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Eleições 2018: entenda como funciona o aplicativo e-título, lançado pelo TSE

Há pouco mais de duas semanas para o primeiro turno das eleições no país, que será no dia 07 de outubro, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre o aplicativo e-título, lançado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em dezembro do ano passado. A iniciativa que será adotada em todo o país, permitirá aos eleitores acessarem uma via digital do título eleitoral por meio do seu smartphone ou tablet.

Todos os cidadãos podem utilizar o aplicativo, desde que não haja nenhuma pendência com a Justiça Eleitoral. Segundo o advogado Luis Roberto Alcoforado, da Alcoforado Advogados Associados, a principal função e vantagem do aplicativo é a dispensabilidade de portar o título de eleitor (documento físico) ao exercer o papel principal como cidadão do Estado Democrático de Direito.

“Além do mais, o software permite que os dados eleitorais do eleitor permaneçam, em tese, sempre seguros e disponíveis, em razão do aparelho celular ter alcançado o status de extensão do corpo humano”, comenta o especialista.

No caso da utilização da tecnologia por quem já fez a biometria, o advogado esclarece que, para quem já fez o cadastro biométrico, basta se cadastrar no aplicativo e estar portando o smartphone no dia do pleito. “Já para quem não fez, é necessário que, no dia da eleição, esteja portando um documento oficial com foto”, explica.

O e-título também permite ao cidadão acessar outras funções relevantes como: o local de votação, além do sistema operacional oferecer a opção ao usuário de como chegar até o seu domicílio eleitoral da melhor forma; dados de cadastro biométrico; certidão de quitação eleitoral e certidão criminal.

O especialista faz ressalvas sobre o uso desse tipo de iniciativa. “O aplicativo responde de forma vagarosa. Diversas vezes, não é possível acessá-lo. Portanto, acredito que na hora da votação, se as falhas não forem reparadas, enfrentaremos, possivelmente, grandes filas, devido à falta de capacidade da rede do aplicativo gerenciar diversos aparelhos móveis simultaneamente”, conclui o advogado Luis Roberto Alcoforado.

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500 Startups tem nova diretora de operações no Brasil

A 500 Startups, fundo global de venture capital de early stage sediado em São Francisco, nos Estados Unidos, anuncia Itali Pedroni Collini como nova Diretora de Operações no Brasil. A economista e empreendedora chega à organização com a missão de fortalecer a presença da 500 Startups no País e dar suporte não apenas ao portfólio brasileiro, que conta com mais de 40 startups, mas também a todo o ecossistema nacional, conectando fundadores, investidores e corporações ao Vale do Silício e aos recursos e redes globais.

“A Itali tem um perfil muito completo. Ela tem habilidades analíticas para apoiar as atividades de investimento no Brasil; uma mente estratégica para o desenvolvimento de negócios e busca de novas oportunidades para que a 500 Startups colabore com outros atores do ecossistema; e uma experiência na construção de comunidades”, destaca a Managing Partner da 500 Startups, Bedy Yang.

Já Ana Paula González, Head da 500 Startups Miami, a quem Itali responderá diretamente, lembra que em Miami está sendo construído o novo hub de aceleração e inovação da 500 Startups para aproximar o Vale do Silício da América Latina e um dos objetivos da executiva será identificar negócios atrativos para o fundo global de venture capital de early stage no País.

“Nós esperamos que a Itali ajude o portfólio atual com oportunidades de crescimento, que ela continue a identificar grandes founders para 500 Startups investir, que ela encontre novas oportunidades para apoiarmos investidores em treinamentos com nível Vale do Silício e empresas em suas transformações digitais e estratégias de inovação”, afirma Ana.

Empolgada com o novo desafio, Itali garante estar motivada por, ao menos, dois motivos: “Primeiro porque se trata de uma organização que já investiu em mais de 2.000 startups em mais de 60 países e em 5 continentes do planeta, o que mostra o potencial em escala da sua atuação. Somente no Brasil a 500 Startups já investiu em mais de 40 startups e conta com excelentes cases, como ContaAzul e VivaReal, que valem hoje mais de US$ 100 milhões cada uma. Segundo porque tem um dos programas de aceleração mais respeitados do mundo e vê no ecossistema brasileiro uma grande oportunidade de desenvolvimento em rede global”.

Economista por formação, Itali Pedroni Collini já atuou no mercado financeiro, em consultorias e negócios de impacto. “Ao longo da minha carreira também empreendi projetos próprios, como o GENERA – Núcleo FEA USP de Pesquisa em Gênero, Raça e Sexualidade e a Incluser, uma startup de diversidade e inclusão. Essa experiência híbrida entre finanças, empreendedorismo e impacto social me permitiu entender o grande potencial da 500 Startups no Brasil”, analisa a Diretora de Operações da 500 Startups no Brasil.

Segundo a economista, como fundo de venture capital e aceleradora, a organização se destaca entre as tradicionais, já que 67% da gerência da 500 Startups é composta por mulheres. “Dos últimos 5 batches de aceleração 27% das startups tinham mulheres como fundadoras e 44% dos founders de todo portfólio são de minorias raciais, consequência da presença global da 500”, lembra.

Além disso, ressalta Itali, os escritórios da organização têm sala de amamentação e há programas de bolsas para investidores subrepresentados no VC Unlocked, o curso para investidores da 500 em parceria com Stanford e Berkeley. “Essas características da 500 Startups tem um encaixe ótimo com meus valores e acredito que minha experiência pode contribuir para intensificar o trabalho de diversidade e inclusão no ecossistema empreendedor brasileiro”, conclui.

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Agricultura de precisão e segurança da informação: aliança fundamental para o sucesso do negócio

Por Arley Brogiato, country manager da SonicWall Brasil

O campo é, hoje, a vanguarda da economia e da inteligência brasileira. Responsável por 23,5% do PIB em 2017, o agronegócio é rentável, produtivo e não para de crescer. Esse setor vive uma evolução silenciosa: a busca pela gestão plenamente automatizada. Segundo pesquisa realizada em 2017 pela ESALQ (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), 45% do setor rural brasileiro já usa métodos e tecnologias de agricultura de precisão em suas lavouras. Isso equivale a 9 milhões de hectares cultivados a partir desse conceito. A agricultura de precisão permite uma exploração mais racional dos processos produtivos, promovendo a otimização do uso dos insumos, o aumento da lucratividade e a minimização dos impactos ambientais. É a agricultura de precisão que, acredita a FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), permitirá que o mundo produza 70% a mais de alimentos até 2050.

Uma meta como essa só é atingida por meio de disrupções: a digitalização do agronegócio é um caminho sem volta, que exige que o empresário compreenda tanto os benefícios como os desafios deste salto.

Um dos pontos críticos é garantir a segurança da informação que dinamiza este setor.

O alvo do criminoso digital são ativos de informação ou, então, vulnerabilidades da infraestrutura de rede. O resultado da ação criminosa pode ser o roubo de propriedade intelectual ou a indisponibilidade dos ativos físicos do agribusiness.

Entre os ativos de informação destacam-se aplicações de gestão empresarial que percorrem todos os processos do agronegócio. Essa visão inclui, também, dados extraídos de sensores IoT (Internet das Coisas); outro ponto estratégico é o ambiente de colaboração e correio eletrônico. O agronegócio já conta, também, com sofisticadas plataformas de BigData, Analytics e Inteligência Artificial. As empresas do setor utilizam, também, aplicações de robótica presentes em drones, entre outros dispositivos.

A agricultura de precisão demanda um ambiente de TI em que, quanto maior a quantidade de dados coletados, processados e analisados, mais acertado será o diagnóstico sobre como aumentar a produtividade e a rentabilidade do negócio.

Esse tesouro de informações é, também, o alvo de criminosos digitais.

O Brasil está na rota de um número sem precedentes de ataques originados de qualquer parte do mundo. É o que aponta o SonicWall Security Center, plataforma mantida pela SonicWall que monitora em tempo real ciberataques em todo o mundo. O papel econômico do agronegócio no Brasil coloca as empresas do setor no radar dos cibercriminosos.

Ransomware

O SonicWall Security Center mostrou que, em março de 2018, apenas no Estado de São Paulo, foram registrados mais de 3 milhões de ataques de ransomware direcionados para empresas neste Estado. É bom lembrar que, em 2016, 19,3% do faturamento do setor nacional de agronegócios veio de corporações localizadas no Estado de São Paulo. Fica claro, portanto, que se São Paulo é uma região sob o ataque de criminosos virtuais, isso pode atingir grandes players do agribusiness. Se assumirmos que outros Estados se valem dos centros de dados localizados em São Paulo, é possível que esse cenário tenha alcance nacional.

