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Longe das capitais: como empresas nascidas no interior crescem e aparecem

Santa Catarina é referência nacional de polo tecnológico. O estado concentra um grande número de startups na capital, Florianópolis, e em grandes centros, como Joinville e Blumenau, cidades que são consideradas ecossistemas de tecnologia. Essas regiões contam com fundos de investimento local, aceleradoras, incubadoras e um forte networking que gera suporte para o desenvolvimento do setor nas cidades. Mas, distantes dos polos, há empresas que se desenvolvem no interior e aprenderam a lidar com a escassez de recursos financeiros e os desafios para recrutar talentos. Saiba como empreendedores superaram essas barreiras e conseguiram criar soluções de sucesso.

Talento não é só nos grandes centros

A Hiper nasceu em Brusque, cidade do interior catarinense com um setor têxtil muito desenvolvido. Seguir uma carreira fora desse mercado era nadar contra a multidão. Seus fundadores trabalhavam na Havan e enxergaram a oportunidade de desenvolver uma solução para o micro e pequeno varejo. Atualmente, a empresa é responsável pelo Hiper Gestão, software capaz de monitorar do estoque até a frente de caixa de um comércio, além de proporcionar adequação fiscal, emitindo notas e transferindo dados para a contabilidade. Recentemente, a empresa foi adquirida pela Linx, em uma transação que pode chegar a R$ 50 milhões. “Mesmo com a transação decidimos manter a sede da empresa em Brusque. Temos muito orgulho do trabalho que desenvolvemos na cidade e do nosso time. Conseguimos trazer muita gente boa e acabar com a síndrome de vira-lata, de que só há profissionais qualificados nos maiores centros. É claro que também atraímos mão de obra de outros estados. Hoje temos mais de 100 funcionários, incluindo profissionais do Rio Grande do Norte, Minas Gerais, São Paulo e Distrito Federal”, comenta Tiago Vailati, CEO da empresa. “Minha experiência mostra que é possível sim empreender em uma cidade do interior. A tecnologia nos aproxima dos grandes centros”, finaliza Tiago. Atualmente a Hiper conta com mais de 15 mil clientes e está presente em quase 2 mil cidades brasileiras.

Se o produto é bom, você vai vender

Rio do Sul é uma cidade com apenas 60 mil habitantes e é lá que fica a sede da Effecti, empresa especializada em desenvolver soluções de automação para fornecedores de licitações. Hoje a startup conta com mais de mil clientes e está presente em todo Brasil. A empresa cresceu inteiramente por bootstrap, ou seja, sem receber nenhum aporte. “Estar no interior não é um fator limitante para gente. Conseguimos crescer e escalar nossa solução, pois identificamos um problema no mercado que nosso produto resolve. Não adianta estar em um grande centro e ter um produto que não impacta de verdade a vida das pessoas. Temos orgulho da nossa história até aqui e não pensamos em deixar Rio do Sul”, comenta Fernando Salla, CEO da Effecti.

Perto do cliente

Estar longe da capital foi positivo para a Unifique, telecom fundada em Timbó, em 1997, a 180 quilômetros de Florianópolis. A empresa começou oferecendo serviço de acesso à internet discada apenas no município. Quase uma década depois passou a investir em redes de fibra óptica, aproveitando um vácuo deixado por grandes operadoras de telefonia, que concentraram investimentos em grandes cidades. Hoje, a Unifique está em 116 cidades de Santa Catarina e cresce, em média, 30% ao ano. A meta é conquistar 1 milhão de residências em cinco anos. Na última pesquisa de satisfação da ANATEL, a Unifique foi a operadora de banda larga fixa de Santa Catarina melhor avaliada pelos usuários, à frente da NET, Vivo e Oi. No Brasil, tem a terceira melhor nota (7,64), antecedida por Copel (8,35) e Brisanet (7,89). “Sempre combatemos o poderio econômico dessas grandes empresas com a proximidade”, afirma Fabiano Busnardo, presidente e fundador da empresa.

Por que investir em uma loja online?

Por Rafael Martins

Junho de 2019 – Nos últimos anos, podemos observar como as lojas online ganharam um lugar de destaque no mercado, especialmente pela praticidade criada no momento de realizar uma compra via desktop. As vendas mobile, por sua vez, pegam carona nessa mesma vantagem: os consumidores conseguem fazer as suas compras com ainda mais praticidade, eficiência e aonde quer que estejam: em casa, na rua, no metrô, no ônibus ou em qualquer outro local com conexão à internet.

Por essa razão, os aplicativos para smartphone têm se mostrado uma ótima oportunidade de mercado. Isso significa que as empresas devem investir em uma loja online e preparar o seu site para vendas por meio de dispositivos móveis. Essa pode se tornar uma boa vantagem competitiva e fazer toda a diferença para otimizar os resultados conquistados.

