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Brasil Digital, o novo Documento Nacional de Identidade

Por Paulo Milliet Roque, vice-presidente da ABES

Está previsto para julho de 2018 o início da disponibilização do DNI (Documento Nacional de Identidade), uma identidade digital válida em todo o território brasileiro cuja proposta é unificar documentos como RG, CPF e título de eleitor. A identificação poderá ser obtida em um processo que inclui registro no aplicativo gratuito “DNI” nas plataformas Android e iOS e identificação biométrica em postos de atendimento do TRE (Tribunal Regional Eleitoral). Com todas as validações concluídas, será possível carregá-lo na memória de um celular ou tablet, dispensando a apresentação de registros de papel.

A iniciativa demonstra o quanto o Brasil tem avançado no campo de certificações digitais e indica um possível caminho de menor burocracia e eficiência aliada à tecnologia. Por outro lado, o novo documento não escapou de críticas, sendo as principais aquelas que levantam dúvidas sobre a privacidade das informações e os custos embutidos no sistema. As duas impressões possuem sua coerência, mas devem ser analisadas com atenção.

O DNI terá vários aspectos de segurança para evitar fraude. O documento é protegido por senha, não sendo possível gravá-la no aplicativo. Também não há vinculação com o chip do celular, e as informações não ficam na memória do aparelho (é necessária conexão com a Internet). Também haverá uma marca d’água ao lado e embaixo da fotografia, mutável a cada acesso ao aplicativo, o que permitirá conferir data e hora em que o documento foi aberto. Essa medida procura evitar que “prints” de tela de terceiros sejam usados como fraude à identificação. No caso de extravio do celular, o cidadão pode pedir a desvinculação do documento e solicitar a habilitação em outro celular no ponto de atendimento.

O DNI identifica o cidadão para outros humanos, mas não assina documentos. Para assinar documentos com valor legal, o cidadão precisa de um certificado digital (tipo e-CPF) que também pode ser instalado no celular. São propostas complementares.

Este certificado digital possui uma chave privada que identifica o cidadão para fins de acesso a serviços do governo e assinatura de documentos. O processo de acesso e a portais assinatura digital de documentos é criptografado. Esses documentos na sua forma nativa não são legíveis para os humanos, pois tudo está criptografado. Para isso é preciso utilizar um software leitor/assinador do documento que mostre as assinaturas, como o Adobe Reader, ou um portal de assinaturas.

Desde a implantação do sistema de certificados digitais brasileiros (ICP-Brasil) no ano de 2001, em nosso país não há registro de roubo de chaves privadas de certificados, a exemplo do que já aconteceu em países europeus e nos Estados Unidos. Isso se deve à alta rigidez tecnológica imposta pelo governo. Com a preocupação de sempre estar um passo a frente e preparado para a evolução dos hackers, já alteramos em 2012 nosso padrão de criptografia de 1024 para 2048 bits e hoje utilizamos técnicas avançadas como a marcação georreferenciada (que utiliza um GPS para emitir certificados, no intuito de combater fraudes) no processo de identificação do titular do Certificado Digital.

Os equipamentos dos certificados digitais (cartões, tokens, leitoras, etc…) brasileiros são certificados pelo Inmetro, com regras rígidas. Os sistemas envolvidos na emissão e uso são homologados pelo ITI Instituto Nacional da Tecnologia da Informação (ligado à Casa Civil). Tamanha preocupação com segurança muitas vezes se reflete em custos (sobretudo porque também são necessárias as caras validações presenciais, antes da emissão de um documento digital), que são fundamentais para tornar esses registros confiáveis.

A medida que a desmaterialização cresce, as certificações digitais e identidades digitais passam a ter uma importância fundamental.

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Braspag contrata novo diretor comercial

Com o objetivo de manter a primeira posição no mercado, estreitar o relacionamento das áreas técnica, comercial e pós-venda com seus clientes e expandir a carteira, a Braspag, empresa do Grupo Cielo e líder em soluções de meios de pagamento para e-commerce na América Latina, contrata novo diretor para assumir a área comercial.

O escolhido para o cargo é José Carlos Castro de Barros Vianna, mais conhecido no mercado como Zeca. O executivo conta com mais de 15 anos de experiência na área de desenvolvimento de negócios e vendas, em especial na liderança e formação de equipes comerciais em empresas de meio de pagamento, tendo passagens pelo Unibanco, Banco ABC Brasil, Porto Seguro, Mercado Pago, entre outras. “A Braspag é uma empresa sólida, ética e inovadora com a missão de simplificar compras. Transpor esta ideia para as relações com os nossos clientes e serviços é positivamente desafiador”, explica Zeca.

“Unir a nossa expertise e liderança de mercado à vasta experiência do Zeca é uma ação estratégica que acompanha a evolução do mercado. Ao estabelecer maior elo entre áreas e nossos clientes, reforçamos a importância de oferecer uma ótima experiência em cada etapa do uso de nossos serviços para encantá-los, o que é sempre o nosso maior objetivo”, afirma o diretor geral da Braspag, Rogério Signorini.

Zeca é bacharel em Economia pela Universidade Paulista, pós-graduado em Finanças pelo Ibmec e mestre em Administração de Negócios pela Fundação Dom Cabral.

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Cabify anuncia Cristiano Soares como novo Head of Sales no Brasil

A Cabify, plataforma inteligente de mobilidade, anuncia Cristiano Soares como novo Head de Sales (diretor de Vendas) da empresa no Brasil. O executivo é formado em Gestão Comercial pela Universidade de Itaúna, pós-graduado em Marketing Estratégico pela Fundação Dom Cabral e está finalizando seu Mestrado em Administração e Negócios pela FIA – Fundação Instituto de Administração.

Cristiano Soares foi fundador e CEO da Vaniday, marketplace de serviços de beleza que recebeu investimento de R$ 55 milhões durante sua gestão, e co-fundador da Glym – ambas startups investidas da Rocket Internet e reconhecidas por sua inovação. Antes de se juntar ao time de Cabify, o executivo também teve passagens por áreas de vendas de organizações como Unimed, ADCOS e a alemã eGentic.

“A Cabify apoia-se nos pilares de experiência, qualidade e segurança, diferenciais que queremos continuar a levar para os clientes corporativos, que já somam mais de três mil em todo o Brasil. Por isso, estamos sempre investindo em tecnologia e inovação, desenvolvendo melhorias na plataforma corporativa”, explica o novo Head de Sales da Cabify no Brasil.

Recentemente, a Cabify renovou toda sua plataforma corporativa, trazendo uma série de novidades e melhor gestão dos custos e corridas para os mais de 50 mil empresas clientes ao redor do mundo. No Brasil, em 2017, a Cabify Empresas cresceu 115 vezes se analisado o volume de negócios em relação a 2016 e aumentou em 30 vezes o número de clientes, permitindo o acesso a serviços de mobilidade urbana com segurança, qualidade e economia de mais de 30% às empresas atendidas.

