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5 passos para eliminar distrações

Ter foco é um dos grandes desafios da vida moderna. Diariamente, as pessoas lidam com muitas distrações, que as deixam menos produtivas. Com as várias mensagens no grupo do WhatsApp e constantes notificações no Facebook, fica difícil se concentrar nas tarefas diárias. Segundo Paulo Vieira, master coach e fundador da Febracis, é preciso concentrar-se em um ponto de cada vez para alcançarmos realizações rápidas.

Em seu livro, “O Poder da Ação”, o autor orienta os profissionais a como administrar seu tempo e focar em diferentes áreas, tanto na vida profissional como na pessoal. A partir da metodologia Coaching Integral Sistêmico (CIS), o especialista busca melhorar a qualidade de vida das pessoas. “Acreditamos que devemos e podemos, primeiramente, equilibrar e, depois, potencializar a vida em todas as suas nuances. Acreditamos na essência da abundância, que diz que para ser feliz em uma área não precisamos ser infelizes em outra”, diz.

Para quem vive brigando com o relógio, Vieira recomenda cinco passos para eliminar as distrações e alcançar maior produtividade. Confira!

Saiba o que te distrai

Facebook, WhatsApp, telenovelas e jogos de internet. Estes são alguns fatores típicos de distração. De acordo com o especialista, é importante identificar quais são os elementos que desviam o nosso foco. Algumas pessoas decidem que vão fazer uma atividade física, por exemplo, mas logo desistem para ficar em casa assistindo à televisão.

Para focar em uma atividade específica, é preciso ter maturidade emocional. “Pessoas imaturas começam e logo perdem a perspectiva do que de fato importa fazer ou conquistar”, afirma Vieira.

Tenha um foco estratégico

Nosso tempo é valioso e as distrações acabam impedindo as pessoas de se dedicarem a atividades realmente importantes. Segundo o coach, se o profissional reservasse uma hora do dia para estudar sobre a área que atua, poderia ser promovido uma vez ao ano e receber pelo menos 50% de aumento no salário no mesmo período.

Quando as pessoas eliminam suas distrações, elas conseguem inserir em sua rotina um tempo para aprimorar seus conhecimentos e aumentar sua produtividade.

Administre seu tempo

“Eu nunca tenho tempo”. Esta é uma frase muito comum em nosso dia a dia, principalmente, devido à demanda de trabalho ou mesmo de distrações diárias. O fundador da Febracis diz que é importante criar uma agenda que foque não apenas em tarefas, mas também que melhore o estilo de vida das pessoas.

“Uma gigantesca parcela da população mundial concentra e comprime quase todas as áreas de sua vida em apenas um ou dois dias da semana. E tenta compensar desesperadamente no sábado e domingo tudo o que não viveu e usufruiu nos outros cinco dias”, diz o autor. De acordo com Vieira, a agenda é importante para que as pessoas não percam o foco em reservar um tempo com a família, amigos ou mesmo cuidar da saúde.

Estabeleça barreiras entre você e suas distrações

Para ter foco, é preciso se esquivar de algumas distrações comuns. Se você quer aproveitar melhor o seu tempo, desative as notificações do seu celular e retire as redes sociais dos seus favoritos.

Existem alguns aplicativos para bloquear o acesso a redes sociais ou outras redes por um tempo determinado. Entre eles estão: Self-Control, Anti-Social e StayFocusd.

Tenha um foco consistente

Muitas pessoas possuem dificuldades de se manter focadas em suas metas e objetivos e são levadas por qualquer tipo de influência. “Ter o foco consistente é manter-se focado no seu alvo sem abrir mão dele por nenhuma distração ou tentação”, afirma o autor. É possível ter metas diferentes, no entanto é importante sempre ver com clareza seus objetivos. “Como a mente humana pode produzir mudanças comportamentais se não há consistência no alvo?”, diz.

Gartner prevê que 25% dos profissionais usarão diariamente assistentes virtuais empresariais até 2021

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia que o uso de Assistentes Virtuais (VA) no local de trabalho está crescendo. De acordo com pesquisa Gartner, até 2021, 25% dos profissionais usarão diariamente assistentes virtuais empresariais para colaboradores (VEA – Virtual Employee Assistant, em inglês ). Em 2019, esse número será menor do que 2%.

O setor de atendimento a clientes foi o campo de entrada para muitos usuários em relação aos assistentes virtuais. Mas, com a democratização da Inteligência Artificial (IA) e o desenvolvimento de interfaces de conversação mais precisas e inteligentes, diferentes tipos de plataformas estão surgindo, com destaque para os assistentes virtuais pessoais (VPA) e assistentes virtuais para clientes (VCA), além dos sistemas de VEA.

“Estimamos que os assistentes virtuais específicos para colaboradores sejam usados por um número crescente de organizações nos próximos três anos”, diz Annette Jump, Diretora Sênior do Gartner. “Indústrias como a de seguros e serviços financeiros estão demonstrando forte interesse em utilizar soluções de VEA internamente. Também presenciamos a utilização desse tipo de tecnologia em consultas de TI, atendimento ao cliente e para informações”.

Os exemplos incluem o desenvolvimento de plataformas como o Alexa for Business, da Amazon, que ajuda os funcionários a delegar tarefas como o agendamento de reuniões e de operações de logística; e o MIKA, da Nokia, dedicado a ajudar os engenheiros a encontrarem respostas enquanto realizam tarefas complexas ou diagnosticam problemas. “Em última análise, os assistentes virtuais empresariais são usados no local de trabalho e os recursos de VEA aumentam a produtividade dos funcionários e promovem o engajamento construtivo”, explica a Diretora.

O mercado mundial de plataformas de conversação – assistentes virtuais e chatbots – inclui atualmente mais de 1.000 fornecedores. Para os próximos dois anos, no entanto, é esperado que a busca por novos recursos provoque uma drástica mudança no panorama dos fornecedores. “Os líderes de TI que desejam implementar uma plataforma de conversação devem determinar os recursos de que precisam a partir de tal plataforma no curto prazo e selecionar um fornecedor com base nisso”, afirma Annette.

Interfaces de voz criadas para empresas se multiplicarão

O Gartner prevê que, até 2023, 25% das interações dos funcionários com aplicativos serão por meio de reconhecimento de voz – muito acima dos 3% previstos para 2019. Embora a maioria dos chatbots e VA ainda seja baseada em sistemas de texto, os serviços de fórum e aprendizagem estão melhorando rapidamente. Como resultado, a implantação de soluções baseadas em voz aumentará.

“Acreditamos que a popularidade dos alto-falantes conectados em casa, como o Amazon Echo, o Apple HomePod e o Google Home, aumentará a pressão sobre as empresas para permitir dispositivos semelhantes no local de trabalho”, diz Van Baker, Vice-Presidente do Gartner. “Apesar de ainda existirem limitações no tipo de uso que esses dispositivos podem desempenhar atualmente, é esperado que o engajamento e a procura dos funcionários em relação a essas tecnologias possam expandir a presença e as possibilidades de ações com esses equipamentos à medida que os recursos melhorarem”, explica.

O Gartner estima que os gastos de consumidores e empresas em equipamentos de assistência virtual superarão US$ 3,5 bilhões em 2021.

Um exemplo recente da integração de alto-falantes de VPA no mercado é a parceria da Amazon com a rede Marriott. Atualmente, os hotéis da companhia usam o Echo VAs, alto-falante com sistema Alexa, para auxiliar nos procedimentos de checkout de clientes e no gerenciamento das comodidades dos quartos.

