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Número de empresas que usam Google Cloud no Brasil cresceu 330%

O número de empresas brasileiras que utilizam tecnologias de nuvem do Google aumentou 330% no Brasil ao longo do último ano, o que demonstra o acelerado ritmo de crescimento da demanda pela plataforma do Google no país. Além disso, o número de parcerias — que inclui acordos com novas revendas, por exemplo — aumentou cinco vezes no mesmo período.

As informações foram anunciadas durante o Google Cloud Summit 2018, maior evento do Google sobre computação em nuvem na América Latina, realizado entre os dias 5 e 6 de dezembro em São Paulo. O crescimento também é reflexo do aniversário de um ano da Cloud Region em São Paulo, primeira região de nuvem do Google Cloud na América Latina. Lançada em setembro de 2017, a Cloud Region atende também clientes do Chile e da Argentina, com redução de até 95% da latência. O Brasil também foi o primeiro país a permitir o pagamento em moeda local.

“Nos últimos três anos, investimos mais de US$ 30 bilhões globalmente no desenvolvimento de soluções, infraestrutura e segurança para ampliar o acesso de empresas de todos os portes e segmentos aos benefícios da nuvem e a tecnologias como Inteligência Artificial e Machine Learning”, afirmou João Bolonha, diretor de Google Cloud para a América Latina, durante o evento.

O Google Cloud Summit 2018 reuniu cerca de 4 mil desenvolvedores, executivos, profissionais de TI e parceiros para treinamentos gratuitos sobre Infraestrutura, Big Data, Machine Learning e App Development, desafio utilizando ferramentas do Google Cloud Platform (GCP), demonstrações de soluções, atividades práticas no Qwiklabs e reuniões individuais com especialistas do Google.

Cigam reformula Programa de Expansão de Canais e busca novos parceiros

A Rede Cigam, fornecedora de software de gestão empresarial (ERP, CRM, RH, PDV, BPM, Mobile e BI) lança seu Programa de Expansão de Canais. Com a iniciativa, a companhia projeta aumentar em 30% o número de novos negócios e fechar com mais 25 novos parceiros até o fim de 2018.

A companhia, que hoje conta com braços executivos em todo Brasil e no México, chegando a cerca de 80 canais, busca novos parceiros. A empresa oferece percentual de assinatura mensal da solução, dependendo da negociação e da gestão da conta, com remuneração a partir do primeiro mês de pagamento do cliente prospectado.

“Queremos aumentar a amplitude da marca Cigam. Iremos comercializar, nesta modalidade, assinaturas mensais do ERP em vez da licença de uso, flexibilizando a negociação com o cliente. Apostamos em nossa solução, que conta com um alto índice de retenção de clientes (99,98%), oferecendo ao parceiro a infraestrutura de uma companhia sólida, com suporte eficiente e metodologia que auxilia as empresas de todos segmentos e portes a profissionalizarem a gestão de seu negócio de maneira fácil”, avalia Adriano Bervian, gerente de canais da Rede Cigam.

OUTRAS MODALIDADES

O Programa de Canais, em vigor desde 1998, também conta com outras modalidades de parceria.

Parceiro Referência: canal vinculado à sede corporativa ou outro parceiro comercial. Faz indicação de contas novas e recebe percentual sobre licença de uso, realizando a venda e o acompanhamento comercial do cliente.

Parceiro Varejo: especialista em lojas e franquias. Recebe porcentagem da licença de uso, e percentual sobre a manutenção mensal do contrato, acompanhando a expansão das franquias e realizando o serviço de pós-vendas.

Parceiro Fidelização: canal vinculado à sede corporativa. Recebe percentual do valor da licença de uso e do contrato mensal do cliente de acordo com seu trabalho comercial e acompanhamento pós-vendas.

Todos parceiros recebem treinamento, direcionamento para leads e prospects, acesso a Universidade Cigam, workshops, marketing, assessoria de imprensa e participação no Encontro de Parceiros (alinhamento estratégico anual da companhia).

Compras de Natal na web: proteja-se contra golpes

Com a primeira parcela do 13º salário no bolso e o Natal batendo à porta, muitos brasileiros saem em busca dos presentes para a data. Seja por comodidade, falta de tempo ou pelos preços, às vezes, mais atrativos, boa parte dos consumidores escolhe a internet na hora de comprar os presentes.

Mas, para a comodidade da compra on-line não se transformar em dor de cabeça, é preciso tomar cuidado para não cair em golpes, como o phishing, no qual fraudadores fazem cópia de sites e enviam e-mails com ofertas miraculosas aos consumidores para roubar dados pessoais e financeiros. “Essas páginas falsas geralmente são bem feitas e muito parecidas com as originais, exceto por alguns detalhes, como, por exemplo, erros de escrita no conteúdo do site e na URL e a ausência da letra S no do “HTTP” na barra de endereços”, alerta Henri Sternberg, diretor de Negócios Corporativos da Certisign, empresa especializada em identidade e segurança digital.

Como identificar um site seguro

Segundo Sternberg os sites seguros exibem alguns sinais provenientes da presença do Certificado SSL, que indica que a loja oferece um ambiente seguro protegido pela criptografia de dados. São eles:

• Selo de Segurança – ele geralmente fica no rodapé da página. “Mas não basta somente ter o Selo, o internauta deve clicar e verificar se o Certificado Digital foi emitido para o mesmo endereço web em que ele está. A checagem é importante porque muitos fraudadores inserem apenas uma imagem de Selo para enganar o usuário”;

• Cadeado fechado na barra do navegador;

• Letra “S” no endereço do site, ou seja, HTTPS.

Sebrae lança Projeto de Empreendedorismo Feminino em 10 estados e no DF

O Sebrae lançou nesta sexta-feira (7) o Projeto Nacional de Empreendedorismo Feminino, que vai ser aplicado em 11 estados brasileiros e que tem como finalidade integrar redes locais, nacionais e internacionais de empresárias. O lançamento aconteceu durante o encontro “Mulheres Inspiradoras e Suas Realizações”, realizado na sede da instituição, em Brasília. Durante o evento, foi assinado um convênio entre o Sebrae e a Rede Mulher Empreendedora.

O Projeto Nacional Sebrae de Empreendedorismo Feminino vai ser desenvolvido, durante 24 meses, de forma piloto nos estados de Rondônia, Roraima, Bahia, Maranhão, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Goiás, Santa Catarina e Paraná. A intenção é focar na sensibilização, articulação, relacionamento e atendimento de negócios liderados por mulheres. Por este motivo, a proposta é desenvolver o projeto não apenas para o público externo, mas também dentro do próprio Sebrae.

A realização tanto do evento, quanto do projeto integra o compromisso que o Sebrae firmou em agosto deste ano, quando assinou a Carta dos Princípios do Empoderamento Feminino. Idealizada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pelo Pacto Global das Nações Unidas, o documento prevê que instituições e empresas se esforcem para aumentar as contribuições para fortalecer a presença das mulheres nos negócios de todo o mundo. “Em 2018 fizemos várias ações para fortalecer o empreendedorismo feminino e agora estamos lançando este importante projeto nacional, que começou em Mato Grosso do Sul e atraiu o interesse de outros estados”, explicou a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes.

