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Plug and Play avalia abrir escritório no Brasil e investe em roadshow

A Plug and Play, uma plataforma de inovação global, realizará seu primeiro Fintech e Foodtech Roadshow em São Paulo, Brasil. O evento será realizado no dia 10 de abril e reunirá 200 líderes do setor e empreendedores que lidam com os desafios nas áreas de alimentos e agronegócio, especificamente. A Shawee, startup brasileira capaz de automatizar hackathons, é a empresa responsável por apresentar o ecossistema de startups brasileiro e dar o suporte para a realização do evento. A plataforma foi criada em 2017 e já realizou 150 eventos em 10 estados brasileiros para 40 clientes, entre eles Uber, Itaú, SAP, IBM, Stone, Elo Cartões, Banco Original e outros.

As 20 startups selecionadas pela Plug and Play debaterão o atendimento das necessidades dos clientes conectados; Como trazer inovação para o financiamento rural e agrícola; E como reinventar os modelos de negócios existentes para o público seleto. “Nosso objetivo é introduzir tecnologias disruptivas do ecossistema global”, diz Omer Gozen, vice-presidente de Programas de Alimentos e Novos Materiais e Embalagens de Plug and Play. “O Brasil é um mercado que está demandando e o resultado deste evento fará parte de nossa avaliação de mercado, que poderá levar ao lançamento de um novo escritório em São Paulo”, conclui.

A Plug & Play já possui atuação em cinco grandes corporações brasileiras impulsionando a inovação em diferentes setores. Em serviços financeiros atendem Banco do Brasil e ELO; em Materiais e Energia dão suporte à Braskem e Gerdau; E no setor de saúde, dão suporte ao Hospital Israelita Albert Einstein.

Com uma base de 12 mil usuários cadastrados em sua plataforma, a Shawee, que está auxiliando na conexão com a comunidade desenvolvedora e empreendedora no Brasil, está dedicada desde setembro ao seu processo de internacionalização e contou com a parceria institucional da Plug & Play. “Nós nos apresentamos e nos conectamos rapidamente. Estar no Vale está sendo um grande aprendizado para nós e perceber que players como a Plug and Play estão interessados em conectar startups com corporações brasileiras mostra que o momento é bom para o Brasil e que realmente existem grandes oportunidades”, avalia Rodrigo Terron, CEO da Shawee.

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Faster Capital busca investidores no Brasil interessados em financiar startups

A FasterCapital ajuda aos investidores a terem acesso a startups promissoras e com grande potencial de crescimento, de forma certificada e garantida. A empresa já investiu cerca de 13 milhões de dólares em mais de 25 startups em todo o mundo. A empresa promove várias rodadas de financiamento por ano durante as quais são selecionadas startups que podem ser aceleradas ou incubadas.

A incubadora possui mais de 200 startups criativas e de altíssimo potencial de expansão que buscam levantar capital. Os investidores terão prioridade sobre os convites para eventos e analisarão apenas as startups que são adequadas para o que estão procurando (geografia, estágio, indústria).

De acordo com Marcelo Madeira, representante da FasterCapital no Brasil, a incubadora tem um modelo único chamado co-financiamento e co-fundação, que permite que empreendedores não-técnicos criem suas startups com investimentos da ordem de 200 mil a dois milhões de dólares e/ou recebam ajuda com investimentos na criação ou no desenvolvimento de seus produtos.

Programa de Aceleração

No programa de aceleração, a startup pode usar os recursos fornecidos pela FasterCapital, como orientação, estudo de marketing, estudo de viabilidade, consulta técnica, novos canais de vendas e financiamento. Para financiamento, a incubadora ajuda a startup a melhorar a forma como ela se apresenta e também promove a apresentação das startups às suas redes de investidores. Caso haja interesse por parte dos investidores, os fundadores das startups recebem uma ligação direta desses investidores. Nosso programa de aceleração, é fornecido um contrato não exclusivo para startups, ou seja, os empreendedores ainda podem levantar capital por conta própria.

Programa de Incubação

Esse programa envolve apoio aos empreendedores não-técnicos a construírem uma startup bem-sucedida, permitindo que os fundadores dessas startups se concentrem em outras áreas importantes, como refinar seus produtos ou serviços, dar foco no desenvolvimento de negócios, vendas e outras atividades importantes. O programa também está aberto para empreendedores técnicos que não têm uma equipe completa para construir seu produto. Neste caso, a FasterCapital trabalha em seu modelo único: co-fundador e co-financiamento. Atuar como co-fundador não se limita apenas ao desenvolvimento, mas sim ao pensamento sobre a startup, seu mercado, produtos e como é possível melhorar as chances da startup ter sucesso e gerar renda.

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Empresário cria plataforma para apurar situação de desvios de recursos e corrupção nas empresas e setor público

Com o objetivo de ajudar as companhias brasileiras a fomentar uma cultura baseada em princípios e valores éticos e íntegros, envolvendo seus mais diversos públicos, nasceu o PCI – Portal Confidencial Independente, idealizado pelo CEO da SP Auditores, João Vieira Uchôa Filho. A plataforma, que pode ser acessada de qualquer lugar e a qualquer hora, atende tanto o público interno quanto o externo, aderente aos requisitos da Lei Anticorrupção, em vigor desde agosto de 2013.

É regulamentada pelo Decreto nº 8.420, de 18/03/2015, que dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira, que estende a responsabilidade aos seus dirigentes, administradores ou qualquer pessoa que seja autora, coautora ou participante do ato ilícito.

Pesquisa realizada pela Deloitte em parceria com a ICC Brasil, revelou que, em 2018, apenas 46% das empresas adotavam medidas de compliance. A expectativa é que esse percentual chegue a 65% até 2020. Os principais fatores que motivam a implementação de tais medidas são a preocupação com o risco de imagem e a sustentabilidade do negócio.

Programa de Integridade nas empresas – Marco para o País

O Decreto nº 8.420 representa um importante avanço ao determinar a implantação de um Programa de Integridade pelas empresas envolvidas com administração pública nacional ou estrangeira, que garanta, entre outros parâmetros:

– O comprometimento da alta direção da pessoa jurídica, incluídos os conselhos, evidenciado pelo apoio visível e inequívoco ao programa.

– Padrões de conduta, código de ética, políticas e procedimentos de integridade, aplicáveis a todos os empregados, administradores, fornecedores, prestadores de serviço, agentes intermediários e associados, entre outros.

– Independência, estrutura e autoridade da instância interna responsável pela aplicação do programa de integridade e fiscalização de seu cumprimento.

– Canais de denúncia de irregularidades, abertos e amplamente divulgados a funcionários e terceiros, e de mecanismos destinados à proteção de denunciantes de boa-fé.

