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eBay lança nova página com preços de até 10 dólares

As compras sem culpa acabaram de ganhar um novo visual. O eBay, marketplace com todas as suas descobertas favoritas, está lançando no Brasil a sua campanha “abaixo de US$ 10 dólares” – um novo destino que oferece os melhores itens em centenas de categorias com algumas promoções que oferecem também frete grátis.

De óculos para os fins de semana por US$ 5 dólares a impressionantes capas de iPhone de US$ 3 dólares, “Abaixo de US$ 10 dólares” (https://www.ebay.com/rpp/latm-under-10-pt) oferece aos consumidores milhões de itens totalmente novos que cabem em cada bolso. Além da categoria, os compradores podem procurar itens de tendência por preço, como “tecnologia abaixo de US$ 3 dólares” e “beleza abaixo de US$ 10 dólares”, além de roupas masculinas e femininas, fitness, decoração de casa entre outros.

“Nada supera a emoção de descobrir itens incríveis a preços incríveis e, com a campanha “abaixo de US$ 10″, estamos tornando cada vez mais simples comprar itens novos e acessíveis no eBay”, concluiu Carol Eid, Gerente de Marketing para América Latina.

“Abaixo de US$ 10 dólares” destaca o melhor do inventário do eBay:

● Videogames abaixo de US$ 10 dólares

● Relógios abaixo de US$ 10 dólares

● Fones de ouvido abaixo de US$ 10 dólares

● Óculos de sol masculinos e femininos abaixo de US$ 5 dólares

● Cases de telefone de até US$ 3 dólares

O eBay está focado em transformar e melhorar a experiência a qualquer comprador, a página “abaixo de US$ 10” é um dos esforços para os amantes do eBay obterem o artigo que estão procurando em mais de 500 milhões de artigos disponíveis para a América Latina.

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Com novo investimento de 100 milhões de euros, Atos e Siemens fortalecem aliança

A Atos e a Siemens anunciaram o reforço de sua bem-sucedida aliança estratégica, iniciada em 2011. O programa conjunto de investimento e inovação foi aumentado em 100 milhões de euros, totalizando 330 milhões. O objetivo é acelerar ainda mais as atividades até 2020, por meio da colaboração digital e estratégias comercias.

O programa conjunto de investimento e inovação fortalecerá produtos como a plataforma MindSphere-Codex de IoT – sistema para indústria baseado em nuvem que conecta produtos, instalações, sistemas e máquinas para gerenciamento de dados com análises avançadas. Também visa fortalecer a estratégia digital da Siemens e da Atos, além de desenvolver habilidades comuns em análise de dados, inteligência artificial, serviços avançados de conectividade e IoT, segurança cibernética e tecnologias de serviços digitais para apoiar a transformação digital de seus clientes.

Desde o início da parceria, em 2011, a Atos e a Siemens alcançaram uma entrada de pedidos combinada de 2,5 bilhões de euros, superando significativamente todas as expectativas. Em sua última reunião, em 9 de março, o Conselho da Aliança expressou sua satisfação com o desempenho da colaboração comercial, que continua a exceder seus objetivos.

“A Aliança continuou a apresentar excelentes resultados de negócios, ao mesmo tempo em que enfrentou os importantes desafios das tecnologias digitais e inovadoras”, disse Roland Busch, diretor de tecnologia e membro do Conselho de Administração das companhias. “Vamos combinar ainda mais os pontos fortes de ambas as empresas e alavancar o programa de investimento conjunto para aprofundar nossas abordagens em áreas como segurança cibernética e inteligência artificial. Também é importante para nós ter a Atos como um parceiro-chave no ecossistema do MindSphere, a base de nossas ambições”, completou.

“A aliança estratégica entre a Atos e a Siemens é única em nosso setor. Através de nossa colaboração digital, combinamos nosso conhecimento industrial e tecnológico para apoiar juntos, de ponta a ponta, a transformação digital de nossos clientes”, disse Thierry Breton, presidente e CEO da Atos SE. “Com a combinação MindSphere-Codex de IoT, estou confiante de que nossos clientes se beneficiarão ainda mais da nossa aliança estratégica”.

A Atos e a Siemens formaram uma parceria estratégica global no verão de 2011. Como parte dessa parceria, a Siemens transferiu para a Atos suas atividades de soluções e serviços de TI em troca de 12,5 milhões de ações da Atos. O acordo deu origem a um novo campeão europeu de TI em integração de sistemas, gerenciamento de aplicativos, computação em nuvem, com soluções para os setores de software, mobilidade, tecnologias de construção, redes elétricas inteligentes e outros serviços digitais.

Brasil tem mais de 120 startups com soluções para área de RH, revela estudo Liga Insights HR Techs

No Brasil, existem atualmente 122 startups com soluções tecnológicas para o segmento de Recursos Humanos, sendo que 17% delas trazem soluções para a área de Recrutamento e Seleção, outros 17% em Cursos, Treinamentos e Learning, seguido pelas startups com soluções para Pontos, Operações e Folhas de Pagamento com 12%. Outras 10% oferecem tecnologias para a Saúde Ocupacional e 9% para Avaliação de Performance; Plataforma de Vagas e Engajamento de Funcionários ficam com 7% cada; no final da lista temos Análise de Pessoas e Perfis (People Analytics) com 5%, mesma porcentagem da área de Gestão de Benefícios e portais de Temporários / Freelancers.

Os dados são do Liga Insights HR Techs – insights.liga.ventures/hrtechs -, maior estudo já feito no Brasil sobre startups do setor, realizado pela Liga Ventures – aceleradora e0specializada em gerar negócios entre startups e grandes empresas – que analisou um banco de dados com mais de 8 mil startups em todo país e destacou as que atendem o setor de RH.

O levantamento apresenta o crescimento no número de HR Techs nos últimos anos no Brasil e revela uma tendência para os próximos anos: incluir cada vez mais soluções tecnológicas para melhoria de áreas como Aquisição de Talentos, Operações, Desenvolvimento Organizacional, Performance e Monitoramento. “As tecnologias para o setor de RH têm o propósito não só de solucionar problemas estruturais e operacionais, mas também de serem ferramentas para reinventar processos do segmento e dar espaço para o RH ser ainda mais ativo na estratégia das organizações”, explica Rogério Tamassia, cofundador da Liga Ventures.

Tecnologia ajuda na análise de comportamento, acompanhamento do bem-estar e engajamento dos colaboradores

As startups oferecem soluções para análise de dados e acompanhamento do comportamento dos colaboradores por meio de analytics e inteligência artificial. “Equipes de RH de grandes corporações já estão aplicando essas novas tecnologias para entender e analisar processos e pessoas, e essas novidades já mostram resultados bastante positivos, como redução de custos e do tempo gasto com atividades repetitivas, além de melhoria de performance e aumento do engajamento dos colaboradores”, analisa Raphael Augusto, startup hunter da Liga Ventures e responsável pelo estudo.

Maioria das startups são de São Paulo

Os estados de São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio de Janeiro concentram o maior número das startups do segmento. O estudo mostra, no entanto, que a grande maioria das startups estão localizadas em SP (66%), seguido de MG com 8%, SC e RJ ficam com 7%.

