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Como desenvolver uma cultura de dados dentro da sua organização

Por Ricardo Fornari, Country Manager da Stibo Systems no Brasil

À medida que as empresas avançam em suas jornadas de renovação tecnológica, encontrar formas de aproveitar as oportunidades trazidas à tona pela transformação digital tem ganhado um novo status, como um dos grandes desafios para as organizações modernas. É esse cenário que os líderes de TI e CDOs (Chiefs Data Information) têm enfrentado, sobretudo, em busca de estratégias que permitam a utilização das informações geradas pelos sistemas automatizados como insights práticos para a geração de melhores negócios.

Para suprir essa demanda, as companhias vêm investindo em soluções de gerenciamento de informações multiplataformas, com recursos que elevem a inteligência de seus negócios, melhorando os resultados e as dinâmicas de suas operações. De acordo com analistas internacionais, até 2020, 80% das organizações deverão iniciar o desenvolvimento de suas competências na gestão de dados.

O sucesso dessa estrutura depende, também, de outro aspecto: o desenvolvimento de uma cultura de dados que englobe toda a operação das empresas. Os CDOs devem notar que o avanço de seus projetos de uso dos dados depende da inclusão de recursos assertivos, com ferramentas analíticas modernas, e, ao mesmo tempo, da participação e entendimento das pessoas em relação aos processos. É por isso que construir um ambiente colaborativo, capaz de engajar e orientar os colaboradores em relação à importância e as vantagens a serem conquistadas a partir do uso prático das informações, é a melhor maneira de fortalecer os investimentos em tecnologia e gerar valor às rotinas de negócios.

Esse é um ponto importante, pois, segundo pesquisas de mercado, a maior parte das empresas brasileiras ainda não conta com uma estrutura clara sobre quais são seus processos e projetos em relação à qualidade de dados. Além disso, as companhias ainda não possuem diretorias específicas para assumir essa responsabilidade, fazendo com que a gestão das informações acabe sendo compartilhada por TI e por várias áreas de negócio.

Por isso, hoje, o desafio de desenvolver uma cultura de dados não envolve apenas a necessidade de tornar as pessoas confortáveis ​​com o uso de insights fornecidos por software. Em paralelo a isso, é preciso garantir que os profissionais sejam capazes de ver, avaliar e transmitir o valor útil do conjunto de dados que está à disposição.

Esse cenário exige que as lideranças promovam cada vez mais uma mentalidade colaborativa em seus ambientes de trabalho, enfatizando como a integração entre profissionais, sistemas e processos pode ser benéfica para o sucesso da companhia e de todos os envolvidos.

Para suportar esse processo e garantir melhores resultados e engajamento, os CDOs deveriam tomar algumas ações básicas. A primeira delas é mostrar, com clareza, quais são os princípios de governança de dados de suas operações, fortalecendo a responsabilidade e a participação de cada colaborador nesse processo. A boa gestão das informações é a força motriz e o resultado desejado em uma cultura de dados sólida, criando uma conexão assertiva e evidente entre as pessoas, os processos e a tecnologia.

Além disso, é necessário romper os silos organizacionais que impedem a colaboração e a otimização de dados. Desbloquear as informações e evitar o represamento de dados é o passo-chave para poder gerar valor à rotina das companhias a partir dos dados fornecidos pelas plataformas inteligentes. Sendo assim, é imperativo que as barreiras técnicas e organizacionais sejam removidas o máximo rápido possível para permitir transparência entre sistemas e departamentos.

Por fim, é preciso que os CDOs apliquem métodos e soluções que agreguem recursos preparados para simplificar a mudança de cultura dentro das organizações. O melhor investimento em longo prazo que os líderes podem fazer para desenvolver uma cultura de dados é elevar a média de conhecimento de dados da organização e imbuir todos os colaboradores com uma sólida mentalidade orientada ao uso de dados.

A inteligência necessária para ajudar esses profissionais já está disponível com a tecnologia. As novas soluções de Master Data Management, por exemplo, oferecem visualização completa de informações, unificando dados gerados por diversas plataformas. Essas ferramentas combinam analiticamente quais são as informações mais específicas e úteis para as companhias e maximizam o acesso dos líderes a esses relatórios e painéis. Dessa forma, é possível acompanhar as jornadas de desenvolvimento de produtos, atendimento aos clientes e até de ciclo de vida da infraestrutura de equipamentos instalados em uma linha de operação, construindo panoramas muito mais assertivos sobre o que deve ser mantido ou alterado.

As soluções de Gestão de Dados Mestres Multidomínio tem tudo para apoiar e conduzir as empresas rumo a Transformação Digital, mostrando como é possível aproveitar os dados como moedas estratégicas para o futuro. Vale dizer, no entanto, que o sucesso de qualquer aplicação depende de um acompanhamento atento e especializado.

Estimular as ações de capacitação interna e os processos de inovação ajudará a potencializar os resultados trazidos pelas novas tecnologias, além de reduzir os possíveis impactos provocados pelas mudanças. Ter o apoio do alto comando da empresa nesse processo de transformação é uma recomendação importante para quem deseja disseminar uma cultura de gestão de dados na sua organização.

Com esse vasto horizonte à frente dos executivos de TI, é interessante destacar que as organizações certamente se depararão com várias demandas e pontos a serem melhorados. Esse, porém, é grande o valor dos dados. Ter um pensamento analítico, com ricas fontes de inteligência colocadas à disposição, sempre deixará claro que as empresas têm que seguir em frente, evoluindo seus trabalhos. É preciso avançar, e uma cultura baseada em dados é, sem dúvida, a melhor maneira de dar o passo certo rumo ao futuro.

Consultoria aponta principais desafios para as empresas com a Lei Geral de Proteção de Dados

Promulgada em agosto de 2018, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é um marco fundamental no setor de Data & Analytics e se soma a uma série de outros instrumentos legais, desde a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH/1948), passando pelo Marco Civil da Internet brasileira (Lei nº 12.965/2014), até a Regra Geral de Proteção de Dados Europeia (Diretiva 2016/680 & 2016/281), criando um cenário completamente novo para as empresas que operam com dados – basicamente todas, atualmente. É o que apontam os especialistas da Cosin Consulting, consultoria de negócios e tecnologia do grupo Dentsu Aegis Network (DAN) com mais de 2 mil projetos desenvolvidos, Mario Hime e Antonio Cipriano.

“Algumas práticas já eram comuns e existiam regras esparsas, mas o LGPD consolida este cenário criando leis específicas, mecanismos de controle e punições severas. Com isso, as empresas devem se preparar sob pena de riscos financeiros, jurídicos e para sua imagem. Acreditamos também que uma estrutura bem adaptada a esta nova realidade possa gerar uma vantagem competitiva, especialmente no relacionamento com o consumidor”, afirma Mario Hime, vice-presidente da Cosin Consulting. Já Antonio Cipriano, também vice-presidente da Cosin Consulting, completa que “os novos instrumentos legais trouxeram apreensão, mas é preciso ficar claro que a Lei não impõe a confidencialidade ou impossibilidade total de manipulação dos dados. O que é necessário é uma estrita proteção e a necessidade de se pedir o consentimento de pessoas físicas”.

Dentre os pontos de atenção para as empresas, os executivos destacam seis. O primeiro é o já mencionado consentimento explícito do consumidor. Esse processo precisa ser realizado de forma simples, mas efetivo e que possa ser rastreada em caso de necessidade. O segundo ponto – um dos mais descobertos no momento – é a criação de mecanismos de resposta rápida quando o consumidor retira sua autorização para a utilização de dados. O terceiro ponto é relativo à manipulação de dados sensíveis (financeiros, políticos, religiosos) e de menores de idade, que devem ter cuidados ainda mais estritos.

Uma inovação introduzida pelo LGPD (quarto ponto) é a obrigação de informar à Sociedade e às Autoridades em caso de vazamento de dados – um risco real, mesmo com todos os investimentos em segurança digital que estão sendo realizados atualmente. “Esse, talvez, seja o principal ponto de atenção da nova lei. As empresas precisam criar políticas e procedimentos a fim de viabilizar o atendimento desta norma, até para minimizar impactos em sua imagem”, ressalta Mario Hime.

