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5 motivos que geram estresse nos profissionais e como gerenciar

Um ambiente de trabalho muito competitivo ou de muita pressão pode ocasionar situações que deixem os colaboradores estressados, prejudicando o rendimento e a motivação. “O nosso autoconhecimento é muito importante nesses casos, já que sabemos do nosso potencial, das habilidades e até que ponto podemos chegar e contribuir para a empresa”, afirma Elen Souza, assessora de carreira da Catho

Elen listou os cinco motivos mais comuns de estresse entre os profissionais e como gerenciá-lo.

1 – Acúmulo de funções

Algumas empresas têm o quadro de colaboradores reduzido, devido a crise que assolou o Brasil nos últimos anos, ou por sua estrutura mais enxuta, e com isso algumas pessoas acumulam mais funções dentro da organização.

Como lidar: Para a pessoa que está se sentindo sobrecarregada, a dica é fazer uma lista do que precisa, por ordem de relevância e prioridade. Outra alternativa é conversar com o líder direto, para organizar o dia a dia e discutir o melhor formato de trabalho. Paralelo a isso, no período da manhã e à tarde, é importante reservar um tempo entre 10 ou 15 minutos para tomar um café e descansar um pouco a mente.

2 – Resultados imediatos

Cada vez mais, as empresas buscam talentos que possam entregar resultados imediatos, o que acaba deixando o colaborador pressionado e, consequentemente, estressado.

Como lidar: Apesar da pressão, o profissional precisa entender qual seu papel na entrega dos resultados e tentar equilibrar a vida profissional com a pessoal, não deixando que essas cobranças prejudiquem sua saúde. Não levar trabalho para casa também é importante – é necessário descansar a mente e corpo.

3 – Aprender a lidar com frustrações

As frustrações dentro de uma empresa podem ser diárias: a meta não conquistada, a promoção que não veio, entre outras. Isso pode ser estressante e desgastante para o profissional.

Como lidar: O autogerenciamento é importante para aprender a lidar com as frustrações na vida pessoal e profissional, além disso, é essencial utilizar cada momento como aprendizado e criar planos de ação para situações futuras. E caso isso esteja atrapalhando o rendimento ou até mesmo influenciando de forma negativa fora do trabalho, é aconselhável conversar com familiares e amigos, ou até mesmo, procurar ajuda profissional.

4 – Falta de comunicação

Um grande problema das organizações é a falta de comunicação entre os gestores e os colaboradores, isso pode gerar uma insegurança sobre qual o melhor formato de trabalho, dúvidas sobre o que é esperado do profissional e seu futuro dentro da empresa.

Como lidar: Para vencer esse problema é necessário estabelecer uma relação de confiança dentro da empresa, além de conversar de forma transparente com superiores, pares e colegas de trabalho. Pedir um feedback periódico para o gestor, caso isso não ocorra, também é extremamente positivo.

5 – Relacionamento interpessoal

No ambiente corporativo, e fora dele, temos de lidar com diferentes opiniões, pontos de vista, e ideais, mesmo que, muitas vezes a diferença seja tão grande que acaba provocando situações desagradáveis.

Como lidar: É importante trabalhar a empatia, aprender a escutar, entender que cada pessoa é diferente e aproveitar isso de forma positiva.

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5 dicas para atração e contratação mais eficaz

Com a taxa de desemprego do Brasil a 12,9% (IBGE), a concorrência pelas vagas abertas aumenta e, com tanta oferta, nem sempre é fácil escolher o profissional que melhor se adeque ao cargo. Pensando nisso, a equipe de Hunting da Organica, empresa que lidera o crescimento acelerado de negócios, separou cinco dicas para uma contratação mais eficaz dentro do contexto da Nova Economia.

Para o time da aceleradora, o conhecimento do perfil da empresa é um dos principais pontos para garantir uma contratação satisfatória. “Conseguimos utilizar a imersão no negócio para trazer os profissionais mais adequados em competências técnicas e comportamentais, com perfil mais aderente à cultura do crescimento exponencial”, explica.

1- Investir em “Employer Branding”: Trata-se da reputação da marca como empregadora, como lugar para se trabalhar. Sua empresa é reconhecida por oferecer ao colaborador um bom equilíbrio entre vida pessoal e profissional? O ambiente gera desenvolvimento?Os colaboradores são ouvidos? Quaisquer que sejam os atributos, eles precisam ser bem claros para atrair profissionais que tenham compatibilidade com a sua empresa.

2- Trabalhar a autenticidade: Uma empresa autêntica é aquela que transparece seus valores no dia-a-dia. Mostre aos candidatos a realidade do seu ambiente de trabalho e assim atrairá profissionais que serão felizes atuando no seu negócio.

3- Conheça o perfil dos profissionais que deseja atrair: Os profissionais da Nova Economia são pessoas mais críticas em relação às posições que buscam. É necessário respeitar a busca por propósito desse público e oferecer diferenciais que estão além das questões financeiras. O propósito não precisa ser necessariamente grandioso, mas ter significado para o colaborador que a empresa deseja atingir.

4-Usar bem os canais de divulgação: Uma boa divulgação de uma vaga passa pelo entendimento do perfil de cada canal. É importante conhecer as opções disponíveis e construir uma estratégia de divulgação de acordo com o perfil de profissional que se pretende atrair.

5- Identificar o “fit cultural” : Quando um colaborador se identifica com a cultura e os valores da empresa todos saem ganhando. Com sentimento de vínculo, o funcionário se sente motivado e produz um trabalho de qualidade para a empresa. Essas características devem ser bem avaliadas no momento do processo de seleção do profissional.

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Por que investir em mulheres?

15 CEOs, 13 países e uma única casa em São Francisco, Califórnia!

Por Tatiana Pimenta, fundadora e CEO da Vittude

No final de abril deste ano fui selecionada para participar de um concorrido programa de imersão no Vale do Silício realizado pela Blackbox, organização de alcance global, sem fins lucrativos, que tem por objetivo fomentar o empreendedorismo mundial, por meio de projetos focados em fundadores de startups de todos os continentes.

O BlackBox é um programa de residência e eu tive a oportunidade de participar da edição 22, exclusiva para CEOs mulheres. Durante 15 dias fomos 15 empreendedoras, 13 países, 6 continentes e uma única casa. Sem sombra de dúvidas, a experiência mais rica que já tive, seja profissionalmente, seja pessoalmente. Conviver com pessoas com um potencial intelectual de alto nível, culturas e bagagens diferentes proporcionou uma troca de conhecimento em “modo hard”.

Um dos grandes parceiros da Blackbox é o Google for Entrepreneurs. Eles contribuem com o programa distribuindo bolsas para empreendedores indicados pelo próprio Google ou por parceiros da sua rede. No meu caso, tive a indicação da Startup Farm e do Campus São Paulo, e tive a honra de ser beneficiada com uma bolsa. Para empreendedores que não foram indicados por nenhum parceiro, o programa demanda um investimento de U$15mil.

Durante o programa gravei algumas lives, registrando momentos importantes e aprendizados obtidos em minha página no Facebook e hoje escrevo esse artigo, em mais detalhes, para compartilhar aprendizados enquanto empreendedora.

