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Grupo Malwee migra Data Center para nuvem pública do Google

Com a proposta de modernizar sua infraestrutura e construir sistemas flexíveis a diferentes tipos de demandas, o Grupo Malwee, uma das principais empresas no segmento de moda do Brasil, vai transferir 90% de seu data center para a Google Cloud Platform (GCP), em um trabalho feito em conjunto com Google Cloud e a Tivit, multinacional brasileira de soluções digitais.

A iniciativa tem como foco a modernização dos processos da companhia, ampliando a eficiência operacional nos setores produtivos e na gestão do negócio. “A Google Cloud Platform proporcionará a adoção de novas tecnologias para a empresa. Além disso, dará flexibilidade operacional, por meio de ambientes escaláveis que suportem as demandas futuras do Grupo, garantindo eficiência e otimização de recursos”, ressalta Luciano André Baramarchi, gestor de TI do Grupo Malwee.

A plataforma foi escolhida após avaliação de grandes players do mercado. Segundo Fabio Andreotti, head de vendas de Google Cloud no Brasil, a migração do datacenter é apenas o começo da parceria do Google Cloud com o Grupo Malwee. “O nosso objetivo é fazer com que esta tecnologia, além de proporcionar modernização de infraestrutura e ganho de agilidade, também permita à empresa transformar dados em insights relevantes para o negócio. Esse avanço tecnológico será o grande diferencial competitivo para as empresas nos próximos anos”, conclui.

A migração do data center será feita em três fases e a previsão de término é dezembro de 2019. A Tivit será responsável por gerenciar a nuvem híbrida. O Head of Sales, Marketing and Partners da TIVIT, Anderson Gaspar, reforça: “O desafio da Malwee em alavancar sua transformação digital e ter um parceiro que suporte seu ambiente de TI, nos levou a desenhar uma solução de nuvem híbrida em conjunto com a equipe de Google Cloud. Com isso, será possível entregar um serviço de gerenciamento de ponta a ponta, habilitando o crescimento do cliente de maneira inovadora”.

Após a migração, o Grupo Malwee permanecerá com apenas 10% da infraestrutura on-premise, como os sistemas de tinturaria e corte.

Drones devem revolucionar auditoria no agronegócio

Por Marcos Bassi e André Monaretti

O agronegócio brasileiro tem contribuído significativamente para os índices econômicos do Brasil, atingindo cada vez mais profissionalização, governança, gestão, eficiência e produtividade. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) revelam que esse setor responde por 42% das exportações brasileiras, atingindo US$ 102 bilhões em 2018, um crescimento de 6% em relação ao ano anterior e saldo positivo na balança comercial brasileira de quase US$ 90 bilhões. Esses números, alinhados com o fato do agronegócio representar 23% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, provam que o Brasil País é uma potência global no setor.

Nesse ambiente, a utilização de tecnologia, já aplicada intensamente, está diretamente relacionada com a geração de emprego e renda. Com recursos tecnológicos, os níveis de produtividade do agronegócio brasileiro tem desempenho muitas vezes superior ao dos principais competidores mundiais. No caso da soja, por exemplo, a produtividade média mundial da safra de 2017/18 foi de 2,74 ton/hectare, enquanto, no Brasil, foi de 3,47 ton/hectare. Os Estados Unidos (principal concorrente) tiveram produtividade 5% inferior à do Brasil.

As perspectivas são otimistas e o Brasil já reúne mais de 135 empresas de desenvolvimento tecnológico direcionadas para o aprimoramento do agronegócio. Entre as soluções mais atuais, estão as que envolvem agricultura de precisão, drones, satélites, análise de dados, Internet das Coisas, inteligência artificial e gestão em nuvem.

Um dos recursos que vem ganhando espaço está associado à utilização de drones para diversas finalidades. Considerando a versatilidade desses equipamentos e o baixo custo de operação, muitas fazendas empregam drones para realizar análise da plantação, demarcação de plantio, acompanhamento de safra e pastagem, pulverização, monitoramento de desmatamento e vigilância.

Além de todas essas possibilidades, a convergência com o trabalho de auditoria está na utilização dos drones para a contagem de rebanhos, garantindo um inventário mais preciso e eficiente com a localização de animais em menos tempo, envolvendo menos pessoas e reduzindo custos.

