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boostLAB, do BTG Pactual, abre inscrições para potencialização de startups em nível avançado

O BTG Pactual, maior banco de investimentos da América Latina, abre inscrições nesta semana para a quarta edição do boostLAB, programa de potencialização para startups em nível avançado, as chamadas scale-ups, com grande possibilidade de crescimento. O programa conta com mentoria e metodologia da ACE, uma dos maiores empresas de investimento em startups e inovação corporativa da América Latina.

Nessa edição, buscam principalmente iniciativas ligadas a fintechs, machine learning, real estate, big data, agrotechs, insurtechs, blockchain, entre outras. É importante que as scale-ups tenham ao menos dois sócios com dedicação exclusiva, produto pronto, tração e vendas recorrentes para resolver problemas reais de forma escalável. As empresas podem ter recebido aportes em nível Seed, Séries A ou posteriores.

“Em pouco mais de um ano de boostLAB, ajudamos na evolução e desenvolvimento de 20 startups, investimos em quatro delas, e fizemos negócios com quase todas. Além disso, fomos reconhecidos como o melhor centro de inovação da América Latina*”, afirma Frederico Pompeu, sócio do BTG Pactual responsável pelo boostLAB.

A quarta edição do boostLAB pretende superar a marca de 200 empresas inscritas alcançada no Batch anterior. Dentre elas, serão selecionadas de seis a oito para seguirem no programa durante cinco meses. As inscrições vão até 26 de julho e devem ser feitas pelo site: www.boostlab.com.br/. O boostLAB fica localizado em São Paulo, no WeWork Faria Lima.

“As primeiras edições do boostLAB foram um sucesso e pretendemos, cada vez mais, auxiliar esses negócios, com mentorias de excelência para suprir dificuldades, fortalecer qualidades e guiar as startups para o crescimento ainda mais acelerado”, diz Pedro Waengertner, CEO da ACE e mentor no boostLAB.

Incentivos para as startups

A iniciativa prevê a realização de parcerias e projetos piloto com o BTG Pactual, empresas parceiras, fornecedores e demais integrantes de seu ecossistema. As selecionadas recebem mais de R$ 300 mil em créditos e benefícios com empresas parceiras como Amazon, Google e Oracle, entre outras.

Um dos pontos de destaque do boostLAB é a proximidade com os sócios e diretores sêniores do BTG Pactual, que oferecem mentoria e dividem suas experiências por meio de um Conselho. Cada um dos oito envolvidos tem um papel fundamental na estrutura do programa e na melhor integração entre as startups e o Grupo. São eles: Frederico Pompeu – que tem dedicação exclusiva ao programa -, Renato Mazzola (Head do Private Equity), Gustavo Roxo (CTO), Marcelo Flora (Head do BTG Pactual Digital), José Vita (Membro do Comitê Executivo), Gabriel Motomura (lidera o negócio de crédito para PMEs), Mateus Carneiro (Head do RH) e André Alves (Head de Marketing).

As Scale-ups também contam com um time grande de mentores da ACE e do Google Launchpad, além dos conselhos de um time de executivos com grande destaque em suas áreas de atuação, como Stelleo Tolda (COO do Mercado Livre), Cláudio Galeazzi, grande referência em reestruturações de empresas no Brasil, e Sônia Hess, ex-CEO da Dudalina, eleita pela revista americana Forbes como a terceira mulher de negócios mais poderosa do Brasil. Quem acaba de se juntar ao time é Joel Rennó, CFO da OLX, empresa global de comércio eletrônico.

Foco em inovação

Na última semana, o BTG Pactual anunciou a criação de uma unidade full service de varejo que consolida suas iniciativas digitais nesse segmento. A unidade será liderada pelo sócio sênior do BTG Pactual Amos Genish, empreendedor bem sucedido, amplamente reconhecido pela sua experiência em tecnologia e inovação.

O objetivo da unidade é oferecer aos consumidores e empreendedores uma experiência bancária inovadora, transparente e completa. Isso engloba soluções de investimentos, conta corrente e banco transacional, serviços financeiros a PMEs, serviços bancários de crédito ao consumidor e plataforma de seguros e previdência. Essa oferta será feita por meio do BTG Pactual digital e também das participações no Banco Pan, Too Seguros e na BIT Pagg e BIT Seguros. A nova área englobará análise de dados, marketing de performance e user experience por meio de serviços prestados pela Decode. Sob o guarda-chuva da nova área, estará também o boostLAB.

“Com a criação da unidade digital liderada pelo Amos Genish, acredito que seremos capazes de ampliar e intensificar ainda mais o relacionamento com o ecossistema”, diz Pompeu.

* Prêmio The Innovators 2019, da Global Finance

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5 dicas imperdíveis sobre perfis comportamentais

Entender os diferentes perfis comportamentais é uma tarefa muito importante para conhecer melhor a sua equipe e trabalhar no desenvolvimento de cada um de seus membros, o que é essencial para alcançar melhores resultados em todos os setores de uma empresa.

Grande parte dos conflitos entre os membros de um time deve-se a essa falta de entendimento dos perfis comportamentais, já que cada pessoa é diferente da outra e têm uma bagagem educacional, cultural e emocional distinta.

Portanto, a empatia e a tolerância são pontos chave na gestão de pessoas e é por isso que existem tantos estudos sobre os perfis comportamentais no mercado.

Segundo o Netas Treinamento empresarial e desenvolvimento de pessoas, cada estudo classifica os perfis com nomenclaturas diferentes, porém, vamos citar aqui as classificações da metodologia, que dividiu os perfis comportamentais em quatro: os comunicadores, os executores, os planejadores e os analistas.

1. Utilize o perfil comportamental no processo seletivo

O perfil comportamental é algo que pode ser usado desde o processo seletivo, para garantir contratações mais assertivas e alinhadas com a missão, visão e valores da companhia.

O fato é que hoje em dia, muitas vezes o perfil comportamental deve falar mais alto do que os conhecimentos e habilidades do candidato na hora da seleção. Isso porque as habilidades técnicas podem ser desenvolvidas com mais facilidade do que as comportamentais, visto que cada profissional tem um perfil divergente.