Todos esses elementos trazem à tona novamente a importância de práticas sólidas de segurança da informação (quinto ponto). “Para dar conta deste grande desafio, as empresas devem ter um olhar amplo, considerando esta questão não apenas uma atribuição de TI, mas incluindo todos os departamentos, como RH, Jurídico, Vendas, Controladoria, etc. Recomendamos a criação de regulamentos internos específicos, com prazos, responsabilidade e sanções”, explica Antonio Cipriano. Os próprios dados dos colaboradores merecem atenção, ainda mais em empresas de maior porte (sexto ponto).

Os executivos concluem que “a mudança deve ser tão grande que é necessário que o atendimento à LGPD faça parte do plano de negócios da empresa”.

Tableau lista as principais tendências do BI para 2019

Um novo ano se aproxima. Com os olhos no futuro é hora de avaliar tendências e tecnologias emergentes que moldarão os próximos anos da indústria de business intelligence à medida que as organizações buscarem alternativas inovadoras. 2018 foi um ano de inovações, além de aprimoramentos de produtos e serviços, levando as organizações a uma análise sobre como priorizar uma abordagem moderna de BI que conduza a empresa a obter o máximo valor dos seus dados.

Pensando no quem vem pela frente, Adriano Chemin, vice-presidente da Tableau para América Latina, empresa de software para análise visual de dados, reuniu as principais tendências de Business Intelligence para 2019 e além.

1. Inteligência Artificial Explicável: modelos mais transparentes e maior confiança nos dados

Que a Inteligência artificial (IA) veio para ficar é fato, graças ao aprendizado de máquina empresas conseguem criar clusters de comportamento, identificar tendências de mercado, avaliar riscos, tomar decisões rápidas e automatizar milhões de atividades que antes consumiam tempo e recursos. Não dá pra negar que o IA abriu um mundo de possibilidades para o universo de BI, e que muitas das evoluções que estamos vendo (e que veremos nos próximos anos) foram conquistadas graças às possibilidades oferecidas pela tecnologia de IA.

Por outro lado, quanto mais dependemos da IA, maior é nossa desconfiança quanto à credibilidade das recomendações baseadas em modelos, já que grande parte das ferramentas que utilizam aprendizado de máquina não fornecem uma forma transparente de ver os algoritmos ou a lógica por trás das decisões e das recomendações. É aí que vem o IA Explicável, a prática de compreender e apresentar exibições transparentes dos modelos de aprendizado de máquina. Se é possível questionar seres humanos, por que não ter a mesma opção com o aprendizado de máquina na tomada de decisões?

A IA Explicável permite que o corpo executivo, cientistas e analistas de dados entendam e questionem a forma como o aprendizado de máquina é aplicado no dia a dia de uma empresa, gerando mais transparência e confiabilidade nos resultados.

2. Linguagem natural transformando a dinâmica das organizações: conversas analíticas elevadas a um novo patamar

O processamento de linguagem natural (NLP) está quebrando paradigmas em todos os campos da tecnologia e mudando a forma como as pessoas trabalham, ouvem música, solicitam informações sobre o tempo e, cada vez mais, obtém respostas sobre um painel de dados.

A habilidade de obter respostas por meio de um comando de voz permite que pessoas com todos os níveis de conhecimento possam questionar seus dados, e ao perguntar, obter uma resposta concreta e veloz. Paralelamente, a linguagem natural está evoluindo para dar suporte à conversação analítica, ou seja, a conversa entre o ser humano e o sistema sobre seus dados. O sistema aproveita o contexto da conversa para entender a intenção por trás da consulta do usuário e promover o diálogo, criando uma experiência de conversação cada vez mais natural.

À medida que a linguagem natural evolui com o setor de BI, ela abrirá portas para a adoção de análise e ajudará a transformar ambientes de trabalho em operações autônomas e impulsionadas por dados. O NPL eleva o patamar analítico das organizações como um todo, permitindo que um CEO atarefado, ou um analista de marketing sem tanta destreza com análises numéricas obtenham as respostas que necessitam para executar seu trabalho de forma precisa.

3. Análise acionável: mobilidade dos dados impulsiona ações

Velocidade é palavra-chave na vida de quem trabalha com análise de dados na atualidade, seja no acesso às informações ou no tempo de resposta para executar a ação necessária, tudo precisa estar alinhado em um único fluxo de trabalho e disponível no lugar e no dispositivo que o cientista/analista de dados desejar para que ele possa agir rápido.

Pensando nisso, fornecedores de plataformas de BI oferecem análise em dispositivos móveis, análise incorporada, extensões de painel e APIs que incorporam a análise ao local onde as pessoas executam seu trabalho evitando a troca de aplicativos (ou servidores) desnecessária e melhorando o fluxo de trabalho. A mobilidade permite, por exemplo, que o CEO de uma empresa acompanhe a evolução de seus negócios de qualquer lugar do mundo, e acione sua equipe em tempo real. A incorporação da análise em fluxos de trabalho diversos, leva ao que chamamos de análise acionável, um avanço poderoso que promete atender as necessidades analíticas dos mais diversos departamentos, e empoderar funcionários de diferentes setores por meio de dados contextualizados e sob demanda.

4. Storytelling é a nova linguagem dos dados

Dados são a forma mais poderosa de comunicar uma descoberta, apresentar um insight ou expor seus resultados, e nada como o Storytelling para gerar aquele impacto positivo. Storytelling análitico, ou contar uma história por meio de dados, é uma das tendências mais marcantes do mundo do BI, e uma forma muito mais atraente de expor todas as etapas de suas análises de forma acionável e fácil de entender.

À medida que as empresas criam uma cultura de análise, contar histórias com dados tem ganhado novos significados. Ao invés de apresentar uma conclusão única, o storytelling promove a criação de um diálogo e contribui para uma abordagem coletiva da análise. Com o storytelling, tanto o criador do painel como o público se tornam responsáveis por chegar a uma conclusão sobre o que os dados estão dizendo – estimulando a diversidade de ideias e promovendo o trabalho coletivo ou co-criação de painéis.

5. Comunidade analítica: uma aposta certeira para maximizar a adoção de BI nas empresas

Ter uma plataforma de BI funcionando não significa extrair o máximo potencial dessa ferramenta. E por mais duro que pareça, o fato de alguém, ou um determinado departamento abrir relatórios uma vez ou outra, não significa fazer bom proveito dos dados, e muito menos que essa consulta trará ações concretas ou terá efeitos práticos. De nada adianta ter o BI dos sonhos se não houver adoção massiva da ferramenta.

Em muitas empresas a adoção de uma plataforma de BI de sucesso começa com o alto escalão da empresa e com a percepção de que é preciso integrar as diferentes fontes de dados e extrair valor. E para gerar valor, nada como uma comunidade interna de usuários engajados, e métricas concretas para determinar como as pessoas estão usando a plataforma de BI para causar um impacto nos negócios. Falando em comunidade, empresas do mundo todo já perceberam o poder da co-criação analítica, e como pessoas com um background diferente conseguem trabalhar juntas para estabelecer métricas e descobrir insights por meio dos dados. O BI de autoatendimento democratizou o acesso a informação nas empresas. Agora o desafio é fomentar comunidades engajadas, transformar informação em ação e claro, medir os resultados. E viva o trabalho em equipe!

União para impactar positivamente a economia

Por Maria Teresa Fornea, Co-fundadora e CEO da Bcredi

Há algum tempo a cidade de Curitiba tem se destacado nacionalmente como polo de inovação e empreendedorismo. Não só pelo surgimento de startups – já são 200, segundo o mapeamento mais recente da ParanáTech –, mas também pelo número cada vez maior de eventos na cidade que reúnem diversos setores da sociedade para discutir e promover esses temas.

O Festival de Impacto, cuja primeira edição foi em novembro, provou novamente o pioneirismo curitibano ao dar um passo além e mostrar que inovar também envolve transformar negócios e investimentos para promover impactos sociais e econômicos positivos. O evento reuniu mais de 2 mil pessoas, entre investidores, empreendedores, consultores e o poder público. A união de tantos representantes com o mesmo propósito prova que há cada vez mais consciência e vontade de pessoas e empresas de fazer a diferença no mundo.

