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iZettle lança máquina de pagamentos contactless no Brasil

A iZettle, fintech sueca líder em meios de pagamentos na Europa, acaba de anunciar o lançamento da funcionalidade contactless no Brasil. A partir de junho, todas as máquinas de pagamentos comercializadas pela empresa contam com a tecnologia de proximidade. Com foco no pequeno e médio empreendedor, a fintech pretende popularizar a modalidade no país com as novas máquinas na modalidade mPos.

De acordo com Maria Oldham, CEO da iZettle no Brasil, a maior adesão do uso da tecnologia reflete consequentemente no aumento de pagamentos eletrônicos em substituição ao dinheiro em papel, o que gera benefícios financeiros, redução de custos operacionais e crescimento econômico. Por isso, inclusive, o incentivo das instituições financeiras. “Acreditamos que a tecnologia contactless é uma oportunidade de digitalizar bilhões de transações de baixo valor, melhorando a experiência do consumidor, além de redução de custos operacionais para os estabelecimentos. A iZettle traz para o Brasil uma tendência mundial e oferece tecnologia para pequenos e médios empreendedores inovarem em seus negócios”, afirma Oldham.

Contactless, ou tecnologia NFC (Near Field Communication), é a alternativa de pagamento móvel apenas pela proximidade do cartão de débito ou de gadgets, como relógio e celular, de uma máquina de cartão – sem a necessidade de digitar senha para compras de até R$50,00. Apesar de estar disponível desde 2013, a tecnologia ganhou mais força a partir de 2017 com o investimento de bandeiras de cartões. De acordo com Oldham, é importante que o mercado tome conhecimento da tecnologia e incentive sua implementação. “As transações por proximidade são simples, seguras e ainda mais rápidas do que as que utilizam o chip. Queremos levar a tecnologia para todo o país contribuindo no posicionamento do Brasil como um polo de inovação na América Latina”, destaca a CEO.

A importância da teoria do tripé da análise de risco no e-commerce

Por Tom Canabarro, co-fundador da Konduto

O e-commerce continua em franco crescimento no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), as lojas virtuais devem atingir um volume de vendas de R$ 79,9 bilhões em 2019 – um aumento de 16% em relação ao ano passado. Com isso, é necessário que os varejistas estejam cada vez mais atentos às questões relacionadas à segurança das transações on-line.

Entre os profissionais do e-commerce, no entanto, ainda é comum o pensamento de que basta contratar um antifraude para resolver os problemas – no caso, ter zero fraude. Só que isso não é o ideal, e o motivo está no que chamamos de teoria do tripé da análise de risco no e-commerce. Segundo ela, a gestão da área de risco será bem sustentada se três métricas estiverem bem equilibradas: chargebacks, falsos positivos e vendas legítimas.

Na maioria das vezes, os chargebacks ocorrem quando a loja precisa estornar uma compra feita pela internet de maneira fraudulenta. Desta forma, como ficam com o prejuízo de uma transação feita com um cartão de crédito clonado, por exemplo, é natural que os varejistas busquem manter este índice o mais baixo possível.

Por outro lado, ao adotar uma postura muito conservadora de análise com o intuito de zerar as fraudes, o sistema antifraude toma ações severas que podem dificultar o processo de compra não só do fraudador, mas também dos clientes, o que derrubaria o faturamento do e-commerce.

O falso positivo, segunda “perna” do tripé, está justamente relacionado a isso. Ele acontece quando um pedido é cancelado pelo antifraude por ser considerado suspeito, mas na verdade estava sendo feito por um cliente legítimo. Neste cenário, o varejista também está deixando de ganhar dinheiro.

A quantidade de chargebacks e de falsos positivos é fundamental para determinar a posição da terceira métrica do tripé, que são as vendas legítimas. Afinal, uma loja virtual pode até não sofrer nenhuma fraude, mas neste caso ela paga um preço muito alto por isso – a taxa de aprovação e o total de vendas caem consideravelmente, em decorrência dos falsos-positivos. Ao colocar tudo na balança, nota-se que buscar um índice de chargeback igual a zero implica em negar muitas vendas boas, o que descompensa o tripé.

