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Nove profissionais de TI que as empresas buscam

Desenvolvimento de software, gestão de projetos e infraestrutura são algumas das especialidades mais buscadas pelos gestores de tecnologia da informação. É o que aponta pesquisa realizada pela Page Personnel, consultoria de recrutamento especializada em cargos técnicos e de suporte à gestão, pertencente ao PageGroup. De acordo com o Barômetro de TI, estudo realizado pelo PageGroup junto aos profissionais da área de tecnologia com o objetivo de mapear esse mercado, os especialistas que dominarem essas áreas terão mais chances de oportunidades de trabalho no setor. A expectativa é de que a procura por esses profissionais seja ativa até o final de 2019. Veja abaixo o perfil profissional que as companhias procuram, faixa salarial e análise dos consultores para a demanda crescente:

Desenvolvimento de software:

O que faz: profissional que desenvolve ou faz manutenções e melhorias de softwares em diversos tipos de sistemas.

Perfil da vaga: especialista em programação. Normalmente são profissionais que se especializam em uma linguagem de programação e segmento de atuação de mercado.

Salário: R$ 5 mil a R$ 15 mil

Motivo para alta: momento de mercado de desenvolvimento de software extremamente aquecido. Necessidade de profissionalizar sistemas webs e construção de projetos mais complexos e sólidos.

Projetos de ERP

O que faz: profissional que desenvolve projetos de sistemas ERP (Enterprise Resource Planning). Atua no levantamento de requisitos, mapeamento de processos e modelagem de dados, estuda e implementa sistemas de acordo com as regras de negócio acordado. Soluciona bugs técnicos, indica o caminho a seguir, mostrando possíveis soluções. Atua também no treinamento de usuários e criação de documentação.

Perfil da vaga: Perfil muitas vezes dividido entre “funcional” e “programador” onde o primeiro é responsável pelo contato com usuários e levantamento dos requisitos e o segundo é responsável pela programação do sistema em si. Em alguns casos encontra-se profissionais “híbridos” com ambas atuações.

Salário: R$ 2 mil a R$ 9 mil

Motivo para alta: necessidade de uso de sistemas de gestão interna das empresas.

Gestão da Informação/Banco de dados

O que faz: profissional responsável por gerenciar, instalar, configurar, atualizar e monitorar um banco de dados ou sistemas de bancos de dados de uma ou mais empresas.

Perfil da vaga: Profissionais especialistas em um banco de dados específico ex: Oracle, SQL, etc. Possui conhecimentos em linguagens específicas de banco de dados e conhecimentos em estruturas de banco de dados.

Salário: R$ 3 mil a R$ 9 mil

Motivo para alta: Necessidade de profissionais que dominem e consigam ligar com um constante aumento no volume de dados armazenado e integrado nas empresas.

Gestão de projetos

O que faz: gerente de projetos é um profissional que tem a responsabilidade de planejar e controlar a execução de projetos em desenvolvimento de software.

Perfil da vaga: Profissionais normalmente generalistas e analíticos, sempre abertos a mudanças e com forte contato com diversas áreas de negócios dentro da empresa. Normalmente são profissionais que tiram certificações e se especializam em uma metodologia específica de gestão de projetos. Podem seguir para área de projetos ágeis ou projetos tradicionais (cascata).

Salário: R$2,5 mil a R$ 20 mil

Motivo para alta: crescente expansão de diversos projetos simultâneos na área de TI, por isso a necessidade de profissionais especializados em gestão de projetos.

Suporte

O que faz: Profissional responsável por prestar suporte/assistência a clientes internos ou externos com objetivo de solucionar problemas técnicos.

Perfil da vaga: Profissional que terá muito contato com clientes internos e externos para atender a chamados e demandas de suporte à tecnologia. É extremamente comum que seja exigido fluência em outros idiomas para esta posição.

Salário: R$ 1,5 mil a R$ 5,5 mil

Motivo para alta: necessidade de suportar as operações de grandes empresas para suporte a suas tecnologias.

Usabilidade / Interface / Interação (UX / UI)

O que faz: responsável pela experiência de uso de uma interface — a forma como ela guia o usuário, como ele se sente utilizando aquele sistema e qual é a forma como a interface é apresentada.

Perfil da vaga: Profissional responsável pela elaboração de mapas de navegação do usuário, testes de usabilidade, criação, desenvolvimento e implementação de soluções inovadoras e atraentes, prototipação, fluxo do usuário e de processos, ligando a interação comunicativa às ideias de Design.

Salário: R$ 4 mil a R$ 15 mil

Motivo para alta em 2018: necessidade das empresas em cuidar da experiência que seus usuários têm com seus produtos e serviços.

Business Intelligence

O que faz: o profissional de Business Intelligence controla e analisa as iniciativas do cliente no ambiente digital, bem como seus indicadores e metas.

Perfil da vaga: Responsável por análises micro e macroscópicas do mercado a fim de otimizar a gestão dos negócios. A partir da análise de dados, o profissional de BI define novos padrões e melhores práticas de desenvolvimento, além de identificar bases de dados que serão fontes de informação para o crescimento da empresa.

Salário: R$ 5 mil a R$ 20 mil

Motivo para alta: necessidade das empresas em proporcionar inteligência gerencial ao negócio.

Infraestrutura / Redes / Sistemas

O que faz: responsável por gerenciar projetos e operações de serviços de Tecnologia da Informação.

Perfil da vaga: profissional que irá gerenciar um projeto em todos seus estágios, planejar e gerenciar toda área de TI, envolvendo infraestrutura e sistemas, engenharia de processos, elaborar estratégias e procedimentos de contingências, visando a segurança a níveis de dados, acessos, auditorias e a continuidade dos serviços dos Sistemas de Informação.

Salário: R$ 2 mil a R$ 28 mil

Motivo para alta em 2018: alta necessidade de segurança dos dados e das informações e grande tendências da utilização de sistemas integrados.

Segurança da Informação

O que faz: consiste na “proteção da informação de vários tipos de ameaças para garantir a continuidade do negócio, minimizar o risco ao negócio, maximizar o retorno sobre os investimentos e as oportunidades de negócio”.

Perfil da vaga: profissional que gerencia as oportunidades de aplicação de tecnologia e interage com outras áreas de maneira a assegurar a segurança das informações da empresa.

Salário: R$ 4 mil a R$ 20 mil

Motivo para alta em 2018: alta necessidade de segurança da informação e privacidade dos dados.

“Os profissionais que estivem habilitados para projetos desse gênero, terão suas chances aumentadas. Os gestores buscam especialistas com essas características porque veem que as atuais e futuras demandas das empresas passam por projetos dessa natureza”, explica Renato Trindade, gerente da Page Personnel.

Para realizar esse estudo, o PageGroup contou com a participação de 1745 respondentes e análise dos currículos de cerca de 17 mil profissionais de tecnologia de diversas empresas e setores.

“A indústria sobreviveu, apesar dos governos”, afirma Skaf

Nos últimos 30 anos, a economia brasileira passou por período bastante conturbado, tivemos controle e congelamento de preços; confisco de poupança; as maiores taxas de juros do mundo por décadas; manipulação do câmbio, alternando períodos de forte valorização com maxidesvalorizações abruptas; elevação da carga tributária; hiperinflação; descontrole dos gastos públicos; aumento da burocracia, que faz as empresas brasileiras gastarem 5 a 6 vezes mais tempo para cumprir as normas; infraestrutura cara e ineficiente. Em outras palavras, esse foi um período de forte crescimento do chamado Custo Brasil.

“A indústria brasileira sobreviveu, apesar dos governos”, diz o presidente da Fiesp, Paulo Skaf. Hoje ainda é responsável pela geração de quase 10 milhões de empregos diretos, pagando os melhores salários do país. A indústria responde pela arrecadação de 32% dos impostos, por quase 70% das exportações brasileiras e por 68% dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento feitos pelo setor privado.

Não existe exemplo de país com as dimensões territoriais e populacionais do Brasil que tenha se desenvolvido sem um setor industrial forte e dinâmico.

O Brasil ainda se encontra dividido, como consequência de um processo eleitoral polarizado, com crises a serem enfrentadas. Apontar culpados pela situação a que chegamos em nada ajuda a resolver os problemas, especialmente quando se aponta o lado errado.

Mais do que discutir a existência ou não de um ministério para a indústria, é de extrema importância a qualidade das políticas que o futuro governo deve implementar. O papel esperado pela sociedade é o de garantir um ambiente de negócios isonômicos ao internacional (juros no padrão internacional, tributação menor e menos complexa, câmbio adequado, infraestrutura eficiente e barata etc) e propício ao investimento e à inovação que, afinal, são as molas propulsoras da prosperidade e do bem-estar social que o Brasil tanto quer e merece.

