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GFT promove Open Day Career

A GFT Brasil promoveu a primeira edição do Open Day – Career, evento que contou com a participação de cerca de 50 jovens que estão na fase de escolha de um curso superior. Com a iniciativa, a companhia alemã de TI para o mercado financeiro quer aumentar o conhecimento e interesse na área de tecnologia, visando a expansão do mercado de trabalho e a formação de novos quadros. Atualmente, o setor tem um déficit de profissionais, com mais de 100 mil vagas em aberto, de acordo com o IDC Brasil.

Ao longo do dia, os jovens estudantes, de escolas técnicas e públicas da região de Barueri, como ETEC Raposo Tavares, ETEC de Barueri, ETEC de Itapevi e alunos do programa Menor Aprendiz do Vale da Benção, além de convidados dos colaboradores da empresa, puderam conhecer o ambiente e a rotina dos profissionais em uma multinacional, ouvir sobre as experiências dos colaboradores e assistir a palestras educativas sobre as possibilidades e desafios em TI.
“Ações assim demonstram a estratégia da GFT em desenvolver um dos pilares de nosso Propósito, Expandir o mercado de TI Brasileiro. Com o advento das tecnologias exponenciais, estamos diante de um chamado para um esforço conjunto da sociedade em torno de um objetivo único: transformar o Brasil no país do Futuro do Trabalho, da inovação e da competitividade digital”, afirma Marco Santos, managing director Latam da GFT.

Visita de Bolsonaro aos EUA: veja as ações de curto prazo que podem agilizar o comércio bilateral

O Brasil tem todas as condições para conseguir resultados concretos de aproximação bilateral de comércio com os Estados Unidos durante a visita do presidente Jair Bolsonaro a Washington, que vai acontecer nos dias 18 e 19 de março. É o que acredita Deborah Vieitas, CEO da Amcham Brasill, a maior Câmara Americana, entre 114 existentes fora dos EUA.

“Uma vez que temos dois presidentes que dão bastante importância ao desenvolvimento do setor privado, nossa expectativa é que se faça um bom programa de trabalho, com objetivos de curto, médio e longo prazos para que esse relacionamento, de fato, ganhe outra dimensão.”

Na primeira semana de março, a CEO da Amcham Brasil se reuniu com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e levou as propostas de cooperação bilateral que são as mais relevantes para suas 5 mil empresas associadas para o encontro. “Um bom programa de trabalho é a forma mais adequada de conseguir resultados concretos. Falo de uma agenda que traga bom impacto nas relações e não tenha uma complexidade tal que seriam necessários anos para se chegar a um resultado”, resume.

A CEO da Amcham Brasil acompanhará a delegação do presidente Bolsonaro aos EUA como uma das representantes do setor privado. No dia 18, vamos divulgar nos EUA o relatório Brazil and the United States: A Roadmap to a Trade Agreement, sobre as possíveis etapas para um acordo de livre comércio. O documento foi feito em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a US Chamber e será divulgado na segunda-feira (18) durante o Brazil Day in Washington, encontro de empresários e autoridades dos dois países na capital americana.

Resultados de curto prazo

É muito provável que o governo brasileiro comece a dialogar com os Estados Unidos sobre um acordo de livre comércio ou mesmo um acordo de cooperação e facilitação de investimentos, iniciativas que são apoiadas pela Amcham. O que requer entendimentos e negociações que podem chegar a dois ou três anos para finalmente serem concluídos.

Isso não quer dizer que o Brasil não tenha expectativas de curto prazo que não possam ser atingidas no período e, que preparem o terreno para alcançarmos esses acordos, detalha a CEO. “São as ações e entregas intermediárias que lançam as bases para entendimentos duradouros. Precisamos de medidas à curto prazo para trazer um novo folego de diálogo a relação e aquecer negociações para conquistas amplas e ambiciosas. A intenção de um acordo comercial pode até parecer em discurso dos dois presidentes, mas sabemos que ela é completamente dependente desse entusiasmo comercial e bilateral renovado à curto prazo”, comenta Deborah Vieitas.

Alguns tópicos no curto prazo poderiam ter efeito imediato no comércio e investimento entre os dois países. A Amcham listou os temas de impacto rápido e com chance de serem anunciados como prioritários no primeiro encontro entre os presidentes Bolsonaro e Trump:

CEO Fórum – Principal iniciativa em prol do diálogo, o CEO Fórum deve ser reativado. “Criado há 10 anos e interrompido em 2015, é focado em reuniões bilaterais criadas entre grandes empresários dos dois países e seus respectivos Presidentes para encontrar formas de ampliar as relações comerciais e de investimento”, explica Vieitas. Do lado americano, já saíram duas chamadas para apresentação de candidaturas do Federal Reserve e o Ministério de Economia está em definição da seleção de membros brasileiros.

Acordo de Salvaguardas Tecnológicas – com ambos os lados comprometidos, o texto do acordo segue em revisão final com chances de ser assinado durante a visita presidencial, permitindo o uso da base de Alcântara (MA) pelo governo americano. “Se isso for concretizado, pode trazer muitas oportunidades na área de Defesa e dar um belo impulso ao programa espacial brasileiro. É um cenário promissor para a transferência e desenvolvimento de tecnologias”, explica.
Global Entry – adesão do Brasil ao Global Entry, programa de facilitação de vistos para executivos e investidores. “Para que os países possam fazer parte deste programa, é necessária uma troca de informações bilateral. Que, no nosso caso, envolvem Receita Federal e Polícia Federal. Quando se compartilham essas informações, os viajantes que são considerados de baixo risco têm um processo de liberação muito mais rápido através de quiosques eletrônicos”. Pela complexidade de informações trocadas em sistemas, pode não ser assinado durante a visita, mas segue sendo um atual tema de interesse e não controverso para os dois lados.
Operador Econômico Autorizado – Um acordo de reconhecimento mútuo entre o Operador Econômico Autorizado (OEA) brasileiro e o dos EUA traria benefícios imediatos ao comércio, sendo um tópico de grande convergência entre os dois países e dependente apenas do cumprimento das exigências sensíveis de segurança (sendo o único ponto atual de obstáculo). O OEA é uma plataforma que reúne empresas que atuam com importação e exportação e certifica as que são mais assíduas e responsáveis. “É uma ferramenta fundamental para ajudar a cadeia logística a cumprir de forma agilizada as exigências aduaneiras dos dois países. Se houvesse esse acordo de reconhecimento mútuo, as empresas que são tradicionais exportadoras e importadoras acabam recebendo uma classificação que facilitaria e daria muita agilidade ao trânsito de mercadorias que elas têm com os dois países.”

Convergência regulatória – Uma das exigências prévias para fazer trocas comerciais com outro país é estar em conformidade com os padrões técnicos e legais da localidade. Nesse sentido, é importante ampliar o acordo de convergência regulatória com os EUA. O setor de porcelanato conseguiu fazer um acordo desses, que surgiu de um diálogo entre o Departamento de Comércio dos EUA (em inglês, a sigla é DoC) e o ex-MDIC, hoje Ministério da Economia.
“Em comum acordo, os dois países fizeram um alinhamento da regulação permitindo aos brasileiros exportar para lá e vice-versa. Seria muito importante que esse acordo fosse alcançado com outros setores. Para isso, é necessário que haja disposição nos diferentes setores econômicos dos dois países.” O lado americano (DOC) aguarda propostas do Brasil para avançar na agenda.

