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Cervejaria Ambev lança aceleradora para soluções ambientais

A Cervejaria Ambev quer encontrar ideias disruptivas que ajudem a resolver algumas das principais questões ambientais da atualidade. Para isso, lança sua aceleradora com foco em impulsionar propostas que contribuam para a construção de um mundo melhor em temas como emissão de carbono, agricultura sustentável, embalagem circular e água. A ideia é identificar soluções inovadoras de empreendedores, startups e acadêmicos.

A melhor proposta será pilotada junto à Cervejaria Ambev e competirá internacionalmente com propostas de outros países na aceleradora global do grupo AB Inbev. Ao final, o grande vencedor terá a chance de fechar um contrato com a multinacional e apresentar sua ideia a fundos globais de investimento de alto impacto.

Além do vencedor, a Cervejaria Ambev também premiará outras propostas bem avaliadas com programas de treinamento e mentoria da liderança da companhia, para identificar e desenvolver o potencial das ideias e pessoas participantes, com possibilidade de futuras contratações.

Os interessados já podem fazer o cadastro em www.aceleradoraambev.com.br e aguardar os comunicados sobre as próximas etapas do programa.

“Nossa nova aceleradora cria oportunidades de identificar e apoiar projetos inovadores de pessoas e empresas também preocupadas em resolver os maiores problemas ambientais da atualidade. Isso está conectado ao nosso sonho de unir as pessoas por um mundo melhor”, comenta Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de Sustentabilidade e Suprimentos da Cervejaria Ambev.

A aceleradora faz parte da Plataforma 100+, lançada recentemente pela companhia. A 100+ reúne ações de impacto positivo para além dos muros da cervejaria, que buscam construir um legado sustentável para a sociedade e o meio ambiente pelos próximos 100 anos e mais. Recentemente, a companhia lançou suas metas ambientais para serem atingidas até 2025, que estão alinhadas aos desafios das ideias propostas na plataforma:

Ações Climáticas: 100% da eletricidade comprada pela Cervejaria Ambev deve ser advinda de fontes renováveis. Além disso, a cervejaria vai reduzir em 25% as emissões de carbono ao longo de sua cadeia de valor.

Gestão de Água: melhorar de forma mensurável a disponibilidade e a qualidade da água para 100% das comunidades em áreas de alto estresse hídrico com as quais a cervejaria se relaciona.

Agricultura Inteligente: 100% dos agricultores parceiros da cervejaria devem estar treinados, conectados e com estrutura financeira para desenvolver um plantio cada vez mais sustentável.

Embalagem Circular: 100% dos produtos da Cervejaria Ambev devem estar em embalagens retornáveis ou que sejam majoritariamente feitas de conteúdo reciclado.

Serviço
Site: www.aceleradoraambev.com.br
Quem pode participar: pessoas empreendedoras com sugestões inovadoras para problemas ambientais
Prazo para cadastro: 31 de agosto
Premiação: aceleração de projeto com potencial de concorrer junto a outros países a um contrato global com AB Inbev, além de apresentação a grupo de investidores globais de alto impacto

Conheça a Beetools, escola que associa Gamificação, Big Data, Flipped Classroom, Realidade Virtual e Inteligência Artificial no ensino de idiomas

A startup Beenoculus – pioneira no mercado de realidade virtual no país – se prepara para lançar um projeto inédito de educação no Brasil e no mundo: a Beetools, uma escola de idiomas que se utiliza da realidade virtual (VR), da Gamificação, do Big Data, da metodologia Flipped Classroom e da inteligência artificial (AI) para auxiliar no ensino da língua inglesa. O lançamento oficial acontecerá durante a ABF Franchising Expo (Feira Internacional de Franquias) – que acontece entre os dias 27 e 30 de junho, em São Paulo, onde os visitantes poderão conferir o novo modelo de negócio para educação proposto pela companhia. Durante a feira, os empreendedores interessados na franquia poderão fazer um Tour Virtual por uma escola Beetools, interagir com a tecnologia e entender como o método é aplicado.

No sistema de franquias, o investimento inicial é partir de R$ 290 mil reais. 5 unidades da Beetools começam a operar já no início de julho/2018, em Curitiba, Paraná, e mais 15 franquias contratadas abrirão suas portas até dezembro/2018 nos Estados do PR, MG e SP. “Além de professor de inglês, fui proprietário de escolas de idiomas por 10 anos. Ao criarmos a Beetools buscamos encontrar uma solução para todas as dificuldades no processo de aprendizado dos alunos. Com o uso de tecnologias, como VR e Inteligência Artificial, aliadas ao acompanhamento de um professor presencial, conseguimos que o aluno tenha um resultado muito mais eficiente e possa praticar o idioma em um ambiente virtual, no qual se sente à vontade para utilizar todo o inglês que aprendeu”, explica Fabio Ivatiuk, CEO da Beetools.

Processo de aprendizagem

Com o objetivo de modernizar e tornar ainda mais prático o estudo da língua inglesa, a Beetools chega para transformar a educação por meio da realidade virtual e do processo de flipped classroom (sala de aula invertida), onde a 1ª parte da aula seguinte será feita no término da anterior: ao começar uma nova aula o aluno verá o vocabulário e estruturas gramaticais a serem aprendidas/utilizadas na próxima vez.

O homework será feito por meio do Aplicativo Beetools – todo o material estará disponível para o aluno no app, inclusive a explicação da aula anterior. Ao ir para a próxima aula, em um primeiro momento, ele irá realizar o BeeReady – exercícios de speaking que colocam em prática o que foi ensinado. Aqui, é utilizada a tecnologia de Inteligência Artificial Watson (da IBM) que registra os resultados de cada aluno, gera feedbacks e relatórios de desempenho.

Após essa parte, é o momento da utilização dos óculos VR, onde o aluno será imerso em uma cena do cotidiano onde terá que usar na prática tudo o que aprendeu na teoria, o vocabulário e as regras gramaticais aprendidas na lição. Mais um dos diferencias da Beetools nesta parte é que o aluno fará parte de um “seriado” – foi criado um sistema de storytelling em realidade virtual que pode ser melhor definido como “storyliving” onde a cada aula o aluno será um personagem de uma nova história que está conectada a anterior. Na última parte da aula, ele tem um momento exclusivo com o professor, o qual terá um relatório em tempo real com os resultados de todos os exercícios feitos pelo aluno. Desta forma, o professor consegue identificar possíveis dificuldades do aluno e resolvê-las com muito mais eficiência.

“O método desenvolvido pela Beetools prioriza o aprendizado do aluno, que terá acompanhamento pedagógico, além de aula presencial com professores. A coordenação pedagógica analisará o resultado dos alunos, com a preocupação de entender as dificuldades e orientá-los no aprendizado. O aluno que fizer em média duas aulas por semana consegue concluir o curso completo, chegando ao nível avançado de inglês em apenas 2 anos. Todavia, esse tempo pode ser reduzido se o aluno aumentar a sua carga horária semanal”, explica o Prof. José Motta Filho, especialista em metodologias ativas de ensino e conselheiro do projeto na Beetools.

Além disso, como forma de tornar o ensino agradável, o método inclui gamificação, um conteúdo atual que utiliza muitas referências de filmes, seriados e músicas do momento. “O aprendizado só é efetivo quando ele gera interesse, significado e vínculo emocional ao aluno. Por isso, a Beetools traz elementos que fazem parte do cotidiano dos alunos”, acrescenta o Prof. Motta.

Escola Contêiner

Um dos diferenciais da franquia está na possibilidade de o empreendedor adotar o modelo de escola Contêiner, onde a Beetools tem uma parceria com a Delta Conteiners (que já fornece para grandes redes de franquias) que entrega em até 60 dias uma estrutura pronta para iniciar as aulas. “As vantagens deste modelo é que o franqueado pode ter uma economia alugando apenas o espaço do terreno e não uma casa ou prédio comercial com valor mais alto. E o franqueado pode ainda mudar o ponto e levar a escola para onde ele quiser”, explica o CEO da Beetools.

O lançamento da escola terá inicialmente como foco alunos a partir dos 10 anos de idade. A partir de 2019, também irá oferecer curso para crianças a partir dos 6 anos. A Beetools promete levar dinâmica e praticidade ao dia a dia agitado das pessoas, com método de agendamento de aulas por meio de aplicativo com possibilidade de flexibilização de horário. O aluno pode fazer a sua inscrição diretamente pelo aplicativo, sem pagar qualquer taxa de matrícula ou precisar comprar material didático. Ele pode comprar pacotes de 20, 30, 60 ou até mesmo apenas 1 aula sem precisar assinar nenhum contrato, pois pagará somente pelos créditos de aulas adquiridos. O valor de cada aula varia de acordo com a cidade.

