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Revolução dos chatbots deve transformar o planejamento das viagens

Para os viajantes de negócios que sempre estão indo de um lugar para outro, os chatbots vinculados aos operadores de viagens e provedores de acomodação são ferramentas que têm cada vez mais valor, permitindo que eles obtenham vantagens do uso de chats de voz ou mensagens instantâneas operados por Inteligência Artificial (AI) para solucionar diversas dúvidas de viagem – tais como, verificar o clima e procurar opções de transporte pela cidade – além de receber rápido apoio ao cliente. Gartner, uma empresa líder na área de consultoria e pesquisa de mercado, previu em 2011 que até 2020, 85% das interações dos clientes ocorreriam via chatbot, e que até 2021, 50% das empresas gastariam mais com os bots do que com aplicativos[1]. Isso significa que o mercado de viagens deve adotar esta tecnologia em um ritmo acelerado para satisfazer a demanda crescente.

Pesquisas mostram que os clientes já estão aceitando a ideia. Uma pesquisa recente da Booking.com revelou que uma grande maioria dos viajantes (80%) prefere utilizar serviços autônomos[2] para obter as informações de que precisam, e metade deles (50%) não se incomoda se estão lidando com uma pessoa de verdade ou com um computador[3], contanto que as perguntas sejam respondidas. Para consultas sobre os planos de viagem feitos com a Booking.com, a demanda está sendo atendida com o Booking Assistant, ativado por AI, para quem os viajantes podem fazer perguntas pós reserva sobre a acomodação ou sobre qualquer coisa que vai de pagamentos a transportes, horários de chegada e partida, alterações de datas e disponibilidade de internet, tudo através do dispositivo e plataforma de interesse. O Booking Assistant agora pode lidar com quase 50% dessas dúvidas de hospedagem dos clientes automaticamente. Isso significa um aumento na comodidade, confiança e velocidade para os viajantes de negócios, cujas agendas ocupadas exigem suporte imediato e correto.

Ao planejar uma viagem de negócios em particular, os viajantes querem garantir que não enfrentem nada desconhecido, então, garantir que quaisquer dúvidas possam ser respondidas rapidamente deixará o viajante tranquilo, e isso minimizará qualquer stress adicional.

Além da velocidade e simplicidade, os chatbots oferecem a contínua oportunidade de melhorar a experiência do cliente com a habilidade de ir além em uma vasta quantidade de informações, que um humano demoraria muito mais para processar. Ainda há lugar para a interação com humanos, apesar de tudo – se o Booking Assistant identificar uma questão que não pode solucionar sozinho, ele chama o suporte da equipe de apoio ao cliente ou da propriedade, dependendo de qual for mais adequado. AI não se trata de substituir a interação humana, mas sim um veículo para facilitar uma experiência ainda mais personalizada, gratificante e sem atritos para o cliente. A combinação vencedora de interação humana e AI está alimentando uma experiência de viagem mais personalizada, recompensadora e sem atritos.

[1] Gartner – CRM Strategies and Technologies to Understand, Grow and Manage Customer Experiences

[2] Pesquisa encomendada pela Booking.com e conduzida de forma independente entre uma amostra de adultos que viajaram nos últimos 12 meses/planejam viajar nos próximos 12 meses. No total, 18.509 pessoas foram entrevistadas (mais de 1.000 do Reino Unido, EUA, Brasil, China, Alemanha, Itália, Espanha, França, Índia e Rússia e mais de 500 da Austrália, Argentina, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Hong Kong, Croácia, Indonésia , Japão, México, Países Baixos, Nova Zelândia, Suécia, Tailândia e Taiwan). Os entrevistados responderam uma pesquisa on-line em agosto de 2017.

[3] Idem informação acima

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Hughes contrata novo diretor financeiro para operação no Brasil

A Hughes, líder mundial em telecomunicações via satélite, anuncia Luiz Alexandre de Medeiros Araújo, que conta com mais de 20 anos de experiência de mercado, como head da Diretoria Financeira da companhia no Brasil.

Formado em contabilidade pela Universidade Federal Fluminense, com MBA em gestão empresarial pela Fundação Dom Cabral & Insead e mestrado concluído também na Dom Cabral em administração de empresas, o executivo será responsável por ações estratégicas na Hughes, além de contribuir para a geração de negócios no País.

“Para mim é um grande desafio, e espero poder atender às expectativas e contribuir com minha larga experiência para a geração de negócios no Brasil. É uma grande satisfação fazer parte de uma empresa que completa 50 anos de presença no país com grande investimento e perspectiva de futuro”, afirma Araújo.

Luiz Alexandre foi responsável por projetos-chave no Brasil e na América Latina durante sua trajetória profissional e liderou ações estratégicas para as áreas de Vendas, Marketing e Supply Chain de grandes empresas como: Xerox, Motorola e Diebold.