De acordo com a pesquisa “Análise do E-commerce no Mundo 2018”, realizada pela Criteo, as vendas mobile somaram mais de 50% das transações online no mundo. No Brasil, no primeiro trimestre de 2017, 26% das vendas foram feitas através de smartphones ou tablets. Esse número apresentou um salto para 37% no primeiro trimestre de 2018. Diante deste cenário, que demonstra a consolidação das vendas mobile e indica uma tendência de crescimento para o futuro, entender a importância de trabalhar com canais de vendas alinhados com os hábitos de consumo atuais se torna imprescindível nesta Era Digital.

Os dados combinados de todos os países analisados pela Criteo demonstram a expressividade dos dispositivos móveis. Sendo assim, os aplicativos merecem um destaque especial quando falamos sobre as vendas mobile, pois eles apresentam resultados ainda mais relevantes para os lojistas, respondendo por 30% das vendas em dispositivos móveis.

Ao usar um aplicativo para oferecer seus produtos ao consumidor, sua loja online consegue se conectar com um número maior de potenciais clientes. Cerca de 30% de todas as vendas mobile acontecem a partir de um app. A taxa de conversão no app de compras é três vezes maior do que na web mobile. Ou seja, as chances de levar o consumidor ao momento da compra, por meio de um aplicativo, é muito superior às chances de venda pelo mobile web.

E pelo lado do usuário, uma das razões pelas quais os clientes preferem comprar pelo online ao invés das lojas físicas é a possibilidade poder avaliar suas opções e obter as melhores ofertas por meio de comparativos entre os varejistas, além de contar com uma entrega imediata e facilidade e segurança no pagamento. Tudo isso sem a necessidade de levantar do sofá: basta se conectar através do smartphone, ou seja, uma experiência muito mais rápida e intuitiva.

A sua empresa já aproveita as oportunidades de vendas criadas pelo uso de um app? Colocar essa estratégia em prática pode ser mais simples do que você imagina, além de ser uma ótima forma de potencializar as suas vendas!

Rafael Martins, CEO da LifeApps, empresa do Grupo Máxima responsável por plataformas de e-commerce.

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A inteligência artificial será tão essencial para a medicina quanto a energia elétrica

Por Diego Figueredo, CEO da Nexo AI

A nossa maior riqueza é a saúde. Para uma vida longa e plena, é essencial que a nosso corpo esteja saudável. Isso, inevitavelmente, passa pela medicina. Com o surgimento da ciência, ganhamos ferramentas importantes para sobreviver aos infortúnios diários. Apesar do avanço, no entanto, o erro hospitalar é uma das principais causas de morte dos pacientes. Aproximadamente 440.000 americanos morrem por ano como consequência de equívocos e quase 86% das mortes são evitáveis.

A redução desses números passa obrigatoriamente pela implementação das inovações tecnológicas que estão sendo desenvolvidas para o setor. A inteligência artificial (IA), por exemplo, caminha para ocupar todos os lugares. Em breve, não existirá nenhum setor ou especialidade que não sofreu algum impacto dessa tecnologia. E a saúde segue exatamente na mesma direção.

Desde a detecção precoce de doenças até o diagnóstico, onde acontecem alguns dos maiores erros. Do desenvolvimento de medicamentos à pesquisa clínica. A IA ajudará a melhorar os resultados com prazos menores e custos reduzidos. Os sistemas se apoiarão em metodologias comuns de comparação de sintomas e um enorme banco de dados de casos anteriores para fornecer uma análise assertiva.

A IA pode examinar imagens médicas, como raios X, tomografia computadorizada e ressonância magnética para fornecer feedback sobre o que provavelmente passaria despercebido pelo olho humano. Condições crônicas também serão combatidas com mais precisão. Câncer, diabetes e doenças cardíacas devem receber tratamentos mais acurados por terem padrões bem definidos e facilmente identificados.

A medicina de precisão, ramo da biologia molecular que lida com a estrutura, evolução, função e mapeamento de genomas também será prontamente melhorada. A ciência é responsável por buscar conexões para doenças a partir das informações obtidas do DNA. Combinada com inteligência artificial, será possível detectar doenças complexas em estágio precoce e ajudar a prevenir problemas de saúde com base nos genes dos pacientes.

Outra aplicação ainda mais simples e que já estamos vendo são os bots de assistência médica, usados para agendar consultas com o prestador de serviços de saúde do paciente. Esses bots também podem ajudar pacientes com medicação e melhorar o atendimento oferecendo suporte ininterrupto.

As mudanças proporcionadas pelos avanços na área estimulam o debate sobre a substituição dos médicos pela tecnologia no futuro. Algumas especialidades serão certamente dominadas pela IA, mas novas funções surgirão e os médicos já estão passando por um processo de transformação, como acontece sempre que estamos diante de uma tecnologia disruptiva. Desde a revolução industrial até a chegada da internet, passamos por momentos parecidos.

