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SET EXPO 2018 abre inscrições para startups participarem da maior feira do setor audiovisual

Há cinco anos a SET – Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão – promove o SET Innovation Zone (SIZ), um laboratório de pesquisa, relacionamento e incentivo a startups com soluções de tecnologia para o mercado de mídia e tecnologia. Mais de 50 startups já passaram pelo programa que conta com soluções de mercado que hoje estão operando inclusive fora do Brasil, como Netshow.me, Trakto.io e Celebryt’s. “O propósito é criar um movimento de relacionamento com o ecossistema de startups, o que vai permitir ainda mais conexão desses inovadores com as empresas de comunicação, que são seus potenciais clientes”, afirma Edson Mackeenzy, Head e Curador do Innovation Zone.

Uma das principais iniciativas do Lab é o Desafio SETup, uma chamada pública para selecionar 10 startups que irão expor suas soluções gratuitamente na principal feira de negócios do setor de conteúdo e media technology da América Latina. Além de receber um espaço para expor suas ideias, as startups selecionadas participarão de um demoday, isto é, uma competição internacional de demonstração de soluções disruptivas para o futuro da produção e distribuição audiovisual. As três soluções mais inovadoras receberão prêmios que, nas últimas edições da SIZ, passaram de US$ 100.000,00 (em produtos e serviços das empresas parceiras).

O SET Innovation Zone é uma iniciativa da SET para encontrar soluções que vão muito além das telas, que criem um ambiente imersivo de conteúdo utilizando um misto de Realidade Virtual (VR), Realidade Aumentada (AR), Inteligência Artificial (AI) e até Internet das Coisas (IoT). “Desta maneira ampliamos a atuação da SET com as startups e mantemos nossos associados atualizados com as principais inovações do setor no mundo”, afirma, Claudio Younis, VP da SET.

A iniciativa tem o apoio do SEBRAE-SP, que oferece aos inscritos a possibilidade de participar do programa de consultoria Mentoring do Audiovisual. “Após o SET EXPO, em setembro, será promovido o Speed Mentoring Audiovisual, um programa de 50 horas para os empreendedores que se inscreverem no SIZ”, explica José Carlos Aronchi, diretor da SET e consultor do SEBRAE-SP. “É o quarto ano dessa parceria, que já promoveu vários negócios inovadores e capacitou empreendedores do audiovisual na gestão dos seus negócios”.

As inscrições para o próximo Desafio SETup, estão abertas até dia 20 de julho em www.f6s.com/siz2018. As 10 Startups selecionadas serão anunciadas no site da SET, no dia 3 de agosto de 2017, para expor no pavilhão de inovação durante a SET EXPO 2018, que será realizada entre 27 e 30 de agosto no Expo Center Norte em São Paulo.

SET EXPO 2018

Data: Congresso: 27 a 30 de agosto | Feira: 28 a 30 de agosto

Horário: Congresso: 9h às 18h | Feira: 12h às 20h
Local: Expo Center Norte – Pavilhão Vermelho e Centro de Convenções

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo- SP

Informações e credenciamento:

www.setexpo.com.br

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A ilegalidade da Contribuição Assistencial

Por Beatriz Daianese

A Contribuição Assistencial ainda gera muitas dúvidas para empresários e contribuintes. Isso porque ela vem mensalmente descontado da folha de pagamento dos colaboradores e nada mais é do que uma contribuição com os sindicatos de determinada categoria de profissionais. Mas na verdade, além de ser uma cobrança opcional, os sindicatos cometem a ilegalidade de exigir o seu pagamento.

E porque ilegalidade? Porque poucos sabem que isso não é obrigatório e que há a possibilidade de cancelamento. Em nossa legislação encontram-se duas contribuições devidas pelos empregados ao seu sindicato, a Contribuição Sindical, prevista no artigo 8º, inciso IV, da Constituição Federal, e a Contribuição Assistencial, prevista no artigo 513, alínea e, da Consolidação das Leis do Trabalho, e nas convenções coletivas. A Contribuição Sindical é devida apenas pelos empregados sindicalizados e o pagamento é compulsório. Já a Contribuição Assistencial é devida pelos empregados filiados ou não, mas o seu pagamento é opcional.

Na prática, os sindicatos desrespeitam a legislação e invertem o exercício do direito dos empregados em relação ao pagamento da Contribuição Assistencial. Enquanto o correto seria o trabalhador interessado em contribuir depositar o valor para o seu sindicato, os sindicatos obrigam que todos empregados paguem a contribuição, ressalvando-lhes o direito de oposição.

Para o empregado não ser descontado, basta que ele envie uma Carta de Oposição ao sindicato, com aviso de recebimento, no prazo de dez dias, contados da publicação da convenção coletiva; e, depois, apresentar ao empregador o aviso de recebimento, para que ele não efetue o desconto.

É muito importante que todas as empresas tenham essa precaução de informar todos os seus funcionários e colaboradores que se eles não apresentarem a Carta de Oposição enviada ao Sindicato, terão o desconto da Contribuição Assistencial. Esta conduta resguardará os direitos da empresa em eventuais processos trabalhistas futuros que reclamem o desconto indevido das referidas contribuições.

Beatriz Daianese, sócia da Giugliani Advogados

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Monitorar a efetividade do compliance é o maior desafio das empresas, aponta KPMG

Os três principais desafios da função de compliance têm sido monitorar a efetividade do programa de compliance (86%), mapear os riscos e desenvolver indicadores-chave (85%) e integrar a função com as demais áreas do negócio (83%). Os dados constam na terceira edição da pesquisa “Maturidade do Compliance no Brasil” realizada pela KPMG com 450 companhias de diferentes regiões e indústrias. O levantamento apontou ainda que os três indicadores tiveram um aumento percentual considerável em relação ao último estudo de 2016/2017.

“A pesquisa da KPMG reflete o progresso que muitas empresas nos últimos anos, bem como as áreas de melhoria contínua para incorporar e aperfeiçoar a governança e cultura de compliance no ecossistema em que estão inseridas. No entanto, ainda há um longo caminho a ser percorrido por essas empresas no estabelecimento de um programa de compliance efetivo frente aos inúmeros desafios impulsionados pelo rápido ritmo das mudanças regulatórias e pela transformação digital. As empresas devem repensar e adequar as práticas de governança em relação ao ambiente de compliance e no âmbito tecnológico, as questões relacionadas a riscos cibernéticos e data analytics ganharão cada vez mais espaço e precisarão passar pela análise dos profissionais que monitoram o compliance”, analisa o sócio da KPMG, Emerson Melo.

Compliance ganha destaque nas empresas brasileiras

A pesquisa apontou ainda que 59% dos entrevistados informaram que a liderança reforça periodicamente que a governança e a cultura de compliance são essenciais para o sucesso da estratégia da empresa.

“Governança e cultura são as bases de um programa de ética e compliance efetivo. A governança geralmente se refere a uma estrutura de compliance em toda a empresa, enquanto a cultura de compliance é uma combinação de costumes e crenças sobre compliance na empresa. Incorporar a cultura, ou mudá-la, requer um enorme esforço. Por esse motivo é tão importante contar com o apoio da liderança”, analisa.

