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As 10 Profissões do Futuro na área Administrativa

Os avanços tecnológicos e a transformação do mercado de trabalho têm feito emergir novas profissões e funções na área administrativa. De acordo com levantamento da Robert Half, no Brasil, funções ligadas ao e-commerce e à área de e-learning se destacam pelo volume vagas, enquanto outras como especialista em diversidade e gerente de bem-estar estão ligadas à necessidade de promover um ambiente equilibrado e harmonioso nas empresas.

Dentre os novos cargos, a função que oferece mais oportunidades para quem está no início da carreira é a de Assistente virtual, em que o funcionário pode trabalhar a partir de casa e, em alguns casos, é exigida apenas formação técnica. Os salários estão entre R$ 1,5 mil a 4 mil. Por outro lado, a posição que oferece a maior faixa salarial é a de Gerente de Talentos, chegando a R$ 26 mil, pelo nível de experiência exigido e também pelo momento econômico do Brasil.

Confira a lista com os 10 cargos do futuro na Área Administrativa, de acordo com 2.909 gerentes de operações de companhias de diversos países, entre eles 300 do Brasil.

1. Especialista em e-commerce/ gerente de compras online (opinião de 41% dos gestores)

O que faz: Organiza o formato do negócio, monta o site e define o portfólio. Em grandes varejistas, esses profissionais também cuidam de todo o canal de vendas, incluindo a precificação, o ciclo de entrega e a satisfação do cliente.
Perfil: Arrojado e multitarefa, com forte viés na área comercial, visão de negócio e rentabilidade. Voltado para profissionais de administração, engenharia e logística.
Salário: R$ 6 mil a R$ 18 mil.

2. Gerente de e-learning (40%)

O que faz: Atua como gerente de treinamentos de cursos virtuais oferecidos pela empresa, que podem ser contratados de outras instituições de ensino ou elaborados internamente.
Perfil: Profissional da área de recursos humanos, em geral com perfil mais analítico e formação em cursos de humanas, além de conhecimento de outros idiomas. Para profissionais de outras áreas que queiram migrar, há cursos técnicos para essa especialidade, com certificações curtas.
Salário: R$ 10,5 mil a R$ 23 mil.

3. Consultor de transformação digital (40%)

O que faz: Responsável pela interface de migração dos meios tradicionais para digitais, incluindo estratégia de redes sociais.
Perfil: Pode ter formação em TI, marketing, publicidade e jornalismo. É um profissional com alto domínio de tecnologia, comunicativo e analítico. É alguém que consegue projetar, por exemplo, os possíveis resultados de um investimento em mídias sociais.
Salário: R$ 4,5 mil a R$ 9,5 mil.

4. Assistente virtual (38%)

O que faz: Atua como um assistente técnico ou um secretário, mas na modalidade home office, dando suporte para uma ou mais empresas.
Perfil: Geralmente a formação é técnica ou graduação em secretariado ou administração. Na avaliação da Robert Half, esta é a função com mais oportunidades para quem está em começo de carreira.
Salário: R$ 1,5 mil a 4 mil.

5. Gerente de customer experience (34%)

O que faz: Parecido com gerente de atendimento ao cliente, tem como foco o que pode ser feito para melhorar a experiência do cliente no futuro, além de atrair novos compradores. Faz pesquisas para desenvolver ações de melhorias.
Perfil: As características exigidas por esse profissional lembram às de um gestor de vendas, com visão de mercado focada em ampliar a participação da empresa. Possui senso de dono, com boa capacidade analítica.
Salário: R$ 9,5 mil a R$ 18 mil.

6. Especialista em diversidade (32%)

O que faz: Responsável pela retenção de funcionários e atração de talentos garantindo que a diversidade de raça, gênero e cultura exista na empresa.
Perfil: Habilidade para se comunicar com os mais diferentes níveis hierárquicos. Multitarefa, carismático e sensível ao clima organizacional.
Salário: R$ 11 mil a R$ 25 mil.

7. Gerente de talentos (28%)

O que faz: Foco na retenção e desenvolvimento de talentos. Participa ativamente nas linhas de negócios, buscando os profissionais necessários para cada momento da empresa ou de uma área específica. Planejamento de sucessão também é de sua responsabilidade.
Perfil: Generalista de recursos humanos ou com histórico em desenvolvimento humano e treinamentos. Deve ser alguém provocativo para gerar questionamentos positivos, comunicativo e com habilidade de raciocínio lógico. Formação em humanas, especialmente na área de psicologia ou administração.
Salário: R$ 12 mil a R$ 26 mil.

