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Onda verde: mais fluidez no trânsito

Com o aumento de veículos transitando todos os dias em vias públicas, soluções tecnológicas se tornam fundamentais para melhorar o fluxo nos centros urbanos, evitar congestionamentos, bloqueios dos cruzamentos e acidentes de trânsito. Atenta a questões de mobilidade, a Pumatronix faz dia 25 (terça-feira), em São Paulo, o lançamento de sua nova solução, o VIGIA-VL, que busca trazer um conceito de “onda verde” para as cidades, isto é, a sincronização dos semáforos.

O gerente de marketing da Pumatronix, Ian Robinson, explica que o VIGIA-VL pretende entender o fluxo das ruas e das cidades e usar essa informação para fazer o planejamento dos semáforos, promovendo as “ondas verdes” tão apreciadas pelos motoristas. “Com nossa solução, os semáforos podem ser programados, conforme horário e fluxo das diferentes vias”, conta.

Na direção da mobilidade, o roadshow da Pumatronix, que será realizado no Novotel São Paulo Center Norte, será uma oportunidade para que os participantes conheçam o VIGIAL-VL, sistema integrado a controladores semafóricos que possibilita um melhor monitoramento, planejamento e análise do tráfego de veículos por vídeo.

Essas análises são em tempo real, com monitoramento de até 16 faixas por controlador semafórico. O VIGIA-VL fornece informações para o sistema semafórico realizar a gestão do tráfego de forma adaptativa, com ajustes de temporização conforme o fluxo de cada via”, acrescenta o gerente de marketing da Pumatronix.

Roadshow Pumatronix 2019 – Na direção da mobilidade

Data: 25 de junho (terça-feira)

Horário: 8h às 12h

Local: Novotel São Paulo Center Norte

Endereço: Av. Zaki Narchi, 500 – Vila Guilherme, São Paulo – SP

Mais informações: marketing@pumatronix.com.br

Como fidelizar clientes e aumentar sua renda

De acordo com um estudo do Sebrae, a falta de clientes é a maior dificuldade enfrentada por empresas nos inícios das atividades, afetando 29% dos negócios. Sabe-se que, para que consigam destaque no mercado, sobrevivendo à concorrência, conquistar o consumidor é uma peça chave. Entretanto, para atraí-lo, é necessário pensar além da qualidade de um produto ou serviço, mas também na experiência completa de compra.

Empresas que mantêm o foco na fidelização de clientes garantem uma grande quantidade de porta-vozes para a marca, aumentando sua renda. Além disso, o consumidor fidelizado estará disposto a investir maiores valores para adquirir os produtos oferecidos.

De acordo com Philip Kotler, considerado o pai do marketing moderno, manter uma boa relação com um cliente atual também é vantajoso por custar de 5 a 7 vezes menos do que conquistar um novo.

Para auxiliar no processo, Emilia D’Anzica, sócia e head de customer success da consultoria Winning by Design, dá seis recomendações que podem fazer a diferença no seu negócio.

D’Anzica é uma das palestrantes da trilha de ‘Marketing e Vendas de Resultado’ no We Are Omie 2019. O evento é organizado pela fintech Omie e acontece no dia 8 de agosto em São Paulo (SP).

1- Busque impactar o consumidor

Para Emília D’Anzica, o encantamento é uma consequência do impacto que a marca causa no cliente. Para isso, é importante que as empresas entendam o que estão oferecendo e quais dores pretendem sanar.

2- Mantenha as informações internas alinhadas

A consultora aponta que, para evitar a falta de alinhamento entre toda a empresa, um dos maiores erros que costumam ser cometidos, é preciso estabelecer um entendimento acerca do que pode ser oferecido e cuidar para que não ocorram distorções.

3- Estimule o contato

É importante conhecer seu público e estar sempre aberto a diálogos. Segundo D’Anzica, no que diz respeito à digitalização, por exemplo, para introduzir uma nova tecnologia para seus clientes, é preciso intensificar o contato com eles, levando o máximo de informações possível sobre as novidades.

4 – Ofereça treinamentos para aprimorar sua equipe

Para Emília, uma estratégia simples pode colaborar com o aperfeiçoamento de equipes quando se trata de lidar com o público: simule situações com as quais alguns funcionários já tenham lidado e ofereça de 5 a 10 minutos para que o time encontre as melhores formas enfrentar o desafio, afinal, é melhor que estejam praticando um com os outros do que cometam deslizes com clientes.