Segundo Heloisa, nos últimos anos houve um crescimento no número de mulheres nos negócios, mas ainda há muito a ser alcançado, já que o Brasil está longe dos melhores níveis no ranking internacional. “É preciso capacitar ainda mais as mulheres, pois apesar de serem maioria, ainda recebem abaixo dos homens e pagam mais juros”, afirmou a diretora. Conforme a gerente de projetos da ONU Mulher, Adalgisa Soares, os indicadores globais confirmam os dados de Heloisa. “Ações como essa que o Sebrae está fazendo ajudam na diminuição desses índices”, disse.

As palestrantes convidadas abordaram suas experiências como empreendedoras. Janete Vaz, uma das sócias do Laboratório Sabin, em Brasília, explicou que o papel da mulher é bem maior. “Temos que saber como administrar filhos, empresa e a casa, é difícil conciliar tudo isso”, ressaltou a empresária. Outra palestrante, e empresária e investidora Camila Farani, um dos ‘‘tubarões’’ do Shark Tank Brasil, falou sobre seus negócios e a forma de como se reergueu, depois de passar dificuldades com os primeiros empreendimentos. “Não tinha vergonha de dividir minhas preocupações”, disse ela, aconselhando as empreendedoras a procurar o Sebrae sempre que houver necessidade.

Durante o lançamento do projeto, o Sebrae e a Rede Mulher Empreendedora assinaram um convênio para a troca de experiências. “Ficamos felizes em repassarmos nossos conhecimentos de 10 anos e também receber a experiência do Sebrae”, afirmou a diretora da instituição, Célia Kano, uma das diretoras da Rede.

Vivo cria centro de treinamento de Bots

A Vivo anuncia a inauguração de seu Centro de Treinamento de Bots, em uma iniciativa inédita no mercado de telecomunicações. A nova área tem o objetivo de aperfeiçoar, ainda mais, a qualidade do atendimento feito pela Aura, inteligência artificial da Vivo, fazendo com que ela responda os questionamentos do cliente com cada vez mais assertividade. A Aura atende a mais de 1,5 milhão de clientes por mês e, desde o seu lançamento, em fev/18, já registrou mais de 17 milhões de interações com clientes da Vivo, com retenção superior a 80%.

Cada vez que um cliente faz uma pergunta, a Aura verifica em sua base de conhecimento a melhor resposta para aquele questionamento. O Centro de Treinamento de Bots foi criado para analisar se a Aura entende corretamente as dúvidas dos clientes e, em caso negativo, gerar os insumos para correção e treinamento do bot, para que ela acerte nas próximas vezes. O time do Centro de Treinamento de Bots também avalia se a resposta da Aura realmente esclarece a pergunta do Cliente, para, assim, garantir a melhoria contínua da experiência dos usuários com o bot.

O Centro de Treinamento de bots é uma nova área do call center da operadora, em Curitiba (PR), e sua equipe é composta por atendentes que possuíam os melhores resultados no atendimento ao cliente, identificados através de um rigoroso processo seletivo. Os 14 atendentes do call center foram escolhidos para desempenhar a nova ocupação de treinar a Aura. Em 2019, a empresa prevê ampliar este número para 20 avaliadores.
O trabalho do Centro de Treinamento de bots baseia-se em três tipos de ação: Diagnosticar, Aferir e Agir. As ações de diagnóstico consistem nas análises de todas as interações do cliente com a Aura, em todos os canais de contato onde ela está presente atualmente, como os aplicativos Meu Vivo Móvel, Meu Vivo Fixo, Meu Vivo Empresas e o Callcenter cognitivo, site da Vivo, entre outros. Para a análise, são utilizadas diferentes ferramentas, como leitura e escuta das interações da Aura com os clientes e respostas dos Clientes à pesquisa de satisfação.

Dentre a equipe CTBots há a função de linguistas da Aura que com base nos insumos gerados pelas avaliações, são responsáveis por aperfeiçoar a base de conhecimento do chatbot. São eles que definem os diálogos para que a interlocução entre o bot e o Cliente consiga ser resolutiva e satisfatória. Para garantir que o conteúdo produzido está gerando valor e solução rápida para as necessidades de atendimento dos clientes, esses especialistas avaliam a usabilidade, o fluxo de navegação, pensam na melhor forma de distribuir as informações e assegurar que os links estejam direcionando o cliente para a ação que deseja realizar.

“O trabalho desempenhado pelo time do Centro de Treinamento de Bots é muito analítico, pois é necessário identificar em que o bot está errando e entender como é possível melhorar. Estamos muito orgulhosos pela criação do Centro de Treinamento de Bots, não apenas por representar mais um passo para melhorar a experiência dos nossos clientes, mas também por proporcionar novas oportunidades para a carreira de nossos colaboradores”, afirma Fabio Avellar, vice-presidente de Experiência do Cliente da Vivo.

Como uma boa metodologia de desenvolvimento pode mudar o resultado das empresas

Por Felipe Cotecchia, Diretor de TI da Braspag

Na corrida desenfreada da evolução tecnológica, poucos se perguntam como funcionam os bastidores do desenvolvimento das soluções. Objetivos, custos, segurança, interface amigável e usabilidade são alguns dos itens que precisam ser estudados com bastante atenção antes de iniciar qualquer projeto, pois eles impactam diretamente no prazo de entrega e no resultado.

Quando se trabalha numa empresa de meios de pagamento, a responsabilidade é ainda maior, pois estamos lidando com algo que move o mundo: o dinheiro. E não é só o dinheiro da empresa que cria a solução, mas principalmente de quem a utiliza, ou seja, o seu dinheiro.

Por isso o trabalho de desenvolvimento requer uma metodologia, que nada mais é do que avaliar o projeto como um todo e organizar as etapas para que ele seja realizado. Parece simples, mas grande parte das empresas têm seus projetos emperrados por erros de processo: desde a avaliação incorreta das necessidades ou custos e, principalmente, dos prazos para entrega, criando problemas entre equipes, comprometendo a qualidade e gerando frustração dos clientes. Além disso, cada projeto possui suas particularidades e nem sempre é possível estabelecer a mesma metodologia usada nos projetos anteriores.

Desde os primórdios das metodologias ágeis reconhecidas no mercado como XP, Scrum, Kanban, Lean etc, já utilizávamos estas ferramentas para auxiliar no desenvolvimento dos nossos processos. Todas elas promovem a agilidade e permitem certa flexibilidade no andamento dos projetos, caso necessitem de ajustes durante o desenvolvimento. Entretanto, ainda tínhamos processos manuais, irregularidade nos indicadores e performance.

Para sanar isso, decidimos reestruturar os processos, criando uma cultura de testes com mais treinamento e muita prática, além de criar logs para a base de dados e interfaces para consulta em tempo real. Estas modificações, aliadas à estratégia de branches com redução de riscos nos projetos, sincronicidade nos códigos, a garantia de continuidade com a eliminação de retrabalhos, a automatização de processos e substituição de ferramentas clássicas por tecnologias mais “amigáveis” nos garantiram melhores resultados em todas as etapas dos projetos. Ou seja, criamos a nossa própria metodologia unindo as melhores características das já existentes.

De modo geral, reduzimos em 93% o nosso tempo máximo de indisponibilidade e em 85% o tempo de resposta. Além disso, elevamos a produtividade e a previsibilidade dos processos, atingindo nível 500 de maturidade em metodologia, qualidade de testes e build e deployment. Passamos de 1 para 5 deploys mensais e a disponibilidade dos serviços foi de 98% para 99,999%, com capacidade de processar um volume três vezes maior. Outro ponto favorável é a melhora efetiva de relacionamento entre áreas, facilitando a comunicação interna.

