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Projetos de health tech podem se inscrever em programa gratuito do Sebrae-SP

Durante o Speed Mentoring, empreendedor terá ajuda para desenvolver e validar a ideia de negócio voltada para aplicação de tecnologia na saúde
Os empreendedores com ideias de negócios de health tech, ou seja, de tecnologias ligadas à saúde, podem se inscrever para participar do Programa Speed Mentoring do Sebrae-SP. O programa tem como objetivo ajudar no desenvolvimento e validações iniciais do projeto. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 29 de abril.

De acordo com a consultora do Sebrae-SP Elisabete Fernandes, o Speed Mentoring tem como foco potencializar uma ideia, um time ou um projeto que se encontra em fase inicial, ou seja, aquele que está apenas na ideia. “O programa vai ajudar o potencial empreendedor ou empreendedor a validar as hipóteses iniciais da sua ideia ou projeto de negócio”, destaca.

O programa começa no dia 7 de maio e segue até o dia 30, na Escola de Negócios Sebrae-SP, em São Paulo. A programação inclui workshops, rodadas de mentorias, bate papo com especialistas. Ao final do programa apresentam o pitch, uma apresentação rápida do projeto, para uma banca composta por convidados que atuam no mercado. Os encontros serão realizados nas terças e quintas de maio, com mais de 40 horas de atividades.

Todos os projetos serão avaliados e até 45 empreendedores serão escolhidos (podem participar duas pessoas por projeto). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site: http://bit.ly/SMHealthtech2019.

Durante o ano, serão abertas inscrições para novas edições do Speed Mentoring voltadas para projetos de música, games, fintech, audiovisual, edutech e startup world.

Programa Speed Mentoring – Health Tech

Local: Escola de Negócios Sebrae-SP – Alameda Nothmann, 598, Campos Elíseos, São Paulo
Inscrições gratuitas: http://bit.ly/SMHealthtech2019
Prazo: 29 de abril

Programação

1ª semana – Desenvolvimento Empreendedor
7 de maio: Oficina Desafio fast food
9 de maio: Oficina Qual seu modelo de negócio + bate papo com especialista

2ª semana – Desenvolvimento da ideia
14 de maio: Oficina Minha ideia vai virar
16 de maio: Oficina Tripé do desenvolvimento

3ª semana – Validação
21 de maio: Desenvolvimento pelo cliente
23 de maio: Captação de recursos + Bate Papo Empreendedor + rodada de mentoria

4ª semana – Apresentação Modelo de negócios
28 de maio: Oficina de pitch 1
30 de maio: Oficina de pitch 2 + banca

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M-Commerce já responde por mais de 1/3 dos pedidos online, aponta Ebit | Nielsen

As compras efetuadas via smartphones corresponderam a mais de 1/3 do total de pedidos do comércio eletrônico no Brasil em 2018, aponta a Ebit | Nielsen, referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro. No ano passado, em média, 35% dos pedidos (40,3 milhões) e 31,3% do faturamento do setor (R$16,7 bilhões) foram provenientes do m-commerce, como é chamada a venda online realizada via dispositivos móveis. Os dados constam no relatório Webshoppers 39, apresentado ao mercado nesta segunda-feira (25).

O m-commerce é um dos principais responsáveis pelo crescimento nominal de 12% registrado pelo comércio eletrônico no ano passado. O setor faturou R$53,2 bilhões, com 123 milhões de pedidos, 11% a mais do que no ano anterior. O tíquete médio de compras foi de R$434, ligeira alta de 1%, conforme o balanço divulgado em fevereiro pela Ebit | Nielsen. Para 2019, a expectativa é de expansão de 15%, com vendas totais de R$61,2 bilhões. Os pedidos devem ser 12% maiores, 137 milhões, e o tíquete médio em torno de R$447, aumento de 3%.

“O m-commerce vem se mostrando a grande via de democratização do e-commerce. Em 2018, registramos 10 milhões de consumidores que fizeram uma compra online pela primeira vez, incluídos digitalmente a partir da expansão do mercado de smartphones e do acesso à banda larga”, afirma Ana Szasz, head da Ebit | Nielsen.
As categorias responsáveis pela expressiva alta de pedidos no m-commerce são Perfumaria, Cosméticos & Saúde (com 51% de crescimento), Informática (27%), Alimentos & Bebidas (23%), além de Moda & Acessórios (+6%), Esporte & Lazer (+10%) e Casa & Decoração (+16%).

A democratização do e-commerce também pode ser notada pelo avanço para além do Centro-Sul, em especial no Norte (+22%) e, principalmente, no Nordeste (27%). O faturamento foi de R$7 bilhões em 2018, na soma dos estados nordestinos, o que representa 13,2% do total geral.

“Ainda é pouco na comparação com o Sudeste, que concentra quase 60% das compras, mas houve um salto expressivo de 2,3 pontos percentuais em relação a 2017. O Nordeste tem uma demanda reprimida e, por consequência, muito espaço para crescer, especialmente para empresas de logística e operação, já que é a região do Brasil que registra a menor taxa de produtos entregues dentro do prazo (81%), abaixo da média nacional, que é de 86%”, explica.

CATEGORIAS

A categoria campeã em faturamento total em 2018 foi a de Eletrodomésticos, com 19,6% de importância no mercado, seguida de perto por Telefonia & Celulares, com 18,2% (contra 21,2% em 2017). Completam o top 5 Casa & Decoração, Informática e Eletrônicos.

Como o grande destaque do crescimento do mercado em 2018 foi o número absoluto de pedidos, é o ranking das categorias mais pedidas que chama a atenção. Liderando o pódio está a campeã Perfumaria, Cosméticos & Saúde, com 16,4% de participação em pedidos (4,4 pontos percentuais a mais de pedidos em relação à 2017), seguida de Moda & Acessórios, com 13,6%. As duas primeiras, principalmente, ajudam a explicar o crescimento menor no ticket médio de um ano para outro.

Completam o ranking das mais pedidas em 2018 Casa & Decoração, com 11,1%, Eletrodomésticos, com 10,6% (campeã no ranking de faturamento) e Livros, Assinaturas & Apostilas, com 7,5%, outra categoria com um ticket médio não muito alto.

FRETE GRÁTIS

A porcentagem de lojas que utilizaram frete grátis como estratégia apresentou leve variação durante o ano de 2018. Ao analisar os dez maiores players do mercado, esse aumento acontece em dois momentos: no segundo e no quarto trimestre do ano devido à greve dos caminhoneiros e período de Natal (que inclui Black Friday), respectivamente.

CROSS BORDER TRADE

As compras realizadas por brasileiros em e-commerces internacionais totalizaram US$ 2,1 bilhões em 2018, queda de 22,2%. Considerando a alta acumulada do dólar no ano, convertendo para o valor médio em reais, a queda foi um pouco menor, 10,9%. O número de pedidos caiu 6%, de 73,8 milhões para 69,4 milhões, e o tíquete médio baixou 17,2%, de US$36,79 para US$30,48. Entretanto, o número de consumidores que efetuaram pelo menos 1 compra cross border trade cresceu 3%, comparando com o ano anterior, para 23,1 milhões.

De acordo com Ana Szasz, o cenário de queda está ligado ao preço do dólar e o consequente aumento de preços. Em 2017, a cotação média do dólar no Brasil foi de R$3,19, já em 2018 saltou para R$3,65 (média), uma alta de 14,4%. “Vale pontuar também que, em agosto do ano passado, os Correios passaram a taxar os consumidores por compras internacionais com um valor fixo de R$15”, explica a head da Ebit | Nielsen.

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Impressão 3D: evento em São Paulo apresenta os novos desenvolvimentos do setor

O Brasil está crescendo a cada ano no setor de tecnologia, especialmente no mercado de impressão 3D. Os preços de impressoras se tornaram mais acessíveis e as pessoas, na busca por alternativas no mercado de trabalho, estão cada vez mais interessadas no desenvolvimento desse segmento. Com o objetivo de aproximar o público das principais novidades deste setor, será realizada nos dias 10 e 11 de junho, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, a Inside 3D Printing Conference & Expo, a maior conferência e exibição de impressão em 3D na América do Sul.

O evento vai trazer o que há de mais moderno no mercado nacional e internacional, além de apresentar as diversas aplicações em áreas como medicina, arquitetura e construção, engenharia, automotivo, indústria aeroespacial, joalheria, brinquedos, agricultura, entre outros, evidenciando o desenvolvimento e a modernização de produtos para esses setores. Hoje, grande parte das impressões 3D servem para a elaboração de protótipos de testes e produções em massa para vários destes setores.

Na ocasião também será apresentada uma série de palestras com especialistas renomados no setor de impressão 3D. Durante o congresso, os visitantes assistirão a demonstrações das últimas novidades em impressoras, tecnologias e serviços, incluindo programas para projetistas, artistas e fabricantes.

Segundo Mônica Carpenter, diretora da Aranda Eventos, empresa organizadora da Inside 3D Printing no Brasil, com o desenvolvimento do segmento no país, torna-se fundamental oferecer ao público um espaço para que ele conheça, de perto, os equipamentos, converse, tire dúvidas com especialistas e saia de lá com uma ideia real do que pode ser implementado ou complementado em seu negócio. “A Inside 3D Printing se consolida a cada ano como o elo entre o mercado e o público de uma forma geral. Oferece conhecimento, estimula o desenvolvimento do setor, gera negócios e estimula o desenvolvimento da economia”, afirma a executiva.

