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Conectividade: a importância de preparar-se com uma estrutura de colaboração adequada

Por Silnei Kravaski

Conectividade e mobilidade são mandatórias no mundo corporativo. Isto é algo que não se questiona. O cenário atual é de um ambiente cada vez mais competitivo, em que aumentar a produtividade e melhorar a eficiência faz toda a diferença para a sobrevivência dos negócios. E, por mais que isso não seja novidade, ainda há dúvidas se as empresas estão realmente preparadas para a colaboração e para a era da mobilidade.

No Brasil, segundo estimativas de conhecida empresa de espaços compartilhados, 55% dos brasileiros fazem pelo menos um dia de home-office por semana. E, por mais que as empresas já estejam aderindo a essa tendência irreversível, cerca de 20% delas alega que um dos desafios de se trabalhar remotamente é a dificuldade de acesso aos documentos da empresa.

Um estudo do Gartner também confirma esse despreparo: até 2020, 75% das empresas irão enfrentar rupturas consideráveis de negócios por não estarem alinhadas com as competências de infraestrutura e operações que o momento exige.

Mas, o que realmente dá vida e coloca em prática a conectividade? A resposta encontra-se nas soluções de colaboração, que permitem a implementação e manutenção da conectividade e adesão ao real cenário de mobilidade, possibilitando o fornecimento de serviços a qualquer hora e em qualquer lugar. Elas facilitam a interação entre os usuários e entre a fonte dos dados. Aliás, essa é a vantagem da mobilidade: acessar dados, áudio, vídeos e pessoas de qualquer lugar.

Está mais do que na hora das empresas brasileiras investirem em infraestrutura de colaboração, especialmente cloud computing, para não correrem o risco de ficar para trás neste cenário. Investir em soluções de redes sem fio, videoconferência, softphone, comunicações unificadas, data center e outros softwares, é algo urgente. Porém, para que uma empresa consiga desfrutar dos benefícios destes recursos inovadores, é preciso escolher uma infraestrutura acessível e de alto desempenho, que consiga suportar muitos dispositivos móveis e aplicativos em nuvem, em tempo real.

Além disso, a empresa deve ter em mente que tudo deve ser realizado com o máximo de segurança possível – o que geralmente é o “ponto falho” da maioria das soluções desenvolvidas para usuários. Uma visão 360º do que precisa ser feito, o apoio de um parceiro de TI especializado em soluções de colaboração e uma infraestrutura de data center de qualidade e adequada, vão fazer toda a diferença nesse sentido.

Em suma, é evidente que a conectividade deve ser sim o primeiro passo. Mas, somente a partir da compreensão do seu papel, bem como da combinação correta das tecnologias que viabilizam a colaboração, é que será possível alcançar a tão sonhada vantagem competitiva. Aí sim as empresas estarão preparadas.

Silnei Kravaski é Diretor Executivo da Planus Cloud, Networking & Services, empresa responsável pelo desenvolvimento do Planus IT 360°, portfólio que ajuda às empresas a prepararem-se para as novas demandas da transformação digital.

10 vantagens do uso de chatbots no varejo

Cada vez mais presentes em todos os setores da economia, as inovações envolvendo inteligência artificial já são familiares para os consumidores, seja para auxiliar durante uma compra, sanar uma eventual dúvida sobre determinado produto ou receber atualizações no pós-venda. Uma pesquisa da consultoria PointSource mostra que, em 2017, 54% dos consumidores utilizaram aplicações envolvendo IA em algum momento da jornada de compra. A pesquisa também perguntou se o auxílio de um chatbot os faria comprar com mais frequência, e metade (49%) dos entrevistados respondeu que sim.

Outra pesquisa, divulgada pela Accenture, no Fórum Econômico Mundial deste ano, projeta que, entre 2018 e 2022, o faturamento do varejo no mundo cresça 41% em decorrência da adoção da Inteligência Artificial. Para os varejistas brasileiros que desejam seguir essa tendência já incorporada pelas principais empresas do varejo mundial, a Nama – startup brasileira que oferece uma plataforma de chatbots baseada em linguagem natural -, preparou uma lista com 10 vantagens da aplicação de chatbots no varejo.

1) Oferecer atendimento 24/7

Apenas varejistas gigantes conseguem atender seus clientes a qualquer hora do dia e em todos os dias da semana. Manter uma equipe tão numerosa de funcionários pesa no orçamento de qualquer empresa. Esse desafio pode ser solucionado com o uso de chatbots, que não descansam nunca e trabalham 24h por dia, 7 dias por semana.

2) Atender em todos os canais

Colocar em prática o conceito de omnichannel, descrito como o atendimento dos clientes em todos os canais disponíveis de maneira idêntica e complementar, talvez seja um dos maiores desafios do varejo. Um chatbot robusto é capaz de começar o atendimento via Facebook Messenger e continuá-lo no portal da empresa, sem prejuízo de informação. Chatbots funcionam no Facebook Messenger, Skype, Telegram, no portal da loja e no smartphone por meio de mensagens SMS. O consumidor pode estar em qualquer um desses canais ou em todos eles, e sua marca também estará lá.

3) Auxiliar na jornada de compra

Nos Estados Unidos, a Whole Foods colocou em funcionamento um chatbot que ajuda os consumidores a encontrarem os alimentos mais indicados para cada receita. Pelo Messenger do Facebook, o cliente insere uma palavra-chave ou um emoji de um alimento, e recebe como resposta uma dica culinária. A funcionalidade de reconhecer emojis também está disponível nos chatbots desenvolvidos pela Nama.

4) Fornecer respostas em tempo real

Chega de clientes estressados pelas músicas intermináveis que tocam durante a espera dos atendimentos via telemarketing. Os clientes estão ansiosos para uma resposta rápida. Um assistente virtual inteligente responde em segundos a demanda já com a solução ou seu encaminhamento.

5) Demonstrar empatia com diferentes perfis de público

Os avanços na compreensão e no processamento de linguagem natural tornaram esse fenômeno factível. Os chatbots que utilizam Deep Learning (conjunto de técnicas mais avançadas que o machine learning) conseguem entender a comunicação humana, mesmo com erros de português. Esse fenômeno possibilita que pessoas de diferentes classes sociais, idades e níveis educacionais sintam-se compreendidas pelo atendente virtual.

6) Abordar o consumidor de maneira proativa

Chatbots podem abordar os consumidores de maneira proativa a partir de condições pré-definidas. Um assistente virtual de uma farmácia ou de um supermercado, por exemplo, pode ter seu gatilho interativo configurado para, sempre que o clima estiver muito quente, indicar aos consumidores que estão na loja uma promoção de protetor solar.

7) Fidelizar seu cliente

Clientes mal atendidos migram para marcas concorrentes. Fornecer um atendimento cordial em tempo real, com detalhes técnicos e informações adicionais para aquele produto pesquisado deixará o cliente muito mais satisfeito com sua marca.

8) Melhorar os processos internos

O chatbot pode ser usado também de maneira interna pelo varejista, como forma de orientar funcionários e melhorar processos. O bot se integra com os sistemas de gestão, CRM e de estoque dos produtos, norteando, por exemplo, o abastecimento de acordo com a frequência que aquele produto vai sendo vendido.

