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5G: a evolução das redes móveis rumo à nova geração de telefonia

Por Pedro Torres

A tecnologia 5G, conhecida popularmente como a nova geração de rede móvel, tem causado grande expectativa por conta da promessa de grandes benefícios, principalmente para o consumidor final, como velocidades para download e upload muito mais altas.

Nos próximos anos, as operadoras se concentrarão inicialmente no fornecimento de banda larga móvel aprimorada sobre a infraestrutura dessa nova rede, com taxas de transferência que chegam a 20 Gbps por usuário, e estabelecerão as bases para futuros aprimoramentos, como grande número de dispositivos conectados à IoT (Internet das Coisas, da sigla em inglês), além da oferta de benefícios como conexões ultraconfiáveis ​​e de latência ultrabaixa, que permitirão novas aplicações. Veremos a realização de coisas como automação da manufatura com base no 5G, a disseminação da infraestrutura para o uso de carros autônomos, além de muitas aplicações na área da saúde.

Não temos dúvida de que o 5G será uma grande ferramenta para conectividade no mundo, não apenas para os celulares, mas para os dispositivos em geral e até mesmo para as máquinas utilizadas na indústria. Inicialmente há um interesse especial pela banda larga móvel, mas com o passar do tempo veremos novos casos de uso, à medida que os padrões vão sendo desenvolvidos, a adoção de wireless fixo e o uso da tecnologia em termos industriais.

Em matéria de infraestrutura, o roadmap para as grandes operadoras na América Latina deve começar pelas redes macro/metro já existentes e, pouco a pouco, conforme necessitarmos de maior capacidade, com o investimento na densificação da rede. Atualmente, iniciamos as adoções com uma implementação não standalone (dual conectivit) ancorada em LTE. Conforme as redes se tornem mais maduras, veremos implementações standalone com a disponibilização do core 5G. Com relação ao espectro, inicialmente veremos a adoção da banda de 3.5 GHZ e pouco a pouco serão utilizadas as bandas mais baixas para a cobertura de 5G, junto com as redes LTE, com dinamic spectrum sharing e tecnologias similares. Com relação ao cronograma de disponibilidade, há vários testes sendo feitos nos últimos anos pelas operadoras, mas a implementação inicial em grandes cidades deve acontecer a partir de 2020. Já a adoção em larga escala deve ficar para 2021 e 2022.

Para atingir os objetivos na área do 5G, processos como densificação, virtualização e otimização de redes convergentes são essenciais. Para fornecer velocidades muitas vezes acima do 4G, é necessário contar com mais base stations dentro de uma área com maior densificação. As operadoras de redes móveis começaram promovendo a densificação de suas redes com tecnologias 3G e 4G por meio da setorização e acrescentando Sistemas de Antenas Distribuidas (DAS) e small cells.

O processo de densificação também exige soluções mais sofisticadas de infraestrutura de cabeamento para fronthaul, backhaul e energia. Para a implementação do 5G, será necessário aumentar a capacidade por quilômetro quadrado e incluir mais espectro pelas torres existentes. Logicamente há um limite e o jeito mais interessante de fazer isso é adicionar mais small cells. Um grande desafio em matéria de infraestrutura hoje para o 5G é o fato de que as torres estão cheias de equipamentos. A indústria precisa encontrar formas de evoluir esses sites para acomodar os equipamentos 5G sem ocupar mais espaço, ter mais equipamentos na mesma estrutura.

Em termos de virtualização, veremos cada vez mais as redes evoluírem para estruturas programáveis, flexíveis e construídas com base em software, permitindo executar todo tipo de aplicativo no hardware utilizado. À medida que as RAN Centralizadas se converterem em Cloud RANs, as operadoras poderão gerenciar a infraestrutura na nuvem de qualquer lugar. Uma vez centralizadas as Unidades de Banda Base (BBUs), elas podem ser redesenhadas e reduzidas para concentrarem-se em processamentos específicos mais complexos.

A virtualização de células com C-RAN permite que as operadoras reutilizem de maneira dinâmica e eficiente um recurso escasso e caro, que é o espectro. Com a mudança para uma rede RAN/ORAN com total interoperabilidade e aberta, as operadoras podem atingir seus objetivos. A Open-RAN/ORAN é mais que uma atualização, é uma plataforma para uma nova maneira de fazer negócios.

E a otimização da rede é outro componente estratégico para a adoção de 5G. Ela se refere ao desing e implantação para um desempenho superior, com maior eficiência em toda a rede convergente, do espectro de eficiência à implementação de balanceamento de carga virtualizado, de small cells com maximização do espaço a backhaul com eficiência energética.

O caminho rumo ao 5G é promissor, permitindo às operadoras de redes móveis, além de oferecem maiores velocidades, aprimorar a eficácia de implementação, maior flexibilidade de serviço e oferta de novos usos (e fontes de receita).

Pedro Torres, diretor da CommScope para a Europa, América Central e América Latina, e mestre em Engenharia de Telecomunicações pela Universidade Politécnica de Madrid.

Soluções da Aptiv focam no futuro da mobilidade

A Aptiv, empresa global de tecnologia que desenvolve soluções que permitem o futuro da mobilidade, foi criada no final de 2017 com um objetivo audacioso: fazer do mundo um local mais seguro, ecológico e conectado do que nunca. Porém, com seus 100 anos de experiência em inovações no setor automotivo e um portfólio de produtos cuidadosamente desenvolvido para dar suporte ao cérebro e ao sistema nervoso do veículo, a Aptiv está pronta para entregar soluções que ajudarão a efetivamente alcançar essas metas.

A empresa é a única no mundo a oferecer às montadoras a solução completa em uma nova arquitetura veicular, com sistemas que funcionam como o cérebro – softwares e computação – e o sistema nervoso do carro – os sensores e a distribuição de energia e dados pelo veículo utilizando fios e conectores. É essa arquitetura que coloca a Aptiv em uma posição de liderança entre os veículos atuais e futuros, entregando avanços em potência, distribuição de dados, computação e software.