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Daniela Dias é a nova diretora de marketing da Kaspersky Lab

A Kasperksy Lab, empresa global de cibersegurança, anuncia a chegada de Daniela Dias como diretora de marketing para o Brasil. Baseada em São Paulo, sede regional da América Latina, a executiva é responsável por planejar e desenvolver todas as atividades de marketing para atingir os objetivos de vendas, crescimento, lucratividade e visibilidade da empresa no País. Além disso, Daniela tem a missão de unificar os esforços de branding com as equipes de mídia social e relações com a imprensa, em todos os canais digitais e offline, além de contribuir com o crescimento da empresa no Brasil em todos os segmentos de consumo, soluções corporativas e vendas online. Dias se reportará para Roberto Rebouças, diretor-executivo da Kaspersky Lab no Brasil.

“A chegada da Daniela reforça nossa estratégia de estar cada vez mais presentes não só nos canais offline, mas também nos online. Sua experiência acrescentará muito em nossos relacionamentos com clientes e novos negócios. A Kaspersky Lab continua sua trajetória de crescimento em vários segmentos de negócios no país e a Daniela será fundamental no fortalecimento desta expansão”, destaca Roberto Rebouças.

A executiva possui vasta experiência em marketing digital e e-commerce, tendo trabalhado por três anos, como gerente de Negócios de e-Commerce Corporativo da Havaianas no Brasil e, como gerente de Marketing Digital e Social Media na Microsoft Brasil. Anteriormente, Dias era Líder Interina de Marketing na Cisco Brasil, e responsável por segmentar o conteúdo para alcançar diferentes tipos de personas com base em suas preferências, hábitos, entre outros.

Daniela é formada em Comunicação Social com ênfase em Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi e possui cursos na área de liderança e branding.

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Pipefy contrata designer sênior para desenvolvimento da plataforma

A Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, acaba de divulgar a contratação do designer sênior Bradley Hamblin, profissional que já integrou os times da Figure Eight, da BandPage e da New Relic, atendendo contas de gigantes como Google, Samsung e Spotify.

Ele fará parte da equipe de desenvolvimento da plataforma Pipefy, atuando no escritório da empresa em São Francisco, no Vale do Silício.

Com 20 anos de experiência na área, o americano soma ao currículo competências em direção de arte e de criação e desenvolvimento de marca e conceito.

A plataforma

Projetada para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores, a plataforma em nuvem da Pipefy permite a implementação de processos eficientes independentes do setor de TI, por meio de uma interface intuitiva, fácil de usar e com modelos específicos para cada departamento. A solução elimina uma batalha de longa data entre os gerentes de operações e os setores de TI, colocando o poder de gerenciar processos de negócios complexos, em que a velocidade da entrega de valor é fundamental, de volta nas mãos dos especialistas. Uma vez implementado em uma empresa, a ferramenta é rapidamente adotada a uma taxa de crescimento de 10% ao mês.

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Novos hábitos do mundo digital faz crescer interesse por curso de Direito da Tecnologia da Informação

Relações diversas no mundo digital têm exigido tratamento jurídico cada vez mais adequado às novidades trazidas pelo desenvolvimento da Tecnologia da Informação. A cada avanço, surgem novas dúvidas. E para muitos advogados, juízes e promotores, entender o funcionamento das novas tecnologias tem se tornando indispensável para o exercício profissional. Isso tem levado muitos a procurar especialização em cursos de Direito da Tecnologia da Informação, como o oferecido pelo PECE – Programa de Educação Continuada (PECE) da Escola Politécnica da USP.

“São preocupações sobretudo com segurança dos dados, privacidade e propriedade intelectual. Mas também para quem atua na área de fusões de empresas e com direito tributário, por exemplo”, relata Edson Satoshi Gomi, coordenador responsável pelo curso do PECE. “A tecnologia trará novos desafios para o Direito, por exemplo relacionados com a Inteligência Artificial, com algoritmos que identificam e classificam as pessoas, automatizam tarefas, interagem com os seres humanos. Há também a questão das moedas virtuais e o block chain. Mas, para isso, é necessário que haja também profissionais preparados para lidar com essa convergência entre a Tecnologia da Informação e o Direito”, completa.

Aberto também aos profissionais de TI, de acordo com o coordenador, o curso aborda questões teóricas relacionadas às implicações legais da criação, disseminação e de uso da Tecnologia da Informação, como também busca despertar nos alunos um espírito crítico e de habilidades técnicas e jurídicas para atuar preventivamente, investigar e solucionar conflitos decorrentes. A primeira turma foi formada seis anos atrás. “De lá para cá sempre formamos novas turmas e o interesse pelo curso tem sido crescente”, conclui Gomi.

