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Mães no mercado de trabalho: 92% das que estão em home office são responsáveis pelos filhos, segundo a Catho

Segundo a pesquisa recente feita pela Catho, com mais de 6 mil profissionais, 92% das mulheres que estão em home office, também são as responsáveis pelos filhos, que também estão em casa, neste período. E, apesar do trabalho dobrado, esse grupo ainda pode se considerar privilegiado, pois fazem parte dos 15,5% que conseguiram transferir o escritório para as suas residências. Realidade de uma minoria, já que para 71% dos entrevistados, trabalhar no conforto do seu lar, podendo cuidar dos filhos, é algo muito distante do seu dia a dia, assim, deixá-los com terceiros para trabalhar fora ainda é parte do cotidiano de milhões de brasileiros.

Das mães que trabalham fora, ainda segundo o levantamento, 69% deixam seus filhos com outras pessoas, 19% com os pais e 12% em uma escola ou creche. Enquanto os pais que trabalham fora, 36% deixam com outras pessoas, 58% com as mães e 6% em uma escola ou creche.

Para Regina Botter, diretora de Operações da Catho, essa é uma rotina de grande parte dos brasileiros. “O número de mães solo no país chega a mais de 11 milhões. São mulheres provedoras do lar, que estão sentindo as dificuldades relativas ao cuidado e a sobrecarga de tarefas potencializadas pela pandemia. Os dados mostram que tanto no home office, quanto trabalhando fora, a mulher acaba sempre sendo a maior responsável pelo cuidado dos filhos. Lembrando que quando pais ou mães deixam os filhos com terceiros, geralmente são com avós ou tias. Ou seja, outras mães”, afirma Regina.

Segundo a pesquisa da Catho, ⅓ das mulheres cuidam dos seus filhos sozinhas. São chefes de família que precisam se desdobrar para conciliar trabalho, filhos, falta de dinheiro e piora da saúde psicológica. Ainda, de acordo com dados do IBGE, mães solo negras são maioria que enfrentam restrições severas no que diz respeito à moradia, saneamento e acesso à internet. Cerca de 28% não têm internet, em comparação a 23% das mulheres brancas, respectivamente. Em meio a mudanças nas dinâmicas de trabalho, com possibilidade de trabalho em casa, a falta de conectividade impacta diretamente na fonte de renda dessas mulheres.

“Com a pandemia e as incertezas no ambiente profissional, com certeza, as mães são as que mais estão sofrendo. Além da enorme quantidade de mulheres que perderam o trabalho, tem também as que precisaram pedir demissão, pois não tinham com quem deixar os filhos e as que entraram em regime de home office e precisaram conciliar os afazeres profissionais com as tarefas domésticas e o cuidado das crianças, que durante a pandemia, estão em casa durante todo o dia”, esclarece a diretora de Operações da Catho.

Protagonismo feminino na saúde

O trabalho na área da saúde sempre exigiu um enorme esforço devido à rotina exaustiva. Com plantões que viram a noite e horários que excedem o comercial, o trabalho dessas pessoas costuma ter longas jornadas, e durante a pandemia, isso se intensificou. A pesquisa da Catho também revelou que 40% das mães, que trabalham na área da saúde, deixaram de conviver com os seus filhos para evitar a transmissão da covid-19.

Segundo dados do IBGE, as mulheres são a principal força de trabalho da saúde, representando 65% dos mais de seis milhões de profissionais ocupados nos setores público e privado, tanto nas atividades diretas de assistência em hospitais, quanto na Atenção Básica.

Regina Botter explica que nesse momento é importantíssimo uma rede de apoio à mulher. “Muitas vezes, uma profissional de saúde passa 12 horas em um plantão e mais de 1h ou 2h no deslocamento até em casa, tendo apenas 1/3 do dia para conviver com o seu filho. E é nesse momento que os amigos e familiares precisam se fazer presentes e formar a tão famosa rede de apoio” diz, Botter.

Liga Ventures, com apoio estratégico da PwC Brasil, mapeia mais de 100 startups com soluções destinadas à área da mobilidade

Pioneira na criação de mapas de startups em diferentes segmentos no Brasil e principal ponte para fomentar o desenvolvimento de soluções inovadoras entre startups e empresas no país, a Liga Ventures , com apoio estratégico da PwC , acaba de disponibilizar um radar com mais de 100 startups com soluções aplicadas ao setor de mobilidade. O resultado faz parte da Startup Scanner, ferramenta desenvolvida com o intuito de rastrear, acompanhar e mapear startups dos mais diversos segmentos, de forma totalmente gratuita e com atualizações constantes.

O radar da Startup Scanner aponta, neste momento, 112 startups de Mobilidade ativas, divididas em 10 categorias de aplicação, em 35 cidades diferentes do Brasil. Entre as categorias com mais soluções, estão: Mobilidade Elétrica (25%), E-hailing (12,5%), E-sharing (11,61%), Inteligência de Dados (11,61%) e Parking (9,82%). Em ano de fundação, 2017 lidera com 24,11% dos nascimentos e seguido por 2018, com 14,29%.

“A mobilidade é um setor que está em constante desenvolvimento. Existem pesquisas que mostram que até 2030 o mercado global de mobilidade vai crescer cerca de 75%, o que faz com que cada vez mais surjam novas soluções para esse segmento. O Startup Scanner de Mobilidade tem como objetivo fornecer informações confiáveis e, principalmente, dinâmicas sobre o crescimento das tecnologias voltadas para essa área. Além disso, a ferramenta é uma ótima fonte de informação para quem quer acompanhar o comportamento do ecossistema de inovação no Brasil”, comenta Raphael Augusto, diretor de inteligência e estudos de mercado e Startup Hunter da Liga Ventures.

A Startup Scanner tem como base o banco de dados da Liga Ventures, com mais de 17 mil startups e que conta com diversas fontes, como inscrições para os programas de aceleração, estudos do Liga Insights, eventos que promovem todos os anos, recomendações de parceiros externos, notícias em portais de negócios, bases abertas, indicações diretas e busca ativa de startups.

“Disponibilizar uma ferramenta como o Startup Scanner é uma das formas que encontramos de contribuir ativamente para o mercado. As inovações no Brasil estão em constante movimentação e poder acompanhar o desenvolvimento desse ecossistema de forma dinâmica é de grande valia. Nosso primeiro mapa foi lançado em dezembro, com foco em soluções em Energia. Desde então, já lançamos o radar de Sales Tech, FoodTechs e Health Techs e continuaremos com novidades todos os meses”, conta Luiz Ponzoni, sócio líder de novos negócios e investimentos da PwC Brasil.

O acompanhamento dos mapas pode ser feito de forma gratuita no link . Todos os meses a Liga Ventures, em parceria com a PwC, mapeiam novas soluções que são rastreadas de forma dinâmica pela ferramenta, com atualizações constantes que permitem acompanhar as principais mudanças no mercado.

Veloe anuncia contratação de nova Head de TI

 Veloe, unidade de negócios da Alelo especializada em soluções de mobilidade urbana e gestão de frotas, anuncia a chegada de Fernanda Toscano, que será a nova Head de TI. A profissional chega para reforçar a transformação digital da companhia.

Fernanda possui formação em Ciência da Computação, pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e MBA, em Transformação Digital, pela Massachusetts Institute of Technology (MIT), e em Gestão de Projetos e Gestão Empresarial, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Com cerca de 18 anos de experiência no mercado de TI, a executiva atuava anteriormente pela HDI Seguros e trabalhou em multinacionais como Claro, Nextel, Sky e Solera.

Além disso, já comandou equipes em projetos de transformação com equipes multidisciplinares com mais de 500 colaboradores em sua equipe sempre focada na entrega de valor, colaboração e como a Tecnologia deve permear todas as áreas da companhia

Sky.One recebe novo aporte de R$ 45 milhões em rodada Série B

A Sky.One , startup especializada no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para modernização de softwares de gestão, acaba de receber um aporte financeiro de R$ 45 milhões em rodada Série B liderado pelo fundo Inovabra Ventures. Com faturamento de cerca de R$ 100 milhões em 2020 e mais de 3 mil clientes, a companhia estima dobrar a receita ainda este ano e atingir R$ 400 milhões em 2022.

Negócio de sucesso

“Em 2014 entendemos que a tecnologia em nuvem chegou para ficar e que os softwares mais consolidados no mercado, com uma tecnologia anterior, precisariam de um atalho para essa modernização. Nossa plataforma, Auto.Sky, leva softwares de gestão com arquiteturas não nativas em cloud para a nuvem sem necessidade de reescrever código, o que já nos permitiu fazer migrações em menos de 24 horas ” afirma o CEO e fundador da Sky.One, Ricardo Brandão.