O inventário de cabeças de gado é essencial para a proteção do patrimônio e o controle das movimentações, contribuindo também para melhorar eficiência da produção, rentabilidade dos negócios e sustentabilidade da operação. Com os drones, a expectativa de contagens de 30 mil cabeças, que demandaria o envolvimento de várias pessoas e aproximadamente 40 dias de trabalho, pode ser feita em até cinco dias. Para que isso ocorra, os drones sobrevoam as propriedades rurais e, por meio do registro de imagens e integração com recursos de computação, fazem a contagem dos animais.

Como a transformação digital está impactando todos os setores, o agronegócio também deve sofrer mudanças. Produtores rurais e grandes investidores já perceberam a necessidade de se reinventarem, estão atentos às tendências e têm destinado recursos financeiros que deverão ampliar ainda mais este mercado. Aproveitar o potencial de crescimento do agronegócio brasileiro é, nesse sentido, apostar em um produto determinante para o sucesso econômico do Brasil em termos de desenvolvimento econômico com geração de emprego e renda.

Em um mundo cada vez mais globalizado, a resiliência das organizações e a capacidade de se manterem competitivas está diretamente relacionada com a implementação de tecnologias inovadoras em escala internacional. Tendo em vista a qualidade do agronegócio brasileiro, há ainda um potencial a ser explorado para que a produção aumente ainda mais, gerando resultados positivos à economia e contribuindo para a melhoria dos índices nacionais de desenvolvimento.

Marcos Bassi, sócio da KPMG no Brasil.

André Monaretti, sócio-líder de Agronegócio da KPMG no Brasil.

Transformação digital e bancos: 87% dos consumidores estão dispostos a conhecer um player não-tradicional, aponta pesquisa da iProspect

A América Latina reúne duas condições fundamentais para o desenvolvimento do setor financeiro nos próximos anos: 45% da população adulta não atrelada a uma instituição financeira e uma das maiores penetrações digitais do mundo (mais de 70% com acesso a smartphones). Outros dados reveladores mostram que apenas 21% dos clientes bancários estão dispostos a manter o seu nível de negócios atual com o banco que operam e que 87% dos consumidores estão dispostos a conhecer um player não-tradicional. Além disso, o potencial de geração de receita a partir da população sem acesso ou com pouco bancário pode chegar a US$ 34 bilhões, impulsionando não apenas o setor financeiro, mas o comércio eletrônico e a inclusão de novas tecnologias e modelos de negócio na região.

Essas são algumas das principais conclusões da pesquisa inédita “A nova relação digital: uma história sobre finanças e o setor bancário” desenvolvida pela iProspect, agência de marketing digital full performance presente em 55 países. Para a análise, a iProspect entrevistou 4 mil consumidores no Brasil, México, Colômbia, Chile e Argentina.

O objetivo foi entender as percepções em relação aos bancos e às fintechs, auxiliando os players do setor a responder questões como os consumidores da América Latina estão dispostos a compartilhar seus dados, estão prontos para aceitar consultores-robôs, fariam transações bancárias com plataformas de tecnologia e por quê, dentre outros.

“Como os consumidores hoje se beneficiam de uma infinidade de opções, os bancos precisam se reinventar para permanecer relevantes. Fluência tecnológica, eficiência operacional e capacidade de adaptação acelerada às mudanças regulatórias são pilares evidentes para um melhor desempenho, porém, em um setor onde a confiança e a experiência do cliente são o alfa e o ômega, a compreensão genuína das expectativas dos consumidores é – mais do que nunca – a verdadeira receita para o sucesso”, afirma Bruno Mosconi, diretor geral da iProspect Brasil e um dos autores da pesquisa.

O estudo mostra também que 32% dos consumidores já utilizam serviços tanto de bancos tradicionais quanto provedores não-tradicionais e 25% gerenciam suas finanças em ambientes online. Considerando que 46% dos consumidores atualmente esperam uma solução de atendimento de última geração, 24h, 7X7, qualquer organização que ofereça serviços financeiros, seja um banco tradicional, varejista ou um gigante da tecnologia, é primordial oferecer uma experiência customizada, porém escalável. Para tanto, será necessário aproveitar as mudanças atuais de percepção em relação ao progresso na automação e no uso de dados (mais de 50% dos consumidores estão dispostos a compartilhar seus dados em troca de uma solução de atendimento ao cliente 24 horas).

