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Bitso inicia operação de varejo no Brasil e, com novo aporte de US$ 250 milhões, torna-se unicórnio

A Bitso, maior plataforma de criptoativos em volume da América Latina, anuncia o início das operações de varejo no Brasil, em paralelo ao novo aporte de capital – de US$ 250 milhões -, que a posiciona entre as três fintechs mais valiosas da América Latina e a eleva ao status de unicórnio. A recente rodada de investimento foi liderada por Tiger Global e Coatue, com a participação de outros fundos como Paradigm, BOND e Valor Capital Group, além do trio QED, Pantera Capital e Kaszek, que já haviam investido US$ 62 milhões em dezembro de 2020 juntamente com a Coinbase. Com o novo aporte, o valor de mercado da Bitso passa a US$ 2.2 bilhões. A plataforma, que já opera no México e na Argentina, a partir de agora está aberta para o varejo no Brasil.

Os recursos serão utilizados para aumentar o acesso a criptoativos na região. “Criptoativos estão ganhando adoção rapidamente na América Latina. Estamos animados com a parceria com a Bitso e acreditamos que eles têm a equipe e a plataforma certas para aumentar a participação neste mercado crescente”, disse Scott Shleifer, sócio da Tiger Global.

“Este é um momento especial para a Bitso, com duas conquistas significativas para o crescimento da empresa, global e localmente”, afirma Marcos Jarne, country manager da Bitso no Brasil. “Ao iniciarmos a operação de varejo no Brasil, avançamos em nosso objetivo de tornar os criptoativos úteis para as pessoas e de participar ativamente da expansão do mercado local. A nova rodada de investimento consolida a empresa como um dos principais players do mercado e abre novas possibilidades de negócios”, completa Jarne. O executivo destaca, ainda, a transparência e a segurança oferecidas pela plataforma, que é a única com licença para custódia de cripto na América Latina, uma vez que é regulada pela Comissão de Serviços Financeiros de Gibraltar (GFSC, na sigla em inglês), que faz parte da IOSCO (organização internacional de reguladores de valores mobiliários). Além disso, a Bitso é a única plataforma na América Latina que oferece seguro contra roubos de carteiras de certos criptoativos como o bitcoin. Some-se a isso, a Bitso está entre as 10 plataformas mais seguras em ranking internacionalmente conhecido de segurança cibernética (www.cer.live) que lista aproximadamente 300 plataformas do mundo todo.

“O crescimento do uso de criptoativos na América Latina impulsiona a rápida expansão da Bitso, que já ultrapassa dois milhões de clientes na região. A partir de agora, o Brasil terá forte contribuição para impulsionar a empresa na América Latina”, reforça Jarne .

O cofundador e sócio da QED Investors, Nigel Morris, destaca: “Não há mais como negar a existência dos criptoativos, em grande parte devido à visão e paixão do Daniel Vogel, CEO da Bitso, e de seu excelente time, que lideraram o caminho para provar que os criptoativos vieram para ficar. Estamos muito animados em investir mais uma vez na Bitso para catalisar seu crescimento e alimentar a expansão para novos países”.

Inicialmente, o foco da Bitso está em sua plataforma online para compra, venda e negociação de criptoativos por pessoas que já possuem conhecimento sobre o tema. Em breve, a Bitso expandirá suas ferramentas e seus produtos para outros perfis de investidores.

Banco Central autoriza FitBank a operar como instituição de pagamento

O FitBank , fintech provedora de infraestrutura de meios de pagamento e Core Banking as a Service, acaba de receber autorização do Banco Central para operar como instituição de pagamento na modalidade emissor de moeda eletrônica. Com a permissão do BC, a empresa passa a disponibilizar sua tecnologia ao mercado, sem a necessidade de subcontratar transações de terceiros.

“Nos últimos cinco anos trabalhamos focados em conquistar este espaço. Estamos vivenciando já a aceleração do nosso crescimento, quebrando recordes de volume, fechamento de novos clientes e faturamento. Nossa autorização nos permitirá entrar em novos mercados, baratear nossas soluções e melhorar o nível de serviço que entregamos a nossos clientes pela independência tecnológica que ganhamos. Estamos com velocidade total para colocar no ar operações estáveis, confiáveis e baratas. Pode parecer difícil unir alta performance e qualidade com preço baixo, mas a economia da tecnologia em nuvem alia os melhores serviços aos menores preços. Nossa estrutura foi desenvolvida para isso”, explica Otavio Farah, CEO do FitBank.

Nesta nova fase, todas as parcerias e produtos atuais continuam existindo e não sofrerão alterações. O que muda é a possibilidade de desenvolver novas soluções e funcionalidades. Na parte de Banking as a Service, por exemplo, o FitBank poderá entregar mais produtos, como novas opções para PIX, conta para recebimento, além da emissão de boletos diretamente pela própria marca. Operações para mercado de capitais também passam a contar com novas funcionalidades, como conta escrow e outros serviços.

De acordo com Rodrigo Pina, Diretor de Produtos do FitBank, a autorização do Banco Central vai permitir que os serviços oferecidos pela empresa alcancem um novo patamar. “Ter acesso direto ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), ao Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI) e também as demais câmaras, como a CIP, é uma credencial muito importante no mercado em que atuamos e coloca a nossa tecnologia para trabalhar conectada diretamente à fonte do ecossistema financeiro nacional. Vamos conseguir elevar o nível de serviços e desenvolver novos produtos extraindo o melhor das capacidades desse ecossistema”, afirma.

“Agora podemos utilizar toda a nossa tecnologia, sem precisar da intermediação de terceiros. O acesso ao SPB vai proporcionar uma série de novos produtos e soluções que aguardavam essa nova etapa. A aprovação por parte do Banco Central chancela tudo que a gente construiu até agora, não apenas em termos de evolução de nossa operação, que hoje está em R﹩ 3 bilhões por mês, mas também por critérios de sistemas, controles, tecnologia e escala. Nos preparamos para chegar até aqui. Tudo isso foi pensado e construído lá atrás, desde a criação do FitBank”, comemora Guilherme Meibak, Diretor de Vendas da fintech.

Recentemente, o FitBank recebeu investimento da CSU (CARD3), líder no mercado brasileiro em soluções tecnológicas de última geração para meios de pagamento, customer experience e fidelização e incentivo de clientes. A nova rodada contou também com a participação dos antigos acionistas da empresa. No total, os aportes alcançaram o valor de R﹩ 30 milhões.

alt.bank recebe aporte de US$5.5 milhões em rodada Série A

O alt.bank, fintech de conta digital, cartão de crédito e cartão pré-pago, anunciou o aporte de U$5.5 milhões em rodada de Série A, financiado pelo Union Square Ventures, uma das empresas de capital de risco em estágio inicial mais relevantes do mundo. A companhia já investiu em dezenas de empresas de tecnologia de sucesso, como Lending Club, Stripe, Coinbase, Twitter e Kickstarter. A empresa lançará em breve seus primeiros produtos de crédito, e investirá o valor do aporte em novos produtos, aquisição de talentos e atração de novos clientes.

