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Grupo Movile lança nova edição de curso gratuito de tecnologia

Estão abertas as inscrições para mais uma edição do Movile Next, iniciativa criada pelas empresas do Grupo Movile para capacitar profissionais na área de tecnologia. “Queremos contribuir para fortalecer as comunidades e acelerar a formação de profissionais de tecnologia de alto nível”, afirma Matheus Fonseca, Analista de Employer Branding do Grupo Movile.

A 4ª edição do curso será composta por duas turmas, uma delas será voltada para Desenvolvimento Backend e outra para Inteligência Artificial, sendo a última em parceria com o Data Bootcamp, e cada uma com 15 vagas. O curso é totalmente gratuito, acontecerá em São Paulo e as inscrições vão até 07/07. Para participar, basta se inscrever pelo site movile.com/next e aguardar a seleção. O curso já formou 135 participantes em edições anteriores e recebeu mais de 1.500 inscrições.

As aulas acontecerão aos sábados com início para 27/07 e término no dia 17/08, no escritório do iFood em Osasco. Além das 32h de carga horária com instrutores extremamente qualificados, os participantes terão acesso a atividades e conteúdos complementares ao longo da semana e contato com muitos profissionais de todas as empresas do Grupo.

Durante o curso, os alunos terão a possibilidade de praticar os conhecimentos com cases reais do Grupo Movile, além de acompanhar apresentações dos times de tecnologia de empresas da holding, como iFood, Sympla, Wavy e PlayKids.

A iniciativa criada pelo Grupo quer dar a oportunidade de acelerar a carreira de profissionais de tecnologia e ajudar a capacitar talentos cada vez mais preparados para o mercado.

O Grupo Movile, é líder em marketplaces móveis e tem como objetivo melhorar a vida de 1 bilhão de pessoas por meio de seus apps. Com um crescimento anual médio de 60% nos últimos 8 anos, a empresa tem a tecnologia e a inovação em seu DNA, e acredita em seus avanços para criar soluções cada vez mais completas para seus usuários.

Gofind é reconhecida como uma das startups que mais contribuem para a gestão do varejo no mercado de alimentação

A Gofind está entre as startups brasileiras que estão inovando no mercado de Alimentação, segundo o relatório Food Techs – o panorama das startups brasileiras na cadeia da Alimentação. Elaborado pelo Liga Insights, em parceria de Derraik & Menezes, IGC Partners, Ambev e Cargill, o documento agrupou 332 empresas nascentes em 16 categorias, como Alimentação em Casa e no Trabalho, Informação e Orientação, Logística e Entrega, Marketplace de Alimentos e Delivery, Novos Canais de Vendas e Reaproveitamento de Resíduos e Descartes.

Com o localizador de produtos que utiliza algoritmos de Inteligência Artificial, para que as marcas possam mostrar a seus consumidores quais são os pontos de venda nas proximidades que possuem determinado produto em estoque, a Gofind está entre as startups de destaque na categoria Gestão do Varejo, que elencou as soluções que auxiliam na gestão dos PDVs de restaurantes, bares e outros estabelecimentos conectados à alimentação.

Além do mapa com as startups brasileiras que estão entregando valor para a cadeia da alimentação, o estudo apresenta cases de startups e corporações que estão buscando inovação e gerando negócios, entrevistas com profissionais, especialistas e empreendedores no setor, expondo suas visões sobre inovação na alimentação e as principais tendências do segmentos de Food Techs nos próximos anos.

O levantamento completo pode ser acessado no link insights.liga.ventures/estudos-completos/foodtechs/?utm_campaign=foodtechs_lancamento&utm_medium=email&utm_source=gofind

Primeira aceleradora de startups de hardware do Brasil abre inscrições

Considerada a melhor aceleradora do Brasil em 2018 pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups), a Darwin Startups cria sua primeira spin-off, a primeira aceleradora de startups de hardware do país, a HARDS. Negócios em estágio early-stage podem se inscrever para participar do HARDS Factory, programa de pré-aceleração equity-free, que faz parte do processo de seleção para a aceleração. As inscrições estão abertas e seguem até 09 de agosto, exclusivamente pelo site www.hards.com.br. O início do Hards Factory ocorrerá em setembro deste ano.