Mercado em desenvolvimento – De acordo com a Consultoria Empresarial Americana Wohlers Associates, em 2017 a indústria de manufatura aditiva, composta por todos os produtos e serviços em todo o mundo, cresceu 21% para US $ 7,336 bilhões. O crescimento em 2017 se compara a um crescimento de 17,4% em 2016, quando a indústria atingiu US $ 6,063 bilhões e crescimento de 25,9% em 2015’. Na realidade este mercado tem crescido mundialmente a uma taxa média anual de 24,9% nos quatro anos (de 2013 a 2017). Além disso, estima-se que até 2027, 10% de tudo o que for produzido no mundo será impresso em 3D.

Temos, hoje, um cenário de grande evolução, em que a tecnologia da impressão 3D tem se destacado. A indústria aeroespacial, por exemplo, foi uma das primeiras a adotar a manufatura aditiva, por utilizar peças que suportem exposições a condições extremas. Na sua produção, são impostos os mais altos padrões de desempenho. Para atender esta demanda, a impressão 3D oferece ao mercado peças com designs complexos, com alta resistência e leveza, um dos fatores mais importantes na fabricação desses itens.

O setor automotivo é um dos que mais têm se utilizado dos atributos da tecnologia. Além de detalhes da carroceria, pequenos componentes presentes na parte mecânica e acabamentos dos veículos já é realidade. Já em áreas ligadas à saúde, como a médica, ortopédica ou odontológica, que estão em constante inovação, uma maneira de aumentar precisão de próteses e de reduzir custos cirúrgicos se dá é por meio da prototipagem. Além disso, médicos e profissionais da área já usam os materiais biocompatíveis da tecnologia para reproduzir em 3D réplicas de corações, vasos sanguíneos, rins, e outras partes do corpo humano.

Segundo Bene Padovani, consultor da Inside 3D Printing Conference & Expo, no último evento foi identificado uma crescente demanda de profissionais da área de Educação e da Saúde. Ele explica que professores e diretores, desde escolas básicas até universidades, estão buscando novidades no setor para incluir em seus currículos escolares e laboratórios. Além disso, médicos, diretores de hospitais e clínicas, bem como dentistas também procuravam alternativas de uso da tecnologia nas suas áreas de trabalho.

Desta forma, neste ano serão apresentadas duas novas salas de palestras. Uma direcionada para o setor industrial, com empresas mundiais compartilhando seus ‘case studies’, e outra com profissionais da área de educação, medicina e odontologia apresentando trabalhos já desenvolvidos em suas salas de aula e consultórios. “Serão dois dias de palestras com 24 profissionais de renome e no final de cada dia haverá uma mesa-redonda específica com participação da plateia.”, destaca Padovani.

INSIDE 3D PRINTING

Data: dias 10 e 11 de junho
Local: Centro de Convenções Frei Caneca – São Paulo: Rua Frei Caneca, 569.
Informações e inscrições pelo site:
http://inside3dprintingbrasil.com.br/

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Automation Anywhere abre escritório em São Paulo

A Automation Anywhere®, líder mundial em robotic processs automation (automação robótica de processos ou RPA, na sigla em inglês), anunciou a expansão de suas operações na América Latina com a inauguração de seu primeiro escritório no Brasil, em São Paulo.

A nova filial faz parte de uma expansão regional da companhia que inclui abertura de operações também em Bogotá, na Colômbia; Cidade do México, no México; Lima, no Peru; e Santiago, no Chile. Cada escritório regional conta com equipes de vendas, marketing, treinamento e atendimento ao cliente.

Edmundo Costa, que faz parte da liderança da Automation Anywhere desde 2015, foi nomeado vice-presidente regional e gerente geral para a América Latina e comanda as operações da companhia em toda a região e no Brasil. Weslyeh Mohriak foi indicado como diretor no Brasil e comandará as operações de vendas, os treinamentos e o suporte técnico aos clientes.

O brasileiro Weslyeh Mohriak é empreendedor da área de software e especialista em tecnologia, responsável por trazer alguns dos principais nomes do setor ao Brasil, entre eles Microsoft, Oracle, Borland, Peoplesoft, SCO, Symantec, Sybase e Unica. Também é sócio da consultoria Peppers and Rogers Group, além de ter atuado como vice-presidente para a América Latina da Sybase, Inc. Ele frequentemente é convidado para palestrar em diversos eventos na América Latina, nos Estados Unidos e na Europa, e colabora com frequência para publicações segmentadas.

O novo escritório fica em Alphaville, em Barueri, São Paulo, o estado brasileiro com maior atividade econômica. A Automation Anywhere também tem planos de estabelecer unidades regionais em outras cidades brasileiras.

A companhia opera no Brasil desde maio de 2018 por meio da SmartForce, parceira que se dedica exclusivamente a representa-la com equipes de marketing, vendas e técnicas. Agora, com a adoção cada vez maior de RPA na região, a empresa está fazendo um investimento de longo prazo no mercado brasileiro a fim de ajudar os clientes a implementarem essa tecnologia, que avança tão rapidamente, em todos os cantos do país e em múltiplos setores: serviços financeiros, seguros, serviços de saúde, ciências da vida, manufatura, serviço público e telecomunicações.

A RPA utiliza bots de software para trabalhar lado a lado com profissionais humanos, realizando as tarefas mais repetitivas e banais – liberando os funcionários para focarem nas atividades de maior valor para o negócio e que apenas pessoas são capazes de realizar. No Brasil, o mercado de RPA está crescendo a um ritmo sem precedentes, por causa dos altos níveis de eficiência que podem ser atingidos com a automação inteligente. A plataforma de RPA da Automation Anywhere combina RPA, Inteligência Artificial (IA) e sofisticadas tecnologias de analítica integrada para capacitar as empresas a digitalizar suas operações comerciais, aumentar a produtividade e melhorar a experiência do cliente.

“Notamos uma rápida adoção da automação em toda a América Latina, particularmente no Brasil, que historicamente é um país que adere rapidamente a novas tecnologias”, afirma Edmundo Costa. “Com a abertura de um escritório exclusivamente dedicado a atender nossa carteira de clientes cada vez maior aqui em São Paulo, a Automation Anywhere terá papel fundamental ao se associar a companhias brasileiras líderes de mercado para que elas aproveitem as oportunidades da RPA e para fornecer as tecnologias de IA que ajudam as empresas daqui a melhorar a sua produtividade e reduzir custos operacionais.”

A Automation Anywhere continua oferecendo valor a clientes no Brasil e em toda a América Latina por meio de uma grande variedade de parceiros, tais como Accenture, Cognizant, Deloitte, Genpact, IBM, EY, KPMG, PWC, Wipro e sua ampla rede de parceiros locais focados em soluções industriais, clientes regionais e implantação de serviços verticais.

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Feedback também dá lucro

Por Francisco S. Homem de Mello

Um estudo da Gallup conecta a existência de feedback com o desenvolvimento dos colaboradores. Foi apontado que 44% dos millenials que possuem uma reunião frequente com seus líderes, dizem ter engajamento. Já de acordo com o Panorama de RH no Brasil de 2018, 78% das pessoas entrevistadas acreditam que o Feedback ajuda no desenvolvimento profissional.

Assim, uma prática de feedbacks saudável que permeie sua organização parece ser um fator importante em direção ao sucesso da organização. Feedbacks são componentes essenciais de qualquer cultura de alta-performance (alguém já imaginou o Neymar recebendo feedbacks anuais do seu técnico?). Feedback gera engajamento. Engajamento dá lucro. Além do engajamento, feedbacks contínuos também ajudam a reforçar a cultura da empresa, quando calcados nos seus valores e metas, e a desenvolver profissionais mais conscientes e completos. Em um evento da Falconi Consultores de Resultado, Carlos Brito, CEO da AB InBev, falou sobre a importância do feedback na sua carreira:

“Quando me perguntam o que foi importante na minha carreira, sempre respondo que foram feedbacks duros e construtivos. Sempre tive chefes genuinamente interessados no meu sucesso e que, portanto, davam feedbacks duros e construtivos, sem pena, quando necessário. Nunca destrutivos. Honestos, dizendo aquilo que eu tinha de ouvir, e não o que eu queria ouvir. Isso nunca acaba.

O feedback é uma das atividades mais importantes de uma cultura de alta performance e, ao mesmo tempo, uma das tarefas não-naturais que precisamos aprender na vida corporativa. Técnicos profissionais de todos os esportes dão um parecer continuamente. Atletas recebem feedback constantemente, e aplicam ao seu trabalho. Por que, então, no ambiente corporativo seria diferente? Enumero aqui alguns tipos de feedbacks que as empresas deveriam adotar em sua prática de gestão.

