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Insegurança jurídica marca ambiente da computação em nuvem no Brasil, alerta tributarista Janssen Murayama

A tecnologia evolui a um ritmo mais veloz do que as leis, e a computação em nuvem é um dos exemplos mais notáveis desse processo. Este modelo representa a terceira fase da distribuição de softwares, depois do suporte físico (DVDs, CDs, disquetes, etc.) e do download. E essa divisão não é rígida, segundo o tributarista Janssen Murayama, sócio do escritório Murayama Advogados. “Essa é a classificação proposta pela doutrina, e às vezes é difícil enquadrar um software em uma ou mais das categorias”, diz o advogado, ressaltando que não são definitivas nem absolutas.

Esse cenário foi o tema debatido no painel “Cloud Computing e tributação: decisões recentes” por Janssen Murayama e Gabriel Demetrio Domingues Coimbra, advogado do BNDES. A apresentação fez parte do seminário LegalTIC: estratégias tributárias para negócios digitais. O evento, organizado pela Assespro-RJ, ocorreu no dia 25 de maio, no auditório do Sebrae-RJ. Murayama apresentou um panorama dos tributos municipais, estaduais e federais que podem ser aplicados e as possibilidades de pacificação das lacunas legais e das guerras fiscais.

No âmbito municipal, a incidência do Imposto sobre Serviços de qualquer natureza (ISS) foi definida pelo Supremo Tribunal Federal em 1998. Na época, foi feita a divisão entre o software produzido sob encomenda (ISS) e os programas de “prateleira”, com suporte físico, interpretados como mercadoria (ICMS). No entanto, a decisão ainda deixou brechas. Três anos depois, o mesmo STF decidiu que não deve incidir ISS sobre locação de bens móveis, confirmado pela Lei Complementar 116/2003 e pela Súmula Vinculante nº 31 de 2010. Desde então, agentes do setor lutam para enquadrar a computação em nuvem como locação de bem móvel.

Na cidade do Rio de Janeiro, as alíquotas de ISS são divididas em quatro tipos: 2% para elaboração de software e 5% para customização, licenciamento e intermediação. Na capital paulista a situação é um pouco mais nebulosa. Em 2017, a prefeitura publicou um Parecer Normativo que incluiu o software de “prateleira” no rol de tributados pelo ISS, sendo que este tipo pertence ao âmbito do ICMS estadual. ”O PN provocou uma guerra fiscal entre o município de São Paulo e o próprio estado”, conta Janssen Murayama. Dada a polêmica, a aplicação da norma foi suspensa até que haja um entendimento consolidado sobre o assunto.

As disputas por trás da arrecadação também atingem o ICMS, a cargo dos estados. Em 2010, no julgamento da ADI nº 1945-MT (1999), o STF decidiu que poderia haver tributação de ICMS sobre o download de softwares, o que deu esperança aos estados. Em 2016 e 2017, a Confederação Nacional de Serviços (CNS) conseguiu liminares no Supremo contra leis estaduais de São Paulo e Minas Gerais que dispunham sobre a incidência do ICMS sobre a elaboração de software e licenciamento.

Mais um ponto de divergências surgiu no ano passado, quando o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) impôs uma nova definição de contribuinte, não prevista em lei. Segundo o Convênio ICMS 106, haveria isenção das etapas anteriores à venda ao consumidor final; tributação nas saídas internas e na importação; recolhimento do ICMS no destino; inscrição em todos os Estados que vender; e uma ampliação da responsabilidade tributária para ofertante, vendedor, entregador, intermediário financeiro, adquirente e administradora de cartão de crédito e débito. No entanto, em março deste ano, a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) conseguiu uma liminar suspendendo a medida.

No âmbito federal, em 2017, houve definições importantes quanto aos impostos aplicados sobre os Saas (serviços técnicos). Em março, a SC COSIT nº 191 fixou a alíquota da CIDE sobre esses serviços em 10% e do Imposto de Renda Retido na Fonte em 15%. Em junho, a SC COSIT nº 316 estabeleceu que não há incidência de PIS/COFINS – Importação sobre a licença de uso de software, por se tratarem de royalties.

“A segurança jurídica dos empresários e investidores depende de regulamentação”, defende Murayama, citando alguns projetos de lei que estão em tramitação no Congresso Nacional. Um deles é o PL 5344/2013, de autoria do deputado Ruy Carneiro (PSDB-PB), que propõe um marco regulatório para o segmento. Porém, a proposta foi arquivada pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados em 2015. Já o PLC 171/2012, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT) inclui a computação em nuvem no item 1.09 da lista de serviços abarcados pelo ISS, na Lei Complementar nº 116/2013. Atualmente, o projeto aguarda o parecer do relator na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara.

Para o tributarista, é natural que as leis demorem a acompanhar a tecnologia. “O legislador está sempre atrás dos fatos novos. Não tem como uma tecnologia surgir e já haver uma regulamentação pronta”, diz. Aos contribuintes que estejam incertos quanto ao que fazer, Murayama sugere ou que ajuízem uma ação judicial para definir a tributação, depositando em juízo o valor correspondente ao que seria tributado, ou que aguardem ações já em curso e a tramitação de leis.

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Promover o engajamento nas equipes diminui o turn over nas empresas

Por Alexandre Slivnik

A rotatividade dos colaboradores é uma das principais preocupações dos empresários e gestores. Afinal, quanto mais você aplica estratégias para fazer com que as pessoas fiquem nas empresas, maior a probabilidade de ter uma equipe engajada e verdadeiramente comprometida.

E na contramão deste cenário está a perda de dinheiro. Quando os funcionários pedem demissão ou sofrem um processo de desligamento, também há prejuízo porque haverá a necessidade de novas contratações, treinamento e adaptações. Lembrando que tudo isso toma tempo e demanda investimentos, que poderiam ser destinados a outras áreas.

Neste contexto, a Disney, líder no segmento de entretenimento mundial, trabalha da seguinte forma: atua no propósito das pessoas e naquilo que as faz se dedicarem para atender as diversas tarefas diárias, mas sempre tornando todo o processo algo prazeroso.

Muitas pessoas dedicam parte considerável do seu tempo para buscar aquilo que querem fazer, mas se esquecem de olhar e aprender a gostar do que já fazem. A Disney trabalha o encantamento do cliente interno, justamente para que ele esteja engajado para produzir cada vez mais e para atuar de forma feliz.

Quanto mais significado dermos para as pessoas, mais comprometidas elas se tornarão. Muitos, ao longo do tempo, perdem a vontade de trabalhar simplesmente porque não entendem o motivo pelo qual fazem determinadas coisas.

Por isso, reforço que não é interessante somente em focar em processos e tarefas e sim qual a conexão daquilo que se faz e a relação com os objetivos da empresa. Esse elo é muito importante.

Nem sempre um bom salário fala mais alto, mas sim uma conexão entre o seu propósito. Certa vez, uma família tinha acabado de sair de uma loja e estava caminhando pela rua principal do parque. Um dos filhos do casal, uma menina, carregava um ursinho que acabava de comprar. Infelizmente, ela deixou o boneco cair no chão, sendo atropelado por um carrinho de limpeza.

O urso ficou completamente sujo e a pequena começou a chorar. O funcionário da limpeza pediu desculpas pelo ocorrido, olhou para a menina e disse: agora, esse ursinho depende da gente. Para que ele tivesse os “primeiros socorros”, foram até o local onde estava a enfermeira. Ela pediu um minutinho para cuidar do ursinho. Enquanto isso, foi até a loja, trocou por um ursinho novo, desembalou, enfaixou o braço e devolveu para a menina e ainda disse: agora, ele depende unicamente de você.

Imagine que experiencia maravilhosa vivenciou essa família! E essa história serve como símbolo de uma equipe engajada e comprometida. A função da pessoa responsável pela limpeza, até então, é “somente” limpar, da enfermeira, cuidar de pessoas que estão passando mal e dos funcionários da loja, vender. Mas o propósito dos três departamentos, independentemente da função, é a de criar felicidade e isso acontece quando os colaboradores quando ressignificam o trabalho, ficam engajadas e mais felizes.

Ressignifique o trabalho dos seus colaboradores e obtenha o tão sonhado engajamento, diminuindo assim, uma das principais causas de falta de produtividade nas empresas: o turn over.