Durante a pesquisa, quando questionados se as empresas têm a função de compliance, em 2017, 9% dos executivos disseram não ter contra 19% da primeira edição de 2015. Já quando questionados se a governança e cultura do compliance eram essenciais para o sucesso da estratégia empresarial, 59% disseram que sim e 9% que não, nesta edição da pesquisa em comparação com 21% que disseram não em 2015.

Já no item ética e compliance, 27% dos entrevistados disseram que não possuem comitê. Em contrapartida, das empresas que possuem esse comitê, a presidência do grupo e as responsabilidades estão pulverizadas entre as diversas áreas da empresa como jurídico, auditoria interna e recursos humanos. Quando questionados quem preside o comitê de compliance, a pesquisa revelou que o CEO da empresa tem passado a função para o diretor de compliance. Na pesquisa de 2017, ele tem tido 26% de responsabilidade, contra 29% de 2016 e 28 de 2015. Em contrapartida, o diretor de compliance ganhou maior responsabilidade: 19% (2017), 16% (2016) e 12% (2015)

Outros dados:

– Apenas 64% das empresas afirmaram possuir mecanismos de gestão de riscos de compliance, enquanto 36% informaram desconhecê-los.

– 27% das empresas não possuem estrutura dedicada, 36% não possuem recursos adequados e 23% afirmaram não possuir autonomia e independência.

– 19% das empresas informaram não ter atualizado os Códigos de Ética e Conduta, 36% afirmaram não possuir diretrizes sobre as medidas disciplinares aplicadas em casos de desvios e 29% afirmaram que os programas de compliance ainda não estão implementados de forma eficiente.

– Somente 31% dos entrevistados informaram que os profissionais da empresa tiveram um grau de conformidade alto (maior que 90%) em relação aos treinamentos mandatórios.

– 68% das empresas não possuem sistemas para monitorar a efetividade do programa de compliance.

– Apenas 14% monitoram a implementação dos planos de ação identificados.

– 20% das empresas declararam não possuir um canal de denúncias implementado e também não monitoram o volume de relatos.

– 24% dos respondentes afirmaram não possuir reporte regular e frequente à alta administração.

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A Operação Lava Jato e o caminho do compliance

Por Yuri Sahione

Após quatro anos de Operação Lava Jato e demais operações correlatas, ainda não conseguimos apontar uma data para o seu fim. No entanto, já é possível extrair dos fatos algumas lições daquela que é a maior operação criminal de todos os tempos.

Como fato, temos que ao lado da constatação da corrupção político-partidária – que não era surpresa para ninguém, exceto pelas cifras alcançadas – a exposição das corporações como agentes propagadores do crime demonstrou um lado escuro do ambiente de negócios brasileiro.

A Lava Jato tentou de uma forma ou de outra, ressalvadas as críticas, provar que o crime não compensa para gerentes, diretores, conselheiros de administração e acionistas controladores. Para as pessoas jurídicas, a Lava-Jato mostrou que um longo caminho em busca do aprimoramento dos controles internos há de ser percorrido, sempre considerando a máxima detectar, prevenir e remediar.

O começo desse caminhar está na escolha das pessoas que ocuparão os cargos-chave de liderança e gestão. Agressividade comercial e jornadas extenuantes podem ser decisivas para o resultado da empresa, mas manter um board executivo que negocia colaboração premiada ou pagar multas de executivos que tiveram êxito na negociação de acordos de colaboração não parecem ser práticas que indiquem ser a preservação da empresa mais importante do que a preservação de seus dirigentes.

Mesmo com toda a precaução, quando notícias negativas começarem a sugerir o envolvimento da companhia ou de seus integrantes com crimes, há a necessidade da adoção de medidas internas mais efetivas pela maior instância corporativa. Um pedido de esclarecimentos meramente formal ou a falta de uma investigação interna por uma entidade independente coloca em risco pessoal os ocupantes dos órgãos corporativos de supervisão, tendo sido considerada a omissão em agir como prova da participação de um presidente de Conselho de Administração em um acordo espúrio.

É uma questão de conduta, pois até quando renomados escritórios e empresas de auditoria promovem investigações internas e nada encontram, permanece a surpresa quando a família fundadora faz revelações que comprometem os mais altos cargos da República.

Nesses casos, a virada por cima passa pela celebração de acordos de leniência e nomeação de um monitor externo que irá supervisionar as atividades empresariais ou até adoção de práticas padronizadas de conduta como normas ISO, facilitando o processo de auditoria interna e externa e até uma eventual certificação.

Talvez fosse necessário passar por toda essa turbulência criminal. Nenhum programa de compliance será efetivo sem comprometimento e, felizmente, o medo de ser preso causou um impacto melhor no mundo dos negócios do que os pregadores do deserto que não se cansam de repetir que não se deve praticar crimes.

Yuri Sahione é advogado, especialista em Direito Penal. Fundador e membro do Conselho Deliberativo do Instituto Compliance Rio (ICRIO)

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Novartis anuncia novo CEO no Brasil

A farmacêutica Novartis anuncia Alexandre Gibim como novo CEO no Brasil. O executivo assume a liderança do grupo e chega com a missão de potencializar as oportunidades do negócio, com o lançamento de cerca de 50 produtos nos próximos cinco anos, ampliar o acesso a medicamentos inovadores e trabalhar para criar um ambiente de colaboração entre os vários negócios da companhia no Brasil.

“Estou contente por contribuir com uma companhia como a Novartis, que está na vanguarda da ciência no mundo, reimaginando as práticas da medicina para prolongar e melhorar a vida das pessoas. Vamos seguir com o nosso propósito de vencer pelos pacientes, gerando empregos e contribuindo com a cadeia produtiva, sempre pensando em devolver à sociedade mais do que recebemos”, afirma Gibim.

O executivo também acumulará o cargo de diretor-geral da área de Oncologia Brasil, função que ocupa há mais de três anos. Nesse período, ele esteve focado na estratégia de levar acesso a medicamentos inovadores e diferenciados à população. Partindo dessa perspectiva, sua gestão trouxe resultados positivos para a Novartis Oncologia. Nos últimos três anos, a divisão dobrou o número de pacientes atendidos pela companhia para tratamentos oncológicos.

A Novartis investe consistentemente em pesquisa e desenvolvimento no país e, nos últimos três anos, investiu mais de R$ 222 milhões em estudos clínicos, beneficiando mais de 30 mil pacientes em parceria com mais de 300 centros de pesquisa no Brasil. A empresa conta com cerca de 2,7 mil colaboradores e possui duas fábricas, uma em Cambé (PR), e outra em São Paulo (SP).