As atividades de imersão em realidade virtual nas salas de aula Beetools irão utilizar os Óculos VR mais modernos do mercado mundial fornecidos pela Beenoculus com tecnologia desenvolvida em conjunto com a Qualcomm Inc., líder mundial em tecnologias mobile de última geração. A Beenoculus que iniciou suas atividades oferecendo tecnologias de realidade virtual de forma acessível à realidade brasileira hoje é uma Scale-Up e Venture Builder que conta com o apoio de uma equipe multidisciplinar capaz de criar soluções para as mais diversas áreas, como comunicação, games, arquitetura, indústria e educação.

O projeto da Beetools tem tudo para escalar exponencialmente agora com a abertura das escolas em todo o Brasil. “Estamos iniciando em capitais como Curitiba, São Paulo e Belo Horizonte onde teremos 20 escolas inauguradas ainda este ano, mas estamos expandindo para todo o país e inclusive já temos negociações iniciadas com empreendedores em países como Portugal, Uruguai e Paraguai”, afirma o CEO da Beetools.

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Desafio de Startups Petrobras Distribuidora abre oportunidade para projetos de inovação

A partir de hoje (19), estarão abertas as inscrições para o “Desafio de Startups Petrobras Distribuidora”, uma seleção pública de empresas em estágio inicial que apresentem soluções inovadoras para os segmentos de atuação da companhia, a partir de três vertentes: Mobilidade para Pessoas, Mobilidade para Negócios e Sustentabilidade. O desafio, que integra o Edital de Inovação para a Indústria, será lançado no Rio de Janeiro (dia 19/6, às 14h, no auditório da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro – FIRJAN). O público interessado também poderá assistir às apresentações em São Paulo (dia 20, no SENAI Mário Amato) e no Recife (dia 25, no Porto Digital). As inscrições vão até o dia 19/08/18.

Um comitê de avaliação, composto por especialistas da Petrobras Distribuidora e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) fará a seleção de até dez startups. Cada projeto receberá o valor máximo de R$ 150 mil e deverá ser desenvolvido em até 12 meses. São consideradas startups empresas de micro ou pequeno porte (MPE), desde que tenham CNPJ ativo com até cinco anos de existência. Todas as informações sobre o Edital, como critérios para participação e regulamento completo, podem ser consultados em https://www.sympla.com.br/editaldeinovacao.

O “Desafio de Startups Petrobras Distribuidora” tem como objetivo encontrar empresas que possuam competência técnica em tecnologias digitais, como Internet das Coisas (IoT), Realidade Aumentada e Virtual, Inteligência Artificial, Big Data, Analitycs e Bl (Business Inteligence).

TEMÁTICAS – Na primeira temática, Mobilidade para Pessoas, são esperados projetos de inovação que provoquem impacto positivo na percepção dos clientes (perfil B2C) desenvolvendo e/ou potencializando negócios de varejo aplicáveis em postos de combustíveis, lojas de conveniência e centros de lubrificação, que promovam uma experiência diferenciada e a atração do consumidor aos pontos de venda.

Já para o segmento B2B, inserido na temática Mobilidade para Negócios, a busca é por projetos que utilizem tecnologias digitais para a maximização da eficiência operacional em bases de distribuição de combustíveis, no transporte rodoviário, na gestão de estoques e na colaboração dos elos da cadeia logística da BR, que cobre todo o território nacional.

Finalmente, para a terceira temática, Sustentabilidade, a expectativa é receber propostas que, entre outras, mitiguem os riscos de impacto das atividades na segurança das operações, na sociedade e no meio ambiente.De acordo com o gerente executivo de TI da BR, Aspen Andersen, a companhia vem realizando movimentos de incentivo à entrega e implementação de soluções inovadoras. O executivo cita, entre outras iniciativas, o “Inova BR”, um concurso para a força de trabalho que permeou temas estratégicos, como experiência do cliente, geração de receitas e novos negócios; e o “Hackaton Postos Petrobras”, competição que desafiou entusiastas do segmento de tecnologia a criarem soluções digitais para melhorar a experiência dos consumidores na rede de Postos Petrobras.

“Incentivamos nossa força de trabalho a apresentar livremente ideias que poderiam contribuir para o processo de constante transformação por que passa o mercado de distribuição. Os resultados foram excepcionais. Entendemos haver espaço, também, para um olhar externo, que poderá apontar novos caminhos para a superação desses desafios”, afirma Andersen, ressaltando a importância da parceria com o SENAI, instituição que detém expertise em inovação e acesso ao ecossistema das startups.

INOVAÇÃO – O Edital de Inovação para a Indústria é uma iniciativa do SENAI, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Serviço Social da Indústria (SESI). Nesta edição, estão disponíveis R$ 55 milhões, em cinco categorias, para financiar o desenvolvimento de soluções inovadoras para a indústria brasileira, sejam novos produtos, processos ou serviços de caráter inovador, incremental ou radical. A chamada da Petrobras Distribuidora é a primeira de 2018 na categoria C: Empreendedorismo Industrial – Inovação na Cadeia de Valor, que busca estimular a conexão entre grandes indústrias e startups, micro e pequenas empresas.

“A chamada faz parte da estratégia do Sebrae em promover uma maior integração entre pequenas e grandes empresas da cadeia produtiva, visando especialmente o desenvolvimento tecnológico conjunto. Com isso, os pequenos negócios têm a oportunidade de investir em inovações de maneira bem mais assertiva, tendo em vista que esses produtos ou serviços serão desenvolvidos a partir de demandas reais de mercado”, explica o gerente de inovação, Célio Cabral. “Nesse processo, as pequenas empresas ganham também com o suporte técnico que pode ser ofertado pelas grandes empresas, infraestrutura para testes de protótipos, rede logística e de distribuição, dentre outros. Por outro lado, as grandes empresas ganham com a agilidade, baixo custo e o conhecimento instalado nas pequenas empresas para inovação”, completa.

A seleção dos projetos pelo Edital de Inovação para a Indústria é feita com base em critérios como potencial de inovação e de comercialização do produto ou do processo. Além do fomento, as instituições oferecem apoio na forma de infraestrutura para desenvolver as propostas selecionadas por meio dos Institutos SENAI de Inovação e dos Institutos SENAI de Tecnologia.

“O Edital de Inovação para a Indústria é a porta de entrada do SENAI para grandes empresas e startups cocriarem soluções. Inovar é vencer, mas ninguém inova sozinho. Mais de 500 pesquisadores estão à disposição para acelerar projetos inovadores ao mercado”, explica o gerente-executivo de Inovação e Tecnologia do SENAI, Marcelo Prim.

Apresentações do Edital de Inovação para a Indústria

Rio de Janeiro
Data: 19/6/18
Horário: 14h às 16h
Local: Auditório Firjan – Av. Graça Aranha, 1 – Centro, Rio de Janeiro.

São Paulo
Data: 20/6/18
Horário: 14h às 16h
Local: SENAI Mário Amato – Bairro Assunção – São Bernardo do Campo – SP.

Recife
Data: 25/6/18
Horário: 14h às 16h
Local: Porto Digital – R. do Apolo, 235, bairro do Recife.

Fonte: Petrobras

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Estrella Galicia lança programa de empreendedorismo colaborativo The Hop, destinado a apoiar startup

A Estrella Galicia anunciou o lançamento de The Hop, um programa de empreendedorismo colaborativo que é parte de seu ambicioso Plano de Transformação Digital.

The Hop, que reúne em seu significado tanto a referência a “salto” quanto a “lúpulo”, é um inovador Programa de Empreendedorismo Colaborativo, cujo objetivo principal é promover ecossistemas de inovação e criação aberta que cubram integralmente a cadeia de valor da empresa, impactando todas as suas áreas.

The Hop é composto de uma série de iniciativas digitais centradas em três áreas: desenvolvimento do empreendedorismo tecnológico, identificação de talentos e incentivo à colaboração entre Estrella Galicia e jovens empreendedores. O projeto está aberto à comunidade empreendedora da Espanha e do Brasil.

“A inovação é chave para a Estrella Galícia. Ao ativar esta iniciativa, reforçamos a importância que damos a poder trabalhar com o talento inovador e empreendedor nas diferentes áreas da nossa cadeia de valor”, destaca Ignacio Rivera, CEO Global da Estrella Galicia.

Prêmios The Hop

Como primeira etapa do programa, a Estrella Galicia convoca os Prêmios The Hop, com participação aberta às comunidades empreendedora, universitária, de startups e centros de aceleração, para apresentar idéias e projetos que aproveitem as capacidades de tecnologias como inteligência artificial, big data e Internet das Coisas (IoT), e que aportem valor aos diferentes processos da empresa. O prazo de inscrição está aberto até 31 de agosto por meio do site www.TheHop.xyz.

Entre todas as inscrições, serão selecionados 18 projetos, cujas equipes devem defender suas idéias perante um Comitê de Empreendimento com profissionais internos e externos, que então elegerá os seis ganhadores dos Prêmios The Hop, um para cada uma das áreas estratégicas da empresa. A entrega de prêmios acontece em setembro, em A Coruña, e os seis ganhadores receberão um prêmio em dinheiro de 10.000 Euros.