8. Gerente de engajamento (27%)

O que faz: Atua para melhorar o clima de trabalho e o engajamento interno (entre funcionários e áreas) e externo (clientes, fornecedores e meio-ambiente).
Perfil: Multitarefa, com habilidade de transitar bem entre todos os níveis e áreas da empresa, boa capacidade de relacionamento interpessoal, analítica e de pensamento estratégico. Geralmente é uma pessoa que já passou pela área de marketing, comercial ou de recursos humanos.
Salário: R$ 11 mil a R$ 20 mil.

9. Gerente de bem-estar (26%)

O que faz: Promove ações internas para melhorar o bem-estar dos funcionários e, consequentemente, o clima organizacional.
Perfil: Em geral é um profissional de recursos humanos que se especializou nessa função.
Salário: R$ 7 mil a R$ 13 mil (P/M) e R$ 11 mil a R$ 20 mil (G).

10. Gerente de recrutamento (25%)

O que faz: investiga as necessidades de cada área para recrutar e selecionar profissionais de modo assertivo.
Perfil: ágil e multitarefa. Resiliência é também um fator essencial para se dar bem na função.
Salário: R$ 9 mil a R$ 23 mil.

Xi’an planeja tornar-se o hub de startups da China com uma série de iniciativas para recém-formados

Xi’an planeja tornar-se o hub de startups da China com uma série de iniciativas para recém-formados (PRNewsfoto/Xi’an Municipal Government)

Xi’an, a capital da província chinesa de Shaanxi, anunciou, recentemente, o lançamento de uma série de novas políticas voltadas para as startups. As políticas visam lançar mão do potencial dos recém-formados da cidade para tornar a cidade o destino favorito das startups da China. A iniciativa conta com uma série de programas de apoio, desde financiamento direto, mentoria, incubação e matchmaking.

Resumo da política:

– Processo de registro simplificado: lançamento de políticas consolidadas para simplificar o procedimento de registro de empresas, além de oferecer apoio para dedução de impostos, treinamento, mentoria e apoio para financiamentos.

– Apoio para incubação: Xi’an planeja criar 50 incubadoras, 100 centros empresariais e 500 centros de estágios em três anos para estimular que os recém-graduados abram suas empresas.

– Verbas: um novo fundo de 3 milhões de RMB em empréstimos com subsídios de juros ficará disponível para pequenas e microempresas que se qualifiquem. Os recém-formados que atenderem aos critérios também poderão candidatar-se a empréstimos de montantes menores de até 1 milhão de RMB, com parte do seguro básico coberto na negociação.

– Melhor infraestrutura: será formalmente estabelecida a Employment and Entrepreneurship Alliance (EEA, Aliança entre Emprego e Empreendimento) para estudantes universitários, que visa unir universidades, estudantes, o governo e a iniciativa privada para facilitar o apoio contínuo a negócios de pequeno e médio porte.

– Bibliotecas de projetos: serão criadas bibliotecas de projetos, municipais e distritais, para auxiliar na qualificação das startups, além da intermediação de parcerias e programas de mentoria.

– Programa de mentoria: uma equipe de 132 especialistas experientes trabalhará em conjunto com o governo, instituições e empreendedores para oferecer ainda mais orientações e promover a maior qualificação dos futuros líderes.

– Agenda de eventos: uma rede sólida de incubadoras, um grupo de experientes economistas e uma série de programas com respaldo do governo se unirão em dezenas de eventos a serem realizados ao longo do ano.

Xi’an implementará as políticas para startups por meio de um ecossistema condutivo para startups, desenvolvido para o crescimento inclusivo. Desde o lançamento da Política para Startups de Xi’an, foram concedidos mais de 272 milhões de RMB e foram criados mais de 528.000 postos de trabalho em cinco incubadoras federais e 23 distritais, em que mais de 3.123 startups foram abertas.

Entre os eventos que já ocorreram, figuram o “2018 Innovation Xi’an Entrepreneurship competition B&R Create@Alibaba Cloud Startup Contest Xi’an” e o” 2018 Star Venture Enterprise of Xi’an”. Este ano, haverá o lançamento de mais eventos, entre eles o “Star Entrepreneur of the Year Election” e o “University Maker Festival”.

A Prefeitura Municipal de Xi’an comunicará as informações sobre as mais recentes políticas para os recém-graduados através de diversos canais de notícias e mídias sociais, como a conta oficial da localidade no WeChat, em uma tentativa de envolver números cada vez maiores de jovens empreendedores potenciais nos próximos cinco anos.

Para mais informações, acesse http://cbe.xa.gov.cn/default.html.

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Longe das capitais: como empresas nascidas no interior crescem e aparecem

Santa Catarina é referência nacional de polo tecnológico. O estado concentra um grande número de startups na capital, Florianópolis, e em grandes centros, como Joinville e Blumenau, cidades que são consideradas ecossistemas de tecnologia. Essas regiões contam com fundos de investimento local, aceleradoras, incubadoras e um forte networking que gera suporte para o desenvolvimento do setor nas cidades. Mas, distantes dos polos, há empresas que se desenvolvem no interior e aprenderam a lidar com a escassez de recursos financeiros e os desafios para recrutar talentos. Saiba como empreendedores superaram essas barreiras e conseguiram criar soluções de sucesso.

