sem interferência ou visualização individual da organização. Ele comunica gaps, mas por meio da ausência de fatores positivos percebidos e não focando em falhas, e ainda estimula o colaborador a se aprimorar através de um pacote de dicas disponibilizadas”, explica a CEO da HSD, Susana Falchi.

As percepções são regidas por uma pergunta: quais foram as contribuições do indivíduo para que os resultados empresariais fossem alcançados? A análise se dá mediante um conceito sistêmico representado por um triedro chamado de Triângulo das Polaridades, que reúne três grandes dimensões: ação, conexão e conhecimento. Estas são abertas em outros cinco fatores previamente definidos que direcionam o mapeamento das percepções positivas observadas na rotina do indivíduo. O score vai de 1 (pequena percepção positiva observada) até 5 (percepção positiva máxima).

“As três dimensões quando em plena potência, ou seja, seus cinco fatores em score máximo, geram na organização a criação de um equilíbrio chamado também de 4ª dimensão ou Alta Performance que, por definição, cria na organização uma dinâmica de eficácia direcionando todos colaboradores na obtenção de resultados empresariais máximos”, afirma Flavio Marqueti, executivo com larga experiência empresarial e empreendedora que acaba assumir o braço tecnológico da HSD como CTO.

A organização também pode utilizar o PSIT de forma semelhante ao profissional, ou seja, conferindo scores via web e colhendo mensagens de feedforward. No entanto, os gestores não têm acesso ao perfil de cada indivíduo e ao registro de percepção de cada um, pois o anonimato das contribuições é garantido. “Por ser uma plataforma de registro de percepções anônimas, retira do resultado o poder da dúvida já que não se julga quem emitiu a percepção dando um peso positivo ainda maior e, por seu resultado ser visualizado apenas pelo indivíduo, o deixa como único dono das percepções recebidas e o responsabiliza exclusivamente de exercitar as dicas encaminhadas a partir do seu score”, diz Susana.

Como plataforma de mapeamento, o PSIT traz na sua essência correções de rota que tornam o desenvolvimento do indivíduo mais leve, mais dinâmico e mais maduro. Além disso, retira da empresa o peso da promoção de programas de desenvolvimento e transfere a responsabilidade pelo autodesenvolvimento ao indivíduo. O app também retira da pauta a expressão “avaliação de aspectos negativos” e incorpora o termo “percepção de aspectos positivos” que, aliado a uma sistemática de dimensionamento de gaps para a posição de alta performance, mostra ao colaborador onde está e como deve fazer para evoluir para o próximo estágio.

Outra característica importante do PSIT é o abandono do conceito de feedback – olhar para o passado- e a adoção dos parâmetros do feedforward – olhar durante a atuação com visão de futuro impulsionando a organização a evoluir constantemente.

O PSIT está disponível na App Store ou Google Store, maiores detalhes no site www.psith.com ou páginas no LinkedIn, Facebook e Twiter.

HP e Siemens aprofundam parceria em manufatura aditiva em busca de avanços para indústria

A HP e a Siemens anunciaram recentemente (13/05) a ampliação de sua parceria estratégica que irá auxiliar clientes que desejam transformar seus negócios com a manufatura aditiva. A Siemens, líder inovadora na área de automação e digitalização, e a HP, líder em impressões 3D industriais, expandirão sua solução de manufatura aditiva, incorporando novos sistemas e inovações no software incluindo o gerenciamento geral do ciclo de vida do produto, otimização da manufatura aditiva, impressões 3D industriais e inteligência de dados, execução de fabricação e análise de desempenho. A integração entre a nova impressora 3D da HP, Jet Fusion 5200 Series, com o Digital Enterprises da Siemens permite que as indústrias tragam peças impressas em 3D para o mercado mais rapidamente, de forma mais econômica, mais sustentável e em volumes maiores nunca alcançados.