– Medidas disciplinares em caso de violação do programa de integridade.

“A nova lei, finalmente, fecha uma lacuna no ordenamento jurídico do País ao tratar diretamente da conduta dos corruptores”, diz Uchôa.

A Controladoria-Geral da União (CGU) é responsável grande parte dos procedimentos como instauração e julgamento dos processos administrativos de responsabilização e celebração dos acordos de leniência no âmbito do Poder Executivo Federal. O Programa de Integridade nas Empresas deve ser estruturado, aplicado e atualizado de acordo com as características e riscos atuais das atividades de cada pessoa jurídica.

Portal Confidencial Independente

Após dois anos de muita pesquisa e aperfeiçoamento técnico, a plataforma PCI começou a ser comercializada em 2015, e continua a ser aprimorada. Atende desde pequenas e médias empresas até conglomerados, de todos os setores, contando, atualmente, com clientes nas áreas industriais, serviços, agronegócios e transporte.

Além da entrega de uma metodologia/modelo exclusivo no mercado, o objetivo é garantir a eficácia e credibilidade no processo de gestão de dados do início ao fim, garantindo a confidencialidade dos usuários.

“O PCI é mais que um canal de denúncias ou um 0800. É uma ferramenta diferente do que as empresas estão acostumadas a ver e ter no mercado. O PCI gerencia o recebimento de denúncias, sugestões e reclamações feitas por colaboradores e de apenas denúncias feitas por agentes externos (acionistas, clientes, fornecedores, concorrentes, servidores públicos, familiares etc) e faz a averiguação e o parecer do caso. Com o desfecho e dados estruturados, a empresa tem mais poder de decisão.”, diz o executivo.

Uchôa explica também que, por propiciar total anonimato e isenção aos seus usuários, a plataforma ajuda a inibir/mitigar situações de desvios de recursos (fraudes), corrupção, assédio moral e sexual, entre outros comportamentos, porque qualquer pessoa pode fazer uma denúncia, pois assegura que os fatos serão apurados e solucionados, com isenção e discrição, preservando o anonimato do denunciante e a confidencialidade dos fatos relatados.

“Os responsáveis sofrerão as sanções pertinentes independente de cargo, posição, grau de parentesco e relacionamento, mediante total independência na condução e apuração dessas situações. Isso possibilitará uma aplicabilidade efetiva da valorização dos conceitos de ética e transparência, ainda que para atender a legislação. Caso essas mudanças não ocorram, as empresas que já conduzem a ética como um valor efetivo, e não figurativo, colherão antecipadamente os frutos em relação aos seus concorrentes, funcionários, acionistas, consumidores locais e do exterior”, explica o especialista em auditoria interna.

Uchôa sinaliza, ainda, que a Lava Jato ajudou a implantar uma nova consciência, assim como contribuiu para a quebra de paradigmas na cultura das empresas. No entanto, muitas empresas ainda a encaram como um mero cumprimento da legislação e adotam simplesmente uma estrutura simples para cumpri-la. “Elas contratam uma empresa independente para ser o meio de recepção das mensagens, mas o processo de análise e condução de uma denunciada é realizado por empregados da própria empresa, o que por si já expõe o processo ao risco de conflito de interesses, uma vez que o denunciado pode ser alguém próximo ou até mesmo um parente”, justifica.

Para saber mais sobre a plataforma, acesse: http://www.solucaoeperformance.com.br/conheca/portal

Fintech Conference reúne especialistas do setor mais poderoso das startups

As fintechs, startups de tecnologia voltadas para o mercado financeiro, ganharam milhões de clientes por desburocratizarem e agilizarem o acesso a produtos e serviços financeiros. Para compreender o novo cenário financeiro do Brasil e do mundo, a StartSe, empresa de educação continuada e o maior ecossistema de startups do Brasil, e a ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs) promovem, em 22 de maio, a Fintech Conference em São Paulo.

O maior evento do setor da América Latina reunirá os maiores players e empresas do segmento para apresentar as principais tecnologias e oportunidades de mercado para empreendedores, investidores e profissionais. O evento será palco para exposição do ecossistema de tecnologia financeira e debates sobre o impacto positivo gerado por essas empresas no mercado nacional.

O Brasil é destaque entre os países da América Latina tanto em quantidade, quanto na qualidade das fintechs. As oportunidades são imensas: 694 fintechs atuam no Brasil, segundo a ABFintechs. O Nubank é só um exemplo de sucesso de startup que entendeu o mercado em um país onde quase metade da população é desbancarizada. Por focarem em segmentos específicos, de forma nichada, as fintechs conseguem oferecer alta performance com custos reduzidos. Tanto que 12% das fintechs brasileiras faturam mais de R$ 10 milhões por ano, segundo pesquisa da ABFintechs em parceria com PwC Brasil (PricewaterhouseCoopers).

Mais de R$ 1 bilhão foi investido nessas empresas ao longo de 2018 e 41% das fintechs ainda aguardam financiamento, o que mostra o potencial desse mercado. Mesmo os bancos de varejo já começam a incorporar o “espírito fintech”, com investimentos pesados em inteligência artificial e processos ágeis. Das 250 maiores fintechs de 2018 em todo o mundo, 30 delas (12%) se tornaram unicórnios (valor de mercado acima de US$ 1 bilhão), e quatro dos cinco unicórnios que alcançaram este patamar no Brasil em 2018 são fintechs. Em 2019, há espaço para muito mais.

Fintech Conference, da StartSe e ABFintechs.

Quando: 22 de maio, das 9h às 18h.

Local: Promagno Centro de Eventos.

Endereço: Avenida Professora Ida Kolb, 513 – Jardim das Laranjeiras. São Paulo/SP.

Ingressos: http://bit.ly/2CvuOTk

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Inteligência Artificial: Brasil pode ser palco de grandes mudanças no setor

Por Bruno Henriques, VP de Inteligência Artificial da Movile

A Inteligência Artificial é um tema que está cada vez mais em evidência, já que este avanço da tecnologia traz sistemas que tomam decisões cada vez mais precisas, similares e às vezes melhores que humanos. Ou seja, os avanços tecnológicos agora permitem trabalharmos com uma quantidade imensa de dados que, por consequência, nos levam a um ganho de eficiência nas nossas atividades do cotidiano. A evolução é tão grande que muitos consideram estarmos vivendo uma nova “revolução industrial”, em que a nova fonte de energia são os dados.

Para 77% dos brasileiros, a Inteligência Artificial se tornará parte do cotidiano, de acordo com o levantamento Trends 2.0″ da Crowd DNA de setembro de 2018. Sendo assim, muitas empresas já começaram a investir no ramo e o Grupo Movile é uma delas.

