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Acesso transaciona R$1.5 bilhões e atinge mais de 950 mil clientes ativos em 2018

Apesar do cenário econômico nacional instável, a empresa atingiu em 2018 o total de 984 mil clientes ativos e transacionou R$1.5 bilhões de reais em seus cartões pré-pagos. Também no ano passado, os cartões da Acesso foram carregados mais de 4.5 milhões de vezes, o que mostra a representatividade da categoria na carteira do brasileiro.

O desempenho é explicado pela maior utilização do pré-pago pela população, que teve um crescimento de 62,3% nos últimos 12 meses – o número é muito maior do que o obtido pelas opções de crédito (14%) e débito (12,3%), segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).

A Acesso opera com regulamentação do Banco Central, o que permite a ampliação da oferta de serviços para os seus clientes e traz planos para o desenvolvimento de novos produtos – uma conta digital e novos serviços financeiros já estão no radar para esse ano.

Nesse ritmo, a fintech apresentou em 2018 a Acesso Empresas, unidade voltada para negócios, que permite que empresas utilizem dos benefícios do pré-pago e entrega uma plataforma aberta para emissão de cartões co-branded. Além disso, também investiu na contratação de novos colaboradores, trazendo mais de 20 profissionais e um novo CEO para o time – Davi Holanda, ex-PagSeguro e com 15 anos de experiência em meios de pagamento.

O propósito da empresa é prover acesso às melhores possibilidades da vida, entregando soluções que historicamente são restritas a uma parcela da população e tornando-as mais modernas, disruptivas e, principalmente, acessíveis para todos. “Nosso desafio é fazer com que a Acesso democratize os meios de pagamento para o brasileiro, transformando a maneira que a população se relaciona com o dinheiro” – explica Davi, a frente da operação da Acesso.

Sistema Financeiro do Futuro: nova onda Banktech

Por Rodrigo Pimenta, CEO da HubChain Technologies

Em seu pronunciamento na Sabatina do Senado Federal para Apreciação da indicação ao Cargo de Presidente do Banco Central, no último dia 26 de Fevereiro, Sr. Roberto Campos Neto ressaltou a importância do sistema financeiro do futuro e disse que pretende preparar o BACEN para desempenhar apropriadamente o seu papel nesse novo ecossistema, que é baseado em tecnologia e enorme fluxo de informações.

É evidente que especialistas do setor e até o próprio BACEN observaram que, com as tarifas bancárias variando entre R$ 2 a R$ 145 para o cliente final e bancos batendo recordes de bilhões de lucro todos os anos, nasce uma grande oportunidade para grupos de pessoas e empresas que hoje trocam recursos e serviços entre si. Nesse cenário, criar uma fintech ou criar uma “banktech” própria – que constitui um ecossistema mais completo -, provavelmente será a grande tendência nos próximos anos.

A transformação de custos de operação bancária em oportunidades de aumento de receitas tem feito empresas visionárias, tanto startups quanto as de médio ou grande porte, buscar o seu próprio DigitalBank, para contar com integração bancária, emissão de boletos, gerenciamento de folhas de pagamento de funcionários (e até mesmo de funcionários de fornecedores), emissão de cartões de crédito com bandeira própria, máquinas de POS, meios de pagamento, ATMs para saques e depósitos, além de uma completa gama de serviços como antecipações, empréstimos pessoais, seguros, entre outros. Tudo isso com alto nível de segurança, governança, compliance e auditoria que a tecnologia blockchain já proporciona quando é bem gerida e utiliza as melhores práticas.

Com a constante onda de avanços tecnológicos, ter o seu próprio DigitalBank em “DLT (blockchain privado)”, já é uma realidade, pois proporciona acesso a um nível diferenciado de excelência em compliance e governança para onboarding/KYC – com validação de documentos e selfies com prova de vida como, por exemplo, piscar ou sorrir, através do uso do reconhecimento facial com inteligência artificial – e “identidade digital” – pré-validação de identidade para diminuir fraudes em compras -, incluindo carteiras digitais integradas a blockchain para “pagamento instantâneo” e APIs para “open bank”. Esta nova realidade está alinhada com a política do Banco Central e as intenções declaradas por Roberto Campos Neto.

Em um futuro breve surgirão novos segmentos personalizados para cada cliente das “banktechs” como SoccerBank (para times de futebol), AgroBank (para cooperativas agropecuárias), MutualBank (para Associações/ONGs), SocialBank (para Prefeituras, Municípios e entes públicos), LoyaltyBank (para programas de fidelidade e programas de recompensas), FranchiseBank (para franquias, franqueados e royalties), CustodyBank (para custódia e garantia de grandes operações), CaptiveBank (para instituições financeiras que desejam administrar contas digitais de clientes internas), entre diversos outros, os quais poderão também desenvolver ou não sua própria moeda interna, seus tokens e smart contracts .

Muitos executivos já buscam empresas especializadas para ajudá-los a desenvolver seu próprio “banktech”, com um ecossistema gigantesco 24h/7, custos reduzidos e alto retorno de receita. Esta forte tendência de utilização de grandes ecossistemas já tem sido observada nas mega empresas chinesas AliPay e WeChat, que movimentam R$ 11,2 trilhões ao ano.

Sendo o sistema financeiro brasileiro considerado um dos mais seguros e eficientes no âmbito mundial, será um desafio, em se tratando de regulação (BACEN, COAF, CVM), criar de novas regras de governança e compliance para manter a saúde econômica e coibir atos ilícitos. Em contrapartida, aparecerá uma nova gama de oportunidades e de posições no mercado de trabalho como – por exemplo – consultores, auditores, especialistas em produtos e know how, cientistas de dados, governança e compliance.

Se você é executivo, disposto a inovar, pensar fora da caixa e quer diminuir seus custos, aumentar suas receitas e otimizar seu engajamento com seus clientes e fornecedores, a sua própria “Banktech” ou o seu próprio “DigitalBank” já é uma realidade e pode estar ao seu alcance. Vai um SocialCard aí?

*Rodrigo Pimenta é engenheiro elétrico formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), Mestre em Administração, Economia, Finanças e Operações pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Autor de publicação de Inteligência Artificial e Algoritmos Genéticos, com experiência de mais de 10 anos no Banco Itaú – onde atuou como um dos primeiros Arquitetos de TI Corporativo, CEO e fundador da empresa HubChain Technologies, criada em 2017, cujo trabalho pioneiro dedica-se a oferecer soluções inovadoras em blockchain, inteligência artificial, open bank e criptomoedas para startups, médias e grandes empresas. Rodrigo participou de algumas grandes discussões com blockchain, inteligência artificial e criptoativos e é atualmente um dos maiores especialistas do segmento.

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Fintechs e empresas tradicionais: o futuro da tecnologia financeira

Por Victor Dubugras

O momento é da tecnologia financeira e das novas empresas. Segundo o BoostLAB, braço de inovação do BTG Pactual, em parceria com a aceleradora ACE Cortex, existem hoje no País 422 fintechs, sendo que 114 atuam em meios de pagamentos. Só no ano passado, esse mercado movimentou US$ 1,5 bilhão em investimentos, ainda de acordo com esse estudo. Se mencionarmos os cinco unicórnios que temos no Brasil, três deles são ligados ao segmento financeiro. É a mudança que mais tem impactado a vida de empresas e também de consumidores.

