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Ascenty inaugura novo data center em Paulínia

A Ascenty, empresa líder no mercado de data center com foco na América Latina, anuncia o início das operações de seu novo data center no município de Paulínia (SP). Com investimento de R$ 150 milhões, o projeto conta com 7 mil m² de construção e 16 MVA de energia e visa atender à demanda crescente das empresas por soluções de data center de alta qualidade.

“O início das operações da unidade de Paulínia é mais um passo importante dentro dos planos de expansão da Ascenty. A região metropolitana de Campinas é extremamente estratégica, pois oferece localização privilegiada, próxima a rotas de acesso à capital e aos principais municípios da região, onde atuam grandes companhias que já são nossas parceiras”, afirma Roberto Rio Branco, vice-presidente de Marketing e Relações Institucionais da Ascenty.

“O ritmo do forte crescimento do mercado global de data centers deve continuar e estamos bem posicionados para atender a essa demanda na América Latina. Nossa integração à plataforma global da Digital Realty e a recente parceria com a Brookfield Infrastructure proporcionam aos nossos clientes acesso a uma das maiores redes de data centers interconectados do mundo e aos benefícios de uma das maiores gestoras de ativos do Brasil nos segmentos de infraestrutura e private equity.”, completa Marcos Siqueira, vice-presidente de operações da Ascenty.

A Ascenty finalizará 2019 com 16 data centers em operação no Brasil. Como próximos passos, a empresa anunciou, recentemente, a construção de seu primeiro data center no Chile, com lançamento previsto para julho de 2020.

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Terceira geração de robôs e o despertar para novas funções

Por Luiz Alexandre Castanha

A vida humana se define, inclusive para efeito de estudo da Saúde e da Ciência, em quatro momentos: infância, adolescência, fase adulta e velhice. Levando essa divisão para o campo da Inteligência Artificial, temos essas duas últimas etapas se sobrepondo quase que ininterruptamente – entre a descoberta de um novo mecanismo e outro se tornando obsoleto – e, assim, também podemos usá-la, porém, em três períodos, como parâmetro para explicar a evolução dos robôs.

Se na primeira geração, em meados dos anos 60, as máquinas apenas reproduziam movimentos simples, assim como crianças com limitações inerentes à idade. Na segunda, os robôs foram construídos e programados para fazer praticamente tudo que conhecemos hoje. Nesta fase evoluímos muito, imagine que ela nos trouxe até aqui com vários sistemas complexos e muita tecnologia, desde celulares até naves espaciais foram criadas com essa lógica, onde programávamos e as máquinas executavam.

Assim como uma pessoa adulta, aterceira geração é caracterizada pela capacidade de o robô tomar decisões autônomas. São máquinas mais robustas, para as quais um operador não precisa dar todas as pistas. Robôs “com faro”, usando sensores, algoritmos e qualquer outro elemento de controle disponível para buscar, testar e emitir respostas consideradas inteligentes.

Stephen Hawking dizia que a terceira geração dos robôs representava um salto tão grande na robótica que era como se, agora, o “gênio estivesse fora da lâmpada”. O físico defendia que a IA poderia substituir os humanos completamente, e que essa nova relação poderia se estabelecer como uma ajuda ou como uma disputa.

Fato é que é fascinante demais ver a evolução para a qual estamos caminhando. Quem diria que estaríamos assistindo a cirurgias robóticas e por telementoria, uma conquista alcançada recentemente, em fevereiro de 2019? Não só a comunidade médico-científica, como entidades e empresas no setor de tecnologia, estão dando passos largos no uso da IA a nosso favor.

Cada vez mais, a Inteligência Artificial aplicada à Saúde, aliás, indica que teremos ações preventivas muito mais embasadas e aprofundadas para resolver questões até agora insolúveis, especialmente no campo do bem-estar humano.

Parte daí a noção de que a nova geração de tecnologia pode nos ajudar a resolver a lidar com problemas coletivos tão complexos, como a fome no mundo ou doenças sérias e incuráveis, e de cada indivíduo, ao tornar capaz a fabricação de wearables que meçam a pressão sanguínea, emitam mensagens e alarmes na rotina, enfim, facilitem a vida do sujeito, por exemplo.

Embora se tenha a ideia de que o avanço robótico é algo assustadoramente incontrolável, penso que é fundamental acompanharmos essas mudançasde perto, para entender seus possíveis impactos dentro de um mundo globalizado, em que as decisões tomadas por grandes empresas do setor e por governos geram transformações diretas no nosso dia a dia.

De qualquer forma, você pode estar ainda se perguntando: essa nova leva de robôs, como Hawking acreditava, não pode, de fato, provocar uma desleal luta entre homens e máquinas em alguns setores, especialmente relacionados ao papel do ser humano no trabalho?

Pensar assim, considerando a capacidade de processamento dos robôs inteligentes, é de fato algo desanimador. Uma segunda estratégia se faz necessária: é preciso aliar a capacidade atual das máquinas, cada vez mais “afiadas” na leitura de dados, informações em redes sociais, imagens, resultados de exames, com sua facilidade de cruzar toda a informação e tomar esse rico material para se ter a decisão (humana) mais acertada.