Claro que existem cargos extremamente técnicos, que exigem conhecimentos e experiências mais amplas, mas vai do recrutador saber identificar essas necessidades e desenhar o perfil desejado para a vaga, antes mesmo de ela ser divulgada.

Portanto, depois de definir o perfil comportamental e técnico ideal para trabalhar em sua companhia, escolha um bom teste comportamental para avaliar o candidato no processo seletivo e facilitar a sua escolha.

2. Melhore a gestão de pessoas com o perfil comportamental

Conhecer o perfil comportamental de cada profissional da sua equipe vai facilitar bastante a gestão de pessoas em sua companhia.

Por isso, além de aplicar um teste de perfil comportamental para os candidatos nos processos seletivos, aplique também em seus atuais colaboradores, a fim de entender melhor as características de cada um deles e desenvolver estratégias para otimizar os resultados da equipe.

Esse teste pode ser reaplicado uma vez ao ano, para observar as mudanças e fazer as alterações necessárias. Isso ajuda inclusive na construção de planos de carreira, na aplicação de feedbacks e na criação de ações de melhoria de clima organizacional, por exemplo, já que com esses resultados em mãos, o gestor saberá como agradar melhor a sua equipe.

3. Delegue tarefas com base nos perfis comportamentais

Saber avaliar os perfis comportamentais é fundamental para manejá-los de maneira correta. Por isso, o gestor deve se interessar muito pelo tema e estudá-lo constantemente.

Depois de compreender melhor quais são as características e os pontos fortes e fracos de cada perfil comportamental, fica muito mais fácil delegar e distribuir tarefas que sejam mais motivadoras para cada um dos colaboradores.

Certamente, ainda haverá tarefas menos desejadas por eles, porém, se o gestor acertar na delegação da maioria, construirá um ambiente muito mais motivador e satisfatório para toda a equipe, explorando ao máximo o potencial de cada um.

4. Valorize e explore as diferenças entre seus funcionários

Trabalhar com perfis comportamentais diferentes é algo extremamente positivo para uma organização e o desenvolvimento pessoal e profissional de seus membros.

O alinhamento de valores deve ser conciso, porém as outras características de um perfil comportamental podem e devem ser diferentes, já que cada cargo e função exige capacidades diferentes.

Existem pessoas que são mais comunicadoras, enquanto outras são mais analíticas e isso deve ser valorizado e explorado da maneira correta, para que seus funcionários entendam que a união de todos esses perfis é que farão com que a organização alcance às metas e objetivos propostos.

5. Utilize os perfis estrategicamente nos treinamentos corporativos

Pode ser que sua equipe atual não tenha os perfis comportamentais ideais para o desempenho de suas funções ou que não estejam alinhados com os perfis desejados pela companhia.

“Neste momento, os treinamentos corporativos entram como uma grande solução e os treinamentos vivenciais se destacam, já que promovem experiências impactantes e com grande poder inspiracional e de identificação entre os membros de um time, tanto entre si quanto com os valores da empresa”, finaliza Fábio Abate, consultor e sócio diretor do Netas Treinamento empresarial e desenvolvimento de pessoas.

Como alavancar o seu e-commerce nos marketplaces

Já imaginou fechar centenas de vendas em poucas horas com um baixo investimento? Na prática, isso pode se tornar realidade por meio de um ou vários marketplaces. A iniciativa surgiu com o intuito de simplificar o sistema de compra-venda ao trazer os benefícios dos shoppings centers para o ambiente virtual. Ou seja, o consumidor tem acesso a vários produtos e serviços de diversas marcas em um único local com apenas um clique. Já do outro lado da tela, os pequenos e médios empresários conseguem aumentar a credibilidade do seu empreendimento e sua lucratividade.

Segundo a Precifica, os marketplaces cresceram 90,7% no último ano. o todo, o nicho foi responsável por 18,5% do faturamento de empresas varejistas. No entanto, o crescimento do empreendimento na plataforma depende da gestão. Diante desta realidade, Thiago Mazeto, head de Experiência do Cliente da Tray, unidade de negócios de plataformas para e-commerce da Locaweb e parceira dos maiores marketplaces do Brasil, como Amazon, Americanas e Submarino, listou as seis principais dicas para ter sucesso nesta jornada. Confira abaixo:

1. Defina o seu produto

“Para vender em um marketplace, é necessário ter uma estratégia de negócio clara e objetiva. Portanto, o primeiro passo para o ingresso neste ambiente trata-se da definição dos produtos a serem comercializados uma vez que não há gastos com aluguel, decoração, colaboradores e outros aspectos”, explica o especialista em e-commerce. Nesta fase, é imprescindível avaliar o portfólio da empresa a fim de encontrar itens que consigam destacar-se no momento do anúncio e dentre a concorrência. Lembrando que nem sempre o que vende bem em uma loja física, terá resultados iguais no e-commerce. Neste processo, também é interessante estudar as plataformas disponíveis para verificar o que as pessoas estão vendendo e qual é o melhor local para integrar a loja em questão de benefícios e público. Depois de consolidar as vendas, é possível investir em branding.

2. Precificação

Em qualquer marketplace, o consumidor pode organizar suas buscas por menor preço e comparar com todas as opções disponíveis. Então, além de produtos e serviços de qualidade, as pessoas também estão em busca de valores que caibam no bolso. “Neste caso, a atitude ideal é analisar a precificação da concorrência a fim de desenvolver uma margem de preço justa para determinado mercado. No início, talvez seja preciso sacrificar parte do lucro para ganhar relevância e vender mais posteriormente. Dica: promoções são uma ótima forma de se destacar e continuar tendo o lucro esperado. Com uma promoção de R$5,00, o lojista pode vender muitos mais do que o esperado e recuperar o investimento, por exemplo”, revela Mazeto.

3. Ganhe relevância

A construção dos anúncios deve ser feita com calma para agregar valor ao produto por meio de imagens em alta qualidade e descrições detalhadas, o uso do SEO é recomendado para ganhar relevância nas buscas dos consumidores.

4. Seja o seu maior crítico

Tanto na fase de escolha dos produtos que serão vendidos quanto nas operações diárias do e-commerce, o empreendedor deve ser o seu maior crítico. Fazer uma autoavaliação dos produtos vendidos, preços, condições, descrições e imagens é saudável para qualquer negócio.