As regulamentações promovidas pelo Banco Central permitiram um maior estreitamento entre essas companhias inovadoras com corporações tradicionais. A transformação inevitável de mentalidade dos players na busca por novas ideias tem trazido as fintechs para os holofotes do mercado financeiro e das empresas. Aderir a elas é uma questão nevrálgica entre executivos.

As grandes empresas varejistas que atuam no Brasil, como Via Varejo, Magazine Luiza e Carrefour são exemplos disto, já que estão com iniciativas avançadas na oferta de uma experiência de compra para os seus consumidores quando o assunto é meio de pagamento. A dona do Ponto Frio e da Casas Bahia, a partir de uma parceria com uma fintech, permitirá a autenticação digital de faturas, pagamentos de carnê por meio de aplicativo móvel e a criação de uma carteira virtual própria. Esta última terá funcionalidades como pagamentos de contas, criação de um cartão pré-pago físico e digital e emissão de crédito via tecnologia P2P lending.

Nos Estados Unidos, por exemplo, a rede de cafeterias Starbucks criou um cartão que já acumula, em saldo, mais dinheiro que muitos bancos médios americanos. Ao atrelar o cartão fidelidade ao pagamento de seus produtos, a empresa usou a mentalidade fintech para prover melhores serviços, algo que sempre colocou como missão. A rede já possui dentro da sua própria solução de pagamento mais de 23 milhões de usuários – o que já supera as gigantes como Apple, Samsung e Google com suas respectivas plataformas. Aqui estamos falando de fidelização do consumidor.

E fidelizar é também dar liberdade e opção para que o cliente possa seguir o caminho que mais lhe é conveniente. É o conceito de integração entre diferentes soluções com foco em customização. A iniciativa integra diversos serviços, possibilitando a criação de negócios e parcerias. Com a digitalização dos meios de pagamentos, a medida está se tornando cada vez mais comum – fintechs estão se associando com grandes empresas para criar esse ecossistema.

O futuro da tecnologia financeira passa pela evolução dessas novas empresas, e a capacidade de companhias tradicionais se adequarem ao entendimento do consumidor. Isso só é possível por meio de insights estratégicos, processos analíticos e de parceiros adequados que possam fornecer o know-how necessário para que o velho mundo e o novo possam ser um só.

Victor Dubugras, Head de Marketing da Hash, fintech especializada em infraestrutura de pagamentos

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Softplan anuncia compra da startup 1Doc e amplia a estratégia para transformação digital na gestão pública

A Softplan, empresa pioneira no desenvolvimento de softwares de gestão empresarial e para o setor público, firmou um acordo de compra da startup 1Doc, plataforma em nuvem de comunicação, atendimento e informatização de processos para prefeituras e órgãos públicos, para incorporar sua operação e reforçar a estratégia na vertical de produtos voltados à inovação no setor público. O valor do negócio não foi revelado, mas estima-se que a negociação está relacionada ao valor da startup, que pode alcançar a cifra de R$ 20 milhões nos próximos anos, levando a 1Doc a integrar a plataforma de gestão de processos e documentos digitais da Softplan.

Fundada em 2014 em Florianópolis por Jéferson de Castilhos e Jaison Niehues, a 1Doc está presente hoje em cerca de 60 prefeituras de diversos estados do País. Com a aquisição pela Softplan, o objetivo é expandir em pelo menos três vezes a sua presença nos municípios brasileiros ao fim de 2019. O valor aportado na empresa com a concretização do acordo será destinado sobretudo para as áreas comerciais e de marketing, utilizando a força de canais já disponíveis pela Softplan em todo o território nacional, além do desenvolvimento da própria tecnologia.

De acordo com Castilhos, o ingresso da 1Doc no portfólio de produtos da Softplan destinados para inovação no setor público é extremamente relevante, uma vez que a companhia já possui atuação no segmento há cerca de 30 anos e pode ampliar ainda mais o leque de soluções. “A companhia percebeu o potencial da nossa tecnologia e a proposta que temos ao levar cada vez mais inovação com foco em transparência e economia de recursos às prefeituras do País”, afirma.

Com 28 anos de mercado, a Softplan possui atuação nacional e internacional e conta com mais de 1,8 mil funcionários. A companhia desenvolve soluções com foco empresarial em diversos setores, como saúde e construção civil, e também na administração pública, com tecnologias voltadas para o poder judiciário e para o executivo. Com a entrada da 1Doc, o objetivo é oferecer um ecossistema de inovações de ponta a ponta, focando sobretudo nas gestões municipais.

A Softplan já havia realizado um investimento prévio na 1Doc, em novembro de 2017, e agora passa a ter a solução de forma definitiva. “Com a aquisição da startup passamos a ter no portfólio uma oferta em nuvem que amplia o acesso ao mercado de prefeituras, caracterizado pela demanda por soluções de informatização inovadoras e de baixo custo”, afirma Moacir Antonio Marafon, sócio-fundador e diretor executivo da Unidade de Gestão Pública da Softplan.

Com 10 funcionários na equipe, a 1Doc pretende ampliar esse quadro a partir da aquisição pela Softplan para 25 colaboradores. Boa parte das novas contratações deve ser direcionada para o time de desenvolvimento tecnológico da plataforma e também para a área de customer success dentro da empresa. A atuação dos sócios-fundadores permanecerá inalterada com a aquisição.

A união das duas empresas também deve garantir maior sinergia no desenvolvimento de novas tecnologias para o ganho de eficiência e redução de custos para as prefeituras. Além de permitir transparência e acesso à informação para todos os cidadãos, oferecendo resposta aos pedidos e requerimentos via internet e SMS, a 1Doc já desenvolve em parceria com a Softplan tecnologias de inteligência artificial e machine learning para análises prévias, validação e classificação de documentos e encaminhamento de processos públicos de forma automática e ágil.

Segundo Jaison Niehues, sócio-fundador da 1Doc, a startup possui uma tecnologia adaptável que simplifica os processos que hoje são analógicos na grande maioria dos órgãos públicos. “Por ser em nuvem e estar integrado na mesma plataforma, nosso diferencial será oferecer um leque de serviços e implantação rápida, virando a chave literalmente de um dia para o outro”, complementa.

Beetools é selecionada em programa de aceleração no Vale do Silício

A Beetools, edtech brasileira especializada no ensino de idiomas, é uma das 50 startups selecionadas no Global Startup Program 2019. A iniciativa é da Singularity University, renomada universidade do Vale do Silício, que reúne aquelas com as propostas mais inovadoras e com a possibilidade de impacto na sociedade.

No total, o programa tem duração de 12 meses. O objetivo é justamente transformar startups de diferentes setores em empresas robustas, com escalabilidade de até dez vezes mais, para que seus produtos e serviços tenham um impacto global. A expectativa da instituição é que os resultados do projeto possam atingir um bilhão de pessoas por meio da tecnologia exponencial, como inteligência artificial.

