Page

Author admin

Sompo Seguros e FH apresentam case de sucesso no ASUG Day

Com o case inédito “Sompo Seguros supera os desafios do mercado com a Solução Fiscal GUEPARDO”, a FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software, participa de mais uma edição do ASUG Day, no dia 17 de abril (terça-feira), em São Paulo, no Hotel Blue Tree Morumbi.

Por meio da apresentação de conteúdos e projetos de sucesso, o evento é uma oportunidade de atualização profissional para toda a comunidade SAP e demais interessados. Durante a palestra da FH, conduzida por Vivian Guedes (Sompo Seguros) e Carlos Alexandre de Oliveira (FH), os participantes terão a oportunidade de conhecer os detalhes do projeto realizado, que diante de um cenário tributário desafiador, tanto pela complexidade quanto pela quantidade das diretrizes municipais, buscou a expertise fiscal da FH.

Por meio desta parceria, a empresa conseguiu conciliar o ISS com o módulo FS-CD e aperfeiçoar os demais processos rotineiros da área fiscal, até então realizados de forma manual. Na realidade, a Sompo implementou o GUEPARDO a fim de obter análises assertivas (confiabilidade de dados para transmitir aos órgãos municipais e federais), ampliar a visibilidade dos processos e, consequentemente, otimizar a rotina tributária (melhor performance).

Considerada uma das principais parceiras estratégicas da SAP, a FH conta, hoje, com mais de 220 clientes ativos e mais de dois mil projetos desenvolvidos para empresas de diferentes segmentos da indústria, como: varejo, manufatura, fashion, utilities, energia, financeiro, farmoquímica, agroindústria e setor público.

ASUG Day São Paulo

Data: 17 de abril de 2018

Local: Hotel Blue Tree Morumbi

Av. Roque Petroni Júnior, 1000 – Jardim das Acacias, São Paulo

Brasil ganha primeira corrida de startups para escolher quem pode ser o próximo Unicórnio

No ecossistema de inovação, unicórnios são aquelas startups que valem mais de US$ 1 bilhão. No Brasil, foram poucas que já conseguiram atingir este nível, exemplos como 99, PagSeguro e, recentemente, a Nubank. Hoje no mercado especula-se quem será o próximo unicórnio brasileiro e existe o debate para entender o porquê do Brasil não conseguir ser um grande celeiro de startups valiosas. Com o objetivo de elencar as empresas com o maior potencial de mudar mercados tradicionais, surgiu a Corrida de Unicórnios, o maior desafio de startups do País.

A Corrida de Unicórnios avaliará startups em três eixos: Varejo, Customer Experience e Inovação – nesta categoria podem ser inscrever empresas que têm soluções nas seguintes áreas: Mobilidade, Fintechs, Healthtechs, HRtechs, Insurtechs, Educação, Construtechs, Lawtechs, Transformação Digital, Cidades Inteligentes, Logística, Robótica e soluções que ajudem companhias a aumentarem sua eficiência operacional.

Os participantes passarão por avaliações e bancas de pitches comandadas por executivos, especialistas e investidores. As startups que chegarem às semifinais já terão benefícios, como a oportunidade de se conectar a grandes empresas e investidores nos principais eventos corporativos do País – BR Week, Whow! Festival de Inovação e Conarec, que juntos reúnem mais de 12 mil executivos qualificados de diversos setores da economia.

Serão, ao todo, sete etapas da Corrida, divididas em inscrição, pitches e semifinais de cada vertical de eixo. A grande final será em agosto, entre 04 e 05 de setembro, no evento Conarec, onde seis startups finalistas, duas por vertical, se apresentarão. Serão escolhidos três vencedores de cada categoria que, além dos benefícios conjunto, receberão uma viagem com tudo pago para Madri (Espanha) com grandes executivos para participar do X.

Em sua primeira edição, o desafio conta com apoio de empresas que atuam no ecossistema de inovação, como ABComm, ABFintech, Fiap, Inseed, OasisLab, RME – Rede Mulheres Empreendedoras, USP, WeWork, além do apoio e metodologia de avaliação de Felipe Matos, autor da obra “10.000 Startups” e um dos maiores especialistas de startups do País.

As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 6 de maio. Para todas as informações, clique aqui.

Tags, , , , ,

Google Cloud OnBoard 2018 vai treinar 10.000 desenvolvedores em seis capitais do Brasil

O Cloud OnBoard, maior programa do Google Cloud para capacitação de desenvolvedores, irá dobrar de tamanho, oferecendo 10.000 vagas em todo o Brasil. Em 2018, seis capitais do Brasil receberão os especialistas do Google para um dia inteiro de treinamentos, todos ministrados em estádios de futebol. As inscrições, que já estão abertas, podem ser feitas no site oficial do evento.

A primeira cidade a sediar o evento é Salvador/BA, no dia 4 de maio. A Arena Fonte Nova vai reservar mil lugares em sua arquibancada para a atividade, que traz conteúdo inédito e exclusivo. Como parte do compromisso do Google com a formação e aperfeiçoamento de desenvolvedores, o objetivo do Cloud OnBoard é elevar o nível de conhecimento dos profissionais nas novas tecnologias de nuvem, contribuindo, assim, para uma maior especialização do mercado de trabalho no Brasil.

Além de contribuir com as apresentações, os profissionais do Google também estarão junto com o público nas arquibancadas para dar suporte a eventuais dúvidas e promover o networking entre os participantes, que também é um dos focos do programa.

“O treinamento oferece conteúdo sobre o que há de mais recente no Google Cloud Platform, desde os conceitos básicos da infraestrutura de nuvem do Google até as tecnologias mais avançadas de Machine Learning, Big Data e Analytics. Além de ser gratuito, o evento oferece excelentes oportunidades de networking, atualização dos conhecimentos e fortalecimento dos laços entre diferentes comunidades de desenvolvedores.”, comenta Helena Kale, responsável pela área de Field Marketing do Google Cloud para América Latina.

Depois da capital baiana, o Cloud OnBoard viaja pelo país, passando por Recife/PE, Belo Horizonte/MG, Rio de Janeiro/RJ, Porto Alegre/RS e São Paulo/SP, cidade que vai contar também com transmissão ao vivo via YouTube. Os estádios abrirão seus portões a partir das 8h e, todos os participantes receberão seus certificados de participação.

