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Sucessão nas corporações: herdeiro ou sucessor?

Por Bernt Entschev

Pesquisas apontam que 98% das empresas brasileiras são fundadas por famílias. As corporações, geralmente, surgem a partir de uma ideia, um projeto ou uma necessidade de um indivíduo que a desenvolve e inicia uma organização.

Depois de 20 ou 30 anos de fundação é chegada a hora de ‘passar o bastão’. De minha experiência no segmento, a cada 100 empresas que são desenvolvidas no Brasil, apenas 30 sobrevivem na segunda geração, somente 13 chegam até a terceira e 5 passam para a quarta geração. Os números realmente são assustadores. É por isso até que ouvimos aquele ditado no meio corporativo: “A primeira geração constrói, a segunda consome e a terceira destrói”.

Mas mesmo possuindo um perfil familiar, essas empresas possuem conceitos diferentes. Destaco três deles que são comuns e relevantes: o primeiro e o mais conhecido é a empresa familiar, que existe para sustentar a família e estão preocupados com luxo e caprichos, além da delapidação dos patrimônios herdados; o segundo é a multifamiliar, quando a corporação que é administrada por várias famílias; e a terceira, família empresária, que surgem para competir no mercado.

Enquanto na primeira existe o choque e conflito entre gerações, na terceira é evidente observar muito mais compreensão e apoio entre as gerações. Neste caso, o status da família irá variar de acordo com as possibilidades da organização. Eles pensam, principalmente, na agregação contínua ao valor do negócio, na manutenção do patrimônio e no crescimento e manutenção do patrimônio.

E quando chega a hora de passar o bastão? É o momento de decidir por um herdeiro ou sucessor. A sucessão é um problema tanto para uma empresa familiar ou não. Quando se tem uma empresa de grande porte, por exemplo, isso torna-se bem complicado.

É necessário realizar um planejamento chamado ‘plano de sucessão’, que é longo porque muitas vezes significa ter que formar estas pessoas que irão assumir determinadas posições. Muitas vezes o indivíduo tem potencial, mas precisa desenvolver outras habilidades para a ‘cadeira’ que irá assumir.

O herdeiro recebe de presente, tendo ou não talento, já o sucessor, é aquele que irá administrar tecnicamente e profissionalmente a companhia. Claro, herdeiro e sucessor podem estar na mesma figura. Posso citar um exemplo. No caso de minha empresa, foi desta forma que aconteceu. Meu filho é o herdeiro e sucessor. Foi o escolhido para ser o gestor, mas em um processo de sucessão que levou três anos. Desta forma, caso o herdeiro seja o escolhido, algumas situações precisam ser observadas: o herdeiro só deve entrar na corporação se houver vaga ou se gerar uma vaga na empresa; ele terá que obedecer os mesmos critérios em que os recursos humanos praticam para outros profissionais no ingresso na corporação. Se nesta posição é necessário inglês, o indivíduo precisa falar inglês e mais ainda, terá que receber a remuneração de qualquer profissional daquela função.

Na verdade, o que precisamos ter é o conceito profissional. O ideal é que o herdeiro não atue diretamente com parentes. Ele poderá começar como estagiário, ser testado antes de assumir um cargo de chefia na organização.

Chega um momento que, psicologicamente, o herdeiro começa a ter interesse pelo negócio. É muito difícil colocar em prática a sucessão se o filho não tiver interesse na corporação. A conversa franca com os filhos sobre a passagem da direção da empresa é muito importante neste processo.

E aí entra uma regra de ouro: não esperar morrer para transmitir a herança. Até porque muitos dos colaboradores, de vez em quando, têm ataques de imortalidade, de que todo mundo vai morrer, menos ele.

A sucessão na verdade é um processo e não um determinado evento. Não existe: Hoje é o dia da sucessão! O indivíduo vai entrando na empresa, assumindo responsabilidades gradualmente, conhecendo o negócio, as pessoas, os clientes, fornecedores, bancos, enfim, ele já assumiu, mas em um processo, e não de uma só vez.

Agora quando existe mais de um interessado na família, por exemplo, dois irmãos querendo esta posição de sucessor ou não existe um filho interessado, como fazemos?

A solução, se for da família, é realizar um Assessment, de preferência com uma empresa de consultoria externa. O programa irá possibilitar à empresa uma visão aperfeiçoada e detalhada de seu capital humano, de suma importância em um processo sucessório.

Além do que, se terá bastante independência de raciocínio para julgar, e obviamente, aquele que tiver melhor resultado será o escolhido.

No caso de não termos um herdeiro sucessor, o processo será com a contratação de um sucessor, com candidatos externos. E quando não acontece, o processo deve ser com candidatos externos para se chegar ao sucessor. Um headhunter, por meio de processos, pode identificar o melhor perfil para o cargo.

Bernt Entschev, conselheiro da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná), headhunter e fundador da De Bernt.

Dona da 99, DiDi anuncia joint venture com gigante dos carros elétricos

A DiDi Chuxing, maior plataforma de transporte do mundo e dona da 99 no Brasil, anunciou nesta segunda-feira (28) uma joint venture com a Beijing Electric Vehicle — afiliada da montadora BAIC e maior fabricante de carros elétricos da China. A nova empresa, batizada de JingJu, visa desenvolver os automóveis do futuro combinando frotas de veículos movidos a novas energias e soluções de inteligência artificial.

A JinJu faz parte de uma parceria estratégica formada entre a DiDi e representantes do setor automotivo. A companhia iniciou os programas de cooperação em 2016 e, desde então, desenvolveu uma plataforma colaborativa de serviços para que usuários tenham acesso a diversos serviços num só app — incluindo locações, vendas, abastecimento e manutenção, além do transporte por aplicativo.

A China está acelerando sua transição para novas formas de energia. Enquanto a BAIC anunciou planos para interromper a fabricação e venda de modelos de carros movidos a combustíveis convencionais até 2025, a DiDi hoje é a maior rede compartilhada de veículos elétricos do mundo, com cerca de 400 mil automóveis movidos a nova energia registrados.

Elo anuncia parceria com aceleradora global Plug and Play

Avançando na estratégia de inovação e no propósito de captar novas oportunidades no momento em que são concebidas, a Elo – bandeira 100% brasileira que tem Banco do Brasil, Bradesco e CAIXA como acionistas – anuncia parceria com a Plug and Play, plataforma de inovação global para startups, corporações e investidores, com o objetivo de apoiar iniciativas disruptivas no mercado de pagamentos.

Com atuação em países da Europa, no Vale do Silício (EUA), na Ásia e no Oriente Médio, a Plug and Play seleciona todos os anos as melhores ideias para seu programa de aceleração. A partir de janeiro, a Elo passa a participar ativamente da qualificação destas empresas, bem como a acessar de forma imediata inovações que podem integrar o escopo de produtos e serviços oferecidos pela bandeira.

“Com a parceria, nosso intuito é de nos aproximarmos ainda mais do ecossistema de startups e de soluções inovadoras”, explica Daniel Passarelli, superintendente de Inovação e Produtos da Elo. “Ao nos associarmos ao programa, queremos identificar as melhores oportunidades para desenvolvimento de novas soluções personalizadas para o mercado brasileiro”, completa.

Considerada uma das investidoras em inovação mais ativas dos últimos dois anos, a Plug and Play realizou 222 investimentos em 2018, dos quais 160 foram feitos na América do Norte. Ao se aliar à plataforma, a Elo passa a ter acesso à produção tecnológica de startups em estágio inicial e maduro em todo o mundo, e atrai para o mercado de pagamentos nacional inovações em termos de produtos, processos e modelo de negócios.