No setor de saúde, os diagnósticos remotos e os aplicativos para cuidados de idosos serão ativados por sistemas pessoais de assistência virtual. Alguns, inclusive, já estão sendo testados. “A tecnologia de voz também está sendo usada por médicos para documentar dados de pacientes dentro de registros eletrônicos de saúde”, explica Baker. “As soluções de reconhecimento de voz também podem ser usadas para fazer pedidos de testes e medicamentos, o que economizará tempo. Sem dúvida, outras empresas trarão interações de voz com aplicativos para o cenário clínico, de modo que os recursos de fala se tornem rapidamente o padrão utilizado pela maioria dos aplicativos de saúde”.

As interfaces de voz liberam os profissionais de terem que usar um mouse e teclado ao interagir com aplicativos de negócios. Essa liberdade pode beneficiar muito os gestores e líderes empresariais. “Permitir a interação de voz com aplicativos aumentará a facilidade digital dos colaboradores que têm acesso a eles”, diz Baker.

Original lança funcionalidade de autenticação de transações por reconhecimento facial

O Original, primeiro banco no Brasil a proporcionar abertura de conta corrente 100% digital, disponibiliza para seus clientes o Liveness, funcionalidade de autenticação por reconhecimento facial. Agora, o cliente Original também consegue efetivar operações validando suas informações por meio dessa tecnologia diretamente pelo celular.

Com a nova ferramenta, os clientes do Original além do call-back, processo este já comum no mercado, terão a comodidade de usar a validação das mudanças cadastrais e transações por meio do reconhedimento facial, este processo ocorre com movimentos básicos e aleatorios solicitados pelo aplicativo para efetivar a operação.

A funcionalidade do Liveness está disponível desde novembro para todos os clientes do Banco Original.

“O objetivo do Banco Original é sempre trazer a maior conveniência, simplicidade e segurança para nossos clientes. Com o Liveness, vamos disponibilizar ainda mais comodidade e agilidade nos processos. Além disso, o serviço aumenta consideravelmente a segurança das operações”, afirma Luiz Henrique Guimarães De Freitas, Superintendente Executivo de TI do Banco Original.

Autoconfiança também se veste

O processo de consultoria de imagem tem o objetivo de promover uma transformação que estimula a autoestima e segurança pessoal, sem ditar regras. É assessorar indivíduos ou empresas sobre comunicação não verbal por meio de experiências de autoconhecimento. Ao observar a rotina, os gostos, o estilo de vida, aspirações pessoais e preferências do cliente, a profissional monta um esquema de trabalho visando trazer uma harmonia visual para a pessoa, com o intuído de alinhar o que a pessoa deseja transmitir com o que está sendo comunicado ao mundo. É importante que o cliente continue se reconhecendo nessa nova fase, portanto, respeitar o estilo pessoal dele, estimulando o empoderamento e aprimoramento dessa personalidade, é imprescindível.

Essa mudança traz consigo um aumento na autoconfiança e na autoestima. Segundo o levantamento da Lais Machado Consultoria de Imagem e Estilo, a partir de uma base de dados alimentada com as mais de 1.000 horas de atendimento, esse aumento é de 40,6%. O processo oferecido é essencial para o diferencial no mundo corporativo, já que não há como transmitir credibilidade sem autoconfiança.

A imagem do profissional é um elemento relevante na cultura das empresas e também contribui na evolução da carreira. No mercado de trabalho, causar uma boa impressão sempre conta pontos. A consultoria alinha as individualidades das profissionais com o perfil da empresa e o “dresscode” (conjunto de regras escritas e, mais frequentemente, não escritas com relação a roupas adequadas para determinado ambiente) formal ou informal. O trabalho é realizado em cima do conceito de “imagem” versus “influência”. A “imagem” é como o meio percebe o profissional, passando pela sensação de poder (estar confortável no ambiente) até estar e se fazer presente, gerando “influência”. Advogadas, empresárias e analistas são as profissionais que mais contratam o serviço de consultoria de imagem e estilo, buscando maior confiança na hora de lidar com o público.

Para não errar, deve-se fazer as seguintes perguntas: Qual o perfil da empresa? Ela é mais tradicional? Mais criativa? Mais contemporânea? Temos dois exemplos extremos: bancos e agências de publicidade. O primeiro, com um código formal e, o segundo, com uma liberdade maior para se vestir. Uma das recomendações é justamente de avaliar em qual dos extremos está o ambiente de trabalho antes de fazer as escolhas. Com isso, é perceptível a sensação de se fazer parte de um nicho. No entanto, o bom gosto e sofisticação trazem algo diferente pois fazem parte da personalidade, fazendo com que as profissionais também se destaquem.

Para facilitar o dia a dia, analisar o guarda-roupa e mantê-lo organizado com peças-chave, sem excessos, vale muito. Normalmente, trabalha-se no mínimo cinco dias por semana, então o colaborador vai passar a maior parte do seu tempo em atividades profissionais. Assim, 70% das roupas devem ser voltadas para o trabalho, 15% para o lazer, 10% para ficar em casa e 5% para a vida noturna. A maioria das pessoas gasta muita energia fazendo o movimento contrário.

A iniciativa de mudança pode partir do profissional, porém as empresas também podem investir nisso para melhorar o rendimento da equipe. No atendimento corporativo, existem programas de treinamento para profissionais do varejo, visando a agregar valor à experiência de compra dos clientes, abordando elementos e técnicas da consultoria de imagem e estilo.

Na consultoria realizada dentro de empresas, trabalha-se no alinhamento de “dresscode”, com objetivo de orientar o visual dos colaboradores para influenciar positivamente a forma com que as empresas são vistas no mercado. Para oferecer uma experiência diferente ao colaborador, pode-se realizar ações de engajamento em datas comemorativas (Dia das Mães, Dia da Mulher e Dia do Trabalho, entre outras), abordando temas que contribuem para desenvolvimento da carreira.

10 fatos que devem agitar o mundo tributário em 2019

Este ano promete muitas mudanças em várias frentes políticas do Brasil. Especulações e confusões, como o aumento do IOF e a redução da alíquota máxima do Imposto de Renda preocupam empresas de todos os portes. O coordenador e professor de programas de MBA da Universidade Positivo nas áreas Tributária, Contabilidade e Controladoria, Marco Pitta, analisa o que de fato deve acontecer no ambiente tributário brasileiro em 2019.

Alguns estados mais pobres, outros mais ricos. O diferencial de alíquota de ICMS tem mudanças importantes para este ano. O chamado DIFAL agora é inteiramente dos estados de destino. Até 2018, parte deles ficava com o estado de origem nas vendas não presenciais (e-commerce).

Mudanças no PIS e COFINS. A decisão foi tomada pelo STF em 2017, mas ainda causa muita polêmica. “O Governo insiste em não entender que o ICMS a ser excluído é o que está na nota fiscal. Resta aguardar e torcer para um novo posicionamento em 2019”, afirma Pitta.

Pequenas mudanças no Simples Nacional. As mudanças em 2018 foram profundas. Para 2019, pequenos ajustes, como a redução de uma das tabelas e o entra e sai de alguns segmentos, mudam a sistemática do Simples.

Prorrogação do REINF. Informações das retenções de tributos federais através do REINF já tiveram início em 2018 para as grandes empresas, mas Pitta adianta que uma nova fase, ainda mais detalhada, está por vir. “Empresas de todos os portes também estão obrigadas em 2019”, destaca.

