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Procura por termos de inovação e empreendedorismo aumenta entre brasileiros

O impacto da tecnologia no dia a dia é um caminho sem volta, principalmente pelo legado que está deixando para todos nós. Estamos hiperconectados e lidando com enorme fluxo de informações, somos cercados de termos que antes não eram comuns e com isso, muitas pessoas recorrem aos mecanismos de busca como Google e Bing para se familiarizarem com essas palavras e entenderem o que significam. Pensando nisso, a SEMrush, líder global em marketing digital, apurou quais são as principais pesquisas que os brasileiros tem feito no último ano em relação a este assunto.

Os brasileiros pesquisaram por “O que é empreendedorismo” 187 mil vezes nos últimos doze meses. Enquanto apenas a busca pela palavra chave “empreendedorismo” somou 1,3 milhão de pesquisas no mesmo período. Já a palavra “bootstrap” apresentou um salto de 22,7% no número de buscas, analisando as médias mensais de junho/2018 e maio/2019. No primeiro mês foram 110 mil buscas e no último foram 135 mil. Ao todo, o termo foi pesquisado 1,4 milhão de vezes no último ano.

Outro termo que está em alta é “coworking”, ou seja, compartilhamento de espaço para pessoas trabalharem, que aumentou em 82% o número de buscas, de 40,5 mil em junho do ano passado para 74 mil pesquisas em maio deste ano, totalizando ao longo do último ano 646 mil vezes.

A palavra “startup” foi pesquisada 829 mil de vezes no último ano. Já “o que é startup” tem sido uma crescente busca pelos brasileiros ao longo dos últimos meses, em junho/2018 eram 9,9 mil enquanto em maio deste ano foram 18,1 mil pesquisas, números que representam um aumento de 82,8% quando comparamos os dois meses. No último ano, os brasileiros quiseram saber o que é startup 153 mil vezes.

As buscas “podcast” e “o que é podcast” somam 1,4 milhão de pesquisas no último ano.

Contribuição Assistencial é opcional e não obrigatória

Por Beatriz Daianese, sócia da Giugliani Advogados

A Contribuição ou Taxa Assistencial gera muitas dúvidas para empresários e contribuintes. Esse aporte é mensalmente descontado da folha de pagamento dos colaboradores e nada mais é do que uma contribuição para os sindicatos de determinada categoria de profissionais. Mas, a verdade é que além de ser uma cobrança opcional, alguns sindicatos cometem a ilegalidade de exigir o seu pagamento.

Por que ilegalidade? A resposta é simples: poucos sabem que não é obrigatório e que há a possibilidade de cancelamento. Em nossa legislação encontram-se duas contribuições devidas pelos empregados ao seu sindicato, a Contribuição Sindical, prevista no artigo 8º, inciso IV, da Constituição Federal, e a Contribuição Assistencial, prevista no artigo 513, alínea e, da Consolidação das Leis do Trabalho, e nas convenções coletivas. A Contribuição Sindical é devida apenas pelos empregados sindicalizados e o pagamento é compulsório. Já a Contribuição Assistencial é devida pelos empregados filiados ou não, mas o seu pagamento é opcional.

Ao inverterem o exercício do direito dos empregados em relação ao pagamento da Contribuição Assistencial, os sindicatos desrespeitam a legislação. Enquanto o correto seria o trabalhador interessado em contribuir depositar o valor para o seu sindicato, os sindicatos obrigam que todos empregados paguem a contribuição, ressalvando-lhes o direito de oposição.

Para o empregado que não quer contribuir e prefere não ser descontado, basta que ele envie uma Carta de Oposição ao sindicato, com aviso de recebimento, no prazo de dez dias, contados da publicação da convenção coletiva; e, depois, apresentar ao empregador o aviso de recebimento, para que ele não efetue o desconto.

É essencial que todas as empresas tenham a precaução de informar todos os seus funcionários e colaboradores que se eles não apresentarem a Carta de Oposição enviada ao Sindicato, terão o desconto da Contribuição Assistencial. Esta conduta resguardará os direitos da empresa em eventuais processos trabalhistas futuros que reclamem o desconto indevido das referidas contribuições.

