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Programa busca empresas e startups para co-criar soluções ESG

Seidor e Brain lançam ESG Open Corp que vai selecionar empresas e startups para desenvolver produtos digitais nas áreas ambiental, social e de governança

Já está mais do que comprovada a importância das iniciativas em ESG (sigla em inglês para princípios de gestão ambiental, social e de governança). No entanto, colocar essas ações em prática, nem sempre é simples. Por esse motivo, a Seidor, consultoria global na área de negócios e inovação, e o Brain, centro de inovação em negócios digitais fundado pela Algar Telecom, acabam de lançar o ESG Open Corp, um programa que vai selecionar empresas que queiram solucionar dores nos pilares do ESG para co-criar soluções tecnológicas com o apoio de startups. As inscrições para as empresas vão até 21 de janeiro e para startups (especialmente as ESGtechs e as Greentechs) até 25 de fevereiro.

A iniciativa tem apoio institucional do hub Green Sampa, primeiro centro voltado para startups de tecnologias verdes e de sustentabilidade, e do Innovation Latam, hub de inovação digital que reúne startups e empresas de diferentes segmentos para promover a conexão entre investidores em toda a América Latina. Enquanto o primeiro será responsável por oferecer mentorias e espaço físico para que as startups atuem nos projetos, o segundo fornecerá a plataforma para realização do desafio. 

Serão selecionadas empresas para cada um dos segmentos do ESG (ambiental, social e de governança) e a jornada, que terá a tecnologia como elemento central, deve durar aproximadamente 10 meses. “Precisamos fazer a ponte entre as startups e grandes empresas. Esse programa tem a ambição de fazer isso, formando uma frente ampla dentro do ecossistema de inovação com parceiros estratégicos que, juntos, podem endereçar com agilidade e criatividade para eliminar dores latentes, mitigar riscos e gerar valor no longo prazo”, comenta Zaima Milazzo, presidente do Brain.

A primeira etapa será a fase de ideação, com a utilização de metodologias como Design Thinking e Design Sprint, onde serão desenvolvidos o mapa de dores, as entrevistas com clientes reais e os pitchs de potenciais soluções. Depois, será hora da etapa de preparação, onde será necessário analisar a viabilidade técnica e financeira da solução desenvolvida, bem como o mapeamento de competidores, de fornecedores e de startups que possam agregar escalabilidade. Na fase de desenvolvimento, serão utilizadas as metodologias Lean Inception, Scrum e Kanban para construir o MVP (produto minimamente viável) e o plano de negócios. Por fim, na fase de entrega, será traçado um roadmap para a escala do produto desenvolvido. As soluções poderão ser desenvolvidas no modelo de SaaS (Software as a Service) e futuramente oferecidas ao mercado.

O grande propósito do ESG Open Corp é tangibilizar soluções tecnológicas para viabilizar negócios nessa área, impactando todo o ecossistema de inovação. “As corporações que adotam as práticas de ESG de forma real possuem um crescimento na sua geração de valor aproximadamente 10% superior à média geral do mercado. São valores que impactam positivamente em todas as dimensões dos negócios e da sociedade. Usar a tecnologia para essa finalidade é a grande missão da Seidor nesse projeto”, finaliza Fabiano Sant Ana, Head de Inovação e ESG na Seidor Brasil.  

ESG Open Corp

Inscrições para empresas até 21 de janeiro e para startups até 25 de fevereiro

Informações: https://innovationlatam.com/ch/esg#opportunities

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Distrito divulga calendário de eventos de inovação para 2022

No atual contexto da nova economia, é cada vez mais exigido que os profissionais estejam ligados ao que acontece no cenário de inovação. E com a rapidez da evolução da tecnologia e das startups, é essencial ter uma atualização constante. Para isso, o Distrito, maior plataforma de inovação aberta e transformação digital da América Latina, divulgou a lista de eventos que promoverá, por segmento, em 2022. As inscrições gratuitas para cada encontro já estão abertas neste link.

A cada mês, os principais executivos, empreendedores, investidores e líderes de negócios vão se reunir para discutir futuro e tecnologia. O primeiro evento, marcado para 27 de janeiro, será o Community Summit, para tratar de estratégias de comunidade para empresas. Gestores de grandes marcas vão compartilhar a forma como se relacionam com as pessoas, como suas comunidades geram valor mútuo e como promover um melhor espaço para essa interação.

Em fevereiro, será debatido o futuro do varejo — segunda maior categoria em investimentos recebidos por startups em 2021 no Brasil. O Retailtech Summit trará as tendências, tecnologias e novas soluções do setor, que vem escalando sobretudo com o e-commerce. Ao longo do ano, o Distrito ainda trará eventos específicos sobre fintechs, healthtechs, edtechs, food e agro, além de circuitos para tratar de inovação, com um panorama completo de cada setor e do próprio ecossistema de negócios e tecnologia brasileiro e internacional.

De acordo com o cofundador do Distrito, Gustavo Araujo, a ideia é todo mês proporcionar uma oportunidade para quem deseja mergulhar em inovação. “Os maiores especialistas do país, junto do time Distrito, vão apresentar o que há de mais atual em tecnologia, startups e transformação digital, além de perspectivas futuras. São conteúdos exclusivos, debates e uma experiência única sobre toda a cadeia de disrupção, da ideia ao planejamento, do produto à captação de investimentos. Todo executivo e empreendedor precisa ficar de olho nessas tendências para não ficar para trás”, afirma.

Serviço:

Inscrições abertas no site do Distrito.