REFIS nunca mais. Será? Parcelamentos fiscais com anistias estão com os dias contados. Recentemente, o secretário da Fazenda, Marcos Cintra, disse que não haverá mais REFIS. “É pagar para ver”, diz o especialista.

IFRS 16 e seus efeitos tributários. Segundo Pitta, mudanças na forma de contabilização de arrendamentos devem mexer e muito no balanço das empresas brasileiras a partir deste ano. “Possivelmente estas mudanças devem seguir a neutralidade tributária, conforme os últimos pronunciamentos”, acredita.

Tributação dos dividendos. O Brasil, juntamente com a Estônia, é um dos poucos países que não tributam os dividendos. Para Pitta, o cenário de déficit fiscal do Governo e a pressão para entrar na OCDE pode fazer isso mudar. “Haverá a necessidade de redução das atuais alíquotas de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o lucro, modelo semelhante ao que os Estados Unidos fizeram recentemente”, afirma.

Revisão dos benefícios e renúncias fiscais. No ano passado, a reoneração da Folha de Pagamento trouxe uma reflexão bem importante quanto ao tema. “São quase R$ 300 bilhões anuais com renúncias que vão desde o Simples Nacional, Zona Franca de Manaus e Lei Rouanet, por exemplo”, destaca Pitta.

Reforma tributária. A PEC 294/04 foi finalmente aprovada. Essa é a mais avançada mudança tributária proposta por diversas entidades. A previsão é reduzir um conjunto de dez tributos em apenas dois. Segundo Pitta, além de simplificar, também há previsão de mudar a sistemática de repartição dos tributos. “Resta saber se existe a vontade do novo Governo em apoiar essa proposta ou fazer uma nova do zero”.

Reforma da previdência. Esse é um dos grandes objetivos do novo Governo. Uma possibilidade é aproveitar a proposta pronta do Governo Temer, que já teve sua aprovação nas comissões da Câmara. Uma outra frente é fazer uma proposta bem profunda e enviar para o Congresso nos primeiros meses do ano, conforme mencionado recentemente por Paulo Guedes.

Glovo acelera crescimento global com um novo VP de Engenharia e 300 contratações na área de tecnologia

A Glovo, startup espanhola de entregas rápidas, anuncia a contratação de Mustafa Seszgin como VP de Engenharia. O profissional vai comandar a equipe com o objetivo de prosseguir a escalada global da empresa, além da dar continuidade à rápida expansão em novos territórios da América Latina, Europa e África.

A startup, que já está presente em 79 cidades e 21 países, permite aos consumidores fazerem pedidos de qualquer item pelo app, com entregas em menos de uma hora.

A contratação é anunciada após a startup levantar 134 milhões de dólares em uma rodada de investimento com a AmRest, Indinvest e fundos internacionais anteriores, como a Rakuten. Mustafa, que havia sido Head de Engenharia da Uber na Europa, Oriente Médio e África, deverá agora guiar a contratação de 300 engenheiros para se juntarem à Glovo e preencherem a demanda exponencial que a empresa vive no momento.

Sezgin acredita que a oportunidade para a Glovo no próximo ano é enorme, tanto pela perspectiva de negócios, quanto pela de engenharia. “Assim como escalamos a atuação globalmente, a Glovo irá levar as capacidades e sistemas de engenharia para um nível superior. Construir uma plataforma e um time de engenharia irá resolver desafios complexos que constantemente melhoram a experiência do usuário. Estou muito animado em fazer parte dessa jornada”, explica.

Para o VP de produto da startup, Bartek Kunowski, a Glovo está crescendo rapidamente e tem grandes ambições nos próximos 12 meses. “Ter as qualidades e a experiência do Mustafa nos ajudando a fortalecer o time global de engenharia é fundamental para o próximo passo da nossa incrível história de crescimento”, adiciona Kunowski.

Ainda segundo Bartek, o investimento em talentos é estratégico para o caminho que a empresa está seguindo. “Nós estamos numa ótima posição, em que profissionais de engenharia experientes e com ótimas habilidades acreditam em nossa missão, e querem fazer parte dessa experiência na Glovo”, finaliza.
A contratação de Mustafa Seszginr é mais uma entre a série de recentes admissões de profissionais que foram da Uber para a Glovo, com a missão de ajudar na escala global da startup. Como parte desta lista, estão os seguintes nomes:

Utsav Agarwal, Head de Expansão na Glovo;

Vignesh Anand, Head de Operações de Parceiros na Glovo;

Kritarth Chhabra, Head global de Novos Negócios e Receita na Glovo;

Ankit Mishra, Líder de Operações globais na Glovo;

Vishal Verma, Head global de Novos Negócios na Glovo;

Florian Jensen, Head de Fraudes e Pagamentos na Glovo.

4 dicas para quem sonha em criar uma startup global

A maioria dos empreendedoras sonha – ou já sonhou – com a possibilidade de tornar seu negócio global ou pelo menos de criá-lo com intuito de, no futuro, estar apto para se estabelecer em outros terrenos. Essa vontade, no entanto, não é tão simples quanto parece.

Para que o sonho se torne realidade, é fundamental conhecer a cultura, os costumes e a economia dos países que estão na mira do plano de expansão de sua empresa e organizar o passo a passo do seu plano de negócio desde quando ele ainda é uma ideia.

Um caso brasileiro de sucesso internacional é a Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, fundada em 2014 pelo curitibano Alessio Alionço. A empresa foi criada com o objetivo de atingir outros polos, além das fronteiras brasileiras. “Nós percebemos que é muito mais fácil ser global desde o primeiro dia do que migrar de um produto local para um produto global posteriormente”, conta Alionço.

Hoje, a plataforma em nuvem da Pipefy está presente em 15.000 empresas, que vão de pequenos negócios como a Dandelion Chocolates, baseada em São Francisco, a grandes empresas como Accenture, IBM, Santander e Wipro, passando por startups que já receberam investimentos, como a Olist e a Nibo. Além de uma sede em Curitiba, no sul do Brasil, a startup também está instalada no berço das empresas inovadoras, o Vale do Silício, e já atende clientes em mais de 150 países, quase 77% de todo o mundo.

“O Pipefy foi projetado para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores. Com a plataforma, novos processos operacionais para departamentos como serviço ao consumidor, RH, financeiro, marketing e vendas podem ser postos em prática dentro de horas ou dias, sem entraves de TI”, explica o empreendedor paranaense.

Alessio Alionço elencou 4 dicas para quem sonha em criar uma startup global. Confira!

1. Planejamento é tudo!

Antes de se aventurar em terras internacionais, planeje, desenhe e estruture seu negócio. É fundamental querer que a empresa seja global antes mesmo dela sair do papel. Então defina seus objetivos, o que deve ser alcançado e em quanto tempo e crie um ambiente propício para isso.

2. Hora de pesquisar

Se o projeto está na mão, é hora de definir os mercados para se inserir. Pesquise tudo! Conheça a cultura, os costumes e, principalmente, a economia dos países que pretende buscar expansão.

3. Seja universal

Não é à toa que a língua inglesa é considerada universal. Para alcançar resultados ainda mais promissores, é indispensável saber se comunicar em inglês. Então não perca tempo e invista em aulas para aprender o idioma. Estude, viaje, treine e torne sua equipe apta não só a falar, mas a persuadir no ambiente de trabalho.