5. Encante o seu gerente

Quando um e-commerce faz a integração com um marketplace, o empreendedor ganha um parceiro: o gerente de marketplace. O relacionamento com esse profissional é um ponto crucial para o sucesso da loja, uma vez que ele pode priorizar a empresa quando houver uma boa oportunidade.

6. Encante os clientes

Atualmente, os clientes priorizam experiências de compra personalizadas – o que significa oferecer um atendimento de excelência de ponta a ponta. Ou seja, compreenda as reais necessidades dos clientes, tenha condições de pagamento flexíveis, não abuse do frete, cuide do empacotamento do produto e do atendimento após a compra e entrega, fidelizando o cliente não só no marketplace, mas no e-commerce da loja. Entretanto, engana-se quem pensa que o atendimento ao consumidor termina no momento em que ele recebe o produto. “É preciso atrair o consumidor para uma segunda compra. Portanto, envie um cupom de desconto ou comece um relacionamento via WhatsApp ao convidá-lo para conhecer a loja virtual. Outra opção é trabalhar em redes sociais da marca, pois um investimento de R$ 100 pode gerar um retorno de R$ 500”, pontua o head de Experiência do Cliente da Tray.

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Netshoes é uma das marcas mais valiosas do Brasil, segundo ranking da Kantar

A Netshoes é apontada como a 29º marca mais valiosa do Brasil, segundo ranking divulgado pela Kantar neste ano. Essa colocação representa avanço de 4 posições em comparação ao ano passado – em que a companhia ocupou a 33º posição.

“É uma honra não apenas permanecer neste conceituado ranking, mas subir de posição. O fato de sermos reconhecidos nessa área mostra que nossas estratégias e nossos esforços para sempre colocar o cliente no centro de todos os processos – num tripé também formado por pessoas e tecnologia -, buscando oferecer a melhor experiência, têm sido assertivos” afirma Graciela Kumruian, COO da Netshoes. “Prezamos pelo serviço e entendemos sua importância para a construção de reputação da empresa. Por mais que seja um ativo intangível, a imagem é essencial para diferenciação no mercado e fidelização dos clientes”.

O ranking 60 Marcas Mais Valiosas do Brasil analisa as marcas de acordo com o aumento de fidelidade e compradores e com o crescimento no mercado financeiro, considerando os indicadores “poder da marca”, “valor de marca” e “escolha da marca”.

Grupo DB1 chega a 500 colaboradores e abre mais 80 vagas de trabalho

O Grupo DB1, hub de empresas de tecnologia sediadas em Maringá – PR, tem crescimento estimado em 40% para 2019, superando todas as incertezas que o nosso país e o mercado internacional possam apresentar.

Junto a outras empresas do setor, o Grupo DB1 atua há 19 anos no fomento do ecossistema de TI de Maringá. A cidade já se transformou na segunda com mais expressão no setor de desenvolvimento de software do Paraná, crescendo em taxas de até 20% ao ano.

Este crescimento acelerado nos últimos anos, ajudou a empresa a alcançar a marca de 500 colaboradores contratados pela empresa desde sua fundação. De acordo com Ilson Rezende, fundador e presidente do grupo DB1, “Fazemos parte de uma empresa de tecnologia com padrão global de qualidade e queremos posicionar as empresas do Grupo DB1 como sinônimos de serviço bem-feito, de desafio cumprido rigorosamente no prazo, de engajamento com o propósito do cliente, além de oferecer uma experiência extraordinária para quem contrata nossos produtos e serviços”, explica.

“Chegarmos aos 500 colaboradores é um marco importante. Sempre consideramos as pessoas nosso maior patrimônio. Não queremos apenas crescer, mas estar alinhados ao propósito “Seja Luz”, que estimula que todos na organização persigam o sonho de impactar positivamente e transformar o futuro de empresas e pessoas”, complementa

Quanto maior o crescimento, maior a necessidade de contratação. São 80 novos postos de trabalho para diversas cidades do país e em Buenos Aires, na Argentina:

· Analista de Requisitos/Negócios

· Agile Coach

· Analista Comercial

· Analista de Aderência (indicadores)

· Analista de Business Inteligence

· Assistente de Infraestrutura de TI

· Analista de Implantação (para São Paulo/SP e Maringá/PR)

· Analista de Implantacion (Buenos Aires/Argentina)

· Analista de Inbound

· Assistente de Projetos

· Analista de Testes

· Analista de Recrutamento e Seleção

· Analista de Redes

· Analista de Suporte

· Analista de UX/UI – Marketing

· Recepcionista (para Maringá/PR e Campo Grande/MS)

· Consultor (a) Comercial (para Maringá/PR e Porto Alegre/RS)

· Coordenador (a) de Eventos

· Desenvolvedor (a) Frontend (VueJS ou React ou Angular 2+)

· Desenvolvedor (a) .NET

· Desenvolvedor (a) Delphi

· Desenvolvedor (a) Java

Melhor cidade para se viver e uma das melhores empresas de TI para se trabalhar no país

Maringá tem atingido índices dos mais favoráveis em termos de qualidade de vida certificados pela ONU, com base no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Com pouco mais de 400 mil habitantes, a cidade de foi eleita como uma das melhores cidades para se viver, segundo estudo da consultoria Macroplan, e um dos melhores lugares do Brasil para criar os filhos, segundo ranking coordenado pela Delta Economics para o site Exame.com.

Em 2018 o Grupo DB1 recebeu as melhores avaliações do Instituto Great Place to Work: ficou entre as 30 melhores médias empresas para se trabalhar no Brasil, foi classificada como a 20ª melhor média empresa de TI para se trabalhar e eleita a 10ª melhor empresa para se trabalhar no Paraná. Já a revista Você S/A classificou a empresa como a 3ª melhor empresa de tecnologia para se trabalhar, com destaque em gestão de pessoas e clima organizacional.

Quem se interessar em participar do processo seletivo no Grupo DB1 terá a oportunidade de trabalhar em uma empresa que se preocupa com o crescimento de seus colaboradores e desenvolve em conjunto com o profissional um plano de carreira, focado no acompanhamento contínuo e checkpoints constantes como:

· Gestão de PDIs – Plano de Desenvolvimento Individual – um planejamento voltado para o desenvolvimento da carreira dos colaboradores do Grupo DB1 que define as estratégias para atingir metas e objetivos profissionais na empresa.