5 – Tenha pessoas dedicadas a determinadas funções

Ao começar um negócio, é comum que as funções se acumulem e que sejam planejadas de acordo com as prioridades iniciais. Uma vez que a empresa amadurece, é preciso iniciar o engajamento. Para isso, é importante ter pelo menos uma pessoa dedicada a áreas como sucesso do cliente.

6 – Não espere um problema para agir

Emilia afirma já viu empresas começarem a se preocupar tarde demais, quando já existe de fato um problema. “Elas deveriam ter uma educação proativa, constantemente ouvindo o cliente, observando como ele está usando seu produto, para então serem capazes de antecipar suas necessidades futuras”.

Gartner alerta que a maioria das empresas não conseguirá implementar novas formas de trabalho digital até 2021

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, alerta que, até 2021, apenas um quarto das organizações de médio e grande porte conseguirá implementar novas formas de trabalho em pelo menos 80% de suas iniciativas e projetos. Entre os modelos de trabalho incluem processos de tomada de decisão distribuída, trabalho virtual e remoto e espaços de trabalho físicos redesenhados.

“As iniciativas digitais no local de trabalho não podem ser tratadas exclusivamente como uma iniciativa de tecnologia”, afirma Carol Rozwell, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner. “Quando as ações são executadas como uma série de lançamentos de tecnologia, o envolvimento dos funcionários e a abordagem da mudança cultural associada são deixados para trás. O sucesso do local de trabalho digital é impossível sem isso”.

Mudança Emergente das Lideranças – Uma nova abordagem para lidar com as demandas de transformação constante dos negócios está surgindo para os líderes, com a expansão do trabalho digital – o que tem mudado a forma de liderança. Para o Gartner, “os líderes do trabalho digital devem perceber que seu papel de orquestrador da mudança está se afastando de práticas de liderança previamente arraigadas, que viam os funcionários como um grupo resistente à mudança. Em vez disso, é preciso envolvê-los na cocriação deste novo caminho”.

Trabalho Digital e a formação de uma “Equipe nível A” – À medida que os líderes dessa nova era de trabalho digital mudam seus pensamentos e ações em direção a projetos orientados para as pessoas, eles podem inspirar e engajar uma “equipe” interdisciplinar para ajudar a criar estratégias para impulsionar os novos modos de trabalho dentro das empresas. Essa “equipe” – extraída das áreas de TI, gerenciamento de instalações, recursos humanos e partes interessadas nos negócios – serão a base para o líder entender como as novas tecnologias, processos e estilos de trabalho melhorarão a experiência geral dos funcionários e permitirão que eles realizem um trabalho de missão crítica com mais eficiência. No final, as organizações que reservam tempo para investir na experiência dos funcionários obterão uma melhoria de 10%, em média, nos índices de engajamento de suas equipes.

O Papel da Unidade de Negócios – Os programas bem-sucedidos da nova era de trabalho digital falam menos de tecnologia e mais sobre o que afeta a experiência do funcionário e as mudanças necessárias no ambiente de trabalho. “O líder da unidade de negócios é o defensor de uma nova maneira de trabalhar no ambiente de trabalho digital. Essa é a pessoa que identifica os resultados de negócios desejados, desenvolve o caso de negócios e estabelece as medidas pelas quais o sucesso é determinado. Sem envolver os líderes das unidades de negócios, será impossível lidar com o escopo das mudanças necessárias”, diz Rozwell.

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Pesquisa revela relação das pessoas com bancos digitais

A Cantarino Brasileiro, especializada na geração de conteúdo de valor para inovação dos negócios, em parceria com a Exceda, lança, durante o Ciab Febraban, a pesquisa “Banco Digital 2019”. Em sua segunda edição, o estudo registra tendências e insights fundamentais para medir a relação dos clientes com os bancos e identificar as novas formas de interação entre eles. Para tanto, em fevereiro deste ano, foram feitas 1.005 entrevistas, segmentadas em categorias como sexo, faixa etária e classe social, com internautas de todas as regiões do Brasil.

“O objetivo é entender como o consumidor avalia o uso dos bancos de maneira geral, e dos bancos digitais de forma particular, além da disposição de troca dos tradicionais pelos neobanks e os critérios que as pessoas levam em conta para isto,” comenta o fundador da Cantarino Brasileiro, Marcos Cantarino.

Como em 2017, quando foi feita a primeira edição da pesquisa, o perfil predominante dos usuários de bancos digitais, em 2019, continua sendo de jovens (48%), homens (54%), de classe média e alta (55% e 16%) das regiões Sudeste e Sul (74%).