Isso vale tanto para informações mais ou menos triviais, como a previsão do tempo que interferirá nos seus planos de viagem, a formulação de lista de compras que manterá a dispensa em diaou quantidade de nutrientes que você precisa ingerir em uma refeição para ser mais saudável quanto para grandes decisões de mercado e de governos. Ou seja, bater o martelo em algumas situações ficará cada vez mais fácil com a parceria “robô-humano”.

Cabe ainda lembrar que, quando surge um novo panorama, surgem novas demandas. Neste sentido, se abre um mercado de profissionais de capacitação de robôs que, literalmente, casam o conhecimento humano com aquilo que as máquinas mostram de mais relevante. Instituições de vários países, especialistas em robótica já estão de olho nessas novas funções. Você já pensou nessa possibilidade de ser um professor de robôs? Essa será uma profissão muito interessante, não é mesmo? Então, que tal começar agora mesmo.

Luiz Alexandre Castanha, diretor geral da Telefônica Educação Digital – Brasil e especialista em Gestão de Conhecimento e Tecnologias Educacionais.

Conferência Web.br propõe reflexão sobre “a Web que queremos”

A Conferência Web.br 2019 reunirá, nestes 30 anos da Web, especialistas nacionais e internacionais, desenvolvedores, designers, gestores, estudantes e usuários de Internet para debater questões que desafiam a Web. Sob o tema “Nós podemos ter a Web que queremos!”, a 11ª edição do evento, realizado pelo Centro de Estudos sobre Tecnologias Web (Ceweb.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), com apoio do Escritório Brasileiro do World Wide Web Consortium (W3C Brasil), será nos dias 30 e 31 de outubro, em São Paulo.

Os ingressos no valor promocional já podem ser adquiridos no endereço: conferenciaweb.w3c.br/. O primeiro lote estará disponível apenas até 30/6.

“Assim como a Web só evolui graças à colaboração dos mais diversos atores, uma Web aberta, universal e descentralizada continuará sendo possível com a união permanente de esforços. Nestes 30 anos da Web, teremos uma Conferência especial, pois será um momento importante de reflexão e debate com a comunidade brasileira sobre os princípios originais dessa tecnologia e ações possíveis para que a Web atinja todo o seu potencial, preservando nossa privacidade, democracia e direitos, sem que a Web se confunda com plataformas que buscam ser hegemônicas”, destaca Vagner Diniz, gerente do Ceweb.br e do W3C Brasil.

Temas como segurança e privacidade, inteligência artificial, web pervasiva, tecnologias mais eficientes para a Web e dados abertos, todos contando com uma análise sobre a ética nestes contextos, serão debatidos durante o evento, já consagrado como principal espaço brasileiro de discussão sobre as tendências e boas práticas de desenvolvimento web. O formato da Conferência privilegia, por um lado, o aprendizado na prática, com o uso de novas tecnologias Web que desafiam os desenvolvedores e, por outro lado, o debate sobre o impacto dessas novas tecnologias na sociedade e na tomada de decisão nos negócios, a partir da apresentação de renomados palestrantes. A programação do evento ficará disponível em breve no sítio da Web.br.

Edições anteriores

Em 2018, centenas de participantes tiveram a oportunidade de aprender na prática como desenhar projetos de dados e inteligência artificial, construir cenas de realidade virtual na Web, entre outras tecnologias Web inovadoras. Além dos workshops, a Conferência também contou com a apresentação de especialistas sobre os avanços de aplicações com inteligência artificial na Web, aprendizado de máquina (machine learning) e computação cognitiva. Reveja as apresentações na playlist disponível no canal do NIC.br no YouTube.

Conferência Web.br 2019 – “Nós podemos ter a Web que queremos!”

Data: 30 e 31 de outubro
Local: Centro de Convenções Rebouças
Av. Rebouças, 600 – Pinheiros – São Paulo, SP
Ingressos: conferenciaweb.w3c.br/

Instituições financeiras podem explorar sistemas bancários integrados para oferecer serviços digitais seguros, afirma Unisys a líderes do setor

A Unisys Corporation (NYSE: UIS) participa da Fintech Americas 2019 para discutir as oportunidades que os sistemas bancários integrados podem oferecer ao setor de serviços financeiros. Entre elas, formas de integrar funções bancárias, de empréstimo e pagamento às aplicações de consumo mais populares. Ao eliminar obstáculos dos processos tradicionais por meio dessas medidas, as instituições serão capazes de proporcionar uma excelente experiência aos clientes e promover avanços na gestão de identidades, que podem garantir uma sólida postura de segurança em meio ao acelerado ritmo de transformação.