9) Aprimorar a logística

Os chatbots podem servir para cancelar pedidos ou levantar informações sobre seu status, emitir números de protocolo ou segunda via de boleto/nota fiscal, rastrear produtos e calcular o tempo de entrega.

10) Fortalecer a marca no pós-venda

Há outros usos possíveis para os chatbots no setor varejista. Ele pode ser utilizado para fazer pesquisas de pós-venda para coletar insights sobre a experiência de compra e fornecer feedbacks detalhados sobre a maneira como o cliente enxerga a marca.

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Empresa de cloud corporativa inova e adota cultura humanizada em sua gestão

O Chief Human Resource Officer da Winov, Cercal Junior e Diego Coimbra, Chief Brand and Marketing Officer da Winov

cloud

Com as novas tecnologias e o considerável aumento de fluxo nas redes sociais, os funcionários obtiveram mais voz perante a sociedade e, consequentemente, suas reclamações sobre o ambiente de trabalho e o velho modelo de negócios foram observadas. A partir disso, surgiu a demanda de novos empreendimentos, o que culminou em um conceito ainda pouco conhecido no Brasil: o de Empresa Humanizada.

Esse conceito visa atender as necessidades dos empregados, diferente do modelo mais tradicional em que o empresário visa apenas o lucro, sem pensar na qualidade de vida de quem trabalha para ele e que, consequentemente, é responsável pelo desenvolvimento e crescimento da empresa. A Winov Cloud Computing, startup curitibana que visa transformar o modelo de computação corporativa em nuvem desde 2015, adotou essa nova tendência há pouco mais de um ano e já notou as vantagens, tanto em seu ambiente de trabalho, como nas relações com os stakeholders da companhia. “Há mais de um ano estava em um congresso sobre recursos humanos em que a cultura humanizada era o tema central das apresentações e decidi trazer à Winov este conceito, que logo de início foi muito bem recebido pelos gestores e funcionários. Hoje posso garantir que somos ainda melhores do que éramos”, explica o Chief Human Resource Officer da Winov, Cercal Junior.

A cultura humanizada em empresas visa dar mais liberdade ao funcionário, o resultado disso comprova que empresas com pessoas felizes produzem mais e têm resultados diferentes das demais. É o que destaca Diego Coimbra, Chief Brand and Marketing Officer da Winov. “A intenção da empresa humanizada é realmente essa tornar os profissionais mais felizes. O fato de você dar liberdade aos funcionários para ações, liberdade de se expressar e o mais importante escuta-los, faz toda a diferença. Inclusive isso impactou diretamente nosso resultado, estamos crescendo muito e a satisfação de atendimento perante aos nossos clientes está sendo cada vez mais elevada”, enfatiza.

As empresas humanizadas procuram pelo chamado share of heart (fatia do amor, em português), ao invés do share of wallet (fatia da carteira, em português), pois acreditam que ganhando um espaço no coração do cliente, ele terá prazer em oferecer uma fatia da sua carteira, assim como se ganharem o coração do funcionário, ele terá um salto de produtividade. “Quando a pessoa começa a ser percebida, ela se sente importante e passa a dar o melhor dela, ou seja, a conta é simples: pessoas felizes geram lucro”, conta Junior.

Em épocas de crises, as empresas humanizadas mundiais chegam a faturar até seis vezes mais que as empresas comuns. Na Winov, antes da implementação desse conceito, os funcionários não recebiam feedback de suas ações. Hoje os gestores apresentam todas os acertos e procuram ajudar nos erros, motivando o funcionário a ajustar suas falhas e melhorar seu desempenho.

Baseada nesse conceito, a empresa elaborou a metodologia dos super-heróis, em que identifica o perfil de cada funcionário de acordo com as características dos heróis da Marvel e da DC Comics. A intenção da ação é que o funcionário desenvolva as suas melhores características, mas sem deixar de olhar para os próprios defeitos. Dessa forma, a pessoa desenvolve o seu melhor potencial sabendo das suas necessidades e pontos fortes. “A ideia não é chegar à perfeição, mas sim engajar as pessoas no que elas entendem ser o melhor para elas, se desenvolvendo não apenas profissionalmente, mas na sociedade em que vivem”, finaliza Junior.

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No Fintech Day, cenário de crédito é debatido em painel

O debate sobre as tendências para o mercado de crédito das fintechs marcou a 2ª edição do Fintech Day, que aconteceu nesta quarta, 18, no Insper em São Paulo. No painel sobre crédito, Fábio Neufeld (primeiro à direita), CEO e fundador da Kavod Lending – fintech de empréstimos coletivos peer-to-peer – falou sobre a importância da regulação específica para as fintechs de crédito, prevista para o próximo dia 26. “Acreditamos que a postura do Banco Central é de tornar o sistema mais seguro e confiável, portanto a regulação vem para ajudar e não para restringir.

A regulação atual atende aos modelos de negócio da maioria das fintechs de crédito, mas não foi criada para esse fim específico, portanto a regra vem para esclarecer todos os pontos e trazer mais segurança ao mercado”, declarou. O painel foi aberto por Rodrigo Soeiro, diretor da ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs). O evento, que fomenta discussões sobre o ecossistema das fintechs no Brasil, reuniu importantes players do mercado em resultado de parceira entre a ABFintechs e o Insper, instituição sem fins lucrativos de ensino superior e pesquisa.

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Instabridge recebe US$ 3 milhões para expansão na Ásia

A Instabridge, startup sueca de tecnologia que desenvolve a maior comunidade mundial de compartilhamento de conexões WiFi por meio de um aplicativo mobile de mesmo nome, se mostrou bastante popular no Brasil e no México e recebeu um financiamento adicional de US$ 3 milhões para investir em sua expansão na Ásia, começando pela Índia.

A nova rodada é liderada pela Luminar Ventures (Magnus Bergman e Jacob Key), com a participação dos patrocinadores anteriores Balderton Capital, Draper Associates, Moor e Creandum. A empresa já havia levantado cerca de US$ 5 milhões.

Fundada no final de 2012 originalmente como uma forma de permitir o compartilhamento de WiFi com amigos no Facebook, a empresa sediada em Estocolmo transformou-se em uma comunidade mais ampla de compartilhamento de WiFi e encontrou força nos mercados em desenvolvimento, onde os dados de celular permanecem altos.

O Instabridge permite que você compartilhe os detalhes de qualquer ponto de WiFi público e forneça acesso aos pontos de internet compartilhados para todos os outros membros da comunidade. Isso permitiu criar um banco de dados crowdsourced de pontos de WiFi, além de uma lista de locais públicos conhecidos que têm acesso gratuito à internet, como McDonald’s ou Starbucks.

Instabridge planeja trilhar o mesmo caminho que seguiu na América do Sul para atingir a população indiana de mais de 1 bilhão de pessoas, das quais apenas 400 milhões atualmente têm acesso à internet. “Isto inclui a formação de uma equipe na Índia e a nova missão da empresa de expandir o acesso à Internet aos países em desenvolvimento, onde os serviços de internet permanecem relativamente caros e o acesso à internet é um dos meios comprovados de ‘reduzir a desigualdade de renda’”, diz Niklas Agevik, CEO da Instabridge.