O cérebro é como o software do veículo, incluindo sistemas de condução autônoma, avançadas tecnologias de segurança, experiência dos ocupantes e transmissão de dados de alta performance. Essa plataforma entrega uma melhora considerável na potência da computação, permitindo a instalação dos equipamentos e serviços necessários para uma mobilidade inteligente. Assim como o cérebro não funciona sozinho, existe o sistema nervoso do veículo, responsável pela distribuição dos dados para os pontos certos na hora certa, de modo ágil e confiável.
A seguir, a Aptiv detalha como cada parte do sistema desempenha um papel fundamental na promessa da empresa de mudar o mundo.

Eletrificação

O primeiro passo da Aptiv visando criar um planeta mais “verde” está nos sistemas elétricos. “A eletrificação é uma das principais tendências do setor automotivo no mundo atualmente e a Aptiv conta com soluções para carregamento, conexões e distribuição para todos os tipos de veículos elétricos, dos leves aos pesados”, afirma Eric Carneiro, vice-presidente e diretor executivo da Aptiv para a América do Sul.

“Esses produtos combinados com nossas tecnologias para redução de peso, como chicotes com cabeamento de alumínio, nossas soluções de conectividade que permitem comboio de frotas de veículos autônomos e nossos sistemas inovadores de direção automatizada, colaboram com a redução no consumo de combustível e nas emissões de poluentes em escala global”, completa Carneiro.

Distribuição de dados

Outro aspecto relevante são os avanços recentes em sistemas de entretenimento, segurança ativa, sensores e componentes elétricos, que criam um volume cada vez maior de dados a serem distribuídos pelo veículo. “Lidar com esse problema é de extrema importância para entregar automóveis mais seguros e conectados, como exige o mundo atual. A Aptiv possui um amplo portfólio de soluções que atendem tanto os protocolos atuais da indústria automotiva quanto os futuros, como Ethernet e HDBaseT, sistema exigido pelas tecnologias mais recentes. Esses protocolos são parte integrante da nova arquitetura veicular inteligente, que será adotada pelos veículos à prova de falhas de amanhã, e a Aptiv está apta a oferecer todos eles”, completa Carneiro.

Computador central

A quantidade de informações transmitidas em um veículo é tão grande que, no tempo que você leva para piscar os olhos uma única vez, o sistema do carro processa ao todo 15.000 dados. Até 2020, esse número deverá aumentar para mais de 100.000 dados no tempo de um piscar de olhos. Por isso, coletar e distribuir todas essas informações exige um computador central de alto desempenho.

Pensando nisso, a Aptiv desenvolveu uma plataforma de segurança ativa, a primeira na indústria capaz de processar e tomar decisões 34 mil vezes mais rápido que o ser humano. Mas isso é só o começo, os carros precisam também se conectar de forma segura com o ambiente ao seu redor e a Aptiv, mais uma vez, está atenta às demandas do mercado, com soluções que fornecem a potência necessária para essa conexão de dados de alta performance e ainda atendem às mais rigorosas exigências de segurança e cibersegurança da indústria automotiva.

Cada vez mais, os carros estão se tornando capazes de executar softwares complexos tão rapidamente quanto um servidor, e o computador central da Aptiv permite que as montadoras desenvolvam um software independentemente do hardware. Com isso, os proprietários podem atualizar as funcionalidades do veículo sem precisar trocar de carro.

Software

Os carros estão se tornando também cada vez mais dependentes do software, responsável pela maior parte das funções do veículo. Por isso, a Aptiv possui mais de 6.000 engenheiros em todo o mundo focados em desenvolver softwares mais complexos, que permitem o uso da tecnologia de Inteligência Artificial e de aprendizado das máquinas, levando às novas experiências dos ocupantes dentro do veículo e às aplicações autônomas. Até 2021, a empresa expandirá o quadro de colaboradores para mais de 8.000 engenheiros.

Em resumo: eletrificação, distribuição de dados, computador central e software são algumas das áreas em que a expertise da Aptiv ajuda a criar um mundo mais seguro, limpo e conectado. A mobilidade tem o poder de mudar o mundo e, ao integrar cérebro e sistema nervoso do veículo à sua ampla experiência em integração de sistemas e software, a empresa também tem o poder de mudar a mobilidade.

A perigosa relação entre metas e remuneração

Por Francisco S. Homem de Melo

Quando falamos sobre ligar metas à remuneração (geralmente bônus) de maneira direta, nos referimos à insistência de algumas empresas em associar o batimento de metas à remuneração de maneira matemática. Por exemplo: Roberto é gestor de marketing da e tinha como meta elevar o market share da empresa a 35% (a partir dos atuais 30%). No fim do ano, apurou-se que a participação da empresa no mercado era de 34%, ou seja, Roberto bateu 80% da sua meta.

O RH, então, pegou os 80%, comparou-os com a tabela de PLR e percebeu que a regra é que, quando um funcionário bate 80% da meta, ele ganha dois salários mensais de bônus. Nosso objetivo com esse artigo é mostrar diversos exemplos práticos que ilustram como é complexa e pouco produtiva essa prática. Não faz sentido associar diretamente metas e remuneração porque, nem sempre, meta é sinônimo de performance. Um exemplo que temos usado muito: Hermes e Renato são vendedores e, ambos, como metas de vender R$ 100 mil. Ao fim do ano, Hermes e Renato apuram suas vendas do ano e fecham suas metas com R$ 90 mil em vendas, ou seja, batem 90% de suas metas.

Faz sentido que ganhem a mesma coisa? Agora vamos adicionar um grau de complexidade à decisão: Hermes cobre o setor de construção civil, e Renato, o de agronegócio. Em 2016, aproximadamente cinco mil construtoras e incorporadoras fecharam suas portas em meio à grave crise impulsionada por desemprego e juros altíssimos. No mesmo ano, o setor de agronegócio passou bem pela crise: o real desvalorizado tornou os produtos agrícolas brasileiros mais baratos no mercado estrangeiro, o que potencializou as exportações aos países desenvolvidos. Dado esse cenário, Hermes teve um ano dificílimo e, mesmo assim, bateu 90% da sua meta. Virou incontáveis noites, procurou novos clientes no interior do Brasil. Renato, por sua vez, teve um ano bastante típico: vendeu para sua carteira tradicional de clientes, sem grandes acrobacias.