Diálogos bilaterais – O diálogo setorial também é um mecanismo importante de aproximação. “O diálogo comercial entre o DoC e o Ministério da Economia tem sido dos mais ativos, mas há outras iniciativas, como o da Infraestrutura, da Defesa e de Energia. Esses diálogos é que acabam levando a ações mais concretas de cooperação.” A agenda está em processo de retomada no Ministério da Economia, tendo o seu esforço concentrado na facilitação comercial.

Ações de médio e longo prazos

Para consolidar o diálogo bilateral, Vieitas destaca que ele não depende só do governo e do setor privado, mas também do Congressos americanos e brasileiros. “Precisamos envolver os dois congressos nesse movimento de aproximação. Não se pode ter qualquer ambição de acordo comercial sem iniciar esse envolvimento. Precisamos reativar a Frente Parlamentar Brasil – EUA, bem como o “Brazil Coucus” nos EUA, voltando a reunir os congressistas que estão diretamente implicados na decisão sobre temas da relação bilateral, e que serão responsáveis pelo entendimento aprofundado desses temas”.

Apesar da grande expectativa da obtenção do apoio dos EUA para acessão do Brasil à OCDE, o tema pode até ser citado neste primeiro encontro, mas segue ainda sendo um ponto com necessidade de maior diálogo e influência. “Sabemos que os EUA têm sua própria visão sobre instituições multilaterais, mas isso não impede que possamos receber o apoio americano para a nossa acessão à OCDE, já que ele foi dado à Argentina recentemente.”

A visita de Bolsonaro é a oportunidade para aprofundar a relação, defende a CEO. “Entendemos que esse momento exige um sincero desejo de fazer mais. O que é muito positivo. Como representantes do setor privado, somos espectadores e ao mesmo tempo protagonistas: esperamos coisas boas e sabemos que temos espaço para ampliar a relação comercial e de investimentos com vantagens para ambos os lados.”

Fatos e dados da relação bilateral Brasil-EUA

INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS DIRETOS DOS EUA NO BRASIL*

– As exportações de empresas americanas estabelecidas no Brasil somaram US$ 8,5 bilhões em 2015.

– As empresas americanas geraram US$ 37,2 bilhões em valor agregado ao PIB brasileiro e empregaram 645.800 brasileiros, com um estoque de ativos de US$ 263 bilhões em 2015, e venderam US$ 171,3 bilhões internamente.

– Os Estados Unidos ocupam o primeiro lugar entre as origens de investimento estrangeiro direto no Brasil . O estoque alcançou US$ 68,2 bilhões. Isso equivale a 3.3% do PIB brasileiro. Entre 2008 e 2017, o IED dos EUA no Brasil cresceu 55.3%.

INVESTIMENTOS BRASILEIROS DIRETOS NOS EUA*

O estoque de IED brasileiro nos Estados Unidos cresceu 356% entre 2008 e 2017, alcançando US$ 42,8 bilhões em 2017. Em 2017, o Brasil foi a 16ª maior investidor nos EUA – à frente do México.

Em 2015, as empresas brasileiras detinham US$ 102,2 bilhões em ativos nos Estados Unidos e empregavam 74.200 pessoas. Comparado com grandes emergentes (China, Índia, Rússia, e México), o Brasil fica em segundo lugar na geração de empregos nos EUA.

As subsidiárias brasileiras venderam US$ 48,3 bilhões no mercado interno, e geraram US$ 7,9 bilhões em valor adicionado ao PIB americano (2015). Entre 2009 e 2015, as empresas brasileiras nos EUA superaram consistentemente empresas de outros grandes emergentes em vendas internas e valor adicionado ao PIB dos EUA.

As subsidiárias brasileiras nos EUA exportaram US$ 5,1 bilhões em 2015, mais que subsidiários de outras grandes economias emergentes (China, México, Índia, Rússia).

*Dados Amcham, Apex e Brazil-US Business Council.

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A indústria financeira não será a mesma após as fintechs

Por Ricardo Anhesini

O Brasil vive o melhor momento para o desenvolvimento de fintechs de toda a sua história. Entre vários elementos que reforçam esse argumento, está o fato de que o nosso mercado é desproporcionalmente grande se comparado com a realidade de outros países. Além disso, atualmente convergem os seguintes elementos que estimulam esse ecossistema: tecnologia avançada, regulação adequada e consumidores empenhados em valorizar soluções inovadoras e disruptivas.

Com mais de 209 milhões de habitantes, o Brasil já tem mais de 450 startups focadas em soluções financeiras, de acordo o Radar Fintech Lab. Em 2017, o Finnovation revelou crescimento de 40% no número total de startups. A Conexão Fintech identificou, também em 2017, que os investimentos nessas empresas ultrapassaram os R$ 450 milhões.

E não para por aí. As perspectivas positivas também estão no fato de o modelo de negócios das fintechs serem incorporados por organizações de grande porte que atuam. Os bancos, por exemplo, estão investindo pesadamente na digitalização de serviços e parcerias com fintechs são executadas para as instituições financeiras se tornarem mais competitivas.

O fato do governo brasileiro ter autorizado a participação de até 100% de capital estrangeiro nas fintechs de crédito somada com a permissão do Banco Central para uma determinada fintech realizar empréstimos sem intermédio de um banco, atuando como Sociedade de Crédito Direto (SCD), indicam tendência de liberalização do sistema financeiro brasileiro. Esse movimento, inclusive, deve impactar a economia nacional já que haverá mais oferta de crédito no mercado.

O cenário positivo foi confirmado pela pesquisa “Fintech 100”, da KPMG, que concluiu que o Brasil possui 3 das 100 fintechs mais inovadoras do mundo, com destaque para a emergência de neobanks e o crescimento acelerado de serviços bancários digitais globais. No mundo, empresas de pagamentos já dominam esse cenário, com 35 ao todo, seguidas de 23 que atuam com financiamento, 15 na gestão de patrimônio e 12 com seguros. Outro destaque é que quase metade das empresas (41) foram constituídas e continuam a operar em mercados emergentes.

Com o iminente destaque global das empresas de tecnologia que estão transformando o setor bancário e de crédito, também não devem faltar estímulos para startups que já operam no Brasil e estão interessadas em uma cenário em que mais da metade da população ainda não tem acesso aos serviços bancários.

Além disso, o setor de serviços financeiros está se transformando com novos produtos, canais e modelos de negócios inovadores, influenciado por diversos elementos, como expectativas dos clientes, digitalização das empresas e redução de custos.

Ainda que o mercado seja altamente competitivo, a busca por usabilidade e a diminuição de atritos na cadeia, tão importantes para a experiência do consumidor, estarão cada vez mais aliadas às novas tecnologias, como Inteligência Artificial, Big Data e blockchain. Assim, com soluções seguras e inclusivas, haverá um estímulo importante para o desenvolvimento de novos modelos de negócios e atração de investidores internacionais.

O crescimento expressivo de fintechs no mercado brasileiro e as perspectivas positivas embasadas nos números apresentados tornarão as empresas brasileiras mais disruptivas. Todo o mercado será beneficiado, desde que, obviamente, as empresas sejam capazes de liderar essa transformação, integrando esforços e sendo estratégicas nessa jornada digital.

Ricardo Anhesini, sócio-líder de Serviços Financeiros da KPMG no Brasil.

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Assinatura digital ICP-Brasil segue avançando na pauta da Casa Civil

Foto: Casa Civil da Presidência da República

O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, recebeu na manhã desta segunda-feira, 18, no Palácio do Planalto, o diretor-presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI, Marcelo Buz. O encontro dá continuidade as tratativas para o desenvolvimento de políticas públicas que possibilitem a ampliação do uso da assinatura digital no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil.