Hoje o Instabridge possui 2,3 milhões de usuários ativos mensais e está crescendo a uma taxa de 50.000 novos usuários por dia. O banco de dados do aplicativo contempla atualmente 2 milhões de pontos WiFi. Hoje já são 1 milhão de pontos de WiFi do Brasil cadastrados no aplicativo: metade do total de redes compartilhadas por usuários do Instabridge em todo mundo. São Paulo (245 mil), Rio de Janeiro (105 mil), Minas Gerais (95 mil), Bahia (80 mil), Paraná (60 mil), Rio Grande do Sul (40 mil), Distrito Federal (15 mil) e Paraíba (23 mil) aparecem no ranking brasileiro com o maior número de pontos de WiFi cadastrados. Esse aumento do número de redes no País reflete um crescimento de 200% comparando o último trimestre de 2017 e 2016, período que somava 300 mil redes. O número de downloads somente no Brasil também cresceu: de 3,6 milhões de usuários no último trimestre de 2016 para 11,7 milhões no mesmo período do ano passado, o que representa um crescimento de 225%. No mundo, o Instabridge soma 19 milhões de usuários.

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Nutanix ajuda UNICURITIBA a reduzir tempo de processamento de dados em mais de 50% e consumo de energia no data center em 90%

A Nutanix (NASDAQ: NTNX), empresa líder em software para nuvem corporativa, anunciou a implantação da solução Enterprise Cloud OS no Centro Universitário Curitiba (UNICURITIBA) na cidade de Curitiba, (PR). Com o apoio da Servix Informática, o UNICURITIBA conheceu os benefícios da infraestrutura de hiperconvergência da Nutanix, que combina recursos de armazenamento e processamento de maneira única em um único dispositivo, usado em data centers de última geração. Desde que migrou para a Nutanix, o Centro Universitário viu uma redução significativa no tempo de processamento de dados, consumo de energia e aumento da produtividade.

Fundada em 1950, o UNICURITIBA, está sempre em busca de um constante aperfeiçoamento, mantendo o compromisso de preservar os avanços científicos e tecnológicos. Ao notar a necessidade de atualizar o data center do Centro Universitário para atender as demandas de negócios projetadas para o futuro tais como a implantação de novos sistemas para o controle acadêmico, soluções de Business Intelligence, automação de fluxo de trabalho e gerenciamento eletrônico de documentos, em 2016 a universidade avaliou a infraestrutura existente e, após uma avaliação detalhada, Almir Lucas Stasievski, Gerente de TI e Planejamento, buscou otimizar ainda mais o controle efetivo das operações da Instituição, considerando uma nova solução, com tecnologia de ponta.

Após uma prova de conceito bem-sucedida, com foco na validação da solução de virtualização AHV da Nutanix, a instituição decidiu implantar a solução em seu ambiente de produção. De acordo com Stasievski, a Nutanix foi selecionada principalmente devido à sua maturidade e liderança em tecnologia. Assim, o Centro Universitário migrou para a solução AHV para ajudar a possibilitar o avanço e a simplificação desejados para sua infraestrutura de TI.

Depois que a decisão foi tomada, todo o processo de migração levou 48 horas e não impactou a rotina do Centro Universitário. Isto é muito diferente do que seria uma migração tradicional do ambiente, estimada entre 5 a 7 dias e que exigiria alguma redução na operação do sistema, tanto para os alunos quanto para os funcionários.

O UNICURITIBA atualizou seu data center substituindo 11 servidores físicos, 112 servidores virtuais e 1 storage de 18 Terabytes por tecnologia hiperconvergente da Nutanix com 4 nós de processamento e 22 terabytes de área de storage com deduplicação, camadas e compactação 2: 1 e ECX. Essa atualização gerou vários benefícios: espaço e consumo de energia reduzidos no data center, ganhos de desempenho aprimorados, segurança física e escalabilidade, devido às facilidades futuras de backup na nuvem. Além dos resultados citados acima, a solução reduziu os custos de licenciamento, simplificou o controle da estrutura do data center e permitiu a redução do número de servidores virtuais para 63 VMs. A mudança para a tecnologia Nutanix melhorou o desempenho da aplicação e aumentou a produtividade em mais de 10%, além de reduzir o tempo de processamento de dados em mais de 50% e o consumo de energia do data center em 90%.

“Agora, todas as aplicações de negócios, como ERP, sistemas de folha de pagamento de funcionários e o banco de dados do SQL Server, estão sendo executados na plataforma Nutanix”, diz Stasievski. “Estamos sempre em busca de melhorias contínuas e muito comprometidos em preservar o progresso científico e tecnológico. Vimos a necessidade de atualizar nosso data center para atender cada vez melhor nossos alunos e funcionários”.

“A implementação no UNICURITIBA é apenas um exemplo do que a Nutanix pode fazer por qualquer empresa. Podemos otimizar a infraestrutura existente e reduzir o desperdício de recursos instantaneamente. Nesse caso, a validação do AHV foi fundamental na decisão de mudança. A equipe de TI do Centro Universitário agora pode se concentrar em seus negócios e a combinação de melhor desempenho e uma interface de usuário mais simples, garantida pela Nutanix possibilitou que a equipe se concentrasse em fornecer um melhor desempenho para os alunos, equipe acadêmica e administrativa, pesquisa e novos serviços para a comunidade”, conclui Leonel Oliveira, gerente geral da Nutanix no Brasil.

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Consórcio 5TONIC apresenta inovações para tecnologia 5G

Embora ainda leve alguns anos até que a adoção massiva da tecnologia 5G sem fio se torne realidade, muito tem sido feito para garantir que as redes móveis e as operadoras estejam prontas para essa mudança. Em apoio aos seus associados, o 5TONIC, um laboratório aberto de pesquisa e inovação que reúne empresas como CommScope, Telefónica e Ericsson, tem apresentado novos casos de uso para novas tecnologias wireless, como aplicativos para a chamada fábrica inteligente.

“O 5TONIC considera 2018 o momento ideal para que os nossos associados se concentrem em resultados tangíveis, pensando na tecnologia 5G”, explica Arturo Azcorra, vice-presidente do 5TONIC e diretor do IMDEA Networks Institute. “Nosso laboratório de inovação é um centro de compartilhamento de conhecimento, com colaborações de todo o setor e desenvolvimento de produtos e serviços. Já vemos, por exemplo, os benefícios tangíveis da virtualização de células, melhorando significativamente a eficiência do espectro, e que podem ser incluídos nos padrões da tecnologia 5G.”

Para promover o desenvolvimento da tecnologia 5G, o consórcio 5TONIC implementou a solução de small cells C-RAN OneCell®, da CommScope. O OneCell forma uma única “supercélula” em ambientes fechados, dispensa o handover e elimina interferências de borda em áreas amplas, criando uma experiência LTE de alto desempenho para os usuários finais. Os conceitos utilizados na arquitetura do OneCell estão sendo avaliados para que se tornem padrão na tecnologia 5G.

A solução OneCell cria uma nova maneira de oferecer serviços móveis de alto desempenho aos assinantes em locais de alta densidade, como estádios, arenas esportivas, campi e empresas de médio e grande porte. A arquitetura de small cells C-RAN incorpora avanços, como switched Ethernet fronthaul, que permite o desenvolvimento, a instalação e o teste de sistemas em um tempo muito menor que aquele exigido pelas soluções tradicionais.