“Estamos fortalecendo nossa ponte existente entre o mercado brasileiro e o resto de nossas operações globais, para capacitar ainda mais as corporações e os empresários a colaborarem em oportunidades progressivas”, ilustra Fernando Zornig, Diretor de Programa da Plug and Play em Frankfurt.

Machine Learning e o boom da inteligência artificial

Por Ricardo Weder, Presidente Global da Cabify

Durante o Fórum Econômico Mundial de Davos, realizado em 2017, Sergey Brin, co-fundador do Google e um dos grandes ícones da tecnologia, disse que a Inteligência Artificial (IA) é uma parte vital de todos os principais projetos em sua empresa. Por sua vez, Stephen Hawking comentou que todos os aspectos da nossa vida serão transformados pela IA.

Filmes de ficção científica e Hollywood fizeram as pessoas pensarem que IA são robôs humanóides que vão conquistar o mundo, mas a realidade é diferente. Então, o que é Inteligência Artificial? Qual é a diferença entre inteligência artificial e machine learning? Por que isso agora tem tanta relevância? Qual é o impacto real que pode ter em nossas vidas?

Definir o que é I A pode ser confuso, já que não é apenas um termo, mas um conjunto de diferentes tecnologias e métodos que buscam treinar máquinas com o objetivo de simular tarefas humanas. Dentro da IA, existem vários subconjuntos de estudos relevantes, como computação cognitiva, visão computacional, processamento de linguagem natural, machine learning entre outros.

Esse último, é o que causa a maior confusão, pois às vezes os termos são usados indiscriminadamente. Machine learning procura por padrões nos dados, isso permite gerar conclusões sem ser explicitamente programado para alcançá-las. Com base nessas conclusões e no feedback obtido, o conhecimento gerado em um novo con junto de dados pode ser usado, criando um círculo de aprendizagem que melhora o algoritmo e sua precisão.

Em termos gerais, IA é a ciência das máquinas que simulam tarefas humanas, enquanto o machine learning é um método de como as máquinas aprendem com os dados. Veja, IA não é algo novo! O conceito vem evoluindo há mais de 70 anos, inspirado pela excitante possibilidade de simular funções cognitivas humanas, especialmente aprendizado e raciocínio.

A partir da teoria computacional de Alan Turing, em 1956, o termo Inteligência Artificial foi cunhado por John McCarthy na conferência de Dartmouth, dando passagem formal à sua área de estudo. Durante as décadas de 50 a 80, as expectativas eram altas, mas os resultados não foram os esperados e a falta de aplicações tangíveis levou à perda de interesse e investimento na área.

O atual boom da Inteligência Artificial é devido aos avanços e aplicações alcançados por meio de técnicas nos padrões de aprendizado profundo. Ele também é acompanhado por um forte crescimento em Big Data, bem como grandes avanços na capacidade de processamento dos computadores, que criou uma nova era para Inteligência Artificial com aplicações tangíveis que marcam o potencial para o futuro.

Na atualidade, as aplicações de IA causam espanto, abrangendo desde veículos autônomos, sistemas capazes de aprimorar a detecção de câncer da pele (melanoma) realizados por especialistas médicos, assistentes como Siri ou Alexa, entre muitos outros. No que diz respeito ao machine learning, atualmente, a maioria dos aplicativos e serviços que você usa onl ine já o utiliza, como: Amazon, Google, Netflix, Spotify, Tinder, Siri, Cabify, Instagram, Facebook, Linkedin, Waze, entre outros. Em termos de negócios, especialmente a capacidade de usar essa tecnologia para prever, a um custo muito menor, muito mais rápido e com maior precisão em praticamente qualquer área, até a previsão de demanda para os quais deve contratar, permitirá às organizações que elas se aproveitem e sejam muito mais eficientes e produtivas e, portanto, tenham claras vantagens competitivas.

Existe um forte debate sobre os benefícios e riscos da IA a longo prazo, mas ela pode ajudar em quase todos os campos. Devemos aproveitar e entender exponencialme nte melhor a informação, assim como automatizar uma série de tarefas resultando em uma melhor utilização dos recursos, melhores decisões e maior geração de valor. É mais interessante entendê-la, não como algo que vai nos substituir, mas como uma ferramenta que irá melhorar e aumentar as nossas competências e com a capacidade de melhorar nossas vidas.

Sem dúvida, essa e outras tecnologias mudarão completamente o futuro. Por isso, é vital modernizar nossos sistemas econômicos e leis para maximizar o valor gerado por eles, permitir uma melhor distribuição da riqueza e oferecer igualdade de oportunidades para garantir o bem-estar social universal.

Minsait revela quais são as tendências em meios de pagamentos na América Latina

Brasil segue com a maior frequência de uso de cartão de crédito na América Latina e deve aumentar participação em meios de pagamento digitais

Os meios de pagamento vão ocupar um papel central no fornecimento de dados para a economia digital nos próximos anos, de acordo com dados da Minsait, empresa Indra dedicada a promover a Transformação Digital. “Mesmo com o movimento de muitos setores para se tornar Data Driven Companies (DDC), o segmento de pagamentos foi pioneiro em adotar um enfoque baseado em dados por causa de alguns fatores como o compliance, o impulso inovador do segmento ou a concorrência do mercado”, afirmam especialistas da Minsait.

Essa é uma conclusão do Informe de Tendências de Meios de Pagamento 2018. Realizado com a colaboração de Analistas Financeiros Internacionais (AFI), o informe conta com as opiniões de numerosos executivos do setor bancário e clientes bancarizados da Espanha, Portugal e América Latina. O estudo completo está disponível no link https://www.minsait.com/es/tendencias-en-medios-de-pago-2018
Uma das principais conclusões é a de que, no âmbito dos meios de pagamento, a inovação impulsionada por novos agentes da indústria e a regulação motivaram os PSP (Payment Service Provider) tradicionais a constituírem novas propostas de valor para os clientes. Em alguns casos estão começando a definir o perímetro dos dados estimados, em outros já se encontram muito avançados em inovações próximas ao conceito Open Banking. Também se confirma o “renascimento” dos códigos QR, que, segundo assinalam os especialistas, já estão sendo utilizados de maneira massiva em muitos países devido a que resolve carências de infraestrutura e conectividade.

Brasileiros buscam usar meios de pagamento digitais em 2019

Os brasileiros já percebem a tendência dos pagamentos digitais e estão dispostos a testar novos meios de pagamento online para fazer compras. De acordo com a pesquisa da Minsait, 56,9% dos consumidores brasileiros têm intenção de usar algum tipo de aplicativo (por exemplo, a carteira virtual) para realizar pagamentos em 2019.

A atitude está em linha com os demais pares latino-americanos. Na Argentina, 53,8% dos consumidores também pretende testar algum meio virtual de pagamentos; no Chile, o porcentual é de 63% e na Colômbia, 67,8%. Os campeões nesse sentido são Peru (72,7%) e República Dominicana (74,4%), mais suscetíveis aos incentivos propostos com essa finalidade.

O espaço para crescer existe. Atualmente, 27,2% dos consumidores brasileiros declaram usar aplicativos como meio de pagamento em estabelecimentos comerciais e 19,3% afirmam usar soluções online para pagamentos P2P. Nos próximos anos, o desafio apontado pelo estudo é o de fazer com que os compradores estejam cada vez mais confortáveis com essas aplicações – ao ponto de desapegarem dos meios tradicionais, como cartões de crédito e dinheiro.