“A empresa nasceu com o objetivo de revolucionar o ensino de idiomas. Com esta oportunidade única, temos certeza que este sonho vai se tornar realidade em uma escala global. Lá estaremos trabalhando com pessoas inovadoras e com o mesmo propósito: causar um impacto no mundo, transformando-o por meio da tecnologia”, explica Fábio Ivatiuk, CEO da Beetools.

A empresa está no mercado desde junho de 2018 e fechou o ano passado com 13 unidades abertas no país. A startup é um exemplo de Edtech ao apostar em tecnologias que facilitam a rotina de estudo dos alunos ao mesmo tempo que permite analisar as dificuldades de cada pessoa. Entre os recursos utilizados estão Realidade Aumentada, Gamificação, Inteligência Artificial e conteúdo 100% digital.

Já a Singularity University é uma comunidade global de aprendizado e inovação que usa tecnologias exponenciais para enfrentar os maiores desafios do mundo e construir um futuro abundante para todos. A instituição fica em uma base de pesquisa da NASA, na Califórnia, e foi fundada por Peter Diamandis e Ray Kurzweil em 2008. Ela tem o apoio de organizações como Google, Deloitte e UNICEF

Luciano Hang estreia na lista de bilionários da Forbes

A Revista Forbes divulgou nesta terça-feira (5), a lista dos 58 bilionários brasileiros, totalizando uma riqueza de US$ 175 bilhões. Muitos dos novos membros da lista do país estão envolvidos no varejo. Entre os mais ricos está o dono da Havan, Luciano Hang. O empresário, que é o único catarinense a figurar na lista este ano, ocupa a 21ª posição no Brasil e a 1057ª mundial, com uma fortuna estimada em US$ 2,2 bilhões (R$ 8,3 bilhões).

“Recebo a notícia com muita alegria e humildade. A colocação é consequência de anos de trabalho árduo. De muita persistência, disciplina e resiliência. Qualquer brasileiro pode chegar à Forbes, basta ser perseverante e ter coragem de investir. Vou continuar investindo cada centavo em abertura de mais lojas, pois eu não trabalho por dinheiro, trabalho pelo meu objetivo de vida, que é distribuir minha fortuna por meio de empregos e salários.”

Luciano Hang possui, em atividade, 120 lojas em 16 estados brasileiros, e pretende chegar a 200 megalojas até 2022. Para este ano está previsto um investimento de R$ 500 milhões, que serão empregados na construção de 25 novas lojas e na ampliação e automação do Centro de Distribuição de Barra Velha (SC).

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Gartner: negócios digitais estão forçando serviços de Infraestrutura em Nuvem para além de seus limites

Pesquisas do Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, apontam que as iniciativas de negócios digitais estão forçando os fornecedores de serviços de infraestrutura baseadas em Nuvem a expandirem suas ofertas para além das tecnologias de Edge Computing para oferecerem os chamados serviços de pontos de contato digital.

De acordo com o Gartner, um ponto de contato digital (touchpoint digital, em inglês) é todo e qualquer tipo de interação entre usuários e um dispositivo, produto ou serviço digital. Por exemplo: quando um indivíduo faz uma sessão de perguntas e respostas com um chatbot, reserva um voo on-line ou usa um rastreador de condicionamento físico.

“Criar ‘momentos de negócios’ em pontos de contato digitais é a nova maneira escalável de engajar os clientes”, diz Rene Buest, Diretor de Pesquisa sênior do Gartner. “Os fornecedores de serviços de infraestrutura que não conseguirem abraçar esse desenvolvimento perderão sua presença junto aos clientes, no futuro, e precisarão lutar para interagir de perto com os consumidores novamente”.

O Gartner prevê que, até 2021, 65% dos fornecedores de infraestrutura global gerarão 55% de sua receita por meio de serviços relacionados às ferramentas de Edge Computing que ajudem seus clientes a criar estes momentos de negócios em pontos de contato digitais.

Organizações estão engajando seus clientes com novos pontos de contato digitais

A explosão da Internet das Coisas (IoT) e de interfaces de interação homem-máquina está empurrando os recursos e serviços de computação para mais perto das demandas necessárias para o funcionamento dos pontos de contato digitais, na borda da infraestrutura das organizações. Ao mesmo tempo, um número cada vez maior de companhias está se concentrando na ponta para se envolver mais de perto com os clientes em pontos de contato digitais.

De acordo com uma pesquisa do Gartner*, 27% das organizações já planejam explorar a computação de ponta como parte de sua estratégia de infraestrutura. Até o final de 2019, 70% dos entrevistados esperam que a computação de borda se torne relevante para o seu plano de infraestrutura.

Indo além da Edge Computing para oferecer serviços de contato digital

Embora a Computação em Nuvem forneça a base para infraestruturas ágeis, como facilitadora da tecnologia de back-end para negócios digitais, o fato é que as demandas necessárias para as iniciativas de pontos de contato digitais são diferentes. Isso se deve aos requisitos de tomada de decisão e interação em tempo real, ao crescimento dos dados produzidos a cada interação e à demanda por segurança, autonomia e privacidade acerca das informações. Como resultado, o armazenamento e os serviços de processamento precisam estar localizados fisicamente mais próximos das pessoas, o que força a colocação dos serviços em Nuvem nas estruturas de Edge Computing.

Até 2022, o Gartner estima que metade das grandes organizações integrará os princípios de Edge Computing em seus projetos. Isso ocorre em parte porque, até 2022, US$ 2,5 milhões serão gastos a cada minuto na Internet das Coisas (IoT) e 1 milhão de novos dispositivos de IoT serão vendidos a cada hora.

“Esse enorme crescimento precisará ser apoiado por ambientes de infraestrutura confiáveis e ​​que suportem a proximidade, baixa latência, alta largura de banda, autonomia e privacidade”, explica Buest. “A Computação em Nuvem não é mais suficiente. Os fornecedores de serviços de infraestrutura devem explorar esse crescimento estendendo os serviços além da margem definida para oferecerem suporte ao funcionamento dos pontos de contato digitais”.

Concentrando-se na entrega dos pontos de contato digitais, os fornecedores de serviços de infraestrutura poderão impulsionar sua cadeia de valor de entrega às companhias, com componentes rápidos e próximos de onde os usuários finais interagem com as empresas. Possíveis serviços podem incluir:

• Gerenciamento de infraestrutura: essa opção de serviço permite uma abordagem de plataforma de infraestrutura abrangente, do núcleo dos recursos alocados em Nuvem até as aplicações baseadas em Edge Computing, com o objetivo de oferecer suporte aos pontos de contato digitais dos clientes. Também inclui o requisito de controlar, categorizar e implantar a infraestrutura, com aplicativos, serviços e conectividade necessários em um estilo definido por software.

• Integração de infraestrutura: este recurso garante uma integração de serviços de infraestrutura firme, suave e orientada por API com infraestrutura local, dispositivos de ponta, serviços em Nuvem, plataformas de middleware, dados, processos, gateways e dispositivos móveis.

• Segurança de infraestrutura: fornece os serviços e ferramentas necessários para garantir o gerenciamento de segurança holística de infraestrutura, com análise de plataformas, dispositivos, aplicativos, dados, processos e usuários.