A Cabify conta com um rigoroso processo de cadastramento de motoristas parceiros. Os veículos devem ter no mínimo 5 anos, são vistoriados e há exigência de uma série de documentos para o cadastramento em na plataforma – que são conferidos presencialmente – além de necessidade de exames toxicológicos e atestados de antecedentes criminais. A empresa oferece ainda sessões informativas para os motoristas parceiros cadastrados na plataforma, onde recebem informações com dicas de atendimento de qualidade, de segurança e questões técnicas e tecnológicas da plataforma.

A Cabify começou a operar no Brasil em junho de 2016, em São Paulo, e está presente em mais sete cidades do país – Campinas (SP), Santos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS)

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NCR e Tata Consultancy Services firmam parceria estratégica

A NCR Corporation, líder global em soluções omnichannel, anuncia parceria estratégica com a Tata Consultancy Services (TCS), líder mundial em serviços de TI, consultoria e soluções de negócios.

A parceria reunirá a especialidade em consultoria de TI da TCS com as soluções e a experiência da NCR em proporcionar o engajamento com o consumidor, a transformação dos canais e a capacitação digital para clientes dos setores financeiro, varejista e de bares e restaurantes.

“Temos enorme prazer em trabalhar com um líder do setor como a Tata Consultancy Services e acreditamos que nossos respectivos clientes poderão aproveitar a combinação de valor das nossas empresas para transformar a maneira como interagem com os consumidores em todos os canais físicos e digitais”, afirma Ken Richard, vice-presidente e gerente geral de canais globais da NCR Corporation.

“A NCR é o parceiro perfeito para nós pela experiência em nossos principais setores de atuação. Temos uma proposta de valor para o mercado, com a melhor combinação para ajudar nossos clientes a se manterem na vanguarda de um mercado altamente competitivo por meio da nossa solução Business 4.0 Transformation”, completa Anupam Singhal, vice-presidente sênior da TCS.

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JoyPay completa um ano de operação com cerca de 2 mil clientes

Em um mercado que movimentou, apenas em 2017, cerca de R$ 1,3 trilhão, de acordo com dados da ABECS, e que conta com players consolidados que representam grande fatia do setor, a JoyPay, fintech de máquinas de cartões, completa um ano de operação. Com o objetivo de oferecer uma solução mais transparente e humanizada de meios de pagamentos para os pequenos e médios negócios, a empresa já conta com atuação em quatro estados brasileiros e cerca de 2 mil clientes em sua carteira.

Juntos, os clientes já transacionaram mais de R$ 90 milhões somente até junho de 2018 e a expectativa é de que esse número chegue a R$ 250 milhões até o final do ano. De acordo com Fernando Castro, CEO da JoyPay, esse crescimento está diretamente ligado ao principal diferencial da empresa, o atendimento ao cliente. “Além de vantagens financeiras diferenciadas, oferecemos um atendimento mais transparente e humanizado, com perfil de assessoria financeira aos negócios, ajudando-os a vender mais”, explica.

Essa consultoria é realizada pela área comercial da empresa, por e-mail, WhatsApp, telefone ou pessoalmente. Além disso, no portal do cliente, a JoyPay disponibiliza uma calculadora que auxilia os empreendedores na precificação de produtos e serviços. “Com a solução, eles podem fazer projeções das taxas cobradas em diversos tipos de transações e, assim, analisar quais são as formas de pagamento que podem oferecer aos seus clientes para alavancar vendas sem sair no prejuízo”, comenta Castro.

No relatório, os lojistas também conseguem visualizar, em apenas uma página, todas as transações realizadas com as máquinas e qual quantia receberá por venda realizada, já com os descontos de taxas discriminados. Além disso, apresenta as projeções de recebimentos dos próximos dias, o que facilita a tomada de decisão do gestor em investimentos no negócio.

As máquinas comercializadas pela empresa podem ser adquiridas por todos os perfis de pessoas físicas e jurídicas, inclusive as que têm restrição de crédito. A JoyPay já conta com mais de 2 mil máquinas instaladas e a expectativa é que esse número dobre até o final do ano.

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Inteligência Artificial transforma a maneira de fazer negócios

Por Alexandre Winetzki

A Inteligência Artificial começou a transformar o modo como as organizações fazem seus negócios no dia a dia. A tecnologia traz mais agilidade para processos internos dentro das empresas, incentivando uma verdadeira transformação digital e cultural em busca de mais eficiência e satisfação no atendimento aos clientes.

O mercado disponibiliza inúmeras soluções de Inteligência Artificial, mas uma ferramenta que vem sendo muito aplicada pelas corporações é o atendimento via chatbot. A criação de um assistente pessoal ajuda a resolver tarefas simples do cotidiano de uma empresa, como, por exemplo, lembrar as tarefas do dia, agendar reuniões, buscar telefones ou endereços.

O chabot é um software de computador que simula ser um atendente na interação com as pessoas. A finalidade é responder perguntas de forma simples, para que os usuários tenham a impressão de estar dialogando com outra pessoa e não com um programa de computador. Após o envio de perguntas, o algoritmo consulta uma base de conhecimento e, em seguida, providencia uma resposta que atenda às expectativas do usuário.

O avanço dessa tecnologia tem sido rápido e há previsões de que ela substitua cada vez mais as atividades repetitivas dentro de uma organização. Com plataformas de inteligência cognitiva, as interações passam a seguir fluxos de conversas simples e naturais. Caso uma grande empresa queira instalar a ferramenta para facilitar a troca de informações internamente, a solução permite a busca de dados de maneira dinâmica nos sistemas, solucionando um problema ou elucidando uma dúvida.Tudo de forma integrada e intuitiva.

A Inteligência Artificial está cada vez mais inserida nas organizações. De acordo com uma pesquisa da Salesforce realizada com mais de oito mil líderes de vendas e sete mil clientes, os números são relevantes para as empresas que adotam algum tipo de IA para análise de vendas. Mais de 80% das empresas perceberam uma considerável ampliação na retenção de clientes, enquanto 74% destacaram o crescimento na velocidade das vendas.

Esses números mostram que os chatbots chegaram para ficar, trazendo mais agilidade, dinamismo e interatividade nesse mundo volátil em que vivemos.

Alexandre Winetzki, diretor de P&D da Stefanini

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Ecommerce: O que fazer para dar o tão desejado “salto”

Quando um empreendimento chega a um certo ponto de crescimento e relativo êxito, são grandes as chances de se acomodar nesta situação. No entanto, a volatilidade do mercado, a competição e as mudanças tecnológicas próprias de quem vende pela internet obrigam a repensar estratégias comerciais da marca. Uma opção para eles, por exemplo, é desenvolver uma política de atendimento ao cliente que seja Customer First e com resposta multicanal na hora de posicionar um negócio.

“Hoje a comunicação com o cliente é um ponto crítico na hora de vender. Já não basta apenas ter um bom produto, é fundamental oferecer uma excelente experiência de compra para não haver reclamações que poderiam ser evitadas. Um cliente que não se sente ouvido ou compreendido é um cliente insatisfeito que poderia falar mal da marca e buscar a concorrência”, propõe Javier Goilenberg, CEO e Co-fundador da Real Trends, plataforma líder em ferramentas de análise e gestão para vendedores do Mercado Livre na região.

