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Darwin Startups faz parceria com TransUnion para impulsionar programa de aceleração

Para impulsionar ainda mais a inovação no Brasil, a TransUnion, companhia global de soluções de informação presente no Brasil desde 2012, e a Darwin Startups, um dos primeiros programas de aceleração de startups baseado em Santa Catarina, anunciaram hoje uma parceria que ajudará as principais startups do país.

Nesta iniciativa focada no ecossistema de startups no Brasil, a TransUnion tem como objetivo incentivar o desenvolvimento de soluções inovadoras e por isso apoiará o programa de aceleração do Darwin Startups, que acontece anualmente.

A parceria é um reflexo de atuação global da TransUnion em inovação, bem como da confiança no desenvolvimento do mercado brasileiro, onde já oferece soluções reconhecidas em diversos segmentos. De acordo com um estudo feito pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a organização Finnovista, o Brasil possui a maior concentração de FinTechs na América Latina.

“A TransUnion é uma empresa com veia inovadora, que busca melhorar a qualidade de vida das pessoas, viabilizando o acesso a bens e serviços por meio de soluções para a tomada de decisão no relacionamento das organizações com seus clientes e parceiros. Por isso, vimos no Darwin uma oportunidade de apostar ainda mais em inovação no mercado brasileiro, contribuindo com o desenvolvimento do mercado e, consequentemente, ajudando a oferecer novas tecnologias que impactem a vida dos brasileiros”, afirma Juarez Zortea, Presidente da TransUnion no Brasil.

O Darwin Startups, novo parceiro da TransUnion, surgiu em 2015 e tem escritórios em Florianópolis (SC) e São Paulo (SP). O trabalho da aceleradora consiste em investir financeiramente e auxiliar as startups selecionadas por meio de mentorias e networking para o desenvolvimento de projetos inovadores. Até 2017, o programa investiu R$ 6 milhões em startups e a expectativa para 2018 é aportar cerca de R$ 5 milhões. No total, 30 empresas já foram investidas e neste ano o projeto pretende apoiar até 20 novas startups.

Os negócios selecionados pela aceleradora podem receber até R$ 170 mil líquidos e mais R$ 500 mil em benefícios / serviços. As empresas que participam do processo seletivo são voltadas para Big Data, Fintech, Insurance, TI e Telecom, áreas de atuação dos parceiros do Darwin Startups (B3, Neoway, RTM, CNSeg Par), que agora passa a contar também com a TransUnion.

“Nós procuramos reunir os parceiros ideias para ajudar as startups a atingirem o melhor do seu potencial. Procuramos times formados por pessoas com experiência prévia nos mercados em que atuam, perfis complementares e um sonho grande”, afirma Marcos Mueller, CEO do Darwin.

Em março de 2017, a TransUnion inaugurou o Innovation Lab, espaço de cocriação instalado na sede da companhia em Chicago, em que FinTechs são convidadas a desenvolver soluções com suporte e mentoria dos profissionais da TransUnion. Em abril deste ano, o escritório da TransUnion nos Estados Unidos lançou o Startup Credit Kit, solução que oferece às novas empresas acesso rápido e fácil a informações e dados alternativos referentes a tendências de crédito e prevenção a fraude.

No Brasil, a TransUnion também lançou recentemente um espaço com foco em inovação, o The Hub – TU, que ainda reúne áreas para ações voltadas à qualidade de vida, e de interação e convivência horizontal entre colaboradores e a comunidade em geral, incluindo clientes e parceiros. “Essa parceria traz numerosas circunstâncias favoráveis à troca, em que podemos compartilhar nossos conhecimentos com empresas inovadoras, ao mesmo tempo em que aprendemos em um ambiente criativo de startups”, acrescenta Zortea.

O primeiro resultado da parceria entre a empresa e o Darwin será a participação da TransUnion na 4ª turma do programa de aceleração, que terá início ainda no primeiro semestre deste ano.

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Computação Cognitiva: transformando as operações de TI

Por Letícia Missali, Head de Marketing da Dynatrace América Latina

À medida que a tecnologia e a performance de aplicações se tornam necessárias para o sucesso dos negócios, as empresas precisam buscar saídas para driblar os entraves impostos pela complexidade de TI. Embora ainda pouco adotada, a Computação Cognitiva é um sistema de Inteligência Artificial (IA) capaz de compreender e interpretar grande volume de dados a partir de linguagem natural, imagens, textos e de outros dados, estruturados e não estruturados. Em outras palavras, reduz esforços, reage rapidamente aos problemas, previne falhas e provém o impacto nos negócios.

Uma pesquisa realizada pela consultoria Deloitte sobre os benefícios da computação cognitiva no ambiente corporativo indica que 28% dos 2.300 profissionais entrevistados consideram que a tecnologia auxilia na inovação de produtos e serviços, e 23% afirmam que programas são fundamentais para analisar informações, melhorar a operação e otimizar a estratégia de projeto. Com o apoio de tecnologias para monitorar aplicações em tempo integral e de maneira completa, a Computação Cognitiva é uma novidade eficaz que pode ser aplicada em diversas áreas, incluindo medicina, finanças, engenharia, atendimento a clientes, entre outras. De acordo com a Forrester Research, a tecnologia possui quatro principais objetivos: redução do esforço das aplicações base de performance; reagir rapidamente para resolver problemas; antecipar falhas antes de impactar os usuários; e analisar o real impacto que os problemas surgidos podem ter para os negócios e para a imagem ou receita da empresa.

Por ser uma tecnologia capaz de aprender, raciocinar e interagir de forma natural e personalizada, a Computação Cognitiva é tendência em todos os mercados e tem alto potencial de mudar o modo como as pessoas vivem, trabalham e interagem. Um estudo de mercado sobre essa tecnologia, produzido pela IDC, prevê um crescimento nas receitas mundiais de US$ 8 bilhões em 2016 para US$ 47 bilhões em 2020, uma taxa de crescimento de 55,1%.

Diante desse cenário, pode-se dizer que a experiência digital ganhará cada vez mais peso em todas as indústrias, motivando as empresas a estabelecer novos critérios de avaliação de performance adequados à Computação Cognitiva e também incluindo outras tecnologias relacionadas a serviços digitais, como Computação em Nuvem e os aplicativos móveis.