Dessa forma, será possível aproveitar o potencial que o país oferece. Atualmente, o Brasil concentra a maior frequência de compra com cartão de crédito da região (81,6% dos consumidores afirmam usar esse meio “sempre” ou “quase sempre”). O porcentual é distante de seus pares na região, que oscila entre 60% e 70%, à exceção da República Dominicana (cujo índice é de 74,8%).

Como é trabalhar em uma startup: será que me encaixo?

Por Helena Lizo, Head de Finanças & People da Revelo, plataforma de recrutamento digital

Em todo o Brasil, estima-se que existam cerca de seis mil startups. Este número é mais do que o dobro registrado há seis anos e pode ser ainda maior porque muitas delas ainda estão em fase de ideias e nem todas têm um CNPJ próprio.

Com o crescimento acelerado deste novo tipo de negócios, surgem no mercado uma série de oportunidades para trabalhar em empresas que fogem dos padrões tradicionais, com uma estrutura mais enxuta e horizontal, regras mais flexíveis e ambiente colaborativo. Mas afinal, como é trabalhar em uma startup?

Startups permitem maior flexibilidade de rotinas e proporcionam contato real com todas as áreas de atuação da empresa. Elas têm um ambiente rico em termos de conexões e aprendizado, muito importante para os profissionais, independentemente do estágio de carreira em que se encontram.

Engana-se, por exemplo, quem pensa que este é um ambiente reservado apenas para profissionais jovens. De fato, pessoas que estão ingressando no mercado se beneficiam por poder experimentar um modelo de negócios com ampla interação e com mais rapidez de retorno das ações de cada profissional, o que pode contribuir também para a afirmação da escolha profissional destes jovens e percepção da responsabilidade das atividades executadas em sua área. Por outro lado, pessoas com mais experiência, ao trabalharem em startups, conseguem renovar seu conhecimento de negócios, arejar práticas antigas e se manter atualizados com o mercado em um momento profissional de estagnação.

Além disso, por reduzir as barreiras de contato com outras áreas, startups oferecem maiores chances de mudanças horizontais e, com o rápido crescimento dos negócios, também é possível alcançar promoções e movimentações verticais em um curto espaço de tempo. A autogestão, ou o famoso “senso de dono” é muito explorado neste tipo de empresa – e este é o melhor ambiente para experimentar essa habilidade importantíssima para a carreira de todos os profissionais, independentemente de sua idade.

Em comparação com empresas convencionais, onde as equipes têm tarefas bem definidas e rotinas que se encaixam em uma cultura já estruturada, nas startups os processos estão sendo aprimorados e trabalhados para funcionar com escalas crescentes. Esse cenário, que pode parecer caótico para algumas pessoas num primeiro momento, traz mais energia para o dia a dia do trabalho, movimenta as pessoas entre tarefas diversas e transforma os resultados das startups por dentro e por fora. Enquanto empresas mais antigas possuem um crescimento lento e gradual, os avanços dos negócios em startups são exponenciais!

Mas, claro, nem tudo são flores. Trabalhar em startups representa sim um desafio muito grande para profissionais de todas as áreas. Pela lógica do funcionamento da empresa, sobram tarefas que não possuem um responsável óbvio, por isso acabam sendo abraçadas por funcionários independentemente de suas áreas de atuação. Mas nem todos acumulam tarefas por obrigação e sim por afinidade. Existe uma liberdade muito maior em permitir que as pessoas encontrem tarefas soltas pelas quais possuem interesse e cuidem delas. Uma pessoa que trabalha em uma área de vendas, por exemplo, pode ser responsável por organizar os eventos internos de integração.

Em geral, os pontos negativos das startups podem ser contornados com o entendimento do modelo de negócio e a adequação do perfil do profissional à cultura da startup. O mais importante é que o profissional de uma startup tenha em mente que a flexibilidade e organização das suas responsabilidades vão sim impor um alto dinamismo ao trabalho, mas também vão exigir uma boa dose de autogestão e controle das próprias tarefas. Dessa forma, as pessoas devem estar preparadas para atuar em diversas frentes, sem nunca deixar de lado a prioridade de fazer o que amam!

Reconhecimento visual de phishing

Por Tomas Trnka, investigador de Inteligência Artificial da Avast

O phishing continua sendo um meio importante de ataque, porque permite que os cibercriminosos atinjam um grande número de pessoas. Em geral, os cibercriminosos distribuem golpes de phishing fingindo representar empresas confiáveis, nas quais os usuários têm uma alguma conta.

Os sites de phishing podem ser difíceis de identificar. É por isso que, na Avast, usamos inteligência artificial (IA) para detectar golpes de phishing e proteger os nossos usuários contra malware e sites maliciosos.

Sites falsos

Para melhorar os nossos recursos de detecção de phishing, tivemos que seguir a linha de pensamento de um cibercriminoso. Ele cria sites de phishing muito semelhantes aos sites legítimos, para enganar as pessoas com sucesso. As semelhanças visuais são geralmente suficientes para induzir os usuários a inserir as suas credenciais de login e informações sigilosas solicitadas pelo site malicioso.

Embora os nossos mecanismos de detecção marquem sites de phishing com base no conteúdo HTML, os métodos mais sofisticados usados pelos cibercriminosos para criar suas páginas de phishing podem impedir as detecções de antivírus.

Detectando phishing com AI

A vida útil da maioria dos sites de phishing é muito curta, para que os mecanismos de pesquisa os indexem. Isso se reflete na qualificação de um domínio. A popularidade e o histórico de um domínio também podem ser indicadores iniciais de uma página ser segura ou maliciosa. Ao analisar isso e comparar as características visuais do site, podemos decidir se o site é confiável ou malicioso.

O próximo passo é verificar o design do site. Nós tentamos outra abordagem, usando hashes de imagem: um método para compactar dados de imagens (mas ainda assim expressivas) em um espaço menor, como um vetor de tamanho fixo em bytes e com uma métrica simples. Estes métodos ajudam a transmitir as imagens para a nossa inteligência artificial, observando de forma muito detalhada os pixels particulares, bem como os pixels que os rodeiam. Os pixels selecionados pelo nosso algoritmo são chamados de pontos interessantes.

Um problema comum, na detecção desses pontos interessantes em uma imagem, acontece quando ela contém texto. Há muitas variações no texto e nas letras que, por design, criam muitas bordas. Quando uma imagem contém muitas letras, há vários pontos interessantes em uma área pequena, o que pode resultar em falsos positivos, apesar da verificação espacial.

Por esse motivo, criamos um software que pode classificar os patches dentro das imagens e decidir se ele contém texto. Neste caso, a nossa IA evitaria usar pontos de correção como parte do processo de comparação. Todo esse procedimento é automático e, em 99% das vezes, reconhecerá um site de phishing em menos de dez segundos, o que, por sua vez, nos permite bloquear o site malicioso e proteger melhor os nossos usuários.

Sites de phishing identificados

Os sites de phishing evoluíram muito ao longo dos anos, para se tornarem falsificações tão convincentes. Alguns até usam HTTPS, dando aos usuários uma falsa sensação de segurança quando veem o cadeado.

Falhas pequenas em um site de phishing podem parecer óbvias, quando colocadas ao lado de uma página legítima, mas não são tão notórias por si mesmas. Pense na última vez que viu uma página de login de um serviço que você usa com frequência. Você provavelmente tem dificuldade em lembrar de todos os detalhes, que é exatamente o que os golpistas de phishing esperam quando projetam as suas páginas maliciosas.