Conectividade mais inteligente para a geração futura

Com a solução OneCell, os consumidores em grandes áreas (como estádios) têm acesso contínuo a dados móveis e de voz, pois o sistema de small cells distribui a capacidade entre os múltiplos usuários. Com um sistema LTE que já incorpora muitos elementos da arquitetura 5G, como C-RAN em fronthaul de Ethernet e virtualização de células, a solução OneCell foi desenvolvida para acelerar a evolução da rede LTE das operadoras para 5G, incluindo a operação simultânea das duas tecnologias por muitos anos ainda.

“Neste ano, teremos progressos significativos na definição da 5G como padrão e para implementações no mundo real. O entusiasmo inicial diminuiu, o que é um passo necessário para obter o discernimento prático de como todos nós vamos tornar a 5G uma realidade”, destaca Ben Cardwell, vice-presidente sênior da CommScope Mobility Solutions. “Trabalhar no consórcio 5TONIC nos permite testar nossas inovações em um ecossistema, acelerando o progresso de todos e garantindo o foco em casos de uso do mundo real.”

T-Systems Brasil apresenta sua visão de cidade inteligente

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, foi um dos destaques do Smart City Business America 2018. A companhia participou em duas frentes: na área de exposição, apresentou as soluções de logística inteligente desenvolvidas em parceria com a Roambee; e, entre os palestrantes, contou com o head de Digital Transformation, Luis Fernando Tadei, falando sobre tecnologia para cidades inteligentes.

“Uma cidade se torna inteligente quando conta com um ecossistema suportado por soluções baseadas em Tecnologia da Informação que ajudam a digitalizar seus serviços públicos”, afirma Tadei. O executivo ressalta, no entanto, que a transformação digital não é um fim. Ao contrário, o objetivo final de uma cidade inteligente deve ser ampliar a qualidade de vida de seus cidadãos, atrair visitantes e suportar o desenvolvimento econômico.

“Para nós, significa que queremos ser o melhor parceiro das cidades que estão se movendo nesse processo, e é sobre isso que vamos falar em nossa palestra”, adianta. Tadei lembra que a T-Systems vem ajudando administrações municipais de vários países a endereçar e gerenciar pressões econômicas e ambientais, assim como as necessidades de transformação urbana que garantam crescimento e avanço tecnológico. “Com a qualidade de vida das pessoas em mente, temos trabalhado para garantir conectividade e soluções de TI que façam a diferença no dia-a-dia dessas cidades”, reforça.

Soluções

Exemplo disso são algumas das soluções que foram apresentadas pela T-Systems Brasil na área de exposições. Uma delas é a BeeBeacon, lançada recentemente em parceria com a Roambee. A solução é a primeira tecnologia de monitoramento móvel que combina as tecnologias BLE/Wi-Fi/GSM com os Beacons para fornecer visibilidade ao conteúdo do pacote e gerenciamento de ativos.

Trabalhando com a plataforma IoT Honeycomb (Colmeia) da Roambee e aplicativo móvel para smartphones, o novo BeeBeacon e o Bee, hardware que atua como ponto de acesso, fornecem inteligência em tempo real para empresas globais monitorarem condições físicas de mercadorias e seus ativos em locais fechados, abertos e em trânsito. A Roambee transforma a cadeia de suprimentos em um negócio completamente digitalizado com uma abordagem pay-as-you-go, que elimina investimentos iniciais pesados e habilita a utilização em grande escala.

O evento

O Smart City Business America 2018 ocorreu entre os dias 16 e 18 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento reuniu os principais líderes dos setores público e privado, além de especialistas em soluções tecnológicas, planejamento, gestão pública, segurança, mobilidade, conectividade e sustentabilidade, criando um ambiente propositivo de negócios e de diálogo sobre o desenvolvimento das metrópoles.

Além disso, o evento contou com um espaço de 6000m2 para exposição e 200m2 na praça da tecnologia, além das áreas dos eventos paralelos. O Congresso teve mais de 50 painéis, nos quais profissionais, pesquisadores, empresários e representantes do poder público, nacionais e internacionais, apresentaram suas ideias e discutiram os principais pontos em torno das cidades inteligentes, de modo a criar o mercado de Smart Cities.

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Acesso Digital implementa biometria facial no Nubank

A tecnologia da Acesso Digital, empresa que possui a maior base nacional privada de faces cadastradas, começou a realizar a identificação das tentativas de falsidade ideológica dos clientes Nubank durante o processo de solicitação de cartão de crédito. Isso dá mais uma camada de assertividade ao processo de verificação antifraude do Nubank, que é hoje um dos mais seguros e efetivos do mercado.

“A biometria facial agrega mais uma esfera de segurança e melhorias na nossa operação, sem ter qualquer impacto na experiência do usuário. Do ponto de vista do cliente, o processo de solicitação do cartão continua simples, rápido e transparente”, garante Guilherme Wunsch, que lidera a área de prevenção a fraudes do Nubank. “Com isso, reduzimos a negativação indevida e melhoramos ainda mais a experiência de nossos clientes”, completa.

A biometria facial torna-se uma solução complementar às ferramentas internas de inteligência de dados baseadas em modelos matemáticos que o Nubank já possui. A tecnologia da Acesso confronta as faces dos clientes em uma base compartilhada entre as maiores fintechs, varejistas e bancos do Brasil. “O AcessoBio otimiza a segurança e o resultado dos clientes de maneira simples e eficiente, além de proteger o nome dos brasileiros”, aponta o CEO e fundador da Acesso Digital, Diego Martins.

A solução já está em operação no Nubank e os novos clientes já estão sendo validados pelo AcessoBio. Garantindo uma captação de clientes muito mais segura.

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Startups e a Lei do Bem

Por Rafael Costa

A Lei do Bem (11.196/05) foi criada com o objetivo de viabilizar a concessão de incentivos fiscais por parte do Governo Federal às empresas que realizarem pesquisa e desenvolvimento de inovação tecnológica (P&DI). No entanto, segundo os dados do MCTIC o ano onde teve o maior número de empresas usufruindo este benefício foi 2014, onde 1206 empresas apresentaram seus projetos. Em 2015 e 2016 o número caiu, ficando próximo das 1000 empresas em cada ano, o que representa um aproveitamento de menos de 1% das empresas, segundo dados do IBGE. Nesse sentido, é preciso que as empresas saibam a grande oportunidade que este incentivo fiscal constitui para que o utilizem cada vez mais, a fim de inovar, aumentar a competitividade e, assim, prosperar.

Para aproveitar-se do principal e mais significativo benefício da Lei do Bem, a empresa tem de ser optante pelo regime do Lucro Real e ter lucro fiscal, pois justamente esse benefício consiste em uma diminuição desse resultado fiscal tributável. Logo, considerando que o Lucro Real é mais amplamente encontrado nas grandes empresas e a lucratividade pode não ser uma constante nas empresas que estão em fase de desenvolvimento tecnológico, as startups – empresas jovens e inovadoras que têm crescido exponencialmente no Brasil – têm dificuldade em beneficiar-se do mais significativo incentivo fiscal à P, D & IT.