· Avaliação de Desempenho – a evolução é acompanhada de perto junto ao gestor da área por meio do Plano de Desenvolvimento Individual e da Análise de Desempenho, que ocorre semestralmente.

· Cultura de Feedback – treinamento e vivência que favorece o ambiente de crescimento mútuo por meio de feedbacks técnicos e de conduta entre os próprios colaboradores.

O Grupo DB1 oferece remuneração compatível com o mercado, pacote atraente de benefícios, um ambiente com metas desafiadoras, além de possibilitar que o colaborador atue em projetos de grande porte, e contar com a ajuda da empresa para colocar em prática projetos inovadores. A infraestrutura também é um diferencial, com um espaço para descanso, a Sala da Descompressão, com café, chá e frutas disponíveis o dia todo. Para detalhes sobre as vagas disponíveis e envio de currículo, basta acessar https://vagasdb1.recruiterbox.com/

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Marca esportiva ASICS promove programa de desenvolvimento de startups

Em japonês, Tenkan-Ten significa “Tipping Point” ou “Ponto de Virada”. A marca esportiva ASICS escolheu esse nome para o programa de aceleração de startups relacionadas a esporte e bem-estar que chega a sua segunda edição. Até o dia 9 de junho, a empresa abre vagas para participação do projeto de aceleração que pretende ser um “catalisador de crescimento e promoção do desenvolvimento” de startups nas áreas correlacionadas a marca.

Com uma ideia central focada em inovação e na filosofia Anima Sana In Corpore Sano (mente sã em corpo são), o programa de aceleração dará aos participantes acesso aos executivos da empresa e a mentores da indústria, contando também com o apoio da IESE Business School, em Barcelona.

Cada startup participante será conectada a uma rede global de distribuidores, investidores, fundos de capital de risco e especialistas do setor. O programa pretende treinar os participantes no desenvolvimento de liderança e, oferece também, promoção de saúde – tanto física, como mental – incluindo sessões de treino pessoal, coaching e psicologia, bem como um planning nutricional, acesso ao ginásio e instalações esportivas ASICS.

No programa anterior, cinco startups de todo o mundo participaram do Tenkan-Ten, com propostas de negócios que incluíam tecidos inteligentes, apps que capturam o movimento e inteligência artificial. “O programa visa levar os participantes ao próximo nível como startup, pensando em estratégia de negócios visando crescimento, assim como o desenvolvimento de habilidades de gestão de equipes”, conta Constanza Novillo, Head de Marketing da ASICS Latam.

O programa Tenkan-Ten é recomendado para qualquer empresa em fase de crescimento que busca, dentro da filosofia da ASICS, incluir considerações sociais e ambientais em todas as decisões de negócio. O objetivo é de trabalhar também com parceiros que compartilham o mesmo compromisso com uma indústria sustentável e justa ligada a artigos esportivos.

Serão 4 meses intensivos de formação, com início dia 13 de setembro de 2019 na ASICS Innovation Hub em Barcelona, e na recém inaugurada sede da ASICS EMEA, em Amsterdam. As startups selecionadas vão contar com um apoio de 30 mil euros e acesso a executivos da empresa e mentores altamente qualificados, como Sébastien Lefebvre, ex-diretor de crescimento do Twitter, entre muitos outros. Como parte final do programa, as startups fazem um Demo Tour no começo de fevereiro 2020 para cidades como Berlim, Paris, Londres e Barcelona. As candidaturas ao programa Tenkan-Ten podem ser feitas no site oficial até o dia 09 de junho.

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Resource apresenta soluções inteligentes para o mercado financeiro no CIAB 2019

A Resource, multinacional focada na entrega de transformação digital, anuncia sua participação no CIAB FEBRABAN 2019, principal evento de tecnologia da informação para o setor financeiro. Durante o congresso, a empresa apresentará soluções de seu amplo portfólio voltado para o segmento financeiro, envolvendo RPA, Analytics, SAP S/4HANA Cloud, SMP, Agile, Big Data, Machine Learning, Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (IA), User Experience (UE), Customer Experience (CX) e outras tecnologias e conceitos emergentes aplicados a meios de pagamento, infraestrutura end-to-end especializada em Financial Services e sistemas de parametrização, entre outras ofertas baseadas em abordagens estratégicas.

Considerado o maior congresso de Tecnologia da Informação (TI) para o setor financeiro da América Latina, o CIAB 2019 será realizado de 11 a 13 de junho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Nesta edição, sob o tema “Conectado com o Cliente. Contribuindo para a Sociedade”, o evento contará com debates e demonstrações sobre os processos de inovação no qual as empresas fazem uso da tecnologia para melhorar seus desempenhos, aumentar o alcance e garantir resultados melhores.

Durante o evento, a Resource apresentará cases de transformação digital desenvolvidos com as principais instituições do segmento financeiro do País. Nessas ações, a atuação da Resource é sempre realizada por meio de abordagens estratégicas e modelos consultivos, com foco em mudanças que agregam valor real ao modelo de negócio dos clientes e conforme suas necessidades específicas. Dessa forma, a Resource projeta caminhos inovadores capazes de gerar mudanças rápidas e com resultados consistentes para as companhias.

Entre os cases para o segmento financeiro, a Resource destaca a implementação de uma nova plataforma integrada de gestão empresarial – ERP da SAP, na TecBan, empresa que administra o Banco24Horas, para suportar o seu atual processo de melhoria continua, de forma mais rápida, estável e segura. Desenvolvido por uma equipe multidisciplinar, que envolveu a participação de 20 áreas e mais de 100 profissionais, o projeto promoveu a integração do novo ERP SAP em Hana (base de dados in-Memory) aos 29 sistemas já existentes dentro da operação da TecBan.

Outro projeto da Resource para o segmento foi o desenvolvimento da plataforma Única, novo sistema de pagamento eletrônico para o Tribanco, unidade de serviços financeiros do Grupo Martins, uma das mais importantes empresas brasileiras de distribuição. A solução realiza operações de pagamento e adquirência (processo de credenciamento e habilitação de lojistas para a realização de transações feitas com cartões de crédito e débito) para atender redes varejistas clientes do Grupo em todo o País. A multinacional foi responsável pela construção de uma arquitetura especialmente preparada para gerenciar um alto volume de transações de forma rápida, precisa e segura, usando as tecnologias e ferramentas mais modernas do mercado.