Goilenberg sugere “dedicar tempo às publicações dos produtos para comunicar de forma clara e completa, e desta forma evitar reclamações e perguntas desnecessárias; também é importante enviar informação personalizada a cada cliente; ser proativo e o primeiro em iniciar as conversas com os compradores”.

De acordo com este conceito, a plataforma acaba de lançar a ferramenta Atributos, que permite aos seus usuários carregar e modificar identificadores e atribuír suas publicações de forma simplificada e que em consequência permitirá aos vendedores que seus potenciais clientes os encontrem mais facilmente e que seus produtos se posicionem melhor no Mercado Livre.

Em que consiste a tarefa para alcançar um diferencial? Em carregar os identificadores de cada produto. Em primeiro lugar, marca e modelo; mas também, caso tenha, o código de barras que identifica o produto a nível universal.

“Se pode completar estes novos dados de forma fácil e acessível já que permite filtrar por categoria, palavra ou publicação, inclusive ver página por página todos os seus produtos”, explica Goilenberg.

Frente a este contexto, já não há dúvidas de que os empreendedores estão se voltando massivamente a vender pela internet. Mas como já vimos, nenhum cliente permanece cativo a uma só marca. O desafio está do lado dos empreendedores e sua predisposição a inovar as estratégias tendo em vista as exigências do mercado.

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Por que devo abrir uma loja virtual? – Por Robinson Idalgo

Nos Estados Unidos, grandes varejistas fecharam quase 7 mil pontos de venda em 2017, de acordo com a consultoria americana Coresight Research. O fechamento das lojas físicas para se investir no virtual recebeu o nome de “Efeito Amazon”, gigante que ganha cada vez mais força. Segundo pesquisa realizada pela PwC com 22 mil pessoas em 27 países, 59% dos entrevistados realizam compras na Amazon. Desses, 27% afirma consumir menos em lojas físicas por causa de suas compras online.

No Brasil, as lojas vêm aos poucos trilhando o mesmo caminho. As vendas virtuais representam 4% do total de vendas no Brasil, mas o setor avança com velocidade, com uma alta de 8% em 2017. Enquanto isso, o varejo físico teve uma expansão de apenas 2% no país, segundo dados da pesquisa de mercado Ebit.

A loja virtual pode ser um ótimo negócio, mas muitas pessoas têm medo de entrar nesse universo devido a questões práticas sobre como montar um site ou desenvolver uma estratégia de SEO. Hoje encontramos diversos ERPs que já possuem uma estrutura pronta para e-commerce, facilitando muito o trabalho do empresário que não precisa criar um site do zero. Além disso, a solução já integra todas as vendas realizadas com os demais módulos do ERP, como estoque, fluxo de caixa e emissão de boletos.

O valor investido para se abrir uma loja física varia muito: depende do setor escolhido, local e tamanho do negócio. Um exercício simples para chegar a esse valor é colocar na ponta do lápis tudo o que você precisa para abrir uma empresa no Brasil e a isso somar os custos referentes ao espaço físico em si, como compra ou aluguel de um bom ponto comercial, vitrines, letreiros, araras, etc. Toda essa estrutura tem um preço. Já para uma loja virtual, existem estratégias – principalmente para as PMEs – que diminuem consideravelmente seus custos fixos para manter a loja aberta.

Outra grande vantagem da loja virtual já integrada ao ERP é a possibilidade de participar de um marketplace. Grandes empresas como Mercado Livre, Submarino e Lojas Americanas possuem um sistema que pode ser integrado ao ERP e permite que o pequeno lojista esteja presente nas maiores vitrines virtuais do Brasil. Para se ter uma noção, a nova modalidade teve um faturamento de R$73 bilhões em 2017, segundo a Ebit. A confiança que uma grande marca passa para o consumidor e o baixo custo para o usuário podem ser apontadas como alguns dos motivos para esse crescimento.

Os novos modelos de vendas virtuais são apenas um reflexo do estilo de vida do novo consumidor. Na hora da compra, ele não vai mais para o shopping: ele pesquisa primeiro na Internet. As lojas online podem ter um baixo custo e ainda serem integradas ao seu ERP, o que praticamente elimina a necessidade de programação de um site específico. Essa é uma possibilidade que precisa estar presente nas pequenas e médias empresas para impulsionar nossa economia e ajudar nosso país a crescer.

Robinson Idalgo – fundador da SoftUp – empresa brasileira criadora do sistema de gestão (ERP) grátis.

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Eficiente, mas não eficaz: Pontos importantes para alcançar resultados com business intelligence na área financeira

Por Cynthia Bianco

Obviamente não tem cabimento e seria até “chover no molhado” introduzir a importância do analytics, da cultura analítica e do business intelligence na área financeira e também para as pessoas que estão à sua frente. Desde 2017, algumas previsões já mostravam que esses departamentos, que são o coração das corporações, passariam a ser totalmente dependentes das soluções de analytics para entregar insights acessíveis, em tempo real. E essa é umas das tendências que se mantém em 2018.

Seja como o dono do projeto ou o seu patrocinador, a responsabilidade pelo seu sucesso sempre recairá de alguma forma sobre o CFO ou diretor financeiro. Veja alguns fatores decisivos que CFOs devem considerar para assegurar projetos de business intelligence na área financeira bem-sucedidos e rentáveis:

#1 É preciso ter os dados

A importância de ter metas já é clara. Mas, um segundo ponto é ter a certeza de que os dados que vão preencher esses propósitos estejam disponíveis. Muitas vezes, por mais do que se saiba o que deve ser feito, no meio do caminho aparecem dados sujos, espalhados por vários lugares, o que aumenta a complexidade do projeto ao seu final.

#2 Escolher os dados que promovem mudança

O projeto de business intlelligence na área financeira deve trabalhar de fato com dados capazes de promover mudanças de curso. É preciso pensar o que é necessário para a tomada decisão naquele mês e não somente oferecer informações do que já aconteceu. Muita gente olha o BI só como passado.

#3 Quick wins

Sempre digo que um projeto não precisa ser perfeito, mas além de retorno em curto prazo, baixo custo é a palavra de ordem. Lembre-se que se a implementação for rápida e não custar muito caro será mais fácil de refazer, se necessário.

#4 BI é um ser vivo

O que dá certo hoje, pode não dar certo amanhã. Tudo é mutante. Os clientes mudam, o mercado muda, os dados mudam.

#5 Disseminar a cultura analítica

A cabeça das pessoas faz toda a diferença e é sim papel do CFO tentar disseminar a importância de uma cultura analítica e orientada a dados dentro de uma organização. Será isso que ajudará a mensurar lá na frente se esse projeto de business intelligence na área financeira está sendo eficiente. Ter adesão e trazer resultados rápidos, são pontos super importantes nesse sentido.

#6 Nada disso terá sentido sem a governança

Não adianta só se ter a garantia de que o dado de origem está limpo, mas sim de que os dados que estão sendo apresentados, sejam em formato ppt ou em um sistema, estejam coerentes com a linha de negócios das empresas. Tempo é dinheiro e não faz sentido perder muito tempo analisando um dado que foi transformado.