No entanto, a IA ajuda os médicos humanos a tomarem melhores decisões e com isso o tempo será direcionado para o que é mais importante. O setor da saúde é complexo e altamente regulado, por isso tem resistido tanto à reinvenção tecnológica em comparação com outros setores. Mas é inevitável que a transformação aconteça. O movimento que potencializa a conexão entre máquinas e hospitais já começou. Em breve, a inteligência artificial será tão fundamental para os médicos quanto a internet ou energia elétrica.

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Fundador da 99, Paulo Veras, integra conselho administrativo da Cargo X

A Cargo X, logtech brasileira fundada em 2013 com o objetivo de reescrever a cultura de transporte de cargas no Brasil, anuncia Paulo Veras, fundador da 99, como novo membro do conselho administrativo. A adição chega em um momento de reposicionamento de marca, que agora passa a concentrar seus esforços nas pequenas transportadoras e empreendedores com até seis caminhões, por meio de um fundo de investimento próprio de 100 milhões de reais e oferecimento de tecnologias como machine learning e inteligência artificial. Até 2020, a Cargo X planeja injetar até 300 milhões de reais na economia brasileira por meio dessa nova medida.

“Do mesmo jeito que os aplicativos mudaram o mercado ajudando os taxistas a serem mais eficientes, a Cargo X ajuda mudar o mercado de transporte, ajudando os transportadores a ganhar mais cargas e melhorar seu capital de giro. Dada minha experiência como Fundador e ex-CEO da 99, eu consigo contribuir com a estratégia da empresa”, afirma Paulo Veras, membro do conselho administrativo da Cargo X. E continua: “Acredito que no futuro todos os fretes serão transacionados pela internet. A Cargo X é um marketplace que vai permitir ao embarcador e transportador se conectar por meio de uma plataforma eletrônica de um jeito mais seguro e eficiente. No futuro, não existirão caminhões rodando vazios, transportadores sofrendo com a falta de capital de giro e nem cargas sem caminhão”.

Paulo foi diretor geral e conselheiro da Endeavor Brasil por doze anos e, como acionista da 99, atraiu investidores milhões de reais por meio de grandes investidores internacionais. Atualmente, atua no conselho de empresas como Estapar e B2W Digital. Junto ao empreendedor, integram o conselho administrativo da Cargo X nomes como Oscar Salazar, co-fundador da Uber.

“Em razão da sua grande experiência no mercado de mobilidade, Paulo traz uma importante visão de negócio para a Cargo X. Sem dúvida, essa sinergia faz muita diferença em um cenário de mercado tão competitivo”, afirma Federico Vega, CEO da Cargo X.

Além de Paulo Veras e Oscar Salazar, integram o conselho administrativo da Cargo X nomes como Federico Vega, Hans Hiclker (ex-CEO DHL) e mais.

“Nosso critério de seleção para novos membros do conselho administrativo é bastante rígido, queremos investidores que compartilham da nosso propósito de reescrever a cultura do transporte de cargas no Brasil”, finaliza Vega.

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Convenia desburocratiza área de gestão de pessoas e humaniza processos de RH

Criada com o objetivo de trazer alta tecnologia para o setor de recursos humanos, de maneira acessível e prática, a Convenia foi fundada em 2012 pelos empreendedores Marcelo Furtado, Rodrigo Silveira e Anderson Poli. A ideia do negócio surgiu quando eles olharam para trás e perceberam que, apesar da carreira promissora que tinham, sentiam-se mal geridos nas empresas em que trabalhavam.

Juntos, os três decidiram desenvolver um software para auxiliar nos processos de departamento pessoal de pequenas e médias empresas, otimizando e desburocratizando o RH, da contratação ao desligamento de um funcionário.

“A área de Recursos Humanos sempre foi muito manual, com muita papelada e um gap de tecnologia muito grande. A partir disso, vimos uma real necessidade de mercado e, com os insights adquiridos, desenvolvemos uma ferramenta para suprir, de forma automatizada, os processos de gestão da rotina na área, reduzindo o tempo gasto com questões operacionais e destinando-o para as pessoas”, destaca Marcelo Furtado, CEO da startup.

Hoje, a Convenia oferece uma cartela de produtos — com teste gratuito — como gestão de dos dados dos colaboradores, terceirização da folha de pagamento, gestão de férias, benefícios e um clube de vantagens direcionado para o engajamento dos colaboradores. Dentre as três mil empresas clientes, estão companhias como Itaú, Dasa, Loggi, Resultados Digitais, Sambatech, Endeavor e OAB.

Para otimizar os serviços oferecidos, a empresa que contrata o Convenia precisa ter um histórico de dados dos funcionários e, em 70% dos casos, a startup participa ativamente do processo de importação desse banco e auxilia na busca de informações junto ao contador do cliente. Os serviços por meio de software só não incluem recrutamento e seleção.