Community Summit

Estratégia de comunidade para marcas na nova economia

Data: 27/01

Retailtech Summit

O futuro do varejo

Data: 23/02
 

C-Level Innovation Lab

Uma experiência imersiva e inovação aberta para executivos

Data: 24/03
 

Fintech Summit

Tecnologia e novas soluções financeiras para o mercado

Data: 27 e 28/04

Agtech Day

Tech + Agro no desenvolvimento do país

Data: 26/05

Venture Capital Summit

O maior panorama sobre investimentos em startups

Data: 30/06

FoodTech Summit

O futuro da alimentação

Data: 28/07
 

Healthtech Summit

Tecnologia e inovação para a saúde

Data: 25/08

Innovation Experience
Inovação aberta, transformação digital e nova economia

Data: 28 e 29/09

Proptech e Construtech Summit
Tecnologia e futuro do Mercado Imobiliário e de Construção

Data: 27/10

Corporate Venture Capital Summit

Estratégia de investimento em startups para empresas

Data: 17/11

Distrito Awards

Data: 01/12

Edtech Summit

O futuro da educação

Data: 08/12

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Fintech Flexpag abre vagas em Recife e São Paulo

Em um Brasil que bateu o recorde de desemprego devido à pandemia da Covid-19, a Flexpag, fintech de meios de pagamentos, segue na contramão deste cenário e anuncia a abertura de vagas de trabalho em Recife e São Paulo. As oportunidades são para diversas áreas, incluindo tecnologia, marketing, produtos e projetos. Algumas posições incluem Coordenador de Marketing, Gestor de Tráfego e-commerce, Gerente de Desenvolvimento de Software, Desenvolvedor Front end,Analista DevOps, Desenvolvedor Front-end Angular, Desenvolvedor Back-end Java, Gerente de Projetos, Analista de Produtos E-commerce, Analista de Compliance Sr, Product Owner Fintech e Desenvolvedor Android. As oportunidades são para Recife e São PauloOs interessados devem se inscrever no site.

Todas as oportunidades oferecem salário e pacote de benefícios atrativo, incluindo Vale Refeição / Alimentação, Plano de Saúde, Plano Odontológico, Auxílio Educação, Certificações, Auxílio Creche, Gympass e PLR.

Fintechs em alta

A crise econômica causada pela pandemia da Covid-19 não abalou o setor de fintechs, que em 2020 viveu o melhor ano da históriaem termos de investimento. Juntas, as startupsfinanceiras brasileiras captaram 1,9 bilhão de dólares ao longo do ano, conforme dados do levantamento mensal Inside Fintech Report, realizado pelo Distrito Dataminer. O valor superou os resultados de 2019, que foi de 1,1 bilhão.

Segundo dados do FinTech Report 2020, do DISTRITO, existem hoje 742 startups financeiras no Brasil: um aumento de 34% em relação à 2019. Esse crescimento é uma consequência de diversos fatores,sendo os dois principais: lacunasem nichos do mercado e o boom da digitalização no País. Praticamente 100% das soluções fornecidas pelas fintechs são digitais, tornando o negócio totalmente escalável.

N26 Brasil abrirá cerca de 300 vagas em 2022

A N26 Brasil, que nasceu para promover saúde financeira, abrirá cerca de 300 vagas em 2022 para montar a equipe responsável por inaugurar a primeira fincare do país. Mais de 50% dos cargos serão destinados aos profissionais de tecnologia e produto, além de oportunidades para os times de operação, atendimento ao cliente, people, compliance, marketing, dentre outros. 

Após impulsionar a revolução bancária na Europa e se tornar o melhor banco do mundo segundo a revista Forbes em 2021, a startup chegou ao Brasil com operação local e independente. Para isso, o objetivo é montar um time que trabalhe unindo o DNA inovador da N26 com as particularidades do país. Atualmente, a equipe já conta com mais de 60 profissionais. Com a expansão projetada para o próximo ano, almeja o crescimento do time em 400%. 

“A primeira geração de fintechs fez um excelente trabalho em democratizar o acesso aos serviços financeiros, já as fincares, vêm para ajudar as pessoas a tomarem melhores decisões com o dinheiro. Para que tudo isso seja possível, precisaremos de pessoas empenhadas em melhorar a vida dos brasileiros”, diz Joice Garcia, gerente de recursos humanos da fincare. 

Dentre as vagas abertas, mais da metade será destinada à área de tecnologia. Do total, 40% são para engenharia de software, especialistas em dados e designers; enquanto 12% são focadas em produtos (PMs e agilistas). Outras 10% serão para o time interno de Operação e Atendimento ao cliente.

Quem é das áreas de finanças, people e jurídico – incluindo compliance, anti Fraude e AML – também pode ir atrás do desafio, já que essas oportunidades correspondem a 15% do quadro de contração. Outros 8% serão destinados ao pessoal de marketing. E, por fim, 16% contemplaram cargos na área de  negócio e liderança.

Quem quiser se candidatar a uma dessas oportunidades tem que acessar o LinkedIn da N26 Brasil no link: https://www.linkedin.com/company/n26br/

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Nubank conclui compra da Olivia, startup de inteligência artificial

O Nubank, uma das maiores plataformas digitais de serviços financeiros do mundo, anuncia hoje a conclusão da compra de 100% da startup de inteligência artificial e organização financeira Olivia. Com a aquisição, o Nubank incorpora a plataforma e os serviços da startup, além de capacidades estratégicas em ciência de dados e um time altamente especializado.

A integração da Olivia ao Nubank permite inovação em escala de forma ainda mais ágil, com soluções desenvolvidas a partir do feedback dos clientes. “Cada vez mais vemos a demanda por soluções personalizadas das empresas e, com o time e a tecnologia da Olivia dentro de casa, ampliamos nossa capacidade para o desenvolvimento de produtos customizados com base em inteligência de dados. É uma adição estratégica para o nosso time e que vai impactar diretamente como oferecemos produtos e serviços”, afirma Vitor Olivier, VP de operações e plataformas do Nubank.

Criada em 2016 nos Estados Unidos por Cristiano Oliveira e Lucas Moraes, a Olivia chegou ao país em 2019 com a proposta de desenvolver serviços financeiros inteligentes e recomendações financeiras personalizadas. Os fundadores continuam co-responsáveis pelas operações concentradas abaixo da marca Nubank.

Outras aquisições

Esta é a sexta aquisição do Nubank desde 2020, quando comprou a Easynvest, agora Nu Invest, adquiriu a Cognitect e integrou o time da Plataformatec, em busca de talentos na área de engenharia de software. Em 2021, o banco digital comprou também a plataforma de atendimento Juntos e a Spin Pay, empresa de soluções de pagamento para o e-commerce. 

Além disso, a integração com a Olivia reforça o forte movimento de expansão de portfólio que a empresa tem vivido nos últimos meses. O Nubank tem diversificado cada vez mais sua oferta de produtos, que inclui cartão de crédito, conta para pessoas físicas e jurídicas, investimentos, empréstimo pessoal, seguro e, desde julho, incluiu no seu aplicativo a oferta de produtos de parceiros, como transferências internacionais da Remessa Online e empréstimo com garantia de veículo da Creditas. 