Além da Union Square Ventures, também participaram da rodada CEOs das fintechs Taavet Hinrikus (fundador e CEO da TransferWise), Nick Talwar (presidente e CEO da CircleUp) e Iñaki Berenguer (fundador e CEO da CoverWallet).

Fundado no final de 2019, alt.bank é uma fintechs que trabalha em favor da Justiça Financeira, que é o manifesto defendido pela companhia. A empresa entende que todo indivíduo tem direito a uma conta bancária e que os bancos devem emitir crédito a taxas de juros justas. A fintech tem o app disponível em Android, já foi baixado por mais de um milhão de brasileiros e um cartão de débito Visa amarelo fluorescente, carinhosamente conhecido como “amarelinho” por seus membros. 

“Para o nosso primeiro investimento na América do Sul, o padrão foi alto. A combinação do modelo de negócios do alt.bank e a equipe de gestão de classe mundial nos motivou a expandir nosso foco geográfico para ajudar a construir a liderança banco digital que visa 100 milhões de brasileiros que atualmente estão sendo negligenciados pelos credores tradicionais”, afirmou John Buttrick, sócio da Union Square Ventures.

Fazem parte do conselho do alt.bank: Thomaz Srougi, fundador e CEO da Dr Consulta; Michel Goguikian, ex-CEO do Santander LATAM; Nick Talwar, presidente e CEO da CircleUp e John Buttrick da Union Square Ventures.

“Estamos entusiasmados que o alt.bank, uma organização tão comprometida com a missão social de levar justiça financeira a todos os brasileiros, atraiu um dos investidores comerciais e membros do conselho mais relevantes do mundo”, compartilha o fundador e CEO Brad Liebmann. Liebmann fundou anteriormente a Simply Business, com sede em Londres, que foi comprada em 2017 por US$480 milhões pela gigante seguradora norte-americana Travellers.

Atualmente a empresa tem 80 colaboradores trabalhando em São Paulo, São Carlos e remotamente em outros cinco países. A fintech está escalando suas operações e equipes técnicas enquanto expande os produtos que auxiliam na inclusão de crédito a taxas de juros justas para os que são negligenciados pelos bancos tradicionais.

Vagas em TI superam crescimento de 2020 e aumentam 20% só no trimestre de 2021

O Banco Nacional de Empregos – BNE realizou levantamento que aponta que as vagas de TI continuam em crescimento. Segundo o site de currículos, a área já vinha em crescimento há alguns anos, mas ganhou mais fôlego após a eclosão da pandemia. Na comparação de janeiro a setembro de 2019 com o mesmo período de 2020, a ampliação de oportunidades foi de 63%.

A tendência se mantém no início de 2021. No primeiro trimestre, o aumento foi de quase de 20% em relação ao mesmo período do ano passado. Foram 3.958 vagas somadas no trimestre do ano passado e 4.735 oportunidades neste ano.

Para o CEO do BNE, Marcelo de Abreu, a propensão é que a área de TI continue em expansão. “Com a pandemia, muitas profissões foram afetadas negativamente. Porém, algumas ocupações tiveram grande crescimento de vagas, como é o caso da área de TI, que espelha a mudança comportamental do empreendedor e do consumidor após os efeitos da Covid-19 no país”, comenta.

Os números

Em janeiro de 2021, o número de vagas na área foi quase 110% em relação ao mesmo período do ano anterior: 1.603 oportunidades contra 766. Em março, foram 1.633 contra 1.609. “Em março do ano passado, com o início da pandemia do Brasil, já se registrava aumento de vagas para os profissionais de TI”, explica Abreu. Além do aumento de vagas deste setor, as áreas de saúde, logística e construção civil também foram na contramão da crise.

“Devido aos esforços no combate à pandemia, houve crescimento de oportunidades para os profissionais na área da saúde. Além disso, os consumidores passaram a utilizar muito mais os serviços de delivery, internet e e-commerce, ou seja, áreas diretamente ligadas à tecnologia e à logística. Já o setor de construção civil cresceu por conta d a compra da casa própria facilitada , pois houve redução dos juros e a criação de linhas de financiamento nos bancos”, finaliza Abreu.

Afterverse chega à marca de 50 milhões de usuários e passa a ser investida do Grupo Movile

Lançada em dezembro de 2020, a Afterverse tem conquistado uma fatia cada vez maior do mercado de games. Em quatro meses, a empresa – que possui os títulos PK XD e Crafty Lands – atingiu a marca de 50 milhões de jogadores por mês e se consolidou como um dos principais players do mercado. Após quatro meses do lançamento da marca, a Afterverse anuncia a separação da Playkids e passa a ter operação independente, sendo uma empresa investida do Grupo Movile.

Esse crescimento foi impulsionado pelo jogo PK XD, que havia sido criado pela equipe de inovação da Playkids e passou a ser o principal produto da Afterverse. Em um ano, o game contou com a entrada de cerca de 10 milhões de usuários, o que o fez ultrapassar a marca de 45 milhões de jogadores ativos. O jogo em formato sandbox – onde os usuários controlam um avatar em um mundo imaginário e podem interagir com pessoas do mundo inteiro – conquistou fãs em diversos países e está entre os mais populares do planeta.

Disponível em 11 idiomas, o jogo tem entre os seus principais mercados a América Latina, o Oriente Médio e o leste europeu, mas tem se expandido tanto geograficamente quanto na faixa etária do público.

“Nosso objetivo com o PK XD é entrar no seleto grupo de jogos que possuem mais de 100 milhões de usuários mensalmente. Atualmente são poucos os que conseguem atingir esse patamar, mas se conseguirmos manter o ritmo de crescimento que temos apresentado, acredito que o PK XD pode se tornar o primeiro jogo nacional a se inserir nesse grupo”, comenta Breno Masi, fundador da Afterverse.

Empresa anuncia mudanças

O rápido crescimento da Afterverse, aliado ao objetivo de atender um público de faixa etária cada vez mais ampla, motivou o anúncio de mudanças nas operações a partir deste mês. Criada dentro da empresa Playkids, a Afterverse passa a ser uma operação separada e, agora, faz parte do ecossistema de investidas do Grupo Movile.

“Desde que idealizamos a Afterverse como uma nova marca, já vínhamos planejando essas mudanças e o crescimento fez com que o processo acontecesse de forma bastante natural. O posicionamento de marca e o público-alvo da empresa são únicos e essa estrutura passou a fazer muito mais sentido dentro do ecossistema de inovação da Movile”, destacou Breno Masi, que deixa suas funções em Playkids e assume como CEO da Afterverse.