Uma resposta objetiva a esse desafio é adotar firewalls de próxima geração que integrem diferentes camadas de proteção. Isso inclui técnicas avançadas como sandbox – solução que protege a empresa do campo contra ataques avançados e persistentes e chega a bloquear ataques contra processadores. Esse tipo de plataforma tem de ser capaz de ser atualizado online, em tempo real, além de oferecer recursos de implementação e gerenciamento que reduzam os custos de propriedade desse ambiente.

Indisponibilidade

O agronegócio brasileiro realiza negócios via Web – e isso pode ser, também, um alvo para os criminosos digitais. Os ataques muitas vezes visam a indisponibilidade não apenas de centros de dados ou servidores, mas, também, de dispositivos inteligentes (IoT) ou dispositivos móveis como smartphones e tablets. Esses dispositivos móveis são usados no campo para captura de dados.

As grandes extensões geográficas das maiores empresas do setor tornam essencial que o usuário em movimento consiga, com desempenho e com segurança, acessar, por meio de dispositivos móveis, as aplicações que fazem o negócio girar. Dentro deste quadro, passa a ser fundamental centralizar a gestão dos recursos de segurança: estas tecnologias devem ser implementadas e gerenciadas com o menor esforço e custo o possível e sem demandar o deslocamento de especialistas de TI e segurança a locais remotos da propriedade.

Violação de dados

As empresas do agronegócio no Brasil competem na arena global e a inteligência de suas aplicações e os dados produzidos são fortes diferenciais. Por meio de violações de dados, cibercriminosos podem roubar essa propriedade intelectual.

A luta contra esse tipo de ataque exige que se utilizem soluções com diversas camadas de segurança. Levando-se em conta que, hoje, mais de 70% do tráfego seja criptografado, não ter recursos ativos para inspecionar este tipo de tráfego é fechar os olhos para um abismo de pragas eletrônicas e códigos maliciosos. Essas ameaças usam criptografia para se camuflar e invadir, às vezes durante meses, recursos computacionais (redes e sistemas).

Phishing

Profissionais de empresas de agribusiness usam como base de suas interações plataformas de correio eletrônico. Os dados colhidos e analisados pelo SonicWall Security Center indicam que o Brasil figura entre os países com maior incidência de Spam e Phishing. A estratégia de operação dos criminosos digitais é gerar e-mails carregados de códigos maliciosos. No caso de Phishing, a resposta é aliar tecnologias como soluções de proteção de e-mail e acesso remoto seguro a inovadoras estratégias de treinamento dos usuários.

O setor de agronegócios é estratégico para o Brasil e para o mundo. A transformação trazida pela agricultura de precisão vai muito além da tecnologia – profundas mudanças culturais têm de acontecer para essa transição ser feita. Ainda assim, na era da digitalização da economia, não há como fugir do fato de que TI e segurança de TI são insumos essenciais para o sucesso do agribusiness.

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App da Hoteis.com mostra como planejar viagens por comandos de voz

De acordo com o Hoteis.com™ Mobile Travel Tracker*, atualmente quase um quarto (ou 22%) dos viajantes ao redor do mundo usa comandos de voz para buscar e reservar viagens. Aproveitando essa tendência, a Hoteis.com passou a ser uma das primeiras empresas de viagens a incorporar os Atalhos da Siri® no seu app, como parte do lançamento desse recurso para o iOS12.

Com 70 milhões de downloads do aplicativo no mundo, a Hoteis.com vai disponibilizar esse novo recurso de atalho em 90 países e territórios, em 40 idiomas. Os clientes da Hoteis.com só precisam abrir as suas reservas no app, clicar no botão “Adicionar à Siri” e gravar um comando de voz relativo à sua estadia.

Quando chegarem aos seus destinos e quiserem saber o endereço do hotel, ver a localização no mapa ou encontrar o horário do check-in, os clientes devem apenas repetir o comando de voz nos Atalhos da Siri para abrir as reservas no app da Hoteis.com.

“Quantas vezes chegamos a um aeroporto com as mãos cheias de bagagem e não conseguimos imprimir nem encontrar o e-mail de confirmação da reserva? Agora a chave é a nossa voz! Com os Atalhos da Siri no app da Hoteis.com, você tem todas as informações que precisa com apenas um comando de voz, sem nenhum estresse ou complicação”, explica Daniel Craig, Vice-Presidente do Departamento de Mobile da Hoteis.com. “O uso de comandos de voz no planejamento de viagens é uma tendência crescente e este é o recurso perfeito para os viajantes de hoje, que necessitam de informações imediatas nas pontas dos dedos, ou melhor, na ponta da língua!”, completa Craig.

O premiado app da Hoteis.com é um dos mais bem avaliados (+ de 4,5 estrelas) nas lojas da Apple e Android. Disponível para download em dispositivos iOS e Android, o nosso app é a maneira mais fácil de reservar as suas viagens. Além disso, você ganha descontos na hora e diárias grátis para futuras estadias.

*Comissionada pela Hoteis.com, em outubro e novembro de 2016, a One Poll conduziu a pesquisa Mobile Travel Tracker com 8.377 entrevistados de 28 países.

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Hughes investe em desenvolvimento profissional

A Hughes, líder mundial em telecomunicações via satélite, investe em desenvolvimento profissional por meio de incentivo à educação com aporte financeiro em cursos de especialização, língua estrangeira (inglês e espanhol), MBAs, mestrados e até mesmo cursos de graduação. Essa iniciativa faz parte do compromisso da empresa de manter seu time em constante atualização profissional, capacitado e preparado para os desafios e o futuro, e, acima de tudo, engajado e motivado nos projetos pessoais e profissionais na Hughes.

“Mesmo em um momento de instabilidade econômica, a Hughes aumentou em 80% seu quadro de funcionários, desde o lançamento da unidade de negócios residenciais em 2016. Isso mostra o quanto estamos apostando em capital humano como força motriz da companhia”, afirma Rafael Guimarães, presidente da Hughes no Brasil.

Nos escritórios da empresa há aulas de inglês com professores contratados pela área de Recursos Humanos para todos os colaboradores que têm interesse em aperfeiçoar o idioma. Essa é uma forma de apoiar aqueles que querem iniciar o estudo da língua ou para quem deseja se manter atualizado e preparado para posições nas quais o idioma é necessário. Para quem prefere estudar em escolas, fora do escritório, a Hughes também subsidia parte dos custos.

Para se candidatar a algum curso externo, o funcionário precisa contar com pelo menos um ano de atuação na Hughes e apresentar desempenho elevado. “Oferecemos subsídios financeiros para que o funcionário possa se desenvolver dentro da companhia, por meio de cursos de médio e longo prazo, de acordo com as competências requeridas pela empresa e o plano de desenvolvimento acordado”, comenta Valeria Motta, diretora de RH da Hughes.

Alessandro Silva, gerente de serviços de campo para o negócio de banda larga residencial, foi contemplado com esse subsídio para a realização do mestrado profissional em gestão para a competitividade, na FGV. No decorrer do mestrado, Alessandro realizou intercâmbio na Egade Business School, no Tecnológico de Monterrey, na cidade do México, e na Pontifícia Universidade Católica do Chile, em Santiago. Posteriormente, também foi selecionado para realizar um curso de pós-graduação no MIT, impulsionando ainda mais seu conhecimento e experiência.

“Graças à oportunidade de cursar o mestrado na FGV é que tive acesso a essas universidades internacionais. O apoio da empresa foi fundamental em todo o processo, não apenas com o subsídio do mestrado, mas também com a carta de recomendação para que eu fosse aceito no MIT. Tenho procurado aplicar o conhecimento adquirido aqui na empresa, além de compartilhar a experiência vivida com meus colegas de trabalho. A Hughes é uma empresa que tem visão de longo prazo e por isso investe em seus funcionários”, ressalta Silva.

Sidnei Pereira, que hoje ocupa o cargo de gerente de pré-vendas da Hughes no Brasil, começou na empresa em 2008, como estagiário da área de produtos. A partir de então galgou posições estratégicas na companhia, desenvolveu-se profissionalmente e recebeu apoio financeiro para realizar um MBA voltado a administração de empresas na FGV.

“Realmente a empresa se preocupa com a qualificação e o desenvolvimento de seu quadro de colaboradores e sempre está investindo para que sejamos cada vez mais qualificados. Fiz cursos de redes IP, de rede satélite, de plataforma de satélite nos EUA, de inglês e espanhol, tudo porque a Hughes acreditou em mim como profissional e me ofereceu a oportunidade de crescer e fazer parte de uma gigante de telecomunicações”, afirma Pereira.