Talento não é só nos grandes centros

A Hiper nasceu em Brusque, cidade do interior catarinense com um setor têxtil muito desenvolvido. Seguir uma carreira fora desse mercado era nadar contra a multidão. Seus fundadores trabalhavam na Havan e enxergaram a oportunidade de desenvolver uma solução para o micro e pequeno varejo. Atualmente, a empresa é responsável pelo Hiper Gestão, software capaz de monitorar do estoque até a frente de caixa de um comércio, além de proporcionar adequação fiscal, emitindo notas e transferindo dados para a contabilidade. Recentemente, a empresa foi adquirida pela Linx, em uma transação que pode chegar a R$ 50 milhões. “Mesmo com a transação decidimos manter a sede da empresa em Brusque. Temos muito orgulho do trabalho que desenvolvemos na cidade e do nosso time. Conseguimos trazer muita gente boa e acabar com a síndrome de vira-lata, de que só há profissionais qualificados nos maiores centros. É claro que também atraímos mão de obra de outros estados. Hoje temos mais de 100 funcionários, incluindo profissionais do Rio Grande do Norte, Minas Gerais, São Paulo e Distrito Federal”, comenta Tiago Vailati, CEO da empresa. “Minha experiência mostra que é possível sim empreender em uma cidade do interior. A tecnologia nos aproxima dos grandes centros”, finaliza Tiago. Atualmente a Hiper conta com mais de 15 mil clientes e está presente em quase 2 mil cidades brasileiras.

Se o produto é bom, você vai vender

Rio do Sul é uma cidade com apenas 60 mil habitantes e é lá que fica a sede da Effecti, empresa especializada em desenvolver soluções de automação para fornecedores de licitações. Hoje a startup conta com mais de mil clientes e está presente em todo Brasil. A empresa cresceu inteiramente por bootstrap, ou seja, sem receber nenhum aporte. “Estar no interior não é um fator limitante para gente. Conseguimos crescer e escalar nossa solução, pois identificamos um problema no mercado que nosso produto resolve. Não adianta estar em um grande centro e ter um produto que não impacta de verdade a vida das pessoas. Temos orgulho da nossa história até aqui e não pensamos em deixar Rio do Sul”, comenta Fernando Salla, CEO da Effecti.

Perto do cliente

Estar longe da capital foi positivo para a Unifique, telecom fundada em Timbó, em 1997, a 180 quilômetros de Florianópolis. A empresa começou oferecendo serviço de acesso à internet discada apenas no município. Quase uma década depois passou a investir em redes de fibra óptica, aproveitando um vácuo deixado por grandes operadoras de telefonia, que concentraram investimentos em grandes cidades. Hoje, a Unifique está em 116 cidades de Santa Catarina e cresce, em média, 30% ao ano. A meta é conquistar 1 milhão de residências em cinco anos. Na última pesquisa de satisfação da ANATEL, a Unifique foi a operadora de banda larga fixa de Santa Catarina melhor avaliada pelos usuários, à frente da NET, Vivo e Oi. No Brasil, tem a terceira melhor nota (7,64), antecedida por Copel (8,35) e Brisanet (7,89). “Sempre combatemos o poderio econômico dessas grandes empresas com a proximidade”, afirma Fabiano Busnardo, presidente e fundador da empresa.

Por que investir em uma loja online?

Por Rafael Martins

Junho de 2019 – Nos últimos anos, podemos observar como as lojas online ganharam um lugar de destaque no mercado, especialmente pela praticidade criada no momento de realizar uma compra via desktop. As vendas mobile, por sua vez, pegam carona nessa mesma vantagem: os consumidores conseguem fazer as suas compras com ainda mais praticidade, eficiência e aonde quer que estejam: em casa, na rua, no metrô, no ônibus ou em qualquer outro local com conexão à internet.

Por essa razão, os aplicativos para smartphone têm se mostrado uma ótima oportunidade de mercado. Isso significa que as empresas devem investir em uma loja online e preparar o seu site para vendas por meio de dispositivos móveis. Essa pode se tornar uma boa vantagem competitiva e fazer toda a diferença para otimizar os resultados conquistados.