Alexandre Slivnik, autor de diversos livros, entre eles do best-seller O Poder da Atitude. É sócio-diretor do IBEX – Institute for Business Excellence, instituição sediada em Orlando / FL (EUA), sócio-diretor do Instituto de Desenvolvimento Profissional (IDEPRO), diretor-executivo da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) e diretor geral do Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD).

Necessidade de inovação rápida em Nuvem coloca em risco experiência dos clientes, dizem CIOs em pesquisa

A Dynatrace, empresa líder em inteligência de software, apresenta pesquisa global independente que indica que 73% das organizações afirmam que a necessidade de velocidade na inovação digital está colocando a experiência dos clientes em risco. O estudo feito com 800 executivos de tecnologia (CIOs – Chief Information Officers) revela que, em média, as organizações lançam três novas atualizações de programas a cada hora de trabalho. Trata-se de um contínuo esforço das empresas para se manterem competitivas e atenderem a um consumidor com expectativas cada vez mais elevadas.

Com relação ao futuro, 89% dos CIOs disseram que vão precisar fazer as atualizações de uma forma ainda mais rápida. No entanto, a agilidade dos lançamentos pode cobrar um preço. Quase dois terços (64%) dos executivos entrevistados admitiram que são obrigados a comprometer a garantia de excelência na experiência dos consumidores em favor de uma inovação realizada com mais velocidade.

“Praticamente toda organização no planeta é uma companhia de software nos dias atuais. Líderes do mercado como a Amazon lançam múltiplas atualizações de programas a cada segundo. Consequentemente, o conceito moderno de entrega de software está centrado na agilidade, em ciclos rápidos de desenvolvimento e em lançamentos dinâmicos usando ambientes híbridos com várias Nuvens”, diz Andreas Grabner, executivo de processos DevOps na Dynatrace. “Ainda assim, usuários finais esperam que o fluxo estável das novas funcionalidades e atualizações funcione perfeitamente, sem ser comprometido. O desafio para a TI é entregar rapidamente, ao mesmo tempo que migra para uma arquitetura nativa na nuvem e mantém a boa experiência do usuário.

Na pesquisa, a Dynatrace analisa os desafios enfrentados pelas organizações à medida em que elas se esforçam para alcançar novos, e mais elevados, padrões de agilidade e velocidade. A pesquisa mostra que

A Nuvem permite agilidade, mas CIOs enfrentam dificuldades para:

– Garantir que a performance do software não seja negativamente impactada (67%);
– Identificar se mover uma aplicação para a Nuvem traz os benefícios desejados (57%);
– Entender se uma aplicação é adequada para a Nuvem (55%);
– Rearquitetar aplicações legadas para a Nuvem (51%);
– Garantir que a experiência do usuário não seja afetada durante o processo de migração (48%).

Falta de colaboração e visibilidade acarreta atrasos para a inovação:

– Para 78% dos CIOs, suas organizações vivenciaram atrasos em projetos de TI que poderiam ter sido evitados se as equipes de desenvolvimento e operação estivessem aptas a colaborarem facilmente;
– Segundo CIOs, iniciativas de Transformação Digital foram desestabilizadas principalmente por causa de impactos na correção de códigos (45%), e interrupções de serviços de TI causadas por problemas externos (55%) ou por mudanças internas (50%).

Organizações enfrentam desafios ao recorrerem a DevOps para melhorar a colaboração:

– 68% das organizações implementaram ou estão explorando possibilidades de uma cultura DevOps para melhorar colaboração e conduzir inovações com mais agilidade;
– 74% dos CIOs disseram que os esforços de DevOps são geralmente prejudicados pela falta de ferramentas e dados compartilhados, o que atrapalha as equipes de TI em obter uma visão unificada “da verdade”;
– 56% dos CIOs identificaram que as diferenças entre as prioridades dos silos departamentais são uma barreira adicional à adoção de DevOps.

“O desafio para todas as organizações é obter uma visão holística do canal de DevOps – da ideia do código até a experiência. Com o amadurecimento de DevOps, empreendimentos buscam automatizar e integrar o desenvolvimento do software com o objetivo de lançar mais rápido sistemas e atualizações com elevado padrão de qualidade e menos esforço manual. É empolgante ver a Inteligência Artificial desempenhar um papel ainda maior na redução de tarefas manuais de modo que possamos fazer o que amamos – criar software melhor, implementar com agilidade e entregar experiências perfeitas”, acrescenta Grabner.

Esse relatório, encomendado pela Dynatrace, é baseado em pesquisa global com 800 CIOs de grandes empresas com mais de 1.000 funcionários. A amostra ouviu 200 executivos dos Estados Unidos, 100 do Reino Unido, França, Alemanha e China, e 50 do Brasil, Austrália Cingapura e México, respectivamente. A pesquisa completa da Dynatrace pode ser acessada pelo link: http://info.dynatrace.com/2018_global_cio_report.html.

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Softex anuncia convênio com Virtual Educa e assume seus projetos no Brasil

A Softex firmou com a Virtual Educa, organização dedicada a impulsionar a inovação na Educação com o objetivo de promover a transformação social e o desenvolvimento sustentável na América Latina e no Caribe, convênio para assumir a coordenação e a presidência do Virtual Educa no Brasil. Participaram da solenidade José Maria Antón, secretário-geral do Virtual Educa, e Ruben Delgado, presidente da Softex.

O Virtual Educa passa a ser um programa permanente da Softex focado no aprimoramento da Educação por meio da inovação e da tecnologia. Pelo convênio, as parcerias e projetos desenvolvidos no Brasil por meio do Virtual Educa serão executados pela entidade, o que pode também ocorrer em outros países associados à iniciativa, em caso de interesse. Projetos e programas do Virtual Educa provenientes de outros países serão conduzidos pela Softex no Brasil.

“Entendemos a Virtual Educa como um parceiro estratégico para unir e consolidar a América Latina na Educação. Temos problemas comuns nesta área e por isso mesmo podemos construir e implementar soluções que atendam as necessidades dos países da região. A cooperação é a estratégia correta para que o continente não só eleve seu status educacional, mas para que ele também se apresente de forma mais robusta nos principais mercados internacionais. Somente com a cooperação entre nossos países vizinhos podemos ganhar musculatura e assim nos tornarmos competidores globais”, analisa Ruben Delgado.

Ele lembra ainda que a Softex mantém convênios de colaboração com a Virtual Educa desde 2016 para promover as empresas brasileiras de produtos e serviços voltados para a educação, com destaque para a área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), na região das Américas.

A Virtual Educa foi estabelecida em 2003 pela Organização dos Estados Americanos (OEA) e pela Secretaria Geral Ibero-americana (SEGIB) e opera através de alianças com organismos internacionais, entidades de ensino, agências de cooperação e de instituições públicas e privadas, reunindo os setores público, empresarial, acadêmico e sociedade civil.

Desenvolve, entre outras iniciativas, encontros e foros globais para apresentar políticas e práticas no campo da educação e da formação profissional – como o Virtual Educa Bahia 2018, realizado entre os dias 5 e 8 de junho em Salvador; e projetos de estímulo à inovação em diversas áreas da educação. É o caso do Think Blue, portal para a inovação na educação oceânica com cursos voltados para o conhecimento educacional e de sustentabilidade nos diversos âmbitos dos recursos marítimos como pesca, alimentação, turismo e transporte.

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Cielo lança hub de conteúdo para disseminar uso de terminal inteligente no varejo

Para posicionar no mercado a Cielo LIO, primeiro terminal inteligente do país, e apresentar todo o potencial transformador para o varejo que a solução oferece, a Cielo acaba de lançar um portal de conteúdo para impulsionar a adoção da solução pelo mercado, que inaugura uma nova categoria para o segmento – além de fazer as funções tradicionais de pagamento, o terminal agrega novas funcionalidades capazes de ajudar o lojista a gerenciar todo o seu negócio de maneira simples e digital.

Isso é possível graças à plataforma operacional que roda no equipamento, que funciona exatamente como um smartphone baseado em Android, o que permite que a Cielo LIO receba aplicativos ou se conecte a sistemas que a transformam, por exemplo, em frente de caixa, estoque digital ou um gerenciador de pedidos, tudo isso integrado à etapa do pagamento.