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Como se preparar para a transformação digital do Direito

Por Daniel de Lima Cabrera, sócio da Cabrera Advogados Associados

No início de julho uma polêmica envolvendo o uso de robôs para consulta jurídica mobilizou os advogados. Esta polêmica envolve apenas o começo de uma profunda transformação digital que já começa a atingir todo o universo do Direito. Big data, inteligência artificial e contratos digitais são apenas algumas tendências que estão moldando a advocacia do futuro.

Estudo realizado pela American Bar Association mostra que 90% dos advogados norte-americanos já utilizam ativamente soluções digitais móveis específicas para o trabalho jurídico. Outro estudo, da LexisNexis, mostra que as soluções de inteligência artificial existentes já podem tornar o trabalho do advogado até 90% mais rápido. É uma transformação profunda na forma como estamos habituados a trabalhar.

Por isso, o principal desafio dos advogados é se preparar. Com base nas tendências que estão norteando o processo de transformação digital, seguem algumas ações que podem empoderar o jurista diante dos desafios da tecnologia:

Direito baseado em dados

Algoritmos de inteligência artificial conseguem analisar microdados e mapear tendências contraintuitivas de conflitos judiciais. Saber aplicar a ciência de dados na análise destes microdados, usando se possível machine learnings, pode permitir ao advogado analisar qual a melhor estratégia de defesa, quais os riscos que estão expondo mais as empresas e como decidem determinados juízes diante de determinados temas.

Contratos em forma de software

Se um advogado ainda não ouviu falar na Solidity, linguagem de programação elaborada para smart contracts que rodam na blockchain da Ethereum, é hora de ouvir falar. A Solidity é a primeira linguagem de programação que consegue traduzir cláusulas contratuais em código fonte de software, transformando o contrato em um aplicativo.

Outras plataformas similares devem surgir, permitindo que, por exemplo, um termo de confissão de dívida esteja integrado ao banco para monitorar se a dívida foi paga e, caso contrário, faça automaticamente a negativação do cliente, o protesto da dívida, a notificação extrajudicial ou mesmo a execução judicial da dívida. Cartórios, bancos e tribunais já contam com digitalização suficiente para isso.

Segurança de dados

Há muito mais informação circulando, e os termos de confidencialidade tradicionais não são mais suficientes para proteger as informações sigilosas de uma corporação. Há apenas dez anos bastava um non-disclosure agreement (NDA) para assegurar a confidencialidade dos dados. Hoje torna-se fundamental compreender algoritmos de criptografia como a SHA-256, criada pela Agência Nacional de Segurança (NSA) para proteger os documentos confidenciais do governo norte-americano. Em um ambiente de negócios cada vez mais dominado pela computação em nuvem, soluções móveis e internet das coisas, este tipo de conhecimento precisará ser dominado pelo advogado para proteger o sigilo das informações.

Olhe para o Reino Unido

O maior mercado de trabalho para advogados no mundo é o Reino Unido, e é lá que as tendências de transformação digital do direito estão mais desenvolvidas. A PwC acredita que “o trabalho do advogado será liderado pelas pessoas, mas ele será cada vez mais acelerado pela tecnologia”. Pesquisa com as 100 maiores bancas de advocacia do Reino Unido, mostra que 80% delas já conta com uma estratégia digital clara, e o custo com TI já responde pela maior parte do orçamento de atividades de suporte dos escritórios.

Ainda que a definição de estratégias complexas e a relação humana com os interlocutores da atividade jurídica sejam atribuições dos operadores do Direito que, por ora, não estão ameaçadas pelos robôs, a hora de começar a buscar essas competências é agora. O profissional de direito, como qualquer outro, terá que ser cada vez mais multidisciplinar, incorporando conhecimentos e pessoas de exatas ao seu trabalho diário. A mudança que a carreira de Direito está vivendo neste momento é equivalente à gerada pela fundação da Faculdade de Direito Civil na Universidade de Bolonha em 1088.

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HackBrazil abre hoje as inscrições

Vinculada à Brazil Conference at Harvard & MIT, a HackBrazil acontecerá pela terceira vez, com a missão de reunir hackers, designers e empreendedores para
desenvolver projetos que usem tecnologia para resolver os principais problemas do Brasil. Em abril de 2019, nos Estados Unidos, os dois primeiros colocados da competição receberão os prêmios de R$ 75 mil e R$ 25 mil, respectivamente. As inscrições, feitas pelo site www.hackbrazil.com, começam hoje e vão até o dia 3 de setembro.

A HackBrazil aceita ideias e projetos de empreendedores brasileiros, de todas as indústrias, em fase inicial de desenvolvimento e que demonstram um claro impacto social na realidade do País. A competição acontece em três principais etapas. Na primeira fase, é feita a análise, pela organização da competição, de todos os projetos inscritos. São escolhidas 100 equipes para enviar um vídeo explicando o projeto com mais detalhes. Dessas, cerca de 30 equipes com o maior potencial e alinhamento com a missão da HackBrazil serão selecionadas para a segunda fase, a de desenvolvimento.