• Gerenciamento e controle de dados: entrega gerenciamento completo do ciclo de vida de dados gerados e coletados nos pontos de contato digitais e de Edge. Nesse serviço, uma cadeia sustentada que integre a rede em Nuvem, as aplicações de Edge Computing e os pontos de contato digital deve ser implementada para garantir que os dados sejam gerenciados e compatíveis em cada estágio.

Pesquisas adicionais sobre o tema serão apresentadas durante a Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Estratégia de Cloud, que acontece nos dias 24 e 25 de abril, em São Paulo. No evento, analistas brasileiros e internacionais vão apresentar conexões vitais entre tecnologias, gestão e cultura com um foco especial na liderança de cada função de Infraestrutura e Operações (I&O).

Interessados em participar do evento devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800 774 1440, ou pelo site www.gartner.com/pt-br/conferences/la/infrastructure-operations-cloud-brazil.

*Nota: Número avaliado com base na Pesquisa Empresarial 2018 do Gartner. Levantamento realizado para aprofundar o entendimento sobre o panorama atual da tecnologia corporativa, com foco nas perspectivas dos funcionários de nível sênior. A pesquisa foi realizada de forma on-line, de novembro a dezembro de 2017, com 771 entrevistados de organizações com mais de 20 funcionários localizados nos Estados Unidos, Reino Unido, França, Brasil, China e Índia.

Os desafios do varejo na Era Digital

Por Gustavo Pipa

Quantas vezes você já ouviu alguém falar que o varejo físico vai morrer? Muitas, não é? A meu ver, mesmo as previsões mais pessimistas não fazem sentido. Enquanto, de fato, algumas lojas de varejo estão fechando suas portas, grandes varejistas abrem novas unidades todos os meses. Os números apresentados na NRF 2019, maior feira de varejo do mundo realizada em janeiro em Nova York, evidenciam essa tendência de crescimento de lojas físicas e seu papel no centro do comércio varejista no futuro. As lojas físicas não vão morrer. Pelo contrário, serão cada vez mais fortes e com papel relevante no processo de venda e captura do consumidor.

Mas então o que diferencia aqueles que fecham dos que seguem em expansão? A tecnologia deu ao varejo uma nova cara. A evolução contínua das realidades virtual e aumentada, internet das coisas e blockchain permite aos varejistas analisar dados de suas vendas quase em tempo real e investir em soluções, produtos e distribuição de forma cada mais vez mais eficiente e eficaz.

O desafio é que a maior parte das tecnologias aplicadas ao varejo ainda está em experimentação. É difícil encontrar cases de sucesso 100% prontos e comprovados em que se inspirar. Estamos em construção dessa vitrine, ou seja, ainda é difícil escolher onde investir, e a disposição de correr algum risco pode ser fundamental. A disrupção desse mercado e a velocidade com que ele muda desafiam as capacidades analíticas dos varejistas conservadores. Construir uma plataforma que conecte diferentes dispositivos em um único ecossistema, trazendo melhor leitura dos dados, permitirá que os varejistas criem e sustentem uma proposta única de valor agregado para os consumidores.

Mas por que ainda existe uma dificuldade tão grande na adaptação dos varejistas a essa Era Digital?

O maior desafio é definir a “mistura” ideal de inovações humanas e tecnológicas, tendo em vista sempre a experiência 360 graus do cliente. Oferecer tecnologia suficiente para atender às expectativas dos consumidores sem deixar de lado o contato com o cliente, fortalecendo a proposta de valor final do varejista.

É necessário juntar as conexões humanas com a funcionalidade de robôs, inteligência artificial e análise de dados. E é preciso criatividade para combinar o aspecto físico e o digital – Phygital, como dizem –, para criar uma experiência de consumo personalizada nas lojas físicas, tanto quanto já ocorre nas lojas on-line, mas com a vantagem do olho no olho.

É hora de esquecer a forma antiga de trabalhar! Para os varejistas sobreviverem, terão de adotar mudanças na forma de pensar, testar, arriscar, estimular, desenvolver novas experiências para atrair e reter os consumidores. Terão de oferecer com agilidade oportunidades capazes de mudar o dia a dia do consumidor.

Até 2025 teremos uma transformação consolidada no varejo. Com o avanço da Era Digital, a forma de o consumidor final comprar será diferente, e então os varejistas que oferecerem a combinação exata de experiências, com ambientes convidativos, fidelizando a marca e colocando o cliente no centro de tudo, e em meio a uma experiência humanizada, conseguirão firmar uma posição de mercado singular em um cenário tão disputado que temos nessa Era Digital.

Gustavo Pipa, Client Service Executive de varejo e consumo da Cognizant

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Maior evento de educação e tecnologia da América Latina acontece em maio

“Transformando a educação” para criar um novo futuro. Esse é o lema da Bett Educar 2019 e principal motivação para que mais de 230 empresas do segmento, cerca de 20 startups, e visitantes altamente qualificados do setor educacional de todo o Brasil se reúnam entre os dias 14 e 17 de maio, em um novo local, o Transamerica Expo Center, em São Paulo. O evento conta com extensa grade de conteúdo, um congresso voltado a educadores, práticas no ensino e formação, e um Fórum de Gestores, focado em mantenedores, reitores e tomadores de decisões, visando levar as melhores práticas e ideias para as instituições públicas e privadas.

A Bett Educar, que acontece em parceria estratégica com a Undime, Sieeesp, Consed e Fenep, chega à 26ª edição com o objetivo de reforçar sua principal missão, a de reunir especialistas, iniciativas e tecnologias para desenvolver ainda mais os educadores e potencializar a aprendizagem dos alunos. Em 2018, foram 22 mil visitantes e mais de 5 mil congressistas, vindos de todo o Brasil e outros 18 países. A expectativa para este ano é reunir ainda mais gestores, educadores e interessados no setor de educação.

Para a diretora de conteúdo da Bett Educar, Vera Cabral, o evento é uma grande celebração da educação, um momento de vivenciar experiências e oportunidades únicas que enriquecem a comunidade global do setor.

“É a partir da interação entre os profissionais e os pensadores da educação hoje que conseguiremos definir processos e didáticas pedagógicas mais eficazes e enriquecedoras para a formação dos indivíduos. Todos têm o papel de fazer a diferença na educação. Com novas tecnologias e ideias, podemos fortalecer ainda mais todos estes transformadores”, avalia.

Na visão da executiva, a Bett Educar traz o ensino, suas vertentes e demandas à pauta para potencializar e enriquecer as discussões sobre tendências pedagógicas e melhores práticas aplicadas ao ensino, ao mesmo tempo que propõe a integração entre gestores de instituições de ensino e a cadeia e fornecedores de soluções em tecnologia, equipamentos e serviços para o setor.

Inovação e tecnologia – Toda a programação da Bett Educar 2019, desde a grade de conteúdos e palestras até a o material trazido por expositores, é voltada para as mudanças que transformam a forma de ensinar e de absorver novos conhecimentos.