Acompanhado dos assessores técnicos da presidência do ITI, Eduardo Lacerda e Ruy Ramos, Buz apresentou ao ministro projeto que prevê a modernização, aumento da capilaridade e, por consequência, ampliação do uso do certificado digital ICP-Brasil. A tecnologia é uma importante ferramenta na promoção da desburocratização e digitalização de processos com segurança, celeridade e eficiência, metas da gestão Bolsonaro.

Startup Monetizze é certificada pela GPTW

O Grupo Monetizze, dirigido por Márcio Motta, Fernanda Campos e Neison de Paula, e que emprega cerca de 175 colaboradores, acaba de ser certificado pelo GPTW – Great Place to Work. O selo confirma que a empresa conseguiu a pontuação necessária para ser considerada uma excelente empresa para o colaborador e também permite competir ao Ranking das Melhores Empresas Para Se Trabalhar. O Great Place to Work é pioneiro em conduzir essa pesquisa presente em todo o mundo, em mais de 50 países, nos seis continentes.

A Monetizze é referência no mercado de afiliados e produtores digitais. Por dois anos consecutivos, 2017 e 2018, a empresa foi eleita a melhor plataforma de infoprodutos do país. A premiação foi realizada no maior congresso de Marketing de Afiliados da América Latina, o Afiliados Brasil.

Em parceria com a PUCPR, Visionnaire e Scopus capacitam alunos em Desenvolvimento de Aplicativos na Plataforma iOS

A Visionnaire Tecnologia e a Scopus
Desenvolvimento de Sistemas criaram um Programa
de Capacitação em Desenvolvimento de Aplicativos
na Plataforma iOS. 25 pessoas estão participando das
aulas em uma parceria com a PUCPR.

Ao perceber a carência de profissionais capacitados
para desenvolver em iOS, as duas empresas
decidiram formar os próprios profissionais.

Mais de 250 pessoas se inscreveram para as aulas
e 25 alunos foram chamados para o curso que vai
garantir oportunidades aos que se destacarem no
programa com participação em projetos iOS na
Visionnaire e Scopus.

Na aula inaugural, Andréia Malucelli, Decana da
Escola Politécnica da PUCPR, falou sobre a
importância de parcerias entre academia e
empresas: “já tivemos projetos similares em outras
áreas. Essas iniciativas são muito relevantes para
qualificar profissionais. Mostra o comprometimento
das empresas em formar jovens para o mercado e
fomentar inovação unindo pesquisa e negócios”.

Pela Scopus, o Professor Doutor da USP Reginaldo
Arakaki, responsável pela área de inovação da
empresa, falou das inúmeras possibilidades de
desenvolvimento para smartphones, especialmente
na área de serviços bancários. Ele também salientou
que cursos, como o promovido nesta parceria, têm
alto índice de empregabilidade.

Márcio Silva Alves, Gerente de TI da Scopus,
lembrou aos alunos que a empresa surgiu do mundo
acadêmico, na década de 70. E foi pioneira em
tecnologia para transações bancárias pelo celular.
Para ele, “é primordial a construção de soluções
disruptivas para novos modelos de negócios”.
“Sempre surgem novas tecnologias e novos
concorrentes e é muito importante sair na frente
formando profissionais capacitados para o futuro do
mercado”.

Sergio Mainetti Jr., da Visionnaire, apresentou a
história da empresa aos alunos na aula inaugural.
Também lembrou que a empresa, desde sua
fundação, sempre teve fortes ligações com o mundo
acadêmico, especialmente com a PUCPR, laços
mantidos até os tempos atuais. Ele destacou, ainda,
a importante parceria com a Scopus neste e em
outros projetos de tecnologia. E afirmou que acredita
que “os três parceiros no projeto vão dar uma

grande contribuição ao mercado de trabalho,
formando jovens em habilidades tão buscadas para
suprir as novas demandas em desenvolvimento de
aplicativos para iOS”.

As aulas tiveram início em fevereiro e se estendem
durante o primeiro semestre de 2019.

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10 dicas para estimular a criatividade

Hoje, a criatividade ainda é vista como um dom natural e necessária apenas para algumas profissões, como um publicitário ou cineasta, por exemplo. Mas muito se engana quem pensa que a criatividade não pode ser exigida de um engenheiro ou médico. Mário Rosa, sócio da Echos, laboratório de inovação que utiliza Design Thinking, pontua que essa teoria não é válida e que criativo é fundamental para qualquer profissão. “Ao contrário do que muitos pensam, não nascemos com o ‘dom’ da criatividade, ela é uma habilidade que pode ser adquirida, mais do que isso, deve ser sempre exercitada, assim como exercitamos músculos ao ir à academia”.

O Design Thinking é um modelo mental com abordagens de aprendizado, prática, colaboração e empatia, que pode auxiliar a romper as amarras e estimular a criatividade em qualquer pessoa. De acordo com Rosa, o design thinking colabora para a inovação e criatividade surgirem porque seu funcionamento prevê a desconstrução das barreiras da hierarquia e do pensamento exclusivamente cartesiano, oferecendo espaço para as ideias emergirem sem pré-julgamentos.

Mario Rosa listou algumas dicas para estimular a criatividade:

1- Experiências diferentes e inovadoras: se mantenha fora da rotina e busque experiências que agreguem valor, um banho de mar a noite ou pessoas que não façam parte do ciclo de convivência;

2- Leia muito: livros técnicos, revistas e jornais aumentam o conhecimento em sua área, mas as leituras ficcionais estimulam a criatividade e fazem o leitor viajar;

3- Ouça música: isso diminui a ansiedade, o nível de estresse e melhora o humor. A música clássica melhora o nível de concentração;

4- Jogos de estratégia: são ótimos para exercitar o raciocínio, seja de tabuleiro ou videogame;

5- Não julgue suas ideias: escreva o maior número de soluções possíveis, mesmo que não façam o menor sentido;

6- Perca o medo de errar: criatividade é sair do senso comum e, para isso acontecer, precisamos sair da zona de conforto. Você também precisa ir fundo nas falhas para que possa melhorar;

7- Use a mão que não costuma usar: isso traz benefícios ao cérebro. Pode começar escovando os dentes, por exemplo;

8- Seja otimista: há uma grande diferença em ser infantil e ser como uma criança. Ser otimista e brincalhão não significa não ter seriedade;

9- Peça, co-crie e participe: Certifique-se de que você também está fazendo os outros se sentirem bem-sucedidos;

10- Diversidade: ao montar uma nova equipe de projeto, seja qual ele for, sempre priorize pela diversidade de ideias e repertórios pessoais. Procure por pessoas completamente diferentes que possuem potenciais.

30% dos recrutadores afirmam que eliminam currículo em até 10 segundos

Experiência profissional, objetivo, dados de contato. Essas e outras informações são observadas no primeiro contato pelo entrevistador e sempre são citadas como primordiais no preenchimento de um currículo. Reforçando a importância desse documento durante o processo seletivo, levantamento realizado pela Catho com mais de 400 recrutadores aponta que 30% deles demoram em média de 6 a 10 segundos para descartar um currículo para uma entrevista.

Com critérios cada vez mais exigentes por parte do entrevistador, mais do que aptidões técnicas, é tido como exigência avaliar o candidato também por suas habilidades e competências profissionais, informações concentradas no preenchimento do currículo. Inseridas no documento, devem ser acompanhadas por uma estrutura limpa e bem organizada, capturando assim toda a atenção do recrutador.

