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Como as fintechs podem ajudar no desenvolvimento das PMEs?

Por Dan Cohen

A demanda por crédito das micro, pequenas e médias empresas se mantém aquecida. Dados do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) revelam que no ano passado essas organizações receberam R$ 30,1 bilhões, o mesmo que 44,7% do total desembolsado pelo banco, sendo esse o maior percentual já registrado na série histórica e um aumento de 4% na comparação com 2017. O ano de 2018, no entanto, foi o de pior desembolso de recursos do BNDES desde 2009, com R$ 69,3 bilhões liberados, indicando uma forte prevalência da demanda por crédito pelas menores empresas brasileiras.

Uma pesquisa da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) de julho do ano passado ajuda a entender as principais dificuldades que assolam as PMEs quando o assunto é crédito. Entre 500 empresas paulistas entrevistadas, 44,4% afirmaram ter dificuldades para pagar as parcelas de seus empréstimos, 6,9% tiveram uma redução do limite de crédito após atrasar o financiamento e 70,7% têm alguma dificuldade de relacionamento com o seu banco.

Por outro lado, é importante lembrar que as PMEs são responsáveis por 27% do PIB e pela geração de renda de 70% dos brasileiros no setor privado, de acordo com o Sebrae. Logo, os impactos do endividamento dessa classe de empresas e a falta de crédito para inovação são sentidos pelas indústrias, pelas famílias e no desenvolvimento econômico do País.

Impulsionar a oferta, facilitar o acesso e desburocratizar o crédito para os pequenos e médios empresários têm sido tarefas que as fintechs abraçaram. Na Finpass, por exemplo, em menos de três anos reformulamos nossa marca e escopo de negócio diante do desejo de apoiar os menores empreendedores brasileiros, eliminando maratonas improdutivas aos bancos e ainda contribuindo para o crescimento do Brasil.

Ao promoverem inclusão financeira, as fintechs entregam diversos benefícios para o mercado, entre eles a redistribuição do poder aquisitivo. Essas startups oferecem serviços mais segmentados, logo, conseguem ter mais foco e direcionar sua expertise para uma determinada solução demandada. Suas estruturas mais enxutas também diminuem a burocracia, facilitando adaptações às necessidades dos clientes, assim como, por serem digitais, têm um custo menor. Esse conjunto de fatores ajudou as fintechs a crescerem e, como consequência, o poder financeiro que antes era restrito a algumas instituições foi distribuído para uma nova cadeia de inovação em finanças, chegando mais fácil a quem precisa desses serviços.

Outra transformação que as fintechs estão proporcionando é a inclusão financeira. O acesso a linhas de crédito oferecidas apenas para clientes com um longo histórico de relacionamento com os bancos é uma das restrições do mercado que essas startups agora buscam solucionar, democratizando as oportunidades e incluindo ao sistema financeiro pequenas empresas desbancarizadas.

Novidade no País até pouco tempo atrás, o empréstimo entre pares, ou peer-to-peer lending (em inglês), é uma modalidade de empréstimo coletivo que também foi introduzido pelas fintechs. Esse serviço conecta empresas em busca de recursos financeiros a investidores pessoas físicas que desejam ter mais rentabilidade. Com uma análise de crédito 100% online, as fintechs conseguem viabilizar recursos financeiros com melhores taxas de juros para os tomadores e retornos maiores para os investidores em processos sem burocracia e mais rápidos.

As oportunidades para as PMEs com as fintechs são inúmeras. Cada vez mais os empreendedores poderão obter recursos para capital de giro e para investimentos em inovação e em infraestrutura sem passar pelos bancos tradicionais, mantendo a capacidade de trabalho de suas organizações, gerando empregos e produzindo um mundo mais inclusivo hoje e para o futuro.

Dan Cohen, fundador e CEO da Finpass, marketplace de crédito para PMEs.

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Matera consolida sua expansão internacional

A Matera, empresa de tecnologia para o mercado financeiro, varejista e de gestão de risco, está consolidando sua expansão internacional e irá inaugurar, em junho, seu primeiro centro de desenvolvimento fora do Brasil. Para isso, a cidade escolhida foi Waterloo, no Canadá.

“A escolha do local se deu pela força de trabalho altamente qualificada e pelo ecossistema de inovação ali presente, que permitirá o nosso desenvolvimento sem grandes barreiras”, conta Alexandre Pinto, diretor de Inovação e Novos Negócios da Matera.

Com a expansão, a empresa espera não se limitar ao território canadense, mas aproveitar todos os diferenciais do país para impulsionar e acelerar a conquista de novos clientes também nos Estados Unidos. Com mais de 30 anos no mercado brasileiro e, desde 2003, exportando para os Estados Unidos, a companhia é referência em inovação em plataformas de open banking, conta digital e pagamentos, combinando a disrupção e rapidez das startups com a experiência de instituições consolidadas.

Com operação sólida, que registrou crescimento de 17% apenas em 2018, a Matera conta com mais de 100 clientes em seu portfólio, entre bancos, varejistas e fintechs, e 500 funcionários distribuídos entre os 4 escritórios – Campinas, São Paulo, Niterói e Maringá. A empresa está se preparando para receber investimentos e, com a expansão, abrirá vagas locais.

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Sistema Tasy, da Philips, ajuda a BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo a conquistar certificado de excelência internacional

A BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, um dos maiores polos de saúde privados da América Latina, atingiu o nível máximo de maturidade na adoção e utilização do prontuário eletrônico, que faz parte do sistema Tasy, desenvolvido pela Philips.

A conquista do estágio 7 da HIMSS (Healthcare Information and Management Systems Society) é para suas unidades de negócio Hospital BP e BP Mirante, incluindo a BP Medicina Diagnóstica. Após avaliação feita pela HIMSS, as unidades da BP passam a ser a 7ª e 8ª da América Latina a conquistar o título de instituição 100% digital.

O uso pleno do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) por todos os setores dos hospitais possibilita integração e compartilhamento de informações clínicas e gestão de relatórios e indicadores clínico-assistenciais, mas quem realmente ganha com este processo é o paciente, com mais segurança e uma experiência diferenciada no atendimento.