No hotsite lio.cielo.com.br, projeto desenvolvido em parceria com a New Content, os usuários encontram mais de 40 conteúdos em vídeo, tutoriais e infográficos com o objetivo de apresentar o produto e mostrar experiências reais de clientes que se integraram à solução – todos os conteúdos foram inspirados em situações reais vividas diariamente pelos varejistas. Com a estratégia, a Cielo quer consolidar a nova categoria criada com o lançamento da Cielo LIO e disseminar a cultura de uso da novidade.

“Sentimos necessidade de fazer esse hub porque a Cielo LIO é diferente de tudo aquilo a que o mercado está acostumado. O varejista conhece as máquinas tradicionais de pagamento e a Cielo LIO muda essa dinâmica. Começa pelo pagamento, mas avança por um território completamente novo que é ajudar o cliente a gerenciar seu negócio”, explica a diretora de marketing da Cielo, Duda Bastos. “A Cielo LIO democratiza a gestão digital para o pequeno e médio varejo”, conclui.

O hotsite tem um caráter didático na estratégia de comunicação da empresa. Enquanto a campanha publicitária da Cielo LIO, em TV aberta e fechada e digital, desperta a curiosidade sobre o produto, o hub de conteúdo aprofunda o conhecimento, orienta o cliente na escolha da melhor Cielo LIO para sua necessidade e mostra a aplicação prática da solução, com um antes e depois para enfatizar a revolução que o terminal pode fazer na vida do lojista.

São cinco pilares de benefícios trabalhados nos conteúdos: a Cielo LIO ajuda o varejista a vender mais, a ganhar tempo, a otimizar o espaço da loja, a agilizar seu atendimento e a descomplicar a gestão do negócio. Entre as várias opções de aplicativos disponíveis na Cielo Store, o terminal inteligente já vem com um aplicativo gratuito sem qualquer custo adicional para o cliente, o Negócio PRO. O varejista também tem a opção de integrar seu próprio sistema à Cielo LIO.

“Construímos o hub com trilhas específicas para receber diferentes perfis de varejistas, com diferentes necessidades para seus negócios. A partir dessa lógica, criamos as narrativas de conteúdo e apresentação do produto, sempre tendo em vista o olhar do empreendedor para todas as novas possibilidades que a Cielo LIO oferece”, explica Roberto Feres, CCO da New Content.

Dentro da plataforma de comunicação criada pela Cielo, o hub busca dar continuidade à conversa iniciada pela campanha publicitária, que começou no ambiente digital em 11 de junho e estreia no domingo (17) na TV. A campanha conta com um filme principal (‘hero’), que tem como conceito “Sua revolução começa agora, e traz ainda outros quatro filmes comparativos, inspirados em casos reais de clientes. Todos os filmes estão disponíveis no hotsite da Cielo LIO.

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Startup conecta vendedores de seminovos a compradores e oferece segurança, qualidade e garantia completa por um ano

O volume de negociações de veículos seminovos e usados no Brasil fechou o ano de 2017 com crescimento de 6,5%, em comparação com 2016. Só no ano passado, foram comercializados cerca de 14,2 milhões de veículos, de acordo com a Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (FENAUTO), entidade que representa as revendedoras de carros seminovos ou usados. Os dados mostram que, apesar do cenário econômico, muitos brasileiros não deixaram de lado a velha e boa troca dos seus carros usados por modelos mais novos.

Ainda de acordo com levantamento, boa parte dessas negociações foram feitas por concessionárias ou lojas especializadas. Transações entre pessoas físicas eram mais difíceis de acontecer até então, já que muitas pessoas ficavam inseguras na hora da negociação. Uma solução que vem se destacando no mercado foi criada pela Carflix (www.carflix.com.br) – startup brasileira que conecta compradores a vendedores de carros seminovos selecionados, por meio de uma vitrine online, com vistoria exclusiva, segurança e garantia completa de um ano.

O site funciona como um shopping virtual, que por meio de sua plataforma faz a intermediação para a compra e venda de automóveis usados entre pessoas físicas. Para Fábio Pinto, CEO da empresa, o grande diferencial da Carflix está na segurança e garantia oferecida aos clientes – a startup é a única do Brasil que possibilita que vendedores particulares vendam seu carro com 1 ano de garantia completa para um comprador também particular sem ter que recorrer a concessionárias ou lojistas. “Com o shopping virtual, nossas vendas começam na internet com a ajuda da tecnologia que otimiza todo o processo para os clientes e termina em nossa empresa, garantindo mais segurança na hora de fechar a compra”, explica.

Como funciona para o vendedor?

Se você quer vender seu carro, basta acessar o site da Carflix (www.carflix.com.br) e informar alguns dados do veículo, como modelo, ano de fabricação e placa e agendar uma inspeção detalhada do automóvel. Nela são verificados mais de 130 itens – divididos entre mecânica, elétrica, funilaria, suspensão, interior, funcionamento geral, etc. – em um processo que prioriza a transparência total, mostrando qualidades e detalhes que o carro, eventualmente, tenha. Além disso, é feita uma extensa verificação da documentação do carro, minimizando as chances de haver algum problema que impeça a venda do carro.

Caso o veículo passe na inspeção, é definido um valor para ele. O preço de venda é decidido pelo vendedor em conjunto com a Carflix, que possui um banco de dados com informações de institutos de renome, bem como médias do mercado em geral, garantindo que o preço de venda seja o mais justo possível, tanto para comprador como para vendedor. Ao aceitar o valor proposto pela empresa, o carro é publicado no site e nas mídias sociais da startup e em até 48h está pronto para receber propostas.

A empresa cobra uma taxa de 4,9% do valor da transação feita que é paga pelo vendedor somente se a venda for finalizada. Para comparação, uma concessionária ou loja cobra, normalmente, 15% em relação à tabela FIPE. Sites de leilões cobram uma média de 40%.

Como funciona para o comprador?

Ao se interessar por um carro o comprador pode tirar todas suas dúvidas através de canais de comunicação no site. Permanecendo o interesse, o próximo passo é ver o carro pessoalmente. Para isso é agendado um horário junto com a Carflix, que disponibiliza um local no qual o comprador pode ver o carro com toda a tranquilidade. Toda a negociação é feita diretamente com os especialistas da plataforma.

Se o comprador fechar a compra, é assinado um contrato compra e venda entre as partes e a Carflix. Com esse contrato todos têm a segurança jurídica de que a venda existe e, assim, o comprador pode fazer o depósito do valor em uma conta custódia da Carflix. Quando o depósito for efetivado, a Carflix avisará o vendedor para que preencha e assine o Documento Único de Transferência (DUT).

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Evento apresentará melhores práticas para uma Cidade inteligente

Em sua quarta edição, o Connected Smart Cities vem desde 2015 reunindo diferentes segmentos da sociedade para apresentar e debater ações com foco no desenvolvimento de uma cidade inteligente, mais conectada e humana. Os setores participantes do evento se dividem em tecnologia, mobilidade, energia, urbanismo, meio ambiente e segurança. Já estão confirmados como patrocinadores da edição 2018: Caixa Econômica Federal, BNDES, Engie, Itron, Aceco TI, Atech, Midiacode e BMPI, além do apoio de mais de 40 entidades.

O Connected Smart Cities será realizado nos dias 04 e 05 de setembro de 2018, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, e, no primeiro dia do Fórum, será apresentado o Ranking Connected Smart Cities 2018, desenvolvido em parceria com a Urban Systems e que apresenta os indicadores de desenvolvimento das cidades brasileiras participantes do levantamento.

Com expectativa de reunir mais de duas mil pessoas, o Connecteed Smart Cities abordará os temas Urbanismo Sustentável nas Cidades; Cidades Prósperas; Cidades Conectadas; Mobilidade e Acessibilidade nas Cidades; Cidades Empreendedoras; Cidades Resilientes; e Cidades Participativas e Engajadas.

“Essa edição do evento contará com cerca de 90 painéis e 300 palestrantes que se apresentarão simultaneamente em 9 palcos, superando os números das edições anteriores. Também teremos a Expo, onde as empresas que apoiam o evento apresentam as suas soluções para uma cidade inteligente, além do Prêmio voltado para empresas que estão oferecendo soluções inovadoras para as cidades; as Rodadas de Negócios, reuniões entre organizações que oferecem soluções e cidades que têm interesse em implementar novos modelos, sendo que a nossa expectativa é de organizar mais de 600 reuniões durante o evento; e o lançamento do nosso Manifesto”, cita a idealizadora do Connected Smart Cities e diretora executiva da Sator, Paula Faria.