Segundo Marcos Buson, diretor do programa, além do time de mentores especializados em manufatura e distribuição, a aceleradora também fará aportes financeiros em troca de participação nas empresas. “Os benefícios vão desde suporte a captação de recursos via editais de fomento e incentivos fiscais, até acesso a laboratórios de prototipagem e a uma infraestrutura completa para fabricação de lotes pilotos, tudo isso no mesmo prédio” , destaca Buson. São parceiros da aceleradora a Fundação CERTI, a Federação das indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e a PRODUZA S/A, especializada em montagem de placas eletrônicas em pequenas e grandes séries. A HARDS divulgou a criação de um veículo de investimento de R$ 10 milhões para essa operação – os recursos ainda estão sendo captados pela aceleradora.

Para José Eduardo Fiates, diretor da FIESC e Superintendente da CERTI, as startups de hardware terão chances de captar recursos via subvenção econômica, com o apoio da aceleradora. “Por muitos anos na CERTI fomos capazes de desenvolver projetos para utilizar recursos de editais e benefícios fiscais que apoiam pesquisa e desenvolvimento especialmente de hardware. Temos convicção que podemos transportar essa experiência ao programa e auxiliar ainda mais os empreendedores a desenvolver e escalar seus produtos”.

Origem da HARDS — Desde 2015, Florianópolis conta com uma aceleradora, o Darwin Startups, como parte do ecossistema e das iniciativas da Fundação CERTI. De acordo com o fundador Marcos Mueller, “o modelo Multi-Corporate Venture com diversos players protagonistas em seus segmentos tornou o Darwin referência nacional. Nosso modelo de investimento é baseado na conexão e impulsionado em grandes corporações que fazem parte do grupo de investidores, são eles: Neoway, Grupo J. Safra, RTM, TransUnion e B3”.

Incentivadores do ecossistema de hardware em SC — Para Carlos Fadul, CEO da PRODUZA, o desenvolvimento de hardware possui desafios, principalmente no início e na escala do negócio. “O ecossistema de Florianópolis, os incentivos já disponíveis em âmbito municipal, no estado e no país, além da experiência em fabricação de placas de circuito classe mundial, tornam a capital catarinense o cenário propício para estimular startups de hardware”, salienta.

A Fundação CERTI desenvolve em longa data pesquisas, produtos e serviços baseados em hardware, com diversos parceiros: Embraer, Samsung, Philips, Petrobras entre outros. Sendo uma unidade EMBRAPII, também é referência em captação de recursos por editais de fomento e projetos que se adequam a incentivos fiscais, entre eles Lei de Informática. Fazendo também parte do arranjo a PRODUZA, referência no desenvolvimento de placas, com uma linha de produção que abrange desde a fabricação até o acompanhamento dos testes para homologação de órgãos reguladores como Inmetro e Anatel. Todos esses parceiros da HARDS irão oferecer benefícios para as startups selecionadas no programa. A aceleração irá funcionar no Instituto da Indústria, localizado no Sapiens Parque, em Florianópolis, Santa Catarina.

Inscrições HARDS – Primeira aceleradora para startups hardware do Brasil

Período de inscrições: de 01/07 a 09/08/2019.

Site para inscrições: www.hards.com.br

Mercado de infoprodutos cresce e gera oportunidade para quem quer empreender

Com o crescimento e expansão da internet, ela se tornou uma excelente ferramenta para quem quer empreender. É uma oportunidade para aqueles que querem começar o próprio negócio e com um investimento baixo. E um dos negócios mais promissores é o mercado de produtores e afiliados digitais que realiza a comercialização de infoprodutos.

Produtores são as lojas virtuais e afiliados são os usuários que usam as redes sociais, blogs e sites para divulgar produtos e serviços. Afiliado é alguém que, ao promover, divulgar e indicar determinado produto, recebe uma comissão por isso. Geralmente, isso ocorre quando a venda é efetivada, mas também existem casos em que a pessoa recebe por conversão e até mesmo cliques.

E a mercadoria que o afiliado divulga é o infoproduto. Ele é um produto digital que é comercializado na internet. O infoproduto pode ser produzido em vídeo, áudio ou texto onde o consumidor final realiza o download para consumo. “O infoproduto está presente na vida de praticamente todas as pessoas. Quando compramos um ebook, por exemplo, estamos adquirindo um infoproduto. Um serviço, como uma vídeo aula, também é caracterizado como infoproduto. Conferências, palestras, cursos online, podcasts e audiobooks se encaixam nessa categoria”, explica Rafael Rez, diretor de marketing da Monetizze.