A fórmula para montar este tripé varia conforme o e-commerce, dependendo de fatores como setor, preços dos produtos, riscos, margens, etc. Mas um antifraude será de fato eficiente se conseguir equilibrar altas taxas de aprovação diante do menor risco possível, sem simplesmente barrar toda compra considerada suspeita.

Fintechs de crédito crescem ajudando empresas que sofrem com fluxo de caixa

De acordo com um estudo do US Bank, cerca de 82% das pequenas empresas encerram suas operações por conta de problemas no fluxo de caixa. E dois terços das empresas afirmam que este é o principal problema para se manterem ativas. Em contrapartida, 80% dos comerciantes afirmam que, caso pudessem fazer transferências em tempo real – o que incluem empréstimos online, teriam um incremento em seu fluxo de caixa.

Chamadas de fintechs, as startups voltadas ao mercado financeiro são conhecidas por facilitar a vida de milhões de clientes. Em 2018, elas já eram mais de 10 mil, segundo a ABStartups. Seu grande diferencial é a simplificação dos trâmites para conseguir crédito por meio de empréstimos.

Conheça três fintechs de crédito:

Adianta

Fundada em 2016, a Adianta foca em antecipação de recebíveis para pequenas e médias empresas. Dentre seus diferenciais estão a agilidade na concessão de crédito, com resposta em tempo real e sem burocracia, e taxas de juros e tarifas mais baixas em relação a instituições financeiras tradicionais. Em dois anos de operação, a startup recebeu pedidos de cerca R$ 120 milhões em crédito e recebeu investimento de fundos como Yellow Ventures, OsherTech, 42K Investimentos e DGF Investimentos.

Grupo Sifra

Com 25 anos de história, o Grupo Sifra oferece soluções de crédito com agilidade, inovação, tecnologia e um atendimento próximo e diferenciado aos seus clientes. A instituição oferece adiantamento de recebíveis, capital de giro, domicílio bancário, linha de crédito simplificada e cessão de coobrigação. A empresa também foi a pioneira no uso de aplicativos móveis, proporcionando aos seus clientes mais agilidade em suas operações.

Peak Invest

Criada no início de 2018 pelos empresários Leonardo Coelho, Marcio Berger e Diego Pereira, a Peak Invest é uma fintech de crédito que une investidores a empreendedores que necessitam de empréstimo. Por meio do formato “Peer to Peer lending”, a startup permite e opera transações entre pessoas físicas e jurídicas sem a necessidade de um banco como intermediário, propiciando taxas de juros mais justas para tomadores de crédito e melhor rendimento para aplicadores.

Pesquisa revela que cadastro digital impacta na retenção de clientes de bancos digitais

Os bancos digitais refletem a necessidade do consumidor atualmente: agilidade, segurança e um processo totalmente digital, sem a necessidade da presença em uma agência. Essa tendência ficou evidente em uma pesquisa sobre processo de cadastro digital, o onboarding, realizada pela Cantarino, empresa especializada em comunicação e marketing de relacionamento para o setor financeiro, encomendada pela idwall, plataforma de soluções tecnológicas de reconhecimento de fraudes de identificação e documento. De acordo com o levantamento, os bancos com melhores notas no onboarding são também os que o usuário está mais disposto a permanecer com o serviço.

A pesquisa analisou também a expectativa do usuário para o tempo de aprovação. A maioria está disposta a esperar apenas 4 horas para serem aprovados: 42,6% gostaria de esperar até uma hora e 13,2% até quatro horas.

“O resultado da pesquisa reflete o que percebemos diariamente com nossos clientes: agilidade e segurança fazem toda a diferença no cadastro de serviços digitais. Além de impactarem diretamente na experiência com a marca, estão ligadas também à retenção do cliente, fundamental para qualquer negócio” explica Lincoln Ando, CEO e co-fundador da idwall.