Como a ameaça se espalha?

Historicamente, a maneira mais comum de espalhar sites de phishing é através de e-mails, mas também são distribuídos por meio de anúncios pagos que aparecem nos resultados de pesquisa. Outros vetores de ataque incluem uma técnica chamada clickbait. Os cibercriminosos costumam usar clickbait nas redes sociais prometendo algo, como um número gratuito, para incentivar os usuários a clicar em links maliciosos.

O que acontece quando um phisher é bem sucedido?

Como acontece em quase todos os ataques cibernéticos, o phishing é usado para ganhos financeiros. Quando os usuários enviam credenciais de login para um site de phishing, os cibercriminosos podem abusar delas de diferentes maneiras, dependendo do tipo de site de phishing. Muitos ataques imitam instituições financeiras, como bancos ou empresas como o PayPal, que podem gerar recompensas financeiras significativas para os cibercriminosos.

Como se proteger

Ao longo de 2018, testemunhamos e-mails maliciosos enviados e incluindo contas comprometidas do MailChimp, golpes de extorsão sexual e campanhas de phishing relacionadas a GDPR (Regulamentos Gerais de Proteção de Dados), entre muitos outros. No futuro, podemos esperar que os ataques de phishing cresçam, tanto em volume quanto com relação às novas técnicas para camuflar os esforços dos cibercriminosos, que desejam roubar dados sigilosos dos usuários.

Abaixo está uma breve lista de verificações que, se seguidas, vão ajudar as pessoas a evitar que sejam vítimas de uma das formas mais bem-sucedidas de ataque cibernético, o pishing:

• Primeiro, instale uma solução antivírus em todos os seus dispositivos, seja PC, smartphone ou Mac. O software antivírus atua como uma rede de segurança, que protege os usuários on-line;

• Não clique em links, nem baixe arquivos de e-mails suspeitos. Evite respondê-los, mesmo que encaminhados por alguém de confiança. Ao invés disso, entre em contato com a empresa, por meio de um canal a parte e verifique se a mensagem realmente foi enviada por ela;

• Insira diretamente a URL de um site no seu navegador sempre que possível, para visitar o site que deseja e, assim, não correr o risco de visitar uma versão falsa;

• Não confie apenas no HTTPS e no cadeado. Embora esses elementos confirmem que a conexão é criptografada, o site ainda pode ser falso. Os cibercriminosos criptografam seus sites de phishing, para enganar ainda mais os usuários, por isso, é importante verificar se o site que você está visitando é, de fato, o verdadeiro.

Lawtechs e Legaltechs: um mercado promissor

As Lawtechs e Legaltechs são empresas que oferecem serviços e produtos para o universo jurídico, e estão ganhando cada vez mais espaço e importância, tanto no cenário internacional quanto no cenário nacional. O mercado dessas empresas atingiu investimento recorde de mais de US$ 1 bilhão no mundo todo, em 2018, nos principais investimentos e M&As pesquisados e catalogados pela pesquisa da Lawgeex, e estão distribuídos em mais de 40 negócios.

O crescimento no setor foi brusco em comparação ao ano anterior, que segundo a mesma pesquisa teve investimento de US$ 233 milhões em empresas jurídicas de TI em 61 negócios.

Boa parte do investimento em 2018 foi em soluções que utilizam Inteligência Artificial, que teve o montante de US$ 362 milhões desse financiamento. Mas, as áreas de atuação das Lawtechs e Legaltechs vêm se diversificando e visam atender especificidades tanto antigas como aquelas decorrentes de novas tecnologias, à exemplo das empresas na categoria de RegTech, TaxTech e Compliance.

Problemas que antes demandava muito tempo e eram difíceis de serem solucionados, hoje podem ser resolvidos como mais facilidade pelos serviços ofertados por essas empresas e os avanços tecnológicos.

O ecossistema e o mercado estão em contínuo crescimento e no Brasil temos um cenário muito forte que favorece essas empresas. Com a Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs – AB2L, as Lawtechs e Legaltechs têm o apoio e o fomento no setor. São conectadas a todo um ecossistema de inovação no universo jurídico, que engloba demodays, hackatons, mentorias, techdays. Além de vários lançamentos de produtos inovadores e o amadurecimento dessas empresas no mercado.

Há um ano e meio a AB2L reunia 20 associados, hoje a associação tem cerca de 400, entre eles 128 LawTechs e 50 em early stage (estágio inicial de validação do seu produto). Porém não só as Lawtechs/Legaltechs fazem parte do ecossistema de inovação, grandes escritórios e departamentos de jurídicos já compreenderam a importância de estarem conectados ao que há de mais novo no cenário de direito e tecnologia. Assim como os profissionais autônomos que perceberam que a atualização à esses novos assuntos é um grande diferencial.

Empresas como Amil, Suzano Papel e Celulose e Klabin fazem parte da AB2L e contam com diversas iniciativas da associação, como os demodays, em que podem conhecer os novas tecnologias e adota-las em seus processos. O mercado é promissor e estar conectado com ele fará toda diferença.

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Falta de registro em carteira de trabalho não gera dano moral a analista de TI

A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho excluiu da condenação imposta à Sompo Seguros S. A. o pagamento indenização pela falta de registro na carteira de trabalho e do pagamento das verbas rescisórias. Segundo o relator do recurso de revista, ministro Ives Gandra Martins Filho, o dano moral somente pode ser deferido quando houver comprovação da repercussão do ato praticado pelo empregador na imagem, na honra, na intimidade e na vida privada do empregado, o que não ocorreu no caso.

Vínculo

A reclamação trabalhista foi ajuizada por um analista de TI que relatou ter sido contratado pela Yasuda Marítima Seguros S/A em janeiro de 2014 com a promessa de receber R$ 50 por hora. O pagamento era realizado pela Dbsecurity Inovação e Segurança Ltda., mas ele pedia o reconhecimento de vínculo de emprego diretamente com a tomadora do serviço e o pagamento de indenização por dano moral por jamais ter tido a carteira de trabalho assinada.

Dissabores

O juízo da 6ª Vara do Trabalho de São Paulo (SP) declarou nulo o contrato de prestação de serviços por entender que a contratação por meio de empresa interposta configurou fraude, a fim de mascarar a verdadeira relação empregatícia com a tomadora. Assim, reconheceu o vínculo de emprego e determinou a devida anotação na carteira de trabalho do analista de TI e o pagamento de todos os valores devidos, mas negou o pedido de dano moral. De acordo com a sentença, a situação pode ter causado desconforto ao empregado, “porém não o suficiente para a caracterização do dano moral, que não pode ser confundido com os dissabores comuns”.

O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) acolheu os argumentos do analista e deferiu a indenização por dano moral. Para o TRT, no caso de descumprimento da integralidade dos direitos decorrentes do contrato de trabalho, como no caso, onde o empregado “sequer foi registrado”, o empregador “responde pelo dano causado à dignidade do trabalhador”. Assim, foi fixada indenização de R$ 5 mil.

Comprovação

Para o relator do recurso de revista, não há como condenar a empresa ao pagamento de indenização por dano moral com base, exclusivamente, na presunção de ofensa ao princípio da dignidade da pessoa humana. “Caso aceita a tese, toda e qualquer ação trabalhista por não reconhecimento do vínculo e falta do pagamento das verbas rescisórias daria, além do pagamento devido, dano moral, o que não é razoável”, assinalou.

A decisão foi unânime.