Maria Allen, vice-presidente e head global da Unisys para a área de Serviços Financeiros, apresenta um painel de discussão ao lado de David Estevez, CIO do Grupo Petersen, e Daniel Kennedy, vice-presidente do Scotiabank para bancos digitais, para discutir como a transformação digital das instituições financeiras está mudando a experiência e as expectativas dos clientes, e como avanços como o open banking têm aberto portas para a oferta de muitos serviços que bancos tradicionais não poderiam oferecer anteriormente. A discussão também aborda os riscos da segurança cibernética que as transformações podem trazer consigo e o importante papel de uma abordagem Zero Trust para garantir sucesso no futuro.

“O ritmo acelerado das mudanças no setor bancário está abalando a abordagem tradicional dos bancos em relação aos consumidores”, destaca Allen. “Os clientes de hoje contam com muitas opções, mas avanços como o sistema bancário integrado permitem que os serviços digitais sejam oferecidos em tempo real, quando e onde for preciso. Trata-se de eliminar os obstáculos dos processos bancários tradicionais – permitindo que pessoas realizem transações de qualquer dispositivo, a qualquer momento – para proporcionar uma melhor experiência”.

Entre outros temas, destaca-se também a necessidade de os bancos ficarem atentos aos riscos de cibersegurança que podem enfrentar ao adotar novas tecnologias (como inteligência artificial baseada em voz) e de tomarem medidas proativas para estabelecer uma abordagem de segurança, uma vez que as defesas dos perímetros já não são suficientes para reagir às ameaças de hoje.

“Zero Trust é um tema importante atualmente e, como muitos outros termos novos, pode significar coisas diferentes para diferentes empresas. Na Unisys, acreditamos que uma essa abordagem se baseia na ideia de que nenhum usuário ou dispositivo – dentro ou fora de redes privadas – deve ser confiável e de que as organizações devem dar o mínimo acesso possível mediante a identificação segura”, explica Allen. “É necessário contar com uma abordagem que usa ‘identidades confiáveis’, pois a interconectividade com parceiros, fornecedores e clientes exige a proteção de dados críticos nos vários pontos de acesso. Felizmente, avanços como autenticação biométrica multimodal, incluindo elementos como reconhecimento de voz e de íris e biometria comportamental, como velocidade de digitação, podem ser implantados para verificar a identidade do usuário nos diversos canais”.

Usando tecnologias de acesso baseadas em identidade, bancos e instituições financeiras podem implementar um modelo de segurança Zero Trust para combater riscos sistêmicos agregados a sistemas bancários integrados. Dessa forma, conexões com fornecedores e parceiros podem ser feitas com confiança e os benefícios do open banking podem ser concretizados.

A Unisys ajuda as instituições financeiras a alcançar níveis elevados de digitalização utilizando o Elevate™, plataforma de software completa e pacote de aplicações desenvolvidas para proporcionar experiências seguras aos clientes de bancos digitais. O Elevate conta com a segurança do Unisys Stealth®, que dispõe de recursos dynamic isolation™ para isolar rapidamente dispositivos ou usuários ao primeiro sinal de comprometimento. O Stealth™ reduz as superfícies de ataque por meio de microssegmentação baseada em identidade, permitindo que os bancos separem e escondam ativos críticos e estabeleçam canais codificados para comunicação segura de usuários, aplicações e sistemas.

Mais de 450 instituições financeiras em todo o mundo usam soluções da Unisys. Para obter mais informações sobre os recursos da Unisys para serviços financeiros, clique aqui.

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Para metade das brasileiras, desigualdade de gênero no setor de tecnologia começa no recrutamento

De acordo com nova pesquisa* global da Booking.com, uma das maiores empresas de e-commerce de viagens no mundo e líder em tecnologia digital, metade das mulheres brasileiras que trabalham no setor tecnológico (51%) diz que a desigualdade de gênero durante o processo de recrutamento as restringe de entrar na indústria.

Apesar dos esforços que o setor tem feito para aumentar a representatividade das mulheres e das minorias no mercado de trabalho tecnológico, a pesquisa mostra que os desafios que surgem já nas etapas de recrutamento podem estar desencorajando as mulheres a se candidatarem para vagas na área. Inclusive, estudantes universitárias brasileiras interessadas na carreira tecnológica (66%) são as que sentem o maior impacto dos desafios impostos pela diferença de gênero durante o processo de recrutamento. Isso significa que as empresas de tecnologia podem estar rejeitando a mão de obra feminina antes mesmo de elas terem a oportunidade de mostrar ao que vieram.

“Grande parte da discussão envolvendo as melhorias quanto à diversidade de gênero no setor de tecnologia tem focado naquilo que a indústria, o sistema educacional e os governos podem fazer para que mais garotas e jovens mulheres se interessem por temas sobre STEM (do inglês: Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) logo cedo e durante a carreira no setor tecnológico,” comenta Gillian Tans, CEO da Booking.com. “Nossa pesquisa destaca como as práticas de recrutamento adotadas pelas empresas de tecnologia são fundamentais para inserir as mulheres no setor. Isso inclui o que é divulgado sobre a indústria, as descrições das vagas oferecidas e as oportunidades existentes. Essas descobertas são particularmente significativas se considerarmos que 51% das mulheres ao redor do mundo acreditam que as práticas de contratação que atraem mão de obra mais diversificada são as que mais contribuem para seu sucesso no ramo tecnológico”.