Liga Insights HR Techs

Veja o levantamento completo aqui:

insights.liga.ventures/hrtechs

Fonte:

Banco de dados com 8.434 mil startups brasileiras, que incluem inscrições para os programas de aceleração e eventos da Liga Ventures, recomendações, notícias em portais de negócios e busca ativa de startups.

O estudo contou com o apoio de conteúdo do Ibmec-SP e Astella Investimentos.

Número de startups no segmento: 122.

Entrevistados no estudo: mais de 20 pessoas – entre empreendedores e líderes de RH de grandes empresas.

Áreas das startups mapeadas:

– Plataforma para Entrevistas
– Gestão de Benefícios
– Temporários / Freelancers
– People Analytics (Análise de pessoas e perfis)
– Engajamento de Funcionários
– Plataforma de vagas
– Avaliação de Performance
– Saúde Ocupacional
– Controle de Ponto, Operações, Folha e GED
– LMS, Cursos, Treinamentos e Learning
– Recrutamento e Seleção

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Para superar escassez de talentos, empresas brasileiras visam melhor experiência no local de trabalho

Com objetivo de aumentar os esforços para melhorar a experiência no local de trabalho, 94% dos empregadores brasileiros acreditam que uma experiência positiva é fundamental para atrair e engajar talentos. De acordo com o relatório anual Talent Trends, da Randstad Sourceright, realizado com mais de 800 executivos sêniores e líderes de recursos humanos no mundo, 51% dos líderes de talentos do Brasil planejam aumentar a verba destinada à melhoria da experiência do local de trabalho. Além disso, 62% aumentarão o orçamento destinado à melhoria da experiência do candidato.

Para 86% dos líderes do país, o objetivo da estratégia de talento é ter impacto mensurável e, para 78%, a estratégia de aquisição de talento está mais relacionada à criação de valor total para a companhia do que à economia de custos. “As empresas brasileiras perceberam que o candidato qualificado não avalia mais uma proposta somente pelo cargo ou salário. O talento atual, que é disputado pelas empresas, quer se identificar com a cultura de empresa que trabalha, ter equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e quer um ambiente que o desafie”, explica Pavel Kerkis, diretor da Randstad Sourceright.

Novas demandas exigem novas abordagens. Por isso, para encontrar o melhor candidato para cada vaga, as empresas têm adotado ferramentas tecnológicas para a realização do processo de recrutamento. Para 94% dos líderes de RH brasileiros, a tecnologia aumenta a atração, o engajamento e a retenção de talentos – e 78% também percebe que a tecnologia tornou o recrutamento mais simples e eficiente. Em relação ao uso na tomada de decisões mais inteligentes, 90% afirma que a tecnologia ajuda e que os dados preditivos são os que mais recebem investimentos.

Para Pavel, a lógica é simples. “As empresas querem escolher o melhor talento para compor seu time. Isso inclui ser alguém, não só com as capacitações necessárias, mas alinhado à cultura e estratégia de negócio da empresa. Nesse sentido, a inteligência artificial permite coleta de novas informações que afinam a busca pela pessoa certa”, explica. Porém, o benefício não é só da empresa. “Os profissionais que estão passando pelo processo seletivo também ganham, já que para a empresa encontrar o candidato ideal, ela precisa transmitir o máximo de seus valores. Esse é o momento que o candidato pode colher informações e avaliar se ele combina com aquele empregador”, orienta.

Para enfrentar um mercado de trabalho acirrado, as empresas precisarão seguir uma estratégia diversificada de contratação, que incentive os funcionários com melhor desempenho, enquanto atrai os talentos difíceis de serem encontrados de forma eficiente.

Principais Resultados do 2018 Talent Trends Report – Recorte Brasil

Tecnologia de RH:

• 94% dos líderes de RH brasileiros acredita que a tecnologia aumenta a atração, o engajamento e a retenção de talentos
• 78% percebe que a tecnologia tornou o recrutamento mais simples e eficiente.
• 90% afirma que a tecnologia ajuda em tomadas de decisões mais inteligentes
• 90% afirma que os dados preditivos são os que mais recebem investimentos

Experiência do candidato:

• 94% dos empregadores brasileiros acredita que uma experiência positiva é fundamental para atrair e engajar talentos
• 51% dos líderes de talentos do Brasil planeja aumentar a verba destinada à melhoria da experiência do local de trabalho
• 62% aumentarão o orçamento destinado à melhoria da experiência do candidato.
• 10% planejam fornecer treinamento ou requalificação para funcionários nos próximos doze meses

Negócios:

• 86% dos líderes do país dizem que o objetivo da estratégia de talento é ter impacto mensurável no negócio
• 78% acredita que a estratégia de aquisição de talento está mais relacionada à criação de valor total para a companhia do que à economia de custos

Adoção da automação:

• 11% das empresas planejam ampliar a automação e a robótica nos próximos 12 meses

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Indústria chega à era da customização de produtos em série – Por César Gaitan

Depois de alguns anos amargando negativos resultados, a economia brasileira começou a reagir. Os números recentes do PIB e o aumento do consumo interno por parte das famílias são sinais de retomada do crescimento. A contar pelas análises dos especialistas econômicos, é provável que esse cenário se sustente ao longo do ano.

No entanto, mesmo com resultados positivos no presente, o cenário futuro poderia ser mais promissor. Segundo um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), chamado de “Oportunidades para Indústria 4.0: aspectos da demanda e oferta no Brasil”, 24 setores da indústria brasileira pelo menos 14 precisam adotar estratégias de digitalização de processos para conseguirem se manter no mercado.

O documento da CNI ainda expõe um raio-x sobre o cenário das nossas indústrias e faz o cruzamento de dados como produtividade, exportações e taxa de inovação em um comparativo com os resultados das 30 maiores economias do mundo. A análise constatou o que há muito tempo já se sabe: o Brasil vem perdendo, ano a ano, sua competitividade na indústria.

De acordo com o estudo, entre os setores mais afetados pela falta de inovação, estão farmoquímicos e farmacêuticos; químicos; minerais não-metálicos; calçados; máquinas e equipamentos, entre outros.

A digitalização das indústrias é um caminho para que o Brasil volte a ter um grau de competitividade frente a outras nações. Porém, no que se refere à inovação, sabemos que essa mudança de cenário requer planejamento e, sobretudo, investimentos em um processo que não pode ser feito do dia para a noite. Mesmo que ainda não represente a maioria das indústrias, é sabido que algumas companhias brasileiras já estão se movimentando para entrar na 4º Revolução Industrial.

A partir do uso de tecnologias habilitadoras como, IIoT (Internet industrial das coisas), Cloud Computing, Big Data, Realidade Aumentada, Inteligência Artificial, entre outros, algumas empresas já têm disponíveis os recursos necessários para alcançar um patamar de produção customizada em série.

Na era da customização da indústria, os mais recentes avanços tecnológicos e industriais começaram a abrir espaço para permitir que o cliente seja inserido na cadeia de produção de qualquer item que se deseje personalizar seja um tênis, um computador ou até mesmo um veículo. Com essa possibilidade, um novo perfil de consumidor e forma de consumo irá se consolidar e as indústrias que estiverem preparadas para essa nova abordagem irá se manter no cenário competitivo.