Participação das mulheres no ecossistema global de startups

Uma das primeiras convidadas na primeira semana do programa foi a Gené Teare, Head de conteúdo da Crunchbase, plataforma que reúne informações de startup em early stage até empresas da Fortune 1000. Em uma roda de conversa, falamos sobre os desafios de empreender em tecnologia sendo mulher, razões para termos uma edição do Blackbox exclusivas para mulheres e falamos sobre alguns números reais.

De acordo com o Crunchbase, apenas 18% das startups têm uma mulher no seu quadro de fundadores. E esse número segue estável desde 2012. O primeiro grande obstáculo das mulheres é receber investimento para suas startups. Apenas 3% de todo capital de risco mundial é direcionado para empresas fundadas por mulheres, conforme podemos observar na imagem abaixo.

Eis que uma pergunta paira no ar: como mudar isso? E entra em cena programas como o BlackBox, onde 35% das alumnis são mulheres e onde todo ano, uma das turmas é exclusiva para female founders. Já no primeiro dia compreendi a importância do apoio mútuo, o papel de mulheres que já alcançaram o sucesso e hoje se posicionam como investidoras.

Nesse sentido, a Astia Angels, faz um trabalho espetacular. A tese de investimento deles é que a empresa seja fundada por mulheres. Eles são agnósticos com relação a setores, modelos de negócios ou geografia. Na primeira semana tivemos um jantar com um grupo de investidores da Astia e, ao final do evento, a única coisa pedida foi: quando vocês fizerem um exit, juntem-se a nós e invistam em mais mulheres.

Também ficou clara a necessidade de haver mais mulheres trabalhando em fundos de investimento, os conhecidos Venture Capitals. Ainda são exceções a mulheres que assinam cheques para rodadas de investimento Series A, B e C em diante.

O objetivo da imersão

A imersão é necessária para tirar as participantes do status quo. Ela faz com que as pessoas pensem fora da caixa e explorem suas melhores ideias, em um ambiente seguro e de apoio de outras empreendedoras. Sem competição, onde cada uma de nós pode mostrar seu melhor e realmente gerar valor para o grupo. Nesse período, realmente me permiti ficar mais ausente da Vittude e aproveitar ao máximo cada apresentação, palestra, mentoria e oportunidade de networking. Tive a oportunidade de conhecer pessoas de fundos como Sequoia, Kleiner Perkins e Goldman Sachs e falar da minha empresa com brilho nos olhos.

Trago na mala muitos aprendizados, que ainda precisarão ser compartilhados em mais e mais artigos. Esse foi apenas uma pequena parte! Muito se falou sobre cultura empresarial, liderança, como escolher o sócio correto, recrutar os melhores talentos e como se destacar na adversidade, mesmo quando você se sente vulnerável.

Um estudo do Boston Consulting Group e da MassChallenge, uma rede de aceleradoras de startups, descobriu que das 350 empresas analisadas, a média de startups fundadas por mulheres recebeu US $ 935.000 em financiamento. Isso é menos da metade dos US $ 2,1 milhões concedidos em média às startups fundadas por homens no estudo.

No entanto, as startups fundadas por mulheres tiveram um desempenho melhor do que suas contrapartes masculinas em termos de receita, arrecadando US $ 730.000 em um período de cinco anos versus US $ 662.000 para os homens. Quando você processa os números, isso significa que essas empresas administradas por mulheres estão retornando 78 centavos por dólar, em comparação com 31 centavos para os homens.

Imagine o que aconteceria se conseguíssemos atrair mais investimentos? Com certeza haveria mais geração de empregos e mais valor adicionado para a economia global. Fica a certeza do quanto precisamos incentivar mais mulheres a ousarem, arriscarem e criarem negócios incríveis.

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Mobilidade e a revolução das insurtechs

Por Henrique Mazieiro

Nos últimos 30 anos, o mundo vem passando por uma grande revolução tecnológica. Prova disso é o advento da mobilidade, que através de dispositivos como os smartphones, notebooks e tablets, permite que agora estejamos conectados o tempo todo. Hoje, utilizando essas ferramentas, conseguimos acessar notícias em tempo real, trabalhar e resolver burocracias em poucos clicks.

Porém, alguns anos atrás todas essas facilidades eram bem limitadas. Quem nunca precisou salvar documentos naquele disquete de 3,5 polegadas ou esperou horas para se conectar na internet discada? Em apenas 20 anos evoluímos desse cenário lento e instável para a era da alta velocidade.

Agora, estamos vivendo uma transformação em que tudo que anteriormente precisava ser instalado para funcionar, está migrando para a nuvem. E esse avanço cada vez maior da tecnologia está mudando a forma como realizamos praticamente tudo: compras, fotos, pesquisas, pagamentos.

Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada em 2016 revelou que dobrou o número de acessos à internet sem o uso de computadores. Isso porque muitas pessoas que até pouco tempo não tinham acesso às redes, hoje estão conectadas através dos smartphones. Se pensarmos que o Brasil tem atualmente 220 milhões de celulares inteligentes ativos e 209 milhões de habitantes, temos mais de um celular por pessoa. Ou seja, o futuro com certeza será 100% móvel.

E foi refletindo e acompanhando todas essas mudanças que o mercado de seguros vem desenvolvendo novas soluções que buscam atender as necessidades desses novos clientes digitais. As insurtechs, inclusive, chegam justamente para suprir antigas ineficiências do setor com o uso da tecnologia. Aqui na Planetun, por exemplo, criamos produtos que levam mais agilidade e praticidade aos consumidores, melhorando a sua experiência. Como é o caso dos aplicativos web, que trazem uma série de vantagens, e não precisam ser instalados no celular, ocupando espaço da memória. Todo o processo é feito através de tokens (e-mail, SMS e chats), ou seja, estamos falando de mais autonomia, comodidade e segurança.

Com todos os benefícios e avanço da mobilidade, o mercado segurador, assim como todos os demais setores, também vem se adaptando a essa nova era digital. O uso das novas tecnologias não somente traz vantagens para os usuários finais, como também inova processos antigos, aumentando os ganhos e reduzindo os custos.

Portanto, acredito que esse cenário será o padrão de agora para o futuro. De um lado, o mercado implementando tecnologia em seus processos e, de outro, os consumidores ganhando com a mobilidade, já que resolver um problema que antes era tão burocrático, como contratar um seguro, agora pode ser feito na palma da mão.

Henrique Mazieiro é diretor executivo e sócio fundador da Planetun, insurtech que desenvolve soluções disruptivas para o mercado de seguros e automotivo.

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Adria Candido assume diretoria de Operações e Gestão de Clientes da CSU.Contact

A CSU.Contact, Unidade especializada na prestação de serviços contact center, anuncia Adria Candido como sua nova Diretora de Operações e Gestão de Clientes.

Graduada em Ciências da Computação e com MBA em Marketing pela FGV e Gestão Empresarial pelo Institute Business School, Adria possui sólida experiência em operações de tele atendimento, relacionamento com cliente, suporte técnico e processos de transformação digital, adquirida em passagens por empresas como HapVida, Atento, Grupo Contax e Oi/Telemar.