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Tray anuncia Thiago Mazeto como novo CEO

A Tray, unidade de negócios do Grupo Locaweb, anunciou Thiago Mazeto como novo CEO da marca. O executivo esteve à frente dos setores de sucesso do cliente e comercial da empresa por oito anos e assume o cargo no lugar de Willians Marques, que continuará o seu trabalho de diretor de commerce do Grupo.

Com ampla experiência no mercado varejista, Mazeto acumulou funções em growth hacking, marketing digital de performance, branding, novos negócios, sucesso do cliente, experiência do cliente e gestão de pessoas ao longo de sua carreira. Além disso, tem MBA em Empreendedorismo, Gestão e Marketing pela PUC-RS.

Pesquisa da Mercer aponta tendências de remuneração no segmento corporativo nacional

A Pesquisa de Remuneração Total (TRS, na sigla em inglês) da Mercer publicada em 2021 traz indicativos de como será a dinâmica do mercado de trabalho no pós-pandemia, além das tradicionais, confiáveis e — mais do que nunca — relevantes informações de remuneração do mercado. A consultoria analisou 30 mil empresas no mundo inteiro, dentre as quais 759 no Brasil. De acordo com o levantamento, o ano de 2021 apresentou uma leve retomada em aspectos salariais, como incentivos de curto prazo, bônus e remuneração executiva. 

O crescimento médio de remuneração entre as empresas foi de 4,5%, sendo que o previsto pelos departamentos de RH era de 4,7%. Por outro lado, a média dos acordos coletivos foi de 5,7%. “No momento de publicação da pesquisa, alguns fatores externos estão causando pressões que o RH não havia planejado este ano. Inflação acentuada e consequentes acordos coletivos elevados, aumento na guerra por talentos e a própria escassez de profissionais em áreas especializadas, como TI, por exemplo, são alguns deles. Para o próximo ano, as incertezas para as empresas são ainda maiores devido às instabilidades do cenário macroeconômico e eleições presidenciais”, afirma Rafael Ricarte, líder de produtos de carreira da Mercer Brasil. 

A remuneração de executivos subiu um pouco de patamar, atingindo 84% em relação ao que havia sido estabelecido como target. Por outro lado, os incentivos de curto prazo e os bônus ficaram acima do esperado. Nos demais níveis — gerenciamento, profissionais e técnico — o realizado foi um pouco menor do que o estimado. 

Dentre as empresas consultadas, 82% possuem incentivo de curto prazo, que são os bônus variáveis. De longo prazo, 40% possuem plano de incentivos, sendo os principais: 1) ações restritas ao tempo de serviço; 2) ações vinculadas à performance; 3) opções de compra de ações. O potencial de ganho aumentou entre executivos e cargos de gerência. 

Quando levado em conta o mix de remuneração, que inclui itens como salário anual, incentivos de curto e longo prazo, bônus e benefícios, os executivos tiveram uma recuperação de 12% na remuneração total comparada ao ano anterior (2020). O nível gerencial cresceu 3%, enquanto profissionais caíram pelo segundo ano consecutivo (-5%). O nível operacional manteve-se praticamente estável, crescendo 2% no último ano. 

Apontando para algum otimismo, o estudo mostra que 38% das organizações planejam aumentar o número de funcionários no próximo ano, um sinal de que parte da economia pode se manter minimamente aquecida. Apenas 7% pretendem reduzir o número de funcionários. No geral, o índice de turnover, seja voluntário ou involuntário, se manteve estável de 2020 para 2021, com algumas categorias apresentando ligeira variação para baixo. 

A Pesquisa de Remuneração Total tem por objetivo ajudar as empresas a definir a melhor estratégia de remuneração e das políticas de Recursos Humanos em geral e, assim, se adaptar com agilidade e embasamento confiável às novas realidades. Realizada anualmente, abrange indústrias com significativa representatividade global e local, tais quais Manufatura, Bens de Consumo, Alta Tecnologia, Life Sciences, Varejo e Atacado. Este ano, o número de organizações brasileiras participantes foi 5% maior do que no ano anterior, abrangendo mais de 900 mil profissionais de todos os setores econômicos.

Mercado de PCs segue em alta no país, aponta IDC Brasil

O mercado de computadores fechou 2020 em alta, continuou crescendo nos três primeiros meses de 2021 e seguiu o mesmo ritmo no segundo e no terceiro trimestre, com vendas de 2 milhões de computadores em abril, maio e junho e de 2,3 milhões em julho, agosto e setembro. Os volumes são 60,2% e 41,3% a mais do que no 2º e no 3º trimestre de 2020, que já tinha sido bom para o setor, e fazem parte dos estudos IDC Brazil PCs Tracker 2Q2021 e IDC Brazil PCs Tracker 3Q2021, realizados pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

“Em 2021 o mercado de PCs teve um impressionante salto, mesmo com a escassez de componentes, que vem sendo um inibidor para o crescimento do mercado e tornou-se ainda mais sensível no 3º trimestre”, diz Daniel Voltarelli, analista de mercado de TIC da IDC Brasil.

Do total de vendas do 2º trimestre, 408 mil foram desktops e 1,6 milhão foram notebooks, respectivamente, 56% e 60% a mais do que no mesmo período de 2020. O mercado corporativo foi o destino de 760 mil unidades, e o varejo ficou com 1,2 milhão, volumes cerca de 109% e 40% maiores em relação ao 2º trimestre de 2020. No período, o preço médio do desktop foi R$ 3.305 e do notebook R$ 4.314, alta de 13% no preço dos portáteis e de 4% no preço dos desktops. Já a receita total em abril, maio e junho de 2021 passou de R$ 8 milhões, com alta de 80%.

No 3º trimestre de 2021, das quase 2,3 milhões de máquinas vendidas, 430 mil foram desktops e 1,8 milhão foram notebooks, 34% e 43% a mais em relação aos mesmos meses do ano passado. Para o mercado corporativo foram 941 mil unidades, e para o varejo 1,35 milhão, aumento de 108% e de 15%, respectivamente, em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

“Esse aumento se deve a alguns fatores, entre eles a recuperação gradual da economia e o estímulo para as pessoas atualizarem seus computadores e, principalmente, aumentarem a relação computador/usuário dentro das casas. Uma família de 4 membros, por exemplo, que só tinha um computador, precisou adquirir outra máquina para acomodar as atividades diárias”, explica Voltarelli. O analista da IDC Brasil observa ainda que o consumidor tem investido em máquinas melhores, basicamente porque, em geral, passou a depender mais do computador e quer mais memória, processador e recursos de vídeo melhores etc.