Whitepapers, screencasts e webinars são outros exemplos de infoprodutos. E toda pessoa que deseja empreender no mercado de marketing digital pode criar o seu infoproduto. O primeiro passo é escolher o seu infoproduto e na sequência definir qual é o público que deseja alcançar. Faça uma ampla pesquisa para mapear e conhecer os infoprodutos já existentes sobre o tema e produza o seu conteúdo com qualidade e algum diferencial. Com o infoproduto finalizado, o próximo passo é hospedá-lo em uma plataforma.

A Monetizze, uma das principais plataformas de infoprodutos do país, faz o elo entre o produtor e o afiliado para a comercialização e divulgação do infoproduto. E tanto os donos de lojas online quanto os afiliados podem se cadastrar na plataforma sem nenhum custo. “Ao se cadastrar, o dono do e-commerce define o valor da comissão. Com essas informações, a plataforma apresenta as propostas para os afiliados e verifica quem está interessado em fazer a divulgação. Após essa verificação, a Monetizze funciona como intermediária nas negociações, resolvendo todas as questões relativas ao pagamento”, explica Rez. A empresa cobra 9.9% mais R$ 1 de comissão por venda realizada. Além dos infoprodutos, a Monetizze também aceita produtos físicos. Nesses casos, é incluído o valor do frete no preço final do produto. E o prazo de aprovação é um a três dias após o cadastro na plataforma.

Robotização: menos empregos ou empregos melhores?

Por Arthur Gonçalves

Máquinas que fazem ofertas, esclarecem dúvidas e ainda solucionam problemas já fazem parte de uma realidade que chegou para ficar: a automação do atendimento. Baseados em anos de engenharia precisa e melhoria do algoritmo de inteligência artificial, os já conhecidos chatbots são alvo de diversas polêmicas em relação ao futuro. Uma delas é em torno da manutenção dos empregos dos agentes de atendimento. Dados de 2016, por exemplo, revelam que até 2025 a profissão deve acabar, de acordo com análise realizada pela consultoria Ernst Young. Mas sempre que nos deparamos com um alerta como esse, surge a dúvida: será que isso realmente vai acontecer?

Seguramente não. Por mais maduras que sejam as tecnologias, API’s e sofisticados algoritmos de IA, a profissão do agente de atendimento possui elementos humanos que o cliente final vê muito valor.

O contact center é conhecido por oferecer o primeiro emprego para muitas pessoas e, por isso, muitas vezes é visto como uma área que contrata profissionais com pouca experiência no mercado de trabalho. No entanto, graças a esse avanço da tecnologia, esse cenário já vem se transformando.

O agente de atendimento mudou de perfil e agora não executa mais somente a sua função original de repetir discursos programados. Todo esse primeiro nível de atendimento ao cliente já está praticamente dominado por robôs, então o que as empresas do setor buscam agora são pessoas que já chegam para ingressar no segundo nível da atividade.

O novo perfil do teleatendente está muito mais direcionado a sua capacidade de relacionamento com o cliente, o que é cada vez mais importante na diferenciação do atendimento às empresas. Ou seja, esses novos profissionais agora são treinados para serem especializados na área de atuação da companhia para a qual prestam serviço, entregando maior valor agregado. Além do forte investimento em treinamento, o setor também oferece muitas oportunidades de crescimento. Assim, conseguimos oferecer um atendimento altamente qualificado, que vai muito além das funções que os robôs executam.

Portanto, acredito que o que veremos daqui para frente no setor não é a redução dos empregos, mas sim uma maior capacitação desses profissionais. É certo que os robôs chegaram para ficar e facilitar, e outra vantagem que surge junto a essa revolução é a oportunidades dos humanos se transformarem, e melhorarem!

Arthur Gonçalves, gestor de EGDE da Concentrix.