E agora, faz sentido que ganhem a mesma coisa? Mais do que isso: se pagarmos a mesma coisa aos dois, estamos sendo meritocráticos? Meu ponto aqui é que tentar medir performance com base em uma simples continha matemática, raramente, produz resultados justos. O “modelo matemático” de performance é daqueles multivariados, impossíveis de se prever. Ademais, avaliar performance é o trabalho do gestor de pessoas. Se você concordou comigo que o exemplo anterior, do Hermes e do Renato, é longe do trivial, você também concorda que se queremos ligar diretamente % de batimento de metas e remuneração teremos que ser muito mais precisos na “contratação” das metas. Talvez, se tivéssemos previsto que o ano do Hermes seria muito mais difícil do que o ano do Renato, poderíamos ter dado ao primeiro uma meta mais baixa, para tornar a conta mais justa.

Assim, Hermes com a sua meta de vender R$ 60 mil e Renato com a sua meta de R$ 100 mil estariam jogando um jogo justo e equilibrado. E como podemos chegar a essa conta? Para esse caso, a empresa pode contratar uma consultoria econômica e pedir a ela que faça projeções sobre as perspectivas de cada setor (crescimento, margens de lucro entre outros indicadores para o ano) e, a partir deles, ser feita uma estimativa. A empresa deve fazer uma série de reuniões e validações das metas contratadas, e melhor ainda, criar uma área interna de “performance”, cuja principal responsabilidade será ter certeza de que todos possuam metas “justas”, que levem em conta todas as nuances de cada função. Assim, com as metas corretas, minimizamos a chance de termos um bônus relacionado às metas injusto.

E se, no meio do ano, o Presidente do Brasil cai de amores com o setor de construção civil e outorga uma nova Medida Provisória que diz que todas as construtoras e incorporadoras não precisarão pagar mais impostos e que, além disso, receberão empréstimos a custo zero do BNDES? Renato, que tinha uma meta de R$ 60 mil, agora pode ser agraciado com um segundo semestre excelente. Se ele vender R$ 80 mil com uma meta de R$ 60 mil, vai ter batido 133% da sua meta, e vai ganhar sem dúvida um bônus mais agressivo do que Hermes. Isso é meritocrático?

Hermes receberá um bônus em função da média ponderada do seu atingimento de metas na área antiga, que contará por oito meses e alguns dias, e da área nova, que contará por três meses e alguns dias. Uma simples equação:% de atingimento do ano = (% de atingimento da função antiga x fator de ponderação i) + (% de atingimento da função nova x fator de ponderação ii). Fator de ponderação i e ii = dias corridos na função i e ii / 365. Aí o Hermes se informa dessa conta e fica um pouco preocupado: ele estava trabalhando em um negócio enorme com a construtora Tabajara, e estava marcado para sair depois de 25 dias da sua troca de função. Hermes apresentou o novo vendedor, Dimas, que o substituirá, ao pessoal da Tabajara, e Dimas ficará apenas imbuído de assinar na linha pontilhada. Ou seja, a % do atingimento das metas de Hermes na semana de sua troca não refletirá o importante trabalho que ele fez com no grande negócio.

Ora, mas ele terá a nova função para bater metas nos meses restantes do ano, certo? Mais ou menos: os três meses do ano são muito fracos na área de Operações, pois o ano fiscal já acabou para a matriz, e nenhum projeto sai do forno na época. O que fazemos? Ajustamos a fórmula no caso a caso? Deixamos o Hermes com as metas da função passada (se sim, qual a “linha de corte” a partir da qual isso acontece?) E se a mudança fosse em abril, o que aconteceria?

Agora vamos imaginar que a área administrativa da empresa tenha um analista chamado Toninho. Ele, diferentemente do Hermes e do Renato – que estão na área comercial, portanto, com remuneração variável e mais agressiva – tem bônus máximo possível é de dois salários no fim do ano. Toninho chega em setembro, e percebe que não vai conseguir bater a meta, de reduzir em 40% o tempo médio de processamento de um pedido. Além de saber que não vai bater a meta (ele só conseguiu reduzir o tempo em 10% até agora, e não vê muito bem como reduzir o tempo ainda mais), também sabe que não vai ganhar um bônus: ele só ganharia alguma coisa se batesse pelo menos 80% da meta.

Assim, Toninho pensa: “eu não vou me esforçar para melhorar o resultado nessa meta já que não vou ganhar bônus mesmo. Vou correr atrás da meta para bater 75% dela e ficar a ver navios? Prefiro ficar tranquilo”. Ou seja, metas diretamente associadas a bônus criam um contrato implícito, que diz que a decisão de bater ou não meta é do funcionário: quem perde é ele e, ganha, quem batê-la.

É necessário que gestores e funcionários estabeleçam metas relevantes, alinhadas com o negócio e ambiciosas. Após combinarem metas, precisam acompanhá-las semanalmente (ou quinzenalmente) em reuniões de time, passando por cada uma das metas, seu status, próximos passos etc. O funcionário precisa ser responsável pela meta, e quem garante isso é o seu gestor direto. Ambos precisam avaliar de maneira honesta e transparente se as metas foram batidas. Mas, em última instância, quem dirá se Hermes ou Renato tiveram mais ou menos performance serão os gestores, após avaliarem em conjunto seus números, a economia do País, os negócios gerados pelo CEO da empresa, e todos os outros fatores observados durante o ano. É essa sua função.

Francisco Homem de Melo , fundador da Qulture.Rocks, software de gestão de desempenho.