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Conheça 15 funções do WhatsApp que você deve testar

Por José Braga

São mais de 120 milhões de brasileiros que utilizam o WhatsApp, de acordo com levantamento da própria empresa em 2017. Isso dá a impressionante marca de 58% da população nacional. Não bastasse isso, o app é o queridinho dos usuários de smartphone no país. A pesquisa Uso de Apps no Brasil, da Mobile Time e Opinion Box, indica que quase metade das pessoas (49%) escolheriam o mensageiro se pudesse instalar apenas um aplicativo em seus aparelhos. Mesmo assim, há funções que poucos conhecem e que ajudariam no dia a dia. Confira:

1 – Mude as fontes da conversa: quer escrever em negrito, itálico ou até com a fonte riscada? Digite as palavras e, antes de enviar, selecione e aperte até aparecer um menu de opções. Selecione “BIU” e escolha entre negrito, itálico, tachado ou monoespaçado.

2 – Silencie vários contatos ao mesmo tempo: é um recurso para o Android e economiza tempo de ter que fazer isso individualmente. Na tela de conversas, aperte o nome de um contato até abrir a opção de selecionar os demais. Escolha todos que você deseja silenciar, clique no alto-falante na parte de cima do app e escolha o período.

3 – Proteja suas informações: o recurso permite que o usuário proteja suas informações básicas, como foto do perfil e quando visualizou o aplicativo. Basta ir em Ajustes > Conta > Privacidade e escolher quem pode ter acesso a estes dados.

4 – Interrompa o armazenamento automático de mídia: cansou de baixar todas as fotos e vídeos que recebe? Vá em Ajustes > Uso de Dados e Armazenamento e escolha o modelo de download automático (Wi-Fi e conexão de dados) ou nunca realizar essa ação.

5 – Adicione datas ao calendário: usuários iOS podem incluir datas que foram passadas em conversas no calendário do smartphone. É preciso apertar a data desejada e, depois, escolher a opção “criar evento”.

6 – Utilize a Siri: é possível mandar mensagens com a Siri, a assistente de voz do iPhone. Basta permitir que o recurso acione o app nas configurações do smartphone e, depois, pedir para enviar uma mensagem dizendo o nome do contato e a mensagem a ser enviada. A Siri também pode ler as mensagens não visualizadas, basta pedir!

7 – Ler mensagens em segredo: quer desabilitar o double check, aqueles risquinhos azuis que confirmam a leitura da mensagem? Vá em Configurações > Conta e escolha Privacidade. Você consegue tirar essa confirmação e pode alterar quem vê sua foto de perfil e último acesso.

8 – Desabilite as pré-notificações: é possível deixar a notificação apenas com o nome do contato. No iOS basta ir em Ajustes > Notificações e desativar a pré-visualização. No Android é necessário ir nas configurações do smartphone e impedir que os alertas apareçam na tela.

9 – Apague mensagens já enviadas: não se arrependa mais após enviar uma mensagem no WhatsApp. Agora, você tem até sete minutos para apagar um texto já enviado. Só apertar a conversa desejada e escolher a opção “apagar”.

10 – Backup das mensagens: quem quer guardar as mensagens trocadas no aplicativo podem fazer isso em Ajustes > Conversas > Backup de Conversas. Lá, tem até mesmo a opção de criar um “autobackup” em um determinado período de tempo.

11 – Faça listas de transmissão: não é necessário mais criar um grupo para mandar uma mensagem a vários contatos. Na própria tela de conversas, escolha a opção “Lista de Transmissão” e inclua todos os usuários que você quer mandar a mesma mensagem.

12 – Mencione contatos em um grupo: se você quer chamar a atenção de um determinado participante dentro de um grupo com vários usuários, basta utilizar o sinal da arroba (@) antes de escrever o nome da pessoa.

13 – Personalize o toque de um contato: é possível personalizar o toque de notificação para diferentes contatos. Dentro do aplicativo, basta entrar na conversa desejada, apertar o nome da pessoa e ir em “personalizar toque”.

14 – “Favorite” algumas conversas: para salvar uma determinada mensagem, pressione a conversa desejada e clique na estrela que aparecer. Depois, vá em Ajustes > Mensagens marcadas no iOS ou “Starred Messages” no menu do aplicativo no Android.

15 – Marque conversas como “não-lidas”: não ignore mais os seus contatos. Se você visualizou uma conversa e não pode responder, sinalize como “não lido”. No iOS é só deslizar a conversa para o lado direito. No Android pressione até surgir um menu de opções.

José Alves Braga Neto é CEO fundador da startup nerd2.me, startup que disponibiliza suporte técnico, conectando um especialista que soluciona problemas e dúvidas técnicas dos usuários

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Termomecanica adota medidas para incorporar padrões da Indústria 4.0

A Termomecanica, líder no setor de transformação de metais não ferrosos, cobre e suas ligas, sai à frente e está investindo em iniciativas que permitirão alcançar o status de Indústria 4.0. Recursos estão sendo destinados ao tripé Pessoas – Processos – Tecnologia, crucial para o processo de transformação digital e que ajuda a conduzir as empresas à nova revolução industrial. Além da implantação de sensores em mais de 30 equipamentos no chão de fábrica e recursos de apontamento real, foram instalados mais de 130 pontos de medição nas duas unidades fabris da TM no ABC.

Uma sondagem realizada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), em 2017, com 227 empresas, mostrou que um terço delas sequer conhecia expressões como quarta revolução industrial ou indústria 4.0. Enquanto isso, na Termomecanica já existe uma equipe voltada para a inovação tecnológica com visão para modernização da planta através de equipamentos preparados para a Indústria 4.0. Nos investimentos que serão feitos em novas aquisições de máquinas serão considerados novos pontos de sensoriamento e captação de dados.

Em termos de TI foram investidos R$ 1.2 milhão no Apontamento Real e mais R$ 300 mil nos demais projetos relacionados. A Termomecanica tem explorado tecnologias como Internet das Coisas (IOT), big data e digital não só na área industrial, como também comercial e administrativa. Nos últimos três anos, foram investidos R$ 1,6 milhão em IoT e R$ 2,5 milhões em desenhos de processos para torna-los digitais, com destaque para o pioneiro canal eletrônico de relacionamento com o cliente.

Os sensores implementados nos equipamentos de laminação, trefilas, fundição, extrusoras, entre outros, fornecem diversos tipos de dados como, por exemplo: estado da máquina (ligada e produzindo, desligada, ligada, mas não em produção; velocidade de algum componente, consumo de energia). Além dos sensores, são também utilizados módulos para entrada de informações sobre o processo industrial (chamados de PODs), que permitem ao operador informar as condições do seu trabalho. “Este conjunto de dados permite uma análise completa que avalia a eficácia do processo e também detecta com mais precisão os gargalos da fábrica, direcionando inclusive investimentos de forma mais objetiva”, afirmou Luiz Henrique Caveagna, diretor industrial, da Termomecanica.

Segundo Walter Sanches, o conceito de indústria 4.0, que demanda esforços de longo prazo e investimentos expressivos, tem se distorcido um pouco e as empresas têm apostado muito mais em tecnologia do que nos outros componentes do tripé. A TM, porém, tem procurado contemplar em suas iniciativas todos os pontos que fundamentam a preparação da companhia para esse estágio de maturidade. “Um impacto relevante é que não podemos pensar na Indústria 4.0 exclusivamente como automatização de fábrica. Diversos processos de apoio terão que ser repensados para suportar cálculos com baixo nível de interação humana, aumentando significativamente a produtividade per capta. Estamos falando de muitos processos envolvidos em diversas áreas da empresa”, enfatiza.