De acordo com a pesquisa “Análise do E-commerce no Mundo 2018”, realizada pela Criteo, as vendas mobile somaram mais de 50% das transações online no mundo. No Brasil, no primeiro trimestre de 2017, 26% das vendas foram feitas através de smartphones ou tablets. Esse número apresentou um salto para 37% no primeiro trimestre de 2018. Diante deste cenário, que demonstra a consolidação das vendas mobile e indica uma tendência de crescimento para o futuro, entender a importância de trabalhar com canais de vendas alinhados com os hábitos de consumo atuais se torna imprescindível nesta Era Digital.

Os dados combinados de todos os países analisados pela Criteo demonstram a expressividade dos dispositivos móveis. Sendo assim, os aplicativos merecem um destaque especial quando falamos sobre as vendas mobile, pois eles apresentam resultados ainda mais relevantes para os lojistas, respondendo por 30% das vendas em dispositivos móveis.

Ao usar um aplicativo para oferecer seus produtos ao consumidor, sua loja online consegue se conectar com um número maior de potenciais clientes. Cerca de 30% de todas as vendas mobile acontecem a partir de um app. A taxa de conversão no app de compras é três vezes maior do que na web mobile. Ou seja, as chances de levar o consumidor ao momento da compra, por meio de um aplicativo, é muito superior às chances de venda pelo mobile web.

E pelo lado do usuário, uma das razões pelas quais os clientes preferem comprar pelo online ao invés das lojas físicas é a possibilidade poder avaliar suas opções e obter as melhores ofertas por meio de comparativos entre os varejistas, além de contar com uma entrega imediata e facilidade e segurança no pagamento. Tudo isso sem a necessidade de levantar do sofá: basta se conectar através do smartphone, ou seja, uma experiência muito mais rápida e intuitiva.

A sua empresa já aproveita as oportunidades de vendas criadas pelo uso de um app? Colocar essa estratégia em prática pode ser mais simples do que você imagina, além de ser uma ótima forma de potencializar as suas vendas!

Rafael Martins, CEO da LifeApps, empresa do Grupo Máxima responsável por plataformas de e-commerce.

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A inteligência artificial será tão essencial para a medicina quanto a energia elétrica

Por Diego Figueredo, CEO da Nexo AI

A nossa maior riqueza é a saúde. Para uma vida longa e plena, é essencial que a nosso corpo esteja saudável. Isso, inevitavelmente, passa pela medicina. Com o surgimento da ciência, ganhamos ferramentas importantes para sobreviver aos infortúnios diários. Apesar do avanço, no entanto, o erro hospitalar é uma das principais causas de morte dos pacientes. Aproximadamente 440.000 americanos morrem por ano como consequência de equívocos e quase 86% das mortes são evitáveis.

A redução desses números passa obrigatoriamente pela implementação das inovações tecnológicas que estão sendo desenvolvidas para o setor. A inteligência artificial (IA), por exemplo, caminha para ocupar todos os lugares. Em breve, não existirá nenhum setor ou especialidade que não sofreu algum impacto dessa tecnologia. E a saúde segue exatamente na mesma direção.

Desde a detecção precoce de doenças até o diagnóstico, onde acontecem alguns dos maiores erros. Do desenvolvimento de medicamentos à pesquisa clínica. A IA ajudará a melhorar os resultados com prazos menores e custos reduzidos. Os sistemas se apoiarão em metodologias comuns de comparação de sintomas e um enorme banco de dados de casos anteriores para fornecer uma análise assertiva.

A IA pode examinar imagens médicas, como raios X, tomografia computadorizada e ressonância magnética para fornecer feedback sobre o que provavelmente passaria despercebido pelo olho humano. Condições crônicas também serão combatidas com mais precisão. Câncer, diabetes e doenças cardíacas devem receber tratamentos mais acurados por terem padrões bem definidos e facilmente identificados.

A medicina de precisão, ramo da biologia molecular que lida com a estrutura, evolução, função e mapeamento de genomas também será prontamente melhorada. A ciência é responsável por buscar conexões para doenças a partir das informações obtidas do DNA. Combinada com inteligência artificial, será possível detectar doenças complexas em estágio precoce e ajudar a prevenir problemas de saúde com base nos genes dos pacientes.

Outra aplicação ainda mais simples e que já estamos vendo são os bots de assistência médica, usados para agendar consultas com o prestador de serviços de saúde do paciente. Esses bots também podem ajudar pacientes com medicação e melhorar o atendimento oferecendo suporte ininterrupto.

As mudanças proporcionadas pelos avanços na área estimulam o debate sobre a substituição dos médicos pela tecnologia no futuro. Algumas especialidades serão certamente dominadas pela IA, mas novas funções surgirão e os médicos já estão passando por um processo de transformação, como acontece sempre que estamos diante de uma tecnologia disruptiva. Desde a revolução industrial até a chegada da internet, passamos por momentos parecidos.