Com o olhar focado em pontos específicos do material, é possível fazer análise rápida e minuciosa do candidato. Desta forma, a pesquisa buscou mapear o tempo médio de avaliação do documento por parte dos recrutadores: 30% de 6 a 10 segundos, 27% de 11 a 29 segundos, 21% em mais de 1 minuto, 17% de 30 a 59 segundos e 5% em até 5 segundos.

Segundo dados da pesquisa, em uma primeira avaliação, o profissional que recebe cerca de 100 currículos analisa em média 15 com maior critério e cautela.

“Após o primeiro olhar do recrutador sobre o currículo é feito uma análise de forma detalhada. Ainda assim é primordial ter as informações nobres do documento em destaque e bem colocadas, pois desta forma serão facilmente observadas, garantindo maiores chances desse candidato ser selecionado para uma entrevista”, afirma Tabitha Laurino, gerente da Catho.

Os recrutadores ainda apontaram as informações que não podem faltar na construção de um currículo e são valorizadas no momento da análise, tais como: experiência profissional (80%), formação e/ou cursos complementares (60%), cargo e/ou área pretendida (60%), objetivo profissional (50%) e conhecimento em outros idiomas (24%).

Em um cenário de grande concorrência e com profissionais cada vez mais qualificados, Tabitha reforça a importância de que o currículo merece toda a atenção por parte do profissional. “É importante revisitá-lo e sempre mantê-lo atualizado, buscando identificar pontos que sempre podem ser melhorados e valorizar seu perfil profissional. Pecar nesse documento diante de tantas ferramentas de auxílio é inadmissível para os recrutadores”, reforça a profissional.

Quando o comportamento tóxico e alta performance andam juntos

Por Roberto Santos

Contratar e reter profissionais considerados de alta performance na organização não é uma tarefa fácil para o gestor direto, e muito menos para o RH que, em tempos modernos, precisa equilibrar os pratos da tecnologia e das pessoas para realizar essas tarefas. Mas existe um lado sombrio a respeito dos funcionários de alta performance – muitas vezes o seu comportamento é tóxico, e o seu impacto é considerável.

Geralmente, esses profissionais têm um alto nível de entrega, mas o que fica oculto é que muitas vezes a alta produtividade é marcada por um comportamento inadequado frente a outros funcionários, subordinados e até mesmo fornecedores, contaminando a organização e tornando seu impacto negativo superior aos ganhos que sua produtividade pode trazer.

Um estudo da Harvard Business School, publicado em 2015, apontou algumas conclusões interessantes a respeito dos profissionais de alta performance que têm um comportamento tóxico – e uma das conclusões é que justamente os profissionais considerados “tóxicos” para a organização costumam ser mais produtivos que seus colegas cuja performance é considerada mediana.

Esse seria o motivo, inclusive, pelo qual esses profissionais costumam perdurar na organização – a alta performance compensa o comportamento inadequado e sua aceitação tácita. Porém, mesmo que pareça o contrário, esses funcionários custam muito para a organização – mais do que potencialmente geram em receita.

O custo do mau comportamento

No estudo desenvolvido pela Harvard Business School, um empregado com comportamento tóxico é definido como alguém que apresenta um comportamento que pode prejudicar a organização, incluindo seus ativos ou pessoas.

A pesquisa revelou também que, quando um profissional de alta performance tem um desempenho consistente, ele representa uma economia de custos de mais de US$ 5.000 para a empresa. Entretanto, quando esse mesmo profissional apresenta um comportamento tóxico, a economia se torna negativa – o custo desse profissional pode ultrapassar os US$ 12 mil – não incluindo custos indiretos, como litígios judiciais, por exemplo. Isso sugere que empregados “ruins” podem ter um efeito mais forte na empresa do que “bons” funcionários.

Funcionários tóxicos levam outros profissionais a deixar a organização mais rápido, o que gera enormes custos de rotatividade e treinamento, e diminui a produtividade de todos ao seu redor.

O que ocorre é que as empresas acabam contratando funcionários potencialmente tóxicos ao privilegiar somente o bom desempenho frente a questões de comportamento – que são mais subjetivas na hora da seleção. As habilidades podem ser ensinadas ou desenvolvidas, mas honestidade e integridade são valores internos, e que não podem ser ensinados.

Demitir ou reter?

Essa talvez seja a decisão mais difícil de todas – já que o gestor tem que escolher entre manter um comportamento que esteja prejudicando o grupo versus uma alta performance. Muito raramente as empresas decidem por desligar esse funcionário, o que contribui para minar ainda mais a confiança da equipe como um todo. Mas esses comportamentos só podem ser tolerados até certo ponto.

A pesquisa de Harvard deixa claro que evitar trabalhadores tóxicos ainda é melhor para a organização em termos de rentabilidade líquida, apesar de perder um funcionário altamente produtivo. Evitar um funcionário tóxico, ou orientá-lo a mudar seu comportamento, aumenta muito mais o desempenho do que substituir um funcionário comum por um profissional de alto desempenho.

A gestão também não pode se omitir, mesmo que o comportamento tóxico não seja incentivado, a falta de policiamento sobre essas atitudes acaba dando um sinal duplo, e ajuda a criar um ambiente onde as pessoas sintam que podem se comportar mal.

É claro que o cenário ideal é o de evitar a contratação de funcionários com esse perfil, mas se já existem profissionais com esse tipo de comportamento na empresa, especialistas advertem que o melhor é separar o funcionário tóxico do restante da força de trabalho, permitindo que ele se concentre no que realmente é bom.

De qualquer maneira, em algum momento o comportamento tóxico vai se sobrepor aos resultados positivos. A menos que esse indivíduo tenha um grau de autoconhecimento que o ajude a melhorar seu comportamento por meio de treinamento e coaching, é possível que o final, mais plausível seja a demissão.

Roberto Santos, sócio-diretor da Ateliê – RH

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Adriana Oliveira é a nova diretora de RH do Mercado Eletrônico

O Mercado Eletrônico, especialista em soluções de comércio eletrônico B2B, anuncia Adriana Oliveira como diretora de Recursos Humanos. Anteriormente no cargo de gerente de RH, a executiva tem 17 anos de empresa, onde iniciou e desenvolveu a área de Recursos Humanos. Ela chega ao cargo de diretora com o desafio de continuar investindo em ações inovadoras, focadas nos colaboradores e no desenvolvimento de uma nova estrutura organizacional.

De acordo com a executiva, a nova posição traz reconhecimento aos anos de experiência dentro da organização e proporciona uma visão diferenciada para a mesa de diretoria: “Me sinto honrada e representada. A minha experiência traz uma nova visão para a empresa e os diretores. A gestão de pessoas continua sendo minha paixão e proporcionar um ambiente colaborativo, que gere alegria e motivação, é meu desafio para essa nova etapa. Ganhamos o título de Great Place to Work em 2018 e é isso que somos. Vamos trabalhar para conquistar cada vez mais resultados”, afirma Adriana Oliveira.

A preocupação em qualificar e manter o bem-estar dos profissionais é um dos pilares que move o Mercado Eletrônico e impacta em todas as ações realizadas internamente com os seus 200 colaboradores. A companhia investe constantemente na capacitação de funcionários, a fim de elevá-los em suas carreiras e procura estabelecer uma estrutura onde a comunicação entre os líderes e os colaboradores acontece de forma abrangente e direta.