Seis maneiras como a inteligência artificial está transformando o varejo

Por Manuel Guimarães

A tecnologia saiu do mundo da ficção e hoje antecipa as necessidades dos clientes, trazendo grandes ganhos para empresas visionárias. O comportamento dos consumidores mudou nos últimos anos. Hoje é praticamente impossível percorrer a jornada de compra sem interagir com meios digitais. O smartphone é, para a maioria dos clientes, a principal ferramenta de relacionamento do público com as marcas. E isso é somente o início.

A Inteligência Artificial (IA) já faz parte do cotidiano. Segundo o estudo Embracing the Machines: AI’s Collision with Commerce, 70% dos consumidores já usam IA para procurar ofertas de produtos que compram regularmente ou desejam comprar. Já um levantamento da Oracle indica que 37% das empresas já implementaram algum sistema de IA e 41% pretendem investir na tecnologia até 2020. A procura por cotações de passagens aéreas, o aplicativo que traz o caminho mais rápido para casa ou uma busca na internet por algo do tipo “um restaurante de comida japonesa aqui perto” torna a IA natural para uma nova geração de consumidores.

A Inteligência Artificial vem transformando o varejo a partir de um processo de seis etapas:

1) Curadoria: é o que acontece quando os resultados da primeira página do Google são suficientes. A ferramenta entende tão bem o que queremos que nos traz o que é relevante. Isso poupa tempo e esforço;

2) Informação personalizada: aquilo que importa para cada cliente, no momento certo. Pode ser um aviso sobre a entrega de um pedido ou um lembrete sobre a piora nas condições de trânsito (melhor sair agora do escritório para aquela reunião). Menos stress no dia a dia e melhor atendimento ao cliente;

3) Recomendações: nenhum e-commerce vive sem recomendar produtos aos clientes. Em breve, essa mesma lógica também estará nas lojas físicas, de forma personalizada e com curadoria. Em um mundo de muitas possibilidades de escolha e pouco tempo disponível, quem facilita o processo de compra ganha a preferência dos clientes;

4) Previsão do comportamento: a análise preditiva antecipa as necessidades dos consumidores e possibilita ações mais efetivas que conquistam o público. Um dos nossos clientes identificou aumento nas vendas durante uma campanha que verificou o perfil de consumo e o momento ideal para contatar cada pessoa. Dessa forma, o consumidor recebia, dois dias de abastecer, um lembrete de que o tanque estava quase vazio e um cupom de desconto. Relevância, conveniência e personalização em uma única ação;

5) Automatização: muitas tarefas diárias são repetitivas. A Inteligência Artificial pode entender o comportamento dos clientes e realizar essas tarefas de forma independente. Em um futuro não muito distante, muitas categorias de produtos poderão ser compradas automaticamente. Nada de estocar sabão em pó, mas ele também nunca faltará;

6) Análise das emoções: hoje, essa fase ainda pertence à ficção. O uso da Inteligência Artificial permitirá entender, por exemplo, o humor do consumidor e sugerir algo perfeito para aquele momento. A TV que sugere o filme ideal (adeus, navegação infinita no menu do Netflix) e a iluminação da casa que automaticamente se ajusta para aquele encontro a dois são exemplos dessa ideia. Resta saber o quanto o cliente sentirá sua privacidade invadida por isso.

O varejo dependerá cada vez mais da tecnologia para entender seus consumidores e antecipar necessidades e desejos. As empresas já podem se beneficiar de uma plataforma de produtos analíticos e serviços estratégicos focados em suas necessidades, ampliando as vendas e a rentabilidade por meio da gestão estratégica do relacionamento com os clientes.

Manuel Guimarães, CEO da Propz, empresa de tecnologia que oferece soluções de inteligência artificial e Big Data para o varejo físico e serviços financeiros.

Comemoração de Halloween chega ao mundo corporativo

Comemorado no dia 31/10, o Halloween movimentou todo o mês de outubro, seja na decoração dos estabelecimentos quanto na temática das festas do mês. Mas parece que o espírito da data chegou até mesmo no mundo corporativo. Veja, abaixo, algumas empresas que entraram no clima de monstros, vampiros, bruxas e personagens animalescos durante sua rotina de trabalho:

Recém-chegados em seu novo escritório próprio, os 55 funcionários da Gupy, startup líder de recrutamento com base em Inteligência Artificial e machine learning no Brasil, fizeram jus à data com fantasias e decoração ambiente – incluindo teia de aranha no logo da empresa.

Utilizando Inteligência Artificial e People Analytics para fazer gestão dos candidatos, das vagas e ter uma triagem mais automatizada, a empresa tem como objetivo tornar mais eficiente o recrutamento e melhorar a experiência de candidatos, gestores e profissionais da área de RH durante os processos. Com grandes clientes como Kraft Heinz, Movile e Somos Educação e atuação em oito países, o projeto foi acelerado pela Telefónica Open Future e conta com investimentos da Canary, Yellow Venture e investidores-anjo.

Parte da equipe da HRTech Gupy.

Equipe da HRTech Gupy fantasiada e o logo da empresa com teia de aranha (falta) – Fotos: divulgação.

Já no coração de São Paulo, a equipe da Performa Web agitou o 12º do WeWork, na Avenida Paulista. Criada em 2012 pelo empreendedor Denis Casita, a Performa Web é uma agência focada em oferecer serviços completos em marketing digital. E criatividade não faltou nesse Halloween para esses Performers. Rolou até bolo de abóbora!

Com uma carteira de mais de 40 clientes, como Submarino Viagens, CVC, Fnac, Ri Happy Brinquedos e Nike, já acumula as certificações Google Partner Premier e Bing Elite.

Bolo de abóbora e doces temáticos decoram o escritório da Performa Web, no WeWork da Av. Paulista. Fotos: divulgação.

No ramo das passagens online, a ClickBus também não ficou de fora na ação de Halloween. Seus funcionários foram de Rei à Diabinha durante o dia de trabalho. A startup é líder em vendas online de passagens de ônibus e atualmente está presente no Brasil, México, e Turquia. A plataforma permite que seus usuários adquiram passagem de ônibus rodoviários de mais de 100 empresas de ônibus para mais de 4.600 destinos em todo o Brasil, e até o final de 2016 vendeu online mais de 5 milhões de passagens rodoviárias.

A equipe da ClickBus se engajou durante o dia: teve rei, teve enfermeira e teve diabinha. Foto: divulgação.

MadeiraMadeira, maior e-commerce especializado em produtos para casa do Brasil, também entrou na onda do Halloween pelo segundo ano consecutivo. A proposta foi que todos os funcionários fossem fantasiados e aproveitassem de uma festa especial ao final do expediente. Além disso, as três melhores fantasias foram premiadas em um concurso idealizado pela empresa.

Na MadeiraMadeira teve fantasia em conjunto. Haja engajamento! Foto: divulgação.

Na MaxMilhas, plataforma que vende passagens aéreas com desconto, a festa de Halloween também já é tradição. Há dois anos comemorando a data, a empresa mineira incentiva os funcionários a se fantasiarem e postarem fotos com a #HalloweenMaxMilhas. Ao final do dia a melhor fantasia recebe uma premiação.

 

A equipe da MaxMilhas investiu em personagens famosos de filmes de terror, como A Freira e Chuck. Fotos: divulgação.

Já em São Carlos, todos os funcionários da startup Arquivei, plataforma de armazenamento, organização e consulta de NFes, foram convidados a irem trabalhar fantasiados neste Halloween. Para o final do expediente, no happy hour, todos participam de uma festa e os mais criativos ganham prêmios por suas fantasias.

Na Arquivei, teve personagem de Harry Potter e da série La Casa de Papel. Fotos: divulgação

Autenticação no Smartphone: 27% dos brasileiros desbloqueiam o aparelho com a digital

A mais nova pesquisa do Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre uso de senhas e biometria no smartphone aponta que 27% dos internautas brasileiros desbloqueiam o aparelho celular usando a leitura da sua própria digital e que, quanto mais jovem, este método de autenticação é o mais comum: ele é adotado por 34% dos brasileiros com 16 a 29 anos; por 25% daqueles entre 30 e 49 anos; e por 19% daqueles com 50 anos ou mais de idade. Ele é também mais popular entre usuários de iPhone (69% desbloqueiam com a digital) do que entre aqueles com Android (25%). Neste caso, cabe destacar que muitos aparelhos com o sistema operacional do Google não possuem leitor de digital.