Acreditamos que a Inteligência Artificial será a força motriz para as principais mudanças em todas as indústrias no mundo, seja para trazer mais produtividade e eficiência para os negócios, ou para tornar a relação das empresas com os consumidores super-personalizadas. Por isso, nosso objetivo como Grupo é liderar esse movimento na América Latina, sempre com o foco voltado para a inovação e pessoas. Seguiremos no caminho de revolucionar nossos negócios com o uso de aprendizado de máquina cada vez mais humanizado para um completo atendimento aos clientes, além de aplicar novos aspectos tecnológicos e criar oportunidades para empresas e seus consumidores.

Com a Inteligência Artificial, queremos ser referência nacional e internacional, avançando principalmente nas áreas de food tech, logística urbana, personalização e melhorias do serviço ao cliente e pagamentos. Tudo isso porque queremos revolucionar o universo da comida com tecnologia e gerar um impacto positivo.

Sabemos que há muito o que explorar quando se fala de Inteligência Artificial, principalmente no lado da eficiência com algoritmos e gerenciamento de dados – como nas previsões de tempo de entrega e recomendações personalizadas. Por isso, buscamos inspirações de todo o mundo e elevamos nossas expectativas para avançar mais rápido e oferecer melhores experiências aos nossos clientes usando a tecnologia. Estamos dispostos a trabalhar para realizar o nosso sonho de impactar a vida de 1 bilhão de pessoas.

Bruno Henriques, VP de Inteligência Artificial de Grupo Movile.

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Equinix destaca 4 premissas que os líderes precisam saber sobre IoT

Com o crescimento no número de dispositivos conectados e o avanço da Internet das Coisas (IoT), as implicações socioeconômicas desta mudança no cenário de tecnologia estão ganhando mais atenção também dos líderes de negócios, à medida que tentam encontrar o equilíbrio entre o aproveitamento e a proteção da explosão de dados de bilhões de dispositivos. Pensando nisso, a Equinix, empresa global de interconexão e data center, destaca quatro premissas que os líderes de negócios precisam saber para terem sucesso nos projetos de IoT (Internet das Coisas).

1 – Os ecossistemas são o cerne da Internet das Coisas

A IoT é alimentada por ecossistemas. Um único dispositivo de IoT fabricado por uma empresa depende de dados e informações externas para funcionar. Esses dados e informações, muitas vezes, vêm de um ecossistema de ponta a ponta, que requer a participação e a integração de tecnologias e/ou serviços de várias empresas. Um dispositivo de navegação pode, por exemplo, depender de dados provenientes de diferentes parceiros, como dados de tráfego, meteorológicos ou até possíveis acidentes. O dispositivo capaz de fornecer a inteligência necessária para processar esses dados terá vantagem competitiva sobre os demais.

Muitas implementações de Internet das Coisas de grande escala podem envolver interações entre mais de uma dúzia de agentes, com um ou vários ecossistemas. Quando estes ecossistemas parceiros são estabelecidos estrategicamente, uma organização pode implementar e gerenciar sistemas de IoT completos para gerar vantagem competitiva mais facilmente. E à medida que sistemas de IoT se tornam mais sofisticados e especializados, as interdependências entre os agentes de ecossistemas de IoT têm se tornando cada vez mais vitais e complexas. Participar de um ecossistema de IoT pode trazer muitos benefícios para as empresas, tais como velocidade de inovação, diferenciação competitiva, alcance de mercado, time-to-market e criação de valor.

2 – Há ouro em todos esses dados de IoT

Atualmente, a internet das coisas colabora com a criação de grandes volumes de dados todos os dias. Imagine a quantidade de informações gerada e usada por, digamos, um veículo autônomo. Ou considere quantos dados você gera em um dia, caso tenha habilitado o serviço de localização em seu dispositivo móvel.

À medida que o volume de dados de IoT cresce, outros aplicativos ou funções se beneficiam desses dados. Por exemplo, o equipamento de perfuração marítima em uma plataforma offshore analisa a profundidade, velocidade, ângulo, temperatura, pressão principal e outros dados operacionais. Isso é útil para gerenciar essa operação de perfuração em particular. No entanto, esses dados se tornam ainda mais valiosos quando combinados com dados de centenas de outras operações de perfuração. Por meio da análise de informações, operadores podem prever e otimizar o desempenho de perfurações em locais ou ambientes semelhantes.

Combinar dados de diferentes fontes fornece uma visão ainda maior, que pode beneficiar vários participantes no ecossistema – operadores, fabricantes, equipe de manutenção e outras empresas do setor. Quanto maior o volume de informações, mais valioso se torna o dado. Muito do valor da IoT provém da interconexão de dispositivos, processamento e armazenamento no nível físico, e das inúmeras aplicações e serviços que transformam os bits em informação. Estes dados adquirem ainda mais valor quando compartilhados com segurança com partes legitimamente interessadas.

Então, como o valor das informações vem crescendo, torna-se ainda mais importante capturar, gerenciar e compartilhá-las com segurança. As abordagens anteriores para gerenciamento de dados não são mais adequadas para lidar com o volume, a diversidade e a interconectividade que caracterizam a Internet das Coisas. Gerenciamento centralizado e infraestrutura escalável são necessários para implementar estratégias de gestão de dados eficazes, que podem lidar com desafios de escala, gravidade, integração e segurança de dados de IoT.

3 – Os dados de Internet das Coisas precisam de proteção especial

Com a importância do papel da IoT em nossas atividades diárias, preocupações com roubo de dados, interrupção de serviços e aquisição de equipamentos críticos se tornam mais consequentes. Os grandes volumes de dados gerados combinados com o crescente número de dispositivos conectados tornam a segurança da IoT um enorme desafio. Modems e roteadores são o alvo principal de ataques à IoT, sendo a falta de segurança, senhas fracas, negligência na correção de vulnerabilidades e apropriações de atualizações de software os meios mais comuns de entrada.

4 – Conscientização contextual melhora os resultados da IoT

A conscientização contextual é a capacidade de um determinado aplicativo acessar informações sobre um ambiente físico e automaticamente adaptar seu comportamento adequadamente em tempo real. Um sistema contextualmente consciente é capaz de detectar – e antecipar – circunstâncias novas no ambiente e reagir a elas em tempo real, com a resposta certa.

Quando aplicada de forma eficaz, a conscientização contextual define o intervalo de resultados ou comportamentos que a Inteligência artificial deve sugerir, estreitando o campo de resultados possíveis. Isto é particularmente importante em aplicações de Internet das Coisas, nas quais comportamentos específicos devem ser alcançados rapidamente, com o mínimo de processamento de dados e uso de energia. E com o crescimento exponencial de conjuntos de dados, essa também é uma maneira barata de criar soluções de Inteligência Artificial mais rápidas e precisas. Quanto maior o contexto, maior o valor dos dados.