Práticas que unem o que há de mais inovador para incentivar educadores e alunos são um dos principais pilares da Bett Educar . O maior evento de educação da América Latina propõe repensar as estratégias atuais de educação, revolucioná-las com ferramentas tecnológicas de alta eficiência, e transformar o ensino rumo a um caminho capaz de fazer a diferença.

Recentemente, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou o relatório “Measuring Innovation in Education 2019” (“Medindo a Inovação na Educação”, em tradução livre), que leva em conta novos serviços, tecnologias, processos, competências por instituições de ensino que levem à melhora de aprendizagem, equidade e eficiência.

Segundo o documento, a inovação não deve ser vista como um fim, mas como um meio de melhorar resultados educacionais. Em média, os países avaliados que mudaram as práticas pedagógicas conseguiram melhorar os resultados acadêmicos dos alunos e aumentaram o nível de satisfação e diversão na escola – o que se aplica, também, ao contexto dos educadores.

Congresso – “Construindo a Educação de que o Brasil precisa” será o tema do Congresso Bett Educar 2019. O evento é, antes de tudo, um grande espaço dedicado ao conteúdo. O objetivo é debater os principais desafios que o setor de educação enfrenta, reforçar a importância da qualificação de educadores e disseminar a tecnologia na sala de aula. Temas como a Reforma do Ensino Médio e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que permite a construção de um novo norteamento nos currículos e nas propostas pedagógicas, caminham juntos e seguem em pauta organizacional e acadêmica.

“Educadores e gestores terão a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos e trocar experiências com renomados profissionais da área. Este ano teremos cinco eixos centrais entre as palestras: BNCC e reforma do Ensino Médio; formação de professores; inclusão; práticas de sala de aula; gestão”, destaca Vera Cabral.

Área de Exposição – A Bett Educar é um ponto de encontro e grande momento para a educação no Brasil. Além de um espaço para a troca de ideias, conhecimento de novas tecnologias, é uma oportunidade para networking e identificação de novas parcerias com fornecedores de soluções, serviços e equipamentos para o aprimoramento da dinâmica educacional.

Para a edição 2019, são esperadas mais de 230 empresas expositoras, nacionais e internacionais, e cerca de 20 startups trazendo o que há de mais novo no segmento. Entre elas, instituições focadas em educação digital, robótica, bilinguismo e metodologia STEAM, além de fornecedores de educação voltados a diferentes segmentos e inovações que transformam a experiência do aluno em sala de aula.

Fórum de Gestores – Pensar e discutir estratégias para inovar e apresentar modelos de gestão e soluções tecnológicas para a sala de aula. Esses são alguns dos objetivos do Fórum de Lideranças, que acontece como parte da grade de conteúdo da Bett Educar 2019. Nesse espaço, as palestras são voltadas aos mantenedores de escolas e abordarão aspectos políticos, econômico-financeiros, marco regulatório e outros aspectos legais, bem como a transformação digital das instituições, dos modelos de formação e da adaptação do ensino ao mundo atual e às projeções de futuro.

Para mais informações, acesse o site: www.bettbrasileducar.com.br.

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EmbraerX apresenta sua visão para o futuro da mobilidade no festival de inovação SXSW

A EmbraerX apresenta pela primeira sua sala de protótipo (Prototype Room) durante o South By Southwest (SXSW), um festival anual de inovação e economia criativa que tem início nessa sexta-feira, dia 8, na cidade americana de Austin, no Texas. Os visitantes serão recebidos e estimulados a participar de um espaço criativo inspirado no futuro da mobilidade aérea urbana, acessibilidade e autonomia. Neste local, a EmbraerX destacará sua abordagem orientada ao ser humano para desenvolvimento e co-criação, bem como seu compromisso de construir um ecossistema colaborativo de pensadores e parceiros interdisciplinares.

O “Prototype Room” estará localizado no Hilton Austin Downtown Hotel, sala 602, entre os dias 8 e 13 de março, e contará com uma série de experiências interativas que permitirão às pessoas imaginarem um mundo onde os veículos elétricos de decolagem e pouso na vertical, conhecidos por eVTOL, na sigla em inglês, representam a vida real. O público será incentivado a se conectar uns aos outros, se engajar com a equipe da EmbraerX e discutir ideias revolucionárias de forma completamente inéditas.

Antônio Campello, CEO da EmbraerX, acredita que nenhuma empresa sozinha pode conceber o futuro da mobilidade aérea urbana e defende um novo modo de pensar para aqueles inseridos nesse ambiente. “Para reimaginar a mobilidade, a indústria precisa construir um ecossistema verdadeiramente colaborativo. Isso só será possível se conseguirmos acender a imaginação das pessoas e mostrar que não estamos oferecendo apenas um novo produto, mas um caminho para uma verdadeira transformação social.”

A EmbraerX também participa de um painel que explorará o papel que a experiência do usuário (UX) desempenha na construção do futuro da mobilidade acessível para todos e também examinará as maneiras pelas quais as pessoas e as tecnologias inteligentes interagirão com segurança na nova era do autônomo e das comunidades em rede. O debate “Mobility, Reimagined: Co-Designing New Futures” acontece no hotel Hilton Austin Downtown, sala 400, no dia 12 de março, às 9h30.

A EmbraerX, uma subsidiária da Embraer, foi desenvolvida em parte porque o surgimento de novas tecnologias e modelos de negócios disruptivos colocou o mundo dos transportes em um estado de rápida transformação. A EmbraerX acredita que pode impactar positivamente o setor ao introduzir novas formas de pensar e conduzir negócios.

A ascensão das tecnologias eVTOL

A Embraer faz parte do Uber Elevate Network, uma rede que acredita que o transporte aéreo sob demanda tem o potencial de transformar radicalmente a mobilidade urbana, melhorando a qualidade de vida de milhões de pessoas em todo o mundo.

A ascensão da tecnologia eVTOL está tornando esse modal de transporte aéreo uma possibilidade real, apesar da indústria continuar em um estágio inicial. Dessa forma, a visão exige significantes parcerias e integração entre plataformas de compartilhamento de transporte, fabricantes de aeronaves, infraestrutura de “vertiportos”, políticas públicas, gerenciamento de tráfego aéreo e muito mais. Devido à sua longa história de excelência em aviação comercial, executiva, defesa e segurança, a Embraer tornou-se reconhecida como um parceiro necessário para realizar esse novo futuro. Como organização, ela está posicionada de maneira singular para liderar o mercado com responsabilidade, empoderando pessoas e comunidades ao longo do caminho.

Solução para atendimento pelo WhatsApp é lançada pela brasileira W5 Solutions

Mais de 120 milhões de brasileiros usam o WhatsApp e, no mundo corporativo, tê-lo como canal de atendimento ao cliente é um importante aliado para venda, suporte, cobrança, promoções/marketing e outras finalidades. Por essa razão, a brasileira W5 Solutions criou uma solução que facilita a comunicação entre cliente e empresa dentro da plataforma WhatsApp: o QIZDesk. A novidade será apresentada ao mundo todo no Mobile World Congress (MWC) entre os dias 25 e 28 de fevereiro, em Barcelona (Espanha).