Os projetos premiados passarão a ser parte de um ambicioso processo de formação e aceleração que incluirá o desenvolvimento de projetos piloto dentro do ecossistema da Estrella Galicia, e culminará com uma apresentação a investidores no mês de maio.

No contexto do plano, os ganhadores dos Prêmios The Hop terão acesso a formação específica, sessões de mentoring e coaching oferecidos por profissionais qualificados e colaboração com o ecossistema da Estrella Galicia, para que suas idéias se desenvolvam da forma mais inovadora.

Um Plano de Transformação Digital para revolucionar a experiência do cliente

Com o Programa de Empreendedorismo Colaborativo The Hop, a Estrella Galicia consolida o seu planejamento digital de seguir reinventando o seu modelo de negócio e manter o ritmo de crescimento obtido nos últimos anos.

O Plano de Transformação Digital é liderado diretamente por Ignacio Rivera, principal executivo da empresa, com o apoio de toda a equipe de direção, à que se somou recentemente Juan José Delgado (ex-Amazon) como novo Chief Digital Officer (CDO). Se trata de um dos processos de transformação mais completos e avançados da indústria espanhola, e um exemplo no setor cervejeiro na Europa.

“A transformação digital tem que ser uma ajuda para que a organização alcance seus objetivos fundamentais de maneira mais eficiente, autônoma e escalável”, afirma Ignacio Rivera. “É uma ferramenta que agrega muitíssimo valor às equipes para competir na nova economia”, conclui.

Além disso, a empresa considera fundamental chegar ao novo cliente digital e conseguir o seu engajamento. Como consequência, o foco das iniciativas é o entendimento deste novo tipo de consumidor, satisfazer as suas demandas e superar suas expectativas, oferecendo os melhores produtos e serviços com uma proposta diferenciada.

Sobre a Estrella Galicia – A Estrella Galicia ainda hoje é uma empresa 100% familiar, independente, liderada por Ignácio Rivera, membro da quarta geração da família Rivera, que mantém a tradição artesanal cervejeira desde 1906.

Líder do Segmento Premium na Espanha, comercializa Estrella Galicia, Estrella Galicia 0,0% (versão sem álcool), 1906 Reserva especial, 1906 Red Vintage e 1906 Black Coupage, mais conhecida como a “ovelha negra da família Rivera”, se caracteriza por uma marcada vocação internacional com presença em mais de 40 países.

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Indústria 4.0 também é realidade para as PMEs

Por Carlos Santana, Diretor Comercial da Seal Sistemas

Segundo dados de uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), sobre o estado da digitalização na Indústria Brasileira, 42% das companhias desconhecem a importância das tecnologias digitais para a competividade da Indústria e mais da metade não utilizam nenhuma tecnologia de uma lista de 10 opções, sendo elas: automação digital com ou sem sensor para controle de processo, monitoramento de produção com sistema SCADA, manufatura aditiva, big data, serviços em nuvem, internet das coisas, projetos de manufatura por computador e simulações, automação digital para identificação de condições operacionais e análises de modelos virtuais. Nessa relação, Internet das Coisas e Big Data, por exemplo, estão em uso por 13 empresas, do total de 2.225 que participaram da pesquisa.

Ainda de acordo com a CNI,o desconhecimento de tecnologias digitais em manufatura é maior entre as empresas de médio e pequeno porte, cerca de 60%. Entre as grandes, o percentual de empresas que não identificaram alguma das 10 tecnologias digitais apresentadas como importante para a competitividade cai para 32%. O avanço tecnológico na indústria não é percebido pelas empresas e esse é o maior desafio a ser enfrentado.

Apesar de termos alguns exemplos de setores que estão se beneficiando dessa inovação, como logístico e automobilístico, o Brasil ainda carrega um histórico de não investir o suficiente em inovação, em parte porque estamos saindo de uma recessão, mas também pela cultura de não pensar no longo prazo. Mas ainda bem que esse cenário pode mudar nos próximos anos.

Segundo estimativas da consultoria IDC, o investimento na Internet industrial das coisas (IIoT) chegará a US $ 500 bilhões até 2020. As empresas que introduzem automação e técnicas de produção mais flexíveis para a fabricação podem aumentar a produtividade em até 30%. Outro benefício identificado pela consultoria é a exploração preditiva dos ativos, que podem ajudar as empresas a economizar aproximadamente 12% em reparos programados, reduzir os custos gerais de manutenção em até 30% e eliminar avarias em 70%. E no Brasil?

A estimativa é que até 2020, o mercado de Internet das Coisas no Brasil deve movimentar cerca de R$ 200 bilhões, representando 10% do PIB. E para 2018, de acordo com a IDC, os projetos de IoT vão movimentar US$ 8 bilhões no país até o final do ano, com crescimento de 14% na comparação com ano anterior. Boa parte desse investimento será impulsionada, principalmente, pelo Plano Nacional de Internet das Coisas, lançado pelo Governo Federal no fim do ano passado, e que tem uma previsão de movimentação de US$ 13 bilhões até 2020.

Todo esse potencial de investimento, associado à evolução da inovação disruptiva, vai tornar o acesso a estas tecnologias mais fácil, seja por uma maior disponibilidade de soluções, seja pela redução de custo. Esse conjunto de fatores vai desmistificar que inovação no Brasil é exclusiva para grandes empresas.

Controle de estoque, ganho em produtividade, automatização de processos, produção digitalizada, predição e ganhos efetivos em inventário. Essas são algumas das vantagens ao adotar tecnologias da Indústria 4.0. Mas para começar a usufruir desses benefícios é necessário realizar uma tarefa importante. Em primeiro lugar, os empresários precisam fazer um mapeamento interno para identificar os desperdícios pois seus negócios ainda não estão digitalizados. Depois, descobrir que tipo de tecnologia será integrado no gap da empresa e, por fim, o planejamento para implementar o set de soluções, desde IoT, robótica, RFID, big data, entre outras, que vai atender a cadeia de produção como um todo. Cumprida toda essa etapa, os empresários estarão prontos para começar uma jornada de sucesso na era da Indústria brasileira.

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O que as fintechs de crédito têm a oferecer para o investidor brasileiro – Por Leonardo Rebitte

O mercado financeiro brasileiro ainda é considerado um dos mais tradicionais em relação aos produtos disponíveis: Poupança, Tesouro Direto, ações na Bolsa de Valores, títulos de crédito como LCIs e LCAs e empréstimos como os CDBs, fundos de renda fixa, previdência privada, entre outros, são apenas alguns exemplos.

E mesmo com tantas escolhas, o Banco Central registra que atualmente o Brasil possui mais de 21.700 agências bancárias em seus 5.588 munícipios, e por baixa movimentação ou falta de segurança, se movimentam para fechar agências e baixar custos. Em 2017, o IBGE registrou que 60 milhões de brasileiros maiores de idade eram desbancarizados e essa parcela chamou a atenção das fintechs, por oferecerem novos serviços sem vínculos com outras instituições financeiras.

Nesse cenário onde o modelo bancário está em constante retração, com diminuição de número de agências, redução de funcionários, entre outros pontos, as fintechs de crédito tonaram-se uma solução disruptiva em um sistema bancário que há muito tempo não inova suas práticas.

Com a chegada ao mercado brasileiro, essas fintechs possibilitaram que os pedidos e concessões de empréstimo se tornassem mais simples e descomplicadas, sem grande parte das burocracias exigidas no sistema bancário tradicional. No sistema de empréstimo peer to peer, por exemplo, permite que o investidor defina o valor que será emprestado, em quantas parcelas poderão ser pagas, dia ideal do pagamento e qual o valor da taxa de juros que será aplicado ao empréstimo.

Enquanto a poupança oferece rendimento de 4,9% a.a, a Selic de 7% a.a, o CDB de 9,34% a.a, em um prazo de 12 meses, o rendimento concedido em um empréstimo em uma fintech pode alcançar até 115%, 20 vezes mais que a poupança, de acordo com levantamento da Mutual

Além disso, essas empresas apostam na transparência e em um contato mais direto entre os tomadores e os investidores. Isso corrobora para que o investidor tenha mais controle e informações sobre os seus recursos, sem ficar preso a linguagem bancária ou as instruções de seu gerente.

Além de atrair novos clientes, as fintechs de crédito vêm há mais de 10 anos provando como movimentar a economia de modo saudável. A exemplo do que já acontece nos Estados Unidos, por exemplo, onde esse modelo de negócio tem contribuído para a movimentação do mercado financeiro. Por outro lado, a China também desponta como líder mundial nesse cenário, país onde grande parcela de seus habitantes não tem acesso aos bancos.