Os avanços nos dispositivos conectados à IA e à IoT estão ultrapassando os limites entre os mundos físico e digital e possibilitando que a tecnologia seja um importante propulsor da transformação. Desta forma, líderes de todo o mundo estão explorando as maneiras pelas quais a tecnologia, inteligente e interconectada, pode ajudar a resolver os desafios macroeconômicos, beneficiando a indústria e a sociedade.

Portanto, para que o ecossistema de IoT trabalhe de maneira eficiente, os líderes de negócio devem considerar uma base de interconexão direta e segura que possa fornecer o desempenho, a escalabilidade e a segurança necessárias para construir um mundo mais inteligente. As práticas recomendadas para uma IOA (Interconnection Oriented Architecture, a Arquitetura Orientada à Interconexão) permitem o tipo de interação segura e em tempo real entre pessoas, locais, nuvens, dados e coisas para conectar todos esses pontos na Edge digital.

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Programa TechD abre chamada para startups, empresas de TI, grupos de pesquisa e consórcios

A Softex, em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), anuncia a abertura da chamada pública de inscrições para startups, empresas de TI, grupos de pesquisa e consórcios de empresas interessados em participar do Programa TechD de apoio a tecnologias emergentes focadas em quatro linhas temáticas: IoT, Saúde, Energia e Mobilidade.

Com recursos da ordem de R$ 18 milhões, sua missão é fazer a ponte entre o universo empreendedor e o de pesquisa por meio da integração e da maior convergência entre startups, centros de P&D, universidades e empresas já consolidadas no mercado. A meta é apoiar no mínimo 30 projetos, dos quais 14 devem ser das regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste.

Já foram firmados 22 acordos com Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs), universidades e centros de P&D distribuídos por 13 estados que proverão suporte tecnológico aos projetos selecionados e 36 empresas de grande e médio porte para teste das tecnologias que serão desenvolvidas neste contexto de inovação aberta.

Nessa chamada do TechD, startups, empresas de TI, grupos de pesquisa e consórcios de empresas também deverão apresentar uma estratégia para ampliação de mercado nacional e internacionalização. O Programa visa proporcionar parcerias internacionais para aprimoramento da tecnologia e desenvolvimento de negócios fora do país.

O programa prevê a concessão de recursos de até R$ 500 mil de subvenções somados a possíveis investimentos de até 2 milhões que as empresas já habilitadas aportarão por projeto de tecnologia selecionado.

“Ao estimularmos negócios inovadores alinhados às novas tendências tecnológicas estamos colaborando simultaneamente para fortalecer o ecossistema de startups nacional e, também, o de inovação e pesquisa. Somente dessa maneira tornaremos o país menos dependente de tecnologias internacionais e mais competitivo no mercado global”, explica Diônes Lima, vice-presidente da Softex.

O executivo destaca que o TechD aproveita a tendência de inovação aberta e a capilaridade da entidade para fomentar por todo o país o desenvolvimento de tecnologias com maior valor agregado. “Queremos potencializar o uso das tecnologias para fomentar a transformação digital nas empresas que irão testá-las, trazendo potenciais clientes para empreendedores e pesquisadores, além de promover sua consolidação no mercado nacional e sua internacionalização. Os Centros de P&D têm papel fundamental no desenvolvimento tecnológico e se beneficiam dos novos negócios que o programa lhes proporcionará. Outro objetivo é transformar em negócio a pesquisa aplicada realizada pelas universidades. O TechD tem ainda a proposta de auxiliar as startups, empresas de TI, grupos de pesquisa e consórcios participantes a se estabelecerem no mercado de forma mais consistente e escalável”, conclui.

Para a sua realização, o TechD conta com as parcerias estratégicas da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

A íntegra do edital para as startups, consórcios, empresas de TI e pesquisadores está disponível para consulta no endereço https://techd.softex.br/

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Grandes empresas querem funcionários com espírito empreendedor, aponta pesquisa

O espírito empreendedor é uma competência cada vez mais exigida pelas grandes empresas. Essa é uma das conclusões do artigo “The Competencies Managers Need – Do Companies and Business Schools Speak the Same Language?” (As Competências que os Gerentes Precisam – As Empresas e as Escolas de Negócios Falam o Mesmo Idioma?), assinado pelos professores da Escola Superior de Empreendedorismo Sebrae-SP (ESE), Fabíola Sarubbi Marangoni, Eduardo Pinto Vilas Boas, Fernando Nascimento da Silva e Ana Lúcia Pedrazzi.

O paper foi aprovado na seleção do mais importante congresso de gestão mundial, Academy of Mangement, superando várias das principais escolas de negócios do Brasil e do mundo. Os professores da ESE irão apresentá-lo em Boston, nos Estados Unidos, entre 9 e 13 de agosto. O estudo, baseado na tese de doutorado de Marangoni defendida na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA – USP), compara e analisa as competências desenvolvidas nas escolas de Administração e as compara com aquelas exigidas pelas grandes empresas que mantêm programas de trainee.

O empreendedorismo foi uma das competências mais bem avaliadas pelas empresas. A educação empreendedora está se expandindo no campo da pesquisa acadêmica, refletindo sua crescente importância tanto para as universidades quanto para as pessoas que pretendem administrar seus próprios negócios. “Na ESE, o empreendedorismo é conceito transversal ao longo do curso de Administração, permeando todas as disciplinas e norteando a formação do aluno”, explica Marangoni.

Outros fatores identificados como importantes para as empresas são saber construir relações pessoais, trabalho em equipe, compromisso com os valores da companhia, autoconfiança e atuação profissional ética. Uma das surpresas da pesquisa foi que algumas competências identificadas na literatura como fundamentais ao administrador, como pensamento crítico e criatividade, figuraram entre as menos valorizadas pelas empresas que participaram do estudo.

Mas a estudiosa ressalta que as competências exigidas dos trainees pelas empresas não “são as únicas que merecem atenção nos cursos de administração, porque as exigências mudam em cada etapa da carreira profissional e da área de atuação”. Os pesquisadores coletaram dados entre alunos dos melhores cursos de administração do Brasil e tabularam as informações com as competências identificadas como essenciais nos processos seletivos de organizações que possuem programas de trainee.

