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Embratel anuncia novidades durante o CIAB-FEBRABAN

A Embratel estará presente no CIAB-FEBRABAN 2018 com várias novidades. No maior congresso de tecnologia da informação para o setor financeiro, que ocorre de 12 a 14 de junho, em São Paulo, a Embratel lançará novos serviços digitais para as instituições financeiras que precisam de segurança e agilidade para promoverem a transformação digital de seus negócios.

José Formoso, CEO da Embratel, participará de painel sobre o futuro das telecomunicações. A Embratel também estará presente em outras importantes apresentações do evento sobre temas como Internet das Coisas, 5G e Segurança. Outra novidade este ano são as palestras no estande da empresa (Estande A45). Especialistas da Embratel e parceiros convidados irão debater sobre tecnologias que estão revolucionando o mercado corporativo como blockchain, Cloud, inteligência artificial e Analytics.

“A Embratel acredita que a digitalização dos processos é um caminho sem volta para as instituições financeiras. Por isso, investimos no desenvolvimento constante de soluções inovadoras para o segmento”, afirma diz Antonio João Filho, Diretor Executivo Comercial da Embratel para Mercado Financeiro.

A Embratel apresentará suas novas soluções como integradora de soluções TI, Telecomunicações e Mobilidade para as principais empresas do setor financeiro. Durante o CIAB-FEBRABAN, irá lançar novos serviços de segurança, Cloud Computing e Atendimento Omnichannel.

“Mostraremos como os canais digitais já são o principal meio para a realização de transações eletrônicas no País. Por isso, bancos, seguradoras e empresas de crédito precisam de soluções robustas como as da Embratel para garantir a disponibilidade e segurança de milhares de operações diárias”, diz Antonio João.

AGENDA DE PAINÉIS:

– Quarta-feira, 13/06, das 11h30 às 12h15 – Tema: “Telecomunicações – Contextualização e Visão de Futuro” – José Formoso – CEO da Embratel (Auditório F4)

– Quinta-feira, 14/06, das 11h30 às 12h45 – Tema: “5G – Pilar para a Transformação Exponencial” – Carlos Alberto Camardella – Consultor de Engenharia de Telecom da Claro (Auditório F1)

– Quinta-feira, 14/06, das 14h00 às 15h15 – Tema: “O Futuro do IOT e Soluções Inovadoras no Varejo – Meios de Pagamentos” – Luciano Alakija – Diretor de Vendas de Soluções IoT e Cloud da Embratel (Auditório A)

– Quinta-feira, 14/06, das 16h00 às 17h00 – Tema: “Serviços Gerenciados de Segurança para o Mercado Financeiro” – Yanis Stoyannis – Gerente de Pré-Vendas de Serviços de Segurança da Informação da Embratel (Auditório F4)

Palestras no estande

No estande da Embratel (A45), palestras sobre novas tecnologias e estratégias para a transformação digital do setor financeiro serão comandadas por especialistas da empresa e parceiros convidados. A agenda de apresentações terá:

Terça-feira, 12/06

10h30 – Tema: “Cloud & Edge Computing”

11h30 – Tema: “Omnichannel”

15h00 – Tema: “AI: Machine and Deep Learning”

17h00 – Tema: “Cyber Security”

Quarta-feira, 13/06

10h30 – Tema: “Cloud & Edge Computing”

11h30 – Tema: “Omnichannel”

15h00 – Tema: “Blockchain”

17h00 – Tema: “Customer Retention Data Analytics”

Quinta-feira, 14/06

10h30 – Tema: “Cyber Security”

11h30 – Tema: “Blockchain”

15h00 – Tema: “AI: Machine and Deep Learning”

17h00 – Tema: “Customer Retention Data Analytics”

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Brasil ganha novo centro de integração robótica

A ParkBots, empresa integradora de robótica industrial, inaugura sua sede no dia 14 de junho no Parque Tecnológico São José dos Campos, no interior de São Paulo. A empresa é associada aos APLs TIC Vale e Aeroespacial e Defesa e contará com um show room de 260 metros quadrados e uma área de desenvolvimento de 600 metros quadrados.

“Nossa estrutura, aliada à do PqTec, torna a ParkBots a maior empresa integradora de robótica industrial da América Latina, com quase 1.000 metros quadrados dedicados à robótica industrial”, diz Charles Roderic Volpe Barufi, CEO da empresa.

A ParkBots foi inaugurada em Curitiba (PR) em 2008 por engenheiros que vieram da indústria robótica e automotiva. Em 2015, foi criado em Barretos (SP) um Polo de Ensino Robótico, focado em agronegócios e câmaras frigoríficas.

No ano passado, Barufi constatou a necessidade de transferir a sede do Paraná para São Paulo. “Depois de dar palestras em universidades na região do Vale do Paraíba e da grande São Paulo e no Parque Tecnológico, adquirimos alguns clientes na região e passamos a atender associadas aos APLs”, lembra. “Escolhemos o PqTec porque é o ecossistema ideal para robótica, com muitas empresas instaladas na região, é um canteiro de negócios”, resume Barufi.

O Centro de Robótica desenvolverá células robóticas customizadas e tem um portfólio com mais de 350 tipos de robôs industriais, de todas as marcas disponíveis no mercado. A empresa também usará os laboratórios do PqTec, para fabricar entornos, insumos e dispositivos necessários para a montagem das células.

A sede do Parque Tecnológico será focada nos setores aeronáutico, automotivo e metalomecânico, especialmente nas áreas de corte, solda e laser, para empresas de todos os portes.

Para os próximos meses, a ParkBots prevê a instalação de cabines de pinturas robóticas para o setor aeronáutico e automotivo.

“A partir da consultoria da ParkBots, nós temos condições de dar suporte às empresas que pensam em automatizar sua produção por meio de robôs. O centro de treinamento também ajudará os profissionais a treinar seus operadores e programadores”, explica Marcelo Nunes, coordenador dos APLs.

Os valores dos serviços prestados pela ParkBots às empresas associadas aos APLs serão diferenciados.

Cursos

A unidade do Parque Tecnológico também oferecerá cursos profissionalizantes e técnicos, em todos os ramos da robótica industrial. Durante as aulas, os alunos poderão utilizar robôs idênticos aos encontrados nas linhas de produção. Os certificados são reconhecidos pelos principais fabricantes de robôs do mundo.
“Vamos criar um Centro de Desenvolvimento de Pintura Robótica com cursos específicos nessa área, é o único do Brasil”, acrescenta Barufi.

ilegra leva robô ao CIAB 2018 para que visitantes possam testar o nível de tecnologia em suas empresas

O maior evento de tecnologia da informação para o setor financeiro está se aproximando e a ilegra, empresa global de negócios e tecnologia, é uma das expositoras e apoiadoras do Lounge Fintech, espaço que reunirá startups nacionais e internacionais. Com o tema Inteligência Exponencial, o CIAB FEBRABAN será realizado de 12 a 14 de junho, no Transamérica, em São Paulo.