4. Sempre o melhor

Seu produto deve ter um diferencial para se destacar diante dos demais. Ofereça aos clientes um design bem feito, em inglês, com experiência 100% self-service. Desse modo, é possível causar um alto impacto no interessado, que, depois de totalmente engajado, estará disposto a comprar o produto.

Linx inicia ano com 140 vagas abertas em todo o Brasil

A Linx, especialista e líder em software de gestão para o varejo, acaba de anunciar a abertura de aproximadamente 140 vagas direcionadas a vários departamentos como tecnologia, comercial, financeiro, administração, recursos humanos e atendimento ao cliente. Além disso, um enorme número de oportunidades será direcionado aos talentos de áreas técnicas, como Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), suporte de TI e infraestrutura.

Os profissionais selecionados terão oportunidade de ocupar vários níveis hierárquicos dentro da companhia, desde estagiários, passando por analistas júnior, pleno e sênior, além de cargos gerenciais e diretivos. As vagas estão disponíveis nas 15 cidades onde a Linx mantém seus escritórios, espalhados por 9 estados do País.

Os candidatos terão oportunidades em cidades como Manaus (AM), Recife (PE), Aparecida de Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), Cascavel (PR), Belo Horizonte e Uberlândia, em Minas Gerais, Florianópolis, Blumenau e Joinville, em Santa Catarina, e São Paulo, Campinas, Bebedouro e Bauru, no estado de São Paulo.

Para isso, os interessados precisam apresentar algumas características valorizadas pela companhia, como espírito jovem, motivação, foco e curiosidade. Essa energia traz agilidade e eficiência para a operação, e são qualidades que transformaram a Linx em líder e especialista em tecnologia para o varejo no Brasil.

Serviço

A candidatura dos interessados para essas oportunidades de trabalho, podem ser feitas pelo site https://www.vagas.com.br/, na opção “deixe seu currículo conosco”.

Audi transforma carro em plataforma de experiência de realidade virtual na CES

Audi e-tron

A Audi está redefinindo o entretenimento interno do carro na Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas. No futuro, os passageiros do banco traseiro poderão experimentar filmes, videogames e conteúdo interativo de forma ainda mais realista com o uso de óculos de realidade virtual. A marca apresenta uma tecnologia que adapta o conteúdo virtual aos movimentos de um veículo em tempo real: se o carro virar à direita, a espaçonave na experiência faz o mesmo. Por meio de sua subsidiária, a Audi Electronics Venture GmbH, a Audi co-fundou a start-up holoride GmbH, que vai comercializar esta nova forma de entretenimento por meio de uma plataforma aberta, disponibilizada a todos os fabricantes de automóveis e desenvolvedores de conteúdo no futuro.

A Audi demonstrará a tecnologia futurista imersiva com “Os Vingadores: Rocket’s Rescue Run”, uma experiência de realidade virtual para passageiros do banco traseiro, criada em parceria com a Disney Games and Interactive Experiences. Usando óculos de RV, o passageiro do Audi e-tron é transportado para uma representação fantástica do espaço sideral: o veículo se transforma em uma espaçonave tripulada pelos Guardiões da Galáxia, enquanto o passageiro atravessa um campo de asteróides ao lado de Rocket, personagem de “Os Vingadores: O Ultimato”, da Marvel Studio, que será lançado em maio de 2019. Cada movimento do carro é refletido na experiência em tempo real. Se o carro virar em uma esquina apertada, o jogador se curva em torno de uma outra nave espacial. Se o Audi e-tron acelera, a aeronave faz o mesmo.

Para estabelecer uma nova categoria de entretenimento no mercado, da forma mais rápida e abrangente possível, a Audi adotou uma nova abordagem: a marca co-fundou uma startup chamada holoride, na qual detém uma participação minoritária por meio de sua subsidiária Audi Electronics Venture GmbH, que desenvolveu a tecnologia. A startup usará uma plataforma aberta para permitir que montadoras e desenvolvedores de conteúdo criem e ofereçam formatos de realidade estendida adicionais. “Mentes criativas usarão nossa plataforma para criar mundos fascinantes que transformarão a jornada de A para B em uma verdadeira aventura”, disse Nils Wollny, head de digital business na Audi e futuro CEO da holoride. “Só podemos desenvolver esse novo segmento de entretenimento adotando uma abordagem cooperativa e aberta para veículos, dispositivos e produtores de conteúdo”.

De jogos arcades, aventuras subaquáticas e exploração espacial à viagens educativas por cidades históricas ou corrente sanguínea humana, quase não há limites para o que é possível. A holoride fornecerá um kit de desenvolvimento de software que serve como interface para os dados do veículo e os transfere para a realidade virtual, permitindo que os programadores criem mundos que podem ser experimentados dentro do carro usando todos os sentidos.

A holoride pretende lançar a nova forma de entretenimento ao mercado nos próximos três anos com o uso de óculos de realidade virtual padrão. No longo prazo, a expansão contínua também pode transformar rotinas do trânsito parte da experiência: parar em semáforos pode trazer obstáculos inesperados a um jogo ou interromper um programa de aprendizado com um teste rápido.

A Audi e a Marvel Studios estão juntas desde o início do Universo Cinematográfico Marvel, começando com a aparição do Audi R8 em Homem de Ferro (2008). Com base nesse relacionamento de longa data, a Audi e a Disney Games and Interactive Experiences criaram juntas “Os Vingadores: Rocket’s Rescue Run” para demonstrar como um passageiro do banco traseiro pode aproveitar ainda mais sua jornada usando a tecnologia mais inovadora de RV. “Audi, Marvel e Disney Games and Interactive Experiences comemoram o 10º aniversário da Marvel Studios com uma experiência de Os Vingadores que combina conteúdo de classe mundial e tecnologia inovadora”, disse Mike Goslin, vice-presidente da Disney Games and Interactive Experiences. “Enquanto a demo da CES foi desenvolvida simplesmente com o espírito de exploração e experimentação, estamos constantemente avaliando tecnologias emergentes para aprimorar nossas histórias e experiências.”

Novo método de pagamento de passagens aéreas testado com sucesso

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA – International Air Transport Association) anunciou a conclusão bem-sucedida da primeira transação de compra de passagem aérea do sistema “IATA Pay” em um ambiente de teste ao vivo. A transação foi realizada em parceria com o ipagoo, empresa de serviços financeiros do Reino Unido.

O IATA Pay é uma iniciativa que tem o apoio da indústria para o desenvolvimento de uma nova opção de pagamento para os consumidores ao comprar uma passagem aérea diretamente do site de uma companhia aérea. Isso é possível graças à segunda Diretiva de Serviços de Pagamento da Comissão Europeia (PSD2) e ao regulamento de Open Banking do Reino Unido. Esses regulamentos incentivam o uso das chamadas transações de débito direto, em que os pagamentos são descontados da conta bancária do cliente e transferidos diretamente para a conta bancária do comerciante. Esse método oferece um nível muito alto de segurança tanto para o usuário quanto para quem recebe o pagamento, que pode ser feito de maneira instantânea.

O papel da IATA é desenvolver uma solução para que as companhias aéreas disponibilizem essa opção de pagamento em seus sites. O teste ao vivo com o ipagoo foi realizado na estrutura do Open Banking do Reino Unido com as companhias aéreas participantes do IATA Pay, incluindo a Cathay Pacific Airways, a Scandinavian Airlines e a Emirates.