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A evolução das empresas com a indústria 4.0

O conceito puro da indústria 4.0 (ou quarta revolução industrial) ainda é bastante distante de muitas empresas no mundo, porém temas como manufatura aditiva, inteligência artificial, internet das coisas, sistemas ciberfísicos e outras tecnologias relacionadas ao assunto estão no centro das discussões quando se trata do futuro da manufatura, tanto quando analisados os recursos técnicos (máquinas e equipamentos) quanto os humanos.

Num país como o Brasil, que perdeu posições no cenário global em produtividade e competitividade nos últimos anos em função das crises político-econômicas e da escassez de investimentos no setor, a quarta revolução representa uma importante oportunidade de retomada do crescimento com a redução dos custos industriais.

Segundo Emerson Narciso — diretor industrial da Hercules Motores Elétricos —, essa visão de futuro é fundamental para as empresas na atualidade: “Por isso, na nossa companhia, trabalhamos para otimizar a utilização dos nossos recursos visando o aumento da competitividade e produtividade. Isso implica dar continuidade na implantação do Lean Manufacturing e de softwares de gestão das informações na fábrica”.
“Para implementar o conceito da indústria 4.0, precisamos assegurar que os fluxos estejam bem definidos e que tenham sido reduzidas as fontes de desperdício. Por isso estamos focados no processo de melhoria contínua baseados nos conceitos do Lean Manufacturing”, explica.

Para Emerson, outro ponto importante é a análise em tempo real das informações na fábrica: “A informação é um bem que tem alto valor em qualquer empresa no mundo atual e na Hercules Motores Elétricos não é diferente: já dispomos de programas que nos ajudam a verificar em tempo real as informações para tomada de decisão na fábrica, tais como eficiência, controle de paradas, qualidade dos lotes produzidos, entre outras. Nos estudos para definição técnica dos novos investimentos, já estamos considerando que as máquinas venham preparadas para essas novas tecnologias”.

“Alinhada aos nossos valores, a evolução contínua dos nossos profissionais é um pilar importante para esse movimento rumo à quarta revolução, por isso temos colaboradores que estudam detalhadamente esses conceitos para inseri-los em nossa fábrica”, destaca.

O diretor explica que a Hercules Motores Elétricos está também avaliando, com frequência, novas políticas públicas que venham a fomentar a implantação de inovações tecnológicas por meio de programas de investimento e financiamento exclusivos para esse fim.

“Esta é, com certeza, uma jornada sem volta, de extrema necessidade para a redução dos custos industriais e aumento de nossa competitividade, e que todos os gestores da manufatura deverão estar atentos para não ficarem de fora desta nova onda mundial”, finaliza Emerson Narciso.

Nestlé abre plataforma piloto de blockchain para consumidor rastrear a cadeia de suprimentos

A Nestlé abrirá novos caminhos na transparência da cadeia de suprimentos através de uma parceria com o OpenSC – uma plataforma inovadora de blockchain que permite aos consumidores rastrear sua comida de volta à fazenda. Por meio da parceria, anunciada hoje, a Nestlé se torna a primeira grande empresa de alimentos e bebidas a divulgar que pilotará a tecnologia blockchain aberta dessa maneira. O anúncio faz parte da jornada da Nestlé em direção à total transparência.

Fundada pelo WWF-Austrália e pelo Boston Consulting Group Digital Ventures, o OpenSC desenvolveu uma plataforma que dará a qualquer pessoa, em qualquer lugar, acesso a dados de sustentabilidade e cadeia de suprimentos que podem ser verificados de forma independente.

O programa piloto inicial irá rastrear o leite de fazendas e produtores na Nova Zelândia para as fábricas e armazéns da Nestlé no Oriente Médio. Mais tarde, a tecnologia será testada usando óleo de palma proveniente das Américas. Esses pilotos permitirão à Nestlé entender como o sistema é escalável. “Queremos que nossos consumidores tomem uma decisão informada sobre sua escolha de produtos, ou seja, escolher produtos produzidos com responsabilidade. A tecnologia Open Blockchain pode nos permitir compartilhar informações confiáveis com os consumidores, um caminho acessível”, destaca Magdi Batato, vice-presidente executivo e head de Operações da Nestlé.

A Nestlé vem testando a tecnologia blockchain desde 2017, em especial com a IBM Food Trust. Em abril, ela deu aos consumidores acesso a dados de blockchain pela primeira vez, através do purê Mousline, na França. O blockchain permite o registro da origem e destino de um produto, desde a produção até a chegada ao consumidor final, de forma inalterável.