1. AUTÊNTICO: acredite no feedback que você está dando, e nos efeitos que ele vai trazer um impacto positivo para a pessoa, o time, e a empresa. Nunca use para manipular os sentimentos da pessoa, ou para algum truque político;

2. BEM-INTENCIONADO: a motivação de um feedback é a melhoria do recipiente do feedback, e não o contrário. Se sua motivação não for genuinamente um impacto positivo na vida do seu colega, não o faça;

3. IMPESSOAL (NA MEDIDA CERTA): feedbacks devem ter como foco comportamentos, e não pessoas. Quem pode melhorar é a forma de apresentar resultados do Paulinho do financeiro, e não o Paulinho do financeiro. Quando o foco está no comportamento, as pessoas se sentem menos atacadas, e tem uma tendência muito menor a entrarem em um comportamento de negação, ou de defensiva;

4. NO FÓRUM CERTO: elogios devem ser feitos em público. Explique o porquê do comportamento do funcionário estar sendo elogiado e, assim, poderá economizar dezenas de outros feedbacks, pois todos que ouvirem o elogio entenderão o impacto positivo do comportamento e tentarão replicá-los. Feedbacks de melhoria, por outro lado, devem ser quase sempre feitos em particular, para que o recipiente não se sinta exposto aos seus colegas em um momento de potencial fragilidade;

5. PERSONALIZADO: adapte a entrega do feedback ao estilo do receptor. Certas pessoas são mais sensíveis a críticas, enquanto outras tem pele mais grossa. Para cada uma, a forma de dar feedback deve ser diferente;

6. DIRETO AO PONTO: deixe clara qual é a sua mensagem tendo, ao mesmo tempo, consideração pelos sentimentos do seu colega. Uma mensagem muito obtusa pode deixar o receptor confuso quanto ao teor da conversa.

7. EM CONJUNTO: principalmente em feedbacks construtivos, além de expor claramente o que aconteceu de errado é de construir os próximos passos com a pessoa. Como deveria ter sido e possíveis correções que ela pode fazer são fundamentais de serem expostas para fazer deste momento o mais eficiente possível.

Francisco Homem de Mello, fundador da Qulture.Rocks

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Siemens PLM atualiza software NX com inteligência artificial e aprendizado de máquina para aumentar produtividade

A Siemens PLM está anunciando uma expansão da sua Digital Innovation Platform com a introdução da versão mais recente do software NX™, que agora oferece recursos de aprendizado de máquina (ML – machine learning) e inteligência artificial (IA). Esses novos recursos podem prever as próximas etapas e atualizar a interface do usuário, proporcionando mais eficiência e aumento de produtividade. A capacidade de adaptar automaticamente a interface do programa para atender às necessidades de diferentes tipos de usuários em vários departamentos pode resultar em taxas de adoção mais altas, criando um sistema de tecnologia assistida por computador (CAx) de alta qualidade e um gêmeo digital mais robusto.

“O software NX continua inovando. O NX é o primeiro produto CAD a fornecer recursos baseados em inteligência artificial e aprendizado de máquina. A nova NX Adaptive User Interface fornece valor ao usuário, ajudando-os na descoberta e melhorando sua produtividade”, disse o Sr. HyunMin Kim, engenheiro principal da Samsung Electronics Co., LTD.”

As tecnologias de aprendizado de máquina são cada vez mais usadas no processo de design de produto para fornecer uma vantagem competitiva. Por exemplo, o aprendizado de máquina pode ser usado para fornecer insights valiosos sobre os negócios com mais rapidez e eficiência, além de processar, analisar e aprender com grandes volumes de dados. A IA e o ML também podem ser usados para monitorar as ações do usuário e seus acertos e erros e determinar de forma dinâmica como realizar os comandos NX corretos e/ou modificar a interface e usar o conhecimento aprendido sobre o uso da IU para personalizar o ambiente CAx.

“Sempre houve uma dificuldade relacionada à capacidade e usabilidade nos aplicativos CAD. Quanto mais abrangentes, mais difícil de usar e dominar em suas totalidades”, disse Chad Jackson, analista chefe da Lifecycle Insights. “Porém, a interface do usuário adaptativa do NX elimina essa questão, orientando os novos e antigos usuários sobre a funcionalidade certa no momento certo. Muitos serão beneficiados.”

A Digital Innovation Platform da Siemens está em expansão contínua para permitir que os clientes criem o gêmeo digital mais abrangente de um produto, além do ambiente de produção e do desempenho do produto com precisão. A integração de ML e IA ao software NX oferece os benefícios de velocidade, robustez, eficiência e inteligência por meio do aprendizado, sem a necessidade de explicitamente programar essas características. Com isso, os clientes têm muitas oportunidades de aumentar as melhorias no processo de design e, consequentemente, seus produtos, reduzindoo tempo de lançamento no mercado. O módulo NX Command Prediction é a primeira introdução de arquitetura de interface de usuário adaptativa ao NX baseada em aprendizado de interface que ajudará a criar soluções adicionais de interface do usuário baseadas em aprendizado de máquina.

“Embora tenham sido realizados muitos estudos sobre a interação homem-computador, resultando no desenvolvimento de uma excelente interface estática, ainda não tínhamos a interface dinâmica perfeitamente adaptada para todos os usuários”, disse Bob Haubrock, vice-presidente sênior de software de engenharia de produto da Siemens PLM Software. “A versão mais recente do NX usa aprendizado de máquina e inteligência artificial para monitorar as ações do usuário e seus acertos e erros. Agora, podemos determinar de forma dinâmica como realizar os comandos NX certos ou modificar a interface para aumentar a produtividade do usuário. Aproveitar esse conhecimento aprendido sobre a interface de usuário na personalização do ambiente CAx pode ajudar nossos clientes a melhorar as taxas gerais de adoção e uso, levando a processos de desenvolvimento de produto mais eficientes.”

Veja mais sobre a versão mais recente do software NX aqui.

Tecnologia e disrupção: os desafios para o varejo

7º Fórum LIDE do Varejo debate as tendências para o futuro do mercado na ótica de varejistas e consumidores

As transformações na estrutura global do consumo, novo ciclo do varejo, tecnologias e ferramentas digitais nos pontos de venda, experiência da omnicanalidade e revolução dos meios de pagamento foram os temas em pauta do 7º Fórum LIDE do Varejo, um dos mais importantes eventos do segmento no país. Promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais com curadoria do LIDE Comércio, o encontro contou com a presença de presidentes e executivos das maiores redes varejistas do Brasil.

Para Marcos Gouvêa de Souza, presidente do LIDE Comércio, o Brasil tem pressa e o setor, um compromisso com o futuro em nome das novas gerações. “Um balanço realista das duas últimas décadas mostra que evoluímos em alguns temas importantes, mas ‘involuímos’ em muitos outros, especialmente no que diz respeito a aspectos sociais, políticos, tributários, na modernização do Estado e da gestão pública”, lembra o executivo na carta legado do evento.

O impacto da tecnologia no jeito de fazer varejo e como atender um consumidor presente em vários canais foram os assuntos que dominaram os debates das plenárias de sábado. Marcelo Bazzali, CEO do Extra, no painel “Transformações na Estrutura Global do Consumo”, ressaltou que o ponto principal para as mudanças é o cliente. “É fundamental entender quem é ele e o que ele precisa. Ao mesmo tempo, temos que atender a necessidade de compra dele, seja de itens básicos na internet ou mesmo de alimentos perecíveis em lojas físicas”.

Fernando Matias, COO da Payly, concorda com a opinião de Bazzali. “Devemos lembrar que a tecnologia não é linear. Ela segue as necessidades de cada indivíduo. Precisamos pensar como o ecossistema de consumo deve ser direcionado focando nas pessoas e em suas necessidades, gerando experiências positivas”, diz.

Para Rodrigo Diago, diretor-executivo da Accenture e líder da Indústria de Varejo para a América Latina, essa personalização é um objetivo cada vez mais convergente entre varejistas e consumidores. “O que rege a transformação são as expectativas do consumidor e a mudança de perfil de consumo. 80% dos consumidores estão mais propensos a comprar se atendidos de forma pessoal, enquanto 72% dos varejistas entendem que a personalização é uma top priority”.

Como mudar?

Os executivos apontaram também alguns caminhos que os players varejistas devem seguir em meio à transformação digital. Walter Faria, presidente da J.Macêdo, ressaltou que é preciso estar atento a outros elementos, como as novas formações familiares e ainda o aumento da expectativa de vida. “Millennials e pessoas acima de 65 anos tornam-se mais exigentes do que suas gerações anteriores. Dados mostram que o poder de compra da população, que compõe a Terceira Idade, triplicará até 2060.”

Os desafios para atingir um consumidor mais tecnológico e presente em diversos canais atingem lojas centenárias, como a Pernambucanas. “Transformar uma empresa de 110 anos é mais desafiador que criar uma nova. O segredo da nossa transformação digital não foi só a tecnologia, foi gente”, explicou Sergio Borriello, CEO das Pernambucanas. “Empoderamos o colaborador. O digital está a serviço do cliente e do próprio funcionário”.

Alexandre Costa, presidente da Cacau Show, trouxe um debate interessante no LIDE TALKS “Tecnologias Digitais x Experiências Sensoriais”. No bate-papo, o chef lembrou que, diante de um mundo cada vez mais digital, cresce a importância de promover experiências personalizadas. “O objetivo do comércio deve ser o de construir um storytelling para oferecer o storyselling. A experiência do PDV e os valores por trás da marca vão cativar o coração do consumidor”, comentou, destacando que o novo consumidor quer saber de onde vem os produtos e quais são os valores da empresa.

Sinais do futuro

Para fechar o evento, Marcelo Pegoraro, CEO da LianLian Pay Brasil, empresa chinesa de meios de pagamento fundada em 2003, que possui cerca de R$ 181 milhões em capital registrado e está entre as quatro maiores fintechs do país asiático, apresentou a empresa ao mercado brasileiro. “Muitas empresas brasileiras se espelham em soluções americanas, mas poucos sabem que elas retiram ideias das chinesas”.