Como as startups podem se beneficiar com a Lei do Bem

A Lei do Bem é um meio legal para a startup adquirir recursos financeiros para desenvolver seus próprios projetos. Se uma startup não se encontra no regime tributário do Lucro Real e não é lucrativa, é possível participar do sistema da Lei do Bem via parceria com outra empresa que se enquadre nos requisitos da Lei do Bem, através do desenvolvimento parceiro com essas empresas. Desta forma, a legislação prevê que as receitas obtidas por essas startups, que sejam oriundas de projetos incentivados pela Lei do Bem, não sejam tributadas e, para a empresa parceira, o dispêndio que se tenha com a startup torna-se elegível para o principal benefício da Lei do Bem.

Existem alguns mecanismos que permitem essa adequação. A startup precisa prestar serviços na condição de apoio para um projeto de P, D & IT e será remunerada financeiramente pelo serviço, porém, quem será beneficiado diretamente pela Lei do Bem será a empresa parceira que contou tecnicamente com o apoio da startup para o projeto. O benefício da empresa parceira será a redução da Base de Imposto de Renda e CSLL que gera um retorno de até 34% do investimento em P, D & IT. É importante lembrar que para beneficiar-se a empresa precisa enquadrar-se em três condições: estar no regime tributário do Lucro Real; estar lucrativa no ano de apuração e estar em dia com a Receita Federal.

No entanto, a necessidade de inovar tem contribuído para o aumento de empresas incubadoras que recrutam startups para ajudarem em seus projetos de P&D. Fazer parcerias com incubadoras agrega conceitos novos e inovadores, ajudando na criação de novos produtos e serviços e impulsionando o desenvolvimento de novos projetos. Assim, essas empresas podem destacar-se em um mercado globalizado e cada vez mais competitivo, resultando em um grande diferencial em relação à concorrência.

Limitações da Lei do Bem

Principalmente, a falta de conhecimento sobre as leis de incentivo é um entrave para o aumento do número de empresas que participam da Lei do Bem. Outra barreira é a questão do lucro tributável, pois não é raro empresas que tenham um investimento alto em P, D & IT não apresentarem resultado fiscal positivo. Atualmente, somente as empresas que aferem lucro fiscal podem utilizar-se do principal benefício, justamente por este tratar-se de uma diminuição do resultado tributável da empresa, onde quando não há lucratividade fiscal, não há onde diminuir o resultado tributável, não sendo possível beneficiar-se em anos futuros. Uma solução seria espelhar-se em países como a Espanha ou França, por exemplo, onde as empresas podem retroagir o levantamento de dispêndios em P&D, quando em prejuízo ou mesmo receber créditos diretos do governo, não ficando limitadas ao lucro tributável.

Ampliar a visibilidade desse tema para que as empresas tenham mais informação sobre as leis de incentivo já seria um grande passo na direção de uma economia mais estável e mais inovadora. Nada é mais atrativo do que utilizar a dedução fiscal como principal via para alcançar a inovação.

Rafael Costa é Gerente de Operações da F. Iniciativas, consultoria especializada na gestão de incentivos fiscais e financiamento à Pesquisa & Desenvolvimento (P&D)

Fraude corporativa: pensando além do e-mail e do whatsapp

Por Marcelo Alcides C. Gomes

Há 13 anos, a Justiça alemã constatou que a Siemens, gigante de tecnologia, era parte de uma rede internacional de distribuição de subornos que incluía também o Brasil. Calcula-se que o caso acabou custando a uma das empresas de maior prestígio na Alemanha cerca de 2,5 bilhões de euros, ou seja, mais de 8 bilhões de reais.

De 2005 até os dias de hoje, com o escândalo mais recentes que envolveu a Odebrecht, o maior grupo da construção da América Latina, as formas de combate ao crime vêm se sofisticando e o fraudador vêm tomando maiores cuidados com o passar do tempo e a partir do uso constante da tecnologia. Nesse sentido, podemos considerar que investigações e fraudes corporativas figuram quatro momentos diferentes.

Tendo como marco importante a lei anticorrupção, nâ ° 12.846, que passou a valer a partir de 2013 e que dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública, a primeira fase ocorreu antes de essa legislação entrar em vigor. Na época em que não havia uma norma jurídica que desse conta das fraudes, as ações de combate eram apenas reativas e não preventivas e realizadas por escritórios não especializados em investigação.

Com a entrada da lei no ordenamento jurídico brasileiro, as firmas de investigação começaram a se consolidar no mercado. Nesse período, começa-se a se pensar em prevenção de fraudes e surgem os primeiros programas de compliance nas companhias estrangeiras sediadas no Brasil. Contraditoriamente, as empresas brasileiras ainda estavam resistentes à aplicação da lei 12.846/13.

Num terceiro momento, entre 2014 e os dias atuais, temos como referência o início da Operação Lava Jato – que investiga um esquema bilionário de desvio e lavagem de dinheiro envolvendo a Petrobras, empreiteiras e políticos – ainda com ações fortemente reativas, mas com objetivo de estabelecer padrões de prevenção com equilíbrio entre investigações internas e externas. Na realidade atual, vimos finalmente programas de compliance ganhando corpo e entrando finalmente em fase de maturidade no Brasil.

Diante desse cenário, podemos vislumbrar que, no futuro, nas ações de combate e de resposta a incidentes de fraudes, haverá um equilíbrio entre prevenção e reação e o fortalecimento ainda maior da maturidade de compliance com as empresas aptas a responder as demandas que surgirem. Podemos apostar que o tema fraude corporativa irá fazer parte permanente da agenda da auditoria externa e da pauta dos comitês de administração e de auditorias das empresas. Sendo assim, a revisão de documentos dará lugar ao apoio das ferramentas de tecnologia da informação sendo implementada de forma combinada e cruzada com o conhecimento contábil, o que terá um papel importante e será um diferencial desse processo. Surge aqui a importância do uso de dados e análises e da inteligência artificial como parceiros na identificação de transações suspeitas, relação de conflito de interesses, entre outros.

Frente a um ambiente corporativo cada vez mais complexo e de fraudadores ainda mais especializados com práticas sofisticadas que vão além da troca de mensagens por e-mail e pelo whatsapp, as investigações terão que aprender a navegar nesse universo, para trazer as respostas que se espera, num futuro bem próximo.

Marcelo Alcides C. Gomes é sócio da área de Strategic & Compliance Risk da KPMG.

OLX busca 39 profissionais para diversas áreas da empresa

A OLX está com 39 vagas abertas em diferentes áreas para as regiões de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Entre as oportunidades, são 11 vagas em Tecnologia, 6 no Comercial, 5 para Produto, 5 também para o Financeiro, 4 no Marketing, 3 em Customer Service e 1 em Estratégia e Planejamento, além de outras áreas. As candidaturas podem ser feitas na página de carreiras da empresa.

Das vagas anunciadas, o destaque vai para a função de Gerente de Desenvolvimento de Software – Big Data, no Rio de Janeiro, no qual a empresa busca por um profissional com background em desenvolvimento de software, forte conhecimento e experiência com métodos ágeis no dia a dia e perfil colaborativo. É necessário ter experiência na gestão de pessoas, já que a vaga é para liderar a equipe de Big Data da OLX e desenvolver as competências de cada funcionário.