“Estamos vivenciando um novo momento de ascensão e crescimento. Venho dar continuidade à implementação da nova estrutura da área de operações da CSU.Contact e espero contribuir com essa evolução levando cada vez mais melhorias de processos e qualidade ao relacionamento da companhia com seus clientes”, afirma a executiva.

A chegada da nova diretora, que se reporta diretamente ao CFO da CSU, Ricardo José Ribeiro Leite, reforça o posicionamento da companhia como empresa líder no mercado brasileiro de prestação de serviços de tecnologia voltadas ao consumo, relacionamento com clientes e processamento de meios eletrônicos de pagamento.

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Cloud é realidade para compliance fiscal

Por Eric Carvalho e Roberto Caetano, Gerentes de Desenvolvimento de Software da SYNCHRO

As mudanças da legislação tributária, impostas pelo Fisco, sempre causam impactos para os contribuintes brasileiros. Nos últimos anos, depois que a Receita começou a exigir um volume de informações cada vez maior, esse cenário piorou ainda mais. Para entender melhor do que estamos falando, é preciso conhecer alguns números. Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), foram editadas em média 46 novas normas tributárias por dia, ou 1,92 normas por hora, toda estrutura criada pelas companhias para atender a burocracia do Fisco, consome em média 1958 horas por ano, e para piorar, no Brasil, 1 a cada 200 colaboradores trabalham na área fiscal.

Assim sendo, as empresas que buscam alcançar a conformidade tributária e reduzir o risco de atuações da Receita, têm no Cloud o seu grande aliado. Para atender as exigências do Fisco, a adoção da nuvem pode ajudar as empresas que pretendem alcançar a conformidade fiscal. Por meio de uma estratégia de gestão na nuvem, os gestores têm controle em tempo real de todo o processo tributário e fiscal; maior segurança, uma vez que todos os dados e informações movimentados pela empresa são armazenados na nuvem, além da escalabilidade do sistema.

Outro ponto favorável do Cloud é a possibilidade de reduzir drasticamente os custos com infraestrutura. A média de chamados por suporte dos usuários de soluções em nuvem é significativamente menor do que os usuários que utilizam soluções on-premises. Além disso, ao adotar uma solução na nuvem, as empresas eliminam gastos com servidor.

Mas apesar de todos os benefícios da nuvem para otimizar operações ou aumentar a competividade das empresas, ainda existe uma corrente de pensamento que o Cloud não é acessível para todas as companhias. Essa visão está baseada, talvez, no desconhecimento do mercado de TI em geral e, principalmente, do avanço do Cloud, que se tornou uma peça fundamental em qualquer estratégia de negócio bem sucedida. Na busca de entender melhor esse cenário, alguns números sobre o crescimento desse setor podem nos ajudar.

Quando o Gartner anunciou em 2010, que o cloud seria uma das tendências que os empresários iriam priorizar, não tínhamos ainda uma ideia desse potencial. Desde então, a tecnologia na nuvem não parou de crescer e alguns números comprovam que a tecnologia superou as previsões e passou a ser uma realidade. Segundo pesquisa da Associação Brasileira de das Empresas de Tecnologia e Computação (BRASSCOM) o segmento de nuvem foi um dos que mais cresceu no país em 2017, com 51,7%, e chegou a uma receita de R$ 4,4 bilhões.

Já um relatório apresentado pela IDC, mostra que quase 60% das empresas brasileiras preferem utilizar nuvem. Além da adoção maciça de cloud por parte das companhias, a IDC também revela que o setor de Tecnologia da Informação no Brasil deve chegar o final de 2018 com um crescimento de 5,8%.

Todos esses números apresentados indicam que o mercado de TI e, principalmente a tecnologia na nuvem, representam uma expansão e as empresas já perceberam que é importante contar com essa tecnologia em suas estratégias de negócio. E nesse contexto, a área tributária será a grande beneficiada com aumento de produtividade, maior eficiência operacional e redução de custos.

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Cinco passos para estabelecer uma rotina de trabalho freelancer

Que encontrar um emprego fixo está cada vez mais difícil, já ficou mais do que claro. E esse quadro, pelo que parece, ainda está longe de melhorar. Números do IBGE mostram que 24,7% da força de trabalho, ou seja, 27,7 milhões de pessoas estão sem emprego no Brasil, incluindo os desempregados, aqueles que gostariam de trabalhar e os que desistiram de procurar uma posição fixa.

Para driblar essa situação, as empresas recorrem cada vez mais aos profissionais freelancer, como alternativa para a contratação de jobs nas mais diversas áreas, em detrimento a contratos via CLT. Os profissionais, por sua vez, também veem no segmento uma opção de conseguir uma grana extra ou até mesmo de se consolidar na área.

Porém, antes de decidir atuar por conta própria, é preciso estabelecer uma rotina de trabalho, a fim de manter a organização e a produtividade. Para ajudá-lo nesse processo, o Freelancer.com, maior mercado para freelancers e crowdsourcing do mundo pelo número total de usuários e projetos postados, separou em alguns passos, qual a melhor maneira de fazer isso e obter sucesso na jornada como freelancer.

Defina um local de trabalho: antes de mais nada, prepare um canto específico para desenvolver as atividades diárias, de preferência longe do sofá, da televisão, do videogame, das redes sociais ou de qualquer outra distração. Entenda que esse é um trabalho como outro qualquer e que ele exige concentração e disciplina. Além disso, deixe claro para todo mundo que mora com você que esse é o seu ambiente de trabalho e que ele precisa ser respeitado.

Determine um horário: quantas vezes você já se pegou fazendo um job de madrugada ou no final de semana? É até natural que o freelancer tenha horários mais flexíveis, mas isso precisa ser exceção, já que procrastinar as tarefas pode afetar demais a produtividade. Por isso, defina um período diário para trabalhar, de preferência no horário comercial. Afinal, todo mundo tem uma vida pessoal e misturar as duas esferas não é nada bom para a carreira.

Organize a sua agenda: dependendo do número de tarefas que o freelance acumular, é muito difícil fazer um trabalho bem feito sem uma organização eficaz! Seja através de uma agenda física ou online, de um aplicativo – ótimas opções são o Trello e o Todoist – de um quadro, da planilha do Excel, ou até mesmo do Google Calendar, deixe anotado todos os jobs pendentes, crie um cronograma e estabeleça as prioridades diárias. Se achar necessário, faça um checklist! Você vai ver que essa regra simples vai facilitar, e muito, o seu dia a dia.

Separe um tempo para você: assim como costuma acontecer em um trabalho tradicional, é preciso fazer pequenas pausas durante o dia para tomar um café, comer algo, se alongar, entre outros intervalos rápidos. Só que com a vantagem de que você mesmo poderá fazer essa gestão do tempo, definindo o número de pausas e quanto tempo elas terão. Porém, tome cuidado para não extrapolar os limites e acabar deixando tarefas para depois.