Programa de inovação anuncia projetos transformadores que serão impulsionados em 2019

Depois de um período de inscrições que reuniu 868 interessados e 30 finalistas, acabam de ser anunciados os 15 projetos que participarão da Red Bull Amaphiko Academy, programa que, desde 2014, dá asas a pessoas e ideias transformadoras ao redor do globo. Os brasileiros que estão por trás dessas iniciativas são empreendedores sociais de diversas regiões do país, com histórias inspiradoras que buscam a transformação e a inovação social do local em que vivem. É a quarta edição do programa no país e, durante esse tempo, já passaram pela Academia pessoas e projetos famosos nacional e internacionalmente, com o o grafiteiro Mundado (do Pimp My Carroça), Camila Carvalho (do Tem Açúcar?) e a cantora e rainha do dancehall Lei Di Dai (do Gueto pro Gueto Sistema de Som).

Com temas como educação, saúde e bem-estar, sustentabilidade, esportes, geração de renda, acessibilidade e tecnologia, a seleção está bem diversificada, formada por 53% de mulheres e 47% de negrxs. Dois projetos são do Grajaú, zona sul de São Paulo, território em que os novos participantes farão uma imersão de 10 dias e darão início ao programa, que dura 18 meses.

Confira a seguir mais detalhes de cada projeto:

Adriana Barbosa – PretaHub (São Paulo – SP)
Hub de tendências negras voltadas para criação, produção, distribuição e consumo. São cinco programas: Feira Preta, Afrolab, Afrohub, Pretas Potências e Conversando a gente se aprende.

André Cardoso – Robótica Sustentável (Fortaleza – CE)
Metodologia de ensino de robótica para crianças e adolescentes, que une conteúdos ligados à tecnologia com o reaproveitamento de materiais eletrônicos descartados.

Barbara Terra – Nóis por Nóis (São Paulo – SP)
Coletivo que busca fortalecer a economia periférica de forma solidária, potencializando a cultura, arte e gastronomia da região. (Grajaú)

Beatriz Carvalho – Mato no Prato (São José dos Campos – SP)
Empresa especializada no cultivo, manejo, distribuição e aplicações gastronômicas de PANCs. Seus principais serviços são consultorias para restaurantes e eventos e a condução de cursos sobre o tema.

Digo Ribeiro – Tecnogueto (Rio de Janeiro – RJ)
Cursos gratuitos de programação básica a avançada na periferia.

Felipe Villela – reNature (Rio de Janeiro – RJ)
Disseminação de tecnologias que permitem a implantação de sistemas escaláveis de produção de commodities em agrofloresta, com foco em grandes empresas e indústrias.

Genisson Cardoso – Casa do Cacete (Santa Luzia do Itanhy – SE)
Produção de estampas e ilustrações com o tema do mangue, valorizando a fauna e flora local, ao mesmo tempo que forma jovens e crianças com os recursos oriundos das vendas de coleções e desenhos.

Jefferson Quirino – Favela Radical (Rio de Janeiro – RJ)
Escola de esportes radicais (surf, skate e escalada) com a visão de usar o espaço da comunidade para engajar jovens em assuntos relevantes e saudáveis e que a própria comunidade se torne um local para a prática desses esportes como referência para esportistas.

Katya Lichtnow – Ateliê Catarina (Florianópolis – SC)
Uma iniciativa que faz produtos, oferece oficinas e minicursos de acessórios com resíduos, disseminando o upcycling e capacitando mulheres.

Kim Alecrim – O que Cabe no Meu Prato (São Paulo – SP)
Novo modo de alimentação para os moradores do Grajaú, extremo Sul da cidade. A iniciativa utiliza a alimentação saudável para construção de hábitos alimentares mais harmônicos entre pessoas e meio ambiente.

Leandro Badi – Instituto Faca na Cadeira (São Paulo – SP)
Promoção do paradesporto como forma de auxílio à reabilitação para pessoas com deficiência. São 3 modalidades: WCMX (“WheelChair MotoCross”) com manobras com a cadeira de rodas nas pistas de skate; Futebol de Amputados e Futebol Inclusivo.

Mabi Elu – Favelar (Rio de Janeiro – RJ)
Serviços de arquitetura e engenharia para as classes C e D, com uso de de mão de obra local, capacitando pedreiros, bombeiros, etc.

Marcos Silva – Sue The Real (São Paulo – SP)
Criação games a partir de histórias afro-brasileiras. Em paralelo, também oferece prestação de serviço de qualidade de software, desenvolvimento de jogos e consultoria.

Tainah Fagundes – Da Tribu (Belém – Pará)
Negócio social de moda feito na Amazônia, que trabalha com acessórios feitos de borracha associando o design com a tecnologia social.