A Hughes é a única prestadora de serviços gerenciados via satélite que utiliza tecnologia própria em suas operações e também o principal fornecedor mundial de serviços de satélites de banda larga, produtos e soluções de redes gerenciadas. Com 50 anos de atuação no Brasil, a companhia americana chegou ao País em 1968 e foi a responsável pela venda dos primeiros satélites de telecomunicações brasileiros.

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Operadoras de telecomunicações demonstram como a conectividade beneficia a sociedade no Futurecom 2018

O espaço Telco Transformation na área de exposição da 20ª edição do Futurecom – maior e mais importante evento de tecnologia e telecomunicações da América Latina , que será realizado pela Informa Exhibitions entre 15 e 18 de outubro no São Paulo Expo, em São Paulo (SP) – será dedicado a demonstrações de soluções e produtos que as operadoras brasileiras consideram relevantes para os desafios da transformação digital, tema central do Congresso Futurecom que, além de contar com os presidentes de todas as operadoras, terá o Chief Data Officer do Grupo Telefónica, Chema Alonso, apresentando a estratégia mundial da empresa. Com expectativa de receber 18 mil visitantes & uacute;nicos neste ano, o Futurecom tem o objetivo principal de demonstrar como os recursos que a tecnologia e a conectividade – esta proporcionada pela infraestrutura das operadoras de telecomunicações – vão solucionar as demandas da sociedade daqui para frente, tanto do ponto de vista de negócios quanto na melhoria da qualidade de vida da população.

De acordo com Hermano Pinto, diretor de portfólio da Informa Exhibitions e responsável pelo Futurecom, as soluções tecnológicas, a Inteligência Artificial e a hiperconectividade disponíveis já são capazes de antecipar a resolução de problemas antes mesmo que eles existam. “No espaço Telco Transformation, inserido no centro do pavilhão de exposições do Futurecom, o visitante poderá conferir novas soluções e serviços que as operadoras de telecomunicações oferecerão a seus clientes, cada vez mais imersos em um ambiente disruptivo.” Telco Transformation terá demonstrações práticas da velocidade de conexão e das possibilidades da 5G.

“Nesta edição comemorativa de 20 anos, o Futurecom reflete agora o ecossistema de Transformação Digital que vai mostrar como blockchain, inteligência cognitiva e artificial, machine learning, realidade virtual e aumentada, cidades inteligentes, segurança de dados, big data e analytics proporcionam novas experiências que irão impactar as relações na Economia 4.0”, segundo Hermano Pinto. O evento está renovado pela sua organizadora, Informa Exhibitions, e terá espaços destinados a expor aplicações que envolvem diretamente a conectividade que depende da infraestrutura de conectividade. É o caso, por exemplo, da área que reserva demonstrações de Internet das Coisas ou o Espaço Redes – exposição de empresas com foco em redes, serviços, integração e fornecedores de infraestrutura e equipamentos auxiliares. Outra área é o Futuretech, um ambiente desenvolvido especialmente para mostrar as tecnologias que impulsionam a disrupção e a forma de fazer negócios. As startups, as aceleradoras e o meio acadêmico terão o espaço Inovação, contanto com um ambiente especialmente criado para ajudá-los em mentoria, dinâmicas, hackathons e busca de investidores.

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IBM dá um passo importante para abrir a chamada ‘caixa-preta’ da inteligência artificial

A IBM apresentou hoje uma nova tecnologia que dá às empresas mais transparência nos modelos de Inteligência Artificial (IA).

O novo serviço de software, disponível na nuvem, com novos recursos de confiança e transparência, dá visibilidade sobre os parâmetros que a IA usa para chegar às recomendações e detecta automaticamente vieses no momento em que os sistemas estão em execução. Para apoiar a adoção de projetos em IA, a companhia irá disponibilizar para a comunidade open source ferramentas e materiais de educação para incentivar a colaboração global em torno do gerenciamento do viés na IA.

Resultados de uma nova pesquisa do Institute for Business Value da IBM revelam que, enquanto 82% das empresas estão considerando implementações de IA, 60% ainda temem problemas de responsabilidade e compliance e 63% não possuem habilidades internamente para gerenciar com confiança a tecnologia.

“A IBM liderou o setor ao estabelecer princípios de transparência para o desenvolvimento de novas tecnologias de IA”, disse Beth Smith, General Manager para Watson AI na IBM. “É hora de traduzir princípios em prática. Estamos dando nova transparência e controle às empresas que usam inteligência artificial e enfrentam o maior risco potencial de qualquer tomada de decisão incorreta”.

A tecnologia é executada na IBM Cloud e ajuda as organizações a gerenciar sistemas de inteligência artificial de uma ampla variedade de players do setor. IBM Services também trabalhará com as empresas para ajudá-las a aproveitar o novo serviço de software.

Visibilidade nas decisões de IA – Como a tecnologia funciona

Os novos recursos de Confiança e Transparência da IBM trabalham com modelos construídos a partir de uma grande variedade de estruturas de machine learning e ambientes construídos com inteligência artificial, como Watson, Tensorflow, SparkML, AWS SageMaker, and AzureML. Isso significa que as organizações podem aproveitar esses novos controles para a maioria dos códigos de IA e demais plataformas utilizadas por outras empresas que atuam neste mercado.

O serviço de software pode ser programado para monitorar os fatores de decisão de qualquer workflow de negócio, podendo ser personalizado para o uso específico das organizações. Além disso, ele é totalmente automatizado e explica a tomada de decisões ao longo da execução. É importante ressaltar que também recomenda automaticamente que dados sejam adicionados ao modelo para ajudar a atenuar qualquer tendência de viés detectada.

As explicações são fornecidas em termos fáceis de entender, mostrando quais fatores ajustaram a decisão em uma direção versus outra, apontando a confiança na recomendação e os fatores por trás dessa confiança. Além disso, os registros de precisão, desempenho, equidade do modelo, e a linhagem dos sistemas de inteligência artificial são rastreados e direcionados para atendimento ao cliente, por motivos regulatórios ou de conformidade – tais como o cumprimento da GDPR.

Todos esses recursos são acessados por meio de painéis de controle visuais, dando aos usuários de negócios a capacidade sem precedentes para compreender, explicar e gerenciar decisões indicadas por IA e reduzir a dependência de habilidades específicas desta tecnologia.

A IBM também está disponibilizando novos serviços de consultoria para ajudar as empresas a projetar processos de negócios e interfaces entre inteligência artificial e humanos para minimizar ainda mais o impacto do viés na tomada de decisões.

Capacitando a comunidade de código aberto para construir uma IA mais justa

Além disso, IBM Research está disponibilizando para a comunidade de código aberto o toolkit de ferramentas AI Fairness 360, que consiste em uma biblioteca de novos algoritmos, códigos e tutoriais que fornecerá aos acadêmicos, pesquisadores e cientistas de dados ferramentas e conhecimento para integrar detecção de preconceito, enquanto constroem e implementam modelos de machine learning.

Embora outros recursos de código aberto tenham se concentrado apenas na verificação de viés nos dados de treinamento, o toolkit de ferramentas IBM AI Fairness 360 criado pela IBM Research ajudará a verificar e atenuar o viés nos modelos de IA. Com isso, convidamos a comunidade global de código aberto a trabalhar em conjunto para promover a ciência e facilitar a abordagem do viés na IA. Mais detalhes sobre a tecnologia podem ser lidos neste link.

Estudo revela prioridades e obstáculos para a implementação de IA convencional

De acordo com o estudo recente da IBM com cinco mil executivos sênior, o IBM Institute for Business Value AI 2018 Report, há uma mudança significativa na forma como os líderes de negócios analisam o potencial da IA para impulsionar o valor comercial e o crescimento da receita.

Entre as principais descobertas:

– 82% das empresas e 93% das empresas de alto desempenho estão considerando ou avançando na adoção da IA com foco na geração de receita.

– 60% temem questões relacionadas a confiança e 63% não possuem as habilidades para aproveitar o potencial da IA.

– Os CEOs percebem o maior valor da adoção da IA em TI, segurança da informação, inovação, atendimento ao cliente e gerenciamento de riscos.

– A adoção da IA é maior e provavelmente acelerará mais rapidamente em setores mais digitalizados, como os serviços financeiros.