Em suma, tenho acompanhado de perto como o uso de ferramentas analíticas (principalmente para acessos a dados em real time) tem mudado não só a cultura das empresas, como a dinâmica do mercado. Acho que os projetos de bussiness intelligence na área financeira não é diferente, por isso, vale a pena olhar para os pontos que mencionei acima e pensar como o analytics pode ser eficaz e trazer retornos para um CFO, que passa a ser mais ágil, a cultivar melhores tomadas de decisão, alcançar melhores resultados ao trabalho, conquistar mais credibilidade junto a todos e ganhar um impulso nos seus negócios e na sua carreia.

Cynthia Bianco é presidente da MicroStrategy no Brasil, empresa pioneira na área de BI, analytics e em aliar a mobilidade, realidade aumentada e linguagem natural com plataformas analíticas.

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Agile Scrum – Uma avaliação do ponto de vista executivo – Por Carlos Alberto Jayme

A nossa experiência com Scrum começou em 2007 quando a CINQ estava em mais um de seus ciclos de mudança organizacional. Naquela época, estávamos buscando uma maior presença no mercado externo, certificação CMMI-3 e iniciando nossas iniciativas de inovação apoiada em Design Thinking com foco em resultados de negócio.

Começamos com algumas iniciativas internas devido ao fato de estarmos homologados como Fábrica de Software em grandes clientes do setor financeiro. Os resultados dos projetos como Fábrica eram medianos, tendo qualidade e funcionalidade dentro das expectativas, mas os prazos e custos acima do planejado. Isto exigia grande energia de negociação com os clientes para aprovar “change requests”, o que nem sempre era bem-sucedido e ainda causava pontos de conflito.

Este cenário fomentou algumas iniciativas internas para estudarmos a metodologia Agile com o framework Scrum. Também fomos procurados por um dos diretores da Nokia, Marcio Machado, o qual estava fazendo mestrado em engenharia de software com foco em Scrum. Sabendo de nossas iniciativas, ele nos procurou para realizar um estudo de caso na CINQ para seu trabalho. Aproveitamos este momento para treinar nossos gerentes de projeto, arquitetos e analistas nesta nova metodologia.

Em 2008, fomos homologados como um dos fornecedores globais de uma grande empresa europeia com operações em vários países. O time do Canadá nos visitou, nos treinou mais uma vez e solicitou que todos os projetos passassem a usar o Scrum.

Os projetos internacionais, portanto, passaram a operar em sua totalidade com o Scrum, cuja cultura era fomentada diariamente. Por outro lado, nos projetos nacionais ainda precisaríamos convencer nossos clientes. Desta forma, operávamos parcialmente.

Patrocinado por um de nossos clientes globais, recebemos em outubro de 2011, um treinamento extensivo do Sr. Agile Coach, Allen Bennett (https://www.scrumalliance.org/community/profile/abennett6). Aproveitamos a vinda dele para treinar todos nossos líderes de projeto e principais profissionais ligados ao desenvolvimento e testes de software.

Contudo, incutir uma cultura é algo que se leva tempo e muita dedicação. Agile é um mindset e não adianta dizer que a empresa é ágil se pequenas ações e decisões são procrastinadas ou postergadas. Para reforçar ainda mais a cultura, em meados de 2015 contratamos a Adaptworks para termos um treinamento com o facilitador Alexandre Magno. Além dos líderes de projeto, participaram Analistas de Negócio e lideranças das demais áreas da empresa. Todos os participantes obtiveram certificação CSM (Certified Scrum Master).

A partir de então, a CINQ adotava o Scrum em todos os projetos, mas ainda existiam algumas barreiras com clientes mais conservadores. Mesmo assim, rodávamos a metodologia internamente e mostrávamos uma interface cascata com o cliente.

Após estas iniciativas de capacitação, continuamos investindo em treinamentos pontuais, principalmente para os novos profissionais integrantes do time. Em 2018, lançamos o programa de capacitação CINQ Tech, onde iniciativas de bootcamp estão em andamento, principalmente para os trainees que entram em cada semestre. Tudo isto para oxigenar e manter a cultura Agile Scrum na empresa.

Tivemos 3 ondas principais de Scrum na CINQ. Na primeira, usávamos post-its, e focávamos mais nas stand-up meetings e menos nas Sprint Plannings e Reviews. Na segunda, passamos a usar Jira/TFS e dar mais ênfase nas Plannings e Reviews, principalmente reforçando a necessidade da presença do Product Owner nestes eventos. Na terceira onda passamos a ter um approach mais firme de movimentar as entregas para os ambientes de homologação dos clientes, adotando a filosofia de DevOps.

Estou contando esta longa história para mostrar que Agile Scrum é uma questão de determinação e muita dedicação. O patrocínio e engajamento do nível executivo é tão fundamental quanto o acolhimento do time de profissionais na adoção das práticas.

Após 10 anos de uso contínuo do Agile Scrum, podemos dizer que temos uma cultura ágil presente em nossa empresa.

A teoria é extensa sobre o assunto e não cabe aqui repetir os princípios que regem o Agile, mas gostaria de colocar percepções que fazem a diferença do ponto de vista executivo.

São vários os pontos que me agradam no Scrum e que determinam melhores prazos, melhores entregas e melhor alinhamento de expectativas:

1- Objetivos e Visão do Projeto

Percebo que no Scrum busca-se priorizar “o quê” e não o “como”. Do ponto de vista executivo espera-se que uma iniciativa de software resolva, aprimore, otimize algum desafio de negócio. Então busca-se definir claramente qual é razão em termos de negócio que pretende-se atingir, qual valor entregar.

2- Flexibilidade do escopo

É um grande erro fechar a priori o escopo de um determinado projeto. Eu trabalho desde 1982 na área e não me lembro de algum projeto que tenha se mantido fiel ao escopo inicial. Desenvolver software é um processo iterativo e incremental. As melhorias, novas funcionalidades, problemas de integração e operação são percebidos ao longo da construção. Em um modelo de escopo fechado, as mudanças não são bem-vindas. Além disso, quando se especifica um software são consideradas muitas funcionalidades que nem sempre são úteis ou trazem valor. Nos modelos cascatas, temos o triângulo de ferro determinando o escopo, o prazo e o orçamento. Nos modelos ágeis, procuramos determinar o prazo e o orçamento com base no roadmap inicial do projeto. No entanto, as mudanças são bem-vindas e as funcionalidades que trazem real valor são priorizadas.

3- Granularidade das entregas

Que alívio falar de entregas frequentes quando lembro das longas fases de análise, especificação, codificação e testes do modelo cascata. Esta é uma das grandes vantagens do Scrum, pois muda-se o mindset para entregar funcionalidades de software que façam sentido em curto espaço de tempo, normalmente de 2 a 3 semanas. Para conseguir este feito, é importante que a cada Sprint seja feito o planejamento e priorização das funcionalidades que serão entregues. Isto exige um envolvimento maior por parte do cliente para definir o que é importante para ele.