A novidade também está alinhada com a estratégia do Grupo Movile, que tem o mercado de games como uma das suas prioridades para expansão. “A Movile tem histórico no mercado de entretenimento e, há algum tempo, estávamos olhando para o segmento de games no Brasil, que já estava em desenvolvimento e cresceu consideravelmente durante a pandemia. Acompanhamos a evolução da Afterverse dentro da Playkids desde o fim do ano passado e acreditamos que este seja o parceiro ideal para entrarmos no segmento. Vimos a empresa nascendo de forma orgânica, dentro do grupo, e seus resultados mostram que, além do crescimento, a Movile continua mantendo seu DNA ousado e empreendedor”, destaca Patrick Hruby, CEO do Grupo Movile.

Segundo pesquisa apresentada pela Nielsen, o mercado de games teve uma receita de US$ 126,6 bilhões em 2020. Os jogos para celular são o principal gerador de receita, sendo responsáveis por 58% do faturamento anual do setor. Dentre os jogos de celular, os que mais faturam são os jogos gratuitos, que contribuem com 78% da receita do segmento mobile.

180° Seguros recebe R$ 44 milhões em rodada Seed, a maior do setor de seguros da América Latina

Liderada por Canary, Dragoneer e Rainfall, aporte vai permitir um salto de crescimento da insurtech no mercado brasileiro

A 180° Seguros, insurtech criada com o propósito de transformar o modelo de distribuir e consumir seguros e assistências no Brasil, acaba de fechar sua rodada Seed no valor de R$ 44 milhões (U$D 8 milhões), liderada pelos fundos Canary, Dragoneer e Rainfall. O aporte é o maior já registrado em startups no setor de seguros no Brasil e na América Latina. O investimento dará o suporte necessário para a insurtech impulsionar a estratégia de consolidação de seu modelo de negócio insurance as a service, com foco no desenvolvimento de produtos e na melhor experiência dos clientes, além de um time interno de primeira linha.

Fundada em 2020, a 180° atua por meio de um modelo B2B2C, provendo uma solução completa para que empresas consigam vender de forma inovadora e digital os produtos de seguros e assistências. Com uma metodologia própria, focada em alta tecnologia, a 180° estuda cada canal de distribuição identificando oportunidades de criar produtos únicos com a venda de seguros na jornada do cliente final, o “Embedded Insurance”.

Com o aporte, a 180° irá pôr em prática seu plano de desenvolver novas soluções de seguros, trazendo inovação e flexibilidade para o mercado. “Os produtos de seguros e assistências vão passar por uma revolução na forma que são distribuídos, assim se tornando parte da jornada de compra dos clientes. O embedded insurance permite que uma oferta seja feita quando o cliente realmente necessita do seguro (por exemplo, ao comprar um apartamento) e, assim, se torna mais personalizado e acessível”, explica o CEO e cofundador da 180°, Mauro Levi D’Ancona. A 180° hoje conta com mais de 20 clientes, incluindo empresas consolidadas e listadas em Bolsa, startups e unicórnios, de setores como imobiliário, financeiro, benefícios e varejistas, entre outros.

Em linha com a tendência de fundos globais de investirem cada vez mais em oportunidades no Brasil, a 180° recebeu o aporte seed liderado por grandes nomes do mercado como Canary, Dragoneer e Rainfall (fundos do Vale do Silício), além de 8VC (também do Vale do Silício), Quartz e Norte. Investidores anjos, incluindo executivos do Nubank e do mercado de seguros também participaram da rodada. Tal relevância se deve, entre outros fatores, pela trajetória do trio de fundadores – Mauro Levi D’Ancona, Alex Körner, e Franco Lamping – que têm experiência consolidada em tecnologia, seguros e startups. A história e o talento dos três se completa, trazendo know-how e toda inteligência por trás dos processos.

“Acreditamos que nossa visão de mercado e estratégia de empresa fez com que fundos tão importantes e que nunca investiram em startups no Brasil no estágio de Seed, confiassem no nosso modelo de negócio, que trará um aumento na penetração de seguros no Brasil de forma simples, acessível e descomplicada”, completa Mauro Levi D’Ancona.

Da mesma forma como aconteceu com as fintechs, o mercado de seguros tem grande potencial de entrada entre os brasileiros e vem se transformando com muita agilidade, especialmente por conta da pandemia. Para o CEO da 180°, o novo ambiente digital foi potencializado pela covid-19 e por uma agenda muito positiva da Susep, o regulador do setor. Os números comprovam: no acumulado de 2020, as receitas do segmento supervisionados pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) chegaram a R$ 243,27 bilhões e, para o futuro, a projeção aponta investimentos no setor na ordem de R$ 700 bilhões até 2023, em produtos e serviços mais variados, com preços mais competitivos e seguradoras buscando maior conexão com o consumidor. “Nesse sentido, é preciso comunicar o consumidor sobre as vantagens de acessar o setor de seguros e suas múltiplas possibilidades de serviços e produtos. Há um grande potencial de negócio em múltiplos canais porque o uso ainda é pouco recorrente, e portanto, enxergamos muita oportunidade para alternativas que ofereçam benefícios claros para o consumidor”, completa o CEO.

CONARH – 2ª Edição Especial Digital acontecerá em 18 e 19 de agosto

Em 18 e 19 de agosto, a ABRH Brasil promoverá a segunda edição do CONARH – Edição Especial Digital. Após reunir virtualmente com sucesso mais de 3.000 participantes em 2020, o congresso acontecerá novamente neste ano de forma ainda mais inovadora, permitindo manter o formato do evento presencial, com palestras magnas, palestras simultâneas e feira de negócios on-line. Devido ao impacto da pandemia e visando o bem-estar de todos, a 46ª edição física do CONARH será realizada entre 18 e 20 de abril de 2022.

A grande novidade da Edição Digital de 2021 é que o evento proporcionará uma jornada ainda mais completa para os congressistas, com mais de 10 cursos complementares a partir de 28 de julho. Entre os destaques já confirmados, temas como Analytics para RH, Comunicação Não-Violenta, Diversidade e Inclusão, Employer Branding, Formação de Mentores Internos, e Gestão da Mudança na Filosofia Ágil.

As inscrições podem ser realizadas em conarh.org.br. O investimento é de R$ 550,00 para associados ABRH Brasil, e R$ 720,00 para não associados. 

46º CONARH em 2022

Como realizadora de um dos maiores eventos de Gestão de Pessoas no mundo, a ABRH Brasil monitora de perto o avanço da pandemia e seus desdobramentos. A associação tem em mente que a chegada da vacina traz esperança e é fator-chave para que todos circulem normalmente com segurança e as atividades econômicas sejam retomadas em sua totalidade.