“Essa tecnologia blockchain aberta permitirá que qualquer pessoa, onde quer que esteja, avalie nossos números e informações de fornecimento responsável”, explica Benjamin Ware, diretor global de Fornecimento Responsável da companhia. “Acreditamos que é mais um passo importante para a divulgação completa de nossas cadeias de fornecimento, anunciada pela Nestlé em fevereiro deste ano, elevando o nível de transparência e produção responsável globalmente”, conclui.

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Região Amazônica ganha programa para desenvolvimento de empreendedorismo local

Com o objetivo de desenvolver o ecossistema de empreendedorismo da região Amazônica, a Softex (Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro) e a Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA), anunciam a entrada em operação do Programa Prioritário de Empreendedorismo Inovador (PPEI).

Abrangente em sua proposta, ele tem também entre suas metas principais implementar programas e ações de educação empreendedora; fomentar o empreendedorismo na graduação, na pós-graduação e a capacitação de professores; realizar ações de incentivo à ideação e prototipação e preparar empresas para atuação em inovação aberta.

O PPEI é uma iniciativa do Comitê das Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento na Amazônia, inserido na área de P&D da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA), ligada ao ministério da Economia. Responsável pelas políticas de fortalecimento do Polo Industrial de Manaus (PIM) e de estímulo ao desenvolvimento de sua área de atuação, a SUFRAMA identifica potencialidades regionais e cria condições para transformá-las em oportunidades de negócios.

“Por meio do PPEI, as empresas beneficiadas pela Lei de Informática na Zona Franca de Manaus e na Amazônia Ocidental poderão quitar de forma segura e sem complicações a obrigação legal de investir, no mínimo, 5% de seu faturamento bruto em P&D e ainda participar ativamente do desenvolvimento de projetos personalizados beneficiando o ecossistema local”, explica Ruben Delgado, presidente da Softex.

Delgado, que apresentou o plano e projeto de atuação para Amazônia Ocidental no 1◦ Seminário de P,D&I/2019 – SUFRAMA realizado no último dia 26, em Manaus, acrescenta que a entidade já atua na região executando programas como BNDES Direto 10, Inova Manaus, Brasil mais TI, Empreendedoras Digitais, Conecta Startup Brasil, TechD e Brasil IT+. O executivo destaca ainda dois projetos que já estão sendo conduzidos no âmbito do PPEI: um programa de Edutech para preparar as empresas para a inovação aberta (open innovation) e outro voltado para pessoas com deficiência auditiva.

A região de atuação da SUFRAMA, que inclui os estados do Amazonas, Acre, Roraima e Rondônia, possui um ambiente de forte potencialidade industrial, viabilizando investimentos em programas de inovação capazes de aproveitar recursos humanos qualificados e de incrementar a competitividade da produção local, contribuindo assim para o seu desenvolvimento econômico e social.

No PPEI, a Softex trabalhará no desenvolvimento do ecossistema local por meio do mapeamento e análise das necessidades latentes da região, na realização de desenvolvimento e no patrocínio de ações junto à comunidade local, grupos de pesquisa, Instituições de ensino, ICT’s e demais representantes do ecossistema de inovação e de empreendedorismo da região. Outro ponto importante de atuação está centrado na formação de professores e na transformação de pesquisa aplicada em produtos.

Para Alcimar Marques de Araújo Martins, superintendente adjunto de planejamento e desenvolvimento regional da SUFRAMA, “a nova gestão não tem medido esforços na transformação econômica da Amazônia Ocidental e o Programa Prioritário de Fomento ao Empreendedorismo Inovador será acompanhado de perto e fiscalizado pela equipe com o objetivo de cumprir as entregas e manter todo o investimento na região de forma a aumentar a sua competitividade”.