“Ainda é incipiente o uso de outros meios de biometria para desbloqueio do smartphone, como reconhecimento facial ou escaneamento de íris, utilizados por 1,1% e 0,4% dos internautas brasileiros, respectivamente” aponta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador do Mobi-ID, seminário sobre identificação e autenticação digitais que acontecerá no dia 26 de novembro, no WTC, em São Paulo, que vai debater este e outros temas relacionados, além de divulgar o relatório final desta pesquisa.

Senhas numéricas e desenhadas

No Brasil, o método mais popular para desbloqueio do smartphone é aquele de fazer um desenho na tela ligando pontos, comum em aparelhos com sistema operacional Android. 35% dos internautas brasileiros com smartphone utilizam essa forma de autenticação para desbloquearem seus aparelhos. Outros 20% ainda preferem digitar senhas numéricas. No caso dessas últimas, há uma correlação com a idade: quanto mais velho o usuário, maior a chance de ele preferir senhas numéricas para desbloqueio do smartphone. Elas são utilizadas por 19% dos brasileiros entre 16 e 29 anos; por 20% daqueles entre 30 e 49 anos; e por 26% daqueles com 50 anos ou mais de idade.

Enquanto isso, 16% dos internautas brasileiros com smartphone não bloqueiam seus aparelhos. O hábito é mais comum entre mulheres (18%) do que homens (13%), e mais comum entre aqueles com aparelhos Android (16%) do que com iPhone (2%).

O Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre uso de senhas e biometria no smartphone entrevistou 2.055 brasileiros que acessam a Internet e possuem smartphone no mês de outubro. A margem de erro é de 2,1 pontos percentuais.

Mobi-ID 2018

O seminário Mobi-ID reunirá diversos especialistas para discutirem temas como o fim das senhas, identidade autossoberana, autenticação comportamental, desmaterialização dos documentos oficiais, e diferentes técnicas de biometria, como reconhecimento facial, leitura de digital e escaneamento da palma da mão. Estão confirmados entre os palestrantes o CSO da Vivo, Ruben Longobuco; o diretor de cibersegurança para o sul da América Latina da Microsoft, Nycholas Szucko; a diretora-presidente do Serpro, Glória Guimarães; a CEO da Trigg, Marcela Miranda; o gerente executivo de TI do Banco do Brasil Igor Régis Simões; e o gerente de inovação e pesquisa do Bradesco, Paulo Correia; dentre outros.

O evento acontecerá no dia 26 de novembro, no WTC, em São Paulo. A agenda completa e mais informações estão disponíveis no site www.mobi-id.com.br, ou pelo e-mail eventos@mobiletime.com.br; ou pelo telefone 11-3138-4619.

Startup Arquivei se torna a mais nova residente do Cubo Itaú

A Arquivei, plataforma de armazenamento, organização e consulta de NFes, acaba de ser aprovada para fazer parte do grupo de startups residentes no Cubo Itaú, um dos maiores hubs de fomento ao empreendedorismo tecnológico do mundo, voltado para conexão de empreendedores, grandes empresas, investidores, universidades e comunidade, localizado na zona sul de São Paulo. Uma equipe de 8 profissionais passou a desenvolver os seus trabalhos no local desde a última terça-feira (23). O objetivo da Arquivei com essa iniciativa é se aproximar das demais empresas do mesmo nível de amadurecimento, realizar network constante com grandes investidores e incentivadores de empreendedorismo e inovação, além de ampliar o espaço de trabalho para a equipe de colaboradores.

Em termos de inovação, a Arquivei vem se destacando no mercado. Em abril deste ano foi uma das selecionadas para o Radar Santander, programa de apoio a empreendedores com alto potencial de crescimento e que tenham projetos inovadores para o mercado financeiro. Isso possibilitou que a startup pudesse receber mentorias personalizadas com executivos do Santander e mentores da rede da Endeavor, formada por alguns dos principais líderes empresariais do País.

A startup também participou do programa Google Launchpad Accelerator, em 2017, quando teve a oportunidade de passar por uma mentoria com diversos executivos e ampliar a sua visão sobre o mercado financeiro.

Equipes em duas cidades

A Arquivei continua com sede em São Carlos, interior de São Paulo, onde mantém concentrada a maioria de seus funcionários, e se prepara para entrar em um novo prédio de três andares em 2019.

Apesar da grande projeção de crescimento na capital da tecnologia (como é conhecida a cidade de São Carlos) – onde estão localizadas importantes universidades como UFSCar e USP -, a ida para o Cubo Itaú permite à Arquivei mais liberdade de trabalho e mobilidade para seus oito colaboradores, fixados na capital paulista, pois contarão com uma sala particular que comporta até 11 pessoas, além dos ambientes compartilhados que têm salas de convivência, auditórios e área externa ampla.

A equipe de field sales (vendas externas) da Arquivei se estabeleceu em São Paulo para facilitar as negociações com grandes corporações e acompanhar integrações de sua plataforma aos sistemas de seus clientes, assim como aconteceu com o Mc’Donalds, Riachuelo, Mobly e Kabum.

Localizado na Vila Olímpia, o Cubo Itaú inaugurou, em agosto deste ano, novo e maior espaço com 14 andares e mais de 20 mil m². Com capacidade para receber mais de duas mil pessoas diariamente, o hub proporciona geração de valor às mais de 300 startups de seu portfólio, físico e digital, através de conexão com C-Levels de grandes corporações e demais agentes do mercado. Mentorias, trocas de conhecimento e eventos fazem parte do propósito da iniciativa sem fins lucrativos, atividades sempre dedicadas ao crescimento escalável dos residentes.

Para Christian de Cico, CEO e um dos fundadores da Arquivei, a ida da equipe para o Cubo Itaú é uma renovação para a área de field sales, que trabalhará diretamente com um ar ainda mais encorajador para novos negócios. Além de representar uma evidente situação de notoriedade, crescimento e reconhecimento de esforços realizados até o momento.

CAIXA adquire mainframe IBM Z14 e bate recorde histórico de transações diárias

A CAIXA adquiriu o IBM Z14, mainframe mais poderoso e seguro do mercado, capaz de criptografar 100% dos dados. O equipamento da IBM permitiu ao banco não só reformular sua infraestrutura e bater recordes de transações processadas, como também que ele se mantenha disponível para ser preparado para as novas leis de proteção de dados, incluindo a legislação europeia. Quando se fala em transformação digital no setor financeiro, é preciso se preocupar tanto com a digitalização de processos quanto com a segurança da operação.

A própria equipe de TI da CAIXA foi quem percebeu que era preciso ampliar sua capacidade computacional para atender à demanda de um público crescente e apoiar o banco em um cenário cada vez maior de adoção digital. O pagamento das cerca de 40 milhões de contas inativas do FGTS, no início de 2017, foi um dos gatilhos para essa transição, colocando o antigo datacenter do banco próximo de sua capacidade máxima de processamento e deixando clara a necessidade por essa atualização.

“Primeiramente, os serviços bancários estavam apenas nas agências. Depois, em canais alternativos, como máquinas de autoatendimento e lotéricas. Agora, eles ganharam mais velocidade e praticidade dentro do ambiente móvel, gerando números cada vez maiores de acesso aos servidores da CAIXA”, analisa Sergio Martins, gerente nacional de serviços de TI da CAIXA.

O executivo ainda ressalta que solicitações corriqueiras e não financeiras, como consultas de saldo na tela do celular, passaram a ser feitas múltiplas vezes ao dia, intensificando ainda mais o quadro.

Além de oferecer as ferramentas certas para que seja possível acompanhar esse novo comportamento do consumidor, a aquisição de seis máquinas IBM Z14 deve ajudar a instituição a lidar com o volume gigantesco de boletos processados diariamente por ela – cerca de 80% de todos os documentos do tipo pagos em todo o Brasil – e garantir a estabilidade e o funcionamento do recém-anunciado sistema de Loteria Online, já que ambos passaram a exigir mais da infraestrutura de tecnologia da CAIXA. O investimento estratégico também deve viabilizar expansões e projetos futuros do banco.

“Com uma forte missão social, a CAIXA trabalha continuamente para prover uma série de serviços essenciais à população, crescendo juntamente do acesso digital e da economia do país, e oferecendo uma melhor experiência ao cidadão. A tendência é que a manutenção de serviços tradicionais e a implementação de novos serviços leve a uma demanda cada vez maior de seu parque tecnológico. Estamos muito felizes de a IBM ter sido escolhida como parceira nessa jornada e de podermos ajudar a CAIXA a se preparar para esse novo cenário de responsabilidade social”, comenta Joaquim Campos, vice-presidente de Systems da IBM Brasil.