Neste contexto, segundo o executivo, a pandemia também acelerou essa jornada das empresas mesmo nos segmentos mais tradicionais como saúde, educação e contabilidade. Com um número cada vez maior de clientes e canais, a empresa mapeou a oportunidade de desenvolver novas plataformas tecnológicas que apoiassem a modernização destes mesmos softwares, com uma solução de integração moderna e outra de serviços financeiros.

De acordo com a Associação Brasileira de Software (ABES), o Brasil tem mais de 21 mil empresas dedicadas ao desenvolvimento de software. Neste contexto, a Sky.One possui mais de 400 canais (fabricantes de software) homologados em sua plataforma e por meio destes canais, milhares de empresas são beneficiadas pela tecnologia em nuvem.

Histórico de investimentos

O histórico de investimentos da Sky.One começou em 2017, com um investimento anjo de R$ 1,5 milhão. No ano seguinte, em 2018, houve um novo aporte da Série A, de R$ 22,5 milhões realizado pela Invest Tech . “Gostamos muito da companhia e da visão dos sócios. Com esta captação o objetivo é continuar a crescer com altas taxas, atingindo novos mercados e complementando as ofertas. Estamos felizes com a chegada da Inovabra para investir junto conosco”, afirma o diretor responsável pelo fundo Invest Tech, Wagner Araujo.

De acordo com Brandão, a rodada de investimento Série B com a Inovabra começou a partir de um road show em agosto de 2020 e a diligência levou cerca de quatro meses. “O Inovabra é um fundo de referência global que conta com grande potencial de investimentos futuros. Esperamos agregar valor ao nosso negócio por meio de estratégias consistentes para mantermos o crescimento nos próximos anos”, afirma.

Reforço do portfólio

O foco da companhia também está nos produtos: Integra.Sky e Sky.Simple . O Integra.Sky é a plataforma que gerencia as APIs e otimiza a complexidade dos processos de integração. “Nos últimos anos temos visto a chegada de uma infinidade de softwares. Os softwares de gestão precisam estar preparados para integrarem-se com soluções externas de forma simples, segura e, principalmente, escalável”, ressalta Brandão.

Já o Sky.Simple oferece uma camada de serviços financeiros integrados ao sistema de gestão. “O mercado financeiro está em transformação. Novas legislações têm surgido e a tecnologia é uma grande aliada das empresas para otimizar a gestão financeira e aumentar a rentabilidade do negócio”, explica Brandão.

O Sky.Simple abre novos horizontes para a Sky.One, posicionando-a como uma TechFin. “O software de gestão é hoje a plataforma que possui toda a movimentação financeira registrada. Uma camada de inteligência conectada em uma ponta no ERP e na outra nas instituições financeiras traz agilidade, previsibilidade, redução de custos e aumento dos rendimentos para os clientes na ponta. Já para os fabricantes do software, oferece um novo modelo de negócio criado para trazer mais receita para a empresa, reforçando a missão da Sky.One de apoiar a modernização destas empresas”, ressalta.

Para um futuro próximo, a Sky.One segue em busca de não apenas aperfeiçoar cada vez mais os produtos atuais, mas também acelerar o desenvolvimento de novos serviços. “Vivemos em uma era onde tudo é software. A Sky.One é aliada das empresas de software para prover toda a infraestrutura tecnológica necessária para endereçar as necessidades dos clientes, enquanto o desenvolvedor do software aperfeiçoa as funcionalidades e valor agregado das soluções”, explica Brandão.

Para Araújo, do ponto de vista de economia, o mercado caminha para a digitalização e para a conexão descentralizada. “A Sky.One é uma das grandes provedoras de soluções de infraestrutura para o mercado como um todo, principalmente para a pequena e média empresa, que precisa digitalizar-se de uma forma muito rápida, especialmente neste momento”, afirma.

Internacionalização

Um dos pilares da estratégia de crescimento da Sky.One é a expansão internacional. Atualmente, a Sky.One está presente em 12 países, são eles: Estados Unidos, Canadá, Argentina, Uruguai, Chile, Peru, Colômbia, Panamá, Honduras, Guatemala, República Dominicana e México. “Nosso processo de internacionalização está alinhado à maturidade tecnológica e consistência de negócio adquirida desde a fundação da empresa, em 2014. Buscamos agora a consolidação na América Latina, intensificar os investimentos nos Estados Unidos e ainda iniciar uma operação na Europa”, completa Brandão.

Pessoas

Hoje a Sky.One conta com 240 colaboradores e deve terminar o ano de 2021 com 350. Desde o início deste ano, já ocorreram cerca de 90 contratações até o momento. De acordo com Brandão o foco da companhia sempre foi na gestão de pessoas e continuará sendo nos próximos anos. “Acreditamos que o grande sucesso das organizações são as pessoas que estão dentro do projeto e querem fazer a diferença no médio e longo prazo”, finaliza o executivo.

O3 Capital, de Abilio Diniz, abre fundo multimercado

A partir desta quinta-feira, 06 de maio, a O3 Capital estará aberta para investimentos, destinando sua estratégia vencedora a um só fundo multimercado, o O3 Retorno Global. O fundo está disponível para aportes a partir de R﹩ 1 mil nas principais plataformas.

A O3 Capital está no mercado há 7 anos e administra cerca de R﹩ 1,5 bilhão do patrimônio da família Abilio Diniz. O time de gestores tem total autonomia para investimentos no Brasil e no exterior, com Eduardo Rossi como membro do Conselho de Administração e do Comitê de Riscos e Daniel Mathias como Chief Investment Officer (CIO), além de Paulo Castilho como Diretor de Relações com Investidores, e Juliana Grossi como Investment Principal. Flavia Almeida, CEO da Península, também integra o Conselho de Administração da O3.

“Somos uma gestora local, com teses globais. Nosso time é extremamente integrado e multidisciplinar. Com essa complementariedade de perfis, conseguimos discutir todos os dias de maneira objetiva e transparente as melhores escolhas para gerar valor aos cotistas. Nossa cultura de capital proprietário nos trouxe ensinamentos importantes sobre a melhor maneira de tomar risco, sempre pensando no longo prazo”, explica Eduardo Rossi.

“O fundo O3 Retorno Global concentrará toda a estratégia que resultou em um histórico extremamente positivo à O3 Capital nos últimos anos, com investimentos em ações, juros, moedas e commodities, mesclando posições long e short“, afirma Daniel Mathias. “Buscamos sempre uma sinergia entre performance, produto e pessoas. Temos estes três pilares como nossas bases sólidas”, finaliza.

Neste início, a distribuição do fundo está a cargo das plataformas Banco Inter, BTG Digital, Modal, Órama, Vitreo e Warren, além do site http://www.o3capital.com.br.
A administração é do BTG Pactual. A taxa de administração é de 2% ao ano tanto para investidores em geral e para os chamados “qualificados”, e a taxa de performance, 20% sobre o CDI. O resgate de cotas será possível em “D + 30”, com liquidação em “D + 31”.

Abilio Diniz como mentor e principal cliente

Após décadas de sucesso no varejo, Abilio Diniz encontrou na Península Participações a possibilidade de experimentar novos caminhos de investimentos. Ao deixar o Pão de Açúcar, montou um time extremamente qualificado para gerir seu patrimônio em três frentes: Asset Management, Private Equity e Real Estate. A O3 Capital está à frente do Asset Management.

Além de cliente e sócio da O3 Capital há 7 anos por meio da Península Participações, Abilio é o mentor da equipe de gestores. Construiu um time de especialistas com perfis complementares e com larga experiência nos mercados nacional e internacional. Trata-se de uma equipe de alta performance e que enxerga no aprendizado contínuo uma condição importante para o sucesso.

“Tenho orgulho de, durante minha vida, ter construído times e gestões competentes. Na O3 não é diferente. Após 7 anos trabalhando com o mindset de capital proprietário e independência, esse time cresceu, aprendeu e vivenciou muita coisa. Agora é o momento de dar ainda mais espaço para o crescimento desses profissionais de excelência, que terão a oportunidade de administrar mais recursos, e dividir essa expertise com a sociedade num momento de grandes oportunidades nos mercados”, finaliza Abilio.

Cashme anuncia Alexandre Rappaport como CEO

Com o objetivo de manter a liderança no segmento de crédito com garantia de imóvel e operações estruturadas em home equity, a fintech Cashme anuncia a chegada de Alexandre Rappaport como CEO da companhia.