Destaque também para a implementação de uma nova plataforma integrada de gestão empresarial (ERP) para uma importante entidade sem fins lucrativos que administra os planos de previdência dos empregados e aposentados de uma companhia hidroelétrica do Nordeste. Desenvolvido com soluções em Nuvem da SAP, o projeto tem como objetivo aperfeiçoar a gestão integrada e aprimorar os processos contábeis, de gestão de riscos e de análises financeiras da fundação. A companhia utilizou uma série de soluções modernas e inteligentes, como o ERP Cloud da SAP (S/4HANA Cloud), o SAP Analytics Cloud Planning (Plataforma Cloud de Analytics e Planejamento) e o TaxServices (serviços fiscais em Cloud). Esse é o primeiro projeto de SAP S/4HANA Cloud e SAP Analytics Cloud totalmente conduzido por um parceiro SAP no Brasil utilizando a cloud pública da companhia, incluindo as etapas de arquitetura, implementação e suporte.

No final do ano passado, a companhia obteve a certificação de Desenvolvedor Corda, destinada a profissionais com conhecimento técnico avançado no desenvolvimento de aplicações na plataforma de blockchain Corda. Com a novidade, a companhia se torna uma das poucas empresas no Brasil a contar com certificado nessa competência. O documento é emitido pela R3, empresa de software empresarial que desenvolve a plataforma de blockchain Corda e a única organização a conceder esse tipo de validação.

A multinacional destacará ainda seu amplo portfólio de soluções baseadas em tecnologia digital e desenvolvidas especialmente para tornar os clientes empresariais mais eficientes, inovadores e competitivos. “Iremos apresentar como a transformação digital pode simplificar processos, agilizar as decisões, reduzir os custos e aumentar a eficiência operacional das empresas”, afirma Fabiana Batistela, Vice-Presidente de Marketing, Inovação e Capital Humano da Resource.

Com quase 30 anos no mercado – mais de 25 deles atuando no segmento financeiro -, a Resource antecipa tendências para o setor e oferece serviços end-to-end, ou seja, atuando desde a consultoria até a entrega do produto. Boa parte do faturamento da companhia é impulsionada por bancos, que buscam a inovação de forma constante e em um ritmo acelerado.

“Oferecemos um portfólio de tecnologias disruptivas e que estará sendo demonstrado no CIAB FEBRABAN, evento que conta com um público altamente qualificado, formado por executivos do setor financeiro das áreas de tecnologia, canais, pesquisa, inovação tecnológica, riscos, segurança da informação, meios de pagamento, serviços bancários, seguros, entre outros que frequentam os três dias do congresso e da exposição”, diz a executiva.

Novo reposicionamento de marca

No estande da Resource, o público poderá conhecer melhor as características e vantagens das soluções para o mercado financeiro e também da nova identidade visual da multinacional. “O reposicionamento da marca e a nova identidade visual são iniciativas que nos colocam em sintonia com o atual momento de inovação. Estamos reforçando nosso portfólio de serviços para ampliar a atuação da companhia em setores estratégicos e intensificar as parcerias com os principais fabricantes globais”, explica a Vice-Presidente de Marketing, Inovação e Capital Humano da Resource.

Dados do mercado nacional

A Resource está explorando as tecnologias mais modernas do mundo para oferecer a seus clientes soluções diferenciadas. A empresa destaca, por exemplo, o crescimento do segmento mobile. Segundo dados da FEBRABAN, o número de transações bancárias feitas pelo celular em 2018 cresceu 24%, em relação ao ano anterior, e os aplicativos dos bancos tornaram-se o canal preferido dos brasileiros para fazer pagamento de contas, transferências de dinheiro e outras transações financeiras. Hoje, de cada 10 transações, com ou sem movimentação financeira, seis são feitas por meios digitais – celular ou computador.

O estudo revela que os gastos com tecnologia bancária, incluindo despesas e investimentos, continuaram consistentes e somaram R$ 19,6 bilhões no ano passado, um crescimento de 3% em comparação a 2018. Desse total, R$ 10 bilhões foram destinados a aplicações de software, reforçando o foco das instituições bancárias no desenvolvimento de novas funcionalidades em serviços e produtos dos bancos.

Quando perguntados sobre os investimentos prioritários previstos para os próximos anos, os bancos revelam que o setor tende a usar cada vez mais a inteligência de dados em suas operações: 80% dizem planejar investimentos em Big Data/Analytics; e 73% investirão em Inteligência Artificial e computação cognitiva. O setor bancário é, junto com o governo, o que mais investe em tecnologia no Brasil.

CIAB FEBRABAN 2019

Quando: de 11 a 13 de junho, das 10h às 19h

Local: Transamérica Expo Center

Informações: https://ciab.com.br/pt/informacoes

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Comportamento profissional é principal motivo da baixa produtividade brasileira

Por Erika Linhares

A produtividade da força de trabalho no Brasil não é novidade, está muito aquém da observada nas principais economias globais. Um levantamento feito pela Fecomercio-SP e divulgado em março deste ano mostrou que um trabalhador brasileiro leva uma hora para fazer o mesmo produto ou serviço que um norte-americano consegue realizar em 15 minutos e um alemão em 20 minutos.

Em geração de riqueza, isso significa que produzimos em uma hora o equivalente a US$ 16,75, enquanto os Estados Unidos produzem US$ 67 nos mesmos 60 minutos. Para fazer essa comparação de produtividade entre os países, os especialistas analisam fatores como capital físico, humano, financeiro, burocracia e acesso à tecnologia. Porém, há um aspecto por vezes menos tangível, mas com profundo impacto sobre a produtividade das companhias e, consequentemente, de um país: o comportamento dos colaboradores.

Em mais de 20 anos de vida corporativa tenho observado com frequência organizações muito dedicadas ao cliente e pouco dedicadas a quem entrega soluções ao cliente, os seus funcionários. São, em geral, empresas que buscam oferecer produtos e serviços dinâmicos, inovadores e competitivos. Para conseguir isso, têm estratégias focadas na satisfação do consumidor e, na hora de contratar, na grade curricular e nas experiências do candidato. No entanto, o comportamento do profissional quase nunca entra na equação de sucesso da companhia.