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Adobe realiza evento gratuito sobre a relação entre omnichannel e as experiências de consumo

O cliente inicia a jornada de compra pesquisando sobre o produto ou serviço desejados. Após a escolha do modelo e cor, ele decide ir até a loja física para ver mais de perto e escolher o tamanho ideal, mas, por ora, ainda não fecha a compra. No dia seguinte, o mesmo cliente recebe um e-mail promocional com o produto em questão, fecha a compra e em poucos dias recebe o pedido em casa. Se ficar com alguma dúvida, acessa o chat on-line. A equipe rapidamente já sabe sobre qual item o cliente está se referindo e, assim, esclarece a questão em poucas mensagens. No dia seguinte, o cliente recebe outro e-mail marketing, mas com um item que complementa o seu pedido original, reiniciando assim, a jornada.

Mas como as marcas podem oferecer uma boa experiência por meio de uma jornada omnichannel como essa? Pensando em auxiliá-las nesse processo, a Adobe realiza uma nova edição do Adobe Innovation Sessions, que acontece na próxima sexta-feira (28), com o tema “Omnichannel: conectando-se com o consumidor através da experiência”.

O evento será no Centro Britânico Brasileiro (São Paulo) e contará com a participação dos convidados: Alexandra da Rocha, gerente de transformação digital na Unilever, que mostrará a importância do digital na experiência de seu cliente. E Edmar Bulla, fundador da Croma Solutions, apresentará sua última pesquisa sobre o comportamento do shopper brasileiro e insights interessantes sobre experiência na indústria de consumo. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site: http://bit.ly/AISOmnichannel

“Esse Adobe Innovation Sessions foi idealizado para discutirmos a construção de uma estratégia de ações integradas e personalizadas ao longo de todos os pontos de contato, independente do dispositivo ou mesmo do ambiente on ou off-line”, afirma Ellen Pilia, Head de Marketing da Adobe. Pela companhia, Rodrigo Marcondes, VP de Digital Experience da Adobe, falará sobre as tendências da indústria e o papel da Adobe na construção da estratégia de marketing digital de seus clientes. “Será a oportunidade de vermos na prática as tecnologias que personalizam a experiência do cliente, com cases de grandes marcas e a presença dos profissionais que inovam diariamente o mercado das experiências de consumo”, finaliza Marcondes.

AIS – Omnichannel: conectando-se com o consumidor através da experiência

Data: sexta-feira (28/05), às 9h30

Local: R. Ferreira de Araújo, 741 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05428-002

Inscrições: bit.ly/AISOmnichannel

Sanofi implementa ferramenta de inteligência artificial para a equipe de compras

Até o início do ano, a área de Compras da Sanofi dedicava parcela importante de seu trabalho tirando dúvidas simples dos funcionários sobre os processos de contratação de fornecedores. Isso significava menos tempo para se dedicar à principal atividade do departamento: negociar com fornecedores. Isso até maio, quando surgiu a Sandie, a assistente virtual que passou a fazer parte do atendimento da equipe interna de Compras, com o compromisso de aumentar a eficiência do time e simplificar processos.

Resultado de um projeto de cooperação entre as áreas de Compras e Tecnologia da Informação, a assistente virtual facilitou a comunicação entre compradores e a empresa. Este chatbot da Sanofi tem como objetivo esclarecer as dúvidas frequentes e comuns sobre pontos de contato, processos e políticas de Compras, papéis e responsabilidades, necessidades de contrato.

“O time de Compras utilizava cerca de 20% do seu tempo tirando dúvidas corriqueiras. Com a assistente Sandie, passamos a dedicar nossos esforços em atender nossos clientes internos de maneira mais estratégica e eficiente, qualificando ainda mais nossas entregas”, comenta o diretor de Compras da Sanofi, Marcelo Goes.

Por meio do chatbot, que simula a interação com um ser humano utilizando recursos de inteligência artificial, as respostas do sistema se aproximam cada vez mais de uma conversa real. “A ferramenta tem a capacidade de utilizar as informações acumuladas, de forma que o programa “aprenda” com novos dados que vão sendo armazenados, oferecendo uma experiência mais personalizada de atendimento e maior agilidade nos processos de compras”, explica o diretor de ITS Latam da Sanofi, Luis Hamilton.

Além das funcionalidades atuais, para o próximo ano está prevista a implementação de novos recursos na ferramenta como status dos pedidos, fluxo de aprovações e geração de requisições por robôs que estarão integrados ao assistente virtual. A assistente virtual Sandie pode ser acessada por multi plataformas, como tablets e smartphones.

Brasoftware e ServiceNow se unem para impulsionar e suportar a transformação digital de empresas brasileiras

A Brasoftware, uma das principais provedoras de soluções de tecnologia do país e maior parceira da Microsoft no Brasil, anuncia parceria com a ServiceNow, empresa especializada em soluções corporativas baseadas em nuvem para aprimorar fluxos de trabalho digitais, com objetivo de estimular e apoiar companhias brasileiras interessadas na transformação digital de seus processos. “Com mais de 30 anos de atuação no mercado regional, a Brasoftware é uma parceira estratégia para a ServiceNow, pois atua como uma aceleradora de novos negócios ao apresentar seu portfólio de clientes que necessitam automação de serviços.”, explica Ana Flávia Corujo, Partner Sales Manager da ServiceNow.

Iniciada neste ano, a parceria traz oportunidades e benefícios para ambas organizações. “Buscamos cada vez mais levar soluções tecnológicas e inovadoras aos nossos clientes, que possam rapidamente impactar seus negócios e trazer de forma tangível retorno do investimento realizado, em uma das mais reconhecidas plataformas de serviços, que é a ServiceNow”, comenta Eduardo Sukarie, diretor comercial da Brasoftware.

“Por meio dessa aliança, os clientes da Brasoftware poderão ser impactados positivamente por soluções oferecidas pela ServiceNow, como: otimização de tempo e custos em processos, integração de sistemas e transformação digital”, afirma Leonardo Nascimento, gerente de produtos da Brasoftware.