Ainda de acordo com o IDC Brazil PCs Tracker 3Q2021, de julho a setembro de 2021, o preço médio do desktop foi R$ 3.384 e do notebook R$ 4.475, cerca de 13% e 15% a mais do que no mesmo período de 2020. A receita total do período foi de R$ 8.36 bilhões, 64% maior em relação ao mesmo do período do ano anterior. A alta de preços foi puxada pela inflação, falta de componentes e pela busca dos consumidores por máquinas melhores”, justifica Voltarelli.

Para o último trimestre de 2021, a IDC Brasil acredita que o mercado de computadores ainda registre crescimento positivo, de dois dígitos, inclusive, porém, menor do que se viu nos trimestres anteriores. “Há uma competição global por componentes e os fabricantes fazem escolhas diariamente sobre sua logística de abastecimento, e nem sempre o Brasil estará nocomeço da fila”, diz o analista da IDC Brasil. Além disso, segundo ele, problemas de crise energética afetam não só o Brasil, mas também grandes centros de produção na Europa e Ásia — o que não deve ter uma solução plena no curtíssimo prazo, impactando em todo o movimento de mercado.

RetailTechs representam 10,5% das Emerging Giants no Brasil

As RetailTechs, startups direcionadas para o mercado varejista, representam 10,5% do total de Emerging Giants no Brasil, ocupando o terceiro lugar na lista de empresas com esse perfil.

Essas são algumas das conclusões do levantamento das “Emerging Giants”, produzido por KPMG e Distrito, a partir da análise de 105 Emerging Giants brasileiras. O conteúdo também revelou que a região Sudeste do Brasil concentra 78,1% das Emerging Giants (70% do total é no Estado de São Paulo), seguida das regiões Sul (18,1%), Nordeste (1,9%) e Centro-Oeste (1,9%).

“Emerging Giant é o nome dado a uma startup que possui destaque não apenas no setor em que atua, como também participaram de rodadas relevantes de investimento e têm se consolidado no mercado. Aquelas que estão nesse nível geram receitas mais robustas e com elevado potencial de crescimento. Além disso, entendemos que as startups são muito mais que boas oportunidades de investimento, são empresas com o propósito de resolver problemas reais e o sucesso não depende somente do capital”, afirma Diogo Garcia, sócio-diretor e líder do Programa Emerging Giants da KPMG no Brasil.
 

Entre as startups Emerging Giants mapeadas no estudo estão as RetailTechs brasileiras Intelipost, Propz e Involves.

“Muito se tem falado sobre o surgimento de novos ecossistemas de negócios no varejo e, neste contexto, as RetailTechs têm exercido um papel muito importante, uma vez que elas trazem conhecimento e ferramentas que são altamente procuradas por empresas que buscam complementar seu portfólio e aumentar seu raio de atuação rumo a se tornarem ecossistemas. E, por ser um setor muito demandante e dinâmico, esperamos um aumento cada vez maior de RetailTechs e de transações M&A no varejo”, afirma Fernando Gambôa, sócio-líder de Consumo e Varejo da KPMG no Brasil e na América do Sul.

De acordo com a pesquisa, o boom das startups Emerging Giants no Brasil é visível de 2012 a 2016, sendo que, em média, elas operam há 7 anos. O período de fundação das Emerging Giants do relatório é o seguinte: 2000 a 2010 (16,2%), 2011 a 2015 (62,9%), e 2016 a 2018 (21%). Juntas, elas já empregam mais de 15 mil pessoas. Mais de 40% têm entre 100 e 200 funcionários. Quase metade dos fundadores têm pós-graduação e/ou tiveram experiência acadêmica fora do Brasil e 47% têm ao menos um fundador que já empreendeu antes. Em média, cada startup com esse perfil recebeu 2,4 investimentos e, desde 2011, mais de US$ 1,3 bilhão já foi investido nas Emerging Giants com operação no Brasil.

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RD Station abrirá 350 vagas em 2022

A chegada de um novo ano vem acompanhada de muitos desejos e esperança de renovação. Para quem está buscando uma mudança no âmbito profissional esse é o momento de aproveitar as oportunidades disponíveis e começar 2022 com um emprego novo. Na RD Station, líder no desenvolvimento de softwares voltados para o crescimento de médias e pequenas empresas, a expectativa é de 350  vagas para 2022, sendo que mais de 30 oportunidades já estão com o processo seletivo aberto. 

A maioria das posições são em tecnologia e engenharia – desenvolvimento de software e gestão de produto, além de outras áreas como vendas, customer success, marketing e gestão de talentos. 

Os profissionais podem escolher entre o modelo de trabalho 100% remoto, presencial ou híbrido e a maior parte das vagas não exige diploma universitário.

Entre as vagas disponíveis estão:

Pessoa analista junior de marca empregadora (employer branding) – responsável por  fortalecer os atributos da RD Station como marca empregadora, assim como a cultura e valores da empresa, para comunicá-los de forma verdadeira e constante interna e externamente.

Pessoa especialista de processos – entre as entregas do cargo está a melhoria de processos, automação e garantia de qualidade, desenvolvendo manuais de operação, políticas ou procedimentos.

Pessoa executiva de contas (farmer) – responsável por alavancar o desenvolvimento da área comercial de agências de comunicação e marketing, parceiros estratégicos para a RD Station.

Pessoa coordenadora de vídeo – terá como foco melhorar as experiências de marca por meio da produção audiovisual e liderar a criação das campanhas de ativação da RD Station. 

Senior cyber security engineer –  irá implementar, administrar e otimizar continuamente as ferramentas de segurança cibernética.

A RD Station se compromete com a construção de um ambiente de trabalho diverso. Todas as candidaturas feitas são consideradas sem distinção de etnia, religião, gênero, orientação sexual, nacionalidade, deficiência ou idade.

Não por acaso, a empresa conquistou o segundo lugar no ranking GPTW Étnico-Racial, sendo reconhecida ainda como a terceira melhor empresa do Brasil para mulheres trabalharem e ficou em oitavo lugar no ranking entre as melhores empresas de TI. Além de, nos últimos sete anos, figurar entre as melhores empresas no ranking geral.

Entre as oportunidades disponíveis, três são exclusivas e afirmativas para pessoas com deficiência: analista de suporte, engenheira de software e analista de pré-vendas. E uma exclusiva e afirmativa para mulheres: engenheira de software – backend. 

Os interessados podem acessar todas as vagas clicando aqui. 