Cuide da sua saúde: Com freelancer, é fácil manter uma rotina desregrada, com atitudes que prejudicam à saúde, como dormir pouco ou de madrugada, não ter hora para almoçar ou comer muita ‘besteira’, e até mesmo, por ficar com preguiça de sair de casa, evitar atividades físicas. Ao contrário disso, aproveite o tempo que perderia com deslocamentos para fazer exercícios pela manhã, estabeleça um horário de almoço e saiba a hora de parar. Não deixe, ainda, de planejar consultas médicas, sempre que possível!

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2º StarTalks Imobi discute futuro do mercado imobiliário

vento conecta os grandes players do setor a startups com soluções voltadas para a Inteligência de Mercado

No dia 4 de julho acontece o 2º Startalks Imobi, evento destinado a conectar companhias do mercado imobiliário e startups que apresentam soluções voltadas para o setor. A iniciativa, promovida pelo MITHUB – grupo formado pela Cyrela e outros grandes players -, busca fomentar negócios entre grandes corporações e startups para ajudar estas novas empresas a saírem do “vale da morte”, período em que o fluxo de caixa encontra-se negativo. “Um bom contrato entre uma startup e um corporate pode ser suficiente para dar o fôlego que ela precisa durante a fase de início de comercialização do produto. Além disso, a presença do corporate no portfólio ajuda no desenvolvimento de novas vendas” afirma Frederico Mattos, PMO de inovações da Cyrela.

O evento é aberto, com temáticas diferentes a cada encontro. Desta vez, o tema escolhido foi Inteligência de Mercado. Nesta edição, Marco Poli, investidor anjo com um portfólio de 47 startups, entrevista Lucas Vargas, CEO do Grupo ZAP. Em seguida, será realizada uma rodada de pitches das cinco startups selecionadas, que apresentarão seus produtos. Ao final do encontro, a banca do MITHUB elegerá a startup vencedora, que terá como prêmio um momento especial de conversa com executivos de grandes empresas do segmento.

A Cyrela apoia o desenvolvimento do ecossistema de startups do setor. Recentemente, o MITHUB anunciou a criação de um espaço de coworking localizado no mesmo prédio de operações da Cyrela, com a finalidade de ampliar a consolidação de startups focadas no setor imobiliário e de construção. O grupo acredita que a proximidade dos empreendedores com as empresas do MITHUB irá ajudá-los a entender mais sobre as dificuldades do mercado e suas respectivas oportunidades

Além da Cyrela, o MitHub é formado pela administradora CCP, Grupo Zap VivaReal, a venture builder Construtech Ventures e a imobiliária Brasil Brokers, apoiado pela ClosedGap Ventures e BNZ for Startups.

A participação é gratuita e aberta para o público em geral, além de executivos e profissionais do setor. Para inscrições e mais informações acesse o site: http://www.sympla.com.br/startalks-imobi—inteligencia-de-mercado

2º Startalk Imobi

Data: 04/07 (quarta-feira), a partir das 18h
Local: MITHUB – Rua do Rocio, 109, 6º andar, Vila Olímpia
Entrada franca

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Versão 4.0 da nota fiscal eletrônica entra em vigor em agosto

Após prorrogação, a partir do dia 3 de agosto a versão 4.0 da nota fiscal eletrônica entrará em vigor com novos ajustes determinados pelo grupo gestor do projeto. Entre os diversos ajustes na nota, um novo layout prevê aplicação de regras de validações específicas sobre GTINs (número do código de barras dos produtos), que já eram de preenchimento obrigatório nos campos cEAN cEANTrib desde julho de 2011.

Para apoiar as empresas, foi realizado no dia 28 de junho o Comitê da Cadeia Produtiva da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, que contou com diversos representantes da cadeia de suprimentos em torno do tema “Validação dos GTINs nos Documentos Fiscais Eletrônicos”.

Nesta oportunidade a equipe da GS1 Brasil pode contribuir com maiores esclarecimentos sobre os padrões de identificação de produtos e suas aplicações nos documentos, disseminando ferramentas e treinamentos com objetivo de facilitar o entendimento e a qualificação das empresas emissoras envolvidas neste processo. Ao se adaptarem rapidamente às novas regras, os emissores da NF-E e da NFC-e evitam ter suas notas rejeitadas.

Precisão – O Cadastro Nacional de Produtos funciona por meio do GTIN (Número Global de Item Comercial) e do GLN (Número Global de Localização). O GTIN é um identificador para itens comerciais desenvolvido e controlado pela GS1. Também conhecido por código EAN, é atribuído para qualquer item (produto ou serviço) que possa ser precificado, pedido ou faturado em qualquer ponto da cadeia de suprimentos. O GTIN é utilizado para recuperar informação pré-definida e abrange desde as matérias-primas até produtos acabados. Já o GLN é uma referência que identifica qualquer localização legal ou física, funcional ou operacional dentro de uma empresa ou entidade organizacional. Ele pode identificar localizações físicas, tais como: companhias inteiras, subsidi&aac ute;rias, filiais, divisões ou escritórios regionais. Também possibilita localizações funcionais ou operacionais na empresa, caso de um departamento de contabilidade, um armazém ou portão de armazém, um ponto de entrega, um ponto de transmissão ou, até mesmo, indivíduos específicos, quando necessário.

Quero parcelar minhas férias, posso? Tire essa e outras dúvidas sobre o tema

Por Gilberto de Jesus Bento Junior

As férias de meio de ano já estão chegando e esses períodos são muito esperados pelos trabalhadores, proporcionando o descanso físico e mental necessário para renovar as energias e para aproveitar para viajar ou relaxar. Contudo, são várias as dúvidas trabalhistas relacionadas ao tema. Para entender melhor é importante o aprofundamento sobre o tema, assim, veja os principais pontos que separei observando a recente Reforma Trabalhista:

O que são as férias?

Férias são períodos de descansos, para se ter direito a esses períodos é necessário trabalhar por doze meses consecutivos, o que é chamado período aquisitivo. Assim, após esse período desgastante de atividade laboral o empregado conquista o direito a 30 dias de férias com salário integral acrescido de um terço.

Esse acréscimo na remuneração visa proporcionar a possibilidade de desfrutar de atividades de lazer com sua família sem comprometer o sustento familiar, daí a obrigação da empresa em pagar, além do salário normal, o terço constitucional.

Quem define as férias?

Já vi muitas brigas trabalhistas relacionadas às férias, isso se dá pela confusão de conceito do trabalhador de que por ser seu direito essa poderá ser aproveitada quando bem desejar, esse é um erro comum.

Ponto que poucos se atentam é que por mais que seja um direito do trabalhador, o período a ser tirado pode ser determinado pelo empregador. Assim, se o empregado quiser tirar as férias em outubro e a empresa decidir por dezembro, vale o que o empregador quiser. Mas nesse ponto o ideal sempre são os acordos.

Quando se perde esse direito?