“Nosso DNA está totalmente alinhado à proposta da SUFRAMA de promover o desenvolvimento econômico e social da região e, por consequência, do Brasil”, explica o deputado federal Marcos Pereira (PRB/SP), presidente do Conselho de Administração da Softex, lembrando que a entidade atua há mais de 20 anos no desenvolvimento, promoção e fomento da Indústria Brasileira de Software e Serviços de TI por meio de programas estruturantes, projetos, ações e atividades de fomento ao setor de TICs, Educação, Empreendedorismo e Inovação, sendo desde 1993 coordenadora do Programa Prioritário do CATI do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Coinovação é a chave para a evolução das empresas

Por José Renato de Mello Gonçalves, VP da Orange Business Services na América Latina

Os gastos anuais em pesquisa e desenvolvimento corporativos em todo o mundo aumentaram 11% no ano de 2018, chegando a US$ 782 bilhões em investimentos no período, de acordo com análise feita pela PwC. Apesar de números tão expressivos, a inovação entrou na agenda de algumas empresas há pouco tempo. As organizações passaram a adotar uma abordagem estruturada do conceito e, muitas vezes, competir para estabelecer quem inova mais.

A melhor maneira de colaborar com o momento que o mercado atual apresenta é optando por coinovar. Isso deve ser feito por meio da parceria clara entre empresas, funcionários e, principalmente, clientes. Inclusive, mais e mais empresas estão estabelecendo parcerias de coinovação não somente com clientes, mas também com universidades, fornecedores, startups e, até concorrentes.

Quando um cliente ou parceiro te procura, eles estão buscando mais do que um fornecedor. A meu ver, os clientes chegam à empresa com problemas e necessidades que precisam resolver, mas, muitas vezes, não sabem exatamente qual o melhor caminho para fazê-lo. Estas companhias precisam de pares para caminhar com eles até a raiz de seus problemas. Portanto, é válido dizer que a coinovação é umprocesso que precisa ser intenso, avaliando e entendendo desde o princípio as necessidades de negócio da empresa, para então, em conjunto, chegarmos a uma solução.

Trocar informações sobre os desafios, as necessidades dos clientes finais, de produtos e serviços desde os primeiros contatos, faz com que o cliente sinta um senso de propriedade e comprometimento de quem está contratando. Isso ajuda a construir uma relação de parceria forte, duradoura e valiosa.

A empresa que lidero possui vários projetos nesse sentido e estamos completamente imersos nesse conceito. Em um deles, ela co-desenvolveu um sistema de monitoramento de combustível baseado em IoT com um operador de frota de pesca. Essa solução otimiza o consumo de combustível e ajuda a evitar sua utilização não autorizada, o que traz uma economia significativa para o cliente, já que cerca de metade dos custos operacionais de uma embarcação estão relacionados ao combustível. Mas, mais do que trazer benefícios para o cliente, essa solução também foi responsável por gerar novas perspectivas e habilidades para nós. O que nos torna mais capazes de antecipar e atender às necessidades de outros clientes nos mais diversos setores.

Coinovar é sinônimo de um mercado inteiro sendo impulsionado e estimulado positivamente. Ao unir forças com outras empresas, é possível que surjam ideias relevantes e que possam se tornar a base de novos produtos e serviços.

Um programa de coinovação pode evoluir para uma parceria permanente, com todas as partes desempenhando um papel no atendimento ao cliente final, e bom para todos. O que vejo é que, mais do que simplesmente a vontade, para que isso ocorra, é necessário entender a jornada de dados de todo o ecossistema, os fluxos de trabalho e a segurança de todos os elementos desse novo ambiente de negócios.

Para fazer isso, é importante estarmos atentos à inovação – pesquisar para compreender o cenário dos maiores polos de inovação do mundo, estar presente nestes locais e criar laboratórios de inovação dedicados à pesquisa e desenvolvimento. É preciso também incentivar ativamente uma cultura de inovação nos funcionários, criando uma estrutura que ajude a trazer as melhores ideias para a empresa.

Coinovar é mais do que simplesmente ter novas ideias. A coinovação deve ser parte do DNA da empresa. Ela se torna parte fundamental de seu crescimento, em um momento que é exatamente isso que o mercado pede.

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Aprimoramento dos materiais é crucial para transformação da indústria têxtil e de confecção

Conhecida como uma das indústrias mais resilientes do mercado, o mundo da moda segue se reinventando. Sob o tema o “Fim das fronteiras: da criação ao consumo”, a quarta edição do Congresso Internacional Abit acontecerá em 22 e 23 de outubro, em Minas Gerais.

O primeiro painel debaterá sobre a “A transformação através dos materiais” com o objetivo de abordar sobre a disseminação, o desenvolvimento e as aplicações de fibras, fios e novos materiais capazes de integrar funcionalidades e propriedades físicas, químicas e biológicas, com usos em diferentes finalidades.