Os resultados prévios com o novo equipamento já são bastante expressivos. No início de setembro, durante uma das datas de maior movimento do período, a nova infraestrutura conseguiu bater a marca histórica de transações processadas em um único dia pela instituição financeira: 2,8 bilhões operações realizadas dentro dos diversos sistemas e canais de atendimento da CAIXA. Outro recorde foram as quase 23 milhões transações registradas apenas no Internet Banking da CAIXA – somando acessos mobile e desktop.

Os mainframes IBM Z14 foram instalados nos dois datacenters da CAIXA em Brasília, durante os meses de agosto e setembro, e devem ampliar a capacidade dos polos de operação do banco em São Paulo, no Rio de Janeiro e na própria capital brasileira. “A IBM deu todo apoio a nossa equipe para que fosse possível fazer todo o planejamento da troca de máquinas. Trata-se de um movimento complexo, trabalhoso e bastante minucioso. Felizmente, tudo foi feito dentro do cronograma e com zero impacto para os negócios e os clientes da CAIXA”, explica Martins, reforçando a sintonia entre os times de ambas as empresas.

Pronto para a GDPR

Vale notar que muitas das novas capacidades do IBM Z14 foram desenvolvidas para atender a epidemia global de violações de dados gerada pelo cibercrime, que afetará cerca de 8 trilhões de dólares da economia global até 2022. Dos mais de 9 bilhões de registros de dados perdidos ou roubados desde 2013 em todo o mundo, apenas 4% foram criptografados, tornando a grande maioria dessas informações vulneráveis aos invasores.

Ao utilizar um sistema capaz de criptografar 100% dos dados, a CAIXA terá a opção de oferecer uma segurança sem precedentes aos seus mais de 80 milhões de clientes – dentro e fora do Brasil. A ferramenta pode ser essencial para garantir que o banco esteja devidamente adequado às regras da lei europeia de proteção de dados, conhecida como GDPR (General Data Protection Regulation).

Além disso, segundo Anibal Strianese, diretor de Systems Hardware da IBM Brasil, a confiança gerada pelo uso da criptografia de dados é a nova moeda de troca da economia digital. “Hoje, sabemos que 90% das transações financeiras ao redor do mundo são realizadas em mainframes e tudo que reside nessas máquinas poderá ser encriptado, ou seja, se esse dado for roubado, se torna inútil pois está criptografado com uma chave”, afirma o executivo.

Thomson Reuters anuncia as quatro startups selecionas em seu segundo programa de aceleração de 2018

a multinacional de tecnologia Thomson Reuters realizou, em São Paulo, a segunda edição de seu programa de aceleração, o Accelerator Day for Taxtech & Comextech. Quatro empresas startups foram selecionadas após apresentarem suas inovações para aprimorar a rotina dos profissionais dos segmentos Tributário, Fiscal e de Comércio Exterior. BirminD, de Sorocaba; Data Policy, de Brasília; Dattos, de São Paulo e LogComex, de Curitiba. O programa é realizado com o apoio da AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs & Legaltechs) e da Campinas Tech (comunidade dedicada ao desenvolvimento do ecossistema de startups da região de Campinas). O evento foi realizado no FLIC – Future Law Innovation Center, centro de inovação mantido pela empresa recém-inaugurado na região sul da capital paulista.

“A segunda edição do Accelerator Day foi um sucesso. Tivemos a oportunidade de conhecer mais detalhadamente os projetos das finalistas e entender de que maneira cada solução vai ao encontro das necessidades do mercado e como elas podem aprimorar os produtos e serviços que a Thomson Reuters oferece. São quatro projetos realmente inovadores que serão muito bem recebidos pelo ecossistema Fiscal, Tributário e de Comércio Exterior”, explica Menotti Franceschini, Head de Corporate Value Proposition da Thomson Reuters Brasil.

De dezenas de inscritas, oito startups participaram do evento e as quatro que mais se destacaram foram selecionadas por uma comissão julgadora formada por executivos da Thomson Reuters e especialistas dos segmentos de Inovação, Tributário, Fiscal e Comércio Exterior. Nos próximos três meses, todas elas vão trabalhar em conjunto com a Thomson Reuters para aprimorar as inovações apresentadas e buscar modelos de incluí-las nas suítes de soluções ONESOURCE TaxOne e ONESOURCE Global Trade, que proporcionam o cumprimento das obrigações fiscais, compliance, automatização de tarefas e gerenciamento dos processos de importação e exportação das empresas.

“O Accelerator Day é um processo extremamente enriquecedor para a Thomson Reuters, pois conseguimos aliar o que está sendo feito por estas startups que se utilizam de tecnologias emergentes com a capilaridade e potencial que temos em nosso portfólio. Dessa forma, podemos gerar novas oportunidades para o mercado e gerar mais valor agregado para nossos clientes”, afirma Marcos Bregantim, diretor de produtos corporativos da Thomson Reuters Brasil.

Selecionada na categoria Fiscal, a Data Policy desenvolveu uma solução que traz análises e previsibilidade no segmento Regulatório. Por meio de Automação, Big Data e Inteligência Artificial, a plataforma organiza tudo relacionada às regulações relevantes para cada negócio para analisar o impacto presente e futuro que podem ter sobre o negócio, assim como apresentar riscos e oportunidades para a tomada de decisão. A curitibana LogComex, selecionada em Comércio Exterior, propõe a automação e unificação de dados referentes a importações e exportações para garantir acesso a informações sobre a operação e monitoramento das mercadorias em tempo real, centralizada, de forma transparente, com automatização dos processos e integração com todos os sistemas de gestão das companhias.

A paulistana Dattos uma das escolhidas na categoria Fiscal/Comércio Exterior, tem uma ferramenta que faz a coleta e padronização customizada de qualquer dado da empresa, de forma que possa aprimorar as rotinas e garantir produtividade, minimização de erros e transparência da gestão. Por fim, a BirminD, de Sorocaba, utiliza Inteligência Artificial para identificar todas as variáveis que causam perde de eficiência dentro das empresas e calcular o que precisa ser feito para aprimorar a operação.

O processo de aceleração das quatro selecionadas se inicia no dia 1º de novembro e se estende até o dia 29 de janeiro.

São Paulo Tech Week traz evento focado em público C-Level

A São Paulo Tech Week (SPTW), maior festival de inovação do Brasil, organizada pela São Paulo Negócios, acontece na capital paulista entre os dias 24 e 30 de novembro. Entre os destaques da programação está o SPIN Summit Brazil 2018, um dos eventos âncora desta edição, que é realizado pela assessoria financeira Harpia Capital.

O evento de inovação e tecnologia tem como objetivo fomentar negócios e será realizado no AMCHAM Business Center, nos dias 28 e 29 de novembro. A atividade reunirá representantes de Brasil, Estados Unidos e Israel, principalmente profissionais C-Level, como CEOs, CTOs, presidentes, empresários, fundadores de startups, mercado financeiro e investidores.

Com a temática “Como navegar um mundo em transição”, participantes das regiões dos três países, como Boston, Califórnia e Nova York, dos Estados Unidos, Tel Aviv e Haifa, de Israel, e as brasileiras Santa Catarina, Distrito Federal, Amazonas, Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo, estarão na cidade para discutir inovação, tecnologia e o ecossistema das startups.

O idealizador do SPIN Summit Brazil é Ric Scheinkman, membro do Conselho de Administração da Câmara de Comércio e Indústria Israel/Brasil e CEO da assessoria financeira Harpia Capital, focada nos setores financeiro, de saúde, educação, inovação e tecnologia, infraestrutura e energia. “O pedido para esse evento é uma discussão de como o setor privado irá investir no setor de inovação e tecnologia no Brasil. Outro ponto importante são as ideias e tecnologias novas desses países sendo apresentadas aqui no nosso País. Esperamos também o fomento de novos negócios entre as nações como foi no ano passado. O objetivo é estreitar o relacionamento entre eles”, afirma Scheinkman.

Para o diretor executivo da conferência, Bernardo Giacometti, a expectativa é receber cerca de dois mil participantes depois do sucesso das duas edições anteriores do SPIN Summit Brazil 2018.

A São Paulo Tech Week

A SPTW surgiu em 2015 com a missão de conectar o universo dos empreendedores e investidores por meio da criação de um festival colaborativo, em que todas as partes interessadas se unem para a criação de eventos e conteúdos relevantes na cidade. Dessa forma, o cenário de tecnologia e inovação em São Paulo se aquece e se fortifica. Em três edições, reuniu mais de 100 mil participantes e promoveu cerca de 500 iniciativas.