Os projetos escolhidos são conectados aos ecossistemas de MIT e Harvard e recebem mentoria e treinamentos online durante três meses, para que possam desenvolver a ideia, o plano de negócios e o protótipo. Após essa etapa de atuação, as equipes apresentam novamente seus projetos e cinco são escolhidas para a terceira fase: a final na Brazil Conference. Essas equipes passam a trabalhar na apresentação para os jurados, recebendo mentoria focada. A última fase
acontece em Boston, com até três representantes de cada projeto fazendo um pitch para osjurados.

No primeiro ano, foram mais de 300 equipes inscritas e duas equipes que empataram como vencedoras, Bubu Digital e Diagnóstico Público, recebendo US$ 1 mil cada. A segunda edição da HackBrazil contou com mais de 500 equipes inscritas, um crescimento de cerca de 70% comparado com o ano anterior. As 25 equipes selecionadas para participar da fase de desenvolvimento trabalharam com 42 mentores altamente qualificados para desenvolver seusprojetos. Na final, a Milênio Bus venceu e recebeu o prêmio de R$ 50 mil.

Para saber mais detalhes e fazer a inscrição para a HackBrazil 2019, acesse www.hackbrazil.com.

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Stefanini se une à ONG Mais Mulheres na TI para promover eventos de Soft Skills voltados para a carreira

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, e a ONG Mais Mulheres na TI se unem para promover o Domínio de Soft Skills para o Sucesso no Local de Trabalho, que acontece entre os dias 7 e 10 de agosto, no Stefanini Innovation Center, na sede da companhia, em São Paulo.

Cada módulo consiste em uma atividade destinada a fazer com que as pessoas pensem, pratiquem e discutam habilidades relevantes para a carreira e o sucesso pessoal. Além disso, o participante receberá inputs sobre a melhor maneira para atender às necessidades e interesses em novos comportamentos.

O foco das ações será em mulheres que buscam recolocação no mercado. A partir da iniciativa de inclusão de Mais Mulheres na TI, a associação tem como objetivo reduzir a lacuna tecnológica de gênero com capacitações colaborativas em tecnologia de mulheres que serão impactadas pela inovação disruptiva. “Somos um grupo de pessoas apaixonadas por tecnologia que apoia uma mudança social positiva”, afirma Isabela Gayno, fundadora da ONG Mais Mulheres na TI.

Com um portfólio robusto, que inclui soluções de cloud, analytics, plataformas de inteligência cognitiva e fidelização, segurança cibernética, Internet das Coisas e Indústria 4.0, a Stefanini investe constantemente em iniciativas que incluem pessoas em busca de experiências e aprendizados que as mantenham conectadas com o futuro.

Programação:

7 de agosto – As competências esperadas para os profissionais do futuro | Palestrante: João Paulo Coutinho

João Paulo Coutinho trabalha há mais de 10 anos com Aprendizagem Corporativa. Atua em Programas de Desenvolvimento de Lideranças, de Competências e em projetos de Aprendizagem Corporativa, Gestão de Mudanças e Desenvolvimento Organizacional.

8 de agosto – A Entrevista | Palestrante: Isabella Bertelli

Isabella Bertelli é graduada e mestre em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP) e conta com experiência com treinamento e desenvolvimento corporativo e orientação de carreira.

9 de agosto – O poder da Pergunta | Palestrante: Helena Mihoko Miyahara

Helena Miyahara é estudiosa sobre como é o aprendizado e o desenvolvimento de habilidades humanas necessárias para profissionais, pessoas, cidadãos.

10 de agosto – Comunicação interna e externa | Palestrante: Camila Rocha

Camila Rocha é graduada em processamento de dados com MBA em gestão de projetos e neurociência. Atua há seis anos na área de gestão de projetos em TI, focada em transformação cultural para o Ágil.

Para se inscrever, o interessado deve acessar aqui e aguardar o e-mail de confirmação. As vagas são limitadas.

Academia Soft Skills: Domínio de Soft Skills para o sucesso no local de trabalho.

Data: 7 a 10 de agosto | Das 19h às 22h

Realização: Mais Mulheres na TI

Inscrições: até 6 de agosto | Custo: R$ 40,00

Local: Stefanini Innovation Center

Endereço: Avenida Eusébio Matoso, 1385 Pinheiros, São Paulo (SP)

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Indústria 4.0 e a qualificação do profissional do futuro – Por Cesar Gaitán

A Indústria 4.0 vive um período de desenvolvimento inicial no Brasil. Segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a digitalização do processo produtivo industrial deve atingir 21,8% das empresas brasileiras até 2027. Hoje em dia, somente 1,6% das empresas ouvidas afirmam já operar no campo tecnológico conhecido como indústria 4.0.