Criar a própria metodologia de desenvolvimento não garante apenas a eficácia dos projetos, mas também o engajamento e melhor aproveitamento dos talentos na equipe. A transformação digital não está somente no uso de tecnologias avançadas e na criação de soluções inovadoras, pois inicia na cultura da organização de times e processos, na implementação de etapas que promovem flexibilidade, agilidade e melhores resultados para os envolvidos de ponta a ponta e a metodologia de desenvolvimento é a raiz disso.

7 Tecnologias de automação que impulsionam o crescimento dos marketplaces

As vendas oriundas de marketplaces faturaram, sozinhas, R$ 8,8 bilhões, representando 18,5% do total do e-commerce, segundo o 37º Relatório Webshoppers, da Ebit, consultoria especializada em comércio eletrônico. Bens de consumo na internet, que incluem sites de artesanato e produtos novos e usados, são também impulsionados pelo crescimento dos marketplaces B2C e C2C (empresa para consumidor e consumidor para consumidor). Esse número é muito maior quando comparado com 2016, chegando a um faturamento de R$ 74,3 bilhões, uma alta nominal de 21,9%.

Tais dados representam o constante crescimento do setor, que evoluiu e se consolidou no mercado pela alta demanda de pequenos empreendedores que conseguiram se integrar e vender por meio dos marketplaces. Outras aliadas na escala desses negócios foram as tecnologias de automação, que trouxeram para o mercado transformações nos negócios, proporcionando capturas simplificadas, eficiência e redução de perda de processos e prazos, dentre outros aspectos do dia a dia de empreendedores.

Conheça melhor algumas tecnologias e seus benefícios que ajudam no crescimento de marketplaces no Brasil:

Bling – Com quase dez anos de mercado, o Bling é um sistema de gestão empresarial (ERP) 100% online para micro e pequenas empresas. A plataforma permite que empresários organizem seu negócio com controle de clientes, pedidos, estoque, separação e conferência de pedidos além de autorização e emissão de nota fiscal, entre outras funcionalidades. É integrado com SIGEP Web dos Correios e com as maiores plataformas de e-commerce e marketplaces do país.

Bume – o Bume é uma ferramenta de automação para o Instagram para lojas virtuais. Por meio de um robô, diversas interações do Instagram serão automatizadas, com isso é possível ter muito mais resultados em muito menos tempo. Com o compromisso de aumentar o número de seguidores na rede social, o site interage com o perfil de acordo com público-alvo, envia mensagens, responde comentários de forma automática e até mesmo agenda publicações.

Cazamba – focada em marketing digital, a Cazamba é uma empresa de tecnologia em mídia que permite marcas engajarem com seus consumidores de forma única e inovadora por meio de anúncios digitais. A empresa busca criar estratégias para que seus parceiros consigam impactar os consumidores, mostrar atributos e benefícios do produto, da melhor e mais criativa forma possível. Diferente das publicidades usuais, conseguem altas taxas de engajamento com um conteúdo único, pensado para vender o produto.

Codemoney – a Condemoney tem como objetivo oferecer soluções de pagamento e recebimento mobile, transformando smartphones em carteiras digitais e maquininhas de cartão. Além disso, resolve a complexidade operacional de aceitar pagamentos via cartão, 12 vezes mais rápida do que as transações realizadas de forma tradicional, além de reduzir os custos e burocracias desse processo.

Epicom – plataforma de gestão de marketplaces, a Epicom possibilita que os vendedores do mundo físico e virtual enviem seus catálogos para ambientes com grande fluxo de visitantes, potencializando fontes de receita. A startup também implanta sua tecnologia em marketplaces aplicando métodos para validação de dados em massa, o que permite que os canais administrem um amplo volume de informações distintas e oriundas de múltiplos vendedores.

Iugu – empresa de automação financeira e primeira plataforma 100% online brasileira, a Iugu pode ser considerada uma grande aliada para os marketplaces que buscam implementar uma solução que facilite o pagamento. É normal que as companhias do setor enfrentem problemas com suas demandas financeiras e soluções Full Banking, como a da iugu,tem se consolidado no mercado como alternativas para diminuir a barreira na implementação de pagamento digital, oferecendo serviços personalizados, como serviços financeiros 360º que contemplam todas as etapas de uma venda, desde o processamento de pagamentos e antecipação de recebíveis, até a conciliação financeira, diminuem o custo da operação e são mais eficientes, atendendo de acordo com a necessidade de cada cliente.

Mandaê – serviço de logística e envio focado em Marketplaces, a Mandaê é uma plataforma multilateral que organiza a totalidade da cadeia de suprimentos de encomendas para oferecer um serviço de envio eficiente e de alta qualidade, fazendo com que economizem até 35% de gastos com frete. A Mandaê trabalha com diversos parceiros em cada uma das principais etapas do envio de encomendas e utiliza tecnologia para organizar a jornada de transporte mais eficiente para cada pacote, desde a seleção dos veículos que vão fazer a coleta nos embarcadores, identificação da melhor operação de cross-docking para onde vai cada pacote e a otimização da separação dos pacotes, até a seleção da transportadora para as entregas de meio e última milha.

WeGo Soluções – serviço de entrega e logística, a WeGo é uma solução para empresas de pequeno, médio e grande porte, além de também atender às pessoas físicas. A WeGo tem como diferencial a utilização de tecnologia empregada em aplicativo para smartphones e acesso via internet, além de uso de economia colaborativa, o que a torna inovador em todos os sentidos, pois será adaptável ao cliente, trazendo praticidade, agilidade, segurança, rastreabilidade e baixo custo em suas entregas e acessível como renda extra aos prestadores e representantes cadastrados.

87% das brasileiras no setor de tecnologia pretendem continuar na área

A Booking.com, uma das maiores empresas de e-commerce de viagens e líder de tecnologia digital do mundo, divulgou novos resultados de um estudo global cujo objetivo é revelar as experiências e percepções de mulheres que trabalham no setor de tecnologia. Mais de 4 entre 5 mulheres brasileiras (87%) que trabalham atualmente no setor de tecnologia afirmam que pretendem continuar na área pelos próximos 5 a 10 anos, refletindo a confiança que sentem em seus cargos e o potencial futuro do setor. A pesquisa também identificou as atitudes que as profissionais da área podem tomar e já tomam para estimular a igualdade de gênero no local de trabalho, além de medidas proativas que elas consideram fundamentais que as empresas adotem para que mulheres sejam ainda mais bem-sucedidas em tecnologia.

De acordo com a pesquisa da Booking.com, o comprometimento em continuar no setor de tecnologia é comum a mulheres brasileiras em diferentes estágios de suas carreiras, como profissionais no início da carreira, com 1 a 5 anos de experiência (84%), profissionais experientes, com mais de 10 anos de carreira (91%) e aquelas que estão retornando ao setor – mulheres que voltaram ao mercado depois de uma pausa em suas carreiras (90%). Estes dados indicam que os níveis de satisfação de mulheres no setor de tecnologia aumentam conforme elas progridem na área, influenciando positivamente suas intenções de continuar.