De acordo com Lilian Quintal Hoffmann, diretora-executiva de Tecnologia e Operações da BP, à medida que se institui um processo de implementação de um sistema, a instituição revisa e adota práticas melhores para os processos, pois o próprio sistema induz a isso. “Ou você tira etapas porque foram automatizadas ou revisa etapas. Aqui na BP utilizamos o Tasy em toda sua potencialidade: para processos administrativos, para controle de projetos de investimento, para os processos de integração com parceiros, para a realização de exames, parceiros de plataformas de comercialização de OPME e também para todas as finalidades do ponto de vista assistencial”, comenta Lilian.

“Ser um hospital digital e receber o certificado nível 7 de adoção do protocolo EMRAM da HIMSS é ter a missão de colocar o paciente e a sua saúde em primeiro lugar. Ao utilizar barreiras, como por exemplo o circuito fechado de medicamentos e ferramentas de suporte à decisão clínica, a BP se concentra em evitar erros, ajudando o seu time na tomada de decisão”, destaca Letícia Baltazar, Diretora Comercial do Tasy no Brasil. “A BP colhe frutos de muito trabalho, comprometimento e dedicação de toda a equipe, nos orgulhamos desta parceria”, conclui Letícia.

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Chega ao Brasil o maior evento de SaaS da Europa

A SaaStock, principal conferência da América Latina para fundadores, executivos e investidores de SaaS, acontece pela primeira vez no Brasil de 23 a 25 de abril, no Maksoud Plaza em São Paulo. O evento que visa aumentar o conhecimento da área e o networking, trará workshops e painéis interativos com grandes empresas como Paypal, Totvs, LinkedIn, Zendesk, Pipefy e outros.

O evento com mais de 12 horas de conteúdo, contará com de mais de 80 empresas de SaaS, oriundas de 10 países, e uma exposição de 10 empresas e 20 startups que mostrarão seus produtos e serviços focados no mercado. A SaaStock espera receber 300 visitantes por dia entre profissionais de SaaS, CEOs e VCs. Confira a agenda completa https://events.saastock.com/latam19/agenda

Durante o evento acontecerá o Startup Program, que busca as melhores startups da América Latina para fazerem parte do seleto grupo que receberá benefícios, além de workshops práticos e encontro com investidores.

SaaStock

Data: 23 a 25 de abril de 2019
Local: R. São Carlos do Pinhal, 424 – Bela Vista, São Paulo – SP, 01333-000
Preço: de US$ 300 a US$ 375 https://events.saastock.com/latam19/page/1380572/get-tickets
Horário: das 9:00 as 17:30

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Prorrogadas inscrições para StartOut Toronto

O StartOut Brasil, programa de apoio à inserção de startups brasileiras nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo, prorrogou as inscrições até hoje, 9 de abril. Os empreendedores interessados em participar da imersão em Toronto (Canadá) devem preencher o formulário no site do programa.

O StartOut Brasil é destinado a startups brasileiras que já tenham tração no mercado doméstico e condições concretas de se internacionalizar, sem comprometer suas operações no país. Para participar, as empresas precisam ter faturamento (de preferência acima de R$500 mil por ano) ou já ter recebido algum tipo de investimento.

O formulário deve ser preenchido obrigatoriamente em inglês, de forma detalhada e apresentando dados corretos e específicos sobre a empresa e mercado alvo. Cada inscrição será inicialmente analisada por avaliadores das instituições organizadoras e as 40 startups mais bem posicionadas serão avaliadas por especialistas no mercado de destino.

Serão selecionadas 15 startups brasileiras que nunca participaram ou fizeram parte de apenas um ciclo do programa e até cinco startups classificadas como graduadas, ou seja, aquelas que participaram de dois ou mais ciclos do StartOut Brasil. O resultado será anunciado no dia 7 de maio.

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4 coisas que não devem ter no seu currículo de jeito nenhum

Falar sobre currículo é sempre um tema inesgotável e por vezes cercado por dúvidas: enviar foto? Exaltar características pessoais? Linguagem técnica ou informal? Segundo uma pesquisa realizada pela Catho com mais de 400 recrutadores, existem alguns itens que realmente não devem aparecer no documento de jeito nenhum.

“Por mais simples que pareça, é muito comum o recrutador receber currículos com número de telefone e e-mail desatualizados. Facilmente esse currículo é descartado, diminuindo as chances desse candidato de participar do processo seletivo e, consequentemente, de ser contratado”, afirma Bianca Machado, gerente Catho.

Com base no levantamento realizado, a Catho fez um ranking com 4 itens que não devem ser colocados no currículo de jeito nenhum:

Dados de contatos desatualizados (74%)

Ocupando a área mais nobre do currículo, o cabeçalho com os dados pessoais do candidato ocupa a base superior do documento e contém os principais meios de contato entre o recrutador e o profissional. Mesmo que pareça óbvio, é muito comum o entrevistador receber documentos com e-mail, endereço e número de telefone desatualizados. Não é à toa que o item ocupa o 1º lugar no ranking. Sem dados de contato, sem chances de contratação.

Fotos inadequadas (70%)

Uma grande dúvida na hora de enviar o currículo é: colocar ou não uma foto? Bem, a resposta é simples. Se a empresa não solicitou o envio, não colocar é a melhor opção, afinal de contas, o objetivo do documento é destacar as qualificações profissionais do candidato. Algumas áreas em específico veem como diferencial o uso da foto. Nesses casos, dê preferência a fotos sóbrias, em formato 3×4, com fundo neutro. E claro, em boa qualidade.

Número de documentos como CPF, RG e CNH (40%)

RG, CPF, CNH, título de eleitor, dentre outros documentos, não são necessários no preenchimento de um currículo. Normalmente só há necessidade desses dados no momento da contratação e não previamente. Logo, não se deve confundir a área de recrutamento de uma empresa com Departamento Pessoal. Além disso, vale ressaltar a importância de se manter em sigilo esses dados pessoais, que em currículo, pode cair em mãos de diversas pessoas.