O anúncio dessa parceria foi feito durante evento para celebrar a adição do novo Centro de Competência de Polímero ao Centro de Experiência de Manufatura Aditiva Siemens (AMEC) em Erlangen, Alemanha, onde a HP também apresentou sua nova impressora 3D HP Jet Fusion 5200 Series com desempenho industrial.

“Estamos animados com essa expansão da colaboração com a HP. Parcerias inovadoras e tecnologias de ponta, como a manufatura aditiva, são essenciais para a transformação digital de empresas em todos os setores. A Siemens e a HP estão pensando no futuro e reunindo o melhor das duas empresas em uma solução completa específica para o setor que acelerará a adoção da manufatura aditiva industrial e ajudará nossos clientes a aumentar a flexibilidade, a eficiência e a velocidade da manufatura digital “, disse Klaus Helmrich, membro do Conselho de Administração da Siemens AG e CEO de Digital Industries.

“Estamos orgulhosos em fazer parte dessa parceria com a Siemens capaz de tornar peças de alto desempenho, produtos personalizados e produção 3D serializada uma realidade para nossos clientes”, disse Christoph Schell, presidente de impressão 3D e fabricação digital e membro da equipe de liderança executiva da HP Inc. “A HP e a Siemens compartilham a visão de que os sistemas de manufatura digital são catalisadores de mudanças – software expandido, dados, serviços e soluções de produção industrial que levam a novos recursos de fabricação, aplicativos inovadores e resultados de negócios para nossos clientes.”

A solução de manufatura aditiva expandida da Siemens e da HP integra hardware, software, inteligência de dados e serviços para otimizar a eficiência de todo o processo de manufatura, desde o projeto e a simulação até o planejamento, execução, qualidade e controle da produção. Esse ambiente de loop fechado integrado, respaldado pelas principais forças do setor, agiliza todas as fases do design e da impressão 3D de peças serializadas – em maior escala e com maior qualidade e menos desperdício.

“Como fornecedor de soluções e serviços, queremos unir-nos a parceiros fortes que possuam a expertise necessária em materiais e processos de fabricação para apoiá-los na produção de sistemas de impressão 3D”, explicou Klaus Helmrich.

A solução combina a impressão 3D e a plataforma de dados 3D da HP, incluindo o novo sistema Jet Fusion 5200 com o software Digital Industries da Siemens, o NX CAD / CAE da Siemens e o NX AM para o módulo de software HP Multi Jet Fusion, com interface direta de impressor; e certificação pela HP para o HP MJF 5200 que estará disponível ainda este ano. Bem como o Teamcenter para PLM, o Tecnomatix Plant Simulation, o Simatic IT para fabricação e o MindSphere para análise de desempenho e Industrial IoT. A HP e a Siemens continuarão a alinhar o desenvolvimento de suas tecnologias futuras para garantir que os clientes possam capitalizar as inovações de fabricação digital em andamento de ambas as empresas.

“A HP e a Siemens estão construindo uma visão criada em 2016. Hoje, graças aos avanços nos sistemas de impressão 3D e portfólio de inteligência de dados da HP e ofertas da Siemens AM, a solução integrada de ponta a ponta alcançou um nível de eficiência que permite indústrias produzirem peças 3D de alta qualidade em volume”, continuou o Christoph Schell da HP.

A cooperação está associada ao novo Centro de Competência de Polímeros da Siemens, que será o ponto focal para as duas empresas trabalharem em conjunto com os clientes automotivos e industriais para criar designs de produtos exclusivos, apresentar peças 3D impressas para o mercado mais rapidamente e configurar ambientes de fábrica digital que libertam todo o potencial da manufatura aditiva.

“A Volkswagen é parceira da HP e da Siemens e estamos empolgados em ver esses líderes de mercado unirem forças para liberar o poder da manufatura aditiva industrial. Como uma das maiores montadoras do mundo, vemos enormes oportunidades para as tecnologias de fabricação digital acelerarem nosso ciclo de inovação, levar novos produtos ao mercado mais rapidamente e melhorar nossa eficiência e sustentabilidade de fabricação. Estamos ansiosos para colaborar com a HP e a Siemens para explorar mais aplicações de impressos em 3D que nos ajudem a oferecer experiências ainda melhores para nossos clientes”, disse Martin Goede, Chefe de Planejamento e Desenvolvimento Tecnológico da Volkswagen.