Para as companhias aéreas, as vantagens do IATA Pay são:

– Opção de pagamento mais barata quando comparada às outras alternativas.

– Segurança superior.

– Fluxo de caixa mais rápido, com pagamento imediato para a companhia aérea.

– Processo de pagamento mais simples, resultando em menos vendas perdidas.

Para os consumidores, os benefícios incluem o acesso a um novo método de pagamento mais simples e altamente seguro.

“Os consumidores de hoje, principalmente os mais jovens, querem ter várias opções de pagamento, incluindo celular e peer-to-peer. O sistema IATA Pay atende a essas expectativas. Além disso, as companhias aéreas estão tentando administrar os altos custos com pagamentos via cartão – US$ 8 bilhões por ano e deve aumentar. Uma grande parte desse custo tem origem nas compras feitas diretamente nos sites de companhias aéreas. Um dos objetivos estratégicos da IATA é apoiar a sustentabilidade financeira das companhias aéreas, incluindo o controle de custos”, disse Aleksander Popovich, Vice-Presidente Sênior de Serviços Financeiros e de Distribuição da IATA.

Carlos Sanchez, CEO do ipagoo, disse: “Estamos muito satisfeitos com a conclusão da primeira transação ao vivo via Open Banking para o setor de companhias aéreas, ajudando a IATA e suas afiliadas a atingir suas metas de eficiência operacional e financeira. A tecnologia do ipagoo fornece serviços bancários seguros para a IATA em vários países. Estamos na vanguarda do desenvolvimento e inovação no setor financeiro e comprometidos em ajudar as empresas e seus clientes a aproveitar as oportunidades oferecidas pelo Open Banking.”

A IATA também trabalha com o Deutsche Bank em um protótipo para a Europa (excluindo o Reino Unido), começando pelo mercado alemão, que deve passar por testes no início de 2019.
Depois disso, a IATA validará o conceito com a intenção de expandi-lo para outras regiões.

O INPI e a CAS colaboram para melhorar a eficiência do exame de pedidos de patente com uma nova abordagem de IA

O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) do Brasil e a CAS, uma divisão da Sociedade Americana de Química (American Chemical Society) especializada em soluções de informações científicas, iniciaram uma colaboração para acelerar o processamento de pedidos de patente no INPI, melhorando a eficiência do processo de exame das patentes.
A CAS utilizará os dados de seu acervo de conteúdo de curadoria humana em uma nova solução de inteligência artificial (IA). A tecnologia combina semelhança de pontuação, classificação do fluxo de trabalho e capacidades de exploração do conhecimento-espaço para descobrir um conjunto confiável de técnicas anteriores ou informações publicadas anteriormente, que seja relevante para a inovação do assunto, o que agiliza o trabalho dos analistas de patentes.

“A tecnologia da CAS pode ajudar os analistas do INPI a descobrirem rapidamente as informações científicas relevantes, um avanço promissor para encurtar o tempo do processamento do pedido de patente”, disse Luiz Otávio Pimentel, presidente do INPI do Brasil.

Melhorando a pendência dos pedidos de patente

“Tratar da pontualidade do processamento de pedidos no INPI é uma das principais prioridades da função de exame”, afirmou Liane Elizabeth Caldeira Lage, diretora de patentes, softwares e topografia de circuitos integrados. “Acreditamos que a tecnologia da CAS pode ajudar nossos analistas no exame dos pedidos na área química e em todos os outros setores técnicos”.

Quando o novo processo for implementado, a equipe do INPI poderá melhorar de forma significativa a pendência dos pedidos de patente, porém, esta tecnologia deverá ter implicações mais abrangentes. Durante uma reunião no Brasil, Manuel Guzman, presidente da CAS, comentou que acredita que a nova tecnologia pode fazer diferença na pendência de patentes em todo o mundo.

“Os dados de indexação semanticamente estruturados da CAS são a base para a nova solução”, disse Guzman. “Nossa proficiência em IA e análise de dados aumentou na medida em que nos concentramos em aproveitar oportunidades de big data durante o projeto SciFindern, o qual introduziu a relevância das respostas impulsionadas pela IA para perguntas sobre textos e substâncias”.

Curadoria dos dados sobre patentes para acelerar a inovação

Yingqi Wu, gerente sênior de análises e conhecimento de negócios da CAS, explicou ainda mais o impacto da colaboração entre a CAS e o INPI. “Assim que os pedidos de patente são publicados, 18 meses após seu registro, os cientistas da CAS iniciam o processo de curadoria dos dados da patente para dentro da nossa Central de Big Data Empresarial (Enterprise Big Data Hub). Esta curadoria inclui a indexação do texto completo da patente, bem como a coleta de todos os exemplos e as principais entidades alegadas, tais como substâncias químicas e conceitos inventivos”.

As técnicas de IA, incluindo bancos de dados gráficos vizinhos e outras similaridades e técnicas de aprendizado de máquina são usadas para oferecer aos analistas um conjunto de publicações relevantes para basear sua avaliação da novidade do pedido e suas considerações sobre a etapa inventiva. “As equipes estão trabalhando juntas de forma ativa em fluxos de trabalho e processos que podem fazer uma diferença significativa na pendência dos pedidos”, disse Wu.

“A colaboração bem-sucedida com o INPI é a primeira de uma série de alianças em potencial, através das quais a CAS poderá fornecer novos bancos de dados gráficos e capacidades de IA”, Guzman explicou. “A melhoria da eficiência do exame dos pedidos de patente é uma oportunidade crucial para acelerar a inovação em todo o mundo, para a qual acreditamos que a CAS está exclusivamente posicionada para fazer uma diferença. Os dados curados e estruturados da CAS não se comparam com nenhum outro acervo ou tecnologia jamais utilizados para alcançar estes objetivos”.

IBM Unveils World’s First Integrated Quantum Computing System for Commercial Use

At the 2019 Consumer Electronics Show (CES), IBM (NYSE: IBM) today unveiled IBM Q System One?, the world’s first integrated universal approximate quantum computing system designed for scientific and commercial use. IBM also announced plans to open its first IBM Q Quantum Computation Center for commercial clients in Poughkeepsie, New York in 2019.

IBM Q systems are designed to one day tackle problems that are currently seen as too complex and exponential in nature for classical systems to handle. Future applications of quantum computing may include finding new ways to model financial data and isolating key global risk factors to make better investments, or finding the optimal path across global systems for ultra-efficient logistics and optimizing fleet operations for deliveries.

Designed by IBM scientists, systems engineers and industrial designers, IBM Q System One has a sophisticated, modular and compact design optimized for stability, reliability and continuous commercial use. For the first time ever, IBM Q System One enables universal approximate superconducting quantum computers to operate beyond the confines of the research lab.

Much as classical computers combine multiple components into an integrated architecture optimized to work together, IBM is applying the same approach to quantum computing with the first integrated universal quantum computing system. IBM Q System One is comprised of a number of custom components that work together to serve as the most advanced cloud-based quantum computing program available, including:

Quantum hardware designed to be stable and auto-calibrated to give repeatable and predictable high-quality qubits;

Cryogenic engineering that delivers a continuous cold and isolated quantum environment;

High precision electronics in compact form factors to tightly control large numbers of qubits;

Quantum firmware to manage the system health and enable system upgrades without downtime for users; and
Classical computation to provide secure cloud access and hybrid execution of quantum algorithms.
The IBM Q Quantum Computation Center

The IBM Q Quantum Computation Center opening later this year in Poughkeepsie, New York, will expand the IBM Q Network commercial quantum computing program, which already includes systems at the Thomas J. Watson Research Center in Yorktown, New York. This new center will house some of the world’s most advanced cloud-based quantum computing systems, which will be accessible to members of the IBM Q Network, a worldwide community of leading Fortune 500 companies, startups, academic institutions, and national research labs working with IBM to advance quantum computing and explore practical applications for business and science.