Para mensurar o grau de lealdade dos clientes de bancos digitais, o estudo ponderou o Net Promoter Score – NPS – e registrou queda de oito pontos percentuais, de 38,7 para 30,7%, de 2017 para 2019. Por outro lado, o investimento em serviços e contas digitais feito por bancos tradicionais gerou resultados. As iniciativas ampliaram o NPS de seus correntistas de 11,3 para 17,5%. Mas a satisfação com os bancos digitais ainda é maior do que com bancos tradicionais (30,7 x 17,5%).

 

Em que banco você tem conta?
Quando perguntados em qual banco possui conta atualmente, tendo como opções “Só Digital”, “Só Tradicional” e “Ambas”, 15% dos entrevistados ficaram com a última alternativa. A opção “Só Tradicional” foi apontada por 82% dos participantes. Os que usam unicamente bancos digitais são 3% da amostra, mesmo patamar do estudo anterior.

Trocar o banco tradicional pelo digital
O conhecimento sobre os bancos digitais é alto, mesmo para quem não os utiliza. No entanto, a disposição destes em abrir uma conta em um neobank registrou queda de 2017 para 2019. A opção “Totalmente Dispostos” foi de 28 para 20% e a nota média também caiu, de 7,2 na primeira edição da pesquisa, para 6,1 em 2019.

Para quem não tem conta em banco digital, o pagamento de taxas perdeu importância em 2019 e foi de 46 para 28%. Os principais quesitos considerados por eles para trocar um banco tradicional por um digital são “não ter que ir ao banco” (32%) e “acesso 24 horas” (29%). Para os demais, a taxa continua sendo o principal critério de escolha de um banco. Seguido da tradição e confiança.

A segurança continua sendo critério fundamental em um banco digital, mas o estudo descobriu que é baixo o conhecimento sobre a ação de hackers. E mesmo os que conhecem não tomaram atitudes muito concretas para sua proteção. O levantamento conta ainda com dados sobre o uso de canais de atendimento, o que os entrevistados apontam como fundamental para bancos tradicionais e digitais, entre várias outras informações. O estudo completo está disponível para assinantes do Monitor Banco Digital. Para fazer a reserva, entrar no link.

Monitor Banco Digital, desenvolvido pela Cantarino Brasileiro, é um centro de estudos exclusivos sobre bancos digitais ou neobanks. A iniciativa aporta conhecimento acurado, em um relatório periódico por assinatura, com entrevistas exclusivas, pesquisas inéditas, informações sobre o mercado europeu, americano e asiático; sobre concorrência, produtos, fornecedores e tecnologia aplicadas a bancos digitais. O objetivo é ter um raio X das empresas “entrantes” no mercado bancário e levar informações direcionadas e relevantes para apoiar bancos novos e tradicionais na definição de estratégias para posicionar suas ações e produtos.

Cisco conecta ambientes adversos e locais remotos ao limite da IoT com segurança

Indústrias químicas, refinarias de petróleo e mineradoras estão entre os ambientes de trabalho mais desafiadores. Nesses setores, a conectividade e os dados são essenciais para os negócios, pois paralisações na produção impactam o resultado financeiro e a segurança dos trabalhadores. A Cisco agora lança novas tecnologias de rede específicas para resistirem às condições rigorosas dos ambientes mais extremos e, ao mesmo tempo, fornece às equipes de TI e OT capacidades de rede baseada em intenção para dar escala e velocidade a projetos de IoT.

As inovações em IoT da Cisco incluem:

• Acesso reforçado: os switches e access points Catalyst Heavy Duty são projetados para resistirem a exposições prolongadas de poeira, água e outras condições ambientais extremas. Esses produtos, com classificação IP67, são gerenciados pelo Cisco DNA Center, que fornece gerenciamento universal, garantia de rede e segmentação entre os ambientes de campus, filial e tecnologia operacional (OT, da sigla em inglês).

• SD-WAN para o limite da IoT: O novo Cisco Industrial Router agora suporta o Cisco SD-WAN com capacidades para conectar lo cais remotos com segurança e aumentar o desempenho de aplicações. Trata-se da primeira solução SD-WAN criada para clientes industriais de IoT.

• Segurança de ambientes de OT: a Cisco anunciou recentemente sua intenção de adquirir a Sentryo a fim de oferecer uma visão inédita sobre os dispositivos de OT, permitindo que as equipes de TI colaborem e protejam essas importantes redes. Isso inclui dispositivos que rodam em infraestrutura crítica, desde companhias elétricas, refinarias de petróleo até operações de manufaturas e depósitos de distribuição.

“Uma conexão segura é a base de qualquer implantação de IoT”, afirma Liz Centoni, vice-presidente sênior e gerente geral de IoT da Cisco. “Ao levar a rede baseada em intenção para o limite da IoT, estamos ajudando as equipes de TI e OT a trabalharem juntas para reduzir a complexidade operacional, impulsionar os resultados financeiros e melhorar a segurança no trabalho.”