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Maturidade em Inteligência de Negócios

Por Urair de Oliveira

O mercado atual exige que gestores utilizem ferramentas cada vez mais poderosas e confiáveis para apoiar o processo de tomada de decisão em todos os níveis de gestão da empresa, seja estratégico, gerencial ou operacional, com o objetivo de mantê-la ainda mais competitiva.

Uma tecnologia fundamental para apoiar o gestor em tomadas de decisões eficazes e no desenvolvimento do planejamento estratégico é o Business Intelligence, também conhecido como Inteligência de Negócios, ou como é popularmente conhecido: BI.

Por meio de indicadores, o BI tem a capacidade de fornecer informações com visões macro e micro detalhadas da empresa, além de identificar tendências através de análises preditivas e evidenciar problemas operacionais e gerenciais até então ocultos.

Para a empresa passar a interpretar as informações fornecidas pelo BI, conceitos e processos precisam estar bem definidos e disseminados na rotina da empresa. Cada passo dos processos de negócio precisa estar desenhado, os indicadores de desempenho definidos e as tecnologias precisam suportar a extração de dados de diferentes fontes, ou seja, planilhas, arquivos de texto, múltiplos banco de dados relacionais e não-relacionais, páginas web, arquivos remotos etc.

Após a implantação do BI na empresa e da incorporação da leitura dos seus indicadores na rotina diária dos seus gestores, fica evidente a importância desta ferramenta e o ganho significativo nos resultados financeiros e operacionais.

Resultados reais para o seu negócio

Dentre as inúmeras vantagens que o Business Intelligence pode trazer para um negócio, podemos destacar:

1. Coleta, análise e interpretação de dados de forma rápida, segura e automatizada.

2. Integração de relatórios diretamente com diferentes Bancos de Dados.

3. Aumento da produtividade de análise com a geração automática de painéis.

4. Mobilidade: Consulta dos dados através de dispositivos móveis.

5. Análises detalhadas, amparando ações ágeis, pontuais e corretivas, visando o planejamento estratégico da empresa.

6. Previsibilidade: Verificação de tendências para ações assertivas com base na sua inteligência de mercado.

7. Identificação de problemas operacionais e de gestão.

Diante das vantagens trazidas pelo BI ao ser implementado, em qual momento de maturidade de Inteligência de Negócios a sua empresa está? Para analisar e mensurar o nível de maturidade em Business Intelligence, analise os itens abaixo de cada etapa e identifique em qual posição a sua empresa se encaixa.

Independente de quais forem os seus resultados, é possível evoluir no gráfico de desempenho escolhendo um parceiro de tecnologia para apoiar na construção dos KPI’s (indicadores), na realização da análise de processos operacionais, na definição da melhor ferramenta de ETL e na escolha – sem levantar bandeiras – da melhor ferramenta de Business Intelligence para o seu negócio, além de realizar todo o mapeamento de como deve ser construído até a implantação, treinamento e acompanhamento do uso pelos gestores.

Urair de Oliveira, analista de business intelligence da AMcom, companhia de Tecnologia da Informação especializada em desenvolvimento customizado, sustentação de sistemas, consultoria e alocação de profissionais.

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Equinix anuncia a segunda edição do Global Interconnection Index

As empresas de todos os setores vêm apresentando uma aceleração significativa por conta da transformação digital. Como parte desta transição, as pessoas, softwares e máquinas criam e consomem dados, cada vez mais rapidamente e nos mais variados locais, acarretando em um desequilíbrio que leva empresas a recorrerem à Interconexão privada e direta para resolver seus desafios de integração. De acordo com o Global Interconnection Index Volume 2 (GXI Vol. 2), estudo de mercado publicado anualmente pela Equinix, a Interconexão, ou troca de tráfego direto e privado entre os principais parceiros de negócios, está se tornando ferramenta ideal para as empresas operarem no mundo digital atual. O estudo de mercado analisa, com abrangência global, a troca de tráfego.

Segundo as projeções, em 2021, a Velocidade de Interconexão provisionada para esta finalidade deve chegar a mais de 8.200 terabits por segundo (Tbps) em capacidade, ou o equivalente a 33 zettabytes (ZB) de troca de dados por ano, um aumento radical em relação à projeção do ano anterior e 10 vezes a capacidade projetada de tráfego de internet1. Isso representa uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) significativa no período de cinco anos, alcançando 48%, quase o dobro da CAGR esperada de 26% do tráfego IP global.

“As tendências mais relevantes em nível macroeconômico, tecnológico e regulatório estão convergindo para formar uma Era sem precedentes em termos de complexidade e risco, forçando a integração dos mundos físico e digital”, declarou Sara Baack, Chief Marketing Officer da Equinix. “O GXI Vol. 2 revelou que as empresas estão resolvendo suas crescentes necessidades digitais, conectando-se diretamente aos principais parceiros de negócios por meio da Interconexão, já que as formas tradicionais de conectividade não atendem aos exigentes requisitos dos negócios atuais”.

Algumas das principais tendências macroeconômicas, tecnológicas e regulatórias que impulsionaram o crescimento da Interconexão no ano passado e que exercerão impacto sobre seu crescimento futuro incluem:

  • Transformação digital dos negócios, que estimula a necessidade de oferecer suporte a interações em tempo real entre pessoas, coisas, locais, clouds e dados para capturar valor. Pelo menos 50% do PIB global passará a ser digital até 2021, com o crescimento em todos os setores impulsionados por ofertas, operações e relacionamentos, com respaldo digital2.
  • Risco à segurança cibernética, que expande o consumo de Interconexão à medida que as empresas passam utilizar a troca de tráfego de dados privados para evitar a internet pública e reduzir as ameaças digitais, conforme os dados são distribuídos em um número crescente de pontos de vulnerabilidade. As violações de segurança cibernética em larga escala representam um dos riscos mais sérios atualmente enfrentados em todo o mundo, e a intensidade das ameaças está se expandindo drasticamente. Até 2021, o custo global das violações de segurança cibernética deve chegar a US$ 6 trilhões3.
  • Os ecossistemas de negócios, que estão vivendo um aumento no leque de clientes, parceiros e funcionários, exigem a expansão digital e de Interconexão. Até 2021, as organizações que usam uma variedade de intermediários devem crescer mais que o dobro e o envolvimento ativo com segmentos que não fazem parte dos setores originais da organização deve triplicar4.

Eduardo Carvalho, presidente da Equinix no Brasil, alerta para que as empresas tenham um olhar atento sobre os resultados apresentados pelo GXI deste ano. “No Brasil, o crescimento nos próximos quatro anos deverá ser sete vezes superior ao que existe hoje. Ou seja, as empresas brasileiras precisam pensar sua arquitetura de TI com vistas às demandas futuras. Para fazer isso com segurança, integrando negócios e parceiros, a Interconexão via hubs em data center carrier-neutral ainda é o melhor caminho. Por isso investimos tanto em uma plataforma globalmente integrada, em que a rede privada e a segurança sejam os atributos principais”.

Para capturar o valor digital, as empresas precisarão proporcionar suporte a interações em tempo real, interconectando estrategicamente os fluxos de trabalho entre pessoas, coisas, locais, clouds e dados. O GXI Vol. 2 identifica quatro classes de casos de uso de Interconexão5 junto com um modelo de maturidade de TI. Adotados em conjunto, esses casos de uso criam uma infraestrutura pronta para a entrada no mundo digital que pode ser utilizada pelas empresas atuais:

  • Otimização de rede para encurtar a distância entre usuários e aplicativos de serviços
  • Multicloud híbrida para conectar e segmentar o tráfego entre múltiplas clouds e a infraestrutura privada.
  • Segurança distribuída para implantar e interconectar controles de segurança em pontos de engajamento digital.
  • Dados distribuídos para implantar e interconectar a análise de dados em estreita conexão com os usuários.

Para o analista-chefe da 451 Research, Eric Hanselman, “as empresas, estabelecem seus rumos para alcançar maior digitalização, e, em paralelo, procuram caminhos que evitem a turbulência gerada pela crescente complexidade da integração de vários serviços digitais. As novas arquiteturas fixadas pela Interconexão suavizam essa complexidade, e as empresas estão descobrindo que produzem melhorias em segurança, desempenho e capacidade. O Global Interconnection Index da Equinix fornece informações úteis sobre essas tendências digitais, incluindo por que as empresas estão se conectando diretamente com parceiros estratégicos para construir seus ecossistemas de negócios digitais”.

