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Fintech Adianta recebe investimento de R$ 8 milhões

Há dois anos no mercado, a startup Adianta, fintech focada em antecipação de recebíveis para pequenas e médias empresas, acaba de receber um novo investimento no valor de R$ 8 milhões. Acompanhada dos antigos investidores, como Yellow Ventures e OsherTech, a nova rodada do aporte inclui os fundos DGF Investimentos e 42K Investimentos, que estruturou um club deal com investidores de fintechs, como a Chromo Investimentos, a Capital Lab e Roger Ingold – ex-CEO da Accenture, e empreendedores, como Sandro Reiss – fundador e CEO da Geru – e Jaime de Paula – fundador e CEO da Neoway.

Com este novo investimento, dentre os planos de crescimento para a startup estão a ampliação do time de engenheiros de desenvolvimento e da equipe de vendas a fim de aumentar a capilaridade da plataforma, além da criação de novos serviços e produtos voltados para pequenas e médias empresas. “A 42K e seus investidores enxergam muitas oportunidades em fintechs de crédito e acreditamos que a Adianta está desenvolvendo uma plataforma para adiantamento de recebíveis e produtos financeiros de muito sucesso, complementado o ótimo portfólio de investimentos na área como a Geru e a BizCapital”, afirma Eduardo Smith.

Até o final do primeiro trimestre deste ano, a Adianta começará o atendimento aos fornecedores de serviços, além de estudar novos produtos de capital de giro. Até o momento, a empresa já recebeu pedidos de cerca de R$ 110 milhões em crédito. Agora, a expectativa para 2019 é alcançar uma carteira de crédito de R$ 100 milhões, incluindo em seu portfólio desconto de duplicatas de serviços, bem como alguns parceiros estratégicos. “O que queremos é desenvolver um relacionamento de longo prazo com os nossos clientes, sempre com a preocupação de desburocratizar a experiência de concessão de crédito. Aos poucos, estamos levando a inovação das fintechs para este segmento”, revela Marco Camhaji, CEO da Adianta.

O executivo explica que o aporte é bastante representativo para a atuação da empresa. “Com a evolução do motor de crédito, devemos garantir um índice mais alto de aprovação das operações, beneficiando as PMEs para que sejam atendidas cada vez mais pela Adianta”, esclarece Camhaji.

A ideia da startup surgiu quando seus fundadores identificaram um gargalo no mercado financeiro para a captação de créditos por parte das pequenas e médias empresas, seja pelo tamanho do negócio ou pelo seu tempo de operação. Disponível todos os dias da semana, 24 horas por dia, a dinâmica de funcionamento da plataforma é simples e totalmente digital: basta o cliente adicionar o formato XML da nota fiscal de venda, que já é realizada toda a formalização do crédito de uma forma bastante intuitiva. A avaliação é realizada em tempo real, sem burocratização, e o cliente imediatamente tem acesso ao status de seu processo.

EqSeed realiza eventos em diversas capitais do Brasil para startups captarem até R$ 5 milhões

A EqSeed, plataforma que conecta investidores a startups, realiza uma rodada de eventos chamada EqSeed Workshop Tour. Trata-se de uma série de Workshops voltada exclusivamente para empreendedores sobre como as empresas devem fazer para realizar rodadas de investimento de até R$ 5 milhões pela plataforma.

O sócio-fundador da fintech, Brian Begnoche, estará presente para tirar todas as dúvidas dos empreendedores sobre o processo de aprovação da EqSeed e sobre o que a startup precisa ter para realizar sua rodada pela plataforma. “O interesse dos empreendedores nesse modelo vem aumentando fortemente. Em 2018, a rodada média na EqSeed foi de mais de R$ 1 milhão, com duração média de 38 dias. Essa velocidade de captação é difícil ignorar”, afirma o executivo.

Em novembro, a EqSeed captou R$2,5 milhões de investimento em apenas 27 horas por meio de sua própria plataforma, quebrando o recorde de maior rodada individual do equity crowdfunding no Brasil. “Pretendemos continuar quebrando recordes esse ano e para fazer isso, queremos aprovar R$12 milhões de rodadas para startups no primeiro semestre desse ano”, finaliza.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas por meio do link http://bit.ly/eqseedworkshoptour.

Grade de eventos:

14 de fevereiro – São Paulo

WeWork Nações Unidas 14261

Av. das Nações Unidas, 14261 – Brooklin

19 de fevereiro – Curitiba

Auditório da Legacy Partners

Rua General Mário Tourinho, nº 1805, conj. 702 – Seminário

21 de fevereiro – Florianópolis

Auditório do Impact Hub Floripa (Acate Building)

Rod. José Carlos Daux, 4150

26 de fevereiro – Rio de Janeiro – (data alterada por conta dos temporais na cidade)

Arena Fábrica de Startups – Centro Comercial AQWA Corporate

Via Binário do Porto, 299, 3º andar – Santo Cristo

Gartner identifica as cinco principais tendências para Infraestrutura e Operações em 2019

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, destaca as principais tendências que os líderes de infraestrutura e operações (I&O) devem começar a preparar para suportar a infraestrutura digital em 2019.

“Mais do que nunca, o departamento de infraestrutura e operações precisa se envolver com o dia a dia das áreas estratégicas das empresas. O foco dos líderes desse setor não é mais entregar apenas engenharia e processos para as operações, mas entregar produtos e serviços que suportem e permitam a estratégia de negócios das organizações”, diz Ross Winser, Diretor de Pesquisa Sênior do Gartner. “A questão é como podemos usar os recursos como inteligência artificial (IA), automação de rede ou computação de ponta para suportar infraestruturas em rápido crescimento e que precisam atender às necessidades das companhias”.

Nesse contexto, o Gartner encoraja os líderes de infraestrutura e operações a se prepararem para as 10 tecnologias e tendências que apoiarão a infraestrutura digital em 2019. São elas:

Computação sem servidor – A computação sem servidor (Serverless) é um padrão emergente de arquitetura de software que promete eliminar a necessidade local de provisionamento e gerenciamento de infraestrutura. Os líderes de infraestrutura e operações precisam começar a adotar uma abordagem centrada em aplicações para computação sem servidores e com gerenciamento de APIs e SLAs, ao invés de seguirem com infraestruturas físicas criadas em suas empresas. “A verdade é que os servidores continuarão a existir, mas os provedores de serviços é que serão os responsáveis por toda a análise e dimensionamento dos recursos envolvidos no ambiente, o que resultará em mais agilidade às organizações”, explica. Vale lembrar que esse tipo de tecnologia não substituirá a aplicação de contêineres ou máquinas virtuais, sendo fundamental saber como usar melhor o conceito sem servidor antes de aplicá-lo. “O desenvolvimento de recursos de suporte e gerenciamento desse tipo deve ser um foco dentro das equipes de infraestrutura e operações, pois mais de 20% das organizações globais implementarão tecnologias de computação sem servidor até 2020. Hoje, menos de 5% das companhias usam esse formato”, afirma Winser.

Impactos de Inteligência Artificial – A Inteligência Artificial está crescendo em importância para os líderes de infraestrutura e operações que precisam gerenciar infraestruturas em plena expansão e que, ao mesmo tempo, não podem aumentar sua equipe. Os recursos de inteligência artificial têm o potencial de transformar as organizações e estão no centro dos negócios digitais, cujos impactos já são sentidos pelas companhias. De acordo com a Gartner, os negócios derivados de Inteligência Artificial chegarão a US$ 3,9 trilhões até 2022.