A edição do Brasil do Cloud OnBoard, que tem a expectativa de treinar 10 mil desenvolvedores, faz parte da passagem do roadshow global pela América Latina. As capitais da Argentina, Chile e México são os próximos destinos da iniciativa, realizada em mais de 60 cidades ao redor do mundo.

Exec Connect

O Cloud OnBoard 2018 traz ainda o ExecConnect, espaço exclusivo para executivos e tomadores de decisão em tecnologia nas empresas. Ambientada na temática futebolística, a iniciativa oferece uma experiência imersiva, demonstrações das tecnologias de nuvem e conteúdos exclusivos elaborados sob medida para as seis edições do evento.

Agenda

Inscrições gratuitas: goo.gl/jrwkcN

Cloud OnBoard 2018 – Salvador/BA

Data: 4 de maio.

Local: Arena Fonte Nova.

Endereço: Ladeira da Fonte das Pedras, sem número.

Horário: A partir das 8h.

Capacidade: 1.000 pessoas

Cloud OnBoard 2018 – Belo Horizonte/MG

Data: 8 de maio.

Local: Estádio do Mineirão.

Endereço: Avenida Antônio Abrahão Caran, 1.001.

Horário: A partir das 8h.

Capacidade: 1.000 pessoas

Cloud On Board 2018 – Recife/PE

Data: 10 de maio.

Local: Arena Pernambuco.

Endereço: Avenida Deus É Fiel, 1A.

Horário: A partir das 8h.

Capacidade: 1.000 pessoas

Cloud OnBoard 2018 – São Paulo/SP

Data: 18 de maio.

Local: Allianz Parque.

Endereço: Avenida Francisco Matarazzo, 1.705.

Horário: A partir das 8h.

Capacidade: 4.000 pessoas, além de transmissão via streaming para todo o Brasil

Cloud OnBoard 2018 – Rio de Janeiro/RJ

Data: 25 de maio.

Local: Estádio do Maracanã.

Endereço: Avenida Presidente Castelo Branco, portão 3.

Horário: A partir das 8h.

Capacidade: 2.000 pessoas

Cloud OnBoard 2018 – Porto Alegre/RS

Data: 28 de maio.

Local: Arena do Grêmio.

Endereço: Avenida Padre Leopoldo Brentano, 110.

Horário: A partir das 8h.

Capacidade: 1.000 pessoas

Tags, , , , , , , , ,

Verity Group anuncia a abertura de 60 vagas na área de TI

A Verity Group está com 60 oportunidades abertas na área de Tecnologia da Informação, divididas em oportunidades para Desenvolvedor Full Stack, Product Owner (P.O.) e Scrum Master.

O grupo é detentor das marcas Verity, consultoria de transformação do negócio especializada em tecnologia e desenvolvimento de plataformas e gestão de ponta a ponta; JUST, consultoria focada no design de serviços e produtos digitais com olhar para a experiência do cliente; QA360, um spin off de consultoria de testes que atua na área Quality Assurance para grandes empresas; e 8Keter, aceleradora de startups.

Habilidades profissionais

O Desenvolvedor Full Stack é um profissional multidisciplinar, pois atua tanto em front-end quanto em back-end. Consegue receber, entender e entregar um projeto completo, além de conhecer todos os processos para servir pontualmente e acompanhar a execução do trabalho do início ao fim.

Já o Product Owner (P.O.) utiliza scrum ou alguma técnica similar para definir estórias e priorizar o backlog de um produto ou projeto, sendo responsável por manter a integridade conceitual das novas funcionalidades, bugs ou melhorias.

O Scrum Master é um dos papéis mais importantes nos projetos ágeis, pois é um facilitador do Daily Scrum e responsável por remover quaisquer obstáculos que sejam levantados pela equipe durante essas reuniões.

“Sabemos que pessoas são nosso maior bem. Portanto, buscamos atrair pessoas incríveis, em um ambiente de trabalho diferenciado em que os talentos possam se desenvolver. Acredito que a empresa cresce junto com as pessoas que fazem parte dela”, afirma Alexandro Barsi, CEO da Verity Group.

O regime de contratação é CLT, com salários compatíveis para o mercado. Os interessados devem se inscrever pela página: verity.com.br/trabalhe-conosco/.

Indústria paulista cria 10.000 vagas em março, e 1º trimestre tem melhor desempenho desde 2013

A indústria paulista criou 10.000 postos de trabalho em março, mostra a Pesquisa de Nível de Emprego da Fiesp e do Ciesp, divulgada nesta segunda-feira (16 de abril). O resultado é superior ao do mesmo mês em 2017 (9.500 novas vagas). No ano, houve acréscimo de 23.000 postos. É o maior saldo no primeiro trimestre de um ano desde 2013, quando foram criadas 34.500 vagas.

José Ricardo Roriz Coelho, segundo vice-presidente da Fiesp e diretor titular de seu Departamento de Economia, Competitividade e Tecnologia, destaca que a recuperação da economia está em trajetória de crescimento, ainda que o ritmo esteja aquém do desejado.

“Continuamos com a recuperação do emprego. Ela é lenta, com um crescimento não tão forte como gostaríamos, por alguns problemas de rota. Agora, nossa preocupação é que esse crescimento passe a ter ritmo mais acelerado”, para compensar a queda habitual do segundo semestre de cada ano. “Se reformas como a da Previdência tivessem sido feitas, acredito que a situação seria bem melhor”, afirma Roriz.

O destaque foi o setor sucroalcooleiro, que devido à época de safra de cana-de-açúcar teve saldo positivo de 5.183 vagas (52% do total dos novos postos industriais).

Nas regiões e setores analisados pela pesquisa houve resultados positivos em 64%.

Dos 22 setores industriais, 14 tiveram aumento do número de postos de trabalho, 2 ficaram estáveis, e 6 apresentaram redução.

O destaque ficou para produtos alimentícios, em que foram criadas 4.349 vagas, variação positiva de 1,24%. Em coque, derivados do petróleo e biocombustíveis, o aumento foi de 6,25% (2.528 novos postos).

Das 36 regiões em que a pesquisa é dividida, 23 tiveram saldo positivo de empregos, 5 se mantiveram estáveis, e em 8 houve redução do número de vagas.