4- Comunicação

O Scrum conta com várias cerimônias que asseguram uma comunicação objetiva e frequente entre os vários envolvidos no projeto, considerando áreas cliente e times de desenvolvimento. Eu acredito que problemas de comunicação, em geral, respondem por uma boa parte de problemas de projeto. Este framework assegura uma comunicação fluida, contínua e focada no objetivo do projeto.

5- Responsabilidade (ownership)

Muitos projetos no formato cliente/fornecedor, seja o cliente/ fornecedor áreas internas ou empresas independentes, enfrentam desafios relacionados à responsabilidade de cada área envolvida. No modelo tradicional, ocorrem muitas vezes situações da área cliente entregar uma especificação, participar de algumas reuniões intermediárias, mas verificar de fato o projeto ao seu final. Esta situação normalmente gera frustações de expectativas, desvios de custo, prazo e funcionalidades. No Scrum, a área cliente, representada normalmente pelo Product Owner, tem um papel fundamental na definição e priorização do backlog, ajustando a cada Sprint as funcionalidades de real valor a serem entregues. Isto gera senso de responsabilidade tanto da área cliente bem como do time de desenvolvimento. Na verdade, o que mais gosto no Scrum é que esta questão de área x e y deixa de ter sentido, uma vez que o time, PO e demais envolvidos estão focados no sucesso do projeto. Esta mágica ocorre por conta de um framework simples que assegura todos os pontos aqui mencionados, mas que exige mudança cultural e disciplina para adotar.

É por todas estas razões que decidimos adotar o método Agile, baseado em Scrum e outras práticas ágeis, em todos os projetos e serviços da CINQ. Esta foi uma decisão executiva baseada em percepções no ambiente de trabalho, na satisfação dos clientes e principalmente nos resultados tangíveis atingidos.

Carlos Alberto Jayme, Mestre em Ciência da Computação pela UTFPR, pós graduado em Marketing, Planejamento e Gestão de Negócios pela FAE Business School, Engenheiro Eletrônico e de Telecomunicações pela UTFPR e Sócio Fundador da CINQ Technologies (empresa global de Tecnologia da Informação atuante há 26 anos com projetos de desenvolvimento de software e outsourcing de TI nos mercados nacional e internacional e experiência de 10 anos de Cultura Agile Scrum com aproximadamente 500 projetos ágeis implementados em grandes empresas do Brasil e do mundo).

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Mensurar resultados de treinamento é tão importante quanto investir em qualificação

A forma mais inteligente de engajar e reter talentos nos negócios e, consequentemente, melhorar seus serviços é investir em pessoas. Quanto mais investimento houver para o desenvolvimento e crescimento dos colaboradores, maior será a vontade deles de se aplicarem e mais valorizados eles se sentirão para realizar as atividades diárias.

Para planejar a qualificação das equipes, a primeira coisa a se fazer, segundo especialistas que atuam neste segmento, é o levantamento das necessidades do treinamento. Existem algumas perguntas básicas que podem ajudar nesse processo: O que quero melhorar? Para que preciso treinar? Por que preciso treinar? Para quem esse treinamento é importante?

Alexandre Slivnik, especialista em gestão de pessoas, com especialização em Harvard – Graduate Schoool of Education, diretor da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) explica que somente através das respostas desses questionamentos, será possível identificar quais os pontos principais a serem desenvolvidos no negócio. “O desenrolar desse planejamento deve ser feito diariamente, através do treinamento formal em uma sala de aula ou, até mesmo, no dia-a-dia no próprio ambiente de trabalho. O ponto principal é estar em constante evolução”, defende Slivnik.

Pensando no Retorno Sobre Investimento (ROI), existem diversas ferramentas que ajudam a identificar esse resultado. “A mais fácil de ser utilizada é analisar um grupo que tenha recebido o treinamento e outro que não tenha participado de nenhum e fazer a comparação de resultados entre eles, antes, durante e depois das ações de desenvolvimento”, explica Alexandre.

Esses dados são importantes porque auxiliam na identificação de problemas e na implementação de treinamentos mais efetivos, ajudando a quantifica-los. Para usar essa informação, visando ajustes e melhorias nos processos, antes de mais nada é preciso entender que os números servem para ajudar o gestor a entender a eficácia das suas ações de desenvolvimento. “Ao analisar os números, será possível identificar se o treinamento obteve resultado e se existem colaboradores que precisam participar mais alguma vez dessa formação”, aponta o especialista em gestão de pessoas.

Infelizmente, de acordo com a PwC – prestadora de serviços de qualidade em auditoria – apenas 13% das empresas mensuram ações de treinamento para seus funcionários. Alexandre atribui a isso ao fato que muitos gestores ainda acham que mensurar essas atividades é algo subjetivo e por consequência essa parte de mensurar as principais fases do treinamento acaba não sendo realizada.

Contudo, ele ressalta que a educação corporativa pode trazer grandes benefícios e estratégias efetivas para o negócio e para isso é importante ter o ciclo completo: levantar as necessidades, planejar um treinamento adequado e avaliar os resultados efetivos. “Em cada etapa, é preciso sempre fazer associações aos objetivos da organização, para que tenhamos um alinhamento cada vez mais estratégico”, aponta.

“É preciso transformar em números as ações efetivas que foram implantadas após cada etapa de desenvolvimento”, destaca.

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Como Tite pode ser referência em liderança

É quase unânime que Adenor Leonardo Bacchi, mais conhecido como Tite, está fazendo história à frente da Seleção Brasileira. Formado em Educação Física e ex-técnico de grandes clubes brasileiros, Tite é considerado um dos maiores técnicos do mundo. Seus ensinamentos e forma de liderar, porém, vão muito além dos campos de futebol. A importância que dá ao trabalho em equipe e como lida com crises são alguns exemplos que merecem destaque.

Hendel Favarin, cofundador da Escola Conquer, aceleradora de pessoas que desenvolve em seus alunos habilidades não ensinadas nas instituições de ensino tradicionais, relacionou algumas decisões do técnico à habilidade de liderar. Confira:

1) Tite é um dos únicos técnicos a fazer um rodízio da faixa de capitão

A faixa de capitão no futebol representa para um jogador uma grande responsabilidade, ele se torna um representante do time. Esse objeto significa que ele possui total liberdade para liderar os jogadores e também fazer reclamações ao juiz do jogo. O marco dessa atividade foi quando Gabriel Jesus, uma das estrelas do atual time, se tornou um dos mais jovens capitães da história da Seleção Brasileira. Esse rodízio é um grande exemplo de como dar autonomia ao time e demonstrar a confiança depositada em todos da equipe. A possibilidade de um funcionário liderar uma reunião por um dia, por exemplo, pode significar muito para ele.

2) Fez um time sair do período crítico para Campeão Brasileiro

No ano de 2015, o Corinthians passou por um período crítico onde os principais jogadores não estavam recebendo salário. Após conversar com a diretoria do clube, Tite alegou que não desejaria receber salário enquanto os jogadores também não recebessem. Desta forma, ele reforçou a união com a equipe, se colocou de igual para igual com os jogadores e ganhou a confiança e o comprometimento deles. O resultado dessa atitude foi a conquista do sexto título brasileiro da história do Corinthians.