Destaques/fatos importantes

  • O GXI Vol. 2 proporciona insights significativos apontando também diferenças regionais sobre como o crescimento da Velocidade de Interconexão vem aumentando nas diferentes regiões do globo.
  • Estados Unidos: como um dos primeiros mercados a adotar os negócios digitais e sede do maior número de empresas multinacionais, a previsão é de que os Estados Unidos registrem um crescimento composto de 45% ao ano, contribuindo com mais de 40% da Velocidade de Interconexão em termos globais.
  • Europa: um número crescente de regulamentações que exigem conformidade de dados está servindo como catalisador de crescimento para a Europa, que deverá aumentar 48% ao ano, contribuindo para 23% da Velocidade de Interconexão em termos globais.
  • Ásia-Pacífico: beneficiando-se de um rápido processo de urbanização e, sendo o lar de muitos dos maiores provedores de conteúdo digital, a região Ásia-Pacífico deve crescer 51% ao ano, contribuindo com mais de 27% da Velocidade de Interconexão em termos globais.
  • América Latina:  com o dinamismo do mercado emergente e as crescentes posições de adoção de negócios digitais, a América Latina deve apresentar crescimento de 59% ao ano, contribuindo com mais de 9% da Velocidade de Interconexão em termos globais.

  • O GXI Vol. 2 também prevê o crescimento da Velocidade de Interconexão pelas categorias de contraparte, estimando o comportamento de Interconexão para cada uma delas. Ultrapassando todas as outras categorias, a Interconexão entre empresas e cloud e provedores de TI deve crescer 98% ao ano até 2021, oferecendo suporte a negócios que criam novos serviços digitais e migram cargas de trabalho existentes para plataformas de nuvem de terceiros.

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É possível diminuir os riscos de fraude das urnas eletrônicas?

Por Matheus Jacyntho

Estamos em ano de eleições para a presidência da república, período em que percebemos com mais ênfase o cenário de acirramento político que vem desde o pleito de 2014. Após a última eleição, quando a diferença entre os candidatos foi relativamente pequena, alguns setores da sociedade questionaram a legitimidade e a segurança das urnas eletrônicas utilizadas no processo eleitoral.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realiza, desde 2009, Testes Públicos de Segurança do Sistema Eletrônico de Votação (Urnas Eletrônicas), porém em um ambiente muito controlado, de difícil utilização de ferramentas e com prazo limitado para conclusão. Ainda assim, os participantes dos testes conseguiram identificar vulnerabilidades que possibilitariam a um atacante fraudar uma eleição[1].

Para reduzir os riscos de fraude, o TSE recomendou a inserção de um processo de auditoria do Sistema Eletrônico por meio da impressão do voto. Assim, o eleitor conseguiria verificar se o voto impresso corresponde ao realizado na urna e a impressão cairia automaticamente em um compartimento lacrado sem intervenção humana. Caso alguma suspeita de fraude fosse levantada, seria possível recontar os votos impressos e conferir com o boletim da Urna enviado ao TSE.

A discussão sobre a adoção do voto impresso chegou até o Supremo Tribunal Federal (STF), que decidiu que a versão impressa viola a garantia constitucional do segredo do voto, já que seria possível identificar o eleitor. Por fim, o Tribunal afirmou que estudos constataram o custo relativamente mais alto do voto impresso por eleitor.[2]

Sendo assim, em curto prazo, para as eleições de 2018, não será possível implementar a auditoria do voto eletrônico a partir de sua impressão. Talvez nem mesmo em cenário de médio prazo será possível. É importante ressaltar que este controle é considerado reativo, ou seja, caso seja comprovada uma fraude pela auditoria do voto impresso, teremos impactos, por exemplo, na política e economia, visto que seria necessária uma nova eleição.

Quando comparamos esse processo a outros setores, podemos analisar os testes realizados pelos bancos em suas aplicações de Internet Banking. Estes sistemas são testados praticamente de forma ininterrupta, provendo um alto nível de segurança da informação. Caso alguma vulnerabilidade seja implementada involuntariamente em ambiente de produção, é bem provável que os testes internos identifiquem a falha antes que um atacante externo consiga explorá-la.

Partindo da premissa que não existem sistemas 100% seguros e que a auditoria pelo voto impresso não está autorizada, é razoável considerar uma mudança no foco da segurança do voto eletrônico para a realização de mais testes periódicos do Sistema Eletrônico de Votação e da flexibilização do modo como os atuais testes são permitidos.

Os pesquisadores ou empresas contratadas poderiam ter acesso às Urnas Eletrônicas por mais tempo e condições para elaborar testes mais precisos e direcionados para o ambiente do Sistema Eletrônico de Votação. Desta maneira, seria possível identificar proativamente as vulnerabilidades, bem como o TSE providenciar as correções necessárias e os pesquisadores testarem novamente para comprovar que a remediação foi efetiva.

Portanto, na contramão do atual cenário que preconiza a adoção do voto impresso, a realização de mais testes periódicos e de maior duração, poderia diminuir significativamente o risco de fraudes no Sistema Eletrônico de Votação.

Matheus Jacyntho, gerente da área de cybersecurity da Protiviti, consultoria global especializada em finanças, tecnologia, operações, governança, risco e auditoria interna.

[1] http://www.researchgate.net/publication/323470546?channel=doi&linkId=5a9761de0f7e9ba42974d0c9&showFulltext=true

2 Portal do STF – http://www2.stf.jus.br/portalStfInternacional/cms/destaquesNewsletter.php?sigla=newsletterPortalInternacionalJurisprudencia&idConteudo=291605

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Startup focada em saúde vence GIC 2018 e ganha aceleração e mentoria nos EUA

Acelerada pela InovAtiva Brasil em 2016, a medRoom, startup que utiliza a realidade virtual e a gamificação para melhorar o treinamento de estudantes e profissionais de saúde, foi a vencedora do Global Impact Challenge Brasil 2018 (GIC), competição de startups da área de educação. A seleção, que aconteceu nas cidades de São Paulo, Recife e Porto Alegre, contou com a participação de diversas empresas do setor, entre elas a Schoolastic, que está no programa InovAtiva Brasil 2018.

Como prêmio, dois representantes da medRoom terão a oportunidade de participar de uma imersão no SU Ventures Incubator Program, treinamento de liderança aos fundadores dos negócios, entre 3 de setembro e 19 de outubro, no Vale do Silício, nos Estados Unidos. A bolsa também inclui hospedagem e alimentação.

Desenvolvido pela Singularity University, em parceria com a escola Concept, o SU Ventures tem como objetivo orientar e capacitar os participantes, para que eles possam validar suas ideias, construir uma equipe capacitada, experimentar e prototipar suas criações, contribuindo assim para a geração de um projeto impactante para o mercado.

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Gestão de projetos se adapta a tempos de crise

Autor do livro ‘Projeto 66’, que traz um verdadeiro mix de gestão de projetos aplicado numa viagem pela Route 66 – que liga Chicago a Los Angeles (Estados Unidos) –, o consultor Fabio Braggio diz que, em tempos de crise, é importante que empresas e consultores revejam seus métodos para viabilizar projetos dentro de um novo cenário. “Não podemos nos tornar blindados ou impermeáveis ao que está à nossa volta. A única constante é a mudança, por mais paradoxal que possa parecer. Há alguns anos o Brasil tem enfrentado problemas socioeconômicos, alguns estruturais, que culminaram na situação de incerteza que o mercado vive hoje. Tem muita gente com receio de investir, desde simples melhorias em infraestrutura tecnológica, até projetos de pesquisa e desenvolvimento de produtos. Mais do que cruzar os braços e esperar, ou ainda insistir em fazer tudo como sempre foi feito antes, o momento é de revisão dos métodos adotados. Só assim é possível evitar a estagnação e o risco exacerbado”.

Braggio chama atenção para uma característica muito comum das pequenas e médias empresas que vem sendo cada vez mais reforçada: um rígido aumento de controle sobre as etapas de um projeto. “Existe uma ênfase maior no controle de orçamento, despesas ou até mesmo mudanças de escopo. Sobre esse aspecto, os gerentes de projeto têm sido bastante cobrados. Por outro lado, eles precisam alavancar projetos que possam fazer a diferença para a empresa, como um diferencial competitivo. Além de engessar um pouco mais o escopo dos projetos – já que mudanças no que se quer entregar geralmente refletem em alterações de tempo e custo – também o gerenciamento de risco se tornou mais sofisticado”.