Para Paulo Coutinho, gerente do Instituto Senai de Inovação em Biossintéticos (Senai Cetiqt) e um dos integrantes desse debate, a exploração da biodiversidade brasileira para o desenvolvimento de novas fibras naturais, artificiais e sintéticas é primordial para o crescimento do país e, se feita de modo correto, pode trazer benefícios e um diferencial competitivo para as empresas brasileiras no mercado global.

“É importante avaliar essa vantagem, identificando o que funciona ou não no Brasil. O ponto de partida é considerar as reservas, materiais e aplicações que poderiam ser direcionados”, diz Coutinho.

O especialista acredita que as fibras sintéticas e novas funcionalidades que podem surgir com o avanço tecnológico aplicado a elas, partindo de uma visão sustentável, são as principais tendências mundiais. Coutinho destaca, ainda, que o uso das fibras funcionalizadas vai além do setor têxtil: “Pode beneficiar a agricultura, energia, construção civil e até mesmo a indústria automobilística. Você desenvolve materiais a partir de fibras, sejam elas artificiais, naturais ou sintéticas para dar características e funcionalidades totalmente novas para diferentes aplicações”.

O especialista relata que, dentre as fibras funcionais, já existem tecnologias de controle da temperatura corporal, repelentes de mosquitos e, até mesmo, que não pegam fogo. “Já se fala, inclusive, no desenvolvimento de fibra que pode ser usada para a coleta de energia, seja por vibração ou solar”, declara.

O painel acontecerá durante o primeiro dia do evento, às 10h30, e conta com a participação de Carlos H. Gonzalez, diretor do setor de fibras da América Latina na Wood Mackenzie; e Raul Frangueiro, criador da Plataforma Internacional Fibrenamics, professor associado e pesquisador na Universidade do Minho.

O Congresso Internacional Abit conta com a parceria estratégica do Senai Cetiqt e apoio da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG). Os patrocinadores são: Rhodia Solvay Group, Vicunha, Abrafas, Cedro, Hering, Honda Tar Adovgados, Trützschler, Dohler, Paramount, Unifi, Alpina Têxtil, Cia Industrial Textil, Dini Têxtil, Jolitex, Lunelli, Marcel Phillippe, Saltorelli, Sancris, SCMC e Tear Têxtil.

Para acessar a programação completa, basta acessar o link www.congressoabit.com.br/programacao

Congresso Internacional Abit 2019

Data: 22 e 23 de outubro

Local: Simultâneo ao Minas Trend

Informações: www.congressoabit.com.br/

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O engajamento de equipes na era da transformação digital

SAMSUNG CSC

Por Enio Klein, CEO da Doxa Advisers

A transformação digital está ligada ao futuro do trabalho. Isto é inexorável. A chamada era da automação, capitaneada pela inteligência artificial, fomenta toda uma nova onda de modelos de negócio diferenciados, novas oportunidades de trabalho e avanços econômicos sem precedentes na história. Podemos afirmar que a chamada era digital representa uma ruptura com o passado e certamente exigirá novas competências e atitudes diferentes.

Uma das principais atitudes a serem trabalhadas é o engajamento. O ADP Research Institute conduziu, em 2019, uma pesquisa global sobre o assunto e a conclusão é desoladora: em média, somente 16% da força de trabalho está compromissada e completamente engajada em suas atividades junto às organizações para as quais trabalham. O resultado preocupa, pois, como sabemos, engajamento possui uma relação direta com desempenho.

Dois pontos parecem ser as causas raiz deste problema e ambas estão relacionadas com características tipicamente humanas: cultura organizacional e maior (ou menor) atenção ao desenvolvimento humano, tais como feedback, capacitação pessoal e profissional, e, principalmente, lidar com desejos e expectativas. Mas esta situação pode mudar, se alterarmos a maneira de entender a organização. Mais do que um sistema complexo em que os colaboradores são meramente componentes, as empresas são metáforas da organização humana, onde o trabalho em equipe é fundamental para que os resultados possam ser obtidos.