3) Nunca abre mão de aprender coisas novas e diferentes

Em 2014, após conquistar quatro títulos para o Corinthians, Tite decidiu tirar o ano para aprender com técnicos mais experientes. Viajou para a Espanha para acompanhar treinos do maior campeão mundial, Real Madrid; e se aproximou de grandes líderes do futebol europeu, como Carlo Ancelotti e Carlos Bianchi.. Essa ideia deve ser adotada em todas as profissões. Um verdadeiro líder não pode ser arrogante ao ponto de achar que sabe de tudo, deve estar sempre disposto a aprender coisas novas e precisa ter a referência ou mentoria de profissionais que estão acima da média.

4) É solidário e empático

Saber ouvir e estar atento às questões emocionais cria situações sem imposição e torna o líder muito mais próximo e respeitado pelos colaboradores, que compreenderão melhor as orientações por vê-lo como alguém que entende e/ou compartilha do que eles pensam ou sentem. Em 2016, Tite fez questão de comparecer ao velório coletivo das vítimas do acidente com o avião que levava a delegação da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, ocasião em que afirmou não se lembrar de um momento tão comovente antes no futebol.

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Embratel lança solução Omnichannel

A Embratel anuncia o lançamento da solução Omnichannel Embratel, uma central inteligente de atendimento baseada em Nuvem (Cloud). A solução conecta múltiplos canais de atendimento, como serviços de voz, e-mail, chat de texto e formulários da web, com o objetivo de transformar a experiência dos clientes da área financeira. O Omnichannel é uma evolução do conceito de Contact Center que acompanha e atende às expectativas das empresas que estão em busca constante de avanços tecnológicos.

“O lançamento do Omnichannel Embratel reforça o nosso posicionamento como uma integradora de soluções. A oferta permite que as empresas tenham acesso a mais moderna tecnologia para atendimento aos clientes, sem custo com compra, operação e manutenção de equipamentos de call center, pois a nova solução é oferecida na modalidade Software as a Service (SaaS)”, afirma Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel. O executivo destaca que a solução deve ter uma ótima receptividade do mercado, uma vez que proporcionar excelência na experiência de atendimento aos clientes é um dos principais desafios das empresas que vivem um novo processo de transformação digital.

O Omnichannel Embratel by Genesys é indicado para empresas de diversos tamanhos e de todos os segmentos de mercado, que realizam e recebem milhares de ligações diariamente em seus call centers. A nova oferta foi desenvolvida também para organizações que possuem múltiplos canais de contato, como central de relacionamento, suporte técnico, áreas de crédito e cobrança e telemarketing para vendas, entre outros.

A Embratel hospeda toda a infraestrutura necessária para a operação da solução em seu Data Center Lapa, que é de classe mundial TIER 3. A nova oferta é versátil e permite que as companhias contratem posições de atendimento de acordo com a necessidade de suas operações, de forma flexível, graças aos recursos do ambiente Cloud. “Pesquisas apontam que, nos próximos três anos, um terço das operações de call center das empresas já estarão 100% em Nuvem”, explica Rachid.

O Omnichannel Embratel possui sistema de distribuição automática de chamadas que responde as ligações recebidas, além de Unidade de Resposta Audível (URA), com reconhecimento de voz e TTS (text-to-speech). A funcionalidade apresenta um menu de opções, por meio de uma mensagem gravada, e o usuário escolhe a opção desejada por meio do teclado do telefone ou por voz, direcionando a chamada. A solução realiza a gravação de chamadas para futura consulta ou auditorias. Por meio da funcionalidade voice-mail, é possível utilizar um correio de voz para gravar, ouvir e encaminhar mensagens de voz dos usuários para as devidas áreas dentro das empresas.

O monitoramento de qualidade de atendimento pode ser feito com funcionalidades como a gravação em tempo real das conversas realizadas via chat e e-mails. Também é possível efetuar o retorno automático das chamadas que não foram atendidas. Com isso, o usuário não precisa esperar na linha e tem a garantia de que entrarão em contato com ele assim que um profissional estiver disponível. Os gestores também têm acesso a relatórios, em tempo real, com métricas que auxiliam na gestão da operação, além de uma ferramenta para otimização da produtividade dos agentes de atendimento.

Além de contar com os recursos da tecnologia desenvolvida em parceria com a Genesys, as empresas que contratarem a solução ainda têm acesso à conectividade com a qualidade Embratel, bem como a serviços de implantação e de suporte técnico. As equipes da Embratel são especializadas e atuam diretamente com os clientes para compor uma oferta que atenda às suas necessidades.

“Estamos muito felizes com essa parceria com a Embratel que leva ao mercado corporativo uma solução inovadora e inteligente como essa que, além de tecnologia de ponta, ainda conta com a conectividade e alto nível de entrega da Embratel já amplamente reconhecidos no mercado. Com o Omnichannel Embratel, iremos ajudar as organizações a implementarem um canal de comunicação múltiplo e eficiente com os seus consumidores”, diz Marcelo Menta, Vice-Presidente de Vendas e Presidente da Genesys no Brasil, empresa parceira da Embratel.

A interface do Omnichannel Embratel é moderna e intuitiva, de fácil utilização para a equipe e gestores, simplificando as atividades e reduzindo o tempo de atendimento. A ferramenta é instalada na estação de trabalho do colaborador, que passa a executar as funções de um telefone. A Embratel disponibiliza suporte técnico especializado, 24 horas por dia, 7 dias por semana. O Omnichannel Embratel é comercializado de acordo com a necessidade de cada negócio. Para mais informações acesse: www.embratel.com.br/omnichannel.

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Conheça funcionalidades pouco usadas no iPhone

Por José Alves Braga Neto

Não é à toa que os smartphones da Apple são tão prestigiados por seu público, afinal eles oferecerem experiências únicas para os seus usuários, trazem alta performance, atualizações constantes, maior durabilidade, segurança, além de um design diferenciado. Mesmo sabendo de todos os recursos oferecidos, será que você utiliza seu iPhone da melhor maneira? Dentre tantas ferramentas oferecidas, esses aparelhos também dispõem de funcionalidades extremamente úteis, mas que, muitas vezes, são desconhecidas. Pensando nisso, a nerd2.me, startup que disponibiliza suporte técnico, conectando um especialista que soluciona problemas e dúvidas técnicas dos usuários, listou seis funcionalidades pouco usadas em um iPhone. Confira!

Notas colaborativas

É possível compartilhar as notas com amigos e familiares por meio desse recurso altamente útil, mas pouco conhecido. As notas colaborativas permitem que outros usuários visualizem e editem documentos, juntamente com o proprietário. Para utilizar a ferramenta, é só ir até o menu de “compartilhamento” e convidar quem você quiser, via e-mail.

Esconda suas fotos

Quer manter suas fotos longe dos curiosos? Este recurso permite que se deixe imagens em segundo plano. Para ocultar é só pressionar a foto escolhida, acionando um menu de opções. Selecione “Esconder” e confirme, repetindo a primeira ação. Essa foto será direcionada para um álbum secreto, que apenas você terá conhecimento.