Visando fomentar novas ideias e engajar seus líderes, o tema e o conceito de Indústria 4.0 também estão sendo trabalhados pela Universidade Corporativa Salvador Arena. Os participantes, ao final do curso, terão que apresentar propostas de atuação com aplicabilidade real no dia a dia da Termomecanica.

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Atos lança o primeiro projeto digital de Agricultura Urbana Vertical do mundo

A Atos, empresa líder global em transformação digital, lidera a realização do primeiro projeto no mundo de Agricultura Urbana Vertical. A agricultura vertical envolve a possibilidade de cultivar quantidades significativas de alimentos em camadas ou estruturas verticais, a fim de desenvolver a agricultura perto de vilas e cidades, ou para compensar a falta de terras aráveis em um ambiente hostil.

De acordo com relatório de 2017 da Allied Market Research, a prática está em rápido crescimento e quadruplicará em orçamento nos próximos anos. Agora também o setor se beneficiará das soluções digitais de última geração fornecidas pela Atos, que combinam análise de dados, Indústria 4.0 e agricultura de precisão. O objetivo é utilizar e aproveitar ao máximo dados brutos e oferecer serviços novos e inovadores, como:

– Manutenção assistida. O operador usa um touchpad equipado com realidade virtual para diagnóstico e solução de problemas;

– Manutenção preventiva, que permite sinais de alerta antecipado em caso de dano ou prejuízo nos equipamentos. Esses sinais podem acionar alarmes no caso de uma falha iminente ou ajudar os operadores a estimar o ciclo de vida restante dos componentes, a fim de antecipar interrupções e otimizar a produção;

– Otimização e implementação de métodos de cultivo de plantas, isto é, o conjunto de condições científicas que permitem o desenvolvimento de uma planta. A análise de dados permitirá identificar esses métodos para o melhor desenvolvimento possível da plantação.

“Em última análise, o projeto Agricultura Urbana Digital não será apenas digitalizado, gerenciado e otimizado remotamente, mas também a experiência e conhecimento adquiridos permitirão a implementação de novos modelos de uso de dados para uma agricultura mais ecológica”, explica Laurence Ponsonnet, diretor da Atos na região de Rhône-Alpes-Auvergne, uma das firmemente comprometidas com o projeto.

Certificado pelos centros de competitividade Minalogic e Vegepolys, o projeto Agricultura Urbana Digital acaba de receber financiamento na 24ª chamada regional de projetos do FUI (Fonds Unique Interministériel). A Atos lidera o consórcio que inclui a startup Ferme Urbaine Lyonnaise (Fazenda Urbana de Lyon) e o laboratório LIRIS do Instituto Nacional de Ciências Aplicadas (INSA) de Lyon, na França.

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3 dicas para você gerenciar melhor os projetos da sua empresa

Por Ricardo Leite

A gestão correta do portfólio de projetos traz muito benefícios para a companhia. Entregar de maneira correta os projetos certos muitas vezes alavanca drasticamente o resultado e coloca a empresa em um patamar superior de competitividade frente aos concorrentes. Veja a seguir três regras básicas que podem ajudar muito nesta empreitada.

1) Estrutura de Governança: É uma condição fundamental de sucesso operar com processos robustos de seleção e priorização de projetos. Uma vez que capacidade dos recursos é limitada é preciso ser cuidadoso e sobretudo ser assertivo no momento de escolher quais projetos fazer (e quais não fazer) e qual a sequência de entrega deles.

A tomada de decisão de iniciar ou não um novo projeto deve considerar principalmente o impacto que isto causa nos projetos que já estão em execução na carteira. Em um ambiente de multiprojetos, onde recursos são compartilhados entre projetos e entre atividades operacionais, é preciso considerar que o fato de alocar mais trabalho muitas vezes irá postergar a entrega de tarefas correntes ou ainda de tarefas planejadas na agenda destas pessoas.

Além de uma boa ferramenta de gestão de portfolio, alguns indicadores podem ajudar bastante neste processo. Monitorar a quantidade de trabalho nos recursos críticos e permitir o escalonamento adequado das tarefas irá evitar que se eleve o nível de multitarefa e de stress no ambiente.

2) Planejamento focado na execução: Bons planos de projetos devem ser modelados pensando na sua execução, principalmente aqueles que refletem escopos intrincados e com um nível de incerteza alto. Projetos ditos complexos, que lidam com alta variabilidade e muita interdependência entre suas várias “pernas” não devem ter cronogramas detalhados demais, com datas determinadas e uma agenda fixa de alocação de recursos.

Além da granularidade adequada também é necessário que a segurança, originalmente alocada dentro das tarefas, seja distribuída e compartilhada de maneira diferente. Por definição projetos lidam com trabalho não repetitivo, de característica muitas vezes exploratória e normalmente suas tarefas são planejadas e executadas por pessoas e, portanto, suscetíveis aos fatores inerentes a natureza humana. Aumentar as durações previstas para as atividades durante o planejamento é uma ação esperada de qualquer pessoa envolvida e comprometida com o resultado do projeto. Sabendo das dificuldades de se iniciar a tarefa na data planejada e de ter a dedicação de tempo necessária para realizar o trabalho as pessoas tendem a se proteger colocando reservas dentro dos prazos. A experiência demonstra que esta não é uma boa alternativa, sendo que normalmente estas seguranças locais não são eficientes e de maneira geral não aumentam a chance de se entregar os projetos dentro dos prazos.

3) Execução focada na entrega: O objetivo principal da gestão de recursos de projetos não é alocá-los da maneira mais eficiente possível e sim preservar o fluxo de trabalho contínuo. Isto só será possível se houver no ambiente um mecanismo eficiente de sincronização orientado por um algoritmo único de priorização.

É esperado ter que lidar com projetos de diferentes graus de importância ao mesmo tempo no portfolio, mas não se pode confundir importância com prioridade. O objetivo de uma gestão de portfólio efetiva é entregar todos os projetos de sua carteira pontualmente, e não somente aqueles considerados importantes, até porque esta importância muitas vezes é relativa de acordo com o grau de interesse de cada stakeholder em cada projeto. Então este critério de prioridade deve ser adotado por todos e funcionar realmente como o único direcionador de qual tarefa fazer antes e qual não fazer em um determinado momento. Transmitir esta informação de maneira clara para todos os envolvidos é um dos motores que vai propiciar uma melhora significativa de performance na entrega dos projetos e consequentemente de retorno sobre investimento do portfólio.

Ricardo Leite, Consultor da Goldratt Consulting Brasil, sobre a Teoria das Restrições (TOC) para gerenciamento de projetos e as regras principais para a utilização o método de CCPM.