Exatamente neste ponto é onde a diversidade assume um papel de fundamental importância. A experiência individual é realçada quando agregada a outras experiências, independentemente da idade (geração), do gênero, da base cultural ou outra forma qualquer de classificar os indivíduos. A soma de competências e experiências é benéfica, principalmente se vivenciada em condições ou perspectivas diferentes. A mescla é positiva. É preciso que as lideranças enxerguem que o binômio competência e diversidade é fundamental para o crescimento, e comecem a trabalhar isso em suas empresas de forma orgânica, natural. Não imposta ou por uma questão de imagem. Mas porque é um bom negócio.

O cenário da transformação digital pressupõe o trabalho em equipes cada vez mais flexíveis e com capacidades diversas, trazendo inúmeras oportunidades de inclusão. Por outro lado, é necessário que se tenha atenção redobrada com os movimentos que o mercado está fazendo. Por exemplo, um relatório recente da Mackinsey Global Institute chamado “O futuro da mulher no trabalho: transições na idade da automação”, mostra oportunidades de inserção que podem mudar o perfil do trabalho da mulher nas próximas décadas, como o surgimento de novas funções. O relatório conclui que, se participarem desta transição, mulheres poderão entrar no caminho de atividades mais produtivas e melhor remuneradas.

Pessoalmente, creio que a transformação digital traz oportunidade de inclusão, não só de gênero, em “proporções quânticas”. Muito mais significativas e factíveis que o progresso discreto que a gente vê com políticas, métodos e mobilizações atuais. O trabalho em equipe, neste novo cenário tecnológico e de plena colaboração, é a “sopa primordial para o desenvolvimento do ambiente profissional das próximas décadas. Pense nisso e mãos à obra!

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Super Bots Experience reúne líderes acadêmicos e do mercado para debater impacto dos bots nas relações humanas e de consumo no Brasil

Durante dois dias, o Super Bots Experience, evento organizado por Mobile Time, debaterá o futuro dos bots no Brasil e o impacto das novas tecnologias de comunicação automatizada e da Inteligência Artificial sobre as relações humanas e de negócios. O evento acontece nos dias 7 e 8 de agosto no WTC, em São Paulo, reunindo membros da academia e líderes do mercado para oferecer uma ampla programação que inclui painéis, palestras, apresentação de casos de uso.

Do lado dos acadêmicos, a definição de princípios éticos no desenvolvimento de soluções com inteligência artificial é um dos principais temas do Super Bots Experience, que convidou um cientista, uma juíza federal e um professor de direito para o debate. Marcelo Finger, chefe do departamento de ciência da computação e professor titular de inteligência artificial do IME-USP, conduzirá a palestra com o seguinte título: “O que se leva para casa quando se compra inteligência artificial?” Depois dele, será a vez de Eduardo Magrani, advogado, professor da FGV e da PUC-Rio, e autor do livro “Entre Dados e Robôs”, para falar sobre a importância da definição de princípios éticos para a inteligência artificial. A juíza federal do TRF-2 e coordenadora do instituto New Law, Isabela Ferrari, falará sobre como evitar que algoritmos reproduzam preconceitos.

Essas três palestras serão precedidas por um painel sobre laboratórios de inovação no Brasil, com as presenças confirmadas de Emmanuelle Oliveira, gerente de soluções de IA e integração com atendimento do Banco do Brasil; Ivan Patriota, diretor executivo do CESAR Labs; Ricardo Prates, gerente de mobile e inovação da SulAmérica; e Vicente Goetten, diretor do Totvs Labs.

Do lado dos líderes do mercado estão presentes Àngel Trujillo, country manager da Inbenta no Brasil; Daniel Wildt, diretor de tecnologia da Zenvia; Eduardo Henrique, CEO da Wavy; Marcelo Pugliesi, CEO da Hi Platform; e Roberto Costa, CEO da Take, participando do painel de abertura sobre tendências, perspectivas e desafios do mercado nacional de chatbots por algumas das empresas que estão pavimentando o futuro desse serviço no País.

Ao longo da programação, diversas outras palestras e apresentações de casos de uso de interesse dos executivos e profissionais das áreas de atendimento, marketing, desenvolvimento de negócios e TI das mais variadas verticais com projetos envolvendo bots em bancos, seguradoras, varejistas, operadoras de telecomunicações, agências de publicidade e call centers. Fornecedores de soluções de bots e de inteligência artificial também apresentarão suas novidades. A agenda completa e mais informações sobre o evento estão disponíveis em www.botsexperience.com.br, ou pelo telefone 11-3138-4619, ou pelo e-mail eventos@mobiletime.com.br.