Garantir agilidade de rede – A infraestrutura e a capacidade de rede são a base de tudo o que a área de TI faz – soluções em Nuvem, Internet das Coisas (IoT) e serviços de ponta, por exemplo, sendo que continuarão avançando em 2019. “As equipes estão sob constante pressão para garantir a alta disponibilidade de rede. Ainda que a cultura das equipes muitas vezes limite as mudanças, o fato é que a demanda por agilidade na performance dessas operações também aumentou”, diz Winser. O foco dos líderes de I&O para 2019 e nos próximos anos deve ser o de encontrar formas para ajudar suas equipes a aumentarem o ritmo de trabalho, buscando opções para atender à necessidade por mais agilidade. “Parte dessa resposta é a criação de um ambiente com automação e análise, capaz de lidar com a mudança real das empresas”, explica.

O Gartner avalia que as demandas por melhorias de performance de rede deverão crescer com o advento do 5G, da maturidade das soluções em Nuvem e com a explosão no número de dispositivos de IoT. “Essas são apenas algumas das pressões que os líderes devem antecipar. Então, o período crítico para lidar com este desafio é agora”, diz o analista do Gartner.

Morte do Data Center – O Gartner prevê que, em 2025, 80% das organizações migrarão seus dados de Data Centers locais para ambientes no formato de co-location, hospedagem ou Nuvem, levando-as ao gradual encerramento de seus Data Centers tradicionais. “Os líderes de I&O devem se preparar para esse movimento, ajustando as cargas de trabalho com base nas necessidades dos negócios e não se limitando a decisões baseadas em localização física. Desde a hospedagem até a Nuvem Pública, existem muitas alternativas para os Data Centers locais. Os líderes devem identificar se existem razões verdadeiramente estratégicas para persistir com necessidades locais, especialmente quando consideram que a quantidade significativa de investimento envolvida é muitas vezes amortizada ao longo de muitos anos”, afirma o analista. As preparações devem começar agora, pois o prazo crítico para isso será de 2021 a 2025.

Edge Computing – O avanço de dispositivos de Internet das Coisas e de tecnologias imersivas levarão o processamento de informações ao limite, redefinindo e reformulando o que os líderes de I&O precisarão implantar e gerenciar. A borda, nesse caso, é o local físico onde as coisas e as pessoas se conectarão com o mundo digital em rede – espaço que fará a infraestrutura a chegar cada vez mais ao seu limite. A Edge Computing faz parte de uma topologia de computação distribuída em que o processamento de informações está localizado próximo à borda, que é onde as coisas e as pessoas produzem ou consomem essas informações. Edge Computing aborda as leis da física, economia e terra, que são fatores que contribuem para como e quando usar borda. “Essa é outra tendência que não substitui a Nuvem, mas a potencializa”, diz Winser. “O prazo crítico para as organizações adotarem essa tendência é entre 2020 e 2023”.

Pesquisas adicionais sobre o tema serão apresentadas durante a Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Estratégia de Cloud, que acontece nos dias 24 e 25 de abril, em São Paulo. No evento, analistas brasileiros e internacionais vão apresentar conexões vitais entre tecnologias, gestão e cultura com um foco especial na liderança de cada função de Infraestrutura e Operações (I&O).

Interessados em participar do evento devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800 774 1440, ou pelo site www.gartner.com/pt-br/conferences/la/infrastructure-operations-cloud-brazil.

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Locaweb abre inscrições para a quarta edição do Programa Trainee

A Locaweb, referência em serviços digitais no País, abre as inscrições para a quarta edição do Programa Trainee. O objetivo é encontrar jovens talentos que, acima de tudo, queiram aplicar seus conhecimentos acadêmicos e desenvolver competências técnicas, em um espaço que valoriza a inovação, a criatividade e o trabalho em equipe.

Voltado para formados desde julho de 2017 e formandos até julho de 2019 nos cursos de Engenharia (todas as áreas), Administração, Marketing, Economia, e todos aqueles vinculados a negócios, as inscrições podem ser feitas até 19 de março pelo site www.traineelocaweb.com.br.

Todos os candidatos passarão por um processo seletivo composto por etapas online com análise de currículo, teste de inglês, raciocínio lógico e game de competências e, se aprovados, seguirão para as etapas presenciais com dinâmica de grupo, painel com discussão de cases e entrevista com gestores.

A previsão é que os selecionados iniciem os trabalhos em julho deste ano, quando serão alocados nas áreas onde a aptidão do trainee e a necessidade da equipe se encontram. Os profissionais ainda terão a oportunidade de participar dos eventos mais importantes promovidos pela empresa, como Hackathon, Locaweb Digital Conference e RubyConf.

“Procuramos talentos que buscam a chance de desenvolver sua carreira em um ambiente que preza a criatividade na busca de soluções e o trabalho em equipe, além da troca de ideias, conhecimento e experiências. Na Locaweb, cada desafio é visto como uma chance de inovar, aprender e crescer. Trata-se de uma grande oportunidade para quem deseja fazer história dentro de uma Big Tech Company 100% brasileira”, ressalta Raquel Parente, gerente de recursos humanos da empresa.

Nesta edição são esperadas 11 mil inscrições e, à princípio, serão oferecidas cerca de 10 vagas, número que pode variar de acordo com o desempenho dos candidatos. Os contratados terão como benefícios remuneração compatível com o mercado, assistência médica e odontológica, seguro de vida, horário flexível, vale refeição para consumo dentro da empresa, vale transporte ou estacionamento, programa de qualidade de vida (academia in company, massagem relaxante e ginástica laboral), sala de relax com videogames, mesas de ping-pong, pebolim e pufes para descanso.

IBM registra 9.100 patentes em 2018 e bate recorde pelo 26º ano consecutivo

Os inventores da IBM (NYSE: IBM) registraram 9.100 patentes em 2018, alcançando pelo 26º ano consecutivo a liderança no ranking de patentes dos Estados Unidos, de acordo com o IFI CLAIMS Patent Services1. A IBM liderou o número de patentes para Inteligência Artificial (IA), computação em nuvem, segurança e computação quântica. O ano de 2018 também foi de destaque para os pesquisadores da IBM Brasil. Isso porque, das empresas estabelecidas no País, a IBM foi a que mais registrou patentes (56) nos EUA, segundo o Escritório Americano de Marcas e Patentes (USPTO, na sigla em inglês) dos EUA. No acumulado entre 2011 e 2018, a IBM também se mantém na liderança, com 183 patentes no total2.

Em seus oito anos de operação, além de contribuir para o desenvolvimento da inovação no País, o laboratório da IBM no Brasil já desenvolveu e submeteu mais de 300 patentes ao USPTO – 94 delas já foram concedidas. O time de pesquisadores brasileiros também publicou mais de 450 artigos científicos e conquistou 35 prêmios. As patentes geradas no Brasil estão dentro da área de nanotecnologia, cloud computing, cognitive computing, blockchain, analytics e Internet das Coisas (IoT), aplicadas principalmente àsindústrias de exploração de óleo e gás, agricultura, finanças e saúde.

As 1.600 patentes de IA que os inventores da IBM ob tiveram em 2018 incluem novas maneiras de usar a inteligência artificial para ajudar a proteger e preservar lagos e vias fluviais. A inteligência artificial também desempenhou um papel importante nas mais de 1.400 patentes de segurança que foram concedidas aos inventores da IBM em 2018, incluindo uma abordagem de segurança baseada em IA para combater o phishing de voz. No geral, quase metade das patentes de 2018 estão relacionadas a avanços pioneiros em inteligência artificial, computação em nuvem, segurança, blockchain e computação quântica.

Algumas patentes da IBM concedidas em 2018 incluem:

• Project Debater – Desenvolvido por IBM Research é o primeiro sistema de inteligência artificial que pode debater com humanos sobre questões complexas. Os inventores da IBM patentearam uma abordagem para usar o aprendizado de máquina, identificando evidências como segmentos de texto relevantes em dados não estruturados, que apoiam ou se opõem a um problema em questão. Isso poderia ajudar a fornecer avanços no modo como as máquinas e os seres humanos interagem em conversas.