Já participaram do festival empresas como Totvs, ELO, Qualcomm, Samsung, Intel e IBM; dos hubs de inovação participaram CUBO, Wayra, Estação Hack, Campus SP (Google Space); além de diversas universidades como USP, FIAP, ESPM e Mackenzie.

Um dos fatores de sucesso da SPTW é a boa distribuição geográfica dos eventos na cidade, que vão das regiões centrais às periféricas. Além disso, todo ano o festival conta com uma ampla diversidade de temas, como, por exemplo, chatbots, smart cities, big data, IoT, futuro da moda, inteligência artificial, transformação digital, fintech, blockchain, entre outros.

4ª edição São Paulo Tech Week

Quando: de 24 a 30 de novembro de 2018

Onde: São Paulo/SP

Informações: www.saopaulotechweek.com

Serviços:

Local: AMCHAM Business Center (Rua da Paz, 1.431 – Santo Amaro – São Paulo)

Data: 28 e 29 de novembro de 2018

Horário: das 8h às 18h

Inscrições abertas: spinsummit.com.br

Parceiros: Brasscom; Instituto Euvaldo Lodi (IEL); Internacional Chamber of Commerce (ICC Brasil); Associação Catarinense de Tecnologia (Acate); São Paulo Negócios; Venture Café e Câmara de Comércio e Indústria Israel/Brasil.

Apoiadores: MIT Alumni; Dex Advisors; OTWOi; ACE; Merkaz; Startupi; Eu Amo o Brasil (EAB); Anjos do Brasil; Harvard Angels Club; GVAngels; MBA Alumni Association; US Alumni Associations; Cambridge Innovation Center.

FGVnest lança clínica de mentoria para startups e empreendedores

O Núcleo de Estudos em Startups, Inovação, Venture Capital e Private Equity da Fundação Getulio Vargas (FGVnest) anuncia o lançamento de sua Clínica de Mentoria em Tecnologia, Programação e Inovação para Startups e Empreendedores (CMenT), que visa ser um ambiente a fim de conectar pessoas onde elas possam trocar informações, colaborar, cocriar e empreender. A coordenação será dos professores da FGV EMAp, Renato Rocha Souza e Flávio Codeço Coelho.

“Teremos mentorias gratuitas para startups e empreendedores com o objetivo de contribuir ativamente para o desenvolvimento do ecossistema empreendedor de alto impacto. A CMenT atuará como um “hub”‘, conectando empreendedores e startups com mentores, empresas, investidores, alunos, professores e demais parceiros do FGVnest”, explica o professor Renato Souza.

A CMenT está sendo lançada com duas verticais, Lawtechs (direito) e Biotechs/Health Techs (biotecnologia e saúde), mas, segundo o professor Flávio Codeço, já com a ideia de expandir rapidamente para outras vertentes e áreas específicas. Ele será o responsável pela área de Biotechs/Health Techs. Já a vertical Lawtechs será liderada pelo professor Rafael Alves de Almeida, coordenador da pós-graduação lato sensu da Escola de Direito do Rio de Janeiro (FGV Direito Rio).

“Esta é mais uma ótima iniciativa para incentivarmos o empreendedorismo legal, a criatividade e o networking. São ações que definitivamente contribuem para o fortalecimento do ecossistema e para ampliação de novas oportunidades”, destaca Almeida.

O FGVnest, além do lançamento da CMenT, anuncia duas novas parcerias institucionais: com a Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs (AB2L) e com o Instituto Oswaldo Cruz, da Fundação Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O objetivo é desenvolver e fomentar trabalhos acadêmicos, pesquisa aplicada, relatórios técnico-científicos, workshops, seminários, entre outros projetos nas áreas temáticas de interesse, além de fortalecerem as verticais Lawtechs e Biotechs/Health Techs.

A conexão entre investidores, empreendedores, governo, empresas e academia, por meio da geração e da disseminação de conhecimento está entre os objetivos do FGVnest e é fundamental para o crescimento e desenvolvimento econômico do país. A primeira CMenT está prevista para ocorrer em dezembro, e o FGVnest selecionará os primeiros empreendedores e startups participantes para ambas as verticais.

“O objetivo é que as clínicas sejam realizadas periodicamente, além de criarmos outras verticais a partir de novas parcerias institucionais e novos patrocinadores do Núcleo”, afirma o professor Caio Ramalho, coordenador do FGVnest. “Estamos conversando com diversas empresas que já manifestaram o interesse em serem mantenedores do FGVnest e, em breve, teremos boas novidades”, revela. Atualmente, o FGVnest conta com o escritório Gaia Silva Gaede Advogados como seu mantenedor, além da Anjos do Brasil como seu primeiro parceiro institucional.

Número de empresas “inteligentes” dobra em 2018, mostra estudo da Zebra Technologies

A Zebra Technologies Corporation (NASDAQ: ZBRA), empresa inovadora na estrutura de negócios com soluções e parceiros que permitem às companhias capturar sua vantagem competitiva, anunciou hoje os resultados da segunda edição de seu estudo anual “Índice de Inteligência Empresarial”. É uma pesquisa global que mede o ponto onde as companhias estão no caminho de se tornarem “empresas inteligentes” – aquelas que conectam o mundo físico ao digital para impulsionar a inovação por meio de decisões em tempo real, ambientes baseados em dados e fluxos de trabalho colaborativo móveis.

O número de empresas que se enquadram na categoria “inteligente”, com mais de 75 pontos no índice geral, dobrou em 2018 em relação ao ano anterior. O estudo mede até que ponto as empresas atendem hoje os critérios que atualmente definem uma empresa inteligente. Em geral, o índice apresenta um aumento anual no investimento e na implementação da Internet das Coisas (IoT), destacando uma nova era. Hoje as empresas esperam menor resistência à adoção da tecnologia e um aumento em reconhecer os benefícios das soluções de IoT como um componente central para impulsionar o crescimento futuro de suas organizações.

“Como a tecnologia continua a transformar os negócios, a orientação oferecida pela disponibilidade de dados em tempo real, no âmbito das operações, capacita melhor os trabalhadores da primeira linha, com as informações corretas, de forma a otimizar ações e resultados “, diz Vanderlei Ferreira, Diretor de Vendas da Zebra Technologies Brasil. “Com base em nosso segundo índice de inteligência, fica claro que as empresas já reconhecem o valor de aproveitar estratégias que se alavancam no IoT e continuarão motivando seu investimento e adoção no futuro.”

PRINCIPAIS CONCLUSÕES DO ESTUDO

O investimento em IoT aumenta e a resistência à adoção diminui. O índice revela que, para as empresas pesquisadas, o investimento médio anual em IoT aumentou 4% em todo o mundo e 86% deles esperam que esse número cresça em um ou dois anos, prevendo um aumento de aproximadamente 11% a 20%. À medida que os trabalhadores se tornam mais receptivos às novas tecnologias, o número de empresas que sentem alguma resistência em relação ao progresso de seus planos de IoT caiu de 75% para 64% em relação a 2017. No caso da América Latina, 91% das empresas participantes do estudo têm expectativa de crescimento do investimento em IoT no mesmo nível e 76% esperam uma diminuição na resistência.

As empresas estão capturando sua vantagem competitiva com endereçamento em tempo real. 52% das organizações em todo o mundo e 50% na América Latina dizem compartilhar as informações obtidas de suas soluções de IoT com seus funcionários em tempo real ou quase em tempo real. Isso representa um aumento próximo de 37% em relação à pesquisa de 2017, o que demonstra a crescente necessidade de fluxos de trabalho colaborativos móveis. Além disso, quase três quartos (72%) das empresas latino-americanas pesquisadas, estabeleceram um plano para organizar e analisar dados. Fatores como a análise de informações em tempo real e a segurança foram relatados como os elementos mais importantes para o plano de gerenciamento de dados de uma empresa, com 71% e 75%, respectivamente.

Segurança é a prioridade mais importante para as empresas. As empresas estão adotando uma abordagem muito mais proativa e abrangente quando se trata de adotar padrões de segurança em suas soluções de IoT. O estudo revelou um aumento de 18% no número de empresas que constantemente monitoram a segurança de sua IoT para garantir privacidade e integridade em seus negócios. Para a América Latina, esse número aumentou em 16%.

As empresas estão demonstrando maior confiança nos ecossistemas de soluções. 40% das empresas no mundo relataram usar um parceiro estratégico para gerenciar todo o seu ecossistema de IoT, crescendo 7% em relação ao ano passado. Na América Latina, esse número também aumentou para 31% das empresas que possuem um provedor que as apoia na gestão. Essa dependência dos especialistas em gerenciamento de processos da IoT, como a plataforma Savanna da Zebra, é um indicador importante do compromisso de uma empresa em acelerar sua inteligência de dados e adotar um sistema IoT.