NetFoundry e myCloudDoor fazem parceria para implementar soluções em nuvem

A NetFoundry™, líder no mercado de serviços de rede específicos para aplicativos, anuncia sua parceria com a myCloudDoor, especialista em permitir que empresas adotem, migrem e implementem com sucesso soluções em nuvem – com especialização em aplicativos empresariais, como o SAP, com o Serviços de nuvem do Microsoft Azure – para se tornar nativo na nuvem e garantir o máximo valor de negócios dos aplicativos, independentemente de sua localização no mundo.

À medida em que as empresas evoluem para a nuvem do Microsoft Azure, elas enfrentam dois desafios; primeiro, mover aplicativos e dados para a nuvem, particularmente aplicativos empresariais críticos, como o SAP, e segundo, a manutenção de ambientes de aplicativos híbridos que precisam de integração com recursos na nuvem do Azure e no Azure Stack. Embora a myCloudDoor forneça estratégias eficazes para resolvê-los, a empresa descobriu que muitos projetos desenvolveram desafios como excesso de gastos além do orçamento, complexidade desnecessária e aumento significativo do escopo devido à conectividade de métodos tradicionais que normalmente estão fora do escopo da companhia – túneis IPSec geralmente transitórios em circuitos de Internet, que têm capacidade limitada e poucas garantias de desempenho, ou circuitos MPLS dedicados, que podem levar meses para serem estabelecidos, são caros e complexos de prover. A solução é fornecer a NetFoundry aos seus clientes, permitindo redes overlay privadas e diretas pela Internet, nativas da nuvem, simples e rápidas de implantar, altamente seguras e de alto desempenho, além de não requererem nenhum hardware patenteado.

Isso permite que a myCloudDoor reduza o tempo de implantação e de duração dos projetos de seus clientes, enquanto otimiza e protege a conectividade do aplicativo, independentemente da rede subjacente. NetFoundry facilita a conexão instantânea de redes edge-to-cloud de uma forma altamente segura, com alto rendimento, a qualquer carga de trabalho Azure através da internet, usando ferramentas web-based e APIs com redes de microseguimentos chamadas AppWANs – via myCloudMAS® (Suíte de Automação e Gerenciamento de Nuvem). Em um de seus clientes, NetFoundry reduziu o tempo de transferência de dados de dois días com um túnel VPN para menos de 8 horas com uma AppWAN, usando a mesma conexão de internet. Finalmente, se qualquer mudanças forem necessárias, como conexões à aplicativos auxiliares que podem ter sido esquecidas, elas podem ser executadas em minutos, ao invés de días ou semanas, como é o caso de outras opções de conectividade.

Os AppWANs da NetFoundry podem facilitar muito a implantação e as operações de aplicativos corporativos, como o SAP no Azure. Os serviços de back-end de um aplicativo geralmente serão distribuídos nas regiões Microsoft, Azure Hybrid (Azure Stack), data centers privados e ambientes com várias nuvens. Os aplicativos corporativos críticos no Azure, como o SAP, exigem conectividades seguras e de alto desempenho, que podem ser facilmente implementadas e operadas usando os AppWANs da NetFoundry, sem exigir hardware específico. A NetFoundry oferece um novo patamar de agilidade de rede para empresas que abraçam a migração para nuvem e as modernas práticas de aplicativos. Agora, com myCloudDoor e NetFoundry, as empresas podem experimentar a eficiência, a segurança, a velocidade, a agilidade, a confiabilidade e a lucratividade associadas à tecnologia digital e às migrações de nuvem sem incômodo e dor de cabeça.

Qual é a diferença entre banco digital e open banking?

Sciensa explica o que separa os modelos de negócio mais comentados em tecnologia para o setor financeiro

Unir as palavras “tecnologia” e “bancos” na mesma frase quase sempre provoca a consequência de presenciar, em seguida, os termos “Bancos Digitais” e “Open Banking”. Em ascensão nos últimos tempos, as expressões trazem à tona a necessidade de instituições financeiras se modernizarem e garantirem uma nova atuação diante do inegável avanço das fintechs em âmbito global. Apesar de similares, as expressões trazem significados distintos: você sabe o que significa cada um deles?

Para Davi Cunha, head de Digital Banking da Sciensa, consultoria de Transformação Digital, os Bancos Digitais são uma etapa de evolução necessária dentro da jornada para o Open Banking, que representa uma verdadeira transformação do setor financeiro. “A digitalização de instituições financeiras, caracterizada pela estruturação dos bancos digitais, está ligada a um modelo de negócio preparado para apresentar conteúdo on-line, com flexibilidade de interação via canais digitais e ampla conveniência para o usuário, enquanto o Open Banking abrange um cenário maior, e que habilita novos modelos de negócio proporcionados por meio de APIs abertas e novos ecossistemas de negócios”, explica.

Na prática, o último termo pressupõe uma mudança na mentalidade dos executivos: menos competição com fintechs e mais cooperação para proporcionar uma experiência do usuário mais satisfatória, ágil e eficiente. “Abrir-se para novas parcerias e ecossistemas significa oferecer uma oportunidade única de, em longo prazo, reter e conquistar clientes com eficiência e velocidade”, destaca Cunha.

Chegar até lá, entretanto, não é uma tarefa fácil. De acordo com a Big Data Executive Survey 2018, 99% dos executivos no setor financeiro dizem que suas empresas estão tentando se tornar mais ágeis, a exemplo das start-ups (“orientadas por insights”), mas apenas um terço deles relata ter sucesso nessa operação.

“Muitos executivos ainda não sabem por onde começar ou como adaptar sua operação atual aos novos modelos. Mexer na estrutura de grandes instituições financeiras envolve diversos estudos e tentar fornecer o maior número de serviços por conta própria pode surtir o efeito contrário do esperado. Nessa nova era, saber como se posicionar e quais parcerias fazer é um aspecto primordial para o sucesso”, afirma o executivo.

O banco como plataforma: novo modelo para clientes cada vez mais exigentes

Para a Sciensa, ter sucesso nesse novo ambiente depende de um olhar relacionado a facilitar a troca entre consumidores e fornecedores de serviços financeiros, movido pela forte colaboração. Nesse caso, grandes instituições financeiras podem tornar-se um verdadeiro marketplace de serviços financeiros e, indo além, terão a capacidade oferecer e inclusive monetizar uma série de serviços adicionais, como verificação de identidade, Know Your Customer (KYC), identificação de fraudes, entre outros.
“Vale a pena participar desse momento de mudança. O Open Banking e seu modelo baseado em APIs abertas representam uma oportunidade única para as instituições financeiras tornarem mais rápida a oferta de novos produtos e serviços, permitindo às instituições financeiras retomar o controle da jornada do cliente, oferecendo novas experiências com extrema personalização”, finaliza Cunha.

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Multi CD para e-commerce: essa estratégia é para você?

Por Tiago Girelli

Assim como qualquer outro negócio, o e-commerce possui os seus mais diversos desafios. Entretanto, há um, em especial, que insiste em assombrar o varejista virtual: o estoque. Chega um momento na trajetória de todo lojista em que este pilar estremece e basta uma decisão errada para ruir.

O termo Multi CD quer dizer multi centros de distribuição, que nada mais é do que a descentralização do estoque em vários outros, no intuito de otimizar o serviço e atender melhor o consumidor. Atuar nesse modelo é excelente para um e-commerce de abrangência nacional, por exemplo, já que ele favorece a logística e, consequentemente, a satisfação do cliente.