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Startups: estão abertas as inscrições para o MoviMente 2018

Iniciativa dos Novos Empreendedores do Secovi-SP chega à segunda edição em busca de projetos inovadores para o setor imobiliário

Imagine apresentar o seu projeto inovador para o mercado imobiliário em um dos mais renomados e respeitados eventos do segmento, a Convenção Secovi, para centenas de empresários de olho em novidades?

Para concorrer a essa oportunidade, startups estão convidadas a inscrever trabalhos inéditos, até o dia 30/6, na segunda edição do MoviMente, iniciativa do grupo de Novos Empreendedores do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), entidade que representa mais de 90 mil empresas do mercado imobiliário do Estado de São Paulo, como loteadoras, incorporadoras, imobiliárias e administradoras de condomínios, e reúne as principais lideranças do setor.

“O MoviMente tem como objetivo aproximar startups de empresas tradicionais do mercado imobiliário, promovendo renovação e oxigenação deste mercado, tão tradicional”, explica Marcia Taques, coordenadora-adjunta do Secovi NE e coordenadora do MoviMente. “A iniciativa estabelece uma conexão entre essas duas pontas, dando visibilidade para novas ideias e oportunidade de inovação para empresas estabelecidas”, complementa.

A segunda edição traz algumas novidades: as startups poderão se inscrever em três estágios de desenvolvimento: ideação, operação (com MVP) e tração (busca de clientes).

Os projetos serão submetidos à triagem de uma comissão avaliadora. Quinze trabalhos em estágio de tração e cinco em estágios de ideação/MVP serão selecionados e anunciados durante o evento de Warm-Up, no dia 25/6, aberto a todos os inscritos. As etapas seguintes serão divididas de acordo com os estágios em que os projetos foram inscritos.

As quinze startups em estágio de tração selecionadas participarão do Pitch Battle, onde farão apresentações a uma banca composta por grandes profissionais e empresários do setor. Daí sairão cinco semifinalistas, às quais estão reservadas sessões de mentoria com especialistas em inovação e no mercado imobiliário, com o intuito de aprimorar seus trabalhos e chegar ao momento mais especial do MoviMente: a apresentação na Convenção Secovi 2018, em agosto. As três startups vencedoras serão conhecidas neste grande evento e, depois, participarão de rodadas de negócios com players do setor.

Aos cinco projetos em ideação/MVP escolhidos pela comissão avaliadora estão reservadas participação no Pitch Battle e sessões de mentoria. Regulamento e inscrições estão disponíveis no site: http://movimente.secovi.com.br/ .

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Resource abre vagas para seu programa de estágio

Em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, para encontrar uma boa oportunidade de emprego, o jovem profissional precisa unir conhecimento teórico ao prático. A melhor forma de alcançar isso é participando de um estágio. Com um programa de desenvolvimento diferenciado, a Resource, uma das principais e mais bem-sucedidas multinacionais brasileiras de serviços de TI e Integração Digital, está com inscrições abertas para sua 6ª edição do “Academia de Talentos Resource”.

Universitários interessados em fazer parte da nova turma precisam estar cursando a partir do 3º ano de Tecnologia da Informação. Além de ganhar experiência com profissionais renomados de uma das maiores empresas de TI do Brasil, os estudantes têm a possibilidade de serem efetivados ao término do contrato, que pode durar até 24 meses. Ao longo do último ano, 80 estudantes já participaram do programa e 26 foram contratados pela companhia.

“A Academia de Talentos Resource é uma via de duas mãos. Os alunos compartilham expectativas e experiências de sua geração, encontrando na Resource um ambiente aberto e inovador para colocar em prática novas ideias”, explica Angela Cristina Santini, Gerente de Operação e de Processos da Resource.

O programa prevê a criação de novas turmas a cada três meses, tendo entre 15 e 20 novos estudantes por grupo. Além de trabalharem em projetos estratégicos para grandes clientes da Resource, os futuros profissionais participam de workshops e treinamentos específicos sobre novas tecnologias. A próxima equipe receberá, por exemplo, treinamentos sobre Inteligência Artificial e Machine Learning.

“A Academia de Talentos Resource busca extrair o que os profissionais têm de melhor. Com isso, aperfeiçoamos internamente nossa pirâmide, ou seja, desenvolvemos colaboradores com aptidões em diversas áreas”, afirma a executiva.

Atualmente, o programa é direcionado para profissionais de São Paulo. Os candidatos interessados devem cadastrar seus currículos no site www.resourceit.com ou enviar seus dados para o e-mail recrutamentoeselecao@resourceit.com. As inscrições já estão abertas e as contratações serão realizadas conforme os novos projetos que estão em andamento na empresa.

Com mais de 25 anos de atuação no mercado, a Resource possui uma equipe de 2.500 profissionais altamente capacitados e aptos para atuar em projetos nacionais e em cinco países, em especial na América Latina e Estados Unidos, por meio de uma moderna estrutura com 21 Unidades e Centro de Inovação no Vale do Silício (EUA).

A excelência de seus serviços faz com que a Resource seja amplamente reconhecida pelo mercado e por mais de 300 clientes ativos de diversos segmentos da indústria, com ofertas completas de Digital, Serviços Gerenciados, Consultoria de TI e Soluções Empresariais. A Resource utiliza as mais modernas tecnologias globais e possui dezenas de certificações técnicas, que comprovam seu diferencial competitivo e a qualidade de seu trabalho junto a clientes que desejam obter ganhos de produtividade e maior desempenho em suas operações.

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Inscrições para o Latam Edge Awards 2018 terminam no dia 4 de maio

Segundo o IBGE, o Brasil tem cerca de 35.000 Scale-ups, menos de 1% do total de empresas do país. E, apesar disso, elas são responsáveis por quase 60% dos novos empregos gerados nos últimos anos (o equivalente à 3,3 milhões de empregos).

É esse nicho que a 3º edição do LatAm Edge Awards 2018, o maior programa para scale-ups latino-americanas com mais de US$ 1 milhão de faturamento anual ou investimento quer apoiar em sua expansão internacional para o Reino Unido, Europa e Ásia. O programa encerra suas inscrições no dia 4 de maio de 2018 e as empresas interessadas devem acessar o site www.latamedge.com e clicar em REGISTER NOW. Questionários não preenchidos completamente não serão aceitos.

A vencedora receberá £123 mil em serviços e um espaço em um coworking em zona central de Londres e serviços de acompanhamento e suporte como contabilidade, desenvolvimento de novos negócios, assistência jurídica, coaching, PR, Marketing Digital e pesquisa de mercado. Tudo grátis por um ano.

“Ser o vencedor do LatAm Edge Awards fez com que nós pudéssemos mudar nossa empresa de patamar. Passamos pelo coaching e pelo Business Development, etapas fundamentais para entender que os mercados lá fora são tão diferentes e que portanto é preciso mudar muito a forma como fazemos por aqui”, comenta Pedro Donati, CEO da RoundPegs.