Como destaques positivos, Sertãozinho teve 4,75% de crescimento no número de postos de trabalho. Na região de Bauru, o crescimento foi de 1,96% e na de Presidente Prudente, de 1,63%.

Tags, , , , , , , ,

GoPro lança Fusion no Brasil

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=NcNl237RKnQ[/embedyt]

A GoPro, Inc. (NASDAQ: GPRO) lança nesta semana a Fusion – sua câmera capaz de produzir conteúdos em 360°. Com capacidade para capturar tudo em vídeos imersivos, permite perspectivas e efeitos visuais únicos, impossíveis de se alcançar com câmeras tradicionais. A estabilização de imagens embarcada no estilo “gimbal” assegura que todas as imagens sejam registradas com suavidade.

A Fusion chega ao mercado nacional por R$ 3.999,00. Ela captura vídeos de 5.2K30 e 3K60, fotos de 18 MP, possui estabilização avançada, captura áudios em 360°, é a prova d’água até 5m e conta com GPS, acelerômetro, giroscópio, bússola, Wi-FI + Bluetooth e controle de voz em 10 idiomas, inclusive português. A câmera também conta com os modos Time Lapse + Foto, Night Lapse e Disparo Contínuo, é compatível com o GoPro App e com a maioria dos mounts GoPro.

Outra experiência única que vem com a câmera é a possibilidade de edição Mobile OverCapture. A funcionalidade permite aos usuários “recapturar” suas gravações 360° várias vezes, em infinitas perspectivas e salvar o melhor momento. Quando pareada com o GoPro App, a Fusion se torna uma solução de ponta a ponta para captura, edição e divulgação do conteúdo de maneira fácil. O GoPro App permite aos usuários controlarem a câmera, usar preview, costurar, recortar e compartilhar conteúdos direto de aparelhos iOS. Alguns aparelhos Android já contam com suporte em alguma regiões específicas. Novas atualizações do app estarão disponíveis em breve.

Faça o download do GoPro App e o Fusion Studio App no site GoPro.com

Tags, , , , ,

Bitcoin e Blockchain serão debatidos em conferência nacional em São Paulo

Será realizada nos dias 5 e 6 de maio de 2018 a sexta edição da BitConf, a Conferência Brasileira Sobre Bitcoin e Criptomoedas, que é o maior evento focado em Bitcoin e criptomoedas realizado no Brasil. A conferência é organizada pelo grupo Bitcoin Brasil e pela Atlas Quantum.

A primeira edição da BitConf aconteceu em 8 de março de 2014, em Florianópolis. Depois ocorreram edições em São Paulo, novamente em Florianópolis, Belo Horizonte, Brasília e agora o evento retorna para São Paulo.

Desta vez, os objetivos são mais ambiciosos: firmar a BitConf como o maior evento do gênero na América Latina. Para isso, foi escolhido o World Trade Center, com um auditório principal com capacidade para 1.000 participantes e dois auditórios auxiliares.

Além das palestras, esta edição contará também com a realização de minicursos, oficinas, workshops e área de exposição, onde os patrocinadores estarão com stands.

Já confirmaram presença palestrantes internacionais, como Jake Yocom-Piatt, dev líder da Decred (EUA); Jon Maddog Hall, diretor executivo da Linux International(EUA); Roger Ver, investidor anjo de várias startups ligadas à criptomoedas fará uma participação ao vivo, direto do Japão e terá ainda a presença de Juan Pérez, da IoP(Internet of People/México). Vários palestrantes reconhecidos por seu conhecimento também já confirmaram presença, como Edilson Osório Junior, da OriginalMy; Carl Amorim, do Blockchain Research Institute; Helena Margarido, advogada pioneira em criptomoedas; Sérgio Amadeu, professor da UFABC e ex-presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação; Maria Teresa Aarão, diretora da inovação da Certisign; os youtubers Epaminondas e Andreza“BitGirl” Alexandre; Emília Campos, advogada e autora do livro“Criptomoedas e Blockchain – O Direito no Mundo Digital”; Solange Gueiros, desenvolvedora Blockchain; Gustavo Paro, especialista em Blockchain, da Microsoft; Gabriel Aleixo, pesquisador do Instituto Tecnologia e Sociedade(ITS Rio); Fernando Henrique de Sousa, fundador do grupo Bitcoin Brasil; Gabriel Rhama e João Ferreira, da Decred; Antonio Hoffert, economista e consultor em Blockchain; Rafael Steinfeld, advogado especialista em assuntos relacionados à tributação de criptomoedas, Pierre Ferreira, CEO da All Coin Wallet; Ricardo Rozgrin, Co-fundador da Braziliex; élquer Carlos, co-fundador do Rei do Coin, são alguns dos palestrantes confirmados(a lista completa pode ser vista no site www.bitconf.com.br

A BitConf aborda o Bitcoin e as criptomoedas sob vários ângulos: social, econômico, político, tecnológico, filosófico. Diversas questões relacionadas são discutidas, para um público de perfil iniciante a avançado.

Para Wladimir Crippa, administrador do grupo Bitcoin Brasil e organizador da BitConf, o evento é a melhor oportunidade para quem busca conhecer mais este universo do Bitcoin e das demais criptomoedas, independentemente de seu grau de conhecimento, pois há palestras para todos os níveis, de usuários novos, que recém ouviram falar em Bitcoin, a empreendedores que já estão inseridos neste mercado.

Além da organização do grupo Bitcoin Brasil e da Atlas Quantum, a BitConf é também patrocinada pelo CriptoReal, pela IoP (Internet of People), pela BRE Coins, pela All Coin Wallet, pela Braziliex (são os patrocinadores Diamante da conferência); pelaí Decred, pela NANO (patrocinadores Ouro) e pela Ripio e Certisign (patrocinadores Prata), contando ainda com o apoio da CoinWISE, da OriginalMy, do OBBA! app, da 42 Digital, do Rei do Coin, da Bitpédia e do Nerdices.

Os ingressos para a conferência podem ser adquiridos no site www.bitconf.com.br

Como o Banco Central Regulamentou o Open Banking em 2006 – Ainda que parcialmente

Por João Nascimento, sócio do escritório de advocacia SV LAW

Em setembro do ano passado, publicamos um artigo chamando a atenção para os possíveis impactos que uma eventual adoção, pelo Banco Central, do modelo de Open Banking europeu, teria na indústria brasileira de serviços financeiros.