A rede baseada em intenção representa uma mudança fundamental em como as redes são construídas e gerenciadas. Afastando-se os métodos manuais e demorados com os quais as redes tradicionalmente são gerenciadas, essas redes modernas captam a intenção do negócio e a traduzem em políticas de rede. Com a rede baseada em intenção sendo levada a clientes na IoT, as organizações ganham a capacidade de aumentar sua escala de forma automatizada, bem como a flexibilidade de conectar sua infraestrutura legada e futura, por exemplo com o 5G, ao mesmo tempo em que conectam tudo isso com segurança graças à proteção integrada e em camadas.

Inovação no ecossistema

Para a indústria de óleo e gás, insights melhores significam tempo de funcionamento das máquinas melhorado, manutenção preditiva e risco reduzido para os trabalhadores. Por isso é que a Cisco e a Emerson estão trabalhando juntas para apresentar ao mercado uma solução conjunta que combine o estado da arte em redes sem fio com os melhores sistemas de controle de processos do setor.

“Ao integrar o novo access point resistente da Cisco ao gateway de última geração WirelessHART, da Emerson, podemos utilizar dados coletados por sensores em ativos críticos para eliminar pontos cegos e melhorar a produtividade e a segurança de suas operações”, afirma Bob Karschnia, vice-presidente e gerente geral de produtos sem fio da unidade de Soluções de Automação da Emerson.

Com as redes tornando-se cada vez mais programáveis, o ecossistema de parceiros e desenvolvedores da Cisco é crucial para a geração de inovações. O programa de desenvolvedores da Cisco, DevNet, conta com um conjunto de ferramentas para desenvolvedores a fim de impulsionar a inovação na borda da IoT. Parceiros que estão nesse ecossistema agora têm uma maneira consistente de construir e gerenciar aplicações na borda e dar a flexibilidade a mais de que os clientes precisam para viabilizarem resultados comerciais melhores. O IoT Developer Center oferece uma gama completa de materiais didáticos, ferramentas de desenvolvimento e recursos de suporte para que os parceiros possam começar já a construir soluções e aplicações.

Serviços e Disponibilidade

• O roteador Cisco IR1101 já está disponível. O switch da série Catalyst IE3400 Heavy Duty será disponibilizado no meio do ano, com os access points da série Catalyst IW6300 Heavy Duty sendo disponibilizados na segunda metade do segundo semestre.

• A Cisco Services ajuda a implantar, gerenciar, escalar e proteger as soluções da Cisco para a IoT com um ciclo abrangente de serviços técnicos, assessoria, implementação, integração de software, otimização e treinamento de TI.

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O esforço coletivo para a recuperação econômica e dos negócios no Brasil

Por Jorge Sukarie, vice-presidente do conselho da ABES

O Brasil se encaminha para fechar um período de 40 anos com duas décadas perdidas. Apesar de ainda termos de contabilizar o ano de 2019 e de 2020, mas já com base na expectativa dos economistas, não está difícil de se esperar que teremos mais uma década decepcionante, com um crescimento pífio, ao redor de 9%, praticamente, metade do que crescemos na década de 80, conhecida como a década perdida, quando o crescimento foi um pouco superior a 18%.

Esta constatação foi divulgada num recente estudo publicado pela Goldman Sachs (a mesma que criou o termo “BRICS”, em 2001) chamado “Brazil: Two Lost Decades in Forty Years – Could it lose half a century?”, em que eles compararam o crescimento do PIB no Brasil em três períodos de 40 anos consecutivos (1900 – 1940, 1940 -1980 e 1980 – 2020).

Sabemos que em um período tão longo, e em momentos históricos tão distintos, não é tão simples utilizar o PIB como métrica de avaliação de desenvolvimento econômico, mas estes resultados são, sem dúvida, uma provocação para avaliarmos o que queremos do Brasil no futuro.

Entre 1900 e 1940, o PIB Brasileiro cresceu algo em torno de 461%, com crescimentos superiores a 50% em cada uma de suas décadas. Já entre 1940 e 1980, o crescimento do PIB foi ainda maior e superou 1.436%, o que dá uma média de crescimento anual de 7%. Estamos próximos de fechar o terceiro período de 40 anos, de 1980 a 2020, quando não devemos chegar a 140% de crescimento do PIB, ainda tendo na última década deste período (2010- 2020), um desempenho que foi a metade do resultado da década de 80, considerada historicamente como a década perdida no Brasil.