Vanessa Prando – Longarina (São Sebastião – SP)
Uma iniciativa que conecta mulheres ao oceano, interno e externo, colaborando para a saúde emocional, física e espiritual de cada uma, por meio do surf.

Certificação digital em favor dos trabalhadores e empresas

Por Leonardo Gonçalves

Foi um avanço significativo a Portaria nº 211, de 11 de abril de 2019, do Ministério da Economia, que instituiu a geração, assinatura e arquivamento digitais de numerosos documentos relativos à segurança e saúde do trabalho. A condição para a validade jurídica e legal desses atos eletrônicos é o Certificado Digital no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

É importante compreender os benefícios propiciados pela nova regulamentação, a começar pelo fato de que processos, que antes permaneciam meses em tramitação, passarão a ser resolvidos de modo muito rápido. Destaque, também, para a segurança, já que se prevê uma redução de fraudes e emissão de documentos falsos. Outro relevante valor agregado é a economia, pois haverá menos gastos com impressão, transporte e armazenamento de arquivos físicos.

A portaria beneficia empresas e trabalhadores, considerando a extensa lista de documentos que passam a ser gerados e assinados digitalmente: Programa de Controle de Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO, Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA, Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR, Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Civil – PCMAT, Programa de Proteção Respiratória – PPR, Atestado de Saúde Ocupacional – ASO, Programa de Gestão de Segurança, Saúde e Meio Ambiente do Trabalhador Rural – PGSSMTR, Análise Ergonômica do Trabalho – AET, Plano de Proteção Radiológica – PRR e Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfurocortantes.

Ainda em benefício de trabalhadores e empresas, poderão ser emitidos eletronicamente os certificados ou comprovantes de capacitações contidas nas Normas Regulamentadoras e laudos que fundamentam todos os documentos listados anteriormente, a exemplo dos pertinentes à insalubridade e periculosidade. Trata-se, portanto, de um passo expressivo no tocante à desburocratização da máquina pública, simplificação de sistemas e mais eficácia na interação do Estado e o setor privado.

A tendência é que cada vez mais processos sejam assinados e tramitados no meio digital, de forma que elimine a burocracia e agregue praticidade, agilidade, sustentabilidade e economia. Esta é uma tecnologia que vem se tornando, cada vez mais, um recurso indispensável na esfera pública e privada.

Leonardo Gonçalves, Diretor Comercial da Certisign.

Comunicação no trabalho e as diferentes gerações

Por Marcelo Furtado, Ceo da Convenia

A comunicação no trabalho se torna uma tarefa cada vez mais complicada, em função da mistura de culturas juntas em um só ambiente. Entretanto, ela é uma das mais importantes ferramentas que garantem a sinergia entre os funcionários e o ambiente empresarial, proporcionando maior qualidade e produtividade na oferta de serviços.

A mistura de gerações e personalidades no mercado, por outro lado, acaba trazendo grandes desafios para líderes e gerentes, que se veem num cenário cada vez mais diversificado e confuso.

Entenda a importância da comunicação no trabalho

Em muitas empresas, principalmente as mais tradicionais e com cargos altamente seniors, Baby Boomers, integrantes das gerações X e Millenials trabalham juntos e a fluidez na comunicação no trabalho se torna um fator ainda mais importante, tendo em vista que os métodos e preferências de cada um desses grupos é extremamente variado.

Com isso, é justamente a comunicação que sai prejudicada, atrapalhando o desenvolvimento das tarefas dos colaboradores que precisam trabalhar em conjunto com parceiros de outra geração e visão.

Boa parte dos conflitos se dá pela diferença de preferências na hora de estabelecer contato no dia a dia, e um dos exemplos mais clássicos dessa briga está na luta entre o “cara a cara” e as mensagens escritas.

Enquanto a grande maioria da força de trabalho das gerações mais antigas ainda tem o telefone e as reuniões presenciais como principal opção de contato, os novos profissionais encontram em e-mails e mensagens de texto as suas melhores referências de comunicação. Isso pode causar conflitos que vão desde funcionários se sentindo desrespeitados, até a perda de prazos e tarefas por mal-entendidos.

Saiba como melhorar a comunicação no trabalho

Com ambientes de trabalho cada vez mais informais, a força de serviço mais antiga se vê perdendo espaço e precisando adaptar-se aos novos meios tecnológicos de comunicação. Para as novas gerações, a tarefa pode ser mais simples, entretanto, para boa parte dos colaboradores acima dos 50 anos, ela pode ser bastante desafiadora.