A segurança aumenta cada vez mais quando o assunto são transações por meio das fintechs. Com ferramentas que analisam os riscos para cada tipo de operação apoiadas em diversos tipos de informação, principalmente do SCR – Sistema de Informações de Crédito do Banco Central, onde são avaliadas centenas de critérios em um processo rigoroso que resulta em uma nota de crédito para cada solicitação, a população ganha mais um aliado na hora de pedir empréstimo.

Esse é apenas o início de uma nova prática, que irá se popularizar à medida que as fintechs fizerem parte da carteira de investimentos e se tornarem mais competitivas em seus mercados de atuação.

Leonardo Rebitte, CEO e sócio fundador da Mutual, plataforma de empréstimo entre pessoas.

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Em meio a deficiências no ensino brasileiro, aprendizagem visual surge como alternativa ao problema

De acordo com a organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil está em segundo lugar entre os países com o maior número de estudantes de baixa performance em matemática básica, ciências e leitura. As informações estão contidas no relatório Alunos de baixo desempenho: por que ficam para trás e como ajudá-los? que teve a participação de 12,9 milhões de estudantes com 15 anos de idade, sendo 1,1 milhão deles brasileiros. Já em 2017, o Movimento Todos Pela Educação divulgou uma pesquisa que indica um retrocesso no segmento escolar nos últimos 18 anos.

Apesar de existirem diferentes fatores capazes de resultar neste cenário, tais como: qualidade do ensino, continuidade do aprendizado, economia e barreiras sociais, é inegável que o estilo de aprendizagem também contribui para o sucesso no processo de internalizar informações. Neste contexto, a linguagem e o pensamento visual destacam-se entre os demais sentidos humanos (audição, paladar, olfato e tato) .

O biólogo molecular norte-americano John Medina afirma que o índice de retenção de um conteúdo ouvido é de 10% após três dias do acontecimento enquanto a leitura favorece o armazenamento em 20% ao longo do mesmo período de tempo e os elementos visuais em 65%. “O motivo para a visão ter mais eficácia reside no fato de exigir menor atividade cerebral durante o processo de aprendizagem. O sentido é responsável por identificar as informações e encaminhá-las de forma integrada ao cérebro para permitir a captação dos sinais emitidos. Por fim, os elementos são alinhados para a chamada ‘reconstrução da realidade’. Quanto mais simplificado for esse processo, mais rápida e efetiva a absorção do conhecimento será”, afirma, Renato Gangoni, CEO da Spin Design, multinacional brasileira que transforma processos corporativos e padrões mentais através de mapas visuais.

Para confirmar a importância da linguagem visual, basta olhar para a história da humanidade. Antigamente, as imagens eram utilizadas em paredes de caverna para contar histórias de vida e hoje estão nas organizações com o objetivo de transmitir ideias relacionadas ao mercado. Ou seja, a visão mostrou-se capaz de registrar e transcender as mudanças sociais.

A partir da descoberta do poder das imagens, a expressão “quer que eu desenhe?” ganha um novo ângulo. Afinal, às vezes as palavras e os sons não são suficientes. Na visão de Gangoni, em tempos de excesso de informação, o chamado “Visual Thinking” se destaca. “O pensamento visual é a maneira mais assertiva de organizar ideias de um jeito intuitivo, objetivo e simultâneo”, explica o executivo.

Desperte o pensamento visual

Pensando em contribuir para o desenvolvimento da aprendizagem visual, Gangoni separou algumas dicas úteis para quem deseja exercitar o Visual Thinking:

– Sempre tenha caneta e papel por perto;

– Durante uma apresentação, utilize o quadro branco + pincel atômico para facilitar a comunicação;

– No caso de conference calls, utilize sistemas que permitam fazer desenhos rápidos;

– Comece a estimular o lado visual por meio de colagens ao longo da construção de demandas corporativas. Nesta sugestão também é válido desenhar manualmente fluxogramas e estratégias de negócios;

– Monte apresentações baseadas apenas em recursos visuais (infográficos, tabelas, diagramas, vídeos etc.).

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Cisco apresenta estudo global sobre preparação digital dos países

Brasil está no estágio intermediário, denominado “Acelerar”, que inclui países que estão aproveitando a tecnologia digital e que devem continuar a investir no desenvolvimento de capital humano para aumentar o ritmo de inovação

Estamos imersos em um mundo onde o progresso tecnológico é uma constante que pode alterar o modo de fazer negócios e a vida da sociedade. Nesse contexto, a digitalização é um aspecto fundamental que permite que os países mantenham a competitividade global, aumentem o PIB, incentivem a inovação e criem empregos. Mas quão preparados estão os países para se aventurarem nesse desafio?

Esta questão deu origem ao Cisco Digital Readiness Index, estudo desenvolvido em conjunto com o Gartner Research, que mediu a preparação digital de 118 países, sendo 19 da América Latina, a partir de componentes como insfraestrutura tecnológica, capital humano, necessidades básicas e investimento governamental e empresarial.

Em geral, os países da América Latina estão em um estágio entre a preparação digital básica, denominada Ativar, e intermediária, chamada Acelerar. O Brasil está na 10ª colocação entre os países pesquisados na América Latina, no estágio Acelerar, que inclui os países que devem continuar investindo no desenvolvimento do capital humano para aumentar o ritmo e o alcance da tecnologia digital dentro e fora de suas fronteiras.

Os países no estágio Ativar estão iniciando sua jornada digital e incluem muitos países da África e alguns do Oriente Médio e Ásia. Os países no estágio Acelerar obtiveram uma pontuação intermediária, com algumas pontuações de componentes com margem para melhorias. Os países nesse estágio intermediário incluem muitos da América Latina, Europa Oriental e alguns da Ásia. Um terceiro estágio, Amplificar, dos países com o mais alto nível de preparação digital, inclui os Estados Unidos, muitos países da Europa Ocidental e alguns na Ásia, como Cingapura, Japão e Austrália.

O valor de preparação digital foi calculado com base em sete componentes fundamentais para criar um ambiente com oportunidades econômicas para todos em um mundo cada vez mais digital:

Infraestrutura tecnológica: telefonia fixa e assinaturas de banda larga; servidores de Internet, serviços de rede, gastos estimados em TI;

Adoção de tecnologia: difusão de dispositivos móveis, uso da Internet, serviços em nuvem (estimativa de gastos com TI);

Capital humano: força de trabalho total, taxa de educação de adultos, índice de escolaridade (anos de estudo), população prospectiva da futura força de trabalho (de 0 a 14 anos);

Necessidades básicas: esperança de vida, taxa de mortalidade (abaixo dos 5 anos), acesso à eletricidade;

Facilidade de fazer negócios: estado de direito e ambiente regulatório, logística e infraestrutura, serviços;

Investimento Governamental e Empresarial: investimento estrangeiro direto, exportação de alta tecnologia, sucesso do governo na promoção de TI;

Empreendedorismo: força dos direitos legais, tempo necessário para iniciar um negócio, disponibilidade de capital.
América Latina e Brasil

Segundo o estudo, a média da América Latina foi de 11,78. A média global de preparação digital é 11,96. As pontuações globais de preparação digital para os países no estágio mais alto (Amplificar) tiveram uma média de 16,83. Aqueles no estágio intermediário de preparação digital (Acelerar) tiveram uma média de 12,49, e aqueles no estágio inferior de preparação digital (Ativar) tiveram uma média de 7,91.

Neste cenário, o Brasil obteve uma média geral 11,80. Isso coloca o país 2,7 pontos abaixo da média que o classificaria na categoria Amplificar. Quando analisados os resultados de componentes específicos, o Brasil obteve resultados variados. O país tem a melhor colocação da América Latina em Investimento Governamental e Empresarial e está bem colocado na Adoção de Tecnologia e Infraestrutura Tecnológica, sendo 7º e 5º na América Latina, respectivamente. O país ocupa a oitava posição na região em Empreendedorismo, mas apenas o 17º lugar em Facilidade para se fazer negócios. Com relação ao Capital Humano, o país é o 13º na região.

“A transformação digital vai ser fundamental para inclusão social no Brasil. Saber analisar os gaps e oportunidades de melhorias é crítico para que os governos possam concentrar os esforços para acelerar essa transformação. Este estudo pretende apoiar os governos e recomendar quais as áreas prioritárias para uma economia digital inclusiva”, afirma Laercio Albuquerque, presidente da Cisco Brasil. “Os resultados apontam que o Brasil ainda tem muito potencial de desenvolvimento em seu ambiente digital e, embora sejam necessárias melhorias em alguns componentes, o país se destaca em áreas importantes, como adoção e infraestrutura tecnológica e investimento empresarial”.

Outros destaques do estudo

A partir do Digital Readiness Index, foi descoberta uma relação entre a preparação digital e o PIB per capita de cada região pesquisada. Estes índices revelam quais países estão bem preparados digitalmente e os que são menos preparados, bem como os que têm oportunidades para que os governos locais, indústria, instituições de ensino e organizações comunitárias possam trabalhar juntos e colaborar a fim de aumentar a preparação digital.