Há quatro situações nas quais o empregado perde o direito, conforme descreve o artigo 133 das Consolidações das Leis do Trabalho (CLT). Essas são:

• Quando deixa o emprego e não é readmitido dentro de um período de 60 (sessenta) dias subsequentes à sua saída;

• No caso do trabalhador que permanece em licença recebendo salários, por mais de 30 dias no período do ano ou que acumula esse período em faltas justificadas para ir ao médico, ao dentista, por falecimento de parente, em que são apresentados atestados para abono das faltas;

• Quando não trabalha pelo período de mais de 30 (trinta) dias, em virtude de paralisação parcial ou total dos serviços da empresa, recebendo o salário;

• Tenha ficado afastado do trabalho pela Previdência Social em função de acidente de trabalho ou de auxílio-doença por mais de 6 (seis) meses, mesmo que descontínuos.

Isso ocorre pelo motivo de que nesses casos o trabalhador já obteve o período de descanso, assim a justiça entende que a finalidade é atingida e não haveria obrigação por parte da empresa em conceder novo período de descanso. Em todos os casos a perda do direito se dá por motivo alheio à vontade da empresa, ou seja, por força maior (paralisação da empresa), por vontade do empregado (licença por motivo de seu interesse, ainda que seja para resolver problemas pessoais, se for de consentimento da empresa) ou ainda, por motivo de doença ou acidente.

As faltas justificadas podem colocar as férias em risco ou reduzir o período de 30 dias drasticamente. Com até 5 faltas justificadas há a garantia dos 30 dias de férias. De seis a 14 faltas, estão garantidos 24 dias; de 15 a 23 faltas, 18 dias; de 24 a 32 ausências, 12 dias. Acima de 32 faltas, o direito às férias remuneradas é perdido de acordo com artigo 130 da CLT.

Venda das férias

Outro ponto que causa grande confusão em relação ao tema é a possibilidade de venda de férias. Essa é sim possível, desde que a solicitação seja do trabalhador, com objetivos de aumentar a renda. O empregador não pode impor a venda desse período.

Caso o trabalhador opte pela venda, ele deverá comunicar a empresa até quinze dias antes da data do aniversário do contrato de trabalho. Resta ao empregador decidir o período do ano em que as férias serão concedidas, pagando o valor proporcional aos dez dias que o funcionário vai trabalhar. Importante é que o período máximo de férias permitido para se vender é de um terço.

Mas fique atento, muitas empresas sequer consultam os empregados para saber se este quer ou pode sair 20 ou 30 dias, simplesmente emitem o aviso e recibos de férias já com 10 dias convertidos em abono, os quais sentindo-se constrangidos em negar o pedido, acabam cedendo à vontade da empresa por conta da manutenção do emprego.

Divisão de férias

Existem também os casos em que os trabalhadores podem dividir suas férias, mas isso também dependerá de um acordo com o patrão, lembrando que isso só ocorrem em casos que as férias forem individuais.

Nesse ponto teve mudanças com a Reforma Trabalhista, sendo que as férias eram concedidas a empregados de uma só vez, sendo previsto na CLT que em casos excepcionais as mesmas poderiam ser concedidas em dois períodos não inferiores a 10 dias. Essa exceção não se aplicava para menores de 18 anos e maiores que 50 anos.

A partir de então, as férias poderão ser fracionadas em 3 períodos, onde:

1. Um período não pode ser inferior a 14 dias;

2. Os outros dois períodos não podem ser inferiores a 5 dias;

Foi excluída a limitação de idade para tal benefício. Porém, as férias não poderão iniciar em dia de repouso semanal ou dois dias que antecede feriados.

Gilberto Bento Jr é advogado e presidente da Bento Jr. Advogados.

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Comércio eletrônico deve faturar R$ 37,9 bi no segundo semestre do ano, aponta ABComm

O comércio eletrônico deve faturar R$ 37,9 bilhões no segundo semestre do ano. É o que estima a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Caso a projeção se concretize, esse montante representará um crescimento de 15% quando comparado com o mesmo período do ano passado.

De acordo com a entidade, o tíquete médio no período deve somar R$ 310,00, com um total de 122 milhões de pedidos feitos. O segundo semestre tende a ser mais aquecido em razão de datas sazonais importantes para o varejo, como a Black Friday e o Natal, além do Dia dos Pais.

Eventos atípicos que afetaram a economia do País, como a paralisação dos caminhoneiros, tiveram um impacto marginal no faturamento do setor. “Foram mais de três milhões de pacotes atrasados, com uma média de 11 dias de atraso nas entregas por conta da paralisação”, avalia Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

Para o segundo semestre, porém, eventos como as eleições não devem gerar maiores impactos no resultado do setor. “As eleições em si não causam variação nas vendas online. O que influencia mais são as especulações em torno do câmbio, uma vez que muitos produtos são importados”, afirma Salvador.

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NIC.br e ISOC assinam acordo para promover boas práticas de segurança entre provedores do Brasil

O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e a ISOC (Internet Society) assinaram nesta terça-feira (26) um memorando de entendimento que prevê inciativas e atividades conjuntas para conscientizar os provedores de serviços de acesso à Internet (ISPs) do Brasil sobre formas de aperfeiçoar a resiliência e a segurança do sistema de roteamento na Internet. A assinatura do memorando aconteceu durante encontro da ICANN62, no Panamá, e representa uma nova etapa do programa “Por uma Internet mais segura”, que agrega vários atores da cadeia de serviço de Internet no País.

As ações previstas acontecem no âmbito do MANRS (Mutually Agreed Norms for Routing Security ou Normas de Acordo Mútuo para Segurança de Roteamento), iniciativa da ISOC. As atividades promovem a segurança do sistema de roteamento global a partir de medidas da comunidade no sentido de impedir a propagação de informações de roteamento falsas, o tráfego com endereços que usem IP de origem forjados, ao mesmo tempo em que se facilita a comunicação operacional global e a coordenação entre os operadores de rede.

“O NIC.br e a ISOC estão em sintonia e compartilham a visão de uma Internet global aberta e segura que permita inovação e oportunidades a todos. Essa parceria potencializa as ações do programa ‘Por uma Internet mais Segura’, do NIC.br, que tem no MANRS um importante aliado. É fundamental disseminar conhecimento e aperfeiçoar habilidades dos quase seis mil Sistemas Autônomos em operação no Brasil. A comunidade técnica tem um papel importante em impedir que tráfego malicioso saia de suas redes. Apenas com a cooperação entre os diversos atores teremos um ecossistema da Internet verdadeiramente saudável”, reforça Demi Getschko, diretor presidente do NIC.br.

“Este MoU traz uma oportunidade para ISPs e Sistemas Autônomos sinalizarem sua postura de segurança para seus clientes, bem como fazer parte de um conjunto de entidades voltadas a encontrar soluções para os problemas de segurança de roteamento da Internet. É nossa responsabilidade coletiva – como operadores de rede – garantir a confiabilidade e a segurança da Internet. Trabalhando em conjunto com o NIC.br e nosso capítulo local – a ISOC Brasil, esperamos receber mais membros do MANRS do Brasil para melhorar a segurança de roteamento em todo o mundo”, enfatiza Raúl Echeberría, vice-presidente global de engajamento da Internet Society.