De lá pra cá, pudemos observar um crescente interesse dos players do setor em entender e se preparar para esse eventual cenário, onde a forma como se dá o relacionamento dos clientes com os seus bancos muda radicalmente.

É claro que o Banco Central não só monitora como o Open Banking está sendo implementado na Europa, como também tem sido instado a se manifestar (ainda que em foros mais reduzidos) sobre um possível marco regulatório sobre o tema, que certamente terá um impacto profundo na dinâmica de diversos mercados, em especial, nos de crédito e pagamentos.

Mas o curioso é que, de uma certa forma, um dos pilares do Open Banking, tal qual implementado na Europa, já se encontra regulamentado no Brasil há algum tempo, por meio da Resolução do Conselho Monetário Nacional (“CMN”) nº. 3.401, de 6 de setembro de 2006 (“Res. 3401/06”), que alterou a Resolução do CMN nº 2.835, de 30 de maio de 2001 (“Res. 2835/01”).

Essa norma, que se encaixa no contexto geral da agenda do Banco Central de “empoderar” os cidadãos, facilitando a portabilidade de serviços financeiros e estimulando a competição no setor, conferiu aos clientes bancários a prerrogativa de obter, diretamente de seu banco de relacionamento, informações extremamente relevantes, tais como:

· dados cadastrais mantidos em razão da abertura de conta-corrente;

· histórico detalhado de operações de crédito contratadas;

· saldo médio mensal de conta-corrente; e

· saldo médio mensal de aplicações financeiras e demais investimentos.

Mas a Res. 3401/06 ainda foi além, ao permitir expressamente que o cliente possa disponibilizar tais informações a terceiros (instituições financeiras ou não), desde que por ele devidamente autorizado (o que é respaldado pela Lei de Sigilo Bancário).

A regra estabelece que as instituições detentoras das informações devem disponibilizá-las ao cliente, ou a quem este autorizar, em até 15 dias contados da solicitação, com base em dados relativos, no mínimo, aos 12 meses imediatamente anteriores àquela data.

É claro que o nível de detalhamento e agilidade no acesso às informações permitido pela sistemática prevista na Res. 3401/06 deixa muito a desejar, se comparada com a realidade de acesso via APIs preconizada pelo marco regulatório Europeu. Mas a regra, tal qual se encontra em vigor hoje, já permite um acesso interessante a informações bastante ricas, especialmente para fins de análise de crédito e de investimentos.

Guardadas as devidas proporções, é como já existisse hoje um “Open Banking Analógico”, meio truncado e incompleto, mas que serve para mostrar, principalmente, que o conceito já está presente na regulamentação, e que é só uma questão de tempo para que se torne realidade.

Tags, , , , , , , , , ,

Open banking: tecnologia a serviço do consumidor e a revolução das soluções financeiras

Por Thiago Arnese

O conceito de open banking pode soar como novidade para a maioria das pessoas. Porém, esse é um assunto que se faz cada vez mais presente na economia mundial, uma ideia que vem modificando a experiência dos usuários ao criar todo um novo universo de oportunidades.

Ele consiste na utilização de APIs abertas de um ou mais bancos para criar produtos e soluções sobre aquela tecnologia, aumentando o alcance, a diversidade e as possibilidades do seu uso. Dentre as possibilidades dessa inovação, está a de plugar diversas APIs em uma única solução de pagamentos. Assim, com um ponto de interação unificado, é possível, além do acesso ao ecossistema de pagametnos, acessar o ecossistema bancário.

O open banking possui, atualmente, importância vital para a cadeia de pagamentos. Isso por causa de seu potencial de levar aos clientes uma solução mais completa e unificada, possibilitando que, por meio da completude da ferramenta, ela seja o próprio banco dos clientes ou redes de estabelecimentos.

O boom das fintechs nos últimos anos pode estar ligado ao fato de a tecnologia ou a experiência do usuário (UX) dessas companhias serem melhores do que presentes no atual modelo bancário – ou pelo fato de elas não possuírem o mesmo fardo regulatório dos players tradicionais. Seja qual for a causa, o open banking vem para fortalecer essa tendência.

Com o aumento na quantia de soluções oferecidas, é normal que haja, também, um crescimento por parte da adesão de clientes ao open banking. Isso reflete em um aumento de concorrência, o que é muito bem visto no mercado, pos assim, a tecnologia avança de maneira ainda mais rápida, assertiva e inovadora.

Nesse cenário, o papel de instituições como o Banco Central do Brasil (BACEN) é primordial para fomentar e capilarizar conceitos como o open banking. Cada vez mais empresas que estão inseridas em algum nicho, como a venda direta, franquia, sistema de salões de beleza, distribuidores ou atacados, estão trazendo serviços financeiros para a rede de clientes. Nesse contexto, o open banking é um enorme viabilizador de novos negócios e criação de uma nova linha de receita que não era possível antes.

Thiago Arnese é fundador da Hash lab, empresa de tecnologia para o ecossistema de meios de pagamentos.

Tags, , , , , , ,

Bitcoin deve ser declarado no IR, atesta tributarista Carmine Gianfrancesco

O Bitcoin, a primeira das criptomoedas criadas, completará sua primeira década em 2019, mas somente agora chama a atenção do público e autoridades fiscais.

Com muita tecnologia envolvida, foi idealizado para ser um meio de pagamento independente dos sistemas bancários tradicionais, para adquirir bens e serviços de forma rápida, barata e menos burocrática.

Para isso, foi utilizada a tecnologia de “blockchain”, um livro-registro operado em uma rede ponto-a-ponto de milhares de computadores, onde todos possuem cópia igual do histórico de transações.

Como o bitcoin foi planejado para diminuir a produção de novas moedas definindo um número máximo em circulação, criou-se um mercado de especulação. Isto fez o valor disparar – comparado ao dólar norte-americano e a todas as demais moedas.

Com o intuito de evitar operações ilegais, bancos centrais de diversos países proibiram ou restringiram transações da criptomoeda. A China proibiu a realização de transações de bitcoin no país. O Fed (Federal Reserve System, banco central americano) restringiu transações realizadas por seguradoras, bloqueando valores transacionados pelas entidades. Já a CVM (Comissão de Valores Mobiliários do Brasil) declarou não o reconhecer como moeda, o que fez a Receita Federal do Brasil o validar como um ativo, sujeito à tributação.