A executiva enfatiza, ainda, que o evento está sendo oficialmente lançado e muitas novidades serão apresentadas durante o Connected Smart Cities 2018 e que as ações do evento, com foco em uma cidade inteligente, apresentam resultados positivos em várias cidades brasileiras, como em Belo Horizonte, capital que implementou soluções do Connected Smart Cities, por meio do programa estratégico “Belo Horizonte Cidade Inteligente”. “O trabalho desenvolvido por nós já reflete e resultados positivos em cidades do país, como em São João da Boa Vista, Salvador, Florianópolis, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, entre outras cidades que implementaram soluções sugeridas pelo Connected Smart Cities, com o objetivo de oferecer mais qualidade de vida para a população, principal objeto da nossa iniciativa”, ressalta.

Manifesto Connected Smart Cities

Durante o evento será lançado o Manifesto do Connected Smart Cities, com o objetivo de destacar o propósito da iniciativa. “A missão do Connected Smart Cities é desenvolver e participar de ações que tenham como principal objetivo tornar as cidades brasileiras mais desenvolvidas e sustentáveis, onde os projetos implantados reflitam na qualidade de vida dos seus habitantes. A nossa missão é unir forças, por meio da sinergia entre todos os envolvidos, pois acreditamos e trabalhamos para que cada vez mais as nossas ações resultem em resultados efetivos. E o Manifesto do Connected Smart Cities reforça, ainda mais, o nosso objetivo”, Conclui Paula Faria.
Acesse o Manifesto Connected Smart Cities.

Prêmio Connected Smart Cities

Estão abertas até o dia 25 de junho as inscrições para a 4ª edição do Prêmio Connected Smart Cities. Podem participar pessoas jurídicas, com sede no Brasil, e que apresentem um negócio inovador, com foco em cidades inteligentes.
Mais informações e Inscrições, CLIQUE AQUI!

Para mais informações sobre o programa estratégico “Belo Horizonte Cidade Inteligente”, acesse o Case de Belo Horizonte.

Connected Smart Cities | Evento Nacional

Data: 04 e 05 de setembro de 2018
Local: Centro de Convenções Frei Caneca, Rua Frei Caneca, 569, Consolação, São Paulo/SP
Mais Informações: www.connectedsmartcities.com.br

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Fhinck ministra palestra em evento sobre tecnologia e inovação na gestão do capital humano

A Fhinck – startup de tecnologia focada em aumentar a produtividade e eficiência dos processos de negócios -, participa do evento “Tecnologia, Inovação & Startups na Gestão do Capital Humano”, no próximo dia 28, no Cubo. O encontro, promovido por HR Techs – startups com soluções para RHs, visa discutir como a tecnologia está trazendo inovações para a gestão do capital humano no ambiente corporativo, seus desafios de implementação e os benefícios. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas no link: http://bit.ly/2t46jHg

Direcionado aos profissionais seniores que atuam na gestão de pessoas, o evento contará com palestras, painel de discussões e boas práticas, além de espaço para conhecer as startups presentes. Na ocasião, Paulo Castello, CEO da Fhinck, ministrará a palestra “Repensando a jornada de trabalho e fatores que alavancam a Produtividade”.

A programação ainda conta com palestras de representantes das startups Nêmesis, mLearn, Vaipe e ViBe-VivaBem. Além do painel com os executivos Antonio Salvador, VP do Grupo Pão de Açúcar; Lilian Gordon, diretora do BNY Mellon; Marcelo Nobrega, diretor da Arcos Dourados; Rafael Lucchesi, diretor do Grupo DASA; e Rita Pellegrino, diretora da TOTVS.

“Tecnologia, Inovação & Startups na Gestão do Capital Humano”

Onde: Cubo – Rua Casa do Ator, 919, Vila Olímpia – São Paulo, SP

Quando: 28 de junho, das 14h às 18h

Inscrições grátis: http://bit.ly/2t46jHg

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Embratel incentiva inovação e startups

A Embratel anuncia novos incentivos à inovação com a inauguração de um escritório no inovaBra habitat, ambiente de coinovação do Bradesco. Instalado em São Paulo, o local foi criado em parceria com o WeWork e é considerado o maior espaço do gênero no Brasil. Possui 22 mil metros quadrados para hospedar especialistas das mais diversas áreas, incluindo os profissionais de soluções digitais e Internet das Coisas (IoT) da Embratel que trabalham em conjunto com jovens empreendedores, startups, investidores e aceleradoras para desenvolverem novas ofertas para promover a transformação digital de empresas de todos os tamanhos e setores.

“A inovação está no DNA da Embratel. A Embratel unirá o melhor dos dois mundos ao se instalar em um ambiente inovador como esse. Integrará sua experiência e excelência de longa data em ofertas digitais de TI e de telecomunicações, com o ímpeto inovador de startups e aceleradoras de ideias”, afirma Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel. Segundo o executivo, esse é um espaço extremamente interessante para dividir conhecimento e criar novas soluções.

“Estamos felizes de contar com a Embratel para coinovar no inovaBra habitat. Acreditamos que os movimentos e atividades de colaboração para inovação proporcionados pelos times do inovaBra com os profissionais de diversos segmentos de atuação são fundamentais para a criação de ideias disruptivas com tecnologias como Blockchain, Big Data e Algoritmos, Internet das Coisas, Inteligência Artificial, Open API e Plataformas Digitais, que são os eixos estratégicos do habitat”, explica Luca Cavalcanti, diretor executivo do Bradesco.

A participação da Embratel no inovaBra habitat está alinhada à sua visão de negócios que prevê desenvolvimento contínuo de novas ofertas, sempre à frente do mercado. A Embratel manterá um espaço integrado no local para a troca de conhecimento e de experiências com empreendedores que poderão conhecer mais sobre suas soluções e compartilhar novas ideias de negócios.

“Estamos observando muitas novidades de startups no segmento de Internet das Coisas e buscamos manter um radar de inovação, trocando experiências sobre novos produtos e modelos de trabalho. A Embratel acredita que ao incentivar empreendedores irá obter resultados surpreendentes, com novas parcerias, criações compartilhadas e novos produtos em área de crescimento como a de IoT”, afirma Eduardo Polidoro, Diretor de Negócios de IoT da Embratel.

A parceria da Embratel com startups é duradoura, uma vez que a companhia patrocina há anos diversos eventos direcionados para esse segmento, além de sempre estudar novas ideias propostas. Essa colaboração já resultou em importantes soluções geradas a partir da troca de informações e experiências de mercado. Entre os setores atendidos pelas tecnologias criadas em sinergia com startups estão o automotivo, energia, cidades e saúde, por exemplo.

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Social Miner revela o perfil do consumidor brasileiro no Dia dos Namorados 2018

A Social Miner, plataforma de engajamento que ajuda e-commerces a aumentarem as vendas através de soluções centradas em pessoas, divulgou o relatório 2018 sobre uma das datas de maior faturamento do comércio eletrônico: o Dia dos Namorados.

Em parceria com a Neoatlas, NeoAssist e Vindi, a empresa analisou o comportamento de navegação de mais de 25 milhões de usuários cadastrados na sua base, 27 mil transações registradas pela Vindi e os registros de mais de 1.200 sites cadastrados na base da Neoatlas, durante o período de 22 de maio a 12 de junho de 2018.

Além disso, estabeleceram um comparativo com os dados referentes à mesma época do ano anterior (2017). Isso para oferecer um panorama completo sobre as tendências de consumo nesse período, incluindo indicadores de que tipo de produto vem crescendo no gosto do público e o perfil dos consumidores de cada segmento.

O levantamento mostrou que a categoria de produtos que mais se beneficiou com a data foi a de Beleza e Saúde, com participação de 27% do total de vendas, seguida por Moda e Informática. No entanto, a representatividade destes mesmos setores apresentou uma queda em relação a 2017, sendo um alerta para as mudanças no comportamento de consumo dos usuários, que estão migrando para outros segmentos, menos comuns.

Por outro lado, a categoria de Livrarias apresentou a maior variação de crescimento em relação ao ano anterior, subindo impressionantes 736%.

Outra descoberta desse relatório foi que durante o período do Dia dos Namorados 2018, categorias como Informática que, em geral, apresentavam pouca representatividade de compra feminina, tiveram um aumento de 40% na participação das mulheres. Já os homens tiveram um aumento nas compras em setores como Eletrônicos, Livraria e Móveis, além de apresentar uma variação positiva de 5,74% na categoria de Moda.