A indústria brasileira precisa de uma diretriz bem definida e para o desenvolvimento e amadurecimento dessa nova era tecnológica. A cadeia de produção, assim como o modelo de negócio, deverá ser repensada, considerando que muitos dos processos serão alterados exigindo novas capacidades técnicas e comportamentais e a qualificação do novo profissional será um elemento chave para viabilizar essa mudança.

De olho nesse cenário, desenvolvemos o primeiro curso que aborda a indústria 4.0 em específico que trata sobre o perfil do novo profissional, os novos panoramas dos processos produtivos da Indústria, sua evolução e impactos socioeconômicos. O maior objetivo com esse curso é apresentar de uma forma prática os conceitos, tecnologias e novos modelos de negócios da indústria 4.0, tendo em vista que é extremamente importante compreender e aprender em detalhes essa nova realidade para adaptar-se às mudanças que estão por vir.

Há muito trabalho pela frente. É preciso de um foco específico para permitir que a indústria consiga implementar esse novo conceito tecnológico, mas acreditamos que a formação profissional irá sustentar essa transformação.

As empresas precisarão incorporar o desenvolvimento dessas tecnologias, e fazê-las com relativa agilidade a fim de evitar que o gap de competitividade entre o Brasil e alguns de seus principais competidores aumente. É necessário tornar a Indústria 4.0 uma realidade no Brasil.

César Gaitan, Diretor Geral do Cluster América do Sul da Festo

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Empresas criam ‘tribos’ para promover empreendedorismo e talentos dentro das equipes

De modo a promover iniciativas de liderança e de empreendedorismo, empresas estão criando ‘tribos’ entre os funcionários para detectar talentos. Com grupos e comitês específicos, companhias estão promovendo maior autonomia das equipes, permitindo que funcionários exponham suas ideias livremente.

“Na prática, são reunidas pessoas que tenham os mesmos interesses e cujos líderes possam ser considerados referência em determinado tema. Para isso, foram selecionados indivíduos que, além de serem especialistas nos assuntos, podem contribuir e engajar dentro da corporação”, afirma Alexandro Barsi, CEO do Verity Group, empresa sediada em São Paulo que está promovendo iniciativas nesse sentido.

Especializada em tecnologia, o Verity Group adotou uma gestão em “tribos”, divididas em categorias pertinentes ao cotidiano do setor em que o grupo atua, como Desenvolvimento, Arquitetura, Infraestrutura, Metodologia Ágil, entre outras. “O modelo é importante para detectar alguns ‘diamantes brutos’, que muitas vezes podem passar despercebidos”, afirma Barsi. “No conceito de gestão de tribos, os gestores, por estarem mais perto desses talentos, podem alertar para a lapidação de uma joia”, complementa.

A iniciativa do Verity Group é ratificada por outros gestores. Segundo uma pesquisa realizada pelo Sebrae e pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), que analisou 1.927 corporações de todos os portes no país, empresas que praticam uma boa gestão de talentos obtêm melhores resultados em seus negócios, independentemente de seus tamanhos ou regiões de atuação. O estudo identificou que, nas empresas bem-sucedidas, a gestão de talentos é aplicada de forma simples e com foco nas pessoas, tanto nos líderes como nos liderados.

A intenção do Verity Group é fazer com que os colaboradores saiam da zona de conforto, mas nada é obrigatório. “Num cenário ideal, as pessoas vão querer participar e virão atrás de se envolver em temas diversos. Para uma organização que está crescendo, é assim que se reconhece o potencial de cada um”, conta Barsi. . Um dos objetivos da gestão em tribos é criar o sentimento de pertencimento ao colaborador”, explica.

Outra empresa que adotou o modelo de ‘tribos’ foi a Mark Up. Especializada em marketing de incentivo e brand experience, a companhia optou por criar diversos comitês que geram impacto nos rumos dos negócios. “Esse modelo permite uma gestão baseada na colaboração, na maior autonomia da equipe, no engajamento coletivo e na diversidade de pensamentos e de ação de forma estruturada”, afirma Silvana Torres, presidente da Mark Up.

O modelo de gestão por comitês criado pelo Mark Up é formado por equipes multidisciplinares, que se interessam pelo assunto ou são indicados por ter talentos específicos que possam agregar valor. São sete grupos, que discutem temas que vão desde análise e recomendação de projetos, passando por liderança e clima organizacional. “Cada comitê é composto por equipes diferentes que somam e agregam valor ao negócio”, conta Silvana.

De acordo com a executiva, o maior ganho da empresa em adotar esse modelo é o estímulo à visão empreendedora de cada integrante da equipe para tomada de decisão individual e coletiva. “Embora cada área participante do projeto tenha seu líder, com a formação da equipe multidisciplinar não existe uma área só como a responsável pelo projeto e sim um pensamento coletivo gerido por um líder, independente da hierarquia que ele ocupa na empresa”, diz Silvana.