Controle por gestos

É possível controlar seu celular movendo apenas a cabeça. Em “Configurações”, selecione a opção “Geral”, e em seguida “Acessibilidade”. Você será direcionado ao “Controle por Botões”, onde deverá escolher a opção “Botões” e criar um código para sincronizar o movimento de sua cabeça, por exemplo, abrir aplicativos específicos e até tirar fotos.

Balance o aparelho para desfazer erros

É possível desfazer erros de digitalização apenas movimentando o celular. Vá em “Ajustes”, depois em “Geral” e selecione “Acessibilidade”. Ative a função “Agitar para desfazer” e facilite sua vida quando cometer esses erros.

Resposta rápida à mensagens

Não tem tempo de abrir uma conversa para respondê-la? O iPhone disponibiliza a função de responder conversas do iMessage diretamente das notificações. Para utilizá-la, é só dar dois toques no alerta, e assim serão oferecidas opções de respostas rápidas e emojis.

Escaneie documentos

Essa utilidade é muito vantajosa para quem está o tempo todo enviando documentos via mensagem. Para usá-la, abra uma nova anotação no aplicativo de Notas, aperte em “+” e escolha a opção “Escanear documentos”. Aponte a câmera para o documento que você deseja escanear e toque no botão de captura de imagem. Ao terminar, clique em upload e em seguida em “Criar PDF”.

José Alves Braga Neto é CEO fundador da startup nerd2.me, startup que disponibiliza suporte técnico, conectando um especialista que soluciona problemas e dúvidas técnicas dos usuários

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Investir em segurança é essencial para o sucesso da IoT

Por Samir Vani

A Internet das Coisas é um conjunto de tecnologias que permite conectar os mais distintos equipamentos à rede mundial: relógios, câmeras de vigilância, geladeiras, roupas, carros, máquinas industriais, quase tudo pode fornecer dados e trocar informações online. Por meio dela, já é possível falar com assistentes pessoais inteligentes conectados à Internet (como o Echo Dot, da Amazon, ou o Google Home) que te dizem, por exemplo, onde fica o restaurante italiano mais próximo; enviar automaticamente o seu desempenho no último treino físico a um servidor na nuvem, registrado pelo app do seu smartphone ou por um smartwatch; ligar a banheira de casa mesmo estando a quilômetro de distância; e até mesmo alterar a temperatura do ar condicionado de centenas de unidades de uma rede de lojas remotamente.

Segundo dados do instituto Gartner, em 2017 já tínhamos 8,4 bilhões de “coisas” conectadas, número que deve superar 20 bilhões já em 2020. Todo esse volume de equipamentos cria uma infinidade de possibilidades de inovação, agregando recursos e inteligência a muitos deles, além de oferecem às empresas informações valiosas para a tomada de decisão. São bilhões de sensores que fornecem, por exemplo, dados sobre hábitos de consumo e desempenho de equipamentos, o que permite criar produtos mais adequados e reduzir custos com gerenciamento, entre outras funções.

Mas para que toda essa gama de recursos promissores seja utilizada de forma adequada, as empresas precisam estar muito atentas a um ponto vital: a segurança da plataforma. Afinal, equipamentos que antes estavam isolados, a exemplo de babás eletrônicas ou equipamentos que monitoram a saúde, passam agora a trocar informações em tempo real, e passar a ser alvo de hackers.

Com o crescimento vertiginoso do número de dispositivos de IoT, os criminosos virtuais já voltaram suas atenções para esses equipamentos. Dados levantados por especialistas do Kaspersky Lab na primeira metade de 2017 apontaram mais de 7.000 amostras de programas nocivos em equipamentos de IoT, mais do que o dobro do registrado no ano anterior. De acordo com números do Gartner, cerca de 20% das empresas já sofreram pelo menos um ataque relacionado a dispositivos de IoT nos últimos três anos. O resultado disso é que os gastos mundiais com a segurança da Internet das Coisas devem crescer quase 30% este ano, atingindo US$ 1,5 bilhão em 2018, em iniciativas que englobam, hardware, software e serviços.

Recentemente a Microsoft anunciou o primeiro chipset criado para a Azure Sphere, o MT3620 (desenvolvido pela MediaTek) equipado com um controlador conectado via rede Wi-Fi e um processador para rodar o sistema operacional de IoT dessa plataforma. Esse componente oferecerá suporte para os protocolos de segurança mais recentes da Microsoft, com conectividade e proteção integrados.

A meta é criar um ecossistema de fornecedores de silício e fabricantes de equipamentos de uma ampla variedade de setores, que entendem as oportunidades e os riscos associados ao crescente número de dispositivos e aplicativos de IoT e que se unam para garantir o desenvolvimento e a aplicação de padrões de segurança.

Com a redução significativa no custo da conectividade, mais de nove bilhões de dispositivos com microcontroladores entram no mercado a cada ano. Por isso é fundamental que as fabricantes trabalhem para garantir que todos os dispositivos conectados, independente do preço, tenham o mais alto nível de proteção.

Samir Vani é Country Manager da MediaTek no Brasil, empresa fabricante global de semicondutores para equipamentos como smartphones

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B2Mamy, que impulsiona negócios de mães empreendedoras, abre inscrições para programa de aceleração

A B2Mamy, aceleradora que conecta mães empreendedoras ao ecossistema de inovação, está com inscrições abertas para o B2Mamy PULSE até o dia 30 de julho. O programa, que acontece com apoio do Campus São Paulo – um espaço Google para empreendedores, propõe uma aplicação totalmente prática e imediata para a ideia ou empresa durante quatro meses.

O intuito do B2Mamy Pulse que inicia sua quarta turma no dia 10 de agosto é criar uma rede de capacitação e conexões em torno dessa mãe empreendedora de forma a impulsioná-la de maneira sustentável e com foco em tração, introduzindo as integrantes no mundo das startups e gerando oportunidades reais.

As três turmas que já participaram de programas anteriores, totalizando cerca de 50 empresas aceleradas em diversos segmentos, faturaram juntas no período de aceleração aproximadamente R$ 800.000,00.

As inscrições para a 4ª turma do B2Mamy PULSE estão abertas e podem ser realizadas neste link.

B2Mamy PULSE – 4ª turma – Powered by Campus São Paulo

Quando: 10 de agosto de 2018, sexta-feira, das 14h às 18h

Onde: Campus São Paulo (Rua Coronel Oscar Porto, 70 – Paraíso – São Paulo/SP)

Inscrições: http://bit.ly/2sP0Chj

Mais informações: http://www.b2mamy.com.br/

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Necessidade de agilidade em inovação coloca em risco experiência do consumidor, dizem CIOs de empresas do setor financeiro

A Dynatrace, empresa líder em inteligência de software, apresenta os resultados de uma pesquisa global independente com 249 CIOs (Chief Information Officers) de empresas do setor de serviços financeiros. Segundo o levantamento, 77% das empresas do setor financeiro afirmam que a necessidade de agilidade em inovação digital tem colocado a experiência do consumidor final em risco. O estudo mostra que organizações do segmento lançam, em média, duas atualizações de software a cada hora de trabalho, em um contínuo esforço para se manterem competitivas e atenderem a um consumidor com expectativas cada vez mais elevadas.