Um dos momentos mais marcantes do evento foi a palestra do espanhol Joan Melé, economista, empresário, palestrante internacional e ex-sub-diretor geral da filial espanhola do Tríodos Bank. O banco holandês, considerado pioneiro como banco ético, atua na Europa com a missão de financiar empresas, instituições e projetos que promovam valores culturais e beneficiem a sociedade e o meio ambiente.

Melé falou sobre a relação entre dinheiro e consciência, usando o banco como exemplo. A palestra marcou o início da discussão sobre a implementação de um banco ético no Brasil, com a apresentação de empresas com cunho social que estão abertas para receber investimentos com esse propósito. Esse pode ser o início de um divisor de águas na forma com que o brasileiro pensa o próprio negócio e seus impactos. Essa consciência ainda está se despertando por aqui, mas o Festival de Impacto mostrou o potencial que esse movimento pode ter.

Também discutimos o papel das fintechs na inclusão financeira e a importância da democratização do acesso por meio da inovação. Como uma das palestrantes, tive a oportunidade de apresentar o papel que a Bcredi desempenha para promover impacto positivo nas finanças de empresas e pessoas com uma solução de crédito mais saudável.

Queremos ampliar no Brasil o acesso ao crédito com garantia de imóvel, já muito conhecido nos Estados Unidos e na Europa. Essa é uma opção rápida e descomplicada que possibilita ao cliente contratar até 50% do valor do seu imóvel em crédito para utilizar como quiser com prazo de até 15 anos.

Tendo o imóvel como garantia de pagamento, as taxas são mais baixas e vantajosas se comparadas a outras alternativas (variam de 1,14% a 1,80% ao mês). Com as fintechs que oferecem um processo 100% online, há a possibilidade de obter a aprovação em até dez dias úteis, prazo bem abaixo da média de dois a três meses praticada pelo mercado.

O impacto desse tipo crédito na economia é imenso, por fazer com que as parcelas mensais diminuam, em média, 80%. Conseguimos, assim, fomentar a atividade econômica e o crescimento dos pequenos e médios empresários, que representam a maior parte dos clientes da Bcredi e dos que procuram o crédito com garantia de imóvel. A finalidade do empréstimo contratado é, em sua maioria, a consolidação de dívidas caras em uma mais barata, reforma ou construção e capital de giro.

Entender o impacto que os negócios têm na sociedade faz parte de um processo importante para todos e a Bcredi já nasceu com essa percepção. Por isso participamos do Festival de Impacto: nós acreditamos que o nosso trabalho não envolve apenas crédito, e sim inúmeras possibilidades de impacto positivo na sociedade e na economia.

Consumidores acima dos 60 anos devem ter o maior crescimento nas compras de fim de ano pela internet, segundo Rakuten Digital Commerce

 

Apesar de o mundo online ser dominado pelos jovens, os mais velhos não ficam atrás quando o assunto é comprar na internet. Muito pelo contrário. A geração de consumidores acima dos 60 anos é a que deve apresentar o maior aumento nas compras online neste mês. É o que aponta um levantamento realizado pela Rakuten Digital Commerce, ecossistema de soluções para o comércio eletrônico que atua com mais de 1.200 lojas virtuais no Brasil. Os internautas desta faixa etária devem ter um aumento de 23% no volume de pedidos transacionados em 2018, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Em seguida, deverão se destacar os consumidores com idades entre 30 e 40 anos, com um aumento esperado de 22%. Já o terceiro maior crescimento de consumo online é esperado entre aqueles que se enquadram na faixa dos 20 aos 30 anos, com uma alta de 21%. “O pagamento do 13º salário influencia na predominância de consumidores mais velhos nas compras online para o Natal, assim como a tradição de presentear filhos e netos”, explica René Abe, CEO e Presidente da Rakuten Brasil.

Confira a tabela abaixo:

Compras Online – Fim de Ano 2018
Faixa Etária Crescimento Esperado (Dez18 vs Dez17)
Menos de 20 anos 11%
Entre 20 e 30 anos 21%
Entre 30 e 40 anos 22%
Entre 40 e 50 anos 17%
Entre 50 e 60 anos 8%
Acima de 60 anos 23%

Fonte: Rakuten Digital Commerce

 

Ticket médio

O ticket médio de forma geral deve ser de R$ 290,27, o que representa um aumento de 2,5% em relação ao ano passado. Porém, os consumidores das gerações mais velhas são os que menos vão economizar neste fim de ano: os dados revelam que as pessoas de 40 a 50 anos devem gastar em média R$ 355,06 – ou seja, 2% a mais que no fim de ano de 2017.

Em segundo lugar estão os compradores entre 50 e 60 anos, com expectativa de um ticket médio de R$ 344, seguidos dos maiores de 60 anos, que possuem um ticket médio de R$ 305. “Os jovens costumam comprar com maior frequência pela internet, mas com um ticket médio mais baixo, enquanto que os consumidores mais velhos escolhem produtos mais caros”, afirma o executivo.

Confira a tabela abaixo: 

Ticket médio de compras online – Fim de Ano 2018
Faixa Etária Ticket Médio Variação (Dez 18 vs Dez 17)
Menos de 20 anos R$ 197,51 1,8%
Entre 20 e 30 anos R$ 227,87 – 1,3%
Entre 30 e 40 anos R$ 290,13 1%
Entre 40 e 50 anos R$ 355,06 2%
Entre 50 e 60 anos R$ 344,72 -1%
Acima de 60 anos R$ 305,36 2,5%

Fonte: Rakuten Digital Commerce

Categorias

Considerando os segmentos nesta época do ano, Moda e Acessórios deve liderar como a categoria mais consumida por todas as gerações, exceto por aqueles com idades entre 40 e 50 anos que devem comprar preferencialmente itens do segmento de Livros, Músicas e Vídeos. Para a geração com menos de 20 anos, o segmento de Moda e Acessórios representa mais da metade do total das compras do período (51%).

Já o segmento de Eletrônicos e Informática deve estar no top 5 de todas as gerações, mas indica que fará mais sucesso entre os compradores com até 30 anos. Enquanto o segmento de Perfumes, Saúde e Beleza deve ser o favorito das gerações com mais de 60 anos.

Ao compararmos a performance das categorias em 2017 e a expectativa de crescimento para 2018, independente da geração dos consumidores, o segmento de Brinquedos e Bebês é o que deve apresentar o maior aumento, ano contra ano. Em seguida devem vir Móveis e Decoração, Alimentos e Bebidas, Moda e Acessórios e Perfume, Saúde e Beleza, nesta ordem.

Confira a tabela abaixo:

Categorias – Fim de Ano 2018
Segmento Expectativa de Crescimento (Dez 18 vs Dez 17)
Brinquedos e Bebês 76%
Móveis e Decoração 67%
Alimentos e Bebidas 42%
Moda e Acessórios 29%
Perfume, Saúde e Beleza 21%

Fonte: Rakuten Digital Commerce

 

Startup CasaeCafe.com ajuda profissionais domésticos a encontrar emprego

O modelo de negócios desenvolvido pela plataforma CasaeCafe.com, que conta com mais de 800 mil usuários, permite que famílias se conectem com profissionais domésticos de uma maneira confiável e de baixo custo, com todos os envolvidos ligados no mundo online, buscando praticidade e segurança.

“Nos últimos anos por conta da recessão vivemos um quadro de mais profissionais procurando emprego do que vagas ofertadas. Mesmo neste momento adverso, crescemos e conseguimos criar oportunidades e facilidades para os nossos usuários”, revela Guilherme Silva, CEO da empresa, que recolocou no mercado de trabalho em 2018 um em cada quatro profissionais que procuravam por emprego online.