Para solucionar a questão, cabe à liderança manter o pulso firme e promover ações que alinhem o pensamento e, consequentemente, o entendimento das equipes. Para isso, confira a seguir algumas dicas que ajudam a mitigar a dificuldade de comunicação entre as gerações de profissionais.

Escolha um canal oficial de comunicação

Optar por um canal oficial e seguro para repassar as informações do que ocorre na empresa é fundamental. Todos os colaboradores devem ter acesso aos avisos, colaborando para que o trabalho em equipe seja muito mais eficiente. Isso faz com que diversas falhas graves na comunicação interna sejam evitadas, sem contar que muitas mensagens podem ser automatizadas, facilitando ainda mais a vida dos gestores.

Dê feedbacks

Um bom feedback é enriquecedor para o desenvolvimento profissional dos funcionários. Em um ambiente onde a comunicação é valorizada, essa ferramenta deve fazer parte do dia a dia. Com um diálogo construtivo e adequado, o retorno dos líderes permite corrigir falhas e melhorar cada vez mais os processos da organização, o que colabora para o reconhecimento dos serviços prestados.

Seja um bom ouvinte

Saber escutar, mais do que simplesmente falar, é essencial para atingir melhores níveis de compreensão das diferentes ideias dentro da empresa. Além do mais, é interessante desenvolver a empatia e demonstrar ao colaborador que você está dedicando seu tempo para criar um vínculo de confiança. O interlocutor, nesse caso, se sente muito mais seguro e disposto a ouvir quando for a sua vez de falar.

Faça o discurso no momento certo

É muito importante cuidar bem da maneira como você se comunica diante da equipe, uma vez que um discurso autoritário ou agressivo pode acabar passando uma imagem grosseira. Por isso mesmo, preste bastante atenção para que o seu tom de voz esteja de acordo com o momento em que for proferido, e evite ao máximo usar palavras negativas quando for expressar algum insight ou crítica para o time.

Use e abuse da objetividade

Atualmente, muitas informações chegam até nós de forma ágil e veloz, porém, isso pode atrapalhar a forma como nos comunicamos com os outros. Portanto, para manter a eficácia e evitar retrabalho no ambiente empresarial, use e abuse da objetividade quando for enviar lembretes aos colaboradores. E isso também deve valer para todos os canais utilizados, como e-mails, telefonemas, avisos verbais etc.

Fale de acordo com os perfis

Lembra de que a diferença geracional pode acabar oferecendo diversos desafios para os gestores? Isso explica a necessidade de desenvolver a habilidade de se comunicar com pessoas diferentes dentro de um mesmo espaço. Por isso, pare e observe qual é o perfil predominante da equipe, e se as ferramentas que você tem utilizado têm sido aproveitadas pelos funcionários.

É interessante, inclusive, organizar treinamentos que tratem sobre o tema, para que o time também possa se adequar diante das diferenças presentes na organização.

Sem dúvidas, elaborar meios para que uma boa comunicação no trabalho exista é uma das principais dificuldades dos líderes em um ambiente empresarial. Porém, contando com persistência e dedicação, qualquer possível falha que venha a ocorrer pode, facilmente, ser contornada pelos gestores, que estarão cada vez mais informados e responsivos.

Braskem lança desafio de Open Innovation

A Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros, lançou no ano passado uma parceria com a InnoCentive, uma plataforma global que incentiva desenvolvimento de pesquisas, com o objetivo de retirar cheiro de resina reciclada. Foram 154 inscritos de todo o mundo, com 25 selecionados para a segunda fase e oito finalistas escolhidos para testes. Dois pesquisadores alemães apresentaram a melhor opção e receberam 30 mil dólares por seu desenvolvimento tecnológico.

A proposta do desafio vai ao encontro com o compromisso em Economia Circular da Braskem, divulgado em novembro de 2018, em que a empresa definiu oito iniciativas que contribuem com a cadeia do setor plástico para a indústria e sociedade, e que inclui no terceiro item: “Desenvolver ou apoiar o desenvolvimento de novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais, considerando o melhor equilíbrio dos impactos econômicos, sociais e ambientais”.