Boas universidades, idiomas e experiência não são sinônimo de produtividade e entrega, mas comportamento sim. As pessoas que progridem em suas vidas pessoal e profissional não tiveram necessariamente as mesmas oportunidades e o mesmo estudo, mas têm o mesmo tipo de comportamento: um mindset progressivo. Por isso, mais importante do que o perfil de um colaborador é desenvolver seu comportamento corporativo, progredindo de um mindset fixo para um mindset progressivo, ou seja, um profissional que encara problemas como desafios, se autorresponsabiliza e é independente.

Normalmente isso funciona como uma pirâmide dentro de uma empresa: 10% não querem mudar e não há como educá-los de forma diferente; 20% já nascem com um mindset progressivo e não precisam de ajuda; e os outros 70% são aqueles profissionais que ainda tem o mindset fixo, mas podem ser educados comportamentalmente. Os benefícios dessa mudança estão muito além da produtividade, trazendo ainda mais leveza para funcionários que, por vezes, não sabem o que os impede de progredir e encontrar felicidade profissional.

A capacidade produtiva de um país é central para o crescimento das organizações e não pode ser um fator que impede as companhias de crescerem. Não são governos que progridem países, mas empresas e colaboradores que inovam, geram postos de trabalho e fazem a economia girar.

As organizações precisam se interessar genuinamente pela evolução do modelo mental de suas equipes. Pessoas com um mindset fixo não prosperam! O estudo é muito importante, mas sem atitude é desperdício! Transformar o comportamento torna os profissionais mais práticos e felizes e, logo, mais engajados e produtivos.

A educação comportamental leva as pessoas a pensarem e serem autônomas, a técnica puramente as transformam em robôs esperando manutenção!

Erika Linhares, fundadora da B-Have, empresa que oferece mentoria especializada em mudança de comportamento humano nas empresas.

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Em seu primeiro evento no Brasil, Automation Anywhere anuncia parceria com a TOTVS

A Automation Anywhere®, líder mundial em robotic processs automation (automação robótica de processos ou RPA, na sigla em inglês), realizou seu primeiro evento no Brasil, no Renaissance Hotel, em São Paulo. Na ocasião, batizada “Digital Workforce Summit”, foi abordada a crescente Transformação Digital nas empresas, por meio de bots de software, para mais de mais de 600 pessoas, entre parceiros e clientes. Além disso, a companhia anunciou parceria com a TOTVS, multinacional brasileira líder no desenvolvimento de soluções de negócios no mercado brasileiro.

Ao comentar a novidade, Weslyeh Mohriak, Country Director da empresa no Brasil, disse que o País é um mercado-chave para os negócios, pois demonstra alto nível de aceitação da automação. “Com a aliança, será possível expandirmos nossa atuação local ao fazer com que mais empresas tenham acesso a soluções que melhoram a sua eficiência e lucratividade, além de liberarem profissionais humanos para atividades de maior valor agregado e deixarem as tarefas repetitivas a cargo de bots”, afirma o executivo.

Entre os destaques do evento, houve também a palestra de Ankur Kothari, um dos co-fundadores da companhia, que falou sobre a trajetória de empreendedorismo e visão da organização, que planeja quadruplicar seus negócios no Brasil em 2019. Além disso, foram apresentados cases de sucesso de alguns dos clientes da empresa, como os da CPFL, Banco Votorantim e Unilever. “Estamos muito felizes com os 100 clientes que conquistamos em um ano de atuação no país e de ver que eles já colhem frutos relacionados a maior produtividade, agilidade e redução de erros operacionais”, destaca Mohriak.

O time de produto da Automation Anywhere também falou sobre as inovações e o roadmap para o mercado local, e uma sessão de Build a Bot usando Inteligência Artificial foi oferecida para que os presentes tivessem a oportunidade de construir seu próprio robô, sem precisar de linhas de desenvolvimento ou ser um desenvolvedor. “A inovadora tecnologia da Automation Anywhere empodera pessoas e oferece soluções com interfaces gráficas, o que torna mais rápido e fácil a criação e uso de robôs por áreas de negócios – e não necessariamente por times que têm alto conhecimento de tecnologia”, ressalta Mohriak. O evento contou, ainda, com a presença de Edmundo Costa, vice-presidente da empresa para a América Latina, responsável por garantir a expansão bem-sucedida da organização de vendas.

A parceria anunciada, realizada no modelo OEM, possibilita a venda exclusiva dos bots no Brasil, integrados aos softwares da TOTVS. Por meio da força e capilaridade da rede de distribuição da líder nacional em ERP (do inglês Enterprise Resource Planning, ou Planejamento dos Recursos da Empresa), responsável pela venda e implantação em mais de 30 mil clientes, a expertise de RPA da Automation Anywhere passará a fazer parte dos sistemas de gestão mais utilizados no País. “Possuímos uma grande capacidade de levar tecnologia de ponta de forma acessível a empresas dos mais diversos portes e segmentos. Ao incorporarmos rotinas inteligentes ao nosso portfólio, entregaremos uma gestão de negócios mais digital e eficiente a essas empresas”, explica Juliano Tubino, vice-presidente de negócios da TOTVS.

Fundada nos Estados Unidos em 2003, a Automation Anywhere oferece uma plataforma de RPA combinada à Inteligência Artificial (IA) que permite liberar humanos para atividades mais estratégicas, ao passo que tarefas repetitivas ficam a cargo de robôs com capacidade de machine learning. Presente no Brasil desde maio de 2018, por meio do parceiro Smartforce, a companhia anunciou no final de março seu primeiro escritório no Brasil, em Alphaville, São Paulo, que já conta com 50 pessoas.

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A complexa relação entre a matriz tributária e o setor de TI

Por Manoel Antonio dos Santos

Numa tarde dessas, na sede da ABES – entidade representativa do setor de software e serviços complementares –, enquanto conversávamos sobre amenidades e saboreávamos um café com bolo, ouvi uma frase sintomática de um empresário do setor de TI que estava entre nós: “Manoel, estou impressionado! Todos os meus amigos do setor de TI estão ‘enrolados’ e com patrimônio pessoal em risco, por conta de conflitos tributários envolvendo suas empresas!”, disse o empresário.