IBM Poughkeepsie’s unique history in computing stretches back to the development of IBM’s first line of production business computers in the 1950s, the IBM 700 series, and the IBM System/360 in the 1960s, which revolutionized the world by changing the way businesses thought about computer hardware. Now home to one of the world’s most-powerful classical system, the IBM mainframe, IBM Poughkeepsie is positioned to be one of the few places in the world with the technical capabilities, infrastructure and expertise to run a quantum computation center, including access to high performance computing systems and a high availability data center needed to work alongside quantum computers.

“The IBM Q System One is a major step forward in the commercialization of quantum computing,” said Arvind Krishna, senior vice president of Hybrid Cloud and director of IBM Research. “This new system is critical in expanding quantum computing beyond the walls of the research lab as we work to develop practical quantum applications for business and science.”

Designing a First: IBM Q System One

IBM assembled a world-class team of industrial designers, architects, and manufacturers to work alongside IBM Research scientists and systems engineers to design IBM Q System One, including UK industrial and interior design studios Map Project Office and Universal Design Studio, and Goppion, a Milan-based manufacturer of high-end museum display cases that protect some of the world’s most precious art including the Mona Lisa at the Louvre, and the Crown Jewels at the Tower of London.

Together these collaborators designed the first quantum system to consolidate thousands of components into a glass-enclosed, air-tight environment built specifically for business use, a milestone in the evolution of commercial quantum computers.

This integrated system aims to address one of the most challenging aspects of quantum computing: continuously maintaining the quality of qubits used to perform quantum computations. Powerful yet delicate, qubits quickly lose their special quantum properties, typically within 100 microseconds (for state-of-the-art superconducting qubits), due in part to the interconnected machinery’s ambient noise of vibrations, temperature fluctuations, and electromagnetic waves. Protection from this interference is one of many reasons why quantum computers and their components require careful engineering and isolation.

The design of IBM Q System One includes a nine-foot-tall, nine-foot-wide case of half-inch thick borosilicate glass forming a sealed, airtight enclosure that opens effortlessly using “roto-translation,” a motor-driven rotation around two displaced axes engineered to simplify the system’s maintenance and upgrade process while minimizing downtime – another innovative trait that makes the IBM Q System One suited to reliable commercial use.

A series of independent aluminum and steel frames unify, but also decouple the system’s cryostat, control electronics, and exterior casing, helping to avoid potential vibration interference that leads to “phase jitter” and qubit decoherence.

A replica of IBM Q System One will be on display at CES. For more information, visit here.

This new system marks the next evolution of IBM Q, the industry’s first effort to introduce the public to programmable universal quantum computing through the cloud-based IBM Q Experience, and the commercial IBM Q Network platform for business and science applications. The free and publicly available IBM Q Experience has been continuously operating since May of 2016 and now boasts more than 100,000 users, who have run more than 6.7 million experiments and published more than 130 third-party research papers. Developers have also downloaded Qiskit, a full-stack, open-source quantum software developm ent kit, more than 140,000 times to create and run quantum computing programs. The IBM Q Network includes the recent additions of Argonne National Laboratory, CERN, ExxonMobil, Fermilab, and Lawrence Berkeley National Laboratory.

Deputado aciona justiça para questionar licitação na Celepar

O deputado estadual Márcio Pacheco questiona, na justiça do Paraná, uma contratação milionária feita,no final de 2018, pela Celepar – Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicações do Paraná.

Trata-se do pregão eletrônico 44/2018 para contratar empresa de tecnologia para controle e fiscalização de tráfego, de trânsito, velocidade de veículos e análise de dados coletados em diversos pontos do Estado do Paraná. A vencedora foi a Velsis Tecnologia por um valor anual de 50 milhões de reais por ano, podendo o contrato se estender a cinco anos, rendendo 250 milhões de reais para a parte vencedora.

Para o deputado, estranha o fato de a licitação ter sido feita de maneira muito rápida, com a participação de apenas três empresas e com um edital que não deixaria claro, para pesquisas via internet pelos interessados, por exemplo, o objeto da contratação. A concorrência também não teria sido amplamente divulgada, impedindo a participação de mais empresas.

De acordo com pedido na ação, o Edital seria nulo porque a descrição de seu objeto não traduz o serviço, de fato, licitado. E as especificações, tratam, exclusivamente, de controle de tráfego, de velocidade de veículos, de placas de carro, etc. Mas nada disso constaria na descrição do objeto.

Uma das primeiras medidas de Ratinho Junior, governador eleito do Paraná, foi rever todos os contratos firmados nos últimos meses de mandato do governo anterior. Resta saber que destino a nova administração vai dar a esse contrato milionário acertado pela Celepar no final de 2018. A conferir.

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Bitcoin deve recuperar market share em 2019, diz A.T. Kearney

Aos dez anos de vida, a criptomoeda deve protagonizar a consolidação do mercado de criptomoedas este ano; além disso, a consultoria prevê acirramento da guerra comercial entre EUA e China, epidemia mundial de ansiedade e crise do crédito nos mercados emergentes, entre outras tendências

O ano que acaba de começar deve ver os Bitcoins ressurgirem com importante valorização e amadurecimento. Esta é uma das previsões do Conselho de Políticas de Negócios Globais (GBPC – Global Business Policy Council) da A.T. Kearney, consultoria de gestão de negócios com mais de 90 anos de trajetória global, que listou as dez tendências e eventos de destaque em 2019, para os quais as empresas precisam se preparar. “São questões que terão implicações significativas no ambiente de negócios no próximo ano, inclusive para o Brasil”, assegura François Santos, sócio da consultoria A.T. Kearney.

Em 2018, todas as criptomoedas perderam muito valor, depois da bolha especulativa em 2016 e 2017 – as dez principais perderam mais de 80%de seu valor conjunto entre janeiro e setembro. A queda se deveu em boa parte a questões ligadas a segurança. O Bitcoin, que em 2016 respondia por 90% de todo o mercado de criptomoedas, viu sua representatividade cair para 33% em fevereiro deste ano.

Aos dez anos, completados em outubro de 2018, a moeda deve retomar crescimento em 2019, à medida que as altcoins, como são conhecidas as moedas alternativas ao Bitcoin, perdem a confiança dos investidores. A isso pode-se somar uma regulação menos rígida do setor.

Além do protagonismo dos bitcoins na consolidação do mercado de criptomoedas, os eventos previstos pela A.T. Kearney incluem a guerra comercial entre Estados Unidos e China, o relacionamento Xi-Putin, a epidemia global de ansiedade e a crise de crédito dos mercados emergentes.

“As empresas precisam estar preparadas para 2019, que será um ano conturbado”, afirma Santos.

Conheça as principais previsões para 2019:

Intensificação da guerra comercial EUA x China

Ao longo de 2018, o presidente norte-americano Donald Trump impôs taifas às importações da China. Pequim retaliou com a elevação de tarifas aos produtos americanos e criou um ambienta mais restritivo na China. Mais de 50% das empresas nos EUA afirmam estar enfrentando mais burocracia e inspeções pelas autoridades chinesas. Em dezembro as administrações Trump e Xi concordaram com uma trégua temporária, mas que seguramente retomará forças em 2019. Como resultado, as empresas precisam repensar suas estruturas de suprimentos.