No entanto, a IA ajuda os médicos humanos a tomarem melhores decisões e com isso o tempo será direcionado para o que é mais importante. O setor da saúde é complexo e altamente regulado, por isso tem resistido tanto à reinvenção tecnológica em comparação com outros setores. Mas é inevitável que a transformação aconteça. O movimento que potencializa a conexão entre máquinas e hospitais já começou. Em breve, a inteligência artificial será tão fundamental para os médicos quanto a internet ou energia elétrica.

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Fundador da 99, Paulo Veras, integra conselho administrativo da Cargo X

A Cargo X, logtech brasileira fundada em 2013 com o objetivo de reescrever a cultura de transporte de cargas no Brasil, anuncia Paulo Veras, fundador da 99, como novo membro do conselho administrativo. A adição chega em um momento de reposicionamento de marca, que agora passa a concentrar seus esforços nas pequenas transportadoras e empreendedores com até seis caminhões, por meio de um fundo de investimento próprio de 100 milhões de reais e oferecimento de tecnologias como machine learning e inteligência artificial. Até 2020, a Cargo X planeja injetar até 300 milhões de reais na economia brasileira por meio dessa nova medida.

“Do mesmo jeito que os aplicativos mudaram o mercado ajudando os taxistas a serem mais eficientes, a Cargo X ajuda mudar o mercado de transporte, ajudando os transportadores a ganhar mais cargas e melhorar seu capital de giro. Dada minha experiência como Fundador e ex-CEO da 99, eu consigo contribuir com a estratégia da empresa”, afirma Paulo Veras, membro do conselho administrativo da Cargo X. E continua: “Acredito que no futuro todos os fretes serão transacionados pela internet. A Cargo X é um marketplace que vai permitir ao embarcador e transportador se conectar por meio de uma plataforma eletrônica de um jeito mais seguro e eficiente. No futuro, não existirão caminhões rodando vazios, transportadores sofrendo com a falta de capital de giro e nem cargas sem caminhão”.

Paulo foi diretor geral e conselheiro da Endeavor Brasil por doze anos e, como acionista da 99, atraiu investidores milhões de reais por meio de grandes investidores internacionais. Atualmente, atua no conselho de empresas como Estapar e B2W Digital. Junto ao empreendedor, integram o conselho administrativo da Cargo X nomes como Oscar Salazar, co-fundador da Uber.

“Em razão da sua grande experiência no mercado de mobilidade, Paulo traz uma importante visão de negócio para a Cargo X. Sem dúvida, essa sinergia faz muita diferença em um cenário de mercado tão competitivo”, afirma Federico Vega, CEO da Cargo X.

Além de Paulo Veras e Oscar Salazar, integram o conselho administrativo da Cargo X nomes como Federico Vega, Hans Hiclker (ex-CEO DHL) e mais.

“Nosso critério de seleção para novos membros do conselho administrativo é bastante rígido, queremos investidores que compartilham da nosso propósito de reescrever a cultura do transporte de cargas no Brasil”, finaliza Vega.

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Convenia desburocratiza área de gestão de pessoas e humaniza processos de RH

Criada com o objetivo de trazer alta tecnologia para o setor de recursos humanos, de maneira acessível e prática, a Convenia foi fundada em 2012 pelos empreendedores Marcelo Furtado, Rodrigo Silveira e Anderson Poli. A ideia do negócio surgiu quando eles olharam para trás e perceberam que, apesar da carreira promissora que tinham, sentiam-se mal geridos nas empresas em que trabalhavam.

Juntos, os três decidiram desenvolver um software para auxiliar nos processos de departamento pessoal de pequenas e médias empresas, otimizando e desburocratizando o RH, da contratação ao desligamento de um funcionário.

“A área de Recursos Humanos sempre foi muito manual, com muita papelada e um gap de tecnologia muito grande. A partir disso, vimos uma real necessidade de mercado e, com os insights adquiridos, desenvolvemos uma ferramenta para suprir, de forma automatizada, os processos de gestão da rotina na área, reduzindo o tempo gasto com questões operacionais e destinando-o para as pessoas”, destaca Marcelo Furtado, CEO da startup.

Hoje, a Convenia oferece uma cartela de produtos — com teste gratuito — como gestão de dos dados dos colaboradores, terceirização da folha de pagamento, gestão de férias, benefícios e um clube de vantagens direcionado para o engajamento dos colaboradores. Dentre as três mil empresas clientes, estão companhias como Itaú, Dasa, Loggi, Resultados Digitais, Sambatech, Endeavor e OAB.

Para otimizar os serviços oferecidos, a empresa que contrata o Convenia precisa ter um histórico de dados dos funcionários e, em 70% dos casos, a startup participa ativamente do processo de importação desse banco e auxilia na busca de informações junto ao contador do cliente. Os serviços por meio de software só não incluem recrutamento e seleção.