Com o objetivo reforçar o relacionamento com o mercado financeiro, apoiar novas iniciativas e ser parte ativa do ecossistema bancário, a ilegra leva para o evento toda a sua expertise em estratégias de transformação digital das instituições financeiras, deixando-as preparadas para a realidade de um mercado altamente dinâmico, uma vez que a companhia possui muitos cases de inovação e transformação digital no setor, como Bradesco, Cielo, Agibank, Sompo Seguros, Porto Seguro, BNP Paribas Cardif e Unicred Brasil.

Em sua primeira participação no CIAB, a ilegra irá demonstrar algumas de tecnologias, além de prestar consultoria gratuita aos visitantes, com diagnósticos rápidos sobre o cenário de suas empresas e se estão preparados para um mundo em constante movimento de inovações.

Outra importante participação da ilegra no evento será dia 13 de junho, ocasião em que Caroline Capitani, VP de Business Innovation na ilegra, será moderadora do painel “Da Competição à Colaboração”, que discutirá a importância da colaboração entre fintechs e instituições financeiras tradicionais para impulsionar a inovação e desenvolver ferramentas para melhorar a experiência do cliente. Guido Tamburini, Managing Partner, na CAPCO, e Guilherme Horn, Líder de Open Banking na América Latina, na Accenture, apresentarão cases que estão transformando o mercado financeiro, às 16h, no Auditório F5.

Apresentação de tecnologias

Durante o evento, a ilegra disponibilizará em seu estande um robô de atendimento que permitirá aos visitantes testar o grau de inovação das empresas em que trabalham, bem como verificar o quanto estão por dentro do assunto “fintechs”.

A empresa também proporcionará uma experiência tecnológica que utiliza o reconhecimento facial como forma de validação de transações que se passam em um cenário lúdico. O visitante poderá, por exemplo, investir em sonhos e transferir felicidade. “A ideia é apresentar o know how da ilegra em pesquisa, inovação, design e tecnologias vanguardistas”, reforça Caroline.

Mapeamento de fintechs

Além de apoiar o Lounge Fintech, a ilegra contribuiu com o CIAB FEBRABAN com um mapeamento das fintechs da América Latina. A empresa identificou startups expoentes em países como México, Argentina e Colômbia, onde aconteceram seletivas promovidas pela Febraban, por meio de demodays, para escolher as mais atrativas e trazer ao evento. Também foram identificadas fintechs do Chile e Peru, somando 194 empresas dos 5 maiores PIBs latino-americanos, fora o Brasil.

“Vimos no CIAB uma grande oportunidade de expor nossos serviços e cases, relatando como ajudamos a oxigenar o negócio dos nossos clientes para este mundo inquieto e em constante transformação”, complementa Caroline. A presença da ilegra no evento faz parte das comemorações dos 10 anos da filial em São Paulo. Fundada em Porto Alegre (RS), há 16 anos de mercado, a companhia está presente ainda em Ohio e Flórida (EUA).

Ciab Febraban 2018

Data: 12 a 14 de junho de 2018

Transamerica Expo Center, São Paulo

Site oficial: http://www.ciab.org.br/

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Atos antecipa debate sobre Open Banking no CIAB 2018

Após a regulamentação do chamado Open Banking na Europa, espera-se que o Brasil siga os mesmos passos no futuro próximo. Isto é, que as instituições financeiras sejam obrigadas a fornecerem acesso a dados como saldo de contas, investimentos e padrão de consumo a terceiros — se o cliente assim desejar. Hoje, as instituições financeiras brasileiras têm domínio total sobre essas informações, o que dificulta, por exemplo, que um cliente consiga administrar sua vida financeira com a ajuda de um aplicativo de uma fintech voltada para gestão que contabiliza gastos.

A Atos, líder internacional em Transformação Digital, antecipará o debate sobre essa tendência mundial no painel “PSD2 – A Implantação da Regulação de Open API na Europa”, com uma palestra de seu Diretor de Open Banking e Customer Experience Solutions, Koen Pelgrims, que esteve ativamente envolvido na implementação da norma nos bancos europeus. Ele irá compartilhar com os executivos do setor financeiro brasileiro sua experiência com a PSD2, os principais desafios, além de impactos e consequências nas instituições e clientes.

“As fintechs ganham cada vez mais espaço no setor financeiro e possuem o apoio do Banco Central nesse processo. O primeiro passo foi quando o BC autorizou tais empreendimentos a atuarem de acordo com a regulamentação dos arranjos e instituições de pagamento; depois, o Conselho Monetário Nacional garantiu uma nova conquista ao regulamentar que fintechs pudessem oferecer empréstimos sem a necessidade de parceria com outros bancos”, comenta o Diretor de Mercados da Atos na América Latina, Ricardo Munhoz.

“É natural que em um futuro próximo tenhamos nossa própria versão do PSD2 e coloquemos o Open Banking em prática. O próximo passo será esses dados e informações pessoais serem passados adiante e cada empresa do setor financeiro atuar dentro de sua finalidade fazendo uso deles, com toda segurança e dentro dos padrões definidos. Será o um grande ecossistema completo de serviços, com mais liberdade e autonomia para o cliente”, finaliza.

Koen irá discutir o âmbito da regulamentação, limitações e impacto esperado no cenário bancário da UE e do Brasil no dia 14 de junho, às 15h30, no Auditório C.

Era Exponencial

Os executivos da Atos ainda participarão de um segundo painel intitulado “O Trabalho na Era Exponencial”, composto pelo Head de Transformação Digital, Alexandre Morais; e o Diretor de Marketing de Produtos da Unified Communications and Collaboration (Unify), Carlos Castro. Eles abordarão como tecnologias disruptivas como inteligência artificial, realidade aumentada e virtual, blockchain, entre outras, impactarão o futuro do trabalho com as novas gerações chegando ao mercado. O painel acontece no dia 13 de junho, às 11h30, no Auditório F3.

Jornada Integrada

Durante o evento, a Atos apresentará também em seu estande quatro exemplos de jornadas de clientes em que seja necessário acionar um banco ou seguradora, nas quais os visitantes poderão vivenciar em tempo real a solicitação sendo resolvida. Começando pelo atendimento por chatbots já projetados desde o princípio no idioma português, até o contato com o atendente, tudo acontece de forma integrada, sem que o contexto das informações seja perdido. Trata-se de uma oferta única que utiliza CRM, Machine Learning Accelerator, Inteligência Artificial e customer DNA para fornecer um atendimento personalizado, de ponta a ponta e armazenada na nuvem.

Ao lado da Atos estarão outros parceiros de peso no setor: Kodak Alaris, McAfee, SQN e Software AG, oferecendo diferentes soluções como Dashboarding e soluções de segurança voltadas para o setor financeiro.