“Este ano as finalistas terão seu pitch de 3 minutos no O2, a maior arena de eventos de Londres, finalizando o Global Ecosystem Summit que acontece dentro da London Tech Week” comenta Sandra Sinicco, da LatamTech.UK, empresa de consultoria para expansão nas duas regiões e organizadora do prêmio.”A London Tech Week reúne mais de 50 mil profissionais de tecnologia e inovação todos os anos para ver o que há de mais avançado no mundo”.

“O Global Ecosystems que antecede o prêmio promoverá debates com experts nos vários ecossistemas no mundo como Índia, Brasil, México, Chile, Estados Unidos, Colômbia, Reino Unido, Austrália, Canadá entre outros debatendo as diferentes realidades e possíveis colaborações entre os países para a inovação”, comenta Vishal Gupta, diretor do Global Ecosystems Summit.

Apoiam o prêmio este ano a empresa de consultoria inglesa Deloitte, a brasileira EbanX, a norte-americana ReachLocal, uma das maiores empresas de marketing digital do mundo, a russa SendPulse, uma das plataformas mais eficazes para o envio de SMS, Web Push e emails via SMTP.

Há também a F6S, uma das plataformas mais inteligentes de monitoramento e gestão de dados sobre startups, a Mexican Chamber of Commerce, Colombian Chamber of Commerce, Argentina Chamber of Commerce, Tech London Advocates Latam, Start-Up Chile, Sapovalova Coaching, Aconcagua Partners, Eydos Digital, Brand Image, Joelson, ABStartups, 100penStartups, America Economia e também das agências latino americanas de relações públicas da rede LatamPR: GrupoCASA do Brasil, BMR do Chile , SmartcomPR da Venezuela e Panamá, Communication Consulting da Guatemala, Innovarte da Colômbia, Smartcom (Venezuela e Panamá) e Percepción e Imagem do México.

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Wipro anuncia Ankur Prakash como VP de Manufatura e Ibero-Americana

A Wipro Limited (NYSE: WIT, BSE: 507685, NSE: WIPRO), empresa global líder em Tecnologia da Informação, Consultoria e Serviços de Processos de Negócios, anuncia a promoção de Ankur Prakash à Vice Presidência da Unidade de Negócios de Manufatura, América Latina, Espanha e Portugal. O cargo anterior do executivo era focado na liderança dos mercados emergentes e em crescimento, também na América Latina, e em países como Canadá e África.

O desafio do executivo será gerenciar a grande região Iber-Americana, onde a Wipro tem presença em países como Chile, Colombia, Argentina, Peru, Brasil, México e Espanha. Além de também alavancar os resultados da unidade de manufatura da empresa.

Ankur Prakash possui mais de 22 anos em companhias multinacionais – e multiculturais – da indústria de TI na América, Ásia e Europa. O executivo também atuou em países como Índia, Austrália, África do Sul, Japão e a própria região da América Latina. Além do foco no desempenho dos negócios, Ankur tem experiência no processo de crescimento, transformação e manutenção de unidades de negócios. Seu estilo é baseado em liderança, metas, resultados, relacionamento com executivos e nas habilidades das pessoas, bem como na gestão da estratégia e na direção das operações.

Prakash é graduado em engenharia pelo Instituto Indiano de Tecnologia, e concluiu o Programa de Gerenciamento Geral da Harvard Business School junto com o programa de gerenciamento e relacionamento do MIT na Sloan School of Management.

Ele também foi reconhecido no Top 10 dos executivos mais influentes da América Latina pela Nearshore Americas.

Internet das Coisas: prepare-se para uma onda de novas oportunidades em estratégia de negócios – Por Flávio Stecca, CTO da Movile

Quando o Google comprou a empresa de termostatos conectados à internet Nest por US$ 3.2 bilhões e a Amazon lançou a caixa de som inteligente Echo, em 2014, o mundo passou a conhecer uma expressão até então restrita aos laboratórios do Vale do Silício: a ‘internet das coisas’. Era uma forma de designar toda uma geração de dispositivos ligados à internet, de uma geladeira que avisa quando falta leite ao chaveiro que emite sinais de localização para ajudar seu ‘dono’ que perdeu as chaves. Apesar da ‘Internet of Things’ (IoT) ter nascido com foco nos aparelhos de uso doméstico, essa revolução já derrubou as paredes das casas inteligentes e está se espalhando rapidamente por todas as áreas de negócios.

As possibilidades que a internet das coisas abre são gigantescas e animadoras! Aqui no Brasil, o estudo contratado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para embasar o Plano Nacional da Internet das Coisas, estima que essas tecnologias poderão gerar entre U$ 50 e U$ 200 bilhões por ano, até 2025. Trazendo para a perspectiva atual, basta ver a rápida evolução conceitual e tecnológica do próprio Amazon Echo: se em sua primeira versão o dispositivo respondia a simples comandos de voz por meio de sua assistente pessoal, a simpática Alexa. Hoje, com a ajuda de algoritmos de inteligência artificial, o aparelho executa tarefas de complexidade bem maior. Quer comprar um ingresso para o show da sua banda favorita? A Alexa pode fazer isso antes mesmo de você verbalizar o desejo, ao saber que a sua banda favorita tocará na sua cidade. Vai receber um casal de amigos para um jantar? A Alexa pode se conectar ao serviço de delivery do seu restaurante favorito e fazer o pedido.

Se as possibilidades de novos serviços e produtos que surgem com a sofisticação da Alexa já são impressionantes, imagine quando essa tecnologia atingir todo o resto da economia, presente em muito mais objetos e equipamentos conectados à internet. Basta imaginar que hoje, de acordo com a Internet World Stats, temos 3,8 bilhões de pessoas conectadas à internet, cerca de 51% da população mundial. O número de aparelhos conectados crescerá bem mais rápido e em progressão geométrica: a previsão é que em 2020 tenhamos mais de 20 bilhões desses objetos conectados. E com a tecnologia conhecida como ‘machine learning’, essas coisas estarão ‘pensando’ suas próprias ideias, baseando seu aprendizado em análises de dados e no comportamento de seus usuários.

As empresas que levarão vantagem sobre a concorrência serão aquelas que conseguirem não apenas reunir todos esses dados coletados por suas máquinas inteligentes, mas analisá-los e processá-los para oferecer serviços que melhorem a vida de seus usuários. Dados coletados e analisados sob um o contexto correto podem fornecer possibilidades surpreendentes. Além de casas inteligentes, já temos lojas inteligentes, estoques inteligentes, linhas de montagem inteligentes, supply chains inteligentes. É por isso que temos que estar preparados: produtos mais inteligentes, segmentados, customizados tornam consumidores mais exigentes com o anseio de atendimento eficiente e personalizado.

Há diversas áreas em que a IoT será disruptiva para as empresas. Vai melhorar o processo de tomada de decisões, que passará a ser mais baseada em dados objetivos ‘colhidos’ pelos próprios produtos, desde a sua elaboração na linha de montagem até à forma com que seus consumidores os utilizam. Isso terá impacto direto também na melhoria da gestão das empresas, reduzindo custos operacionais e otimizando os gastos.

E quais empresas vão conseguir fazer isso bem e surfar essa onda de oportunidades?