Para Adriana Oliveira, os resultados alcançados, principalmente nos dois últimos anos, como entrar no ranking do GPTW entre as melhores empresas para trabalhar, construir um ambiente de trabalho confortável e motivador, desenvolver a liderança e implementar o programa de capacitação ME Desenvolvo a ajudaram a chegar na posição atual: “O desafio agora é evoluir o que já temos e engajar os times para serem cada vez mais orientados a resultados”, destaca a diretora.

A diretora tem MBA em desenvolvimento e gestão de pessoas pela FGV. Trabalhou na AT&T por sete anos. Em seguida, partiu para o ME onde iniciou como analista de RH e trilhou sua carreira por 17 anos até conquistar a diretoria. A executiva ajudou a construir a área de RH, que hoje conta com um administrador de pessoal, dois analistas com foco em desenvolvimento de pessoas e uma coordenadora de qualidade.

Estudantes de São Paulo vão para a Copa do Mundo de Robótica nos EUA

Os alunos da rede escolar SESI-SP dominaram os três lugares do pódio do Torneio SESI de Robótica FIRST LEGO League, que aconteceu durante os dias 15 e 17 de março, no Rio de Janeiro. Ao arrebatarem o campeonato, o vice e a terceira colocação da principal categoria do festival, nomeada Champion’s Award, a equipe vencedora “Jedi’s”, de Jundiaí, além de “Los Atômicos”, de Araras, e “Red Rabbit”, de Americana (2º e 3º lugares) garantiram vagas para o World Festival, considerado a Copa do Mundo da Robótica. Os times vão competir em Houston (EUA) entre os dias 17 e 20 de abril.

Vitória rendeu aos alunos do SESI Jundiaí retorno ao mundial

“O que levou os Jedi’s ao topo foi a dedicação. Eles trabalharam e treinaram muito, tiveram foco na competição”, destacou o técnico da equipe, Clayton Rafael Ribeiro. Além de vencerem a etapa nacional da First Lego League, a equipe representante do SESI Jundiaí chega ao World Festival com a pressão de ter sido vice mundial no mesmo torneio, na edição do ano passado (2018).

“Vamos arrumar todos os detalhes que faltaram para vencermos. E ver se conseguimos representar bem o Brasil e trazer a taça de lá também”, comentou Clayton. Além disso, para os alunos que ainda não participam desse projeto, o técnico do time de Jundiaí deixou um recado: “É uma experiência que vale muito a pena, o SESI faz um trabalho fantástico com todas as crianças! A evolução deles dentro de um torneio e viagem desse tipo é imensa. Eu, com certeza, colocaria meu tempo e minha dedicação nisso”, finalizou, emocionado.

Los Atômicos, de Araras: a surpresa dos novatos no nacional

“Apesar de ser nosso segundo nacional, temos uma história longa. Sempre chegávamos, no máximo, na fase estadual. Então, na nossa primeira chance, aproveitamos para aprender e nos espelhar em outras equipes. Saímos sem prêmio, os alunos ficaram desanimados, mas eu sempre dizia: não importa o que ganhamos, mas o que aprendemos”, comentou a técnica do time do SESI Araras, Ana Paula Carrocci. Agora somos vice e estamos emocionados com essa grande conquista!”.

A técnica reforçou que o segundo lugar no nacional e a classificação para o World Festival (Houston/EUA) foi consequência de muito trabalho da equipe. “Esses alunos têm um conhecimento imenso e se dedicam muito! Passamos muitos finais de semana e feriados juntos, estudando, acabamos formando uma família. Receber esse prêmio é gratificante”.

Red Rabbit rumo ao bicampeonato mundial

A terceira colocação no principal prêmio do torneio veio com gosto de topo do pódio para os alunos do SESI Americana, que assim como os colegas de Jundiaí e Araras, competirão em Houston (EUA). A equipe Red Rabbit é, inclusive, a atual campeã desse mesmo campeonato mundial, título conquistado em 2018.

“Ver a alegria dos alunos, o sorriso e choro de emoção, não tem preço! É o que nos move e faz querer cada dia mais trabalhar por esses resultados”, comentou o técnico da equipe do SESI Americana, Denis Rodrigues Santana.

Para ele, o que deu ao Red Rabbit um lugar ao pódio foi a persistência da equipe. “É um time maravilhoso que, com todas as adversidades, nunca desistiu ou deixou de sonhar, mesmo quando pareceu impossível. Temos enfrentado nossas dificuldades sem medo, com muita responsabilidade e, agora, estamos sendo coroados com mais essa grande conquista”, celebrou.

Mais seis equipes do SESI-SP garantiram prêmios e classificações para torneios internacionais

Além dos grandes campeões do torneio, alunos de seis diferentes equipes do SESI-SP foram destaque na competição.

De Birigui, a equipe Big Bang conquistou o prêmio de melhor Pesquisa no Torneio SESI de Robótica; a X-Force (SESI Bauru) tirou o 1º lugar em Programação de robô; e a Biotech (Barra Bonita, regional de Jaú) levou o título de Solução Inovadora. A vitória rendeu para os três times classificação para o Aberto do Uruguai (de 30 de maio a 1 de junho).

“Ganhar nessas categorias demonstra que a gente faz a lição de casa”, pontuou o gerente executivo de Educação da rede escolar SESI São Paulo, Roberto Xavier Augusto Filho. “Cada etapa é feita com muita excelência – nas escolas, no dia a dia, em todo o processo para que esses alunos estejam numa competição como essa. Por isso vencemos!”, celebrou.

E lembrou que a robótica é apenas um dos programas que impactam positivamente na vida dos estudantes e formam campeões. “O SESI transforma a vida das pessoas. Todos os nossos alunos que participam ou não da robótica têm a oportunidade de terem suas vidas modificadas. Então, que aproveitem muito nossa instituição e tudo o que podemos oferecer!”

Ainda entre os destaques do torneio, os Thunderbóticos (SESI Rio Claro) e Discovery (Piracicaba) levaram a melhor no prêmio Estratégia e Inovação, ficando com os 1º e 2º lugares, respectivamente. Outra grata surpresa foi a equipe Robotics School (SESI Ourinhos), que não levou nenhum prêmio oficial para casa, mas teve seu trabalho reconhecido e garantiu uma vaga para o Aberto Internacional da Turquia (de 22 a 25 de maio).

O Festival SESI de Robótica 2019

Mais de 1.200 jovens, de 9 a 18 anos, divididos em 117 equipes, participaram de três competições neste fim de semana (15 a 17), no Rio de Janeiro: os torneios SESI de Robótica FIRST LEGO League, FIRST Tech Challenge e F1 nas Escolas.

A FIRST LEGO League, torneio que os alunos do SESI-SP sagraram-se campeões, foi criado em 1998 pela FIRST, uma organização não governamental, em parceria com o Grupo LEGO. O SESI é a instituição responsável pela organização do torneio (etapas regionais e nacional) no Brasil desde 2013. Trata-se de um programa internacional de exploração científica, que promove o ensino de Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática no ambiente escolar e que contribui para o desenvolvimento de competências e habilidades comportamentais para a vida.

O tema da temporada 2018/2019, Em Órbita, desafiou os estudantes a pesquisar sobre questões relacionadas a viver e viajar no espaço. Com isso, eles tiveram de identificar e propor uma solução inovadora para um problema físico ou social enfrentado durante as viagens de exploração espacial. Na arena, os robôs feitos pelos próprios alunos com peças de LEGO ainda tiveram de cumprir missões como se locomover em áreas com crateras, ajudar um astronauta a voltar em segurança para a base espacial e mover satélites para a órbita.