Mercado brasileiro

No Brasil, mercado com alta concentração e baixa concorrência, o potencial também é muito grande, com mais de 50 milhões de pessoas sem acesso a serviços financeiros. A pesquisa revela que 73% dos brasileiros gerenciam suas finanças fazendo uso regular de serviços online e que 81% estariam dispostos para um provedor não-tradicional.

“Depois de anos sem grandes solavancos, o cenário do setor financeiro no Brasil vem mudando. Players mais acessíveis e centrados no usuário estão surgindo com soluções voltadas aos consumidores cada vez mais digitais, com demandas cada vez maiores por praticidade, transparência e serviços personalizados”, afirma o diretor geral da iProspect Brasil.

Algumas mudanças que merecem destaque incluem as empresas de tecnologia financeira que agora podem emprestar dinheiro sem a intermediação de bancos e, desde 2010, o setor de pagamentos foi desmembrado. Além disso, existem outras iniciativas em andamento sobre criptomoedas, tokens e câmbio internacional.

“Este estudo deixa claro a importância das instituições financeiras investirem no desenvolvimento e promoção de seus aplicativos, no estabelecimento de canais de bate-papo 24h e de parcerias com fintechs e outros players para o desenho de serviços cada vez mais convenientes e inovadores”, conclui Bruno Mosconi.

Automação: a nova fase da transformação digital nas empresas

Por Sandra Maura, CEO da TOPMIND

Há alguns anos, quando conceitos como a Computação em Nuvem e a Análise de Dados começaram a despontar no dia a dia das empresas, muita gente se perguntou qual seria o rumo da transformação digital. Agora, com as soluções de Cloud e Analytics em pleno destaque, as companhias estão começando a dar os próximos passos dessa trilha de inovação. Ou melhor: elas estão simplificando essa caminhada, investindo em novas soluções de Automação.

Pesquisas indicam que mais de dois terços das maiores empresas do planeta já contam ou planejam integrar ferramentas de automação a suas operações nos próximos dois anos. Isso significa que grande parcela das companhias, hoje em dia, já possui ao menos uma tarefa diária realizada por máquinas ou quer contar rapidamente com aplicações inteligentes em suas organizações.

De acordo com estudos globais sobre automação, o que se estima do segmento são importantes tendências voltadas a um mercado globalizado, extremamente dinâmico e que demande novas tecnologias, soluções sustentáveis, garantindo lucratividade. Entre os exemplos nesse contexto está à eficiência energética, primordialmente relacionada a soluções sustentáveis para esse mercado.

Impulsionada pelos ganhos de produtividade e de economia às companhias, a automação vem sendo apontada como o fator mais importante para a próxima fase da transformação digital global. Atualmente, é possível contar com soluções endereçadas as mais diversas etapas e ações para a organização das companhias. Entre as oportunidades estão a aplicação de recursos para a gestão automática de espaços, com a administração completa dos ambientes e estruturas dos escritórios e plantas fabris, e gerenciamento de segurança, com a análise inteligente de perfis de acesso às informações.

A utilização dessas opções é um caminho prático e eficiente para configurar e gerenciar a dinâmica das equipes, a troca de informações internas, o dimensionamento da estrutura necessária para a manutenção da alta disponibilidade de link de Internet etc. Em síntese, a automação da gestão de espaços corporativos retira das companhias a obrigação de controlar manualmente a utilização de ativos (computadores e projetores, por exemplo), de salas, redes de dados e até a quantidade de baias disponível para uma equipe rotativa de vendas.

Outra oportunidade de automação que já pode ser usada é a digitalização dos sistemas de telepresença e interação, com quadros e telas interativas. A automação das salas de conferência e reunião ajuda a poupar recursos, simplificar a gestão de equipes remotas, acelerar a comunicação entre times e maximizar a disseminação da cultura organizacional. A tecnologia tem o potencial para simplificar todo o entorno das apresentações, colaborando diretamente para a geração de uma experiência mais rica, eficaz e colaborativa.

Fora dos escritórios, as telas são excelentes oportunidades para implementar pontos de venda mais atraentes e modernos. Pesquisas indicam que o uso de soluções digitais interativas pode representar até 30% a mais de chances para atrair novos consumidores a uma marca. Nesse contexto, a automação desses pontos de contato, com inteligência agregada, ampliará o valor das companhias e o retorno às operações.