Não que eu concorde plenamente com a comparação simplista do PIB entre os períodos apontados no estudo, que aliás, preciso fazer justiça e mencionar que os autores também fazem várias ressalvas a este conceito, mas é difícil ficar indiferente com as constatações divulgadas, especial em se tratando do Brasil, que é o País onde vivemos e que queremos deixar do melhor jeito possível para nossos filhos e netos.

Já está mais do que na hora da sociedade brasileira se mobilizar para virarmos a mesa e fazermos as coisas mudarem de fato. Entendo que as mudanças já começaram com o combate à corrupção que vimos nos últimos anos e precisamos apoiar para que prossiga. Precisamos agora pressionar o Congresso para aprovar a Nova Previdência (notem que já mudei e não a chamei propositalmente de Reforma da Previdência). Não que a Nova Previdência sozinha vá resolver todos os problemas e gargalos do País. Mas, sem ela, não conseguiremos sequer sobreviver economicamente em pouco tempo. Precisamos nos mobilizar e esclarecer às pessoas ao nosso redor que, eventualmente, ainda não estejam convencidas da necessidade da aprovação da Nova Previdência, e garantir que a maioria da população pressione o Congresso para se aprovar uma Previdência viável para o Brasil.

Aprovada a Nova Previdência, partiremos para novos aperfeiçoamentos para garantir a segurança jurídica e viabilidade econômica de se investir no Brasil. Entre eles, podemos mencionar a Reforma Tributária, que também é urgente, a Reforma Política, a redução do Estado, entre tantas outras ações que podemos discutir para buscar a melhoria do ambiente de negócios no Brasil.

Eu já comecei a minha parte. Além de ser um otimista contumaz com o futuro do Brasil, tenho procurado esclarecer às pessoas ao meu redor da importância da aprovação da Nova Previdência para garantirmos a viabilidade do País no futuro próximo e de que ela será um grande passo para que a recuperação econômica aconteça de fato, além de ser um marco importante para as demais mudanças que precisaremos promover para que o Brasil se torne realmente um País atrativo ao mundo dos negócios.

Atirar para todos os lados não ajuda o profissional a se recolocar no mercado, afirma especialista de Catho

Enviando diversos currículos e sem nenhum retorno por parte das empresas? Isso pode ter uma explicação. Segundo dados levantados pela Catho, 78% dos profissionais se candidatam para vagas dentro e fora de área de atuação. A ação no entanto, nem sempre traz os resultados esperados, diminuindo ainda mais as chances do profissional em ser percebido por parte do recrutador.

Ainda que o profissional tenha necessidade de recolocação rápida, é indispensável que exista aderência entre a vaga e as atribuições do candidato. Do contrário, o profissional dedica um tempo muito maior para a pesquisa das vagas e possui um retorno muito baixo por parte das empresas, que optam sempre por aqueles que possuem o perfil adequado.

Para Bianca Machado, gerente sênior da Catho, “atirar” para todos os lados não ajuda o profissional a se recolocar no mercado de trabalho. “O ideal é que o candidato estude as habilidades citadas na descrição da vaga, compare as atividades – de forma sincera – com o que efetivamente já fez em sua carreira e considere os níveis de compatibilidade com a vaga. Mesmo que não seja de forma completa, o profissional precisa encontrar pontos de sinergia com a oportunidade de emprego”, afirma a gestora.

A profissional ainda explica que para o recrutador é negativo quando ele descobre que o candidato, na verdade, nunca passou por tal experiência e mesmo assim se candidatou para “aquela vaga” estratégica e urgente!

“Tenha certeza que a empresa vai buscar exatamente as características descritas. O trabalho do recrutador também é avaliado pela qualidade dos candidatos que aprova para o gestor da vaga, ou seja, dificilmente o recrutador quer se expor e errar na escolha de quem passou pela sua triagem”, reforça a profissional.

CQCS Insurtech & Inovação 2019 reuniu 1.400 pessoas em dois dias de debates sobre a evolução de mercado de seguros

O mais relevante evento de inovação e tecnologia do setor de seguros da América Latina, promovido pelo CQCS – Centro de Qualificação do Corretor de Seguros e realizado pela Q’erus Expansão e Conhecimento reuniu 1.400 participantes e 54 apoiadores no Centro de Evento Pro Magno nos dias 12 e 13 de junho.

Com painéis que debateram temas como riscos cibernéticos, a atuação das startups, regulação, tecnologia, metodologia e muitas outros, que permeiam o mercado de seguros, o evento reuniu nomes internacionais como Jonh Drzik, presidente da Marsh Global Risks and Digital, Jonathan Kalman, sócio e fundador da EOS Venture Partners e Dra. Leena Johns, vice presidente global de Healthcare da MetLife.