Características pessoais (21%)

Ambicioso, perfeccionista, dinâmico, dedicado, essas e outras caraterísticas pessoais, muitas vezes, não convencem o recrutador. Busque sempre priorizar informações objetivas, tais como experiência, resultados alcançados e projetos liderados. E claro, aproveite o momento de contato da entrevista para potencializar as habilidades profissionais.

A soma dos itens não totalizam em 100% pois o recrutador, nesse campo da pesquisa, tinha a opção de marcar mais de uma alternativa.

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Pesquisa de salários nas PME’s e Startups revela que homens ganham, em média, 44% a mais que as mulheres

A diferença salarial entre homens e mulheres é historicamente contrastante. Segundo as estatísticas do IBGE de 2018, no geral homens têm a renda mensal 30% maior que a das mulheres. E quando se fala em startups e PMEs de tecnologia, homens ganham, em média, 44% a mais que mulheres, é o que revela uma pesquisa realizada pelo Convenia, um software ideal que auxilia nos processos de departamento de pessoal de pequenas e médias empresas.

Do ponto de vista da diversidade, a pesquisa aponta que ainda há problemas concretos na igualdade salarial entre gêneros, analisando cargos que são comparáveis entre as empresas, é possível observar que a diferença entre os salários de homens e mulheres é mais aguda em cargos de gestão, chegando a 30%. Além disso, a representatividade nas empresas analisadas ainda é extremamente concentrada em jovens (67% até 30 anos) e brancos (70% da base total).

A boa notícia é a meritocracia observada nas empresas analisadas, os dados indicam que, de fato, as startups propiciam uma escalada de carreira mais agressiva do ponto de vista salarial. Enquanto as grandes corporações trabalham com aumento médio de 20% em promoções, promovendo um ritmo de carreira pré-definido, nas empresas de tecnologia esse cenário é diferente, pois os aumentos salariais entre uma função e outra chegam a mais de 150%, indicando que o crescimento de remuneração pode ser muito mais expressivo que em mercados tradicionais.

De acordo com Marcelo Furtado, CEO do Convenia, a primeira edição desta pesquisa pretende fornecer ao mercado um parâmetro das médias salariais praticadas nas Startups e PMEs em diversos níveis e categorias. O objetivo é apresentar aos gestores das empresas de tecnologia o cenário de contratações e remunerações, para que possam se atentar de suas forças e fraquezas em busca de melhorias contínuas.

O que acha de alinharmos algo a respeito? O porta-voz está disponível para entrevistas e em anexo eu caminho o material completo para avaliação.

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Abstartups e Darwin firmam parceria para melhorar mapeamento do ecossistema

A fim de fortalecer o ecossistema e conhecer, ainda mais o perfil dos empreendedores no Brasil, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups),instituição sem fins lucrativos que representa as startups brasileiras , firma parceria com a aceleradora Darwin Startups, que combinará sua base dados a da Abstartups.

A Darwin é a primeira aceleradora a apoiar a Abstartups nessa coleta, cujo objetivo principal é dar um panorama completo e atualizado sobre os players do ecossistema, mapeando as startups e buscando soluções para o setor, a fim de fortalecer e multiplicar a qualidade do que é oferecido em termos de inovação no Brasil.

“Parcerias como essa auxiliam a Abstartups a conseguir informações relevantes e atualizadas sobre o ecossistema brasileiro, colocando o StartupBase como o maior banco de dados de startups da América Latina”, afirma o diretor executivo da Associação, Rafael Ribeiro, que completa: “A partir desse alinhamento, teremos acesso a informações relevantes sobre as startups da aceleradora para alimentar nossa base que, atualmente, cobre pouco mais de 10.700 startups das 15 mil em atividade no Brasil. Nosso objetivo, para um futuro próximo, é conseguir mais parcerias nesse sentido com outras aceleradoras, hubs de inovação e comunidades”.

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Inovaparq e Grupo Tigre lançam programa de mentoria para startups

Com a presença de executivos da Tigre integrantes do Programa Feras 2020, dos empreendedores de 10 empresas encubadas e dos dirigentes do Inovaparq, foi lançado nesta terça-feira, dia 2 de abril, o Programa de Mentoria, com o objetivo de ampliar o leque de benefícios do programa de incubação. O parque, localizado na Univille, procura ser um ponto de aproximação onde orbitam Universidades, Empresas e Governos, de modo a promover um campo de inovação e desenvolvimento sustentável.

“Dentro do Programa Feras 2020, procurávamos novas formas de desenvolver ainda mais nossos executivos, com metodologias inovadoras e que realmente pudessem agregar algo de novo para os profissionais da Tigre. Com este programa de mentoria de startups, os ganhos serão para ambos os lados. Tenho certeza que a interação, a troca de experiencias e conhecimento e o network vão trazer muito aprendizado e crescimento para todos”, afirma Patrícia Bobbato, gerente de Pessoas e Comunicação Interna do Grupo Tigre.

Em parceria com o Grupo Tigre, o programa de mentoria vai auxiliar as empresas incubadas no parque de inovação tecnológica a desenvolver seus negócios, corrigir rota e incrementar o networking. Dez startups foram selecionadas para a primeira fase do programa e cada uma passa a ter suporte de um executivo da Tigre por quatro meses.

“O networking promovido entre as startups do Inovaparq com um profissional experiente de uma companhia multinacional representará a possibilidade do desenvolvimento de competências decisivas para os empreendedores do Parque”, enfatiza o diretor executivo do Inovaparq, Marcelo Leandro de Borba. As startups e mentores terão que apresentar feedbacks mensais, e ao final do programa será realizado um Demo Day, evento para compartilhar os resultados.

O programa de Mentoria faz parte do Feras 2020, onde a Tigre capacita e aprimora seus executivos. Na Mentoria, um profissional mais experiente investe seu tempo e know-how, orientando e dividindo suas vivências e conhecimentos com profissionais mais inexperientes, possibilitando desenvolvimento de ambas as carreiras.