Transformação Digital no Governo

A ServiceNow, eleita a empresa mais inovadora do mundo pela Forbes, em 2018, acredita que essa parceria é uma oportunidade de expandir sua solução para atender órgãos do governo brasileiro, que cada vez mais estão buscando transferir seus serviços para plataformas na nuvem. “Com o apoio da Brasoftware, que possui expertise neste segmento, acreditamos que conseguiremos ampliar a oferta aos Órgãos Públicos, pois nossa solução está alinhada com as necessidades existentes nestas instituições, facilitando acesso à informação e otimizando processos existentes”, destaca Ana Corujo.

Nova startup do Grupo Verity traz soluções digitais e promete revolucionar o mercado de facilities e operações

A correria durante a rotina nas organizações faz com que muitos profissionais se percam em meio à quantidade excessiva de tarefas e demandas diversas existentes, não conseguindo ser, muitas das vezes, tão eficientes quanto deveriam.

Na área de facilities e operações, a transformação é ainda tímida e empresas que buscam atingir maturidade digital sabem que precisam, de fato, entrar, agora, em processos de backoffice e operacionais, levando eficiência e experiência para áreas que ainda são carentes.

Foi pensando na necessidade do mercado que o Grupo Verity, empresa especializada em consultoria tecnológica e transformação digital, resolveu fazer uma imersão de desing no Hospital Sírio Libanês para identificar quais seriam as maiores oportunidades para impactar grande parte das pessoas destas áreas. Neste processo, foi identificada a oportunidade de criar uma plataforma para apoiar todos os checklists de rotinas que eram realizados no hospital. Desde leitos, box de UTIs, Segurança, Limpeza etc. E assim nasceu a startup Listo 360.

O produto foi lançado recentemente no evento de Facilities da Experience Club, em Abril, e funciona da seguinte forma: todos os dias, os funcionários recebem, através da ferramenta, uma lista com atividades pendentes e com os locais onde eles precisam resolvê-las. Ao passo que as tarefas vão sendo executadas, é possível dar “check” uma a uma no aplicativo, alimentando o BackOffice e levando informações em tempo real para o dashboard. Além disso, as empresas podem acompanhar os chamados de ocorrências e interdições e saber qual é o feedback do cliente dele sobre a experiência que está tendo no local.

“Acreditamos que muitos novos negócios podem nascer destas necessidades que hoje atingem muitas empresas, mas que ainda vemos muitas consultorias apenas sugerindo o caminho do desenvolvimento de um novo produto, não explorando o fato de que hoje podemos oferecer produtos no modelo de serviço e replicarmos em outros negócios, ou mesmo buscar startups que já estão ativas no mercado, acelerar, apoiar e plugá-las dentro de nossos clientes com o nosso respaldo e curadoria.”, disse Rafael Cichini, CDO do Grupo Verity.

A Listo 360 é mais do que um produto. É a prova de que é possível pensar diferente. “No mercado volátil em que vivemos, precisamos ser rápidos, flexíveis e altamente replicáveis. A Listo 360 é filha do que ela mesma se propõe a entregar. Ela entrega transformação digital, mas ela nasceu de um processo de transformação digital. Chega a ser complexo, mas é exatamente assim. Negócios hoje nascem de muitas formas e precisamos pensar fora da caixa”, complementa Cichini.

A transformação digital é um assunto que está presente em quase todas as empresas, hoje em dia. A maioria delas trata o tema como necessidade de sobrevivência e, de fato, é. Portanto, o meio corporativo já está na corrida para acompanhar as tendências do mercado, ampliar os conhecimentos digitais e utilizar novas tecnologias. Além de se preocupar se os clientes estão sendo impactados de forma efetiva pelas estratégias digitais e se estão sendo fidelizados.

“A Listo 360 traz autonomia e empoderamento das equipes e esse é um dos fatores essenciais na digitalização da jornada nas empresas. A tendência é a formação de equipes agindo de forma colaborativa, em torno de um objetivo comum e com incentivo à experimentação e inovação, para que a empresa ganhe a velocidade que o mercado exige na tomada de decisões que vão gerar real valor aos seus consumidores”, afirmou Alexandro Barsi, CEO do grupo Verity.

Pesquisa global revela que líderes de TI lutam para integrar tecnologias que controlam o fluxo de dados corporativos

Uma nova pesquisa realizada com 550 tomadores de decisão seniores de TI, conduzida pela empresa Vanson Bourne e encomendada pela Axway, revelou uma mudança na forma de como a TI oferece seus serviços de integração em apoio às organizações modernas de hoje. Cerca de 86% dos entrevistados afirmaram que o departamento de TI não deve apenas estar se integrando com outros departamentos, a TI deve permitir que os outros se integrem por si mesmos. O estudo apontou que a segurança – e as complexidades, volumes e falta de experiência na realização de integrações – encabeçam uma lista de muitos desafios que a área enfrenta com as soluções tradicionais de integração.

“Nós encomendamos essa pesquisa para aprender com os líderes de TI sobre suas dificuldades em atender às demandas de negócios de transformação digital e modernização de TI”, disse o diretor de Tecnologia e Inovação da Axway, Vince Padua. “Os resultados revelam em que estágio as empresas globais estão em sua jornada de implementação de uma plataforma de integração híbrida que suporta sua estratégia de longo prazo e as necessidades táticas de hoje”.

O estudo mostrou que as empresas com uma plataforma de integração híbrida podem suportar mais integrações de missão crítica e obter um aumento de 300% na sua eficácia de integração do que as que não possuem. A pesquisa também apontou que o fator número um para impulsionar a adoção de plataformas de integração híbridas é a necessidade de inovar mais rapidamente para acompanhar com agilidade as startups nativas em nuvem.

Para Marcelo Ramos, vice-presidente sênior e gerente geral para América Latina da Axway, os dados identificados na pesquisa global confirmam a estratégia da empresa para ampliar negócios no mercado latino-americano. “A transformação digital já está acontecendo e o cenário apontado por esse estudo nos mostra o quanto plataformas híbridas capacitam e empoderam as áreas de TI para os desafios do dia a dia”, comenta o executivo.

O e-book completo da pesquisa de plataforma de integração híbrida poder ser acessado neste link.

O que há de novo no mundo das startups?