Pegoraro demonstrou dados sobre Mobile Payment e o mercado chinês em comparação com o norte-americano. “Em 2018, no ‘single’s day’ da China, tivemos um total de US$ 60 bilhões em venda no e-commerce, enquanto a Black Friday americana vendeu apenas US$ 6,2 bi nos meios digitais. Somos parte de uma revolução: dados apontam que, em 2013, o pagamento via mobile na China representava um total de 8,6%. Em 2018, esse número estava em 61,9%”, pontua.

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Brasileiro importa metodologia de Israel para competir com consultorias tradicionais no mercado brasileiro

Com uma metodologia israelense apresentada em um best-seller do mundo da gestão de empresas, o brasileiro Aureo Villagra tem obtido enorme sucesso na concorrência com consultorias tradicionais. Sócio global da Goldratt Consulting e CEO da operação no Brasil e Portugal, Villagra tem ajudado companhias de diversos tamanhos e perfis – de empresas familiares a multinacionais – a identificarem seus principais pontos de alavancagem por meio da aplicação da Teoria das Restrições (Theory of Constraints – TOC), introduzida no livro A Meta (1984), do físico Dr. Eli Goldratt.

Com operações no Japão, na Índia, na China, na Europa, nos Estados Unidos e na América Latina, a Goldratt Consulting atua mundialmente com clientes como P&G, Boeing, Grupo Tata, Lufthansa, Toyota, Sony, Estado de Utah, governo japonês e a força aérea americana. “Com a Teoria das Restrições, ajudamos organizações a identificarem os pontos de alavancagem que liberam seu crescimento e definimos as mudanças necessárias para que alcancem os resultados esperados”, explica Aureo Villagra. “No país, competimos com empresas tradicionais no setor de consultoria e temos obtido bastante sucesso ao implementarmos uma metodologia diferente, como é o caso da Teoria das Restrições”.

Engenheiro eletrônico formado pela Pontifícia do Rio Grande do Sul (PUC/RS), o brasileiro foi apresentado à Teoria das Restrições em meados dos anos 80, enquanto fazia MBA em Gestão Empresarial na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Ao ler o livro A Meta e colocar em prática as ideias trazidas na publicação em uma fábrica da Siemens onde trabalhava no Rio Grande do Sul, obteve os primeiros resultados em 15 dias: o lead time caiu de 7 para 2 dias, enquanto estoque em processo foram reduzidos em 50%.

“Meu colega de trabalho percebeu que eu era mais consultor que executivo e me apresentou para o dono da Fundação Fockink, que prestava consultoria no mercado brasileiro. Me tornei sócio da companhia em 1992 e nos anos 2000 fui morar em Lisboa, porque abrimos um escritório em Portugal. Em 2002, voltei para o Brasil já com a minha própria consultoria, a Villagra Gestão Empresarial, e com clientes como Riachuelo e Picadilly”, conta o diretor. “Dessa época pra cá, o volume de negócios que eu administro cresceu 28 vezes”.

A TOC faz com que as empresas atinjam, simultaneamente, crescimento, estabilidade e harmonia, uma vez que utiliza uma abordagem sistêmica, que alinha uma robusta lógica de causa e efeito e análise de comportamento humano. “Além dos resultados financeiros, a aplicação dessa filosofia de gestão aumenta o nível de harmonia na empresa porque torna mais simples o entendimento do negócio por todos os envolvidos e a solução de dilemas” diz Villagra.

Goldratt Consulting no Brasil

A Goldratt Consulting chegou no país em 2010. Naquela época, seus primeiros parceiros foram as empresas da Villagra Gestão Empresarial que estavam utilizando a Teoria das Restrições no varejo. Devido ao bom relacionamento do israelense com o empresário brasileiro, em 2012 Villagra passou a ser o administrador da Goldratt Consulting Brasil e, em 2016, se tornou sócio da companhia.

“A Goldratt Consulting é uma empresa global e cada país ou região do mundo tem um Partner. Também atuo com clientes em Portugal, Estados Unidos, Alemanha e Espanha, montando estratégias e orientando o cliente na gestão da empresa.”

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Bayer Xperience: aplicativo gratuito de boas práticas agrícolas está disponível para download

Ter a tecnologia na ponta dos dedos e ao alcance dos olhos é uma realidade para o agricultor e trabalhador rural por meio do aplicativo Bayer Xperience. Quem acessar a plataforma terá à disposição conhecimento sobre uso de EPI, bula de produtos e manejo e boas práticas por meio de interatividade em dois níveis: realidade virtual (VR) e aumentada. O download do app pode ser feito pelos sistemas Android e iOS no Google Play e App Store.

Fomentar boas práticas no campo vai além dos cuidados com a lavoura, é preciso também dedicar atenção especial à capacitação de trabalhadores rurais, que são os responsáveis pelo plantio e aplicação de defensivos na fazenda. Com o Bayer Xperience, aplicativo inédito e desenvolvido no Brasil, a Bayer leva de modo didático, explicativo e inclusivo, orientações gratuitas sobre as atividades relacionadas à plantio.

Adriana Ricci, gerente de Stewardship da Bayer, explica que a empresa precisa levar treinamento de modo rápido, inovador e acessível para o campo, mas que às vezes é difícil estar presente em todos os momentos do produtor na lavoura. “Trazer algo digital é um modo ágil e eficaz de transmitir a mensagem de boas práticas. Ao ler uma informação na bula, pode haver um entendimento errado, mas com vídeos e linguagem prática, a assimilação e interpretação podem ser mais assertivas”.

Segundo dados da Confederação Brasileira de Agricultura de Precisão, 67% das propriedades rurais do País agregam diversos tipos de tecnologia ao manejo, seja para auxiliar na gestão da fazenda, seja para ajudar na hora da plantação e colheita.

Por meio de simulações desenvolvidas em lavouras pelo Brasil e no laboratório de monitoramento de resistência da Bayer no Brasil, o usuário imerge e interage em 360º com pesquisadores e colaboradores que demonstram a adoção de boas práticas e o manuseio correto e seguro de produtos. Para uma experiência ainda mais imersiva, é recomendado o uso de óculos de realidade virtual e fones de ouvido.

Já por meio da realidade aumentada, por exemplo, é possível acessar vídeos explicativos e interativos sobre a bula de defensivos da Bayer, pois seu real entendimento é extremamente importante para conseguir o melhor e mais seguro uso da solução.

O aplicativo é parte das ações de stewardship da Bayer, que incluem uma série de palestras e treinamentos e disponibiliza diversos materiais educativos aos distribuidores e agricultores, como manuais sobre boas práticas no campo. Tanto treinamentos quanto EPIs estão disponíveis para serem adquiridos por meio do programa de pontos gratuitamente.

Para viver essa experiência, o download do aplicativo pode ser feito nos links abaixo:

App Store: http://itunes.apple.com/br/app/bayer-xperience/id1456154472?mt=8

Play Store: http://play.google.com/store/apps/details?id=com.bayer.cs.bayerxperience

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O futuro das telecomunicações está alinhado à Inteligência Artificial

Por Carlos Eduardo Sedeh

O futuro das telecomunicações passará pela Inteligência Artificial. Prova disso é que os computadores com inteligência preditiva e outras tecnologias mais avançadas já estão presentes no mercado de Telecom. Mas, da mesma maneira que durante a Revolução Industrial, as pessoas se perguntavam se estávamos prontos para a introdução das máquinas nos meios de produção, há quem veja o avanço da IA de maneira negativa.

Este receio aparece devido à redução, ou mesmo extinção, de empregos menos complexos e repetitivos. Estes acabarão sobrepostos pelos aspectos evolutivos alcançados com o uso da IA em massa. Mas, também é preciso olhar pelo outro lado, há aspectos positivos como computadores criando lógicas de acordo com a complexidade de um problema na área jurídica, por exemplo.

Existem, inclusive, robôs tomando decisões sobre quadros clínicos, cujo poder de acerto, em determinados casos, é muito maior do que o de um indivíduo. Ou seja, a Inteligência Artificial pode e vai ajudar na longevidade do ser humano.

Na área de Telecomunicação, que tem o atendimento como um dos principais centros de custos da operação em larga escala, a IA permitirá diminuição de gastos e elevará a qualidade. Isso porque, hoje, as empresas não têm mão de obra suficiente e, muitas vezes não conseguem dar a resposta para o cliente no momento em que ele precisa.

Suas aplicações em Telecom serão essenciais também no que diz respeito às fraudes. As operadoras terão informações ainda mais detalhadas e amplas sobre o perfil de uso de um cliente, podendo evitar qualquer tipo de atividade fora do padrão. Outros pontos importantes serão a interconexão e a telefonia, que irão dispor de sistemas com decisões melhores e mais rápidas, ampliando a qualidade do serviço.

Tudo isso que está acontecendo dará a oportunidade, também, de se investir nas novas qualificações. As pessoas aprenderão a fazer programação na escola, tornando este conhecimento, no futuro, algo tão indispensável quanto matemática e português.

Existem formas, no entanto, de atrasar esse avanço como a criação de regulamentação que proíba o uso da tecnologia em determinadas áreas ou que adote posturas de defesa e reserva de mercado. Contudo, não há como pará-la, a IA é um fenômeno global.

As empresas de telecomunicação, por sua vez, devem contribuir com o avanço desta tecnologia, primeiramente, planejando-se e entendendo a melhor utilização em seu ramo de atuação.