O executivo passa a comandar a operação da empresa que passa por um processo de expansão de ofertas de créditos para o mercado, além de acompanhar o crescimento e atuação da startup em outras regiões estratégicas para o negócio e avançar ainda mais nos esforços de inovação e transformação digital.

A Cashme foi criada em 2018 pelos executivos Juliano Bello e Paulo Gonçalves, quando lideravam determinadas áreas na incorporadora Cyrela. “Com três anos de atuação no mercado, a Cashme está mais madura em sua operação com um crescimento exponencial. E para aceleramos ainda mais o ritmo e expansão do nosso negócio, a chegada do Alexandre reforça a importância de trazer um profissional com muita experiência neste ecossistema financeiro”, destaca Juliano Bello, co founder da Cashme.

Com um desempenho positivo em 2020, a Cashme fechou sua carteira de crédito em R$ 700 milhões ampliando as ofertas do negócio para modalidades que atendam às necessidades do segmento. Além do tradicional home equity, a empresa oferece também a concessão de crédito para financiamento de obras e reformas em imóveis residenciais, operações estruturadas para empresas que buscam capital de giro como administradoras de shopping centers ou companhias com atuação em ativos imobiliários.

Com mais de 20 anos atuando nas áreas de estratégia e finanças, Alexandre ocupava o cargo de CEO da Livelo nos últimos quatro anos de sua carreira. A jornada do executivo também reúne passagens pela Bradesco Cartões, American Express, Banc of America, entre outras.

Alexandre é graduado em engenharia de produção pela Universidade de São Paulo e especializado em Finanças e Negócios com MBA pela Duke University, na Carolina do Norte (EUA). 

Bossanova lança comitê para investir até R$ 5 milhões em startups de seguros

Projeto “Insurtech” já está em fase de captação e destinará o montante para até 15 empresas inovadoras, escaláveis e que resolvam problemas nesse segmento

Com a missão de diversificar seus investimentos e fomentar o ecossistema de inovação no Brasil, a Bossanova Investimentos, micro venture capital que investe em startups em estágio pré-seed com atuação em todo o país, lança novo comitê para investir em startups com soluções para o mercado de seguros. Nomeado de “Insurtech”, projeto terá até R$ 5 milhões para aportar em até 15 empresas inovadoras, escaláveis e que resolvam problemas nesse segmento.

Liderado por quatro profissionais da área: Clarissa Schmidt, diretora de soluções digitais na Wiz Soluções; Newton Queiroz, CSO da holding do Grupo Invest Seguros, além de CEO e fundador da NNQ Consultoria em Negócios Ltda; Esdanio Nilton Pereira, proprietário da Fenp Consulting e Heweron Galindo, CEO da Nova Injeção, comitê de investimentos já está em fase de captação e de olho em tecnologias que englobam seguro de saúde, de vida, de carro, incêndio, entre outros.

De acordo com a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em janeiro deste ano o setor de seguros registrou uma alta de 3,6% na arrecadação se comparado com o mesmo período em 2020, em que teve uma queda de 20,6%. Entre os nichos que tiveram maior crescimento estão: planos de vida risco com aumento de 5,3%; seguro patrimonial com 17,1% e o rural com 22,5%.

Segundo João Kepler, CEO da Bossanova, esses dados mostram o quão aquecido está o segmento das insurtechs e esse é o momento para dar ainda mais visibilidade e oferecer recursos para que as startups possam ganhar escalabilidade e atingir novos patamares.

“Além do investimento financeiro para escalar, os empreenderes terão acesso a mentorias com outros empresários de sucesso e ampliação do networking, devido à conexão com grandes players da área. Queremos dar todo subsídio necessário para que a startup possa crescer dentro do mercado de seguros, ampliar seus negócios e até mesmo pensar em um possível exit”, comenta.

As empresas interessadas em participar do Comitê Insurtech podem se inscrever pelo site – http://bossainvest.com/insurtech/

Fujitsu: empresas necessitam de um “firewall humano”

A linha de defesa potencialmente mais eficaz das empresas contra ataques cibernéticos é sua própria educação e seu poder de mobilizar funcionários. No entanto, especialistas em segurança cibernética da Fujitsu alertam que muitos colaboradores desconhecem seu papel vital na proteção das empresas contra crimes cibernéticos, acreditando que a segurança é responsabilidade exclusiva do departamento de TI.

Segundo o diretor de Serviços Digitais da Fujitsu do Brasil, Nilton Hayashi da Cruz, a principal razão para essa desconexão é abordagem tomada pela maioria das equipes de segurança de TI para aumentar a conscientização sobre questões de segurança cibernética e criar um verdadeiro “firewall humano”.

“Em última análise, as violações de segurança mais comuns ocorrem quando os funcionários clicam em links de e-mail ou anexos abertos que implantam malware ou coletam informações confidenciais em ataques de phishing. Lidar com essa fraqueza com a cultura corporativa certa e o compartilhamento de conhecimento é a medida de segurança cibernética mais eficaz que uma empresa pode tomar”, afirma Hayashi.

Para entender melhor a escala do desafio enfrentado pelas equipes de TI, a Fujitsu patrocinou recentemente uma pesquisa internacional com 331 executivos seniores de várias organizações em 14 países1. Os participantes vieram de cinco grandes grupos do setor: serviços financeiros, varejo, manufatura (incluindo automotivo), energia (incluindo serviços públicos) e governo.

A necessidade de construir um “firewall humano” eficaz é mais crítica do que nunca. Em primeiro lugar, a maioria da comunicação empresarial ocorre atualmente fora da rede corporativa, graças à maioria das forças de trabalho baseadas em casa. Os criminosos cibernéticos também estão aproveitando ao máximo a pandemia em curso para lançar uma série de ataques – desde campanhas de desinformação até sofisticadas ameaças que se aproveitam de redes domésticas não inseguras.

Os resultados revelaram que 45% dos entrevistados acreditam que a segurança cibernética não tem nada a ver com eles. Além disso, 60% disseram que todos os funcionários recebem o mesmo treinamento de segurança cibernética, apesar de diferenças significativas em funções e desafios enfrentados. Das empresas que fornecem treinamento, 61% atualmente a acham ineficaz.

A pesquisa também revelou por que os funcionários consideram o treinamento em segurança cibernética pouco eficiente: apenas 26% dos trabalhadores não técnicos acham o treinamento atrativo, 32% dizem que é muito longo, 35% ficam entediados durante o processo, e a mesma porcentagem diz que é muito técnico. No entanto, a gamificação pode ser uma alternativa, já que a maioria dos entrevistados não técnicos (69%) acredita que o treinamento é mais eficaz quando envolve jogos, recompensas ou testes para melhorar a consciência ou comportamento de segurança.

“As organizações devem capacitar e engajar grupos individualmente para garantir que eles estejam cientes de potenciais riscos à segurança – em vez de aborrecê-los com treinamentos pouco atrativos. Através da construção de um senso de coletivo e engajamento dos colaboradores individualmente, é possível introduzir uma cultura onde o trabalho de todos contribui para a postura geral de segurança da empresa. Como diz o ditado: ‘é preciso uma aldeia para criar uma criança’. As energias precisam ser empregadas para criação de uma cultura que passa desde o C-Level até os demais funcionários de forma a fomentar a educação suficiente para que companhias sejam resilientes às ameaças cibernéticas”, explica Hayashi.

1 A  pesquisa global foi realizada em setembro de 2020 pela Longitude / Financial Times em nome da Fujitsu.

inovabra habitat completa três anos e anuncia novas parcerias

Com o propósito de promover a inovação e gerar novos negócios, o inovabra habitat completa seu terceiro ano buscando ampliar seu espectro de atuação, com um alinhamento mais forte a práticas ambientais, sociais e de governança corporativa (do inglês, ESG) e realizando novas parcerias. Além de concluir 2020 com um crescimento de quase 30% na participação em eventos, fechar cerca de 160 negócios e conquistar 32 novas empresas no modelo conectado, nos últimos três anos o ambiente de coinovação do Bradesco realizou mais de 1.200 atividades de coinovação, cerca de 2.500 eventos, com mais de 163 mil participantes, fechou cerca de 500 contratos e teve 10 startups investidas pelo inovabra ventures.