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Inscrição para desafios de inovação aberta da Votorantim Cimentos encerra dia 7/1

Corporativo Sky

Com a plataforma VC Connect companhia busca soluções para temas estratégicos no mercado da construção civil

A Votorantim Cimentos, empresa de materiais de construção e soluções sustentáveis, está com inscrições abertas até sexta-feira, dia 7 de janeiro, para quatro desafios em sua plataforma de inovação aberta, o VC Connect. Os desafios envolvem diferentes temas estratégicos para o mercado da construção civil – Performance do Varejista, Otimização da Obra e Modulação, Redução de clínquer e Moradia Digna. As inscrições podem ser feitas pelo site do programa.

“Nosso objetivo em inovação é pavimentar o futuro da construção civil de forma simples, ágil e sustentável. Com esses quatro grandes temas, buscamos estabelecer parcerias sólidas dentro do ecossistema de inovação, conectando nossos desafios com soluções inovadoras apresentadas por startups, centros de pesquisa e universidades, abrindo um grande número de possibilidades para estabelecer novas parcerias com os atores desse ecossistema”, afirma a consultora de Inovação da Votorantim Cimentos, Renata Vinhas.

Dentro do desafio Performance do Varejista, podem ser apresentadas soluções de digitalização, logística e gestão do negócio para gerar valor para o varejista de materiais de construção, tornando a Votorantim Cimentos seu principal parceiro de negócio.

O desafio Otimização da Obra e Modulação envolve soluções para o canteiro de obra, sistemas construtivos e de gerenciamento, para a realização de obras mais rápidas, com menos desperdício e menor pegada de carbono, redução de custos e aumento de produtividade.

O clínquer é o principal ‘ingrediente’ presente na composição do cimento e seu processo de produção gera emissão de CO2. Desta forma, a produção de um cimento mais sustentável passa pela redução da utilização de clínquer em sua composição. Este é o principal desafio para o tema Redução de clínquer, em linha com os compromissos assumidos pela companhia para redução de emissões de gases de efeito estufa até 2030 e de produzir concreto carbono neutro até 2050.

E, por fim, com o tema Moradia Digna, a companhia busca soluções que contribuam de maneira sustentável para a redução do déficit habitacional e para a melhoria da qualidade de vida de famílias brasileiras em situação de vulnerabilidade. 

Inovação aberta na Votorantim Cimentos – O propósito da plataforma VC Connect é conectar os desafios da empresa com as soluções inovadoras presentes no ecossistema de startups, centros de pesquisas e universidades. Desde 2017, já foram desenvolvidos desafios para Indústria 4.0, a concreteira Engemix, além de soluções para a operação de agregados e as equipes de finanças e de recursos humanos.

Desafio VC Connect

Inscrições pelo site: https://www.votorantimcimentos.com.br/vc-connect/

Prazo: 7 de janeiro de 2022

Divulgação dos projetos selecionados: 16 de janeiro de 2022

Nestlé anuncia novo gerente de inovação e novos modelos de negócios

A Nestlé Brasil anuncia a contratação de Denis Chamas para a posição de gerente de inovação e novos modelos de negócios. Na função, o executivo terá como desafio a aceleração de projetos atuais e desenvolvimento de novas oportunidades dentro do ecossistema de inovação da companhia. Seu objetivo é inovar e levar ao mercado novos modelos de negócio que proporcionem a geração de impacto e valor.
 


A Nestlé vem promovendo uma jornada intensa de inovação e transformação digital que conecta pessoas, soluções sustentáveis e que oferece melhores experiências aos diferentes perfis de consumidores.
 

Denis é Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, graduado em Inovação Radical pelo MIT, Futurista e Especialista em Foresight Estratégico Certificado pelo Institute for the Future. Também atua como Professor da Miami Ad School, e na pós-graduação da Business School São Paulo — BSP. Possui mais de 15 anos de experiência e já liderou equipes globais de transformação digital em empresas como Unilever, PMI e Cisco.

Programa DF Inovador conclui etapa de intraempreendedorismo com a participação de 28 organizações públicas e privadas

O Programa DF Inovador, realizado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e executado pela Softex, acaba de concluir a etapa de intraempreendedorismo. Seu objetivo foi selecionar e desenvolver equipes de intraempreendedores em 28 organizações e instituições públicas e privadas do Distrito Federal (DF) e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE).

Realizada com o apoio de parceiros como BRB, Sebrae-DF, Fibra, Fundação Assis Chateaubriand, CDL-DF, Sescoop, e-Goi e Alura Cursos, esta etapa contou, entre outras, com as participações de representantes da Secretaria de Economia do DF, SESI-DF, Metrô-DF, TCB e Ceasa-DF.

“A maioria das organizações participantes entrou no programa com pouca ou nenhuma experiência em inovação e cada uma tinha um contexto diferente para aplicá-la. A jornada foi muito valiosa para mostrar um passo-a-passo metodológico para se aplicar a inovação e o Intraempreendedorismo, visando desenvolver projetos conectados a estratégias maiores das organizações, explorando os talentos internos da melhor forma”, destaca Rafael Fernandes, coordenador do Programa DF Inovador na Softex.

Daniele Prandi, chefe do núcleo de desenvolvimento de Recursos Humanos do Metrô-DF, destaca que “o programa apresenta ferramentas com mentoring que permitem a qualquer organização identificar boas ideias inovadoras e testá-las no transcorrer da jornada, analisando suas vantagens, dores, caminhos alternativos, fazer um protótipo, testá-lo e, ao final, saber com exatidão o nível de esforço e complexidade necessários para a sua implantação.”

Ao longo de dois meses e meio, 124 profissionais foram capacitados, 64 horas de mentorias exclusivas realizadas e 18 eventos de capacitações exclusivas promovidos. Os conteúdos incluíram, entre outros temas, estratégia e governança da inovação, marco legal das startups e leis de inovação, desafios de intraempreendedorismo, mentalidade ágil, validação de problema, marketing e branding.

“Participar do DF Inovador nos proporcionou um tempo para pensar em inovação, desde a melhoria de processos simples aos mais complexos. O programa nos apresentou uma metodologia eficiente para caminhar e implementar a inovação na empresa de forma organizada e eficiente”, analisa Shayllon Trindade, analista em políticas públicas e gestão governamental na Secretaria de Economia do Distrito Federal.