O público da pesquisa foi escolhido de acordo com o perfil de usuários de bancos digitais, sendo 48,5% de 18 a 29 anos, 41,2% entre 30 e 49 anos e 10,3% acima de 50 anos; 61,8% pertencem à classe B, 10,3% à classe A e 27,9% à classe C. A proporção entre homens e mulheres foi a mesma. Para fazer a análise, os entrevistados passaram pelo processo de cadastro nos principais bancos digitais do mercado.

Para ter acesso ao material completo, acesse ranking.idwall.co/

T-Systems Brasil tem novo CTO

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, acaba de anunciar a nomeação de Leonardo Volkmar como CTO (Chief Technology Officer) da companhia. O executivo ingressou na empresa há 10 anos e, nos últimos cinco anos, ocupou a posição de Head de Specialized Sales.

Com mais de 20 anos de experiência na área de TI, Volkmar se destaca pelo forte conhecimento tecnológico e sólida experiência junto aos clientes da T-Systems no Brasil. Em muitos deles, ele foi o responsável pelo desenvolvimento da estratégia técnica e dos modelos comerciais utilizados durante a fase de pré-vendas. Por sua atuação, este ano Volkmar passou a integrar o Top Performance Club da T-Systems International.

Na nova posição, o executivo será o responsável por atuar em frentes como a criação e definição da uma estratégia tecnológica que abranja as unidades de negócio da empresa, atenda às expectativas do mercado e esteja alinhada aos objetivos de negócio da companhia e seus principais parceiros. Em outra frente, deverá dar suporte à evolução do portfólio destas unidades, priorizando a inovação.

Por fim, Volkmar deve atuar como o interlocutor tecnológico para clientes e o mercado, com o objetivo de difundir a estratégia digital da T-Systems. “A ideia principal é reforçar o posicionamento da T-Systems como empresa inovadora e pronta para suportar a evolução dos modelos de negócio de seus clientes utilizando novas tecnologias e modelos de trabalho, através de um ecossistema de soluções e parceiros tecnológicos”, afirma o executivo.

Fintech de pagamentos por aproximação ATAR cresce com cartão e conta digital

As grandes operadoras globais de cartões elegeram o pagamento por aproximação como carro-chefe para expandir seus negócios. O avanço da modalidade abriu caminho para o crescimento de empresas especializadas na tecnologia contactless. É o caso da startup catarinense ATAR. A empresa, que lançou a primeira pulseira de pagamentos por aproximação da América Latina, recentemente se tornou parceiro tecnológico da Mastercard na criação de cartões pré-pagos promocionais contactless para eventos esportivos.

A ATAR apresentou sua pulseira de pagamentos ao mercado em 2016, quando não havia outro acessório semelhante no país, nem era comum realizar uma compra usando o celular. A ATAR band era vista como uma promessa revolucionária. Hoje, três anos depois, os usuários do wearable – como são chamadas as tecnologias adotadas como acessórios de vestir – já realizaram pagamentos por aproximação em mais de 9.000 estabelecimentos diferentes no Brasil e em outros 15 países.

“A ATAR band foi protagonista da maior pré-venda de um produto brasileiro de tecnologia na época, com mais de 1.000 unidades encomendadas”, conta Orlando Purim Junior, diretor executivo da ATAR. “A ideia era tão inovadora que as pessoas queriam ter acesso antecipado à pulseira, apoiando o projeto ao comprá-las mesmo sem pronta entrega”.

Para desenvolver o produto, a ATAR contou com nomes de peso. A Mastercard se tornou a bandeira da ATAR band, permitindo que a pulseira fosse aceita em estabelecimentos comerciais em mais de 200 países. Já a Edenred Soluções Pré-Pagas, que se adaptou para atuar com pagamentos por aproximação, virou o emissor.

“Essas empresas apostaram no contactless e nos wearables de pagamento quando ainda eram uma promessa. Agora que esse segmento ganha tração, temos uma solução robusta pronta para atender o mercado”, diz Purim. Para Alfredo Bernacchi, diretor geral da Edenred Soluções Pré-Pagas, a tendência é de expansão. “Emitimos dispositivos de pagamento por aproximação pela primeira vez com a ATAR. A modalidade dá agilidade ao processo de compra, permitindo que a transação seja até dez vezes mais rápida do que com outros meios”.