O QIZDesk é uma solução de relacionamento com o cliente que usa o conceito de URA – Unidade de Resposta Audível, o mesmo usado em call centers, dentro do WhatsApp. A solução permite que o cliente escolha, entre várias opções oferecidas pela empresa, o que ele quer respondendo a pergunta.

O diferencial do sistema, de acordo com o diretor geral da W5 Solutions, Marcos Abellón, é o direcionamento inteligente do contato feito pelo usuário às células responsáveis por aquele assunto que ele está buscando. A empresa, por sua vez, é capaz de encaminhar o cliente para os atendentes da célula escolhida para tirar dúvidas e conversar sobre o assunto.

“O usuário envia uma mensagem no WhatsApp para a empresa e, do outro lado, todos os atendentes de determinada célula visualizam na tela do computador a conversa e um apenas responde”, explica Abellón. Toda a conversa fica no histórico do sistema. Além disso, o QIZDesk permite integração com outros sistemas.

“A conversa pelo WhatsApp com os clientes já se tornou uma realidade no Brasil para várias empresas e não podíamos deixar de desenvolver soluções diferenciadas para esse mercado”.

As novidades estarão disponíveis no site http://www.quizinzap.com.br ou pelo link: https://api.whatsapp.com/send?1=pt_BR&phone=5511988845218&text=QIZ

Pesquisa Revelo: millennials empreendem 94% mais do que outras gerações

Em 2020, os millennials serão metade de toda a força de trabalho nos EUA, de acordo com a revista Forbes. Aqui no Brasil, apesar de representarem uma importante fatia de mão de obra no mercado, o que nem todo mundo sabe é que os jovens nascidos entre o início da década de 80 e meados dos anos 90 têm despontado também como empreendedores.

Segundo um levantamento da Revelo, plataforma de recrutamento digital, nos cinco primeiros anos depois da graduação, millennials empreenderam 93.84% mais do que profissionais de outras gerações. O estudo, que analisou o perfil de 13 mil candidatos cadastrados na plataforma, ainda apontou que millennials trabalharam 42.65% mais em startups do que não-millennials a partir de 2010.

De fato, trabalhar em startups e desenvolver uma carreira empreendedora parece ser a marca registrada desta geração. Abaixo, temos alguns cases bem interessantes de empreendedores abaixo dos 35 anos. Confira:

Clayton Oliveira, do 99fórmulas

Clayton Oliveira inaugurou seu histórico como fundador de startups aos 22 anos, quando colaborou com a criação da Marmotex, onde foi também CTO. Hoje à frente do 99fórmulas, startup que faz cotações de medicamentos manipulados, Clayton revela que “identificar a dor de um mercado ou um nicho e desenvolver a solução para resolvê-las é o que mais me inspira. Atualmente, nosso desafio é nos posicionar como o melhor site para se obter informações de medicamentos manipulados, favorecendo a decisão de compra”. Fundada em 2018 pelos empreendedores André Ghion, Clayton Oliveira e Ronaldo Takahashi, a startup encurta o caminho entre consumidores e farmácias de manipulação, comparando orçamentos de receitas médicas através de sua plataforma online com agilidade e segurança.

Carolina Mendes, da LaPag

Por sua vez, Carolina Mendes da Costa, 22 anos, sonhava em trabalhar no mercado financeiro desde criança, inspirada na profissão de sua mãe. Mas quando ingressou na faculdade, descobriu que gostava mais de liderar pessoas e projetos do que fazer análise financeira. Carolina fez pesquisa de campo com diversos estabelecimentos e, em 2016, lançou a LaPag, fintech de meios de pagamento para salões de beleza, barbearias, estúdios de tatuagem e clínicas de estética.

A solução da startup inclui uma maquininha de cartão que faz o split automático de comissões, e um sistema online e gratuito de gestão financeira, que permite aos donos acompanhar fluxo de caixa e planejar o negócio de maneira estratégica. A maior dificuldade foi encontrar dinheiro para começar: na época, a estudante não tinha reservas e nem queria pegar dinheiro emprestado. Resolveu, então, vender brigadeiros para na faculdade. Com R$ 4 mil, deu início à LaPag. Menos de dois anos depois, a empresa chamou tanta atenção dos investidores que recebeu aporte de R$ 1,5 milhão. Também foi selecionada para uma programa de aceleração da Visa no ano passado.

Felipe Oliva e Carlos Tristan, da Squid

Os engenheiros Felipe Oliva, 28, e Carlos Tristan, 29, fundaram a primeira plataforma de marketing de influência com foco em microinfluenciadores, cujo principal objetivo é ajudar marcas a humanizarem a comunicação por meio do trabalho com influenciadores digitais. Eles enxergaram a oportunidade de empreender em um mercado em constante crescimento e que, atualmente, é extremamente estratégico para as marcas e fundaram, em 2015, a Squid.

A Squid, por meio de agências ou contatos diretos com as empresas, auxilia na cocriação de ações para humanizar ações publicitárias, dando vozes aos produtores de conteúdo que possuem entre 5 mil e 100 mil seguidores. Em 4 anos de empresa, foram divulgadas mais de mil campanhas, entre elas com a 99, Bradesco, Calvin Klein, Unilever, Chevrolet, Natura entre outros.

Ricardo Rodrigues, cofundador e CEO da Social Miner

Ricardo Rodrigues, 31 anos, é engenheiro de computação com mestrado em inteligência artificial pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Trabalhou em centros de pesquisa no Brasil e França, foi professor universitário e data scientist no Peixe Urbano e selecionado para o programa Techmission no Silicon Valley (EUA) em 2014 como empreendedor de alto potencial. Hoje é cofundador e CEO da Social Miner, startup de tecnologia que usa inteligência artificial para humanizar a automação de marketing.

iFood inova e entrega por drone

O iFood realizou uma ação histórica ao fazer a sua primeira entrega de comida via drone. A empresa, líder do segmento na América Latina, já foi, recentemente, a pioneira na entrega com patinetes elétricos e não para de inovar. O feito marca mais uma vez a atuação inovadora do iFood e foi realizada em meio a meio milhão de pessoas que acompanhavam a apresentação de um dos mais badalados blocos de carnaval de São Paulo, o Beleza Rara. O drone fez a entrega de um “wrap” para o vocalista da Banda Eva, Felipe Pezzoni.

O iFood cresce de forma acelerada e acaba de receber o maior aporte de uma empresa de tecnologia da América Latina. A entrega por drone pode ser considerada o lançamento de mais uma inovação da área de Logística da empresa, que atua para testar soluções disruptivas de delivery. Além da inovação contínua, a empresa está investindo de forma agressiva em inteligência artificial e na contratação de novos FoodLovers.