ANTECEDENTES E METODOLOGIA DA PESQUISA

A pesquisa foi realizada on-line do 6 de agosto ao 14 de setembro de 2018, em uma ampla variedade de segmentos, incluindo saúde, manufatura, varejo, transporte e logística.

No total, 918 tomadores de decisão de IT foram entrevistados em nove países, incluindo os Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Alemanha, México, Brasil, China, Índia e Japão.

Onze métricas foram usadas para entender onde as empresas estão no caminho de se tornarem “empresas inteligentes”. Alguns são: visão de IoT, compromisso do negócio, relacionamento com parceiros especialistas em soluções tecnológicas, plano de adoção, plano de gerenciamento de mudanças, aplicação, padrões de segurança, plano de ciclo de vida, arquitetura/infra-estrutura, plano inteligente e análise de dados.

Os critérios foram definidos por executivos, especialistas do setor e formuladores de políticas nos diferentes setores de negócios no Simpósio de Inovação Estratégica 2016: A Empresa Inteligente, organizado pela Zebra em colaboração com o Centro de Tecnologia e Empreendedorismo de Harvard ( TECH).

A base de uma empresa inteligente está nas soluções tecnológicas que integram computação em nuvem, mobilidade e a Internet das Coisas (IoT) para “detectar” automaticamente as informações sobre os ativos da empresa. Os dados operacionais desses ativos, incluindo seu status, localização, uso ou preferências, são analisados ​​para fornecer informações úteis, que podem ser enviadas à pessoa certa no momento certo, para que possam agir, tornando-se um guia para tomar melhores decisões, em qualquer lugar e a qualquer hora.

Matera abre cerca de 40 vagas para a área de tecnologia

A Matera, empresa de tecnologia para os mercados financeiro, varejista e de gestão de riscos, está com processo seletivo aberto para mais de 40 vagas. As oportunidades são, principalmente, para as áreas de Desenvolvimento, Suporte, Infraestrutura e Implantação, assim como para consultores de negócios e para a área de marketing.

A empresa possui vagas abertas para os escritórios – São Paulo (SP), Campinas (SP), Maringá (PR) e Porto Alegre (RS). O regime de contratação é CLT e a empresa oferece pacotes de benefícios flexíveis que podem incluir: convênio médico, convênio odontológico, previdência privada, auxílio creche, ticket refeição, ticket alimentação, vale-transporte, entre outros.

Para obter mais informações sobre as oportunidades, assim como se candidatar, acesse: http://www.matera.com/career.

Primeiro Startup Weekend Construtech acontece no Brasil buscando impactar mercado imobiliário e da construção

O ambiente empreendedor brasileiro tem crescido cada vez mais e em grande parte por causa das startups, que já estão impactando todos os setores, de saúde a turismo. E o mercado imobiliário e de construção – que representa quase 10% do PIB do país mas ainda ainda é um dos mais conservadores, começa a sentir essa transformação. Prova disso é que vai acontecer no país o primeiro Startup Weekend Construtech, evento que permite aos participantes a criação de suas startups em um fim de semana e ensina a metodologia utilizada no mundo inteiro para desenvolvimento de soluções tecnológicas disruptivas.

O evento acontece de 9 a 11 de novembro, no MIT Hub, em São Paulo. Com o uso da jornada chamada From Zero to Hero (de zero para herói), os participantes validam o problema e a solução, montam o MVP (mínimo produto viável) e já fazem as primeiras vendas. Tudo em um fim de semana intenso com a orientação de mentores experientes, entre fundadores de startups de sucesso e experts do mercado.

“O Startup Weekend acontece em mais de 170 países. Várias startups bem-sucedidas nasceram durante o evento, entre elas Easy Taxi, Zapier e OneCloud. Eu participei e foi uma das melhores experiências que tive. Agora estamos muito felizes em poder impactar pessoas e levar inovação para o mercado imobiliário e de construção”, diz Lilian Natal, cofundadora da startup Play2sell, uma das patrocinadoras do evento.

Ao final, os grupos formados apresentam o pitch diante de uma banca formada por investidores, representantes de aceleradoras e grandes empresas, que julgarão os três vencedores.

Os prêmios serão:

1º Lugar:
Vaga no programa de aceleração Vetor AG
Assessoria contábil e abertura de empresa pela Advisor BPO
1 bolsa 100% para o Founder Institute
Entrada na Incubadora de Projetos para Negócios Inovadores da Escola de Negócios Alencar Burti

2º Lugar:
1 bolsa de 50% para o Founder Institute SP
Assessoria contábil e abertura de empresa pela Advisor BPO
3 posições no coworking Distrito + 2h de mentoria + acesso à rede de benefícios (mais de 35 parceiros como Amazon, Zendesk e Pipedrive)
Entrada na Incubadora de Projetos para Negócios Inovadores da Escola de Negócios Alencar Burti

3º Lugar:
1 bolsa de 50% para o Founder Institute SP
Assessoria contábil e abertura de empresa pela Advisor BPO
Entrada na Incubadora de Projetos para Negócios Inovadores da Escola de Negócios Alencar Burti

Todos os participantes do evento também receberão 20% de desconto no ingresso do ConstruSummit 2018 e isenção no teste de admissão do Founder Institute São Paulo.

O Startup Weekend Construtech tem patrocínio da Cyrela, além de RE/MAX Brasil, Construtech Ventures, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, DmaisB e da startup Play2sell. O evento tem ainda o apoio do MIT Hub, Founder Institute São Paulo, Advisor BPO, Buildin, Icon Hub SindusCon-SP, Secovi-SP, 636 Films, Instituto de Engenharia, Corretor Global, Publicidade Imobiliária, Room 33 e Fusion.

Techstars Startup Weekend São Paulo Construtech

9 a 11 de novembro de 2018
Onde: MIT Hub – Rua Rócio, 109 – 6º andar
Informações: https://www.sympla.com.br/startup-weekend-sao-paulo-construtech__373627

ABES lança Guia de Fomento durante congresso “Desafios do mercado de IoT”

A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) promove, no próximo dia 6 de novembro, o congresso “Desafios da IoT”, focado no mercado brasileiro de Internet of Things (IoT). Diversos especialistas se reunirão no Hotel Bourbon Convention Ibirapuera, na zona sul de São Paulo, entre 9h e 12h30, para uma manhã de debates sobre os mais importantes temas relacionados ao desenvolvimento da tecnologia, como o Plano Nacional de IoT, financiamento, questões regulatórias e a segurança dos sistemas. No mesmo evento, será lançado o Guia de Fomento à Inovação da ABES, um material produzido em parceria entre a ABES e a consultoria ABGI, voltado a orientar empreendedores sobre oportunidades de fomento para a inovação. Inscrições podem ser feitas apenas pelo link oficial (para não associados, o valor é de R$ 500).

“O último estudo anual ABES com o IDC apontou o forte crescimento do mercado IoT, que teve um crescimento de 28,7% nos investimentos em um comparativo entre 2016 e 2017. É sem dúvida uma das tendências mais notáveis do setor de tecnologia para 2019 e o congresso será muito importante para compartilhar com os participantes a realidade atual desse ecossistema, com uma visão ampla. Todos devem estar atentos, pois há muitas ações em andamento no país e essa é a hora de aproveitar oportunidades, inclusive em outros pilares tecnológicos relacionados, como Big Data, Cloud, Social e Mobilidade”, comenta Werter Padilha, coordenador do comitê de IoT da ABES.

O congresso tem abertura às 9h, com uma apresentação sobre o Plano Nacional de IoT, conduzida por Thiago Camargo Lopes, Secretário de Políticas Digitais do MCTIC, e José Gustavo Sampaio Gontijo, Diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital do MCTIC. Na sequência, às 9h40, Carlos Frees, especialista da ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, apresenta a palestra “Casos e ações práticas”. Às 10h30, um painel com Jamile Sabatini Marques, diretora de fomento e inovação da ABES, Werter Padilha, coordenador do comitê de IoT da mesma entidade, aborda “Quebra de Paradigmas em Relação aos Financiamentos Governamentais”, contando também com a presença de Maria Carolina Rocha, CEO da ABGI, que falará de casos práticos.

O tema “Segurança em IoT” estará no centro de um debate com José Palazzi, diretor de vendas IoT da Qualcomm; Cristian Oliveira, executivo de contas da Intel, e João Rosa, da IBM. Fechando o congresso, às 11h50, Paulo Brancher, sócio da Mattos Filho Advogados, e Ramon Alberto dos Santos, advogado associado do escritório Pereira Neto Macedo Advogados, se aprofundam na legislação da área no painel “Responsabilização Jurídica em Casos de Incidentes Envolvendo IoT”.