Antes de ser uma competição, o mercado empreendedor pode ser uma corrida de revezamento

Por Marcus Rossi

Hoje, nós vivemos em uma era em que todos os mercados são capazes de dialogar de diversas formas, desenvolvendo e consolidando parcerias. Nesta lógica, é muito comum vermos os grandes empreendedores do mercado tradicional em um mesmo grupo, os de tecnologia em um outro grupo e assim por diante. No entanto, é preciso dar mais força para um movimento que já se vê crescendo aos poucos: as comunidades.

O surgimento dessa iniciativa proporciona o crescimento e o desenvolvimento de toda a economia, além de permitir a troca de experiências entre empresários que vivem diferentes realidades. A formação de comunidades é essencial para favorecer o surgimento de novas ideias e até mesmo parcerias, como tem ocorrido entre grandes empresas e startups, por exemplo.

Em uma comunidade, é essencial que estejam públicos de todas as pontas, que vão desde empreendedores, incubadoras, aceleradoras, acadêmicos, associações e representantes do governo, para que haja realmente uma troca de experiências e atribuições. Tudo em prol de um objetivo em comum, a inovação e o crescimento de todos.

Interagir com fontes de conhecimento é outro fator importante dentro desses grupos. No Brasil ainda é muito forte a ideia de medo da concorrência, afinal, se eu estiver compartilhando um contato que é meu com outro empreendedor, posso perder dinheiro ou oportunidades de negócios, certo? Errado! Quanto mais as pontas das minhas redes de contato estiverem interligadas, maiores são as chances de se obter benefícios.

É claro que temos um potencial imenso e o caminho é um só: confiarmos mais no nosso trabalho e nas empresas que levantam a bandeira do empreendedorismo brasileiro. Unir forças é o que pode fazer as organizações irem longe. Antes de ser uma competição, o mercado empreendedor pode ser uma corrida de revezamento: diversas marcas correm juntas em um mesmo sentido e defendendo um mesmo ideal. Pense nisso!

Marcus Rossi, CEO da Summit Hub, empresa que busca revolucionar e impulsionar o ecossistema de startups no Brasil.

Setor de e-commerce precisa se preparar já para nova Lei Geral de Proteção de dados, alerta ABComm

A partir de agosto de 2020, entra em vigor no Brasil a Lei Geral de Proteção de Dados (LGDP), que dispõe sobre a proteção de dados pessoais na Internet. O e-commerce promete ser um dos mercados mais impactados, já que toda sua atuação se baseia na análise de dados sobre o perfil e a jornada do consumidor.

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) avalia positivamente a legislação, que traz mais poder aos consumidores quanto a coleta e uso de seus dados pessoais e penaliza as empresas que descumprirem as regras. A entidade inclusive teve participação ativa nas discussões para elaboração da lei. Seu Diretor Jurídico, Márcio Cots, participou como consultor técnico de discussões sobre o assunto no Senado Federal.

“A lei será benéfica para todos, pois traz mais transparência e inibe o uso abusivo e indiscriminado de dados pessoais, aumentando a segurança das operações”, afirma Cots. No entanto, ele pontua que empresas de comércio eletrônico devem, o mais rapidamente possível, adaptar suas práticas segurança, compliance e TI, e também treinar pessoas, modificar processos e adaptar documentos para se adequar à futura legislação”. Recomendamos que se busque uma assessoria jurídica para analisar o que está em desconformidade e o que precisa ser alterado. A lei será aplicada somente no ano que vem há um bom tempo pela frente”, informa ele.

Para entender melhor, conheça os três impactos profundos que a LGDP terá sobre as empresas de comércio eletrônico e que merecem especial atenção:

Coleta e uso só de dados com autorização

A nova legislação impede que dados pessoais sejam coletados ou utilizados sem consentimento do usuário. Para recolher informações usando cookies e outras ferramentas, os serviços de e-commerce precisarão de uma autorização específica por parte dos consumidores. Isso atinge não apenas as empresas que dialogam diretamente com os clientes, mas todas as que, por algum motivo, tiverem acesso aos seus dados pessoais, o que inclui serviços de logística, atendimento eletrônico e muitos outros.

“E essa autorização não funciona como um ‘cheque em branco’. As informações poderão ser usadas apenas para a finalidade com que foram coletadas, nada além”, pontua o advogado. “Hoje, as empresas utilizam dados de navegação para sugerir produtos conforme o perfil de cada usuário, compartilhando inclusive suas bases de dados com outros parceiros sem informar ao consumidor. Com a LGDP, este tipo de prática será vetado”.

Mais poder ao usuário

Outra novidade introduzida pela LGDP é que o titular do dado tem o direito de questionar qualquer serviço de e-commerce sobre quais informações pessoais ele armazena e exigir que as mesmas sejam editadas ou excluídas. Pode exigir ainda a portabilidade dos dados. “Isso também difere do cenário que temos hoje. Políticas de privacidade e sistemas de busca terão de ser remodelados”, afirma o advogado.

Penalidades financeiras

A LGDP pressupõe um incremento considerável na fiscalização das empresas por parte da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), autarquia ligada ao Ministério da Justiça, a fim de evitar o mau uso ou o vazamento de informações pessoais. As penalidades incluem multas que oscilam de 2% do faturamento da empresa até R$ 50 milhões por infração cometida. E não é tudo. “A companhia que insistir em práticas inadequadas pode ter sérios problemas com o ministério público”, informa Cots.

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Seis dicas para trabalhar com a sua família sem brigar

Quando Rubens Augusto, dono do Grupo Patroni, chega a sua empresa, seus filhos já sabem: lá, ele é o Sr. Rubens, o chefe deles. Nada de chamar de pai! Trabalhar com a família não é uma tarefa fácil: exige muito planejamento, pois os conflitos profissionais podem se tornar pessoais. Portanto, é importante estar atento a algumas atitudes para manter os ambientes familiar e de trabalho saudáveis.

Para saber como trabalhar com os parentes sem conflitos, nada melhor do que seguir os conselhos de quem já teve essa experiência. Por isso, selecionamos algumas dicas de diferentes empreendedores com intuito de ajudar as empresas familiares. Confira abaixo!

Na empresa existem funcionários, não parentes

O empreendedor Edson Ramuth, fundador da Emagrecentro, também gosta de ter os filhos por perto. Pai de quatro meninas, sempre incentivou as herdeiras a trabalharem junto com ele na empresa. “Acredito muito no sucesso dos negócios em família, mas, para isso, é preciso saber separar as relações profissionais e pessoais”, afirma o empresário e fundador da Emagrecentro.

Se precisar demitir, demita

Essa pode parecer uma dica difícil, mas Rubens diz que acompanhar o desempenho dos seus funcionários é essencial e os familiares não estão isentos. “É importante não dar tratamento diferenciado para ninguém. Se houver algum conflito, tudo fica no trabalho e no fim de semana estamos bebendo cerveja de novo”, diz o fundador da Patroni.