Segundo o especialista, não se trata apenas de elencar os possíveis riscos envolvidos em cada etapa do projeto. “Hoje é preciso que o consultor tenha a expertise necessária em termos de prevenção e gerenciamento proativo de riscos. Ou seja: é preciso antever imprevistos e saber exatamente como agir nesses casos, neutralizando situações que poderiam comprometer o sucesso da iniciativa como um todo. Isto se dá através da elaboração de uma matriz de risco e de um plano de mitigação e resposta. Geralmente tratada sem a devida ênfase pelas organizações, a correta gestão de riscos é um dos fatores que aumentam a probabilidade de sucesso nos projetos”.

Bastante conhecido dos brasileiros, o lema “fazer mais com menos” nunca foi tão valorizado como agora dentro das empresas. Sendo assim, cabe ao gestor de projetos otimizar os recursos disponíveis e escolher metodologias capazes de atender a essa nova demanda da economia. “Vale dizer que a primeira mudança já sentida nesse mercado é que a figura do gestor contratado full time, com todos os direitos trabalhistas e férias, foi substituída pela terceirização de especialistas. Hoje, vale muito mais a pena contar com um consultor independente, contratado por empreitada, que vai entregar exatamente o que a empresa espera se quiser se manter no mercado e fidelizar clientes”, diz Braggio. “Mas o que parece ter recrudescido na verdade abriu outro campo importante: o das certificações. Ninguém consegue mais consolidar uma carreira de consultor em gestão de projetos se não partir em busca de especialização, de credenciamento e cases de sucesso”.

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Algar Telecom lança Wi-Fi inteligente para o mercado corporativo

A Algar Telecom, empresa de telecomunicações do Grupo Algar, lança essa semana o SmartFi Pro, gestão inteligente da rede Wi-Fi que permite conhecer os usuários da rede, usufruindo da mais moderna tecnologia de conexão sem fio com a máxima proteção dos dados. O SmartFi Pro é o primeiro produto desenvolvido pelo Brain – Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT) fundado pela Algar Telecom – e será o novo item do portfólio da empresa.

Essa solução permite maior domínio sobre as informações dos usuários que acessam a rede, coletando apenas dados públicos disponibilizados nas mídias sociais, ou seja, garantindo a privacidade e a segurança da pessoa física que frequenta o estabelecimento. Ao acessar a rede do SmartFi Pro, o usuário final concorda em fornecer essas informações, as quais são compiladas e transformadas em uma base geral, possibilitando que os dados sejam usados de maneira inteligente. Com isso, a solução deixa de ser apenas uma infraestrutura de redes e se torna uma ferramenta efetiva de marketing.

Com o SmartFi Pro, empresas de todos os portes podem ter acesso ao histórico das pessoas logadas em suas redes, gerenciando as informações dos usuários e armazenando dados, que resguardam o estabelecimento caso ocorra algum cyber crime, de acordo com o Marco Civil da Internet. Este é um aspecto importante, especialmente para pequenas e médias empresas, que passam a gerenciar a utilização da rede de forma mais assertiva. Tudo isso com o suporte da Algar Telecom 24h por dia, durante todos os dias da semana.

“Queremos proporcionar ao mercado ofertas cada vez mais assertivas e inovadoras, e o SmartFi Pro é um exemplo disso. Esse lançamento, além de impactar positivamente nos resultados de negócios dos nossos clientes com a rentabilização do Wi-Fi, ajuda a melhorar a experiência de seus consumidores, que cada vez mais demandam por produtos e serviços personalizados”, reforça Márcio Estefan, diretor vice-presidente de Negócios da Algar Telecom.

A ferramenta foi desenvolvida em parceria com a plataforma de rede e conectividade da Cisco, que garante infraestrutura de alta qualidade de Wi-Fi para o usuário final. Já a plataforma de gerenciamento e enriquecimento de dados é em parceria com Zoox Smart Data e permite não só a administração dos acessos, como também a possibilidade de usar o sistema em prol de um conhecimento mais aprofundado do usuário e da comunicação mais assertiva com ele, podendo incluir até a realização de pesquisas em tempo real.

Dessa forma, as empresas podem desenvolver estratégias com base no perfil e comportamento de utilização de rede de seus clientes com uma ferramenta prática e intuitiva, com as informações mais relevantes para os negócios.

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Insurtech cresce no mercado com soluções focadas em mobilidade

Há dois anos no mercado, a insurtech Planetun, criada pelo grupo que leva o mesmo nome, vem expandindo sua atuação no mercado com o desenvolvimento de soluções cujo o foco principal é a mobilidade. Suas diversas tecnologias têm como objetivo levar agilidade e praticidade para o setor, tanto para os segurados como para as seguradoras.

O sócio-fundador da insurtech, Henrique Mazieiro, afirma que o futuro será 100% móvel e é nesse nicho que estão mirando: “O Brasil hoje conta com cerca de 220 milhões de celulares ativos, ou seja, é mais de um por pessoa, e ainda existem mais de 306 milhões de dispositivos portáteis, como smartphones, tablets e notebooks, em uso. Esses dados demonstram uma grande percepção de mercado de que o consumidor busca cada vez mais mobilidade, e nós temos trabalhado justamente para entregar essa autonomia”. E completa: “Nos encaixamos na grande necessidade do setor de poder contar com empresas parceiras de tecnologia que levem soluções avançadas e implantações rápidas, seguindo o modelo MVP (Minimum Viable Product, ou, em português, Produto Minimamente Viável), com custos viáveis de investimento”.

Ao longo de 2017, a insurtech realizou 33 mil processos e até maio deste ano já foram 32 mil, com expectativa de alcançar 150 mil até o final do ano. Sua principal tecnologia são os aplicativos web, que levam mobilidade para diferentes processos de negócios do setor de seguros e automotivo, como vistoria, sinistro e inspeção. Utilizando a ferramenta, o próprio segurado consegue enviar fotos do seu bem diretamente para a avaliação da seguradora, sem a presença de um terceiro no processo. A solução inovadora não precisa ser instalada e roda nativamente no navegador do celular, ou seja, não ocupa espaço na memória. Também pode ser personalizada de acordo com a identidade visual de cada cliente, e ainda conta com serviços como geolocalização, para verificar a autenticidade do endereço cadastrado, além de recursos avançados de chat, áudio e vídeo.

“Todo o processo é feito através de tokens (e-mail, SMS e chats). Já estamos trabalhando em integrações e chatbots que também permitirão ao cliente solicitar o token pelos mais diversos canais de comunicação com as seguradoras. Com os app´s web, o usuário realiza os processos no seu tempo, não precisa se deslocar e nem esperar a visita de alguém. Estamos falando de mais autonomia, comodidade e segurança”, explica Mazieiro.

Para as seguradoras, o uso desta solução trouxe uma grande redução de custos e permitiu ampliar a abrangência de seus negócios. De todos os tokens enviados, a Planetun tem adesão e retorno positivo em 70% dos casos, e o índice de satisfação de 0 a 5 está em 4,71 pontos, tendo uma média também de 70% de respostas realizadas pelo próprio aplicativo.

A insurtech ainda acaba de lançar mais uma inovação que trabalha aliada com seus aplicativos. A empresa desenvolveu um algoritmo que compara todas as imagens que estão em sua plataforma. Com isso, no momento em que o usuário insere novas fotos, o algoritmo faz uma série de leituras e verifica se esta imagem já foi utilizada em algum outro processo, se já existia antes do disparo do token e ainda se a localização da foto está dentro do raio aceitável para as características daquele processo. Caso o sistema detecte que algo possa estar errado, a Planetun e a seguradora são alertadas do problema imediatamente.

Com uma equipe própria composta por desenvolvedores de projetos e designers, as aplicações tecnológicas da Planetun têm entregado ao mercado não só mobilidade, mas também comodidade, segurança, agilidade, e redução de custos, facilitando os processos de negócios do setor.

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Escolha o ponto de partida para a Transformação Digital

Você sabia que suas chances de sobreviver a um ataque cardíaco são maiores em Copenhagen? Isso porque o serviço de emergência na capital dinamarquesa utiliza um agente virtual para ajudar a identificar ocorrências como infartos. Embora humanos sejam capazes de reconhecer um ataque cardíaco em 73% das vezes, dados inicias mostram que agentes virtuais aliados à competência humana são capazes de distinguir situações de mal súbito em 95% dos casos. Para analistas do Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, esse é um exemplo de como a Inteligência Artificial (IA) pode ser o ponto de partida para uma Transformação Digital que capacita máquinas para entregarem valor para organizações.