Tecnologias derivadas da Inteligência Artificial serão as mais inovadoras nos próximos dez anos. E podemos considerar isso por conta do imenso poder computacional e da alta disponibilidade de dados, visto como quase infinitos. Empresas que buscam crescimento e amadurecimento de mercado precisam investir nessas tecnologias como aposta assertiva para o futuro, já que, em breve, tudo se baseará na IA e tecnologias derivadas, como deep learning, deep reinforcement learning, machine learning, drones, robôs inteligentes e ambientes de trabalho inteligentes.

As companhias mais visionárias já estão percebendo a grande vantagem de inserir os negócios na era digital para gerar resultados extremamente positivos no presente e futuro. No caso da Computação Cognitiva, as empresas que souberem aproveitar ao máximo seus benefícios terão ganhos imensuráveis e sairão na frente de seus concorrentes. Em poucos anos, os executivos de TI conseguirão se dedicar aos negócios inteiramente de maneira estratégica, pois as atividades rotineiras e operacionais estarão sob responsabilidade de robôs. Engana-se quem acha que irá faltar empregos, a Inteligência Artificial será responsável por criar mais de dois milhões de empregos até 2025, segundo o Gartner. Resta saber quais serão as empresas mais ágeis nessa nova corrida digital.

A Inteligência Artificial vai roubar seu emprego?

Por Leonardo Bossan

Recentemente, uma das maiores referências em inovação da atualidade, Elon Musk, falou mais uma vez sobre seus receios em relação aos avanços da Inteligência Artificial (IA). Antes de partir, em março, um dos maiores gênios do nosso tempo, Stephen Hawking, também se manifestou com preocupação sobre o andar do machine learning: “pode ser a melhor ou a pior coisa que já aconteceu à humanidade”.

Opiniões como essas somadas à estranheza causada pelas referências cinematográficas – que vêm automaticamente à nossa mente com flashes de filmes futurísticos, muitas vezes apocalípticos, –, dão um toque de temor ligado à aderência destas tecnologias. É uma nova versão da Revolução Industrial? A Inteligência Artificial vai roubar o seu, o meu emprego?

O ser humano, desde seus primeiros registros, busca alternativas para aumentar a sua produtividade ao criar ferramentas para ajudá-lo em tarefas que são mecânicas e mantêm um padrão. Por isso, quando consegue resolver uma nova equação neste sentido, o conflito é sempre originado da sensação de “criação superando o criador”.

Analisando a questão por diversas óticas, entendo que a pergunta já não é mais se a IA é uma realidade ou não em nossas vidas. A questão agora é: quais são as oportunidades de negócios e de empregos neste novo mundo que está em desenvolvimento?

Fábio Scopeta, diretor de Engenharia e Inovação da Microsoft LATAM, disse, em aula para a série Trends, do meuSucesso.com, que não é tão claro para as pessoas que o avanço da Inteligência Artificial tem o intuito de aumentar a capacidade humana e não de substituir o humano.

Já Bruno Bratti, engenheiro-chefe da Wave Computing – uma startup do Vale do Silício especializada em big data e IA – afirmou, na mesma série, que o futuro das companhias em todo o mundo passará por modelos híbridos de trabalho, em que humanos estarão, juntamente com as máquinas, buscando soluções e novas alternativas para consumidores e diversos mercados. Isso significa que a Inteligência Artificial não tem capacidade de gerar valor por si só, a menos que seja em parceria com a criatividade humana.

Assim como Scopeta e Bratti, acredito que o único caminho para este “admirável mundo novo” é encarar o machine learning como uma realidade, ao invés de lutar contra ele. Observamos inúmeros profissionais e companhias perderem oportunidades ao tentar manter o status, baseados em modelos de negócios ou funções obsoletos. Um exemplo recente é o movimento de taxistas no Brasil que tentaram combater novas formas de transporte coletivo. Não é um caso com aplicação de IA, mas ilustra bem a resistência da categoria ao não conseguir deter avanços de novas empresas oferecendo serviços semelhantes a custos menores – e muitas vezes, até com mais qualidade. Isso significa que o tempo investido na resistência foi praticamente inútil.

Obviamente, grandes pensadores como Hawking têm razão em nos alertar sobre os possíveis caminhos da IA no mundo e seus impactos ainda imensuráveis. Porém, para aqueles que não desejam ser levados pela onda do “avanço”, o ideal é observar (e entender) todas estas mudanças com otimismo, abrindo, assim, caminhos para novas ideias e oportunidades que surgirão e que já estão surgindo.

Leonardo Bossan é diretor da escola digital de negócios meuSucesso.com.

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Eventbrite anuncia parceria comercial com Instagram no Brasil

Depois de firmar parcerias com o Facebook e Spotify, a Eventbrite, plataforma líder global em tecnologia para eventos e venda de ingressos e inscrições, anunciou em maio mais um parceiro de distribuição, o Instagram.

Com mais de 200 milhões de visitantes em perfis de marcas ou empresas, o Instagram é a plataforma de descoberta visual incrivelmente poderosa. E a partir de hoje, os criadores de eventos da Eventbrite podem adicionar um botão “Obter Ingressos” à página de perfil de sua conta comercial do aplicativo e facilitar os compradores em potencial. Por meio dessa integração, as pessoas conseguem ter acesso aos eventos e vivenciar uma experiência única na hora de comprar ingressos.

A startup é a primeira parceira de emissão de ingressos para eventos ao vivo do Instagram e a única no Brasil. A possibilidade de adicionar um botão “Obter Ingressos” agora está disponível para os 25 milhões de empreendedores e marcas que possuem perfis de negócios no Instagram globalmente.

“Nós estamos orgulhosos em lançar essa integração global, antes de qualquer outra empresa, disponibilizando-a em todos os mercados em que operamos, incluindo o Brasil”, afirma Hugo Bernardo, Country Manager da Eventbrite no Brasil.

Sobre a integração:

O Instagram sempre foi um canal eficaz para aumentar a sua comunidade e alcançar novos fãs e participantes em potencial. Com mais de 800 milhões de usuários ativos por mês, o Instagram conecta eventos ao vivo e experiências a um público de descobridores em grande escala. Os organizadores e produtores de eventos a partir de hoje poderão aumentar o alcance de seus eventos ao inserir o botão “Obter Ingressos” aos seus perfis comerciais. Além do famoso link na bio, poderão ter um botão que direciona as pessoas que estão visitando o perfil diretamente para a página de venda de ingressos e inscrições.