Parceria com a Mastercard

O pioneirismo e a expertise em contactless levaram a ATAR a ser escolhida pela Mastercard para parceria durante alguns eventos esportivos que a operadora patrocina. Entre maio e junho, mais de 9.500 cartões pré-pagos promocionais com a tecnologia de pagamentos por aproximação da fintech foram distribuídos a clientes da Mastercard. Também foram entregues 500 pulseiras de pagamento da ATAR, personalizadas para a Mastercard, a torcedores, executivos e influenciadores.

Esses cartões tinham um crédito de R$ 15 e as pulseiras da ATAR, de R$ 30. Para usar o recurso, válido até 31 de julho de 2019, era preciso ativá-los por meio da conta digital e do aplicativo ATAR pay. “Nos empenhados em assegurar comodidade, operacionalizando back-office, tesouraria e atendimento”, diz Mike Allan Pellin, diretor de operações da ATAR.

Ganhando corpo

A ATAR band funciona por meio da tecnologia NFC (transmissão de dados sem contato). Após adquirir a pulseira, o usuário deve baixar o aplicativo ATAR pay (disponível para iOS e Android), criar uma conta digital (Conta ATAR pay) e fazer a ativação do produto. Para realizar pagamentos, é preciso depositar recursos na Conta ATAR pay, o que pode ser feito com cartões de crédito, TED ou boleto bancário emitido no próprio aplicativo. A ATAR band é aceita em toda a rede contactless da Mastercard, presente em 85% das maquininhas no Brasil.

Entre cartões e pulseiras, a ATAR emitiu mais de 17 mil dispositivos de pagamento nos últimos 12 meses. Instituições financeiras como o banco Bradesco e a cooperativa Sicredi se tornaram clientes corporativos da fintech. Neste ano, até maio, o volume de depósitos na conta digital ATAR pay cresceu 146% em relação ao mesmo período de 2018. “Acreditamos que estamos fazendo a diferença para a disseminação dos pagamentos por aproximação no país”, afirma Purim. Os pagamentos por aproximação já podem ser feitos em cerca de 4.500 cidades brasileiras.

Pivot no modelo de negócio

Fundada em Timbó, cidade de 43 mil habitantes no interior de Santa Catarina, a ATAR nasceu focada no desenvolvimento de wearables de pagamento. A empresa foi uma das selecionadas para participar da primeira turma do InovaBRA, programa de inovação criado pelo banco Bradesco, em 2015, quando o modelo da ATAR band foi testado e aprovado. Até o momento, a empresa recebeu cerca de R$ 1 milhão em aportes, entre investimentos anjo e equity free (sem envolver participação societária).

Diante da resposta dos clientes à ATAR band, os executivos perceberam que havia uma oportunidade de ajuste no modelo de negócio da empresa. Com o tempo, a base de usuários se diversificou. “Notamos que muitos clientes se consideravam mal atendidos pelos bancos”, diz Pellin. Ao mesmo tempo, a forma de usar a solução também evoluiu. “Os clientes estavam usando a Conta ATAR pay para finalidades que não tínhamos previsto, como guardar dinheiro, pagar mesada, rachar a conta com os amigos ou fazer cobranças”.

A startup, então, decidiu democratizar o acesso à conta digital. Até o ano passado, só tinha acesso à ATAR pay quem comprasse a pulseira de pagamentos. Em maio de 2019, os dois foram desvinculados – agora, é possível aderir à conta digital sem ter a pulseira. Os resultados estão aparecendo. Neste ano, até maio de 2019, o número de novas contas foi o dobro das abertas em 2018 inteiro. “Começamos com o ‘tech’, mas resolvemos agregar o ‘fin’. Com a conta digital podendo ser aberta por qualquer pessoa, hoje somos oficialmente uma ‘fintech’, empresa dedicada à tecnologia para a área financeira”, conclui Pellin.