Seja qual for a opção para o início das ações de automação, a questão primordial é que a automatização das operações deve ser considerada como uma questão estratégica de alta prioridade dentro das companhias. É importante, no entanto, que esse plano seja tocado com ações realmente práticas. O desenvolvimento sistemático de novas tecnologias é importante para consolidar essa estrada de inovação.

A perspectiva para o mercado de automação ao longo de 2019 é positiva. Uma das promessas é que o setor passe a atuar na área de experiência do cliente no universo da automação comercial. Cenário que possibilita boa expectativa para o setor, com projeções de crescimento de cerca de 50% até 2020 no número de profissionais na área, segundo levantamento recente realizado por uma consultoria global.

As companhias que saírem à frente do mercado e entenderem o real propósito da automação, sobre como extrair valor prático das iniciativas, terão muito mais chances de satisfazerem os consumidores e, com isso, terem melhores resultados. Resta saber quem conseguirá ser mais rápido nesse novo movimento.

Claranet é nomeada ao Quadrante Mágico da Gartner pelo segundo ano consecutivo

A Claranet, provedora de serviços gerenciáveis de TI, foi posicionada no Quadrante Mágico da Gartner para “Data Center Outsourcing and Hybrid Infrastructure Managed Services” (DCO/HIMS) pelo segundo ano consecutivo na Europa, um reconhecimento do alto nível de consistência e excelência na entrega de serviços ágeis e flexíveis de TI. A empresa está presente no Brasil desde 2016, com a aquisição da CredibiliT, e promove um intercâmbio global de sua expertise em todos os 11 países em que opera.

Neste Quadrante Mágico, a Gartner analisa a capacidade de execução e abrangência de visão de 20 provedores de DCO / HIMS e as suas ofertas de serviços em nuvem, que são estimadas em mais de U$ 23 bilhões. A indicação reflete as medidas que a Claranet está adotando para fornecer a combinação certa de serviços para ajudar as empresas a transformar suas operações, manter a segurança e se adaptar rapidamente às mudanças nas necessidades dos clientes.

Charles Nasser, CEO da Claranet, afirma: “Estamos muito satisfeitos em ser reconhecidos neste Quadrante Mágico da Gartner de 2019 e acreditamos que isso sublinha o progresso que fizemos em nosso próprio negócio. Neste sentido, investimos substancialmente na contratação dos melhores especialistas e usamos a automação para transformar as operações de nossos clientes”.

Durante o ano passado, a Claranet ampliou suas habilidades em segurança cibernética, impulsionadas pela aquisição em julho de 2018 da NotSoSecure, que é responsável por fazer testes de testes de penetração e conduzir treinamento de hacking ético. Desde então, a companhia consolidou sua presença no mercado e criou sua própria unidade de cibersegurança, a Claranet Cyber Security.

“Estamos comprometidos com nosso status como uma das cinco empresas no mundo que possuem as certificações de MSP auditadas mais altas da AWS, do Google e da Microsoft. Isso destaca a solidez da nossa expertise, que é fundamental para impulsionar o crescimento de nossa prática de nuvem híbrida, além de fornecer resultados superiores para nossos clientes “, acrescenta Nasser.

A avaliação do Quadrante Mágico da Gartner oferece análises detalhadas de mercados e ofertas de fornecedores, permitindo que os usuários mapeiem os pontos fortes e fracos do prestador de serviços em relação às suas necessidades atuais e futuras. A Gartner avalia os fornecedores de tecnologia tanto na totalidade da sua visão de mercado quanto na capacidade de execução, usando uma série de critérios refinados.

Apesar da indicação da Claranet, a Gartner não apoia nenhum fornecedor, produto ou serviço específico descrito em suas publicações de pesquisa e não aconselha os usuários de tecnologia a selecionar apenas os fornecedores com as classificações mais altas ou outra designação. As publicações de levantamentos da Gartner consistem nas opiniões da organização de pesquisa e não devem ser interpretadas como declarações de fato. Dessa forma, a empresa se isenta de todas as garantias expressas ou implícitas, com relação à referida pesquisa, incluindo quaisquer garantias de comercialização ou adequação a uma finalidade específica.

Transformação da experiência do cliente receberá 23% do 1,68 bilhão de dólares investidos em digitalização em 2019

Melhorar a experiência do cliente está no núcleo dos investimentos digitais corporativos em 2019, afirma a IDC Research da Espanha, em seu último estudo “Impact of Digital Technologies in The Customer Journey”, elaborado em parceria com a Atento. De acordo com os dados da IDC, do 1,68 bilhão de dólares investidos em processos de digitalização, no decorrer do ano, 23% se concentrarão na transformação da experiência do cliente.