Referida tributação (de 15% a 22,5%), ocorrerá no ganho de capital quando da venda/transferência para terceiros por valor superior ao adquirido. Ou seja, se alguém adquiriu bitcoins por R$ 100.000,00 e o vendeu/transferiu por R$ 300.000,00, esta diferença de R$ 200.000,00 gerará um valor de R$ 30.000,00 de impostos, equivalente a 15% dos R$ 200.000,00.

Esses impostos devem ser recolhidos até o último dia útil do mês subsequente. Assim, se a venda ocorreu, por exemplo, no dia 02/04, o recolhimento dos impostos deve ocorrer até o dia 31/05.

Portanto, fiquem atentos, pois a Receita Federal já se posicionou quanto à forma que devem ser declarados os bitcoins: com o valor total do investimento em bitcoin na ficha de “Bens e Direitos” na categoria “Outros”, e não em “Moedas”; descrevendo em seguida como e por quanto foi adquirido.

TecBan abre inscrições para Programa de Estágio 2018

A TecBan (Tecnologia Bancária S.A), empresa especializada na gestão de redes de autoatendimento bancário, abre inscrições em vagas de estágio para estudantes de nível superior de diversas áreas, com graduação prevista entre julho de 2020 e julho de 2022.

Os interessados devem ter bons conhecimentos no pacote Office, disponibilidade para estagiar seis horas por dia (de segunda a sexta-feira, entre 8h e 18h) e estar cursando Administração de Empresas, Economia, Engenharia de Produção ou cursos da área de TI.

A empresa oferece bolsa auxílio e pacote de benefícios compatíveis com o mercado. Os aprovados no processo seletivo começam o programa em julho de 2018. As vagas serão distribuídas pelos escritórios da empresa em São Paulo/SP e Barueri/SP.

As inscrições podem ser feitas até o dia 18 de maio pelo site www.vagas.com.br/tecban.

Tags, , , , , , ,

Algar Tech inicia sua atuação no inovaBra habitat

A Algar Tech, multinacional brasileira que oferece soluções de Gestão de Relacionamento com Clientes, de Ambiente de Tecnologia e de Serviços de Telecom, inaugurou ontem (12) seu “Innovation Lab” em São Paulo, localizado no inovaBra habitat, do Bradesco.

A ideia é que o ambiente seja usado para estreitar o relacionamento com o ecossistema de inovação, encontros com clientes, prospects e outros parceiros para desenvolvimento de projetos relacionados ao aprimoramento da experiência dos clientes e usuários finais.

Inteligência Artificial, Design de Serviço, Advanced Analytics, IoT e Plataformas Digitais são algumas das frentes escolhidas pela Algar Tech para auxiliar na construção das melhores jornadas dos seus clientes. Além disso, a companhia participará da seleção de startups que compartilharão esse espaço de inovação, bem como fará parte do Conselho do inovaBra habitat.

Mais que um espaço físico, a presença da companhia em um ambiente que estimula a geração de novas ideias em conjunto e onde os projetos serão desenvolvidos por meio de parcerias e utilização de metodologias ágeis, reforça o seu compromisso com o desenvolvimento dos mercados de gestão de relacionamento com clientes e ambiente de tecnologia e a imersão na transformação digital dos seus clientes.

“Estamos muito otimistas com essa novidade”, afirma Marco Aurélio Matos, CDO da Algar Tech. “É uma grande oportunidade de ampliarmos nosso ecossistema de inovação com criação de soluções disruptivas que vão aprimorar e até mesmo transformar nosso portfólio de ofertas, para atender nossos clientes nesta jornada de transformação digital”, acrescenta o executivo.

Recentemente, a Algar Tech lançou metodologias ágeis e próprias de inovação e transformação digital, que facilitam o entendimento do negócio dos clientes e a aplicação de modelos de negócio sob medida, com foco em resultados. “Somos percursores em transformação digital nas soluções de atendimento com foco em eficiência e na melhor experiência do consumidor e usuários de tecnologia. Iniciativas desenvolvidas a partir da nossa atuação com os habitantes do inovaBra nos ajudarão a manter esse protagonismo”, enfatiza Matos.

A Algar Tech investe em inovação incremental, colaborativa e disruptiva para fortalecer a jornada de transformação digital dos negócios. Em seu Innovation Lab em Uberlândia (MG) são realizadas várias atividades como palestras, workshops, apresentações de cases, oficinas de metodologias ágeis, maratona de programação (hackathon), projetos de cocriação, práticas de mercado e soluções/tendências em tecnologia, engajando associados (como são tratados seus funcionários), clientes e parceiros.

Tags, , , , , , , ,

Siemens apresenta oferta de simulação para acelerar chegada de carros autônomos ao mercado

A Siemens está lançando hoje o sensor virtual PreScan da TASS com a plataforma Mentor DRS360, uma solução inovadora para o desenvolvimento de sistemas de condução autônomos. O lançamento integra tecnologias de condução autônomas Mentor Graphics e TASS International, duas das recentes aquisições da Siemens parte do portfólio Simcenter™, que minimiza drasticamente a necessidade de prototipação física, reduzindo o número de testes e de protótipos para validar a segurança dos veículos autônomos.

De acordo com as conclusões do relatório emitido pela Rand Corporation, os protótipos de veículos autônomos teriam que ser dirigidos centenas de milhões de quilômetros e, em alguns casos, centenas de bilhões de milhas ao longo de várias décadas para demonstrar sua confiabilidade em termos de fatalidades e de possíveis lesões – um resultado que os autores consideraram inconsistente com a viabilidade comercial a curto prazo de carros autônomos.

Aproveitando a avançada simulação em termos de física e de tecnologias inovadoras de processamento de dados e sensores, a nova solução da Siemens foi projetada para ajudar os fabricantes a enfrentar o desafio de reduzir anos de desenvolvimento, verificação e validação de carros autônomos.