A conta digital ATAR pay não tem taxa de manutenção e nenhum custo para depósito. Deve ser lançado também o Cartão ATAR, cartão pré-pago internacional, com a bandeira Mastercard, sem cobrança de anuidade. Em fase de teste, o cartão permitirá fazer saques no Brasil e no exterior, além de pagamentos em mais de 40 milhões de estabelecimentos no mundo.

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ABRINT 2019 supera número de visitantes e expositores de anos anteriores e divulga novos conselheiros

A ABRINT (Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações) encerrou, na última sexta-feira (07/06), a 11ª edição do Encontro Nacional de Provedores, o maior evento do setor na América Latina. Neste ano, o evento contou com o maior número de participantes desde sua primeira edição, em 2009. No total, o Encontro contabilizou mais de 200 expositores e mais de 8 mil visitantes, representando, em ambos os casos, um aumento de mais de 30% em relação a 2018.

“A quantidade de provedores existentes no Brasil é única no mundo. Justamente por isso, o Encontro Nacional, realizado pela ABRINT, se torna cada vez mais importante, servindo como um espaço e oportunidade para que os provedores façam networking e conheçam as novidades do mercado, tanto em termos de produtos e serviços quanto em relação à legislação e regulamentação”, afirma Breno Vale, presidente do Conselho de Administração da ABRINT.

O Encontro Nacional da ABRINT reúne todo o ecossistema próprio do segmento de provedores, desde fabricantes de equipamentos até empresas de consultoria e serviços. Também estiveram presentes atendendo o público na feira, entidades como o Nic.Br e a ANATEL, que pelo terceiro ano consecutivo participa da feira e leva técnicos de diversas áreas para prestar orientações aos provedores.

Em três dias, o evento reuniu ainda mais de 90 palestrantes que puderam levar seus conhecimentos por meio de 4 salas de palestras – uma plenária principal e três salas auxiliares. A ABRINT tem procurado mesclar temas de grande interesse da pauta regulatória, como o leilão das faixas de 5G e a insegurança tributária que ainda paira sobre o segmento, com temas relacionados ao dia a dia das empresas como vendas, marketing e gestão de negócios.

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Co.W. Coworking Space e Anprotec firmam parceria

O Co.W. Coworking Space, ecossistema de compartilhamento de estações de trabalho que visa criar condições favoráveis à cultura da inovação, assina nesta quinta-feira, 27 de junho, a partir das 10h, um acordo de parceria com a Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores). O evento que marca o início da parceria será realizado na Unidade Berrini do Co.W., em São Paulo.

O objetivo do acordo é a cooperação entre as partes para a promoção de ações que fomentem negócios entre as empresas residentes no Co.W e as associadas à Anprotec, além do desenvolvimento do ecossistema de inovação a partir destas novas oportunidades de negócios e de aprendizado, networking e benchmarking. Dentre as premissas da parceria, estão: divulgações de ações promovidas por ambas as partes, como projetos, eventos e editais, além de benefícios exclusivos aos agentes representados pelas instituições.

“Estamos sempre abertos às possibilidades de estabelecer parcerias que tenham sinergia com a nossa proposta de ser um espaço de compartilhamento voltado à inovação”, comenta Renato Auriemo, sócio-diretor do Co.W. “O acordo com a Anprotec se realiza nesse contexto e estamos entusiasmados com as possibilidades de resultados concretos que podem surgir a partir dessa parceria”.

Já o presidente da Anprotec, José Alberto Sampaio Aranha, destaca que o acordo deve ampliar o acesso de seus associados a oportunidades de networking e à participação em eventos, além da possibilidade de utilizar a infraestrutura do Co.W., entre outras vantagens.

“Estamos muitos satisfeitos com essa parceria. A partir da próxima semana, os associados da Anprotec terão acesso, em São Paulo, a um espaço de trabalho estruturado, com a oportunidade de um proveitoso networking e de participar em eventos da comunidade Co.W., o que pode gerar consistentes leads de negócios. Trata-se do Hub Anprotec no Co.W. Berrini”, completa Sampaio Aranha.