“A convergência entre tecnologia e a jornada do cliente é uma área cada vez mais vital para as marcas. Por exemplo, o desenvolvimento e a configuração de plataformas omnichannel, que combinem canais convencionais e digitais, permitem às empresas oferecer uma experiência do cliente mais uniforme e homogênea, gerando maior valor para os consumidores”, diz Isabel Tovar, analista da IDC Research da Espanha. “A gestão da jornada do cliente e o impacto das novas tecnologias nesse processo são cruciais, pois podem gerar uma clara vantagem competitiva para as organizações”, acrescenta.

As chaves para alcançar o sucesso na transformação da experiência do cliente

Otimizar a experiência do cliente com o impulsionamento da tecnologia é indispensável. Segundo a IDC, o impacto das plataformas digitais na experiência do cliente é um dos fatores que podem decidir o sucesso ou fracasso das organizações, especialmente se for considerado que uma plataforma digital não é apenas uma questão de tecnologia, mas uma nova maneira de organizar os negócios, que possibilitará a introdução de novos modelos operacionais e comerciais. Além disso, organizações focadas em melhorar a experiência do cliente estão reinventando seu relacionamento com o consumidor, graças à implementação de plataformas omnichannel e à criação de conexões altamente relevantes, que aumentam a satisfação e a fidelidade.

Outros componentes relacionados à tecnologia que permitem às organizações otimizar a experiência do cliente, são infraestruturas seguras, uso em tempo real de Big Data, capacidade de inovação, experiência perfeita e padronizada em todos os canais e proteção da privacidade dos dados.

“Para serem bem-sucedidas, as empresas devem investir em plataformas omnichannel que integrem jornadas personalizadas dos clientes, dotadas das suas informações e que permitam a construção de suas ofertas de serviços atuais e futuras”, afirma Tovar.

Plataformas omnichannel: o novo desafio que as empresas enfrentam na era digital

Segundo a IDC, até o final de 2019, cerca de 50% dos varejistas terão adotado uma plataforma de comércio omnichannel. A chave para as organizações é utilizar essas plataformas omnichannel para adicionar inteligência em cada interação com o cliente, visando melhorar a experiência e obter conhecimentos úteis para o futuro. A omnicanalidade permite o desenvolvimento de relacionamentos mais profundos, mais imersivos e confiáveis, que impulsionarão a frequência das interações, aumentando o consumo, a satisfação e a lucratividade.

As soluções digitais de experiência do cliente da Atento

A Atento, por meio de sua unidade de negócios digitais, Atento Digital, fornece ferramentas e soluções de marketing digital, automação de processos de front e back-office relacionados ao cliente, plataforma omnichannel sólida e o uso de ferramentas analíticas para maior eficiência e melhores resultados na aquisição, gerenciamento e retenção de clientes. Também oferece soluções para o avanço dos processos de transformação digital, ao mesmo tempo, aproveitando sistemas já existentes. A proposta de valor da Atento Digital incorpora o uso de tecnologia cognitiva baseada na ferramenta semântica da Keepcon e compreende uma ampla variedade de soluções, incluindo as de 100% de vendas online, atendimento digital ao cliente, suporte técnico digital ou cobrança digital de dívidas. Todos esses serviços são oferecidos através da plataforma omnichannel da Atento, que combina canais tradicionais e digitais.

Você pode acessar o relatório “Impact of Digital Technologies in The Customer Journey” aqui.

Samsung Creative Startups seleciona incubadoras para 5ª rodada do programa

O Samsung Creative Startups, programa de aceleração de startups de base tecnológica realizado em parceria com a Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores) e com o CCEI (Centro Coreano de Economia Criativa e Inovação), está com inscrições abertas para as incubadoras e aceleradoras interessadas em apoiar as startups que serão selecionadas para a quinta rodada do programa.

As incubadoras devem estar credenciadas junto ao Comitê da Área de Tecnologia da Informação (CATI), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), e/ou ao Comitê das atividades de Pesquisa e Desenvolvimento da Amazônia (CAPDA), do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Também é necessário estar em situação regular para a utilização de recursos da Lei de Informática (Lei nº 8.248/1991).