O estudo revelou que são necessárias diferentes atividades específicas, investimentos e intervenções, dependendo do estágio de preparação digital de um país, como segue:

Os países em estágio intermediário (Acelerar), como o Brasil, beneficiariam-se mais do desenvolvimento do capital humano, melhorias nas necessidades humanas básicas e avanços na facilidade de fazer negócios no país.

Países que estão iniciando sua jornada digital (Ativar) se beneficiariam principalmente a partir de intervenções voltadas para a melhoria das necessidades humanas básicas e desenvolvimento do capital humano, especialmente o aumento do conhecimento fundamental de TI.

Os países em estágio mais elevado (Ampliar) se beneficiariam mais com o desenvolvimento do capital humano, especialmente um foco em habilidades tecnológicas emergentes e especializadas.

A metodologia

A Cisco desenvolveu juntamente com o Gartner um modelo para medir a preparação digital dos países e descobrir as principais intervenções que podem ajudá-los a mover em direção à preparação digital. Este modelo, de essência holística, também pode ser aplicado aos níveis regional e estadual usando as métricas correspondentes.

Para ter pontuações comparáveis em cada país, foi essencial usar pontos de dados padronizados disponíveis para cada um deles. Usando os sete componentes, cada país recebeu uma classificação com base em pontos de dados padronizados de fontes de dados, como Banco Mundial, Fórum Econômico Mundial, Nações Unidas e Gartner, adicionadas para se criar uma pontuação total de preparação digital.

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Professor da FGV diz que uso do Big Data vira tendência no futebol

Para o coordenador do curso de MBA em Marketing Digital da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Miceli, a Copa do Mundo de 2018 mostra que a tecnologia desempenha cada vez mais um papel cada vez mais significativo dentro e fora de campo. De acordo com ele, a chave está na coleta de dados que giram em torno do desempenho e das características fisiológicas dos jogadores, a fim de monitorar e melhorar o rendimento de cada equipe.

“Muito se fala do árbitro de vídeo e do chip na bola, mas o Big Data está se tornando cada vez mais relevante no futebol. Já é comum técnicos usarem dados para analisar as características de cada jogador da sua equipe e dos adversários para traçar estratégias de jogo”, afirma André Miceli.

O professor da FGV diz que com as ferramentas de Big Data é possível construir um vasto conjunto de dados para armar as táticas de jogo em tempo real. “As estatísticas colhidas durante a partida sobem para a nuvem e abastecem a ferramenta. Assim, o treinador e sua equipe podem usufruir de dados como algoritmos preditivos, redes neurais, programas que registram padrões para fazer projeções futuras”, explica o especialista.

André Miceli ressalta que a posse desses dados pode fazer a diferença dentro de campo e resultar em um placar positivo. Ele lembra que esse pode ter sido o trunfo da seleção da Alemanha na Copa do Mundo de 2014, quando se tornou campeã.

“A seleção alemã usou o SAP Match Insights para vencer a Copa de 2014. Os dados permitiram melhorar a velocidade da equipe. Os tetracampeões, por exemplo, foram capazes de saber que os franceses concentravam seu jogo no meio e deixavam espaços nos flancos. Assim, venceram as quartas-de-finais. Na semifinal com o Brasil, eles já sabiam as jogadas preferidas da nossa seleção e as reações de seus jogadores em situações adversas”, descreve o professor da FGV.

Big Data – Miceli lembra que o futebol não é o único esporte que usa informações extraídas do Big Data. Ele cita que no beisebol, no basquete e no tênis há análises de dados há um bom tempo. “No entanto, dois exemplos de que a habilidade humana pode vencer a tecnologia são o Garrincha, e recentemente, o Robben, da Holanda. Todos sabiam para onde eles iam driblar, mas a genialidade dos craques era superior à previsibilidade da ferramenta e a habilidade humana continua sendo a principal fator de sucesso”, assegura o professor da FGV.

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7 características para um líder desenvolver

Por Celso Bazzola

O líder dentro de uma organização torna-se o ponto de equilíbrio e peça-chave para fazer a diferença e buscar resultados, ele deve mais que todos acreditar no potencial da empresa e de sua equipe, infelizmente, podemos notar nas empresas muito bons profissionais que são alçados ao papel de líderes, mas por inabilidade ou despreparo não conseguem desenvolver esse papel adequadamente, o que causa muitos problemas para empresa em relação à clima e resultados.

Assim, só poderá ser agente motivador quem estiver motivado e partido desse princípio, existem características de lideranças que devem ser identificadas e potencializadas. Desenvolver essas competências torna-se fundamental para o sucesso de um líder, resultado da empresa e aumento de sua capacidade de empregabilidade. Podemos destacar alguns pontos fundamentais para atingir este objetivo:

• O primeiro diferencial é que o líder deve ser um apaixonado pelo que faz, se isso não ocorre não haverá inspiração e entusiasmo, assim se quer se tornar um líder, tenha em mente que fazer o que ama e amar o que faz;

• Um líder deve ser um profissional em que as pessoas confiem, por isso deve ser sincero e ter engajamento. Também é importante que demonstre maturidade com base em experiências passadas e teóricas, pois tem que estar em busca pela melhoria contínua a reciclagem;

• O conhecimento do que faz e a curiosidade de estar buscando coisas novas é fundamental, assim, o líder deve ser a base de informações e alternativas, ele deve estar sempre se aprimorando, senão pode virar a liderança que não é muito respeitas;

• Saber arriscar é imprescindível, por isso é fundamental que se tenha audácia quando necessário e posicionar sua opinião, também é necessário que se assuma as responsabilidade e culpas;

• Autoconhecimento e autocontrole são fundamentais, pois só olhando para dentro de si, que o líder saberá como agir com os parceiros e os seus limites.

• Ter resiliência é fundamental, pois é necessário estar pronto para mudar de rota sem perder a serenidade e foco, conduzindo sua equipe nas mudanças que o mercado impõe.

• Comunicar bem é fundamental, hoje um dos grandes erros de uma líder é não saber deixar claro para equipe os caminhos tomados e os motivos, é preciso saber falar, fazer reuniões e convencer.

Enfim, muito se confunde o líder com o “chefe”, mas ser líder não é apenas coordenam os trabalhos, é preciso aprofundamento sobre o tema, onde o líder é inspirador, motivador de equipes, demonstrando o caminho a ser seguido. Com isto, tendem à serem mais respeitados, atingindo a eficiência e resultados necessários para a produtividade e lucratividade da empresa.

Celso Bazzola, consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZ Estratégia e Operação de RH.

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SONDA gerencia 15 mil equipamentos de impressão da Caixa

O gerenciamento mensal de 60 milhões de páginas impressas por 15 mil equipamentos instalados e administrados em mais de 5,2 mil localidades em todo território nacional, inclusive nas agências barco na região norte, faz parte de um dos maiores contratos globais de terceirização de impressão firmado pela SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, com a Caixa. Os serviços prestados diminuíram em 28% a complexidade de gestão da área de TI da Caixa neste processo, liberando, assim 72% de seus recursos para focarem no negócio, além de trazer 40% de redução de custo.

O contrato teve origem devido à grande capilaridade e ao excessivo custo para a Caixa manter e gerir seu parque de impressoras em todas as unidades espalhadas pelo território nacional. A demanda nasceu da publicação de um edital para a implantação do serviço de Terceirização de Impressão Departamental, com fornecimento de toner, manutenção técnica e gestão.

O projeto, considerado de alta complexidade de implantação e gestão devido à quantidade de unidades e usuários, com pulverização geográfica em todo o Brasil, tem como principal intuito aumentar a qualidade dos serviços prestados, diminuindo a complexidade de gestão da área de TI, o que consequentemente libera os recursos para os principais processos de negócios. “Administrar ativos não é uma tarefa simples. Mais do que locar e vender equipamentos de infraestrutura de TI, nossa terceirização agrega serviços de administração de ambiente, suporte técnico e gestão de inventário”, afirma Viviane Ricci, vice-presidente de vendas governo da SONDA.

O escopo do projeto envolveu a troca do parque tecnológico por equipamentos de impressão multifuncional de última geração em todas as unidades do cliente, fornecimento de insumos originais, consumíveis e peças, assistência técnica com mão de obra especializada, help desk e sistema para registro e gestão de incidentes, administração de insumos com monitoramento ativo e logística de reposição em todo território nacional, bilhetagem centralizada e treinamento dos usuários-chaves, preparando-os para serem os multiplicadores de conhecimento dentro de suas respectivas unidades, entre outros.