Dentro deste cenário, a petroquímica conduziu durante 2018 o desafio, visando desenvolver a cadeia de reciclagem do plástico. Foram realizados testes em laboratórios, tanto da Braskem como externos, em oito soluções apresentadas por pesquisadores inscritos no programa. A partir destas avalições, uma solução se destacou: trata-se de um processo que reduz o odor do resíduo sem diminuir as propriedades da poliolefina, ampliando o leque de possibilidades de aplicação do material.

“A parceria com a Innocentive foi um sucesso. Conseguimos atender a uma demanda interna e externa ao abrir para pesquisadores do mundo inteiro uma forma de colaborar com a reciclagem do plástico, permitindo identificar uma nova tecnologia, que desenvolvida em parceria com a Braskem, poderá impactar positivamente o mercado de reciclados. Estamos totalmente comprometidos em pesquisar e desenvolver soluções mais sustentáveis para a cadeia do plástico”, explica Fabiana Quiroga, diretora de Reciclagem e da Plataforma Wecycle.

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Como vender mais com um sistema de gestão integrado para o marketplace

O marketplace é um dos canais de venda em maior expansão atualmente. Com custos menores do que montar o próprio e-commerce, por exemplo, esse canal vem conquistando, principalmente, empresários que não possuem tanto capital para investir em uma estrutura robusta.

Mesmo para negócios que já comercializam seus produtos ou serviços on-line, ter a oportunidade de se juntar a plataforma de uma grande empresa e, com isso, aproveitar parte da visibilidade que ela tem no mercado pode alavancar as vendas, sem a necessidade de investir um grande montante de dinheiro. No entanto, para conseguir gerenciar da melhor forma os processos de venda, o lojista pode adotar um sistema de gestão para melhorar a experiência de vender dentro de um marketplace.

Possuir um ERP nesses casos é crucial e pode fazer total diferença nos negócios on-line, tornando a gestão muito mais produtiva e eficiente, facilitando a execução dos processos e auxiliando na redução dos custos e erros.

Apesar de o marketplace gerenciar a maioria dos processos de vendas, existem alguns pontos importantes que precisam ser gerenciados pelos próprios lojistas e que exigem a adoção de um sistema de gestão específico para a automatização de processos manuais, integração de atividades de vendas, financeiro, fiscal, estoque, logística, compras, controle de produção, etc.

O sistema de gestão integrado é fundamental para as lojas virtuais receberem seus pedidos, gerenciarem o estoque e emitirem notas fiscais de forma mais simples e eficaz. E o mais interessante: quando uma empresa entra no marketplace, ela consegue fazer a integração dessas informações com a plataforma do próprio site. O objetivo de investir em um ERP é justamente centralizar as informações que já constam no sistema de gestão com os pedidos recebidos através do canal de vendas. Com isso, um e-commerce não precisaria, por exemplo, acessar o ERP para ver os pedidos que chegaram para a loja virtual e entrar em cada marketplace onde está integrado para visualizar pedidos gerados neles.

E para o empreendedor que ainda tem dúvidas, saiba que investir na otimização de dos processos de vendas virtuais tem se tornado necessário diante das atuais tendências de mercado. De acordo com estimativa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o comércio eletrônico deve atingir um volume de vendas de R$ 79,9 bilhões em 2019. Caso essa projeção se cumpra, o montante representaria um crescimento de 16% quando comparado com o resultado atingido em 2018 pelas lojas virtuais do país, sendo o maior avanço verificado desde 2015. Através de um bom sistema de gestão integrado para as vendas no marketplace, é possível ter uma visão panorâmica sobre todas as atividades diárias e possíveis falhas que podem ocorrer. Sendo assim, o gestor poderá entrar com ações estratégicas para eliminá-las e garantir o sucesso de seu negócio.

Por Robinson Idalgo, criador do sistema de gestão on-line. Mais informações no site: www.sistemagratis.com.br

SAP Labs vai premiar startups que melhorem a vida das pessoas

Já estão abertas as inscrições para a terceira edição do SAP Innomarathon, competição regional de startups que visa estimular o desenvolvimento de soluções que melhorem a vida das pessoas por meio do uso de tecnologia. Criado pelo SAP Labs América Latina em parceria com Socialab, neste concurso as startups devem aplicar conceitos de inovação e novas tecnologia em projetos nas áreas de educação, serviços públicos, sustentabilidade e empreendedorismo social. Este ano, a maratona será realizada em nove países: Argentina, Chile, Brasil, Peru, Colômbia, México, Porto Rico, Costa Rica e Uruguai. Serão selecionadas seis startups em cada país para participar da primeira rodada de apresentações. A inscrição é gratuita e pode ser feita até 10 de julho nos links América Latina e Brasil.