Evento”A Gestão do Futuro” reúne mais de 10 futuristas do mundo em São Paulo

Organizado pelas futuristas brasileiras Jaqueline Weigel e Rosa Alegria, o evento “A Gestão do Futuro” apresentará metodologias Foresight ou Prospectiva – nome adequado ao que conhecemos aqui no Brasil como Futurismo – de diversas partes do mundo. Com um time de mais de 10 especialistas, o objetivo dos dois dias de encontro (2 e 3 de agosto) é mostrar como aplicá-las aos negócios, núcleos sociais e governamentais como formas de antecipar o futuro na prática, ou influir sobre ele.

Para viabilizar a participação de profissionais de diversos locais do mundo, a organização optou pelo espaço inovaBra, que contará com estrutura tecnológica para a presença online dos especialistas. Entre eles, destaques para as três da Finlândia, da conceituada University of Turku: Marianna B. Ferreira-Aulu, Sirkka Heinonen e Sari Söderlund; além dos americanos Peter Bishop (Universidade de Houston), que é co-criador do primeiro mestrado de futurismo do mundo e Jerome Glenn, co-fundador e Presidente do Projeto Millennium, o maior sistema de inteligência sobre Futuro do Mundo. Abaixo detalhes de todos participantes.

“Temos encarado o futuro como um grande show, e a discussão precisa ser ampliada para um espectro ético, sustentável e social em torno da profunda mudança do planeta”, afirma Weigel.

Rosa Alegria completa: “Este evento é importante para o país, em um momento onde se discute a era 4.0, a Inovação Disruptiva e as Tecnologias Exponenciais da Transformação Digital. O futuro exige um olhar de disciplina e metodologias que possam servir como base para estratégias, decisões e ação no presente”.

Rosa Alegria e Jaqueline Weigel pertencem a uma rede global de futuristas, como a APF, Association of Professional Futurists, WFSF, World Future Studies Federation e ao Projeto Millennnium, o maior sistema de inteligência sobre o futuro do mundo cujo CEO esteve na conferência da Finlândia e fará um participação especial no Workshop brasileiro de agosto em SP.

Os futuristas:

Finlândia

Marianna B. Ferreira-Aulu – University of Turku

Tema: Pesquisa de Futuros

Sirkka Heinonen – University of Turku

Tema: Future Studies and Scientific Foreseight

Sari Söderlund – University of Turku

Tema: Futures Focus Education and Development Services

EUA

Peter Bishop, Co-criador do primeiro programa de mestrado de futurismo do mundo – Universidade de Houston

Tema: Ensinar o futuro é tão importante quanto ensinar a história

Jerome Glenn, Co-fundador e Presidente do Projeto Millennium, o maior sistema de inteligência sobre Futuro do Mundo.

Tema: Sistemas de Informação global para tomada de decisões

Colômbia

Jean Paul Pinto, do Instituto de Prospectiva – Universidad del Valle

Tema: Materialização de cenários futuros e construção de inovações disruptivas

Francisco Mojica – Universidad Externado da Colômbia

Tema: A prospectiva estratégica para a competitividade empresarial

México

Guilhermina Baena – Universidade Nacional Autônoma do México

Tema: O Futurismo Iberoamericano

Austrália

José Ramos, Action Foresight

Tema: Transformando a governança de pessoas para o planeta

África do Sul

Geci Karuri Sebina, Pesquisadora da Rede de Cidades da África do Sul

Tema: O Futurismo que faz florescer as cidades

Azerbaijão

Reyhan Huseynova, Presidente da Sociedade de Estudos do Futuro do Azerbaijão

Tema: A visão intercultural da Europa Oriental

Bélgica

Philippe Destatte, Diretor Geral no The Destree Institute

Tema: Futurismo para o desenvolvimento regional

Quem conduz?

Jaqueline Weigel

Strategic Foresight, Humanista, Educadora, Starter da W Futurismo e W Future School, Partner do Projeto Millennium e do Finland Futures Research Center da University of Turku, Finlândia, membro da APF (Association of Professional Futurists) e da WFSF (World Future Studies Federation, Unesco). Formada em Gestão de Pessoas pela FGV-SP, aluna da Singularity University, da Udacity em Análise Preditiva de Dados e Empreendedora Digital. Atua em mudança de Cultura e Estratégias de Inovação, é facilitadora de programas de Liderança Exponencial e participa ativamente dos ecossistemas de inovação e empreendedorismo do Brasil. Participou recentemente do Futures Conferences da Universidade de Turku, Finlândia

Rosa Alegria

Pioneira em Futurismo no Brasil, atua como futurista profissional há 18 anos. Master of Sciences em Estudos do Futuro pela Universidade de Houston, EUA, a primeira escola a formar futuristas no mundo. Está entre as três futuristas mulheres mais reconhecidas na América Latina. Foi fundadora e vice-presidente do NEF (Núcleo de Núcleo de Estudos do Futuro) da PUC-SP por 16 anos e desde o ano 2000 representa o Projeto Millennium no Brasil, a maior rede mundial de pesquisas sobre o futuro em diferentes temas. Teve como professores grandes representantes do futurismo mundial. Trabalhou como executiva em grandes empresas por 25 anos, é especialista em Sustentabilidade pelo Schumacher College, Inglaterra, Management Global pelo Morehouse College, EUA e Criatividade pelo CCL, Center for Creative Leadership, EUA.

Serviço:

Dias: 2 e 3 de agosto

Local: inovaBra (Avenida Angélica, 2.529, Consolação)

Horário: das 9h30 às 17h

Valor: R$ 2.600 + taxas (até 27/07)

Vagas limitadas

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Pontos que nunca expiram e liberdade de escolha são grandes diferenciais para o consumidor, segundo Pesquisa Livelo

O crescimento no engajamento de brasileiros em programas de recompensas aponta uma maior atenção aos pontos e milhas acumulados por meio de compras em lojas parceiras, gastos em cartões de crédito ou voando por companhias aéreas. E para que os participantes desses programas estejam satisfeitos com as recompensas, além de engajados, é importante compreender o que eles entendem como real benefício. Nesse contexto, pontos que nunca expiram e poder trocar pontos por passagens em qualquer companhia aérea são características que se destacam.

De acordo com uma Pesquisa realizada pela Livelo, uma das principais empresas de recompensas do Brasil, 61% das pessoas dizem que “acumular pontos que não expiram nunca” é a coisa mais importante que um programa pode oferecer de vantagem. Sendo que, do total de entrevistados, 76% considera que “ter pontos que não expiram nunca” é sinônimo de Liberdade.

Sobre Liberdade, inclusive, a pesquisa também apontou que para 66% dos entrevistados, Liberdade é “poder trocar meus pontos por passagens na companhia aérea que eu quiser”.

Ou seja, o participante desses programas busca acumular pontos e não quer ser pressionado para resgatar suas recompensas apenas por questão de expiração e também preza em poder escolher seu destino e companhia aérea favoritos, sem ter que ficar preso por uma ou um grupo de cias aéreas.

Nesse quesito, a Livelo oferece aos seus clientes assinantes do Clube Livelo acúmulo de pontos que nunca expiram e também conta com uma agência de viagens online que oferta passagens por mais de 750 cias aéreas de todo o mundo. Como mostra de liberdade, a Livelo ainda disponibiliza ao participante a opção de transferir seus pontos para diversos outros programas de fidelidade de companhias aéreas nacionais e internacionais.