“Esperamos que nossos executivos possam auxiliar os responsáveis pela startup no desenvolvimento de seu negócio, com correções de rota ou networking. Em contrapartida, imaginamos que ele trará o mindset de uma startup para nosso dia-a-dia: sendo mais simples, testando mais rápido, assumindo mais riscos.”, exemplifica Rafael Salomão, Gerente de Inovação e Sustentabilidade da Tigre.

Quem são as startups selecionadas:

4Factory – oferece um Sistema de Execução da Manufatura, baseado na nuvem, especialmente desenvolvido para empresas se adaptem aos desafios da Indústria 4.0.

Conecta Projetos – conecta projetos às empresas, mobilizando recursos para a transformação social

Convenix – plataforma de gestão de benefícios corporativos que permite a empresa ofertar uma gama maior de vantagens a seus colaboradores, com total controle, de forma simples e automatizada.

Onexo – oferece uma plataforma para registro e controle para os processos de produção de alimentos, que podem ser gerenciados a distância e a qualquer tempo.

DBM – desenvolve por meio da nanotecnologia mantas com padrão que imita a matriz extracelular do corpo humano para utilização como curativos.

Keep Eco – Desenvolve embalagem feita de tecido 100% algodão e uma liga de cera de abelhas e outras matérias-primas naturais que serve para manter os alimentos frescos de uma forma ecológica, evitando o uso de descartáveis.

Funcionárias – especialista em ressignificar materiais têxteis que não são mais utilizados, gerando impacto socioambiental, com a identidade cultural de Joinville.

Moralar – cria soluções para problemas de habitação social, executando obras sustentáveis, seguras, adequadas a preço acessível, para famílias de baixa renda.

UpFlux – desenvolve uma plataforma tecnológica que identifica os principais problemas de desempenho e gera alertas quando ocorrem desvios de execução de processo.

Viver – cartão de benefícios para indivíduos, familiares e empresas que buscam uma solução de acesso a saúde de qualidade e reserva financeira em caso de falta de recursos.

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Plug and Play avalia abrir escritório no Brasil e investe em roadshow

A Plug and Play, uma plataforma de inovação global, realizará seu primeiro Fintech e Foodtech Roadshow em São Paulo, Brasil. O evento será realizado no dia 10 de abril e reunirá 200 líderes do setor e empreendedores que lidam com os desafios nas áreas de alimentos e agronegócio, especificamente. A Shawee, startup brasileira capaz de automatizar hackathons, é a empresa responsável por apresentar o ecossistema de startups brasileiro e dar o suporte para a realização do evento. A plataforma foi criada em 2017 e já realizou 150 eventos em 10 estados brasileiros para 40 clientes, entre eles Uber, Itaú, SAP, IBM, Stone, Elo Cartões, Banco Original e outros.

As 20 startups selecionadas pela Plug and Play debaterão o atendimento das necessidades dos clientes conectados; Como trazer inovação para o financiamento rural e agrícola; E como reinventar os modelos de negócios existentes para o público seleto. “Nosso objetivo é introduzir tecnologias disruptivas do ecossistema global”, diz Omer Gozen, vice-presidente de Programas de Alimentos e Novos Materiais e Embalagens de Plug and Play. “O Brasil é um mercado que está demandando e o resultado deste evento fará parte de nossa avaliação de mercado, que poderá levar ao lançamento de um novo escritório em São Paulo”, conclui.

A Plug & Play já possui atuação em cinco grandes corporações brasileiras impulsionando a inovação em diferentes setores. Em serviços financeiros atendem Banco do Brasil e ELO; em Materiais e Energia dão suporte à Braskem e Gerdau; E no setor de saúde, dão suporte ao Hospital Israelita Albert Einstein.

Com uma base de 12 mil usuários cadastrados em sua plataforma, a Shawee, que está auxiliando na conexão com a comunidade desenvolvedora e empreendedora no Brasil, está dedicada desde setembro ao seu processo de internacionalização e contou com a parceria institucional da Plug & Play. “Nós nos apresentamos e nos conectamos rapidamente. Estar no Vale está sendo um grande aprendizado para nós e perceber que players como a Plug and Play estão interessados em conectar startups com corporações brasileiras mostra que o momento é bom para o Brasil e que realmente existem grandes oportunidades”, avalia Rodrigo Terron, CEO da Shawee.

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Faster Capital busca investidores no Brasil interessados em financiar startups

A FasterCapital ajuda aos investidores a terem acesso a startups promissoras e com grande potencial de crescimento, de forma certificada e garantida. A empresa já investiu cerca de 13 milhões de dólares em mais de 25 startups em todo o mundo. A empresa promove várias rodadas de financiamento por ano durante as quais são selecionadas startups que podem ser aceleradas ou incubadas.

A incubadora possui mais de 200 startups criativas e de altíssimo potencial de expansão que buscam levantar capital. Os investidores terão prioridade sobre os convites para eventos e analisarão apenas as startups que são adequadas para o que estão procurando (geografia, estágio, indústria).

De acordo com Marcelo Madeira, representante da FasterCapital no Brasil, a incubadora tem um modelo único chamado co-financiamento e co-fundação, que permite que empreendedores não-técnicos criem suas startups com investimentos da ordem de 200 mil a dois milhões de dólares e/ou recebam ajuda com investimentos na criação ou no desenvolvimento de seus produtos.

Programa de Aceleração

No programa de aceleração, a startup pode usar os recursos fornecidos pela FasterCapital, como orientação, estudo de marketing, estudo de viabilidade, consulta técnica, novos canais de vendas e financiamento. Para financiamento, a incubadora ajuda a startup a melhorar a forma como ela se apresenta e também promove a apresentação das startups às suas redes de investidores. Caso haja interesse por parte dos investidores, os fundadores das startups recebem uma ligação direta desses investidores. Nosso programa de aceleração, é fornecido um contrato não exclusivo para startups, ou seja, os empreendedores ainda podem levantar capital por conta própria.