Todos os inscritos vão acompanhar uma demonstração da plataforma SAP Leonardo, que inclui tecnologias emergentes como Internet das Coisas, blockchain, machine learning (aprendizado de máquina) e Big Data. Em seguida, cada participante deve fazer uma apresentação conceitual de uma solução que contemple uma das aplicações tecnológicas e que resolva um desafio enquadrado em um dos Objetivos Globais de Sustentabilidade da Organização das Nações Unidas.

Em 12 de julho, serão anunciadas as seis startups, de cada um dos países participantes, que irão avançar para a primeira rodada de apresentações, realizada em formato de maratona entre os dias 18 e 20 de julho nas cidades de Buenos Aires, Santiago do Chile, Lima, Bogotá, Cidade do México, San José, San Juan, Montevidéu e São Paulo.

A final, com as equipes vencedoras de cada país, será no dia 21 de outubro em Nova York. O vencedor receberá um prêmio de US$ 5.000 e 12 meses de mentoria da equipe de Responsabilidade Social do SAP Labs para ajudar a desenvolver o projeto.

“A SAP acredita que a tecnologia é um motor para o desenvolvimento da sociedade e quando incentivamos que os projetos busquem encontrar soluções para problemas complexos, como os colocados entre os objetivos globais de sustentabilidade da ONU. Queremos que mais pessoas e organizações debatam sobre situações reais e invistam sua capacidade criativa para inovar e apresentar novos formatos de plataforma que nos ajudem a enfrentar causas e consequências de problemas urgentes, como acabar com a pobreza, gerar bem-estar, proteger o meio ambiente, entre outros”, explica Lautaro Spotorno, Diretor de Comunicação e Sustentabilidade da SAP América Latina.
Nas edições anteriores, os projetos vencedores foram o Bikelite, uma solução para ciclistas que utiliza GPS para criar rotas seguras que evitam o risco de acidentes e situações como roubos ou ruas esburacadas, e o Ecolones, rede de pessoas que reciclam e trocam resíduos por criptomoedas para usar no comércio.

Procura por termos de inovação e empreendedorismo aumenta entre brasileiros

O impacto da tecnologia no dia a dia é um caminho sem volta, principalmente pelo legado que está deixando para todos nós. Estamos hiperconectados e lidando com enorme fluxo de informações, somos cercados de termos que antes não eram comuns e com isso, muitas pessoas recorrem aos mecanismos de busca como Google e Bing para se familiarizarem com essas palavras e entenderem o que significam. Pensando nisso, a SEMrush, líder global em marketing digital, apurou quais são as principais pesquisas que os brasileiros tem feito no último ano em relação a este assunto.

Os brasileiros pesquisaram por “O que é empreendedorismo” 187 mil vezes nos últimos doze meses. Enquanto apenas a busca pela palavra chave “empreendedorismo” somou 1,3 milhão de pesquisas no mesmo período. Já a palavra “bootstrap” apresentou um salto de 22,7% no número de buscas, analisando as médias mensais de junho/2018 e maio/2019. No primeiro mês foram 110 mil buscas e no último foram 135 mil. Ao todo, o termo foi pesquisado 1,4 milhão de vezes no último ano.

Outro termo que está em alta é “coworking”, ou seja, compartilhamento de espaço para pessoas trabalharem, que aumentou em 82% o número de buscas, de 40,5 mil em junho do ano passado para 74 mil pesquisas em maio deste ano, totalizando ao longo do último ano 646 mil vezes.

A palavra “startup” foi pesquisada 829 mil de vezes no último ano. Já “o que é startup” tem sido uma crescente busca pelos brasileiros ao longo dos últimos meses, em junho/2018 eram 9,9 mil enquanto em maio deste ano foram 18,1 mil pesquisas, números que representam um aumento de 82,8% quando comparamos os dois meses. No último ano, os brasileiros quiseram saber o que é startup 153 mil vezes.

As buscas “podcast” e “o que é podcast” somam 1,4 milhão de pesquisas no último ano.