“A Convenia gerencia o colaborador a partir do momento em que é contratado e durante toda a vida dele dentro da empresa. Assim que ele é admitido, consegue preencher, pela nossa plataforma, todos os dados, tirar cópia dos documentos de seus dependentes, mandar foto pelo celular. O RH só acompanha esse processo”, pontua o CEO da Convenia.

A meta da empresa é sensibilizar a gestão de pessoas por meio de seu software e humanizar os processos burocráticos em PMEs, aumentando a eficiência e eliminando perdas operacionais, trabalhistas e financeiras.

Alliance Ventures Investe na The Mobility House Para Impulsionar a Mobilidade Elétrica

A Alliance Ventures, fundo de capital de risco para investimentos estratégicos da Renault-Nissan-Mitsubishi, anuncia o investimento The Mobility House, empresa de tecnologia que fornece uma plataforma para integrar baterias de veículos à rede elétrica, por meio de soluções inteligentes de recarga, energia e armazenagem.

Esse é o investimento mais recente feito pelo fundo da Alliance Ventures em startups, empresas de tecnologia na fase inicial de desenvolvimento e em empreendedores, que estão criando a nova geração de tecnologias de ponta para a indústria automotiva. A The Mobility House está localizada na Alemanha, Suíça e no Vale do Silício, na Califórnia, Estados Unidos.

“A Alliance Ventures tem como objetivo oferecer o ecossistema correto para fomentar a inovação, assegurando que as montadoras da aliança possam entregar a mobilidade do futuro”, disse François Dossa, vice-presidente mundial da Aliança para Venture Capital e Inovação e Chairman da Alliance Ventures. “A expertise da The Mobility House nas áreas de mobilidade elétrica (e-mobility) e transição energética vai contribuir para o compromisso da Aliança com os veículos zero emissão, e a realização da nossa visão para moldar o futuro da mobilidade”.

As montadoras que fazem parte da Aliança e a The Mobility House já vêm trabalhando juntas em vários projetos. Um exemplo é a colaboração com a Nissan, por meio da qual o Nissan LEAF se tornou o primeiro carro 100% elétrico a ser utilizado em um projeto V2G (Vehicle-to-Grid, ou do Veículo para a Rede) na cidade de Hagen, na Alemanha. Já o Grupo Renault está trabalhando em parceria com a The Mobility House para comercializar os maiores sistemas de armazenagem de energia estacionária da Europa, por meio do uso de baterias de veículos elétricos, além de contribuir com sua plataforma de energia inteligente para fazer com que a Ilha de Porto Santo, no Arquipélago da Madeira, em Portugal, se torne a primeira “Smart Island” em todo o mundo.

“A Alliance Ventures é o investidor perfeito para The Mobility House, ” comentou Thomas Raffeiner, fundador e CEO da empresa The Mobility House. “O fato de tanto a visão como as competências de nossas empresas se complementarem já foi comprovado diversas vezes no passado. É muito bacana podermos participar de vários projetos juntos e fazer com que nossa visão compartilhada de um futuro com energia sustentável se torne realidade mais rápido”.

O investimento na The Mobility House segue outros 11 investimentos feitos pela Alliance Ventures, incluindo startups baseadas na América do Norte, Europa e China.

Os detalhes financeiros do investimento na empresa The Mobility House não foram divulgados.

Casa Firjan vai premiar teses e dissertações sobre o futuro do trabalho e reinvenção das empresas

A Casa Firjan vai premiar pesquisas de mestrado e doutorado que discutam o futuro do trabalho e a reinvenção das empresas. As inscrições para o edital estão abertas até o dia 8 de setembro com prêmios que variam entre R$ 2 mil e R$ 20 mil. O Prêmio Casa Firjan vai contemplar tanto os pesquisadores como os orientadores de quatro dissertações de mestrado e quatro teses de doutorado apresentadas e defendidas, nos últimos três anos, em instituições de ensino no estado do Rio. A relação dos vencedores será divulgada no dia 23 de outubro.

O tema “O Futuro do trabalho” contempla pesquisas sobre mudanças estruturais e novas concepções do emprego e do trabalho, desenvolvimento de estratégias dentro ou fora de empresas, políticas públicas, investigações sobre habilidades e competências, e propostas ligadas à educação para o trabalho que possam contribuir para o entendimento e avanço da questão.

“Vamos priorizar pesquisas relacionadas a cenários futuros do emprego e trabalho em detrimento de estudos que abordem uma visão atual ou do passado sobre essa temática”, explica Julia Zardo, que está à frente do programa “Pensamento” da Casa Firjan.

Já a categoria “A reinvenção das empresas: estratégias de inovação” abrange pesquisas que apresentem abordagens e contribuições relevantes sobre o desafio constante de inovação e reinvenção das empresas e sobre como as empresas e as organizações podem se preparar, em termos estratégicos, para um futuro de transformações cada vez mais rápidas.