• Os inventores da IBM patentearam um sistema inteligente que poderia ser usado pa ra identificar, caracterizar e monitorar os gradientes verticais de temperatura que afetam a vida marinha em lagos e outros ecossistemas aquáticos. A análise combinada com IBM Cloud e o mapeamento da Internet das Coisas (IoT) ajudaram a IBM e parceiros a projetar o lago mais inteligente do mundo, o Lago George.

• O “Phishing” ocorre quando uma pessoa ou sistema de computador tenta obter informações confidenciais de vítimas desconhecidas. Mais recentemente, os fraudadores recorreram ao phishing de voz, ou “vishing”, que realiza chamadas telefônicas cujo principal objetivo é obter dados bancários ou outras informações pessoais importantes das vítimas. A IBM patenteou um sistema de Inteligência Artificial que, com a permissão do usuário, pode analisar os padrões de diálogo para identificar quando uma das partes tenta enganar a outra. O sistema poderia enviar uma mensagem de aviso em tempo real para alertar a vítima em potencial do vishing e ajudar os especialistas em TI da empresa a prevenir e gerenciar melhor as ameaças à segurança de computadores e dispositivos móveis.

Nuvem, Blockchain e Quantum

Os inventores da IBM receberam mais de 2.000 patentes de computação em nuvem em 2018, incluindo uma referente a um monitor especializado em máquinas virtuais baseadas em unikernel, que adota uma abordagem mais leve para melhorar o isolamento e a segurança entre um aplicativo em nuvem e seu host, reduzindo os tempos de fornecimento e melhorando o desempenho. A pesquisa tem relação com a segurança de contêineres e pode permitir que organizações movam dados e aplicativos com mais segurança, por meio dos ambientes locais e na nuvem.

Os pesquisadores da IBM também continuam a liderar o caminho no desenvolvimento do Blockchain e seu rápido ritmo de adoção global. A IBM recebeu uma patente de um método para criptografar dados armazenados em uma cadeia de blocos. Os membros de uma rede Blockchain podem colocar dados em uma cadeia de blocos que gostariam de compartilhar com outros membros. No entanto, em vez de armazenar os dados abertamente para que qualquer um dos participantes possa ver, os membros podem criptografar seus dados dentro da rede e somente aqueles que receberam uma chave de descriptografia podem ter acesso às informações. A IBM ativou esse recurso patenteado para usuários do código aberto Hyperledger Fabric.

A IBM também patenteou invenções importantes na computação quântica, incluindo uma nova maneira de miniaturizar componentes para melhorar o desempenho de computadores quânticos.

Para saber mais sobre a liderança da IBM em patente e inovação, visite http://www.research.ibm.com/patents/

¹ 2018 patent data sourced from IFI CLAIMS Patent Services: http://www.ificlaims.com
² Fonte: USPTO TAF database, PTMT, 1/10/2019.

Pesquisa da Fujitsu aponta IA como ferramenta para equilibrar vida e trabalho nas empresas

O investimento em ferramentas modernas e softwares de última geração deixou de ser o principal foco das empresas: a estratégia agora está em como equilibrar essas tecnologias para reter os melhores talentos e trazer um equilíbrio entre vida e trabalho. É o que aponta o estudo Workplace 2025, realizado pela Fujitsu em parceria com a empresa de pesquisa Pierre Audoin Consultants (PAC).

A pesquisa, realizada no final de 2018 com funcionários de empresas de grande e médio porte na Bélgica, França, Alemanha, países Nórdicos, Espanha, Reino Unido e Irlanda, destaca os fatores essenciais para o crescimento da produtividade. Além disso, o estudo analisa os desafios enfrentados pelas empresas à medida em que evoluem. Nem todas as organizações possuem a cultura, as políticas ambientais e as tecnologias corretas para permitir que seus funcionários sejam eficazes ou para atrair talentos no futuro.

Uma dessas tecnologias transformadoras é a Inteligência Artificial, apontada pelos entrevistados como principal aliada para otimizar a produtividade e equilibrar o trabalho com a vida pessoal. Isso porque, segundo os respondentes, apesar de apresentarmos mais horas dedicadas ao trabalho, a produtividade está comprometida. A solução para ajudar neste processo é o acesso às ferramentas corretas (segundo 40% dos respondentes) e é fundamental para ajudar na produtividade e um ambiente de trabalho estimulante e saudável (49%).

De acordo com Robin Lipscomb, chefe de estratégia de serviços de tecnologia digital da Fujitsu EMEIA, o consumo de tecnologia nas empresas já se funde com as linhas do mundo corporativo e vidas pessoais. E a pesquisa da Fujitsu permite que pontos como estes sejam focos de atenção. “Quando reconhecemos a importância de colocar as pessoas em primeiro lugar e oferecemos as ferramentas corretas na realização de seus trabalhos, veremos vidas profissionais e privadas começando a se mesclar de maneira mais eficiente”, completa o executivo.

O estudo mostra que mais de 80% dos participantes acreditam que a IA, experimentada por meio de assistentes virtuais ou experiências de usuário personalizadas, tem efeito positivo no dia a dia na empresa. E não são apenas os funcionários nativos digitais que estão prontos, essa perspectiva positiva é compartilhada por trabalhadores iniciantes e experientes.

Empresas precisam se preparar para reter talentos

Ao mesmo tempo em que a concorrência por trabalhadores qualificados se intensifica, as empresas não conseguem atender às expectativas de seus colaboradores: Quase a metade de todos os funcionários entrevistados (46%) acredita que seu local de trabalho atual não tem um impacto positivo no recrutamento e retenção de pessoas com habilidades essenciais.

À medida que os profissionais trabalham por mais horas, buscam maneiras de obter equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. Isso pode ser conseguido por meio de horários e práticas de trabalho flexíveis, onde mais da metade (53%) considera esse tópico “muito importante” em termos de aumento da produtividade.

Conforme a Inteligência Artificial, tecnologias de automação e processos robotizados são amplamente adotados pelas empresas, as pessoas esperam dos seus empregadores processos básicos, como atividades de integração e automatização de solicitações de serviços. As empresas que conseguirem atingir esse equilíbrio serão capazes de enfrentar os desafios da produtividade e ganharão a guerra por talentos, atraindo e retendo funcionários qualificados.

Num futuro próximo, a Fujitsu espera que os trabalhadores enfatizem mais a capacidade de combinar efetivamente a vida pessoal e profissional. Com abordagem centrada no ser humano, a Fujitsu está bem posicionada para fornecer os serviços, ecossistemas e tecnologias necessários para o local de trabalho moderno, pessoal e flexível. O relatório do estudo pode ser encontrado aqui.

Cognizant é reconhecida pelo Top Employers Institute, pela excelência nas práticas de RH

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, foi reconhecida pelo Top Employers Institute pela excelência nas práticas de RH.

“Temos 1.700 colaboradores só no Brasil e estamos orgulhosos por mais essa conquista. A Cognizant é uma empresa inovadora, disruptiva e que contribui para acelerar o desenvolvimento tecnológico no país. Esse selo reforça o comprometimento que temos em empoderar nossos profissionais a fazerem parte dessa transformação, que se traduz em processos e estratégias eficientes, no protagonismo de carreira e nas melhores práticas.”, diz Tatiana Porto, diretora de Recursos Humanos da Cognizant no Brasil.

O Top Employers Institute tem mais de 25 anos de experiência e certifica globalmente a excelência nas práticas de RH que as empresas criam para seus colaboradores, como condições ideais de trabalho e os benefícios para funcionários, que garantem que se desenvolvam pessoal e profissionalmente.

A certificação também aponta indicadores de desempenho, como retenção de conhecimento, rotatividade, aquisição de talentos, absenteísmo, entre outros, que impactam diretamente nos resultados financeiros das organizações.

Além disso, há um processo de pesquisa de seis meses, que analisa cerca de 600 práticas de gestão de pessoas. A qualidade dessas práticas também é avaliada comparativamente às demais empresas participantes pelo Top Employers Institute. Em seguida, o estudo é validado por uma auditoria externa que reitera a qualidade do processo de certificação. Para participar, é necessário que a organização tenha um mínimo de 250 colaboradores nacionais, ou 2.500 internacionais, e demonstre os mais altos padrões de excelência em gestão de pessoas.