Inovações trazidas para amenizar a crise do lixo

Tornou-se impossível ignorar a dificuldade de lidar com o desperdício em 2018. Tanto é que, ao longo do ano, a China e outros países asiáticos impuseram limites à importação de plásticos. Apesar dos esforços, essas proibições ainda são muito pouco para resolver o desafio representado por esse material, bem como os problemas trazidos pelo imenso volume de lixo produzido em todo o mundo. Segundo o Banco Mundial, a produção global de lixo crescerá 70% entre 2016 e 2050. O desperdício de comida representará a maior parcela desse lixo, mas o crescimento do e-commerce tem gerado um aumento exponencial no descarte de papelão e outros materiais utilizados para empacotar mercadorias. Nos países emergentes, cerca de 90% do lixo é descartado ilegalmente ou queimado. O mundo está reconhecendo essa crise e vem promovendo esforços para criar a economia circular, capaz de reduzir, reutilizar e reciclar o lixo de maneira mais eficiente.

Em 2019, devemos ver uma aceleração das iniciativas de inovação para processos de gerenciamento do lixo em todo o mundo.

Regulamentações para o enxofre impactando a indústria do transporte marítimo

A Organização Marítima Internacional (IMO) trabalha em novas regulamentações ligadas ao enxofre que terão implicações significativas sobre a indústria de transporte marítimo – e em 90% do comércio global que depende dele. A partir de janeiro de 2020, por exemplo, entra em vigor uma regulamentação que proíbe o funcionamento de navios que utilizem combustível com 0,5% de enxofre ou mais em sua composição. Os navios podem fazer adaptações para reduzir emissões, mas devido ao alto custo (entre US$ 1 milhão e US$ 10 milhões por navio), atualmente menos de 3% da frota global já realizou esse investimento.

Esse cenário deve levar a um ambiente de transição em 2019, que pode trazer impactos para além da indústria de transporte marítimo. A cada dia que passa, os valores do combustível ganham volatilidade nas refinarias. As empresas de transporte já começam a alertar para a potencial falta de combustível e os gastos adicionais com combustível estimados em US$ 60 bilhões até 2020.

Epidemia global de ansiedade levará a um mercado de novos produtos

Mais de 300 mil pessoas – cerca de 5% da população mundial – sofrem de depressão ou ansiedade, custando cerca de US$ 1 trilhão à economia mundial. Segundo o Gallup 2018 Global Emotions Report, que ouve pessoas de 146 países, o nível de felicidade está em seu nível mais baixo desde que a pesquisa foi criada, em 2006. Para aliviar os efeitos desse cenário, as pessoas estão buscando soluções além de medicamentos. Em 2019, veremos uma proliferação de novos produtos destinados a combater a ansiedade e depressão nas prateleiras, movimentando um mercado multibilionário.

Crise de crédito nos mercados emergentes

Alguns mercados emergentes, como Argentina, Brasil, Paquistão, África do Sul e Rússia passaram por um sério estresse econômico e financeiro como resultado de dívidas externas e desvalorização cambial. O Fundo Monetário Internacional (FMI) tomou medidas importantes, mas a volatilidade deve continuar em 2019.

Outras previsões incluem da A.T. Kearney incluem:

• Escassez de areia para a indústria da construção
• Efeitos do relacionamento entre Rússia e China
• Uma África mais conectada do que nunca
• Materialização do “Iron Man” real em exoesqueleto

Neste link você encontra detalhes de cada uma das tendências previstas pela A.T. Kearney para o ano de 2019. Você também confere como as previsões realizadas para 2018 se tornaram realidade ao longo do ano.

Como elevar a performance de seus colaboradores

Por Rafael Carvalho, CEO da Edools

Expressar seus sentimentos e ser ouvido, principalmente no ambiente de trabalho, tornou-se escasso. Todavia, demonstrar interesse pelo que os funcionários têm a dizer gera impacto na rotina do mundo corporativo. Entre as funções exercidas por um líder, uma delas é motivar – por meio de ações e até mesmo palavras – as pessoas que estão ao seu redor. Eu costumo dizer que somos os mesmos no escritório, na faculdade, em casa e na vida, então, se não estivermos bem, isso transparecerá e influenciará de forma pejorativa em algum momento.

Incentivar a equipe e impulsionar nossos colaboradores a caminharem juntos com a empresa, é impossível se eles não se sentirem à vontade para falar o que pensam e desenvolver suas habilidades. Por isso, a cultura organizacional é um dos pilares que sustenta a performance das empresas, externalizando sua eficiência para os clientes e impactando internamente no dia a dia. É importante frisar que, muitas vezes, valores individuais se sobressaem aos funcionais e, por isso, é preciso deixar claro pontos estratégicos que devem ser seguidos e preservados pelo líder ao longo do tempo.

Na prática, a construção de uma cultura organizacional pode ser lenta, e até estar propagada no ambiente leva tempo, mas, até lá, é interessante parabenizar e premiar atitudes ou exemplos relacionados aos principais valores da organização. Já faz algumas semanas que decidi abrir um novo canal de comunicação na Edools, plataforma de ensino a distância, no qual toda segunda-feira pela manhã compartilho uma mensagem com o time. O objetivo é fazer a equipe refletir a respeito de temas simples e a iniciativa foi muito bem aceita pelo grupo.

Outra maneira de demonstrar minha abertura aos funcionários é me colocar à disposição para receber qualquer tipo de feedback. Recebo questionamentos, ideias, sugestões e críticas de qualquer um que trabalha comigo. Uma simples conversa pode tirar o peso dos ombros de uma pessoa e mudar completamente a visão de outra. A troca de informações é essencial para nos tirar da zona de conforto e evitar a famosa “cegueira coletiva”, que é um grave problema que acomete diversas corporações pelo medo de mudar. Um dos pontos fortes gerado pela cultura organizacional é criar um ambiente agradável, evitando a vulnerabilidade e estimulando a criatividade.

Os dois lados das grandes inovações da humanidade

Por Mateus Baumer, Sócio da Bluelab

São Paulo, 07 de janeiro de 2019 – O surgimento de ferramentas e soluções criadas para facilitar e melhorar a vida das pessoas, principalmente aquelas cujos impactos são realmente significativos no dia a dia de todos nós, sempre trouxe, junto consigo, as consequências do mau uso dessas inovações.

O avião, por exemplo, criado com a finalidade de reduzir o tempo de trajetos e viagens longas ou, até então, impossíveis de serem realizadas, também vieram (e vêm) a ser uma das armas mais poderosas e destruidoras utilizadas nas guerras.

Isso acontece também com duas das invenções mais transformadoras da vida em sociedade dos últimos anos: a Internet e as redes sociais. São tantas e tão obvias as vantagens da internet em nossas vidas que não vale a pena elencar.

As transformações surgiram em uma velocidade sem precedentes na história da humanidade. Mas, muitas vezes em velocidade maior, cresceu o mau uso dessas inovações por pessoas que se aproveitam das mesmas facilidades para praticar roubos ou outras infrações que costumavam realizar antes do advento da vida virtual.

Nessa nova realidade, há alguns anos, as moedas digitais como Bitcoins chegaram como uma revolução descentralizada do dinheiro, mas ainda pouco usada no cotidiano das pessoas. Mesmo assim, as criptomoedas já foram usadas de maneira prejudicial à sociedade, como pagamento de sequestros, sendo apontadas como um problema.