O ambiente de simulação PreScan™ da TASS produz dados brutos de sensor simulados altamente realistas baseados em física para um número ilimitado de possíveis cenários de direção, situações de tráfego e outros parâmetros. Os dados dos sensores LiDAR, (da sigla inglesa Light Detection And Ranging – tecnologia ótica que mede a distância e/ou outra informação a respeito um determinado objeto), de radar e de câmera simulados da PreScan são então inseridos na plataforma DRS360™ da Mentor, onde são fundidos em tempo real para criar um modelo de alta resolução do ambiente e das condições de direção do veículo.

Os clientes podem, então, aproveitar a resolução de percepção e o processamento de alto desempenho da plataforma DRS360 para testar e refinar algoritmos proprietários para tarefas críticas, como reconhecimento de objetos, políticas de direção e muito mais.

“Os fabricantes de automóveis estão percebendo rapidamente que os protótipos físicos e os testes de estrada, por si só, não podem reproduzir a infinidade de complexos cenários de direção que os carros autônomos encontrarão. De fato, muitos dos cenários são impossíveis de reproduzir, enquanto outros são tão perigosos para reproduzir que a ética impede o pré-teste”, disse o Dr. Jan Leuridan, vice-presidente sênior de soluções de simulação e teste da Siemens PLM Software. “Está claro que a disponibilidade comercial de veículos totalmente autônomos no curto prazo é altamente dependente de tecnologias avançadas de simulação baseadas na física, onde a Siemens está estabelecendo o ritmo para a maior indústria automotiva mundial.”

Para fornecer a solução mais abrangente e precisa possível, a Siemens PLM Software está trabalhando com muitos dos principais fabricantes mundiais de LiDAR, radar e produtos de sensor de visão para desenvolver versões simuladas em 3D de módulos de sensores específicos com base em física. Compatíveis com o novo conjunto de ferramentas da Siemens, os sensores simulados são sintonizados usando informações de projeto detalhadas de fornecedores de sensores e validados usando dados de medição do mundo real para uma precisão ideal. Um dos mais importantes parceiros de sensores é a Cepton Technologies, uma empresa inovadora baseada no Vale do Silício, notável por seus sensores LiDAR de longo alcance e pequena dimensão. Outros parceiros de sensores serão anunciados ainda este ano.

“A tecnologia de simulação é cada vez mais valiosa para desenvolvedores de veículos automatizados, pois enfrentam pressões de montagem para acelerar o desenvolvimento, a validação e o desempenho de suas soluções de antivírus”, disse Phil Magney, fundador e diretor da VSI Labs. “A Siemens agora oferece soluções de simulação para cada estágio do processo de desenvolvimento, desde sensores até processadores, subsistemas e todo o veículo. Ter um escopo maior em soluções de simulação oferece à Siemens a capacidade de desempenhar um papel de liderança na validação e na verificação de soluções automatizadas para veículos”.

“Com o PreScan™ da TASS, podemos ajudar o setor automotivo a reduzir custos, tempo de mercado, problemas no futuro e a necessidade de um protótipo real para simular todos os possíveis cenários” diz Allyson Chiarini de Faria, diretor de marketing para América Latina. “Nosso foco é acelerar a entrega de veículos autônomos que, segundo o Gartner, representarão cerca de 25% dos veículos de passageiros em uso nos mercados desenvolvidos em 2030. Teremos que lidar com infinidades de circunstâncias complexas que só poderão ser validadas por meio da simulação”, esclarece.

Tags, , , , ,

Mastercard se junta ao #100kChallenge, do BID, para capacitar mulheres empreendedoras

A Mastercard anunciou hoje sua participação no #100kChallenge, uma ambiciosa iniciativa que busca capacitar, conectar e certificar mais de 100 mil mulheres empreendedoras nas Américas até 2021. O desafio foi lançado durante a 3ª Cúpula de CEOs das Américas, pelo presidente do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), Luis Alberto Moreno.

Por meio da plataforma ConnectAmericas for Women, o BID e as empresas parceiras ajudarão a fortalecer as habilidades digitais e de negócios de mulheres empreendedoras usando ferramentas de treinamento inovadoras. Também buscam incentivar a participação de empresas lideradas por mulheres em cadeias de valor regionais e globais, facilitar oportunidades de compras, promover sua participação em fóruns de negócios e programas de treinamento para a certificação de seus produtos, serviços ou processos.

A ConnectAmericas for Women é uma plataforma B2B online que conecta empresas lideradas por mulheres a oportunidades de compras e comércio nos setores público e privado, e ajuda a fortalecer suas capacidades de gestão e exportação. Lançada em 2016 pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), a plataforma vem sendo divulgada em colaboração com parceiros estratégicos e uma rede crescente de organizações de apoio a empresas públicas e privadas comprometidas com o fortalecimento do empoderamento econômico das mulheres na América Latina e no Caribe.

Desde o ano passado, a Mastercard colabora com o BID no desenvolvimento de uma solução de pagamentos para efetuar transações internacionais na plataforma ConnectAmericas. É natural para a Mastercard unir forças com a ConnectAmericas for Women com o intuito de apoiar o desenvolvimento das mulheres empreendedoras. Elas não só compõem um grande contingente dos membros da ConnectAmericas, mas representam uma importante área de foco para a Mastercard.

“Inclusão, oportunidade e empoderamento são prioridades globais na Mastercard. Nosso compromisso é trabalhar em prol de uma sociedade com igualdade de gênero que permita a todos os participantes florescer, crescer e desenvolver todo o seu potencial”, diz Gilberto Caldart, presidente da Mastercard para a América Latina e Caribe.

Compromisso da Mastercard para com a igualdade de gênero

Nos últimos anos, a Mastercard investiu em diferentes programas com o objetivo de promover a igualdade de gênero na região da América Latina e Caribe.
Em outubro passado, a Mastercard e a INCAE Business School anunciaram uma aliança estratégica para apoiar a iniciativa conjunta chamada LEADS Women. LEADS (que significa Liderança, Empreendedorismo, Avanço, Desenvolvimento e Sustentabilidade) é um projeto cujo objetivo é capacitar pequenas e médias empresas lideradas por mulheres na América Central.

Unindo sua experiência e abrangência, a INCAE e a Mastercard querem promover o crescimento econômico e promover o objetivo comum de empoderar mulheres. O programa LEAD fornece às mulheres o treinamento e as ferramentas necessários para desenvolver suas habilidades de negócios, o pensamento criativo, e resolver os desafios que seus negócios enfrentam.