Ao clicar no botão, os potenciais participantes serão direcionados a uma página de perfil da Eventbrite que lista todos os eventos de um criador de evento ou para a URL de um evento específico.

O botão “Obter tickets” não apenas é muito mais acionável, como também leva a uma verificação simplificada que atrai automaticamente o nome e o e-mail do comprador de seu perfil do Instagram. Com menos etapas, a empresa pretende aumentar a conversão de venda de ingressos de seus usuários.

Felipe Continentino, sócio-fundador da plataforma Queremos! É um dos organizadores de eventos que já testaram a integração. “Para nós, que temos muitas datas/shows diferentes à venda ao mesmo tempo, conseguimos dar uma maior prioridade às necessidades do Queremos! Festival, com essa integração”.

Os criadores de eventos também podem acompanhar as vendas de ingressos do Instagram em sua conta Eventbrite, para que possam se manter informados e tomar melhores decisões de negócios sobre onde investem seu tempo em marketing e mídias sociais.

A economia da experiência

A parceria com o Instagram é uma extensão de uma longa e bem-sucedida relação entre a Eventbrite e o Facebook. “Nós vendemos milhões de ingressos por meio de nossos parceiros de distribuição somente em 2017, e estamos entusiasmados em conectar uma tendência crescente de descoberta visual para ajudar nossos clientes a atrair mais participantes para seus eventos. É o que chamamos de “Economia da Experiência”. Em uma recente pesquisa que fizemos, constatamos que três em cada quatro Millennials preferem gastar dinheiro em experiências do que com coisas materiais. Agora os criadores de eventos da Eventbrite têm mais uma ferramenta para alcançar novos públicos e vender mais ingressos”, finaliza, Hugo Bernardo.

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A desburocratização do setor de RH

Por Fredy Evangelista

Apesar de toda modernidade que tem impactado as empresas atualmente, o setor de Recursos Humanos ainda é um dos que tem muita resistência por conta de toda a burocracia que o envolve – desde a contratação de uma nova pessoa, até o armazenamento de documentos. Hoje, para se contratar um novo funcionário padrão em uma empresa brasileira, são necessários em média 20 tipos diferentes de documentos, que precisam ser analisados e guardados no período de 5 a 20 anos. No decorrer da vida desse empregado na empresa, o governo também exige o cadastro e armazenamento das informações referentes aos eventos periódicos como atestados, férias e afastamentos.

Pensando em desburocratizar esse setor, o governo lançou o E-SOCIAL, um sistema público de escrituração digital que unifica todas as obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas da empresa. Na prática, os profissionais que lidam com a gestão de pessoas terão de enviar os dados exigidos de maneira periódica por meio de uma plataforma on-line. O projeto trará alguns impactos significativos, porém as empresas continuarão a enfrentar desafios como: o que fazer para simplificar a gestão da documentação destes funcionários?; agora todos os documentos serão digitalizados, então todos os gestores serão obrigados a escanear os milhares de papéis que entram e saem do setor todos os dias?

Graças a tecnologia, diversas empresas já conseguem otimizar e simplificar muitos processos. Aqui na Vianuvem, criamos uma plataforma simples e intuitiva que tem como objetivo acelerar e dar mais controle aos documentos do processo de contratação, eventos trabalhistas e demissões. Trata-se de uma plataforma onde o próprio candidato é convidado, por meio de e-mail e SMS, a cadastrar seus documentos para a admissão no próprio celular, e estes são automaticamente organizados no workflow da plataforma, chegando para o setor de RH da empresa de forma on-line, evitando copias e burocracias no trâmite desta documentação.

Outros exemplos que posso citar de startups ligadas a desburocratização desse setor são a Convênia, software na nuvem de gestão de Departamento Pessoal, benefícios e folha e a Talent Brand, startup de recrutamento e seleção de candidatos. Não é à toa que as HRTechs, empresas que trazem inovações para o RH, estão em alta. Todos trabalhando a favor da inovação e avanço do segmento, facilitando e otimizando o setor de Recursos Humanos, da melhor maneira possível. Daqui para frente, fica a critério das empresas se adaptarem a essas modernidades e trabalharem junto conosco para que a desburocratização desse setor enfim ser concreta.

Fredy Evangelista é CEO da Vianuvem, startup especializada em gestão processos online

Falta de mão de obra em tecnologia força capacitação interna

Com dificuldade para encontrar profissionais qualificados para ocupar cargos especializados, empresas de tecnologia estão optando por desenvolver programas internos para capacitar os talentos para ocupações específicas. Os treinamentos também auxiliam a diminuir a rotatividade dos colaboradores e fazem com que o profissional gere o resultado esperado pela companhia com mais eficiência e rapidez.

A Locaweb, empresa líder em serviços de internet no País, sentiu essa dificuldade em preencher vagas para cargos técnicos e decidiu por desenvolver um programa de capacitação. Intitulado Quero Ser Dev, o treinamento foi iniciado em 2015 e visa formar novos desenvolvedores. Até o momento, duas edições do projeto já aconteceram. “Nosso foco é formar os profissionais de acordo com a cultura da empresa e criarmos um banco de talentos para, assim, suprir as demandas existentes”, afirma Raquel Parente, gerente de Recursos Humanos da Locaweb.

Entre os resultados positivos da iniciativa, destacam-se a adaptação do jovem talento à empresa, que duraria cerca de seis meses e passou a ser de apenas dois meses, e a maior flexibilidade nos times, pois os jovens passam por diversas áreas internas no momento da capacitação. “Uma parte dos contratados já assumiu projetos mais complexos, sendo que alguns já coordenam pessoas. Além disso, a empresa ‘aprendeu’ a treinar pessoas com mais agilidade e eficiência”, completa Raquel.

A falta de profissionais qualificados no segmento de Tecnologia da Informação (TI) é um problema crônico que as empresas do setor enfrentam. De acordo com o levantamento The Network Skills in Latin America, encomendado pela Cisco à IDC, em 2015, o País teve um déficit de 195 mil profissionais qualificados. É esperado, porém, que esse número caia para 161 mil até 2019.

De acordo com Raquel, o tempo de preenchimento de vagas pode variar de três meses a seis meses, a depender da complexidade que o cargo exige. “Por isso, e por conta da alta demanda de adequação às novas tecnologias, a Locaweb desenvolveu o programa”, diz. De acordo com ela, 19 desenvolvedores júniores foram contratados desde o início do Quero Ser Dev. “Acreditamos que em 4 ou 5 anos conseguiremos diminuir drasticamente a rotatividade, que é quando esses profissionais, atualmente júniores, se tornarão sêniores, perfil com maior camada de rotatividade da companhia”, conclui.