Guia de Fomento

O exclusivo Guia de Fomento será apresentado durante o painel “Quebra de Paradigmas em Relação aos Financiamentos Governamentais” e distribuído entre os presentes. “Todo o conhecimento de décadas de experiência promovendo o financiamento de empresas inovadoras está presente neste guia. É fundamental que o mercado tenha conhecimento das modalidades de fomento disponíveis e utilize essas ferramentas para o desenvolvimento de produtos e serviços. A inovação é a chave para o desenvolvimento econômico sustentável do Brasil”, comenta Jamile Sabatini Marques. “Acreditamos que para as empresas inovarem de forma mais eficiente é indispensável que conheçam os mecanismos de fomento à inovação existentes. O guia consolida as informações dos instrumentos e auxilia as empresas a definirem sua estratégia de fomento à inovação, utilizando os instrumentos mais adequados para apoiar o desenvolvimento de PD&I”, complementa Maria Carolina Rocha.

Com 56 páginas, o Guia é dividido em cinco partes: Recursos Não Reembolsáveis, Recursos Embolsáveis, Investimento Direto ou Fundos, Bolsas e Incentivos Fiscais. De forma simplificada, empresários podem encontrar todas as informações necessárias para se beneficiar com uma dessas modalidades de recursos, levando em conta questões como a abrangências de cada programa (se disponível nacionalmente ou apenas em âmbito regional), o status atual e o público-alvo, considerando faixas de renda. “O desconhecimento das opções de financiamento disponíveis é um entrave para que os empreendedores invistam em inovação. O Guia visa combater esse problema e incentivar projetos nessa área”, finaliza Jamile.

Confira, abaixo, a agenda completa do Congresso:

“Desafios da IoT”

Local: Hotel Bourbon Convention Ibirapuera, na zona sul de São Paulo
Inscrições: Pelo link http://www.comarteventos.com.br/abes/desafios-iot/convite-iot/conviteABES_DESAFIOS-IOT_2018.html
Valor: gratuito para associados da ABES; R$ 500 para não-associados (incluindo refeições)

Programação

8:30 às 9:00 – Welcome Coffee e cadastramento
9:00 às 9:40 – Plano Nacional de IoT, com Thiago Camargo Lopes e José Gustavo Sampaio Gontijo, ambos do MCTIC
9:40 às 10:20 – Casos e ações práticas, com Carlos Frees (ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial)
10:20 àS 10:30 – Coffee Break
10:30 às 11:10 – Quebra de Paradigmas em Relação aos Financiamentos Governamentais, com Jamile Sabatini (ABES), Werter Padilha (ABES) e Maria Carolina Rocha (ABGI)
11:10 às 11:50 – Segurança em IoT, com José Palazzi (Qualcomm), Cristian Oliveira (Intel) e João Rosa (IBM)
11:50 às 12:30 – Responsabilização Jurídica em Casos de Incidentes Envolvendo IoT, com Paulo Brancher (Mattos Filho Advogados), e Ramon Alberto dos Santos (Pereira Neto Macedo Advogados)
12:30 – Almoço e network

BetaGammaRays conecta startups a investidores durante o WebSummit 2018, em Lisboa

No próximo dia 4 de novembro, 10 startups da América Latina, Europa e Ásia terão a oportunidade de se apresentar a um seleto grupo de 40 investidores internacionais em um DemoDay promovido na sede da Bright Pixel, um relevante player no ecossistema português, com o objetivo de fecharem novos negócios e parcerias. Dentre as selecionadas, há uma brasileira, a Instateaser, que faz vídeos para sites e redes sociais de pequenas empresas.

A iniciativa é da BetaGammaRays, uma aceleradora-boutique com presença global, liderada por Kat Wendelstad, ex-CMO do Dr. Consulta, e Daniel Silva, fundador da VaiMoto, e coincide com a realização do Web Summit 2018, o maior evento de tecnologia, empreendedorismo e inovação da Europa, que deve reunir mais de 70.000 pessoas de todo o mundo.

Para a seleção, foi aberto um chamado global, que contou a colaboração dos parceiros StartupFarm (Brasil), LeadSports (Berlin), Lanzadera (Valencia) e Google Campus (Madrid). Além da representante brasileira, teremos startups da Rússia, Espanha, Portugal, Suíça, Alemanha e Inglaterra, que atuam em segmentos como Inteligência Artificial, HR Tech, Crypto e AdTech, e já têm produto validado no mercado.

Para chegar a esse grupo, o time da BetaGammaRays analisou mais de 100 iniciantes do mundo e que atuam em diferentes indústrias, além de se aproximar de investidores para entender o que procuram no mercado. “Criar esse mix é importante para conectar as empresas aos melhores investidores. Acreditamos no smart-money no early-stage”, explica Kat. A expectativa é que ao menos três investimentos, com ticket médio de 300 mil euros, sejam efetivados.

Para isso, cada startup terá até 5 minutos para o pitch. “Entendemos que é pouco tempo para impressionar o investidor, por isso serão agendadas reuniões entre empreendedores e investidores durante o Web Summit”, acrescenta Silva.

Demoday BetaGammaRays

Data: 4 de novembro
Horário: 17h
Local: Bright Pixel – Rua da Emenda 19, 1200-169 Lisboa, Portugal

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Magazine Luiza é eleita a empresa mais inovadora no relacionamento com cliente

A gigante do varejo Magazine Luiza foi eleita a empresa brasileira que mais inova no relacionamento com cliente. De acordo com a 5ª edição do ranking anual elaborado DOM Strategy Partners, a companhia de Luiza Trajano consegue ‘oferecer ao cliente ações que propiciam desde uma compra mais rápida, mais inteligente em diversos ambientes, até novas experiências de vendas feitas 100% pelo celular’.

A DOM Strategy Partners ressalta que, em seus 60 anos – em especial nos últimos 10, o Magazine Luiza se movimentou sem medo de mudar a lógica de compra do consumidor brasileiro. “Diferente de outras lojas do setor, o Magazine Luiza atacou vertentes importantes de encantamento ao cliente e que não estão fixadas apenas em um ecossistema bem definido de aplicativos ou de outros serviços virtuais”, diz Daniel Domeneghetti, porta voz do estudo e CEO da DOM Strategy Partners.

Segundo o executivo, a marca olha para a experiência de compra do físico ao digital, com a disponibilização de plataformas múltiplas de compra. ” O ‘Magazine Você’ é um exemplo de inovação porque é uma espécie de loja virtual onde qualquer cliente pode criar a sua própria vitrine de produtos para vendê-los. Isso conquista e empodera o cliente”, acrescenta Domeneghetti.

Logo atrás do Magazine Luiza, no ranking deste ano aparece a Nespresso – um salto e uma resposta ao crescente mercado cafeeiro de luxo no Brasil. A Apple e Netflix, símbolos perenes de inovação, aparecem em seguida sinalizadas nesta posição principalmente por continuarem a oferecerem seus serviços digitais.

O estudo “As empresas mais inovadoras no relacionamento com o cliente” mostra como o universo corporativo brasileiro usa atualmente a inovação nas relações através de ações com consumidor final sob o tripé comunicação, transações/vendas e atendimento/relacionamento.

Na prática, a análise materializa em números como as companhias entregam uma melhor experiência de relacionamento ao cliente, avaliando ações estratégias, ofertas de produtos inovadores, interatividade no ponto de contato com o cliente por meio de canais alternativos, colaboração e abordagem online, além da disponibilização de formatos e modelos de atendimento.

A DOM Strategy Partners destaca que a pesquisa não se restringe ao conceito de inovação ligada apenas à tecnologia, mas sim como objeto de fortalecimento no relacionamento da empresa com o consumidor.

Em sua quinta edição, o levantamento avaliou as companhias entre os meses de abril e julho por meio de uma pesquisa com mais de três mil consumidores e informações primárias, tais como releases, relatórios, informações para investidores e dados secundários, leia-se notas, reportagens, matérias, estudos e pesquisas publicas nos últimos 12 meses.