A HP, a Siemens e seus clientes inicialmente explorarão essas aplicações em áreas como personalização, otimização de dinâmica de fluidos, e absorção de energia, entre outros.

Brasil se destaca no competitivo mercado de startups da América

Por André Bain

Recentemente participei do eMerge Americas, um evento que reúne grandes corporações e traz palestrantes de diversos segmentos para apresentar tendências no mercado de tecnologia e empreendedorismo. O grande foco do evento nos últimos anos tem sido o fomento a startups de diversos segmentos de todos os países do continente americano, que participam em módulos específicos para esse tipo de empresa.

Em seu DNA, o eMerge – e toda a movimentação que ele gera – busca trazer à tona discussões sobre o que se tornará tendência no mercado de empreendedorismo e tecnologia. Figuraram nessas conversas o aumento e importância da presença feminina no meio empreendedor e de investimentos em negócios, as tendências em marketing digital, tecnologias de suporte à gestão, IoT – Internet das coisas e a discussão ainda acalorada sobre blockchain, inclusive trazendo casos reais de empreendedores que estão efetivamente usando esse tipo de tecnologia como forma de fomento ou desenvolvimento de negócios. No primeiro dia estas discussões foram encerradas com a performer e engenheira de som Imogen Heap que mostrou, além de suas habilidades no campo da música que lhe geraram diversos prêmios Grammy, suas luvas musicais disruptivas Mi.Mu, que produzem música via software por meio de gestos. Além do produto inovador, ela explicou como fez uso de criptomoedas para custear o projeto.

Entre conversas, apresentações de negócios e interações, das 100 startups inicialmente escolhidas para participar entre milhares de inscritas, chega-se a 25 empresas das quais apenas 5 serão selecionadas para os pitches finais. Elas realizam apresentações para uma plateia de mais de 1.000 pessoas, além de serem avaliadas por experts do segmento, membros da organização do eMerge e uma celebridade empreendedora convidada – que nesse ano foi o músico Pitbull.

Os speed dates (traduzidos de forma simplória como “encontros rápidos”) promovidos pela 100 Open Satrtups são outro destaque do evento, permitindo que empresas busquem produtos e serviços que atendam suas áreas de inovação ou ainda que investidores encontrem novos negócios interessantes para injetar capital. De forma descomplicada, os empreendedores e seus negócios podem ser abordados e têm a chance de apresentar e conquistar contratos e investimento.

A qualidade das startups que chegam ao eMerge Americas em busca de um lugar de destaque é incrível: discursos bem construídos, cases, análises de negócio bem-feitas e resultados surpreendentes já demonstrados estão entre os pontos que me impressionaram ao circular em meio a outros empreendedores e entender seus negócios e caminhos trilhados. É possível observar essa força presente em empresas em todo continente americano, o que mostra claramente o impacto que o movimento das startups tem gerado na economia dos países por toda a América.

No fechamento do eMerge, as 5 startups reconhecidas mostraram como o mercado é diverso e promissor: da grande vencedora, KnoNap, empresa norte americana que trouxe como tecnologia um guardanapo especialmente projetado para detectar drogas prejudiciais em bebidas, passando por um sistema de pagamento criado no México, o Swap. O Brasil também se viu representado nesse seleto grupo com a Flowsense, uma empresa que fornece soluções de análise comportamental e engajamento de usuários de aplicativos via geolocalização. Além disso, tivemos também a Colômbia representada pelo app de compras TiendApp e uma outra empresa norte americana, com sede em Miami, chamada Bioverse Labs, cujo CEO é brasileiro, e que trouxe como produto um controle de insetos focado em manter a biodiversidade.