GFT expatria executivo Carlos Kazuo para os Estados Unidos

Com a sua política de valorização e reconhecimento de talentos, a GFT, empresa de Tecnologia da Informação especializada em Transformação Digital para o setor financeiro, expatria o executivo Carlos Kazuo Missao para a unidade de Nova York, nos Estados Unidos. No país, o profissional vai atuar como gerente executivo de projetos, inicialmente apoiando as soluções para o setor de Banking (Retail e Investment Banking).

Um dos grandes desafios é consolidar a área de projetos relacionados à transformação digital, especialmente apoiando os clientes nas suas estratégias de migração para nuvem e na adoção de arquiteturas baseadas nos conceitos de Open Banking. Também acumulará a função de apoiar a gestão interna de carreira dos consultores da GFT nos EUA.

Há mais de um ano na GFT Brasil, Kazuo era o responsável por gerenciar o time de entregas, composto por mais de 400 pessoas. Na função, enfrentou o desafio de atender o crescente aumento de demanda por entregas de projetos; ajudou no desenvolvimento de profissionais sob a sua alçada, capacitando a equipe para o ambiente digital; e também participou do progresso do time de vendas na criação das melhores práticas para transformar a operação em 100% Agile.

“Agradecemos todo o trabalho neste último ano e acreditamos que sua atuação trará grandes resultados para a GFT USA, Brasil e para o Grupo”, afirma Marco Santos, managing director da GFT para a América Latina. “Essa expatriação demonstra também o nosso esforço para exportar mão-de-obra qualificada, não só de engenheiros e desenvolvedores, mas também de executivos”, explica.

Para Kazuo, a ida para os Estados Unidos traz grandes desafios tanto na sua vida profissional quanto pessoal. “Estou convencido de que será uma experiência incrível e muito rica em aprendizado. Espero continuar colaborando para o crescimento da GFT e estimulando o desenvolvimento da nossa área e de nossas pessoas”, complementa.

Congresso CIAB FEBRABAN reúne mais de 300 palestrantes para debater a Inteligência Exponencial

Durante a realização do CIAB FEBRABAN – Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras, nos dias 12, 13 e 14 de junho, o Congresso CIAB FEBRABAN, reunirá, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, mais de 300 palestrantes que serão divididos em oito diferentes auditórios para debater a Inteligência Exponencial, com temas sobre inovações tecnológicas, transformações digitais e o futuro do sistema financeiro.

No fórum estarão presentes especialistas nacionais e internacionais para discutir, por meio de diferentes abordagens, como o desenvolvimento de tecnologias como inteligência artificial, machine learning, blockchain, open banking e IOT implicam em constantes alterações no comportamento social, e como tais alterações podem rapidamente criar ou destruir negócios.

A abertura oficial do congresso (12/06) terá a palestra de Candido Bracher, presidente do Itaú Unibanco, sobre Transformação Digital nos Negócios, com a moderação de Murilo Portugal, presidente da FEBRABAN.

Outros destaques do primeiro dia do evento serão os debates sobre a visão dos líderes de mercado sobre os impactos do open banking, inteligência artificial e blockchain nas instituições financeiras – com presenças confirmadas de representantes da IBM, Facebook e Deloitte e moderado por Marcelo Frontini, Head de Digital do Bradesco; e como a robótica e a automação cognitiva transformarão a indústria de seguros – liderado pela Deloitte e com presença do COO da Bradesco Seguros, Curt Zimmermann.

A relação entre finanças e sustentabilidade também será discutida no congresso (13/06), com destaque para o painel “As perspectivas do G-20 e das Nações Unidas sobre Finanças Digitais e Desenvolvimento Sustentável”, que abordará como as inovações das instituições financeiras e das fintechs favorecem o alinhamento do mercado com os objetivos do desenvolvimento sustentável.

Ben Pring, diretor do Centro para o Futuro do Trabalho da Cognizant Technology Solutions, e coautor dos livros “What To Do When Machines do Everything” (2017) e “How the Digital Lives of People, Things, and Organizations are Changing the Rules of Business” (2014), fará a palestra de encerramento em que discutirá o “Futuro do Trabalho”.

Durante os três dias de evento, o público participante poderá, ainda, acompanhar as discussões lideradas por uma série de renomados keynote speakers, entre eles o diretor setorial de Tecnologia Bancária da FEBRABAN e diretor de Tecnologia do Banco do Brasil, Gustavo Fosse; a engenheira, empreendedora e filósofa futurista, Nell Watson; o futurista e humanista, CEO da Agência do Futuro, Gerd Leonhard; e o Q Offering Manager da IBM, Chris Schnabel.

O congresso também abordará temas sobre bancos internacionais, de investimento, comerciais e financeiras para executivos de corretoras e instituições que atuam no mercado de capitais, bancos internacionais, comerciais e instituições de crédito e financiamento. Assuntos como melhores práticas de mercado de câmbio e prevenção e combate à corrupção integram o ciclo de palestras.

Para conferir a programação completa do congresso CIAB FEBRABAN, acesse: www.ciab.com.br

Congresso CIAB FEBRABAN
Data: 12 a 14 de junho de 2018
Local: Ciab FEBRABAN – Transamérica Expo Center (Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro)

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TechEmerge Health Brazil reforça tecnologias digitais na Hospitalar 2018

O TechEmerge Health Brazil, programa internacional que visa estimular a inovação em instituições de saúde do Brasil, será apresentado na Hospitalar 2018, em São Paulo, no dia 24 de maio. O programa TechEmerge é uma iniciativa da IFC (International Finance Corporation, membro do Grupo Banco Mundial) e é apoiada pela Bionexo, empresa brasileira de soluções digitais para compras, vendas e gestão de processos de saúde. A Hospitalar é um dos principais eventos de saúde da América Latina e, neste ano, inaugura um pavilhão dedicado a tecnologia e inovação, que inclui o estande 5YFN (Five Years From Now).