Com isso, de forma cautelosa diante do cenário que ainda vivemos no País, a 46ª edição física do CONARH foi reprogramada para os dias 18, 19 e 20 de abril de 2022, no São Paulo Expo, na capital paulista.

Valor global do setor de games já ultrapassa US$ 300 bi, aponta novo estudo da Accenture

Em seu mais novo estudo, a Accenture (NYSE: ACN) estima que o valor total do setor de games já ultrapassa os US$ 300 bilhões – valor que supera soma dos mercados de filmes e música. A consultoria enxerga o aumento significativo no jogo móvel e a busca por novos tipos de interação social durante a pandemia de Covid-19 como os principais fatores por trás do crescimento.

O novo estudo da Accenture “Gaming: the new superplatform” analisou dados de 4 mil gamers espalhados por quatro dos principais mercados para jogos eletrônicos – China, EUA, Japão e Reino Unido – a fim de compreender as necessidades desse público e os principais motivadores desse crescimento significativo do setor.

O levantamento constatou que o mercado gamer já representa US$ 200 bilhões em gastos diretos e é responsável por receitas indiretas de mais de US﹩ 100 bilhões.

O mercado gamer ganhou meio bilhão de novos jogadores ao longo dos últimos três anos, chegando a 2,7 bilhões de pessoas no mundo todo. O estudo prevê a chegada de mais de 400 milhões de novos gamers até o final de 2023. O perfil dos jogadores também vem mudando: 60% são mulheres, 30% têm menos de 25 anos e um terço se identifica como não-branco. Por outro lado, entre os entrevistados que se autodefinem como gamers antigos, 61% são do sexo masculino com idade acima de 25 anos e 76% se identificam como brancos.

“O surgimento de novas plataformas de games e as mudanças demográficas estão forçando as empresas do setor a se tornarem plataformas orientadas para a experiência e não mais centradas em produto”, explica Seth Schuler, diretor de Software & Platforms da Accenture. “É importante que o setor encontre o equilíbrio entre as necessidades de seus novos adeptos, mais preocupados com suas interações online, e os fãs de longa data, que ainda são seus clientes mais lucrativos”.

À medida que essa comunidade cresce, o aspecto social é cada vez mais importante para a experiência geral dos jogadores. Entre os entrevistados, 84% afirmam que os videogames são importantes em suas relações com pessoas com interesses semelhantes. Já 75% dos participantes admitem que no momento grande parte de suas interações sociais acontecem em plataformas de jogos.

A pesquisa da Accenture descobriu que as pessoas priorizam se conectar com amigos e conhecer novas pessoas enquanto jogam.

De acordo com o levantamento, os jogadores passam em média 16 horas por semana jogando, oito horas por semana assistindo ou participando de transmissões de jogos e seis horas por semana interagindo em fóruns e comunidades de jogos. Essas interações sociais são um dos principais impulsionadores do crescimento dos jogos online: cerca de três em cada quatro jogadores esperam que os jogos online se tornem uma parte ainda maior de sua experiência de jogo no futuro.

“Além do seu tamanho expressivo, o setor de games teve um grande impacto na forma como enxergamos o entretenimento e a cultura, incluindo franquias de filmes de sucesso, competições em estádios, brinquedos e muito mais”, afirma Robin Murdoch, líder global para Software & Platform na Accenture. “Conforme observamos a expansão dessa influência vemos também o surgimento de jogos que funcionam como um ecossistema de superplataformas onde os jogadores podem se encontrar, comunicar, assistir shows ao vivo, fazer compras ou ouvir música”.

As descobertas são parte de uma série de três partes que analisa de perto as mudanças no mundo dos jogos eletrônicos, desde o crescimento geral do setor até os desafios e oportunidades futuros. O estudo completo está disponível em https://www.accenture.com/us-en/insights/software-platforms/gaming-the-next-super-platform .

Metodologia do estudo:

O estudo tem como base o conjunto de dados coletado por meio de uma pesquisa online com 4.000 consumidores que passam ao menos quatro horas semanais jogando videogame. A amostra foi igualmente distribuída entre quatro países: China, EUA, Japão e Reino Unido. Além disso, conduzimos mais de uma dúzia de entrevistas aprofundadas com executivos de empresas de games, incluindo Activision Blizzard, EA, Evertoon, Niantic, Razer, Square Enix, Samsung, Splash Damage e Tencent, entre outras.

Karuna Lopes é a nova Gerente de Comunicação do LinkedIn para América Latina e Espanha

Karuna Daswani Lopes, ex-diretora de Comunicação e Branding da ClickBus, é a nova contratada do LinkedIn, maior rede social profissional do mundo. Ela passa a assumir a área de comunicação da empresa na América Latina e Espanha, e ficará baseada em São Paulo. Com mais de 18 anos de experiência em comunicação corporativa, Karuna começou sua carreira de relações públicas na Schneider & Associates em Boston, depois tornou-se Gerente Senior na MSLGROUP, uma das maiores firmas de comunicação no mundo, e contou com uma breve passagem na PR Consultant, antes de trabalhar por sete anos na ClickBus, startup do ramo de turismo da Rocket Internet.  

Erica Firmo, que liderou a área de comunicação do LinkedIn por três anos, continua na companhia e passa a ser Líder Internacional de Comunicação Corporativa e Reputação, e terá um papel fundamental na construção de estratégias e campanhas globais de reputação da marca, atuando no escritório do LinkedIn de Singapura.

OM30 está com 10 vagas para desenvolvedores

Focada no desenvolvimento de soluções estratégicas para simplificar a Gestão Pública por meio da tecnologia, a OM30 vem expandindo o número de funcionários para acompanhar a expansão de sua presença no mercado. Para atender a demanda por serviços nas prefeituras do interior paulista, a empresa está com 10 vagas em aberto para contratação imediata: 5 para desenvolvedores Full Stack PHP e 5 para Full Stack Ruby.

Para as vagas de Desenvolvedor Full Stack PHP, a empresa busca profissionais com, no mínimo, 2 anos de experiência no desenvolvimento de aplicações web e Frameworks PHP (Laravel, CodeIgniter), além de conhecimentos de PHP (POO), HTML, CSS e JavaScript, frameworks e bibliotecas web (Vue, React, Jquery) e controle de versão (Git), além de aplicação e uso de boas práticas no desenvolvimento de software e Integração contínua.

Os profissionais irão atuar no desenvolvimento de Frontend e Backend de aplicações, propor e utilizar as melhores práticas e tecnologias, fazer aplicação e manutenção de camada de segurança nas aplicações, criar scripts SQL, atuar na manutenção de consultas ao banco de dados, de repositórios no Github e de versões e releases Github, entre outras funções.