Todas as empresas e máquinas envolvidas na fabricação do produto passam a se ‘conversar’ o tempo todo, desde a realização do pedido, passando por sua customização até chegar na finalização do item. Trata-se de uma mudança de paradigmas que traz um aumento da competitividade e, por outro lado, o significado do conceito de experiência do usuário em relação a um bem adquirido. A indústria deverá ser flexível para atender demandas diferentes e, ao mesmo tempo, ser eficiente operacionalmente para manter sua produtividade.

O tema tem tanta importância para o futuro do país que, inclusive, foi destaque nas últimas semanas do Fórum Econômico Mundial, realizado em São Paulo. No evento, o Governo Federal anunciou um pacote de incentivo à modernização do parque fabril brasileiro, estimulando a Indústria 4.0. Esse programa destinará cerca de R$ 8,6 bi a empresas, por linhas de crédito.

É uma ótima notícia, já que o cenário mostra-se bastante desafiador. A Indústria 4.0 já é uma realidade e o Brasil não pode ficar de fora dela.

César Gaitan é diretor geral do Cluster América do Sul da Festo.

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Confira 40 vagas de emprego em startups de tecnologia

É claro que em um cenário de recuperação econômica como este que vivemos, boas vagas de emprego são sempre bem-vindas. Selecionamos 40 vagas bem interessantes para diferentes perfis de profissionais. Todas elas são para o quadro de colaboradores da Arquivei, de gestão de documentos e notas fiscais, da Gupy, que digitaliza o processo de recrutamento e seleção, Nama, pioneira em Inteligência Artificial no Brasil, e IDwall, regtech especializada em identificação e checagem de dados.

Arquivei

Para a área Comercial, a Arquivei está com duas vagas abertas para Gestor de Desenvolvimento Comercial e duas outras para o time de Field Sales Enterprise, ambas em São Paulo.

Para a vaga de Gestão de Desenvolvimento Comercial, o candidato deve possuir habilidades técnica e comercial com ênfase em sistemas de mercado. As funções do cargo incluem desde intermediar demandas comerciais com área de produtos até acompanhar os projetos em andamento, validando status e fazendo a gestão dos parceiros envolvidos.

Já para a vaga no time de Field Sales, o profissional será responsável pelo desenvolvimento das vendas no mercado corporativo, em diversas indústrias e regiões do Brasil. O candidato selecionado representará a Arquivei e divulgará os benefícios promovidos pela solução, levando ao mercado a mensagem de valor e impacto nos negócios dos clientes, buscando sempre atingir seus resultados de vendas e firmar a marca.

Para a área de Marketing, há uma vaga para Desenvolvedor e Analista de Data e uma para Gerente de Marketing, ambas em São Carlos, SP.

Para o cargo de Desenvolvedor e Analista de Data, o candidato deve ter experiência em desenvolvimento de web com conhecimentos em HTML, CSS, JavaScript, PHP, MySQL e Google Analytics. Experiência prévia com Growth Hacking, Inbound Marketing, SEO, SEM Rush, AHREFs, Majestic ou similares são diferenciais.

As atividades são desde pesquisa, teste, gerenciamento e implementação de qualquer coisa que tenha o potencial de causar impacto no crescimento escalável, até a criação de landing pages para conversão (CRO).

Já para o cargo de Gerente de Marketing, o candidato será responsável por construir e manter a operação do marketing voltado para grandes empresas, além de definir estratégias de geração de leads e vendas. Para se candidatar à vaga, o profissional deve ter experiência em liderar equipes, budgets e estratégias, além do entendimento proficiente de canais tradicionais e emergentes do marketing.

Os interessados podem se candidatar através da página de vagas da empresa, onde constam mais informações sobre as vagas.

A Arquivei é uma empresa que fornece plataforma de armazenamento, organização e consulta de informações de notas fiscais. Criada em 2014, em São Carlos (SP), surgiu para suprir uma dificuldade das empresas na gestão mais eficiente de seus dados fiscais.

Gupy

A HRtech Gupy está com 15 vagas abertas para 11 cargos, em São Paulo, incluindo seis vagas para estágio.

Para as vagas efetivas, há duas oportunidades para o cargo de Analista de Experiência do Cliente, no qual o profissional será responsável tanto pela triagem e gestão de tickets de atendimento, quanto pela criação e monitoramento de métricas de suporte e identificação de oportunidades de melhoria. Conhecimento técnico e inglês a partir do intermediário são os requisitos essenciais.

Para as duas vagas de Inside Sales Outbound (Conta) e uma para Inside Sales Outbound (SDR), o candidato precisa ter experiência no ramo de RH, vendas e relacionamento B2B (Empresa para Empresa), além de excelente comunicação verbal e escrita.

Já para as duas vagas de Senior DevOps Engineer, o profissional precisa ter, no mínimo, quatro anos de experiência em DevOps, Amazon Web Services, bancos de dados relacionais e NoSQ.

Para o cargo de Engenheiro de Software – Node.js, é exigido um mínimo de quatro anos de experiência com desenvolvimento, sólido conhecimento em Node.JS, Infrastructure as code (Docker, Chef, Puppet, Ansible, Kubernetes), bancos de dados Relacionais, Redis, ou similar.

Já para a vaga de Sucesso do Cliente, o candidato precisa ter experiência prévia na área ou em vendas, inglês e espanhol a partir do intermediário, resiliência e inteligência emocional para contornar situações de crise e foco na experiência do cliente frente à Gupy.

Em relação aos estágios, estão abertas seis vagas para cinco cargos. Na área Jurídica, o estudante precisa estar cursando graduação em Direito, com alguma experiência em Direito Empresarial; ter pensamento a longo-prazo, encadeamento lógico e visão estratégica para garantir um crescimento sustentável; além de resiliência e inteligência emocional para contornar situações adversas.

Para o estagiário de Eventos e Comunicação, o estudante precisa estar cursando Engenharia, Administração, Marketing, Relações Públicas ou Publicidade e Propaganda, além de possuir conhecimento em Pacote Office, Mídias Sociais, Produção de Conteúdo e organização de eventos. Ele será responsável pelo planejamento, estruturação e execução de eventos, pela investigação do mercado e levantamento de oportunidades para fortalecer a marca em eventos estratégicos.

Há, também, duas vagas abertas para Estágio de Recrutamento e Seleção e uma para Estágio de Gente. Para os dois cargos, o candidato precisa estar cursando Engenharia, Administração ou Psicologia. O estagiário será responsável pela condução dos processos de atração e seleção da Gupy. Já para a vaga de Estágio em Computação, o candidato será responsável por ajudar os usuários com eventuais problemas, desenvolvendo ferramentas internas e automatizando a geração de relatórios.

Os interessados devem acessar o site oficial da Gupy ou a página de vagas no linkedin da empresa.

A Gupy é a startup líder de recrutamento com base em Inteligência Artificial e machine learning no Brasil.

IDwall

A IDwall tem 18 vagas abertas para as áreas de Sucesso do Cliente, Móvel, Vendas, Suporte e Tecnologia. Todas as vagas são para São Paulo.