A Megatelecom busca formas de participar ativamente dessa revolução, tornado a estrutura da fibra ótica pronta e convergente para suportar essas aplicações, além de investir em interconexões diretas para baixa latência e em aumento da capacidade de transmissão das redes por meio do investimento permanente em equipamentos.

Isso porque a empresa acredita que esse modelo irá prosperar devido à facilidade e a nova fronteira de aplicações que proporcionará aos usuários. A utilização em larga escala deve acontecer entre 10 e 15 anos e será fundamental para o mercado de telecomunicações. Então, as empresas que não estiverem acompanhando esse processo perderão competitividade, e os que não tomarem a decisão de acompanhar essa evolução, poderão ficar para trás, dificultando a atualização de seu modelo de negócios no futuro.

Carlos Eduardo Sedeh, CEO da Megatelecom, empresa que oferece serviços personalizados na área de telecomunicações.

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moObie anuncia expansão da operação de carsharing para todas as cidades do Brasil

Após boa performance no Estado de São Paulo e nas capitais brasileiras, a moObie, maior plataforma de carsharing da América Latina, anuncia a expansão da sua operação para todas as cidades do País. A partir de agora, proprietários de todo o território nacional podem ofertar seus automóveis para alugar no app a outras pessoas físicas; da mesma forma, usuários da moObie poderão encontrar carros em qualquer região.

A expansão para todas as cidades brasileiras é mais um passo no processo de consolidação da moObie, iniciado no segundo semestre de 2018 com o recebimento de aporte de R$ 15 milhões de investidores-anjo e parcerias com Toyota e Liberty Seguros. Em março de 2018, a plataforma contava com 75 mil usuários cadastrados e 4 mil veículos disponíveis. Após um ano, a moObie aumentou os números: atualmente são 270 mil usuários e 17 mil veículos cadastrados.

O crescimento ocorre na medida que o conceito de carsharing passa a ser cada vez mais compreendido pelos brasileiros como uma alternativa de geração de renda para pequenas empresas e pessoas físicas que estão com o carro sem uso na maior parte do tempo. “A moObie serve como um investimento: ao alugar o carro que está parado na garagem, o parceiro garante uma renda extra. O retorno financeiro serve como renda extra e até como forma de custear o próprio carro”, explica Tamy Lin, CEO e fundadora da plataforma.

Por conta do aumento das demandas, a empresa mudou para um novo escritório em São Paulo e aumentou em 30% os times de operações, inovação e growth. A expansão da operação amplia a abrangência atual – de cerca de 100 cidades incluindo capitais e o Estado de São Paulo – para mais de 5.570 municípios. Segundo Tamy, “vamos chegar em cidades onde não há nem aplicativos de táxi ou de mobilidade urbana. Nestes locais, seremos a principal solução de mobilidade urbana para muita gente”.

Período de testes nas capitais

Até o final de 2018, a startup atuava de forma consistente em todo o Estado de São Paulo e em Curitiba. Após receber de proprietários de outras regiões inúmeros pedidos de inclusão de carros na plataforma, em janeiro de 2019 foi ampliada a operação para as 26 capitais estaduais e Distrito Federal.

A operação nas capitais foi usada como um projeto piloto para compreender os diferentes mercados locais e o potencial de cada um. Após laboratório de 45 dias, a equipe de operação da moObie concluiu que era necessário expandir o modelo, de acordo com as demandas recebidas.

“Durante o teste, verificamos como cada região trata a questão da renda extra e o ato de alugar o veículo para um terceiro. Resultou em duas demandas: em regiões turísticas, os parceiros colocam o carro no aplicativo para alugar às pessoas que chegam para passar alguns dias no local. Em outras, onde o transporte público é insuficiente e táxis são caros, o compartilhamento é opção para o uso no dia a dia. Isso, somado aos pedidos que recebemos diariamente de todos os pontos do Brasil, nos faz concluir que o mercado de compartilhamento é possível em todo o País”, comenta Tamy.

O funcionamento

A locação acontece de Pessoa para Pessoa (P2P) por meio de um app intuitivo e prático. O condutor que precisa de um carro faz o cadastro do cartão de crédito e a CNH pelo celular, que é avaliada pelo time da moObie quanto à validade e regularização, além de outros critérios que garantem a segurança.

Já o proprietário cadastra seu carro, que passa por validação onde são verificados a situação junto ao Detran/Denatran, vigência do seguro e critérios de elegibilidade (ano de fabricação igual ou superior a 2009 e menos de 100 mil km rodados).

Depois de cadastrado, o interessado acessa o app para buscar o veículo disponível mais indicado à sua necessidade em um mapa de localização, verifica preço e solicita a reserva. Do outro lado, o dono visualiza o pedido e tem autonomia para aceitar ou não a solicitação na data especificada, de acordo com sua disponibilidade. O pagamento é feito no ato da confirmação da reserva via cartão de crédito do condutor e entra na conta do proprietário do carro cadastrada na moObie em datas pré-definidas.

No ato da entrega das chaves, é realizado um check-in no próprio app; da mesma forma, na devolução é feito check out via celular. O carro deve ser devolvido nas mesmas condições em que foi entregue, limpo e abastecido. Caso haja infração ou acidente durante a locação, há processos preestabelecidos. O número da habilitação do usuário fica registrado e o carro está segurado durante todo o período de locação – (se houver sinistro, a seguradora da moObie é a responsável e não a do proprietário. E se houver infração, os pontos vão para o usuário, não para o dono do carro).

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Atualizar sua loja virtual é mantê-la viva

Por Ralf Germer

Uma loja física e uma loja online possuem características bem distintas. Enquanto uma precisa estar em um ponto movimentado e arcar com contas como luz, telefone e internet, a outra fica em um espaço virtual e precisa ter sua operação de entregas extremamente organizada e alinhada. No entanto, os dois modelos de lojas convergem em um quesito: precisam chamar a atenção de seus clientes em potencial e fidelizar os recorrentes. Como isso pode ser feito? Muito trabalho e constante inovação.

Pensemos nas primeiras lojas que adotaram os cartões de crédito como opção de pagamento e em seu pioneirismo. Agora vamos analisar o presente, em que até criptomoedas podem ser aceitas em compras. Foi um longo caminho para chegarmos até aqui e não vejo sinais de desaceleração nesta jornada. Visto que no universo digital o tempo corre em velocidade acelerada, as lojas online precisam se atualizar constantemente para se manterem vivas e atrativas.

Dados recentes do relatório Webshoppers realizado pela E-Bit|Nilsen, que avalia todo o cenário do varejo online no país, nos mostram que 4,5 milhões de novos consumidores chegaram ao e-commerce apenas no primeiro semestre de 2018. Isso consiste em uma média de 25mil novos e-consumidores diariamente. Visto este cenário, não podemos oferecer para quem chega hoje uma loja “de ontem”, ou seja, desatualizada, com opções escassas e que não acompanham as tendências de consumo.

Além disso, os e-commerces também precisam estar constantemente atualizados sobre as melhores práticas logísticas e de UX (user experience, ou experiência do usuário) do site, incluindo ferramentas que facilitem a atenção ao cliente e até mesmo o pós-venda. Dentro disso, um ponto importante são os meios de pagamento oferecidos aos consumidores. Estes precisam estar sempre condizentes com as demandas de agora. Imagine, hoje em dia, uma loja virtual não aceitar pagamentos via cartão de crédito? Ela não conseguiria se manter ativa.

O fato é que o e-commerce tende a ficar obsoleto com mais facilidade. Para uma loja em um ponto físico estar em local de movimento e privilegiado é primordial. Já no digital a competição é acirrada e as lojas competem com milhares de outros sites de outros países, uma vez que a internet é um mundo sem fronteiras. A pesquisa “O Perfil do E-Commerce Brasileiro 2018” da PayPal Brasil mostra que existem cerca de 675 mil e-commerces ativos no país. Além da concorrênica, há a necessidade de acompanhar constantemente as rápidas mudanças nos algoritmos do Google, Facebook, e também no comportamento dos consumidores e suas dores. No segmento de pagamentos, o longo tempo de confirmação de compras via boleto e ausência de opções de pagamento em dinheiro físico eram empecilhos no momento de finalização das visitas às lojas online.

Como co-CEO de uma empresa que trabalha para oferecer a maior gama de possibilidades de pagamentos aos clientes virtuais, preciso estar atento a tudo que acontece no trade e pode influenciar positiva e negativamente as experiências de compra. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), indica que nosso país conta com mais de 60 milhões de habitantes que não possuem contas em banco. Portanto, lojas que não contam com um serviço que atenda este público sofrem com a perda indireta de 60 milhões de novos consumidores em potencial. Visto estas demandas, criamos soluções como BoletoFlash e PECFlash que estão alinhadas com as necessidades de consumo do público e das lojas em seguir estas tendências.

Vivemos um momento de ebulição do varejo digital em que mais e mais consumidores querem inserir esta prática em seu cotidiano. A pesquisa Conversion do Consumidor Digital 2017, feita pela Conversion, agência especializada em SEO, apurou que 78% deles se sentem seguros ao comprarem pela internet. Isso mostra como as lojas virtuais cada vez mais se alinham às demandas e ultrapassam a barreira daqueles que não compravam via internet, pois não confiavam nas lojas, justificativa muito comum tempos atrás.

Em termos de logística, o momento de finalização da compra é crucial para o sucesso da loja. É nele que a loja se conecta à realidade do consumidor e pode disponibilizar combinações de meios e prazos para que ele escolha a que se melhor encaixa em seu perfil. Tratando-se de um meio tão democrático como o online, quanto mais opções, melhor. Da nossa parte, fica a extensa pesquisa e desenvolvimento de produtos que se adequem a qualquer tipo de demanda.