A Pesquisa realizada pela Livelo ouviu, entre setembro e novembro de 2017, cerca de 800 pessoas que já tiveram contato com o programa de fidelidade no eixo Rio-São Paulo.

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Roubo de Smartphones: metade dos internautas brasileiros já teve um celular roubado

A segunda edição da pesquisa anual sobre roubo de celulares realizada por Mobile Time em parceria com Opinion Box revela um crescimento alarmante da proporção de internautas brasileiros que já tiveram um telefone móvel roubado ou furtado. Em 12 meses essa proporção subiu 10 pontos percentuais, passando de 39% para 49%. Ou seja, hoje, metade dos internautas brasileiros já teve um celular roubado ou furtado pelo menos uma vez na vida.

Na pesquisa anterior, 38% das vítimas haviam sido roubadas/furtadas em menos de um ano. Agora, o percentual subiu para 45%. A maioria (62%) foi vítima apenas uma vez na vida; também na nova pesquisa, 35% duas ou três vezes; enquanto que 4% de azarados ou descuidados perderam o aparelho quatro vezes ou mais. Em média cada vítima teve 1,55 celular roubado/furtado. O Panorama Mobile Time/Opinion Box também constatou que o roubo de celular é mais comum que o furto. 63% das vítimas informam que da última vez foram roubadas, enquanto 37% foram furtadas.

“Crise na segurança pública, alto índice de desemprego, smartphones a preços proibitivos e a facilidade de compra e venda de aparelhos usados em mercados clandestinos estão entre os fatores que contribuem para esse aumento”, comenta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa.

A pesquisa revela também o perfil das vítimas, por gênero, idade e classe social. E verifica qual costuma ser o seu comportamento após perder o aparelho (se faz ou não boletim de ocorrência, se compra um celular melhor ou pior que o anterior etc).

Outras descobertas:

– 70% dos usuários que tiveram celulares roubados ou furtados aproveitaram a ocasião para adquirir um aparelho melhor;

– Pouco menos da metade, (48%) registrou boletim de ocorrência (B.O.) na última vez em que foram roubadas/furtadas;

– 39% dos brasileiros já compraram um celular de segunda mão. O percentual é maior (44%) entre os que já tiveram um aparelho roubado ou furtado. Ou seja, quem perde um celular tem mais chance de recorrer à compra de um usado para economizar dinheiro;

– Não há diferença entre classes sociais: tanto nas classes A e B quanto nas classes C,D e E a proporção de vítimas é de 49%;

– É comum o brasileiro tomar providências de segurança somente depois de sofrer com algum problema do gênero: apenas 7% possui seguro para os aparelhos.

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Mercado Eletrônico tem novo Head de Planejamento

O Mercado Eletrônico anuncia a chegada de Daniel Hsu como Head de Planejamento. O executivo passa a ser responsável pela reestruturação desse setor dentro da empresa, líder na América Latina em soluções tecnológicas e serviços para as áreas de aquisições.

“O planejamento é a etapa mais importante de qualquer processo. O Mercado Eletrônico já trabalha com essa diretriz, mas queremos, agora, otimizar ainda mais esse setor dentro da companhia”, afirma Daniel Hsu. “Nosso objetivo, é cumprir todas a metas, de maneira cada vez mais eficaz, por meio da inovação”, completa.

Segundo o executivo, a inovação e a excelência são alcançadas com muita disciplina. “Gosto de comparar o processo transformacional corporativo à uma corrida. Precisamos saber controlar o ritmo e ter a disciplina de analisar e entender as melhorias necessárias em cada parte do corpo com treinamento contínuo. É preciso entender tudo isso para conseguir traçar a melhor estratégia para provas curtas e percursos mais longos. É o mesmo processo dentro de uma empresa – precisamos definir a melhor estratégia de acordo com o objetivo”, exemplifica Hsu.

Com mais de 12 anos de experiência na área de vendas, Hsu é formado em Administração pelo Mackenzie e tem uma pós-graduação em Gestão de Negócios pela ESPM e participa ativamente de programas de mentoria para o desenvolvimento de novas startups. O executivo acumula passagens por empresas como Groupon, ComparaOnline.com, Grupo Cherto e Loggi.

A importância da tomada de decisão estratégica

O sucesso de uma empresa está relacionado à sua capacidade de tomar as melhores decisões. E, para isso, todas elas devem ser baseadas em dados reais, relevantes e estratégicos.

Definir a estratégia ainda tem, como uma das suas finalidades, deixar claro qual é o objetivo final de todos colaboradores da organização para gerar engajamento. A análise de dados para tomadas de decisão será o ponto chave para aumentar o crescimento do do Mercado Eletrônico de maneira inteligente. “Se conseguirmos identificar as ameaças antes do mercado e implementarmos ações de melhoria de forma eficaz, estaremos mais preparados para as mudanças repentinas impostas pelo setor”, finaliza Hsu.

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ABComm considera positiva aprovação da Lei Geral de Proteção de Dados

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) considerou positiva a aprovação do Projeto de Lei Complementar 53/2018, conhecido como Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), pelo Senado Federal. A nova legislação, que ainda precisa passar pela sanção presidencial, prevê maior controle dos cidadãos sobre suas informações pessoais, exigindo consentimento explícito para coleta e uso dos dados, tanto pelo poder público quanto pela iniciativa privada, e obriga a oferta de opções para o usuário visualizar, corrigir e excluir esses dados.

“Uma Lei Geral de Proteção de Dados era essencial para manter o Brasil em harmonia com uma tendência mundial”, afirma Mauricio Salvador, presidente da ABComm. “Não fazia sentido empresas brasileiras, sobretudo de comércio eletrônico, perderem oportunidades de negócios em razão do Brasil constar no mapa de risco da União Europeia e de outros países que já possuem legislação específica”, complementa.

A ABComm avalia que o maior efeito da nova lei é exigir de todas as pessoas, físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, a demonstração da base legal sobre a qual realizam qualquer tipo de tratamento, coleta, armazenamento, transmissão e processamento de dados que identifiquem ou tornem identificável uma pessoa natural. “As bases legais estão descritas na lei, sendo a mais comum o consentimento do titular dos dados”, ressalta Salvador.

Após a sanção presidencial, a LGPD terá um prazo de 18 meses para que as suas regras sejam aplicadas aos setores público e privado. Dentre as punições pelo descumprimento da legislação estão multas de até 2% do faturamento da empresa, além da própria suspensão do funcionamento do banco de dados, e ainda a proibição total das atividades de tratamento de dados.

De acordo com a ABComm, os lojistas virtuais deverão agir em duas frentes: regularizar, quando possível, o banco de dados existentes e passar a tratar os novos dados de acordo com a legislação. Segundo Marcio Cots, Diretor Jurídico da entidade, a primeira frente é mais problemática, tendo em vista que há lojistas com dados pessoais que não conhecem a origem ou com origem irregular do ponto de vista da nova legislação. “Se o lojista passar a coletar dados pessoais de forma correta, mas incluí-lo no banco de dados ‘viciado’, todo o banco pode ser perdido”, alerta Cots.