De acordo com estudo divulgado recentemente pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups), o ano de 2018 terminou com mais de 10 mil startups cadastradas, o dobro do número registrado em 2017. Para a instituição, o cenário para 2019 se mantém promissor.

O mundo das startups apresenta oportunidades não só para empreendedores, mas também para investidores. Segundo levantamento da Lavca (Association for Private Capital Investment in Latin America), em 2018 os investimentos em capital de risco bateram o recorde de US$ 1,3 bilhão, o que representa melhores oportunidades de crescimento e expansão para empresas de todos os portes, com alavancagens mais rápidas devido à troca de experiência com o investidor.

De acordo com Felipe Collins, sócio da aceleradora ACE Startups e um dos palestrantes do We Are Omie, festival de empreendedorismo organizado pela fintech Omie, a tendência é de que o venture capital amadureça progressivamente a partir de negociações com grandes corporações e maiores números de rodadas de investimento. Collins participa da trilha de Marketing e vendas de resultados no evento, que acontece no dia 8 de agosto em São Paulo.

No cenário promissor, grandes startups crescem cada vez mais. É o caso da Movile, iFood, Nubank, Rappi e 99, com valor de mercado estimado em mais de US$ 1 bilhão cada.

As fintechs Stone Pagamentos e PagSeguro já fizeram suas Ofertas Públicas Iniciais – ou seja, já registraram a entrada da empresa na Bolsa de Valores – e estão listadas, respectivamente, na Nasdaq e na NYSE.

Mas não há só unicórnios no mercado. O número de criações de startups e o ritmo dos investimentos aumenta cada vez mais. Confira 6 tendências listadas por Felipe Collins para que o empreendedor não perca nenhuma oportunidade:

1 – Grandes empresas atuando como mentoras e investidoras

Grandes corporações estão se aproximando de startups para tê-las como fornecedoras, oferecendo mentorias e também atuando por meio do corporate venture, em que operam como fundo de venture capital.

2 – Fintechs vão integrar cada vez mais o mercado financeiro

As fintechs passaram a integrar fortemente o mercado financeiro, já que entregam atendimento individualizado e taxas mais atrativas a partir de tecnologias avançadas. De acordo com Collins, a regulamentação do open banking, iniciada pelo Banco Central em abril, contribuirá para o cenário diminuindo os obstáculos para novas empresas que desejem prover serviços financeiros.

3. O mercado é oportuno para Agritechs

O agronegócio é uma área adepta às novas tecnologias, principalmente por ainda apresentar problemas, como crédito de safra e monitoramento de produção. Outra tendência é que startups de métricas passem a se desenvolver em centros de pesquisa no interior no país.

4. Empresas que observam necessidades têm mais sucesso

Ainda existem vários problemas na gestão e serviços e um número alto de intermediários em todos os tipos de processos. Segundo Anthony Ulwick, empresas que identificam problemas antes de investir em tecnologias têm 86% mais chances de alcançarem o sucesso. Portanto, antes de qualquer coisa, é preciso observar as necessidades.

5. Formação empreendedora capacita profissionais para o mundo das startups

De acordo com uma pesquisa divulgada pelo fundo de investimentos Canary, 37% dos universitários brasileiros querem seguir carreiras empreendedoras ou abrir empresas voltadas para a tecnologia. Neste sentido, a educação empreendedora está contribuindo para a capacitação de profissionais que desejam trabalhar em startups.

6. A lógica de colaboração encurta caminhos

As startups vêm se ajudando com compartilhamento de informações, criação de conteúdo, networking e conhecimentos que ajudem a encurtar caminhos para o sucesso.

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Uso de aplicativos de compras sobe 50%, segundo estudo da Liftoff

A Liftoff, líder em marketing e retargeting de aplicativos para dispositivos móveis, lançou hoje sua terceira pesquisa anual sobre o mercado de comércio por aplicativos, o Relatório dos Apps Móveis de Compras. O estudo foi feito em parceria com o líder do setor em medição móvel e prevenção de fraude, Adjust. O levantamento mostra que esse será o maior ano do comércio móvel de todos os tempos.

O relatório revela as principais tendências de comportamento de compras em dispositivos móveis, sugerindo a ascensão do Mobile Window Shopping (tendência em olhar as lojas virtuais como se fossem vitrines de lojas físicas) na América Latina, na Ásia-Pacífico e na América do Norte. Além disso, mostra que a América Latina se destaca por ter as maiores taxas de registros em aplicativos de compras – 56% dos usuários que chegam neles, acabam cadastrando-se.

Em 2019, o relatório mostra que há uma estabilidade maior, em comparação ao mesmo período do ano passado, no custo para atrair um usuário para um app de varejo pela primeira vez. Esse valor gira atualmente entre US $ 30,00 e US $ 45,00 ao longo do ano. Estes custos para a aquisição de novos usuários caíram um terço se comparados a 2018, enquanto as taxas de instalação para compra dispararam quase 50%. Isso se deve ao fato dos usuários estarem ficando cada vez mais confortáveis com o uso dos dispositivos móveis para comprar. No Brasil, em março de 2019, 61% dos usuários acessou sites de compras por meio de smartphones, segundo pesquisa do eMarketer.

Outro fato que fica claro com a estabilidade dos custos de atração de novos usuários é que a tradicional “estação de compras” não existe mais, à medida que os usuários de dispositivos móveis consomem produtos o ano todo.

Com um número crescente de gigantes varejistas globais estabelecendo suas próprias datas para promoções sazonais, os usuários não precisam mais do Natal ou Dia das Mães como desculpa para comprar. Agora é mais atrativo fazê-lo o ano todo. “Nossos dados mostram que os consumidores gastam continuamente o ano todo, sugerindo que a tradicional temporada de compras de Natal não é mais decisiva para uma marca como era no passado. Profissionais de marketing podem integrar aplicativos de compras a uma estratégia maior de comunicação, com ofertas exclusivas por meio de aplicativo para atraírem os consumidores a entrarem nas lojas online, ou oferecerem promoções de tempo limitado, para incentivar as compras no aplicativo”, explica o cofundador e CEO da Liftoff, Mark Ellis.