“O iFood tem inovação e tecnologia em seu DNA. Apenas o iFood, como líder da categoria, desenvolve o ecossistema de food delivery como um todo. Por isso, o iFood investe continuamente para seguir como pioneiro em iniciativas como essa. Ela representa como a empresa trabalha à frente, testando e inovando sempre”, explica Carlos Moyses, CEO do iFood

Quatro em cada dez casas inteligentes no Brasil têm pelo menos um dispositivo vulnerável

A Avast (LSE:AVST), líder global em produtos de segurança digital, anunciou que 45% das residências inteligentes no Brasil têm mais de cinco dispositivos conectados e 44,89% destas casas digitais contêm pelo menos um dispositivo conectado vulnerável, colocando a rede doméstica em risco de ataques cibernéticos. Isto ilustra o percentual de residências no país ameaçadas com relação aos dispositivos IoT (Internet das Coisas), já que basta apenas que um dispositivo vulnerável comprometa a segurança de toda a rede doméstica. O Relatório sobre Casas Inteligentes 2019 da Avast contém informações de mais de 16 milhões de redes domésticas inteligentes do mundo todo, incluindo dados de mais de 2 milhões de redes de casas inteligentes do Brasil.

“As pessoas usam a smart TV para assistir suas séries favoritas da Netflix ou conectar a babá eletrônica à rede doméstica, mas muitas vezes não sabem como manter a segurança dos seus dispositivos”, disse Ondrej Vlcek, presidente para Consumidores da Avast. “É preciso apenas um dispositivo fraco para permitir a entrada de cibercriminosos que, uma vez na rede, podem acessar outros dispositivos e os dados sigilosos que as pessoas transmitem ou armazenam, incluindo vídeos ao vivo e gravações de voz. Passos simples de segurança, como configurar senhas fortes e exclusivas, e a autenticação de dois fatores para acesso dos dispositivos, além da garantia de que patches de software e atualizações de firmware sejam aplicados quando disponíveis, podem melhorar significativamente a integridade da casa inteligente”.

Credenciais fracas e softwares desatualizados

A maioria (69%) dos dispositivos residenciais vulneráveis no Brasil foi descoberta devido às suas credenciais fracas, como senhas ou o uso de um único fator de autenticação. Já os outros dispositivos (31%) tornaram-se vulneráveis por falta de execução de patches.

O Avast escaneou 11 milhões de roteadores em todo o mundo e constatou que mais da metade (59,7%) possui credenciais fracas ou vulnerabilidades de software. Uma varredura em mais de 2 milhões de redes em casas inteligentes de brasileiros revelou que 66% dos roteadores domésticos no Brasil estão vulneráveis. O software desatualizado costuma ser o elo mais fraco da cadeia de segurança, sendo uma porta de fácil acesso para os cibercriminosos, que miram os dispositivos vulneráveis conectados à rede.

Os dispositivos mais vulneráveis

A pesquisa da Avast apontou que os cinco principais dispositivos vulneráveis no mundo são:

Impressora: 32,9%

Dispositivo de rede (ponto de conexão que pode enviar e receber dados, como um hub): 28,9%

Câmera de segurança: 20,8%

NAT, Network Attached Storage: 7,8%

Caixa de streaming de mídia (set-top boxes, Chromecasts, TiVos): 5,3%

No Brasil, na lista dos dispositivos mais vulneráveis estão:

Dispositivo de rede (ponto de conexão que pode enviar e receber dados, como um hub): 40,6%

Câmera de segurança: 26,7%

Impressora: 19,1%

Caixa de streaming de mídia (set-top boxes, Chromecasts, TiVos): 8,7%

TVs: 2,4%

Portanto, a impressora foi considerada o dispositivo mais vulnerável globalmente, sendo apontada entre os três principais dispositivos listados em todos os países pesquisados, além de figurar no topo da lista nos EUA, Canadá, Austrália, Cingapura, Coreia do Sul e Japão. As caixas de streaming de mídia (por exemplo set-top boxes, Chromecasts, TiVos) entraram na lista dos cinco principais e, por sinal, são o terceiro dispositivo IoT mais encontrado nas residências digitais, depois de TVs e impressoras.

No Brasil, no topo da lista dos dispositivos mais usados nas casas inteligentes está a TV (41,3%), seguida da impressora (17,7%), caixas de streaming de mídia (13,4%), câmeras de segurança (9,6%) e consoles de jogos (7,5%).

*Metodologia

Os dados constantes neste documento foram obtidos a partir de escaneamentos executados por usuários da Avast em seus computadores, por meio do Avast WiFi Inspector em setembro de 2018. No total, 16 milhões de redes domésticas diferentes ao redor do mundo foram incluídas neste estudo, que abrangeu diversos países. 56 milhões de dispositivos foram verificados. O relatório se concentra nos dispositivos conectados emergentes, em oposição a computadores e smartphones.

ABStartups vai a Brasília discutir Marco Legal do setor

O presidente da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), Amure Pinho, participou da 2ª reunião do Subcomitê temático do Ambiente Normativo para Startups. Nela foram retomadas as discussões sobre o Marco Legal do setor, que determinará a identidade dos atores do ecossistema (startups, investidores, aceleradoras etc), processo de abertura e fechamento de startups, tributação, relações de trabalho e contratação, ambiente tecnológico e regulação das verticais.

“No Brasil, quando falamos de criar um ambiente regulatório, estamos falando de modernizar as legislações arcaicas e reduzir o sistema burocrático atual. Para isso acontecer, é fundamental a discussão desses temas entre os players do ecossistema e a participação ativa na comunidade”, pontua o presidente da ABStartups.

Estiveram na reunião, a Associação, junto com os demais participantes do Dínamo, um movimento apartidário e sem fins lucrativos para a articulação do ecossistema de empreendedorismo e inovação. A previsão é de que uma consulta pública com a proposta de um projeto de lei ou decreto seja lançada no mês de abril.

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Você sabe o que é DevOps?

Por Eduardo Namb, Arquiteto de Soluções Claranet Brasil

O termo “DevOps” tem sido muito utilizado para defender como as empresas podem trazer mais eficiência à sua operação e gerar resultados mais qualificados. Mas, afinal de contas, o que significa DevOps: uma profissão, uma metodologia ou apenas um conjunto de técnicas de desenvolvimento?

Para compreender a evolução deste conceito, é necessário ter em mente o que gerou a necessidade de automatizar processos. Com uma demanda cada vez maior de entregas, que precisam ser feitas de forma rápida e eficiente, as empresas passaram a adotar soluções de automatização para otimizar o tempo dos profissionais antes envolvidos em tarefas operacionais, dando mais espaço para que eles se dediquem a funções estratégicas.

Neste sentido, automatizar a operação gerou mais disponibilidade de tempo e energia para que o time responsável por algum projeto específico possa se concentrar no desenvolvimento e avaliação destes processos. A integração destes dois times, de operação e desenvolvimento, é o DevOps.

Como uma boa prática baseada em agilidade, o DevOps pode ser considerado uma evolução de metodologias que visam maior eficiência a partir de integração de equipes distintas. Dessa maneira, esses times deixam de atuar em “caixas separadas” sem uma integração ou sinergia real para enfim estar alinhados com um propósito único e responsabilidades compartilhadas. Para que obtenham êxito, as práticas de DevOps exigem a criação de novas diretrizes, a aplicação de testes, implementação, operação e monitoramento contínuo.