“A ideia é conhecer pesquisas referentes às práticas inovadoras que vêm sendo realizadas em empresas internacionais e brasileiras e que poderiam ser adaptadas à realidade do nosso estado. O objetivo é compreender os processos de transformação das empresas no contexto da nova economia com trabalhos acadêmicos que possam contemplar elementos relacionados ao ambiente, às redes de parceiros e às cadeias nas quais as empresas estão envolvidas”, explica Zardo.

O objetivo do concurso é a geração de debate e a construção de propostas no caminho de desenvolvimento e da transformação para o futuro. O prêmio integra o programa “Pensamento”, que provoca o diálogo e a troca com diferentes públicos e ecossistemas sobre os principais temas da Casa Firjan: o futuro do trabalho, a reinvenção das empresas e o novo papel da representação empresarial.

Casa Firjan, um legado para o Rio

Inaugurada em agosto de 2018, a Casa Firjan é um hub de inovação e empreendedorismo dedicado a criar propostas e soluções para os desafios da nova economia em uma sociedade em constante transformação. Aberta e gratuita à visitação, integra uma programação diversa que contempla debates, oficinas, cursos, atividades educativas e culturais.

Em um terreno de 10 mil m², na rua Guilhermina Guinle, em Botafogo, a Casa Firjan abriga um prédio de inovação, de arquitetura contemporânea e premiada, e um patrimônio histórico restaurado, que inclui uma casa principal e duas casas geminadas construídas no início do século XX.

Avanço da fibra óptica exige evolução de empresas de Telecom

O acesso à internet por meio de fibra óptica, cresceu cerca de 81% entre maio do ano passado e o mesmo mês deste ano, de acordo com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Esse avanço, bem como o crescimento das Prestadoras de Pequeno Porte (PPP) em todo o Brasil, mudaram as configurações do mercado, exigindo das empresas de Telecom uma adaptação e criação de serviços de valor agregado dentro da fibra.

“A flexibilização da concessão da licença de Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) – que padroniza empresas de telecomunicações e provedores de internet, fornecida pela ANATEL, está entre os motivos dos avanços nessas frentes. Assim como o valor mais acessível para a implementação de redes com tecnologia GPON, do inglês Gigabit Passive Optical Network, que apresenta um custo/benefício de instalações com fibra óptica mais interessante do que o modo via rádio, por exemplo”, explica Luiz Felipe Teixeira, diretor comercial da Megatelecom.

Devido a esses fatores, o acesso à internet está presente em localidades mais remotas do país por meio dos Provedores Regionais. Já nos grandes centros, a procura por serviços de Dados e Voz não cresceu na mesma proporção que a oferta com a entrada de tantas novas empresas no mercado. Nesse sentido, demais companhias precisaram criar estratégias para fugir da “comoditização” dos serviços, acelerando a criação de uma nova fase no mercado de Telecom, intitulada pela própria Megatelecom como NGTP (Next Generation Telecom Provider), que é a transformação das operadoras de telecomunicações tradicionais em empresas totalmente voltadas ao provimento de tecnologia.

“Sempre tivemos um viés de boutique de Telecom, por isso investimos na criação de serviços, aumentando nosso portfólio de três para onze, que incluem PABX Virtual; SD-WAN; Firewall / WAF; Proteção DDoS, além do serviço de Multi Cloud Connection, que conecta (sem uso de internet) a rede local de nossos clientes aos seus ambientes de cloud pública no mundo todo. E tudo isso com entrega 100% em fibra óptica”, explica o diretor comercial da Megatelecom.

E com relação ao acesso à internet tradicional, Luiz Felipe completa: “atualmente, o que importa para uma empresa, na verdade, não é a quantidade de banda da qual dispõe, e sim o qual rápido e quão seguro é o acesso ao conteúdo desejado. Para oferecer isso aos clientes, além da fibra em si, é preciso contar com uma gama de “trânsito” com diversas operadoras”.

Por isso a Megatelecom possui contrato com o serviço de oito players do tipo, sendo três deles internacionais, além de conexão direta com conteúdo como do Google, da Netflix e do Facebook. Isso, para proporcionar a melhor experiência de navegação, sempre priorizando a transmissão de dados com menor latência, segurança e gestão de rede.

ABES apoia programa de Startup da Prefeitura de São Paulo

A prefeitura de São Paulo divulgou, dia 27 de junho, durante a realização dos eventos MundoGeo Connect 2019 e Drone Show, o resultado final do concurso Hackatona GeoSampa 2019 que premiou Fernando Gomes com o projeto “Descobrindo e mapeando a diversidade tipomórfica em São Paulo: em busca da inteligência coletiva na cidade espontânea por intermédio do ‘BigData’ disponibilizado pelo GeoSampa”. O prêmio foi entregue ao vencedor por Rodolfo Fücher, presidente da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), apoiadora do evento. “O evento, que foi desenhado a partir da integração dos principais pilares econômicos do Brasil, das tecnologias disruptivas e das geotecnologias, é essencial para fomentar o mercado de startups e dar visibilidade para projetos que impactam tão positivamente nossa sociedade”, comenta Fücher.