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Stefanini e CNH Industrial desenvolvem solução de inteligência artificial

Parceiros de longa data, a Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, e a CNH Industrial, uma das líderes globais de bens de capital, desenvolveram uma solução de inteligência artificial (IA) para atender as áreas de service desk e field services da multinacional italiana. A plataforma tecnológica concentra os atendimentos mais simples, reduzindo a quantidade de chamadas recebidas pelos agentes de suporte ao usuário. O resultado já é visível: houve redução de cerca de 10% no volume de ligações para o help desk e de 80% no tempo de resposta de abertura de chamados.

A implementação da solução levou oito meses e contou com uma equipe de 12 funcionários da Stefanini, que hoje atuam no processo de melhoria contínua da ferramenta. “Os maiores desafios até o momento foram gerar conteúdo para a plataforma de IA, fazer a integração do robô com sistemas existentes e incentivar as pessoas a usarem a solução”, afirma Érico Beghini, gerente de negócios da Stefanini.

Rogério Pazini, gerente de ICT End User da CNH Industrial para a América Latina, concorda que traduzir os processos diários para a linguagem da solução foi o mais desafiador. “Recentemente, implementamos uma cota de impressão por pessoa e todos aqueles que queriam aumentar esse total tinham de direcionar os pedidos para a plataforma. No primeiro mês, foram registradas 700 solicitações, liberando o time do help desk para outras atividades”, conta Pazini.

O atendimento do personagem virtual Ceni – uma referência ao nome da companhia – é feito principalmente por Skype for Business, e a plataforma leva em consideração a forma como os usuários escrevem. “A ferramenta é capaz de interpretar as perguntas e tem, inclusive, um dicionário de sinônimos”, afirma Beghini. O próximo passo será integrar a solução a uma plataforma omnichannel, de modo que o usuário possa transitar de um atendimento virtual para um realizado por um agente sem que precise repassar todas as informações já enviadas. “A ideia é que o agente que assumir a demanda tenha acesso ao histórico do diálogo até aquele momento, para que não haja interrupção no atendimento”, explica Beghini.

Os chatbots, que tiveram uma posição de destaque no ano passado, deverão continuar avançando como uma das principais interfaces de comunicação entre marcas e consumidores em 2018. De acordo com a empresa de pesquisas Gran View Research, o mercado de chatbots deve crescer 24% anualmente até 2025. Isso porque, segundo o Gartner, 85% das interações dos consumidores serão conduzidas por um mecanismo automático até 2020.

A solução de IA faz parte do projeto de transformação digital da CNH Industrial. “Os modelos e práticas de atendimento também devem ser estabelecidos compreendendo as necessidades e superando as expectativas do usuário”, diz Beghini. “Por isso, elaboramos com o cliente um mapa de iniciativas de inovação e de transformação dos serviços de suporte, baseadas em tecnologias de IA e multicanalidade, de maneira a fortalecer a parceria estratégica entre nossas organizações”, complementa o executivo.

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Spotify aceita nova forma de pagamento com solução da Worldline e do EBANX

O Spotify acaba de lançar um novo método de pagamento para seus usuários no Brasil. Agora, os brasileiros poderão pagar pelo Spotify Premium usando cartão de débito. A solução foi desenvolvida pela Worldline, líder europeia no setor de pagamentos, que oferece diferentes soluções de pagamento em todo o mundo e pelo EBANX, fintech global com sede no Brasil que oferece soluções de pagamento brasileiras e de outros países latino-americanos para sites globais.

A Worldline atua como um parceiro global de pagamentos do Spotify em mais de 50 países e habilitou o recurso em sua plataforma global para permitir que o streaming de música, podcast e vídeo processe as transações de débito localmente no Brasil. O EBANX criou a API e integrou com os bancos emissores parceiros no Brasil. Neste primeiro momento, a opção de pagamento por cartão de débito no site do Spotify está disponível para clientes de um grupo selecionado de bancos. As três empresas estão trabalhando juntas para expandir a integração para demais parceiros.

A opção de cartão de débito permitirá que o Spotify alcance novos usuários no país. Por exemplo, pessoas que não têm cartão de crédito ou que não querem comprometer o limite do cartão de crédito. Ao optar por pagar a assinatura do Spotify com cartão de débito, o cliente preencherá os dados do cartão, seguindo o mesmo processo de uma transação com cartão de crédito. Não há necessidade de números de autenticação ou senha, o que cria uma experiência de usuário muito mais fluída. Assim que a operação for aprovada, a cobrança será feita diretamente na conta bancária do cliente. As informações de pagamento serão armazenadas de forma segura e a cobrança será feita automaticamente todos os meses.