“Com esse reconhecimento, reforçamos nossa capacidade de inovar e aprimorar soluções para propiciar um ambiente de trabalho produtivo e engajador para todos”, conclui a executiva.

As mudanças que o Brasil precisa começam pelo mindset do governo

Por Laércio Cosentino, presidente do Conselho de administração da TOTVS

O último relatório Focus, apresentado em 31 de dezembro de 2018 pelo Banco Central, mostra que a expectativa de investimentos estrangeiros no Brasil em 2019 subiu de US$ 78,4 bilhões para US$ 79,5 bilhões. Já a estimativa do BC é que nosso PIB cresça 2,4%, mas condiciona isso à reformas e ajustes fiscais na economia brasileira.

O que esses dados mostram é que depois da retração dos últimos anos, com investimentos represados, principalmente nos setores de infraestrutura e tecnologia, é primordial que o novo governo apresente uma agenda favorável às reformas necessárias para que este cenário se torne realidade. Especialmente, para evitar novas dificuldades econômicas. Claro que este não é um processo fácil ou tranquilo, mas é necessário para evitar que tenhamos, inclusive, novos retrocessos.

Isso começa por uma mudança de mentalidade do próprio governo. Por exemplo, a cada ano que passa acompanhamos o lançamento de novos produtos e serviços que buscam acompanhar as necessidades de seus clientes. Esta é uma demanda dos próprios consumidores que buscam por experiências inovadoras e que estão cada vez mais exigentes e empoderados de seus direitos.

O jovem não tem interesse em adquirir um imóvel, pois prefere alugar algo mais próximo do trabalho e que seja mais acessível. Eles também não se preocupam em correr contra o tempo para conseguir a habilitação, já que preferem utilizar o serviço de aplicativos de transporte. Portanto, sendo o governo o principal prestador de serviços de um país, está mais do que na hora de se adequar a essa nova realidade. É preciso se modernizar.

Tamanha mudança social demanda por reformas profundas de sistemas como o judiciário, trabalhista, tributário e até mesmo partidário. A reforma tributária, por exemplo, passa por uma reformulação completa do orçamento. De acordo com o Impostômetro, em 2018, foram pagos R$ 2,388 trilhões em impostos no Brasil, um valor equivalente a 50 salários mínimos por mês durante 4,2 milhões de ano. Enquanto o setor privado investe e se prepara para esta nova realidade, os governos se mantêm estagnados, desatualizados e sem entender o momento em que estamos vivendo.

Em contrapartida, temos as tecnologias de conectividade, mobilidade e colaboração disponíveis e já sendo usadas pelos cidadãos e pelo setor privado. Hoje temos inovações como os sensores de IoT, que captam informações para apoiar a tomada de decisões, ou alimentar algoritmos de Inteligência Artificial, que permitem a previsão de tendências. As empresas estão ágeis e os governos precisam perceber esses recursos para reduzir cargas tributárias, melhorarem a relação com o cidadão e com os potenciais investidores no Brasil.

Outro exemplo é a gestão do sistema educacional do país. Veja como esta base de dados está fragmentada, já que cada instituição seja ela privada ou pública, detém para si o registro dos seus alunos. Quando o Ministério da Educação quer fazer uma avaliação, precisa aplicar a Prova Brasil ou checar dados do Enade e do Enem, que não mostram a verdadeira qualidade do ensino porque não são todos os estudantes que fazem as provas. Com uma base de dados integrada e padronizada, seria possível comparar e avaliar em nível nacional as melhores instituições, índices de frequência, notas de alunos, municípios com falta de professores e escolas ou faculdades. Assim, reparar e desenvolver a educação brasileira.

Mas, tudo isso demanda agilidade e a capacidade de antecipar comportamentos, tendências e tecnologias, para que os governantes se adequem à nova realidade. Caso contrário, nosso mercado vai ficar para trás.

As oportunidades e o momento estão aí! As cartas estão dadas.

O governo precisa fazer a sua parte e nós como cidadãos precisamos expressar opiniões construtivas e colaborar para que o resultado positivo seja atingido. Vamos todos trabalhar para que o Brasil não perca mais quatro anos.

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Randstad anuncia CTO Brasil

A Randstad, líder global de soluções em recursos humanos, anuncia nova posição na empresa: CTO – Chief Transformation Officer (diretora de transformação digital), que passa a ser ocupada por Eddy Salinas.

Natural da Venezuela, a executiva reside no Brasil desde 1995 e possui 30 anos de experiência em Tecnologia da Informação. Com carreira sólida no setor, atua há 20 anos no País, com uma trajetória internacional marcada por sete anos de experiência na Venezuela, três nos Estados Unidos e um na Colômbia. Eddy é graduada em Engenharia da Computação e Sistemas de Informações pela Universidad Tecnológica del Centro (UNITEC), da Venezuela, e tem especialização em desenvolvimento de lideranças e transformação digital.

Antes de entrar na Randstad, a executiva ocupava o cargo de diretora de TI na Unilever, onde era responsável pelas operações do Brasil e da América Latina. Na Randstad, Eddy Salinas contribuirá para manter a liderança da empresa no mercado global e local, além de comandar a transformação digital da companhia, guiada pelo conceito Tech & Touch da marca.

Stefanini investe em soluções para o banco do futuro

O mundo está cada vez mais digital e influencia diretamente na transformação do setor financeiro. Há quem acredite que na agência do futuro seremos recebidos por robôs ou que faremos qualquer transação bancária apenas pela íris do olho. Com a evolução tecnológica, é possível que tudo isso faça parte de um novo cenário, que ajude a complementar a utilização crescente dos aplicativos como forma de simplificar as operações financeiras na nova economia.

Apoiando a transformação bancária, a Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, desenvolveu a solução Topaz, com capacidade de realizar todas as etapas do gerenciamento do banco, permitindo que empresas financeiras de qualquer porte transformem seus processos de Core Banking com maior agilidade, facilidade, segurança e redução de custos.

“Nossa solução está preparada para atender a estratégia de qualquer banco, independente do tamanho. Temos uma plataforma robusta e uma equipe totalmente capacitada para apoiar a construção desse novo mundo”, afirma Jorge Iglesias, diretor da Stefanini, responsável pela plataforma que foi utilizada para suportar a transformação digital do Sicredi, instituição financeira cooperativa presente em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal, e que atende a 3,7 milhões de associados.

O projeto contemplou a substituição gradual do core bancário, sistema que processa os produtos e serviços, com o objetivo de atender a demanda dos associados por conveniência e agilidade, além de conectar mais pessoas por meio do cooperativismo. “Com uma plataforma modular, escalável e fortemente integrada aos canais digitais, por meio de APIs, esperamos ampliar, em 2019, nossa atuação em outros bancos do Brasil e América Latina”, destaca o executivo.

Atualmente, existem três categorias do Topaz. A primeira delas é o Topaz Banking, que suporta todas as etapas e processos bancários, como verificação de contas e poupanças, depósitos a prazo e empréstimos comerciais e pessoais. Ele permite operações bancárias em tempo real de forma centralizada, disponível em múltiplos canais, ajudando os bancos a redefinirem seu papel e reimaginarem as relações com os clientes, criando lealdade e novos fluxos de receita para atender seu cliente.

O Topaz Banking possui uma arquitetura aberta de alta performance, robusta e eficiente, permitindo realizar novas demandas de trabalho sem aumento exponencial de custos. “É a base para a construção de um banco projetado para o cliente, visando o seu propósito e visão clara do futuro. Possuímos mais de 30 anos de experiência de mercado, com cobertura funcional completa para as necessidades atuais e futuras, conjunto de microsserviços simplificado e alto nível de parametrização, que garantem ao banco permanecer em conformidade, seguro, atendendo às exigências do mercado, além de facilitar o lançamento de novos produtos e serviços financeiros, atendendo o time to market do negocio”, destaca o diretor.