Por fim, destaco que o importante é estar em constante evolução para garantir sucesso nas vendas e, mais do que isso, engajar o maior número de pessoas possível. Cuide sempre das atualizações de sua loja, desde a captação de novos clientes, passando pelo pagamento até a entrega e pós-venda. Tudo está em constante mudança e não podemos deixar de acompanhar estes fluxos.

Ralf Germer, co-CEO e co-fundador da PagBrasil

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Intermodal South America completa 25 anos mostrando que os setores de logística, transporte e comércio exterior estão preparados para os novos desafios

Ao longo de 25 anos, a Intermodal South America acompanha as transformações do país. Três presidentes, planos econômicos, crises mundiais, cenários otimistas e pessimistas fizeram e fazem parte do maior evento das Américas direcionado para os setores de logística, transporte de cargas e comércio exterior. E é justamente em momentos como este, quando um novo presidente assume os destinos da nação, que a feira mostra a sua força e importância de apontar os rumos que o setor produtivo vai seguir nos próximos anos.

“Um governo que assume com o compromisso de romper com muitas das políticas de gestões anteriores sempre provoca um suspense no mercado. Esta 25ª edição da Intermodal South America mostrou, no entanto, que o momento é de retomada e de pensar positivamente. O ambiente de negócios foi intenso e novas parcerias foram consolidadas ao longo do evento. O balanço da feira é de que o país pode contar com os segmentos de logística, transportes de cargas e comércio exterior para promover o desenvolvimento. O setor está preparado”, salientou Marco Basso, presidente da Informa Exhibitions.

A Intermodal South America reuniu, entre os dias 19 e 21 de março, um público formado por executivos com alto poder de decisão, para conferir as soluções, produtos e serviços de 400 marcas expositoras de 22 países. Esta é a primeira edição da feira organizada pela Informa Exhibitions, que em junho de 2018, tornou-se o grupo líder em serviços de informação B2B e o maior organizador de eventos B2B no mundo.

O evento contou, também, com a presença do governador do Paraná, Ratinho Junior, e do governador de Goiás, Ronaldo Caiado. “A Intermodal foi um grande sucesso de público e de volume de negócios. Estamos muito satisfeitos porque tivemos a confirmação do mercado que a feira é realmente uma ferramenta para a prospecção de negócios. A próxima edição já tem data marcada, de 17 a 19 de março. Esperamos todos lá”, disse a gerente geral do portfólio de infraestrutura da Informa Exhibitions, organizadora do evento, Márcia Gonçalves.

Empresas celebram o sucesso do evento e destacam o ambiente de negócios

Público altamente qualificado, formado em grande parte por executivos com alto poder de decisão, e um ambiente dinâmico de negócios, impulsionado pela abrangência de toda a cadeia produtiva da logística, transporte de cargas e comércio exterior. Este é o balanço que grandes players expositores da Intermodal South America fazem desta edição comemorativa de 25 anos.

“É a nossa 14ª participação na Intermodal South America e sempre os resultados são positivos. Nesta edição percebemos que a presença de parceiros aumentou e os nossos contatos foram excelentes. Aproveitamos para apresentar nossas novas rotas de transporte

transatlântico de frutas pelo Porto de Pecém (CE), além do novo dispositivo de rastreamento em tempo real de cargas secas”, ressaltou Thiago Lopes, gerente de Marketing da América Latina da MSC Mediterranean Shipping do Brasil.

Taine Machado, gerente executiva de Comunicação e Marketing da Brado Logística, destacou que é a oitava participação consecutiva da empresa e que, cada vez mais, a feira é estratégica para a companhia. “Como atuamos com inteligência logística em contêineres, participar da Intermodal South America é extremamente estratégico. Está no nosso calendário de marketing, pensamos em um tema especial para cada edição e quais soluções vamos apresentar. É uma oportunidade de encontrar todo o mercado e, a cada ano, recebemos mais visitantes”, salientou.

“A Ebmac Transportes e Logística participou pela primeira vez da Intermodal South America. Foi uma ótima oportunidade para apresentar a parceiros, clientes e visitantes as diversas tecnologias envolvidas em nossas operações, de forma a agregar valor aos negócios dos clientes, mantendo foco em sustentabilidade”, disse William Oliveira, diretor da empresa, que atua no transporte rodoviário de cargas de alto valor agregado e é um operador logístico com know-how em soluções customizadas para diversos segmentos.

Para Marcelo Caio, presidente da Panalpina Brasil, a Intermodal South America, é uma oportunidade de mostrar ao mercado todas as soluções que a Panalpina oferece para os setores de logística e intralogística. “Os nossos resultados, já no primeiro dia, se apresentaram acima da expectativa nas visitas ao estande e na prospecção de negócios”. Quem também aposta na Intermodal South America para firmar negócios é a Codesa (Companhia Docas do Espírito Santo). “Já participamos da feira há mais de dez anos. É um evento fundamental para promover negócios entre os nossos parceiros e fixarmos nossa imagem no mercado”, afirmou a superintendente do Porto de Vitória, Raquel Guimarães.

Mudança de perfil foi fundamental para ampliar o sucesso da feira

A decisão adotada em 2018 de incorporar no escopo de expositores empresas relacionadas às operações da armazenagem, distribuição e dos condomínios logísticos, entre outros segmentos da intralogística, refletiu positivamente nesta edição de 25 anos da Intermodal South America.

“De todas as nossas participações, esta foi a mais efetiva em resultados, principalmente pela decisão da Intermodal de expandir a presença do setor de intralogística. Conseguimos ampliar nossos contatos e prospectar potenciais clientes, principalmente de empresas relacionais ao mercado de eletrônicos, que precisam de soluções tecnológicas”, ressaltou Kareen Ratton, gerente de Marketing do Grupo KION.

Augusto Wagner Padilha Martins, diretor geral do Sepetiba Tecon, também destacou o caráter dinâmico do evento: “É uma vitrine da logística do país e do mundo. Para um terminal como o Sepetiba Tecon, é fundamental participar da Intermodal South America, pois atuamos com todos os modais. É o melhor evento para mostrar a nossa capacidade”.

“A participação da WABCO na Intermodal South America foi bastante positiva. Atendemos um grande número de empresas de transportes e logística interessadas em nossos produtos e serviços, um público altamente qualificado. À medida que o segmento de veículos comerciais entra em uma nova era, a WABCO tem o objetivo de promover a visão dos setores de chegar a veículos mais seguros, mais eficientes e conectados”, pontuou Reynaldo Contreira, presidente da WABCO América do Sul.

“O evento confirmou ser uma vitrine importante para tecnologias para semirreboques, que representam passos a mais na trajetória rumo à condução autônoma. Foi uma oportunidade para demonstrar como a liderança tecnológica da WABCO mobiliza a inteligência dos veículos e fortalece ainda mais as frotas comerciais. Sustentar a diferenciação é o cerne da cultura global de alto desempenho da nossa empresa e a força motriz por trás do nosso processo contínuo de inovação”, acrescentou Contreira.

Sérgio Gallucci Parisi, diretor Comercial e de Marketing da Tópico, também fez um balanço positivo do evento. “Lançamos nesta edição da Intermodal South America a nossa nova marca e nosso novo conceito de estrutura flexível, comemorando os 40 anos de empresa. Nosso atual desafio é ampliar o nosso mercado e o segmento logístico reunido na feira apresenta clientes em potencial. Nós temos seis filiais espalhadas pelo Brasil e o evento permite essa aproximação com o mercado”.

Qualidade da Intermodal 2019 impressiona profissionais do setor

A 25º edição da Intermodal superou as expectativas dos organizadores e impressionou os profissionais, em sua maioria embarcadores, que marcaram presença nos três dias do evento. “Estou realmente impressionada com o gigantismo do evento e com a qualidade das empresas expondo. Tive a oportunidade de fazer contatos valiosos aqui que, certamente, gerarão negócios futuros”, avaliou Juliana Scaramuzzo, head of Marine da empresa de regulação de sinistros Sedgwick do Brasil.

Eduarda Ferreira, analista da Coiote Brasil Transportadora, ficou surpresa com o dinamismo do mercado apresentado na Intermodal. “Na feira pude conferir como anda a expansão do mercado e fiz muitos contatos com clientes e potenciais clientes que expuseram suas marcas”, afirmou.

Para Tadeu Ascêncio Mello, consultor da L&Q Logística, a feira foi uma oportunidade para se “atualizar sobre o movimento e as inovações, principalmente do segmento de transporte de cargas”.

Autoridades destacam importância da Intermodal para mostrar os caminhos

Os setores de logística, transporte de cargas e comércio exterior mandaram um recado para o novo governo nesta 25ª Intermodal South America: a iniciativa privada está preparada para os novos desafios que o país apresenta. O clima na feira foi de otimismo. “Estamos na Intermodal desde o início e esta edição nos surpreendeu pelo ambiente de negócios. Estamos em um período de mudanças, o que sempre cria um clima de cautela. Não é o caso. Vi empresas firmando parcerias e novas tecnologias sendo apresentadas”, destacou Bayard Freitas Umbuzeiro Filho, presidente da Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados (Abtra).