No entanto, esses conflitos não são um privilégio do nosso setor. O setor químico-farmacêutico, a agroindústria, o mercado financeiro, as mineradoras, todos têm os seus fantasmas tributários para administrar. Um ambiente desse tipo é terreno fértil para os escritórios de advocacia e para as Big Four, nomenclatura utilizada para se referir às quatro maiores empresas contábeis especializadas em auditoria e consultoria do mundo (EY, PwC, Deloitte e KPMG).

Presto consultoria jurídica para outra empresa distribuidora de software, fundada há mais de trinta anos, que não possui atraso algum no recolhimento de tributos e contribuições previdenciárias. O lucro apurado em 2018 foi superior a 60% do patrimônio líquido. A pedidos de um investidor interessado em adquiri-la, a empresa acaba de passar por um processo de due diligence, serviço confiado à uma dessas companhias de auditoria e consultoria que atuam no mundo todo.

Foi desesperador o quadro apresentado no relatório final do Tax Audit e os montantes dos riscos estimados ali apontados pela empresa contábil. De acordo com a auditoria, se confirmado o risco tributário estimado, o investidor iria consumir o lucro anual de 13 anos para se recuperar das perdas. É provável que os auditores tenham superestimado os riscos encontrados. No entanto, é fato que o relatório da empresa de auditoria continha erros inadmissíveis para esse tipo de trabalho.

Essas falhas devem ser creditadas principalmente às dificuldades de compreender a complexidade da matriz tributária suportada pelo setor de TI. Mesmo as empresas especializadas em auditoria e consultoria contábil/fiscal não conhecem com detalhes as modalidades, bases de cálculo e forma de apuração dos tributos pagos sobre as receitas dessas empresas.

Para mitigar esses riscos (e os custos deles resultantes) os empresários, particularmente aqueles do setor de TI, canalizaram sua esperança numa possível reforma Tributária e, finalmente, o Congresso Nacional tem se movimentado nessa direção.

Porém, ao que parece, mais uma vez as expectativas vão se esvair. O projeto defendido pelo Deputado Luiz Carlos Hauly pouco ultrapassa a barreira de uma singela Carta de Princípios. Já a proposta de Emenda Constitucional n. º 45 (PEC-45), encabeçada pelo Deputado Baleia Rossi (Luiz Felipe Baleia Tenuto Rossi) e outros, propõe um sistema complexo em si mesmo e acrescenta à Constituição um novo artigo, 152-A, propondo que:

1) “Lei complementar instituirá imposto sobre bens e serviços, que será uniforme em todo o território nacional, cabendo à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios exercer sua competência exclusivamente por meio da alteração de suas alíquotas.

2) O imposto incidirá sobre bens; sobre serviços; sobre os intangíveis; sobre a cessão de direitos; sobre o licenciamento de direitos; e até mesmo sobre a locação de bens; sobre as importações de bens, tangíveis e intangíveis, serviços e direitos;

3) Será não-cumulativo, compensando-se o imposto devido em cada operação com aquele incidente nas etapas anteriores;

4) Terá alíquota uniforme para todos os bens, tangíveis e intangíveis, serviços e direitos, podendo variar entre Estados, Distrito Federal e Municípios.

5) A alíquota do imposto aplicável a cada operação será formada pela soma das alíquotas fixadas pela União, pelos Estados ou Distrito Federal e pelos Municípios;

6) Nas operações interestaduais e intermunicipais, incidirá a alíquota definida pelo Estado, DF ou Município de destino e o imposto pertencerá ao Estado, ou DF ou Município de destino.

7) Os débitos e créditos serão escriturados por estabelecimento e o imposto será apurado e pago de forma centralizada.

8) A receita do imposto será distribuída entre a União, os Estados, o DF e os Municípios proporcionalmente ao saldo líquido entre débitos e créditos do imposto atribuível a cada ente.

Uma rápida leitura da proposta acima sumarizada revela que, além de instituir um imposto que terá alíquota muito elevada (percentual suficiente para abrigar os impostos que serão recolhidos para a União, para os Estados e para os Municípios), o novo tributo alcançará atividades que hoje estão fora da esfera tributária.

Ademais, a PEC sugere que seja incluído um novo inciso III ao artigo 154 da Constituição Federal, autorizando a criação de novos impostos seletivos, com finalidade extrafiscal, destinados a desestimular o consumo de determinados bens, serviços ou direitos. Diante desse cenário, entendemos que, ainda que venha a ser aprovada PEC 45/2019, os conflitos tributários atuais irão desparecer apenas para ceder espaço para outras discussões.

Manoel Antonio dos Santos, diretor jurídico da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software)

Setor de TI ignora crise, gerando receita e empregos aponta estudo da Softex

O Observatório Softex está divulgando as conclusões de seu novo estudo “Overview do setor brasileiro de Tecnologia da Informação nos últimos dez anos”, que traça a evolução da atividade em relação a indicadores da economia, principalmente o PIB, e do mercado de trabalho. Além de trazer uma caracterização do segmento, foram apuradas a receita líquida das empresas do setor e a participação na pauta de exportação de serviços.

Realizado com o apoio da Secretaria de Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) o levantamento utilizou dados oficiais, incluindo informações disponíveis na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), Pesquisa Anual de Serviços (PAS) do IBGE, IPEA Data e Siscoserv – Estatísticas do Comércio Exterior de Serviços do Ministério da Economia.

A receita operacional líquida no período 2007-2016 evoluiu em cerca de 70% em termos reais, inclusive em 2009, 2012 e 2014, anos de queda do PIB. Nos últimos três anos, ela permaneceu praticamente estável, em torno dos R$ 200 bilhões.

Do ponto de vista da demanda e da geração de emprego, o levantamento da Softex apontou para um crescimento de profissionais empregados nas atividades de desenvolvimento customizáveis e sob encomenda, o que reflete uma demanda do mercado nacional por necessidades mais personalizadas em relação aos serviços de TI. Já tratamento de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na internet mostraram uma tendência de retração na contratação de profissionais, especialmente a partir de 2015.