Em uma ocasião, o empresário chegou a demitir um familiar. “Mesmo assim, o nosso relacionamento continuou normal, porque deixamos bem claro a nossa relação profissional”, afirma. Durante os 35 anos de existência da rede, o empresário já trabalhou com filhos, cunhados e irmãos.

Estabeleça de quem é decisão final

“Na minha empresa, nós discutimos algumas sugestões e depois eu tomo a minha decisão final”, diz Rubens. Segundo o empreendedor, é importante ter alguém reconhecido para “bater o martelo”. Pode parecer que em uma empresa familiar há muito “donos”, porque os filhos acabam ocupando esse papel pela proximidade familiar, mas não é bem assim. É essencial definir as hierarquias na empresa para que não haja conflitos.

Faça da sua relação familiar um diferencial e não um problema

Aluizio de Freitas, diretor da Sigbol, escola de curso de moda, também já trabalhou com seu pai e sua irmã. Para ele, trabalhar em família nem sempre é fácil, mas tem suas vantagens. “O lado bom de trabalhar com os parentes é que você conhece as pessoas e os princípios delas. Além disso, elas têm mais motivo para estar ao seu lado”, afirma.

Trabalhe com uma equipe diversificada

A Ecoville, rede de produtos de limpeza, foi fundada pelos irmãos Leandro e Leonardo Castelo com o apoio do pai. De acordo com eles, uma empresa familiar também precisa se renovar e trazer um olhar de fora para ajudar em seu crescimento. “Temos orgulho de nascermos como uma empresa familiar, mas buscamos deixar nosso ambiente cada vez mais corporativo”, diz Leonardo.

Por isso, os irmãos estão trazendo nomes de pesos do mercado para ocupar “cadeiras” importantes na empresa, como Humberto De Biase, ex-executivo da Lenovo — que é o novo Diretor de Operações e Lineu Bueno, ex-executivo da Bombril — que é o atual Diretor Industrial da franquia. “Somos uma empresa familiar, mas não hesitamos em chamar pessoas de fora que possam nos ajudar a crescer”, diz Leandro.

Crie regras de governança

Bruno e Beatriz Semenzato trabalham com o pai, José Carlos Semenzato, na SMZTO Holding de Franquias, empresa que ele fundou. Bruno é hoje o Diretor Executivo do Grupo e Beatriz é gerente de marketing. A holding é responsável pela expansão de mais de dez marcas de franquias, entre as quais se encontram redes renomadas, como OdontoCompany, Instituto Embelleze, Espaçolaser, entre outras.

Segundo Bruno, é importante separar o que é família do que é empresa. “Independentemente da relação familiar, entendemos que a posição de executivo precisa sim ser conquistada e mantida. Portanto, é essencial estipular metas claras para todos”, diz. Além disso, ele acredita que um dos caminhos para criar um bom ambiente de trabalho é investir em profissionalização e criar regras de governança, trazendo conselheiros externos para tal.

ClickBus anuncia Anderson Borges como CTO

A ClickBus, líder em vendas de passagens rodoviárias online, acaba de anunciar a chegada do novo CTO, Anderson Borges. O executivo chega na ClickBus com a missão de transformar o mercado rodoviário ao impulsionar a migração do offline para o online. “Atualmente, apenas 8% das passagens de ônibus no Brasil são compradas online e existe uma enorme oportunidade para transformar esse mercado, basta comparar com a realidade do mercado aéreo, onde aproximadamente 70% das compras são feitas pela internet. A ClickBus já está liderando essa transformação e meu principal objetivo é garantir que nossa tecnologia impulsione e apoie essa transformação”, afirma o executivo.

A área de tecnologia é formada por mais de 30 profissionais que garantem a estrutura para que passageiros rodoviários consigam realizar a compra da passagem de ônibus pela ClickBus tendo uma experiência sem falhas. Anderson chega em um momento chave para a empresa e para o setor já que este ano, a passagem eletrônica, o e-ticket, será implementada para viagens rodoviárias no Brasil.

Antes de chegar na ClickBus, Anderson trabalhou por mais de cinco anos como CTO na ContaAzul. Formado em Sistema da Informação pela Universidade de Santa Catarina e com curso de extensão no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), o profissional possui quase 15 anos de carreira na área de tecnologia da informação.

Open banking: bancos terão que abrir dados para concorrência

É prevista no escopo da proposta do Banco Central (BC) para o open banking no Brasil a abertura de dados cadastrais e de produtos e serviços adquiridos pelos clientes. Contudo, é necessária que haja sua prévia autorização. O foco está em gerar melhores condições aos consumidores de produtos e serviços financeiros no Brasil. “Ao autorizar o compartilhamento de seus dados – sejam eles sobre investimentos, crédito e seguros -, outros bancos e fintechs têm liberdade para analisar as informações e oferecer taxas e condições melhores”, analisa José Luiz Rodrigues, sócio da JL Rodrigues, Carlos Átila & Consultores Associados. A consultoria acompanha o desenvolvimento regulatório do open banking no país nos últimos anos.

A implementação do open banking é interligada aos projetos já existentes de pagamentos instantâneos, inovações financeiras e a recente edição da lei de proteção de dados. “O posicionamento do BC demonstra preocupação de que a regulação não beneficie apenas os grandes players do mercado e que haja segurança no compartilhamento de dados, que tende a ser mandatório entre as empresas reguladas pelo BC”, esclarece Rodrigues.

Consultas públicas e workshops para debater o tema são previstos para este ano. Já a implantação do open banking, esperada até 2020, deve acontecer em fases distintas. Primeiro haverá a troca de informações de produtos e serviços das instituições e depois de dados cadastrais e serviços de pagamento. Na sequência, se dará o compartilhamento de dados transacionais, como de contas e crédito. Por fim, se dará a troca de outros serviços e dados, como de investimentos. “Ponto importante é como será o ressarcimento entre instituições pelo compartilhamento de dados e pela prestação de serviços”, ressalta o especialista.

Entenda o Open Banking

Conceito que já está em vigor no mercado financeiro europeu, o open banking pressupõe que os dados bancários (cadastrais e transacionais) são dos clientes e não das instituições financeiras, como acontece no Brasil atualmente . Com a autorização do cliente, tais dados poderiam ser acessados por diversas empresas, gerando abertura de mercado e possível redução de taxas, graças ao aumento na concorrência e oferta de produtos e serviços financeiros adequados para os usuários.