“Histórias como essas podem ajudar executivos de TI (CIOs – Chief Information Officers) a mudarem o que pessoas pensam sobre como serão os negócios no futuro”, explica Kristin Moyer, Vice-Presidente e analista do Gartner. “Nossas pesquisas mostram que 66% dos líderes desejam transformar, mas apenas 11% dos executivos estão realmente entregando negócios digitais”. Segundo o Gartner, para determinar se sua organização já está preparada para a transformação digital, pergunte: ‘Estamos mudando a maneira de ganhar dinheiro?’ ou ‘Mudamos a forma como entregamos valor aos nossos clientes?’. Se a resposta for ‘não’, ainda há muito trabalho a fazer.

Muitas organizações estão, no entanto, presas no impasse sobre onde começar seus esforços de mudança rumo ao modelo digital. De acordo com pesquisa do Gartner, cerca de 57% das empresas ainda não encontram um ponto de partida para realizar a Transformação Digital de seus negócios. Essas e outras análises serão apresentadas durante o Gartner Symposium/ITxpo 2018, de 22 a 25 de outubro, em São Paulo.

O Gartner recomenda quatro possibilidades para expandir a jornada de transformação:

Número 1 – Conectado: Estar conectado geralmente não é um aspecto da transformação, mas uma iniciativa de otimização. As organizações buscam reduzir os tempos de entrega, melhorar a utilização de dispositivos ou aumentar a sua produtividade ao implementar tecnologias como Internet das Coisas (IoT) ou plataformas digitais dedicadas. A transformação começa quando organizações aproveitam o aspecto da conexão para lucrar mais por meio de novas maneiras, por exemplo, quando companhias usam dados gerados para criar novos serviços e fontes receita ou tornar dados mais disponíveis e transparentes em toda a cadeia de valor.

Número 2 – Autonomia: Como uma tecnologia autônoma, máquinas podem tornar humanos melhores e humanos podem, por sua vez, melhorar máquinas. “O agente virtual utilizado em Copenhagen para identificar ataques cardíacos é um perfeito exemplo de abordagem autônoma. É baseado em IA e usa análise de discurso em tempo real e Aprendizado de Máquina (ML) avançado para reconhecer chamadas de emergência. Para criar um novo modelo de negócios, fornecedores de tecnologia deveriam disponibilizar dados com patente autônoma para serviços de emergência terem condições de alocarem recursos com mais eficiência no futuro”, diz Moyer.

Número 3 – Empoderamento: O método de empoderamento permite consumidores e o ecossistema de parceiros de negócios criarem valor para eles e suas organizações ao mesmo tempo. Isso pode multiplicar o potencial para criação de valor. São exemplos dispositivos de IoT no setor de saúde, os quais permitem a realização de exames básicos em casa, sem a presença de um médico. “Com um kit de exames, a organização cria uma nova fonte de receita ao mesmo tempo que empodera seus parceiros e os consumidores”, explica Moyer. “Usuários de serviços de saúde não precisam cobrir despesas com médicos para a realização de exames básicos, e pacientes não precisam ir até uma clínica e gastar tempo com o trajeto e com a espera pelo atendimento”.

Número 4 – Programável: Um ponto de partida programável é focado na mudança dos modelos de negócios e de operação. O objetivo é permitir que outras partes criem e entreguem valor nas organizações. Isso pode ser alcançado via Interface de Programação de Aplicações (APIs), tecnologias open source (código aberto) ou por Blockchain. “No setor bancário, por exemplo, algumas instituições tornaram seus serviços acessíveis para todos por meio de APIs. Isso pode permitir novos fluxos de receitas ao mudar para API e vender novos produtos, como identidade digital”, afirma Moyer.

Análises adicionais sobre temas que conduzem a Transformação Digital dos negócios serão apresentadas durante o Gartner Symposium/ITxpo 2018. Trata-se do mais importante encontro de CIOs e executivos seniores de TI do mundo. Líderes da área confiam em eventos como esses para obter insights sobre como suas organizações podem usar TI para superar desafios de negócios e melhorar a eficiência operacional de suas empresas.

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Cielo lança QR Code Pay

A partir de hoje, milhões de brasileiros que possuem celular com câmera poderão pagar suas compras nas máquinas da Cielo por meio da leitura de um QR Code direto na tela do terminal. Com o QR Code ™ Pay, fazer um pagamento passa a ser tão simples quanto tirar uma foto, tornando fluída e digital a experiência dos lojistas e dos consumidores, preservando o nível de excelência em segurança na transação, marca registrada da companhia.

“O pagamento por meio do QR Code ™ Pay é prático tanto para o varejista quanto para o consumidor. Não será mais preciso levar a carteira para almoçar, ir à academia, ou à balada, basta estar com o celular”, explica Danilo Caffaro, vice-presidente de Produtos, Novos Negócios, Marketing e Inovação da Cielo. “Estudamos profundamente e o potencial dessas transações, que são feitas hoje por meio tradicional, que poderiam ser feitas por meio desta solução, é 10 vezes maior do que as demais soluções”, complementa.

As premissas adotadas para viabilizar esse modelo de pagamento no Brasil foram: a inclusão digital, a escalabilidade e o acesso democrático à solução. A solução é amplamente inclusiva, pois não está limitada ao modelo de celular nem à opção de serviço que o consumidor utiliza. A nova modalidade de pagamento funciona em qualquer celular com câmera. Para se ter uma ideia desse potencial, são 220 milhões de unidades ativas de smartphones no país*.

“No Brasil temos mais smartphones do que pessoas. Por isso, na nossa indústria, muito se discute sobre a utilização de celulares como meio de pagamento e a adoção de novas tecnologias como QR Code, realidade massiva na China, por exemplo”, afirma Caffaro. “Desde o começo pensamos em fazer algo simples para o lojista e acessível para todo o ecossistema. Isso significa que qualquer parceiro que queira usufruir dos benefícios da solução e do seu potencial de escalabilidade pode ter a Cielo como viabilizadora dessa integração, uma vez que a nossa plataforma é aberta”, conclui”.

O QR Code ™ Pay, pagamento com celular por meio do QR Code, estará disponível em todo o parque de máquinas da Cielo até o fim do ano. Em breve, a solução será implantada também nas soluções de e-commerce, Pagamento in-App, TEF, Cielo Mobile, app Cielo, Cielo LIO, entre outros.

A solução agnóstica, desenvolvida com base em API, já nasce apta para uso por clientes do Bradesco e Banco do Brasil, além de parceiros como Agibank, a empresa de benefícios Alelo, o app de pagamentos PicPay e o programa de recompensas Livelo. A solução admite pagamentos feitos com cartões emitidos nas bandeiras Elo, Visa, Mastercard e American Express. Esse ecossistema é responsável por um público potencial de mais de 40 milhões de usuários para a solução.

Livelo

Para a Livelo, que é uma das principais empresas de recompensas do Brasil, a solução traz grande inovação, uma vez que os clientes terão a opção de usar seus pontos em estabelecimentos físicos. “Trabalhamos constantemente para diferenciar a Livelo e gerar valor para nossos clientes e parceiros. Fazemos isso garantindo liberdade de escolha ao dia a dia de nossos mais de 19 milhões de clientes, tanto para juntar como para trocar seus pontos. Com essa parceria junto a Cielo, estamos levando a recompensa com pontos Livelo a um novo patamar, ainda mais democrático, seguro, moderno e inovador”, destaca Marcelino Cruz, diretor de Relacionamento Comercial da Livelo.

Alelo

“Ao adotar o pagamento via QR Code, democratizamos o pagamento pelo celular. Com o Meu Alelo, que já está nas mãos de mais de 5,5 milhões de usuários dos nossos cartões, será possível fazer a compra rapidamente de forma simples e intuitiva. Significa mais uma solução que atende a necessidade dos nossos clientes e está acessível a qualquer modelo de celular que tenha câmera”, diz André Turquetto, diretor de Marketing & Produtos Alelo.

Agibank

“O Agibank é o único banco digital a oferecer uma solução inédita e disruptiva, com imediata abrangência nacional para nossos clientes ativos – que chegaram à marca de 1 milhão neste mês. Essa é apenas uma demonstração do que estamos desenvolvendo no nosso laboratório de inovações. Sempre alinhados ao nosso propósito de fazer o dia a dia das pessoas melhor, promovendo a inclusão financeira, podemos garantir que vem muito mais por aí”, Marciano Testa, Founder e CEO Agibank.

PicPay

“O PicPay é a maior carteira digital do Brasil e essa parceria permitirá que nossos mais de 9 milhões de usuários possam contar com novas oportunidades de pagamento e uso do aplicativo. Com uma maior presença nos estabelecimentos, projetamos transacionar R$ 10 bilhões nos próximos doze meses”, aponta o co-founder e CEO do PicPay, Anderson Chamon.