A ABComm, enquanto associação que representa os interesses dos consumidores e dos lojistas virtuais, sobretudo de pequeno porte, fará esse trabalho de auxílio, ajudando os empresários a compreender e aplicar a nova legislação a fim de não comprometer o desempenho econômico do setor. A associação compreende que os comércios eletrônicos de menor porte tenham mais dificuldade para se adequar à legislação, com a eventual necessidade em realizar investimentos em ferramentas tecnológicas que auxiliem nesse processo.

A entidade entende, porém, que os empresários do setor, independente do porte, terão de se adaptar à nova legislação a partir de uma mudança de mentalidade. “A cultura anterior era a de usar indiscriminadamente os dados pessoais. Com a nova lei, tudo precisará mudar. Isso envolve os contratados, os fornecedores e os empregados em geral”, afirma o presidente da ABComm. “Todos vão precisar mudar o pensamento para poderem utilizar os dados de uma maneira mais adequada.”

A ABComm considera importante a clareza sobre como deve ser tratado o uso de dados pessoais, e não entende que a legislação possa servir como uma barreira para o setor. “Havendo regras claras sobre o tratamento de dados no Brasil, esse processo acontecerá de uma forma mais segura”, ressalta Salvador. “Então tanto startups do setor e comércios eletrônicos, como empresas em geral, vão poder atuar com muito mais segurança com relação ao que pode e o que não pode fazer.”

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Startup Kokar capta meio milhão de reais em sua segunda rodada via EqSeed

A startup capixaba do setor de automação residencial Kokar acaba de captar R$ 500 mil via EqSeed. Esta é a segunda rodada de captação que a startup conclui pela plataforma. Além disso, é a primeira das empresas investidas via EqSeed a realizar follow-on funding, isto é, uma nova captação em volume maior devido ao crescimento e aos novos objetivos da empresa. Para o investidor, o sucesso da rodada representa um aumento de 60% no valor do seu investimento inicial e elevação real da probabilidade de uma saída futura lucrativa, objetivo principal de quem investe em startups.

“O grande atrativo de se investir em startups é o potencial de longo prazo das empresas e a possiblidade de venda da participação no futuro, obtendo um grande lucro. Mas essas ‘saídas’ não acontecem do dia para noite e por isso, nos anos iniciais, startups focam muito em mostrar progresso para os seus investidores. Novas rodadas de investimento pela empresa demostram exatamente isso: progresso, prova de tração, uma valorização no papel que indica uma probabilidade aumentada de ganhos de capital a serem realizados no longo prazo. Em resumo, é o melhor cenário possível para o investidor”, afirma o sócio-fundador da EqSeed, Brian Begnoche.

O crescimento da Kokar se prova em números. Mesmo diante à maior recessão econômica da história, os índices da startup são significativos. Em 2016, enquanto o setor como um todo cresceu 30%, a Kokar cresceu 224%, quase oito vezes mais. Se considerado o período de 2015 a 2017, a expansão foi de 433%. Atualmente, os mais de 125 sistemas e 650 módulos da empresa estão instalados em 12 estados brasileiros e na Argentina. Tal desempenho fez com que a empresa fosse selecionada novamente no processo seletivo da plataforma.

“Estamos contentes com o desempenho da empresa e satisfeitos em apresentar estes resultados aos nossos investidores. Mais de 50% dos investidores da rodada inicial exerceram seu direito de preferência, investindo em nossa empresa nesse novo valuation para evitar qualquer diluição da sua participação original. Esse fato, junto aos 48 novos investidores que investiram nessa rodada, são sinais muito fortes da confiança do mercado em nosso produto e execução. Esse apelo contínuo junto a uma base qualificada de investidores nos estimula e é uma evidencia de que estamos no caminho certo”, avalia o CEO da Kokar, Renan Santana.

De acordo com o executivo, com essa nova captação, a meta é uma forte expansão. “Nosso objetivo é aumentar mais agressivamente nossa equipe de vendas e desenvolvimento, e explorar um novo mercado de autosserviço e vendas online. Vamos oferecer ainda produtos Plug-and-Play, fazendo algo semelhante com o que aconteceu no mercado de caixas de som com a tecnologia bluetooth, oferecendo um produto de alta tecnologia com um visual ‘clean’ e um bom preço para pequenos projetos de automação residencial, visando atrair entusiastas e fortalecendo ainda mais a nossa marca”, detalha.

Amadurecimento

A Kokar é um forte exemplo do amadurecimento das startups selecionadas pela EqSeed. De 2016 para cá, a plataforma já concluiu 15 rodadas de investimento, com valores individuais entre R$250mil e R$600mil para startups na fase de seed capital, totalizando R$6 milhões investidos em empresas selecionadas. Este valor está crescendo rapidamente, especialmente após a publicação da regulamentação especifica do mercado em 2017 e aprovação da EqSeed pela CVM em janeiro deste ano.

“Atualmente, mais 5 das 15 empresas investidas via EqSeed estão em negociações avançadas para realizar suas rodadas de investimento follow-on, algumas por meio de nossa plataforma, como a Kokar, outras com novos investidores. Mas o movimento de expansão e de fortalecimento dessas empresas como ativo financeiro vem se mostrando notável”, pontua Begnoche.

Outro indicador do potencial das startups está no tamanho dos volumes captados. Recentemente, a EqSeed lançou suas primeiras rodadas de investimento Venture Capital via equity crowdfunding. A startup de eficiência energética GreenAnt está buscando R$1,6 milhão por meio da plataforma. Já a cervejaria 3Cariocas está captando R$2 milhões.

“Estamos seguindo o mesmo caminho dos mercados fora do Brasil, que depois dos primeiros anos de operações começaram a apresentar follow on funding, rodadas venture capital e ganhos no papel, como precursor para as saídas lucrativos que vem a partir de 4 ou 5 anos pós investimento. Diversificar a carteira via investimentos em startups é uma tendência mundial, e com cada vez mais exemplos de saídas lucrativas no mercado, não é difícil entender o porquê”, finaliza Begnoche.

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Engineering do Brasil quer ampliar mercado em Minas

A Engineering, multinacional italiana fornecedora de soluções e serviços de TI, participou nesta quinta-feira (12/06), do projeto Venda Mais Indústria 4.0, da FIEMG. A empresa está entre as maiores de TI na Europa e busca ampliar sua participação no Brasil. “Essa é uma oportunidade para as empresas mineiras. Os avanços não podem mais esperar porque a velocidade das plataformas mundiais é tão rápida que o Brasil ficou muito atrasado. Quem ficar de fora neste momento não terá como se recuperar”, alertou o presidente da Câmara Ítalo-Brasileira, Valentino Rizzioli.

Durante o evento Digital Transformation Day, o CEO da Engineering do Brasil, o italiano Filippo di Cesare, ressaltou que o Brasil está caminhando em direção à indústria 4.0, mas tem entraves pela frente. “Há sérios problemas de infraestrutura, como por exemplo, de banda larga, que poderia trazer grandes transformações para o agronegócio e outros setores”, diz.