CIAB Febraban 2018

Data: De 12 a 14 de junho
Local: Transamérica Expo Center (São Paulo – SP)
Stand da Atos: B21

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Stefanini leva para o CIAB soluções de defesa cibernética e simula possíveis situações de ataque

A Stefanini, por meio de sua empresa Stefanini Rafael, estará na 28ª edição do Ciab FEBRABAN, maior evento de tecnologia para o mercado financeiro da América Latina, com uma série de demonstrações de suas soluções avançadas de Inteligência e Cyber Defense. No estande da companhia (C17), o visitante terá acesso a simulações de possíveis ataques e receberá informações de como atuar de maneira preventiva.

“Vamos levar a experiência de um Centro de Comando e Controle, que pode atuar como o “cérebro” da segurança. O Advanced SOC (Security Operation Center) é capaz de identificar todos os eventos e incidentes de segurança e, como diferencial, aplica inteligência cibernética Rafael”, afirma Longinus Timochenco, diretor de Cyber Defense da Stefanini Rafael para América Latina. A solução integra e correlaciona informações estratégicas e táticas coletadas sobre ameaças e potenciais ataques de diferentes fontes, utilizando a inteligência cibernética como ferramenta para tomar decisões e gerar uma defesa proativa, baseada em automação avançada.

Para o setor financeiro, a Stefanini Rafael apresenta suas soluções robustas antifraude omnichannel e de segurança da informação, que podem ser usadas em todos os canais financeiros, simultaneamente. Com o auxílio de Big Data e Machine Learning, as ferramentas aprendem sobre o comportamento do usuário, sendo capazes de fazer análises minuciosas sobre cada perfil de cliente.

“Com esta solução, o usuário realiza transações financeiras em múltiplos canais com segurança. A partir de uma arquitetura aberta, a tecnologia avançada da Stefanini Rafael permite adicionar ou substituir uma série de recursos, pois conta com uma plataforma escalável, que integra todas as fontes de dados”, complementa Timochenco.

Os visitantes também poderão conhecer o mais recente lançamento da Stefanini Rafael, a solução SAGAS (Stefanini Advanced GeoIntelligence Awareness Solution), que disponibiliza informações de alto valor agregado ao negócio do cliente, ao reunir uma série de tecnologias como Analytics, Image Processing, Machine Learning e IoT. Com este lançamento, a Stefanini tem como principal objetivo oferecer insights inteligentes, que possam gerar uma economia média para as empresas, inclusive do segmento financeiro, de até 20%.

“A Stefanini Rafael conta com tecnologias extremamente avançadas, capazes de aplicar inteligência artificial às imagens, realizando a identificação de suspeitos ou situações de risco, além de garantir uma atuação imediata e eficiente”, explica Paulo Perez, Diretor Executivo da Stefanini Rafael.

Stefanini no CIAB 2018

Estande: C17
Dias: 12 a 14 de junho
Horário: 10 às 19h
Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro

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SulAmérica marca presença no Ciab Febraban 2018

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, participa mais uma vez do Ciab Febraban, o maior congresso de tecnologia da informação para o setor financeiro da América Latina. A 28º edição da conferência será realizada de 12 a 14 de junho no Transamérica Expo Center, em São Paulo, e tratará do tema Inteligência Exponencial. O vice-presidente de Operações e Tecnologia da SulAmérica, Marco Antunes, participa do painel “O Futuro do Mercado de Seguros” no dia 13, às 14h. O debate abordará o impacto de novas tecnologias no mercado de seguros.

Case de transformação digital

A SulAmérica também será destaque na programação especial de palestras no estande das parceiras Amazon Web Services e GFT Technologies. No dia 12, às 15h30, o diretor de Estratégia Digital, Inovação e Tecnologia da SulAmérica, Cristiano Barbieri, apresenta a trajetória de transformação digital da seguradora e os resultados já conquistados por meio do pioneirismo no uso de inteligência artificial e da adoção da filosofia Lean na companhia.

Ciab Febraban 2018

Data: 12 a 14 de junho de 2018.

Local: Transamérica Expo Center.

Endereço: Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – São Paulo.

Confira a programação: www.ciab.org.br.

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CEO da Quanto participa de debate no CIAB FEBRABAN

A Quanto, fintech com plataforma para o segmento de open banking, está no maior congresso de tecnologia de informação para o setor financeiro: o CIAB FEBRABAN. Ricardo Taveira, CEO da empresa, participa do debate ‘Open Bank pelas fintechs’, no dia 12 de junho, às 14h, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

O debate ainda conta com a presença de Kleber Bacili, fundador e CEO da Sensedia, Marc Lahoud, CEO da QueroQuitar, e mediação de Wallace Jagiello, Head de Desenvolvimento de Sistemas Varejo do Banco Votorantim. A exposição aborda os diversos aspectos do open banking, uma espécie de Android desse novo mundo financeiro das fintechs.

Neste ano o CIAB FEBRABAN ocorre entre os dias 12 e 14 de junho. O evento também inclui a “Fintech Day”, na qual são selecionadas 14 fintechs nacionais e internacionais, e também o Lounge Fintech, com uma área de 300 m2 integrada à exposição.

CIAB FEBRABAN / Debate: Open Bank pelas fintechs

Data: terça-feira, 12/6

Horário: 14h

ONDE: Arena F5 – Transamérica Expo Center, em São Paulo

MAIS INFORMAÇÕES: http://www.ciab.org.br/

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Crie o primeiro aplicativo para iOS em um mês

Quem sempre quis tirar do papel a ideia de criar um aplicativo, poderá dar o primeiro passo para se tornar um desenvolvedor para plataforma iOS agora e em apenas um mês. A Quaddro Treinamentos, maior centro de desenvolvimento de carreiras mobile no Brasil, abre inscrições para o curso intensivo de férias para os interessados em aprender a desenvolver apps para iPhone e iPad de maneira prática e dinâmica. As aulas serão de 2 a 27 de julho.

Em um treinamento presencial e com a apresentação de exemplos para facilitar a aprendizagem, o aluno conhecerá a nova linguagem de programação desenvolvida pela Apple, Swift, e as boas práticas exigidas pelo mercado para a carreira de desenvolvedor decolar.

Afinal, a cada dia os smartphones ganham mais e mais usuários, que se tornam uma fatia de público potencial considerável para o uso de apps. Aprender a programar pode colocar o alunode vez cara a cara com essa oportunidade de mercado.

Mais detalhes do curso

O curso intensivo de férias de iOS/Swift será realizado de 2 a 27 de julho, de segunda a sexta-feira, das 9 às 18 horas. A carga horária total é de 152 horas.
As aulas serão ministradas na sede da Quaddro Treinamentos (Alameda Santos 1.000, 7º andar – Jardim Paulista – São Paulo).

Cada aluno terá um iMac para aprender programar e testar seu aplicativo na prática.Para participar, é preciso ter conhecimento básico de macOS, noções de Lógica de Programação e Programação Orientada a Objetos.

Reserva de vagas e investimento

A reserva de vaga deve ser feita pelo site da Quaddro Treinamentos (http://ofertas.quaddro.com.br/swift-intensivo-de-ferias-2018). O investimento do curso, para pagamentos até 2 de julho, é de R$ 4.950 à vista, com opção de parcelamento de 4 vezes de R$ 1.375.