O que posso dizer é que, em um meio tão competitivo de novos negócios e fóruns discutindo tecnologias que ainda parecem distantes do dia a dia da grande maioria, fazer parte de uma startup reconhecida pela audiência do evento foi incrível e mostrou que, mesmo com tantos percalços, o mercado latino americano – incluindo o Brasil – tem conseguido se destacar com empresas promissoras. Eventos como este, somados a notícias cada vez mais frequentes sobre feitos realizados por startups “unicórnios” nacionais passando a atuar em países como México, Argentina, Colômbia e outros, me permite afirmar que ainda há espaço para crescimento. Vamos acompanhar e ajudar a escrever os próximos capítulos dessa história!

André Bain, CEO da Flowsense

Tags, ,

Transamerica Expo Center apresenta nova identidade visual e conceitual em festa tecnológica

Para celebrar seus 18 anos no mercado de feiras e eventos, o Transamerica Expo Center apresentou suas mais recentes mudanças no espaço localizado na Zona Sul de São Paulo, a 600 metros da estação de trem e metro. Reconhecido como um dos mais importantes e versáteis Centros de Convenções na América Latina, o Transamerica adota uma nova identidade visual e apresenta os resultados do retrofit iniciado em 2018. O evento contou com a história do espaço projetado nas paredes, usando a tecnologia de vídeo mapping e surpreendeu os convidados.

“Entendemos que era hora de oferecer um produto mais premium, mais nobre para nossos clientes. O objetivo é se desprender do conceito de um pavilhão de eventos que não oferece o glamour e suporte necessários para o que de fato oferecemos. Somos um espaço que conta com sete halls, que atuam de forma independente e podemos receber diversos eventos simultaneamente. Depois de muito estudo e trabalho ao longo de 18 anos, a marca atinge sua maioridade e se posiciona adotando de forma pioneira o conceito de halls”, explica Alexandre Marcilio, diretor-geral do Transamerica Expo Center.
A “casa” de eventos como Expo Revestir, Eletrolar Show e Arnold South America hoje possui infraestrutura diferenciada em termos de climatização e isolamento acústico que, por estes atributos, se destacam como verdadeiros halls.

“Investir em qualidade, tecnologia e conforto. Isso gera demanda e traz retorno. São Paulo é vocacionada para esse serviço e quanto mais tiver infraestrutura – como a que encontramos aqui no Transamerica -, mais e mais a prefeitura vai querer ser parceira e louvar investimento em iniciativas como essas que movimentam a economia local”, ressaltou o prefeito Bruno Covas (PSDB). Junto dele estavam Vinicius Lummertz (secretário estadual de turismo em São Paulo), Edson Caram (secretário municipal de Mobilidade e Transportes) e Orlando Faria (secretário municipal da Cidade de São Paulo).

Para se posicionar como espaço de eventos premium, o Transamerica recebeu investimentos de R$ 20 milhões. O retrofit na área de 40 mil m² incluiu a transformação da área externa central dos halls em boulevard com área verde, pergolados e quiosques, possibilitando a descompressão e tornando o ambiente mais agradável e estimulante e um verdadeiro espaço de convivência. Um grafite do artista Roberto Bieto emoldura a entrada dos visitantes, dando um ar contemporâneo.

No palco, o prefeito anunciou a assinatura de novos contratos de concessão de ônibus da cidade de São Paulo beneficiando a região do Transamerica. “Gostaria também de agradecer ao Transamerica que acredita na cidade de São Paulo e investe nesta metrópole que é vocacionada para o turismo de eventos. A cidade concentra 42% eventos do Brasil. Isso faz com que 8,8 milhões de pessoas por ano passem por eventos e movimentem mais de R$ 16 bilhões. É muito dinheiro. Esse investimento apresentado hoje, não beneficia apenas a diretoria do Transamerica, mas sim, toda São Paulo que ganha com geração de emprego e renda”, finalizou Covas.