Comportamentos adotados na contratação estão afastando as mulheres, ao invés de atraí-las

Ao serem perguntadas especificamente sobre as práticas envolvidas no recrutamento e identificação de talentos de empresas de tecnologia, as respostas de brasileiras atuantes no setor indicam como a indústria falha em descrever de forma detalhada – e consequentemente, em recrutar – a variedade de cargos e oportunidades que as carreiras no setor de tecnologia podem oferecer.

Partindo desse cenário, as descrições de vagas afastam cada vez mais as mulheres de se candidatarem para vagas que não exigem conhecimento técnico dentro do setor de tecnologia, com pouco mais da metade das brasileiras (52%) dizendo que as vagas de trabalho não são desenhadas levando em consideração a mão de obra feminina. Nossa pesquisa aponta que mais da metade das profissionais e estudantes de tecnologia no país (53%) acreditam que as empresas do setor tendem a falar mais sobre os cargos técnicos que envolvem codificação, design de produto, análise de dados e engenharia, ao invés de apresentar cargos não técnicos, que poderiam atrair igual interesse.

Um dado que reforça essa realidade mostra que quase três em cada quatro mulheres brasileiras no setor de tecnologia e estudantes interessadas em seguir carreira na área (74%) concordam que é necessário ter habilidades técnicas, ou um diploma em tecnologia ou ciência da computação para conquistar um emprego na área – independentemente de ser um cargo técnico ou não, em um departamento como Recursos Humanos, Financeiro, Jurídico e Marketing, por exemplo. Quando se analisam as regiões, essa crença é ainda mais forte em países como Índia (83%) e China (79%).

Quando se trata de ter uma trajetória profissional concreta dentro do setor de tecnologia, metade das mulheres do país (50%) sente que as oportunidades para que elas avancem em suas carreiras não são tão claras em um primeiro momento – outro fator que dificulta a entrada delas na indústria. Esse sentimento é ainda mais forte entre as estudantes do ensino superior (64%), o que mostra que o setor de tecnologia precisa fazer mais para destacar as oportunidades de crescimento disponíveis para as mulheres, antes mesmo delas ingressarem na indústria.

“As descobertas da nossa pesquisa reforçam a noção de que, durante anos, as empresas de tecnologia têm falado sobre a indústria e sobre os cargos oferecidos de uma maneira muito mais atrativa aos homens, mas têm desencorajado a mão de obra feminina, seja por causa da linguagem utilizada nas descrições de vagas ou durante o processo de recrutamento e contratação. É necessário assegurar que o processo de inscrição para as vagas conte com equilíbrio entre gêneros e seja inclusivo, já que ele é a porta de entrada de um funcionário e o cartão de visitas da empresa, e precisamos garantir que não estamos fechando as portas às mulheres ou as afastando logo no início do processo”, comenta Tans. “Como indústria, precisamos desempenhar um trabalho melhor quando se trata de chamar a atenção das mulheres para os inúmeros caminhos que elas podem trilhar, tendo escolhido a carreira no setor tecnológico”.

Uma vez contratados, homens e mulheres enfrentam experiências diferentes quando se trata de desenvolvimento e liderança

Ao serem perguntadas sobre as oportunidades de crescimento depois de terem entrado na indústria da tecnologia, mais de três em cinco mulheres brasileiras (65%) sentem que a expectativa é de que elas atendam a cada uma das exigências do cargo para que possam avançar, enquanto os homens tendem a ser promovidos com base no seu potencial futuro.

Além disso, mais da metade das brasileiras entrevistadas (59%) sente que atitudes e comportamentos que são vistos como positivos em colegas homens são considerados negativos em mulheres, e um número semelhante (55%) sente que elas não contam com oportunidades de crescimento e desenvolvimento suficientes.

*Pesquisa encomendada pela Booking.com e conduzida de forma independente entre 6.898 participantes (do Reino Unido, Estados Unidos, França, Brasil, Países Baixos, Alemanha, China, Austrália, Índia e Espanha). Os entrevistados responderam uma pesquisa on-line entre 2 de agosto e 6 de setembro de 2018. Entre aqueles que responderam à pesquisa estão alunos do Ensino Médio e Superior entrando na área, em início de carreira ou profissionais experientes do mercado de tecnologia, além de pessoas retornando para o setor.