Curso intensivo de férias iOS Swift (para iPhone e iPad)

Duração: de 2 a 27 de julho
Horário das aulas: das 9 às 18 horas, de segunda a sexta-feira
Modalidade: presencial
Local: Quaddro Treinamentos (Alameda Santos 1.000, 7º andar – Jardim Paulista – São Paulo)

Dia dos namorados: como aproveitar datas comemorativas para reter clientes

Que as datas comemorativas são uma grande oportunidade para alavancar as vendas, não é novidade. No entanto, a oportunidade também pode ser aproveitada para fidelizar clientes e fazer com que voltem a comprar, tornando o negócio mais sustentável.

Perdendo apenas para o Natal e Dia das Mães em número de vendas no Brasil, o Dia dos Namorados comemorado no próximo dia 12, pode ser a chance que faltava para as empresas reterem seus consumidores. A Octadesk, empresa voltada à gestão de relacionamento com o cliente, listou algumas dicas importantes e que devem ser levadas em consideração pelos estabelecimentos: :

1. Conheça o seu cliente

Para que a empresa mantenha um relacionamento de longo prazo com seus consumidores, é importante que tenha mapeado a persona e a jornada dela dentro da sua empresa. A maneira mais fácil é fazendo uma pesquisa com a base atual de clientes.

Também vale entrar no site, solicitar um orçamento e ver tudo o que acontece com você a partir desse ponto. Seja crítico e anote pontos que você acredita que devem ser melhorados. Assim, a empresa conseguirá mapear a jornada que o seu cliente faz a partir do primeiro contato.

2. Relacionamento com o cliente em diversos canais

Imagine a seguinte situação: você está atarefado e não conseguiu comprar o presente para sua namorada. Nesse momento você pensa em fazer uma compra pela internet, mas se lembra que não terá tempo hábil para que o pedido chegue até o dia dos namorados.

Você não tem tempo de ir à loja e é quando se lembra que pode fazer um pedido de entrega de flores pelo aplicativo.

Isso foi um exemplo forçado para mostrar a importância de atender através de diversos canais. O mais recomendado é utilizar um sistema que centraliza todos os pontos de contato entre a empresa e o cliente.

3. Satisfação do Cliente

Medir a satisfação do seu consumidor e realizar ações para aumentá-la é uma premissa para melhorar a retenção de clientes. Algo que pode ajudar é antecipar as dúvidas deles.

Tenha sempre em mente que, para garantir a satisfação do seu cliente, você precisa, em primeiro lugar, saber o que é atendimento e como aumentar a qualidade dele.

4. Ouça os seus clientes

O seu cliente precisa se sentir à vontade para falar e, para isso, é preciso fornecer o máximo de canais de contato. Além disso, a equipe de atendimento precisa estar preparada para receber feedbacks positivos e negativos.

Uma das formas mais comuns para ouvir os seus clientes é rodar, periodicamente, algumas pesquisas de satisfação.

Os melhores modelos são:

CSAT (Customer satisfaction score)

NPS (net promoter score)

Através do CSAT, você consegue medir como o cliente julga a última interação que ele teve com a sua empresa: muito insatisfatória ~ muito satisfatória.

Já com o NPS, você vê quais são os clientes promotores da sua marca (aqueles que estão muito satisfeitos) e quais são os detratores (os que falariam mal).

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Compras do governo exigirão Certificado Digital

O Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf), responsável pela gestão de todas as compras do governo, incluindo licitações e concorrências públicas, passa a exigir dos interessados, a partir do dia 25 deste mês, certificado digital padrão ICP-Brasil. “Essa medida deverá melhorar a qualidade das compras de modo geral, na medida em que só poderão participar titulares ou responsáveis pelas empresas concorrentes, que tiram seus certificados digitais a partir dos dados biométricos e físicos, de documentos com foto e da confirmação de tudo isso com a exigência de sua presença para retirar o documento”, diz Julio Cosentino, presidente da Associação Nacional de Certificação Digital.

A nova medida foi instituída pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão ainda no mês de abril. Houve, portanto, bastante tempo para que as empresas se preparassem. “Com a sua aplicação, o processo será bastante simplificado, até porque os dados cadastrais dos fornecedores serão obtidos diretamente das bases de dados do próprio governo e as informações adicionais preenchidas a partir de autenticação no Portal Brasil Cidadão, tudo com o uso do certificado digital”.

Como o processo passará a ser totalmente digital, haverá um padrão comparativo mais fácil de ser analisado e, também, maior rapidez na avaliação das propostas. “Esse tipo de mudança é sempre positiva, pois torna os procedimentos mais ágeis e transparentes”.

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Novo espaço para freelancers mais qualificados é lançado na América Latina

O trabalho freelance é repleto de desafios, mas pode ser muito recompensador para os profissionais que mais se destacam na área. Para reconhecer e unir melhores clientes e freelancers, a Workana, plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina, acaba de lançar a Workana Pro, um novo serviço gratuito desenvolvido especialmente para os profissionais mais experientes e melhor qualificados, que poderão ser encontrados por empresas de toda a região que buscam mais qualidade para os seus projetos.

Para os profissionais, os benefícios envolvem projetos com maior ticket médio, mais chances de conseguir um trabalho e a oportunidade de atuar com os melhores clientes. Guillermo Bracciaforte, cofundador da Workana, conta que a iniciativa de criar a Workana Pro surgiu com o objetivo de valorizar os profissionais mais dedicados. “Como plataforma que une os profissionais aos clientes, buscamos sempre proporcionar oportunidades cada vez melhores para esses trabalhadores freelancers, além de colocar à disposição das empresas pessoas bem qualificadas e experientes”, analisa Bracciaforte.

A plataforma irá selecionar automaticamente os profissionais com avaliação superior a 4.5 estrelas, que não tenham problemas com trabalhos anteriores no sistema e que tenham realizado pelo menos dez projetos bem avaliados. Para Bracciaforte, a expectativa é movimentar ainda mais o mercado freelance, dando a chance para os trabalhadores encontrarem projetos em PMEs de destaque e facilitando a seleção para que as empresas encontrem a pessoa perfeita para cada projeto. “No Brasil, temos uma média de 300 projetos publicados por dia. A Workana Pro vem para trazer uma nova experiência de contratação, levando a atividade freelance a um novo patamar”, finaliza.

Na Workana é possível contratar e oferecer serviços nas áreas de TI e programação, design e multimídia, tradução e conteúdos, marketing e vendas, suporte administrativo, jurídico, finanças e administração e engenharia e manufatura. Para encontrar, basta acessar o site www.workana.com.