Com uma agenda de eventos programados até 2025, a estratégia no novo momento passa também pela consolidação de seu trabalho como produtor de eventos. Atualmente, o Transamerica já conta com cinco congressos em seu portfólio, sendo dois já consolidados e reconhecidos: o Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA) e o Congresso de Desenvolvimento Profissional em Enfermagem (Condepe). Outros dois têm sua primeira edição em 2019 – Global Summit Telemedicine & Digital Health e Youth Agribusiness Movement International (Yami) -, além de um quinto projeto em fase de concepção, com agenda prevista para 2020.

NOVA IDENTIDADE VISUAL

Para acompanhar o novo momento, a logomarca também mudou. Marcilio ressalta que a identidade visual remete aos pilares do Transamerica – modernidade, atualidade, tecnologia, infraestrutura e serviços. “Nossa estrela se reveste de uma cor mais moderna que acompanha nosso conceito premium”.

HISTÓRIA

Com objetivo inicial de ser um lugar para treinamentos, reuniões e eventos pequenos, o Transamerica Expo Center foi inaugurado com três halls – A, B e C – em 2001. A primeira expansão aconteceu em 2006 com a criação de dois halls adicionais aumentando o espaço em 10 mil m². O hall E permitiu o conceito de modulação, ou seja, a possibilidade de dividir o espaço de forma heterogênea. A segunda intervenção aconteceu em 2012 estabelecendo a área locável em 40 mil m² e adicionando um estacionamento no subsolo para 500 carros. Em 2019, o Transamerica aplicou o conceito de retrofit e inclui um boulevard na recepção dos visitantes.

Tags,

Conheça as 10 profissões do futuro na nova economia

Por Rodrigo Pimenta, CEO da Hubchain Technologies

O impacto de uma nova tecnologia sempre causa grandes transformações nos mais diversos setores, ainda mais quando o assunto é mercado de trabalho. Novas gerações de profissionais acabam tendo que se adaptar ao contexto trazido pela era digital. Segundo estudo do Instituto Sapiens, diversas profissões estão correndo risco de extinção nos próximos anos. Dados do Ministério do Trabalho da França, concluem que empregos em bancos, cujo número caiu 40% entre 1986 e 2016, poderem desaparecer totalmente até 2050. Por outro lado, novas tecnologias emergentes geram novas oportunidades e aquecem com velocidade uma nova safra de necessidade e nível de profissionais.

Confira abaixo 10 profissões e oportunidades relacionadas ao Universo Blockchain:

Analista DevOp Blockchain: profissional com visão de implementar blockchain desde protótipo, infraestrutura, frontend, backend e integrações.

Cientista de Dados Blockchain: responsável por entender a estrutura desnormalizada de origem blockchain, tornando-a em estrutura de dados normalizada, assim como garantindo sua integridade pela validação dos blocos , criptografia e verificação de integridade das árvores merkle.

Arquiteto de Sistemas Blockchain: especialista em criar, integrar e aconselhar o não uso de tecnologia blockchain em projetos de forma técnica de acordo a necessidade ou linha de negócio.

Contador para Ativos Blockchain/DLT: habilitado em validar ou emitir todos os documentos contábeis, baseando em notação de contabilidade financeira em blockchain para uma firma do setor.

Auditor/Perito em Ativos Blockchain/DLT: cuida da validação e emissão de todos os documentos contábeis, baseando em notação de contabilidade financeira em blockchain para firma de Auditoria/Perícia.

Analista de Infra IoT Blockchain (Internet das Coisas): especialista habilitado na disponibilização de infraestrutura cabeada, 3G/4G e wifi de acordo com a latência e qualidade de serviço do equipamento (IoT) x qualidade de mínima de resposta para a necessidade real time de soluções integradas com blockchain.

Analista de Governança Empresas com Blockchain/DLT: qualificado em manter, evoluir e implementar boas práticas de administração, processos e mitigação de riscos, tendo como um dos pilares tecnológicos o blockchain em seu negócio.