Enquanto isso, dentre as profissionais brasileiras que não pretendem continuar no setor no futuro, uma boa parte cita problemas e barreiras referentes ao ambiente de trabalho, como não terem suas opiniões e contribuições valorizadas (21%), e não conseguem prever seu desenvolvimento profissional a partir de um determinado ponto (32%).

Mas, além do próprio compromisso com o setor de tecnologia, as mulheres da área estão engajadas em incentivar novas candidatas a ingressar no setor. No Brasil, cerca de 9 a cada 10 mulheres que trabalham com tecnologia (95%) dizem que recomendariam uma carreira no setor para a próxima geração de estudantes do ensino médio e universitárias. Ao analisar os mercados, esse sentimento das brasileiras é o segundo mais forte, atrás apenas das profissionais da Índia (97%).

“Claramente há vontade e otimismo nas mulheres – não importa se elas já trabalham no setor de tecnologia ou planejam ingressar algum dia – para o potencial que um cargo nessa área tem a oferecer. Para fazer a diferença e realmente conquistarmos igualdade de gênero no setor de tecnologia mundial, devemos procurar aproveitar esse otimismo e criar uma cultura mais inclusiva que atraia e retenha mulheres talentosas,” disse Gillian Tans, CEO da Booking.com. “É promissor e inspirador ver mulheres no setor de tecnologia fazendo coisas incríveis todos os dias, inclusive tomando medidas para se engajar com as próximas gerações, fazendo com que suas vozes sejam ouvidas e iniciando programas e iniciativas que aumentem a diversidade de gênero entre os trabalhadores da área.”

Assumindo a liderança

Seja trabalhando em uma empresa multinacional de tecnologia ou em uma startup recém-fundada, as profissionais de tecnologia estão tomando atitudes para superar os problemas de desigualdade de gênero no setor e defender outras mulheres. As profissionais da área no Brasil – e as que têm interesse em uma carreira neste setor – acreditam que as maiores oportunidades de ajudar são compartilhando suas experiências e perspectivas do setor de tecnologia com outras mulheres (54%) e orientá-las (51%).

Ainda, cerca de 2 a cada 5 brasileiras (45%) dizem que mulheres no setor de tecnologia têm a oportunidade de melhorar a diversidade de gênero ao participar de grupos e organizações sem fins lucrativos dedicadas a ajudar garotas e mulheres que atuam nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia, matemática e tecnologia. Universitárias são quem mais acreditam que essas são fortes oportunidades (55%).

Mais diversidade

Apesar de as mulheres no setor de tecnologia se sentirem empoderadas para inspirar outras mulheres, mudar mentalidades e tomar a dianteira para derrubar as barreiras que existem pelo caminho, elas também acreditam que o setor de tecnologia tem a obrigação de investir em iniciativas de apoio. O primeiro passo é aplicar práticas de contratação pensadas em atrair mão de obra diversificada, reconhecida como a mudança mais importante, por mais da metade das mulheres brasileiras (57%).

“Com nossa pesquisa, além de inúmeras histórias de mulheres inspiradoras na área que ouvimos todos os dias, fica claro que as mulheres estão tomando as rédeas para iniciar uma mudança positiva no setor. No entanto, precisamos reconhecer que a responsabilidade também recai sobre o coletivo mais amplo – que inclui o setor de tecnologia, empresas, governantes e educadores,” disse Tans. “Temos a oportunidade de realizar mudanças reais e duradouras agora, além de deixar um legado para a próxima geração de mulheres na área.”

Quando perguntamos quais os passos fundamentais necessários para o sucesso e realizar mudanças positivas no setor, as mulheres brasileiras responderam que as empresas também precisam implementar políticas de plano de carreira com base em mérito (47%), tomar atitudes para aumentar a representatividade de mulheres em grupos internos e forças-tarefa (49%) e em cargos de liderança (44%), bem como garantir a igualdade de salários (46%).

Banco Original escolhe FICO para lançamento de plataforma 100% digital

O Banco Original, primeiro banco brasileiro a oferecer abertura de conta corrente 100% digital, selecionou a FICO como parceira estratégica para o lançamento de sua plataforma digital. A instituição financeira, sediada em São Paulo, queria criar um processo de originação seguro e simplificado para reduzir burocracia, sem abrir mão da segurança. Dessa forma, o banco selecionou as soluções FICO Origination Manager Decision Module (OMDM) e Falcon Application Fraud Manager (APM) para gerenciar as operações crédito e executar prevenção à fraude.

“Nosso contato com o cliente é 100% digital.”, afirma Alexandre Pinelli, Superintendente de Tecnologia da Informação do Banco Original. “Por isso, precisamos ter soluções e tecnologias que nos permitam conhecer o perfil desse cliente dentro da operação digital e tomar as decisões corretas, o mais rápido possível”, diz.

O Banco Original, lançado no final de março de 2016, nasceu para atender a necessidade de um consumidor digital que busca menos burocracia, mais agilidade e um atendimento personalizado. Em apenas dois anos, o banco superou a marca de 600 mil clientes, com uma base de mais de 1.000 funcionários, R$ 2,2 bilhões em patrimônio, R$ 8,8 bilhões em ativos e R$ 5 bilhões em carteira de crédito.

“Acreditamos que temos o portfólio de serviços mais completo dentre os bancos digitais com produtos como conta corrente, cartões, empréstimos, investimentos, seguros e previdência, além de um roadmap muito claro de evolução para nossos produtos e serviços”, acrescenta Alexandre Pinelli.

Operação 100% digital

“O desafio de um banco digital vai muito além de oferecer um canal online para o cliente abrir uma conta ou realizar transações bancárias. Esse ambiente tem que ser totalmente digital. Por isso, desenvolvemos uma esteira de abertura de conta eficiente, limpa e com decisões mais automatizadas possíveis”, Pinelli revela.

Na originação, os sistemas do Banco Original captam todas as informações enviadas pelos clientes, além de dados externos, como os fornecidos por bureaus de crédito, por exemplo. Depois de coletadas, todas as informações dos clientes são processadas nos motores de regras FICO em tempo real.

A escolha da FICO foi feita de forma muito criteriosa pelo banco, que conduziu RFPs (sigla em inglês para pedido de proposta), Provas de Conceito (PoC), operações piloto, mas também avaliou outros fornecedores, em um processo que levou cinco meses para ser concluído.

“Essa etapa foi fundamental para que a integração com nossa esteira de abertura de conta acontecesse de forma totalmente automatizada e transparente para o cliente”, afirma Pinelli. “Durante toda a fase de implementação, a FICO mostrou muita capacitação e uma excelente adaptação e flexibilidade ao nosso cronograma enxuto e mudanças no escopo, prazos e atuação. Foi uma verdadeira parceira estratégica”, atesta o executivo.

O resultado foi uma operação eficiente, rápida, com baixíssimo índice de fraude e opções de concessão de crédito adequadas ao porte do banco e ao perfil de cada cliente, tudo de forma muito ágil. Estudo recente conduzido pelo banco JP Morgan Chase, sobre bancos digitais em operação no Brasil, apontou o Banco Original como o mais ágil de todos no processo de abertura de conta corrente e entrega de cartão de crédito aos correntistas.

Os próximos passos do banco em tecnologia visam a melhoria de processos, usando recursos como inteligência artificial, redes neurais e machine learning, entre outras tendências. “Estamos discutindo e avaliando todas as possibilidades”, antecipa Pinelli.