Na Movile, nos esforçamos muito para enxergar as disrupções causadas pela tecnologia como oportunidade de crescimento e aprendizagem. Porém, não é somente com uma visão de futuro que se cria uma empresa inovadora. Fomentamos a cultura de errar e aprender rápido, por isso trabalhamos desenvolvendo centenas de pilotos sempre com propósito de fazer a vida de um bilhão de pessoas melhor. Acreditamos que se aprendermos um pouco sobre nossos usuários em cada piloto e trabalharmos duro para resolvermos os problemas e corrigirmos os erros, vamos construir algo que agrega valor na vida das pessoas. Um exemplo disso é o recém-lançado assistente de voz da PlayKids para o Google Home e dispositivos Android. A nossa ideia ao lançar essa feature é oferecer mais uma possibilidade de interação para as crianças. Hoje, a PlayKids é uma plataforma educativa na qual elas interagem com jogos, músicas, vídeos, livros seja pelo tablet ou smart tv’s. Com o assistente de voz do Google, agora elas passam a interagir com a música em um outro formato ainda mais intuitivo. Além da PlayKids, outro serviço é o Rapiddo Click, desenvolvido pela Rapiddo Entregas: por meio de um botão, é possível convocar motoboys cadastrados com uma economia de até 98% do tempo. A novidade tem como foco os restaurantes e serviços de delivery com grande demanda, mas o maior beneficiário será mesmo o cliente final, que receberá sua entrega com mais rapidez. O iFood também apresentou uma solução semelhante para facilitar a vida dos seus usuários: já é possível pedir o delivery do seu prato favorito apertando apenas um simples botão.

Para mim, uma das maiores oportunidades está em quais novas estratégias e modelos de negócios surgirão com essa onda de inovação. Pensar em como catapultar negócios atuais, como encontrar sinergias e complementaridade com o que já dá certo hoje, ou como viabilizar modelos até então inviáveis anteriormente por limitações tecnológicas.

A IoT evoluirá de maneira tão surpreendente que assistiremos a uma revolução dentro da revolução. As coisas não apenas poderão trocar informações entre si, mas realizar transações entre elas. Como isso vai mudar a criação de novos produtos? E a legislação? E a publicidade? Teremos que criar campanhas de marketing específicas para máquinas? Veremos objetos comprando outros objetos, criando uma economia paralela totalmente nova?

Depois de derrubar as paredes das casas inteligentes, prepare-se para a Internet das Coisas bater à porta da sua empresa. Pode ser um mensageiro com uma notícia ruim, ou uma oportunidade pela qual você esperou a vida toda.

*Flávio Stecca é apaixonado por inovação e por estimular o crescimento da Movile. Stecca tem mais de 13 anos de experiência na vanguarda da inovação tecnológica e atualmente é CTO da Movile, desempenhando papel fundamental na criação e desenvolvimento da estratégia de tecnologia da Movile. Dentro do grupo Movile, antes de se tornar CTO, foi CEO da PlayKids, uma das plataformas educacionais para crianças com maior taxa de crescimento. Stecca é formado em Ciência da Computação pela UNICAMP e concluiu os cursos de Gerenciamento Executivo em Harvard, MIT e Stanford.

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Catho investe em Inteligência Artificial e maximiza oportunidade de contato entre recrutador e candidato

Cada vez mais pessoas vêm utilizando a Internet para procurar empregos. O desafio, neste caso, é encontrar vagas que melhor se adequem ao perfil e interesses de cada candidato, bem como os candidatos que melhor se adequem as expectativas dos recrutadores. Caso este casamento entre interesses e expectativas não ocorra, as chances de sucesso diminuem. Atenta às necessidades de seus usuários, a Catho tem investido cada vez mais em tecnologia e, recentemente, incrementou seu sistema de busca de vagas, utilizando Inteligência Artificial. O novo buscador aprende automaticamente o que é importante para cada usuário e interpreta as necessidades, comportamentos, ações e características das vagas e candidatos, maximizando as oportunidades de contato entre candidatos e recrutadores.

“A busca é uma das principais ferramentas que os candidatos dispõem para alcançar novas oportunidades de emprego. Aproximadamente 43% dos contatos da Catho são provenientes dela. Então, se essas pessoas se candidatarem para a vaga certa, aumentamos muito as chances de contato. Por isso, trabalhamos para aperfeiçoar cada vez mais nosso sistema”, diz Cesar S. Cesar, diretor de produtos da Catho.

O sistema entende que uma real oportunidade de emprego surge apenas quando ambos os lados possuem interesses em comum, cenário que chamamos de matching. Ou seja, é uma junção das qualificações e comportamento do candidato, em cruzamento com os requisitos das vagas anunciadas e preferências dos recrutadores. Alguns dados e comportamentos utilizados para realizar o matching perfeito são: dados do currículo de cada candidato; envios de currículo feitos pelo candidato; identificação automática dos termos digitados nos campos do formulário (cidade, conhecimentos, cargo, nome de empresa e área profissional), perfil das vagas procuradas e perfil de candidatos que os recrutadores usualmente contactam em cada tipo de vaga.

Além disso, o novo sistema também prioriza na página de resultados da busca vagas relacionadas à recrutadores que mais utilizam a plataforma em períodos próximos ao momento de cada busca. Vagas que atendam aos interesses do candidatos, mas que ainda não receberam muitos envios de currículos também são priorizadas, uma vez que o candidato passa a competir com menos pessoas pela vaga. O sistema também entende e corrige automaticamente alguns erros ortográficos nos termos digitados no campo de busca por “cargo ou palavra-chave”.

“Antes, os resultados eram gerados considerando-se a recência de publicação de cada vaga e a compatibilidade dos termos usados na busca com a descrição de cada vaga. Hoje, o sistema utiliza técnicas avançadas de inteligência artificial, sendo capaz de aprender dinamicamente os interesses de candidatos e recrutadores, a partir de suas ações, comportamentos e dados informados, para se obter um resultado final personalizado para cada usuário distinto da Catho”, explica Thyago Liberalli, diretor de inteligência artificial Global da Seek, controladora da Catho.

“Por exemplo, quando o usuário descarta ou se candidata a uma vaga, o novo buscador irá aprender que o usuário gostou ou não daquela vaga, melhorando, respectivamente, os resultados de buscas subsequentes. Dessa forma, quanto mais o usuário utilizar o sistema, mais aderentes ao seu perfil e interesses serão as as vagas retornadas”, conclui.

Dentre os resultados obtidos nos testes realizados, foram observados um crescimento significativo na quantidade total de envios de currículos feitos pelos candidato; e no total de contatos gerados pelos recrutadores. Ou seja, usuários passaram a enxergar um diversidade maior de vagas que lhes interessam, ao mesmo que um número maior de candidatos passou a ser contactado.

Agendamento de entrevistas

A caixa de mensagem e a agenda de entrevistas também ficaram mais modernas para candidatos e recrutadores. Agora, o envio de mensagem do recrutador para múltiplos candidatos ficou mais rápido e simples e o histórico de contatos está a apenas um clique de alcance.

Além disso, as mensagens recebidas podem ser respondidas diretamente via e-mail e o histórico aparece de forma centralizada na caixa de mensagens do site. Já os candidatos, quando receberem uma mensagem ou convite de entrevista, podem com apenas um clique informar sobre seu interesse e enviar possíveis dúvidas sobre o processo seletivo.

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