Entre os objetivos listados no memorando está o trabalho conjunto do NIC.br e da ISOC para a implementação do Programa IXP MANRS no IX.br; a promoção de boas práticas de segurança do sistema de roteamento entre os ISPs do Brasil incluindo ações do MANRS, a cooperação na área de medição da segurança do sistema de roteamento e adoção do MANRS entre os ISPs brasileiros, além de colaboração em atividades de capacitação para disseminar boas práticas de segurança de roteamento dentro da comunidade de operadores de rede.

O portal de boas práticas para a Internet no Brasil, do NIC.br, reúne informações voltadas aos sistemas autônomos brasileiros, entre elas, recomendações para Melhorar o Cenário de Ataques Distribuídos de Negação de Serviço (DDoS) e Implementação de Antispoofing para Redução de DDoS. Acesse: http://bcp.nic.br/. O portal do programa “Por uma Internet mais segura” entrará no ar em breve.

ClearSale divulga dados inéditos sobre tentativas de fraude no mercado de aparelhos móveis

A ClearSale, empresa líder em soluções antifraude, divulgou um recorte inédito sobre os setores mais visados pelos fraudadores a partir do Mapa da Fraude, estudo elaborado pela empresa que contempla informações sobre tentativas de fraude no e-commerce brasileiro.

Um dos grandes desafios do lojista é identificar e diminuir as fraudes, impulsionando as boas compras e gerando relações de confiança com seus clientes. No último ano, a cada R$100 em compras online de celulares, R$9,47 foram tentativas de fraude, sendo este o setor mais visado pelos fraudadores. Enquanto isso, o mercado de smartphones segue em alta. Segundo estudo realizado pela Gartner, cerca de 1,9 bilhão de smartphones devem chegar aos consumidores em 2018, um crescimento de 1,6% em comparação com 2017.

A prevenção é uma das melhores alternativas para gerar mais confiança entre empresa e consumidor e prevenir atividades fraudulentas. “O fraudador se interessa por produtos de fácil revenda no mercado negro. Por isso, é necessário que, além dos varejistas, o consumidor também tome as devidas precauções para se prevenir de fraudes como, por exemplo, evitar compartilhar informações sensíveis como o número do cartão de crédito e dados pessoais.”, diz Omar Jarouche, gerente de Inteligência Estatística da ClearSale.

Uma das alternativas para a prevenção a fraude é o aplicativo Compre & Confie, iniciativa idealizada pela ClearSale que tem como objetivo consolidar um processo de compra seguro – evitando golpes e, ao mesmo tempo, proporcionando uma boa experiência de compra para consumidores.

Para saber mais sobre as tentativas de fraude que aconteceram no Brasil em 2017 acesse http://lp.br.clear.sale/mapa-da-fraude

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A importância do ensino mão na massa com ajuda da tecnologia

Bin Feng, cofundador da Microduino e CEO da Microduino nos EUA e Gustavo Chien, Country Manager da operação brasileira.

Elementos como protótipos já começam a entrar da dentro da sala de aula, incentivando os alunos a colocar a “mão na massa”. Uma das empresas que fazem parte do que está sendo chamado de movimento maker é a Microduino – www.microduino.com.br. Fundada em 2013 em Pequim pelos chineses Bin Feng e Tiki Wang no makerspace Beijing, teve seu primeiro produto financiado pela comunidade através do Kickstarter. Hoje possui 5 escritórios em todo o mundo com distribuidores e clientes em 6 continentes e mais de 1 milhão de alunos utilizando seus kits em sala de aula.

A motivação da Microduino, que tem Gustavo Chien como Country Manager e responsável pela operação brasileira desde maio de 2017 com sede em Curitiba, é a busca por novas formas de ensinar e tornar as disciplinas tradicionais mais atrativas para os alunos. Por isso a marca baseia toda sua entrega na metodologia STEAM, que une os conceitos de ciência, tecnologia, artes, engenharia e matemática nos projetos educacionais para provar que a interdisciplinaridade pode ajudar no desenvolvimento do aluno e a robótica tem como ser amigável e acessível a crianças.

E na prática, como tudo isso funciona? Pode parecer complicado, mas esses materiais tornam os conceitos de eletrônica mais próximos das crianças. Os kits do mPie, por exemplo, acompanham 15 projetos que exploram de forma lúdica as funções dos 24 módulos inclusos no kit como montar uma ambulância com som e luz, sendo capaz de mudar a frequência e a cor, uma catapulta capaz de lançar um objeto ao toque de um botão e um jogo de pinball por exemplo.

Olhar especial para as escolas brasileiras

Para Bin Feng, cofundador da Microduino que esteve presente durante a última edição da Bett Educar, “Nós estamos tendo uma maior demanda dos consumidores brasileiros, porque eles estão buscando investir mais na metodologia STEAM”, diz. Com impacto em 8 milhões de jovens em todo o mundo, atualmente a empresa trabalha com em média 15 escolas no Brasil e tem o objetivo de chegar a 500 até o fim do ano. Para além disso, os planos incluem tornar o País seu terceiro mercado em 5 anos, representando de 15% a 20% do faturamento global da empresa.

A Microduino enxergou ainda mais possibilidades de investimento no Brasil quando se deparou com uma mão de obra muitas vezes até melhor qualificada do que em outros países a um custo competitivo. “Foi uma feliz surpresa quando nos deparamos com tantos profissionais de qualidade no Brasil dentro das capacidades que precisamos em tecnologia. Por isso, temos inclusive planos de trazer cada vez mais a parte de desenvolvimento para o Brasil e exportar produtos daqui aos EUA e a própria China”, conta Gustavo.

Um dos vários cases já realizados é do de uma urna eletrônica, feita em parceria com a escola St.Paul’s em 2017. Os alunos criaram e usaram o equipamento em uma aula de história. Os jovens votavam no início do debate em que tipo de forma de governo preferiam e na saída realizavam o mesmo processo. O objetivo era mensurar a opinião dos votantes. Feng aposta que integrar disciplinas ajuda a aumentar a capacidade de aprendizado. “O lado esquerdo do nosso cérebro é muito bom para a lógica, ciência e matemática, enquanto o lado direto tem facilidade com a criatividade, arte e imaginação. Se nós conseguimos trabalhar com essas duas áreas juntas, as crianças aprenderiam melhor”, afirma Feng.

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SoftExpert conquista novos clientes em Portugal

A SoftExpert, fornecedora de softwares e serviços para automação e aprimoramento dos processos de negócio, conformidade regulamentar e governança corporativa, conquistou quatro novos grandes clientes em Portugal.

Agora, as empresas Luís Simões, Bosch, Medway e Flex 2000 fazem parte do portfólio da companhia. De acordo com o CEO da SoftExpert, Ricardo Lepper, estes importantes resultados demonstram a assertividade da estratégia de internacionalização da marca da empresa.

A Luís Simões, operador logístico líder no mercado de fluxos rodoviários entre países ibéricos, adotou a solução para gestão de governança, riscos e regulamentos, SoftExpert GRC. O objetivo é contar com uma ferramenta para gerir necessidades relativas a seu Sistema de Gestão Integrada, cujas matérias se encontravam descentralizadas por diversas aplicações, além de suportar o crescimento da companhia nas questões relacionadas com governança, riscos e regulamentos.