“Estamos confiantes com a retomada da economia e desta forma poderemos conectar mais e mais pessoas, promovendo a conquista de empregos no país”, afirma Guilherme. Em 2017, o CasaeCafe.com apresentou um crescimento médio de 30% ao mês em usuários que encontraram profissionais de confiança para cuidar do seu lar, investiu pesado em tecnologia em 2018 e a expectativa é entregar ferramentas adicionais de pagamento de salário e serviços via plataforma, dobrando o faturamento do último ano já no 1º semestre de 2019.

A história da startup CasaeCafe.com começou em 2009, com a criação do primeiro site no Brasil de oferta e procura de profissionais domésticos. De lá para cá, muitos foram os aprendizados e aperfeiçoamentos na plataforma digital, que agora vive um momento de maturidade.

Recebeu investimentos importantes, com o primeiro aporte em 2014, feita pelo fundo de impacto social GAG, passou por uma segunda rodada em 2017 por um pool de fundos e investidores, e planeja uma série A em 2019.

No Brasil, o mercado das categorias de profissionais oferecidos pela startup conta com 12 milhões de pessoas. Atualmente, os serviços mais procurados são os de babá: 35%, empegada doméstica 35%, faxineira 15%, cuidador de idosos 5%, cozinheira 5% e lavadeira/passadeira 5%.

Os estados que mais contratam são: São Paulo 43,09%, Rio de Janeiro 16,04%, Minas Gerais 5,74%, Paraná 4,95%, Bahia 3,81%, Rio Grande do Sul 3,41%, Brasília 2,97%, Pernambuco 2,59%, Santa Catarina 2,56%, e Ceará 2,45%.

E-commerce: Vendas devem ter alta de 42% neste Natal

O Natal já não é a data mais lucrativa do e-commerce, tendo perdido a posição para a queridinha dos consumidores e lojistas: a Black Friday, segundo a Tray, unidade de e-commerce da Locaweb. Ainda assim, a época do Bom Velhinho deve continuar a render bons lucros para o comércio virtual. De acordo com levantamento da unidade, calcula-se um aumento de 42% no faturamento deste Natal.

Assim como na Black Friday, que teve alta de 11% no ticket médio, o Natal seguirá a mesma linha, com R$ 280, um aumento de 6,5% em relação ao ano passado. Para Thiago Mazeto, head de experiência do cliente na Tray, a constância desse valor se deve a maneira como os lojistas têm praticado o preço dos produtos.

“Durante a Black Friday, notamos que os lojistas evitaram queimar sua margem de lucro, trabalhando os valores no limite do ganho. A tendência é que essa estratégia se mantenha, com aumento apenas em produtos específicos”, aponta.

Com a Black Friday ganhando cada vez mais notoriedade na agenda dos brasileiros, muitos aproveitam a data para antecipar a compra dos presentes de Natal, garantindo a entrega antes do dia 25. “Desde 2016 percebemos que o Natal deixou de ser a data mais lucrativa para o e-commerce. Com uma ação do tamanho da Black Friday tão próxima, a queda nos pedidos no mês de dezembro é um revés esperado”, finaliza Mazeto.

Como a inovação pode contribuir com as organizações

Por Guilherme Rodrigues, Gerente de Contas Estratégicas da ASG Technologies Group, Inc

Nos últimos anos, você deve ter visto dezenas de casos de empresas que mudaram suas histórias a partir de grandes processos de inovação. No passado, as mudanças exigiam investimentos financeiros significativos que estavam fora do alcance de muitas organizações. No entanto, com o avanço da Era Digital, a inovação hoje é possível e está ao alcance de qualquer orçamento.

As organizações podem inovar e aprimorar os processos de maneira pragmática ao adotar uma estratégia bem definida. Neste caso, os CIOs (Chiefs Information Officer) podem melhorar suas organizações, valorizando seus investimentos e ações diárias, sem abrir mão da economia e dos objetivos estratégicos a curto prazo de suas operações. Nesse contexto, a inovação pragmática é uma opção fundamental para as organizações, ao permitir a adoção de processos orientados à aplicação de tecnologias e recursos que agreguem real valor aos negócios.

Em linhas gerais, a inovação pragmática é uma estratégia que busca identificar e propor oportunidades de transformação tecnológica de forma assertiva. Essa abordagem tem como objetivo garantir que as empresas apliquem seus maiores esforços na adoção de ferramentas, serviços e recursos mais alinhados aos objetivos de negócios, gerando valor aos usuários, e em condições financeiras e operacionais mais adequadas à realidade das operações.

Para essa proposta ser eficiente, no entanto, os CIOs precisam entender que a inovação não vem apenas por meio da aplicação de conceitos disruptivos e altamente transformadores. Os líderes de TI podem começar avaliando suas estruturas de tecnologia, mapeando de que forma contribuem para o negócio da companhia e investigando se a organização está otimizando seus investimentos em soluções que realmente otimiza os processos.

Um ponto essencial para o sucesso das estratégias de inovação pragmática é a aplicação de serviços e ferramentas que permitam o uso de dados gerados pelas operações. Os dados chamam atenção. De acordo com uma pesquisa da W.P. Carey School of Business da Arizona State University, o volume global de dados de negócios duplica a cada 14 meses. Além disso, um relatório recente da Interana mostra que 70% das empresas ainda não extraem qualquer tipo de ideia dessas informações, perdendo oportunidades para operarem de forma ainda mais estratégica. Nesse cenário, as organizações que mudarem seus processos e aproveitarem os dados como insights para a inovação de seus processos certamente sairão na frente para economizar dinheiro e tempo, aumentando as chances de sucesso no futuro.

Esse processo depende de soluções que apresentem uma visão abrangente e completa das organizações, mostrando quais áreas precisam de inovação e quais são os ganhos necessários para gerar resultados realmente positivos. Com o uso de ferramentas modernas para gerenciamento de dados, as companhias podem localizar, gerenciar e entender informações de qualquer tipo. A capacidade analítica trazida pela tecnologia é imprescindível para que as empresas respondam questões importantes sobre os reais resultados das inovações implantadas.

Além disso, ao propor uma abordagem moderna de gestão de dados, as companhias estarão mais preparadas para suportar as demandas para o futuro e para o crescimento das demandas digitais. Na prática, o monitoramento inteligente de informações permite que os líderes de TI definam com antecedência quais tecnologias e serviços serão essenciais para os próximos passos de suas equipes e iniciativas, bem como para avaliar a performance da concorrência e as demandas do público, entre outros. Em suma, essas aplicações permitem uma visão assertiva, baseada em dados, com indicadores claros e em sintonia com a estratégia de negócios das companhias.

Ao adotar o pensamento pragmático e ferramentas de análise de informações modernas, os gestores ganham a chance de modernizar suas abordagens de inovação, endereçando seus esforços para iniciativas que permitam o aperfeiçoamento dos sistemas, melhorando a performance dos times de TI e gerando ganhos efetivos em resultados para suas companhias.

Com a inovação, os líderes ganham mais tempo e recursos para pensarem em projetos maiores, com maior fôlego para aplicar novidades mais visionárias e disruptivas. Assim, os CIOs podem equilibrar a balança entre a inovação de efeito imediato e as aplicações que visam o futuro em longo prazo.

O olhar estratégico dos dados tem tudo para ajudar as companhias a inovarem de uma maneira mais objetiva, consciente e rentável. Para isso, é importante que os gestores e líderes entendam melhor necessidades, agregando mais inteligência e assertividade à análise de informações que são geradas a cada minuto por suas organizações. Afinal de contas, a verdadeira inovação é aquela que transforma as empresas, aproveitando e ampliando o potencial das operações para o atingimento dos objetivos de negócios. O momento para a mudança é agora.

Mining Hub anuncia edital para startups interessadas em se aproximar da cadeia de mineração brasileira

Estão abertas as inscrições para startups interessadas em fazer parte do Mining Hub, uma iniciativa que busca a geração de inovação para a mineração com foco setorial e apoiado por 12 grandes players da indústria. O espaço, que ocupará um dos seis andares da recém inaugurada WeWork Savassi Mall, em Belo Horizonte (MG), contará com a participacão das principais mineradoras e fornecedores da cadeia do setor no país. Os formulários de inscrição e o edital completo podem ser acessados pelo site www.mininghub.com.br até 11 de janeiro de 2019. Podem se inscrever startups cujos focos de atuação de enquadrem em algum dos desafios estratégicos e operacionais anunciados pelo projeto: Segurança (Operacional e SSO – segurança e saúde ocupacional); Gestão da Água; Fontes de Energia Renovável; Eficiência Operacional; e Gestão de Resíduos e Rejeitos.