O Hackatona é uma maratona para desenvolvimento de ferramentas de análise, planejamento e gestão, aplicativos para a smartphones, tablets, entre outros, utilizando dados do GeoSampa – Portal de Informações Geográficas da Cidade de São Paulo. A aplicação vencedora dessa maratona será entregue para uso gratuito da população.

O concurso teve outros dois finalistas: Thomas Len Yuba desenvolveu o projeto “Modelo de distribuição de arquivos estáticos do GeoSampa” e Alexandre Sahade Goncalves apresentou o “Rios DesCobertos – O resgate das águas da cidade”. Os trabalhos inscritos tiveram o desafio de facilitar e qualificar a vida dos cidadãos da capital paulista e foram avaliados em cinco quesitos: Interesse público, Monitoramento participativo, Criatividade, Sustentabilidade e Qualidade técnica. Os três projetos foram premiados com cursos de especialização, startup mentoring, smartphones, tablets e computadores.

O evento, que durou três dias e também teve apoio da Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia (SMIT), reuniu gestores públicos, profissionais experientes e novos talentos na área de tecnologia e gestão da informação visando qualificar o debate para a proposição de soluções para uma cidade inteligente, aberta e conectada.

Estímulo ao mercado de startups

Entidade que representa, aproximadamente, 2 mil empresas no mercado de brasileiro de software, a ABES tem entre suas metas o apoio a startups. Recentemente, selou parceria com a IBI-TECH, empresa israelense com filial no Brasil, para apoiar o ingresso de startups israelenses no Mercado Brasileiro. “Estamos apostando também em parcerias internacionais para estimular o mercado de startups. No começo de junho, selamos uma parceria com a IBI-TECH (Israel Brasil Innovations LTD), empresa israelense com filial no Brasil, para apoiar o ingresso de startups israelenses no Mercado Brasileiro. Com mais de 30 anos de experiência na área jurídica, regulatória e tributária, a ABES pode auxiliar companhias estrangeiras que desejem operar no Brasil e também empresas iniciantes como as que víamos no Hacktona Geo Sampa”, afirma Fücher.

Parceria entre Dentalis e FitBank ajuda dentistas a controlarem finanças com mais agilidade

Líder no mercado brasileiro de softwares odontológicos, a Dentalis está há 22 anos no segmento pautada em inovação e assertividade de seus serviços. Uma das iniciativas da empresa nesse sentido é a parceria com o FitBank, fintech que oferece aos empreendedores ferramentas de gestão de contas, autorização de pagamentos, emissão de boletos, entre outros serviços, condensados em uma plataforma.

“Por meio do FitBank incorporamos funções de um banco digital para nossos clientes”, diz Sergio Aronis, fundador e CEO da Dentalis Software.

A startup fez uma vasta pesquisa por empresas referência em diversos setores da economia para firmar parcerias e a Dentalis foi unanimidade no quesito odonto. Agora, os 17 mil gestores e dentistas que utilizam a Dentalis podem operar na plataforma da Fitbank e administrar seus negócios com maior eficiência.

“A parceria com a Dentalis foi extremamente importante para nós. Não só pelo parceiro, com uma qualidade enorme em sua carteira de clientes e integração de sistemas super bem feita, como também a aplicação de um conceito de tecnologia financeira de ponta para todo o mercado. Temos uma série de funcionalidades para incluir na plataforma e deixá-la ainda mais completa para atender a todas as necessidades financeiras das clínicas”, explica Otavio Farah, fundador e CEO da Fitbank .

A união das duas empresas mostra que, assim como outros segmentos da economia, o setor odontológico busca cada vez mais se conectar com as startups.

O CEO da Dentalis lembra que o Brasil é o país com o maior número de dentistas do mundo e, portanto, existe muito mercado para ser explorado por empresas de tecnologia, já que o mercado de franquias movimenta R$ 38 bilhões anualmente, segundo dados do Conselho Federal de Odontologia (CFO).

“A aproximação com o ecossistema de startups é essencial para qualquer empreendedor que quer garantir a longevidade de seu negócios. No meio de saúde e odontologia, com tantas inovações para o setor clínico e de gerenciamento, otimizar os processos é a melhor saída. Com o Fitbank nossos clientes poderão controlar suas finanças com mais agilidade”, garante o empreendedor.

5G: a evolução das redes móveis rumo à nova geração de telefonia

Por Pedro Torres

A tecnologia 5G, conhecida popularmente como a nova geração de rede móvel, tem causado grande expectativa por conta da promessa de grandes benefícios, principalmente para o consumidor final, como velocidades para download e upload muito mais altas.