Como parte da estratégia de ampliar sua oferta de soluções, o ambiente anuncia novas parcerias. Uma delas é a Artemisia, que apoia negócios de impacto social de todo o Brasil que tragam qualidade de vida às pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica e respeitem os limites ambientais. O Hospital de Amor, de Barretos, lançou seu próprio hub, o “Harena Inovação”, com foco em soluções para a área de saúde pública, e também é um dos novos parceiros. A Hotmilk, hub de inovação da PUC-PR, traz a aproximação com o ecossistema paranaense e o mundo acadêmico nessa região. E o Nexus, hub de inovação do Parque Tecnologico de São José dos Campos, é um centro com atuação forte em indústria 4.0 e soluções com base na tecnologia de IOT.

Os quatro hubs se juntam à Acate, de Florianópolis, e Porto Digital, de Recife, que já eram parceiros do inovabra habitat, criando uma rede colaborativa que conecta cerca de 3.000 startups e 150 empresas. Os membros do habitat passam a ter acesso a um ecossistema mais amplo de demandas e soluções em diversas tecnologias e setores de atuação. Adicionalmente, as empresas associadas aos parceiros poderão participar das atividades de coinovação e das conexões e desafios de negócios promovidos entre os habitantes.

Inovação sustentável

Em 2021, além da ampliação das parcerias, o inovabra habitat pretende continuar atraindo novos membros, entre eles startups que possam contribuir com inovação sustentável, e expandir o portfólio de habitantes que já atuam dessa forma. É o caso da Agrosmart, que usa ciência de dados para apoiar a decisão de toda a cadeia para uma agricultura mais produtiva, sustentável e resiliente ao clima. A startup é uma das investidas do inovabra ventures, do Bradesco.

Outro exemplo é a Jobecam, primeira plataforma global de entrevista às cegas por vídeo, criada para eliminar os vieses inconscientes nas contratações. O Bradesco tem feito testes com a startup para incluir a solução nos seus processos.

“Acreditamos no trabalho colaborativo e na inovação como ferramentas para impulsionar o desenvolvimento da sociedade de forma sustentável e eficiente. Por isso, estamos sempre abertos a novas startups, empresas e parceiros que queiram contribuir com a nossa missão”, ressalta a diretora executiva do Bradesco, Walkiria Marchetti.

Criando conexões

Inaugurado em 2018, o inovabra habitat tem como premissa apoiar as estratégias de inovação aberta e acelerar as jornadas de transformação digital e cultural das empresas habitantes e do próprio Bradesco. Por isso, ao longo destes anos, tem estimulado o seu ecossistema com novas tecnologias, inovações e capital contabilizando 193 startups e 75 grandes empresas residentes, e mais de 2.000 startups junto à sua plataforma digital.

“O inovabra habitat tem sido um ótimo parceiro em nossa estratégia de inovação. Proveu acesso a startups capacitadas que nos forneceram soluções que contribuíram para a aceleração de nossa digitalização e para o reconhecimento do Brasil como uma alternativa de inovação para o grupo Air Liquide. Hoje temos soluções digitais replicadas em todo Brasil e PoCs sendo desenvolvidas com apoio de nosso centro de pesquisas em Paris”, comenta Renato Schroter, gerente de inovação e transformação digital da Air Liquide.

Para a gerente de inovação da Myralis Pharma, Ana Paula Vasques, “ser uma corporação dentro do inovabra habitat está sendo um dos passos mais importantes para a nossa transformação digital, pois com os eventos e a dinâmica dos desafios, a empresa se tornou mais receptiva à inovação aberta, entendendo que a colaboração é uma forma saudável de crescimento”.

Mesmo durante a pandemia, o ambiente continuou expandindo seus negócios e atraindo novos membros. O inovabra habitat oficializou a ampliação do seu modelo de atuação para o digital, denominado habitat conectado. Com isso, 32 novas empresas, entre startups e corporações, se conectaram ao ecossistema recentemente, sendo três startups internacionais, vindas de Londres, Japão e Suécia. Desenvolveu também um book com 70 soluções de startups do ecossistema inovabra para o cenário de pandemia, trazendo temas como saúde e bem-estar, recursos humanos, educação, logística, transformação digital, gestão, financeiro e auxílio comunitário, que fomentaram conexões e negócios no ano passado.

Para o CEO da Digitalk, Estanislau Mello de Quevedo, a startup não seria a mesma sem o inovabra habitat. “Tínhamos seis meses de vida e o habitat menos de um ano quando entramos para o ecossistema e, de lá para cá, ganhamos maturidade, crescemos diariamente como startup e como negócio por meio das mentorias e acesso aos clientes do Bradesco, que hoje representam 15% do nosso portfólio”, afirma.

Em 2020, mais de 65 mil pessoas participaram dos eventos digitas e foram fechados cerca de 160 negócios. Por exemplo, a startup Antennas e a MarketUP foram contratadas pela TecBan para realizar pesquisa de mercado focada em estudos de comportamento dos donos dos estabelecimentos comerciais e da cadeia de valor do varejo.

A Semantix, que é uma das investidas do inovabra ventures, também teve um ano positivo, com um crescimento de vendas acima de três dígitos. A companhia antecipou o lançamento de novos produtos, como o Quios e o Live Commerce, adquiriu duas empresas, abriu uma nova filial nos Estados Unidos e entregou um EBITDA acima do planejado.

Outro destaque entre as startups do habitat e também uma investida pelo inovabra ventures é a D1, plataforma que acelera o processo de transformação digital de grandes empresas por meio da orquestração de canais de comunicação e entrega de jornadas omnichannel. Em março desse ano, a startup anunciou união com a Zenvia, de atendimento ao cliente, apontada como candidata a unicórnio em 2021. Com a junção, as empresas somam faturamento de cerca de R﹩ 500 milhões e compartilham uma base de aproximadamente 10 mil clientes, que vão do varejo ao setor financeiro e de seguros.

Também se destacaram no ano de pandemia as conexões realizadas entre habitantes e Bradesco, no qual mais de 160 startups foram apresentadas às diversas áreas de negócio do banco resultando em 17 provas de conceito concluídas e quatro startups contratadas. Comparado ao ano anterior o número de atividades e POCs com o Banco mais do que dobrou. A parceria com a startup InBot, por exemplo, contribuiu para a implementação de um assistente virtual com Inteligência Artificial para o canal Facebook/Messenger do Banco.

Para Walkiria, o ambiente se tornou ainda mais essencial para as novas relações corporativas e abre um leque de oportunidades para as startups e empresas de todo o Brasil trocarem aprendizados. “As conexões digitais intensificadas nos últimos meses permitiram o diálogo aberto e colaborativo entre os diferentes atores na busca de soluções para novos processos, produtos, serviços e programas, o que reforça nossa contribuição ao ecossistema empreendedor como um todo”, finaliza.

AWS Clean Energy Accelerator for Startups: primeira aceleradora da AWS focada em fomentar inovações em tecnologias limpas com startups

Abordar mudanças climáticas requer inovação em todo o mundo, em todas as indústrias e em startups e corporações multinacionais. De energia distribuída a soluções de armazenamento e softwares de eficiência e otimização — o investimento em tecnologia limpa e a inovação estão aumentando. 

Com esse aumento na demanda, surge uma rápida proliferação de startups que trabalham para resolver os principais desafios energéticos atuais. Para ajudar a fomentar essa inovação, a Amazon Web Services (AWS) está lançando o AWS Clean Energy Accelerator.

AWS Clean Energy Accelerator é a primeira aceleradora da AWS focada em promover o rápido crescimento de inovações de tecnologia limpa. O objetivo é ajudar as startups que trabalham com energia limpa a acelerar seu impacto, acessar recursos adicionais e expandir seu alcance. As inscrições estão abertas a partir de hoje e as propostas podem ser entregues até 4 de junho de 2021. A AWS está oferecendo essa oportunidade em colaboração com a Freshwater Advisors, consultoria nacional de inovação e catalisadora de risco. Nos últimos oito anos, a Freshwater executou missões de scouting de tecnologia para mais de vinte empresas líderes nos setores de energia e indústria, buscando fazer parcerias com as mais brilhantes startups emergentes focadas em tecnologia para trazer novas soluções inovadoras ao mercado.

“Investir em energia renovável é uma das muitas ações que a Amazon está tomando como parte do Climate Pledge, um compromisso de ser carbono zero até 2040, dez anos antes do Acordo de Paris. Esse compromisso exigirá inovação de organizações estabelecidas em larga escala a startups em todo o setor de energia”, afirma Shane Owenby, vice-presidente de energia na AWS. “É por isso que estamos apoiando os criadores de tecnologias limpas para acelerar a implantação de suas inovações por meio de programas como o AWS Clean Energy Accelerator”.