A solução atende aos requisitos regulatórios e contempla todas as etapas e processos para bancos, financeiras, intuições de pagamento, fundos de investimentos e empresas varejistas que também queiram atuar no segmento financeiro. “Usamos processos ágeis para que produtos e novas tecnologias possam chegar ao mercado mais cedo, com a vantagem de serem ajustados na medida em que avançamos e melhorarmos a experiência do cliente.”

O Topaz Trace é totalmente especializado em compliance. Com ele, é possível fazer monitoramento, gerando listas restritivas, tanto internas como externas, alertas em tempo real, análise de perfil do cliente e também relatórios de conformidade. Por fim, o Topaz Microfinance atende instituições de microfinanças e microcrédito especializada em processos de depósitos a prazo e remessas.

Além da solução de core banking utilizada pelo Sicredi, a Stefanini conta com uma oferta completa de banco digital. Cada projeto pode ser desenhado e implementado em até quatro meses, de maneira consultiva, podendo incorporar, de acordo com a demanda, as seguintes soluções: originação de cadastros, contas e créditos; a assistente virtual Sophie; soluções para assinatura eletrônica de contratos pela web ou via aplicativo, assinatura digital, ferramentas de segurança cibernética e imagens para gestão de garantias dos créditos de agronegócio; captura de documentos e processamento de imagens; tesouraria e backoffice, plataforma de engajamento, analytics e moeda digital (Okanii). “O ecossistema de inovação da Stefanini garante a oferta de uma solução ponta a ponta para tornar as instituições financeiras ainda mais competitivas”, reitera Jorge Iglesias.

Para Breno Barros, diretor global de Inovação & Negócios Digitais da Stefanini, a economia digital trouxe um novo desafio para as instituições financeiras, que precisam se transformar o tempo inteiro. “Não há disrupção apenas com a tecnologia, mas principalmente com as pessoas. Por isso, as corporações devem mudar a forma de lidar com elas para que a transformação digital realmente aconteça para todos. Não são empresas que mudam, são as pessoas”, comenta.

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A transformação da experiência a partir de novas gerações

Por Beatriz Oliveira

Não é novidade que o comportamento dos consumidores tem mudado a cada dia. Se fizermos uma breve análise, vemos um aumento crescente na busca por experiências positivas. Mais do que o consumo de eventos em si, a nova geração está apta a consumir eventos que tragam algum diferencial e proporcionem algo que não teriam acesso se o organizador não tivesse oferecendo.

Segundo um levantamento realizado pela Euromonitor, líder em pesquisa estratégica para o mercado de consumo, os setores que proporcionam cada vez mais experiências aos seus consumidores projetam crescimento de até 2,5% ao ano. Ainda segundo o estudo, até 2022, a expectativa é que a expansão atinja a marca de 10%. Números que são considerados surpreendentes para o mercado de eventos. Um outro estudo da American Lifestyles – Mintel, ainda projeta que nos próximos cinco anos o gasto total nestas categorias consideradas “não essenciais”, crescerá 22%.

O fato curioso é que todos esses dados estão ligados a geração Z, representada pelas pessoas que nasceram após os anos 2000, e que estão cada vez mais antenadas e exigentes quanto a experiência de compra. Recentemente, fizemos uma pesquisa nos Estados Unidos que mostrou detalhadamente essa mudança de comportamento. Essa geração costuma valorizar muito mais viver experiências, do que adquirir bens materiais.

Se avaliarmos alguns anos atrás, podemos afirmar que esse cenário era completamente diferente. Possuir o primeiro carro ou comprar a primeira casa eram ambições que as pessoas tinham como foco. Esses pontos já foram fatores importantes para a criação da identidade, mas a geração Z não está tão interessada em ter casa ou comprar um carro, pelo menos não como as anteriores estavam. A realidade é que agora, o valor real está na experiência, não na propriedade.

A verdade é que os jovens acreditam que a felicidade está relacionada em compartilhar momentos e criar coisas novas, ou seja, capturar memórias adquiridas em experiências é muito mais importante do que investir seu dinheiro em coisas palpáveis. Tudo isso mostra que esse mercado está cada vez mais desafiador e temos que ficar sempre mais próximos e ligados em tudo que essa geração está disposta a consumir. Qualquer tipo de mudança é um sinal de que temos que alterar nossas estratégias para proporcionar aquilo que eles buscam, ou seja, experiências singulares!

Vejo uma tendência muito grande na união do mundo on-line com o off-line. Além disso, vale lembrar que a premissa de um bom trabalho com essa geração é entender melhor o consumidor e seu digital body language, para depois oferecer uma comunicação mais direcionada e assertiva. Tenho certeza que essa mudança de mindset trará bons frutos para seu negócio. Pense nisso!

Beatriz Oliveira, Head de Marketing da Eventbrite, maior plataforma de tecnologia para eventos e venda de ingressos do mundo.

Qlik adquire CrunchBot e Crunch Data para aumentar as capacidades conversacionais de Analytics

A Qlik anuncia a aquisição do CrunchBot, bot de Inteligência Aumentada com analytics, e do time de AI e desenvolvimento de soluções da Crunch Data Inc. Agora, os usuários podem interagir e entender seus dados usando linguagem natural por meio do Qlik Sense e dentro das principais ferramentas de colaboração, como Slack, Skype, Salesforce Chat e Microsoft Teams. Isso amplia as capacidades cognitivas e de Inteligência Aumentada da Qlik ao oferecer análises de conversação adicionais com a plataforma Qlik e suas APIs abertas.

“Trazer o CrunchBot e a Crunch Data para a Qlik facilita a inserção de dados nos fluxos de trabalho e torna a análise um elemento essencial na colaboração diária e nas tomadas de decisão”, aponta Mike Capone, CEO da Qlik. “A Qlik procura continuamente novas formas de fornecer inteligência aumentada aos usuários para melhorar a alfabetização de dados. Essas aquisições permitem que nossos clientes e parceiros potencializem dados e insights em sua origem, aumentando o valor dos dados e da organização”, completa.

De acordo com o Gartner, “até 2020, 50% das consultas analíticas serão geradas via pesquisa, PLN (Processamento de Linguagem Natural) ou voz, ou serão geradas automaticamente”. Com o movimento de aquisição do CrunchBot e da Crunch Data, a Qlik já permite que seus clientes se beneficiem dos recursos de Inteligência Aumentada e da busca por linguagem natural, além de expandir e estender esses recursos por meio de uma interface de linguagem natural e conversacional.

A Crunch Data ajuda a impulsionar a adoção de Analytics e o sucesso dos clientes, integrando-se imediatamente à área de Customer Success da Qlik para expandir a capacidade da empresa em fornecer serviços gerenciados. A equipe da Crunch Data, uma mistura de desenvolvedores offshore e de profissionais de AI baseados nos EUA, tem um forte histórico de engajamento bem-sucedido em projetos com marcas como Century Link e Hortonworks.

“A Qlik é a líder em Analytics e leva a Inteligência Aumentada e Machine Learning para os usuários corporativos”, afirma Nish Patel, CEO da CrunchBot e co-fundador da Crunch Data. “Estamos entusiasmados em nos tornarmos parte dos recursos avançados que a Qlik continua trazendo ao mercado, ajudando os clientes corporativos a perceber o valor final de facilitar a conversa dos funcionários com os dados”, afirma.