Durante a Hospitalar, o TechEmerge será apresentado por Iris de Graaf, Líder de Projeto do Grupo de Venture Capital da IFC, com sede em Washington DC (EUA). Iris palestrará sobre como o programa TechEmerge busca apoiar empresas de tecnologia inovadoras em todo o mundo para entrar em novos mercados e trabalhar em conjunto com instituições de saúde brasileiras. A apresentação de Iris será no dia 24 de maio, às 17h, no estande do 5YFN. A entrada é gratuita para participantes da feira.

“Este evento oferece uma oportunidade única para discutir a inovação global em saúde, disseminar ideias entre os gerentes da indústria e especialistas em relação às mais recentes soluções tecnológicas que podem melhorar a prestação de cuidados em saúde. O programa TechEmerge Health Brazil oferecerá US$1 milhão em financiamento para projetos piloto conjuntos entre empresas globais de tecnologia de saúde e sistemas de saúde brasileiros, para catalisar a adoção de inovação”, disse Raquel Duque, da Bionexo, parceira do programa e organizadora do estande da 5YFN.

Nesta edição brasileira do TechEmerge, o programa recebeu mais de 290 inscrições de empresas de mais de 30 países que buscam ampliar o alcance de suas soluções no mercado brasileiro de saúde.

Palestra de Iris de Graaf, Executiva do Grupo de Venture Capital da IFC

Local: Feira Hospitalar, stand 5YFN, Pavilhão Vermelho, Rua 20-60

Data e horário: 24 de maio, 17h00

Endereço: Expo Center Norte, Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo – SP, 02055-000

Inscrição e mais informações pelo site: www.hospitalar.com/pt

Economia de tokens: a revolução no financiamento coletivo das startups

Por Maycon Franco, SAP Solution Architect da Resource IT

Em 2017, as criptomoedas se tornaram o investimento mais comentado no mundo devido à expressiva valorização, que chegou a atingir mais de 1.300%. Acompanhando esse cenário, empresas de diversos segmentos, principalmente as startups de tecnologia, estão aproveitando o engajamento de investidores para aumentar os fundos necessários para o financiamento de projetos.

Pesquisas apontam que a capitalização de todas as criptomoedas em janeiro de 2016 era equivalente a US$ 7 bilhões. Já no final de 2017 o número saltou para US$ 830 bilhões. Se excluirmos o Bitcoin, principal criptomoeda, com valor próximo a US$ 180 bilhões, o total desse mercado seria de US$ 542 bilhões, número que ultrapassa o Produto Interno Bruto (PIB) de países como Suíça, Bélgica e Noruega.

As cifras milionárias do mercado de criptomoedas têm despertado a atenção de muitas empresas e investidores, aumentando assim a visibilidade da “economia Tokens”. O termo se refere a empreendedores e startups que financiam suas operações distribuindo unidades de criptografia, ou seja, Tokens ao invés de ações para investidores.

Os Tokens podem ser compreendidos como cupom digital que é vendido por moeda comum (USD, BRL) ou criptomoeda de valor líquido, como o Bitcoin. Eles podem ter várias funções, possibilitando diversos tipos de vantagens ao investidor, como oferecer acesso aos serviços das startups sem conceder direitos de propriedade. Assim, as empresas se financiam, mas permanecem autônomas.

Ao contrário da criptomoeda que possui seu próprio blockchain – mecanismo de segurança que usa criptografia para descentralizar dados pela rede -, o Token utiliza a tecnologia de outras criptomoedas. A plataforma Ethereum, por exemplo, é a que abriga a maior parte dos Tokens disponíveis no mercado.

Criptomoedas e Altcoins são moedas digitais que servem como alternativa às moedas fiduciárias – não lastreadas em metal e sem valor intrínseco. A arquitetura técnica da geração de criptomoedas é realizada com base em funções hash – operações matemáticas e executadas em dados digitais. Como já mencionado, a principal criptomoeda é o Bitcoin. Por outro lado, as Altcoins buscam ser melhores do que os Bitcoins, resolvendo questão de custo e velocidade de transações.

Um dos principais motivos para o uso de Tokens é o lucro que se pode obter com a venda deles. Outra vantagem é a de que os investidores têm acesso aos serviços e funções dos projetos após o lançamento. Além disso, por meio dos Tokens é possível apoiar iniciativas empresariais com potencial de consolidação e expansão no mercado.

O Initial Coin Offering (Oferta inicial da moeda, em tradução livre para o português), mais conhecido pela sigla ICO, é a venda de Tokens recém-criados destinado ao público em geral. Esse modelo de venda público é usado para levantar fundos para o desenvolvimento de iniciativas ou startups. Porém, esse cenário surgiu apenas com o objetivo de revenda dos Tokens, exatamente como o mercado de ações.

O ICO começou a ganhar relevância a partir de 2008, quando Satoshi Nakamoto (sua identidade nunca se tornou pública) propôs um sistema de pagamento eletrônico baseado em prova matemática e criou a principal criptomoeda do mercado, conhecida mundialmente como Bitcoin.

Quando uma startup cria Tokens, eles são trocados por moeda fiduciária (USD, EUR) ou criptomoeda de valor líquido (Bitcoin). Se o dinheiro arrecadado cobrir os fundos mínimos estipulados, os Tokens são distribuídos entre os compradores e se tornam líquidos no mercado de criptomoeda, que atualmente está estipulado em US$ 314 bilhões. Caso o financiamento não seja concluído, o investidor recebe o dinheiro de volta.

O número de projetos que buscam financiamento coletivo por meio de uma ICO cresceu exponencialmente nos últimos dois anos. Um dos principais motivos que tem consolidado o novo setor de investimento é a rapidez em arrecadar grandes quantias financeiras ao anunciar um novo projeto de negócio. Por ser um processo ainda não regulado, qualquer pessoa, independente do país, pode se tornar, em poucos segundos, um investidor ou um captador de fundos. No entanto, ainda existem poucos requisitos legais que assegurem as empresas e ofereça proteções aos compradores. As maiores cifras de ICOs no mundo variam de US$ 35 milhões a US$ 200 milhões.

– A ICO do novo navegador web Brave gerou cerca de US$ 35 milhões em menos de 30 segundos.

– A Tezos arrecadou mais de US$ 200 milhões antes mesmo de ser lançada ao mercado.

– A ICO da plataforma de aplicações decentralizada EOS conquistou US$ 180 milhões para financiar seu projeto.

– A startup Bancor recebeu, em apenas três horas, US$ 150 milhões de aporte.