As startups e empreendedores selecionados serão acelerados em ciclos de quatro meses, sendo que o primeiro terá início em Fevereiro de 2019. Lançado em novembro deste ano, o Mining Hub conta com o apoio do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) e reúne as mineradoras Anglo American, AngloGold Ashanti, ArcelorMittal, CSN, Ferrous, Gerdau, Kinross, Mineração Usiminas, Nexa Resources, Samarco e Vale. Também já confirmaram presença fornecedores relevantes ligados ao setor, como Haver Brasil, IHM Stefanini, ISQ, Petronas e ThyssenKrupp.

Entre as vantagens para as startups que conseguirem, por meio do edital, garantir o seu espaço no Mining Hub, está a proximidade com as grandes empresas envolvidas, que poderão atuar como clientes-anjo e, inclusive, evoluir para uma potencial joint venture, spin-in ou M&A. Além disso, vale destacar o acesso a um programa de inovação aberta conjunto, onde as soluções de sucesso podem ser escaladas de forma fácil e ágil entre as empresas que patrocinam o programa. O grande objetivo do Mining Hub é gerar conhecimento, novas tecnologias, produtos e serviços e, inclusive, promover a transformação cultural do setor, tido hoje como um dos mais tradicionais do mercado, preparando-o para as tendências do futuro do trabalho.

Projeto integra o WeWork Labs

O Mining Hub integra o WeWork Labs, iniciativa global da WeWork trazida para o Brasil em meados de 2018. Ele é dividido em duas frentes: de um lado, a plataforma capacita startups e empreendedores, por meio da oferta de espaços de trabalho e uma programação que conta com uma rede de mentores exclusiva, curadoria de conteúdos, ferramentas desenvolvidas internamente e um funcionário da WeWork dedicado exclusivamente ao projeto (Labs Manager), responsável por conectar as startups com mentores, clientes e, eventualmente investidores e fundos.

Já na frente voltada para grandes empresas, o WeWork Labs se propõe a contribuir para que organizações de qualquer segmento possam se desenvolver e inovar em suas estratégias de atuação, a partir da aproximação com essas startups, que poderão apoiá-las de maneira customizada na solução de seus desafios, por meio de tecnologia e transformação cultural. Em ambos os casos, a iniciativa conta com parcerias junto a universidades, aceleradoras, incubadoras, empresas de venture capital e especialistas de diversos setores, criando e apoiando um ecossistema de inovação, que colabora para o sucesso desses negócios.

O WeWork Labs já conta com cinco espaços em São Paulo e Rio de Janeiro, mas terá em Belo Horizonte a sua primeira unidade focada em uma área de atuação específica. A primeira WeWork mineira, inaugurada em 22 de novembro, terá capacidade para 800 posições de trabalho até fevereiro de 2019. No Brasil desde 2017, a empresa conta com outras 15 unidades, em São Paulo, Rio de Janeiro, e mais de 15 mil pessoas trabalhando em seus espaços.

Revista dos Tribunais e Future Law lançam revista eletrônica sobre o uso da tecnologia no Direito

A Revista doa Tribunais, selo editorial da Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação estratégica e soluções em tecnologia para os principais segmentos da economia, em parceria com a Future Law, espaço que tem como objetivo conectar profissionais do Direito a atividades de ensino para acelerar a transformação digital, acabam de lançar a primeira edição da Revista de Direito e as Novas Tecnologias – RDTec.

É a primeira vez que o tradicional selo publica uma edição especializada em temas que abordam o uso das tecnologias a fim de aprimorar a prestação de serviços dos profissionais e dos departamentos jurídicos. Coordenado pelos cofundadores da Future Law, Alexandre Zavaglia, Bruno Feigelson e Christiano Xavier, o primeiro exemplar conta com as participações dos autores: Ricardo Villas Bôas Cueva, Éderson Garin Porto, João Henrique Ballsteadt Gasparino da Silva, Luiza Caldeira Leite Silva, Juliano Maranhão, Viviane Nóbrega Maldonado, Aldo de Paula Jr., Alexandre Rodrigues Atheniense, Isabela Ferrari e Daniel Becker, Marina Feferbaum, Alexandre Pacheco da Silva, Tiago Melo e Richerland Medeiros, Luciana Ortiz Tavares Costa Zanoni, Antônio César Bochenek, Paulo Cezar Neves Junior, Ricardo Vieira de Carvalho Fernandes e Angelo Gamba Prata de Carvalho.

“É com grande prazer que iniciamos este projeto com a Future Law. Oferecer aos nossos leitores temas e argumentos confiáveis sobre as transformações do Direito na sociedade é uma das principais metas da Revista dos Tribunais”, comenta Juliana Ono, Diretora Editorial e de Conteúdo da Thomson Reuters Brasil.

A versão digital da RDTec será um periódico trimestral, disponível através da plataforma Proview – info.proview.thomsonreuters.com, acessível nos sistemas operacionais Android e iOS. Saiba mais sobre a revista digital no site – http://www.thomsonreuters.com.br/pt/juridico/webrevistas/rdtec-revista-de-direito-e-as-novas-tecnologias.html.

Ritmo imposto pela velocidade da informação motiva micros e pequenas empresas a inovar

O Summit MPE, promovido pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil em sua sede, em São Paulo, reuniu micros e pequenos empresários para uma manhã de aprendizado sobre inovação, estratégias, gestão e, principalmente, como se adequar à transformação digital pela qual o mundo passa. Sob o tema “Sua empresa tem grandes ideias que merecem sair do papel”, o encontro recebeu para palestras especialistas como Ruy Barros, consultor do Sebrae na área de Administração e Planejamento Estratégico; Felipe Macedo, fundador & CMO, é responsável pelo crescimento acelerado da CoreBiz; Eduardo Endo, diretor dos MBAs da FIAP e Gestor de Tecnologia e Inovação, mestre em Inteligência Artificial e formação na Babson College, Kellogg School, Hiper Island e Nova School of Business.

O primeiro recado do dia foi “o empreendedor deve estar mais centrado na gestão, planejamento, do que nas atividades operacionais”, de acordo com Guilherme França, executivo da área de Desenvolvimento de Negócios da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil. E, para auxiliar o empreendedor, França sugere que os empresários fiquem muito atentos aos recursos cada vez mais eficazes proporcionados pela tecnologia. “Para se tornarem mais produtivas, as empresas têm de se adequar a inovações como URA inteligente, Customer Relationship Management (CRM), business intelligence, big data e inteligência artificial; por isso, os gestores devem se aprimorar no planejamento.”

Como suporte tecnológico para empresas de todos os portes, França expôs alguns resultados do Índice de Automação, levantado pela GS1 Brasil, que revela o nível de automação das empresas no país. O código de barras, primeira iniciativa para identificação de produtos e entrada na cadeia de abastecimento, está presente em 78% dos produtos que circulam no Brasil. No caso de pequenas indústrias, 76% delas adota o que é conhecido na logística como ID Única. Esses dois dados juntos apontam para o “estoque inteligente”, que é um resultado do uso racional e de baixo custo para se programar a produção sob demanda do mercado. Porém, o estudo mostra que apenas 26% das indústrias monitoram o comportamento de compra de seus consumidores e 14% das pequenas indústrias realizam a identificação do perfil dos seus consumidores – de onde se conclui que há muito trabalho a ser feito.

Ruy Barros, do Sebrae, endossa essa orientação ao dizer que o princípio básico de uma boa administração competitiva é “conhecer o cenário em que atua, buscar aperfeiçoamento constante, se manter atualizado, tomar decisões com rapidez e planejar”. Para atingir esse objetivo e mantê-lo, Barros afirma que o empresário deve “criar condições e ambiente favoráveis, planejar estrategicamente, focar nas soluções, avaliar riscos e acertos, e mensurar resultados”.