“A Convenia gerencia o colaborador a partir do momento em que é contratado e durante toda a vida dele dentro da empresa. Assim que ele é admitido, consegue preencher, pela nossa plataforma, todos os dados, tirar cópia dos documentos de seus dependentes, mandar foto pelo celular. O RH só acompanha esse processo”, pontua o CEO da Convenia.

A meta da empresa é sensibilizar a gestão de pessoas por meio de seu software e humanizar os processos burocráticos em PMEs, aumentando a eficiência e eliminando perdas operacionais, trabalhistas e financeiras.

Alliance Ventures Investe na The Mobility House Para Impulsionar a Mobilidade Elétrica

A Alliance Ventures, fundo de capital de risco para investimentos estratégicos da Renault-Nissan-Mitsubishi, anuncia o investimento The Mobility House, empresa de tecnologia que fornece uma plataforma para integrar baterias de veículos à rede elétrica, por meio de soluções inteligentes de recarga, energia e armazenagem.

Esse é o investimento mais recente feito pelo fundo da Alliance Ventures em startups, empresas de tecnologia na fase inicial de desenvolvimento e em empreendedores, que estão criando a nova geração de tecnologias de ponta para a indústria automotiva. A The Mobility House está localizada na Alemanha, Suíça e no Vale do Silício, na Califórnia, Estados Unidos.

“A Alliance Ventures tem como objetivo oferecer o ecossistema correto para fomentar a inovação, assegurando que as montadoras da aliança possam entregar a mobilidade do futuro”, disse François Dossa, vice-presidente mundial da Aliança para Venture Capital e Inovação e Chairman da Alliance Ventures. “A expertise da The Mobility House nas áreas de mobilidade elétrica (e-mobility) e transição energética vai contribuir para o compromisso da Aliança com os veículos zero emissão, e a realização da nossa visão para moldar o futuro da mobilidade”.

As montadoras que fazem parte da Aliança e a The Mobility House já vêm trabalhando juntas em vários projetos. Um exemplo é a colaboração com a Nissan, por meio da qual o Nissan LEAF se tornou o primeiro carro 100% elétrico a ser utilizado em um projeto V2G (Vehicle-to-Grid, ou do Veículo para a Rede) na cidade de Hagen, na Alemanha. Já o Grupo Renault está trabalhando em parceria com a The Mobility House para comercializar os maiores sistemas de armazenagem de energia estacionária da Europa, por meio do uso de baterias de veículos elétricos, além de contribuir com sua plataforma de energia inteligente para fazer com que a Ilha de Porto Santo, no Arquipélago da Madeira, em Portugal, se torne a primeira “Smart Island” em todo o mundo.

“A Alliance Ventures é o investidor perfeito para The Mobility House, ” comentou Thomas Raffeiner, fundador e CEO da empresa The Mobility House. “O fato de tanto a visão como as competências de nossas empresas se complementarem já foi comprovado diversas vezes no passado. É muito bacana podermos participar de vários projetos juntos e fazer com que nossa visão compartilhada de um futuro com energia sustentável se torne realidade mais rápido”.

O investimento na The Mobility House segue outros 11 investimentos feitos pela Alliance Ventures, incluindo startups baseadas na América do Norte, Europa e China.

Os detalhes financeiros do investimento na empresa The Mobility House não foram divulgados.

Casa Firjan vai premiar teses e dissertações sobre o futuro do trabalho e reinvenção das empresas

A Casa Firjan vai premiar pesquisas de mestrado e doutorado que discutam o futuro do trabalho e a reinvenção das empresas. As inscrições para o edital estão abertas até o dia 8 de setembro com prêmios que variam entre R$ 2 mil e R$ 20 mil. O Prêmio Casa Firjan vai contemplar tanto os pesquisadores como os orientadores de quatro dissertações de mestrado e quatro teses de doutorado apresentadas e defendidas, nos últimos três anos, em instituições de ensino no estado do Rio. A relação dos vencedores será divulgada no dia 23 de outubro.

O tema “O Futuro do trabalho” contempla pesquisas sobre mudanças estruturais e novas concepções do emprego e do trabalho, desenvolvimento de estratégias dentro ou fora de empresas, políticas públicas, investigações sobre habilidades e competências, e propostas ligadas à educação para o trabalho que possam contribuir para o entendimento e avanço da questão.

“Vamos priorizar pesquisas relacionadas a cenários futuros do emprego e trabalho em detrimento de estudos que abordem uma visão atual ou do passado sobre essa temática”, explica Julia Zardo, que está à frente do programa “Pensamento” da Casa Firjan.

Já a categoria “A reinvenção das empresas: estratégias de inovação” abrange pesquisas que apresentem abordagens e contribuições relevantes sobre o desafio constante de inovação e reinvenção das empresas e sobre como as empresas e as organizações podem se preparar, em termos estratégicos, para um futuro de transformações cada vez mais rápidas.