No processo seletivo, serão aceitas incubadoras e aceleradoras que já tenham formalizado a solicitação do registro junto aos órgãos citados acima e ainda aguardam a publicação no Diário Oficial da União, assim como as associadas à Anprotec na Amazônia Ocidental e nas cidades de Macapá e Santana, no Estado do Amapá, sem credenciamento CAPDA, desde que estejam em operação há pelo menos um ano e possuam, no mínimo, cinco empresas de base tecnológica em processo de incubação ou aceleração.

Os ambientes de inovação selecionados devem participar do evento de transferência de conhecimento; controlar e monitorar as futuras empresas no âmbito do Programa; zelar pela administração e pelo uso adequado dos recursos provenientes do projeto; e possuir os recursos materiais e humanos necessários para o sucesso da operacionalização durante todas as etapas.

As incubadoras e aceleradoras também serão responsáveis por auxiliar as startups selecionadas para o Samsung Creative – que receberão R$ 200 mil livres de equity para desenvolver e aprimorar produtos e serviços – em treinamentos, assessorias e mentorias.

“As startups também terão acesso aos profissionais da Samsung e contarão com ajuda especial para conversar com as áreas atendidas pela empresa”, destaca Paulo Quirino, Coordenador Nacional do Programa Samsung Creative Startups na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung. “Ao final da quinta rodada, as startups poderão ser indicadas para um intercâmbio na Coreia do Sul para apresentar as soluções desenvolvidas para investidores asiáticos”, conta.

O presidente da Anprotec, José Alberto Sampaio Aranha, ressalta a importância dos ambientes de inovação ao Programa. “Através da rede de incubadoras, que recebe as startups do Programa, são oferecidas as ferramentas para que a empresa nascente chegue mais estruturada, com um produto melhor desenvolvido, e know-how ao mercado, porque é isso que transforma ideias em grandes projetos”, afirma.

As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 5 de agosto. O cadastro é concluído com o preenchimento do formulário de inscrição e o envio dos documentos necessários pelo e-mail: economiacriativa@anprotec.org.br.

Proteção de dados pessoais poderá entrar na Constituição Federal

O Senado Federal aprovou essa semana a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que inclui a proteção de dados pessoais, inclusive dos meios digitais, na lista de direitos e garantias individuais da Constituição Federal. A PEC 17/2019, que foi aprovada com 64 votos no primeiro turno e 62 no segundo, busca assegurar a privacidade desses dados de forma constitucional com o intuito de resguardar a inviolabilidade das informações dos cidadãos que usam a Internet.

O Pesquisador de Segurança da ESET, Daniel Cunha Barbosa, destaca que a medida significa um tempo de mudança. “É incrível ver o senado fazendo movimentos para que a segurança dos dados pessoais faça parte da nossa Constituição. Isso trará ainda mais força e robustez para a segurança da informação de um modo geral, mas principalmente para o tema confidencialidade. Todos nós que nos preocupamos em fazer um mundo melhor e mais seguro comemoramos estes avanços”, comenta.

Caso a PEC seja aprovada, o Brasil se aproximará das melhores legislações internacionais sobre o tema. Atualmente, o país já conta com normas infraconstitucionais, como o Marco Civil da Internet (Lei 12.965, de 2014), da sua regulamentação (Decreto 8.771, de 2016) e da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709, de 2018), que são consideradas como grandes avanços no país em termos de proteção de dados dos brasileiros. Segundo o portal de notícias G1, o autor da proposta, Eduardo Gomes, destaque que “convictos de que o Brasil necessita muito mais do que uma lei ordinária sobre o assunto, apesar da envergadura jurídica da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), propomos a presente mudança à Constituição Federal”.

TIM lança pacotes de WhatsApp e Instagram ilimitados para viagens ao exterior

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Os clientes da TIM em viagens ao exterior terão ainda mais liberdade para postar um registro inesquecível no Instagram ou dar notícias do passeio no grupo da família no WhatsApp. A operadora reformulou seu portfólio de roaming internacional e lança ofertas inéditas no mercado brasileiro: será possível contratar pacotes semanais de WhatsApp ou Instagram ilimitados, com preços muito atrativos. Quem ainda quiser navegar na internet poderá escolher entre franquias de dados diárias, semanais ou mensais. Já aqueles que preferem ligar pagam apenas os minutos que usarem, de forma muito mais simples.