Juntas, a padronização do parque de impressão e de cópia são a garantia de constante atualização tecnológica, o que promove à Caixa inúmeros benefícios, entre eles: eliminação de desperdícios, otimização das impressões e das cópias, eliminação do contrato de manutenção das impressoras, assertividade na compra e abastecimento de suprimentos, identificação e contabilização precisa de custos com impressões e cópias, segurança na tramitação de documentos confidenciais a serem impressos, pró-atividade nas soluções a serem implementadas por pessoal técnico e especializado, controle de custos, rateio de despesas por usuário, diminuição de TCO, redução de fornecedores e custos com peças, gerenciamento remoto, redução dos custos com help desk, aumento de produtividade, racionalização da quantidade de impressoras e eliminação do estoque e das compras de suprimentos e peças, além de outsourcing limpo pelo plantio de árvores para a neutralização das páginas impressas.

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Smart Industry Meeting reúne especialistas para debates sobre a indústria 4.0

Os desafios e as tendências da indústria 4.0 são o foco do Smart Industry Meeting, evento que será realizado no próximo dia 28 de junho, em São Paulo, das 8h às 13h. Organizado pelo UOL DIVEO e a AWS, com apoio do Senai e do Uol Edtech, contará com a presença de três especialistas no segmento: Ricardo Al Makul, CEO & fundador da KES – Knowledge Exchange Sessions – plataforma de conteúdo de inovação que organiza eventos focados em tecnologia, comportamento e criatividade; Edward Monteiro, Diretor de Serviços e Segurança do UOL DIVEO; e Eduardo Horai, Gerente de Arquitetura de Soluções da AWS. As inscrições, gratuitas, podem ser feitas pela página oficial.

Após uma abertura geral às 8h, as palestras terão início com a apresentação de Edward Monteiro. Com mais de uma década de atuação no mercado de tecnologia, o executivo compartilhará suas experiências e comentará de que forma a modelagem e o aprendizado das máquinas podem ser utilizados para entender padrões complexos e relacionar dados. Serão respondidas questões como: “o que é a indústria 4.0 e por que isso tem revolucionado o mercado?”; “quais são as principais dificuldades encontradas hoje no processo de manufatura?”; “qual o primeiro passo para uma iniciativa 4.0 dentro de uma indústria?”; e “o que as indústrias podem aplicar na linha de Big Data/ Analytics?”; entre outros pontos.

Na sequência, Eduardo Horai abordará a “cultura da inovação”. Horai demonstrará a maneira como a Amazon aplica a “auto-disrupção” em várias áreas de seu negócio e, através da plataforma de serviços da AWS, habilita o mesmo em diferentes indústrias, da Netflix ao Airbnb. Durante essa apresentação, a Amazon detalhará os principais conceitos que guiam essa cultura de inovação e, de forma prática, como eles são aplicados no dia a dia da corporação.

Após um coffee break, subirá ao palco Ricardo al Makul. Makul explicará como a revolução digital e o pensamento exponencial desafiam modelos estabelecidos na indústria e de que forma empresas podem se adaptar às mudanças. O poder das redes e os “6 d’s da disrupção” estão entre os tópicos centrais da palestra.

Por fim, os três key note speakers se juntarão para um debate panorâmico a respeito dos principais pontos tratados ao longo da manhã. Os participantes poderão interagir durante todas as apresentações, em uma oportunidade única de se relacionar com alguns dos principais especialistas na área de indústria 4.0.

Smart Industry Meeting
Data: 28 de junho
Horário: 8h-13h
Local: São Paulo/SP
Inscrição: Gratuita pelo link
Vagas limitadas

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Geopolítica em evidência – Por Augusto Sales, da KPMG

Faltando poucos meses para as eleições no Brasil, a indefinição com relação aos nomes dos candidatos, o fenômeno da polarização e o ânimo exaltado dos brasileiros com relação ao tema indicam que será uma das disputas mais curiosas das últimas décadas. Se um candidato de direita, de esquerda ou de centro-direita for eleito, qual será o cenário? Se fulano de tal se tornar presidente, qual será o direcionamento dele em relação à abertura de mercado? Questões essas eram analisadas superficialmente por investidores que têm a intenção de entrar ou expandir seus negócios no país, mas que agora têm um lugar de destaque no rol de preocupações, numa escala quase que prioritária. É o desafio em fazer negócios em um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo em termos geopolíticos.

Nesse aspecto, questões tradicionais como identificação de concorrência, do público alvo e taxa de retorno agora passam a dividir as atenções com a geopolítica que passou a ser fator que requer cautela nas estratégias empresariais do investidor estrangeiro que quer entrar no Brasil, daquele que está aqui e quer fazer expansão pelo país e do empresário brasileiro que pensa em internacionalizar seus negócios.

Não só no Brasil, mas ao redor do mundo, organizações bem-sucedidas estão colocando as questões sociodemográficas e geopolíticas no centro de uma ampla estratégia empresarial. O ambiente político e social é hoje uma das maiores preocupações dos investidores, e esclarecê-las permite que respondam melhor às ameaças e também para a identificação de oportunidades. Como sabemos, pilares de uma estratégia e dos planos de negócios que apoiam as decisões de investimento – tamanho da oportunidade, mercado, ambiente competitivo, regulação, taxas de juros, alíquotas de impostos, tarifas etc. – podem sofrer alterações significativas dependendo do viés político de quem administra um país ou ente federativo. Trump, Brexit, Impeachment? Elevação de taxas de importação, tratados bilaterais, guerra-fria? O investidor informado tem aprendido que economia, mercado e política estão cada vez mais interdependentes.

Os líderes empresariais globais estão mais atentos aos resultados, positivos, neutros ou negativos, advindos de um ambiente geopolítico global relativamente volátil, de baixa previsibilidade e cujos impactos podem atravessar as fronteiras de vários países. Impactos podem ser difíceis de prever sem um monitoramento cuidadoso e com uso de cenários. O tempo de reação é limitado. Os riscos negativos podem muitas vezes ser obscuros demais para se proteger deles de forma adequada. Além disso, as oportunidades oriundas de mudanças políticas podem ser exploradas pelos concorrentes antes que se compreenda o que está ocorrendo.

Passa pelos questionamentos dos investidores uma abordagem que envolva os modelos tanto de negócio como o operacional. Dessa forma, busca-se saber, entre outras coisas, se os atuais pressupostos de planejamento empresarial poderiam ser prejudicados pela geopolítica; e de que forma a ordem política global em constante mudança influenciará suas operações em particular. Eles questionam ainda o que precisam fazer se as previsões de seus planos de negócio forem submetidas a testes de stress com relação às rupturas geopolíticas e o que significa uma maior incerteza em termos de acesso e custo de capital e recursos.

Embora a abordagem “espere para ver” possa ser vista como o caminho mais fácil, os sinais podem ser previstos se você procurar nos lugares certos, se souber como aproveitar as oportunidades identificadas e se conseguir transformar este exercício em ação. Mundo afora, a experiência mostra que organizações e executivos bem preparados estão aprendendo a tirar vantagem do ambiente social e político, compreendendo melhor as regras do jogo e reduzindo o risco de serem surpreendidos por mudanças no ambiente.

Em um mundo complexo comandado por grandes e controversos líderes, gestores e investidores precisam estar bem equipados e confiantes ao fazer escolhas estratégicas em meio à incerteza e à constante ruptura, e os ganhadores aprenderão a integrar estratégias de mercado e geopolíticas em busca de vantagem competitiva. Ao final do dia, de forma geral, o investidor profissional não precisa ter partido político.

Augusto Sales, sócio de estratégia da KPMG

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Insegurança jurídica marca ambiente da computação em nuvem no Brasil, alerta tributarista Janssen Murayama

A tecnologia evolui a um ritmo mais veloz do que as leis, e a computação em nuvem é um dos exemplos mais notáveis desse processo. Este modelo representa a terceira fase da distribuição de softwares, depois do suporte físico (DVDs, CDs, disquetes, etc.) e do download. E essa divisão não é rígida, segundo o tributarista Janssen Murayama, sócio do escritório Murayama Advogados. “Essa é a classificação proposta pela doutrina, e às vezes é difícil enquadrar um software em uma ou mais das categorias”, diz o advogado, ressaltando que não são definitivas nem absolutas.

Esse cenário foi o tema debatido no painel “Cloud Computing e tributação: decisões recentes” por Janssen Murayama e Gabriel Demetrio Domingues Coimbra, advogado do BNDES. A apresentação fez parte do seminário LegalTIC: estratégias tributárias para negócios digitais. O evento, organizado pela Assespro-RJ, ocorreu no dia 25 de maio, no auditório do Sebrae-RJ. Murayama apresentou um panorama dos tributos municipais, estaduais e federais que podem ser aplicados e as possibilidades de pacificação das lacunas legais e das guerras fiscais.