Abaixo, o ranking das 50 empresas mais inovadoras no Brasil

Empresa Segmento Nota

Magazine Luíza

Varejo – Eletro

9,16

Nespresso

Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food

9,15

Apple

Serviços Digitais

9,14

Netflix

Serviços Digitais

9,14

Starbucks

Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food

9,12

O Boticário

Higiene & Cosméticos

9,11

Google

Serviços Digitais

9,11

XP Investimentos

Bancos e Serviços Financeiros

9,09

Hospital Albert Einstein

Saúde

9,09

Porto Seguro

Seguros & Previdência

9,08

Santander

Bancos e Serviços Financeiros

9,07

Itaú Unibanco

Bancos e Serviços Financeiros

9,06

Mercado Livre

Varejo – Varejo Online

9,06

Smart Fit

Varejo – Serviços

9,06

Uber

Serviços Digitais

9,05

Bradesco

Bancos e Serviços Financeiros

9,04

Open English

Educação

9,04

Raia-Drogasil

Varejo – Farmácias e Perfumarias

9,04

Mercedes Benz

Automobilística

9,03

Skinceuticals

Higiene & Cosméticos

9,03

99 Taxi

Serviços Digitais

9,02

Riachuelo

Varejo – Vestuário e Moda

9,02

Ultrafarma

Varejo – Farmácias e Perfumarias

9,02

Nubank

Bancos e Serviços Financeiros

9,02

Chili Beans

Varejo – Óticas, Jóias e Adereços

9,01

Caixa

Bancos e Serviços Financeiros

9,01

Whirlpool

Bens de Consumo Duráveis

9,01

Dr Consulta

Saúde

9,01

Natura

Higiene & Cosméticos

9,01

Youse

Seguros & Previdência

9

Osklen

Varejo – Vestuário e Moda

8,99

Ipiranga

Distribuição de Combustíveis

8,99

Coca-Cola

Alimentos & Bebidas

8,99

Claro

Mídia & Telecom

8,98

Multiplus

Fidelidade

8,97

Wine.com.br

Varejo – Varejo Online

8,97

Carmen Steffens

Varejo – Vestuário e Moda

8,95

3 Corações

Alimentos & Bebidas

8,93

Easy Taxi

Serviços Digitais

8,93

Pizza Hut

Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food

8,93

Banco do Brasil

Bancos e Serviços Financeiros

8,91

Vigor

Alimentos & Bebidas

8,91

Vero Latte

Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food

8,91

Urban Remedy

Alimentos & Bebidas

8,89

Miss Pink

Higiene & Cosméticos

8,86

Madero

Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food

8,86

Bullguer

Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food

8,85

Reserva

Varejo – Vestuário e Moda

8,84

Schutz

Varejo – Vestuário e Moda

8,82

Cabana Burger

Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food

8,82

IBM anuncia os projetos vencedores do Call for Code, desafio global para mitigar efeitos de desastres naturais

A IBM, parceira fundadora do programa Call for Code, e a David Clark Cause, juntamente com os parceiros humanitários Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas e a Cruz Vermelha Americana, anunciam as soluções vencedoras do primeiro desafio global Call for Code.

Call for Code é uma iniciativa de 30 milhões de dólares com duração de cinco anos que conta com o apoio da The Linux Foundation, VC Partner New Enterprise Associates (NEA) e mais de 80 instituições comerciais, humanitárias e acadêmicas, que desafia desenvolvedores e cientistas de dados a criar soluções técnicas escaláveis para os principais problemas sociais que o mundo enfrenta hoje. Em 2018, o desafio foi planejar e responder de forma eficiente aos desastres naturais.

O vencedor do prêmio de 200 mil dólares foi o Projeto OWL, que significa “Organization, Whereabouts, and Logistics (Organização, Localização e Logística). Ela conta com uma infraestrutura de comunicação off-line que fornece a socorristas uma interface simples para gerenciar todos os aspectos de um desastre. A rede física (chamada clusterduck) é formada por dispositivos móveis (ducks) que criam uma malha capaz de enviar comunicações baseadas em fala, utilizando sistemas conversacionais para um aplicativo central. Este aplicativo, que é o sistema de gerenciamento de incidentes de software OWL, usa análise preditiva e várias fontes de dados para criar um painel para os socorristas.

“Uma vez que esta rede de ‘ducks’ é implementada e posteriormente agrupada, os usuários podem acessar os dispositivos por meio de uma interface totalmente intuitiva e contatar os socorristas com uma lista de informações essenciais para eles”, explica Magus Pereira, membro da equipe OWL.

A solução utiliza as mais recentes APIs de IBM Watson Studio, serviços de Watson AI e APIs de Weather Company – todas construídas em IBM Cloud.

“Ao longo de sua história, a IBM apostou na habilidade de pessoas curiosas para melhorar a humanidade com tecnologia inovadora. Além disso, desde a colaboração em Linux e Java até Kubernetes e Hyperledger, a IBM acredita fortemente na importância de trabalhar de forma aberta para que todos possam se beneficiar das melhores ideias “, afirma Bob Lord, Chief Digital Officer da IBM. “Hoje, com a capacidade de processamento de dados em escala com segurança, utilizando ferramentas sofisticadas como inteligência artificial, cloud, blockchain e IoT, os desenvolvedores estão liberando o poder do código aberto da IBM para promover mudanças rapidamente, em mais lugares e de maneiras mais significativas do que nunca”.

O Projeto OWL será implementado pelo IBM Corporate Service Corps. Os membros da equipe, que são de Nova York e da Carolina do Norte, nos EUA, terão a oportunidade de apresentar o projeto para a empresa de venture capital NEA e pleitear um potencial investimento na ideia.

Outros projetos finalistas

Ao ver os danos causados pelo terremoto de 2015 no Nepal, a equipe Post-Disaster Rapid Response Retrofit (PD3R ) de Katmandu e Bogotá, Colômbia, que ficou em segundo lugar, criou uma solução para fornecer às famílias deslocadas acesso imediato aos conselhos de engenharia após um desastre natural. Sua solução é baseada em IA, ensinada por imagens modelo em 3D.

A equipe de São Francisco, Lali Wildfire Detection, criou uma solução para prever a propagação de incêndios florestais em tempo real com o uso de redes de sensores. Inspirado pela experiência em primeira mão de um colega de equipe, que cresceu em meio a incêndios no Equador, o Projeto Lali ficou em terceiro lugar.

O PD3R e o Project Lali receberam, cada um, 25 mil dólares. As três soluções vencedoras também receberão suporte de código aberto de longo prazo da The Linux Foundation.

Mais de 100.000 desenvolvedores e cientistas de dados de 156 países participaram do Call for Code Challenge, criando mais de 2.500 aplicativos.

Entre os jurados do desafio, estão o ex-presidente norte-americano Bill Clinton; Jim Zemlin, diretor executivo da The Linux Foundation; Kate Gilmore, Deputy High Commissioner do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas; Dr. Irwin Redlener, diretor do Centro Nacional de Preparação para Desastres do Earth Institute of Columbia University; Deborah Dugan, diretora executiva RED e Grace Kim, líder de design e pesquisa no Twitter.

5ª edição da Hora do Código acontece no Brasil

Pelo quinto ano consecutivo o Programaê! – iniciativa da parceria entre Fundação Telefônica Vivo e Fundação Lemann – realiza no Brasil a Hora do Código. Entre os dias 5 e 11 de novembro, o público será convidado a participar do movimento, organizado globalmente pela Code.org. A ação acontece em mais de 180 países, já mobilizou 10% de todos os estudantes do mundo e visa aproximar o pensamento computacional e a linguagem da programação do cotidiano de crianças, jovens e adultos.

O site da Hora do Código está de cara nova e tem atividades para todas as idades, reforçando a ideia de que a programação está ao alcance de todos – até de quem nunca programou. O objetivo é incentivar pessoas de todas as idades a praticarem programação por, ao menos, uma hora na semana em que ocorre. São apoiadores da Hora do Código o empresário e filantropo Bill Gates, o ex-presidente Barack Obama, a cantora Shakira, a ativista Malala e o empresário Mark Zuckerberg.

Para participar, basta acessar o programae.org.br/horadocodigo, aceitar o desafio e programar brincando, por uma hora, em trilhas lúdicas e divertidas agrupadas por níveis de conhecimento. É possível praticar a programação em blocos e Javascript, criar páginas na web, animações e muito mais!

Acompanhe os perfis do Programaê! no Facebook e Instagram para ficar por dentro dos vídeos e bate-papos que serão realizados no decorrer da semana da Hora do Código: facebook.com/programaebrasil e @programaebrasil.

Professores

Para oferecer suporte aos educadores que desejam levar a programação para a sala de aula, o Programaê! disponibiliza um vasto acervo com sequências didáticas e planos de aula para vários ciclos do ensino. Recentemente, foi lançado o especial “Programaê!: Um Guia para Construção do Pensamento Computacional” que, desenvolvido sob as habilidades da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), fornece subsídios para que seja discutida a importância da integração do pensamento computacional e da cultura digital ao currículo escolar.