Protótipo de buggy da Volkswagen mostra caminho viável para veículos elétricos

A Volkswagen apresentou o protótipo do ID Buggy, no Salão de Genebra, na Suíça. Com a mesma plataforma modular para elétricos dos conceitos anteriores, o veículo elétrico da volks tem motor elétrico de 201 cavalos.

De acordo com a montadora, o modelo pode fazer de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos. O projeto apresentado pela fabricante alemã endossa que os projetos como da empresa paranaense eiON estão de acordo com a tendência para os próximos anos.

Sucesso na última edição do Salão do Automóvel de São Paulo, em 2018, o Buggy elétrico 100% brasileiro da eiON foi apresentado ao mercado antes do projeto da Volkswagem e planejado para uso de fins turísticos no nordeste brasileiro, resorts, pousadas e hotéis. Além disso, pode também atender à demanda do sistema de Carsharing (compartilhamento de veículos) como já acontece com as bicicletas nas grandes cidades.

O projeto Buggy Power teve início há dois anos, a partir de adaptações de um veículo similar à combustão para ter um powertrain totalmente elétrico, com motor produzido pela também brasileira WEG, marca consagrada no mercado. O protótipo do buggy elétrico apresentado pela Volkswagen na Suíça também é uma adaptação do antigo modelo da década de 1960 que utilizava motor de Fusca.

Juntamente com o primeiro modelo da Volkswagen, o Buggy Power da eiON está preparado para o crescimento da demanda dos próximos anos. Os próximos anos realmente serão elétricos.

Tecnologia a serviço da Segurança Pública: como as novas ferramentas podem auxiliar no combate à criminalidade

Os altos índices de criminalidade no Brasil transformaram o assunto em um dos maiores desafios dos gestores públicos. A Segurança Pública é um tema que precisa ser cada vez mais debatido, já que segundo a OMS, o país ocupa a 9ª posição no ranking de países com o maior número de homicídios do mundo. Ainda segundo a organização, as taxas brasileiras são cinco vezes a média mundial desse tipo de crime.

Diante deste cenário, a tecnologia tem sido cada vez mais apontada como poderoso vetor para a redução nos números da violência, além de ser um fator de influência na ressocialização e reintegração do preso, o que também diminui a reincidência criminal.

Além de apontar resultados positivos na redução do número de crimes em cidades que investiram em inteligência, o uso das tecnologias aumenta a eficiência dos gastos públicos. Videomonitoramento, base de dados integradas, programas de reconhecimento, biometria, análises avançadas de informações são capazes de potencializar investigações e atuarem inclusive na prevenção de crimes.

Para debater a importância desse assunto, a Capital Federal de prepara para receber na próxima semana o II Simpósio Internacional de Segurança, promovido pela Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal, regional do Distrito Federal (ADPF-DF). O evento que acontece nos dias 19 e 20 de março, no Centro Internacional de Convenções do Brasil, terá justamente como discussão principal “As inovações tecnológicas no combate à criminalidade”.

Segundo Luciano Leiro, Vice-Presidente da Associação Nacional de Delegados da Polícia Federal e organizador do Simpósio, sem dúvida alguma, o Estado tem dificuldade e escassez de recursos humanos. “Portanto é a tecnologia que vai nos ajudar a otimizar esse quadro e a chegar onde o Estado muitas vezes não consegue. Por isso, colocamos a ADPF como uma facilitadora de conhecimento entre o setor privado e o público. Por isso, o evento será importante para que os participantes conheçam os casos que deram certo no Brasil e no mundo”, garante Leiro.

Para o Coronel Alfredo Deak, Diretor Latam de Defesa & Inteligência da Microsoft, que participará do Simpósio, com o painel “Transformação Digital no sistema prisional”, no dia 19 de março, a tecnologia auxilia na prevenção do crime, quando a Polícia consegue trazer opções para inibir os crimes com recursos de vigilância e monitoramento. “Por exemplo, câmeras de vídeo, sensores, controle de coleta de lixo e iluminação pública podem auxiliar o policiamento para mapear os locais nos quais os crimes mais acontecem”, pontua.

“Já no processo investigativo, o uso de tecnologias, como programas de reconhecimento facial, análise comportamental, inteligência artificial de transcrição de áudios e vídeos são exemplos de ferramentas que auxiliam no processo administrativo e otimizam o tempo também na apuração do crime”, esclarece Deak.

Outro ponto abordado pelo especialista da Microsoft é de que o uso da tecnologia também pode influenciar na ressocialização e na reintegração do preso. Este assunto está em voga no mundo inteiro e o conceito é usar o Machine Learning -área da ciência da computação que significa¨aprendizado da máquina¨ -, que é um processo de coleta e controle de dados para estudar mais de 150 variáveis relacionadas ao preso, como as condições financeiras, físicas, familiares, psicológicas, entre outras, tudo de uma maneira bem personalizada para o trazer de volta à reeducação social assim que sair do sistema penitenciário.

“Nos EUA, por exemplo, o sistema tem grande eficácia, já que as informações são bem analisadas e o objetivo é trazer novas oportunidades para o preso ressocializar e também conseguir oportunidades de trabalho. O Brasil não possui essa ferramenta que, sem dúvidas, é um fator que diminuir os altos índices de reincidência à criminalidade”, explica Coronel Deak.

Leiro complementa que toda a discussão sobre a tecnologia é bem vinda. “Trabalhar medidas que ajudem no combate à criminalidade e também na melhoria da qualidade da prova de um crime é essencial. Na PF, por exemplo, o inquérito policial já pode ser instaurado pelo celular, através do sistema ePol. Os próximos passos, já em teste, envolvem a integração com a Justiça federal”, conclui o Vice-Presidente da ADPF.

II Simpósio Internacional de Segurança no Distrito Federal

A programação do II Simpósio Internacional de Segurança, que acontece nos dias 19 e 20 de março, na Capital Federal é variada com diversos painéis sobre gestão de fronteiras, segurança pública, crimes cibernéticos, sistema penitenciário e Smart Cities. O objetivo é debater sobre as novas tecnologias aliadas à segurança pública, além de trazer uma feira de exposição de produtos e serviços sobre o tema. Especialistas em Segurança Pública, empresários do setor e representantes de instituições policiais também estarão nos dias do evento. A expectativa para esta edição é de que até 2 mil pessoas compareçam ao simpósio.

II Simpósio Internacional de Segurança

Data: 19 e 20 de março

Horário: a partir das 08h

Local: CICB – SCES Trecho 2, Conjunto 63, Lote 50 – Asa Sul

Como a tecnologia pode ajudar a solucionar crimes?

Crimes nem sempre são resolvidos. Se não houve flagrante ou evidências claras, a investigação pode se estender por anos e não chegar a uma conclusão. As novas tecnologias, porém, podem ajudar, como ocorreu na investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco, na qual o histórico de buscas de um dos suspeitos na internet chamou a atenção.

“A Ciência de Dados é utilizada na solução de vários crimes, como roubo de cargas, lavagem de dinheiro e no combate a quadrilhas organizadas. Não somente no país, mas também em crimes internacionais”, conta Sérgio da Costa Côrtes, coordenador da graduação em Ciência de Dados e Inteligência Artificial do Centro Universitário IESB. “Você reúne informações digitais e faz um cruzamento de dados bancários, históricos de navegação, dados da receita federal, entre outros”, continua.

Com uma grande quantidade de informações disponíveis, o cientista de dados é capaz de fazer uma análise e tirar conclusões capazes de diminuir o leque de possíveis suspeitos ou mesmo apontar o culpado.