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Debate sobre futuro da educação reúne Viviane Senna, João Kepler e executivos do Google e LinkedIn em São Paulo

O LIDE FUTURO, plataforma de conteúdo, experiência e networking para jovens lideranças, recebeu mais de 300 convidados no LIKE THE FUTURE, maior evento do grupo, que abordou a temática do futuro da educação no país. Presidente do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna, foi a responsável por introduzir dados atuais sobre a realidade brasileira, destacando a onerosidade na qualidade de serviços educacionais públicos. O debate principal ficou a cargo dos executivos do Google, Alexandre Campos, LinkedIn, Ana Claudia Plihal, Vereda, Danilo Costa, e EF Education First, Eduardo Santos, que contou com a mediação de Guilherme Junqueira, CEO da Gama Academy.

João Kepler, da Bossa Nova Investimentos, líder absoluta do segmento na América Latina, conduziu quatro pitches entre startups que prometem revolucionar o setor de educação no Brasil, trazendo insights e apresentando tendências às lideranças e filiados presentes. “Acreditamos que muitos dos nossos próximos investimentos poderão ser destinados às empresas do LIDE FUTURO. Com a parceria, queremos potencializar nossa busca pelas melhores oportunidades para estarmos próximos não apenas dos empreendedores, mas também de quem investe com o objetivo de educar e fomentar esse mercado”, comenta o executivo.

Sócia e CEO do LIDE FUTURO, Laís Macedo ressalta a importância de colocar o assunto em pauta, trazendo a experiência e a mentalidade dos principais líderes do mercado, sempre promovendo um rico debate e uma intensa troca entre os convidados do grupo. “Essa é a hora de discutir o atual momento do Brasil e buscar maneiras de oferecer soluções reais às pessoas no âmbito educacional, tão importante e defasado nos dias de hoje”, enfatiza.

Para o fundador e presidente da Vereda, debater sobre o futuro da educação é o primeiro passo para a transformação das próximas gerações. “É preciso entender que o futuro é agora para evoluir com propósito e agilidade. Afinal, o problema da educação é o grande desafio do Brasil e ela precisa ser atualizada urgentemente. A Vereda nasceu com a missão de atualizar o sistema educacional brasileiro e tornar a educação de qualidade uma realidade em nosso país”, conta ele.

Ainda durante o evento foi possível experimentar a sensação de pilotar um carro de Fórmula 1 com narração do campeão mundial brasileiro Ayrton Senna por meio de realidade virtual.

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Startups demonstram tecnologia inovadora na ISC Brasil

Um grupo de startups demonstrará tecnologias inovadoras na 14ª Feira e Conferência Internacional de Segurança (ISC Brasil), que acontece entre os dias 25 e 27 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo. A expectativa é que o evento receba mais de 18 mil visitantes, movimentando cerca de R$ 800 milhões em negócios. Neste ano, o evento conta com um crescimento de 31% no tamanho e volume de marcas presentes em relação ao ano anterior.

Entre as empresas presentes na “ilha” montada especialmente para startups está a Findme, originária de Natal (RN), que desenvolveu um software de gestão inteligente para ajudar empresas de segurança patrimonial no maior controle, eficiência e qualidade em seus serviços, possibilitando maior força de mercado e evolução em todo o setor. Em 11 meses de aceleração, a Findme saltou de uma carteira de um para 100 clientes, transferindo a sede para a São Paulo.

Outro destaque é a Aeroscan, uma startup que utiliza drones para fazer ronda de empresas e condomínios. A solução envolve uma plataforma de gerenciamento de múltiplos drones que permitem a criação de missões e rondas automatizadas, enviando as coordenadas e transmitindo a imagem para uma central de controle em tempo real. Além disso, a plataforma trabalha com APIs, o que possibilita a integração com qualquer central de monitoramento.

Os visitantes também podem ver o aplicativo desenvolvido pela startup sueca Sectech, que é voltada para empresas e tem como foco a comunicação em momentos de emergência. Por meio do aplicativo em smartphones, é possível alertar sobre qualquer incidente como assaltos, tiroteios, enchentes ou incêndios.