Analista de Compliance Empresas com Blockchain/DLT: responsável por garantir e sugerir boas práticas de administração, processos e mitigação de riscos, de acordo com normas, lei e regras existentes ou até boas práticas do mercado, tendo como um dos pilares tecnológicos o blockchain em seu negócio.

Consultor Blockchain para Negócios: atua na função de encontrar oportunidades, parceiros e solucionar problemas reais que seriam muito complexos, com risco operacional e sistêmico e com custo muito menor de tempo e investimento.

Gestor de Fundos Tokenized/CriptoAtivos: opera na área de bolsa de valores/trading/funding, com foco em Token/CriptoAtivos, sendo conhecedor da legislação, com habilidade na gestão desde grandes fundos até investidores com pouca ou zero experiência.

Desta forma, podemos concluir que o universo blockchain abre várias portas no mercado de trabalho, ingressando no modelo econômico moderno, dando oportunidades e gerando empregos para aqueles que desejam atuar no meio.

Startups brasileiras poderão conhecer gratuitamente o ecossistema de Boston

A 8ª edição do StartOut Brasil, programa de apoio à inserção de startups brasileiras nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo, está com inscrições abertas. De 24 de maio a 17 de junho, os empreendedores interessados em realizar uma imersão em Boston (EUA) deverão fazer sua inscrição aqui.

Realizado pelo Ministério da Economia, Agência Br asileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Ministério das Relações Exteriores (MRE), SEBRAE e Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), o programa já realizou 91 atendimentos sobre internacionalização e levou 72 startups para participar de missões de imersão em Buenos Aires, Paris, Berlim, Miami, Lisboa e Santiago.

Segundo Igor Nazareth, Subsecretário de Inovação no Ministério da Economia, o programa é de extrema importância para as startups brasileiras, pois elas tendem a olhar apenas para o mercado doméstico. “O StartOut Brasil busca justamente alterar essa mentalidade, mostrar as oportunidades de ganhar novos mercados e apoiar essas startups no processo de internacionalização. A participação do Governo é necessária para ajudá-las a despertar um olhar global, atrair a v isibilidade necessária para a expansão de seus negócios e conectá-las com parceiros estratégicos’, afirma.

O programa tem duração de cerca de 20 meses, sendo aproximadamente dois meses de preparação, uma semana de imersão no ecossistema escolhido e mais 18 meses de apoio para promoção de exportação do produto/serviço, instalação no país visitado, atração de investimentos, monitoramento de resultados, entre outras atividades.

Para participar, as startups devem ter faturamento (de preferência acima de R$500 mil por ano) ou já ter recebido algum tipo de investimento, ter tração no mercado doméstico e condições concretas de se internacionalizar, sem comprometer suas operações locais. É importante também que as empresas tenham 100% da equipe dedicada ao negócio e domínio do inglês.

Até 20 startups serão selecionadas, sendo 15 negócios na categoria “ampla concorrência”, que são startups que nunca participaram ou participaram de apenas um ciclo do StartOut Brasil; e 5 startups na categoria “graduadas”, composta por empresas que já estiveram em dois ou mais ciclos de imersão oferecidos pelo programa. O resultado será anunciado em 18 de julho no website do programa.

Seleção e preparação

Após enviar o formulário preenchido obrigatoriamente em inglês, apresentando dados específicos sobre a empresa e mercado alvo, cada startup será inicialmente analisada por avaliadores das instituições organizadoras, e as 40 startups mais b em posicionadas serão avaliadas por especialistas no mercado de destino.

Para extrair ao máximo o que o destino tem a oferecer, as startups passarão por um processo de preparação para a missão, que dura de seis a oito semanas. Durante esse período, os empreendedores recebem consultoria especializada em internacionalização; acesso à plataforma “Passaporte para o Mundo” da Apex-Brasil; conexão com mentores que conhecem o ecossistema de destino; workshop presencial em São Paulo; e sessões online de treinamento de pitch.