A pesquisa revelou ainda que, de todos os consumidores que compraram no Dia dos Namorados em 2018, apenas 6% tinham comprado na mesma loja no mesmo período do ano anterior. Esse dado mostra que os esforços das empresas no engajamento e retenção de clientes antigos ainda são baixos.

“Com base no comportamento do consumidor, principalmente em datas comemorativas, é possível compreender as tendências do mercado de maneira mais aprofundada. Isso nos permite criar campanhas mais direcionadas e potencializar as vendas, ajudando os e-commerces a serem assertivos em suas ações”, explica Ricardo Rodrigues, cofundador da Social Miner.

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5 vantagens da alocação profissional em TI

Professional Services: Facilidade para expandir o time sem aumentar o Head Count e os custos fixos

Atualmente, um problema enfrentado por empresas que possuem setor de TI é a dificuldade em atrair e reter profissionais qualificados para a área. Isso acontece, principalmente, pela alta demanda de profissionais no mercado, além do fato de que muitos jovens veem no empreendedorismo uma nova oportunidade, optando por abrir suas próprias empresas.

Para solucionar esses e outros problemas, está cada vez mais comum a contratação de serviços de outsourcing para tecnologia da informação, que consiste na escolha de um fornecedor especialista na área de TI, com o intuito de alocar equipes de desenvolvimento no cliente, sob à gestão da empresa especializada em tecnologia da informação.

O Diretor de Gestão e Professional Services, da CINQ, Edson Althoff, conta-nos sobre o diferencial competitivo da alocação profissional em TI: “Nosso grande diferencial é o acompanhamento que fazemos junto aos colaboradores que estão prestando os serviços dentro das instalações dos nossos clientes. É muito importante que eles se sintam parte do time CINQ e, para isso, a coordenadora da área, Stephanie Garbelotti Lemos, faz reuniões com frequência determinada, para que possam alinhar toda e qualquer questão relacionada a expectativas, ambiente de trabalho, bem como outras necessidades diversas. Outro ponto importante, que também considero como diferencial, são as reuniões de feedback feitas com os nossos clientes através dos gestores dos recursos que estão alocados. Nessa oportunidade, buscamos entender se o profissional está atendendo a expectativa do cliente, bem como se existe alguma oportunidade de melhoria para o mesmo. ”

Essa tendência de outsourcing já vem sendo protagonizada há 26 anos pela CINQ Technologies, empresa do setor que oferta o serviço de Professional Services, recrutando profissionais qualificados para projetos e demandas específicas do cliente. Neste ínterim, a empresa aponta algumas vantagens da alocação profissional em TI:

1 – Foco em seu negócio: com a alocação de serviços de TI, os empresários e profissionais podem focar em atividades de desenvolvimento e crescimento do core business da empresa.

2 – Redução de custos: uma empresa especializada em TI consegue proporcionar serviços mais eficientes e com maior qualidade, bem como velocidade na utilização de novas tecnologias.

3 – Profissionais multidisciplinares: ao terceirizar, a empresa contratante conta com a convicção de que terá à disposição o profissional certo para determinado projeto, contanto com uma gama de conhecimento em diferentes ferramentas. Isso evita que seus profissionais não diversifiquem seu conhecimento a ponto de perderem a utilidade quando a tecnologia que dominam cair em desuso.

4 – Reduzir dificuldade com busca de profissionais: além de se preocupar com a busca pelo profissional mais adequado para a realização da atividade desejada, o serviço de outsourcing se preocupa com a gestão dessas pessoas, realizando acompanhamentos de desempenho.

5 – Não sobrecarrega o quadro: com a contração de serviços terceirizados, o quadro empresarial poderá focar em atividades estratégicas, valorizando o negócio principal da empresa, sem se preocupar com funções secundárias, os funcionários terão mais tempo para se dedicar ao que realmente interessa.

“Trabalhar na CINQ durante estes anos tem me proporcionado a oportunidade de atuar nos mais inovadores e desafiadores projetos. Desde o início sempre estive alocado em clientes e isto me proporcionou conhecer as mais variadas realidades, pessoas, tecnologias, necessidades e culturas, o que me levou a um crescimento profissional, técnico e pessoal gigantesco. A flexibilidade, a assistência e a proximidade entre colaboradores e gestão proporcionadas pela CINQ compõem um ambiente agradável e forte para se trabalhar e trazem essa segurança de fazer parte de algo sólido e maior” (Luiz Guilherme Heming, Analista de Desenvolvimento da CINQ, profissional alocado na Telefônica).

Para colaborar com empresas de diversos segmentos com profissionais especializados e qualificados nas principais plataformas e tecnologias de software, a CINQ Technologies conta com uma equipe qualificada de recrutadores, que estão sempre observando as tendências do setor e procurando os melhores profissionais. Conta também com um Programa chamado CINQTECH, que visa à aceleração do aprendizado tecnológico e é composto de nove iniciativas, que promovem três pilares: explore (explorar), learn (aprender) e develop (desenvolver) e já foi eleita por sete anos consecutivos como uma das Melhores Empresas para se Trabalhar do Brasil, pelo Great Place to Work.

Por fim, os profissionais alocados pela CINQ contam com um diferencial importante que é a experiência dos demais colaboradores da empresa e toda a base de conhecimento acumulada. Por se tratar também de uma empresa de projetos de software, os profissionais alocados podem consultar, a qualquer momento, os especialistas da CINQ nas várias linguagens e plataformas. Este é mais um ponto que gera em todos os colaboradores da empresa um senso de pertencimento e atitude colaborativa.

Para mais informações sobre o serviço de Professional Services da CINQ: https://www.cinq.com.br/professional-services/

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Edtechs e Fintechs: Entenda os setores que mais recebem investimentos no Brasil

Por Guilherme Freire

Qual setor terá uma maior expectativa de sucesso para esse e os próximos anos? O questionamento é mais do que compreensível, pois estamos em um ano de revitalização da economia e uma série de problemas a resolver. Além da baixa estimativa de melhora – especialistas apontam um crescimento de 3% para este ano.

Diante disso, apostar em segmentos que tenham grande potencial de atrair investimentos pode ser uma boa tática para uma consolidação mais ágil no mercado. Hoje, o empreendedor brasileiro que inicia uma startup enfrenta dois grandes desafios: a necessidade de levantar capital e a falta de know-how operacional.

Quando falamos em startups, uma das alternativas para angariar aportes são os investidores anjo, que são pessoas físicas que investem seu próprio capital em empresas em estado nascente. Outra opção são os fundos de venture capital que entram no estágio seguinte, caso a empresa consiga demonstrar um bom potencial de crescimento. Essas duas modalidades de investimento estão começando a ganhar escala e a tendência é que cada vez mais aumente o volume de investimentos em novas empresas.

Empresas na área de tecnologia aplicada à educação (Edtechs) e ao setor financeiro (Fintechs) atraíram muitos investimentos em 2018 – e a promessa é que esse movimento continuará nos próximos anos. Estes são os setores preferidos devido as oportunidades de “disruption”, ou seja, a facilidade de criar novas soluções utilizando inovações tecnológicas que criem um impacto relevante no setor.

O mercado de Fintechs está cada vez mais aquecido por conta do potencial dessas startups no mercado brasileiro. Em 2017, as fintechs movimentaram mais de R$ 457,44 milhões em investimentos, segundo monitoramento do Conexão Fintech. Em 2018, a Nubank, primeira fintech a se tornar um unicórnio brasileiro, recebeu um aporte de US$150 milhões. Os valores arrecadados ultrapassaram o total do ano passado em apenas dois meses.

Já as Edtechs representadas por empresas como o Veduca e o Descomplica (que recentemente recebeu aporte de 54 milhões) usam tecnologia, plataformas e cursos onlines para melhorar a educação no país, onde o ensino tradicional se limita apenas as salas de aula.

Tanto o setor de fintechs quanto o de edtechs avançam em ritmo acelerado. No entanto, ao mesmo tempo que esses segmentos abrem um leque de oportunidades, os desafios também são enormes.

No setor de fintechs, existe uma série de procedimentos ligados a leis, que definem o sistema financeiro do país, e as novas empresas tem de se encaixar no que é exigido. Algumas práticas que acontecem em vários países do mundo não funcionam no Brasil devido aos procedimentos legais, portanto é importante estar atento a isso.