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Fator humano: o principal componente da segurança da informação

Por Vladimir Prestes

A proteção de dados confidenciais nas empresas é baseada no componente técnico e no fator humano. De acordo com as últimas tendências de desenvolvimento da segurança da informação o foco passa a ser o indivíduo. Isto é evidenciado por tecnologias tais como: UEBA (User and Entity Behavior Analytics), UBA (User behavior analytics), SUBA (Security User Behavior Analytics) e outras ferramentas de análise de comportamento de usuários, que visam detectar ameaças presentes.

As ameaças em TI podem ser divididas em dois grandes grupos: tecnológicas e “humanas”. Proteção antivírus, filtragem de tráfego, cobertura de vulnerabilidades, proteção contra ataques direcionados, DDOS – são tarefas com as quais soluções especializadas lidam de modo automático, já que a lógica do computador reconhece bem as ameaças e é capaz de tomar decisões sobre seu bloqueio autonomamente.

Ameaças “humanas” em TI – é uma área especifica. Contra elas não há uma solução totalmente automatizada. E geralmente essas ameaças são tratadas de forma integrada: configura-se o acesso aos componentes da infraestrutura de TI, utiliza-se sistema DLP (Data Loss Prevention), aumenta-se o conhecimento técnico dos funcionários e introduzem-se regulamentações de trabalho com informações críticas para os negócios.

As ameaças são muito distintas. Por isso, diferentes funcionários e até mesmo departamentos trabalham com elas: funcionários do departamento de TI cuidam das ameaças tecnológicas; profissionais de segurança da informação são responsáveis pelo monitoramento do “fator humano”. A propósito, o departamento de TI nem sempre sabe quais as soluções e métodos de proteção estão sendo usados na empresa. Isso cria um tipo de contrapeso aos riscos que podem ser ocasionados pelos próprios profissionais TI. Em geral, essa abordagem mais precisa da segurança é praticada por empresas de médio e grande porte.

A proteção contra “ameaças humanas” possui um caráter integrado, ao mesmo tempo são aplicadas soluções especializadas e medidas administrativas.

Por um lado, é necessário elevar o nível de capacitação técnica de seus funcionários, de modo que informações confidenciais não venham a ser encontradas em e-mails pessoais, em anotações de smartphones ou, por descuido, não venham a cair nas mãos de terceiros. Representantes da empresa Cybersecurity Ventures, especializada em pesquisas no campo da segurança cibernética e análise de mercado, afirmam que os custos globais com treinamento de funcionários no âmbito da segurança da informação podem chegar a 10 bilhões de dólares até 2027.

Por outro lado, é importante acompanhar a movimentação de dados confidenciais que podem ser transmitidos para fora do “perímetro” da empresa. Apenas o uso integrado de soluções técnicas e medidas administrativas serão capazes de impedir a maioria dos vazamentos de informações. As consequências destrutivas provocadas por vazamentos são óbvias, mas os riscos causados pelo fator humano, muitas vezes, podem levar uma empresa à falência.

Na luta contra vazamentos de informações, todas as empresas estabelecem tarefas semelhantes: impedir o roubo de dados financeiros, evitar danos à reputação, manter em segredo assuntos internos, não perder a carteira de clientes, proteger os dados pessoais de funcionários e clientes. As ameaças tecnológicas podem interromper temporariamente o trabalho de uma empresa, as comunicações, o contato com os clientes – mas tudo isso é resolvido rapidamente. Em contrapartida, um alto executivo mal intencionado, possuindo acesso a todos os dados secretos, planos, documentos financeiros e analíticos, podendo causar não apenas sérios danos ao negócio, mas destruí-lo completamente.

A imprudência de um funcionário de um de nossos clientes resultou no vazamento de dados confidenciais. O gerente da empresa simplesmente esqueceu o notebook em cima da mesa da sala de conferências onde havia ocorrido uma reunião com um cliente. O notebook continha muitas informações interessantes: um arquivo com ofertas comerciais para o ramo de atuação do cliente, sistemas de formação de preços, arquivo de contratos, planos, etc. O sistema DLP registrou a tentativa de download dos documentos para uma mídia externa e um grande vazamento foi evitado. No entanto, o cliente acabou visualizando dados aos quais ele não deveria ter tido acesso.

E vazamentos ocasionais como estes não são raros. De acordo com uma pesquisa realizada pela SearchInform, em 2016 eles foram responsáveis por 42% de todos os incidentes relacionados à segurança da informação nas empresas dos países da CEI (Comunidade dos Estados Independentes).

Para garantir a proteção das informações da empresa é necessário desenvolver sua estratégia de segurança da informação ou seguir as recomendações abaixo, que permitem a redução de riscos:

1. Estabeleça regras para o manuseio de informações. A estrita observância das regras de armazenamento e operações com dados e documentos confidenciais diz respeito a qualquer funcionário – desde o mais alto executivo até o profissional comum.

2. Realize o treinamento dos funcionários do departamento de segurança da informação. Isso pode ser feito dentro da estrutura de sua organização: atribua esta tarefa ao departamento de RH ou de TI, ou inclua esta função às reponsabilidades do departamento de SI. Também é possível recorrer aos serviços de empresas especializadas em treinamento de agentes de segurança da informação (CTI, Security Awareness Training).

3. Crie o departamento de Segurança da Informação, que trabalhará na prevenção de incidentes. A tarefa dos funcionários de SI não é apenas investigar violações, mas analisar potenciais ameaças. Por exemplo, dar atenção especial aos funcionários que se enquadram em grupos de risco: apostadores, dependentes químicos, funcionários em processo de demissão ou insatisfeitos, etc.

4. Implemente soluções de proteção da informação. Use ferramentas de controle de informação: sistema DLP, sistema SIEM, etc. É necessário monitorar o maior número possível de canais de transmissão de informação dentro da empresa.

5. Abandone a abordagem convencional de proteção. Por si só, a implementação de ferramentas de proteção de informações não é uma garantia de segurança, ainda mais se forem usadas apenas diante de uma necessidade. Frequentemente, o incidente ocorre e só então, descobre-se que algo não foi configurado corretamente: um canal não estava sendo monitorado, um usuário teve acesso a informações que deveriam ser restritas, etc. Configure as ferramentas corretamente e monitore os canais de informação constantemente.

6. Faça uso do princípio de “freios e contrapesos”. Não delegue toda a responsabilidade e poder apenas a uma pessoa: justamente com esse propósito é estabelecido o departamento de SI, para ser o “contrapeso” ao departamento de TI, que muitas vezes tem acesso às mais importantes informações confidenciais e possui conhecimento técnico suficiente para usá-las indevidamente.

Vladimir Prestes é Diretor Geral da SearchInform no Brasil, líder russa em sistemas de segurança da informação há mais de 20 anos.

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Startup brasileira está entre finalistas no CODE_n CONTEST

Apresentado pela GFT, referência em tecnologias exponenciais para a transformação digital e projetos ágeis, a competição CODE_n, na Alemanha, selecionou uma empresa brasileira entre as 50 finalistas deste ano. A disputa será no new.New Festival, evento tecnológico internacional focado nas oportunidades da transformação digital, em Hanns-Martin-Schleyer-Halle, em Stuttgart, de 8 a 10 de outubro, onde finalistas apresentarão os seus modelos de negócios.