Programa de Incubação

Esse programa envolve apoio aos empreendedores não-técnicos a construírem uma startup bem-sucedida, permitindo que os fundadores dessas startups se concentrem em outras áreas importantes, como refinar seus produtos ou serviços, dar foco no desenvolvimento de negócios, vendas e outras atividades importantes. O programa também está aberto para empreendedores técnicos que não têm uma equipe completa para construir seu produto. Neste caso, a FasterCapital trabalha em seu modelo único: co-fundador e co-financiamento. Atuar como co-fundador não se limita apenas ao desenvolvimento, mas sim ao pensamento sobre a startup, seu mercado, produtos e como é possível melhorar as chances da startup ter sucesso e gerar renda.

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Empresário cria plataforma para apurar situação de desvios de recursos e corrupção nas empresas e setor público

Com o objetivo de ajudar as companhias brasileiras a fomentar uma cultura baseada em princípios e valores éticos e íntegros, envolvendo seus mais diversos públicos, nasceu o PCI – Portal Confidencial Independente, idealizado pelo CEO da SP Auditores, João Vieira Uchôa Filho. A plataforma, que pode ser acessada de qualquer lugar e a qualquer hora, atende tanto o público interno quanto o externo, aderente aos requisitos da Lei Anticorrupção, em vigor desde agosto de 2013.

É regulamentada pelo Decreto nº 8.420, de 18/03/2015, que dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira, que estende a responsabilidade aos seus dirigentes, administradores ou qualquer pessoa que seja autora, coautora ou participante do ato ilícito.

Pesquisa realizada pela Deloitte em parceria com a ICC Brasil, revelou que, em 2018, apenas 46% das empresas adotavam medidas de compliance. A expectativa é que esse percentual chegue a 65% até 2020. Os principais fatores que motivam a implementação de tais medidas são a preocupação com o risco de imagem e a sustentabilidade do negócio.

Programa de Integridade nas empresas – Marco para o País

O Decreto nº 8.420 representa um importante avanço ao determinar a implantação de um Programa de Integridade pelas empresas envolvidas com administração pública nacional ou estrangeira, que garanta, entre outros parâmetros:

– O comprometimento da alta direção da pessoa jurídica, incluídos os conselhos, evidenciado pelo apoio visível e inequívoco ao programa.

– Padrões de conduta, código de ética, políticas e procedimentos de integridade, aplicáveis a todos os empregados, administradores, fornecedores, prestadores de serviço, agentes intermediários e associados, entre outros.

– Independência, estrutura e autoridade da instância interna responsável pela aplicação do programa de integridade e fiscalização de seu cumprimento.

– Canais de denúncia de irregularidades, abertos e amplamente divulgados a funcionários e terceiros, e de mecanismos destinados à proteção de denunciantes de boa-fé.

– Medidas disciplinares em caso de violação do programa de integridade.

“A nova lei, finalmente, fecha uma lacuna no ordenamento jurídico do País ao tratar diretamente da conduta dos corruptores”, diz Uchôa.

A Controladoria-Geral da União (CGU) é responsável grande parte dos procedimentos como instauração e julgamento dos processos administrativos de responsabilização e celebração dos acordos de leniência no âmbito do Poder Executivo Federal. O Programa de Integridade nas Empresas deve ser estruturado, aplicado e atualizado de acordo com as características e riscos atuais das atividades de cada pessoa jurídica.

Portal Confidencial Independente

Após dois anos de muita pesquisa e aperfeiçoamento técnico, a plataforma PCI começou a ser comercializada em 2015, e continua a ser aprimorada. Atende desde pequenas e médias empresas até conglomerados, de todos os setores, contando, atualmente, com clientes nas áreas industriais, serviços, agronegócios e transporte.

Além da entrega de uma metodologia/modelo exclusivo no mercado, o objetivo é garantir a eficácia e credibilidade no processo de gestão de dados do início ao fim, garantindo a confidencialidade dos usuários.

“O PCI é mais que um canal de denúncias ou um 0800. É uma ferramenta diferente do que as empresas estão acostumadas a ver e ter no mercado. O PCI gerencia o recebimento de denúncias, sugestões e reclamações feitas por colaboradores e de apenas denúncias feitas por agentes externos (acionistas, clientes, fornecedores, concorrentes, servidores públicos, familiares etc) e faz a averiguação e o parecer do caso. Com o desfecho e dados estruturados, a empresa tem mais poder de decisão.”, diz o executivo.

Uchôa explica também que, por propiciar total anonimato e isenção aos seus usuários, a plataforma ajuda a inibir/mitigar situações de desvios de recursos (fraudes), corrupção, assédio moral e sexual, entre outros comportamentos, porque qualquer pessoa pode fazer uma denúncia, pois assegura que os fatos serão apurados e solucionados, com isenção e discrição, preservando o anonimato do denunciante e a confidencialidade dos fatos relatados.

“Os responsáveis sofrerão as sanções pertinentes independente de cargo, posição, grau de parentesco e relacionamento, mediante total independência na condução e apuração dessas situações. Isso possibilitará uma aplicabilidade efetiva da valorização dos conceitos de ética e transparência, ainda que para atender a legislação. Caso essas mudanças não ocorram, as empresas que já conduzem a ética como um valor efetivo, e não figurativo, colherão antecipadamente os frutos em relação aos seus concorrentes, funcionários, acionistas, consumidores locais e do exterior”, explica o especialista em auditoria interna.

Uchôa sinaliza, ainda, que a Lava Jato ajudou a implantar uma nova consciência, assim como contribuiu para a quebra de paradigmas na cultura das empresas. No entanto, muitas empresas ainda a encaram como um mero cumprimento da legislação e adotam simplesmente uma estrutura simples para cumpri-la. “Elas contratam uma empresa independente para ser o meio de recepção das mensagens, mas o processo de análise e condução de uma denunciada é realizado por empregados da própria empresa, o que por si já expõe o processo ao risco de conflito de interesses, uma vez que o denunciado pode ser alguém próximo ou até mesmo um parente”, justifica.

Para saber mais sobre a plataforma, acesse: http://www.solucaoeperformance.com.br/conheca/portal

Fintech Conference reúne especialistas do setor mais poderoso das startups

As fintechs, startups de tecnologia voltadas para o mercado financeiro, ganharam milhões de clientes por desburocratizarem e agilizarem o acesso a produtos e serviços financeiros. Para compreender o novo cenário financeiro do Brasil e do mundo, a StartSe, empresa de educação continuada e o maior ecossistema de startups do Brasil, e a ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs) promovem, em 22 de maio, a Fintech Conference em São Paulo.