A regulação do open banking no Brasil caminha no sentido de padronizar a forma de comunicar tais dados entre empresas via APIs (sigla em inglês para interfaces de programação de aplicativos). “Há instituições financeiras no Brasil que já desenvolveram APIs próprios para atuar no conceito de open banking, amparados pela regulação vigente, para ganhar mercado e oferecer vantagens aos seus usuários, amparados por nossa consultoria”, aponta José Luiz Rodrigues.

iClinic participa da primeira edição do Brazil at Silicon Valley em Stanford

A startup iClinic, líder nacional em soluções em nuvem para clínicas e consultórios médicos, foi convidada para participar da conferência Brazil at Silicon Valley. O evento acontecerá nos dias 8 e 9 de abril, na Universidade de Stanford, é organizado por estudantes brasileiros da instituição e conta com apoio de grandes nomes como o empresário e investidor Jorge Paulo Lemann; Carlos Brito, CEO da Anheuser-Busch InBev; Hugo Barra, VP do Facebook; Eduardo Mufarej, fundador do RenovaBR e sócio da Tarpon Investimentos e Luciano Huck, apresentador de televisão.

A presença da iClinic será comandada pelo fundador e CEO da empresa, Felipe Lourenço, que vai apresentar a empresa na terça-feira (9), das 12h40 até às 13h50 (horário norte-americano). “É uma oportunidade única de apresentar e discutir em altíssimo nível sobre a nossa visão do futuro da saúde e como a tecnologia e a iClinic tem mudado este cenário no Brasil”, explica. “Estar dentre as 10 empresas de tecnologia convidadas a apresentar iniciativas que estão sendo desenvolvidas no Brasil é sem dúvida um grande reconhecimento, fruto de um trabalho sério realizado por um time extremamente talentoso e obcecado pela nossa missão de Descomplicar a Saúde no Brasil com tecnologia”, completa o executivo. A conferência abordará quatro temas: edtech, fintech, govtech e healthtech, este último, onde a iClinic se solidifica como grande expoente.

Líder em seu segmento no Brasil, esta não é a primeira vez que a iClinic é destaque internacional. No ano de sua fundação, a empresa recebeu aporte da Rockstart, uma das principais aceleradoras da Europa e passou um ano fora do Brasil, em viagens entre a Europa e o Vale do Silício desenvolvendo e aprimorando seu negócio. “Após ter estado em vários eventos, este sem dúvida tem um sabor especial. Em 2013, estivemos em Stanford como uma jovem e promissora startup de saúde. Seis anos depois, retornamos como uma da principais referências em saúde digital no País, isso é extremamente gratificante”, pontua o CEO.

Esta é a primeira edição do Brazil at Silicon Valley. O evento será aberto para apenas cerca de 550 convidados entre empresários de alto escalão, empreendedores, investidores, agentes públicos e professores de Stanford. “O evento irá mostrar ao mundo o que há de melhor em termos de empreendedorismo e inovação no Brasil e que temos muita gente boa e competente trabalhando duro para o avanço do nosso País. Para a iClinic é um orgulho fazer parte desse movimento”, finaliza Lourenço.

Brazil at Silicon Valley

Quando: 8 e 9 de abril

Onde: Universidade de Stanford – 450 Serra Mall, Califórnia, Estados Unidos

Mais informações: http://www.brazilatsiliconvalley.com/

Benefícios e desafios de usar nuvens multi-cloud e hibrídas

Pesquisas do Gartner, IDG, e Right scale, em 2018, não deixaram dúvidas de que a adoção da nuvem é cada vez mais predominante. A utilização da nuvem pública, por exemplo, aumentou 92%, segundo o Right Scale. O mesmo estudo mostrou que 51% das empresas têm uma estratégia de nuvem híbrida, combinando nuvens públicas e privadas.

O número de entrevistados que adotam a nuvem privada é de 75%. E, embora os entrevistados na pesquisa tenham executado 40% de suas cargas de trabalho na nuvem pública e 39% na nuvem privada, os clientes corporativos executaram menos cargas de trabalho na nuvem pública, 32% e mais em nuvens privadas, 45%, o que reflete sua preocupação com a segurança de trabalhos mais críticos.

A nuvem é muito mais do que apenas usar uma rede de servidores remotos hospedados na Internet para armazenar, gerenciar e processar dados. Cloud é realmente sobre metodologia, automação, modelos financeiros, abordagens de desenvolvimento de software e muito mais.

Benefícios da nuvem hibrida e da multi-cloud

Estratégias híbridas e com várias nuvens oferecem flexibilidade, escalabilidade e agilidade, fornecendo a liberdade de escolher quando e como implantar cargas de trabalho, sem a complexidade e os atrasos de aquisição e implantação de recursos de infraestrutura e operações.

Os aplicativos podem rodar em uma nuvem pública durante horários de pico. Nuvens híbridas ou multi-cloud também permitem um gerenciamento flexível de dados, governança, conformidade, disponibilidade e durabilidade. Elas eliminam os custos iniciais de capital e evitam o risco de ficar restrito ao fornecedor de infraestrutura. Outro aspect que leva à agilidade são os recursos de autosserviço, que permitem que sejam feitos testes de desenvolvimento e cargas de trabalho, baseadas na cultura DevOps, na nuvem. Outro benefício importante das nuvens públicas é distribuir geograficamente aplicativos e serviços, especialmente à medida que mais aplicativos gravitam para a ponta.

Desafios

A nuvem é um modelo de computação com o qual os serviços de TI são provisionados e gerenciados pela internet, no caso de nuvens públicas; ou por uma infraestrutura privada de TI, no caso da nuvem privada.

Os provedores de nuvem pública tipicamente desenvolvem ferramentas especializadas para monitoramento, orquestração, gestão de custos, seguras e muitas outras funcionalidades que já estão prontas para rodarem melhor com seus serviços.

No entanto, essas ferramentas podem não mapear para outras nuvens. No caso da nuvem hibrida e multi-cloud, estamos misturando várias nuvens, o que aumenta ainda mais a complexidade operacional e de gerenciamento de dados. Políticas e métodos operacionais são diferentes e a agregação de dados em diferentes fronteiras de nuvens dificulta a governança, a análise e a inteligência de negócios. Quando você tem petabytes de dados em uma nuvem, quanto tempo levará para mudar para outra nuvem?

Enquanto as principais empresas de nuvem implementam medidas de segurança que, provavelmente, excedem o que a maioria das empresas privadas pode oferecer, elas apresentam um alvo muito visível, e devemos supor que nada é à prova de erros. A segurança ainda é uma preocupação fundamental para aplicativos críticos, especialmente quando se trata de nuvens públicas.