ABES sela parceria com IBI-TECH para apoiar o ingresso de startups israelenses no Mercado Brasileiro

Rodolfo Fücher, presidente da ABES, (esquerda) e Shaul Shashoua, presidente da IBI-Tech

Rodolfo Fücher, presidente da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) acaba de assinar uma carta de intenções com Shaul Shashoua, presidente da IBI-Tech (Israel Brasil Innovations LTD), empresa israelense com filial no Brasil, com o objetivo de unir esforços para apoiar a ida de empresas de tecnologia da informação de Israel para o Brasil. Em Tel Aviv, desde o dia 25 de maio, participando de uma missão de empresários brasileiros em Israel, Rodolfo Fücher comenta que “O mercado brasileiro apresenta uma excelente oportunidade para empresas israelenses investirem, porém, o Brasil possui uma percepção negativa para investidores estrangeiros, devido à complexidade tributária, forte judicialização e processo judicial caro e demorado. Neste sentido, a ABES possui mais de 30 anos de experiência na área jurídica, regulatória, tributária e pode auxiliar as companhias estrangeiras que desejem operar no Brasil”, afirma.

O executivo Shaul Shashoua explica que sua operação no Brasil permite a conexão do mercado brasileiro com o ambiente empreendedor de Israel. “Por meio de nossa forte experiência em Tecnologia e Desenvolvimento de Negócios, transformamos oportunidades inovadoras em projetos reais no Brasil e em Israel. A parceria com a ABES será de grande valor para estreitar relações e criar novas oportunidades para os empreendedores nos dois países”, afirma o presidente da IBI-Tech.

Missão em Israel

Rodolfo Fücher está, desde o dia 25 de maio, participando de uma missão, organizada pelo IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativo), em Tel Aviv, Israel, com executivos e conselheiros de administração brasileiros. Um dos objetivos do executivo nesta viagem é posicionar a ABES como referência em inovação para empresas israelenses, principalmente startups, que buscam expandir seus negócios no Brasil, além de apontar o País como um excelente mercado para prospecção de negócios.

Com uma agenda com visitas previstas à Universidade Technion; à Autoridade de Inovação de Israel, Programa de Inovação da Bolsa de Valores de Tel Aviv; e a empresas como Intel e Elbit System; a missão teve como intuito mostrar como Israel, conhecido como “Startup Nation”, teve um crescimento econômico tão significativo nos últimos anos: atualmente, o país concentra a maior média de empresas de tecnologia por habitante, 1 a cada 1.400 pessoas. “Israel é um celeiro de startups de sucesso que podem ser exemplos para empreendedores brasileiros. Neste sentido, essa missão nos ajuda a conhecer mais de perto o ambiente de inovação do país e a criar caminhos que nos permitam aproximar os dois mercados”, conclui Fücher, que volta ao Brasil no dia 4 de junho.

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Magazine Luiza lança plataforma que permite que outras lojas físicas vendam seus produtos

O Magazine Luiza lançou, no evento VTEX Day, uma nova plataforma voltada aos varejistas. Com o “Parceiro Magalu”, um lojista pode, por intermédio de um aplicativo, vender qualquer um dos 4 milhões de produtos do Magazine Luiza em sua loja.

A rede de lojas de materiais de construção ABC da Construção, que tem lojas nos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, já começou a usar a plataforma, em sua fase piloto. Além dos produtos de construção do lojista, o cliente pode comprar o televisor, a geladeira e outros móveis da sua casa, por exemplo. A venda é realizada e paga na loja do parceiro e a entrega é feita pelo Magazine Luiza, na casa do cliente.

A solução de pagamento foi desenvolvida em parceria com a Cielo. Com o aplicativo integrado, o vendedor efetua a transação diretamente no PDV do loja. As vendas por meio do Parceiro Magalu podem render comissões de até 8% para o lojista que aderir à plataforma.

Para fazer uso do Parceiro Magalu, o lojista precisa ter um CNPJ, conta bancária e um smartphone com acesso à internet.

Além do lançamento, o Magazine Luiza aproveita o VTEX Day para mostrar suas soluções de marketplace.

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3º Hackaton CIAB FEBRABAN divulga lista dos 130 desenvolvedores selecionados para participar da competição

O congresso anual CIAB FEBRABAN promoverá a terceira edição da maratona de programação “Hackaton CIAB FEBRABAN”, e a lista de desenvolvedores selecionados acaba de ser divulgada. A competição acontecerá nos dias 08 e 09 de junho, em São Paulo.

Este ano, o Hackathon registrou mais de 250 inscritos, dos quais 130 foram selecionados para participar da competição. Sob a temática: “Entender para Atender Melhor os Clientes na Era da Economia Analítica” a maratona tem como objetivo incentivar o desenvolvimento de projetos que impactam positivamente o mercado bancário no Brasil.

“Em mais um ano, o Hackathon atraiu um grande número de inscritos. Estou com boas expectativas sobre os projetos que serão apresentados, pois certamente trarão ideias capazes de influenciar positivamente todo o setor bancário por meio da tecnologia”, afirmou Marcelo Assumpção, Gerente de Relacionamento de Eventos da FEBRABAN, que recepcionará os participantes no primeiro dia da competição.