A empresa apresentou oportunidades oferecidas pelas tecnologias digitais e como o DigitalOne, o digital transformation framework (conjunto de metodologias, ferramentas de software, tecnologias e consultoria) desenvolvidas para melhor acompanhar as empresas ao longo do jornada de transformação digital.

A Engineering registra mais de 1,5 bi US$ de receita anual e está presente no Brasil desde 2008, com cerca de 600 colaboradores entre São Paulo e Belo Horizonte e mais de 150 clientes. “Foi muito positiva a escolha feita tempo atrás da criação no Brasil de um departamento digital que apenas trabalhasse – como uma organização horizontal e ágil – no digital. Até hoje temos desenvolvido uma oferta abrangente e uma abordagem holística que está alcançando grande sucesso no mercado”, disse.

O executivo enxerga perspectivas de crescimento. “A Inteligência Artificial (IA) é um dos pontos tecnológicos mais efervescentes com que trabalhamos, o volume de soluções de negócios empresariais baseadas em plataformas de IA está crescendo drasticamente e será uma das tecnologias mais disruptivas dos próximos anos”, prevê.

Outra área de investimento da empresa é no desenvolvimento de fortes capacidades de APIS (interface de programação de aplicativos) para ajudar as empresas a fazer disso as bases de sua estratégia digital, permitindo novos produtos digitais, modelos de negócios, canais de negócios, ecossistemas, entre outros. “As APIS são fundamentais para alcançar a agilidade dos negócios e acelerar o processo de entrega de novas ideias ao mercado e a Engineering do Brasil atua com grande conhecimento neste setor”, afirmou.

Para o gerente de Educação para a Indústria da FIEMG, Ricardo Aloysio, a digitalização é o primeiro passo para a indústria entrar no novo patamar da Indústria 4.0. “A indústria nacional para ser competitiva terá que passar a utilizar tecnologias digitais para fazer crescer seus negócios fabricando produtos mais inteligentes e com processos mais autônomos”, disse.

Aloysio falou sobre a evolução dos processos produtivos por meio da aplicação de tecnologias que permitam aumentar seu controle, qualidade, eficiência e autonomia. “Na indústria 4.0 é possível reduzir os custos de manutenção entre 10% e 40%, o consumo de energia entre 10% e 20% e aumentar a eficiência do trabalho entre 10% e 25%”, contabilizou.

Para trilhar esse caminho há nove tecnologias habilitadoras: segurança da informação, realidade aumentada, big data, robôs autônomos, simulações, manufatura aditiva, sistemas integrados, computação de nuvem, e IoT (do inglês, Internet of Things) – internet das coisas. “Precisamos identificar as necessidades das indústrias, priorizar o que será realizado, desenvolver soluções customizadas para o seu processo e se adequar na nova forma de trabalho”, disse.

O Projeto Venda Mais é uma iniciativa da FIEMG, por meio da Superintendência de Desenvolvimento Industrial, através da Gerência de Capitalização e Acesso a Mercados e tem como objetivo aproximar os fornecedores dos clientes, dando oportunidades para o conhecimento de novas soluções e aumentando a possibilidade de negócios lucrativos para ambas as partes.

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TIM tem novo diretor nacional de vendas

A TIM tem nova liderança em sua área de vendas. João Stricker acaba de assumir o cargo de Diretor de Sales Consumer e será responsável por garantir o desenvolvimento e a gestão comercial da operadora com foco no consumidor móvel pessoa física. O executivo estará à frente de uma equipe de aproximadamente 2.600 colaboradores, além de toda a força de vendas da companhia.

Stricker está na TIM desde 2016, tendo liderado a diretoria de Devices e, mais recentemente, acumulando também as áreas de VAS e Inovação. O executivo já havia atuado na operadora entre 2003 e 2009 e, antes de retornar, foi diretor geral da BlackBerry no Brasil e na América Latina.

Na nova função, irá gerir todos os canais de venda da TIM no Brasil, incluindo lojas próprias, revendas e grande varejo. Também coordena a comunicação com a força de vendas, a estrutura e positivação das lojas e demais pontos de comercialização da operadora, a gestão de terminais e o suporte às operações comerciais.

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Os desafios do marketplace: o cliente se sente perdido quando não encontra o que quer

Por Alan Prando

Reservar um hotel durante uma viagem, comprar peças artesanais exclusivas ou negociar produtos usados — para tudo isso (e muito mais!), você pode acessar um marketplace, explorar milhares de ofertas e encontrar o que deseja.

Marketplaces estão em alta e seguindo o exemplo de gigantes, como a Amazon e o Mercado Livre, muitos empresários buscam nesse modelo de negócio uma solução rentável e escalável para empreender na internet. Porém, o sonho de também se tornar grande precisa superar alguns desafios no caminho. Um deles está, justamente, no crescimento do negócio: com tantos lojistas e ofertas, como fica a experiência do cliente na hora de encontrar o produto que deseja?

Quando você acessa o marketplace, encontra diversas lojas mostrando seus produtos, muitas vezes com vitrines e descontos chamativos. Na internet, você ainda vai encontrar marketplaces especializados em nichos. É o caso, por exemplo, dos sites ou aplicativos de hospedagem (AirBnB), de transporte (Uber), de artesanato (Etsy) e itens usados (Enjoei). Mas o que os marketplaces têm de tão bom? Vendedores, compradores e empreendedores veem vantagens nesse negócio.

Para os vendedores, o que atrai é a possibilidade de vender seus produtos em um local de grande visibilidade sem precisar abrir uma loja própria. Para os consumidores, a comodidade de encontrar tudo num só lugar, com muito mais opções e ofertas de preços, é o grande atrativo. Com tanta atratividade, os lucros do negócio tendem a escalar rapidamente.

No entanto, para o cliente encontrar o que deseja pode ser muito trabalhoso, já que ele precisa filtrar muitas ofertas. Até tomar sua decisão, são várias lojas, produtos, marcas, modelos, cores e funcionalidades para pesquisar, comparar e selecionar. No meio do caminho, ele pode ficar perdido diante de tantas opções, sentir-se incapacitado de escolher e desistir da compra.

A solução é organizar as ofertas do marketplace de maneira relevante para o consumidor, de olho na qualidade da experiência dele dentro do site. Por exemplo, com recursos de Big Data e Inteligência Artificial, o software é capaz de rastrear os passos do usuário e captar dados de seus interesses, comportamentos, histórico de compras e navegação. Com base nesse aprendizado, o cliente recebe sugestões personalizadas. Dessa forma, a experiência se torna muito mais positiva no marketplace. O cliente não precisa mais procurar loja por loja, item por item, pois a tecnologia aplicada faz o trabalho de descobrir e oferecer o que ele deseja. Assim, o marketplace auxilia na tomada de decisão de compra do consumidor e, por consequência, gera muito mais conversões.

Alan Prando, CTO e cofundador da Biggy, plataforma de personalização e recomendação em tempo real de produtos no e-commerce

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