A imersão no ecossistema de Boston será realizada entre 22 e 27 de setembro, quando as startups terão uma agenda voltada à prospecção de clientes e investidores e à conexão a ambientes de inovação, com visitas a aceleradoras, incubadoras e empresa s locais. Elas também farão rodadas de reuniões com prestadores de serviços; reuniões de negócios organizadas por matchmaker e um Demoday com investidores.

Missão em Boston

A cidade mais populosa do estado norte-americano de Massachusetts foi escolhida como destino da próxima missão do StartOut Brasil após avaliação do potencial do mercado, seu tamanho e maturidade do ecossistema. Boston se mostrou um importante “hub” de inovação e empreendedorismo científico-tecnológico.

A segunda maior comunidade brasileira nos Estados Unidos, ficando atrás apenas da Flórida, abriga mais de cem instituições de ensino superior, como a renomada universidade de Harvard e o importante Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), parques tecnológicos de ponta e mais de 400 empresas de alta tecnologia apenas no pequeno perímetro de Kendall Square/Cambridge.

Além disso, a região tem uma economia embasada em setores como energias renováveis, equipamentos eficientes, tecnologias da informação e softwares e apresenta índices de desenvolvimento superiores aos dos demais estados do país, principalmente nas áreas de tecnologia, biotecnologia, saúde e serviços financeiros.

Futuro do trabalho: como as empresas devem se adaptar às mudanças?

Por Jacob Rosenbloom, CEO da fintech LEVEE

Quando falamos em tecnologia aplicada a empregabilidade, há duas vertentes que entram em debate. Há uma parcela da sociedade que acredita que a inteligência artificial irá tomar o lugar da força de trabalho humana e outra vertente que acredita que a inovação e a tecnologia podem ser aliadas do profissional neste cenário de evolução constante em que vivemos.

Creio que a tecnologia não irá destruir os empregos atuais. Ao contrário, diante de um futuro de mudanças e incertezas percebemos que é, justamente, ao apostar no uso de tecnologias como o machine learning, que as empresas podem alavancar os negócios.

A velocidade das mudanças traz a necessidade de uma maior dinamicidade no mercado de trabalho. Por isso, do que se pressupõe, a influência da inteligência artificial tende a colaborar para a geração de empregos, e não na eliminação deles. É o que afirma a agência Gartner de pesquisas. Segundo ela, até 2025, a inteligência artificial será responsável pela criação de até 2 milhões de postos de trabalho nos mais diversos setores, desde saúde, educação e governo até as manufaturas.

A necessidade de reinvenção não está apenas na execução dos cargos de trabalho, mas também no uso da tecnologia para criar formas de contratação mais assertivas e que gerem uma maior capacidade de retenção. Como fazer isso? Na maioria das vezes a resposta para esta pergunta está nos indicadores do próprio negócio e nas áreas de contratações das empresas.

Uma tendência é o uso da tecnologia para melhorar a eficiência e eliminar processos manuais, burocráticos e suscetíveis a um viés inconsciente. Com o machine learning aplicado ao RH, por exemplo, é possível ir além da gestão digital de currículos e agendamento de entrevistas para contratações e a tecnologia também pode ser uma ótima aliada em outras atribuições do departamento de recursos humanos.

Com o uso de algoritmos especializados, o departamento de R&S, pode ser otimizado, o que torna o processo mais ágil, eficiente e assertivo.

Acredito que ainda estamos longe da guerra entre máquinas e humanos que vemos nos filmes de ficção científica, e muito provavelmente isto nunca acontecerá. É possível criar um cenário em que a inovação seja aliada da força de trabalho e cada vez mais esta se torna uma perspectiva real. A ciência de dados torna-se a cada dia mais acessível para não especialistas gerando impactos altamente positivos para economia mundial e principalmente para países que possuem economias em desenvolvimento, como o Brasil.

Tags, ,