A maratona de programação contará com equipes de até 5 pessoas e terá três desafios: conhecimento do cliente e diligência, para aprimorar a experiência e eficiência no processo de onboarding e verificação de novos clientes; perfil de crédito e redução da inadimplência, para compreender o perfil de crédito do cliente e impedir seu endividamento; e a proteção de dados e conformidade de requisitos legais, com o objetivo de aprimorar o processo de proteção de dados do cliente, cumprindo diretivas legais e melhorando a eficácia dos procedimentos de segurança

A programação do Hackathon do CIAB FEBRABAN terá início no dia 08 de junho, às 9h e se encerrará no dia 09, às 18h30, com o anúncio das equipes finalistas que terão a oportunidade de participar do CIAB FEBRABAN.

Os quatro grupos finalistas da 3ª edição do Hackathon serão premiados com ingressos para os três dias do congresso e poderão demonstrar suas soluções em um dos balcões de exposição durante o evento. Já a equipe vencedora terá direito a duas reuniões com lideranças de grandes bancos para apresentar seu projeto, além de cinco notebooks Samsung Expert X55, US$5.000 em créditos para uso na plataforma AWS e ingressos para assistir o Brasil na Copa América.

Para conferir a lista dos desenvolvedores selecionados para participar do Hackathon, assim como a programação da maratona, acesse: www.hackathonciab.com.br/

3º Hackaton CIAB FEBRABAN

Data: 08 e 09 de junho de 2019

Local: iMasters (Rua Oscar Freire, 2379)

Site: www.hackathonciab.com.br/

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Você sabe o que é fisital? Conheça o impacto dessa inovação no setor financeiro

Por Simone Pittner

São Paulo, maio de 2019 – O fisital, união entre o físico e o digital, está evoluindo muito rapidamente no Brasil e em todo o mundo. Esse conceito foi cunhado na Inglaterra em 2015, e fica claro nas experiências de varejo, onde o cliente muitas vezes enfrenta problemas na hora de trocar, na loja física, produtos adquiridos no ambiente online. Há, por exemplo, diferença de preços entre os produtos (devido ao comissionamento de vendedores, prática comum das lojas físicas), falta de determinados modelos ou marcas, novos tempos de entrega, entre outros.

Com o aumento de profissionais especializados em Customer Experience (CX), a unificação de todos os canais da empresa, assim como a linguagem utilizada nesses canais (loja física, e-commerce, redes sociais, callcenter e aplicativos), começou a ficar mais forte. No mundo financeiro, com as instituições trazendo experiências dos bancos digitais para a sua forma de negócio, praticando abertura de contas e acompanhamento de cartões de crédito totalmente online, o fisital se fez presente.

Atualmente, alguns bancos de montadoras possuem serviços de aprovação do limite de crédito para compra de bens, liberando para o cliente na própria concessionária (no caso de compra de carro ou moto) em tempo real, além da aceitação de documentos enviados também digitalmente. O processo se tornou muito mais rápido – passamos de dias para horas – com a vantagem das empresas contarem com estrutura de armazenamento de documentos em nuvem, possibilidade exponencialmente mais barata.

Esse cenário caminha para uma realidade ainda mais transformadora, com a possibilidade das integrações digitais. Os bancos, corretoras, empresas de investimento e grandes negociações financeiras estão abrindo suas plataformas de serviços e produtos em formato de API, as chamadas Open APIs. Isso possibilita que duas empresas consigam se conectar através da integração de software. Um exemplo de nosso dia a dia é a funcionalidade de ouvir música no Spotify enquanto está com o Waze aberto.

Essas integrações com troca de dados têm sido ponto de discussões e regulamentações recentes, como a GDPR, na União Europeia, e a LGPD, no Brasil, criando a possibilidade de se abrir informações para que empresas comprem ou troquem entre si dados ou microsserviços de tecnologia.

O fisital também acrescenta melhorias na experiência do cliente. Atualmente, é comum termos cartões bancários em nossos celulares – existem aplicativos, como ApplePay e SamsungPay, que tornam desnecessário o uso do cartão físico. A transferências de crédito entre pessoas físicas em múltiplos países e interbancos acontece de maneira semelhante.

Uma validação recente, sinônima de toda essa integração, por exemplo, é um boleto atrasado. Os internet bankings, no últimos meses, prepararam-se para conseguir calcular o novo valor, mesmo que a conta seja de outra instituição, algo que não era permitido em um passado recente.

Esses são alguns exemplos que ilustram essa integração entre o físico e o digital no mercado financeiro. As mudanças só tendem a aumentar e os bancos as, corretoras e as investidoras serão cada vez mais digitais, com todas as transações em aplicativos, diminuindo a presença do cliente na agência física e sua necessidade de interação com o gerente ou a central de atendimento. Estamos vivendo numa realidade entre dois mundos: aspectos que ainda precisam do físico e do contato humano e outros que o mundo digital está resolvendo sem esse contato – na maioria das vezes, de maneira mais inteligente e rápida.

Quando falamos do fisital no Brasil, já conseguimos ver cases relevantes acontecendo. A Avon, por exemplo, desenvolveu um aplicativo com duas importantes funcionalidades, aumentando a rentabilidade e diminuindo os custos. A primeira permite às revendedoras resolverem problemas sem a necessidade de interação humana com o call center, acessando grupos de dúvidas e trocas de produtos parados. A outra funcionalidade do app é a leitura digital do folheto de compra, tornando a venda totalmente automatizada.