Esse é o tipo de estratégia que enche os olhos de qualquer empreendedor, contudo, é preciso ter certeza de que o negócio está pronto para arcar com as necessidades e custos que ela demanda.

Pontos de distribuição em diferentes locais exigem galpões ou empresas especializadas nesses serviços, além de transportadoras parceiras em cada base. Toda essa operação gera custos que precisam ser colocados na ponta do lápis e analisados com atenção.

Se o valor para a manutenção extrapolar o budget destinado a essa proposta, a melhor opção é deixar para outro momento. Utilizar o sistema no e-commerce requer planejamento para que os custos sejam um investimento, e não prejuízo.

Há outro ponto que merece bastante atenção na hora de pensar sobre esse modelo: a logística reversa. Trocas e devoluções são rotina no comércio online, porém, enquanto lidar com esse processo em um ambiente restrito é simples, na estratégia Multi CD é necessário um pouco mais de planejamento.

Neste caso, o lojista deve criar um plano de ação dedicado à política de troca e devoluções, capacitando colaboradores e parceiros para prestarem esse atendimento ao cliente. O sistema operacional também precisa estar preparado para gerenciar a entrada e saída de produtos, a fim de evitar a estagnação de determinados itens nos CDs.

Um processo de troca ou devolução mal executado por um único centro de distribuição pode afetar a imagem da companhia, comprometendo os esforços para o crescimento do negócio.

Após ler todas essas informações, você pode vir a pensar: “será que essa tática não é para mim?”. Sim, ela é. A estratégia Multi CD acompanha o crescimento das empresas, surgindo naturalmente. Em algum momento a necessidade de múltiplos estoques vai bater na porta do seu e-commerce, e, quando essa hora chegar, você já vai saber tudo o que precisa fazer.

Tiago Girelli, diretor da divisão corporativa da Tray, unidade de e-commerce da Locaweb.

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Para CEO da Unisys, governos e empresas devem adotar tecnologias avançadas para garantir segurança na Internet

Instituições governamentais e empresas, juntamente à academia e aos cidadãos, devem agir para garantir que avanços tecnológicos sejam implantados para promover a segurança na Internet – foi o que afirmou Peter Altabef, presidente e CEO da Unisys Corporation (NYSE: UIS) durante a conferência CES Government 2019, em Las Vegas (EUA).

Em apresentação intitulada “The Cyber Moonshot Imperative”, baseada em sua função presidindo o grupo de trabalho Cyber Moonshot da Comissão Consultiva de Telecomunicações para Segurança Nacional (NSTAC, acrônimo em inglês) da Casa Branca, Altabef abordou o objetivo de ter uma Internet mais segura e as mudanças fundamentais necessárias para alcançá-lo – modificações mandatórias em todos os níveis da sociedade, desde educação e política de privacidade até tecnologia.

“Para implementar as mudanças necessárias, governos e empresas precisarão explorar ativamente novas tecnologias, entre elas comunicação 5G, inteligência artificial e biometria, para nos garantir mais segurança – não apenas melhor acesso”, destaca Altabef. “Nosso relatório da NSTAC prevê um caminho para assegurar melhor proteção à Internet, respeitando também a privacidade”, afirma o executivo.

Fundada em 1982 pelo então presidente Reagan e por um ato do Congresso estadunidense, a NSTAC é encarregada de fornecer informações e recomendações ao presidente no que diz respeito à segurança nacional. O relatório do Cybersecurity Moonshot inclui um conjunto de sugestões para uma “abordagem no nível da nação” relacionada à Internet – algo semelhante ao que foi anunciado pelo presidente Kennedy para “levar o homem até a lua e trazê-lo de volta em segurança”, no final da década de 1960.

Edenred Brasil reforça sua cultura da inovação e promove fóruns de discussão com seus colaboradores

A inovação permeia os negócios da Edenred Brasil, líder mundial em soluções transacionais para empresas, comerciantes e empregados e que integra as marcas Ticket, Ticket Log, Repom e Edenred Soluções Pré-Pagas. Canais web, aplicativos, inteligência artificial para atendimento virtual, migração para o sistema de cloud computingem nove países das Américas e sistema de pagamento móvel de refeições por meio da tecnologia de aproximação, via Samsung Pay, são alguns dos exemplos de investimentos realizados pela empresa para garantir segurança, comodidade e agilidade nas diversas formas de interações com seus públicos.

Com todas essas novidades e com muitas outras que estão em desenvolvimento, o Grupo tem como propósito alcançar a digitalização total de sua oferta e a liderança em B2B2C até 2020 – no Brasil, a digitalização de suas soluções já alcançou quase os 100%. E para que seus empregados estejam cada vez mais conectados aos negócios e propósitos e possam colaborar com ideias de inovação e digitalização aplicáveis aos processos já existentes ou até com outras que ainda não tenham sido colocadas em prática, há diferentes ações e iniciativas internas, como o Comitê de Inovação.

“Disseminar a cultura de inovação entre os colaboradores é importante para estimular o profissional a aplicar novas tecnologias, uma vez que elas são vitais para alavancar novos negócios no mundo globalizado em que vivemos. Além disso, essa aproximação com nossos colaboradores permite que eles participem e se conectem com a evolução da empresa, o que traz benefícios aos nossos públicos”, explica Gilles Coccoli, presidente da Edenred Brasil.

O primeiro Comitê de Inovação do ano trouxe como tema a inteligência artificial, utilizada desde a implementação da EVA, assistente de atendimento digital, nos serviços da Ticket e da Ticket Log. A tecnologia trouxe novas habilidades nas interações do chat on-line e já registrou mais de 1,5 milhão de atendimentos. Com ela, o atendimento na Ticket registra um índice de 92% de acerto nas respostas e zero em reclamações. Na Ticket Log, a EVA apontou um crescimento de 25% nos acessos ao chat, expandindo a digitalização das interações. Os colaboradores também puderam ter contato com cases de empresas parceiras que utilizam a inteligência artificial em suas soluções.

No Comitê, que acontece bimestralmente e conta com palestras e debates sobre assuntos atuais, os colaboradores têm acesso a temas que promovem a oxigenação, a colaboração, o compartilhamento de informações e fortalecem ainda mais a cultura da inovação internamente. O primeiro encontro do ano contou com a participação de mais de 120 pessoas, que foram reunidas no novo espaço de coworking da sede do grupo, em Pinheiros. A previsão é que mais cinco encontros aconteçam em 2019. Só no ano passado, mais de 400 trabalhadores participaram.

3 Tendências no setor de Healthcare para 2019

Por Barrett Coakley

2018 foi um ano interessante para o setor de saúde e, 2019 prepara-se para ser tão bom quanto. Há um enorme mercado que precisa ser explorado devido ao envelhecimento da população mundial e o anseio de que os idosos vivam sozinhos pelo maior tempo possível. Permitir esse desejo tem sido o foco de reguladores, fabricantes e investidores.

De acordo com dados da Conta-Satélite de Saúde Brasil 2010/2015, divulgados pelo IBGE no fim de 2017, o consumo final de bens e serviços de saúde no Brasil cresceu, atingindo R$ 546 bilhões, valor equivalente a 9,1% do PIB. Deste total, R$ 231 bi (3,9% do PIB) corresponderam a despesas de consumo do governo e R$ 315 bi (5,2% do PIB) a despesas de famílias e instituições sem fins lucrativos.