Como o controle dos dados dos usuários dos bancos estrangeiros, por exemplo. Um banco na Europa é obrigado por lei (PSD2) a disponibilizar os dados para terceiros via APIs, enquanto no Brasil as empresas precisam negociar com os grandes bancos essa possibilidade ou encontrar outras maneiras de conseguir os dados, mesmo com o aval do cliente. Entretanto, isso deve mudar em breve pois o movimento do open banking está ganhando força no Brasil.

Já nas Edtechs, a dificuldade é com a resistência de parte do setor em mudar uma realidade que está moldada no mesmo formato há muito tempo. Este é um processo grande e o empreendedor do nicho de educação tem de estar planejado para isso.

Independente do setor, quando se abre um empreendimento é importante ter clareza quanto à relevância do problema que seu negócio vai tentar resolver e se a sua solução é viável do ponto de vista financeiro e técnico. Depois, o trabalho é juntar os melhores talentos com o objetivo de garantir que a execução seja feita conforme o planejado. Se a linha de trabalho estiver com esses dois pontos bem definidos a consequência será muito positiva.

Guilherme Freire é MBA pela Wharton Business School na Universidade da Pensilvânia e Co-fundador da Wharton Alumni Angels Brasil

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World Insurance Report 2018: agilidade digital é um fator chave para seguradoras tradicionais

Enquanto as companhias de seguros lutam para oferecer uma melhor experiência aos clientes, as BigTechs – grandes empresas de tecnologia como a Amazon e o Google – estão prontas para entrar no setor de seguros. No entanto, se as seguradoras forem capazes de melhorar sua agilidade digital e desenvolver modelos operacionais prontos para o futuro, elas terão a oportunidade de atrair e reter clientes para competir com essa disrupção. A conclusão faz parte do World Insurance Report 2018 (WIR ou Relatório Mundial de Seguros, em tradução), concebido pela Capgemini em colaboração com a Efma, que entrevistou segurados e empresas de 20 países, entre eles o Brasil. O estudo também examina como as seguradoras tradicionais ficaram atrasadas na comparação com seus pares bancários no atendimento às demandas dos clientes, deixando-os “vulneráveis” aos concorrentes não tradicionais.

“O uso de dados e a capacidade de oferecer uma experiência ao cliente verdadeiramente digital são fatores críticos para a seguradora do futuro, algo no qual grandes empresas de tecnologia, como a Amazon e o Google, se destacam. A ameaça de concorrentes com esse perfil é mais real do que a indústria de seguros está disposta a admitir”, avalia Anirban Bose, Head da Unidade de Negócios Estratégicos Globais de Serviços Financeiros da Capgemini e Membro do Conselho Executivo do Grupo. “As seguradoras, avaliadoras de risco por natureza, devem urgentemente voltar o seu olhar para si mesmas e considerar os riscos competitivos dentro de seu próprio mercado, a fim de evoluir e sobreviver”, complementa.

Seguradoras estão tentando alcançar a entrega da melhor experiência ao cliente por meio da tecnologia

As empresas de seguros ficaram em terceiro lugar, depois do varejo e do setor bancário, entre as verticais da economia com melhor delivery de experiência aos usuários, com a maior diferença entre os clientes da Geração Y[1] (de 18 a 34 anos). Embora pouco mais de 32% dos clientes da Geração Y tivessem uma experiência positiva com os bancos, menos de 26% relataram avaliação semelhante com sua seguradora. O estudo também aponta que os clientes de todos os segmentos agora aceitam uma comunicação digital no mesmo nível dos canais convencionais, com mais da metade dos segurados atribuindo um alto valor a sites corporativos para realizar transações de seguros, e mais de 40% considerando aplicativos móveis como um canal importante.

Como as novas tecnologias digitais habilitam serviços inovadores e de valor agregado, quase 46% dos “tech-savvy” (clientes com experiência em tecnologia) e 38% dos clientes da Geração Y estão dispostos a receber ofertas de seguros proativas e personalizadas por meio de diversos canais, o que pode gerar novas oportunidades de receitas.

BigTechs estão prontas para tirar vantagem dos erros do setor de seguros

As grandes organizações multinacionais de tecnologia, representadas pelas BigTechs, estão se preparando para estabelecer presença no setor de seguros se apropriando de sua reputação de excelência na experiência com seus usuários. Globalmente, como mostram os dados do World Insurance Report 2018, 29,5% dos consumidores afirmaram que considerariam comprar pelo menos um produto de seguro de uma BigTech, o que representa um aumento de 12 pontos percentuais em relação a 2015, quando apenas 17,5% dos segurados indicaram essa disposição.

A Geração Y e os “tech-savvy” parecem mais inclinados a abandonar a fidelidade às seguradoras tradicionais. Esses clientes citam experiências não tão positivas com as empresas tradicionais, mas também revelam uma maior probabilidade de trocar de seguradora em 12 meses e estão mais abertos à compra de produtos de seguro das BigTech.

Preferências dos clientes impulsionam investimentos das seguradoras em agilidade digital

Disrupções motivadas por fatores de mercado, tanto tecnológicos como organizacionais, juntamente com as ambições das BigTechs, estão tornando a adoção de modelos de operação digitalmente ágeis uma necessidade. As InsurTechs – novas empresas de seguros que se pautam em inovações tecnológicas para concentrar eficiências e atrair segmentos específicos de clientes -, estão liderando o caminho da agilidade digital. Nesse sentido, a colaboração entre as seguradoras tradicionais e as InsurTechs é essencial para obter mais eficiência e diminuição dos custos a partir das capacidades digitais em todo o segmento.

De acordo com o World Insurance Report 2018 mais de 80% das seguradoras citam a evolução das preferências dos clientes como o fator mais crítico a impulsionar a agilidade digital, com seus investimentos fornecendo insights sobre o futuro da indústria. Quase dois terços das companhias de seguros estão testando relógios inteligentes e dispositivos “vestíveis”; mais de um terço implantou telemática e pouco acima dos 55% estão investindo em reconhecimento de fala e blockchain, com a automação robótica de processos sendo, atualmente, a tecnologia digital mais implementada entre eles.

“Para obter valor de seus investimentos, as seguradoras precisam pensar no quadro geral e desenvolver uma abordagem holística, que possa ser fortalecida pelas capacidades das InsurTechs, em vez de optar por uma adoção gradual”, comenta Vincent Bastid, CEO da Efma.

Modelos operacionais habilitados para o futuro garantem sustentabilidade a longo prazo

Para obter sucesso na era digital, o relatório destaca que as seguradoras devem fomentar a agilidade digital e desenvolver modelos operacionais capazes de oferecer uma experiência superior ao segurado, reunindo o melhor dos canais digitais e tradicionais. Por exemplo, mais de 65% dos entrevistados ressaltaram que a personalização de ponta a ponta da jornada do cliente era sua maior necessidade. No entanto, para isto, as seguradoras precisam de um ecossistema digitalmente integrado, que interconecte as seguradoras com clientes e parceiros, a fim de permitir um fluxo eficiente de informações e serviços.

Um ecossistema integrado digitalmente suportaria os serviços personalizados em tempo real que os clientes estão esperando e demandando. Com a agilidade digital aprimorada, as companhias de seguro poderão obter maior percepção das necessidades do segurado e melhorar o tempo de comercialização de inovações, ao mesmo tempo em que poderão gerar uma maior eficiência operacional e redução de custos – conclui o relatório.

Sobre o World Insurance Report 2018

O World Insurance Report (WIR) 2018 abrange todos os três segmentos gerais de seguros – vida, não-vida e seguros de saúde. O relatório deste ano se baseia em pesquisas realizadas em 20 mercados: Alemanha, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Cingapura, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Hong Kong, Índia, Itália, Japão, México, Noruega, Reino Unido, Suécia e Suíça. O estudo fornece informações sobre as preferências, expectativas e comportamentos dos segurados em relação a tipos específicos de transações de seguros.

Para mais informações, explore o website do relatório em www.worldinsurancereport.com.

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Volvo Cars Tech Fund investe em empresa de sensores automotivos

A Volvo Cars concluiu a primeira ação estratégica, por meio de seu recém-criado fundo de investimentos, adquirindo participação na Luminar, empresa líder no desenvolvimento de tecnologia avançada de sensores para uso em veículos autônomos.