Gustavo Doria, idealizador do evento, lançou uma grande novidade ao público: a criação da CQCS SegLab. “Vamos executar a ideia de um hub físico de inovação, mais precisamente um prédio. Queremos reunir em um só lugar seguradoras, resseguradoras, insuretechs e escritórios de advocacia,todos trabalhando em um mesmo edifício, como espaços de trabalho compartilhado”, conta Gustavo. O objetivo é ser a primeira no mundo em multimarcas que reúna esse segmento de mercado.

Entre os executivos internacionais, John Drzik, presidente da Marsh Global Risk and Digital, trouxe um debate pautado em gerenciamento de riscos e mudanças no capital de organizações.

Um dos grandes momentos registrados foi a participação da Doutora Leena Johns, vice presidente global de Healthcare da MetLife e também palestrou e pontou sobre a necessidade de uma análise de dados coerente e a unificação dessas informações para um mapeamento que diagnostique com veracidade a real situação das empresas. “Com uma boa análise dos dados conseguimos, por exemplo, mapear todas as doenças clínicas do quadro de funcionários de um escritório e propor soluções ou caminhos a serem seguidos”, finalizou.

Completando o quadro de palestrantes internacionais estava Jonathan Kalman, sócio e fundador da EOS Venture Partners. Para o executivo “A tecnologia está criando uma transformação inédita que vai impactar todo o mercado de seguros. Se olharmos para daqui a 10 anos a indústria terá que ter se reinventado. É importante que as empresas tenham consciência de que essas mudanças são necessárias. A inovação e a tecnologia não vão desaparecer. Isso é importante frisar” afirma Kalman.

As tendências do setor ressaltadas pelo especialista são a Inteligência Artificial e APIs que possuem a capacidade que conectar serviços e os seguros On Demand, ou seja, apenas demandas rápidas. “Esses produtos são parte da história daqui para frente e é assim que precisamos pensar na distribuição de apólices”, finaliza Kalman.

Sobre o panorama geral do setor Gustavo Dória reforçou que “hoje o mundo atua em modo de coworking, onde todos os setores se complementam para a criação de novos serviços que atendam às demandas atuais dos consumidores. Nós somos guardiões dos sonhos e conquistas da sociedade. O seguro é um aliado das pessoas e não um mal necessário queremos reforçar isso. Qual o futuro dessa proteção é a grande questão a ser discutida nesse evento”, completou Dória.

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Fintech Mutual capta R$ 4 milhões em maior rodada online de investimento em startups do Brasil

A fintech Mutual, que viabiliza o empréstimo entre pessoas, conectando quem precisa de dinheiro com quem quer emprestar, captou R$ 4 milhões pela EqSeed, plataforma online de investimentos em startups. A rodada ocorreu em apenas nove dias e se tornou a maior captação individual da história do segmento de equity crowdfunding no país.

Após a captação, a Mutual utilizará o recurso financeiro para multiplicar por 5 o número de usuários de sua plataforma digital, saltando dos atuais 200 mil para 1 milhão. A fintech quer emprestar mais de R$ 60 milhões, atingindo um faturamento bruto de R$ 6 milhões, além de adquirir a licença do Banco Central (BC) para atuar como uma Sociedade de Empréstimos entre Pessoas (SEP).

“Agora, vamos trabalhar bastante para expandirmos a nossa operação e honrar o nosso compromisso com os mais de 150 investidores que confiaram no nosso propósito para democratizar o acesso ao crédito, combater o alto spread bancário, diminuindo os juros praticados no Brasil, e proporcionar investimento com retorno justo”, pontua Leonardo Rebitte, CEO da Mutual.

Pioneira e líder do segmento de crédito colaborativo específico para pessoas físicas, a Mutual conta com mais de e 200 mil usuários ativos, entre tomadores de empréstimos e investidores, e já intermediou mais de R$ 6 milhões em empréstimos com pouco mais de um ano de operação.

De acordo com o economista e sócio-fundador da EqSeed, Brian Begnoche, o forte interesse dos investidores pela Mutual como ativo financeiro ocorreu, entre outros fatores, pela crescente demanda de investidores pelas fintechs no Brasil.

“Hoje, os investidores estão vendo uma fintech atrás de outra se tornarem unicórnio, isto é, atingindo valuation de US$ 1 bilhão, e estão se perguntando cada vez mais como podem investir em uma dessas fintechs. Assim, quando surgiu na EqSeed a oportunidade de investir na Mutual, o apetite para participar da rodada era enorme. São as fintechs como a Mutual que vem ameaçando o negócio dos grandes bancos mundialmente, e impulsionando mudanças imensas na maneira que as pessoas gerenciam e investem seu dinheiro,” avalia Begnoche.