Nos próximos anos, as operadoras se concentrarão inicialmente no fornecimento de banda larga móvel aprimorada sobre a infraestrutura dessa nova rede, com taxas de transferência que chegam a 20 Gbps por usuário, e estabelecerão as bases para futuros aprimoramentos, como grande número de dispositivos conectados à IoT (Internet das Coisas, da sigla em inglês), além da oferta de benefícios como conexões ultraconfiáveis ​​e de latência ultrabaixa, que permitirão novas aplicações. Veremos a realização de coisas como automação da manufatura com base no 5G, a disseminação da infraestrutura para o uso de carros autônomos, além de muitas aplicações na área da saúde.

Não temos dúvida de que o 5G será uma grande ferramenta para conectividade no mundo, não apenas para os celulares, mas para os dispositivos em geral e até mesmo para as máquinas utilizadas na indústria. Inicialmente há um interesse especial pela banda larga móvel, mas com o passar do tempo veremos novos casos de uso, à medida que os padrões vão sendo desenvolvidos, a adoção de wireless fixo e o uso da tecnologia em termos industriais.

Em matéria de infraestrutura, o roadmap para as grandes operadoras na América Latina deve começar pelas redes macro/metro já existentes e, pouco a pouco, conforme necessitarmos de maior capacidade, com o investimento na densificação da rede. Atualmente, iniciamos as adoções com uma implementação não standalone (dual conectivit) ancorada em LTE. Conforme as redes se tornem mais maduras, veremos implementações standalone com a disponibilização do core 5G. Com relação ao espectro, inicialmente veremos a adoção da banda de 3.5 GHZ e pouco a pouco serão utilizadas as bandas mais baixas para a cobertura de 5G, junto com as redes LTE, com dinamic spectrum sharing e tecnologias similares. Com relação ao cronograma de disponibilidade, há vários testes sendo feitos nos últimos anos pelas operadoras, mas a implementação inicial em grandes cidades deve acontecer a partir de 2020. Já a adoção em larga escala deve ficar para 2021 e 2022.

Para atingir os objetivos na área do 5G, processos como densificação, virtualização e otimização de redes convergentes são essenciais. Para fornecer velocidades muitas vezes acima do 4G, é necessário contar com mais base stations dentro de uma área com maior densificação. As operadoras de redes móveis começaram promovendo a densificação de suas redes com tecnologias 3G e 4G por meio da setorização e acrescentando Sistemas de Antenas Distribuidas (DAS) e small cells.

O processo de densificação também exige soluções mais sofisticadas de infraestrutura de cabeamento para fronthaul, backhaul e energia. Para a implementação do 5G, será necessário aumentar a capacidade por quilômetro quadrado e incluir mais espectro pelas torres existentes. Logicamente há um limite e o jeito mais interessante de fazer isso é adicionar mais small cells. Um grande desafio em matéria de infraestrutura hoje para o 5G é o fato de que as torres estão cheias de equipamentos. A indústria precisa encontrar formas de evoluir esses sites para acomodar os equipamentos 5G sem ocupar mais espaço, ter mais equipamentos na mesma estrutura.

Em termos de virtualização, veremos cada vez mais as redes evoluírem para estruturas programáveis, flexíveis e construídas com base em software, permitindo executar todo tipo de aplicativo no hardware utilizado. À medida que as RAN Centralizadas se converterem em Cloud RANs, as operadoras poderão gerenciar a infraestrutura na nuvem de qualquer lugar. Uma vez centralizadas as Unidades de Banda Base (BBUs), elas podem ser redesenhadas e reduzidas para concentrarem-se em processamentos específicos mais complexos.

A virtualização de células com C-RAN permite que as operadoras reutilizem de maneira dinâmica e eficiente um recurso escasso e caro, que é o espectro. Com a mudança para uma rede RAN/ORAN com total interoperabilidade e aberta, as operadoras podem atingir seus objetivos. A Open-RAN/ORAN é mais que uma atualização, é uma plataforma para uma nova maneira de fazer negócios.

E a otimização da rede é outro componente estratégico para a adoção de 5G. Ela se refere ao desing e implantação para um desempenho superior, com maior eficiência em toda a rede convergente, do espectro de eficiência à implementação de balanceamento de carga virtualizado, de small cells com maximização do espaço a backhaul com eficiência energética.

O caminho rumo ao 5G é promissor, permitindo às operadoras de redes móveis, além de oferecem maiores velocidades, aprimorar a eficácia de implementação, maior flexibilidade de serviço e oferta de novos usos (e fontes de receita).

Pedro Torres, diretor da CommScope para a Europa, América Central e América Latina, e mestre em Engenharia de Telecomunicações pela Universidade Politécnica de Madrid.

Soluções da Aptiv focam no futuro da mobilidade

A Aptiv, empresa global de tecnologia que desenvolve soluções que permitem o futuro da mobilidade, foi criada no final de 2017 com um objetivo audacioso: fazer do mundo um local mais seguro, ecológico e conectado do que nunca. Porém, com seus 100 anos de experiência em inovações no setor automotivo e um portfólio de produtos cuidadosamente desenvolvido para dar suporte ao cérebro e ao sistema nervoso do veículo, a Aptiv está pronta para entregar soluções que ajudarão a efetivamente alcançar essas metas.