O investimento na Luminar, com sede em Palo Alto, Califórnia, e em Orlando, na Flórida, ambos nos Estados Unidos, destaca a colaboração da fabricante sueca com a empresa, que atualmente se concentra no desenvolvimento e teste de seus sensores nos carros da marca.

Uma destas inovações é o sistema LiDAR, que usa sinais de pulsação a laser para detectar objetos, que o tornam um elemento crucial na criação de veículos autônomos seguros.

“LiDAR é uma tecnologia chave para permitir que carros autônomos naveguem com segurança em ambientes complexos de tráfego e em velocidades mais altas”, disse Henrik Green, vice-presidente sênior de Pesquisa e Desenvolvimento da Volvo Cars. “Nossa colaboração com a Luminar nos permite aprender mais sobre suas promissoras tecnologias e leva a Volvo Cars um passo adiante para os carros autônomos do futuro”.

O Volvo Cars Tech Fund foi lançado no início deste ano e pretende colaborar com startups de alta tecnologia em todo o mundo. Ele concentra seus investimentos em tendências tecnológicas estratégicas que estão transformando o setor, como inteligência artificial, eletrificação, serviços de mobilidade digital e direção autônoma.

“A Luminar representa exatamente o tipo de empresa e tecnologia em que buscamos investir, proporcionando-nos acesso estratégico a novas tecnologias, capacidades e talentos”, disse Zaki Fasihuddin, CEO do Tech Fund. “Apoiar empresas jovens e promissoras que estão na vanguarda do desenvolvimento tecnológico nos ajudará a introduzir tecnologia de ponta que fortalece nosso papel de liderança no setor”.

As empresas se beneficiarão de várias maneiras na participação do Volvo Cars Tech Fund. Além da associação com um dos principais fabricantes de automóveis premium do mundo, as startups podem ter a capacidade de validar suas tecnologias e acelerar o ritmo de lançamento de produtos no mercado.

Além disso, as startups podem se beneficiar pela oportunidade de acesso exclusivo da Volvo Cars ao mercado de carros chineses, atualmente o maior da montadora, bem como a possível aproximação à rede global de parceiros automotivos e de tecnologia da empresa sueca.

“A Volvo está na vanguarda do desenvolvimento de veículos autônomos e sua abordagem centrada em segurança para a autonomia está diretamente alinhada com nossas capacidades de detecção”, disse o fundador e CEO da Luminar, Austin Russell. “Nosso LiDAR é o primeiro a oferecer o desempenho necessário que permita uma percepção de longo alcance segura e confiável, necessária para atingir seus objetivos de autonomia em velocidades de rodovia”.

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Aceleradora de Negócios Organica chega ao Rio Grande do Sul

A Aceleradora de Negócios Organica anuncia sua expansão rumo ao Sul do País com a oficialização da sua chegada a Porto Alegre (RS). A nova operação reforça o crescimento da empresa fundada em 2014 por Roni Cunha Bueno e Renato Mendes e tem como objetivo atender à demanda de clientes que buscam criar modelos de negócio vencedores dentro da Nova Economia.

À frente da expansão para a praça está a sócia Luciane Aquino. Ela explica que a chegada ao Rio Grande do Sul foi um movimento natural do mercado. “O mercado de Porto Alegre é muito rico e nós temos sido procurados por muitas empresas com potencial para crescimento na economia digital. Algumas são startups já com tração e que precisam crescer ainda mais rápido, e outras são empresas tradicionais que perceberam que precisam dominar o digital para não perder mercado, mas não conseguem vencer as barreiras culturais para ter sucesso”, comenta Luciane.

No Rio Grande do Sul, a Organica já está trabalhando com as empresas como a Umbler, de hospedagem em nuvem por demanda, Rocket.Chat, plataforma de chat corporativo, e Delivery Center, solução de entregas que integra varejo online e offline.

Em todo País, a aceleradora já auxiliou mais de 40 empresas a crescer, entre elas MaxMilhas (Melhor startup 2017 pela Startup Awards), Méliuz (Melhor startup 2016 pela Startup Awards), Dr. Consulta (Empresa de maior impacto 2017 pela Latam Founders), Banco Votorantim, Mercado Bitcoin, Netshoes, Banco Modal, Banco Olé (Grupo Santander), Oi, Time for Fun, Terra, GetNinjas, Leiturinha, Netfarma, Serasa Experian, Empiricus, Netfarma, e.Bricks Ventures, Dinda, Object Edge, ProntMed, entre outras.

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White label de ERP: conheça 4 vantagens de investir nesta parceria

Por Robinson Idalgo

Empresas de todos os portes estão cada vez mais demandando por tecnologia. Contar com sistemas de gestão passou a ser essencial para empresários que tenham interesse otimizar seu tempo e ganhar vantagem competitiva em relação a concorrência. Contudo, não é simples desenvolver sistemas eficientes. Os recursos humanos são o bem mais precioso de uma empresa de tecnologia e contar com bons profissionais requer um alto investimento – o salário médio de um desenvolvedor é de 5 mil reais. Além de todo o custo com equipamentos e software de desenvolvimento. Por isso, o conceito white label tem se tornado cada vez mais difundido no Brasil e no mundo.

Traduzindo ao pé da letra, white label significa “marca branca”. Este modelo de negócio vem conquistando adeptos por funcionar de uma maneira simples e vantajosa: uma empresa proprietária cria um produto ou serviço e permite que outras companhias comercializem com sua própria marca. Este conceito pode ser aplicado em diversos tipos de negócio, como marcas de roupas que compram as peças prontas e só incluem a sua etiqueta ou grandes redes de supermercados que colocam as suas marcas em produtos alimentícios. No final, todos saem ganhando, pois cada empresa consegue focar em sua atividade fim.

Em tecnologia, os software de gestão e as plataformas de e-commerce têm sido as principais soluções desenvolvidas em white label. E não é à toa que hoje as principais iniciativas aconteçam nesta área. O setor está entre os que mais crescem no Brasil, mesmo em um cenário econômico instável. Estimativas da Gartner apontam um crescimento de 4% no mercado geral de tecnologia do Brasil. Ou seja, se existem um setor no qual se deve investir, é esse!

Por isso, para as pequenas e médias empresas, que dispõem de recursos limitados para investir em pessoas e infraestrutura, contar com um parceiro pode ser a melhor alternativa para ingressar ou se manter nesta área. Destaco a seguir as principais vantagens desta parceria:

QUALIDADE

O primeiro benefício que pode ser ressaltado é a diminuição de falhas no software, já que o sistema é feito por profissionais altamente capacitados e dedicados a essa função. Além disso, na maior parte dos casos, as atualizações são realizadas automaticamente para todos os usuários – tirando mais esta preocupação da cabeça dos empreendedores.

AGILIDADE

Cabe ao vendedor realizar apenas a venda e o treinamento, o que acelera o processo e permite que os projetos sejam entregues com maior rapidez ao cliente final.

REDUÇÃO DE CUSTOS

Além de não precisar investir em profissionais capacitados, com o whitelabel o investimento inicial é baixo – ou até mesmo nulo, cada um define a melhor forma de cobrança – o que aumenta a chance de novos negócios.

COBRANÇA

Ao contar com um sistema whitelabel, o empresário pode definir a melhor forma de cobrar pelo produto final, que possui a sua marca, definindo os valores e formas de pagamento. E em muitos casos a fornecedora do software ainda oferece auxílio com sugestões de ações de marketing.

Além dos pontos ressaltados acima, ainda existem as peculiaridades de cada empresa, como o oferecimento de suporte e aplicativo mobile, por exemplo.

Ao decidir apostar no modelo white label, assim como em qualquer outra parceria, é importante realizar pesquisas de mercado, avaliar reputação, se os custos são vantajosos e quais os recursos oferecidos antes de firmar o contrato. Tomando esses cuidados, os resultados têm tudo para serem positivos.

Robinson Idalgo – criador do sistema de gestão on-line. Mais informações no site: www.revendasoftware.com.br

World FinTechs Report 2018: futuro dos serviços financeiros está na colaboração entre FinTechs e instituições tradicionais

A ascensão das FinTechs[1] continua a revitalizar a jornada dos clientes de serviços financeiros. No entanto, muitas startups perceberam que terão um grande esforço para alcançar sozinhas o sucesso. Com atributos complementares, as FinTechs estão buscando estabelecer uma colaboração simbiótica com as empresas de serviços financeiros tradicionais que uma vez tentaram derrotar, como revela o World FinTech Report 2018 (em livre tradução, Relatório Mundial de FinTechs 2018), realizado em conjunto pela Capgemini e LinkedIn, com colaboração da Efma.