 A AWS e a Freshwater Advisors estão aceitando inscrições de startups que trabalham com tecnologia limpa para armazenamento de energia, monitoramento, utilização e armazenamento de captura de carbono (CCUS), atividade sísmica, geração de hidrogênio para energia, rede inteligente, otimização geotérmica, ciência de materiais, bem como outras áreas de oportunidade.

“Nos últimos oito anos, a Freshwater conduziu missões de scouting de tecnologia para mais de vinte corporações líderes nos setores de energia e indústria, buscando fazer parcerias com as mais promissoras startups para viabilizar novas soluções diferenciadas. AWS Clean Energy Accelerator oferece uma plataforma única para catalisar essas colaborações e trazer novas soluções para o mercado”, diz David Weinstein, fundador e diretor executivo da Freshwater Advisors. “Estamos muito honrados por trabalhar com a AWS para lançar esta nova aceleradora. Trabalharemos em soluções colaborativas para ajudar a resolver a crise energética e climática”. 

A empresa irá avaliar os pedidos com base em diversos fatores, incluindo a inovação e a natureza única do projeto, o valor global que a solução trará para a indústria, a aplicação criativa da AWS para resolver problemas e a capacidade da equipe de entregar uma oportunidade identificada. 

A AWS e a Freshwater Advisors selecionarão dez startups para participar desta aceleradora de cinco semanas. As startups selecionadas podem receber crédito promocional AWS Activate, bem como mentoria técnica, de negócio e go-to-market de especialistas em energia limpa da AWS. O programa também oferecerá oportunidades de colaboração com clientes de energia da AWS e membros da Amazon Partner Network (APN) em busca de soluções de energia limpa.

Saiba mais sobre AWS Clean Energy Accelerator e como se inscrever.

Games: Afterverse anuncia Breno Masi como CEO

A Afterverse, empresa de games brasileira detentora de jogos como PK XD e Crafty Lands, anuncia Breno Masi como seu novo CEO. Masi deixa seu cargo como CPO da Playkids em abril deste ano para assumir a liderança na empresa.

Cofundador da Afterverse e fundador da Playkids, app infantil com alcance global, Breno Masi tem um extenso currículo na área de games e tecnologia. Participou da criação de diversas empresas de games como a Estrela Digital, .Mobi., FingerTips.Mobi e Monster Juice. Fundou também a Onoffre Consulting, consultoria criada para auxiliar empresas a aproveitarem as oportunidades que a revolução da informação e o mundo online podem oferecer.

Formado em Ciência da Computação pela Universidade Paulista e em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Breno Masi teve passagens por instituições como a Harvard University e Naspers Academy. O empreendedor trabalha com design de produtos, tecnologia e estratégias de inovação.

Na Afterverse, Breno Masi pretende dobrar o alcance de usuários do PK XD. “Nosso objetivo com o PK XD é entrar no seleto grupo de jogos que possuem mais de 100 milhões de usuários mensalmente. Atualmente são poucos os que conseguem atingir esse patamar, mas se conseguirmos manter o ritmo de crescimento que temos apresentado, acredito que o PK XD pode se tornar o primeiro jogo nacional a se inserir nesse grupo”, comenta.

MAPFRE Open Innovation (MOI) estreia 2ª temporada no país em busca de startups parceiras

Estão abertas as inscrições para o Desafio de Inovação que está em sua 2ª temporada. Podem inscrever-se startups em desenvolvimento, que possuam projetos de rápida implantação e respondam aos desafios mapeados pela organização em 2021. As inscrições têm início em 05 de maio e podem ser feitas por meio do link: http://moibr.mapfre.com.br/#desafios

O projeto integra o MAPFRE OPEN INNOVATION (MOI) criado em 2018, uma plataforma de inovação global da MAPFRE que tem como objetivo alavancar inovação e transformação dentro da companhia. A iniciativa atua por meio de uma comunidade formada por escritórios em diversos países, que compartilham projetos, boas práticas e conhecimento.

Para a edição deste ano foram propostos 3 desafios aos participantes: 1) otimização do relacionamento com clientes e distribuidores; 2) efetividade na conversão de vendas por meio da personalização da oferta baseada em dados e 3) eficiência operacional.

O primeiro desafio tem por objetivo tornar a jornada do seguro ainda mais amigável, por meio da disponibilização de diferentes canais para que cliente e distribuidor possam escolher aquele que melhor se ajuste à sua necessidade.

O segundo visa ampliar a conversão de vendas por meio de ofertas personalizadas, com base na inteligência de dados, para que o produto seja customizado ao cliente.

Já o terceiro pretende otimizar a eficiência operacional da companhia, por meio da adoção de novas tecnologias que possam contribuir com a gestão de recursos, técnica e de riscos de toda a jornada de seguros.

“O desafio foi idealizado para agilizar os processos de inovação dentro da empresa, buscando parceiros externos. O primeiro passo foi levantar e saturar informações com os responsáveis por conduzir a estratégia da organização, uma vez que possuem a visão de quais são os desafios e as oportunidades que a MAPFRE e suas respectivas áreas possuem. A área de Inovação foi responsável por estruturar entrevistas com os executivos-chave, captando a percepção de cada um. Ao final, temos os desafios mapeados, priorizados e alinhados à estratégia da companhia, o que potencializa ainda mais a possibilidade nesta busca por startups”, afirma Flavia Varga, head de Inovação da MAPFRE Brasil.

Para as startups selecionadas no Desafio, ainda há a possibilidade de contratação, por meio da implantação do projeto, não apenas no Brasil, mas em qualquer país onde a MAPFRE opera.

“A MAPFRE é uma empresa com inúmeras oportunidades. O que se espera com o programa é trazer a agilidade e o mindset das startups para que, juntos, possamos otimizar ainda mais a melhor a experiência de nossos clientes e distribuidores”, afirma Felipe Nascimento, CEO de Seguros da MAPFRE.

Nuvemshop anuncia Guilherme Pedroso como Country Manager para o Brasil

A Nuvemshop, maior plataforma de e-commerce da América Latina com mais de 80 mil lojas online, acaba de anunciar a chegada de Guilherme Pedroso como Country Manager para o Brasil. O executivo, ex-BCG e ex-Salesforce, ocupa cargo inédito na empresa, criado diante da ampla expansão da companhia em toda a América Latina e, principalmente, no Brasil.

Pedroso tem passagens pela Salesforce, como Strategic Advisory Director, pelo BCG (Boston Consulting Group), como líder de projetos, e pela Accenture, onde fez carreira por quase sete anos. O profissional tem mais de uma década de experiência à frente de projetos de crescimento em indústrias orientadas ao consumidor, além de contar com uma graduação em engenharia pela Poli-USP e um MBA pelo MIT Sloan School of Management.

A chegada do Country Manager marca uma nova etapa da Nuvemshop. A empresa passa por um momento de forte crescimento e intensificação de toda a sua operação após receber, nos últimos seis meses, dois grandes investimentos que somam quase R$700 milhões. Diante do aumento no volume de clientes (25 mil para +80 mil lojas) e de colaboradores (150 para +400) nos últimos 12 meses, a companhia está nomeando executivos locais para liderarem as operações em cada país, o que já aconteceu com o México, por exemplo, país onde a Nuvemshop também tem sede administrativa.

Pedroso tem como um dos principais desafios fazer com que a Nuvemshop continue crescendo e potencializando, cada vez mais, histórias de sucesso de pequenos e médios empreendedores. “Além de apoiar empreendedores do varejo digital, estamos criando uma economia paralela de serviços, onde plataformas tecnológicas conseguem chegar aos nossos lojistas com soluções inovadoras, beneficiando as duas pontas e fazendo a roda virtuosa do emprego e crescimento econômico girar ainda mais”, afirma. “Temos a responsabilidade de fortalecer o ecossistema para liderar a transformação digital do varejo e exponencializar o crescimento da empresa no Brasil, consolidando o país como nosso principal mercado”, completa.

RS reúne especialistas para debater sobre Plano de Cidades Inteligentes de Porto Alegre

Foto: Jefferson Bernardes/PMPA

Na próxima terça (11 de maio), às 09h (horário de Brasília), o Connected Smart Cities & Mobility, iniciativa da Necta, realiza o Encontro Regional Porto Alegre para debater sobre as iniciativas de smart cities no contexto da capital gaúcha. A edição faz parte da agenda de eventos regionais da plataforma, em 2021, em todas as capitais do País, contemplando 27 ações, entre fevereiro e agosto.