Para as vagas de Desenvolvedor Ruby, o profissional deve ter mais de 3 anos de atuação e pleno conhecimento e experiência com linguagem Ruby (On Rails), Postgres, Docker, conhecimentos em controle de versão (Git) e experiência em serviços web (Nginx, Apache). São diferenciais a experiência anterior com Microserviços, Docker, ElasticSearch, Node que habilitam o profissional a atuar no desenvolvimento do ciclo de vida completo de projetos sensíveis ao tempo, recomendar tecnologias apropriadas para implementar novos recursos, desenvolver bibliotecas de código que podem ser usadas para vários projetos, contribuir para uma equipe de desenvolvedores, fornecer atualizações regulares e suporte técnico em todo o ciclo de vida e criar novos métodos para melhorar a eficiência dos processos e produtos.

Preocupada com a crise sanitária causada pelo coronavírus, o trabalho será realizado de maneira remota e os benefícios incluem assistência médica e vale alimentação ou refeição.

Os interessados podem se habilitar para as vagas pelo site da empresa: Trabalhe Conosco – OM30.

Plataforma de inovação da Ocyan abre cadastro para startups

A Ocyan, que atua no setor de óleo & gás, está com cadastro aberto para startups apresentarem soluções inovadoras para desafios propostos pela empresa. As startups selecionadas terão suporte para o desenvolvimento de um projeto-piloto in loco e poderão se tornar fornecedoras ou parceiras da empresa. As interessadas têm até o dia 19 de maio para acessar as informações do programa Ocyan Waves Challenge e cadastrar suas propostas pelo site www.ocyanwaves.com.

“O Ocyan Waves está evoluindo. Desde o lançamento, há dois anos, amadurecemos o programa e agora, além da busca por startups que apresentem soluções para os desafios propostos por diversas áreas da companhia, estamos buscando empreendedores que possam desenvolver soluções, junto com nossas equipes, ligadas a atividades adjacentes ao nosso negócio atual.”, explica Rodrigo Lemos, Diretor de Inovação e Novos Negócios.

Este ano foram escolhidos nove desafios, dos quais seis serão apresentados para o ecossistema de Inovação e trazem potencial de contratação ou parceria para as startups, dois serão desenvolvidos por startups que já participaram do programa nos anos anteriores e, pela primeira vez, um desafio será desenvolvido por uma startup estrangeira.

Os seis desafios com cadastro aberto, apresentados nessa terceira edição do Ocyan Waves Challenge, são:

·        Redução do Consumo de Diesel e Emissão de Gases dos Motogeradores

·        Aumentar a Produtividade e Reduzir Digitação no Levantamento de Campo

·        Redução no Número de Consultas de Exames Periódicos Presenciais na Base Macaé

·        Dificuldade na Inspeção de Sistemas com Isolamento Térmico devido Necessidade de Remoção

·        Inspeção Inteligente de Drops (Risco de Quedas de Equipamentos)

·        Acesso à Informação Documentada Atualizada na Área Operacional

“A evolução do nosso programa foi tão positiva que dois dos desafios apresentados pelas áreas da empresa para a edição deste ano serão desenvolvidos por startups que participaram do programa nos anos anteriores e se tornaram nossas fornecedoras em projetos em andamento. São elas, a Vidya, do Paraná, e a Delfos, do Ceará. A Vidya ficará com o desafio para resolver a Dificuldade de Acompanhamento da Integridade do FPSO, e a Delfos com o que trata sobre Predição de Falhas em Motogeradores. Por isso, eles não serão abertos para cadastro. Esse foi um importante passo para mostrar que as startups já conseguiram criar um fluxo de inovação para a indústria de óleo e gás e seguem trabalhando conosco”, comemora Rodrigo Lemos.

Outra novidade é a startup encontrada para o desafio que busca uma Solução não Intrusiva para Detectar Vazamento em Válvulas. Por ter um nível de complexidade maior, pela primeira vez foi feita uma busca em outros países, e a startup norueguesa ConditionAll foi a escolhida.

A empresa Innoscience é a responsável pela estruturação e operacionalização do Ocyan Waves Challenge, o primeiro programa da plataforma Ocyan Waves.

O papel do CMO no mercado digital-first

Por Sharon Harris, CMO da Jellyfish


Contar histórias de marcas que ressoem, trabalhar em prol da digitalização da experiência do consumidor, construir novas potencialidades em marketing digital e liderar a nova onda de inovação em comunicação digital. O papel do CMO no atual mercado digital-first expandiu muito além dos padrões esperados. Em seu mais recente relatório, Leadership Vision for 2021: Chief Marketing Officer, o instituto de Gartner relatou que as atuais demandas superaram completamente os papeis tradicionais dos representantes de marcas, da direção em marketing e da liderança executiva dos integrantes de um time. O mercado de trabalho clama por um nível de agilidade que permita que o CMO não apenas garanta sucesso nos negócios, mas também proteja a sobrevivência da marca.

A expectativa de que um único executivo gerencie todos os canais necessários, enquanto mantém um ponto de vista amplo o bastante para estabelecer fortes estratégias, não é mais realista. Como então o atual CMO pode construir rapidamente um time que possa agilizar suporte técnico e encaminhar sua visão em tempo real, enquanto o mercado constantemente muda ao seu redor?

Certos negócios ainda recorrem a um modelo ultrapassado de parceria. Puxam a alavanca da agência tradicional, direcionando-se aos especialistas full-service para preencher uma lacuna. Contudo, tais agências ainda tratam o digital como parte do quebra-cabeça ao invés de um fator central para o sucesso. Com tal mentalidade, fica impossível inovar num cenário digital-first. Ademais, muitas agências tradicionais ainda estão batalhando internamente com seus próprios desafios digitais num ambiente global.

Para se manter competitivo, o CMO deve construir ou refinar um time de marketing digital ágil e capacitado. Caso a escolha seja o alinhamento com uma agência externa, parceiros em potencial precisam ser escrutinados para garantir que eles tenham domínio digital, criatividade, talento e plataformas para atingir as metas apresentadas. Parceiros que não apenas foquem na transformação digital, mas que constantemente busquem oportunidades de negócios que expandam o foco, mostrando seu valor com expertise técnica para criar iniciativas digitais e infraestrutura. A agilidade é a segunda natureza dos parceiros digital-first; especialistas treinados para prever a chegada da transformação e engajar numa mudança de planos quando necessário.

Não mais apenas parte do portfólio, o digital inequivocadamente é o cerne do fator de sucesso do marketing de negócios. Já está claro que o CMO precisa de mais do que um time de profissionais de marketing tradicionais. Com um exército de expertise multinível bem selecionado, o CMO pode focar no que deve realmente ser o seu papel principal: o estrategista por trás da habilidade de sua marca em se conectar com os consumidores no mundo digital.