A Associação Brasileira de Logística (Abralog) realizou, durante a Intermodal, a XXII edição da Conferência Nacional de Logística. “A Intermodal South America permitiu que os grandes players discutissem os rumos do setor no país. O momento foi o ideal, pois estamos em um período de mudanças que exige a união do segmento”, disse o presidente da entidade, Pedro Moreira. Ao longo de três dias, a conferência abordou temas como Global Supply Chain; Cadeia de Suprimentos Integrada: Indústria, Varejo e E-Commerce; e o Futuro da Logística, Transporte e Infraestrutura.

Gefco comemora 20 anos de Brasil durante a Intermodal South America

Referência em logística industrial, a Gefco comemora, na Intermodal South America, 20 anos de atuação industrial no Brasil. “Celebramos a data na Intermodal South America pois é o maior ponto de encontro de logística e está cada vez melhor, principalmente depois que ampliou o escopo de expositores. Percebi que nesta edição encontrei um número maior de executivos com alto poder de decisão”, frisou Alex Feijolo, diretor comercial e de marketing da Gefco.

Ele destacou, ainda, que a participação na Intermodal tem outro aspecto estratégico: “Colaboradores que atuam na operação entre a Europa e o Brasil aproveitam a Intermodal South America para visitarem as instalações no país. A feira é o nosso maior investimento em marketing direto”. A Gefco está presente em cinco estados, com 14 filiais oferecendo serviços de logística automotiva, armazenagem, gestão de embalagens retornáveis, transporte aéreo, marítimo e terrestre, representação fiscal e desembaraço aduaneiro.

Antaq prevê que setor portuário brasileiro crescerá 3,5% em 2019

O diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Francisval Mendes, anunciou, durante participação na 25ª edição da Intermodal South America, que a projeção do órgão é de que os portos e terminais em operação no país movimentem 1,156 bilhão de toneladas em 2019, registrando crescimento em torno de 3,5% em comparação com o ano passado. Destacou ainda que, em 2018, houve um crescimento de 13% no transporte de contêineres pela cabotagem, na comparação com o ano anterior. Foram transportados 1,359 milhão de teus pelo modal no ano passado.

Mendes apontou, também, as perspectivas de aumento dos investimentos privados no setor portuário. “A ANTAQ realizará as licitações de quatro áreas e suas infraestruturas públicas, sendo três arrendamentos no Porto de Cabedelo, na Paraíba, e um no Porto de Vitória. As quatro áreas totalizam R$ 200 milhões em investimentos e se destinam à movimentação de granéis líquidos, especialmente combustíveis.” Os leilões acontecerão nesta sexta-feira (22), na B3, em São Paulo.

Em 5 de abril, também na B3, a Antaq realizará os leilões de outras seis áreas, sendo cinco no Porto de Belém e uma no Porto de Vila do Conde, todas no Estado do Pará. Essas áreas também movimentarão granéis líquidos, especialmente combustíveis, e somam mais R$ 425 milhões em investimentos.

BYD apresenta três soluções logísticas 100% elétricas, com tecnologia lítio

A BYD, maior fabricante global de baterias de lítio-ferro e de veículos elétricos e plug-in apresentou aos jornalistas, durante coletiva de imprensa realizada durante a Intermodal South America, três soluções logísticas 100% elétricas e com tecnologia lítio. São elas: as empilhadeiras ECB35 e RTR16 e o caminhão multivocacional modelo eT8E.

As empilhadeiras garantem autonomia para três turnos sem troca de bateria, com recargas parciais (sem efeito memória) e recarga total em até duas horas, contra oito horas da tradicional de chumbo ácido. Já o caminhão 100% elétrico BYD modelo eT8E, que roda no Brasil há mais de dois anos, possui avançada geração de baterias em uso também na China, Europa e EUA. A tecnologia de fosfato de ferro lítio não contém metais pesados e o eletrólito é atóxico, sem emissão de poluentes da produção ao uso final.

De acordo com Carlos Roma, diretor de Vendas que atendeu os jornalistas, “ao operar por mais de dois anos na aplicação de coleta de lixo – considerada a mais severa para caminhões – e converter essa experiência em mais pedidos, mostramos que o produto está pronto para estrear em outras vocações menos severas, como, por exemplo, entregas urbanas. Por ser extremamente silencioso e ter alta performance, o nosso caminhão pode fazer entregas noturnas sem incomodar a população”.

A 26ª edição da Intermodal South America já tem data marcada e vai acontecer entre os dias 17 e 19 de março de 2020, também no São Paulo Expo, em São Paulo (SP).

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Pesquisa com top 100 e-commerces brasileiros dá insights de mercado

Levantamento realizado pela SEMrush, líder global de marketing digital, com os 100 maiores sites de compras brasileiros de diversas categorias, apontou características e dados de mercado sobre e-commerces. A pesquisa analisou os setores de esportes & recreação, crianças, alimentação, eletrônicos, saúde, casa & jardim, vestuário, móveis & decoração e viagens.

A pesquisa mostra que 88% do tráfego do comércio digital é direto, ou seja, os usuários digitam a loja virtual que desejam acessar. Ainda assim, 7,3% do tráfego das pessoas entram no e-commerce primeiro pesquisam o nome no Google. Apenas 2% dos acessos se configuram através de backlinks, ou seja, quando existe menção ao e-commerce em publicações de outros sites, como artigos, por exemplo. Ainda que muitos e-commerces invistam em publicidade online, ela representa apenas 1,98% da fonte de tráfego para os sites. Redes sociais também podem levar usuários ao e-commerce, mas é a fonte com menor expressividade: apenas 0.5%.

De acordo com a pesquisa, quando se trata de gastos publicitários, 64,5% dos e-commerces brasileiros, em geral, investiram até R$ 3.500 por mês ao longo de 2018. Enquanto 19.77% dos sites pesquisados, investiram mais de R$ 15 mil. Os outros 15% gastaram entre R$ 3.5 e R$ 15 mil.

Os dados com publicidade paga também foram subdivididos dependendo da categoria em que se encontra o e-commerce. Os sites que vendem vestuário e viagens são aqueles que mais gastaram, uma vez que na primeira categoria, 64% dos top 100 e-commerces fizeram investimentos acima de 15 mil reais por mês. Já a segunda categoria, 57% deles investiram acima deste valor. São percentuais bastante elevados quando comparado com as outras categorias, já que a média de todas é 19.77%.

A categoria de alimentação é a que menos investe com publicidade online, representando 91.6% dos e-commerces analisados com gastos de até R$3.500. Segmento de móveis & decoração está em segundo lugar com 87.8%.

Outra descoberta da pesquisa mostra quais são os gatilhos emocionais mais utilizados nos anúncios dos e-commerces e quais possuem maior popularidade. O campeão é “frete grátis”, com 100% de popularidade, ou seja, os consumidores são ávidos quando se trata de não pagar pela entrega do produto. A palavra “desconto”, está em segundo lugar, com 93.8% de popularidade, dado que aponta que pagar menos por um produto desperta muita atenção.

Em relação à frequência de uso de descontos dados pelos e-commerces, o mais comum é de 10%, representando 20.7% de frequência utilizada. Já descontos de 50%, tem frequência de 16.4%, enquanto de 5% aparece com 16.2%.

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10 tendências de analytics para 2019 que devem ser observadas

Por Celso Oliveira, country manager da MicroStrategy

Os líderes da atualidade lidam com diversas questões em paralelo. A tecnologia está evoluindo muito rapidamente. Os clientes esperam mais, a competição está mais acirrada. Como resultado, as organizações estão sendo desafiadas a agregarem ao seu dia a dia capacidades preditivas. E, na medida em que a inteligência artificial, as demandas por crescimento acelerado e as pressões pela tal transformação digital ganham destaque, muitos passam a perceber que a abordagem analítica segmentada utilizada até então não foi construída para durar. Demorar horas para tomar uma decisão não leva a lugar algum. Podemos dizer que, no que diz respeito às tendências de analytics para 2019, esse ano será um ponto de virada para muitas organizações, pois elas já estão percebendo que apenas ser “orientado por dados” não garante sucesso futuro. Não basta priorizar as análises. O foco e os esforços devem ser voltados para resultados de negócios definidos e tangíveis.

Baseado em um compilado de informações provenientes de quem mais sabe de BI, data analytics e transformação digital no mundo, gostaria de compartilhar com vocês 10 tendências de analytics para 2019 e que também devem estar em foco até 2030. Trata-se de questões que os líderes de hoje precisam entender para transformar empresas comuns em empresas inteligentes e, assim, perceber as oportunidades que estão por vir:

#1 Dados orientados a resultado e não somente para visualizações

#2 Revelar as potencialidades da inteligência artificial e da análise aumentada para uma tomada de decisão mais preditiva, ética e transparente

#3 Análise “self-evident” através do HyperIntelligence superará as análises “self-service” em 2019. Chegamos a um ponto em que alguns cliques ainda é muito para quem busca os insights de maneira rápida. A tendência é a do zero clique e do Smart Discovery e das respostas chegando até quem precisa delas

#4 A incorporação de inteligência nas aplicações permitirá aos usuários corporativos concentrar-se em novas ideias e inovar muito mais rapidamente do que antes

#5 Análises avançadas para a produção em escala. Ao usar os dados de forma ampla, os verdadeiros líderes estão trazendo capacidades preditivas e até mesmo ações prescritivas recomendadas para a produção em escala

#6 Aumentar ainda mais a colaboração. O objetivo, quando se trata de descobertas de dados, não deve ser somente analítico ou para apresentar consistentemente um único ponto de vista, mas sim trabalhar de maneira colaborativa para levar a insights e ações que melhorem os resultados finais da organização

#7 Difundir ainda mais mobilidade é um ponto crucial para o sucesso das organizações. Para abraçar a mobilidade empresarial, as corporações devem identificar seus objetivos e necessidades, bem como as ferramentas para apoiá-las nesse sentido

#8 As estratégias de Inteligência Artificial tornam-se uma necessidade, especialmente para os dados e análises mais relevantes aos negócios. Uma solução completa de gerenciamento de dados, que englobe qualidade dos dados, governança, segurança e metadados, é mais do que mandatória nesse momento

#9 Os líderes devem tomar as melhores decisões hoje e traçar os melhores passos para garantir o sucesso no futuro

#10 A evolução do analytics irá acelerar cada vez mais. Até 2025, mais de um quarto de todos os dados criados serão em tempo real, com 95% deles gerados por aplicações de IoT

Em suma, essas tendências de analytics para 2019 mostram que para crescer e prosperar nesta era, na qual a ruptura digital está cada vez mais acelerada, é preciso ter dados acessíveis, insights acionáveis, inovação contínua e novos modelos de negócios. Tudo isso requer gerenciamento e segurança de dados de ponta a ponta e uma plataforma corporativa.