O Encontro Regional Porto Alegre é o 1º da Região Sul é o 12º da agenda da plataforma e faz parte das iniciativas da sétima edição do evento nacional Connected Smart Cities & Mobility, que acontece, em São Paulo, entre os dias 01 e 03 de setembro de 2021, e conta com programação pré-evento. O primeiro encontro foi realizado em Salvador; seguido por Vitória; Belém; Campo Grande; Curitiba; Maceió; Manaus; Recife; Rio de Janeiro; Rio Branco; e Fortaleza. Inscrições gratuitas em: http://bit.ly/3gPXN9E

A iniciativa reunirá especialistas em smart cities e acontece ao vivo, em formato virtual, com destaque para a programação, com a apresentação do Plano de Desenvolvimento de Cidades Inteligentes para Porto Alegre e dos indicadores de desenvolvimento, no contexto do Ranking Connected Smart Cities 2020. Conforme o estudo, a cidade está entre as dez mais inteligentes e conectadas do Brasil (nona posição), além do 3º lugar na Região Sul; 4º em Empreendedorismo; e 6º nos recortes com mais de 500 mil habitantes e Tecnologia e Inovação, além do 13º lugar em Economia; e 15º em Saúde.

“Somos a principal plataforma do ecossistema de cidades inteligentes e mobilidade urbana no Brasil e fomentar esse tema da forma mais abrangente possível faz todo o sentido para o nosso trabalho. Os encontros e outras atividades permitem que o debate e as boas práticas para a cidades e a mobilidade urbana alcancem mais municípios. E, assim como nas demais regiões, teremos uma agenda importante na capital gaúcha. Para tanto, contamos com o envolvimento dos vários atores com atuação no desenvolvimento mais sustentável das cidades”, disse Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility.

Porto Alegre no Ranking Connected Smart Cities
A programação do Encontro Regional Porto Alegre conta com a apresentação dos destaques da cidade no Ranking Connected Smart Cities, que compreende 70 indicadores segmentados em 11 eixos temáticos: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, educação, saúde, segurança, energia, empreendedorismo, tecnologia e inovação, governança e economia e adapta os principais estudos internacionais e a ISO 37.122, referente à indicadores para cidades inteligentes.

Além dos resultados gerais, o Ranking CSC traz análises segmentadas pelos eixos temáticos, permitindo uma visão Regional do Brasil, considerando o porte de municípios. Porto Alegre está inserida no recorte das cidades com mais de 500 mil habitantes.

Subindo 11 posições no Ranking Connected Smart Cities, a cidade de Porto Alegre tem em seus destaques os eixos de Empreendedorismo, Tecnologia e Inovação, Economia e Saúde. Em relação aos ambientes de inovação, de acordo com dados da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), a capital gaúcha possui 2 polos tecnológicos e 15 incubadoras, gerando um crescimento de 1,3% nas empresas de tecnologia e inovação (em 2019, a alta foi de 0,2%). A alta das Micro Empresas Individuais (MEI) foi de 23,6% no período analisado.

Ainda em relação a tecnologia da cidade, 52% das conexões de internet possuem velocidade acima de 34 megabytes, contra 39,8% no ano anterior. A capital também teve um salto no número de ligações à internet, passando de 32 para 97 para cada 100 habitantes e, ainda, contabilizou 42,6 patentes para cada 100 mil habitantes, um grande crescimento em relação ao Ranking anterior, onde foram depositadas 10,5 patentes por cem mil habitantes.

Sobre os indicadores econômicos, a cidade de Porto Alegre conta com 74,8% dos empregos no setor privado, incremento de 0,4%, na comparação com 2019, e 62,5% da receita não oriunda de transferências/repasses. Já o percentual de empregos em setores smart é de 4,9% dos empregos formais em educação, pesquisa e desenvolvimento e 3,7% em tecnologia, inovação e comunicação.

Willian Rigon, diretor e sócio da Urban Systems e Connected Smart Cities, que também coordena o estudo, cita que, em 2020, foi regulamentado o Fundo Municipal de Inovação e Tecnologia de Porto Alegre, que tem entre seus objetivos incentivar a modernização da máquina pública, estimular e se aproximar de startups e buscar soluções inovadoras para desafios e problemas da cidade em áreas como educação, saúde e segurança.

“Ressalto, ainda, que Porto Alegre é um dos poucos municípios brasileiros que apresenta renda média entre os trabalhadores formais acima de R﹩ 4 mil reais. A boa diversificação econômica lhe gera independência econômica do setor público, onde 74,8% dos empregos formais estão no setor privado e 62,5% das receitas não são oriundas de transferências públicas”, pontuou.

Rigon também menciona o eixo Saúde, onde a cidade ocupa a 15ª no Ranking Connected Smart Cities 2020. “Durante a pandemia, a cidade inovou na área da saúde e aprovou edital junto ao Inova RS contra a Covid-19. A ação promove atendimentos com psiquiatras e psicólogos, por meio do programa TelePsi do Ministério da Saúde e do Hospital de Clínicas de Porto Alegre”, disse.

“Também observamos, entre seus indicadores, o elevado número de leitos por habitantes: 5,58 leitos para cada mil habitantes, índice bem acima das demais capitais do País, com média em torno de 3, bem como um aumento no valor investido em saúde e que contabiliza quase mil reais por habitante em despesas”, conclui Rigon.

Palestrantes Encontro Regional Porto Alegre
Estão confirmados: Paulo Zawislak, coordenador do Núcleo de Estudos em Inovação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (NITEC-UFRGS); José Fernando de Mattos, secretário do Gabinete da Inovação (Inovapoa) da Prefeitura de Porto Alegre; Fabiano Hessel, pesquisador na área de Internet das Coisas (IoT) e Cidades Inteligentes da PUCRS.

Além de: Carlos Eduardo Cardoso, responsável por Soluções e-city da Enel X; Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility; Willian Rigon, diretor e sócio da Urban Systems e Connected Smart Cities.

A programação completa está disponível em: http://evento.connectedsmartcities.com.br/eventos-regionais/

AGENDA

A Agenda proposta para os eventos acontece entre 23 de fevereiro e 24 de agosto de 2021 e contempla os estados/regiões:


Estados Região Nordeste/Cidades: Maceió (AL); Salvador (BA); Fortaleza (CE); São Luís (MA); João Pessoa (PB); Recife (PE); Teresina (PI); Natal (RN); Aracaju (SE);


Estados Região Sul/Cidades: Florianópolis (SC); Curitiba (PR); Porto Alegre (RS);

Estados Região Norte/Cidades: Rio Branco (AC); Macapá (AP); Manaus (AM); Belém (PA); Palmas (TO); Porto Velho (RO); Boa Vista (RR);


Estados Região Sudeste/Cidades: Vitória (ES); Belo Horizonte (MG); Rio de Janeiro (RJ); São Paulo (SP);

Estados Região Centro-Oeste/Cidades: Brasília (DF); Campo Grande (MS); Cuiabá (MT); Goiânia (GO).

Patrocinadores Eventos Regionais: Bosch, Enel X, Signify e Sonner

Balcão Virtual agiliza e aprimora atendimento no Judiciário

Foto: TRF1

Instituído pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em fevereiro, o Balcão Virtual – plataforma nos portais das unidades judiciárias que oferece atendimento remoto e personalizado ao usuário – está mudando a cultura do Sistema de Justiça. “Recebi um atendimento excelente. Resolvi o que precisava sem me deslocar até o Tribunal num momento em que estávamos na fase mais restritiva imposta pela pandemia em São Paulo”, conta o advogado Marcelo Augusto Melo Rosa de Souza, o primeiro a ser atendido pelo Balcão Virtual do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP).

Souza prevê que a plataforma de atendimento vai modificar, inclusive, a maneira de atuação de advogados e advogadas, que não terão mais limites territoriais para o exercício da atividade. Ele, que tem vários clientes em Brasília, conta que, em 2019, viajava uma vez por semana para a capital federal. “A rotina, modificada pelo isolamento social deste período, não será mais necessária quando a pandemia for superada.”

Na avaliação do advogado Igor Campelo, usuário do Balcão Virtual do Tribunal de Justiça do Piauí (TJPI), além de democratizar o atendimento, a medida produz impactos positivos em diversos segmentos. “Juntamente com a comodidade proporcionada pelo home-office, é importante observar os reflexos em termos de sustentabilidade. São menos carros nas ruas, com redução do deslocamento, da poluição e do trânsito na cidade.”