Paula Valério é a nova Head de Marketing e Experiência da Agrotools

A Agrotools, maior plataforma digital do agronegócio corporativo no mundo, anuncia a chegada de Paula Valério como head de marketing e experiência. A profissional conta com quase 15 anos de experiência no mercado de comunicação, com passagens por agências de publicidade, como New Vegas e WMcCann, além de consultorias de branding como o Grupo Troiano de Branding, na construção da estratégia de marcas como Itaú, RCHLO, Gillette e Wildlife. Paula é graduada em Comunicação Social pela ESPM e cursou mestrado em Estudos Culturais pela University of London.

“Chegar numa agritech que está contribuindo para a transformação ESG do agronegócio com impacto mundial, certificada empresa B e Great Place to Work e que ainda tem um histórico gigante de pioneirismo com tecnologia 100% brasileira é um grande orgulho. Minha missão aqui é continuar o trabalho sensacional que já vem sendo feito pela empresa, ajudando na construção da experiência que desejamos para os nossos clientes e colaboradores e alavancando cada vez mais a reputação da marca à alçada que ela merece”, destaca Paula Valério.

B2W Digital lança Programa de Estágio 2021 para estudantes de todo o Brasil

A B2W Digital – dona das marcas Americanas, Submarino, Shoptime e Sou Barato e certificada pela consultoria GPTW (Great Place to Work) – está com inscrições abertas para o Programa de Estágio B2W 2021. A seleção é voltada para jovens talentos de todo o Brasil apaixonados por tecnologia e inovação. Os novos estagiários irão trabalhar no modelo de home office.

O programa de estágio busca universitários de todos os cursos com previsão de formatura entre julho de 2022 e julho de 2023, para desenvolvê-los desde o início de sua formação profissional e transformá-los em futuros talentos da B2W. A companhia quer atrair pessoas com diferentes visões, que tenham muita vontade de aprender, paixão por inovação e foco em resultados.

“Esse ano, pela primeira vez, estamos fazendo um Programa de Estágio aberto para todo o Brasil”, comenta José Mauro Barros, diretor de Gente da B2W Digital. “Queremos atrair cada vez mais candidatos com diferentes perfis e vivências. Para isso, entendemos que era preciso expandir a seleção para outras regiões do país”, complementa.

No contexto de isolamento social, a companhia adaptou todo o processo de contratação e ambientação do Programa de Estágio para o universo virtual. Com isso, a seleção para o programa será realizada de forma online e gamificada, trazendo dinâmica e interatividade em todas as etapas.

A seleção inclui testes de português, lógica e fit cultural, além de um game de resolução de enigmas em grupo, que avaliarão o perfil comportamental dos candidatos. Após essas etapas, será realizado um desafio com o time de Gente e, em seguida, o ‘Day Challenge’ no qual os estudantes terão que solucionar cases reais do negócio, com a participação das lideranças. Na última fase, os candidatos terão a oportunidade de realizar e apresentar desafios de negócio para a diretoria da companhia.

Os novos estagiários trabalharão em esquema de home office. O programa de estágio tem carga horária de 30 horas semanais e o início previsto para o segundo semestre deste ano. Ao longo do estágio, os estudantes conhecerão mais sobre diferentes áreas e negócios da B2W, passarão por treinamentos e acompanhamento de gestores e do time de Gente & Gestão.

Os aprovados receberão bolsa-auxílio e benefícios compatíveis com o mercado, além de descontos em compras nos sites das marcas da B2W. As inscrições podem ser feitas até o dia 23 de maio pelo site http://carreiras.b2w.io/programa-entrada/estagio-corporativo.

Empresas Humanizadas, de capital aberto, têm rentabilidade superior às demais

A segunda edição da pesquisa Empresas Humanizadas Brasil, conduzida pela startup de impacto Humanizadas, contou com as respostas de 36.868 pessoas e 226 companhias. O mapeamento avalia a qualidade das relações que as empresas desenvolvem e mantêm com os seus múltiplos interlocutores. Em um dos recortes exclusivos – que analisa o impacto de boas práticas de gestão na performance financeira, governança, social e ambiental das organizações -, a conclusão, apoiada em ciência de dados, que as empresas de capital aberto, que são destaques do levantamento e possuem Rating de Consciência elevados, têm rentabilidade superior às demais.

Existe uma mudança de paradigma em curso no mundo dos negócios, sobretudo, na Europa, nos Estados Unidos, na Austrália, no Brasil e na América Latina. No século passado, as organizações eram gerenciadas e lideradas sob a visão de produtividade, tratando as pessoas como meros recursos humanos, ou seja, o objetivo era extrair o máximo possível dos profissionais não importando as consequências. No século XXI – quando vemos que as 10 organizações mais valiosas do mundo possuem modelos de negócio baseados em plataformas de serviços –, o diferencial competitivo passa a estar não nos recursos físicos, mas em questões intangíveis das organizações: capital humano, social, intelectual e cultural. Essa é uma das conclusões, amparadas em ciência de dados, da pesquisa Empresas Humanizadas Brasil, conduzida pela startup de impacto social Humanizadas a partir de 36.868 entrevistas e análises de 226 organizações (empresas de diferentes portes).

Coordenada pelo pesquisador Pedro Paro, a pesquisa Empresas Humanizadas Brasil teve início em 2017, tendo por intuito revelar cases positivos de empresas que existem como um contraponto aos casos de corrupção denunciados pela Operação Lava Jato. “Queríamos ter um contraponto aos exemplos negativos que víamos e oferecer um novo rumo e futuro para os negócios do país, e isso com exemplos reais de empresas mais éticas, humanas, conscientes, sustentáveis e inovadoras. Se as palavras movem e os exemplos arrastam, nosso desejo é iluminar os bons exemplos que podem inspirar uma transformação na forma como fazemos negócios no Brasil”, explica Paro.

Performance financeira

O recorte da pesquisa – focado na análise de desempenho financeiro das empresas que são destaque da pesquisa – comprova a tese que a qualidade das relações que as empresas desenvolvem e mantêm com os seus múltiplos interlocutores tem influência direta na performance financeira, governança, social e ambiental dessas organizações. Com base na ciência de dados, a startup Humanizadas criou uma metodologia inédita que identifica o grau de evolução das companhias no tocante à qualidade das relações que as empresas desenvolvem e mantêm com seus múltiplos interlocutores.