O maior evento do setor da América Latina reunirá os maiores players e empresas do segmento para apresentar as principais tecnologias e oportunidades de mercado para empreendedores, investidores e profissionais. O evento será palco para exposição do ecossistema de tecnologia financeira e debates sobre o impacto positivo gerado por essas empresas no mercado nacional.

O Brasil é destaque entre os países da América Latina tanto em quantidade, quanto na qualidade das fintechs. As oportunidades são imensas: 694 fintechs atuam no Brasil, segundo a ABFintechs. O Nubank é só um exemplo de sucesso de startup que entendeu o mercado em um país onde quase metade da população é desbancarizada. Por focarem em segmentos específicos, de forma nichada, as fintechs conseguem oferecer alta performance com custos reduzidos. Tanto que 12% das fintechs brasileiras faturam mais de R$ 10 milhões por ano, segundo pesquisa da ABFintechs em parceria com PwC Brasil (PricewaterhouseCoopers).

Mais de R$ 1 bilhão foi investido nessas empresas ao longo de 2018 e 41% das fintechs ainda aguardam financiamento, o que mostra o potencial desse mercado. Mesmo os bancos de varejo já começam a incorporar o “espírito fintech”, com investimentos pesados em inteligência artificial e processos ágeis. Das 250 maiores fintechs de 2018 em todo o mundo, 30 delas (12%) se tornaram unicórnios (valor de mercado acima de US$ 1 bilhão), e quatro dos cinco unicórnios que alcançaram este patamar no Brasil em 2018 são fintechs. Em 2019, há espaço para muito mais.

Fintech Conference, da StartSe e ABFintechs.

Quando: 22 de maio, das 9h às 18h.

Local: Promagno Centro de Eventos.

Endereço: Avenida Professora Ida Kolb, 513 – Jardim das Laranjeiras. São Paulo/SP.

Ingressos: http://bit.ly/2CvuOTk

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Inteligência Artificial: Brasil pode ser palco de grandes mudanças no setor

Por Bruno Henriques, VP de Inteligência Artificial da Movile

A Inteligência Artificial é um tema que está cada vez mais em evidência, já que este avanço da tecnologia traz sistemas que tomam decisões cada vez mais precisas, similares e às vezes melhores que humanos. Ou seja, os avanços tecnológicos agora permitem trabalharmos com uma quantidade imensa de dados que, por consequência, nos levam a um ganho de eficiência nas nossas atividades do cotidiano. A evolução é tão grande que muitos consideram estarmos vivendo uma nova “revolução industrial”, em que a nova fonte de energia são os dados.

Para 77% dos brasileiros, a Inteligência Artificial se tornará parte do cotidiano, de acordo com o levantamento Trends 2.0″ da Crowd DNA de setembro de 2018. Sendo assim, muitas empresas já começaram a investir no ramo e o Grupo Movile é uma delas.

Acreditamos que a Inteligência Artificial será a força motriz para as principais mudanças em todas as indústrias no mundo, seja para trazer mais produtividade e eficiência para os negócios, ou para tornar a relação das empresas com os consumidores super-personalizadas. Por isso, nosso objetivo como Grupo é liderar esse movimento na América Latina, sempre com o foco voltado para a inovação e pessoas. Seguiremos no caminho de revolucionar nossos negócios com o uso de aprendizado de máquina cada vez mais humanizado para um completo atendimento aos clientes, além de aplicar novos aspectos tecnológicos e criar oportunidades para empresas e seus consumidores.

Com a Inteligência Artificial, queremos ser referência nacional e internacional, avançando principalmente nas áreas de food tech, logística urbana, personalização e melhorias do serviço ao cliente e pagamentos. Tudo isso porque queremos revolucionar o universo da comida com tecnologia e gerar um impacto positivo.

Sabemos que há muito o que explorar quando se fala de Inteligência Artificial, principalmente no lado da eficiência com algoritmos e gerenciamento de dados – como nas previsões de tempo de entrega e recomendações personalizadas. Por isso, buscamos inspirações de todo o mundo e elevamos nossas expectativas para avançar mais rápido e oferecer melhores experiências aos nossos clientes usando a tecnologia. Estamos dispostos a trabalhar para realizar o nosso sonho de impactar a vida de 1 bilhão de pessoas.

Bruno Henriques, VP de Inteligência Artificial de Grupo Movile.

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Equinix destaca 4 premissas que os líderes precisam saber sobre IoT

Com o crescimento no número de dispositivos conectados e o avanço da Internet das Coisas (IoT), as implicações socioeconômicas desta mudança no cenário de tecnologia estão ganhando mais atenção também dos líderes de negócios, à medida que tentam encontrar o equilíbrio entre o aproveitamento e a proteção da explosão de dados de bilhões de dispositivos. Pensando nisso, a Equinix, empresa global de interconexão e data center, destaca quatro premissas que os líderes de negócios precisam saber para terem sucesso nos projetos de IoT (Internet das Coisas).

1 – Os ecossistemas são o cerne da Internet das Coisas

A IoT é alimentada por ecossistemas. Um único dispositivo de IoT fabricado por uma empresa depende de dados e informações externas para funcionar. Esses dados e informações, muitas vezes, vêm de um ecossistema de ponta a ponta, que requer a participação e a integração de tecnologias e/ou serviços de várias empresas. Um dispositivo de navegação pode, por exemplo, depender de dados provenientes de diferentes parceiros, como dados de tráfego, meteorológicos ou até possíveis acidentes. O dispositivo capaz de fornecer a inteligência necessária para processar esses dados terá vantagem competitiva sobre os demais.