Ação mais recente do Programa Justiça 4.0, a plataforma já chegou a todos os segmentos do Judiciário – Justiça Federal, Estadual, do Trabalho, Eleitoral e Militar. O Balcão Virtual é um canal que permite atendimento remoto e imediato por meio de videoconferência, que foi muito difundida durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Nele, da mesma maneira – e nos mesmos horários de atendimento – que os balcões físicos, uma pessoa consegue obter informações sobre processos judiciais. Mas sem a presença física, direto no computador, celular ou tablet.

A informatização dos serviços do Poder Judiciário é um dos eixos da gestão do presidente do CNJ, ministro Luiz Fux. Ele explica que, além de aumentar a agilidade e eficiência na prestação de serviços, a iniciativa ainda apoia a redução de custos tanto para tribunais como para partes de processos, representantes e outras pessoas interessadas. “A revolução tecnológica permite a continuidade da atividade jurisdicional e também tem proporcionado aperfeiçoamentos com importantes ganhos de produtividade.”

Segurança

Os Balcões Virtuais das Unidades Judiciais do 1º Grau do Tribunal Regional Federal da 1a Região (TRF1) começaram a operar em 22 de março. E, até o dia 8 de abril, foram realizados 30.048 atendimentos – média de mais de 2,5 mil pessoas atendidas em cada um dos 11 dias úteis. Só a 6a Vara da Seção Judiciária do Amazonas realizou 699 atendimentos, com uma média de 39 por dia. O TRF1 tem, em sua estrutura, 294 varas federais em 93 cidades distribuídas por 13 estados.

O sucesso da iniciativa e o retorno positivo são comemorados pelo diretor da Divisão de Atendimento ao Usuário da Secretaria de Tecnologia da Informação do TRF1, Leandro Franco Vilar. “Nossa obrigação é fornecer ao usuário um canal de comunicação que lhe proporcione segurança e agilidade no atendimento. E o Balcão Virtual cumpre esse papel.”

Vilar observa que, para substituir o atendimento presencial, o Tribunal disponibiliza e-mail, telefone e até aplicativos de mensagem instantânea. O próximo passo será a adoção de chatbot, um robô de atendimento que repassa informações recorrentes e ainda facilita o acesso da pessoa aos diversos canais de atendimento. “Trilhamos um caminho sem volta, como várias outras modificações que ocorrem no Poder Judiciário, como o home-office.”

Para a juíza titular da 1a Vara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), Larissa Pinho de Alencar Lima, o Balcão Virtual amplia o acesso à Justiça. “O atendimento que ele oferece, além de célere e eficiente, é mais adequado para garantir as medidas de proteção à saúde exigidas nesse momento de pandemia”

Atendente do Balcão Virtual do TRE-SP, Patrícia Begosso conta que a plataforma, além proteger a saúde neste momento em que é preciso manter distanciamento social, traz confiança à pessoa que precisa de atendimento. “É mais um canal para o jurisdicionado, que é atendido por meio de um aplicativo de reunião virtual. Como tem um servidor do Judiciário executando o atendimento de maneira personalizada e respondendo em tempo real, o usuário se sente mais seguro.”

Utilização consciente

E é essa sensação de segurança que fez o advogado pernambucano Fernando Romeiro do Santos se tornar um entusiasta do Balcão Virtual. “Confesso que fiquei receoso quando soube do serviço, percepção que se modificou com os atendimentos que recebi.”

Sem sair de Recife (PE), ele foi atendido na 3a Vara de Ipojuca (PE), que fica a mais de 50km, de maneira efetiva – experiência positiva que se repetiu na 22a e na 12a Varas do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT6). “Todos vão ganhar com o Balcão Virtual e demais plataformas de atendimento do Judiciário. Mas os usuários terão que ter responsabilidade, pois se todos os canais forem acionados por uma mesma causa, pode ocorrer o retrabalho dos servidores com reflexo na produtividade.”

A preocupação de Santos é compartilhada pelo TRT6 que, antes de lançar o Balcão Virtual, promoveu encontros de apresentação e orientação com as entidades de classe de advogados e advogadas de Pernambuco. De acordo com o diretor da Secretaria de Gestão de Pessoas do TRT6, Henrique Lins, ainda foi produzido um tutorial orientando o usuário sobre o uso da plataforma.

“O Balcão Virtual é uma realidade no TRT6 e estamos recebendo uma resposta muito positiva por parte dos usuários. E ele não está atrelado à pandemia, pois caminhamos para a implantação do Juízo 100% Digital, com disponibilização de todos os canais de prestação de serviço virtual ao jurisdicionado”, afirma Lins. Ele destaca que, o importante é ocorra o atendimento para quem buscar respostas no Judiciário. “Eu prefiro pecar pelo excesso e disponibilizar três canais de atendimento, mesmo que implique em mais trabalho, do que deixar os jurisdicionados sem resposta.”

No TJPI, a implantação do Balcão Virtual está sob a responsabilidade Laboratório de Inovação Opala-Lab, coordenado pelo desembargador Olímpio José Passos Galvão. Ele garante que, apesar da criação da plataforma estar diretamente ligada a uma exigência gerada pela pandemia, o serviço será perene. “Podem ocorrer resistências, mas serão superadas. O Plenário Virtual, instalado há dois anos, também foi questionado. E, nesse ano de pandemia, sua efetividade foi demonstrada, com 20 mil processos pautados e 88% de julgamentos.”

Galvão conta que a previsão é instalar a plataforma em todas as 247 unidades judiciárias do Piauí até o fim deste mês. “A resposta às demandas que chegam ao Poder Judiciário virá da tecnologia. Todos ganham: o Judiciário se torna mais ágil e o usuário melhor atendido. E de qualquer lugar do estado, do país ou do mundo.”

fonte: Agência CNJ de Notícias

Teltec Solutions nomeia João Otávio Costa como head da área de inovação da empresa

A Teltec Solutions, empresa nacional da área de serviços e soluções de tecnologia da informação e comunicação, anuncia que João Otávio Ribeiro Costa é o novo head da área de inovação da empresa, a qual inclui o NexusLab. Ele possui 18 anos de experiência em companhias de tecnologias, incluindo o setor público, principalmente com atuação na área de desenvolvimento de projetos e inovação que combinam e integram novas tecnologias para oferecer soluções diferenciadas ao cliente. 

O executivo terá a responsabilidade do desenvolvimento de projetos de inovação aberta para gerar novas conexões e integrações por meio das quais se ampliará a oferta das soluções de valor agregado ao cliente, bem como proporcionar novas oportunidades de negócios. Os futuros projetos serão elaborados a partir da contribuição das tecnologias já estabelecidas na Teltec Solutions com as startups por meio do NexusLab, um escritório de inovação da empresa com o objetivo de desenvolver novos produtos e serviços, que faz parte do programa LinkLab da ACATE (Associação Catarinense de Tecnologia). 

A Teltec Solutions, há 30 anos atuando no mercado, tem como visão ajudar a tornar o mundo cada vez mais colaborativo, sustentável e humano, tendo a inovação como um dos pilares para construir soluções tecnológicas diferentes nesta direção. “Este é um dos desafios que João Otávio assume na empresa que, ao conduzir o NexusLab, proporcionará a aceleração da inovação e da transformação digital tanto da Teltec Solutions como dos clientes para ajudar no desenvolvimento de pessoas e empresas”, declara Diego Brites Ramos, diretor geral da Teltec Solutions. 

“Pretendo contribuir com minha experiência em gestão e na implementação de projetos de inovação aberta que combinam e integram diferentes vertentes tecnológicas para o crescimento dos negócios tanto da empresa como de nossos clientes”, afirma João Otávio Ribeiro Costa, head de inovação da Teltec Solutions. 

Um dos lemas de Costa é “aprender ensinando” e, neste sentido, ele expandiu sua atuação ao ministrar aulas em cursos técnicos no SENAC-SP. “Cada vez mais procuro formas diferenciadas de aprendizagem (Learning How to Learn), reforçando o entendimento de que aprendemos e inovamos por toda a vida”, diz Costa. 

Mineiro de Santa Rita do Sapucaí, João Otávio Ribeiro Costa atuou nas áreas de TI, telecomunicações e sistemas embarcados, com mais de sete anos de trabalho no setor público. É formado em administração de empresas (graduado pela FMU – Faculdades Metropolitanas Unidas) e engenharia da computação (pelo IBTA – Instituto Brasileiro de Tecnologia Avançada) . Possui extensão em TV Digital pelo INATEL (Instituto Nacional de Telecomunicações) e Internet das Coisas (IoT) pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, Estados Unidos). Tem formação técnica em eletrônica em Computação e Telecomunicações (ETE FMC) e é professor convidado do SENAC São Paulo nos cursos técnicos de audiovisual, rádio e TV. Anteriormente, trabalhou na Layer2 Network Consulting e EBC – Empresa Brasil de Comunicação.