A onda de plataformas de empréstimos entre pessoas é forte e irreversível. “O spread bancário no Brasil é o segundo maior do mundo. As pessoas conhecem essa desigualdade entre o que o banco cobra e o que ele paga aos investidores, é um absurdo, mas ficavam sem muitas opções. Pela Mutual, as pessoas têm acesso a empréstimos com juros mais justos e o investidor consegue o tipo de retorno que antes ficava apenas com os bancos”, explica Rebitte.

Para Begnoche, o diferencial da Mutual está na sua equipe e tecnologia. “Os sócios da Mutual são empreendedores extremamente qualificados e com históricos profissionais marcantes. A qualidade da tecnologia que eles já desenvolveram é impressionante, à frente do mercado, e os permite efetuar empréstimos em apenas um segundo pelo aplicativo. É um dos motivos que permitiu à Mutual alcançar tanta tração no mercado até hoje”, avalia.

Recordes no venture capital online

Além de ser a maior rodada já concluída, esta da Mutual foi a primeira a contar com um aporte individual de mais de R$ 1 milhão. O ticket médio foi de R$ 26 mil, enquanto o mínimo que um investidor pode investir foi de R$ 5 mil. “Na EqSeed, o investidor recebe os mesmos termos de investimento e proteções, independentemente do valor aportado. É interessante destacar como os investimentos online pela EqSeed viabilizaram startups como alternativa de ativo para composição de uma carteira diversificada, tanto para os investidores mais qualificados como para o investidor fazendo seus primeiros aportes em startups”, avalia Begnoche.

No ano passado, foram ao todo R$ 12,8 milhões investidos em startups pela EqSeed, que se tornou a maior plataforma de investimento em startups online do mercado brasileiro. A empresa também foi a primeira plataforma do setor aprovada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Este ano, a EqSeed objetiva intermediar até R$36 milhões em captações, valor composto essencialmente por rodadas acima de R$ 1 milhão. A empresa também busca realizar as primeiras rodadas de R$ 5 milhões, valor máximo permitido pela CVM.

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CIAB FEBRABAN 2019 alcança recorde de público ao receber mais de 26 mil visitantes

A 29ª edição do CIAB FEBRABAN – Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras foi encerrada na última quinta-feira e novamente bateu recorde de público: 26.075 visitantes passaram pela exposição durante os três dias de evento, um incremento de 12,6% em relação à edição de 2018. O fórum de TI contou com a presença de 182 expositores, 52 patrocinadores, cerca de 300 palestrantes e 94 painéis.

No evento, que também recebeu 3.786 congressistas, foram apresentadas as principais soluções e inovações para o setor em uma área que ocupava mais de 36 mil m2 do Transamerica Expo Center, em São Paulo.

Importantes executivos do setor bancário marcaram presença nos três dias de evento, entre eles: Murilo Portugal, presidente da FEBRABAN; Octavio de Lazari Junior, presidente do Bradesco; Gustavo Roxo, CTO e sócio do BTG Pactual; Marcelo Clara, diretor de Tecnologia e Operações do Banco Votorantim; e Gustavo Fosse, diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN.

A terceira edição do Hackathon CIAB FEBRABAN também foi um dos destaques do congresso de TI. No fim de semana anterior à exposição, 130 programadores de todo o país se reuniram para desenvolver soluções que impactassem o mercado bancário no Brasil. Neste ano, o tema foi “Entender para Atender Melhor os Clientes na Era da Economia Analítica”.

Quatro projetos foram selecionados pela comissão julgadora e foram apresentados durante o CIAB FEBRABAN. A solução Linko, do time Vingadores, foi a grande vencedora do Hackathon. O projeto tem como objetivo melhorar a experiência

digital de clientes rurais de pequeno porte por meio de um site que irá conectar agricultores, agrônomos e bancos, facilitando o processo de documentação de terras e bens do agricultor e aprimorando as conexões entre os participantes. Desta maneira, é possível traçar o perfil de crédito do agricultor por meio de dados geográficos e informações sobre o cultivo. Como prêmio, o time ganhou duas reuniões com lideranças bancárias para apresentar o projeto.

Fintech Day

O CIAB Fintech Day foi outro ponto alto na programação deste ano do CIAB FEBRA-BAN. O já tradicional evento, que neste ano chegou à sua quarta edição, é considerado um dos mais importantes encontros entre instituições financeiras e fintechs do Brasil, e tem como objetivo identificar startups que tenham potencial para colaborar com bancos, seguradoras e instituições financeiras.