O novo ano deve ver o impacto contínuo desses fatores, juntamente com o surgimento de novas tendências para apoiar o crescimento e o desejo de reduzir os custos. Três áreas terão grande impacto no mercado da saúde em 2019. Vamos explorar algumas tendências que devem se destacar nos serviços de healthcare este ano:

Internet das Coisas

A Internet das Coisas (IoT) desempenhou um papel proeminente em 2018 e continuará a evoluir em 2019. O principal destaque da IoT e dos dispositivos conectados é a significativa economia de custos na prestação de cuidados. De fato, o atendimento remoto via IoT pode reduzir os custos de assistência médica dos EUA, por exemplo, em até US$ 6 bilhões por ano, de acordo com a consultoria de saúde Willis Towers Watson. Esses dispositivos conectados, incluindo sensores internos e os dados coletados, permitem que os indivíduos mantenham suas vidas independentes com um risco muito menor.

Uma infinidade de dispositivos já utiliza a Internet das Coisas para manter os pacientes conectados remotamente aos provedores e serviços de saúde. As empresas também passaram a usar os dispositivos conectados para rastrear sinais vitais do paciente e vários indicadores de status de saúde. Isso tem melhorado os resultados dos pacientes, permitindo que os provedores realizem mais atendimento, diminuam as visitas hospitalares e reduzam os custos gerais com a saúde.

Outro ponto ainda mais relevante é que esses sensores e dispositivos possibilitam que os idosos tenham uma vida normal em casa. Discretamente, os dispositivos coletam e compartilham leituras com segurança, de modo que qualquer sinal de alerta possa ser descoberto, e qualquer lembrete diário de medicação é enviado proativamente aos pacientes. Por isso, espera-se que tanto o atendimento domiciliar quanto o setor de saúde fiquem cada vez “mais inteligentes”.

Fusões e aquisições

Reguladores, hospitais e seguradoras também já perceberam os benefícios de prestar cuidados remotamente. No entanto, dada a dificuldade do emprego, um mercado de trabalho restrito e uma força de trabalho que se aposenta, a contratação tem sido mais difícil. O mercado de saúde também tem sido tradicionalmente apoiado por um grande número de organizações menores que se concentram em determinadas geografias ou especialidades. No entanto, devido a essa oportunidade de mercado, os investidores têm sido muito ativos com diversos negócios de fusões e aquisições em larga escala para ajudar a construir organizações maiores com mais alcance e escala geográficos. Por exemplo, a ação da M&A no terceiro tri de 2018 registrou o terceiro trimestre consecutivo com mais de 20 aquisições, de acordo com dados da empresa de inteligência de mercado Irving Levin & Associates. No geral, 2018 viu um volume trimestral “muito mais alto” em relação à 2017.

Lisa Phillips, editora do The HealthCare M&A Report, que publicou os dados acima, afirmou: “a consolidação está impulsionando a atividade recente neste mercado, apesar do reembolso e dos obstáculos regulatórios. Como os sistemas de saúde buscam reduzir os custos, esperamos que mais se voltem para as agências de cuidados domiciliares em contextos tradicionais pós-agudos, como instalações de enfermagem especializadas ou instalações de cuidados agudos de longo prazo”.

Como não há líder em participação de mercado e a necessidade de reduzir custos é eminente, espera-se que 2019 seja um ano ativo para os investidores, à medida que as empresas de saúde planejam expandir e ganhar cada vez mais participação no mercado.

Adoção de Tecnologia

Historicamente, o back-office do atendimento ao paciente é arcaico e manual, com o uso do Excel, por exemplo, para agendamento e produção das planilhas de horas. No entanto, por conta de tendências como o aumento da demanda, escassez de talentos para atender o crescente número de pacientes, mudanças na regulamentação e a necessidade de reduzir custos, os provedores de assistência médica domiciliar precisarão apostar em novas tecnologias. Isso inclui o Customer Relationship Management (CRM) para gerenciar vendas e informações de clientes, e o Human Capital Management (HCM) para treinamento e recrutamento de profissionais.

A tecnologia de gerenciamento de serviço em campo também deve ser considerada para ajudar os provedores domésticos a fornecer melhores cuidados, aumentar a participação de mercado e melhorar as operações. À medida que mais recursos e empregados são adicionados ao cronograma, torna-se quase impossível para um humano considerar todos os fatores inerentes à criação do cronograma otimizado. Aqui estão alguns exemplos sobre como a escala aumenta a complexidade:

– Com três funcionários móveis e três empregos, existem seis maneiras possíveis de agendar o trabalho

– Existem 720 maneiras diferentes de despachar seis funcionários para fazer seis trabalhos

– Existem 1.307.674.368.000 maneiras diferentes de despachar 15 funcionários para fazer 15 trabalhos

Como resultado, é quase impossível agendar e monitorar manualmente os profissionais ou usar um software de agendamento que não seja construído especificamente para lidar com esse nível de complexidade – pelo menos sem sacrificar a eficiência e a produtividade. A sofisticação envolvida nesses cenários exige uma tecnologia direcionada para conseguir auxiliar de fato as inúmeras organizações a fornecer melhor atendimento ao paciente, aprimorar operações e reduzir custos.

Barrett Coakley, Gerente de Marketing de Produtos da ClickSoftware

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As empresas devem se preparar para um novo modelo de carreira

A expectativa de vida está aumentando em todo o mundo e, como resultado, as carreiras das pessoas estão definidas para durar mais tempo. “As empresas precisam se adaptar para reter o colaborador qualificado em todas as fases de sua carreira”, diz Alistair Cox, CEO da Hays.

A ideia de um “trabalho para a vida” e a trajetória típica, em que as pessoas são educadas, e começam a trabalhar antes de se aposentar, já está se tornando uma coisa do passado, pois viver mais significa trabalhar além das idades atuais de aposentadoria. Como consequência, os trabalhadores estão cada vez mais procurando um novo tipo de estrutura de carreira, que permita flexibilidade para explorar outras áreas de interesse profissional e múltiplas atividades ao longo de sua vida.

“Os profissionais, mais jovens ou mais velhos, trabalharão por mais tempo do que qualquer geração anterior e é natural que busquem cada vez mais variedade em seu trabalho, como a mudança de ocupação. Isso se tornará mais comum conforme o tempo avança, o que significa que as empresas devem começar a se preparar agora, já que a estrutura tradicional das empresas está mudando “, afirmou o CEO.

As mudanças exigirão que os profissionais atualizem ou melhorem a qualificação, de modo que a educação continuada se tornará uma parte vital em vários estágios profissionais. Em vez de fazer apenas ensino superior no início da carreira, os trabalhadores precisarão garantir que eles realizem aprendizado ao longo da vida profissional. Atualização será cada vez mais recorrente.

Especialistas preveem que a carreira em múltiplos estágios deve se tornar a regra no futuro, portanto, as empresas precisam se proteger para garantir que possam acessar e reter as habilidades necessárias para obter sucesso. Com este cenário, a Hays preparou algumas dicas de como as empresas podem apoiar e até encorajar essas novas formas de trabalho.

Flexibilidade no ambiente de trabalho

Muitos contratos de trabalho não oferecem flexibilidade aos funcionários que desejam trabalhar em horário alternativos, ou que buscam outros interesses profissionais fora do trabalho. Proporcionar ao colaborador mais flexibilidade ajudará às empresas a reter colaboradores mais talentosos, que podem colaborar no desenvolvimento da companhia.

Ajude os funcionários a adotarem a mudança e o novo local de trabalho

As empresas precisam educar sua equipe sobre as opções abertas a elas e apoiá-las nessa nova estrutura de carreira. Se conseguirem nutrir o desejo de um funcionário de aprender novas habilidades ou explorar outras áreas de interesse, é mais provável que mantenham sua experiência e conhecimento por mais tempo.