A pesquisa analisou a maneira como as FinTechs estão transformando o mercado, com um maior foco na experiência do cliente a partir da prestação de serviços financeiros que utilizam tecnologias emergentes. Bem como examinou o potencial de relações simbióticas entre FinTechs e instituições financeiras tradicionais, além do iminente papel das BigTechs[2] no setor.

FinTechs impulsionam a revitalização da jornada dos clientes de serviços financeiros

As FinTechs, que inovam com tecnologias emergentes, estão revitalizando a jornada do cliente nos serviços financeiros. A competição e as crescentes expectativas dos clientes estão direcionando as demandas por mais conveniências e personalização. Afinal, as FinTechs estão utilizando os dados dos consumidores para desenvolver ofertas personalizadas e fornecer serviços online mais rápidos, 24 horas por dia e que possam ser acessíveis a partir de qualquer dispositivo.

No entanto, os clientes continuam a apresentar maior confiança nas marcas das instituições tradicionais em comparação com as FinTechs, conforme apurou o World FinTech Report 2018. Mas para garantir o sucesso futuro, as prestadoras de serviços financeiros devem buscar se alinhar continuamente com os objetivos do cliente, manter sua confiança e seguir entregando soluções digitais, ágeis e processos eficientes.

“As FinTechs estão encontrando sucesso ao voltar seu foco totalmente para o cliente, preenchendo as lacunas deixadas pelas instituições tradicionais. Esses gaps abriram portas para as FinTechs, porém a confiança nas empresas tradicionais continua a ser importante para os clientes”, afirmou Penry Price, vice-presidente de soluções de marketing global do LinkedIn.

Oportunidade de colaboração ganha-ganha

Sem o peso de sistemas legados e da cultura tradicional, as FinTechs alavancaram novas tecnologias para responder rapidamente às demandas dos clientes. Na verdade, o World FinTech Report 2018 identificou que mais de 90% das FinTechs afirmaram que a agilidade e o fornecimento de uma experiência aprimorada ao cliente são fundamentais para se obter vantagens competitivas. E mais de 76% citaram sua capacidade de desenvolver novos produtos e melhorar os serviços existentes como iniciativas críticas para o sucesso. Por outro lado, o desafio agora é escalar e criar modelos de negócios financeiramente viáveis. Embora as FinTechs tenham levantado cerca de US$ 110 bilhões desde 2009, a pesquisa apurou que a maior parte delas provavelmente irá falhar se não forem capazes de construir um efetivo ecossistema de parceiros.

Ao mesmo tempo, as instituições financeiras tradicionais estão adotando diversas melhorias no serviço de atendimento ao cliente típicas das FinTech, entretanto mantendo seus pontos fortes, que incluem: gerenciamento de riscos, infraestrutura, competência regulatória, confiança do cliente, acesso ao capital e muito mais. Em resumo: tanto as companhias tradicionais quanto as FinTech têm muito a ganhar com uma relação simbiótica e colaborativa.

“Com mais de 75% das FinTechs identificando como seu principal objetivo de negócios a colaboração, para as instituições tradicionais é essencial que elas e as companhias convencionais estejam abertas a transformar seus modelos de negócios, trabalhando de forma colaborativa para impulsionar a inovação e manter a confiança do cliente”, explicou Anirban Bose, Head da Unidade de Negócios Estratégicos Globais de Serviços Financeiros da Capgemini e Membro do Conselho Executivo do Grupo. “Sem um parceiro colaborativo ágil e comprometido, tanto as empresas tradicionais quanto as FinTechs correm o risco de fracassar”.

Encontrar o parceiro certo é essencial para uma colaboração bem-sucedida

A edição deste ano do relatório identificou que a colaboração será essencial para a promoção do sucesso no longo prazo, tanto para FinTechs quanto para instituições financeiras tradicionais. Uma colaboração bem-sucedida depende de se encontrar o melhor parceiro e o modelo de engajamento mais adequado. No entanto, para desenvolver parcerias sólidas, as empresas terão de superar as barreiras para a colaboração.

De acordo com o World FinTech Report 2018, mais de 70% dos executivos das FinTechs disseram que entre seus principais desafios para colaborar com empresas financeiras tradicionais está a falta de agilidade, enquanto as instituições clássicas perceberam impactos negativos em relação à confiança dos clientes, à marca e à mudança da cultura interna como seus principais desafios.

“Para que este trabalho colaborativo seja bem-sucedido, ambos os conjuntos de empresas precisarão permanecer com mente aberta e manter o foco voltado para a colaboração. As instituições financeiras precisam respeitar a cultura das FinTechs para evitar a perda da agilidade, que é um dos principais ativos que elas trazem para os projetos. O próximo desafio será selecionar a melhor combinação com uma FinTech para, então, colaborar”, disse Vincent Bastid, secretário-geral da Efma.

Olho para a frente: acelerando a colaboração e preparando-se para o futuro

O futuro dos serviços financeiros está tanto nas mãos das FinTechs quanto das companhias tradicionais, com uma complementando os pontos fortes da outra para atender às necessidades dos clientes e redefinir sua jornada. Para ajudar as instituições financeiras a acelerar a colaboração e a promover relacionamentos simbióticos, a Capgemini lançou a ferramenta de certificação ScaleUp, que cria um modelo de colaboração e verificação mútua e incentiva a parceria entre empresas tradicionais e FinTechs. Embora o grande desconhecido seja a disrupção que virá das BigTechs – grandes multinacionais de tecnologia que possuem uma extensa base de clientes – o que está claro é que agora é a hora de FinTechs e empresas tradicionais encontrarem seu parceiro de colaboração correto e, juntos, redefinirem o caminho do sucesso.

Sobre o World FinTech Report 2018

A Capgemini e o LinkedIn, em colaboração com a Efma, desenvolveram o World FinTech Report 2018 com base em uma pesquisa global, que abrangeu respostas de companhias tradicionais de serviços financeiros e FinTechs, incluindo bancos e instituições de crédito, pagamentos e transferências, gestão de investimentos e seguros. As questões foram elaboradas procurando-se obter as perspectivas tanto das FinTech como das instituições de serviços financeiros tradicionais – explorando diversos aspectos e fatores-chave de sucesso para o aprimoramento da jornada do cliente. A pesquisa revelou a evolução do relacionamento entre os operadores clássicos e os agentes da nova era, com foco no ponto de vista das FinTechs, trazendo uma análise que poderá ajudar ambas a alcançar o sucesso comercial.

Para mais informações, explore o site do relatório em www.fintechworldreport.com.

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Plataforma de vídeo recrutamento é selecionada para programa de scaleup da Oracle

A HRTech Jobecam, plataforma de recrutamento e seleção que conecta empresas a candidatos através da tecnologia de vídeo e IA (Inteligência Artificial), é aceita no Programa Oracle ScaleUp. A startup irá trabalhar com o Ecossistema Oracle ScaleUp e suas ferramentas globais.

O objetivo da Jobecam é auxiliar o processo seletivo das empresas, tornando-o ainda mais dinâmico e acessível, além de trazer economia de tempo e dinheiro. Os algoritmos da Jobecam dão “match” e selecionam os melhores candidatos para a vaga.

“Nós queremos revolucionar o mercado HRTech trazendo a acessibilidade da tecnologia de vídeo dentro dos processos seletivos, tanto para empresas como para candidatos”, diz Cammila Yochabell, fundadora e CEO da Jobecam.

O programa global da Oracle para startups tem como missão promover parcerias colaborativas e enriquecedoras para o crescimento da próxima geração e impulsionar inovações baseadas em nuvem para startups em todas as etapas de sua jornada. Para isso, a Oracle disponibilizará para suas startups residentes e não residentes programas que potencializam a inovação tecnológica.

O Oracle ScaleUp Ecosystem foi desenhado para permitir o crescimento em escala de startups maduras, empresas de capital de investimento ou de capital privado. Além disso, o programa permite que a Oracle alcance mais startups, independentemente de sua localização geográfica.

O programa oferece orientações, suporte de P&D, ativadores de marketing e vendas, assistência de migração, créditos e descontos na nuvem e acesso aos ecossistemas de clientes e produtos da Oracle.

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