Para Paula Freitas, da Inner 360, Instituto de Neurolinguística, empresa privada do setor educacional, a experiência foi transformadora. “Cada oficina, cada ferramenta, cada aplicação, cada atividade, convergiram para um resultado fantástico. Conseguimos perceber o que realmente faz sentido, não só para a nossa equipe, mas também para o nosso cliente, interligando todos os pontos”.

Um hub de inovação no Centro-Oeste – O Programa DF Inovador tem quatro eixos principais: intraempreendedorismo e inovação corporativa; inovação aberta com empresas conectadas ao ecossistema de Inovação; identificação de talentos para a economia digital e internacionalização.

“O maior legado desse programa é promover a cultura da inovação na região. Queremos transportar a cultura criada no Vale do Silício para cá , mas observando as nossas demandas e o perfil de nossos empreendedores, bem como mobilizar instituições públicas e privadas em relação à importância e aos benefícios oferecidos a toda a sociedade pela adoção da inovação aberta”, explica o coordenador de Tecnologia e Inovação da FAPDF, Gilmar dos Santos Marques.

A próxima etapa, com lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2022, será a chamada de Inovação Aberta e que promoverá a conexão das empresas ao ecossistema de inovação, contando com a participação de algumas organizações que estiveram na jornada de Intraempreendedorismo. Na nova etapa, dez startups serão selecionadas para receber um fomento de R$ 50 mil – cada uma – para resolver demandas do setor produtivo, administração pública e cidades inteligentes.

Com recursos da ordem de R$ 3,5 milhões e execução de 18 meses, a proposta do Programa DF Inovador é promover a inovação e a transformação digital de empresas e organizações da região, bem como desenvolver talentos conectados à nova economia digital. Ele também tem papel estratégico no esforço de transformar Brasília em uma Cidade Inteligente, iniciativa conduzida pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), com o apoio da FAP-DF e do SEBRAE-DF.

SAS realiza hackathon global e incentiva curiosidade e inovação

As inscrições para o Hackathon SAS 2022 estão abertas para todos que buscam solucionar grandes desafios globais e corporativos com IA, machine learning e cloud analytics

No coração das usinas químicas, caldeiras a todo vapor ajudam a criar produtos que usamos todos os dias, incluindo gasolina e etileno (para plásticos). No coração do software LivNSense’s Cognitive Furnace estão inteligência artificial, machine learning, streaming analytics e visualização de dados SAS, líder em analytics.

No início do ano, a startup LivNSenseTM sofisticou sua tecnologia para otimizar caldeiras industriais nos setores químico, petroquímico e metalúrgico participando do primeiro Hackathon global do SAS, em que venceu nas categorias indústria global e IoT.

“O Hackathon global SAS nos permitiu ousar e levar a nossa tecnologia Cognitive Furnace a outro nível”, disse o CEO da LivNSense, Avnish Kumar. “Dados de sensores localizados em caldeiras industriais alimentam nossa caldeira virtual de inteligência artificial para que os fabricantes possam otimizar o desempenho e reduzir consumo energético, emissões de gases do efeito estufa e a pegada de carbono. O Hackathon SAS foi uma ótima oportunidade para experimentar novas ideias e impulsionar a inovação.”

Inscrições abertas para o Hackathon SAS 2022
Em 2022, o SAS irá realizar mais uma edição de seu hackathon global – e as inscrições estão abertas. Equipes e cientistas de dados individuais, entusiastas de tecnologia e visionários podem se inscrever até o dia 15 de fevereiro, no website do Hackathon SAS. Quem se inscrever sem uma equipe será colocado em uma com outros participantes individuais com os mesmos interesses.

Como participar do Hackathon SAS
Qualquer pessoa interessada em analytics, incluindo clientes e parceiros SAS, desenvolvedores independentes, estudantes e startups podem participar do Hackathon 2022. As equipes podem incluir membros de uma ou mais organizações, assim como indivíduos que queiram se juntar a uma equipe.

Inscreva sua equipe (de duas a dez pessoas) ou inscreva-se individualmente até 15 de fevereiro de 2022.

As equipes deverão fornecer uma breve descrição de um desafio do mundo real que será trabalhado – seja uma questão corporativa ou de sustentabilidade da sociedade. Já os indivíduos deverão fornecer um pouco mais sobre seus interesses e habilidades para que sejam colocados em uma equipe que corresponda com suas intenções. Quando a inscrição for confirmada, os participantes receberão novas instruções por e-mail.

As equipes deverão se concentrar em uma ou mais das 10 categorias:

AgTech
Banking
Energia
Saúde e ciências da vida
Seguro
IoT
Manufatura
Setor público
Varejo
Telecom


Durante todo o mês de março de 2022, as equipes irão se envolver e colaborar umas com as outras e com mentores e parceiros SAS para aprimorar ideias e tecnologias. Os finalistas serão selecionados em abril e encaminhados para trabalhar com especialistas do SAS no desenvolvimento da aplicação. Os vencedores serão anunciados em um evento do SAS em 2022.

“Grandes ideias podem surgir de qualquer pessoa, em qualquer lugar. Quando entusiastas de dados se reúnem, vindos de diferentes regiões, com históricos e níveis de habilidades diversos, coisas incríveis acontecem,” disse Einar Halvorsen, líder do Hackathon Global SAS. “O Hackathon SAS é realmente um ambiente onde a curiosidade leva à inovação”.

A LivNSense foi uma das 100 equipes do mundo, durante o Hackathon 2021, que desenvolveu um projeto para melhorar a vida das pessoas, aperfeiçoar negócios e promover um planeta mais saudável. Outras equipes vencedoras usaram tecnologias como IA e machine learning, visão computacional e IoT para:
– Salvar vidas de socorristas por meio de semáforos inteligentes.
– Explorar a reciclagem de esterco (dejetos – material orgânico) de todo o país para aumentar a produção de alimentos e poupar o meio ambiente.
– Analisar os movimentos de pacientes por meio de uma sola de sapato inteligente e criar pontuação de risco para perda de equilíbrio e quedas.
– Ajudar bancos a alinhar seus portfólios com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Para saber mais sobre o Hackathon Global SAS 2021, acesse o e-book Data scientists use SAS® Viya® on Microsoft Azure to develop big innovations, que apresenta os melhores resultados obtidos pelas equipes selecionadas.

O que é um hackathon?
Durante um hackathon, as equipes participantes colaboram e competem para encontrar as melhores soluções para desafios corporativos ou humanitários usando tecnologia.