Relação da Mastercard com o BID

O relacionamento da Mastercard com o BID começou em 2014, quando a empresa se tornou doadora do Transparency Fund da organização. Recentemente a Mastercard ampliou seu relacionamento com o BID, sendo que o trabalho com a ConnectAmericas uma de suas áreas de foco, compreendendo mais de 150 mil assinantes envolvidos em comércio transfronteiriço.

Desde o ano passado, a Mastercard colabora com o BID no desenvolvimento de uma solução de pagamentos e ferramentas que permitem realizar transações transfronteiriças na plataforma ConnectAmericas.

Tags, , , , , , , ,

Santander lança o primeiro serviço de transferências internacionais com blockchain no Brasil

O Santander Brasil acaba de lançar o primeiro serviço com o uso de tecnologia blockchain para clientes pessoa física no País. O Santander One Pay FX, como é chamada a solução, permite efetuar transferências internacionais de forma mais rápida, já que os valores serão entregues em até duas horas (desde que feitas dentro do expediente bancário no país de destino), em vez dos cerca de dois dias do prazo atual. A depender do banco destinatário, as transferências podem inclusive ser instantâneas. A funcionalidade está disponível no Brasil, na Espanha, no Reino Unido e na Polônia, e deverá ser estendido a outros países nos próximos meses.

Nesta fase de lançamento, os clientes do Santander Brasil serão isentados do pagamento da tarifas de envio dos recursos. O valor exato que chegará à conta do destinatário, na moeda de destino, será informado no momento de efetivação da transação – algo que não é possível na maioria dos serviços de remessas disponíveis hoje. Pelo modelo tradicional de transferências internacionais, o dinheiro precisa circular entre instituições parceiras, de forma que tanto o prazo quanto os valores das taxas só são conhecidos quando o recurso é entregue ao destinatário.

“Acreditamos que a tecnologia não é um fim, mas um meio de oferecer soluções para facilitar o dia a dia das pessoas. No caso das transferências internacionais, o blockchain tem um efeito transformador, com benefícios inequívocos para os nossos clientes”, afirma o presidente do Santander Brasil, Sérgio Rial. “Nossa equipe participou de todas as etapas do desenvolvimento do Santander One Pay FX, e segue em busca de oportunidades para o uso do blockchain em outras aplicações que possam melhorar nossos serviços, tanto em estudos no Brasil quanto em parceria com os especialistas em tecnologia do Banco em outros países.”

O Santander utilizou o xCurrent, uma tecnologia baseada em registros contábeis compartilhados da companhia californiana Ripple, com a qual trabalhou em pilotos no Reino Unido e na Espanha por três anos. O Innoventures, fundo de capital empreendedor de US$ 200 milhões do Grupo Santander, investiu na Ripple em 2015. No total, o fundo fez 20 aportes em startups de tecnologia financeira vinculadas a inteligência artificial, big data, blockchain, pagamentos, assessoramento financeiro, financiamentos de automóveis ou para pequenas empresas e hipotecas.

QUEM JÁ PODE USAR

A funcionalidade estará disponível inicialmente para os clientes Select, e será estendida a todos os segmentos até o fim deste semestre. Os clientes podem acessar o Santander One Pay FX diretamente no aplicativo do Banco para dispositivos móveis.

Inicialmente, o Santander One Pay FX permitirá o envio de libras esterlinas do Brasil para o Reino Unido, em operações limitadas ao equivalente a 3 mil dólares. Até o fim deste primeiro semestre, também poderão ser feitas remessas de euros para a Espanha. Transferências para os demais países da União Europeia estão previstas para a segunda metade deste ano. E, a partir de 2019, serão liberados o envio de dólares para os Estados Unidos e o recebimento de remessas em reais no Brasil.

“O serviço de remessas internacionais segue um mesmo modelo há séculos: como não há um sistema centralizador, o dinheiro circula de banco para banco, e não é possível saber nem o prazo e nem a tarifa total que será cobrada até o destino. O que queremos agora é desmistificar o câmbio, que deveria ser tão simples quanto uma TED (transferência eletrônica direta), só que com a conversão da moeda no caminho”, explica Geraldo Rodrigues Neto, superintendente executivo de Segmentos e Produtos para Pessoa Física do Santander Brasil.

De acordo com o executivo, o teto de 3 mil dólares para as operações permite que elas sejam feitas de forma simplificada, conforme a regulamentação. “É o suficiente para atender aos clientes que têm um filho ou parentes no exterior, pagam por tratamentos de saúde ou mantêm um imóvel fora do Brasil, entre outras necessidades”, explica Geraldo Neto. “Essa natureza de fluxos monetários cresce a cada dia, e estamos justamente buscando oportunidades de atender melhor às necessidades dos nossos consumidores.”

ABFintechs e Insper firmam parceria para atrair talentos para o mercado empreendedor

A Associação Brasileira de Fintechs e o Insper, instituição sem fins lucrativos de ensino superior e pesquisa, anunciam um acordo que tem por objetivo central aproximar talentos ao mercado empreendedor, principalmente das fintechs. A parceria, iniciada em março deste ano, contempla dois eventos e, ainda, abre espaço para que as fintechs possam cadastrar suas vagas de trabalho no banco de oportunidades da universidade.

“O Insper é um núcleo empreendedor, pois prepara seu aluno para o mercado de hoje. Essa parceria é extremamente valiosa às fintechs, já que teremos acesso a talentos que têm os valores empreendedores que o Insper incentiva e que são muito importantes para nós” pontua Rodrigo Soeiro, diretor-presidente da ABFintechs.

Entre os eventos acordados, o primeiro deles é o Fintech Day, que acontece no dia 18 de abril, em que a ABFintechs levará cerca de 20 fintechs associadas para divulgarem seus negócios no campus do Insper. O segundo evento, que acontece no segundo semestre deste ano, ainda está em desenvolvimento.

Sobre o Fintech Day

O evento irá debater e fomentar temas relacionados ao ecossistema das fintechs, gerando compreensão sobre as mudanças de mercado, tendências e stakeholders importantes. Na ocasião, haverá quatro painéis de debates: regulamentação, criptomoedas, investimento e crédito.