“O Banco Original é um daqueles projetos que comprovam o que é possível ser realizado quando abordamos um problema por um novo ângulo”, diz Ricardo Cheida de Oliveira, country manager da FICO no Brasil. “Temos muito orgulho de poder participar de forma ativa dessa operação digital, desde seu conceito até a execução e operação diária. Não foi apenas um projeto de referência para a equipe FICO no Brasil e na América Latina, mas também um modelo excepcional de digital banking para o setor em todo o mundo”, conclui Cheida.

Honda avança em sua iniciativa global de inovação aberta com investimentos em novas startups

A Honda Innovations, braço da Honda R&D (subsidiária do grupo Honda dedicada à pesquisa e desenvolvimento) no Vale do Silício, almeja fomentar um ecossistema global de startups em estágio inicial, investindo em quatro empresas de capital de risco (ou venture capital, em inglês). Essas parcerias aprimoram as ferramentas do programa Honda Xcelerator, que prevê o desenvolvimento conjunto e colaboração com aceleradores e incubadoras para apoiar inovadores em todos os estágios.

Desde 2015, o Honda Xcelerator tem apoiado startups com financiamento para rápida materialização de projetos, acesso a espaços de trabalho colaborativos, além de conectar as empresas com mentores da Honda e possibilitar o acesso a todos os produtos da marca, incluindo veículos de teste e protótipos de robótica. Com uma abordagem ampla, o Honda Xcelerator visa o desenvolvimento de produtos e serviços para a mobilidade do futuro, agregando um novo valor à experiência do cliente.

A Honda irá incrementar seu apoio aos inovadores em estágio inicial com investimentos nas seguintes empresas de capital de risco:

360 Capital Partners, uma empresa europeia de capital de risco sediada em Paris, França, que investe por todo o continente em tecnologia de ponta com foco em robótica, mobilidade e inovação industrial.

JB Nordic Ventures, fundo recém-lançado, fruto de uma parceria entre duas empresas de capital privado e de risco: a BaltCap, maior na região báltica, e o JBIC IG Partners, subsidiada pelo governo japonês. O fundo concentra-se em projetos de tecnologia da informação, robótica e mobilidade para o Báltico, Islândia e Escandinávia.

SOSV, empresa de capital de risco sediada nos Estados Unidos, com foco na aceleração de startups direcionadas para hardware, mobilidade, software para operações de negócios entre países, ciências dos alimentos e da vida em São Francisco, Nova York, Londres, Shenzhen, Xangai e Taipei.
Yunqi Partners, uma empresa de capital de risco em Xangai e Pequim, China, que investe em projetos centrados em serviços corporativos, internet das coisas (IOT), robótica e mobilidade.

Essas parcerias expandem o apoio da Honda à inovação global por meio das operações do Xcelerator em grandes centros de tecnologia ao redor do mundo, incluindo Israel, Boston, Detroit, Japão, China e Europa.

“O investimento da Honda em empresas de capital de risco desempenha um papel fundamental no apoio do Honda Xcelerator aos ecossistemas de inovação global em todos os estágios”, afirma Nick Sugimoto, CEO da Honda Innovations. “Essas parcerias com empresas de capital de risco, juntamente com nossa colaboração contínua com startups selecionadas em todo o mundo, aumentam nossa capacidade de alavancar novos negócios e apoiar tecnologias transformadoras em estágio inicial”.

Alcançar o sucesso com a colaboração do Honda Xcelerator

Como parte do relacionamento da Honda com os ecossistemas de startups nos Estados Unidos e por todo o mundo, o Honda Xcelerator adota uma abordagem holística e não exclusiva de desenvolvimento conjunto, investimento e incubação. O programa continua a trabalhar e contribuir para o sucesso geral de startups, incluindo DeepMap, Tactual Labs e WayRay, no desenvolvimento de tecnologias que enfocam os desafios impostos por veículos autônomos e carros conectados avançados. Desde o início de suas colaborações com o Honda Xcelerator, firmado na CES 2018, as três empresas conseguiram levantar capital de risco adicional e passaram a trabalhar com outros importantes agentes da indústria automotiva.

Também resultado da colaboração com o Honda Xcelerator, recentemente, a Honda anunciou uma parceria estratégica com a SoundHound Inc.®, líder em inteligência artificial habilitada por voz e tecnologias de inteligência de conversação. A colaboração prevê acelerar o desenvolvimento de um assistente de inteligência artificial comandado por voz.

O Honda Xcelerator anunciará parcerias com duas startups na CES 2019, que acontece de 8 a 11 de janeiro em Las Vegas (EUA). Inovadores e startups interessados em oportunidades de colaboração com o Honda Xcelerator podem acessar o site http://xcelerator.hondainnovations.com/ e seguir o perfil @HondaInnovation no Twitter.

Novo Centro de Inovação foca em demandas relacionadas à saúde

SP 04.12.2018 – Lançamento do Centro de Inovação SESI Estilo de Vida e Saúde.foto: Helcio Nagamine

Com o desafio de fomentar e desenvolver pesquisa, inteligência e soluções para prevenção e intervenção de doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) nos ambientes corporativos, o SESI-SP inaugurou nesta terça-feira, dia 4 de dezembro, o Centro de Inovação em Estilo de Vida e Saúde(CIS). O CIS desenvolverá soluções para as indústrias e seus colaboradores, relacionadas à mudança do comportamento, alimentação saudável e atividade física.

O objetivo é promover a saúde dos trabalhadores a partir do desenvolvimento de serviços, tecnologias, produtos e software baseados em comprovações científicas, dados, pesquisas e análise dos próprios ambientes de trabalho e padrões de interação social desses indivíduos. Neste sentido, as inovações geradas no centro buscam, principalmente, a mudança de hábitos e escolhas, estimulando a qualidade de vida e sua consequente reverberação na produtividade das indústrias, diminuindo afastamentos e melhorando o relacionamento corporativo.

As pesquisas e soluções serão realizados a partir de demandas reais das indústrias de todo o Brasil. O escopo nacional se deve ao fato do centro integrar a rede de outras oitos iniciativas criadas nos departamentos regionais do Paraná, Santa Catarina, Ceará, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Bahia e Minas Gerais. Cada um desses oitos Centros de Inovação espalhados pelo Brasil soma esforços ao da regional de São Paulo em áreas específicas e transversais do conhecimento, como a Ergonomia, Fatores Psicossociais, Higiene Ocupacional, Longevidade e Produtividade, Prevenção da Incapacidade, Sistemas de Gestão em Segurança e Saúde no Trabalho e Tecnologias para a Saúde.

A aproximação do SESI com a temática da inovação, incorporando esse processo disruptivo no escopo de trabalho que a entidade promove à sociedade, não inicia na criação dos centros. O SESI, em parceria com o SENAI e a Confederação Nacional da Indústria (CNI), promove há alguns anos o Edital de Inovação. A proposta com o Centro de Inovação, no entanto, é incorporar mais essa ação dos projetos selecionados no edital, potencializando ambas as plataformas de inovação do SESI.