Apresentações mais futuristas, mostrando um cenário muito mais engajado em tecnologia, foram as de Eduardo Endo, diretor dos MBAs da FIAP, e de Felipe Macedo, da CoreBiz. Endo demonstrou como os dispositivos móveis elevaram a velocidade da informação e como isso alterou o cotidiano dos negócios e até mesmo como recursos da Inteligência Artificial estão se sobrepondo à criatividade humana na produção de filmes publicitários. “Quem não usar a tecnologia a seu favor, está fora”, conclui Endo.

Já Felipe Macedo mostrou como se tornou fácil e barato para os pequenos empreendedores terem acesso ao Marketing Digital, omnichannel, omnicontext e e-commerce. “O futuro está nos serviços por assinatura, nos quais o consumidor escolhe o que vai comprar, como e quando. Para isso, todos, sem exceção, precisarão estar conectados com mobilidade”, explica. “Quem não usa o Marketing Digital, não sabe o que vender e nem para quem.”

O evento contou ainda com apresentações do Banco Daycoval e da Source 2IT, que demonstraram soluções de gestão e CRM e de apoio a crédito aos empreendedores.

Internet das Coisas e Blockchain são as tecnologias mais atraentes às empresas brasileiras, aponta pesquisa da Thomson Reuters

Ao passo em que o mercado se ambienta à frequente oferta de tecnologias inovadoras, cresce também o interesse das empresas quanto ao que estas podem oferecer aos seus nichos de trabalho. Para entender um pouco melhor como as companhias no Brasil estão vendo este movimento, a Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação e tecnologia, acionou sua extensa base de decisores corporativos e, em parceria com universidade especializada em cursos voltados a negócios, a Live University, ouviu mais de 300 profissionais em posições de liderança e especialistas para mapear o que eles esperam e o que os preocupa na adoção das novas tecnologias dentro do ambiente corporativo.

O levantamento perguntou quais as tecnologias que lhes eram mais atraentes, permitindo a múltipla escolha. A Internet Das Coisas foi lembrada por 31,3% dos entrevistados, seguida por Blockchain (30,9%), Data Science (29,8%) e Inteligência Artificial/Machine Learning (29,2%). Destaque para a posição baixa das criptomoedas neste ranking, lembrada apenas por 1,9% dos participantes da pesquisa.

Dentre os principais motivos para adotar uma destas inovações, as razões mais apontadas foram: aumento da eficiência do trabalho (27%), melhoraria da governança e compliance (20%), padronização de processos (19%), redução do risco de fraudes (18%) e aumento da competitividade (15%).

“O bloco composto por IoT, Blockchain, Data Science, A.I., Machine Learning e Data Science é a grande aposta da alta gestão para impulsionamento do desenvolvimento de suas empresas. Com a maior parte dos decisores otimistas quanto ao cenário mundial, e confiantes de que a economia brasileira deve melhorar após as eleições, um cenário propício para implementação de novas tecnologias vai, aos poucos, se delineando”, afirma Santiago Ayerza, Managing Director para o segmento Corporativo da Thomson Reuters América Latina.

No que tange ao futuro do trabalho e sua relação com as novas tecnologias, a pesquisa traz destaques interessantes: 83% dos entrevistados acreditam que, graças a estas inovações, surgirão novas funções nas áreas em que atuam, 97% acreditam que elas irão otimizar ou no mínimo modificar a maneira de se trabalhar e 42% buscarão aumentar os investimentos na área de tecnologia, enquanto outros 34% pretendem manter os recursos atuais.

O levantamento também destaca que 40% dos entrevistados apontaram que ou já usam em sua plenitude as tecnologias disponíveis ao seu setor de atuação ou usam em algumas áreas e pretendem ampliar a adoção. Outros 15% ainda não usam novas tecnologias, mas possuem projetos de curto prazo para implantá-las. Apenas 3% afirmaram que não usam e nem pretendem utilizar essas novas ferramentas.

Para 90% dos entrevistados, a adoção de tecnologias inovadoras é positivo e traz benefícios. Contudo apenas 17% acreditam que seus profissionais estão prontos para utilizá-las. “O bloco composto por IoT, Blockchain, Data Science, A.I e Machine Learning é a grande aposta da alta gestão para impulsionamento do desenvolvimento de suas empresas. Com a maior parte dos decisores otimistas quanto ao cenário mundial, e confiantes que o cenário brasileiro pode melhorar a partir de 2019, um cenário propício para implementação de novas tecnologias vai, aos poucos, se delineando”, analisa Alex Leite Diretor Educacional da Live University Confeb.

Experiência do Cliente é prioridade para Magazine Luiza

Plataforma digital de varejo referência no País, o Magazine Luiza definiu que, em 2018, uma de suas estratégias seria colocar o cliente ainda mais no centro de seu negócio. Para isso, a empresa contou com o apoio das soluções da Zendesk, e do parceiro Aktie Now, para desenvolver um projeto de Experiência do Cliente e transformar a sua estrutura de atendimento para dar um melhor suporte aos seus consumidores e aos seus agentes.

O Magalu queria, além de aumentar a satisfação de seus clientes, reduzir a quantidade de ferramentas da equipe de atendimento, aumentando sua produtividade e agilidade durante o contato com os consumidores. Para alcançar esse objetivo, passaram a usar a plataforma Zendesk Support, que integra, em uma única tela, todas as informações, solicitações e histórico de interação com os clientes. Desta forma, os agentes não precisarão mais navegar por diversos sistemas até encontrar as informações que precisam para finalizar o atendimento.

Outro recurso usado no Magalu foi o Zendesk Guide, plataforma que oferece uma base de conhecimento online e totalmente customizada, para ajudar o cliente a resolver suas dúvidas sozinho, de forma rápida e intuitiva. A ferramenta será utilizada internamente, direcionada para a equipe de atendimento, no suporte aos clientes, e também para apoiar as transportadoras na busca por informações das entregas.

“Hoje os consumidores estão cada vez mais exigentes e é fundamental criar uma estratégia em que eles sejam o foco principal. A área de atendimento ao cliente deve ser vista como estratégica dentro de uma companhia e é isso que vemos hoje no Magazine Luiza. As soluções da Zendesk chegam neste cenário para apoiar a transformação digital que essa grande rede varejista vem fazendo nos últimos anos. Temos muito orgulho em poder fazer parte desta história ao lado da MagaLu, e com o apoio do nosso parceiro Aktie Now”, afirma Maíra Gracini, Diretora de Marketing para América Latina da Zendesk.

Nesta primeira fase do projeto, que é de implementação, os 550 agentes de atendimento utilizarão o software integrado ao sistema de telefonia e de gestão de pedidos. Além disso, a plataforma também permite criar um sistema automatizado de priorização de chamados, avaliando urgência e relevância de cada interação. “O maior desafio do e-commerce é a questão logística, que envolve pedidos, entregas e trocas. A plataforma da Zendesk, com a implementação da Aktie Now, irá ajudar o Magalu a resolver essas questões diretamente com as transportadoras, de forma mais ágil e efetiva”, diz Bruno Stuchi, CEO da Aktie Now.

A Zendesk oferece uma plataforma simples, flexível e omnichannel, além de ser extremamente adaptável a todos os modelos e tamanhos de negócio, desde uma Startup até uma empresa do porte do Magalu. “Estamos buscando sempre aprimorar os nossos processos para dar ao nossos clientes a melhor experiência. Sabemos que os consumidores estão cada vez mais exigentes, e por isso eles precisam ser sempre no foco da nossa estratégia”, afirma Ricardo Querino, gerente geral de atendimento do Magazine Luiza.

FGV: Confiança do brasileiro na tecnologia caiu 10% no segundo semestre de 2018

O Indicador de Confiança Digital (ICD) é uma pesquisa contínua que mede a perspectiva do brasileiro em relação à tecnologia frente a mudanças políticas, sociais, econômicas, ambientais ou mesmo tecnológicas. Em sua segunda publicação o ICD apresentou uma queda de aproximadamente 10% em seu desempenho, passando de 3,9 para 3,4 (numa escala que vai até 5).