Invista nas habilidades dos funcionários incentivando o aprendizado

As empresas podem incentivar os profissionais a se capacitarem ou até mesmo a tentar satisfazer seu desejo de aprender novas habilidades ou assumir um papel diferente. Fazer isso fornecerá às organizações mais habilidades à sua disposição, ajudando a combater a escassez de talentos, mas também proporcionando aos trabalhadores a liberdade de se mudar para outros cargos.

As organizações também devem procurar outros meios de apoio aos funcionários

As organizações podem oferecer retornos a profissionais que deixaram o mundo do trabalho para criar uma família, por exemplo. Isso garantirá que habilidades valiosas sejam trazidas de volta à força de trabalho. As empresas também podem criar funções de aprendizagem dirigidas a pessoas mais velhas – à medida que a idade de aposentadoria é aumentada, eles devem procurar novas carreiras. As organizações também podem oferecer trabalho remoto aos funcionários que têm compromissos em casa e que são menos capazes de fazê-lo em um escritório.

Cabify e Easy anunciam integração de suas equipes de gestão e parceria global para nova categoria no app

A Cabify e a Easy avançam na integração de suas equipes de gestão. As duas empresas fazem parte do Grupo Maxi Mobility e operavam de maneira independente até agora. Com esta integração, a estrutura de gestão das duas empresas se combinam para sinergias operacionais. Esse movimento estratégico está alinhado com o plano da Cabify para construir a plataforma de serviço de mobilidade líder na América Latina e na Península Ibérica e garante que a Cabify ofereça mais serviços aos motoristas parceiros, taxistas e passageiros.

“Estamos felizes em compartilhar esta nova fase de crescimento do grupo. Acreditamos que podemos substituir os carros particulares nos mercados em que operamos. Ao integrar nossos líderes, estaremos em uma posição ainda mais forte para atingir nossa missão de criar uma verdadeira plataforma de mobilidade como serviço”, afirma Juan de Antonio, CEO da Maxi Mobility e fundador da Cabify.

Os líderes dos países reportarão diretamente a Vicente Pascual, CEO e cofundador da Cabify. Para o executivo, este é um movimento importante para o negócio. “Ao trabalharmos juntos, poderemos melhorar a experiência do usuário, dos taxistas e dos motoristas parceiros, alavancando o melhor das marcas Cabify e Easy. Desejamos que os passageiros percebam a vantagem de ter mais possibilidades para se locomover nas cidades e que nossos motoristas parceiros e taxistas se beneficiem de ter usuários das duas plataformas solicitando seus serviços. É também importante dizer que realizaremos nossos investimentos mais eficientemente e executaremos mais rapidamente as diversas iniciativas de crescimento que planejamos”, afirma o executivo.

Segundo Pascual, a empresa está dando os primeiros passos para a implantação do MaaS (Mobility as a Service) em uma única plataforma tecnológica. “O primeiro projeto é o que chamamos de ‘solicitação cruzada’ ou ‘cross request’. Na prática, os usuários da Cabify poderão solicitar um táxi da Easy dentro do app da Cabify. Acreditamos que é interessante, principalmente para os clientes corporativos. O cross request garante mais disponibilidade de carros para passageiros e também aumento de público para motoristas parceiros e para taxistas”, explica o executivo Global. A implantação do projeto está ocorrendo progressivamente nas cidades e países.

Para apoiar a nova estrutura de gestão, o grupo está promovendo uma reestruturação da equipe de liderança e nomeando executivos-chave para liderar os principais mercados. Jorge Pilo é o novo Country Manager Brasil na Cabify e na Easy. “O Brasil é um dos principais mercados de mobilidade do mundo. A maioria dos brasileiros já entendeu que não precisa do carro particular para se locomover nas cidades. Agora, estamos vendo que todos estão buscando vários modais. Já iniciamos a parceria entre as marcas Easy e Cabify e há outras novidades em estudo”, revela o executivo. Nos últimos quatro anos, Pilo foi o CEO Global da Easy. O executivo trabalhou em grandes empresas, como Procter & Gamble, The Boston Consulting Group e Groupon na Europa, nos EUA e Brasil e é formado em Engenharia Mecânica pela Universidade Simón Bolívar, com intercâmbio no Ka rlsruher Institut für Technologie, e possui MBA em Harvard.

Embracon cria maratona para promover a educação financeira em meios digitais

A Embracon, empresa especializada em consórcio, promoverá nos dias 23 e 24 de março a primeira edição do Hackathon Embracon. O evento tem como objetivo reunir profissionais que atuam em startups e fintechs para uma competição entre times multidisciplinares, que terão o desafio de construir soluções tecnológicas de alto valor em um curto espaço de tempo.

O tema do primeiro desafio será: “Como promover educação/ consultoria financeira através de meios digitais”. Os participantes terão que criar soluções inovadoras utilizando a tecnologia como motor para fomentar a educação financeira relacionada à Consórcios em diferentes canais (Internet, aplicativos, vídeos, mensagens instantâneas, redes sociais, bots, realidade aumentada, podcasts, etc).

Serão 30 horas ininterruptas de desenvolvimento e, ao final, cada grupo fará um pitch (venda da solução) para uma banca avaliadora. A proposta que conquistar o primeiro lugar receberá um prêmio de 10 mil reais e mentoria.

“O objetivo do Hackathon é criar novas soluções que movam a Embracon para um futuro inovador e tecnológico, facilitando e ampliando a visão transformadora dentro da organização” diz Vanessa Dutra, Gerente de Inovação da Embracon. “Esse é o momento ideal para o nosso primeiro Hackathon, pois estamos focados e empenhados no processo de inovação na Embracon. O desenvolvimento de soluções como essas nos transforma em uma empresa mais ágil e preparada para lidar com os desafios da busca por resultados”.

As inscrições estão abertas e seguem até o dia 7 de março. Os interessados devem se cadastrar pelo site: www.sympla.com.br/hackathondaembracon

PREMIAÇÃO

1º Lugar – 10 mil + Mentoria

2º Lugar – Par de Ingressos para o RD Summit 2019.

3º Lugar – Curso de NeuroUX da Khanum Consultoria

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

Os critérios de avaliação da melhor solução estão listados abaixo e serão classificados conforme sua pontuação variante entre 0 a 10:

● Viabilidade Técnica

● Viabilidade Financeira

● Viabilidade Tecnológica

● Desejabilidade

● Escalabilidade

● Fit com o Tema

● Capacidade de alcance do público alvo

INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

● As equipes deverão ser compostas de até 5 integrantes;

● Os integrantes deverão por obrigatoriedade fazer parte de alguma Fintech ou Startup;

● A participação, bem como a inscrição no Evento é GRATUITA;

● A participação não gera nenhum compromisso, presente ou futuro, com a Embracon;

● A inscrição não garante a aceitação do candidato;

● Os participantes deverão cadastrar-se individualmente;

● O Número de vagas é de 25 participantes;

● Os critérios de seleção são de inteira responsabilidade da comissão organizadora;

● Os Inscritos não selecionados receberão um feedback a respeito do fato;

● Os participantes terão acesso gratuito à internet durante o evento, bem como recursos de rede, os quais deverão ser utilizados única e exclusivamente para os atos do evento;

● A alimentação será por conta da Embracon;

● O transporte (ida x volta) será de responsabilidade do participante;

● A idade mínima para participação do evento é de 18 anos.