Na área de Sucesso ao cliente, a vaga destina-se ao candidato com experiência de pelo menos um ano em gerenciamento de contas ou vendas, conhecimento em técnicas de CRM e habilidades em análise de data. Familiaridade com Hubspot CRM, SQL e Postgresql database são diferenciais.

No segmento móvel, a empresa tem duas vagas abertas para Desenvolvimento de Android e IOS. Os profissionais precisam ter acima de dois anos de experiência em desenvolvimento em Java, Android, IOS e em testes unitários e automatizados. De sua função constará desenvolver aplicativos android e IOS usando SDK, além de fazer melhorias contínuas e análise de desempenho.

Na área de vendas, o cargo de Analista de Vendas precisa ter experiência de B2B, pacote office e experiência prévia em startup de ritmo acelerado. Para a vaga em Técnico de Suporte, o candidato precisa ter conhecimento em SQL, postgresql databases e raciocínio lógico.

Na área de tecnologia, há uma vaga para Arquiteto de Segurança e Desenvolvedor de Python. Para a primeira vaga, entre as atribuições, o candidato irá desenvolver e manter um processo de arquitetura de segurança de aplicativos que permita que a empresa desenvolva e implemente soluções e recursos de segurança que estejam claramente alinhados aos negócios, tecnologia e ameaças. Já para a segunda vaga, o candidato precisa ter conhecimento da linguagem Python, interesse no processamento de imagens e concentração em resultados e entregas.

Os interessados devem acessar a página de vagas da empresa.

Criada em 2016, a IDwall tem a proposta de tornar os processos de cadastramento, verificação e validação de dados mais ágeis, transparentes e seguros por meio de tecnologias de reconhecimento facial, cruzamento de dados e background check.

Nama

Estão abertas duas vagas para Desenvolvedor (a) de Ruby Pleno e uma para Desenvolvedor (a) de Ruby Senior, na Nama, em São Paulo. O candidato precisa ter experiência com sistemas Web, Ruby, Rails e Git, além de estar acostumado com testes unitários.

Os interessados devem acessar o site oficial da empresa e se candidatarem.

A Nama é uma empresa que combina inteligência artificial, processamento de linguagem natural e bots para automatizar conversas e conectar pessoas emocionalmente com robôs.

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CargoX está com 60 vagas abertas

A CargoX, empresa de tecnologia para transportes de cargas, atualmente com 250 funcionários, está com 60 vagas abertas para diferentes áreas. As oportunidades são para a cidade de São Paulo e para escritórios que a empresa está abrindo no interior do Mato Grosso, para cargos como Engenheiro de Software, UX/UI, Analista de Logística e Estagiários.

Ao longo deste ano, a CargoX ainda abrirá um programa de trainee e outro de estágio. Reconhecida como uma das startups mais disruptivas do mundo, a CargoX chama atenção pelos salários e benefícios competitivos, ambiente desafiador, de muito aprendizado e com possibilidades de crescimento. No ano passado, por exemplo, seu programa de trainees atraiu 2.000 candidatos para 3 vagas.

“Aqui os profissionais certamente terão um problema para ser solucionado e poderão ver o impacto da sua solução na prática,” afirma o gerente de RH, Daniel Matsumato.

Interessados podem cadastrar currículos em http://bit.ly/trabalhecx

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Fidelização e engajamento de clientes definem o sucesso empresarial

Por Solemar Andrade, VP Executivo da Plusoft

O que faz as empresas terem sucesso? Se você pensou em clientes, está totalmente correto. Independentemente do tamanho das organizações, o relacionamento com o público consumidor é um dos principais alicerces para manter a competitividade em um mercado tão acirrado como o atual.

Diante do conceito omnichannel, que é a convergência de todos os canais utilizados por uma empresa, as companhias precisam, por meio das soluções tecnológicas, explorar todas as possibilidades de interação com seus públicos de forma contínua e personalizada. Além disso, é necessário ampliar o leque de pessoas atingidas, firmando presença nos meios online / offline e, acima de tudo, garantindo que os consumidores satisfaçam suas necessidades onde e quando desejarem, no momento mais confortável para eles, não tendo nenhuma restrição de local, horário ou meio.

Entre as tecnologias disponíveis de apoio ao relacionamento com o cliente, o CRM (Customer Relationship Management) é, sem dúvida, a que mais se destaca no mercado mundial. A solução, dentro do conceito omnichannel, oferece aos executivos e estrategistas informações de forma unificada, que são essenciais para definir a melhor prática comercial a ser adotada para a fidelização de clientes e conquista de prospects. Essa tecnologia auxilia não só no atendimento ao consumidor, mas também nas áreas de vendas, gestão, TI, financeira e, principalmente, marketing a desenvolverem estratégias que preservem a imagem e a integridade das corporações e ajudar as empresas como um todo não só a otimizar os processos, mas também automatizar e tornar cada detalhe mais fácil de ser visualizado e trabalhado com mais assertividade.

As empresas bem-sucedidas são as que estão atentas à cultura do bom relacionamento com clientes. De acordo com uma pesquisa do Gartner, o CRM continua como um dos segmentos de mais rápido crescimento no mundo em relação aos investimentos das corporações em Transformação Digital. Além disso, o mesmo estudo revela que as organizações com bom relacionamento comercial são as que estão investindo em tecnologias digitais para impulsionar os negócios e, principalmente, melhorar a experiência de seus clientes.

É notório que hoje, a interação não é um capricho das organizações, mas uma necessidade vital para os negócios. O antigo bloquinho de papel e os constantes telefonemas realizados após as vendas não são mais requisitos práticos para ampliar os negócios e manter a fidelidade dos clientes. A presença dos profissionais nas empresas também se tornou algo que não é imprescindível, uma vez que é possível gerenciar todo o processo por meio dos smartphones.

Com um CRM omnichannel instalado no aparelho, o vendedor tem tudo que precisa na palma da mão, cuidando integralmente, de maneira remota, de cada cliente uma vez que a tecnologia tem a funcionalidade de unificar o histórico de interações numa mesma página, permitindo manter uma conversa ininterrupta com o cliente – independente do canal e meio de interação.

O CRM traz tudo isso para as empresas de forma automatizada e, acima de tudo, oferece inteligência para a organização dar um salto de excelência. Com isso, a tecnologia garante que a administração das relações entre compradores, funcionários, parceiros e colaboradores seja direcionada para objetivos previamente definidos, sempre com olhar estratégico. O antigo trabalho manual de cadastro deixa de ser preocupação para os gestores e suas equipes porque o sistema garante a automação inteligente dos processos e faz com que as equipes invistam em ações comerciais mais assertivas e, portanto, mais relevantes para os negócios.

Além das vantagens relacionadas a etapas de automação, os sistemas de CRM funcionam em ambientes Cloud (Nuvem), o que garante a possiblidade de acesso a qualquer momento e a partir de qualquer lugar, possibilitando ganhos de mobilidade e, principalmente, de tempo.

Alguém duvida dos ganhos gerados por sistemas CRM? Philip Kotler, o Papa do Marketing, afirma que a conquista de novos clientes custa de 5 a 7 vezes mais do que manter os já existentes. Além desse olhar de custos, clientes satisfeitos chamam outras empresas e funcionam como agentes propagadores da marca, sem cobrar por isso.