Uma das razões apontadas pelos entrevistados foi o conturbado momento das eleições presidenciais. “Esse cenário de extrema polarização inundou a internet de conteúdo sobre o tema. Entre ideias, ataques e mentiras, o assunto foi pauta de inúmeras conversas pessoais além dos grupos de amigos e família no Facebook e WhastApp. As pessoas ficaram esgotadas”, afirma André Miceli, Coordenador do MBA de Marketing Digital da FGV e responsável pela pesquisa.
A pesquisa mediu a opinião dos brasileiros sobre a tecnologia através da avaliação de sete afirmações. A avaliação resulta em uma porcentagem que demonstra a perspectiva do brasileiro com relação a tecnologia, quanto mais próximo de 100% maior a confiança.

“Agora os ânimos estão mais calmos, mas isso deve mudar. Com a posse do presidente eleito, o tema deve ressurgir durante os primeiros 100 dias de governo e a oposição apontará qualquer falha, incoerência ou agendas que não concorda – o que é normal. Mas, dessa vez, a discussão deverá ser menos intensa, teremos uma manifestação menor do que nas eleições. Por isso, não será uma surpresa se o índice subir”, afirma Miceli.

A partir desta segunda edição do ICD será possível identificar quais comportamentos são padrões e quais são anomalias e sazonalidades. Os mais jovens, com idade de 13 a 17 anos, mais uma vez, se mostraram como a faixa-etária menos otimista, tendo novamente a menor pontuação. Essa faixa apresenta um paradoxo interessante: são consumidores ávidos de tecnologia, apresentam o melhor desempenho na pergunta “a internet me ajuda a relaxar” e, por outro lado, apresentam o pior resultado ao dizer que a tecnologia vai gerar novos empregos.

Mais uma vez a pesquisa mostrou é que o brasileiro, de uma forma geral, é otimista quando o assunto é internet e tecnologia. A pesquisa coleta dados há um ano e já participaram milhares de pessoas de todas as idades, regiões do Brasil, com renda e níveis de escolaridade diversos. Curiosamente, quase 90% dos entrevistados concordam parcial ou totalmente com a afirmação “espero sempre o melhor da tecnologia.

Outro comportamento que se apresentou novamente foi o otimismo da faixa acima de 65 anos. Os idosos tiveram um dos resultados mais altos na primeira edição do estudo e, agora, tiveram o melhor desempenho. Eles apresentam os resultados mais altos em 3 dos 7 indicadores.

Pesquisa inédita mostra que 62% das empresas irão aumentar os investimentos em Employer Branding em 2019

As iniciativas de Employer Branding ainda estão tomando forma no Brasil e para tentar entender a dinâmica de sua evolução do mercado, a plataforma Employer Branding Brasil realizou uma pesquisa inédita sobre o setor. Os resultados não poderiam ser mais animadores: 62% das empresas já entendem a importância do EB e, portanto, pretendem aumentar investimentos em marca empregadora no próximo ano.

“O Employer Branding ainda é novo no País e as empresas estão começando a investir na marca empregadora. E com isso vemos que agora que o Brasil começa a dar maior importância ao tema”, afirma Luís Testa, gerente de Employer Branding da Catho, e um dos idealizadores da plataforma Employer Branding Brasil.

Ainda segundo a pesquisa, as organizações não possuem uma área responsável por Employer Branding: 36% dos respondentes afirmaram que o assunto é tratado pelo RH, e 24% não têm uma área específica pelas iniciativas de EB. Por outro lado, para 35% dos respondentes, o número de profissionais que compõe as equipes responsáveis pelas ações marca empregadora deverão aumentar. Já para 63% dos entrevistados, o número deve se manter estável.

Iniciativas para 2019

A pesquisa ainda revelou quais são as principais iniciativas em Employer Branding que estão no radar das empresas para o próximo ano. Elas estão divididas entre construção ou revisão do Employee Value Proposition (24%) – que é o que uma empresa oferece aos candidatos e colaboradores como diferencial enquanto local para se trabalhar – gestão da jornada do colaborador (Employee Journey) (18%) e ações de inclusão (10%).

“As empresas agora estão mais engajadas em investir em inciativas de Employer Branding e a principal delas é construir ou revisar um EVP mais atraente para os colaboradores e atrair novos talentos. Portanto, acredito que esse é um cenário que deve evoluir ainda mais no curto e médio prazos”, afirmou Caio Infante, general manager Latam da TMP Worldwide e também um dos criadores da iniciativa Employer Branding Brasil.

Perspectiva da Eletros: setor deve crescer entre 5% e 8% este ano

A indústria brasileira de eletrodomésticos e eletroeletrônicos, de acordo com José Jorge do Nascimento, presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), cresceu 14,6% no primeiro semestre de 2018 e deve encerrar o ano com índice menor, entre 5% e 8%. “Caminhávamos para a recuperação gradual, depois de amargarmos vários anos de resultados ruins. Mas com o efeito da greve dos caminhoneiros em maio, o tabelamento subsequente do frete, a alta de matérias-primas como aço e plástico, associada às incertezas do consumidor diante de um ambiente político e econômico instáveis, assistimos a uma queda nas vendas do setor, o que nos levou a rever para baixo o índice de fechamento do ano”.

Em 2018, houve destaque para vendas de televisores que, impulsionadas pela demanda gerada pela Copa do Mundo, registraram alta de 27% apenas nos primeiros seis meses do ano, com 6,42 milhões de aparelhos. “É importante destacar que a indústria de eletrodomésticos e de eletroeletrônicos representa 3,34% do Produto Interno Bruto (PIB) da indústria. Nós, da Eletros, por meio de nossos 30 associados, empregamos 135 mil pessoas diretamente e indiretamente”. Neste ano, segundo estimativas do mercado, o PIB deve crescer ao redor de 1,5%.

Para o ano que vem, conforme o presidente da Eletros, o cenário deve apresentar-se bem mais positivo. Há o novo governo com definições de políticas econômicas voltadas à retomada do crescimento, uma estimativa de que o PIB cresça entre 2,5% e 3% e já há os mais otimistas falando em 3,5%. Achamos que tudo irá depender ainda de alguns fatores, como a aprovação das reformas e a própria condução da economia, mas estamos otimistas”. Segundo José Jorge do Nascimento, o setor espera o fim do tabelamento do frete e redução no valor de matérias-primas, o que irá favorecer os preços finais e aumento na produção. “Dependendo, portanto, dessas variáveis, acreditamos que seja possível fechar 2019 com algo entre 10% e 15% de crescimento, o que permitirá reduzir os níveis de ociosidade e retomar a contratação de mão de obra”.

Zoho duplica a Inteligência Artificial em software de atendimento ao cliente

A Zoho anuncia que Zoho Desk, o seu aplicativo de help desk para atendimento ao cliente, adicionou uma série de recursos focados no corporativo junto com uma nova plataforma de desenvolvimento, enquanto testemunha um crescimento de 150% em novos negócios nos últimos anos.

“A AI pode elevar drasticamente a qualidade do atendimento ao cliente na empresa, especialmente quando se trata do rico contexto do cliente. O Zia para atendimento ao cliente é o nosso primeiro grande passo nessa direção. O Zoho Desk, lançado em novembro de 2016, foi o primeiro serviço de atendimento ao cliente sensível ao contexto. Desde então, temos visto um aumento na adoção em todo o mundo”, disse Raju Vegesna, Chefe Evangelista na Zoho. “Zoho Desk, que foi introduzido pela primeira vez em novembro de 2016, registrou um crescimento de mais de 100% ano a ano em tickets processados e que mais de 50 usuários foi o segmento de maior crescimento para o produto. Temos o prazer de ser a plataforma de gerenciamento de serviços preferida para marcas centradas no cliente, como Daimler e The Warehouse Group”.