QR Code ™ Pay – Prático e Digital

A tecnologia traz benefícios para o varejo como um todo. Para o consumidor, por exemplo, não será mais necessário ter um cartão de plástico físico ou smartphone habilitado para efetuar uma transação. Basta abrir o app do parceiro ou a carteira digital no telefone, mirar a câmera no QR Code na máquina da Cielo, selecionar o cartão entre os cadastrados que quer pagar e pronto.

Do ponto de vista do lojista, nada muda no fluxo da transação. A Cielo realizará ações de treinamento e sinalização para a adoção da leitura do QR Code em suas máquinas, tornando o ato do pagamento ainda mais fluído. Todo o processo transacional similar a um pagamento usando o cartão físico, porém, ligeiramente mais ágil, sem necessidade de inseri-lo na máquina. Os serviços nos canais digitais de gestão da Cielo, utilizados para controle das vendas por meio da leitura do extrato, por exemplo, não mudam para o lojista.

Segurança – Toda a transação é autenticada. Isso significa que ela é confirmada pelo próprio usuário, por meio de biometria ou com a inserção da senha direto no aplicativo do parceiro. “Brevemente, esse será mais um diferencial das nossas soluções de e-commerce, já que um dos grandes problemas do lojista online hoje é o chargeback. Nessa solução, a transação é garantida e o lojista não é onerado”, confirma Caffaro.

App – Para quem não for usuário dos serviços dos parceiros e estiver interessado em utilizar, a Cielo também disponibiliza o aplicativo Cielo ID. Basta instalar o app no celular e cadastrar os cartões de crédito que quiser utilizar. O app Cielo ID está disponível nas lojas de apps Google Play e Apple Store.

* 29ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP)

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Tudo como Serviço: 5 vantagens de optar por essa nova forma de consumir tecnologia

Por Silnei Kravaski

É fato que a computação na nuvem vem mudando a forma como consumimos soluções. O que era produto, hoje é consumido como serviço. O termo originado do inglês Everything as a Service (XaaS) tem provocado mudanças substanciais não só nas relações comerciais como tem também quebrado paradigmas e até mudado a cultura das organizações. Segundo pesquisa da Cisco, 95% das empresas já utilizam algum tipo de serviço na nuvem e até 2020, 92% de todo o trabalho realizado pelas empresas será processado na nuvem.

Porém, embora a ideia de substituir os altos investimentos em software, hardware, infraestrutura e até em telefonia pela contratação de serviços baseados na nuvem esteja cada vez mais atraindo empresas de todos os portes e tamanhos, algumas dúvidas ainda permeiam esse caminho. A pergunta principal é: essa mudança na forma de consumirmos TI é só mais uma tendência ou realmente traz vantagens?

Gostaria de elencar alguns pontos que enxergo como fundamentais e que devem ser colocados na balança para se optar pela estratégia Everything as a Service.

#1 Opex ao invés de Capex

Reduzir as despesas de capital ao eliminar a necessidade de criar e manter a infraestrutura de TI talvez seja uma das principais vantagens. Fora que, a possibilidade de se ter acesso a software e produtos tecnológicos por meio de pagamento de assinaturas periódicas e de escolher os mais diferentes tipos de recursos e condições sem precisar de especialistas para resolver os problemas, também elimina uma série de etapas e, o que é mais importante, de despesas.

#2 Adquirir somente o que preciso na hora que preciso

A praticidade e efetividade estão em consumir o serviço de acordo com a necessidade da organização, sem gastos que não sejam necessários. Com a adoção dos serviços na nuvem, o processo de combinar recursos de TI com as necessidades de negócios fica mais fácil e eficiente. Acessar tudo como serviço traz para as equipes de TI, por exemplo, a capacidade de provisionar servidores, armazenamento, memória e largura de banda e de trazer escalabilidade.

#3 Respostas e soluções mais rápidas

A mesma pesquisa da Cisco relata que 62% das empresas que já entraram na onda do tudo como serviço perceberam melhorias na velocidade de resposta com suas infraestruturas gerenciadas dessa forma. A integridade dos dados também é garantida, assim como o controle, uma vez que as informações estão mais próximas e a velocidade de acesso a elas é enorme. E com a segurança de que tudo estará disponível quando eu precisar.

#4 Tecnologia sempre em dia

Tudo como serviço é sinônimo de tudo sempre atualizado. Fazer um upgrade sem precisar dedicar um orçamento maior a isso.

# 5 O problema deixa de ser meu

Por último, mas não menos importante, está o fato de acabar com as tarefas rotineiras de monitoramento, manutenção e atualização de recursos de TI. E vamos convir que já que tecnologia não é seu core business, transferir essa responsabilidade para uma equipe de especialistas terceirizados é extremamente vantajoso, não só por eliminar investimentos em mão de obra, mas principalmente por reduzir as dores de cabeça. E, claro, contar com uma empresa especializada, agnóstica e com uma visão 360º vai sempre fazer a diferença.

Silnei Kravaski, Diretor Executivo da Planus Cloud, Networking & Services, empresa responsável pelo desenvolvimento do Planus IT 360°, portfólio que ajuda as empresas a prepararem-se para as novas demandas da transformação digital.

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Sidia se consolida como principal centro de desenvolvimento de alta tecnologia do País

O Sidia Instituto de Ciência e Tecnologia é um centro de pesquisa, desenvolvimento e inovação, responsável por implementar soluções digitais inovadoras para o mercado local e global. Fundado em 2004 na capital do Amazonas, atua no desenvolvimento de software embarcado para celulares, tablets, novas tecnologias vestíveis (wearables) e smart TVs, plataforma e aplicação para óculos de realidade virtual, realidade aumentada, inteligência artificial e criação de games de classe mundial.

Em 2012, iniciou-se um processo de transferência tecnológica da Samsung na Coréia do Sul para o Sidia. Nesta época, o Sidia começou com o desenvolvimento de camadas de aplicação e requisitos do mercado da América Latina bem como aplicativos embarcados, com cerca de 100 funcionários. Desde então, o Sidia vem aumentando sua competência e atuando nas camadas da plataforma mais profundas do sistema operacional dos celulares e tablets da Samsung.

Da mesma forma, o Sidia adquiriu competência para o desenvolvimento da plataforma do óculos de realidade virtual que hoje está embarcada no produto globalmente. Como resultado do sucesso deste projeto, o Sidia tornou-se também parceiro para desenvolvimento da plataforma do óculos de realidade aumentada, produto ainda em desenvolvimento. Este nível de desenvolvimento e transferência tecnológica é pioneira no Brasil, trazendo para o país um grande diferencial competitivo.

Atualmente, o instituto conta com um time formado por mais de 850 profissionais das mais variadas formações intelectuais, culturais e engajados em inovação, que são treinados e capacitados nas atividades de desenvolvimento de projetos tecnológicos, seguindo padrões internacionais de qualidade. Dessa forma, é possível manter o desenvolvimento tecnológico atual, suportar a evolução do celular e das soluções tecnológicas mais avançadas, como inteligência artificial, internet das coisas, entre outras.

A região do Amazonas possui uma população de 4 milhões de pessoas e conta com quatro universidades principais que, juntas, entregam aproximadamente 309 novos graduados por ano na área de tecnologia. Uma dessas instituições, a UFAM (Universidade Federal do Amazonas) conta com a maior graduação em Informática do Brasil, de acordo com o MEC (Ministério da Cultura e Educação). Esse fator mostra a sinergia do Sidia com a região, que se consolida como um dos polos digitais do país.

Na América Latina, o Sidia é referência no desenvolvimento de software embarcado, em qualidade de software e soluções móveis. Um dos seus principais objetivos é conduzir pesquisa e desenvolvimento tecnológicos com parceiros industriais, governamentais e acadêmicos, fomentando inovações tecnológicas. O Instituto também visa ampliar os conhecimentos e aplicações de avanços tecnológicos, pela efetiva colaboração com entidades de ensino e de pesquisa em projetos.

“Nós produzimos as principais tecnologias presentes em smartphones, Smart TVs, óculos de realidade virtual e games, por exemplo. Boa parte dos produtos que, hoje estão sendo utilizados pelos brasileiros, contam com uma solução desenvolvida pelo Sidia”, afirma Vânia Thaumaturgo, diretora do Sidia.

“Investimos constantemente na capacitação dos profissionais de diferentes áreas, valorizando os estudantes da região, mas também captando talentos de diferentes regiões do Brasil. Dessa forma, a região é beneficiada com a geração de novos empregos diretos e indiretos e com capacitação da mão de obra local”, reforça Vânia.