Outro case relevante para o cenário brasileiro é o de uma grande varejista que atualmente está no caminho para se tornar um banco. A marca iniciou seu processo de transformação digital com uma reestruturação do call center. Para reduzir o número de ligações, foram desenvolvidos canais web e mobile permitindo ao cliente buscar informações por conta própria. Essa ação teve um resultado surpreendente, com uma redução de 27% em ligações feitas para o call center só no primeiro mês. Outra ação da marca foi a implementação de 21 novos serviços em seu aplicativo, incluindo a solicitação de cartões de crédito.

Além de todos esses impactos, vale destaque para a transformação do que nomeamos BackOffice ou Digital BackOffice. Com as diversas mudanças proporcionadas, é preciso revisitar as jornadas internas, como captura e armazenamento de documentos e dados, uso de nuvem, redução de servidores locais, robotização de tarefas repetitivas, inteligência artificial, implementação de workflows, inclusão de testes de produtos de forma automatizada, entre outros. E nessa linha de raciocínio, assistimos ao aumento da utilização e importância do Data Science e o Business Intelligence, agora também sendo explorados e gerando oportunidades de negócios.

Simone Pittner, Head of the Lean-Agile Operations da GFT Brasil

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Neon tem 62 vagas abertas para escritório em São Paulo

A Neon Pagamentos, fintech fundada em 2016 com o objetivo de simplificar a vida financeira das pessoas, possui 62 vagas abertas para sua sede em São Paulo. Com quase 3 anos, a empresa está buscando profissionais de Segurança da Informação, Desenvolvedores, Designer, Engenheiros de Dados, Business Inteligente, Qualidade, Atendimento, Dados, Product Owner, Conteúdo, entre outros.

Todas as vagas são para contratação em regime CLT e, além do salário, os funcionários têm direito a um pacote flexível de benefícios e podem escolher entre: assistência médica, assistência odontológica, vale-transporte ou fretado, vale-refeição, vale-alimentação, vale-cultura, vale-combustível, estacionamento, Gympass, massagem e budget para treinamentos e cursos. Cada funcionário escolhe o benefício que é mais indicado.

A Neon oferece conta digital sem mensalidade para pessoas físicas e pessoas jurídicas e foi eleita pela Forbes um dos três melhores bancos brasileiros em 2019. Entre os últimos lançamentos da Neon estão a a função de controle de assinaturas online e a conta Neon Pejota, voltada para pequenas e médias empresas. Para esse ano, a fintech promete ainda mais novidades.

Para conhecer os requisitos e se inscrever nas vagas, acesse o link: neon.gupy.io

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Opensignal analisa a experiência dos usuários de redes 4G em 87 países

A Opensignal, empresa de análise móvel, realizou o estudo O estado da experiência de rede móvel – Benchmarking mobile na véspera da revolução 5G que tem como objetivo analisar a experiência de rede móvel 4G global, em 87 países. O estudo mostrou que o Brasil possui uma boa experiência de download (13 Mbps), mas sua taxa de upload fica abaixo de outros países latino-americanos – 4,5 Mbps contra 4,8 e 5,8 Mbps da Argentina e Chile, respectivamente. Nenhum país do mundo conquistou uma classificação excelente de experiência de vídeo. Para ver as classificações de experiência de vídeo, visite:https://www.opensignal.com/blog/2019/01/03/understanding-mobile-network-experience-what-do-opensignals-metrics-mean

Para este relatório, a Opensignal coletou e analisou mais de 139 bilhões de medições feitas em 43.614.234 dispositivos usando o Opensignal App durante um período de quatro meses (1º de janeiro a 31 de março de 2019) usando como métricas a análise de disponibilidade 4G, experiência de vídeo, experiência de velocidade de download e de upload, além de latência – ou seja, de experiência desde o momento da captura do vídeo até o momento que o streaming é transmitido no dispositivo conectado via 4G.

Disponibilidade 4G

Essa métrica mostra a proporção de tempo que o usuário que possui um dispositivo 4G tem essa conexão disponível. A Coreia do Sul é o principal país quando o assunto é disponibilidade da rede 4G, com 97.5% de disponibilidade. Japão e Noruega também figuram na lista como destaque, com 96.3% e 95.5%, respectivamente.  

América Latina: a maioria dos países da América Latina obteve uma faixa de 70% a 80% para a disponibilidade de 4G, com apenas Peru e Panamá com pontuações acima de 80%. O Equador obteve uma pontuação abaixo dos 60%. O Brasil está na lista, porém, com uma disponibilidade muito menor, de 72%.

Experiência de vídeo

Essa métrica quantifica a qualidade de vídeo experimentada pelos usuários. As notas vão de 0 a 100. Nenhum mercado conquistou uma classificação excelente de experiência de vídeo. No entanto, a Europa foi a região com melhores classificações.