As novas ofertas são válidas para clientes de todos os planos pós-pagos com pagamento em fatura, inclusive usuários de planos corporativos¹. O pacote de roaming internacional exclusivo do TIM Black Família – com sete dias de WhatsApp ilimitado e 30 minutos em chamadas grátis todos os meses para qualquer lugar do mundo – agora também é válido para clientes dos planos pós-pagos TIM Black D e E e Da Vinci. A ativação e o controle do consumo têm interface simples, por meio de um portal no próprio celular, garantindo a melhor experiência de uso.

“O cliente da TIM não vai mais pesquisar novas oferta para trocar de chip quando estiver fora do Brasil. Analisamos o comportamento da nossa base durante viagens internacionais para lançar um novo portfólio que atenda a diferentes necessidades. Temos pacotes só com os apps mais usados e internet por dia, semana ou mês, entregando opções para todos os bolsos. E como as chamadas são cada vez menos utilizadas, decidimos voltar com a tarifação por minuto. Assim, o cliente economiza porque só paga pelo tempo que falar, não precisa ativar um pacote diário de voz. Para completar, a gestão das ofertas é 100% digital, trazendo ainda mais facilidade e conveniência para os usuários”, explica Renato Ciuchini, Head de Marketing Consumer da TIM Brasil.

Quando o cliente chegar ao seu país de destino, ele receberá um SMS de boas-vindas, com um link para o portal de roaming internacional. Na página, ele escolhe o pacote que deseja contratar e já começa a navegar imediatamente.

Os preços variam de acordo com o destino da viagem do cliente. A oferta de WhatsApp ilimitado inclui ligações de voz e vídeo pelo aplicativo, além de troca de mensagens de texto e áudio, fotos e vídeos. Já o pacote de Instagram possibilita ao cliente postar fotos, vídeos, fazer Stories e utilizar o direct à vontade. Cada uma das opções custa R$ 39,90 por semana para viagens aos EUA e R$ 49,90 para América do Sul ou Europa, por exemplo.

Quem quiser contratar um pacote de dados pode escolher entre as opções de 500MB por dia com preços a partir de R$ 29,90²; 3GB ou 5GB por semana a partir de R$ 149,50²; ou 8GB por mês, a partir de R$ 448,50².

As ligações custarão R$ 1,99 por minuto nos Estados Unidos e Canadá, R$ 2,49 por minuto em outros países da América e na Europa e R$ 2,99 em alguns países da África, Ásia e Oceania, como África do Sul, Japão, China, Austrália e Nova Zelândia. Clientes de planos corporativos podem contratar pacotes mensais de voz de 60, 180 ou 500 minutos, a partir de R$ 51,90/mês.

Os clientes dos planos com roaming internacional incluído não precisam realizar qualquer ativação para realizar ligações. Para usar o WhatsApp, se estiverem no exterior, é só entrar no portal e selecionar a oferta inclusa no plano TIM Black ou ligar para o atendimento TIM enquanto estiver no Brasil antes da viagem. No corporativo, o administrador é quem precisa fazer a contratação dos pacotes previamente via *144.

¹ O pacote de Instagram ilimitado não está disponível no segmento corporativo.

² Valores referentes aos pacotes para pessoa física.

Veículos autônomos: revolução no mercado de seguro auto?

Por Andre Gregori

Quem me conhece sabe que uma das colocações que faço com frequência, é “não é se, mas quando”. Ainda que não tenham sido lançados por enquanto, os veículos autônomos já fazem parte do sonho de consumo de grande parte dos brasileiros. No entanto, a tecnologia pode ir muito além do que se espera: os carros inteligentes não só trazem extrema praticidade aos seus proprietários como também podem causar uma grande transformação na indústria de seguros. Um estudo americano produzido pela startup de seguros Metromile, inclusive, mostrou que o preço do seguro pode sofrer uma redução de 80% com a chegada dos carros autônomos.

Assim, com seu registro de direção quase sem falhas, este tipo de veículo deve trazer uma economia de US$ 1 mil anualmente – o que representa cerca de R$ 4 mil para o bolso dos brasileiros. Isso porque, de acordo com o Observatório Nacional de Segurança Viária, 90% dos acidentes de trânsito são causados pelo processo de decisão do motorista. Um carro inteligente, neste caso, diminuiria de forma significativa os riscos de acidentes e, consequentemente, os gastos do seguro.