Estarão presentes as fintechs: Acesso, App RF, Atlas Project, Banco de Formaturas, Bancoin, Bene, Biva, DinDin, Exchange Câmbio e Comex, F(x), Foxbit, ISF, Juntos, Kavod Lending, Nexoos, SmartMEI, Urbe.me e Yubb.

Tags, , , , , , , ,

Metodologia brasileira é implementada em empresa suíça

A plataforma online de gestão estratégica para empresas, Honeycomb, tem como principal pilar criar uma gestão ágil e totalmente transparente. O seu objetivo é oferecer um contexto de tudo o que está sendo feito dentro da empresa e por quais caminhos ela seguirá, desta forma gerando um ambiente de trabalho autônomo. O resultado da implementação da Honeycomb é a formação de uma equipe mais engajada, alinhada e preparada para tomar melhores decisões.

Sua metodologia se divide em duas partes fundamentais e interligadas: Estratégia, Papéis e Responsabilidades. O primeiro passo é um momento mais estrutural, em que o time avalia e determina quais são os pilares e objetivos de cada área da empresa durante o trimestre e então, o que será feito para alcançá-los. As pessoas, então, candidatam-se para os objetivos que querem ser responsáveis. No momento de Papéis e Responsabilidades, os colaboradores definem as funções diárias devem ser feitas e também têm voz e autonomia para se candidatarem, declarando seu nível de motivação e de habilidade para cada papel.

Originalmente, a plataforma surgiu como uma ideia embrionária dentro da abeLLha, incubadora de negócios de impacto social e, após seu êxito, foi aberta ao público – maio de 2017. Hoje a Honeycomb já conta com 1.400 usuários cadastrados, de mais de 100 empresas.

Recentemente a Honeycomb foi contratada pela Swissnex San Francisco, uma empresa relacionada ao governo suíço que faz a conexão entre startups, artes e academia entre os dois países. Diante do mais novo desafio, Ana Julia Ghirello, fundadora e CEO da plataforma, detalha a experiência “O trabalho foi intenso e incrível. Toda a equipe já estava acostumada a entregar muito e já trabalhavam com muita autonomia. Os departamentos colaboram muito entre si e daí nosso desafio de criar mais transparência de tudo o que está acontecendo dentro da empresa.”

O trabalho feito em San Francisco faz parte dos planos de expansão do Honeycomb para América do Norte e Europa. “Até o final do ano, pretendemos ter mais implementações no exterior. O sucesso desta entrada inicial validou o valor que geramos: de ajudar organizações a terem uma gestão muito ágil, focada em resultados e com muita autonomia e transparência. Não são só as empresas brasileiras que encontram estes desafios”, comentou Ana Julia.

Tags, , , ,

Redução de custos em cloud: qual é a verdade desta promessa?

Por Luiz Caloi

Dizer que o data center revoluciona o modo como as atividades, as comunicações e os dados são gerenciados e armazenados nas empresas é redundante. Exaltar também o benefício da mobilidade que a nuvem permite no que tange ao uso das aplicações e dos documentos a serem acessados em diferentes plataformas por meio da internet também é falar mais do mesmo.

Se antes estas e outras questões rondavam a mente e o coração financeiro das empresas, sempre vindo acompanhada de uma série de avaliações para tomarem tal decisão, hoje a indagação volta-se aos efeitos benéficos que o cloud pode causar nas contas da corporação. A questão atual é: a nuvem gera ou não gera economia? Com 20 anos de experiência no mercado de TI, participando de todo o amadurecimento do conceito vivido até o momento, respondo sem titubear que a nuvem é um aditivo a favor e, sobretudo, real nos custos das empresas.

Primeiro pelo fato de eliminar ou otimizar os gastos com a infraestrutura de TI on-premises. Por exemplo, no caso de uma organização que migra para a nuvem pública, os gastos gerados pela infraestrutura local de TI, tais como energia elétrica, aquisição e manutenção de hardwares e softwares, serão completamente limados e, dessa forma, a empresa economizará recursos financeiros, que poderão ser destinados a outras áreas do negócio.

O segundo ponto a favor reside em alinhar a área de TI com a demanda do negócio da empresa. Ao adotar o modelo de pagamento ‘pague pelo uso’, no qual a empresa paga ao fornecedor apenas a quantia referente aos serviços utilizados, a nuvem proporciona flexibilidade frente à estrutura on-premises, que necessita manter uma alta capacidade computacional disponível (e ociosa) para atender períodos de demanda sazonal, como no Natal ou no Black Friday, o que incrementa exponencialmente o custo das companhias.

O terceiro item que chama a atenção é a democratização do uso da tecnologia. A grande concorrência entre as nuvens públicas está fazendo com que a tecnologia de ponta se torne acessível para qualquer tamanho de empresa e de forma cada vez mais rápida. A disputa para atrair clientes faz com que a inovação seja frequente e a queda de preços também.

Já a quarta forma de reduzir custos com a TI a partir do uso da nuvem está totalmente relacionada à diminuição dos gastos com segurança da informação. Assunto que se tornou prioridade nas agendas das empresas, a preocupação com cibersegurança passou a ser dividida com o fornecedor.

Para fechar esta análise, no quinto ponto, vamos averiguar a base dos quatro primeiros, o de escolher um parceiro estratégico que tenha todas as condições de apoiar nesta jornada. Precisamos levar em consideração que não é tudo que está preparado para ir à nuvem e a migração também não é “as is”, uma qualificação detalhada do que se pode levar e como é o primeiro e mais importante passo do processo. Escolher parceiros que são agnósticos em relação à infraestrutura e podem oferecer um modelo híbrido faz a diferença em ter sucesso ou não.

Como se pôde observar, a computação em nuvem reduz os custos reais de TI de formas diferentes. Tal reflexão vem ao encontro de uma pesquisa desenvolvida pela IDC (Internet Data Center), na qual aponta o crescimento na adoção de soluções de cloud pelas organizações no Brasil. Estudos apontam que 10,4% das empresas tiveram um aumento nas receitas após aderirem às soluções em cloud computing e 77% reduziram os custos de TI. Ou seja, recorrer à nuvem é a pura realidade para impulsionar os ganhos empresariais.

Luiz Caloi é diretor de Data Center e Cloud Computing da SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de Tecnologia