Na prática, o índice desenvolvido mede o Rating de Consciência – que está diretamente relacionado à maior percepção de impacto das empresas nos ecossistemas nos quais atuam, envolvendo a capacidade de nutrir relacionamentos de excelência, gerar valor e impacto duradouros. Esse é o alicerce da pesquisa Empresas Humanizadas Brasil, cujo grande diferencial está no envolvimento de diferentes públicos interessados no sucesso de uma empresa, como conselho, lideranças, colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros, investidores e sociedade. O mapeamento segue os princípios do Capitalismo Consciente e tem fundamentação em estudos acadêmicos e modelos de engajamento, desenvolvimento humano, perfis psicológicos, estratégia de valor compartilhado e cultura organizacional. A proposta é democratizar a evolução de consciência de indivíduos, organizações e sociedade, colocando a ciência e a tecnologia a serviço da nova economia.

Norteadores da pesquisa Empresas Humanizadas Brasil, os Ratings de Consciência são uma acreditação que a Humanizadas confere às organizações; revisados e atualizados anualmente, eles demonstram a coerência entre o discurso e a prática, refletem a percepção de múltiplos stakeholders sobre a qualidade de gestão e das relações que uma organização nutre com os diferentes grupos interessados no sucesso da empresa – lideranças, colaboradores, clientes, parceiros e sociedade.  Os ratings contam com 11 níveis (AAA, AA, A, BBB, BB, B, CCC, CC, C, D e E), sendo o primeiro (AAA) o mais desenvolvido e o último (E), o menos desenvolvido. A classificação dos Ratings de Consciência foi inspirada em renomadas agências de crédito como S&P, Moody’s e Fitch, entretanto, em vez de avaliar o risco do crédito para um país ou uma organização (Ratings de Crédito), os Ratings de Consciência Humanizadas analisam o potencial de um país ou uma organização em gerar valor de maneira consistente para todos os stakeholders. O somatório das percepções dos stakeholders permite, também, avaliar como o macroambiente de negócios é favorável e coerente para o florescimento de negócios de impacto.

“Precisamos fortalecer um movimento global em prol de mudanças profundas. Somente com lideranças mais conscientes, poderemos viver em um mundo no qual a prosperidade é um imperativo; as organizações são éticas e transparentes, as pessoas são felizes, os clientes ficam encantados com a experiência que recebem, os problemas sociais e ambientais são resolvidos, e os negócios crescem exponencialmente à medida que resolvem esses problemas”, defende Pedro Paro, CEO e fundador da Humanizadas e pesquisador de doutorado do Grupo de Gestão de Mudanças da Universidade de São Paulo. O pesquisador desenvolveu a metodologia da pesquisa Empresas Humanizadas Brasil sob mentoria do professor Raj Sisodia (Babson College) e orientação do professor Mateus Gerolamo (EESC/USP).

PRINCIPAIS INSIGHTS DA PESQUISA NO BRASIL

  • A pesquisa Empresas Humanizadas Brasil – que ouviu 36.868 pessoas no país – é o maior estudo já conduzido sob uma perspectiva multi-stakeholders considerando estágios de maturidade baseados em Ratings de Consciência. Participaram 226 instituições do país, desde microempresas (menos de 19 colaboradores) até grandes organizações (mais de mil colaboradores). O mapeamento tem por suporte múltiplas perspectivas, ou seja, conta com a percepção de investidores, conselho, lideranças, colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros de negócios e sociedade em geral. Ao olhar para os problemas da sociedade nacional, as organizações podem encontrar grandes oportunidades de desenvolvimento. Na essência, quanto mais uma empresa resolve os problemas sociais e ambientais, mais ela pode crescer exponencialmente.
  • De acordo com a ONG Transparency International, o Brasil permanece estagnado no indicador de corrupção mais importante do mundo, ocupando apenas a 94ª posição no ranking de transparência. Um estudo da FIESP estima que o custo médio anual da corrupção no Brasil está entre 1,38% a 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) total do país. Mesmo diante da corrupção, da falta de transparência e confiança, dos problemas ambientais, da desigualdade social e de um ambiente não favorável ao florescer dos negócios, a Empresas Humanizadas Brasil – pesquisa desenvolvida pela Humanizadas, uma spin-off do Grupo de Gestão de Mudanças das Universidade de São Paulo (EESC/USP)  comprova que as organizações podem sim ter uma atuação mais ética, consciente e sustentável, e, ao mesmo tempo, ter um desempenho financeiro superior na B3 e ISE B3. Isso porque, as organizações/empresas que operam sob práticas de gestão e liderança modernas, alinhadas com os conceitos do século XXI, tendem a encontrar novas oportunidades de negócio, conquistar a confiança e a admiração dos diferentes públicos, e, com isso, possuir performance e resultados superiores à média das organizações no país, dentro de seu respectivo porte.
  • Na prática, analisando todas as empresas listadas na bolsa de valores do país (B3), durante o período de dezembro de 1998 até dezembro de 2020, a pesquisa identificou que as Empresas Humanizadas Brasil – que operam sob um nível de maturidade de liderança e gestão mais evoluído – tendem a ter performances superiores à média da carteira da B3 (5,5 vezes superior) e ao ISE B3 – Índice de Sustentabilidade Empresarial – (1,5 vez superior).
  • “Nós já sabemos que Ratings de Consciência superiores significam maior valor gerado para os diferentes stakeholders de uma empresa. Mas, será que eles também representam melhor performance financeira? Para responder a essa pergunta, fizemos uma análise comparativa das grandes empresas com os melhores ratings na pesquisa versus toda a carteira da bolsa de valores (B3) e o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3). Olhamos a rentabilidade financeira, por meio do indicador de ROE, durante o período de dezembro de 1988 até dezembro de 2020. Em todos esses períodos, mesmo passando por crises políticas, econômicas, sociais e ambientais, até mesmo enfrentando uma pandemia, podemos notar que empresas humanizadas tendem a ter melhor performance financeira, no caso, 5,5 vezes superior à carteira da B3, e 1,5 vez superior à carteira do ISE B3”, afirma Paro, responsável pelo estudo.
Dez|1988 a Dez|2020PERFORMANCE FINANCEIRA (% acumulada)Diferença
Humanizadas (Hu)674%
HU 5,5 vezessuperior à carteira B3,
e 1,5 vez superior
à carteira do ISE B3
ISE B3440%
B3122%
Fonte: Humanizadas (2021), período de análise de dez/1988 até dez/2020.

Michael Kors inaugura loja online oficial no Brasil

Este é o primeiro e-commerce da marca premium lançado no país e na América Latina. O lançamento quebra alguns paradigmas e preconceitos em relação ao mercado digital entre marcas premium e de luxo que antes operavam apenas em canais físicos.

Diante de um futuro cada vez mais incerto com a pandemia da Covid-19 e após o IPO de sucesso da loja online portuguesa Farfetch em 2018, muitas marcas do segmento de luxo começaram a rever seus posicionamentos em relação à presença no canal digital, ainda mais em países em desenvolvimento como na América Latina.