No ano de 2012, foi lançado o blockchain 2.0, mecanismo que passou a ser utilizado para todos os tipos de criptomoedas. Três anos depois, em 2015, surge a plataforma Ethereum. Baseada em blockchain, a inovação por meio de contratos inteligentes permite validar negócios, pagamentos e contratos com segurança e transparência, sem a utilização de meios legais tradicionais.

Mas foi somente em 2017 que o mercado de criptomoeda se tornou pauta de destaque para grandes entidades, incluindo governos de vários países e até mesmo o Fórum Econômico Mundial em Davos. A aposta em criptomoedas por empresários e startups como alternativa às técnicas convencionais em busca de fundos é fundamental para uma nova abordagem descentralizada. Além disso, incentiva a adoção de Altcoins e do blockchain em indústrias de diversos segmentos, não apenas nos setores de tecnologia.

Indústria paulista gera 9,5 mil postos de trabalho em abril, aponta Fiesp

A indústria paulista encerrou abril com geração de 9,5 mil novos postos de trabalho, uma alta moderada de 0,44% em relação a março na série sem ajuste sazonal. No acumulado do ano, o resultado também sofreu variação positiva, com 32 mil novas vagas (+1,50%). Com ajuste sazonal, o índice apresentou recuo de -0,18% no mês. Os dados de Nível de Emprego do Estado de São Paulo foram divulgados nesta quarta-feira (16/05) pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo.

De acordo com o segundo vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, o resultado mostra um viés de baixa para o emprego na indústria paulista. “Apesar de este ser o segundo ano consecutivo em que o emprego em abril apresenta um resultado positivo, os dados estão aquém do esperado, com o nível de emprego industrial exibindo uma recuperação bastante lenta. Por conta ainda de um ambiente de incertezas no cenário político, e dos elevados níveis dos spreads bancários, percebemos que há uma perda de fôlego no processo de retomada da atividade econômica”, avalia Roriz.

Setores e regiões

Entre os 22 setores acompanhados pela pesquisa para o mês de abril, 13 ficaram positivos, 3, estáveis e 6, negativos.

Entre os positivos, os destaques ficaram por conta de produtos alimentícios, com geração de 5.817 postos de trabalho, seguido por coque, derivados de petróleo e biocombustíveis (+1.435), produtos de metal (+1.397) e veículos automotores, reboques e carroceria (+810).

No campo negativo ficaram, principalmente, confecção de artigos do vestuário e acessórios (-941) e produtos têxteis (-380).

A pesquisa apura também a situação de emprego para as grandes regiões do estado de São Paulo e em 36 Diretorias Regionais do CIESP. Por grande região, a variação no mês ficou positiva igualmente em 0,44% no Estado de São Paulo e no Interior paulista. Já na Grande São Paulo, houve queda (-0,07%).

Entre as 36 diretorias regionais, houve variação nos resultados. Nas 27 que apontaram altas, destaque por conta de Franca (2,97%), influenciada pelo setor de artefatos de couro e calçados (4,10%) e produtos alimentícios (2,71%); Sertãozinho (2,58%), por produtos alimentícios (2,41%) e produtos de metal (1,46%) e Piracicaba (2,56%), por produtos alimentícios (9,94%) e veículos automotores e autopeças (1,87%).

Já das 8 negativas, destaque para Jaú (-2,22%), por artefatos de couro e calçados (-28,98%) e produtos de metal (-7,14%); Santos (-1,86%), por impressão e reprodução gravações (-13,82%) e confecção de artigos do vestuário (-13,33%); São Caetano do Sul (-1,37%), influenciado por produtos de metal (-2,65%) e produtos alimentícios (-0,79%).

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Qual é o papel do vendedor profissional na atualidade?

Por Mário Rodrigues

Antes de responder qual é a função de um vendedor profissional nos tempos de hoje, é preciso contextualizar as mudanças que esses especialistas passaram no decorrer dos anos. Afinal, a profissão é considerada uma das mais antigas do mundo. Para se ter uma ideia, as pessoas vendem e negociam antes mesmo do surgimento da moeda, desde o período do escambo, quando era preciso apenas falar das características dos produtos ou serviços prestados.

Com o passar dos anos, após a criação do dinheiro e a Revolução Industrial, o cenário mudou, pois a produção passou a exceder a quantidade necessária para o consumo. Nesse contexto, o artesão que antes confeccionava um sapato por vez, com o processo evolutivo, passou a ter uma máquina que poderia produzir três ao mesmo tempo. Ou seja, com mais pares para vender, era preciso fomentar o consumo. Assim, surge a primeira figura do vendedor profissional moderno.

O breve relato ajuda a compreender que a atividade do vendedor passou por diversas mudanças, sempre com foco no avanço tecnológico e, principalmente, no comportamento dos consumidores. Agora, em um mundo em que todos estão conectados, o tempo todo, com a possibilidade de comprar tudo pela internet, qual é a real função de um vendedor profissional dentro de um estabelecimento? A resposta é simples: o papel do especialista é ser um consultor. Mas, na prática, a questão é um pouco mais complexa.

Na era digital, o consumidor tem acesso a todas as informações dos produtos, as vantagens e desvantagens, consegue comparar os preços praticados no mercado e, talvez o mais importante, avalia a experiência que outras pessoas tiveram ao comprar o mesmo item.

Dentro de todo o universo de possibilidades virtuais, as pessoas são bombardeadas de ofertas encontram um enorme leque de opções. Porém, com essa superexposição, fica difícil escolher. É nesse momento que o cliente prefere ir à loja física, pois precisa ver e avaliar de perto o produto, além de ter uma relação interpessoal com um consultor que o ajude a tomar uma decisão de compra. Os consumidores gostam da ideia de ter alguém que se importe com as suas necessidades.

O bom profissional, treinado, capacitado com as técnicas fundamentais das vendas e, acima de tudo, que saiba identificar o perfil e as necessidades dos clientes, certamente vai promover uma boa experiência, conquistar a confiança e até mesmo fidelizar o cliente. Quando o assunto é vendas, esse é o grande desafio do mundo moderno.

Mário Rodrigues é diretor do Instituto Brasileiro de Vendas

Blockchain e seu papel na contabilidade

O blockchain nasceu ligado à bitcoin. Apesar da associação direta, esse tipo de base de dados, vai muito além das criptomoedas.