Os sistemas digitais de relacionamento garantem uma interação assertiva em todo ecossistema de negócios, funcionando como uma ferramenta dinâmica para gestão de uma base de dados completa e sempre atualizada. Com a tecnologia CRM, é possível ter controle de dados para uso de forma personalizada, respeitando as características e as especificidades de cada cliente, tratando-o de maneira particular.

O CRM traz para as empresas a possibilidade de uma atuação específica para cada tipo de relacionamento e garante que as equipes tenham uma visão 360º dos clientes, com ajuda de ferramentas analíticas. Outra vantagem é a integração de canais, incluindo o atendimento via e-mail, chat, SMS, Assistente Virtual Inteligente e redes sociais. Por isso, o CRM não é apenas uma mera ferramenta de listagem de nomes. É um componente fundamental para apoiar as estratégias comerciais das empresas e gerar vendas.

Segundo pesquisa da Forrester Research, tecnologias como CRM, E-Commerce e Customer Analytics deverão crescer 28% este ano, enquanto as expectativas para o mercado mundial de TI são de um aumento de apenas 4% em 2018. Outra tendência tecnológica é o Assistente Virtual Inteligente, que ultrapassou as barreiras dos sites empresariais e passa a ser também um novo recurso do WhatsApp, onde robôs são capazes de compreender textos de mensagens e realizar atividades úteis.

Se você ainda tem dúvidas sobre as vantagens dos sistemas CRM omnichannel para a gestão dos negócios vale repensar a cultura de relacionamento de sua empresa. Isso porque, os clientes estão cada vez mais exigentes e demandam atendimento rápido, personalizado e principalmente, ininterrupto.

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A explosão das fintechs e como elas vão agitar o mercado em 2018

Por Marcelo Oliveira

As fintechs estão revolucionando a maneira como as pessoas lidam com seu dinheiro. Elas tornaram esse processo mais rápido, transparente e barato. E o público têm gostado disso. As startups que abusam da tecnologia no setor financeiro representam um desafio e tanto para os bancos.

Os grandes grupos do segmento já acreditam que considerável parte dos lucros estará nas mãos de atores diferentes em um futuro próximo. O banco norte-americano Goldman Sachs estima que 20% de seu mercado pode ser abocanhado pelas fintechs.

Um estudo feito pela PwC entrevistou 176 presidentes-executivos de instituições financeiras de todo mundo e mostrou que 81% desses líderes acreditam que a velocidade das mudanças tecnológicas ameaça o crescimento de suas companhias.

Segundo último estudo do Radar FintechLab, realizado em novembro do ano passado, o Brasil abrigava 369 fintechs – crescimento de 36% em relação ao levantamento de fevereiro do mesmo ano. O presidente do Itaú, Roberto Setúbal, já afirmou em evento da Febraban que os bancos “têm de correr”.

Esse número, no entanto, não reflete a capacidade máxima desse setor. Há ainda muito espaço para crescimento e surgimento de novos empreendimentos que melhorem a experiência de acesso, informação e uso dos mecanismos financeiros. As oportunidades são muitas, mas mais importante do que enumerá-las, é definir sua essência: “massificação” de oferta e foco absoluto na experiência centrada no cliente. A rentabilidade do negócio, sem dúvida, será uma consequência da gestão benfeita desses dois pilares.

As oportunidades de avanço e surgimento de novas fintechs são infinitas. Elas reinventaram a experiência, o uso e o acesso de serviços em um mercado que era altamente tradicional. E hoje, grandes conglomerados financeiros deixaram de lado a visão de concorrência e abriram suas portas para incubar e investir nessas iniciativas para reinventar os negócios. Um exemplo é o Cubo e a recente inauguração do Habitat do Bradesco.

Além disso, a queda de juros básicos da economia deve refletir nesse mercado de algumas formas. A vasta oferta de capital em busca de maior rentabilidade deve atingir positivamente a captação de recursos para startups, de plataformas digitais de investimento e crédito ao consumidor. Enfim, 2018 será um ano altamente positivo para o mercado de fintechs brasileiro e podemos esperar para ver grandes avanços no setor.

Marcelo Oliveira é Chief Product Officer do Verity Group, ecossistema de empresas que prestam consultoria para transformação digital e gestão de ponta a ponta – verity@nbpress.com

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Encontre, influencie e aprenda com seus melhores clientes

Por Israel Nacaxe

A ideia pode parecer estranha à primeira vista: para crescer, tenha como foco seus melhores e mais valiosos clientes. Normalmente aquele grupo menor de clientes da sua base. Muitas vezes despriorizado por ações para adquirir ainda mais clientes ou tentar recuperar aqueles clientes inativos, seja mais relevante para quem realmente importa. Essa forma de atuar, que aparentemente limita suas ativações, é, na realidade, a maneira mais poderosa de ampliar seus resultados, com mais vendas e maior rentabilidade.

Na base do conceito de focar os melhores clientes está o conhecido Princípio de Pareto, que atribui causas em uma amostra de resultados de forma não-linear e apresenta sua famosa proporção 80/20: ou seja, 80% das suas vendas se concentram em 20% dos clientes, por exemplo. Dessa forma, existe um desequilíbrio entre causas e efeitos, esforços e resultados. O esforço em aumentar sua presença e preferência de consumo nos 20% de clientes mais importantes é muito diferente do esforço de fazer crescer a rentabilidade dos 20% menos importantes.

Curiosamente, reconhecer a existência do princípio não faz com que as empresas o utilizem a seu favor: em 2006, a Bain & Company já mostrava que um aumento de 5% na taxa de retenção de clientes aumentava os lucros das empresas entre 25% e 95%. Manter clientes é mais lucrativo do que conquistar novos consumidores, mas, ainda assim, a maior parte das empresas está mais focada em ampliar sua base de clientes e recuperar clientes inativos do que em manter e aprofundar seu relacionamento com quem já consome seus produtos e serviços.

Em grande parte, isso acontece por um mindset que valoriza a amplitude em detrimento da profundidade, como se valesse mais a pena ter milhões de clientes ocasionais e incertos do que ser realmente relevante para milhares de clientes fiéis. Há algumas décadas, quando a comunicação de massa era o paradigma e as opções de produtos e serviços eram limitadas, esse raciocínio fazia sentido. Hoje, porém, o consumidor tem muitas opções à sua disposição e muito, mas muito, acesso à informação. Como ouvimos várias vezes durante a NRF Big Show deste ano, no passado os clientes estavam em busca de produtos, mas hoje os produtos estão em busca de clientes. O investimento na aquisição de novos consumidores é elevado e muito menos eficiente que a manutenção dos atuais clientes.

O jogo virou e, para vencer e destacar-se da concorrência, as empresas precisam mudar sua abordagem e se tornar relevantes para seu público. O lado bom é que a tecnologia viabiliza essa mudança de paradigma. A análise das informações transacionais disponíveis nos sistemas CRM, aliada à Inteligência Artificial, torna possível não apenas identificar quem são os melhores clientes, mas também predizer seu comportamento e em quais categorias de produtos existem as melhores oportunidades de aumento de relevância e ganho de share of wallet. Isso permite otimizar investimentos e identificar mais rapidamente categorias que estão se tornando importantes para os consumidores, ativando-os nos canais de maior relevância.