No âmbito municipal, a incidência do Imposto sobre Serviços de qualquer natureza (ISS) foi definida pelo Supremo Tribunal Federal em 1998. Na época, foi feita a divisão entre o software produzido sob encomenda (ISS) e os programas de “prateleira”, com suporte físico, interpretados como mercadoria (ICMS). No entanto, a decisão ainda deixou brechas. Três anos depois, o mesmo STF decidiu que não deve incidir ISS sobre locação de bens móveis, confirmado pela Lei Complementar 116/2003 e pela Súmula Vinculante nº 31 de 2010. Desde então, agentes do setor lutam para enquadrar a computação em nuvem como locação de bem móvel.

Na cidade do Rio de Janeiro, as alíquotas de ISS são divididas em quatro tipos: 2% para elaboração de software e 5% para customização, licenciamento e intermediação. Na capital paulista a situação é um pouco mais nebulosa. Em 2017, a prefeitura publicou um Parecer Normativo que incluiu o software de “prateleira” no rol de tributados pelo ISS, sendo que este tipo pertence ao âmbito do ICMS estadual. ”O PN provocou uma guerra fiscal entre o município de São Paulo e o próprio estado”, conta Janssen Murayama. Dada a polêmica, a aplicação da norma foi suspensa até que haja um entendimento consolidado sobre o assunto.

As disputas por trás da arrecadação também atingem o ICMS, a cargo dos estados. Em 2010, no julgamento da ADI nº 1945-MT (1999), o STF decidiu que poderia haver tributação de ICMS sobre o download de softwares, o que deu esperança aos estados. Em 2016 e 2017, a Confederação Nacional de Serviços (CNS) conseguiu liminares no Supremo contra leis estaduais de São Paulo e Minas Gerais que dispunham sobre a incidência do ICMS sobre a elaboração de software e licenciamento.

Mais um ponto de divergências surgiu no ano passado, quando o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) impôs uma nova definição de contribuinte, não prevista em lei. Segundo o Convênio ICMS 106, haveria isenção das etapas anteriores à venda ao consumidor final; tributação nas saídas internas e na importação; recolhimento do ICMS no destino; inscrição em todos os Estados que vender; e uma ampliação da responsabilidade tributária para ofertante, vendedor, entregador, intermediário financeiro, adquirente e administradora de cartão de crédito e débito. No entanto, em março deste ano, a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) conseguiu uma liminar suspendendo a medida.

No âmbito federal, em 2017, houve definições importantes quanto aos impostos aplicados sobre os Saas (serviços técnicos). Em março, a SC COSIT nº 191 fixou a alíquota da CIDE sobre esses serviços em 10% e do Imposto de Renda Retido na Fonte em 15%. Em junho, a SC COSIT nº 316 estabeleceu que não há incidência de PIS/COFINS – Importação sobre a licença de uso de software, por se tratarem de royalties.

“A segurança jurídica dos empresários e investidores depende de regulamentação”, defende Murayama, citando alguns projetos de lei que estão em tramitação no Congresso Nacional. Um deles é o PL 5344/2013, de autoria do deputado Ruy Carneiro (PSDB-PB), que propõe um marco regulatório para o segmento. Porém, a proposta foi arquivada pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados em 2015. Já o PLC 171/2012, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT) inclui a computação em nuvem no item 1.09 da lista de serviços abarcados pelo ISS, na Lei Complementar nº 116/2013. Atualmente, o projeto aguarda o parecer do relator na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara.

Para o tributarista, é natural que as leis demorem a acompanhar a tecnologia. “O legislador está sempre atrás dos fatos novos. Não tem como uma tecnologia surgir e já haver uma regulamentação pronta”, diz. Aos contribuintes que estejam incertos quanto ao que fazer, Murayama sugere ou que ajuízem uma ação judicial para definir a tributação, depositando em juízo o valor correspondente ao que seria tributado, ou que aguardem ações já em curso e a tramitação de leis.

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Promover o engajamento nas equipes diminui o turn over nas empresas

Por Alexandre Slivnik

A rotatividade dos colaboradores é uma das principais preocupações dos empresários e gestores. Afinal, quanto mais você aplica estratégias para fazer com que as pessoas fiquem nas empresas, maior a probabilidade de ter uma equipe engajada e verdadeiramente comprometida.

E na contramão deste cenário está a perda de dinheiro. Quando os funcionários pedem demissão ou sofrem um processo de desligamento, também há prejuízo porque haverá a necessidade de novas contratações, treinamento e adaptações. Lembrando que tudo isso toma tempo e demanda investimentos, que poderiam ser destinados a outras áreas.

Neste contexto, a Disney, líder no segmento de entretenimento mundial, trabalha da seguinte forma: atua no propósito das pessoas e naquilo que as faz se dedicarem para atender as diversas tarefas diárias, mas sempre tornando todo o processo algo prazeroso.

Muitas pessoas dedicam parte considerável do seu tempo para buscar aquilo que querem fazer, mas se esquecem de olhar e aprender a gostar do que já fazem. A Disney trabalha o encantamento do cliente interno, justamente para que ele esteja engajado para produzir cada vez mais e para atuar de forma feliz.

Quanto mais significado dermos para as pessoas, mais comprometidas elas se tornarão. Muitos, ao longo do tempo, perdem a vontade de trabalhar simplesmente porque não entendem o motivo pelo qual fazem determinadas coisas.

Por isso, reforço que não é interessante somente em focar em processos e tarefas e sim qual a conexão daquilo que se faz e a relação com os objetivos da empresa. Esse elo é muito importante.

Nem sempre um bom salário fala mais alto, mas sim uma conexão entre o seu propósito. Certa vez, uma família tinha acabado de sair de uma loja e estava caminhando pela rua principal do parque. Um dos filhos do casal, uma menina, carregava um ursinho que acabava de comprar. Infelizmente, ela deixou o boneco cair no chão, sendo atropelado por um carrinho de limpeza.

O urso ficou completamente sujo e a pequena começou a chorar. O funcionário da limpeza pediu desculpas pelo ocorrido, olhou para a menina e disse: agora, esse ursinho depende da gente. Para que ele tivesse os “primeiros socorros”, foram até o local onde estava a enfermeira. Ela pediu um minutinho para cuidar do ursinho. Enquanto isso, foi até a loja, trocou por um ursinho novo, desembalou, enfaixou o braço e devolveu para a menina e ainda disse: agora, ele depende unicamente de você.

Imagine que experiencia maravilhosa vivenciou essa família! E essa história serve como símbolo de uma equipe engajada e comprometida. A função da pessoa responsável pela limpeza, até então, é “somente” limpar, da enfermeira, cuidar de pessoas que estão passando mal e dos funcionários da loja, vender. Mas o propósito dos três departamentos, independentemente da função, é a de criar felicidade e isso acontece quando os colaboradores quando ressignificam o trabalho, ficam engajadas e mais felizes.

Ressignifique o trabalho dos seus colaboradores e obtenha o tão sonhado engajamento, diminuindo assim, uma das principais causas de falta de produtividade nas empresas: o turn over.

Alexandre Slivnik, autor de diversos livros, entre eles do best-seller O Poder da Atitude. É sócio-diretor do IBEX – Institute for Business Excellence, instituição sediada em Orlando / FL (EUA), sócio-diretor do Instituto de Desenvolvimento Profissional (IDEPRO), diretor-executivo da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) e diretor geral do Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD).

Necessidade de inovação rápida em Nuvem coloca em risco experiência dos clientes, dizem CIOs em pesquisa

A Dynatrace, empresa líder em inteligência de software, apresenta pesquisa global independente que indica que 73% das organizações afirmam que a necessidade de velocidade na inovação digital está colocando a experiência dos clientes em risco. O estudo feito com 800 executivos de tecnologia (CIOs – Chief Information Officers) revela que, em média, as organizações lançam três novas atualizações de programas a cada hora de trabalho. Trata-se de um contínuo esforço das empresas para se manterem competitivas e atenderem a um consumidor com expectativas cada vez mais elevadas.

Com relação ao futuro, 89% dos CIOs disseram que vão precisar fazer as atualizações de uma forma ainda mais rápida. No entanto, a agilidade dos lançamentos pode cobrar um preço. Quase dois terços (64%) dos executivos entrevistados admitiram que são obrigados a comprometer a garantia de excelência na experiência dos consumidores em favor de uma inovação realizada com mais velocidade.

“Praticamente toda organização no planeta é uma companhia de software nos dias atuais. Líderes do mercado como a Amazon lançam múltiplas atualizações de programas a cada segundo. Consequentemente, o conceito moderno de entrega de software está centrado na agilidade, em ciclos rápidos de desenvolvimento e em lançamentos dinâmicos usando ambientes híbridos com várias Nuvens”, diz Andreas Grabner, executivo de processos DevOps na Dynatrace. “Ainda assim, usuários finais esperam que o fluxo estável das novas funcionalidades e atualizações funcione perfeitamente, sem ser comprometido. O desafio para a TI é entregar rapidamente, ao mesmo tempo que migra para uma arquitetura nativa na nuvem e mantém a boa experiência do usuário.