“Desde o edital de 2017, passamos a ter duas categorias específicas aos Centros de Inovação do SESI, para projetos de SST e Promoção da Saúde com empresas e startups. Os projetos são desenvolvidos em parceria com os Centros de Inovação conforme temática específica, deixando-os mais forte e em sinergia com o que está sendo desenvolvido dentro das linhas de pesquisa dos CIS. Queremos promover esse vínculo e abertura com as empresas” explica Marina Tavares Ribeiro, coordenadora do Centro de Inovação em Estilo de Vida e Saúde do SESI-SP.

Emmanuel Lacerda, gerente executivo da Unidade de Saúde e Segurança na Indústria do SESI Nacional, destaca a importância da criação de um espaço que tenha pleno contato com a empresa e suas demandas, mas que também saiba se relacionar com a academia, transformando a pesquisa e a geração de conhecimento em realmente uma inovação que será adotada pelo mercado. O gerente atenta ainda para a aplicabilidade, difusão e replicação das tecnologias e serviços gerados no centro para as indústrias do País. “Além do desenvolvimento, a gente acredita muito que temos que pensar em disseminação e aplicação, principalmente em escalabilidade. Não adianta inovar em algo piloto que vai ficar restrito a uma única empresa”, declara Lacerda.

Sobre a preocupação do SESI-SP com a saúde pública e controle de DCNTs, Eduardo Augusto Carreiro, gerente executivo de Esporte e Vida Saudável do SESI-SP, acredita que, primeiramente, é necessário voltar o olhar para o próprio ambiente de trabalho. “Passamos mais de um terço de nossas vidas dentro da empresa. Esse ambiente corporativo pode ser sim um ambiente de mudança estrutural. Quando a gente lança o desafio desse centro de inovação, temos que abraçar o problema e entender que ele já está instalado. Destacamos aqui a alimentação e a atividade física porque elas são passíveis de mudanças de comportamento”, alerta Carreiro.

Para dar uma prévia sobre os desafios que o centro deverá enfrentar, o lançamento teve a presença de nomes de peso relacionados à pesquisa de fatores de risco para o aparecimento de DCNTs, principal causadora de mortes em todo o mundo nas últimas duas décadas. Tiveram seu momento para exposição o Dr. Paulo Lotufo, pesquisador da Faculdade de Medicina da USP e um dos responsáveis pelo projeto Elsa do Brasil (Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto), Maria Edna de Melo, da Abeso-FMUSP, Douglas Andrade, professor da EACH-USP, e a nutricionista Fernanda Timerman. Os especialistas abordaram temas como obesidade, tabagismo, epidemiologia, alimentação saudável, consumo de álcool, estresse e sedentarismo.

O evento de inauguração contou ainda com o lançamento do livro Temas Avançados em Qualidade de Vida: Enfrentamento dos Fatores de Risco Para Doenças Crônicas no Brasil, uma publicação da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), organizada pelo Dr. Alberto José Niituma Ogata.

VR Benefícios lança atendimento via WhatsApp

A VR Benefícios, empresa referência no segmento de benefícios no Brasil, acaba de incorporar, de forma pioneira, mais um canal à sua plataforma de relacionamento com o cliente. Os usuários dos cartões VR têm agora à sua disposição o serviço WhatsApp VR, que permite consultas de saldo e extrato direto pelo aplicativo.

A responsável pela tecnologia utilizada no serviço é a Hi Platform, maior plataforma de relacionamento com o consumidor do Brasil. O atendimento será realizado de forma automatizada por meio de um chatbot que utiliza inteligência artificial.

“O WhatsApp tem mais de 120 milhões de usuários ativos no Brasil, que usam a plataforma diariamente para se comunicar e muitas vezes substituem ligações e e-mails por mensagens no aplicativo. O serviço pioneiro acompanha esse movimento e reforça o DNA da VR Benefícios em oferecer a melhor experiência para o cliente, com mais comodidade e praticidade para todos”, afirma Alexandre Lovecchio, diretor Comercial e de Operações da VR Benefícios.

O executivo explica, ainda, que o foco no cliente é um dos pilares da VR Benefícios, e que a empresa vem se modernizando e aperfeiçoando a forma de se relacionar com os clientes para tornar o atendimento simples, rápido e com alto índice de satisfação. “A VR é a empresa com a melhor nota, o melhor índice de solução e o menor tempo de resposta no Reclame Aqui, o que a torna referência em atendimento no setor”.

A tecnologia da Hi Platform conta, para a realização do serviço, com a parceria da Wavy, empresa que reúne mensageria, conteúdo e outros negócios com operadoras de telefonia móvel e TVs. A empresa disponibiliza toda a estrutura para que outras companhias possam plugar suas soluções no nosso gateway de SMS e Whatsapp, e com isso entregar um serviço incrível de atendimento aos seus clientes. “A chegada da VR Benefícios só demonstra o quanto as empresas estão inovando e realmente olhando para o futuro, entendendo que esses canais de comunicação podem trazer maior eficiência para o dia a dia, a fim de melhorar o relacionamento da empresa e o seu consumidor final”, explica Eduardo Henrique, CEO da Wavy.

De acordo com o relatório ” Uso de apps no Brasil”, do Panorama MobileTime, o WhatsApp continua sendo o aplicativo favorito do brasileiro, sendo citado por 49% por dos entrevistados quando perguntados qual app ele teria se só pudesse ter um em seu smartphone. “O WhatsApp VR é parte da nossa estratégia omnichannel que permite uma melhor experiência dos nosso clientes e tem o propósito de estar disponível para eles quando, onde e como quiserem”, reforça Lovecchio.

“A Hi Platform está muito orgulhosa em participar desse projeto. Um dos motivos é a busca da VR em melhorar a experiência do cliente utilizando uma plataforma nova mas que, ao mesmo tempo, é o canal onde os clientes estão. Trabalhar com uma companhia de um segmento que existe há bastante tempo, mas que está buscando inovar para fazer a diferença na vida do consumidor, coloca em prática a missão de nossa empresa”, esclarece Marcelo Pugliesi, CEO da Hi Platform.

Além do WhatsApp, a VR Benefícios disponibiliza o atendimento via Facebook e por meio do aplicativo VR, além da Central de Atendimento por telefone. O número do WhatsApp VR é o mesmo da Central de Atendimento: 4004-4938.

Allan Costa vai ser o novo presidente da Celepar

O governador eleito Ratinho Junior anunciou o empresário Allan Costa como novo presidente da Celepar – Companhia de Tecnologia da Informação do Paraná. Segundo Ratinho Junior, ele vai reforçar a visão de inovação do novo governo.

Allan Costa foi superintendente do Sebrae Paraná e atua como palestrante e investidor em companhias emergentes de tecnologia.

ABB contribui para expandir conhecimento em robótica e automação digital no Brasil

Pioneira em tecnologias digitais e de automação, a ABB anuncia hoje o investimento de R$ 1 milhão para a expansão do Centro de Treinamento de Robótica (CTR), localizado no complexo industrial da companhia em Guarulhos (SP).

O espaço foi criado para fornecer experiências de treinamento prático em soluções avançadas de automação robótica para a crescente base industrial brasileira. O Centro de Treinamento de Robótica (CTR) da ABB irá unir a robótica colaborativa de última geração às mais recentes inovações em tecnologia, consolidando-se como um importante centro de treinamento na América Latina.