Congresso ISC Brasil

A 14ª edição da ISC Brasil traz em sua programação o Congresso ISC Brasil. Com uma grade focada na atualização profissional e capacitação técnica, o evento apresentará conceitos inovadores, tecnologias e recursos da indústria do segmento para aplicação de soluções integradas de segurança eletrônica, patrimonial e privada, pública e digital. No total, serão mais de 150 horas de conteúdo de alta qualidade e impacto no mercado de segurança brasileiro.

14ª edição ISC Brasil

Mais de 18 mil visitantes são esperados na 14ª ISC Brasil. Com a presença de mais de 150 expositores, a feira deve movimentar mais de R$ 800 milhões em negócios.

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Multiculturalismo: a engrenagem das empresas globais

Por Alessandra Albino, coordenadora de Recursos Humanos da PayU

Pode parecer pouco funcional criar um time de trabalho com integrantes de diversos países. Os desafios são facilmente reconhecidos: distância, fuso horário, idiomas, costumes e valores diferentes ou até mesmo divergentes. Meu conselho: vire a chave! Descontrua esse paradigma, que tem forma de fronteira, e veja como sua empresa pode se transformar. Como podemos falar em inovação quando ainda temos receio da mudança?

A palavra inovar, aliás, surgiu da ideia de romper padrões e a tecnologia vem ajudando nesse processo, principalmente quando existem pessoas de diferentes países na mesma organização. Um dia é possível que você esteja na África em uma conferência com um europeu. No outro, você, sul-americano, está falando em inglês com um asiático. Essas interações de equipes multiculturais têm o potencial de serem mais criativas devido à variedade de informações, ideias e perspectivas que seus integrantes podem apresentar, contribuindo muito para os negócios.

Porém, manter essa interação entre funcionários alocados em outros países e, muitas vezes, com horários de trabalho completamente diferentes, não é tão simples. As relações multiculturais precisam ser assistidas e cuidadas por profissionais preparados. Hoje, com inúmeras tecnologias disponíveis, é possível conectar pessoas a quilômetros de distância e proporcionar aos colaboradores interações simultâneas, como treinamentos internos por conferência, cursos online, reuniões e até armazenamento e compartilhamento de dados e documentos em comum.

É claro que, para isso acontecer, é necessário que as empresas tenham as ferramentas necessárias, como computadores e rede de internet de alta qualidade e meios de comunicação eficazes e únicos, tanto para conversas entre um grupo, como para comunicados globais, que devem ser feitos ao mesmo tempo para todas as filiais. Além disso, a corporação precisa ter um institucional bem definido, deixando muito claro para seus empregados sua missão, visão e valores. Assim, evitam-se conflitos, pois os colaboradores contratados identificam-se com a cultura organizacional e agem, internamente, de acordo com ela, o que chamamos de Seet Cultural.

Interagir com diferentes culturas pode ser um aprendizado diário e muito rico, por exigir empatia, respeito às diferenças e resiliência. Mas não só isso, essa proximidade também demanda alguns requisitos intelectuais que devem ser incentivados e viabilizados pela empresa, como falar inglês ou outro idioma em comum, entender a cultura para evitar erros e direcionar as ações de trabalho de forma estratégica, como num acordo comercial internacional. Esta relação beneficia os profissionais, que ficam mais preparados para adversidades na vida pessoal e também para o mercado de trabalho.

Pode parecer complexo, mas equipes multiculturais são capazes de capitalizar os benefícios da diversidade, provando, por si só, a sua importância dentro do contexto organizacional. Ainda, acredito que essa é a maneira mais genuína de inovar, pois pontos de vista diversos trazem possibilidades inusitadas. Uma organização é reflexo do que são os seus colaboradores e se você deseja ser uma empresa global, não se limite às fronteiras territoriais para buscar e desenvolver seus parceiros de trabalho e aproprie-se da tecnologia para virar a chave e transformar a sua empresa.