É importante notar que cada uma das tarefas de operação que serão automatizadas vão necessitar de uma ou mais plataformas. E uma boa notícia é que a lista de opções existentes no mercado é enorme tanto para o contexto “on premise” quanto para os provedores de soluções na nuvem. Na realidade, as aplicações que são concebidas já utilizando servidores em algum provedor de cloud já tem um DNA que facilita as tarefas de automação se comparado a aplicações originadas em ambiente “on premise”.

Um exemplo real que nos ajuda a entender o impacto de DevOps é a evolução do setor de vendas online. A internet impulsionou o mercado para uma realidade virtual onde o limite do alcance das vendas e criatividade para os novos mercados até hoje não foram alcançadas.

Ao mesmo tempo que o limite em inovar não existe, essa nova realidade coloca o “mercadinho de bairro” com as mesmas condições que um mercado multinacional. Isso porque todos podem colocar seu produto na internet e vender para o mesmo público.

A partir desta condição, surgem duas questões: Como ser melhor? O que faz o público acessar mais o site A do que o site B? Criar uma loja física em uma ótima região, expor os produtos e ter muitos funcionários para atender têm uma grande chance de dar certo, mas no contexto virtual as coisas não costumam ser tão simples. Quando falamos em conquistar o público numa realidade online, inovar e testar novos métodos são necessidades ainda mais urgentes – e esta inovação se refere à forma de vender, de apresentar o produto, de oferecer itens relacionados, etc.

Ao dar velocidade ao que realmente importa ao seu negócio através de tecnologias e técnicas que permitem automatizar tarefas operacionais, o DevOps garante mais eficiência para a área de vendas na internet ou qualquer outra que se interesse por resultados ágeis e recorrentes.

Startups vão à falência por más contratações

Especialista da Randstad explica por que 1 a cada 4 startups fecha as portas antes do 1 º ano de funcionamento e 50% não sobrevivem aos 4 primeiros anos

Toda empresa de pequeno porte, inclusive as famosas startups, possuem o ponto de virada, a hora de profissionalizar a operação e contratar um time especializado para fazer o negócio rodar a todo vapor. E essa etapa é uma grande armadilha para muitos negócios.

Em levantamento especial da Randstad, líder global de RH, apenas 5% das empresas procuram serviço especializado em contratação nesse ponto, um dos erros responsáveis pela falência no início de sua operação. De acordo com uma pesquisa da Fundação Dom Cabral, 1 a cada 4 startups fecha as portas antes do 1 º ano de funcionamento e 50% não sobrevivem aos 4 primeiros anos.

Analisando o ciclo de vida dessas empresas, as primeiras contratações, que acontecem na criação e primeira rodada de investimentos, são feitas diretamente pelos donos, que costumam escolher amigos e conhecidos que vão embarcar na ideia junto com eles. “Naturalmente, essa cúpula precisa ser de confiança dos fundadores para que sonho e investimento deles vinguem”, justifica Juliano Gonçalves, diretor da Randstad.

Passada essa fase, vem a segunda rodada de investimento e, com ela, o momento de se estruturar para ganhar o mercado. De acordo com o especialista da Randstad, esse é o divisor de águas do negócio. “Essa é a hora de contratar os melhores talentos e que tenham as competências necessárias para ajudar a empresa a atingir os resultados estipulados”, explica. “O grande problema é que a maioria das startups não procura uma assessoria ou ajuda especializada e continua contratando por indicação ou com ajuda das incubadoras, que não tem olhar imparcial sobre a empresa, nem são especialistas no assunto”, complementa. O resultado é que os contratados, em sua maioria, não possuem as habilidades necessárias para fazer a empresa se desenvolver, e consequentemente, ela não entrega os resultados esperados.

Entre as barreiras enfrentadas, as startups resistem a investir dinheiro na contratação de consultorias. Para definir claramente o rumo do trabalho e a projeção dos resultados, a visão de um terceiro é muito importante. “O olhar de uma pessoa de fora no momento da contratação é primordial”, finaliza Gonçalves.

O que muda no Brasil com as fintechs?

Por Elvis Tinti

A evolução da tecnologia nas últimas décadas transformou a forma como as pessoas lidam com o dinheiro. Se antes havia um abismo entre os conceitos financeiros e a grande parte da população, hoje percebe-se uma aceitação maior de serviços que auxiliam os consumidores a administrarem seu dinheiro e melhoram a experiência de compra. Essa nova realidade só foi possível com o advento das fintechs, startups que desenvolvem soluções para democratizar o mercado financeiro. A consolidação da primeira geração de empresas deste segmento abre espaço para que novos produtos e serviços sejam desenvolvidos, facilitando ainda mais a vida da população.

É um cenário que desafia as instituições bancárias. Pesquisa realizada pela consultoria PwC mostra que 76% dos bancos consideram as fintechs como potencial ameaça. Além disso, 80% dessas empresas afirmam que desenvolvem serviços focados na relação com o consumidor, algo que apenas 56% dos bancos acreditam fazer também. Não à toa, 42% das instituições já perceberam um movimento de incorporação e aliança com as startups para, justamente, entregar aquilo que seus clientes esperam.

Dessa forma, a mentalidade por trás das fintechs apresenta uma nova realidade para o usuário de produtos financeiros no Brasil. A união de tecnologia com a capacidade de quebrar barreiras pré-estabelecidas pelo mercado financeiro fez com que muitos processos que eram vistos como difíceis, morosos ou complicados fossem transformados em questões fáceis de serem resolvidas com poucos cliques. Desburocratizamos, por exemplo, a relação que o brasileiro tem com o dinheiro, facilitando sua vida com soluções que apresentam a melhor experiência. A simplificação é palavra de lei: quanto mais intuitivo e menos demorados as empresas do setor forem, melhor.

Logo, é preciso suprir as demandas da população. Muitas empresas ainda têm focos diferentes – e acabam não decolando por conta disso. Algumas do mercado financeiro oferecem uma série de diferentes serviços, com facilidade e um grande leque de ofertas, mas que, por outro lado, entregam uma experiência menos agradável ao longo do processo, com muita burocracia. O que o cliente quer é agilidade, facilidade, poucas taxas e o máximo de transparência no processo.

Portanto, a próxima geração de fintechs deve ser rápida o suficiente para acompanhar tudo o que está acontecendo no mercado interno e externo e ter agilidade na implementação de processos, mudanças e novos produtos. No meio do caminho é comum errar, mas é essencial aprender rapidamente com os erros. Dessa forma, é mais fácil criar disrupção em novos produtos e serviços e entregar melhores propostas de valor. Independentemente do segmento, o usuário quer a melhor experiência do começo ao fim de seu ponto de contato com a startup.

Ao longo dos últimos anos, as startups especializadas em tecnologia e finanças cresceram por oferecerem serviços mais democráticos e eficientes à população do que as tradicionais instituições bancárias. Essa atitude está criando uma geração que não apenas se preocupa com sua finança, mas sabe como administrá-la e identifica quais ferramentas podem ajudar nisso. Agora, a fase de novidades passou e o desafio das empresas que já existem ou irão surgir daqui para frente é melhorar cada vez mais a experiência dos usuários e pensar soluções que continuam agregando ao dia a dia das pessoas.

Elvis Tinti, diretor comercial da Acesso