Muitas implementações de Internet das Coisas de grande escala podem envolver interações entre mais de uma dúzia de agentes, com um ou vários ecossistemas. Quando estes ecossistemas parceiros são estabelecidos estrategicamente, uma organização pode implementar e gerenciar sistemas de IoT completos para gerar vantagem competitiva mais facilmente. E à medida que sistemas de IoT se tornam mais sofisticados e especializados, as interdependências entre os agentes de ecossistemas de IoT têm se tornando cada vez mais vitais e complexas. Participar de um ecossistema de IoT pode trazer muitos benefícios para as empresas, tais como velocidade de inovação, diferenciação competitiva, alcance de mercado, time-to-market e criação de valor.

2 – Há ouro em todos esses dados de IoT

Atualmente, a internet das coisas colabora com a criação de grandes volumes de dados todos os dias. Imagine a quantidade de informações gerada e usada por, digamos, um veículo autônomo. Ou considere quantos dados você gera em um dia, caso tenha habilitado o serviço de localização em seu dispositivo móvel.

À medida que o volume de dados de IoT cresce, outros aplicativos ou funções se beneficiam desses dados. Por exemplo, o equipamento de perfuração marítima em uma plataforma offshore analisa a profundidade, velocidade, ângulo, temperatura, pressão principal e outros dados operacionais. Isso é útil para gerenciar essa operação de perfuração em particular. No entanto, esses dados se tornam ainda mais valiosos quando combinados com dados de centenas de outras operações de perfuração. Por meio da análise de informações, operadores podem prever e otimizar o desempenho de perfurações em locais ou ambientes semelhantes.

Combinar dados de diferentes fontes fornece uma visão ainda maior, que pode beneficiar vários participantes no ecossistema – operadores, fabricantes, equipe de manutenção e outras empresas do setor. Quanto maior o volume de informações, mais valioso se torna o dado. Muito do valor da IoT provém da interconexão de dispositivos, processamento e armazenamento no nível físico, e das inúmeras aplicações e serviços que transformam os bits em informação. Estes dados adquirem ainda mais valor quando compartilhados com segurança com partes legitimamente interessadas.

Então, como o valor das informações vem crescendo, torna-se ainda mais importante capturar, gerenciar e compartilhá-las com segurança. As abordagens anteriores para gerenciamento de dados não são mais adequadas para lidar com o volume, a diversidade e a interconectividade que caracterizam a Internet das Coisas. Gerenciamento centralizado e infraestrutura escalável são necessários para implementar estratégias de gestão de dados eficazes, que podem lidar com desafios de escala, gravidade, integração e segurança de dados de IoT.

3 – Os dados de Internet das Coisas precisam de proteção especial

Com a importância do papel da IoT em nossas atividades diárias, preocupações com roubo de dados, interrupção de serviços e aquisição de equipamentos críticos se tornam mais consequentes. Os grandes volumes de dados gerados combinados com o crescente número de dispositivos conectados tornam a segurança da IoT um enorme desafio. Modems e roteadores são o alvo principal de ataques à IoT, sendo a falta de segurança, senhas fracas, negligência na correção de vulnerabilidades e apropriações de atualizações de software os meios mais comuns de entrada.

4 – Conscientização contextual melhora os resultados da IoT

A conscientização contextual é a capacidade de um determinado aplicativo acessar informações sobre um ambiente físico e automaticamente adaptar seu comportamento adequadamente em tempo real. Um sistema contextualmente consciente é capaz de detectar – e antecipar – circunstâncias novas no ambiente e reagir a elas em tempo real, com a resposta certa.

Quando aplicada de forma eficaz, a conscientização contextual define o intervalo de resultados ou comportamentos que a Inteligência artificial deve sugerir, estreitando o campo de resultados possíveis. Isto é particularmente importante em aplicações de Internet das Coisas, nas quais comportamentos específicos devem ser alcançados rapidamente, com o mínimo de processamento de dados e uso de energia. E com o crescimento exponencial de conjuntos de dados, essa também é uma maneira barata de criar soluções de Inteligência Artificial mais rápidas e precisas. Quanto maior o contexto, maior o valor dos dados.

Os avanços nos dispositivos conectados à IA e à IoT estão ultrapassando os limites entre os mundos físico e digital e possibilitando que a tecnologia seja um importante propulsor da transformação. Desta forma, líderes de todo o mundo estão explorando as maneiras pelas quais a tecnologia, inteligente e interconectada, pode ajudar a resolver os desafios macroeconômicos, beneficiando a indústria e a sociedade.

Portanto, para que o ecossistema de IoT trabalhe de maneira eficiente, os líderes de negócio devem considerar uma base de interconexão direta e segura que possa fornecer o desempenho, a escalabilidade e a segurança necessárias para construir um mundo mais inteligente. As práticas recomendadas para uma IOA (Interconnection Oriented Architecture, a Arquitetura Orientada à Interconexão) permitem o tipo de interação segura e em tempo real entre pessoas, locais, nuvens, dados e coisas para conectar todos esses pontos na Edge digital.

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Programa TechD abre chamada para startups, empresas de TI, grupos de pesquisa e consórcios

A Softex, em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), anuncia a abertura da chamada pública de inscrições para startups, empresas de TI, grupos de pesquisa e consórcios de empresas interessados em participar do Programa TechD de apoio a tecnologias emergentes focadas em quatro linhas temáticas: IoT, Saúde, Energia e Mobilidade.

Com recursos da ordem de R$ 18 milhões, sua missão é fazer a ponte entre o universo empreendedor e o de pesquisa por meio da integração e da maior convergência entre startups, centros de P&D, universidades e empresas já consolidadas no mercado. A meta é apoiar no mínimo 30 projetos, dos quais 14 devem ser das regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste.

Já foram firmados 22 acordos com Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs), universidades e centros de P&D distribuídos por 13 estados que proverão suporte tecnológico aos projetos selecionados e 36 empresas de grande e médio porte para teste das tecnologias que serão desenvolvidas neste contexto de inovação aberta.

Nessa chamada do TechD, startups, empresas de TI, grupos de pesquisa e consórcios de empresas também deverão apresentar uma estratégia para ampliação de mercado nacional e internacionalização. O Programa visa proporcionar parcerias internacionais para aprimoramento da tecnologia e desenvolvimento de negócios fora do país.