Uma prova da efetividade desta estratégia são os dados apontados pelo Ebit Nielsen, mostrando que o e-commerce voltou a crescer, registrando um aumento de 12% em 2018. O Brasil alavancou a média da América Latina, que cresceu 17,9% no ano passado, em comparação com 2017. 58 milhões de usuários realizaram compras online no período analisado, sendo que 10 milhões desses as realizaram pela primeira vez no período. Acompanhando esse movimento, a expectativa é que as vendas totais no varejo cheguem aos US$ 2.354 trilhões até 2022, tendo o Brasil como maior mercado na região latina. Em 2017 o país foi responsável por quase um terço das vendas na região, segundo pesquisa do eMarketer.

Em suma, os dados sugerem que vincular campanhas de publicidade móvel a feriados tradicionais é um pouco ultrapassado.

Aplicativos são as novas vitrines do varejo

Embora os usuários instalem e façam cadastro nos apps de varejo com facilidade, o relatório mostra uma queda considerável na etapa posterior mais importante: a de compras. O custo por primeira compra na América Latina é de US$ 26,60, com uma baixa taxa de conversão, de 11,5%. Ou seja, na Região, pouco mais de um décimo das pessoas cadastradas nos aplicativos finaliza uma compra.

A pesquisa da Liftoff também aponta que a região da América do Norte apresenta um comportamento semelhante à América Latina nas transações em aplicativos de compras online. Enquanto o custo por primeira compra quase dobrou ano a ano, sendo hoje de US $ 58,86, as taxas de compra caíram quase 60%.

A força motriz dessa queda é incerta, mas pode apontar para uma tendência de varejo maior: a volta das lojas físicas tradicionais. Empresas digitais, como a Amazon, estão liderando um movimento em direção a lojas físicas “conectadas”, enquanto pesquisas mostram que os consumidores da Geração Z preferem procurar ofertas em celulares e concluir a compra na loja.

“O celular está monopolizando as entradas para o comércio eletrônico em todo o mundo, a eMarketer indica que as vendas por smartphones representaram mais de 25% das transações na América Latina em 2018. Sabendo de todas essas tendências, os profissionais de marketing de varejo podem integrar aplicativos de compras em uma estratégia maior, oferecendo ofertas exclusivas por meio de plataformas para motivar os consumidores a irem às lojas ou a oferecerem ofertas especiais por um tempo limitado para promover compras online”, comenta Karl Berta, Diretora da Liftoff da América Latina.

Para mais informações sobre marketing de aplicativos de varejo, consulte o relatório completo em: https://info.liftoff.io/2019-mobile-shopping-apps-report/

Metodologia

O Relatório de Compras por Aplicativos 2019 foi extraído dos dados internos da Liftoff de 1º de abril de 2018 até 1º de abril de 2019 – 90,9 bilhões de impressões de anúncios (90.932.926.448 para ser exato, quase duas vezes analisadas no ano anterior) em 13,6 milhões de instalações e 3,9 milhões eventos de aplicativos. Especificamente, o relatório rastreia custos e conversões globalmente, dividindo as principais atividades e tendências de engajamento para comparar o desempenho entre regiões (América do Norte, EMEA e APAC) e perfis de outros países (Japão, EUA e Reino Unido).

Internet das coisas tem o maior potencial de transformação dos negócios nos próximos três anos, aponta KPMG

A pesquisa da KPMG “Inovação na indústria de tecnologia 2019” (Technology Industry Innovation Survey) apontou a internet das coisas como o principal direcionador da transformação dos negócios nos próximos três anos. O levantamento entrevistou 740 líderes da indústria de tecnologia este ano que analisou as dez ferramentas que irão mudar as empresas a curto prazo.

Segundo o estudo, a automação robótica de processos (RPA, do inglês “Robotic process automation”) subiu para a segunda tecnologia com maior potencial para transformar o negócio. Essa foi a principal mudança já que na pesquisa anterior constava na nona posição. De acordo com os entrevistados, a robótica está mais associada a ganhos de eficiência e lucratividade e, na sequência, ao aumento da fatia de mercado. Ainda, segundo o levantamento, o maior desafio da adoção dessa ferramenta é a complexidade da implantação.

A pesquisa mostrou ainda que a inteligência artificial e aprendizado de máquina (machine learning) foram elencadas na terceira posição, perdendo uma posição em relação ao estudo anterior. Os entrevistados indicaram que as principais dificuldades de implementação dessas ferramentas são as dúvidas em relação à viabilidade econômica, complexidade da tecnologia e questões regulatórias.

As outras ferramentas foram citadas pelos entrevistados são blockchain (4? lugar), robótica e automação, incluindo veículos autônomos) (5?), realidade aumentada (6?), realidade virtual (7?), rede social e tecnologias colaborativas (8?), biotecnologia e saúde digital (9?) e plataformas de compartilhamento (10?).

“A pesquisa mostrou que estamos vivendo um período em que empresas de praticamente todos os setores estão se posicionando para implementar modelos de negócios inovadores baseados em tecnologia”, analisa o sócio-diretor da KPMG no Brasil, Felipe Catharino.

Para ter acesso à pesquisa completa, basta clicar no seguinte link: info.kpmg.us/content/dam/info/en/techinnovation/pdf/2019/top-10-technologies-for-business-transformation.pdf

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9 em cada 10 empresas têm reputação afetada pela má qualidade de seus dados, aponta pesquisa global da Experian

De acordo com a Pesquisa Global de Qualidade de Dados 2019 realizada pela Experian, 95% das empresas apontaram que a má qualidade das informações em seus negócios impacta negativamente a interação com o consumidor, a reputação e a eficiência de suas operações. Sete em cada 10 companhias afirmaram ainda não ter controle direto sobre os dados, apesar de saber o quanto isso afeta a capacidade de explorar ao máximo o potencial desse recurso para atingir objetivos estratégicos.