Já a unidade da Bosch de termotecnologia, em Cacia – Aveiro, adotou a solução para gestão de processos de negócio, SoftExpert BPM. A SoftExpert atendeu os rigorosos requisitos tecnológicos e de segurança da Bosch, tendo a aderência às exigências operacionais da multinacional que é uma das maiores fabricantes de componentes automobilísticos do mundo.

A Medway, subsidiária da gigante MSC – Mediterranean Shipping Company, implementou o SoftExpert Excellence Suite, uma plataforma corporativa para a automação e aprimoramento de processos, conformidade regulamentar e excelência na gestão. A operadora ferroviária privada portuguesa, especializada no transporte de mercadorias, irá realizar a gestão dos seus processos de qualidade, segurança e governança corporativa com a solução completa da SoftExpert. O projeto contará com uma app que sincroniza toda a documentação legal destinada aos maquinistas, com tablets no sistema operacional Android. A mobilidade que permitirá total disponibilidade e atualização imediata, mesmo quando os equipamentos se encontram off-line.

Toda a transição para a nova norma IATF 16949 (sistema de gestão da qualidade para o setor automotivo) na Flex 2000, fabricante de bases e estruturas em espuma, será apoiada pelo SoftExpert Excellence Suite. Já foram implementados os módulos para Gerenciamento do Desempenho, Gestão de Planos de Ação, Gestão de Documentos e Registros, Não Conformidades e Reclamações, Gestão de Auditorias, Analytics, além do mapeamento dos principais Processos. Ainda serão implementados os módulos de Mapeamento e Avaliação de Competências, bem como a solução SoftExpert PLM, para Gestão do Ciclo de Vida do produto.

Expansão internacional

Em 2017, a SoftExpert registrou um crescimento de 56% em seu faturamento no exterior e o volume global de negócios ultrapassou os R$ 70 milhões. A empresa fechou o ano com 69 novos clientes no exterior.

“A expertise que alcançamos atendendo a multinacionais dos mais diversos segmentos em mais de trinta países, nos levou, nos últimos 5 anos, a um crescimento orgânico médio das exportações da ordem de 30% ao ano”, explica Lepper.

A companhia abriu um escritório nos Estados Unidos, onde possui clientes como a unidade americana da japonesa Yorozu Automotive, e também no México. Destaque para a Coppel, uma das maiores redes de lojas de departamento da América Latina, e a Prodemex, uma das empresas líderes do setor de construção e infraestrutura. Foram firmadas 24 parcerias internacionais, com destaque para operações estratégicas da Ricoh e da Baker Tilly na América Latina.

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Programa de qualidade de dados e de impressão do código de barras evita perdas no varejo

Abras lança iniciativa nacional, com apoio da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, para disseminar adoção de padrões de identificação nos supermercados

Uma cena comum nos supermercados é ainda ver os operadores de caixa digitando a numeração do código de barras porque a falta de qualidade de impressão impede a captação pelo leitor óptico. Quando isso acontece, há uma perda média de 26% da produtividade nos checkouts, aponta estimativa da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil. Já os erros cadastrais entre varejo e indústria podem causar prejuízos de R$ 1 bilhão por ano, segundo a GS1 UK e Cranfield School of Management.

Para evitar que dados imprecisos ou incorretos comprometam a operação das lojas e, consequentemente, a lucratividade dos negócios, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), com apoio da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, inicia um programa para apoiar o varejo brasileiro a vencer os desafios de um cadastro consistente com dados qualificados e produtos com código de barras que garantam agilidade de leitura. O projeto foi lançado durante a abertura da Exposuper ACATS, em Santa Catarina, no dia 18 de junho, com a assinatura oficial do termo de cooperação.

Na prática, trabalhar com dados equivocados tem alto impacto nos custos em diversas áreas, como erros de pedido de compras, problemas de gerenciamento de categorias, falta de produtos nas gôndolas, duplicidade de mercadorias no sistema e imprecisão no estoque. Por isso, a Abras entende que a qualidade dos dados cadastrais precisa ser trabalhada como pauta prioritária nos supermercados e busca o apoio técnico da GS1 Brasil para a disseminação dos padrões globais de identificação na captura de dados e compartilhamento de informações.

No caso das regras que impactam na qualidade do código, um dos principais itens que merece atenção especial são as cores. Barras pretas com o fundo branco são as mais indicadas, pois propiciam o contraste ideal para a leitura. O tamanho também deve ser levado em consideração; ele pode variar conforme o espaço disponível na embalagem. Porém, devem-se observar as regras de magnitude do código: reduzir o comprimento das barras em relação à sua largura, por exemplo, pode prejudicar a leitura, assim como a ausência das margens de silêncio (espaço no início e no final do código, onde o leitor “entende” que ele começa e termina).
Além disso, para garantir a eficiência do código de barras e permitir que ele seja capturado na primeira tentativa em qualquer equipamento, a GS1 conta com um processo de avaliação feito em máquinas de alta tecnologia que seguem as normas ISO. O processo de certificação garante a leitura e elimina a digitação manual, entre outros erros.

Medidas como essa são fundamentais e trazem benefícios para todos os elos envolvidos. Com a garantia de leitura, termina também a digitação e outros erros relacionados a problemas de leitura do código de barras como, por exemplo, a ruptura no estoque. Isso significa maior agilidade no checkout e maior eficácia em todo processo da cadeia logística, resultando na redução de filas, erros e atrasos.

O padrão GS1 é adotado mundialmente por mais de 1,5 milhão de empresas, dos mais variados ramos de atividades como instrumento fundamental na identificação de itens comerciais; captura de dados e comunicação eletrônica entre empresas. O uso de uma linguagem padrão global entre os parceiros de negócios é um dos fatores críticos do sucesso na obtenção de resultados.

Cinco princípios da Qualidade de Dados de produtos:

1. Cadastro completo, com todos os atributos do produto preenchidos

2. Dados padronizados conforme boas práticas do mercado

3. A mesma informação circulando em todos os sistemas de consulta

4. Exatidão e precisão dos dados informados

5. Atualização constante das informações cadastradas

Pontos de atenção para qualidade de impressão do código de barras:

• Cores: a melhor combinação de cores é a de barras pretas com fundo branco, propiciando contraste;

• Truncamento: não reduza a altura das barras, pois isto impacta diretamente na eficiência da leitura;

• Margens de silêncio: são os espaços em branco antes da primeira e depois da última barra; respeite-as, pois são fundamentais na leitura;

• Localização: a recomendação é que o código esteja no quadrante inferior direito do verso. Não se deve imprimi-lo em dobras, cortes e uniões da embalagem;

• Posicionamento: em embalagens cilíndricas recomenda-se colocar o código na posição vertical (barras paralelas à base do produto).