O CrunchBot

O CrunchBot opera exclusivamente com as soluções da Qlik e elimina a lacuna entre a descoberta visual e o analytics conversacional. Por ser uma solução Trusted Extension Developer (TED), validada pela Qlik em termos de qualidade e funcionalidade, e construída sobre a estrutura de API aberta e o mecanismo associativo da Qlik, o CrunchBot permite aos usuários:

· Fazer perguntas de maneira conversacional por meio da interface de usuário do Qlik Sense ou de ferramentas de colaboração populares, como Slack, Skype, Salesforce Chat e Microsoft Teams;

· Explorar e fazer perguntas sobre os dados por meio de interação de voz com integração a serviços como a Amazon Alexa;

· Receber respostas e insights poderosos, incluindo contexto adicional com gráficos gerados automaticamente, interpretações, principais impulsionadores, cálculos de período-a-período e previsões;

· Aprofundar diretamente nos aplicativos de análise do Qlik Sense com base nos resultados, com o contexto (estado selecionado) preservado;

· Aproveitar o exclusivo Processamento de Linguagem Natural (NLP, na sigla em inglês) que treina automaticamente e rastreia consultas de usuários ao longo do tempo, e Geração de Linguagem Natural (NLG, na sigla em inglês), que fornece insights não apenas do que está acontecendo, mas também o porquê e para onde seguir. Diferentemente das soluções de pesquisa independentes, essa abordagem oferece o melhor dos dois mundos, permitindo que os usuários iniciem uma experiência de conversa e, em seguida, façam a transição para a exploração visual, para uma compreensão e descoberta mais profundas. Os clientes e parceiros da Qlik verão o aumento da adoção de Analytics e da alfabetização de dados entre os usuários em função da maneira mais rápida e fácil de fazer perguntas, gerar insights e tomar decisões baseadas em dados com o CrunchBot.

O CrunchBot está imediatamente disponível para os clientes Qlik e será licenciado como uma solução adicional para a plataforma Qlik Sense. O novo produto, chamado de Qlik Insigh Bot, está disponível junto com o recurso Insight Advisor da Qlik e é totalmente integrado ao mecanismo cognitivo da Qlik para oferecer ainda mais valor aos seus clientes.

A Inteligência Artificial redesenha os modelos de operação das instituições financeiras

A Inteligência Artificial (IA) já é uma realidade e vem mudando os padrões de diversos setores da economia, inclusive das instituições financeiras. Esse é o ponto de partida do relatório A Nova Física dos Serviços Financeiros, que acaba de ser lançado pela Deloitte, em parceria com o Fórum Econômico Mundial (WEF). O estudo aborda como a Inteligência Artificial está modificando o relacionamento destas empresas com todos os seus stakeholders, alterando suas próprias estruturas.

Os mercados já começam a observar os resultados do uso da IA para eficiência operacional e, consequentemente, a sua contribuição para aumentar a competitividade: “a Inteligência Artificial está remodelando rapidamente os atributos necessários para um negócio de sucesso em serviços financeiros. No futuro, as instituições financeiras serão construídas com base nos dados e na capacidade de alavancar esses dados. Novos modelos de negócio estão emergindo, nos quais o compartilhamento de dados é fundamental para o sucesso competitivo e os primeiros a fazerem esse uso se diferenciarão, oferecendo melhores serviços, por meio de uma presença constante e customizações. As empresas que permanecerem estagnadas vão acabar descobrindo que suas antigas forças podem não mantê-las tão competitivas quanto antes”, declara Sergio Biagini, sócio-líder da indústria de Serviços Financeiros da Deloitte.

Diante desse cenário, o relatório A Nova Física dos Serviços Financeiros identifica nove importantes insights que demonstram como a Inteligência Artificial está criando novas formas de estrutura, nas quais capacidades novas e antigas estão sendo combinadas de maneiras inusitadas.

Centros de custo x Centros de lucro – As instituições transformarão as operações de back-office, a partir da inteligência artificial, com o objetivo de acelerar o processo e também diminuir custos.

Um novo campo de batalha para fidelização de clientes – A IA está dando origem a um novo conjunto de fatores relevantes como, por exemplo, a capacidade das empresas de otimizar os resultados financeiros adaptando, recomendando e aconselhando os clientes, de forma a criar mais vínculo e mais assertividade em suas respostas. As instituições passarão a oferecer uma consultoria diferenciada, melhorando assim o desempenho.

Autonomia no setor financeiro – As experiências futuras dos clientes serão centradas na Inteligência Artificial, que irá automatizar grande parte da vida financeira deles e melhorar seus resultados financeiros. Os indivíduos irão interagir cada vez mais com uma única plataforma ou agente de consultoria que fornecerá recomendações personalizadas sobre os tipos de produtos e serviços com os quais eles devem se envolver. Isso ocorrerá com base em dados e algoritmos que automatizarão a maioria das decisões rotineiras dos clientes.

Soluções coletivas para problemas compartilhados – Enquanto a IA apresenta mais possibilidades de competição, também, por meio do compartilhamento de dados, demonstra-se um forte mecanismo para apoiar outras atividades dentro das empresas. Um dos fatores nos quais a IA auxilia as companhias é na prevenção de fraudes. As soluções por meio de análise de dados compartilhados aumentam a precisão e o desempenho na busca por segurança do sistema financeiro.

Divisão da estrutura de mercado – Como a IA reduz os custos de P&D, as empresas serão impulsionadas aos extremos dos mercados, com o objetivo de ampliar os retornos para os grandes players e também criar novas oportunidades para os pequenos, que representam nichos específicos e que possuem características mais inovadoras.

Complexas alianças de dados – Em um ecossistema onde todas as instituições estão disputando a diversidade de dados, a gestão de parcerias com outros players e potenciais concorrentes será fundamental, apesar de repleta de desafios estratégicos e operacionais.

O poder dos reguladores – As regulamentações que regem a privacidade e a portabilidade dos dados moldarão a capacidade das instituições de implementar a IA tornando-se tão importante quanto as regulamentações tradicionais para o posicionamento competitivo das empresas.

Adaptação de estratégias de talentos – A transformação de talentos será o item mais desafiador na implementação da inteligência artificial nas instituições, colocando em risco o posicionamento competitivo das empresas que falharem nesse processo de transição.

Novos dilemas éticos – A IA exigirá uma avaliação conjunta de princípios e técnicas de supervisão para abordar as questões éticas e as incertezas regulatórias que estão impedindo as companhias de adotarem as capacidades de inteligência artificial.

“A jornada para entender e direcionar os benefícios da inteligência artificial ​​diante da necessidade de estabilidade econômica, social e política global não será fácil. Os impactos transformadores dessa nova tecnologia ​​exigirão um nível de comprometimento público-privado para moldar continuamente o futuro dos serviços financeiros”, conclui Sergio Biagini.

Bionexo anuncia Rafael Barbosa como novo CEO

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A Bionexo, empresa multinacional brasileira focada em tecnologia digital para a saúde, anuncia hoje Rafael Barbosa como novo CEO da companhia por indicação do Conselho de Administração. O executivo assume a posição em substituição a Rodrigo Borer que, no período em que esteve à frente da companhia, contribuiu decisivamente para seu fortalecimento.

Rafael Barbosa tem 33 anos e chegou à Bionexo em 2015 como gerente de Novos Negócios e posteriormente assumiu a diretoria de Produtos da companhia. Formado em economia pela Universidade Federal de Santa Catarina e mestre em Desenvolvimento Econômico pela Unicamp com pesquisa voltada à dinâmica de inovação, iniciou sua trajetória profissional como consultor para projetos do Banco Mundial na Amazônia brasileira, sendo responsável pela execução e monitoramento de políticas públicas para saúde primária e desenvolvimento social. Em 2015, concluiu MBA na Darden School of Business, na Universidade da Virginia.

No setor privado, sua experiência inclui M&A e Investimento na Bessemer Venture Partners, fundo de Venture Capital Americano focado em tecnologia. Atuou também como consultor para inovação do IIC (Inter-american Investment Corporation) braço privado do Banco Interamericano de Desenvolvimento.