“A ideia é conhecer pesquisas referentes às práticas inovadoras que vêm sendo realizadas em empresas internacionais e brasileiras e que poderiam ser adaptadas à realidade do nosso estado. O objetivo é compreender os processos de transformação das empresas no contexto da nova economia com trabalhos acadêmicos que possam contemplar elementos relacionados ao ambiente, às redes de parceiros e às cadeias nas quais as empresas estão envolvidas”, explica Zardo.

O objetivo do concurso é a geração de debate e a construção de propostas no caminho de desenvolvimento e da transformação para o futuro. O prêmio integra o programa “Pensamento”, que provoca o diálogo e a troca com diferentes públicos e ecossistemas sobre os principais temas da Casa Firjan: o futuro do trabalho, a reinvenção das empresas e o novo papel da representação empresarial.

Casa Firjan, um legado para o Rio

Inaugurada em agosto de 2018, a Casa Firjan é um hub de inovação e empreendedorismo dedicado a criar propostas e soluções para os desafios da nova economia em uma sociedade em constante transformação. Aberta e gratuita à visitação, integra uma programação diversa que contempla debates, oficinas, cursos, atividades educativas e culturais.

Em um terreno de 10 mil m², na rua Guilhermina Guinle, em Botafogo, a Casa Firjan abriga um prédio de inovação, de arquitetura contemporânea e premiada, e um patrimônio histórico restaurado, que inclui uma casa principal e duas casas geminadas construídas no início do século XX.

Avanço da fibra óptica exige evolução de empresas de Telecom

O acesso à internet por meio de fibra óptica, cresceu cerca de 81% entre maio do ano passado e o mesmo mês deste ano, de acordo com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Esse avanço, bem como o crescimento das Prestadoras de Pequeno Porte (PPP) em todo o Brasil, mudaram as configurações do mercado, exigindo das empresas de Telecom uma adaptação e criação de serviços de valor agregado dentro da fibra.

“A flexibilização da concessão da licença de Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) – que padroniza empresas de telecomunicações e provedores de internet, fornecida pela ANATEL, está entre os motivos dos avanços nessas frentes. Assim como o valor mais acessível para a implementação de redes com tecnologia GPON, do inglês Gigabit Passive Optical Network, que apresenta um custo/benefício de instalações com fibra óptica mais interessante do que o modo via rádio, por exemplo”, explica Luiz Felipe Teixeira, diretor comercial da Megatelecom.

Devido a esses fatores, o acesso à internet está presente em localidades mais remotas do país por meio dos Provedores Regionais. Já nos grandes centros, a procura por serviços de Dados e Voz não cresceu na mesma proporção que a oferta com a entrada de tantas novas empresas no mercado. Nesse sentido, demais companhias precisaram criar estratégias para fugir da “comoditização” dos serviços, acelerando a criação de uma nova fase no mercado de Telecom, intitulada pela própria Megatelecom como NGTP (Next Generation Telecom Provider), que é a transformação das operadoras de telecomunicações tradicionais em empresas totalmente voltadas ao provimento de tecnologia.

“Sempre tivemos um viés de boutique de Telecom, por isso investimos na criação de serviços, aumentando nosso portfólio de três para onze, que incluem PABX Virtual; SD-WAN; Firewall / WAF; Proteção DDoS, além do serviço de Multi Cloud Connection, que conecta (sem uso de internet) a rede local de nossos clientes aos seus ambientes de cloud pública no mundo todo. E tudo isso com entrega 100% em fibra óptica”, explica o diretor comercial da Megatelecom.

E com relação ao acesso à internet tradicional, Luiz Felipe completa: “atualmente, o que importa para uma empresa, na verdade, não é a quantidade de banda da qual dispõe, e sim o qual rápido e quão seguro é o acesso ao conteúdo desejado. Para oferecer isso aos clientes, além da fibra em si, é preciso contar com uma gama de “trânsito” com diversas operadoras”.

Por isso a Megatelecom possui contrato com o serviço de oito players do tipo, sendo três deles internacionais, além de conexão direta com conteúdo como do Google, da Netflix e do Facebook. Isso, para proporcionar a melhor experiência de navegação, sempre priorizando a transmissão de dados com menor latência, segurança e gestão de rede.