A análise avançada dos dados sobre o comportamento dos clientes abre às empresas um imenso potencial para ampliação de sua relevância junto ao público, fazendo com que se tornem mais valiosas para os consumidores. E, ao ganhar valor para os clientes, as empresas ampliam suas vendas. O uso de Inteligência Analítica dá às empresas a oportunidade de aprofundar seu relacionamento e investir para influenciar o comportamento de quem realmente importa: seus melhores e mais lucrativos clientes.

Israel Nacaxe é COO e co-fundador da Propz – empresa de tecnologia que oferece soluções de inteligência analítica e Big Data para o varejo físico e serviços financeiros.

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Bossa Nova investe na Startup YetGo, líder do segmento de Mobilidade Urbana do Norte do Brasil

A famosa Startup de mobilidade urbana da região Norte do Brasil, a YetGo que foi lançada em 2016, acaba de receber uma rodada de investimento SEED da Bossa Nova Investimentos, a maior micro Venture Capital do Brasil em número de investimentos e empresa referência na América Latina.

Liderada pelos investidores Pierre Schurmann e João Kepler, a Bossa Nova investiu em uma participação proporcional a 15% da YetGo. “O aporte deste capital de uma Venture Capital como a Bossa Nova que é gerida por empreendedores que investem, é um grande marco na história de nossa empresa, pois valida nosso Product Market fit e nos abre portas para o mundo, nos colocando sobre os holofotes do mercado como um todo”, afirma Gervásio Moreno, CEO da YetGo.

A YetGo é lider de mercado no norte do Brasil: Pará, Amazonas e Amapá e no Nordeste opera no Ceará, Maranhão e Bahia. Com esse aporte, reforça sua participação regional e inicia seu plano de expansão com operações em alguns estados do sul e sudeste, dentre eles: Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, Santa Catarina, Espírito Santo e São Paulo.

“2018 é um ano de crescimento, estamos ultrapassando as fronteiras nacionais e iniciando as operações também em Santiago no Chile e, no próximo mês já preparando nossa entrada na Europa por meio de Portugal” comemora Morgado

“Hoje a YetGo consegue brigar pelo segundo lugar no número de chamadas no Brasil, e com este aporte irá consolidar suas operações atraindo mais serviços e negócios para a startup”, explica João Kepler. “Um dos modelos que serão adotados é atender todas as startup da rede Bossa além de empresas parceiras das startups, ou seja, um grande mercado se encontra a vista através dessa rodada de investimentos”, diz kepler.

No final de 2017, a YetGo alterou seu modelo de negócio para uma cobrança mensal fixa ao motorista, o que de maneira disruptiva gerou um grande impacto positivo no negócio. “Tivemos excelente aceitação por parte de motoristas, devido aos altos valores pagos no modelo de cobrança percentual dos concorrentes, o que nos possibilitou gerar um fluxo financeiro saudável aos nossos parceiros e também a prática de um preço justo para nossos usuários”, comemora Morgado.

Pierre Schurmann, manager partner da Bossa Nova, comenta que a Bossa Nova já investe em startups de mobilidade urbana e no setor autotech em startups como a Vai.Car, a CarGuru, a AutoMobi , a Insta Carro, a Payparking e também a Credere e agora o investimento na YetGo vai ampliar e consolidar a entrada da Bossa Nova neste segmento.

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Workana recebe aporte de R$ 23 milhões e expande para Sudeste Asiático

A Workana, plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina, acaba de anunciar o maior investimento desde sua fundação. Por meio da SEEK, acionista de empresas como Brasil Online Holdings – controladora da Catho – e OCC (Centro Online de Carreiras do México), a empresa recebe o aporte de R$ 23 milhões. Com o valor, a Workana, que já conta com mais de um milhão de freelancers cadastrados, busca manter a liderança na América Latina enquanto expande para o Sudeste Asiático.

Guillermo Bracciaforte, cofundador da Workana, conta que é o maior investimento já recebido pela empresa. “Pela primeira vez, não vamos só continuar com o crescimento forte na América Latina, agora temos planos para expandir a Workana para novas regiões onde achamos que vamos ter uma vantagem competitiva com o que temos aprendido nestes primeiros seis anos. São planos muito ambiciosos e estamos ainda em fase de planejamento, mas temos muita certeza que a oportunidade é grande para uma empresa da América Latina dar certo no resto do mundo no mercado de trabalho online”, conta Bracciaforte.

O executivo aponta que a escolha pelo Sudeste Asiático acompanha o forte crescimento do mercado online da região. De acordo com um relatório do Google e Temasek, a região deve alcançar a posição de líder em uso de internet em 2018: os consumidores locais são os que mais gastam tempo na internet mobile do que qualquer outro país, com 3,6 horas por dia, e o número de usuários ativos por mês alcançou 330 milhões em 2017. Bracciaforte analisa que o crescimento do mercado digital demanda profissionais qualificados e atualizados, o que pode ser uma boa oportunidade para fomentar a atividade freelance local.

Esse é o quarto investimento recebido pela Workana, totalizando mais de R$ 35 milhões desde 2012. De acordo com Bracciaforte, a nova conquista da empresa vem para continuar o investimento para oferecer uma plataforma cada vez melhor para as PMEs e freelancers cadastrados, além de alimentar uma forte expansão internacional da empresa, que atualmente possui 75% de market share na América Latina.

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Marcelo Ramos assume presidência da Infobip no Brasil

A Infobip, empresa croata que opera uma das maiores plataformas próprias de mensageria e comunicação do mundo, anuncia a chegada de Marcelo Ramos para assumir a presidência da companhia no Brasil. A principal missão de Ramos será contribuir para o crescimento do portfólio de produtos e serviços da companhia, que hoje possui uma receita anual de US$ 430 milhões e um volume de 80 bilhões de transações por ano, ou cerca de 7 bilhões por mês, somando SMS, voz e e-mail. “Esperamos crescer 50% este ano no Brasil. Para mim, é uma grande satisfação e um desafio poder gerenciar a companhia e contribuir estrategicamente para o desenvolvimento do negócio”, afirma Marcelo Ramos, presidente da Infobip no Brasil.

Marcelo Ramos é formado em Gestão de Contact Center pela Uninove, com MBA em Gestão de Negócios voltado a Crédito e Cobrança pelo Ibmec. Possui mais de 15 anos de experiência no mercado de contact centers e soluções de TI. Há dez anos passou a atuar na área comercial de empresas como Casas Bahia Contact Center, Intervalor, Spring Mobile e Infobip, onde exerceu as funções de sales manager e gestor comercial. A Infobip tem 270 mil clientes e está conectada a 450 operadoras. É um pouco mais da metade do total de teles no mundo. Além disso, a companhia tem 1,2 mil funcionários espalhados por 56 escritórios em 44 países.

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Plataforma de gestão faz sucesso em setor de eventos do Brasil

Com a necessidade de gerenciar bens de locação aumentando a cada dia, o software de gestão desenvolvido pela B2Rent permite automatizar, controlar e acompanhar as operações das empresas de maneira simples e intuitiva. Projetado para trazer mais eficiência e praticidade, o sistema ainda possibilita soluções específicas para cada necessidade.