Mudanças na nuvem em 2019

Embora as migrações e mudança de aplicativos para nuvens continuem em 2019, mais aplicativos serão modernizados para aproveitar os novos recursos de contêineres, sem servidor, FPGAs e outras formas de computação. A concorrência entre os principais provedores de nuvem aumentará, resultando em mais serviços disponíveis para infraestrutura como um serviço, integrações e recursos de código aberto e analíticos. Com a Microsoft executando o GitHub, o código aberto está se tornando modelo para o desenvolvimento de novas tecnologias e os fornecedores de nuvem se tornarão mais abertos às comunidades de desenvolvedores. Nuvens híbridas tornam-se um campo de batalha com o Amazon Outpost fornecendo um rack de servidor local para fornecer a nuvem AWS, e a IBM adquirindo Redhat, para aumentar sua relevância no data center.

Todas essas mudanças exigirão novos conjuntos de habilidades na migração, modernização e gerenciamento de novas implantações de nuvem. Os provedores de nuvem percebem que os clientes precisam de ajuda para migrar e implementar soluções de nuvem, para que tenham parceiros de serviços cuidadosamente qualificados nos quais os clientes possam confiar com suporte ou serviços gerenciados.

A Hitachi Vantara fornece suporte para implementações privadas, híbridas, públicas e multi-cloud com 3 áreas de suporte. Um deles é o Modo Cloud Gate para armazenamento de blocos, arquivos e objetos de Storage.

O HCP, Hitachi Content Platform, permite que os usuários movam dados com segurança para, e entre vários serviços de nuvem e gerenciem melhor os casos de uso, incluindo governança de dados, IoT e Big Data. O relatório Marketscape 2018, da IDC, mostra como o HCP trata da segurança, da nuvem múltipla e do desempenho. Uma das empresas que utilizaram esta plataforma é Rabobank, uma multinacional holandesa de serviços bancários e financeiros. O desafio era dar ferramentas para as equipes de compliance, dando suporte às práticas investigativas de regulamentação dentro do ambiente de trabalho. O resultado foi utilizar o HCP para acessar informações da dados estruturados e não estruturados de comunicação.

88i é aprovada no desafio R3 Corda para Insurtechs

A 88i.com.br, plataforma de serviços digitais para distribuição de seguros, que oferece uma nova experiência na contratação de proteção, seguros e assistências, passou para a próxima fase do desafio R3 Corda para Insurtechs, uma rede global de parceiros que visa desenvolver aplicativos inovadores para finanças e comércio.

A R3 é uma empresa de software blockchain com um amplo ecossistema de mais de 300 membros e parceiros em vários setores, tanto públicos como privados, responsável pela Corda, plataforma blockchain de código aberto, e pela Corda Enterprise, uma versão comercial para empresas.

A 88i foi convidada a participar de um webinar com a equipe técnica da R3, que faz a instrução de como trabalhar em seus projetos. “Eles nos colocam em contato com dois mentores para importantes discussões técnicas e trocas de experiências, visando alavancar o poder do blockchain para lidar com os desafios específicos dos negócios”, explica o CEO da 88i, Rodrigo Ventura.

As apresentações da 2ª rodada serão realizadas em agosto de 2019 e envolvem a apresentação da solução utilizando uma rede Corda, que está sendo desenvolvida pela 88 para o mercado de seguros.

TIM anuncia novo Chairman e CEO

O Conselho de Administração da TIM Brasil, em reunião hoje (3/4), deliberou a nomeação de Nicandro Durante como seu novo presidente e de Pietro Labriola como CEO da companhia. Ambos assumem os cargos a partir desta data, sucedendo, respectivamente, João Cox e Sami Foguel.

Nicandro Durante tem 40 anos de experiência na indústria do tabaco, tendo ocupado diversas funções na British American Tobacco, controladora da empresa brasileira Souza Cruz, até chegar ao cargo de CEO em 2011. Também é conselheiro independente da Reckitt Benckiser, maior produtor mundial de produtos de limpeza, saúde e cuidados pessoais. Nascido em Goiás, o executivo tem cidadania italiana e é graduado em Administração pela PUC-SP.

No Grupo Telecom Italia há 17 anos, Pietro Labriola foi Chief Operating Officer da TIM Brasil entre 2015 e 2018, liderando as áreas de Marketing, Comercial, Customer Relations e Tecnologia da Informação. Desde fevereiro, integra o Conselho de Administração da empresa, cargo que ocupará em conjunto com a posição de CEO, para seguir com a execução do plano estratégico da TIM Brasil. O executivo é italiano, graduado em Administração pela Università degli Studi di Bari e com especialização em Inovação e Tecnologia.

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43% dos recrutadores entrevistam até 10 candidatos para fechar uma vaga

Diante de um cenário competitivo em busca de oportunidades de emprego, fica cada vez mais difícil se destacar. Dados levantados pela Catho com mais de 400 recrutadores reforçam os desafios da área de recrutamento ao fazerem uma seleção. Segundo a pesquisa, 43% dos pesquisados entrevistam entre 6 a 10 candidatos para fechar uma vaga.

Esse número fica mais expressivo ao se observar quantos profissionais se candidatam por vaga e, consequentemente, quantos currículos os recrutadores recebem. Ainda segundo o levantamento, 44% dos entrevistados recebem até 30 currículos, 30% mais de 50 e 16% mais de 100.

Com o objetivo de ajudar recrutadores a encontrarem o “candidato perfeito” de forma mais rápida e assertiva, a Catho traz para o mercado o Busca Certa, disponibilizado inicialmente para candidatos e empresas da Grande São Paulo. O produto tem como diferencial apresentar profissionais testados e pré-avaliados de acordo com seu nível de conhecimento (básico, intermediário e avançado), além de verificar aptidões em excel, inglês, interpretação de texto e raciocínio lógico.

“Diante da tamanha oferta de profissionais no mercado de trabalho e o curto tempo para realizar a seleção, recrutadores possuem uma grande missão a ser cumprida na hora da filtragem pelo candidato ideal. Sendo assim, olham de cara as informações mais nobres do currículo em até 10 segundos para depois realizarem uma análise mais criteriosa dos documentos”, afirma Bianca Machado, gerente da Catho.

De acordo com a pesquisa, os entrevistados apontaram em média quantos currículos analisam antes de escolherem quais candidatos serão entrevistados, reforçando mais uma vez a importância de ferramentas que agilizem o processo seletivo. Segundos os dados: 31% afirmam que checam de 16 a 30 currículos, enquanto 30% de 6 a 15.

Após a análise mais aprofundada é dado o momento de abordar os candidatos e fazer o convite formal para o momento da entrevista. A pesquisa apresenta que nesse momento, 44% convocam de 6 a 10 candidatos, 39% de 11 a 20, enquanto 13% de 11 a 20.

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