ABES apoia programa de Startup da Prefeitura de São Paulo

A prefeitura de São Paulo divulgou, dia 27 de junho, durante a realização dos eventos MundoGeo Connect 2019 e Drone Show, o resultado final do concurso Hackatona GeoSampa 2019 que premiou Fernando Gomes com o projeto “Descobrindo e mapeando a diversidade tipomórfica em São Paulo: em busca da inteligência coletiva na cidade espontânea por intermédio do ‘BigData’ disponibilizado pelo GeoSampa”. O prêmio foi entregue ao vencedor por Rodolfo Fücher, presidente da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), apoiadora do evento. “O evento, que foi desenhado a partir da integração dos principais pilares econômicos do Brasil, das tecnologias disruptivas e das geotecnologias, é essencial para fomentar o mercado de startups e dar visibilidade para projetos que impactam tão positivamente nossa sociedade”, comenta Fücher.

O Hackatona é uma maratona para desenvolvimento de ferramentas de análise, planejamento e gestão, aplicativos para a smartphones, tablets, entre outros, utilizando dados do GeoSampa – Portal de Informações Geográficas da Cidade de São Paulo. A aplicação vencedora dessa maratona será entregue para uso gratuito da população.

O concurso teve outros dois finalistas: Thomas Len Yuba desenvolveu o projeto “Modelo de distribuição de arquivos estáticos do GeoSampa” e Alexandre Sahade Goncalves apresentou o “Rios DesCobertos – O resgate das águas da cidade”. Os trabalhos inscritos tiveram o desafio de facilitar e qualificar a vida dos cidadãos da capital paulista e foram avaliados em cinco quesitos: Interesse público, Monitoramento participativo, Criatividade, Sustentabilidade e Qualidade técnica. Os três projetos foram premiados com cursos de especialização, startup mentoring, smartphones, tablets e computadores.

O evento, que durou três dias e também teve apoio da Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia (SMIT), reuniu gestores públicos, profissionais experientes e novos talentos na área de tecnologia e gestão da informação visando qualificar o debate para a proposição de soluções para uma cidade inteligente, aberta e conectada.

Estímulo ao mercado de startups

Entidade que representa, aproximadamente, 2 mil empresas no mercado de brasileiro de software, a ABES tem entre suas metas o apoio a startups. Recentemente, selou parceria com a IBI-TECH, empresa israelense com filial no Brasil, para apoiar o ingresso de startups israelenses no Mercado Brasileiro. “Estamos apostando também em parcerias internacionais para estimular o mercado de startups. No começo de junho, selamos uma parceria com a IBI-TECH (Israel Brasil Innovations LTD), empresa israelense com filial no Brasil, para apoiar o ingresso de startups israelenses no Mercado Brasileiro. Com mais de 30 anos de experiência na área jurídica, regulatória e tributária, a ABES pode auxiliar companhias estrangeiras que desejem operar no Brasil e também empresas iniciantes como as que víamos no Hacktona Geo Sampa”, afirma Fücher.

Parceria entre Dentalis e FitBank ajuda dentistas a controlarem finanças com mais agilidade

Líder no mercado brasileiro de softwares odontológicos, a Dentalis está há 22 anos no segmento pautada em inovação e assertividade de seus serviços. Uma das iniciativas da empresa nesse sentido é a parceria com o FitBank, fintech que oferece aos empreendedores ferramentas de gestão de contas, autorização de pagamentos, emissão de boletos, entre outros serviços, condensados em uma plataforma.

“Por meio do FitBank incorporamos funções de um banco digital para nossos clientes”, diz Sergio Aronis, fundador e CEO da Dentalis Software.

A startup fez uma vasta pesquisa por empresas referência em diversos setores da economia para firmar parcerias e a Dentalis foi unanimidade no quesito odonto. Agora, os 17 mil gestores e dentistas que utilizam a Dentalis podem operar na plataforma da Fitbank e administrar seus negócios com maior eficiência.

“A parceria com a Dentalis foi extremamente importante para nós. Não só pelo parceiro, com uma qualidade enorme em sua carteira de clientes e integração de sistemas super bem feita, como também a aplicação de um conceito de tecnologia financeira de ponta para todo o mercado. Temos uma série de funcionalidades para incluir na plataforma e deixá-la ainda mais completa para atender a todas as necessidades financeiras das clínicas”, explica Otavio Farah, fundador e CEO da Fitbank .

A união das duas empresas mostra que, assim como outros segmentos da economia, o setor odontológico busca cada vez mais se conectar com as startups.

O CEO da Dentalis lembra que o Brasil é o país com o maior número de dentistas do mundo e, portanto, existe muito mercado para ser explorado por empresas de tecnologia, já que o mercado de franquias movimenta R$ 38 bilhões anualmente, segundo dados do Conselho Federal de Odontologia (CFO).

“A aproximação com o ecossistema de startups é essencial para qualquer empreendedor que quer garantir a longevidade de seu negócios. No meio de saúde e odontologia, com tantas inovações para o setor clínico e de gerenciamento, otimizar os processos é a melhor saída. Com o Fitbank nossos clientes poderão controlar suas finanças com mais agilidade”, garante o empreendedor.