“No caso da Marielle, por exemplo, ninguém pegou o crime em flagrante, mas existe um perfil para pessoas que cometem crimes dessa natureza”, disse Sérgio. “O assassino era um atirador de elite, pelas evidências que coletaram na cena. Isso faz uma diferença. Você tem centenas de casos anteriores que já foram resolvidos e que apontam perfil de possíveis suspeitos”, continua.

Para chegar aos suspeitos de participarem no assassinato de Marielle, por exemplo, a polícia checou os seus históricos de buscas na internet. A investigação apontou que o crime pode ter sido planejado por três meses e os suspeitos pesquisaram os locais frequentados pela vereadora e até o tipo de arma usada no assassinato.

Além da Ciência de Dados, outras áreas da tecnologia podem ser usadas na resolução de crimes, como o processamento de imagens a partir da inteligência artificial.

“A polícia está começando a usar o reconhecimento facial e de objetos como ferramentas de captura dos suspeitos ou identificação de artefatos com o potencial terrorista”, disse Max Eduardo Vizcarra, professor do curso de Engenharia de Computação do IESB. “Os algoritmos presentes na literatura hoje não são perfeitos e contam com margens de erro, o que cria a necessidade de acompanhamento por parte dos policiais para interpretar corretamente os dados”, completa.

Para o professor, a inteligência artificial e o reconhecimento de dados biométricos – como as impressões digitais e o reconhecimento de íris – serão as principais ferramentas no médio prazo. A China é pioneira nesse campo e monitora mais de 200 milhões de pessoas em tempo real. Por ser uma nova prática, porém, ainda existem fortes discussões sobre os dilemas éticos de se monitorar a população constantemente através de câmeras e algoritmos.

“A inteligência artificial pode ajudar também na análise dos rastros digitais das pessoas, que são agora as principais formas de prevenção e detecção de criminosos em governos do primeiro mundo”, conta Max. “Nosso histórico na internet pode ser farejado por meio de algoritmos que geram alertas quando um indivíduo se encaixa em um perfil criminoso, por exemplo, quando ele busca como se produz um explosivo, cria um conteúdo preconceituoso ou faz apologia a ideologias terroristas”, finaliza o professor.

Accelerate2030 seleciona negócios de impacto para expansão global

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Impact Hub lançam no próximo dia 20 de março, em 16 países (incluindo o Brasil), a terceira edição do programa Accelerate2030. O objetivo é identificar negócios inteligentes, inovadores e sustentáveis, já colocados em prática, que contribuam para o alcance de um ou mais dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e que possam ser aplicados em escala global. No Brasil, seis capitais participam do programa: São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Manaus e Florianópolis. O lançamento será feito simultaneamente nestas cidades, às 8h30.

O Accelerate2030 tem a missão de apoiar empreendimentos que contribuem com os ODS para alavancar seu impacto. Para isso, a iniciativa oferece aos empreendedores selecionados acesso a um programa de aceleração que inclui treinamentos, desenvolvimento de um plano para escala global, fomento a conexões estratégicas e suporte especializado. As inscrições para o programa ficarão abertas de 20 de março a 30 de abril, no site brazil.accelerate2030.net.

A expectativa é de que 30 negócios sejam escolhidos e passem pelo programa de capacitação nas unidades do Impact Hub no Brasil. Os três que apresentarem melhor desempenho serão indicados para a etapa global. “Acreditamos que os empreendedores podem desempenhar um papel importante no avanço de soluções não convencionais para os desafios cada vez mais complexos e críticos do mundo. No entanto, eles precisam de mais do que um ecossistema favorável para prosperar. Necessitam de impulso e acesso a redes específicas de suporte em sua jornada para crescer em nível global. É isso que o Accelerate2030 vem oferecer”, diz o coordenador do programa no Brasil, André Maciel, cofundador do Impact Hub no país.

Em outubro, os responsáveis pelas iniciativas escolhidas irão para Genebra, na Suíça, para participar de encontros com agências internacionais e rodadas de negócio com potenciais investidores de vários países, além de receberem a chancela do PNUD em eventos como o Social Good Summit. A partir daí, seguem com apoio para abertura de portas ao redor do mundo. “Nós percebemos que precisávamos sair da nossa zona de conforto e buscar parcerias com atores que conhecem bem esse ecossistema empreendedor e que sabem como inovar e dar suporte a startups. O Impact Hub tem essa rede de empreendedores e startups ao redor do mundo; o parceiro perfeito”, explica Maria Luisa Silva, diretora do PNUD em Genebra.

O programa conta com o apoio internacional da Pfizer e do International Trade Center e, no Brasil, com a parceria da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e da Fundação Grupo Boticário.

Etapas – O Accelerate2030 é composto por duas etapas, uma nacional e outra internacional. A primeira é a fase de preparação dos negócios para escala global. Nesse sentido, serão organizados encontros locais entre todos os selecionados no país, com o objetivo de capacitar os empreendedores, aprimorar práticas de mensuração de impacto, elaborar plano de escala global, oferecer suporte e fazer contato com especialistas, investidores, mentores e parceiros ao redor do mundo, de acordo com as necessidades de cada negócio.

Ao final desse processo, os negócios participarão de um evento nacional em Brasília, que reunirá os mais importantes agentes do empreendedorismo no Brasil e, em seguida, seguirão para a Europa para representar o Brasil na etapa global do programa.

A fase internacional tem início com uma imersão em Genebra, na Suíça, quando os finalistas dos 16 países passarão por diversas rodadas de negócio e serão destaque em eventos globais voltados aos ODS. Após essa imersão, receberão suporte por mais nove meses de organizações internacionais como o próprio PNUD e o International Trade Center para abertura de portas em seus mercados-chave.

Brasileiro finalista – A última edição do Accelerate2030 aconteceu em 2017, quando foram selecionados 50 finalistas entre mais de 500 projetos inscritos. Ao todo, 15 iniciativas foram selecionadas e receberam apoio para se tornarem iniciativas de impacto global.

Entre esses empreendedores estava Ezequiel Vedana, do Piipee. Ele desenvolveu e patenteou uma solução líquida que, ao ser borrifada em um vaso sanitário com urina, reage com o rejeito, dispensando a utilização da descarga e, consequentemente, economizando água. “Fui um dia ao banheiro e, depois de fazer xixi, pensei: ‘estraguei muita água limpa’. A partir daí tive a ideia de desenvolver algo que dispensasse a descarga durante a micção. Foram sete meses de tentativas até chegar em uma solução. Primeiro desenvolvemos um produto para ser usados em empresas, depois veio o spray para ser usado em casa”, conta.

O empreendedor se inscreveu no Accelerate2030, foi um dos finalistas e, em 2018, passou pela fase global do programa. “Hoje temos 400 clientes no Brasil e em outros cinco países. Nosso maior orgulho é que conseguimos economizar 400 milhões de litros de água desde 2015”, conta Ezequiel.

Lançamento do Accelerate2030

Quando: 20/3
Horário: 8h30 às 11h
Belo Horizonte – Impact Hub Belo Horizonte – Av. Getúlio Vargas, 1492, 2º Andar
Brasília – Sede do Instituto Caixa Seguradora – Lab – SHN Quadra 1 Bloco E, Via N2
Curitiba – Impact Hub Curitiba – Rua Fernando Amaro, 60
Florianópolis – Impact Hub Floripa – Passeio Primavera. SC 401, Km 4, Rodovia José Carlos Daux, 4150. Salas 01 e 02
Manaus – Impact Hub Manaus – Avenida Efigênio Sales, 1299, sala e. Aleixo
São Paulo – Impact Hub São Paulo – R. Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 433 – Pinheiros

SONDA inaugura primeiro Centro de Inovação no Brasil para mais de 350 profissionais

A SONDA, maior empresa latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, inaugura hoje o seu primeiro Centro de Inovação em Joinville (SC). O Centro é fruto de uma parceria com a Univille – Universidade da Região de Joinville, e o Inovaparq – Parque de Inovação Tecnológica de Joinville.