Nessa edição, as empresas vencedoras foram: o buscador de investimentos Yubb; a Finpass, plataforma de crédito para MPEs; e a Blu 365, que apresenta soluções de cobrança de crédito. Como prêmio, as três participarão do Money 2020, que acontece em Las Vegas, dentro do espaço do CIAB. Essas startups, em conjunto com as empresas de reconhecimento facial FullFace e Facetrom, as 4ª e 5ª colocadas da competição, também terão reuniões estratégicas com bancos brasileiros para apre-sentarem suas soluções.

Blockchain

O blockchain esteve novamente em evidência no CIAB FEBRABAN 2019. Na edição deste ano, a Federação apresentou em parceria com a CIP (Câmara Interbancária de Pagamentos), a Rede Blockchain do Sistema Financeiro Nacional, a primeira rede blockchain para o setor. O projeto permite o compartilhamento de informações en-tre as instituições parceiras protegendo dados de forma acessível, ágil e segura, desde o primeiro acesso.

A iniciativa, implementada pela CIP, usa a plataforma Hyperledger Fabric, da IBM, projeto colaborativo baseado em código aberto, e conta com a participação do Banrisul, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa, Itaú, JP Morgan, Original, Santander e Sicoob.

O primeiro caso de uso da rede de blockchain é o device ID. O projeto foi apresen-tado durante o CIAB FEBRABAN de 2018 como um protótipo desenvolvido de forma colaborativa por bancos e instituições financeiras. O projeto foi coordenado pelo grupo de trabalho (GT) Blockchain FEBRABAN, criado em 2016 para estudar a tecnologia.

Do final do CIAB de 2018 até a edição deste ano, o protótipo foi refinado e validado pelos bancos que integram o GT Blockchain FEBRABAN. As instituições financeiras também trabalharam para estabelecer a rede, cujas estruturas de governança, de instrumentos jurídicos e de segurança estão a cargo da CIP e da FEBRABAN.

Últimos dias de inscrição para StartOut Boston

Realizado pelo Ministério da Economia, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Ministério das Relações Exteriores (MRE), SEBRAE e Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), o StartOut Brasil está com inscrições abertas para a sua 8ª edição. Os empreendedores interessados em realizar uma imersão em Boston (EUA) deverão fazer sua inscrição aqui até 17 de junho.

Segundo Igor Nazareth, Subsecretário de Inovação no Ministério da Economia, o programa é de extrema importância para as startups brasileiras, pois elas tendem a olhar apenas para o mercado doméstico. “O StartOut Brasil busca justamente alterar essa mentalidade, mostrar as oportunidades de ganhar novos mercados e apoiar essas startups no processo de internacionalização. A participação do Governo é necessária para ajudá-las a despertar um olhar global, atrair a visibilidade necessária para a expansão de seus negócios e conectá-las com parceiros estratégicos’, afirma.

Até 20 startups serão selecionadas, sendo 15 negócios na categoria “ampla concorrência”, que são startups que nunca participaram ou participaram de apenas um ciclo do StartOut Brasil; e 5 startups na categoria “graduadas”, composta por empresas que já estiveram em dois ou mais ciclos de imersão oferecidos pelo programa. O resultado será anunciado em 18 de julho no website do programa.O programa tem duração de cerca de 20 meses, sendo aproximadamente dois meses de preparação, uma semana de imersão no ecossistema escolhido e mais 18 meses de apoio para promoção de exportação do produto/serviço, instalação no país visitado, atração de investimentos, monitoramento de resultados, entre outras atividades.

Mining Hub adia a data de inscrições para empresas de base tecnológica trazerem suas soluções para o Ciclo 2!

Adiadas as inscrições para empresas de base tecnológica interessadas em fazer parte do 2º Ciclo do Mining Hub, uma iniciativa que busca a geração de inovação para a mineração com foco setorial e apoiado por grandes players da indústria. As empresas terão até 16 de junho, próximo domingo, as 23:59, para fazerem sua inscrição!

Para se inscreverem, startups e empresas de base tecnológica precisam ter soluções para temas como: “Eficiência Operacional”; “Fontes de Energia Alternativa”; “Gestão de Água”; “Gestão de Resíduos” e “Segurança: Operacional e SSO, Desenvolvimento Social”.

Os projetos são acelerados com o apoio da Neo Ventures, empresa consolidada, com larga experiência em apoiar grandes empresas no processo de inovação aberta e interna.