Em um mundo cada vez mais modernizado, o uso da tecnologia permite aumentar a produtividade com controle e segurança no envio e recebimento de informações. “O uso de planilhas para atender grandes demandas sempre traz alguns questionamentos. Os mais comuns vão se perguntar se a última versão do documento está atualizado com os custos do aluguel do equipamento e, muitas vezes, até mesmo em qual pasta está arquivada o documento com os clientes. Pensando nas interferências causadas, decidimos englobar essas informações em um único lugar”, explica Luiz Eduardo Lopes, CEO da B2Rent.

Para o setor de eventos que trabalha com uma grande demanda de locação, por exemplo, o sistema oferece uma visão ampla dos locatários, dos produtos listados e ainda um atendimento personalizado para os clientes. Por trabalhar com armazenamento em nuvem, ele possibilita salvar uma quantidade ilimitada de arquivos e acessá-los em qualquer lugar sempre que necessário, bastando apenas uma conexão com a internet.

“Não é necessário instalar um software pesado no computador ou ter dezenas de pastas, o que torna os processos internos mais eficientes, rápidos e com mais flexibilidade nas operações”, pontua Luiz. Entenda a relação das tarefas realizadas e o tempo gasto: https://goo.gl/nggtbC

Cadastro de clientes, contrato, calendário de locação e histórico de atendimento são algumas das funcionalidades acopladas para economia de tempo e redução de custos. Para entender mais sobre os benefícios de uma ferramenta com armazenamento em nuvem, acesse: https://goo.gl/KmcnJn

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Risco cibernético será tema obrigatório na agenda de Conselhos de Administração em 2018

Os Conselhos de Administração não estão preparados para direcionar adequadamente as maiores companhias do Brasil sobre os riscos cibernéticos.

Esta é uma das conclusões da votação interativa da 62ª Mesa de Debates do ACI Institute. O ACI é um instituto da KPMG que tem o objetivo dedisseminar a importância da Governança Corporativa e do compliance. A 62ª Mesa de Debates contou com a participação de 123 executivos, entre conselheiros de administração, conselheiros fiscais e membros dos comitês de auditoria das principais empresas que atuam no Brasil.

Segundo os dados, o direcionamento foi considerado adequado por apenas 20% dos respondentes. Trinta e três por cento avaliaram o direcionamento como regular, 41% como não adequado e 6% não souberam opinar.

“Com base nos dados, 80% dos executivos não estão seguros quanto à qualidade do direcionamento oferecido pelos Conselhos de Administraçãosobre riscos cibernéticos. O índice é bastante elevado e preocupa, sobretudo diante da exposição crescente das empresas a ataques dessa natureza”, afirma o líder do ACI Institute e sócio da KPMG no Brasil, Sidney Ito.

Os executivos consultados também debateram, neste evento do ACI Institute, os principais tópicos que precisam estar na agenda doConselho Administração em 2018. Entre os temas de destaque estão disrupção tecnológica, inovação e resultados a longo prazo, tone at the top e cultura corporativa, ativismo e a relação com os investidores, diversidade e o tempo de mandato dos conselheiros.

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Fluke anuncia novo Diretor Geral América Latina

A Fluke, líder global em tecnologia portátil de teste e medição, anuncia Hector Trabucco como novo Diretor Geral da companhia para a América Latina. O executivo será responsável por toda operação de Tektronics, Fluke Networks e Fluke. Trabucco possui sólida experiência na direção geral de grandes empresas e forte histórico em construção de equipes e em impulsionar crescimento, características que devem agregar positivamente e contribuir para alavancar ainda mais os negócios da companhia no Brasil e na região. Trabucco foi responsável por um crescimento histórico na posição de Presidente da Gilbarco Veeder-Root, que também pertence ao Grupo Fortive.

A Fluke atua em mais de 10 países da América Latina. No Brasil, a companhia conta com uma equipe de 70 distribuidores, mais de 2000 produtos comercializados e 200 pontos de vendas. O mercado brasileiro figura entre os prioritários para a multinacional americana entre os países emergentes, onde a companhia está presente com os seus principais produtos e soluções. A Fluke pertence ao Grupo Fortive, conglomerado independente, de capital aberto, que reúne um grupo de empresas líderes em seus mercados que representam um faturamento global da ordem de US$ 6.2 bilhões.

O principal desafio do novo Diretor Geral será manter crescimento contínuo, reforçando a solidez conquistada pela companhia nos 20 anos de presença na América Latina. Antes de ingressar na Fluke, Hector Trabucco atuava na posição de Presidente da Gilbarco Veeder-Root America Latina. Também acumulou posições de liderança em diversas empresas como ExxonMobil´s Downstream nas Américas. O executivo é argentino, formado em Engenharia Industrial pelo Instituto de Tecnologia de Buenos Aires (ITBA) e tem MBA no Centro de Estudos Macroeconomicos da Argentina (Universidade CEMA).

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CA Technologies promove Eduardo Pedrinha a Vice-Presidente de vendas Latam para o setor público

A CA Technologies, uma das principais empresas no desenvolvimento de tecnologia corporativa do mundo, apresenta Eduardo Pedrinha como o novo Vice-Presidente de vendas Latam para setor público. Atuando de maneira consultiva e colaborativa junto a diversos órgãos do Governo brasileiro, o executivo liderou projetos para a adoção de tecnologias, buscando elevar o nível de produtividade e qualidade dos clientes e melhorar as relações entre governo e cidadãos, focando na transparência e melhores práticas comerciais.

Destaca-se entre as iniciativas lideradas por Pedrinha o projeto Governo na Palma da Mão (GPM), que possibilita integrar diferentes entidades governamentais, como secretarias estaduais, municipais, Cias de Processamentos de Dados federais e estaduais, e criar uma visão única do cidadão, dando agilidade, acessibilidade aos serviços prestados à sociedade e inclusão digital.

“Meu foco continuará sendo em ajudar os clientes e parceiros da CA Technologies a prosperarem na economia das aplicações e na jornada de transformação digital. O desafio aumentou, mas, junto com minha equipe, poderemos desenvolver ainda mais o relacionamento com os governos da América Latina”, comenta Pedrinha, que responderá diretamente para Cláudia Vásquez, Presidente e Diretora-Geral da CA Technologies na América Latina.

“É sempre importante reconhecer o incrível trabalho realizado todos os dias por nossa equipe. Poder promover nossos melhores profissionais transmite uma mensagem clara de que, na CA Technologies, todos podem prosperar e crescer”, comenta Cláudia.

O cargo de Diretor de vendas para o setor público no Brasil, será ocupado por Fabio Mucci, que integra a equipe da CA Technologies desde 2011 e fica baseado em Brasília. Fábio responderá diretamente a Eduardo Pedrinha.

Pedrinha é formado em Processamento de Dados pela Instituição Faculdades Reunidas Professor Nuno Lisboa e possui MBA em Gestão e Vendas pelo IBMEC. Antes de ingressar na CA, o executivo atuou em empresas como Rational Software e IBM.