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HP e Siemens expandem oportunidades de inovação em design 3D e manufatura aditiva

Hoje, na Siemens PLM Connection Americas 2018, um dos maiores eventos para usuários de software PLM da Siemens, a HP Inc. e a Siemens expandiram seu trabalho em conjunto já consolidado para permitir funcionalidades ainda mais avançadas em um conjunto mais amplo de software PLM da Siemens para mudar a forma de projetar e fabricar com a tecnologia de impressão 3D Multi Jet Fusion da HP.

Os softwares NX e o Solid Edge da Siemens oferecem suporte e recursos de impressão 3D colorida por meio da tecnologia HP Multi Jet Fusion

Com os últimos lançamentos, a Siemens, líder em software de inovação digital, e a HP, líder global do setor em impressão 3D, permitirão que os usuários dos softwares NX™ e Solid Edge® da Siemens projetem e produzam peças impressas coloridas em 3D. A série Jet Fusion 3D 300/500 da HP é a primeira solução de impressão 3D da indústria para a produção de peças funcionais de nível de engenharia coloridas ou em preto ou branco – com controle de nível de voxel – em tempo muito menor que outras soluções. A série Jet Fusion 3D 300/500 também é compatível com os principais formatos de arquivos coloridos, incluindo 3MF, permitindo que os desenvolvedores produzam facilmente as peças coloridas que desejam, com um fluxo de trabalho confiável. Os usuários do software Solid Edge com a tecnologia Multi Jet Fusion da HP terão acesso aos arquivos 3MF de todo o portfólio de impressoras da HP, incluindo as soluções HP Jet Fusion 4200/4210 e 300/500 de nível industrial.

“Nossos usuários agora poderão combinar a robustez e a flexibilidade dos softwares de design de produto NX e Solid Edge da Siemens com a inovadora tecnologia de impressão 3D da HP, incluindo um universo de novas possibilidades de design com a disponibilidade de peças coloridas”, disse Tony Hemmelgarn. Presidente e CEO da Siemens PLM Software. “Compartilhamos a visão da HP de que a impressão 3D permite que as empresas reinventem o ciclo de vida dos seus produtos para ter sucesso no futuro totalmente digital da manufatura. A expansão da nossa parceria com a HP nos permite continuar desenvolvendo a manufatura aditiva para peças de uso final em escala industrial.”

A combinação das duas principais tecnologias de manufatura digital aumenta consideravelmente as aplicações do software de inovação digital líder de mercado da Siemens e da tecnologia de impressão 3D transformadora Multi Jet Fusion da HP. Os clientes poderão fazer protótipos e produzir, de forma rápida e econômica, novos designs e aplicações de peça final com capacidades avançadas de voxel. Além disso, a colaboração cria novas oportunidades para acelerar a adoção da impressão 3D em escala industrial para clientes e parceiros que participam da Additive Manufacturing Network da Siemens.

“A adição de recursos coloridos da plataforma Multi Jet Fusion da HP expandida para compatibilidade com as soluções de design e manufatura líderes do mercado da Siemens cria um conjunto novo e imenso de possibilidades para produtos e aplicações”, disse Stephen Nigro, Presidente da 3D Printing, HP Inc. É maravilhoso fornecer a robustez das nossas tecnologias a clientes tanto de pequeno quanto de grande porte, mudando fundamentalmente o processo de ponta a ponta da impressão 3D, do projeto ao protótipo e, por fim, a manufatura. Este é outro passo importante não apenas para as nossas empresas, mas para todo o ecossistema de manufatura global, pois, com a Siemens, mudamos a forma de projetar e fabricar.”

Tecnologia Multi Jet Fusion 3D apresentada no Additive Manufacturing Experience Centre da Siemens

A tecnologia de impressão 3D Multi Jet Fusion da HP também será apresentada como uma plataforma de impressão 3D no Additive Manufacturing Experience Center da Siemens em Erlangen, na Alemanha, que convida os clientes a conhecer em primeira mão as mais recentes tecnologias de manufatura aditiva e suas aplicações em projeto e manufatura.

A Siemens e a HP compartilham o objetivo de acelerar a transformação digital do setor de manufatura, fornecendo todas as capacidades necessárias, desde o design generativo para inovação de produtos até a impressão 3D e fabricação em escala industrial. Com o design generativo, as empresas podem automatizar projetos inovadores com base nos requisitos funcionais, garantindo um melhor desempenho funcional das peças e dos produtos. Com a tecnologia HP Multi Jet Fusion, as empresas podem fabricar peças inovadoras de maneira mais econômica e em maior volume de produção. Juntas, as tecnologias da HP e da Siemens formam uma solução integrada, que permite reinventar produtos, reformular os processos de manufatura e modernizar os modelos de negócios.

Mudando a forma de projetar e fabricar

Stephen Nigro, presidente da HP 3D Printing, estará com Robert Jones, vice-presidente executivo de vendas e serviços globais da Siemens PLM Software, no PLM Connection no dia 4 de junho, às 17h, para compartilhar mais detalhes sobre essa expansão com os usuários de PLM da Siemens.

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Wolters Kluwer figura na lista das melhores empresas de TI para o setor de saúde

A Wolters Kluwer Health, líder mundial em fornecimento de informações para profissionais e estudantes da área da saúde, subiu duas posições e está classificada em 21º lugar na lista da The Healthcare Informatics 2018, que avaliou as empresas de tecnologia com base em sua atuação no setor de saúde em 2017, nos EUA. Este é o terceiro ano consecutivo que o fornecedor global de tecnologia clínica e soluções baseadas em evidências subiu no ranking, sendo sua sétima aparição consecutiva na lista.

“O Healthcare Informatics é amplamente reconhecido como o resumo oficial das principais empresas de tecnologia que atuam no setor de saúde. É uma honra estar entre os 25 melhores e validar o comprometimento da Wolters Kluwer em equipar os clínicos, pesquisadores, estudantes e outros profissionais da saúde com as ferramentas que eles precisam para tratar os problemas mais urgentes da área da saúde”, ressalta Diana Nole, CEO da Wolters Kluwer Health. “Ao entregar tecnologia clínica avançada, inovações de inteligência artificial e soluções baseadas em evidências, a Wolters Kluwer conduz a decisões de cuidados mais informadas e agiliza os fluxos de trabalho, ajudando a eliminar a variabilidade do cuidado, melhorar a qualidade e os resultados, além de reduzir custos para organizações da saúde e pacientes.”

“Mais do que apenas uma lista, a Healthcare Informatics é um indicador absoluto de quais empresas estão resolvendo problemas na indústria de saúde dos EUA – e fazendo isso em escala”, explica Rich Tomko, vice-presidente e diretor administrativo da Healthcare Informatics. “A parte mais interessante dessa lista é entender exatamente quais problemas eles estão resolvendo e como.”

O Healthcare Informatics é uma das premiações mais importantes recebidas pela Wolters Kluwer no 1º semestre de em 2018, entre outras recebidas pela companhia estão:

– Omega NorthFace ScoreBoard, por satisfação e excelência em atendimento ao cliente
– 34 prêmios da American Society of Healthcare Publications Editor (ASHPE), incluindo a Publicação do Ano
– Finalista do Prêmio SIIA CODiE de 2018

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