Com relação ao futuro, 90% dos CIOs entrevistados afirmaram que vão precisar atualizar sistemas de uma forma ainda mais rápida. No entanto, a agilidade dos lançamentos pode cobrar um preço. Praticamente dois terços (65%) dos executivos consultados admitiram que são obrigados a comprometer a garantia de excelência na experiência do consumidor em favor de uma inovação realizada com mais velocidade.

“Praticamente toda organização no planeta é uma companhia de software nos dias atuais. Isso inclui as empresas de serviços financeiros. Líderes do mercado lançam múltiplas atualizações de softwares a cada segundo para garantir a experiência do consumidor. Consequentemente, o conceito moderno de entrega de software está centrado na agilidade, ciclos rápidos de desenvolvimento, lançamento em dinâmica e ambientes híbridos, com várias Nuvens”, diz Andreas Grabner, executivo de processos DevOps na Dynatrace. “Ainda assim, usuários finais também esperam que o fluxo estável das novas funcionalidades e atualizações funcione perfeitamente, sem ser comprometido. O desafio para a TI é entregar rapidamente, ao mesmo tempo que migra para uma arquitetura nativa na nuvem e mantém a boa experiência do usuário”.

No levantamento, a Dynatrace analisa os desafios enfrentados pelas organizações do setor financeiro à medida em que elas se esforçam para alcançar novos, e mais elevados, padrões de agilidade e velocidade. A pesquisa apurou:

A Nuvem permite agilidade, mas CIOs do setor financeiro enfrentam dificuldades para:

– Garantir que a performance do software não seja negativamente impactada (69%);

– Identificar se mover uma aplicação para a Nuvem traz os benefícios desejados (57%)
– Entender se uma aplicação é adequada para a Nuvem (57%)

– Rearquitetar aplicações legadas para a Nuvem (51%)

– Garantir que a experiência do usuário não seja afetada durante o processo de migração (52%)

Falta de colaboração e visibilidade acarreta atrasos para a inovação:

– Para 78% dos CIOs de serviços financeiros entrevistados, suas organizações vivenciaram atrasos em projetos de TI que poderiam ter sido evitados se as equipes de desenvolvimento e operação estivessem aptas a colaborarem facilmente

– CIOs do setor financeiro afirmam que iniciativas de transformação digital foram desestabilizadas principalmente por causa de impactos na correção de códigos (41%), e interrupções de serviços de TI causadas por problemas externos (56%) ou por mudanças internas (49%).

Organizações enfrentam desafios ao recorrerem a DevOps para melhorar a colaboração:

– 74% das organizações do setor implementaram ou estão explorando possibilidades de uma cultura DevOps para melhorar colaboração e conduzir inovações com mais agilidade

– Para 77% dos CIOs do setor, os esforços com DevOps são geralmente prejudicados pela falta de ferramentas e dados compartilhados, o que atrapalha as equipes de TI em obter uma visão unificada “da verdade”

– 59% dos CIOs do segmento identificaram diferenças entre as prioridades dos silos departamentais como uma barreira adicional à adoção de DevOps

“O desafio para todas as organizações de serviços financeiros é obter uma visão holística do canal DevOps – do código a experiência. Com o amadurecimento de DevOps, empreendimentos buscam automatizar e integrar o desenvolvimento do software com o objetivo de lançar mais rápido sistemas e atualizações com elevado padrão de qualidade e menos esforço manual. É empolgante ver a Inteligência Artificial desempenhar um papel ainda maior na redução de tarefas manuais de modo que possamos fazer o que amamos – criar software melhor, implementar com agilidade e entregar experiências perfeitas”, afirma Grabner.

Esse relatório, encomendado pela Dynatrace, é baseado em pesquisa global com 249 CIOs de grandes empresas do setor de serviços financeiros com mais de 1.000 funcionários. Para mais informações visite: http://info.dynatrace.com/2018_global_cio_report.html.

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Plataforma de mobilização colaborativa ajuda a combater as Fake News

As Fake News ou notícias falsas estão dominando o noticiário brasileiro e, ao que tudo indica, serão um dos principais desafios das eleições 2018. Com as pessoas cada vez mais conectadas por meio de redes, criar e propagar notícias falsas acabaram se tornando a maneira mais eficaz de se fazer uma campanha política. O perigo é quando uma pessoa recebe uma mensagem e, sem checar sua veracidade, passa adiante uma informação que pode ser falsa. Por conta da facilidade de disseminação de fake news, o Tribunal Superior Eleitoral criou um Conselho Consultivo sobre Internet e Eleições que agrega representantes da Justiça Eleitoral, Governo Federal, Exército Brasileiro e sociedade civil, que desenvolverá estudos sobre as regras eleitorais e a influência da internet e das notícias falsas no pleito.

A identificação de notícias falsas, entretanto, não é algo tão simples. Uma pesquisa da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos apontou a dificuldade que estudantes americanos tiveram para checar a credibilidade das informações divulgadas na internet. Dentre 7.804 alunos dos ensinos fundamental, médio e superior, 40% não conseguiram detectar fake news. Outro estudo, da mesma universidade, mostra que pelo menos 115 notícias falsas a favor de um único candidato foram compartilhadas mais de 30 milhões de vezes nas eleições norte-americanas em 2016. Já uma pesquisa do Instituto Ipsos revelou que 75% dos americanos avaliaram manchetes mentirosas sobre os candidatos como reais e a suspeita é que o uso desse tipo de estratégia durante a campanha tenha de fato influenciado nos resultados.

Atenta a este cenário colaborativo nas campanhas, a Action Labs, empresa que trabalha com uma metodologia de modelagem de negócios, produtos e serviços inovadores, desenvolveu o MobNex, uma plataforma completa de mobilização colaborativa com o conceito de gameficação e colaboração, que integra um painel de controle da campanha com aplicativo e site. “Não é de hoje que notícias influenciam campanhas. Mas agora as fontes de informação são muito mais variadas e, às vezes, anônimas. Nenhum candidato está livre de protagonizar fake news que podem prejudicar suas campanhas. Esta é uma das vantagens estratégicas que plataformas como a Mobnex dá às campanhas: ajuda a combater as fake news, já que as pessoas que estão engajadas ajudam a disseminar conteúdos verdadeiros logo que uma notícia falsa é detectada”, diz Paulo Renato Oliveira, diretor criativo da Action Labs.

Um dos diferenciais do MobNex é a possibilidade de ampliar a capacidade de mobilização pelo aplicativo, que possui estratégias de gameficação e conecta todos os envolvidos da campanha, atribuindo metas semanais de atuação, compartilhando informação em tempo real e valorizando os mobilizadores mais ativos. “Campanhas altamente conectadas são mais ágeis e eficientes. Em tempos de grandes restrições, legais e orçamentárias, empoderar os mobilizadores é sair na frente. E pode significar chegar na frente”, afirma Paulo.

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