O Centro de Inovação surge para criar novos projetos de Transformação Digital e AMS (Application Management Services, em inglês), além de apoiar o desenvolvimento de soluções de software para a área fiscal, comércio exterior e de processos de negócios (BPO – Business Process Outsourcing).

As instalações ocupam 300 m2 no campus da Univille e deve acomodar 350 profissionais até 2021. Desse total, 55 já estão trabalhando, dos quais 20 estagiários da própria universidade.

“Além de auxiliar na criação de tecnologias disruptivas e na geração de negócios para a SONDA, a nossa iniciativa tem o diferencial de contribuir para o desenvolvimento profissional de dezenas de estudantes”, comenta Affonso Nina, CEO do Grupo SONDA Brasil.

O Estado de Santa Catarina foi escolhido pela SONDA para instalação de seu Centro de Inovação por já despontar como um polo de desenvolvimento tecnológico. Uma pesquisa da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate) revela que mais de 20% das startups brasileiras localizam-se na região.

O Inovaparq foi o local selecionado por seu destaque no ecossistema de inovação de Joinville e por estar associado a uma importante universidade da região. “Estamos certos de que esta parceria fomentará ainda mais o desenvolvimento científico, tecnológico e a inovação em nossa região”, comenta Sandra Furlan, reitora da Univille.

O Centro de Inovação trabalha com um ecossistema de parceiros e startups voltados para transformação digital e tecnologias disruptivas. “A proposta converge com outras iniciativas da SONDA e os projetos não se limitarão ao Brasil, podendo ser direcionados a clientes nos países onde a empresa atua na América Latina”, comenta Caio Rainerio, vice-presidente de Aplicativos da SONDA no Brasil.

Além da mão de obra qualificada da Univille e da aptidão de SC para a inovação, a parceria com o Inovaparq tornou-se peça chave para o projeto tomar a dimensão atual porque ele estimula ações de Pesquisa & Desenvolvimento para novas tecnologias. “O Centro de Inovação Sonda será o empreendimento da consolidação do ecossistema de inovação da região norte catarinense, bem como um exemplo para o Brasil de interação Universidade/Empresa”, enfatiza Marcelo Leandro de Borba, diretor executivo do Inovaparq.

Programa de Estágio – Os 20 alunos que já ingressaram no Centro de Inovação tornaram-se os participantes iniciais do Programa de Estágio criado para o Centro. A proposta é que os selecionados possam ocupar, a médio prazo, funções-chave na SONDA, atuando de maneira integrada com a realidade do mercado de tecnologia no Brasil.

Durante o programa, os participantes terão a possibilidade de ampliar a compreensão do processo empresarial, se capacitar para enfrentar desafios de um mercado cada vez mais competitivo, privilegiando o contexto teórico e também a inserção prática na sua respectiva área-fim.

Serão passadas aos estagiários noções gerais de arquitetura de software, montagem de soluções, metodologia de desenvolvimento para P&D entre outras informações, o que irá proporcionar a eles uma visão do que o mercado busca nos profissionais de TI. O programa terá duração de 24 meses, com possibilidade de incorporação ao quadro de funcionários da SONDA.

Todos os alunos da Univille podem se inscrever, principalmente das áreas de Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Comércio Exterior, Engenharia de Produção, Engenharia de Software, Sistemas de Informação, Mecatrônica Industrial e Letras.

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AMcom busca 30 profissionais de TI para projeto Pátio Digital

A AMcom, empresa de Tecnologia da Informação especializada em desenvolvimento customizado, sustentação de sistemas, alocação de profissionais e consultoria, busca profissionais para atuação no projeto Pátio Digital, da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo.

Nesta etapa, a empresa está contratando 30 colaboradores que poderão atuar por um período de dois anos na Secretaria Municipal de Educação, onde será realizada a sustentação e melhoria dos sistemas legados, além do desenvolvimento de novas ferramentas, baseadas em tecnologias avançadas e nas necessidades dos usuários.

Neste primeiro ciclo de desenvolvimento, o projeto contempla a reformulação dos sistemas de alimentação escolar e gestão pedagógica, como o Diário de Classe on-line, além do portal da Secretaria.

“O Pátio Digital é uma iniciativa de Governo Aberto, um conceito de proximidade entre órgãos governamentais e a sociedade para a melhoria da educação na cidade de São Paulo. Nossa proposta é promover mais transparência e viabilizar a colaboração entre governo e sociedade por meio da inovação tecnológica. E esta parceria com a AMcom vai permitir a expansão do projeto”, pontua Fernanda Campagnucci, coordenadora da estratégia de transformação digital da SME-SP.

As vagas em aberto são: Analista Desenvolvedor .Net Fullstack (Jr, Pleno e Sênior), Analista Desenvolvedor Python (Jr, Pleno e Sênior), Analista de Infraestrutura Ágil (Sênior e Pleno), Analista de Banco de Dados (Sênior e Pleno), Analista de Dados (Sênior e Pleno), Analista Funcional – Design Thinking (Pleno), Analista de Negócio – PO (PlenoOs requisitos e candidatura das vagas podem ser consultados e realizados pelo site da empresa http://amcom.com.br/vagas

“O Pátio Digital é um projeto que vem ao encontro do nosso modelo de atuação, que é tornar a tecnologia real. Buscamos profissionais que desejam fazer a diferença, contribuindo para a transformação digital na educação pública”, finaliza a presidente da AMcom, Andréia Rengel.

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Presidente da Edenred Brasil passa a comandar as operações do grupo em todo o continente americano

A Edenred, líder mundial em soluções transacionais para 830 mil empresas-clientes, 47 milhões de empregados e 1,7 milhão de comerciantes, reestrutura sua operação global e anuncia que Gilles Coccoli, presidente da Edenred Brasil, passa a comandar também as operações na América do Sul, Central e do Norte, o que o torna o primeiro Chief Operating Officer (COO) Americas do grupo. A nomeação faz parte de uma estratégia da multinacional francesa para ampliar sua participação nos mercados das Américas com um crescimento sustentável e rentável. O executivo permanece no comando da Edenred Brasil.

Coccoli posicionou o Brasil como um dos principais mercados do grupo e a nova estrutura busca acelerar o desenvolvimento Edenred na América do Norte também. Gilles iniciou na Edenred Brasil em 1997 como Diretor de Projetos, e então tornou-se Diretor de Finanças e Tecnologia. Em 2007, foi indicado como CEO da Edenred Turquia e, dois anos mais tarde, foi escolhido para liderar a PrePay Solutions, com sede na Inglaterra. Em 2012, foi apontado como Vice-Presidente Executivo Global de Estratégia e Desenvolvimento na matriz da Edenred, na França, e, em 2013, tornou-se Presidente da Edenred Brasil.

“Este novo desafio é uma oportunidade para ampliar as sinergias entre os dez países, potencializando oportunidades e o crescimento da Edenred no continente americano. Dessa forma, esperamos ganhar ainda mais eficiência operacional para desenvolver as melhores soluções para nossos empresas, usuários e comerciantes”, afirma Coccoli.