Diferentemente de muitos hackathons, em que os participantes se encontram pessoalmente durante alguns dias, o Hackathon SAS é completamente digital e muito mais do que uma competição. Antes do mês do Hackathon, as equipes têm acesso a um portal de aprendizagem e a um mentor SAS.

Ao longo do Hackathon SAS, os participantes podem explorar abordagens empreendedoras, se relacionar com colegas inovadores e testar tecnologias, como o SAS Viya. Nesse processo, as equipes criam aplicações e produtos potencialmente viáveis para o mercado, que, então, o SAS ajuda a desenvolver e comercializar.

Cosméticos, Materiais de construção e turismo são os setores que mais cresceram em vagas no 2º semestre de 2021, revela Catho

De acordo com os últimos dados divulgados pelo IBGE  (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a taxa de desemprego no País está em 13,2%. Mas as oportunidades para as 13,7 milhões de pessoas que buscam trabalho atualmente vêm crescendo. Balanço feito pela Catho, marketplace de tecnologia que conecta empresas e candidatos de forma gratuita, revela os setores que mais cresceram no segundo semestre de 2021 quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

Vagas para atuar em empresas do ramo de cosméticos foram as que mais cresceram. O setor fechou o semestre contabilizando um aumento de 253% quando comparado ao mesmo período do ano anterior.  O segundo lugar do ranking fica para as oportunidades no setor de materiais de construção que fecharam o semestre com uma alta de 167%. Completando o pódio, vagas para atuar na área de turismo e viagem registraram um crescimento de 150%.

Confira os demais setores que  registraram um aumento de 50% ou mais no último semestre:

  • Telemarketing/ Call Center: + 148%;
  • Financeiro: + 116%;
  • Açúcar e Álcool: + 87%;
  • Construção Civil: + 80%;
  • Turismo/ Hotelaria: + 71%;
  • Estética/ Academias: + 70% ;
  • Borracha:  + 68%;
  • Sindicatos / Associações / ONGs:  + 66%;
  • Academia de Esportes / Artes Marciais:  + 57%;
  • Café:  + 52% ;

Já o setor de saúde também teve um crescimento em relação ao mesmo período de 2020, quando houve um aumento significativo na busca por profissionais desse setor para auxiliar no ápice da primeira onda da pandemia de Covid-19. No primeiro semestre de 2021 vagas para atuar na área da saúde também subiram, registrando mais de 70 mil oportunidades no período. 

Vagas disponíveis

A Catho conta com mais de 335 mil vagas disponíveis para atuar em todos os setores mencionados no levantamento. Somente na área de cosméticos, a que mais cresceu no último semestre, por exemplo, foram mais de 10 mil vagas. Já nos setores de Materiais de Construção e Turismo e Viagem 6 mil e mil, respectivamente.

Já para ajudar as empresas na busca pelos melhores profissionais, a Catho tem diversas ferramentas, como a publicação de vagas grátis e soluções como o “Recrutamento Perfeito” que através de Inteligência Artificial e vários filtros, permite ao recrutador encontrar o candidato perfeito em alguns cliques, dentre os mais de  8,5 milhões de currículos cadastrados na plataforma. A Catho facilita o processo de seleção, fazendo com que ambos os lados se beneficiem e possam começar 2022 contratando e sendo contratados.

Os dados do levantamento são da base de dados da Catho com vagas para atuar em todo o País. Para se candidatar de forma gratuita para essas e mais oportunidades, basta clicar aqui.

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Comércio teve aumento de vagas de emprego em 2021

Na comparação com 2020, os meses de setembro, outubro e novembro foram os grandes destaques nas contratações, especialmente devido às datas sazonais

As oportunidades de emprego no comércio se concentraram entre os meses de setembro a novembro. As datas sazonais, como Dia das Crianças, Black Friday e Natal, foram os grandes indutores dessas oportunidades. Segundo levantamento realizado pelo Banco Nacional de Emprego (BNE), houve aumento expressivo de oportunidades de trabalho no setor de comércio neste ano em comparação ao mesmo período de 2020.

De acordo com os dados, em setembro de 2020 foram abertas cerca de 5,3 mil vagas, enquanto em 2021 foram registradas mais de 8 mil oportunidades no segmento. Em outubro de 2020, foram 5,9 mil frente a 6,7 mil do mesmo período de 2021. Em novembro, o ano de 2021 registrou 6 mil oportunidades diante de 5,7 mil do ano anterior.

O gerente de negócios do BNE, José Tortato, explica que o aumento das vagas no comércio está relacionado à retomada das atividades. “Em 2020, havia uma insegurança maior devido à pandemia. Muitas pessoas preferiram realizam suas compras online, sem precisar sair de casa. Dessa forma, o comércio seguiu cauteloso em relação às contratações”, explica.

Tortato comenta ainda que, neste ano, com a vacinação e a recuperação das atividades econômicas, as oportunidades de emprego estão se aquecendo novamente.

“Temos observado que, nos últimos meses, houve uma busca maior de oportunidades de trabalho no setor de comércio por conta da retomada das atividades e da força das datas sazonais. Acreditamos que o ano se encerre com grande destaque para o comércio”, diz Tortato.

Estudo estima investimentos de mais de US$ 4 bilhões em infraestrutura de telecomunicações no Brasil até 2030

A crise no setor de saúde gerou uma mudança radical em nossos padrões de consumo de dados e uso das tecnologias de informação e comunicação.  A pandemia, além de aprofundar as diferenças sociais e econômicas, expôs as consequências nefastas da falta de desenvolvimento tecnológico e de infraestrutura digital na região. De acordo com um recente estudo feito pela consultoria internacional SmC+ Digital Public Affairs, a pedido da American Tower, empresa líder global em infraestrutura de telecomunicações, apenas no Brasil, o investimento em infraestrutura de telecomunicações deve ser de mais de US$ 4 bilhões até o ano de 2030.

O relatório “Novas dinâmicas da gestão da infraestrutura de telecomunicações na América Latina”, mostrou que o país lidera o ranking que aponta a necessidade de US$ 17 bilhões em investimentos em toda a região. Depois, aparecem México, com pouco mais de US$ 3 bilhões, Peru, com US$ 2,2 bilhões, e Colômbia, com US$ 870 milhões. Esses investimentos serão fundamentais para que as novas tecnologias tenham um acesso massivo, sem assimetrias, e consigam ampliar seu impacto econômico. 