Para acelerar esse momento empresarial do Zoho Desk, a empresa introduziu esses novos recursos que permitem às empresas elevar a produtividade dos agentes, gerenciar processos de serviços multifuncionais e integrar contextualmente o atendimento ao cliente com outras funções de negócios:

Inteligência Artificial – Zia

Voz e assistente de chat: Zia ajuda a reduzir a carga nas equipes de atendimento ao cliente. Através do Zia Voice, os clientes podem falar ou conversar com o Zia para receber respostas de uma base de conhecimento. Os agentes também podem falar ou conversar com o Zia para receber sugestões de resposta enquanto ajudam os clientes. Zia sugere partes específicas de um artigo da base de conhecimento em vez do artigo inteiro.

Relatórios de anomalias: Com base em um entendimento dos dados históricos, o Zia detecta anomalias em métricas de serviço comuns, como os volumes de tickets recebidos de clientes e de respostas de saída da equipe de serviço. Através de notificações, o Zia alerta os agentes de serviço e gerentes sobre essas anomalias.

Análise de sentimento e Triagem: ao lado de um ticket, os agentes podem ver o sentimento da resposta mais recente ao cliente. Dentro de um ticket, Zia prevê o sentimento de cada resposta recebida junto com os termos que levaram a esse sentimento em particular. O sentimento e as palavras-chave de cada resposta do cliente podem ser usados na automação do fluxo de trabalho para rotear proativamente as conversas com um sentimento negativo para os agentes seniores e evitar más experiências do cliente.

Tag de contexto: o Zia processa o conteúdo de um ticket e associa as tags do tópico a ele automaticamente. Ao relatar anomalias, o Zia também indica as tags de ticket das quais os clientes mais falaram. Isso ajuda os tomadores de decisão a ver os tópicos sobre os quais os clientes falam frequentemente e ajuda a destacar as áreas em que a melhoria é necessária.

Painel de Previsões: O Zia reúne previsões de anomalias, sentimentos, tendências de tags de ticket em um painel comum para os tomadores de decisão consumirem. Eles podem visualizar os detalhes no mesmo painel para investigar mais detalhadamente.

Criação de habilidades: As organizações podem criar “habilidades” para integrar o Zia com outras ferramentas, como o CRM ou o sistema de gerenciamento de pedidos. Através dessas habilidades, seus clientes podem falar ou conversar com o Zia para realizar ações como fazer um pedido, modificar um pedido existente ou verificar o status de um pedido.

Disponibilidade contextual: Usando o plug-in ASAP do Zoho Desk, as marcas podem garantir que a ajuda contextual esteja sempre disponível, adicionando o Zia e outras ferramentas de auto-atendimento ao site, ao produto SaaS e aos aplicativos móveis.

Automação do Processos de Serviço – Blueprint:

Blueprint ajuda os gerentes a criarem processos de serviços que podem ser seguidos por suas equipes. Os ingressos recebidos podem ser colocados através desses processos com base em determinados critérios. Cada departamento pode ter seu próprio conjunto de processos, onde outros departamentos também participam quando aplicável.

Criando Eficiência: Através de um construtor de processos de arrastar e soltar, os Blueprints podem ser criados em minutos e implementados. Agentes vêem apenas as ações aplicáveis a eles, para que possam responder rapidamente. Os ingressos progridem sistematicamente durante o processo, levando a um serviço mais rápido e confiável para os clientes.

Ativando a Proatividade: Os gerentes de serviço podem ver como seus processos estão sendo executados e quais estágios de um processo possuem gargalos, a fim de resolvê-los de maneira proativa.

Aplicativos móveis para supervisores e gerentes – Radar:

Radar, um aplicativo móvel para iOS e Android, ajuda supervisores, gerentes e outros tomadores de decisão a analisarem sua operação de suporte ao cliente do ponto de vista do desempenho. Os líderes podem ver importantes métricas de atendimento ao cliente, como tempo de resposta inicial, tempo de resposta, tempo de resolução e classificações de felicidade do cliente, além de detalhar o contexto e a conversação específicos.

Plataforma para Integrações Contextuais – Zoho Marketplace:

Geralmente, os termos de serviço corporativo precisam extrair informações do cliente de várias origens e executar ações de acompanhamento em outras ferramentas. O Zoho Desk agora pode ser estendido e customizado para necessidades específicas como essa. Extensões no Zoho Desk podem trazer dados de fontes de sistemas CRM ou ERP, e permitir que os agentes executem ações nesses sistemas sem sair do ticket. Várias extensões pré-construídas podem ser instaladas rapidamente no Zoho Marketplace.

Com base na vertical, as organizações também podem adotar diferentes meios para alcançar os clientes. O novo frameworkd multicanal do Zoho Desk permite que as organizações integrem canais como aplicativos de mensagens, plataformas de revisão e comunidades de nicho, por meio de suas APIs, para gerenciar conversas desses canais.

Este anúncio foi lançado em conjunto com a introdução da nova Plataforma de Experiência do Cliente da Zoho, um conjunto unificado que permite que Vendas, Marketing, Suporte e Operações trabalhem como uma equipe em uma única interface. Com o suporte do Analytics e do Zia, essa plataforma define um novo padrão para o envolvimento do cliente omnichannel e a percepção em tempo real entre os departamentos para manter os clientes satisfeitos durante toda a experiência.

Preços e Disponibilidade

Zoho Desk está disponível a partir de US$ 15 por funcionário por mês.

O Zia para o Zoho Desk está atualmente disponível como um beta privado e funciona melhor com o inglês (EUA). O Zia será implementado gradualmente para todos os usuários. Blueprint, Radar e a Plataforma de Integração estão disponíveis imediatamente.

Plano gratuito de ERP on-line atrai mais de 5 mil micro e pequenas empresas em apenas dois anos

Com mais de 5 mil clientes cadastrados em dois anos de vida, o Sistema Grátis – uma plataforma de gestão, que pode ser acessada pela Internet – oferece o plano gratuito para facilitar a vida do pequeno e médio empresário. Adotado pelo pequeno varejo e empresas de serviços, o Sistema Grátis atende todo o mercado brasileiro.

O plano gratuito do Sistema Grátis oferece a inclusão de clientes, vendedores e produtos sem limite; realiza o controle das vendas; possui painel de dashboards, que permite a visualização de indicadores e gráficos; e ainda oferece suporte técnico por e-mail.

A microempresária Rízia Tásila, que atua no ramo de varejo e atacado de aromatizantes de carro, possui o plano gratuito do Sistema Grátis desde janeiro de 2017. Para ela, o que mais chamou sua atenção na hora de escolher um sistema de ERP, foi o layout simplificado. “Se você analisar, a divisão de pedidos e a porcentagem de quantos produtos foram vendidos estão detalhados e organizados. É fácil de acessar e o software faz tudo o que eu preciso”, explica.

De acordo com uma pesquisa feita pelo IDG Research Services, em 2016, empresas que utilizam sistemas de gestão empresarial têm crescimento 35% mais rápido e produtividade 10% maior do que as que não possuem acesso a soluções parecidas.

“A praticidade e a agilidade são os principais benefícios conquistados por quem utiliza o Sistema Grátis, independente do ramo. Toda gestão é feita com apenas alguns cliques e muitos utilizam sem pagar nada mesmo”, ressalta o diretor do Sistema Grátis, Robinson Idalgo.

Criado pela SoftUp, empresa com mais de 20 anos de experiência em desenvolvimento de software para gestão de empresas, o Sistema Grátis armazena os dados com segurança na nuvem e pode ser acessado de qualquer lugar e a qualquer hora.

Maria Francisco possui um negócio de representação comercial há dez anos e atende nacionalmente. Com mais de 200 clientes ativos no ramo de equipamentos para manutenção, construção e distribuição em rede energizada de alta, média e baixa tensão, utilizava outra plataforma ERP que apresentava lentidão, e por isso optou pelo Sistema Grátis pela praticidade do software. “A cada nova atualização que eu fazia, o outro sistema travava. O Sistema Grátis, não. Ele é bem prático, fácil de acessar e por esta razão, gasto menos tempo em fazer meus orçamentos e vendas”, comenta.

Além disso, à medida que a empresa cresce, o sistema acompanha esse desenvolvimento e passa a oferecer outros recursos, com valores a partir de R$ 49,90 mensais.