“Ao analisarmos o comportamento do emprego formal no Brasil como um todo notamos que a taxa média de crescimento do emprego formal em TI nesse período (5,7%) foi bem superior à média do PIB brasileiro (1,7%) e mais do que o dobro do crescimento médio dos empregos formais na economia de maneira geral. Isso significa que apesar do cenário de retração econômica, a empregabilidade e o dinamismo do segmento de TI se mantiveram”, destaca Ruben Delgado, Presidente da Softex.

O estudo identificou que 95% das empresas desse setor são micro ou pequenas, mas que as companhias de grande porte são as que mais empregam formalmente, respondendo por 55% da força de trabalho contra 34% das micro e pequenas, que respondem por 139 mil vínculos. Além das ocupações de TI, como analistas de sistemas e técnicos de programação, as áreas administrativas, de marketing e vendas são as que mais empregam profissionais.

Outro dado interessante é que os 415.166 profissionais empregados na área representam apenas 2,5% do total de empregados no setor de serviços, o que mostra espaço para sua ampliação. Esse fato, aliado à resiliência do setor, aponta para a importância de políticas públicas que visem impulsionar iniciativas de TI, tanto do ponto de vista da geração de empregos como do desenvolvimento empresarial e do ecossistema como um todo.

Para Paulo Alvim, secretário de Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), “radiografias como essa apontam a importância da contribuição do setor de TI para a economia brasileira – tanto como gerador de empregos como de receitas – confirmando o acerto do Governo Federal em priorizar a tecnologia da informação quando da construção das políticas públicas”.

Em relação à participação da TI nas exportações de serviços no Brasil, dados do Ministério da Economia apontam que em 2017 o setor exportou pouco mais de US$ 2 bilhões, o equivalente a 7,05% do total de serviços exportados pelo país no ano. E em relação a todos os serviços empresariais e de produção exportados, TI contribuiu com 17%.

“O estudo evidencia o vigor da Tecnologia de Informação e por isso há espaço para continuar crescendo. Investir nele desponta como alternativa à estagnação econômica. Assim, consolidar o setor de TI constitui, na verdade, uma estratégia para o desenvolvimento do Brasil”, complementa Ruben Delgado.

O estudo “Overview do setor brasileiro de Tecnologia da Informação nos últimos dez anos” está disponível para consulta gratuita em sua versão completa no endereço www.softex.br/inteligencia/

Prever o potencial dos profissionais é a tendência para o setor de Recursos Humanos

Por Marcelo Souza

Neste mundo cada vez mais ágil e disruptivo, contar com equipes compostas por indivíduos com capacidades cognitivas variadas é a forma de ter uma empresa mais competitiva no mercado.

Quando falamos de capacidade cognitiva nos referimos a várias habilidades que as pessoas têm ou podem desenvolver ao longo da vida, entre elas: facilidade na aprendizagem, agilidade na solução de problemas, rapidez de raciocínio e aptidão para lidar com a ambiguidade.

Tanto a experiência quanto o potencial de aprendizagem são fatores importantes para que as pessoas desenvolvam a capacidade cognitiva, que permite a adaptação às mudanças rápidas e à complexidade do cenário atual.

Atualmente, o grande desafio das empresas, em especial dos profissionais de RH, é escolher não só os melhores talentos para as organizações, mas aqueles com capacidade de se adaptar e prosperar no cenário de mudanças rápidas.

Com isso, os RHs passam a ter uma atuação mais estratégica dentro das empresas, já que os CEOs e líderes confiam neles para indicar os melhores perfis de profissionais, principalmente aqueles com capacidade de resolver os problemas e questões importantes antes que se tornem desafios intransponíveis, que vão demandar a intervenção da alta liderança.

Além da capacidade de antever e solucionar problemas, os funcionários de hoje devem ser ágeis o suficiente para aprender e adotar novas tecnologias praticamente da noite para o dia, aproveitando todos os recursos tecnológicos disponíveis para criar valor para a organização e também para seus clientes.

Porém, identificar ou prever essas habilidades não é tarefa simples. E sem o apoio das ferramentas desenvolvidas para esse fim, isso torna-se quase que uma missão impossível, ainda mais se considerarmos que algumas ferramentas identificam poucos traços psicológicos, como inteligência e ambição. Mas as empresas precisam saber muito mais do que isso no momento de contratar ou promover um profissional.

Ao conhecer todo o potencial das pessoas para novas aprendizagens e de que forma elas vão lidar com os desafios empresariais que surgem inesperadamente, as empresas são capazes de designar aos profissionais funções que se encaixam perfeitamente em suas habilidades. Isso traz impactos positivos em todo o processo, resultando em equipes mais satisfeitas, engajadas e estáveis.

Conseguir descobrir a combinação certa de habilidades cognitivas entre integrantes de uma equipe – seja ela formada por novos profissionais e também por aqueles que já estão na empresa – é o grande desafio da área de Recursos Humanos.

Para atender essa demanda, atualmente existem avaliações que fornecem todas as respostas necessárias para a correta tomada de decisão, e a Avaliação de Inteligência Geral (GIA) é uma delas.

Por meio do GIA é possível prever de forma precisa o tempo que alguém levará para lidar com uma nova atividade ou função, habilidade, processo etc. A avaliação mede o potencial exato das pessoas, apontando sua capacidade de se desenvolver e crescer profissionalmente, em vez de focar exclusivamente nos conhecimentos existentes.

O GIA engloba cinco testes de habilidades cognitivas simples: lógica, velocidade de percepção, cálculo e precisão, significado de palavras e visualização espacial. Ao avaliar os recursos de um indivíduo nessas cinco áreas, você poderá agir de forma a manter as pessoas engajadas no trabalho, destinando a elas funções que desafiam e estimulam os pontos fortes que têm.

E uma vez que os RHs tenham acertado essa combinação de profissionais com diferentes capacidades em seus processos de gestão de pessoas e talentos, eles estarão de fato apoiando suas organizações a prosperar até mesmo, e principalmente, nos momentos de crises e grandes desafios.

Para saber mais sobre com prever o potencial dos profissionais, acesse o whitepaper da Thomas International Brasil em: bit.ly/Thomas_Predicting

Marcelo Souza, CEO do Grupo Soulan, que é referência no mercado de RH, e Country Manager da Thomas International no Brasil.

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