Com a seleção, a Nama, startup que une as inteligências humana e artificial para resolver comunicações complexas, terá um estande gratuito no festival por três dias e também poderá mostrar seus conceitos no palco do evento para o grande público. “Dado a relevância do new.New Festival e do CODE_n, é uma grande oportunidade para as startups poderem apresentar os seus trabalhos, os seus diferenciais, além de fazerem networking”, afirma Marco Santos, Marco Santos, managing director Latam da GFT. Os custos com a viagem e estadia do profissional da Nama serão de responsabilidade da GFT Brasil.

Um júri VIP irá selecionar os vencedores nas categorias “Melhor Modelo de Negócios”, “Melhor Inovação Tecnológica” e “Disruptor da Indústria”, além do vencedor geral no final do evento. Os Prêmios CODE_n têm um total de 30 mil euros em prêmios. Cerca de 313 startups de 42 nações se candidataram para o evento deste ano. Ao todo, 50 startups de 15 países, incluindo Brasil, África do Sul, EUA, Lituânia, Israel e Alemanha foram selecionadas como finalistas.

50 startups prontas para apresentar suas ideias inovadoras

As startups finalistas vão desde Beyond Reality e Inteligência de Máquina até a Confiança Criptográfica, temas que podem ser aplicados à indústria, setor móvel, saúde, educação e agricultura no futuro. As startups apresentarão soluções para a tecnologia de cibersegurança e blockchain e também apresentarão ideias para simplificar os processos industriais utilizando a realidade aumentada, inclusive no desenvolvimento de protótipos ou na manutenção de dispositivos técnicos.

‘A qualidade das startups candidatas este ano foi tão alta que, muitas vezes, foram apenas os detalhes que fizeram a diferença final no ranking e na seleção das top 50. Estou ansioso para receber as 50 finalistas no início de outubro aqui em Stuttgart. Todas elas fazem jus ao nosso lema de “explorar o DNA da inovação digital” e temos certeza de que o evento mais uma vez produzirá muitas colaborações e investimentos bem-sucedidos”, afirma Moritz Gräter, Managing Director do CODE_n.

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Bossa Nova é primeira empresa brasileira a lançar fundo com criptomoeda

Na próxima semana a Bossa Nova Investimentos lança globalmente (menos no Brasil) a primeira security token focada em empresas da América Latina. Trata-se da BR11 uma moeda virtual securitizada (security token) atrelada a um fundo de investimentos em startups.

Segundo Pierre Schurmann, founding partner da Bossa Nova Investimentos, — uma empresa de venture capital com participação em 347 startups e projeção de chegar a 450 investidas até o final de 2018 –, a criação da BR11 é uma forma de atrair investimentos estrangeiros para startups brasileiras.

A BR11 estará associada a 11 startups nacionais. Cada BR11 valerá US$ 1 e o câmbio flutuará de acordo com o sucesso das startups. “Pretendemos captar entre US$ 11 milhões e US$ 20 milhões para investir nestas startups”, revela.

Em estágio de pré-venda para investidores institucionais, a BR11, que está registrada na Securities and Exchange Commission (SEC), o órgão que regula o mercado financeiro nos EUA, tem atraído a atenção de familly offices globalmente.

A emissão das moedas utilizará a tecnologia da Securitize, que garante que a emissão seja 100% compatível com as leis de cada país na qual será oferecida. Para que os investidores possam ter liquidez, A BR11 será listada na plataforma Open Finance, na qual seu câmbio flutuará de acordo com o valuation das 11 startups do fundo. “Será a terceira emissão de um security token nas Américas”, comemora Schurmann.

O investidor internacional vai poder aportar pequenas quantias em startups brasileiras. Com mínimo de US$ 5 mil será possível participar.

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Deloitte abre inscrições para empresas participarem da pesquisa “As PMEs que Mais Crescem no Brasil”

Empresas que faturaram até R$ 500 milhões em 2017 podem participar da 13ª edição do principal levantamento do País sobre pequenas e médias empresas, realizado em parceria de divulgação com a revista EXAME

Estão abertas as inscrições para a 13ª edição do levantamento “As PMEs que Mais Crescem no Brasil”, realizada pela consultoria Deloitte para divulgação na revista Exame. A pesquisa deste ano apontará as organizações que mais expandiram seus negócios ao longo dos últimos três anos completos (2015, 2016 e 2017).

Para participar, as empresas que faturaram entre R$ 5 milhões e R$ 500 milhões em 2017 podem acessar o questionário pela página oficial (onde consta o regulamento do estudo), cadastrar seus dados e responder às perguntas até 6 de julho de 2018.

As empresas com taxas mais elevadas de crescimento no período avaliado se classificam para um ranking a ser divulgado no dia 30 de agosto, em evento realizado em São Paulo, no qual serão homenageadas. A relação será também publicada pela revista Exame.

Para os participantes, independentemente da entrada e posição da empresa no ranking, a organização enviará um relatório completo com os resultados.

13ª edição da pesquisa “As PMEs que Mais Crescem no Brasil” – triênio 2015/ 2016/ 2017

Inscrições: até o dia 6 de julho

Onde realizar a inscrição: www.deloitte.com/PMEs

Dúvidas: pequenasemedias@deloitte.com

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Aumentando a produtividade de vendas com a Transformação Digital na indústria de Bens de Consumo

Por Sandra Vaz

A Transformação Digital nasce com a adoção de novas tecnologias. Novas máquinas, IoT, IA, robots e softwares representam o primeiro passo. O segundo é envolver seus colaboradores dentro da nova realidade. Quando estamos falando da equipe de vendas, esse é um ponto ainda mais crucial.

Aumentar a produtividade em vendas é provavelmente o sonho de 10 em 10 CEOs. O crescimento em vendas é o termômetro do sucesso de uma organização, é um tema para o qual todos olham e lutam pelo crescimento. Já a produtividade é a capacidade de, com os mesmos recursos, melhorar os resultados obtidos, a margem da empresa e a Transformação Digital é um passo decisivo para essa conquista.

Mas quais são os impactos desse novo momento para a área de vendas? Os primeiros reflexos são, certamente, os clientes e os vendedores. Com os avanços das tecnologias, cada um deles adquire uma nova postura. Os consumidores de hoje são pessoas empoderadas, que estudam sobre seu produto de desejo na Internet e muitas vezes chegam até as lojas já com todas as informações necessárias para concluir sua compra. Eles conhecem os produtos da concorrência e lutam pelos seus direitos. Nesse cenário, os vendedores precisam estar preparados para lidar com clientes bem informados e com pouco tempo para tomar decisões.

Por outro lado, as empresas e seus vendedores também possuem informações valiosas sobre seus clientes. Através de tecnologias como big data e redes sociais, os clientes estão muito mais abertos para receber e também ceder suas informações. Na busca por uma verdadeira experiência do usuário, o cliente permite acesso aos seus perfis nas redes, dados demográficos e muito mais.