“A escolha do Rafael foi unânime diante dos resultados apresentados nos últimos três anos. Além disso, foi responsável pela estratégia de desenvolvimento das novas soluções digitais da Bionexo e incorporação de inovações ao portfólio de produtos. Rafael também liderou a criação da whizHealth, programa da Bionexo para fomento ao empreendedorismo que, juntamente à IFC (Internacional Finance Corporation), financiou diversos projetos de inovação em saúde no ano passado por meio do programa TechEmerge”, explica Marcelo Hallack, vice-presidente do Conselho de Administração e sócio da Prisma Capital.

“É uma honra ser indicado ao cargo de CEO pelo Conselho de Administração. Minha missão sempre foi impactar de forma relevante o crescimento da companhia aportando inovação e inteligência aos produtos. Estaremos cada vez mais próximos dos agentes do setor, mantendo o foco no desenvolvimento de soluções disruptivas para a gestão em saúde nos países onde atuamos. Internamente, seguimos fiéis ao DNA da companhia na valorização das pessoas e seu desenvolvimento”, conta Rafael Barbosa, CEO da Bionexo.

Startup leva inteligência artificial para acelerar aprovação de alvarás pelas prefeituras

Com o objetivo de levar mais inovação às prefeituras do País, a 1Doc, startup que oferece uma plataforma em nuvem de comunicação, atendimento e gestão documental, uniu forças com a Softplan, empresa pioneira na área de simplificação e automatização de processos para gestão pública, setor de construção e justiça, na oferta de uma solução que automatizará todo o processo de validação e aprovação de alvarás. Com isso, as gestões municipais terão muito mais eficiência na tramitação do documento.

Baseada em conceitos de inteligência artificial e machine learning, a 1Doc implantou a inovação a partir da expertise em tecnologia e conhecimento da Softplan, que com uma estratégia de investimentos em pesquisa e inovação, estruturou laboratórios de ciência de dados para o desenvolvimento da solução. Com isso, implantou o recurso em sua plataforma de gestão pública, possibilitando análises prévias, validação e classificação de documentos e encaminhamento de processos de forma automática e ágil.

Presente em cerca de 60 municípios brasileiros, a 1Doc oferecerá inicialmente a tecnologia nas cidades catarinenses de Schroeder e de Biguaçu. Com o recurso em funcionamento, estima-se uma redução significativa no tempo de tramitação desses processos, que hoje levam em torno de 60 dias para serem concluídos. Ou seja, todo o processo de análise e aprovação de projetos para construção de residências, comércios e indústrias será feito de forma totalmente digital.

De acordo com Jéferson de Castilhos, fundador da 1Doc, o grande diferencial será em permitir que os próprios técnicos das prefeituras possam realizar a geração de documentos específicos para cada contexto com o benefício da criação de modelos a partir da tecnologia de machine learning. “Isso ocorrerá sem a necessidade de possuir conhecimentos em desenvolvimento de sistemas ou inteligência artificial, ocorrendo de forma intuitiva”, afirma.

Atualmente, a plataforma 1Doc garante celeridade dos atos administrativos e permitindo transparência e acesso à informação para todos os cidadãos. Isso é possível por oferecer resposta aos pedidos e requerimentos, nos prazos estabelecidos em lei, via internet. Tanto o profissional responsável pelo projeto quanto os proprietários podem acompanhar o processo de aprovação e liberação da obra ou outra solicitação por SMS ou por um e-mail previamente cadastrado no sistema.

Castilhos diz que existe uma procura constante por parte da gestão pública em buscar mecanismos que aperfeiçoem os processos dentro do órgão. “Para sair da era da burocracia e da morosidade, cada vez mais as Prefeituras têm buscado a tecnologia como solução para digitalização dos processos e, mais recentemente, investido em tornar os processos realmente inteligentes”, afirma.

Com a nova solução, a partir do uso da inteligência artificial, as gestões municipais poderão ter agilidade em análises prévias, validação e classificação de documentos e encaminhamento de processos de forma automática e ágil. “Tudo isso tornará o trabalho dos servidores públicos ainda melhor, uma vez que este profissional ficará dedicado à parte nobre das atividades, deixando a parte chata à cargo dessas novas tecnologias, o que torna célere a tomada de decisão e o atendimento aos cidadãos”, diz o fundador da 1Doc.

Fiesp: indicador de Nível de Atividade da indústria paulista encerra o ano no positivo e avança 1,2%

Pelo segundo ano consecutivo, o Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista ficou positivo e encerrou 2018 com alta moderada de 1,2%. Houve avanço nas variáveis do total de vendas reais (20,1%), horas trabalhadas na produção (3,0%) e no Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) para 0,4 p.p. Em 2017, o indicador encerrou com alta de 3,6%. Na análise mensal, houve estabilidade em novembro (0,0%) e avanço de 1,5% em dezembro, na série com ajuste sazonal. Os resultados foram divulgados nesta sexta-feira (01/02) pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

De acordo com o segundo vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, o INA refletiu o resultado positivo do PIB dos dois últimos anos. “Existe uma confiança na melhora do ambiente de negócios, que tende a subir com as primeiras ações do governo. A posse dos novos deputados e senadores e a apresentação de uma série de propostas do governo, como a da previdência, em discussão desde a campanha eleitoral, deve trazer mais otimismo para o mercado”, avalia.

Roriz observa também que a utilização da capacidade instalada das indústrias do estado ainda está abaixo da média histórica, que é de 80%. Em dezembro, ficou em 74,7%. “Em um período de crescimento econômico, a capacidade instalada gira em torno de 80%, segundo a média histórica. Estamos trabalhando abaixo dessa linha e, para que sejam feitos novos investimentos, o ideal para a capacidade instalada é estar entre 80% e 82%”, observa Roriz.

A variação do INA ficou positiva em 11 dos 20 setores acompanhados em 2018. Entre os setores de destaque está o de veículos automotores, com crescimento de 15,3%, metalurgia (10,7%) e farmacêutico (10,2%).

Sensor

A pesquisa Sensor do mês de janeiro fechou em 50,5 pontos, na série com ajuste sazonal, resultado superior ao de dezembro, quando marcou 47,9 pontos. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial para o mês. Contudo, o segundo vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, observa que “os dados mostram um otimismo moderado entre os industriais em janeiro, já que eles vêm de um período de férias”.

Para a variável de vendas, houve recuo de 0,2 pontos, saindo de 48,9 pontos para 48,7 pontos. No item condições de mercado, o indicador foi de 50,1 pontos em dezembro para 49,4 pontos em janeiro, queda de -0,7. Abaixo dos 50,0 pontos, indica piora das condições de mercado. O indicador de emprego recuou -1,2 pontos, para 48,1 pontos, ante os 49,3 pontos de dezembro. Resultados abaixo dos 50,0 pontos indicam expectativa de demissões para o mês.

O nível de estoque avançou 11,3 pontos para 53,4 pontos em janeiro ante os 42,1 pontos do mês anterior. Leituras superiores a 50,0 pontos indicam estoque abaixo do desejável, ao passo que inferiores indicam sobrestoque.

Gartner prevê que gastos globais de TI chegarão a US$ 3,8 trilhões em 2019

Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, revela que os gastos mundiais com TI deverão movimentar US$ 3,76 trilhões, em 2019, um aumento de 3,2% em relação a 2018.

Apesar da incerteza alimentada por rumores de recessão, pelas dúvidas sobre o Brexit e pelas guerras comerciais e tarifárias globais, o cenário provável para os gastos com TI em 2019 é de crescimento”, afirma John-David Lovelock, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner. “No entanto, há muitas mudanças acontecendo em relação a quais segmentos impulsionarão de fato a expansão do mercado no futuro. Os gastos estão passando de área saturadas, como telefones celulares, PCs e infraestrutura de Data Center local para serviços em Nuvem e dispositivos de Internet das Coisas (IoT). As tecnologias de IoT, inclusive, estão começando a tomar a atenção e a relevância de segmentos tradicionais. Onde o mercado está saturado, a IoT cresce”.