Startup Show recebe inscrições até 19 de agosto

Uma ideia inovadora, entusiasmo e determinação. São só estes os requisitos para participar da maior competição entre startups do país, o Startup Show. Uma ótima oportunidade para quem quer alavancar seu projeto. O jogo é simples: 27 startups serão escolhidas por um corpo de jurados, com a participação do público e do Watson, plataforma de inteligência artificial na nuvem da IBM (que usará uma base de dados para indicar quais projetos têm mais chance de sucesso). As etapas eliminatórias serão gravadas em um formato de websérie – os episódios até a grande final em novembro podem ser vistos no próprio portal do programa ou no YouTube.

Para participar da disputa é fácil e grátis. Basta preencher um formulário com informações básicas no site (https://startupshow.com.br/inscreva-se/) e publicar dois vídeos curtos, de até dois minutos cada. Um deles deve ser um minidoc sobre o participante. O outro, um pitch (apresentação oral) defendendo a ideia. No portal do Startup Show há um vídeo com exemplos na área de tutorial.

As vantagens para quem participa não se resumem ao prêmio final: uma viagem de uma semana para o Vale do Silício, nos Estados Unidos, com uma programação especial de visitas preparada pelos organizadores de acordo com o perfil da startup vencedora. Todos os participantes terão seus projetos avaliados pela ferramenta digital Free Valorize (a valoração do projeto é uma etapa importante de qualquer empreendimento digital e representa custos elevados para uma startup). A mentoria dos jurados também tem um grande valor. Entre eles há grandes investidores, diretores de inovação de multinacionais e CEOs de startups de sucesso. Confira no portal a relação completa dos jurados.

“Nossa intenção é incentivar o surgimento de novos projetos digitais e acompanhá-los desde o nascimento até que eles tomem corpo, unindo ferramentas avançadas de tecnologia e inteligência artificial à experiência dos jurados, que atuarão como mentores. Isso tudo em uma competição vibrante, com vídeos que vão ajudar os espectadores que também têm ideias de inovação a encontrar caminhos”, diz Leo Soltz, idealizador e apresentador do Startup Show.

A competição vem chamando a atenção também de setores ligados à inovação e de associações de startups. É o caso das chamadas lawtechs, que buscam novas soluções tecnológicas no ramo do direito. Segundo Daniel Marques, da AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs), uma competição como o Startup Show é o grande momento para lawtechs se posicionarem com ideias e projetos que possam impactar positivamente a sociedade. “Os advogados são e sempre serão indispensáveis. As lawtechs geram eficiência e permitem que o advogado trabalhe focado naquilo para o qual foi formado, explorando ainda mais suas capacidades cognitivas. Queremos e vamos trabalhar para que o maior número delas possa se inscrever e, se possível, teremos uma lawtech na final”, diz Daniel Marques.

O Startup Show tem o patrocínio da IBM, da AeC, da Robbyson (plataforma de soluções tecnológicas que aplica a lógica dos games na gestão dos negócios), e da Eu Saúde (plataforma de promoção da saúde e do bem-estar). O apoio vem de Copa Airlines, Free Valorize, Endeavor, Startse, ABStartups, Startupi, Sucesu Nacional, Indrop, Orbi, Raja Ventures, Ideia Comunicação, JChebly, Atmosphera, 10K Startups, Fundep, FCJ Participações/Semear, Techmall, Pequenas Empresas Grandes Negõcios, Cityworking, Instituto SIM, ABRH MG, Sebrae, Ideia Comunicação e eMotion Studios. A realização é das sócias Fill the Blank e i-9.

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Nexxera, Visa e Adiq simplificam pagamentos de contas e boletos

Nexxera, Visa e Adiq lançam hoje o “Pague suas contas”, um chatbot que permite o pagamento de boletos referentes a suas contas de consumo com cartão de crédito de maneira inovadora. Com a solução, portadores de cartões Visa poderão pagar suas contas de consumo em diferentes segmentos – utilities (luz e água), governos, educação, condomínios, seguros e saúde – usando o Facebook Messenger, dispensando assim à ida a bancos ou casas lotéricas, ou, ainda, a digitação do código de barras na internet. Inicialmente, a nova solução de pagamento estará disponível exclusivamente na Grande Florianópolis, em fase piloto.

Seu funcionamento é simples. O consumidor pode usar o QR code ou o código de barras disponíveis em sua conta para acessar o chatbot ou simplesmente “chamar” o perfil “Pague suas contas” no Messenger.

Após o consumidor digitar o CPF e confirmar outros dados pessoais, o bot identifica as contas associadas ao seu nome e permite realizar o pagamento dentro do próprio Messenger do Facebook, por meio do Visa Checkout.

“O Grupo Nexxera, focado nas facilidades ao usuário, investiu para a entrada das empresas geradoras de contas de consumo neste modelo, dispensando que elas tivessem que realizar mudanças em suas atuais plataformas. Isso é possível em razão dos serviços da Nexxera – que oferecem o motor de pagamento transformando os atuais modelos para uso de cartão com conciliação necessária para o controle do pagamento. Acreditamos numa forte expansão do modelo e na base de usuários”, afirma Edson Silva, Presidente do Grupo Nexxera.