Acontece que todos nós sabemos que sequestros existem há milhares anos, e sequestradores exigiam bens para libertarem suas vítimas. Não foi a tecnologia que “criou” esse mecanismo na sociedade. O que aconteceu foi que o sequestrador, em um passado não muito distante, substituiu o ouro e itens de valor por dinheiro estatal e, agora em alguns casos, por bitcoins.

Da mesma forma, as redes sociais e os aplicativos de mensagens – que modificaram de maneira profunda o modo como as pessoas se comunicam e se informam – têm sido catalizadores das tão famosas Fake News e, portanto, são crucificados como responsáveis por possibilitar sua disseminação.

O assunto ganhou muito destaque após os resultados das eleições presidenciais norte-americanas, onde muito se especulou sobre a influência das redes sociais na vitória do presidente eleito, Donald Trump. E voltou com tudo agora no Brasil, no pleito que elegeu o candidato Jair Bolsonaro como presidente do país.

Não há como negar que essas ferramentas aumentam de maneira muito significativa a divulgação de notícias falsas. Mas, com a Internet, todo tipo de informação e conhecimento circulam muito mais rapidamente, e de modo infinitamente mais abrangente, do que acontecia há cerca de 15 ou 20 anos.

Podemos ir ainda mais longe. Nos séculos 15, 16 e 17 houve, na Europa, a famosa “caça às bruxas”, perseguição que acontecia devido à crença de que era necessário punir e queimar pessoas que “supostamente” praticavam rituais. Agora, voltemos para 2018. Em agosto, quatro pessoas foram queimadas vivas no México por causa de boatos espalhados por celular sobre supostos roubos de crianças. Épocas totalmente diferentes em que esse tipo de barbárie não pôde ser contido. E ainda querem colocar a culpa na Internet, redes sociais e aplicativos de mensagens?

O que seria, sem dúvidas, desastroso acontecer em relação a qualquer uma dessas inovações é a fiscalização ostensiva pelo Estado sobre a circulação de informações e até mesmo censura. Isso porque, dessa maneira, estaríamos ferindo a liberdade de expressão da grande maioria em razão do mau uso dessas ferramentas por grupos restritos de pessoas que agem de má fé. Seria o mesmo que abrir mão de todos os benefícios trazidos, punindo todos os usuários pelo erro de alguns.

Então não haveria alternativas para minimizar os impactos das fake news? Sim, e elas já existem! E vêm do mercado! Neste caso específico, temos o exemplo de alguns veículos de imprensa que criaram, durante as eleições presidenciais, canais de checagem de informações que circularam de maneiras diversas a respeito dos candidatos e de suas propostas.

E como saber qual a melhor alternativa? Seguramente uma que seja única e obrigatória por força de lei não será, que é como o Estado age. Quando aparece um problema, o processo de mercado via empreendedores surge com diversas soluções, as pessoas adotam aquelas que acham melhores e elas competem entre si. Além disso, com o passar do tempo, outras iniciativas podem surgir, de acordo com as transformações pelas quais a tecnologia e a sociedade passam e com as naturais mudanças de opiniões de cada indivíduo.

Portanto, soluções que venham do mercado são, ainda, o único caminho ético e o melhor para que qualquer tipo de inovação cumpra seu papel de melhorar a vida dos indivíduos e para a evolução da sociedade.

Seis startups são aceleradas em programa inédito de inovação para a indústria mineira

Finalistas do Programa Mind 4.0, do Sebrae Minas, desenvolvem soluções sob medida para problemas reais de logística e controle de estoques da Vallourec

Seis startups chegaram à final do Programa Mind 4.0, parceria entre a Vallourec e o Sebrae Minas. Lançado em junho do ano passado, o programa estimulou o desenvolvimento de soluções inovadoras para três desafios específicos da Vallourec, relacionados a processos logísticos, de movimentação e controle de estoques. Dentre as 26 empresas inscritas e selecionadas para participarem do programa, as que mais se aproximaram da resolução dos desafios propostos foram a Minas RFID, a Mogai, a Logmax, a M&S, a ODM e a Zara Falcão, todas atuantes no mercado de tecnologia da informação e startups.

As seis finalistas receberam mentorias e orientações para o aprimoramento das soluções propostas, ajustando os projetos às demandas da Vallourec. Os protótipos já foram apresentados à empresa e têm chances reais de serem implementados. “Há uma expectativa de que a empresa feche negócios com startups finalistas”, adianta Márcia Valéria Machado, gerente da Unidade de Indústria do Sebrae Minas.

Das 26 startups inscritas no programa, 13 foram selecionadas para o Bootcamp, momento de imersão em que os candidatos demonstram a capacidade empreendedora, estruturação da empresa no mercado, know-how e criatividade para resolução dos desafios. Das 13, seis foram selecionadas para a fase de desenvolvimento e prototipagem das soluções.

Além de incentivar a criação de soluções inovadoras para problemas reais da indústria mineira, o Mind 4.0 proporciona a inserção de micro e pequenas empresas do estado na cadeia de valor de grandes empresas. “O projeto também estimulou a interação entre esses pequenos negócios e o ecossistema nacional de startups, o que favorece parcerias para atendimento a futuras demandas da indústria nacional”, acrescenta Márcia Valéria.

O Programa Mind 4.0, criado pelo Sebrae Minas, é inspirado no conceito de Indústria 4.0 ou 4ª Revolução Industrial, uma referência ao contexto atual do setor, marcado pelos impactos da transformação digital. O objetivo do programa é estimular a inovação na indústria mineira e, ao mesmo tempo, impulsionar novos negócios para pequenas empresas de base tecnológica.

Inscrições abertas para o Shell Iniciativa Jovem 2019

Jovens empresários do município do Rio de Janeiro já podem inscrever seus projetos no programa de empreendedorismo Shell Iniciativa Jovem. Para participar da seleção, que escolherá inicialmente 80 candidatos para a turma que começa em abril deste ano, é preciso ter entre 20 e 34 anos, ensino médio completo e comprovar residência fixa na cidade. As inscrições devem ser feitas no site www.iniciativajovem.org.br/cadastro/.

Ao longo dos 19 anos de atuação no Brasil, o Shell Iniciativa Jovem já colaborou para o desenvolvimento de mais de 10 mil empreendimentos cariocas. Além disso, ajudou a formar uma Rede de Empreendimentos Sustentáveis que trabalha de forma colaborativa e hoje conta com 256 empresas.

Transformando negócios

A última edição do programa, realizada em 2018, premiou a startup Mancha Orgânica, que realiza pesquisa e desenvolvimento de tintas, pigmentos e corantes vegetais para aplicações diversas, com o objetivo de criar processos e produtos fundamentados em princípios da sustentabilidade, bem-estar e educação ambiental. O projeto, situado na Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ, é idealizado por Martina Pinto.

Sobre o Shell Iniciativa Jovem

O programa busca incentivar a geração de trabalho e renda e ajudar empreendedores a se desenvolverem, formarem redes colaborativas e prosperarem suas ideias, criando soluções criativas para as demandas do mercado de maneira socialmente responsável.

O programa é executado pelo CIEDS (Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável). Os empreendedores que participam desta iniciativa são engajados em atividades conjuntas, como palestras e workshops, que visam aproximá-los e propiciar o trabalho em rede.