A TI não é mais apenas uma plataforma que permite às organizações executar suas operações. A área de tecnologia está se tornando o motor que move os negócios”, explica Lovelock. “À medida que os negócios e os ecossistemas digitais avançam, a TI será cada vez mais o elemento que ajudará as empresas”.Com a mudança para a Computação em Nuvem, um dos principais impulsionadores dos gastos de TI, o mercado de software corporativo continuará a apresentar forte crescimento, com projeção de alta de 8,5% em 2019. A tendência é que esse segmento siga em expansão, ampliando suas vendas em mais 8,2% no próximo ano, totalizando US$ 466 bilhões (ver Tabela 1) de faturamento global. O Gartner prevê, ainda, que as organizações deverão aumentar seus gastos com aplicações corporativas em 2019, com o aumento do orçamento dedicado à contratação de ferramentas de Software como Serviço (SaaS).

Tabela 1. Previsão Mundial de Gastos com TI (em bilhões de dólares)

Gastos de 2018 Crescimento de 2018 (%) Gastos para 2019 Crescimento para 2019 (%) Gastos para 2020 Crescimento para 2020 (%)
Sistemas de Data Center 202 11,3 210 4,2 202 -3,9
Software Corporativo 397 9,3 431 8,5 466 8,2
Dispositivos 669 0,5 679 1,6 689 1,4
Serviços de TI 983 5,6 1.030 4,7 1.079 4, 8
Serviços de Comunicação 1.399 1,9 1.417 1,3 1.439 1,5
Total 3.650 3,9 3.767 3,2 3.875 2,8

Fonte: Gartner (Janeiro de 2019)

Apesar da desaceleração no mercado de telefonia móvel, o segmento de smartphones deverá crescer 1,6% em 2019. Para isso, a expectativa é que os maiores e mais saturados mercados de smartphones, como China, Estados Unidos e Europa Ocidental, sejam impulsionados por um novo ciclo de substituição. Em 2018, com a Samsung enfrentando desafios para posicionar seus smartphones premium e a queda das vendas dos principais smartphones da Apple por conta do alto valor de seus aparelhos, os consumidores mantiveram seus telefones atuais, o que derrubou o mercado de celulares em 1,2%.

“Além de notarmos algumas mudanças de comportamento dos clientes, também estamos vendo que as habilidades internas das equipes estão começando a ficar para trás, à medida que as organizações começam a adotar novas tecnologias, como os dispositivos de IoT, para impulsionar os negócios digitais”, diz Lovelock. “Quase metade da força de trabalho de TI, hoje, precisa desenvolver urgentemente algumas habilidades ou competências para apoiar as iniciativas de negócios digitais das organizações. Os requisitos para acompanhar, como inteligência artificial (IA), aprendizado de máquina, API e design de plataforma de serviços e ciência de dados, estão mudando mais rápido do que já vimos antes”.

58% dos brasileiros não trocam suas senhas com frequência

Para promover o Dia Internacional da Troca de Senhas de 2019, os pesquisadores de segurança da Kaspersky Lab estão aconselhando aos usuários que senhas exclusivas e inesquecíveis são mais fortes e mais eficazes do que trocá-las regularmente para manter seus dados online em segurança. Os pesquisadores compartilham ainda algumas medidas simples que as pessoas podem tomar para criar sua própria série de códigos exclusivos.

As senhas são um método de autenticação consolidado para contas online, mas nem sempre é fácil criá-las que sejam seguras e difíceis de esquecer, e isso vai ficando mais difícil conforme as pessoas têm mais contas online. Se o usuário cria uma sequência simples que provavelmente não vai esquecer, o risco de um invasor descobri-la será maior. No entanto, se criar um código complexo, será mais fácil esquecê-lo. Assim, é provável que o usuário opte pela reutilização das palavras-chaves em diferentes sites. De acordo com um estudo recente da Kaspersky Lab e da CORPA, 41% dos brasileiros administram todas as suas contas online usando até três senhas.

Os pesquisadores da Kaspersky Lab estimam que a maior vulnerabilidade seja o fato delas serem reutilizadas, isto ficou claro com a divulgação de mais de 700 milhões de endereços de e-mail e milhões de senhas não criptografadas. É fácil associar dados de violações diferentes e usá-los nos chamados ataques de “credential stuffing”, ou “preenchimento de credenciais”, em que os hackers usam combinações de e-mail/palavra-chave das vítimas para invadir as contas que têm o mesmo login.

No entanto, a segurança fica limitada quando o comportamento online do usuário facilita a violação de dados. Segundo a mesma pesquisa, 44% dos brasileiros já compartilharam a senha de seus smartphones com outras pessoas e 56% não as troca com frequência – destes, 21% nem sequer se lembra quando foi a última vez que fez o fez.

Para David Jacoby, investigador de segurança da Equipe Global de Pesquisadores e Analistas da Kaspersky Lab, é importante que as pessoas entendam que a criação de senhas fortes é a melhor maneira de mudar esse cenário. Além disso, sua força não se baseia na complexidade, mas em sua exclusividade – o que se alinha com a questão de mantê-la privada. Contudo, parece haver alguma confusão sobre o que é uma senha forte.

“Muitos sites agora exigem senhas complexas que contenham pelo menos oito ou mais letras entre maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais. Isso é o que muitos usuários consideram como uma sequência ‘forte’, e isso pode parecer bastante desencorajador”, explica Jacoby.

“A boa notícia é que “forte” não necessariamente significa assustador! Quando você analisa a questão do ponto de vista da segurança, pode ver que, em geral, as senhas são fortes quando são exclusivas para o usuário e para uma conta. Existem maneiras fáceis de torná-las únicas, mas inesquecíveis, de modo que não possam ser usadas para violar outros serviços online, mesmo que os dados sejam expostos por uma violação. Também existem as ferramentas de gerenciamento de senhas, como o Kaspersky Password Manager, que tornam fácil criar e usar dezenas de senhas exclusivas com segurança”, acrescenta.

A Kaspersky Lab separou abaixo algumas etapas que ajudarão a criar senhas exclusivas e difíceis de esquecer:

Etapa 1: Crie uma ‘sequência fixa’ (a parte da senha que não muda)

Pense em uma frase, na letra de uma música, na fala de um filme, em uma brincadeira de criança ou qualquer coisa parecida que seja inesquecível para você;

Pegue a primeira letra das primeiras três a cinco palavras;

Adicione um caractere especial entre as letras: @ / # etc.

A partir de agora, o usuário pode basear todas as suas senhas exclusivas nesta sequência única.

Etapa 2: Acrescente o poder da associação

Quando você pensar nas contas online para as quais precisa de uma senha (Facebook, Twitter, eBay, sites de relacionamento, Internet Banking, lojas online ou de jogos, etc.), escreva a primeira palavra que você associa com cada um dos sites;

Por exemplo, ao criar uma senha para o Facebook, você pode associar a rede social com o azul do logotipo e acrescentar a palavra “azul”, talvez em letras maiúsculas, ao final de sua sequência fixa.

“Por exemplo, se a frase que você pensou é ‘batatinha quando nasce espalha a rama pelo chão’, e o caractere especial que você escolheu é ‘#’, sua sequência do Facebook seria algo como: B#Q#N#E#A#R#P#Cazul. Não faz sentido algum quando você olha para ela, ou se alguém a apresenta a você. Mas, como ela é algo particular, você entende o sistema usado para gerar suas senhas e associa a palavra com o site; assim, é fácil lembrá-la”, explicou Jacoby.

Mas a forma mais simples de fazer um backup, memorizar e preencher logins automaticamente e com segurança é usando um gerenciador, como o Kaspersky Password Manager, que permite criar sequências complexas e exclusivas para todas as suas contas online e o usuário precisa lembrar apenas de uma senha-mestre para acessá-las. As soluções de gerenciamento de senhas mais seguras oferecem ainda recursos avançados de criptografia para reduzir o perigo de violação de dados por terceiros.