Agora foi a vez da Michael Kors, um dos maiores players globais de marcas premium e luxo do mundo do designer premiado e renomado mundialmente de acessórios e roupas de luxo, lançar sua loja oficial aqui no Brasil.

A loja opera sob gestão do grupo Dorben, que detém os direitos de representação da marca no Brasil, e de outras do segmento de luxo como: Tod’s, Tory Burch e Jimmy Choo e Carolina Herrera.

O lançamento do e-commerce da marca no Brasil era um desejo antigo e um passo estratégico que visa levar os nossos produtos e a experiência de compra a todas as cidades do Brasil”, explica Marco Megiani, presidente do grupo Dorben no Brasil.

A loja desenvolvida pela VTEX, multinacional que oferece plataformas de e-commerce para empresas globais como Carrefour, Sony, Walmart, Samsung, entre outros players, com presença em mais de 40 países, passou por um longo processo de validação junto a matriz da marca para ser a plataforma oficial no Brasil.

É um marco na história do e-commerce premium na América Latina. Ficamos muito honrados em fazer parte deste momento e ser responsáveis por prover a melhor solução em experiência digital para uma das marcas de moda premium internacionais mais desejadas pelos brasileiros e reconhecida no mundo inteiro como símbolo de sofisticação e luxo“, afirma Felipe Dellacqua, VP de vendas e sócio da VTEX.

6 motivos para adotar o outsourcing de TI na sua empresa

Cada vez mais a tecnologia vem provando sua importância nos negócios. Antes, era apenas um suporte para a empresa, agora, se tornou um centro de soluções práticas e de oportunidades para as instituições. Mas, uma vez que a relação entre o uso de tecnologia e o sucesso da marca está se tornando direta e proporcional, a pergunta que fica é: como expandir oportunidades de negócio sem ter que aumentar a infraestrutura e a parte interna da empresa?

A resposta está no outsourcing de TI. O termo tem como tradução e definição a “terceirização”, mas, neste caso, não estamos falando da contratação de um(a) profissional ou empresa de prestação de serviço. O outsourcing de TI é uma visão completa de entrega externa de recursos, serviços, ferramentas e talentos especializados.

André Abreu, CEO da BossaBox, primeira empresa a operar por squad-as-a-service no Brasil, listou 6 motivos para adotar a solução na sua empresa:

• Redução e controle de custos
A razão principal pela qual empresas do mundo migram para o Outsourcing é a diferença que ela faz na forma como lida com custos de gestão e operação de ativos tecnológicos. Manter uma estrutura própria de TI envolve investimentos grandes, como em hardwares e softwares, além de equipes maiores. “A troca desse modelo para o modo de serviço, elimina custos de atualização e transforma gastos complexos em assinaturas simplificadas”, explica o CEO da BossaBox.

• Mais disponibilidade e segurança
Quando uma empresa cresce, ela precisa investir mais na equipe de TI para manter o sistema funcionando e para garantir a proteção de um volume maior de dados. Ou seja, o mais comum é que um negócio não tenha a equipe necessária e capacitada o suficiente para lidar com a demanda de segurança e gestão de informação. “Como a TI é o foco do negócio contratado, ele fica responsável por oferecer ferramentas e pessoas especializadas nesse único ponto: em uma infraestrutura com performance e confiabilidade”, afirma André.

• Garantia de qualificação e suporte
A vantagem de fazer o outsourcing de um serviço e contar com apoio externo é que os profissionais que atenderão aos seus chamados são treinados e capacitados especificamente naquele sistema. Além disso, os chamados são respondidos mais rapidamente e problemas são identificados com mais precisão.

• Inclusão de profissionais mais qualificados em processos de tecnologia
Outra vantagem é a inclusão imediata de profissionais qualificados em determinados processos da TI. Isso não vem só da especialização dos profissionais, mas também da experiência e boas práticas no setor que garantem para as empresas. “Um problema que você está enfrentando agora pode já ter acontecido com outra TI, que contava com a mesma parceria que você. Já tendo passado por situações similares e acompanhado sua resolução, ela pode trazer insights mais rápidos e assertivos para resolver os problemas”, ressalta Abreu.

• Implementação mais rápida de novas tecnologias
Para uma TI interna, é difícil encontrar espaço para analisar e buscar oportunidades oferecidas por novas tecnologias. Por isso, o outsourcing é uma forma de trazer essa inovação mais rápido para dentro da empresa. “Esse é o foco dos bons fornecedores; atualizar e inovar em suas estruturas para oferecer o melhor serviço aos seus clientes. A busca deles se transforma em vantagens para você”, destaca André.

• Facilidade no cálculo do ROI
Se o outsourcing de TI é um serviço com previsibilidade de custos, inovações mais rápidas e gestão mais eficiente, pode ser mais fácil para os diretores de uma empresa definirem o que precisam de seus investimentos em tecnologia e prever o retorno que terão.

Nesse cenário apontado pelas vantagens do outsourcing, o negócio como um todo se torna mais inteligente. “O foco do setor será sempre no futuro, com estratégias e ferramentas para ficar um passo à frente dos concorrentes em qualquer situação”, finaliza o CEO.

TDV Advogados chega ao mercado como boutique com foco nos segmentos de tecnologia e de negócios inovadores

Com escritório sediado na Vila Olímpia, São Paulo, Bruno Tanus e Felipe do Val lançam o TDV Advogados, que já conta com uma carteira de clientes renomados nacionais e estrangeiros, fundos de investimento (incluindo de venture capital e private equity), empreendedores, family offices, investidores anjo, aceleradoras, incubadoras e agências de fomento à inovação.

Ainda que recém lançado no mercado, o escritório nasce incorporando a experiência dos seus sócios em grandes escritórios de advocacia especializados na área empresarial, assim como o dinamismo e a criatividade necessários para agregar valor ao negócio dos seus clientes de forma prática e ágil.

“A ideia de fundar o TDV Advogados nasce da vontade de prestar serviços jurídicos no segmento corporate de um jeito diferente. E quando digo diferente, é diferente mesmo, na prática. Acompanhamos a evolução de uma série de produtos e serviços no mercado, mas o business da assessoria jurídica, principalmente na área corporate, parou no tempo”, explica o sócio fundador, Felipe do Val.

O escritório foi montado pensando na experiência do cliente do início ao fim, incluindo infraestrutura, staff, identidade visual, arranjo de honorários, dentre outros. “A ideia sempre foi entregar no mercado o que os nossos clientes estão buscando. Parece simples, mas não é tanto. Estruturamos então um escritório de advocacia arrojado, técnico, desburocratizado e ágil. Claro que nada teria saído do papel se não existisse também uma vontade enorme de empreender. Mas assim como os nossos clientes, inovação e apetite pelo risco são parte do nosso DNA”, encerra o sócio fundador, Bruno Tanus.