As empresas e lojas, principalmente através do CRM, conseguem traçar facilmente o perfil de cada indivíduo e ter informações como a frequência das compras, preferências de marca, etc. Os dados não são captados apenas no momento final da compra. Isso prova que, com a Transformação Digital, o processo de venda foi fragmentado, dividindo-se a responsabilidade com mais áreas da empresa, e não apenas com a equipe de vendas. O Marketing, a Logística, o Pós-Venda: tudo tem reflexos importantes no momento da venda, pois geram dados e insights poderosos para gerar uma nova venda com menos esforço e mais assertividade. Isso aumenta a produtividade sem necessariamente aumentar os custos.

Sempre com o apoio dos dados coletados, o vendedor consegue conhecer a fundo o comportamento do mercado, a jornada de compra do seu cliente e até mesmo algumas de suas informações pessoais e preferências. Cabe ao profissional aprender a utilizar esses dados para otimizar seus processos, aumentando suas vendas.

Com o desenvolvimento tecnológico, teremos ainda mais pontos de coletas de dados durante a cadeia de conhecimento, interesse e compra do cliente. Com a interpretação correta dessas informações, as empresas saberão exatamente quando o cliente precisa realizar uma nova compra, pois seu perfil já terá sido estudado e suas necessidades e dores já são conhecidas. Hoje, as empresas já conseguem trabalhar com análise preditiva de dados. Em pouco tempo, acredito que teremos números surpreendentes e uma produtividade recorde para as equipes de vendas através da inteligência artificial, imagem e voice recognition. Os ganhos passarão facilmente da ordem dos bilhões.

A Transformação Digital representa um ganho em produtividade sem precedentes para qualquer negócio. Não basta apenas conhecer as novas técnicas e receber os novos dados: é preciso redesenhar processos e aplicar as diferentes soluções e plataformas, integrando-os à rotina de suas equipes. Para isso, um bom caminho é consultar empresas especialistas no assunto. A adoção das mais recentes tecnologias pode necessitar de treinamento inicial , mas profissionais com experiência nesse tipo de implantação poderão testemunhar sobre todas as suas vantagens. A transformação começa no digital, se torna real dentro da cultura da empresa e gera resultados formidáveis e sustentáveis quando bem aplicada.

Sandra Vaz é Chief of Sales & Marketing da MC1, multinacional brasileira especializada em inteligência de vendas utilizando soluções de mobilidade corporativa.

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Novas Startups se juntam ao Oracle Startup Cloud Accelerator para aprimorar inovação na nuvem

A Oracle anunciou hoje a segunda turma de startups que participarão do Oracle Startup Cloud Accelerator, em São Paulo. Com duração de seis meses, o programa oferece às startups apoio para o crescimento de seus negócios e desenvolvimento de soluções inovadoras baseadas em nuvem.

Coordenado por membros da equipe de pesquisa e desenvolvimento da Oracle, o programa Oracle Startup Cloud Accelerator traz às startups a orientação de especialistas técnicos e de negócio, espaço de trabalho colaborativo, acesso ao ecossistema de mais de 430 mil clientes, parceiros e investidores, bem como créditos gratuitos de Oracle Cloud.

Selecionadas entre um grupo bastante qualificado e diversificado de candidatos, as seis startups da segunda turma de São Paulo são:

• Agendor, uma plataforma de aprimoramento em vendas, que ajuda pequenas e médias empresas com vendas consultivas na definição e acompanhamento do processo de vendas, de forma simples, enxuta e acessível, com versões para web e mobile. Por meio do Agendor é possível centralizar a carteira de clientes, acompanhar as vendas em andamento e extrair relatórios dos resultados de negócios.

• JUSTTO – empresa voltada para área jurídica, que possibilita o acesso à justiça por meio de sua plataforma de automação de negociação de acordos, com uma solução inteligente ponta-a-ponta para prevenir e resolver conflitos.

• Qulture.Rocks – voltada para ajudar as organizações a criarem novas culturas de trabalho, é uma a plataforma (mobile e desktop) customizada de gestão de desempenho e conteúdo, que gera alinhamento, reconhecimento e desenvolvimento no ambiente de trabalho por meio de feedbacks, meritocracia, desenvolvimento de habilidades e gestão de metas.

• Smartrips.co – plataforma que incentiva os colaboradores das empresas a pouparem e economizarem em viagens corporativas. Por meio do algoritmo da startup, a empresa define um budget para a viagem do colaborador que, ao economizar, ganha pontos para trocar por benefícios com parceiros da plataforma.

• Social Miner – plataforma de engajamento e vendas que usa machine learning e storytelling para criar campanhas de marketing digital mais humanizadas e aumentar as vendas das empresas.

• Tail – plataforma de big data para gestão de audiência na América Latina. Uma “one-stop shop”, sob o modelo SaaS, traz aos anunciantes, agências e veículos um conjunto abrangente de soluções para gerenciamento de dados de audiência em desktops e dispositivos móveis.

“As startups em São Paulo continuam elevando o padrão para a inovação global em nuvem e estamos orgulhosos em dar as boas-vindas a esse seleto grupo em nossa segunda turma”, disse Reggie Bradford, vice-presidente sênior de Startup Ecosystem and Accelerator da Oracle.

“Com o anúncio da segunda turma, a Oracle reforça a continuidade do Oracle Startup Cloud Accelerator e seu compromisso em fomentar o ecossistema brasileiro de startups”, comenta Rodrigo Galvão, presidente da Oracle do Brasil. “As seis startups selecionadas contarão com o apoio da Oracle para crescer e se desenvolver ainda mais e transformar o mundo dos negócios”.

A Oracle oferece programas de aceleração presenciais e não-presenciais que potencializam a inovação tecnológica baseada em nuvem e permitem a co-criação e a co-inovação. Lançado globalmente no início de 2016, o Oracle Startup Cloud Accelerator está presente em nove cidades – Austin, Bangalore, Bristol, Mumbai, Nova Deli, Paris, São Paulo, Cingapura e Tel Aviv. Já o Oracle Scaleup Ecosystem é o programa não-presencial, disponível de forma virtual em todo o mundo, para startups que buscam o crescimento e desenvolvimento de seus negócios.

Empreendendorismo no Oracle OpenWorld Brasil 2018

As seis startups da segunda turma do Oracle Startup Cloud Accelerator em São Paulo participarão do Oracle OpenWorld Brasil 2018, em um painel moderado por Rodrigo Galvão, presidente da Oracle do Brasil, no dia 20 de junho, às 14h45, na Bienal do Parque Ibirapuera. O evento é aberto ao público e com entrada franca, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

Para saber mais sobre as startups do programa e conhecer mais sobre inovação e as tecnologias emergentes no Oracle OpenWorld Brasil 2018, acesse o site do evento. https://go.oracle.com/LP=67988?elqCampaignId=14173

Quem são os defensores da Internet no Brasil?