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Em expansão, fintech Bcredi abrirá 50 vagas em Curitiba e São Paulo

A Bcredi – fintech especializada em crédito com garantia de imóvel – está crescendo rapidamente e abrirá até setembro processo seletivo para 50 vagas de trabalho em Curitiba (PR) e em São Paulo (SP). Do total, dez posições já estão abertas. Serão selecionados profissionais com perfil técnico que possuam experiência nas áreas de crédito imobiliário, tecnologia da informação, comercial, recursos humanos e vendas. Mais informações sobre as vagas em http://bcredi.gupy.io/.

“Iniciamos nossas operações em 2017, com 20 pessoas, e terminamos 2018 com 48. Atualmente, nosso quadro já conta com 103 colaboradores”, diz Maria Teresa Fornea, CEO da Bcredi. O crescimento do time vem para acompanhar a rápida expansão do negócio.

“Nossas projeções são ambiciosas. Queremos quadriplicar nossa operação, chegando a 120 milhões em originação até o final de 2019”, diz Maria Teresa. Muito além de metas desafiadoras do negócio, esses números representam capital de giro aplicado, dívidas quitadas, negócios abertos e estímulos sobre mercados que vão além do imobiliário.

No portal http://www.bcredi.com.br/ os usuários podem fazer simulações sobre crédito imobiliário. O investidor pode trocar uma dívida pesada por um crédito saudável, aplicar na própria empresa, abrir uma franquia ou ainda usar os recursos para construir ou reformar.

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4º Fórum Brasileiro de Fidelização traça panorama do mercado e discute futuro

A Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (ABEMF) realiza, em 17 de setembro, no Hotel Unique, em São Paulo, a quarta edição do Fórum Brasileiro de Fidelização. O evento tornou-se o principal ponto de encontro dos profissionais do mercado de fidelidade no país, desde seu início em 2016.

Durante o encontro, a Associação receberá um público de diferentes setores, como varejo, indústrias, bancos, companhias aéreas, entre outros, que enxerga na fidelidade uma oportunidade para desenvolver ou estreitar o relacionamento com clientes.

Entre os temas abordados na programação deste ano estarão os desafios e tendências do segmento de fidelidade no Brasil e no mundo, além de discussões sobre a jornada do consumidor, personalização de ofertas para clientes e CRM (Customer Relationship Management), bem como as aplicações e impactos para o setor da implementação da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

Para mais informações sobre o evento, acesse: www.forumfidelizacao.com.br. Inscrições estarão disponíveis em breve.

4º Fórum Brasileiro de Fidelização

Data: 17 de setembro (terça-feira).
Local: Hotel Unique (Av. Brigadeiro Luís Antônio, 4.700 – Jd. Paulista/SP).
Horário: das 9h às 17h.
Valor do ingresso: Serão vendidos em breve no site do evento.
Realização: ABEMF.
Organização: GS&MD.
Site: www.forumfidelizacao.com.br

TOTVS abre 30 vagas para desenvolvedores de software

A TOTVS, líder brasileira no desenvolvimento de software de gestão, anuncia a abertura de 30 vagas para desenvolvedores ADVPL (Advanced Protheus Language) de todos os níveis, para atuar nas SQUAD’s dos módulos de entradas, contas à pagar, contas à receber, controladoria, TSS, fiscal, TAF fiscal e TAF e-social.

O Protheus é o sistema de gestão mais utilizado do país e contribui com a digitalização de milhares de negócios. Para fazer parte desse time de desenvolvedores, os diferenciais são, além da paixão por códigos, ter perfil analítico, ensino superior completo em áreas relacionadas à tecnologia e conhecimentos e vivência em regras de negócios de ERP. O conhecimento do sistema Protheus não é uma exigência.

Os novos 30 contratados terão como posto de trabalho a sede da empresa, localizada na Zona Norte de São Paulo. O prédio da TOTVS, inaugurado em 2017, foi inspirado nas companhias do Vale do Silício, tem 65 mil m² e recebe mais de 4 mil pessoas por dia.

A estrutura conta com diversas áreas comuns de convivência, como salas de jogos, macrokitchens e espaços abertos de trabalho, que contribuem para integração entre áreas e equipes. Os interessados devem se inscrever para as vagas pelo site: https://totvs.gupy.io/jobs/46321

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