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Delta expande embarque via reconhecimento facial opcional para novos aeroportos beneficiando mais clientes

No próximo mês, a Delta Air Lines (NYSE: DAL), em parceria com a U.S. Customs and Border Protection (CBP), a autoridade da alfândega dos Estados Unidos, o Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson de Atlanta (ATL), o Aeroporto Internacional de Minneapolis-Saint Paul (MSP) e o Aeroporto Internacional de Salt Lake City (SLC) implementará o sistema de embarque via reconhecimento facial opcional no Terminal E em ATL, MSP e SLC, expandindo a tecnologia para 49 novos portões de embarque e todos os voos internacionais.

Isso significa que os clientes com voo direto para um destino internacional da Delta e suas parceiras podem usar a tecnologia de reconhecimento facial para embarcar nesses aeroportos. E, se algum cliente não quiser usar o novo sistema, basta avisar o agente e fazer o embarque seguindo o procedimento normal, usando o cartão de embarque e o passaporte.

“Já estamos vendo melhorias na medição da satisfação dos clientes que se deslocam pelo aeroporto de Atlanta. A expansão do sistema de reconhecimento facial no embarque permite que mais clientes aproveitem esse processo fácil e rápido, um passo importante no nosso plano de implementação de reconhecimento facial em nossos hubs em todo o país, definindo a experiência para o setor”, disse Gil West, diretor de operações da Delta. “Na Delta, temos o melhor pessoal da aviação, e uma tecnologia como essa garante mais tempo para que eles ajudem os nossos clientes.”

A expansão do sistema para o aeroporto de ATL E complementa a experiência biométrica desde a entrada até o embarque dos passageiros internacionais do aeroporto. Com base em pesquisas recentes realizadas por terceiros com clientes no terminal F do ATL:

– 70% deles gostaram da experiência de usar o sistema de reconhecimento facial desde a entrada até o embarque

– 72% deles preferem reconhecimento facial ao embarque padrão

– 93% dos clientes não tiveram problemas ao usar a tecnologia no embarque

Além disso, menos de 2% dos passageiros optaram por não usar o sistema e a CBP tem uma taxa de acerto superior a 97%. Essa tecnologia pode economizar em média nove minutos no processo de embarque em uma aeronave de fuselagem larga, ou dois segundos por cliente, quando comparada ao embarque tradicional.

“Com a tecnologia de reconhecimento facial, tiramos uma foto e comparamos com fotos de passaporte, substituindo o processo de comparação manual”, disse John Wagner, vice-comissário assistente executivo de operações em campo da CBP. “Com base em anos de testes e parceria com a Delta, a expansão trará uma experiência de viagem mais eficiente para um número maior de passageiros, além de atender aos requisitos federais de verificação de passageiros internacionais em vigor desde 1996.”

A expansão da opção de reconhecimento facial com o sistema Delta Biometrics é o próximo passo após o lançamento do primeiro terminal biométrico nos Estados Unidos e a experiência desde a entrada até o terminal no DTW, resultado de vários anos de testes opcionais de reconhecimento facial com a CBP nos aeroportos de ATL, DTW e JFK. Além disso, a companhia testou o autosserviço biométrico de despacho de bagagem em MSP para clientes internacionais. A Delta também testou o embarque biométrico no Aeroporto Nacional Ronald Re agan, em Washington, e lançou o check-in biométrico opcional em todos os Delta Sky Clubs domésticos, com o suporte da Delta Biometrics.

Nos últimos anos, a empresa se tornou líder do setor em várias soluções para clientes, como controle de bagagem por sistema RFID, check-in automático e rastreamento de bagagem pelo aplicativo móvel Fly Delta, além da aliança entre setores que fornecerá aos clientes uma experiência de conectividade superior na cabine, estações de verificação automatizadas mais eficientes e de alta tecnologia, aplicativo inovadorque ajuda os pilotos da Delta a evitar turbulência e garantir voos mais confortáveis. A Delta foi nomeada uma das empresas mais inovadoras do mundo pela Fast Company por dois anos consecutivos, subindo para a segunda posição entre as empresas de viagens deste ano.

Quer saber mais sobre como esta tecnologia funciona? Confira este gráfico.