Por Silicon-Minds

Mais da metade da população mundial já conta com acesso à internet, aponta o último relatório Digital de 2018, divulgado pelos serviçosonlineHootsuite e We Are Social. De acordo com as duas companhias somos mais de 4 bilhões de pessoas conectadas. As redes sociais são utilizadas por cerca de 3,2 bilhões de pessoas (42% de todo o mundo).

Segundo a jornalista Elaine Raquel Assis, cada vez mais informações pessoais e públicas são coletadas, armazenadas, processadas e compartilhadas eletronicamente. Tudo isso traz oportunidades para o desenvolvimento socioeconômico e sustentável, especialmente em torno das tecnologias de informação e comunicação para o desenvolvimento.

Parece perfeito! Só que não #sqn. Ocorre que o mundo virtual não está isento dos perigos da vida real, os chamados Cyberbulling crescem virtuosamente desafiando a privacidade e as Leis.

Perguntamos a Elaine: Como se aplica a lei brasileira para criação de perfil falso para difamação, bully, cybertalking e fake news?

Elaine responde citando o advogado criminalista e constitucionalista, Dr. Adib Abduoni. Segundo ele, a criação e utilização de um perfil falso com a finalidade de caluniar, difamar, injuriar ou ameaçar alguém, além de representar causa de responsabilização penal pelos crimes em espécie (CP, artigos 138, 139, 140 e 147), também constitui a prática do crime de falsa identidade, previsto no artigo 307 do CP (atribuir-se ou atribuir a terceiro falsa identidade para obter vantagem, em proveito próprio ou alheio, cuja conduta dissimulada é repudiada pela Constituição Federal ao vedar o anonimato como forma de garantir a liberdade de expressão (CF, artigo 5º. IV).

Como é possível achar o responsável por uma conta anônima?

Segundo Dr. Adib, a obtenção da identificação do endereço de protocolo de internet e o rastreamento do registro de conexão – qualificado como o conjunto de informações referentes à data e hora de início e término de uma conexão à internet, sua duração e o endereço IP utilizado pelo terminal para o envio e recebimento de pacotes de dados – constitui mecanismo indispensável acerca do descobrimento do criador do perfil falso, cuja obtenção, regulada pela Lei 12.965/2014 (Marco Civil da Internet), deve se dar por meio de autorização judicial – em caráter de liminar ou não – com vistas a formar o conjunto probatório do processo judicial cível ou penal, cuja ordem será dirigida ao provedor de acesso responsável pela guarda e fornecimento desses registros, desde que fundados os indícios da ocorrência do ilícito, sem prejuízo da preservação da intimidade, da vida privada, da honra e da imagem das partes direta ou indiretamente envolvidas.

Fernando Azevedo, sócio da Silicon Minds, empresa especializada em reputação online, e autor dos livros “Segredos de Reputação Online” e “O Negócio Sujo das Fake News” ainda avisa que o lesado pode fazer um pedido legal para que as redes sociais forneçam contas conectadas e e-mails que foram usados para a criação da conta falsa.

Existe alguma legislação vigente no Brasil para crimes de internet?

A responsabilidade penal por crimes cometidos no ambiente digital – à exceção daqueles estabelecidos na Lei 12.737/12 (Lei Carolina Dieckmann) sobre a tipificação penal da invasão de dispositivos informáticos alheios, cometida por hackers para coleta de dados sem autorização – padece de uma legislação específica, o que não impede a incidência dos tipos penais comuns sobre essas condutas contrárias à norma penal.

Nessa senda, pouco importa o meio pelo qual a prática do crime seja consumada – real ou virtual -, a exemplo dos crimes contra a honra e a liberdade pessoal (calúnia, difamação, injúria, constrangimento ilegal ou ameaça) previstos no Código Penal, além dos crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, atinentes à produção e reprodução de cenas de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo os infantes, assim como os delitos contra as relações de consumo estabelecidas no Código de Defesa do Consumidor cujo exemplo clássico é a propaganda enganosa.

“O Brasil precisa acordar para estas práticas criminosas. E as redes sociais precisam ser mais ágeis na resolução destas contas e postagens”, diz Fernando Azevedo da Silicon Minds.

Segundo o Instagram, por exemplo: “Se uma conta for criada com o intuito de exercer bullying ou de assediar outra pessoa em seus posts, após a pessoa prejudicada denunciar o abuso, essa conta poderá ser bloqueada”.

Parece fácil, mas na verdade não é. “A maioria das pessoas desconhece esta regra e nem sabem como reportar. Além disso, na própria rede social existe a necessidade de dezenas de denúncias, com morosidade de 7 dias para tornar efetiva a ação.” – diz Fernando Azevedo, sócio da Silicon Minds, empresa especializada em reputação online e combate a fake news e cyberbullying.

Cyberbullying ou assédio virtual, segundo a Wikipedia, é uma prática que envolve o uso de tecnologias de informação e comunicação para dar apoio a comportamentos deliberados, repetidos e hostis praticados por um indivíduo ou um grupo com a intenção de prejudicar o outro. Entretanto, não é somente este o problema. Cyberstalking consiste no uso de ferramentas tecnológicas com o objetivo de perseguir ou assediar uma pessoa, segundo a Wikipedia. E ainda temos outros problemas como criação de fake news, pornografia infantil e violação de direitos autorais.

Fernando Azevedo reporta alguns passos importantes que uma pessoa pode utilizar quando é assediada na internet: “Existem alguns passos importantes que as pessoas podem seguir ao lidar com notícias falsas, cyberbullying e cyberstalking. Os processos legais podem demorar, então temos algumas dicas: “O primeiro passo é reportar a conta que está causando o problema e pedir para que amigos, colegas e seguidores façam o mesmo. No caso de assédio em comentários, o Instagram, em “configurações”, tem um filtro de comentários que pode banir as palavras que o incomodam. O usuário pode fazer um post pedindo ajuda a seguidores e relatando o problema. Além disso, o proprietário, no caso de Fake News e difamação, pode mostrar que está tratando das acusações pessoalmente e aproveitar para representar seus valores de ética e transparência. Ele também pode emitir press releasesinformando a verdadeira história. Ao responder a notícias e ofensas falsas on-line, lembre-se da regra de ouro das mídias sociais: “seja positivo ou fique quieto”. Desativar contas de todos os membros que podem ter dificuldade em controlar seu temperamento. E lembre-se: obter telas de notícias falsas é extremamente importante ao preencher um processo.”

O problema é tão grave que Fernando Azevedo, junto com a jornalista Livia Clozel, está começando uma campanha com o hashtag #helpmeinternet. A idéia é usar o poder do crowdsource para ajudar a reportar crimes nas redes sociais. “Caso eu esteja sofrendo cyberbullying de ‘fulanodetal’, eu posso fazer um post na minha conta ‘#helpmeinternet fulanodetal está me atacando’. Assim as pessoas poderão ver meu pedido, ir até a conta do suposto agressor e avaliar se realmente está ocorrendo um abuso para ajudarem a reportar a rede social.”

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