Com o avanço da indústria 4.0 no Brasil e no mundo há um considerável ganho em produtividade. A partir das novas tecnologias digitais, por exemplo, os sistemas de robôs industriais modernos não precisam ser desligados para programação ou otimização, e os engenheiros podem realizar simulações com ferramentas de programação offline, usando o mesmo software que executa os robôs na produção.

Para tornar esse cenário ainda mais promissor, é fundamental que exista capacitação direcionada aos profissionais especialistas dessa área de atuação, como os roboticistas, engenheiros, programadores e técnicos – talentos com habilidades ainda raras no mercado nacional.

A dinâmica do atual mercado consumidor e a maneira como isso reflete na indústria requer maior agilidade em processos e na fabricação automatizada. Há uma crescente demanda por volumes superiores de produto, ciclos de vida mais curtos, prazos de entrega menores e uma tendência crescente para personalizar produtos. O mercado automotivo é o maior consumidor de robôs no Brasil, cerca de 70% das unidades são para este mercado.

Com a expansão, a ABB tornará o Centro de Treinamento de Robótica (CTR) um local estratégico para o ensino e a capacitação dos profissionais que vão atuar diretamente no mercado de automação e robótica colaborativa. Este é um dos caminhos para o país fortalecer sua atuação no mercado local e se tornar mais competitivo globalmente.

De acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços do Brasil, menos de 5% das empresas do país se enquadram no conceito da Indústria 4.0. A ABB é signatária da Aliança Brasil 4.0, um pacto público entre empresas do setor industrial e de tecnologia que tem por finalidade ampliar a digitalização no país. O objetivo é que a digitalização entregue produtividade, redução de custos operacionais e segurança para trabalhadores e processos.

O Centro de Treinamento de Robótica (CTR) recebe, em média, 500 alunos por ano, incluindo estudantes de engenharia e profissionais das indústrias automotiva, de alimentos e bebidas, papel e celulose e metais. A ABB espera triplicar o número de profissionais treinados no próximo ano. Os cursos ministrados misturam prática e teoria, desde introdução básica de robótica a tecnologias digitais avançadas, como simulação virtual.

O local também treinará pessoas para soluções de automação colaborativa, nas quais humanos e robôs trabalham juntos e até compartilham tarefas. Isso aumenta a flexibilidade para ajudar as fábricas a incorporar mudanças de customização em massa de produtos em muitas indústrias.

O investimento reforça o compromisso da ABB em apoiar as necessidades da indústria, de eletrificação, transporte e infraestrutura do Brasil, especialmente os avanços em tecnologias digitais. “A manufatura está ficando cada vez mais digital. No Brasil, precisamos desenvolver uma base de talentos com habilidades tradicionais de automação robótica, bem como a capacidade de trabalhar com tecnologias digitais avançadas e inteligência artificial”, disse Julio Roggero, Head da divisão Robotics and Motion da ABB no Brasil.

O investimento da companhia inclui a reforma e a expansão das instalações do centro, a criação de um novo espaço para colaboração e networking entre os alunos, bem como novos robôs, equipamentos de última geração e treinamento para os instrutores.

Cursos de Robótica na ABB

Cursos oferecidos: operação, programação e comissionamento, manutenção elétrica, manutenção mecânica, processos e outros.

Local: Centro de Treinamento de Robótica – ABB Guarulhos – São Paulo

Contato: Ricardo Santos (ricardo.santos@br.abb.com)

Mastercard e Microsoft se unem para acelerar a inovação em identidade digital

Atualmente, verificar sua identidade online depende de evidência física ou digital administrada por terceiros, seja um número de passaporte, comprovante de endereço, carteira de motorista, credenciais de usuário ou alguma forma adicional. Esta dependência põe muita pressão sobre os indivíduos, que precisam se lembrar de centenas de senhas e estão cada vez mais expostos a formas complexas de provar sua identidade e administrar seus dados. Trabalhando em conjunto, Mastercard e Microsoft buscam oferecer às pessoas uma forma segura e instantânea de verificar sua identidade digital com quem queiram e onde queiram.

A resposta a esses desafios é um serviço que permita aos indivíduos ingressar, controlar e compartilhar seus dados da forma que preferirem, por meio de dispositivos que utilizam todos os dias. Esse é o objetivo da Mastercard ao trabalhar próxima a empresas como a Microsoft.

“O entorno da identidade digital hoje é díspar, inconsistente e o que funciona em um país normalmente não funciona em outro. Essa é uma oportunidade para estabelecer um sistema que ponha as pessoas em primeiro lugar, entregando a elas o controle dos dados de sua identidade e onde eles serão utilizados,” disse Ajay Bhalla, presidente de Soluções Cibernéticas e de Inteligência da Mastercard. “Trabalhar com a Microsoft nos aproxima ainda mais de criar um serviço de identidade digital interoperável em nível global uma realidade, e esperamos poder compartilhar mais informações a respeito dessa iniciativa em breve”.

O acesso a uma identidade digital universal poderia liberar experiências novas e melhores para as pessoas à medida que elas interagem com empresas, provedores de serviços e com sua comunidade online, incluindo:

• Serviços Financeiros: Melhorar e acelerar o processo de identificação do usuário para abrir uma nova conta bancaria, pedir um empréstimo ou uma conta para pagamento de serviços.

• Comércio: Proporcionar uma experiência de compras online personalizada e mais eficiente, não importa a forma de pagamento ou dispositivo usados, nem o provedor de serviços.

• Serviços Governamentais: Simplificar interações com agências e serviços governamentais tais como pagamentos de impostos, solicitação de passaportes ou pagamento de benefícios.

• Serviços digitais: Otimizar e oferecer um uso mais simples de e-mail, redes sociais, serviços de streaming de filmes e plataformas compartilhadas de viagens.

“A identidade digital é a pedra fundamental sobre a qual as pessoas vivem, trabalham e se divertem todos os dias”, disse Joy Chik, Vice-Presidente corporativo de Identidade da Microsoft. “Acreditamos que as pessoas devem ter o controle sobre sua identidade e dados digitais, e estamos extremamente animados em trabalhar primeiro com a Mastercard para trazer à prática inovações na área de identidade descentralizada”.

Esta iniciativa de identidade digital também poderia ajudar a resolver desafios comuns tais como:

• Inclusão de Identidade: Mais de um bilhão de pessoas, a maioria mulheres, crianças e refugiados, não estão oficialmente reconhecidos; uma identidade digital pode melhorar seu acesso a saúde, finanças e serviços sociais.

• Verificação de Identidade Digital: Uma identidade digital única e reutilizável pode ajudar as pessoas a interagir com um comercio, banco, agência governamental e incontáveis provedores de serviços digitais com mais segurança, menores custos e menos fricção.

• Prevenção a fraude: Uma identidade digital única pode ajudar a reduzir a fraude em pagamentos e identificar o roubo em várias modalidades.

A iniciativa servirá como base para novos serviços da Mastercard impulsionados pela Microsoft Azure e desenvolvidos em colaboração com líderes da indústria financeira, operadores de redes de telefonia móveis e governos. A Microsoft e a Mastercard estão unindo suas forças – a expertise da Microsoft em tecnologia para a identidade e a expertise da Mastercard na organização segura de interações digitais dentro de um ecossistema complexo com múltiplas áreas de interesse.

Detalhes adicionais sobre esta iniciativa serão divulgados nos próximos meses.