Mercado Livre anuncia resultados do primeiro trimestre de 2021

O Mercado Livre (Nasdaq: MELI), empresa líder em tecnologia para e-commerce e serviços financeiros da América Latina, divulga hoje seus resultados financeiros do primeiro trimestre de 2021, finalizado em 31 de março.

“Passado mais de um ano desde o início da pandemia, seguimos firmes em nosso propósito de democratizar o comércio e os serviços financeiros na América Latina. Estamos cientes do impacto crescente do nosso negócio e do papel social e econômico cada vez mais importante que ocupamos no Brasil e nos demais países onde atuamos, principalmente com a demanda contínua pelos serviços de e-commerce e de tecnologia financeira”, afirmou Stelleo Tolda, presidente de Commerce do Mercado Livre. “Atrás de cada indicador relatado, existem milhares de PMEs que podem continuar operando e mantendo empregos em toda a região e milhões de consumidores que puderam acessar os produtos de que precisam”, acrescentou.

Destaques gerais de negócios:
• A base de usuários únicos ativos durante o trimestre aumentou 61,6% em comparação com o mesmo período de 2020, atingindo 69,8 milhões.
• O volume de vendas (GMV – Gross Merchandise Volume) foi de US$ 6,1 bilhões, representando um crescimento ano a ano de 77,4% em dólar e 114,3% em moeda constante – 72,9% desse valor provém de transações feitas em dispositivos móveis.
• O Brasil foi um dos destaques durante o trimestre com crescimento de 84% em volume de vendas, em moeda constante, com avanço sequencial de 8 pontos percentuais contra o quarto trimestre de 2020.
• Foram vendidos 222,0 milhões de itens, o que significa um crescimento ano a ano de 110,2%.
• 299,5 milhões de anúncios foram registrados em nossa plataforma. Parte deste crescimento se deve ao aumento de vendedores no marketplace, com quase 1 milhão de vendedores únicos com vendas realizadas neste trimestre.
• Com Mercado Envios, 208,1 milhões de itens foram enviados, um aumento de 130,7% em relação ao mesmo período do ano anterior.
• A rede gerenciada do Mercado Envios continuou ganhando participação durante o quarto trimestre, atingindo 80% em uma base consolidada. No Brasil, a penetração da rede logística própria atingiu 83% do total das entregas no período, versus 79% do quarto trimestre de 2020.
• Em uma base consolidada, o serviço Fullfilment de Mercado Envios já atingiu 27% de penetração no Brasil, versus 25% do último trimestre de 2020.

Destaques do trimestre para o Mercado Pago:
• O volume total de pagamentos (TPV – Total Payment Volume) processados no trimestre foi de US$ 14,7 bilhões, um aumento ano a ano de 81,8% em dólares e 129,2% em moeda constante. No período, foram realizadas 630,1 milhões de transações, o que representa um aumento de 116,7%.
• Mercado Pago segue avançando em seus serviços de processamento de pagamentos fora da plataforma do Mercado Livre. O volume total de pagamentos fora da plataforma atingiu US$ 8,5 bilhões, com um crescimento ano a ano de 82,5% em dólares e 136,4% em moeda constante. Foram 478,9 milhões de pagamentos no trimestre, representando um crescimento ano a ano de 120,4%.
• Os pagamentos online cresceram 138,8%, em moeda constante.
• As transações por meio da carteira virtual superam os US$ 2,9 bilhões de maneira consolidada, o que implica um crescimento ano a ano de 192,0% em moeda constante.
• O volume total de pagamentos processados por meio de pontos de venda “MPOS” cresceu 90,2% ano a ano em moeda constante.
• A carteira do Mercado Crédito atingiu a marca de US$ 576 milhões, mais do que o dobro do que foi apresentado no primeiro trimestre de 2020.

Resultados financeiros do trimestre:
• A receita líquida do primeiro trimestre foi de US$ 1,4 bilhão, um aumento ano a ano de 111,4% em dólares e 158,4% em moeda constante.
• A operação no Brasil representa 56% da receita líquida total da companhia, tendo alcançado US$ 768,7 milhões, crescimento de 93% em dólar e 139% em real, ano contra ano.
• O lucro bruto do trimestre foi de US$ 591,4 milhões, com margem de 42,9%, ante 48,0% no mesmo trimestre do ano anterior.
• O trimestre encerrou com um lucro antes de impostos de USD 9,5 milhões, contra uma perda de USD 16,7 milhões durante o mesmo período de 2020.
• O prejuízo líquido no trimestre totalizou US$ 34,0 milhões, resultando em um prejuízo líquido de US$ 0,68 por ação.

Sinqia: Resultado do primeiro trimestre dispara com receita líquida recorde de R$ 68,2 milhões

A Sinqia (B3: SQIA3), principal provedora de tecnologia para o mercado financeiro, anuncia seus resultados do primeiro trimestre de 2021. Em período marcado por anúncio de duas novas aquisições e amadurecimento da estratégia de inovação aberta, a companhia seguiu batendo novos recordes, com ARR (annual recurring revenue) de R$227,2 milhões, expansão de 54,7% ante o mesmo período de 2020, receita líquida de R$68,2 milhões, crescimento de 40,3%, e EBITDA ajustado de R$12,4 milhões, crescimento expressivo de 267%.

Os impressionantes resultados foram registrados nas duas frentes, de softwares e serviços, e beneficiados pela estratégia de consolidação e os primeiros frutos vindos das investidas da Sinqia por meio do programa de aceleração da Darwin Startups. As startups tornaram-se importantes parceiras e estão abrindo diversas oportunidades comerciais para a companhia. “Temos nos dedicado intensamente a construir alicerces sólidos para o futuro da Sinqia e dos nossos clientes. E sabemos que o caminho é a inovação. Estamos acompanhando as transformações relevantes no nosso setor e nos posicionamos como um dos principais parceiros das instituições financeiras, de todos os portes e regiões do País, neste processo de profunda transformação digital do mercado de serviços financeiros”, destaca o CEO da Sinqia, Bernardo Gomes.  

Em março, a Sinqia anunciou outro passo importante em sua estratégia de consolidação, com duas novas aquisições, a Simply, especialista em abertura de contas digitais e a FEPWeb, referência em formalização de transações digitais. As aquisições somadas às da Itaú Soluções Previdenciárias, Tree e Fromtis, totalizaram investimentos de R$259,5 milhões desde o follow on, há 18 meses. “Estamos em linha com nosso cronograma de utilização dos recursos e satisfeitos com o progresso. Continuaremos executando o plano com disciplina estratégica e financeira. Existem muitas oportunidades pela frente”, detalha Bernardo.

As duas últimas aquisições constituíram uma nova unidade de negócios, chamada de Sinqia Digital, que ofertará soluções de tecnologia no modelo Software as a Service (SaaS) para toda a base com mais de 500 clientes nas verticais Bancos, Fundos, Previdência e Consórcio. Esses negócios, que serão consolidados nos resultados somente a partir do segundo trimestre de 2021, já registraram uma receita líquida de R$9 milhões no primeiro trimestre, crescimento de 59% em comparação com o mesmo período do ano passado. “Esses números confirmam nosso entusiasmo para 2021 e mostram que iniciamos o ano muito bem. Estamos prontos para entregar resultados ainda melhores e para manter o ritmo intenso do nosso plano de consolidação”, conta Bernardo.

Open Banking
Atenta a todas as transformações do mercado, a Sinqia também criou uma oferta especializada para apoiar entidades financeiras a se adequarem ao Open Banking. A estratégia se divide em três pilares. O primeiro, de serviços, focado em educar e apoiar os clientes no planejamento e adequação regulatória. O segundo, de produtos (softwares), para oferecer toda estrutura tecnológica necessária às mudanças. E o terceiro,  de inovação, por meio do programa Open Innovation, para  desenvolver novos negócios, para a Sinqia e seus clientes, acelerar a transformação do mercado e a implementação do Open Banking. 

De olho no futuro
Além das iniciativas com Astella, Paralax e Darwin, a Sinqia também iniciou uma  parceria com o Distrito (hub de inovação para startups, investidores e empresas) para acesso a sua plataforma e construção de iniciativas conjuntas de inovação aberta e tecnologia.