Para contabilidade, por exemplo, os benefícios são tão significativos que vão afetar (para melhor) a rotina tributária das pessoas físicas e jurídicas. O Livro Razão – modelo obrigatório, porém ultrapassado, de aferição contábil das empresas foi atropelado pelo blockchain, que funciona, também, como um livro contábil, com o registro de todas as transações.

Essa tecnologia é um caminho para os contadores, quase que uma tendência – apesar de ainda pouco fomentada. De acordo com pesquisa da Thomson Reuters, apenas 4% dos entrevistados selecionaram ‘blockchain’ como um modelo de grande impacto em seus negócios em 25 anos.

“É uma plataforma revolucionária e inviolável, que vai transformar a economia global. Uma cadeira de dados descentralizada e segura. A contabilidade é uma das primeiras a sentir este movimento. Aqueles que não se aprofundarem no assunto, têm muito a perder”, avalia Claudio Cifali, empresário contábil e especialista de outsourcing.

As informações armazenadas no sistema, criado em cima da tecnologia P2P, são resistentes a alterações e não podem ser modificadas retroativamente, ou seja, os registros são à prova de adulteração. Desta forma, o sistema coibirá fraudes e sonegações.

Embora a adoção da tecnologia seja fundamental, com a otimização dos processos, muitos profissionais vão perder espaço, inclusive na área de contábil. “A cada 10 funcionários, oito fazem os registros. Se essas informações vão vir prontas com a implementação do blockchain, não vai ter mais papel para esses profissionais. Ou eles se reinventam ou vão perder funcionalidade”, pondera Claudio Cifali.

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Oracle Code 2018: maior evento para desenvolvedores

Nos dias 20 e 21 de junho, a Oracle realizará o Oracle Code São Paulo 2018, evento totalmente gratuito para que desenvolvedores tenham acesso e aprendam mais sobre as últimas tecnologias, práticas e tendências do mercado. A edição deste ano será realizada no Parque do Ibirapuera e acontecerá em paralelo ao Oracle OpenWorld Brasil.
Serão diversas palestras, keynotes, sessões especializadas, workshops e hands on Lab com especialistas técnicos, líderes de mercado e outros desenvolvedores, tudo isso no espaço Code Lounge.

Entre os palestrantes confirmados estão: Siddhartha Agarwal, vice-presidente de gerenciamento e estratégia de produtos da Oracle; Georges Saab, vice-presidente de desenvolvimento do Java Platform Group da Oracle e Bruno Souza, desenvolvedor Java na Summa Technologies e especialista em nuvem na ToolsCloud.

Programação

No primeiro dia do evento, as atividades e palestras serão focadas no Modern Cloud Development, enquanto o segundo dia será voltado para as soluções e novidades do Java.

Modern Cloud Development – 20 de junho

Com foco em cloud, o primeiro dia do Oracle Code contará com sessões educacionais de softwares de desenvolvimento, utilizando novas tecnologias como containers, microservices, machine learning, intelligent bots e blockchain. Especialistas conversarão sobre desenvolvimento de software, Node.js e outras linguagens de programação e frameworks utilizando Oracle Database, MySQL e NoSQL.

Java Day – 21 de junho

O segundo dia do Code terá conteúdo dedicado ao mundo Java, incluindo um keynote técnico com tudo que há de mais novo no mercado e os últimos detalhes do Java 10, avanços no OpenJDK e outras novidades do desenvolvimento em Java. Além de conteúdo da comunidade Java no desenvolvimento de clientes, linguagens JVM, IDEs e estruturas de teste.

“O Oracle Code 2018 é a oportunidade para coders, arquitetos e desenvolvedores conhecerem e experimentarem as tendências, tecnologias emergentes e ciclos de desenvolvimento ágil, baseado em cloud, containerização, microserviços, inteligência artificial, big data, IoT, entre outras, com os mais importantes especialistas do mundo”, comenta Fernando Lemos, vice-presidente de Inovação, Transformação Digital e Cloud da Oracle América Latina. “Este ano, com o evento acontecendo dentro do OpenWorld Brasil, teremos muito mais atividades com foco em inovação, conexóes e criatividade. Será um ecossistema rico em novidades e mutliplas experiências”, destaca.

Mais sobre o evento

O Oracle Code acontece em 20 cidades de todo o mundo (América do Norte, Europa, Ásia e América do Sul) e, desde o ano passado, traz à capital paulista o que há de mais novo em tecnologia para programação.

“Temos observado um forte crescimento na comunidade de desenvolvedores no Brasil e em toda a América Latina. Isso valoriza a importância e a responsabilidade do Oracle Code em trazer conteúdo relevante e significativo para a região. Um exemplo foi a edição do evento realizado em Bogotá, na Colômbia, no qual participaram mais de mil pessoas presentes e centenas conectadas via streaming, representando um recorde global para a Oracle”, completa Lemos.

Registro para o Oracle OpenWorld

Os registros gratuitos para o OpenWorld Brasil 2018 já estão abertos. Quem tiver interesse em participar poderá se inscrever no site Oracle OpenWorld Brasil 2018 e receber informações relevantes até o dia do evento.

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E-commerce registra 26% de aumento em vendas em relação ao Dia das Mães de 2017, aponta estudo do UOL DIVEO

O movimento nas páginas de e-commerce cresce a cada ano e o Dia das Mães de 2018 comprova essa tendência. Em relação a 2017, varejistas registraram 28% mais visitantes únicos e 23% mais page views em seus sites durante o período de maior procura por presentes. Já o faturamento total em vendas das páginas avaliadas foi 26% maior em relação ao ano passado. Os dados são de um levantamento realizado pelo UOL DIVEO, empresa especializada em soluções de TI.

O estudo considerou o tráfego nos sites de e-commerce de 17 clientes do UOL DIVEO no período de 23 de abril a 12 de maio de 2018. O constante aumento da demanda torna ainda mais importante a preocupação desses sites com sua infraestrutura de TI para evitar quedas em momentos de pico ou lentidão.

“Imagine uma loja física mal apresentada, onde o cliente tem dificuldade para se locomover, as prateleiras são de difícil acesso e há uma fila gigantesca para pagar. O mesmo se aplica a uma loja virtual. Sem a devida atenção com o serviço de Tecnologia da Informação (TI), problemas de layout, navegabilidade e instabilidade podem prejudicar de forma irreversível a experiência dos usuários”, comenta Cleyton Ferreira, CTO do UOL DIVEO.