Esses foram alguns dos resultados revelados pelo levantamento que entrevistou, em novembro de 2018, cerca de 1.000 profissionais e lideranças da área de gestão de dados de companhias de mais de 10 segmentos de mercado nos quatro países participantes – Austrália, Brasil, Estados Unidos e Reino Unido. Para avaliar as tendências globais que norteiam a evolução da gestão de dados, a Experian concentrou seu foco em três perspectivas influenciadas pela transformação digital das empresas: a experiência do cliente, a confiabilidade dos dados, e a responsabilidade pelo controle dessas informações.

“Trabalhar o Marketing one-to-one é fundamental para prover uma experiência digital que supere expectativas, e nunca foi tão importante ter dados precisos e confiáveis. No entanto, muitas empresas ainda não conseguem aproveitar ao máximo as oportunidades que os dados podem oferecer aos seus negócios, uma vez que as práticas atuais de infraestrutura e de gerenciamento de informações não estão configuradas adequadamente para lidar com as expectativas do consumidor digital”, afirma Luiz Junqueira, diretor de Soluções da Serasa Experian.

Otimização da gestão de dados conectada à melhoria da experiência do cliente

A pesquisa da Experian mostra unanimidade das empresas (98%) em relação ao uso da gestão de dados para promover a melhoria da experiência do cliente. A otimização da interação com o consumidor apareceu entre as vantagens competitivas mais atribuídas a uma atuação orientada pela inteligência da informação – tanto na média dos países quanto no indicador das companhias ouvidas no Brasil:

Principais vantagens competitivas atribuídas a negócios orientados por dados

Geral Brasil
Melhoria da experiência do cliente 54% 62%
Práticas de negócios mais eficientes 52% 60%
Melhoria de insights para tomada de decisão 51% 51%
Melhor capacidade de se adaptar a mudanças do mercado 45% 64%

Confira outras percepções compartilhadas pelas empresas que participaram do levantamento:

– 69% reconhecem que dados imprecisos prejudicam a capacidade atual de fornecer uma melhor experiência ao cliente.

– 29% consideram que dados de clientes e clientes em potencial são imprecisos de alguma forma – no Brasil, essa percepção sobe para 33%.

– 53% apontaram a experiência do cliente como prioridade do seu negócio em 2019.

– 38% planejam consolidar uma visão única do cliente em seus negócios, nos próximos 12 meses.

Confiabilidade dos dados ainda representa um desafio para as empresas

O gerenciamento de dados ainda é um grande desafio para 89% das empresas, segundo o levantamento da Experian. A confiabilidade e a precisão estão associadas às dificuldades mais mencionadas pelos profissionais entrevistados – na média geral dos países e no Brasil – na hora de adotar informações e insights como impulsionadores de novos negócios:

Desafios mais citados relacionados à gestão de dados para viabilizar iniciativas de negócios

Geral

Brasil

Dados incompletos

38%

51%

Falta de uma visão única para os dados

36%

36%

Falta de confiança nos dados

33%

32%

Falta de habilidades para manipular e obter insights sobre os dados

33%

32%

Também ficaram em evidência entre os resultados apurados:

– 1 em cada 3 companhias (33%) considera a confiança como o maior desafio para conseguir extrair valor dos dados gerenciados.

– Metade dos entrevistados (50%) elegeram o erro humano como a razão de desconfiança relacionada às informações

– 65% afirmaram que o grande volume de dados impede uma gestão otimizada desse recurso para alavancar os objetivos estratégicos.

Controle sobre dados é fator decisivo para assegurar a qualidade da informação

A Pesquisa Global de Qualidade de Dados 2019 identificou que, embora para 84% das companhias o volume de informação continue administrado somente ou prioritariamente por TI, a área responde por apenas 53% dos novos projetos orientados por dados. Nesse cenário, já aparecem à frente dessas iniciativas uma atuação conjunta entre várias áreas atuando em conjunto (28%) e equipes lideradas por Chief Data Officers (24%).

Também prevaleceram entre os resultados:

– 75% concordam que a responsabilidade pelos dados deve estar em vários departamentos, com a ajuda pontual da área de TI – no Brasil, essa percepção é de 68%.

– 13% afirmaram já adotar uma gestão descentralizada da informação – no Brasil, o indicador cai para 6%.

– 56% têm a percepção de que TI não entende completamente as necessidades de gerenciamento de dados dos usuários – sendo que 57% das respostas correspondem à opinião de profissionais que atuam na própria área.

“Constatamos que mais organizações começam a estabelecer uma propriedade correta e uma liderança de dados mais forte, conduzida por um Chief Data Officer (CDO). Esse é um direcionamento fundamental para implementar estratégias capazes de reforçar a conformidade e a segurança das informações, bem como garantir que pessoas certas tenham acesso a dados confiáveis, para tirar proveito otimizado de insights, que possam proporcionar decisões mais respaldadas e, consequentemente, melhores resultados para os negócios”, disse Junqueira.

Acesse a íntegra da pesquisa no link: www.serasaexperian.com.br/blog/pesquisaqualidadededados2019

Metodologia

A Experian realizou a Pesquisa Global de Qualidade de Dados para analisar as tendências globais no gerenciamento de informações. Para este levantamento, foram entrevistados profissionais de dados e líderes de negócios orientados por dados. O objetivo foi identificar como as empresas estão aproveitando esse recurso para resolver os principais desafios de negócios e como as práticas de gestão estão mudando ao longo do tempo.

Produzida pela Insight Avenue para a Experian em novembro de 2018, a pesquisa ouviu mais de 1.000 profissionais de empresas em quatro países: Estados Unidos, Reino Unido, Brasil e Austrália. Participaram companhias de vários setores, incluindo TI, telecomunicações, manufatura, varejo, serviços comerciais, serviços financeiros, saúde, setor público, educação, serviços públicos e muito mais.

O público envolvido compreendeu pessoas com funções diversas, de todas as áreas da organização – entre elas diretor de dados, diretor de marketing, analista de dados, analista financeiro, engenheiro de dados, administrador de dados e gerenciamento de riscos. Os entrevistados foram escolhidos com base nas práticas de gerenciamento de dados de clientes ou prospectos de suas respectivas organizações.