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Empresas aceleradas pela 500 Startups encontram soluções no Vale do Silício

Com mais de 2000 investimentos realizados em empreendimentos ao redor do globo, a 500 Startups é um dos fundos mais ativos do mundo. O portifólio inclui 42 empresas brasileiras. A maioria delas atua apenas no País, mas algumas descobriram na internacionalização uma estratégia de crescimento e novos negócios. São os casos da Contentools e a Worthix, que escolheram a região do Vale do Silício para desenvolver parcerias que dificilmente seriam formadas no Brasil. “Cerca de 28% do investimento mundial em startups sai do Vale do Silício. O empreendedor brasileiro que vai para lá consegue navegar nesse ecossistema e acessa, além do capital, conhecimento, melhores práticas e relacionamentos valiosos”, afirma o diretor de Operações da 500 Startups no Brasil, Rodolfo Pinotti.

A Contentools é uma plataforma de gestão de conteúdo em que times de marketing trabalham o planejamento, a produção, a distribuição e a análise dos conteúdos online (usados em blogs, redes sociais e outros canais de empresas). Dentro da plataforma, é possível criar e organizar uma estratégia, controlar o calendário editorial, organizar o fluxo de trabalho e ter a autonomia das entregas e datas de publicação.

A CEO da empresa, Emília Chagas, que é formada em jornalismo, teve a ideia de criar a Contentools depois de notar uma dificuldade comum na área de marketing das empresas. “O processo recorrente para criar conteúdo, tão fluído nas salas de redação, pode ser um verdadeiro desafio para equipes de marketing”, afirma Emília. A empresa tem o objetivo de desenvolver e trazer inteligência que permite às empresas planejar, criar e entregar conteúdo útil e personalizado em escala.

Durante o processo de aceleração na 500 Startups, no Vale do Silício, a Contentools lançou a versão global da ferramenta que funciona como um software as a service (SaaS). Desde então, a empresa cresce de forma contínua. “Nossa experiência no vale permitiu aprendermos sobre growth, funding e processos que nos permitem escalar a empresa com um time enxuto e internacional”, diz Emília.

A Contentools tem operação em Florianópolis (SC) e business development em San Francisco (CA). A cidade brasileira é um local diferenciado para o mercado de tecnologia, com vantagens para atração e desenvolvimento de talentos. No entanto, para desenvolvimento de parcerias nos Estados Unidos – que representa a maior parte do mercado da empresa – é imprescindível ter esforços de business development na região próxima do Vale do Silício.

Esta estratégia inovadora foi capaz de trazer inúmeros benefícios a empresa. Hoje, a Contentools tem usuários em cerca de 70 países, mais de mil usuários ativos, além de mais de mil times de marketing usando a ferramenta diretamente ou por meio de suas agências digitais. São mais de 70 mil conteúdos criados na plataforma e o objetivo é triplicar esses números nos próximos anos.

Já a Worthix é a primeira empresa voltada para desenvolver tecnologia de pesquisa de consumidores no mundo todo. Por meio de inteligência artificial, a startup consegue medir com precisão científica quais são as experiências que mais motivam a compra e a lealdade dos clientes.

A ferramenta é inovadora porque as empresas que usam a tecnologia não precisam mais se preocupar em decidir quantas ou quais serão as perguntas do questionário que será enviado aos clientes. “O Worthix decide quais perguntas serão aplicadas e assim consegue explorar com profundidade todas as percepções de custo, de benefícios (emocionais e racionais) e de concorrência que cercam as experiências dos clientes”, explica Guilherme Cerqueira, CEO da Worthix.

A área de relatórios do software também é inovadora. Na medida em que os clientes respondem os questionários, os analistas das empresas têm acesso a um dashboard com inteligência artificial e econometria que apresenta quais dentre todas as experiências percebidas pelos clientes tem a maior probabilidade de aumentar vendas e lealdade. Além disso, o Worthix é capaz de quantificar a experiência dos clientes em uma pontuação (score ou Worth Index) que tem alta correlação com as decisões de consumo dos clientes. Consequentemente, com as variações dos resultados financeiros das empresas, se torna possível incluir em seus modelos preditivos, informações analíticas das empresas.

Segundo Guilherme, os principais aprendizados de montar uma empresa nos EUA é “a obrigatoriedade que você tem de ter um mindset de atuação global, ao invés de local. Você passa a enxergar que o mundo é muito maior do que o eixo Rio-São Paulo e que é possível sim, mesmo sendo Brasileiro, criar um business disruptivo, inovador e capaz de concorrer e vencer gigantes globais”.

Para o CEo da Worthix, empreender nos EUA não é mais fácil do que empreender no Brasil. “São desafios diferentes. Se por um lado a escada rolante do empreendedorismo Brasileiro está contra você, a escada rolante americana é muito mais longa e a quantidade de concorrentes disputando para chegar lá em cima antes de você é muito maior”, pondera Guilherme.

A Worthix tem um escritório no Vale do Silício, porém hoje, a sede da empresa é em Atlanta, cidade que apresenta um PIB quase duas vezes maior do que o da cidade de São Paulo e é considerada o Tech Hub of the South dos EUA. Segundo Guilherme, o motivo da escolha por mudar a base para Atlanta foi a posição geográfica. “Na minha opinião, San Francisco ainda é a capital global da inovação e do empreendedorismo. Porém a Worthix é B2B e ficar em San Francisco significa gastar muito mais e ainda ficar em uma posição muito ruim em relação ao fuso dos clientes da Costa Leste dos EUA, da Europa e da América no Sul, que são as regiões onde concentramos a maior parte dos nossos clientes”, diz.

Os planos de crescimento da empresa ainda se concentram em expandir fortemente no mercado americano, apesar de também já estarem direcionando investimentos para o mercado da América Latina e Europa. Como destaque de alguns clientes entre brasileiros e internacionais, a Worthix tem: HP, Blizzard Entertainment, Loreal, FICO, Praxair, TechCrunch, Sura, Localiza-Hertz, Oi, TIM, Vivo, Nextel, Banco do Brasil entre outros.

Além da necessidade de investir em inovação disruptiva, a busca por soluções no exterior foi fundamental para alcançar um maior crescimento em ambas as empresas. É fato que, apesar da maior concorrência, a proximidade com o Vale do Silício permite muito mais contatos, parceiros, clientes e investidores globais do que no Brasil.

A 500 Startups

Reconhecida pela revista Forbes como uma das melhores aceleradoras do mundo em 2016, a 500 Startups possui dois programas de investimento e mentoria para startups: o Seed Program e o Series A Program.

Com a rápido crescimento da economia da informação, a 500 Startups também é pioneira no desenvolvimento de parcerias corporativas e iniciativas governamentais, visando disseminar a cultura empreendedora do vale do silício em todo mundo. Seguindo a mesma linha, a empresa realiza todos os anos eventos voltados para a comunidade empreendedora, como por exemplo o Geeks on a Plane, 500 Demo Day, entre outros.

Além de investir, a 500 Startups conta com programas de educação executiva voltados para profissionais que já atuam ou pretendem atuar no segmento de venture capital. Conhecidos como “VC Unlocked”, estes cursos, realizados em parceria com UC Berkeley e Stanford University, reúnem profissionais de todo mundo na California em torno dos mais recentes temas relacionados ao segmento, da estrutura jurídica às estratégias de investimento.

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