A empresa é a única no mundo a oferecer às montadoras a solução completa em uma nova arquitetura veicular, com sistemas que funcionam como o cérebro – softwares e computação – e o sistema nervoso do carro – os sensores e a distribuição de energia e dados pelo veículo utilizando fios e conectores. É essa arquitetura que coloca a Aptiv em uma posição de liderança entre os veículos atuais e futuros, entregando avanços em potência, distribuição de dados, computação e software.

O cérebro é como o software do veículo, incluindo sistemas de condução autônoma, avançadas tecnologias de segurança, experiência dos ocupantes e transmissão de dados de alta performance. Essa plataforma entrega uma melhora considerável na potência da computação, permitindo a instalação dos equipamentos e serviços necessários para uma mobilidade inteligente. Assim como o cérebro não funciona sozinho, existe o sistema nervoso do veículo, responsável pela distribuição dos dados para os pontos certos na hora certa, de modo ágil e confiável.
A seguir, a Aptiv detalha como cada parte do sistema desempenha um papel fundamental na promessa da empresa de mudar o mundo.

Eletrificação

O primeiro passo da Aptiv visando criar um planeta mais “verde” está nos sistemas elétricos. “A eletrificação é uma das principais tendências do setor automotivo no mundo atualmente e a Aptiv conta com soluções para carregamento, conexões e distribuição para todos os tipos de veículos elétricos, dos leves aos pesados”, afirma Eric Carneiro, vice-presidente e diretor executivo da Aptiv para a América do Sul.

“Esses produtos combinados com nossas tecnologias para redução de peso, como chicotes com cabeamento de alumínio, nossas soluções de conectividade que permitem comboio de frotas de veículos autônomos e nossos sistemas inovadores de direção automatizada, colaboram com a redução no consumo de combustível e nas emissões de poluentes em escala global”, completa Carneiro.

Distribuição de dados

Outro aspecto relevante são os avanços recentes em sistemas de entretenimento, segurança ativa, sensores e componentes elétricos, que criam um volume cada vez maior de dados a serem distribuídos pelo veículo. “Lidar com esse problema é de extrema importância para entregar automóveis mais seguros e conectados, como exige o mundo atual. A Aptiv possui um amplo portfólio de soluções que atendem tanto os protocolos atuais da indústria automotiva quanto os futuros, como Ethernet e HDBaseT, sistema exigido pelas tecnologias mais recentes. Esses protocolos são parte integrante da nova arquitetura veicular inteligente, que será adotada pelos veículos à prova de falhas de amanhã, e a Aptiv está apta a oferecer todos eles”, completa Carneiro.

Computador central

A quantidade de informações transmitidas em um veículo é tão grande que, no tempo que você leva para piscar os olhos uma única vez, o sistema do carro processa ao todo 15.000 dados. Até 2020, esse número deverá aumentar para mais de 100.000 dados no tempo de um piscar de olhos. Por isso, coletar e distribuir todas essas informações exige um computador central de alto desempenho.

Pensando nisso, a Aptiv desenvolveu uma plataforma de segurança ativa, a primeira na indústria capaz de processar e tomar decisões 34 mil vezes mais rápido que o ser humano. Mas isso é só o começo, os carros precisam também se conectar de forma segura com o ambiente ao seu redor e a Aptiv, mais uma vez, está atenta às demandas do mercado, com soluções que fornecem a potência necessária para essa conexão de dados de alta performance e ainda atendem às mais rigorosas exigências de segurança e cibersegurança da indústria automotiva.

Cada vez mais, os carros estão se tornando capazes de executar softwares complexos tão rapidamente quanto um servidor, e o computador central da Aptiv permite que as montadoras desenvolvam um software independentemente do hardware. Com isso, os proprietários podem atualizar as funcionalidades do veículo sem precisar trocar de carro.

Software

Os carros estão se tornando também cada vez mais dependentes do software, responsável pela maior parte das funções do veículo. Por isso, a Aptiv possui mais de 6.000 engenheiros em todo o mundo focados em desenvolver softwares mais complexos, que permitem o uso da tecnologia de Inteligência Artificial e de aprendizado das máquinas, levando às novas experiências dos ocupantes dentro do veículo e às aplicações autônomas. Até 2021, a empresa expandirá o quadro de colaboradores para mais de 8.000 engenheiros.

Em resumo: eletrificação, distribuição de dados, computador central e software são algumas das áreas em que a expertise da Aptiv ajuda a criar um mundo mais seguro, limpo e conectado. A mobilidade tem o poder de mudar o mundo e, ao integrar cérebro e sistema nervoso do veículo à sua ampla experiência em integração de sistemas e software, a empresa também tem o poder de mudar a mobilidade.