O futuro pertence às empresas que antecipam desafios regulatórios, tecnológicos, de mercado e competitivos em constante evolução e os transformam em oportunidade e lucro. Também pertence às empresas que são capazes de conectar-se a qualquer dado e distribuir relatórios para milhares de pessoas, bem como àquelas que vão além da inteligência de negócios para fornecer insights para todos os departamentos, dispositivos ou pessoa por meio de experiências em tempo real, naturais e de clique zero. Ou seja, o futuro pertence a quem realmente adere ao cenário de empresa inteligente.

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Stefanini desenvolve plataforma cognitiva para a D-Link

A D-Link, líder global na conexão de pessoas, empresas e cidades, conta com um novo canal de atendimento, o chatbot DAVI – nome que significa D-Link Assistente Virtual Inteligente. A versão customizada da Sophie, plataforma e inteligência cognitiva da Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, foi implementada por meio de um processo de Business Process Outsourcing (BPO).

Este é o primeiro projeto da Stefanini totalmente focado no consumidor final (B2C). A solução foi desenvolvida para oferecer aos clientes da D-Link o suporte necessário em relação às dúvidas na utilização dos principais produtos da marca. Alexandre Winetzki, diretor de P&D da Stefanini, explica que o cliente realiza o suporte por meio de uma equipe de call center, que atua de segunda a sexta, em horário comercial. “A partir de agora, o usuário que tiver alguma dúvida poderá interagir com o DAVI 24 horas, sete dias por semana. A previsão é incluir a abertura de chamados, o que trará um benefício enorme para o cliente. Dessa forma, o atendente se concentrará em questões mais complexas de suporte”, completa o executivo.

De acordo com Ivanildo Miranda, Business Operation Manager da D-Link, a solução tem se mostrado bastante eficaz. “Estamos realizando ajustes finos com a Stefannini para ampliar, ainda mais, o percentual de resolução de problemas via chatbot, aumentando o escopo dos serviços e melhorando a experiência do cliente”, destaca.
Para oferecer uma experiência diferenciada aos seus clientes, a D-Link reuniu informações sobre os produtos mais vendidos e criou, juntamente a Stefanini, um guia de perguntas e respostas que foi inserido no chatbot. Quando o cliente entra no site da D-Link para tirar dúvidas técnicas, como atualização de firmware ou instalação, a plataforma auxilia os usuários, que não precisam mais falar com um atendente.

“Nosso objetivo é aprimorar a interação com o cliente, a partir da oferta de suporte técnico via chatbot. O DAVI pode, por exemplo, indicar para o cliente um vídeo que elucide as dúvidas dele ou até mesmo acionar o manual eletrônico do produto, evitando perda de tempo”, explica Ivanildo Miranda.

A plataforma de inteligência cognitiva da Stefanini, já utilizada com sucesso em vários clientes na América Latina, Estados Unidos e Europa, está disponível na versão 3.2 e responde em 44 idiomas. Implementada em segmentos diversos como indústria, varejo, seguradoras e governo, a plataforma pode ser incorporada a todas as ofertas de atendimento da Stefanini em Information Technology Outsourcing (ITO), Business Process Outsourcing (BPO) e call center, como a maioria dos grandes sistemas de IT Service Management (ITMS) e Customer Relationship Management (CRM) disponíveis no mercado.

“O projeto desenvolvido para a D-Link reforça como os serviços de BPO podem, por meio de nossas soluções digitais, alavancar a transformação de processos transacionais ou padronizados, trazendo uma melhor experência para os clientes de nossos clientes”, complementa Alexandre Vômero, diretor de BPO da Stefanini para a América Latina.

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ABESE abre inscrições para startups com soluções inovadoras em segurança eletrônica

As startups com tecnologias e modelos de negócio emergentes em segurança terão a oportunidade de se apresentarem para mais de 45 mil participantes durante a EXPOSEC 2019 – que acontecerá entre os dias 21 a 23 de maio, em São Paulo. A Ilha de Startups desenvolvida pela ABESE – Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança, receberá as inscrições dos projetos interessados até o dia 19/04. Para se inscrever basta acessar o site: http://startup.abese.org.br/
As startups devem apresentar produtos ou modelos de negócio inovadores e funcionais para o setor de segurança (direta ou indiretamente). Além disso, a solução deve conseguir abarcar o mercado nacional ou global. Ao todo, serão escolhidas 8 empresas que receberão um espaço com toda a infraestrutura necessária durante a Exposec 2019.

A primeira fase do processo de seleção será apresentada no dia 22 de abril – com a divulgação dos finalistas – e no dia 01/05, os selecionados serão apresentados ao público.

“O Comitê de Startups da ABESE foi pensado para aproximar o setor tradicional de segurança aos novos empreendedores, acelerando a validação, desenvolvimento e expansão de novos negócios para todo o setor”, explica Edson Pacheco, coordenador do Comitê de Startups da ABESE.

O setor de segurança eletrônica faturou no ano passado R$ 6,52 bilhões no país, um crescimento de 8% – e para 2019 as oportunidades podem ser ainda maiores. “Cada vez mais a área de segurança eletrônica se torna um mercado atrativo e interessado em soluções inovadoras e tecnológicas. A previsão é que este ano cresça 10%”, completa Selma Migliori, presidente da ABESE.

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Rodolfo Fücher é o novo Presidente da ABES

Rodolfo Fücher é o novo Presidente da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software). A eleição, que ocorreu no dia 21 de março, elegeu o engenheiro Paulo Milliet Roque, com experiência em negociação internacional, sócio fundador da Brasoft, ex-sócio da Brasoftware, atualmente Diretor da Autoridade Certificadora Digiforte, como o Vice-Presidente da entidade, e também definiu os novos membros da diretoria executiva para os próximos três anos: Vanda Scartezini, sócia-sênior da Polo Consultores Associados, Presidente da DNS Women Institute e Presidente do Conselho da Fundação Sitec; Fábio Rua, diretor de Assuntos Governamentais e Regulatórios da IBM América Latina; e Lauro de Lauro, Cloud Guru Sênior na Sky.One Cloud Solutions.

Na ocasião, a entidade deu posse à renovação anual de 1/3 do Conselho Deliberativo. O ex-presidente da ABES, Francisco Camargo, e Jorge Sukarie assumem como Presidente e Vice-presidente do Conselho, respectivamente.

Especialista em políticas públicas, estratégia digital e governança, Rodolfo Fücher tem mais de 35 anos de carreira no mercado de tecnologia, sendo 27 deles dedicados à Microsoft, onde atuava como diretor de Relações Corporativas. Formado em Processamento de Dados pela Universidade Mackenzie, Pós-graduado em Marketing pela ESPM, e com especializações em grandes instituições americanas como Columbia Business School, Massachusetts Institute of Technology, Wharton e University of California, Fücher concentrou sua carreira na construção de políticas públicas por meio de coalizões de associações setoriais, definindo investimentos em responsabilidade social corporativa e filantrópica, desenvolvendo estratégias de marketing corporativo e estruturando áreas de vendas de empresas.

Atualmente, Fücher é sócio fundador da FEMP Administração e Participações, empresa de consultoria em transformação digital, gestão e políticas públicas para empreendedores e organizações filantrópicas.

Por mais de 12 anos, foi membro do conselho de diretores da ABES e assume a presidência da entidade no momento em que o setor tem como principais pautas, temas como a nova lei geral de proteção de dados (LGPD), IoT, Inteligência Artificial e 5G. Segundo Fücher, “As questões regulatórias continuarão a ser prioridade para a entidade, porque definem o nível de competitividade e viabilidade do setor e, consequentemente, o tornam mais ou menos atrativos para investimentos externos, ponto essencial para o crescimento e desenvolvimento do Brasil. Estamos perdendo espaço globalmente. De acordo com o último relatório de competitividade do Fórum Econômico Mundial, o Brasil caiu da 69ª para 72ª entre 140 países analisados. A ABES e seus associados têm o comprometimento de colaborar para reverter este quadro e acreditamos que a tecnologia tem um papel fundamenta l para tornar o Brasil um país menos desigual”, afirma.

O jantar de posse da nova diretoria para os associados está marcado para 1º de abril, em São Paulo, no restaurante Cantaloup.

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