O programa prevê a concessão de recursos de até R$ 500 mil de subvenções somados a possíveis investimentos de até 2 milhões que as empresas já habilitadas aportarão por projeto de tecnologia selecionado.

“Ao estimularmos negócios inovadores alinhados às novas tendências tecnológicas estamos colaborando simultaneamente para fortalecer o ecossistema de startups nacional e, também, o de inovação e pesquisa. Somente dessa maneira tornaremos o país menos dependente de tecnologias internacionais e mais competitivo no mercado global”, explica Diônes Lima, vice-presidente da Softex.

O executivo destaca que o TechD aproveita a tendência de inovação aberta e a capilaridade da entidade para fomentar por todo o país o desenvolvimento de tecnologias com maior valor agregado. “Queremos potencializar o uso das tecnologias para fomentar a transformação digital nas empresas que irão testá-las, trazendo potenciais clientes para empreendedores e pesquisadores, além de promover sua consolidação no mercado nacional e sua internacionalização. Os Centros de P&D têm papel fundamental no desenvolvimento tecnológico e se beneficiam dos novos negócios que o programa lhes proporcionará. Outro objetivo é transformar em negócio a pesquisa aplicada realizada pelas universidades. O TechD tem ainda a proposta de auxiliar as startups, empresas de TI, grupos de pesquisa e consórcios participantes a se estabelecerem no mercado de forma mais consistente e escalável”, conclui.

Para a sua realização, o TechD conta com as parcerias estratégicas da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

A íntegra do edital para as startups, consórcios, empresas de TI e pesquisadores está disponível para consulta no endereço https://techd.softex.br/

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Grandes empresas querem funcionários com espírito empreendedor, aponta pesquisa

O espírito empreendedor é uma competência cada vez mais exigida pelas grandes empresas. Essa é uma das conclusões do artigo “The Competencies Managers Need – Do Companies and Business Schools Speak the Same Language?” (As Competências que os Gerentes Precisam – As Empresas e as Escolas de Negócios Falam o Mesmo Idioma?), assinado pelos professores da Escola Superior de Empreendedorismo Sebrae-SP (ESE), Fabíola Sarubbi Marangoni, Eduardo Pinto Vilas Boas, Fernando Nascimento da Silva e Ana Lúcia Pedrazzi.

O paper foi aprovado na seleção do mais importante congresso de gestão mundial, Academy of Mangement, superando várias das principais escolas de negócios do Brasil e do mundo. Os professores da ESE irão apresentá-lo em Boston, nos Estados Unidos, entre 9 e 13 de agosto. O estudo, baseado na tese de doutorado de Marangoni defendida na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA – USP), compara e analisa as competências desenvolvidas nas escolas de Administração e as compara com aquelas exigidas pelas grandes empresas que mantêm programas de trainee.

O empreendedorismo foi uma das competências mais bem avaliadas pelas empresas. A educação empreendedora está se expandindo no campo da pesquisa acadêmica, refletindo sua crescente importância tanto para as universidades quanto para as pessoas que pretendem administrar seus próprios negócios. “Na ESE, o empreendedorismo é conceito transversal ao longo do curso de Administração, permeando todas as disciplinas e norteando a formação do aluno”, explica Marangoni.

Outros fatores identificados como importantes para as empresas são saber construir relações pessoais, trabalho em equipe, compromisso com os valores da companhia, autoconfiança e atuação profissional ética. Uma das surpresas da pesquisa foi que algumas competências identificadas na literatura como fundamentais ao administrador, como pensamento crítico e criatividade, figuraram entre as menos valorizadas pelas empresas que participaram do estudo.

Mas a estudiosa ressalta que as competências exigidas dos trainees pelas empresas não “são as únicas que merecem atenção nos cursos de administração, porque as exigências mudam em cada etapa da carreira profissional e da área de atuação”. Os pesquisadores coletaram dados entre alunos dos melhores cursos de administração do Brasil e tabularam as informações com as competências identificadas como essenciais nos processos seletivos de organizações que possuem programas de trainee.

Antes de ser uma competição, o mercado empreendedor pode ser uma corrida de revezamento

Por Marcus Rossi

Hoje, nós vivemos em uma era em que todos os mercados são capazes de dialogar de diversas formas, desenvolvendo e consolidando parcerias. Nesta lógica, é muito comum vermos os grandes empreendedores do mercado tradicional em um mesmo grupo, os de tecnologia em um outro grupo e assim por diante. No entanto, é preciso dar mais força para um movimento que já se vê crescendo aos poucos: as comunidades.

O surgimento dessa iniciativa proporciona o crescimento e o desenvolvimento de toda a economia, além de permitir a troca de experiências entre empresários que vivem diferentes realidades. A formação de comunidades é essencial para favorecer o surgimento de novas ideias e até mesmo parcerias, como tem ocorrido entre grandes empresas e startups, por exemplo.

Em uma comunidade, é essencial que estejam públicos de todas as pontas, que vão desde empreendedores, incubadoras, aceleradoras, acadêmicos, associações e representantes do governo, para que haja realmente uma troca de experiências e atribuições. Tudo em prol de um objetivo em comum, a inovação e o crescimento de todos.

Interagir com fontes de conhecimento é outro fator importante dentro desses grupos. No Brasil ainda é muito forte a ideia de medo da concorrência, afinal, se eu estiver compartilhando um contato que é meu com outro empreendedor, posso perder dinheiro ou oportunidades de negócios, certo? Errado! Quanto mais as pontas das minhas redes de contato estiverem interligadas, maiores são as chances de se obter benefícios.

É claro que temos um potencial imenso e o caminho é um só: confiarmos mais no nosso trabalho e nas empresas que levantam a bandeira do empreendedorismo brasileiro. Unir forças é o que pode fazer as organizações irem longe. Antes de ser uma competição, o mercado empreendedor pode ser uma corrida de revezamento: diversas marcas correm juntas em um mesmo sentido e defendendo um mesmo ideal. Pense nisso!

Marcus Rossi, CEO da Summit Hub, empresa que busca revolucionar e impulsionar o ecossistema de startups no Brasil.