De acordo com a pesquisa, estima-se que será necessária a implantação de mais de 240 mil novos sites de telecomunicações no Brasil até 2030. Se considerarmos toda a América Latina, esse valor chega a 550 mil novos sites – quadruplicando o parque atual -, motivado principalmente pela demanda por novos serviços de internet, a necessidade de acabar com o gap digital e a chegada da tecnologia 5G na região.

Com a crescente demanda por conectividade e a necessidade das operadoras de ampliar sua cobertura e reduzir custos de implantação, empresas independentes de infraestrutura vêm ganhando espaço na região, já possuindo mais de 50% do parque de sites  graças a modelos mais eficientes e sustentáveis, que permitem que diferentes operadoras de serviços de telecomunicações implantem seus ativos nas mesmas instalações, reduzindo seus custos e gerando múltiplos benefícios adicionais, inclusive urbano e ambiental. “Com um crescimento de 10% na participação de mercado das empresas independentes de infraestrutura até 2030, poderíamos esperar um aumento mais do que proporcional no nível de compartilhamento de sites, da ordem de 16% nesse mesmo período”, disse Sebastián Cabello, ex-chefe da GSMA para a América Latina e CEO da SmC+ Digital Public Affairs.

No entanto, uma série de barreiras que limitam a implantação desse tipo de infraestrutura na região também precisa ser considerada. “O governo federal tem autonomia para legislar sobre telecomunicações. Contudo, compete aos municípios legislar sobre o uso e ocupação do solo, necessário à instalação de infraestrutura para telecomunicações. E na maior parte dos municípios brasileiros, a legislação para instalação de infraestrutura para telecomunicações”, explica Emerson Hugues, Diretor Geral da American Tower do Brasil. “Isso deve tornar-se mais crítico com o avanço do 5G e a necessidade de instalação de antenas ao longo dos próximos anos, para os quais será necessária maior coordenação e processos mais ágeis”, acrescenta.

O documento recomenda que as autoridades em diferentes esferas governamentais colaborem e coordenem-se entre si para promover a previsibilidade nos processos de aprovação para a instalação desses sites e torres. O empoderamento dos órgãos reguladores e o alinhamento dos governos locais com base no consenso serão fundamentais, não só para a implantação da infraestrutura de telecomunicações, mas também para a transformação digital da região.

RZK Energia capta R$ 56 milhões para investir em fontes renováveis

A RZK Energia, empresa brasileira que constrói e opera plantas no mercado de geração distribuída, autoprodução e mercado livre por meio de fontes de energia limpa, anuncia sua nova captação de R$ 56 milhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) no mercado de capitais. A operação foi estruturada e coordenada pelo Inter, por meio da Inter DTVM.

Os recursos levantados via a emissão de CRIs serão destinados para o financiamento da construção de usinas fotovoltaicas. A operação tem o prazo de 10 anos e taxa equivalente a IPCA + 7,7% ao ano.

A operação contou com o parecer independente da Sitawi, uma organização especialista na análise da performance socioambiental de empresas e instituições financeiras, e segue os Green Bonds Principles, um conjunto de especificações para papéis de dívida emitidos para financiar projetos com benefícios ambientais.

“Nossa visão é de longo prazo, firmes em nosso propósito em transformar o setor elétrico por meio de ativos de geração sustentáveis, no sentido amplo da palavra: desde estruturação do projeto, construção, operação, financiamento, relações com stakeholders, com sócios, enfim, com toda a cadeia de investimentos para continuarmos crescendo no setor”, afirma Luiz Serrano, sócio e diretor da RZK Energia.

Desde sua criação, em 2017, empresa já levantou cerca de R$ 187 milhões no mercado de capitais e R$ 200 milhões em operações de crédito com bancos. Os valores são investidos nos projetos de longo prazo com empresas de telecomunicações e varejo, além de contratos nos mercados livre e regulados.

“Para o Inter, este é um importante passo no fomento de investimentos sustentáveis. É também um avanço na nossa jornada ESG, em que buscamos incentivar veículos que gerem externalidades positivas para o meio ambiente e para a sociedade”, afirma Christiano Rohlfs Coelho, Head de Sustentabilidade do Inter.

Inspirado pela sigla ESG (Environmental, Social and Governance), o Inter incluiu a dimensão financeira e instituiu os pilares FASG (Financeiro, Social, Ambiental e Governança), que direcionam sua estratégia de sustentabilidade junto à sua materialidade. O investimento sustentável, um dos temas da materialidade do Inter, potencializou a captação da RZK Energia e fortalece ainda mais a área de mercado de capitais da instituição, que coordenou uma série de emissões ao longo do ano. “Esta operação verde é um exemplo de integração das iniciativas FASG nas linhas de negócio do Inter rumo ao desenvolvimento sustentável”, completa Coelho.

Expansão das usinas de energia limpa

Das fontes renováveis, um dos principais atributos positivos é a Redução de Emissões de Gases do Estufa (GEE), pois os projetos renováveis evitam o despacho de fontes térmicas no Sistema Interligado Nacional (SIN), assim como evita a emissão de metano (CH4), nos projetos de Geração com Biogás de Aterro Sanitário. Redução de Emissões é um dos principais itens monitorados pelos fundos e gestoras de investimentos.

A RZK Energia conta oito usinas em operação, sendo três de biogás, uma hidrelétrica e outras três solares. Ao todo, possuem capacidade de 150 MW. Até o final de 2021, a previsão é entregar mais nove usinas solares e mais uma de biogás. Com a inauguração das novas plantas até o final do primeiro trimestre de 2022, chegarão a 29 usinas.

“Devemos consolidar nossa presença no mercado de biogás, atingindo já no próximo ano 43 megawatts (MW). Já em energia solar, daqui dois ou três anos, devemos alcançar 240 megawatts (MW) a partir de usinas construídas e operadas pela RZK. E nas operações e projetos greenfield consideramos principalmente o mercado de capitais como fonte de financiamento, sendo que a maioria conta com SPO de terceira parte”, diz Serrano.

Com o aumento do número de usinas, a RZK Energia se prepara para atender a demanda crescente do mercado por fontes de energia limpa e com valores mais acessíveis. Segundo o diretor, a tendência é que cada vez mais os clientes busquem esta transição por conta da redução de gastos e por precisarem se posicionar frente às necessidades de gestão de riscos, além de tornar claro aos diferentes públicos as opções para o consumo de energia. “A sociedade cobra cada vez mais das empresas e do setor público informações sobre aspectos socioambientais e de governança corporativa. Investidores e consumidores querem clareza e acesso às informações”, finaliza Serrano.