América Latina: a maioria dos países da América Latina obteve a classificação Fair Video Experience (40-55), com apenas Bolívia, Argentina, México e Paraguai obtendo melhores qualificações. O Brasil, inclusive, também ficou nessa categoria, com 52.1 de nota.

 

 

Experiência de velocidade de download

Coreia do Sul foi o único país a alcançar  mais de 50 Mbps de velocidade de download. A maioria dos países pontuam no intervalo de 10 a 20 Mbps. No entanto, esta métrica teve pontuações bem variadas,sendo o menor número o do Iraque, 1.6 Mbps.

América Latina: a região segue o mesmo padrão dos demais países, com uma média entre 10 a 15 Mbps de experiência de download. O México liderou a região com uma velocidade média de 14,9 Mbps, seguido pelo Brasil, em 13,0 Mbps.

Experiência de velocidade de upload

A maior variação entre a velocidade de upload acontece entre os países que estão no top 10.  O país líder, a Dinamarca (15.3 Mbps), e décimo colocado, o Canadá (10.2 Mbps), tiveram mais de 5 Mbps de diferença entre si.

América Latina: na região, o Brasil obteve 4.5 Mbps de velocidade de upload. Nossos vizinhos, Argentina e Chile, ficaram com 4.8 e 5.8 Mbps, respectivamente.

Experiência de latência

Essa métrica verifica a experiência desde o momento da captura do vídeo até o momento que o streaming é transmitido no dispositivo conectado via 4G.

Nenhum país do mundo analisado consegue chegar a experiência de latência de 30ms, que seria uma média excelente. Em apenas 13 dos 87 países, a pontuação média da experiência de latência é inferior a 40 milissegundos.

América Latina: há apenas um país latino-americano na primeira metade da tabela de classificação de latência: o Chile, que marcou 52,2 ms. Quase todos os outros mercados da região tiveram pontuações pelo menos o dobro do país de menor latência, que é Cingapura, que marcou 30,7ms. O Brasil possui uma experiência de 71,5 ms. Nossa vizinha, Argentina, ficou com 58.9 ms.

 

 

Conclusão

No estudo, a Opensignal concluiu que, apesar da análise do 4G trazer resultados pouco satisfatórios para alguns países, o 5G não irá apenas fornecer velocidades mais rápidas. A nova tecnologia fornecerá uma cobertura de capacidade, construída usando novas bandas de espectro de alta-frequência que ajudarão a melhorar o congestionamento que impacta a experiência da rede móvel 4G.

Metodologia

Foram analisados dados de mais de 3 bilhões de medições individuais todos os dias a partir de dezenas de milhões de smartphones em 87 países de todo o mundo. As medições da Opensignal são coletadas sob condições normais de utilização, incluindo no interior de edifícios e áreas exteriores, nas cidades e interior.

 

TOTVS lança solução mobile com inteligência artificial para o varejo

A TOTVS, líder brasileira no desenvolvimento de software de gestão, anuncia o lançamento do RetailApp One, multiplataforma que unifica e conecta todos os principais indicadores de performance (KPIs) e gestão do varejo. A nova versão, desenvolvida em parceria com a RetailApp, companhia americana especializada em tecnologias para o varejo, inclui as habilidades das redes sociais com inteligência de negócios (BI) e entrega um conjunto completo de informação de forma altamente efetiva.

Integrada aos softwares de gestão da TOTVS e diversos outros, a plataforma, que utiliza todos os dados de ERP para gerar informações em tempo real, é totalmente intuitiva e permite que os varejistas, de todos os tamanhos, tomem decisões mais assertivas. Entre as novidades está a conexão integrada das equipes, uma vez que a solução possibilita o acesso desde o CEO da companhia até os funcionários de vendas na loja, com toda comunicação realizada por meio de chat, áudio e ligação pelo próprio aplicativo.

Além disso, a nova versão possui um conceito gaming, que baseado em mérito pessoal, ajuda identificar e destacar as pessoas de alto desempenho dentro da empresa. Outra grande novidade é a assistente virtual LARA dentro do TOTVS RetailApp One, que permite acessar relatórios com dados em tempo real. Por fim, a plataforma passa a incluir o checklist operacional, módulo com o qual os gerentes e supervisores conseguem ter uma visão e controle mais próximo de todas as equipes.

O aplicativo já possui mais 45 indicadores configurados que possibilitam a compreensão dos detalhes da operação, como ticket e preços médios, ranking das lojas, comparativos com períodos anteriores, acumulado semanal e controle do mix de produtos, por exemplo.

“No varejo a tomada de decisões precisa ser rápida, com análises diárias e uma visão unificada dos números das lojas. O RetailApp cumpre exatamente esse propósito, consolidando as informações necessárias para monitorar a operação, com total segurança dos dados e informações de forma simplificada”, destaca Eloi Assis diretor-executivo do segmento de Varejo e Distribuição da TOTVS.

A solução está disponível para baixar na App Store e Play Store.