“Em períodos de grande pico de vendas, essa preocupação com as ferramentas das páginas passa a ser ainda mais fundamental. Ninguém quer passar por problemas na hora de comprar um presente e não há nada mais frustrante que ver um site cair na hora de se aproveitar uma grande promoção. Outro ponto importante é a segurança das páginas, uma preocupação imprescindível diante do crescente número de hackers e fraudes. As companhias de e-commerce devem buscar assistência especializada para conseguir se preparar adequadamente à alta demanda e aos riscos da rede, um diferencial que garante o melhor atendimento”, completa Gil Torquato, CEO do UOL DIVEO.

Roberto Ribeiro retorna à AlmavivA do Brasil e assume a diretoria de Novos Negócios e Marketing

A AlmavivA do Brasil, uma das principais empresas do segmento de contact center, gestão de relacionamento com clientes (CRM) e trade marketing do País, oficializa a contratação de Roberto Ribeiro como diretor de Novos Negócios e de Marketing. O executivo, que já havia atuado pela companhia como diretor-geral de Vendas, entre 2007 e 2014, retorna depois de trabalhar nos últimos três anos em empresas concorrentes do mercado.

Roberto Ribeiro será responsável pelo desenvolvimento de novos mercados e marketing, atuando diretamente na elaboração do planejamento estratégico mercadológico da empresa, destacando também a intenção de abrir espaço para inovações em BPO e Trade Marketing.

Com MBA em administração, negócios e marketing pelo Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet/RJ), o diretor de Novos Negócios e Marketing tem sólida experiência no ramo de contact center e BPO, somando mais de 18 anos de atuação em empresas do setor.

Experiência de mercado – De 2001 a 2002, Ribeiro trabalhou como gerente de Vendas na Atento. Entre 2002 e 2005, ocupou essa mesma função pela Teleperformance, enquanto de 2006 a 2007 foi gerente comercial da Contax. Foi ainda diretor-geral de Vendas e Member of Board of Director na AlmavivA do Brasil, entre 2007 e 2014. Entre 2015 e 2017, permaneceu como diretor comercial e de Marketing da LiQ (antiga Contax). Antes do retornar à AlmavivA, ocupava o cargo de diretor executivo de Novos Negócios, Marketing e Transformação Digital na Neobpo.

LIDE Brazilian Investment Forum conta com presença de multinacionais como a Rakuten

Realizado anualmente em Nova York, o LIDE Brazilian Investment Forum deve reunir mais de 160 empresários com o propósito de discutir a geração de oportunidades entre Brasil e EUA. A edição 2018 acontece amanhã (16), com palestrantes como: o Juiz Federal Sergio Moro que abordará o “Fortalecimento das Instituições para o Crescimento do Brasil”. Empresas nacionais e multinacionais como é o caso da Rakuten Brasil marcarão presença. “Acreditamos no poder da tecnologia para o desenvolvimento das sociedades em todo o mundo. E participar dos debates e da criação das inovações que fomentarão esse avanço, para nós, é sempre uma prioridade”, afirma René Abe, Presidente e CEO da Rakuten Brasil.

A Rakuten Brasil é uma das mais novas apoiadoras do LIDE, Grupo de Líderes Empresariais que atua em todo o país promovendo as economias locais. A companhia é subsidiária da gigante global Rakuten Inc. no país e integra a unidade do LIDE Ribeirão Preto. “Este é um importante polo de negócios que representa a força da indústria e do varejo do estado de São Paulo. Como a Rakuten em todo o mundo tem como valor número 1 o empoderamento da sociedade por meio da tecnologia, vemos no Brasil um grande potencial econômico para a expansão da nossa atuação global”, afirma o executivo.

LIDE Brazilian Investment Forum

Data: 16/05 (quarta-feira)

Horário: 08h00 às 11h30

Local: Hotel THE PIERRE (2 e 61st St, New York, NY 10065, EUA)

CIAB FEBRABAN promove 2º Hackathon

A segunda edição do Hackathon CIAB FEBRABAN, iniciativa da Federação Brasileira de Bancos para o desenvolvimento de projetos que impactem o mercado bancário no Brasil, será realizada em São Paulo nos dias 9 e 10 de junho, antes da abertura oficial do evento. A maratona de programação tem como objetivo incentivar empreendedores a desenvolverem novas soluções para superar os desafios do mercado bancário brasileiro. As inscrições devem ser feitas pelo site até o dia 26 de maio.

Nesse ano, o tema principal do Hackathon será a “Inclusão Financeira dos Pequenos Negócios” e terá como direção o desenvolvimento de soluções que impactem empresas pertencentes a esse grupo (microempreendedor individual, microempresa e empresa de pequeno porte).

A competição girará em torno de quatro principais desafios: Gestão Financeira, soluções que organizem e facilitem aspectos da vida financeira do pequeno negócio, aprimorando a gestão do seu fluxo de caixa, do seu estoque e de fornecedores; Pagamentos, soluções que facilitem o pagamento realizado pelos clientes dos pequenos negócios, sejam online ou no ponto de venda, utilizando também essas informações de forma estratégica para o negócio; Inteligência de Negócios, soluções que ajudem a empresa na tomada de decisão, acesso à novos mercados, fidelização de clientes e aumento de vendas no mercado online e off-line; e Crédito, soluções que facilitem o entendimento e o acesso às alternativas de crédito por parte dos pequenos negócios.

Nos dois dias de desenvolvimento, os participantes deverão elaborar uma solução do zero, contando com o suporte de experientes mentores de diferentes áreas, e apresentarão seus projetos para um grupo de jurados das principais instituições financeiras do país.

As quatro equipes finalistas apresentarão os seus projetos no dia 12 de junho, dia da abertura do CIAB FEBRABAN 2018, quando serão julgados pelo público no Lounge Fintech do congresso de tecnologia. O grande vencedor ganhará duas reuniões com lideranças de bancos para apresentar o projeto, além de um MacBook Air para cada membro da equipe. Além disso, cada uma das quatro equipes finalistas poderá utilizar um balcão de exposição no Lounge Fintech durante todo o Ciab para expor seus projetos.

Para conferir o regulamento e se inscrever, acesse: http://www.hackathonciab.com.br/

Ciab FEBRABAN: Hackathon
Data: 09 e 10 de junho de 2018
Local: Digital House (Av. Dr. Cardoso de Melo, 90 – Vila Olimpia, São Paulo)
Site: http://www.hackathonciab.com.br/

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