Na pesquisa, a Dynatrace analisa os desafios enfrentados pelas organizações à medida em que elas se esforçam para alcançar novos, e mais elevados, padrões de agilidade e velocidade. A pesquisa mostra que

A Nuvem permite agilidade, mas CIOs enfrentam dificuldades para:

– Garantir que a performance do software não seja negativamente impactada (67%);
– Identificar se mover uma aplicação para a Nuvem traz os benefícios desejados (57%);
– Entender se uma aplicação é adequada para a Nuvem (55%);
– Rearquitetar aplicações legadas para a Nuvem (51%);
– Garantir que a experiência do usuário não seja afetada durante o processo de migração (48%).

Falta de colaboração e visibilidade acarreta atrasos para a inovação:

– Para 78% dos CIOs, suas organizações vivenciaram atrasos em projetos de TI que poderiam ter sido evitados se as equipes de desenvolvimento e operação estivessem aptas a colaborarem facilmente;
– Segundo CIOs, iniciativas de Transformação Digital foram desestabilizadas principalmente por causa de impactos na correção de códigos (45%), e interrupções de serviços de TI causadas por problemas externos (55%) ou por mudanças internas (50%).

Organizações enfrentam desafios ao recorrerem a DevOps para melhorar a colaboração:

– 68% das organizações implementaram ou estão explorando possibilidades de uma cultura DevOps para melhorar colaboração e conduzir inovações com mais agilidade;
– 74% dos CIOs disseram que os esforços de DevOps são geralmente prejudicados pela falta de ferramentas e dados compartilhados, o que atrapalha as equipes de TI em obter uma visão unificada “da verdade”;
– 56% dos CIOs identificaram que as diferenças entre as prioridades dos silos departamentais são uma barreira adicional à adoção de DevOps.

“O desafio para todas as organizações é obter uma visão holística do canal de DevOps – da ideia do código até a experiência. Com o amadurecimento de DevOps, empreendimentos buscam automatizar e integrar o desenvolvimento do software com o objetivo de lançar mais rápido sistemas e atualizações com elevado padrão de qualidade e menos esforço manual. É empolgante ver a Inteligência Artificial desempenhar um papel ainda maior na redução de tarefas manuais de modo que possamos fazer o que amamos – criar software melhor, implementar com agilidade e entregar experiências perfeitas”, acrescenta Grabner.

Esse relatório, encomendado pela Dynatrace, é baseado em pesquisa global com 800 CIOs de grandes empresas com mais de 1.000 funcionários. A amostra ouviu 200 executivos dos Estados Unidos, 100 do Reino Unido, França, Alemanha e China, e 50 do Brasil, Austrália Cingapura e México, respectivamente. A pesquisa completa da Dynatrace pode ser acessada pelo link: http://info.dynatrace.com/2018_global_cio_report.html.

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Softex anuncia convênio com Virtual Educa e assume seus projetos no Brasil

A Softex firmou com a Virtual Educa, organização dedicada a impulsionar a inovação na Educação com o objetivo de promover a transformação social e o desenvolvimento sustentável na América Latina e no Caribe, convênio para assumir a coordenação e a presidência do Virtual Educa no Brasil. Participaram da solenidade José Maria Antón, secretário-geral do Virtual Educa, e Ruben Delgado, presidente da Softex.

O Virtual Educa passa a ser um programa permanente da Softex focado no aprimoramento da Educação por meio da inovação e da tecnologia. Pelo convênio, as parcerias e projetos desenvolvidos no Brasil por meio do Virtual Educa serão executados pela entidade, o que pode também ocorrer em outros países associados à iniciativa, em caso de interesse. Projetos e programas do Virtual Educa provenientes de outros países serão conduzidos pela Softex no Brasil.

“Entendemos a Virtual Educa como um parceiro estratégico para unir e consolidar a América Latina na Educação. Temos problemas comuns nesta área e por isso mesmo podemos construir e implementar soluções que atendam as necessidades dos países da região. A cooperação é a estratégia correta para que o continente não só eleve seu status educacional, mas para que ele também se apresente de forma mais robusta nos principais mercados internacionais. Somente com a cooperação entre nossos países vizinhos podemos ganhar musculatura e assim nos tornarmos competidores globais”, analisa Ruben Delgado.

Ele lembra ainda que a Softex mantém convênios de colaboração com a Virtual Educa desde 2016 para promover as empresas brasileiras de produtos e serviços voltados para a educação, com destaque para a área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), na região das Américas.

A Virtual Educa foi estabelecida em 2003 pela Organização dos Estados Americanos (OEA) e pela Secretaria Geral Ibero-americana (SEGIB) e opera através de alianças com organismos internacionais, entidades de ensino, agências de cooperação e de instituições públicas e privadas, reunindo os setores público, empresarial, acadêmico e sociedade civil.

Desenvolve, entre outras iniciativas, encontros e foros globais para apresentar políticas e práticas no campo da educação e da formação profissional – como o Virtual Educa Bahia 2018, realizado entre os dias 5 e 8 de junho em Salvador; e projetos de estímulo à inovação em diversas áreas da educação. É o caso do Think Blue, portal para a inovação na educação oceânica com cursos voltados para o conhecimento educacional e de sustentabilidade nos diversos âmbitos dos recursos marítimos como pesca, alimentação, turismo e transporte.

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Cielo lança hub de conteúdo para disseminar uso de terminal inteligente no varejo

Para posicionar no mercado a Cielo LIO, primeiro terminal inteligente do país, e apresentar todo o potencial transformador para o varejo que a solução oferece, a Cielo acaba de lançar um portal de conteúdo para impulsionar a adoção da solução pelo mercado, que inaugura uma nova categoria para o segmento – além de fazer as funções tradicionais de pagamento, o terminal agrega novas funcionalidades capazes de ajudar o lojista a gerenciar todo o seu negócio de maneira simples e digital.

Isso é possível graças à plataforma operacional que roda no equipamento, que funciona exatamente como um smartphone baseado em Android, o que permite que a Cielo LIO receba aplicativos ou se conecte a sistemas que a transformam, por exemplo, em frente de caixa, estoque digital ou um gerenciador de pedidos, tudo isso integrado à etapa do pagamento.

No hotsite lio.cielo.com.br, projeto desenvolvido em parceria com a New Content, os usuários encontram mais de 40 conteúdos em vídeo, tutoriais e infográficos com o objetivo de apresentar o produto e mostrar experiências reais de clientes que se integraram à solução – todos os conteúdos foram inspirados em situações reais vividas diariamente pelos varejistas. Com a estratégia, a Cielo quer consolidar a nova categoria criada com o lançamento da Cielo LIO e disseminar a cultura de uso da novidade.

“Sentimos necessidade de fazer esse hub porque a Cielo LIO é diferente de tudo aquilo a que o mercado está acostumado. O varejista conhece as máquinas tradicionais de pagamento e a Cielo LIO muda essa dinâmica. Começa pelo pagamento, mas avança por um território completamente novo que é ajudar o cliente a gerenciar seu negócio”, explica a diretora de marketing da Cielo, Duda Bastos. “A Cielo LIO democratiza a gestão digital para o pequeno e médio varejo”, conclui.

O hotsite tem um caráter didático na estratégia de comunicação da empresa. Enquanto a campanha publicitária da Cielo LIO, em TV aberta e fechada e digital, desperta a curiosidade sobre o produto, o hub de conteúdo aprofunda o conhecimento, orienta o cliente na escolha da melhor Cielo LIO para sua necessidade e mostra a aplicação prática da solução, com um antes e depois para enfatizar a revolução que o terminal pode fazer na vida do lojista.

São cinco pilares de benefícios trabalhados nos conteúdos: a Cielo LIO ajuda o varejista a vender mais, a ganhar tempo, a otimizar o espaço da loja, a agilizar seu atendimento e a descomplicar a gestão do negócio. Entre as várias opções de aplicativos disponíveis na Cielo Store, o terminal inteligente já vem com um aplicativo gratuito sem qualquer custo adicional para o cliente, o Negócio PRO. O varejista também tem a opção de integrar seu próprio sistema à Cielo LIO.

“Construímos o hub com trilhas específicas para receber diferentes perfis de varejistas, com diferentes necessidades para seus negócios. A partir dessa lógica, criamos as narrativas de conteúdo e apresentação do produto, sempre tendo em vista o olhar do empreendedor para todas as novas possibilidades que a Cielo LIO oferece”, explica Roberto Feres, CCO da New Content.

Dentro da plataforma de comunicação criada pela Cielo, o hub busca dar continuidade à conversa iniciada pela campanha publicitária, que começou no ambiente digital em 11 de junho e estreia no domingo (17) na TV. A campanha conta com um filme principal (‘hero’), que tem como conceito “Sua revolução começa agora, e traz ainda outros quatro filmes comparativos, inspirados em casos reais de clientes. Todos os filmes estão disponíveis no hotsite da Cielo LIO.

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