De qualquer forma, os autônomos não devem acabar com a necessidade de seguros tão cedo. Ainda encontramos todo um ecossistema favorável para os acidentes, principalmente no Brasil. Seria necessário renovar a infraestrutura das cidades para que os veículos inteligentes vivessem em perfeita harmonia com o ambiente, sem que nenhum tipo de falha acontecesse.

Diante de um cenário como este, é preciso continuar reforçando também, principalmente ao consumidor brasileiro, a importância da contratação de um seguro. Afinal, 70% dos veículos não têm seguro no país. E a diminuição dos preços por conta do lançamento dos carros autônomos pode ser uma grande aliada nesse movimento. Isso porque o alto custo – junto à entrega de um serviço, em sua maioria, ineficiente -, é um dos principais motivos da não aquisição de um seguro.

Claro que não é só nestes aspectos que a tecnologia irá impactar a indústria de seguros. A partir do momento que os carros autônomos entrarem em comercialização, as seguradoras podem começar a pensar em uma gama ainda maior de proteção, como, por exemplo, contra hackers. Um serviço diferenciado, aliado ao valor mais baixo, pode ser um fator determinante no processo decisório da contratação de uma seguradora.

O fato é: os veículos autônomos devem chegar para revolucionar. E, já está mais do que claro que isso “não é se, mas quando”. Por isso, cabe a nós, que atuamos no setor de seguros, aproveitar este momento para inovar na construção de serviços e produtos, que atendam às necessidades deste futuro breve. Só assim, conseguiremos alcançar o propósito de proteger cada vez mais vidas no trânsito.

Andre Gregori, ex-BTG Pactual e CEO e fundador do Grupo Thinkseg.

SulAmérica promove encontro com startups para ampliar sinergias em Auto e Massificados

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, realizou nesta quarta-feira (3), no Rio de Janeiro, um encontro para conhecer startups com características que agregam valor aos produtos de Automóvel e Massificados. Chamado de “Pitch Day”, o evento reuniu desde empresas especializadas em inteligência artificial até companhias voltadas ao desenvolvimento de chatbots e blockchain, e possibilitou à seguradora avaliar potenciais parceiros para as linhas de produtos voltados para veículos, residências e empresas.

O “Pitch Day” ocorre em um contexto de investimento contínuo da SulAmérica em tecnologia e inovação e tem como meta aprimorar as experiências de clientes, corretores e demais parceiros em todas as linhas de negócio, entre elas Automóvel e Massificados.

Mercado em crescimento

Segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), o País já conta com mais de 10 mil startups – quase metade das empresas está sediada na região Sudeste. Especificamente no setor de seguros, o número das chamadas insurtechs (startups do mercado segurador) chega a 80. Em setembro de 2017, o País tinha apenas 25 empresas neste ramo, um avanço de 316%.

Facesp e ACSP apoiam aprovação da MP da Liberdade Econômica

A Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) – que congrega 420 filiadas – e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) manifestam integral apoio à aprovação da Medida Provisória 881/19, conhecida como “MP da Liberdade Econômica”, que visa criar no País um ambiente de negócios favorável ao empreendedorismo e ao desenvolvimento econômico.

Tendo como premissa a liberdade de iniciativa, a partir da “boa-fé objetiva“ dos agentes econômicos, a MP busca reduzir o intervencionismo e a burocracia, que emperram a atividade empresarial.

Ao reduzir a intervenção estatal e desburocratizar os controles, a MP 881/19 permite a criação de instituições que assegurem liberdade, criatividade e responsabilidade como pilares do crescimento econômico e equipara as condições para a atividade empresarial às das nações mais desenvolvidas, preparando o Brasil para o ingresso nas grandes organizações internacionais.

Na última segunda-feira (1/7), o deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS), relator da MP 881/19 na Comissão Mista do Congresso Nacional, esteve na sede da Facesp para discutir o tema. Ele foi recebido pelo presidente da entidade, Alfredo Cotait Neto, e pelo vice-presidente e deputado federal, Marco Bertaiolli.

As associações comerciais estão certas de que o relatório do deputado Goergen, incorporando as contribuições dos membros da comissão, contribuiu para o aprimoramento do texto, mantendo o objetivo essencial de garantir a liberdade econômica. Por isso, as entidades reiteram seu apoio à aprovação da MP 881/19.