Inteligência Artificial e Big Data, os novos aliados dos profissionais de Direito

Por Ralff Tozatti, Diretor de Marketing da Thomson Reuters da América Latina

Você já parou para pensar nas mudanças que o ensino superior brasileiro vem passando nos últimos anos? Diariamente somos impactados por anúncios de universidades em nossa vida cotidiana, seja nos outdoors pelos quais passamos em nossos deslocamentos, na mídia ou nas redes sociais. Se você pensar a respeito, certamente vai se lembrar de alguma propaganda que viu recentemente. Por trás disso está o crescimento de novos cursos nas faculdades e universidades no país nas últimas décadas.

Apenas entre 2006 e 2016, o número de cursos de graduação presencial no Brasil cresceu 53%, passando de 22.450 para 34.336, segundo o Censo da Educação Superior, do Inep. Isso se refletiu na alta do número de alunos matriculados no ensino superior, de 65%, e também no número de profissionais que ingressaram no mercado de trabalho, que em apenas uma década aumentou 53%.

Uma das áreas mais fortemente impactadas por esse crescimento acelerado foi o Direito, que desde 2014 é o curso de graduação no país com o maior número de estudantes. O número de cursos de Direito no Brasil subiu de 165, em 1995, para 1308, em 2016 – impressionantes 793%. Apenas para efeito de comparação, nos Estados Unidos há 280 cursos de Direito. Não por acaso, um levantamento da Ordem dos Advogados do Brasil contabilizou mais de um milhão de advogados no Brasil, em 2016, o que significa um advogado para cada 207 brasileiros, em média.

Como se não bastasse, ao mesmo tempo em que aumenta a disponibilidade dos serviços oferecidos por advogados liberais e pequenos escritórios, os processos diminuem de forma agressiva. Um exemplo disso é o levantamento do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que identificou que, um mês após as mudanças das leis trabalhistas, em dezembro de 2017, as ações protocoladas em primeira instância nos tribunais do Brasil caíram de 200 mil para 84,2 mil processos. É assustador saber que, em apenas 30 dias, o número de processos caiu 58%. Contudo, em maio de 2018, segundo o Kurier, empresa que pesquisa e analisa o mercado jurídico, a queda destes processos diminuíram para 36%. E com todos estes dados é fato perceber que a mínima estabilidade deste mercado está longe de acontecer.

E, em meio a este cenário, de crescimento de advogados e queda na demanda, gera vantagem o profissional que souber usar a tecnologia para multiplicar o seu tempo, e assim aumentar os seus ganhos e a fidelidade de seu público. Atentos às transformações do mercado do Direito, marcas têm desenvolvido soluções para que os profissionais liberais, escritórios e departamentos jurídicos gerenciem de forma eficaz e segura todas as suas atividades, sem que precisem investir em serviços terceirizados ou aumentar o número de colaboradores. Outra vantagem destas inovações é a praticidade de acompanhar, ao mesmo tempo, demandas simples ou complexas, que são adequadas às atuais normas fiscais e legislativas do país.

E, como o conhecimento técnico tem de fazer parte da formação de um advogado eficiente, estas soluções também permitem o acesso às publicações digitais de livros e recortes de textos, considerados de importância aos assuntos pesquisados pelos usuários. E, o melhor de tudo, estas tecnologias podem ser acessadas em qualquer lugar e momento, sejam via desktop, tablets ou smartphones, o que permite a real liberdade de trabalho e a busca por novos conhecimentos. Com a ajuda de soluções baseadas em Inteligência Artificial, Big Data, entre outras tecnologias, hoje, os advogados podem se dedicar aos assuntos que exijam maior dedicação intelectual, transferindo as atividades operacionais e repetitivas para esses novos aliados dos profissionais: as tecnologias.

É certo que, em pouco tempo, outras soluções ainda mais eficazes surgirão para economizar o tempo, otimizar o processo de trabalho e o conhecimento destes profissionais. Sairá na frente o advogado que souber usar a tecnologia a seu favor!

Startup brasileira lança primeiro comparador de fretes do mercado

O alto valor do frete continua sendo um dos grandes vilões do e-commerce, responsável por 70% do abandono de carrinho, como mostra o Estudo de Propensão ao Consumo da SAP de 2018. De olho nessa oportunidade, o Reduza, plataforma que reduz preços em lojas da internet acaba de lançar o Reduza Fretes (http//:www.reduzafretes.com.br), uma ferramenta inédita no mercado, que compara os valores do frete, incluindo o preço dos produtos pesquisados, além de permitir que o usuário crie alertas para que seja avisado quando o valor passar por redução ou ficar grátis.

“O frete pode representar até 70% do valor total da compra e variar até 400% de uma loja para outra, o que reforça a importância da pesquisa na hora da compra. Ou seja, além de comparar preços, é importante que o consumidor faça uma análise do valor final da compra, incluindo a taxa de entrega. O Reduza Fretes foi desenvolvido para realizar o cálculo de forma automática”, comenta Alessandro Fontes, co-fundador do Reduza.

O frete também pode sair ainda mais caro, dependendo do local da entrega (Cidade/Estado). Levantamento feito pelo Reduza Fretes, a partir de dados gerados na última Black Friday, aponta a variação de valores entre lojas e os Estados que possuem o frete mais caro. Veja:

– A variação média do valor do frete entre as lojas online é de até 151%. Isso significa que uma loja pode entregar o mesmo produto, para o mesmo CEP, por R$ 30, enquanto outra chega a cobrar R$ 400;

– O peso médio do frete na Black Friday foi de 14%. Em algumas regiões, como Roraima, chegou a 28,9%. Já em São Paulo, foi de 7,1%;

– De cada 1.000 pessoas que pesquisaram pelo valor do frete para comprar, 169 encontraram uma opção com frete grátis.

10 estados com o frete mais caro durante a Black Friday no Brasil:

Roraima: 28,27%

Rondônia: 19,77%

Acre: 17,34%

Pernambuco: 17,29%

Mato Grosso: 17,11%

Amazonas: 16,11%

Ceará: 15,68%

Tocantins: 15,67%

Paraíba: 15,31%

Maranhão: 15,26%

Como funciona o Reduza Fretes: basta o usuário colar o link do produto da loja desejada, informar o CEP e clicar em “menor frete”. A partir daí, o Reduza aciona o algoritmo que faz uma análise completa, considerando o valor do frete e a forma de pagamento para identificar a loja ideal.

E-commerce da Havan cresce 117% com a Black Friday em relação a 2017

As vendas no comércio eletrônico brasileiro, durante o período da Black Friday, tiveram alta de 23% em relação ao mesmo evento no ano passado. O apontamento é da empresa Ebit Nielsen, especializada em informações sobre o e-commerce brasileiro. A loja online da Havan obteve crescimento expressivo em relação a 2017, com aumento de 117% nas vendas da Black Friday.

Segundo Lucas Gustavo Duarte, coordenador de e-commerce das Lojas Havan, a loja online obteve mais de 10 milhões de acessos totais no mês de novembro, com picos simultâneos de mais de 20 mil usuários. “Além de termos realizado 33% a mais de receita que a meta estipulada, batemos o recorde, duas vezes mais vendas que o mês de março, que mais vendeu na história do e-commerce da rede. O resultado de crescimento foi devido ao trabalho e ao comprometimento da equipe. A projeção para 2019 é manter o crescimento anual de 80%”, comenta.