A solução foi desenvolvida com base em APIs plugadas diretamente nos sites de empresas, como condomínios e escolas. Já estão aptas para pagamento faturas da Casan, Celesc, Condomínios administrados pela Embracon, IPTU Florianópolis e o Sinepe – Sindicato de Escolas Particulares de Santa Catarina, representado pelo Colégio Antônio Peixoto. O serviço não tem custo de instalação.

“Utilizamos a metodologia centrada no ser humano para lançar soluções que atendem as necessidades das pessoas. Em meio a transformação digital, o chatbot ‘Pague suas contas’ oferece conveniência e tempo aos consumidores ao reunir as contas em um canal digital e programar seus pagamentos de forma segura”, conta Eduardo Abreu, vice presidente de Desenvolvimento de Negócios da Visa do Brasil.

O projeto conta com a empresa de adquirência do BS2, Adiq, para processar os pagamentos. “Desenvolvemos o projeto junto com a Nexxera e Visa, buscando criar algo inovador e que gere valor para as pessoas, simplificando a vida delas e poupando tempo. Investimos na preparação do nosso o ambiente tecnológico para permitir a união dos sistemas, possibilitando o processamento das transações financeiras e fazendo com que seja possível que o cartão de crédito tenha esta nova funcionalidade”, explica Renata Pentagna Guimarães Martini, vice-presidente executiva do BS2.

Para as empresas geradoras de contas de consumo, trata-se de um novo paradigma que permite competir com custos competitivos com o boleto, além de permitir que seu cliente possa pagar suas contas com mais facilidade, segurança e, ainda, acumular pontos ou milhas em seu cartão, conforme o caso. A solução agrega valor às marcas, diminui a inadimplência – pela possibilidade de o consumidor optar por colocar sua conta em recorrência no cartão – e permite a abertura de novos canais de comunicação para pagamento.

Já para o consumidor, trata-se de uma solução simples, conveniente e que oferece a possibilidade de concentrar a maior quantidade de contas em um único canal, caso seja essa a preferência. Pagar estas contas de consumo com o cartão também possibilita uma flexibilidade maior, com a oportunidade de acúmulo de pontos e milhas, quando assim disponíveis pelo emissor do cartão.

O “Pague suas contas” já está online para os cidadãos de Florianópolis e deve começar sua expansão para outras cidades do Brasil ainda neste semestre. Para acessá-lo, basta clicar nesse link.

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Service IT anuncia Laisa Capssa como nova diretora comercial

A Service IT, integradora de soluções e serviços de TI, anuncia Laisa Capssa, que conta com mais de 15 anos de experiência no mercado de tecnologia da informação e telecomunicações, como nova diretora comercial da companhia. A executiva, que até então exercia o cargo de gerente regional, passa a comandar a operação na filial da Service IT no Rio de Janeiro – RJ.

Formada em administração, com especializações em marketing e tecnologia da informação, ambas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Laisa será responsável pela gestão da equipe comercial, arquitetos e administração da regional RJ, com foco na venda de soluções e serviços gerenciados de TI, outsourcing e consultoria.

“É um grande orgulho fazer parte de uma empresa consolidada no mercado de TI como a Service IT, que oferece oportunidades concretas de crescimento profissional, além de um plano de carreira consistente”, diz Laisa. “Estou motivada e comprometida com o novo desafio. Espero poder contribuir com o crescimento da empresa e a geração de novos negócios. O meu compromisso é transformar a Service Rio de Janeiro em referência para nossos clientes e parceiros de negócios”

Laisa Capssa tem passagem pela Terra Networks do grupo Telefônica S.A; Embratel, do grupo América Móvel, e Oracle Corp. Além disso, detém larga experiência em outros segmentos de mercado, tais como comércio internacional, marketing e atendimento em agência de publicidade e trade marketing.

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Protiviti promove hackathon em busca de soluções de automatização para as empresas

Com o objetivo de encontrar soluções inovadoras para melhorar a gestão nas empresas, a consultoria Protiviti anuncia a primeira edição do Hackathon RPA (Robotic Process Automation), que acontece neste sábado, dia 04, em São Paulo. A iniciativa, em parceria com a Superclient, desafiará os participantes a automatizar atividades manuais e repetitivas ligadas a processos internos e ofertas para clientes.

O desafio está em sua segunda fase e terá seis horas de duração. Na primeira etapa, que aconteceu em junho, as equipes montaram suas propostas de automatização de processos e apresentaram para comitê de especialistas da Protiviti e da Superclient, que escolheram as melhores ideias com base no ganho de eficiência, redução de custo e facilidade de implantação. Neste sábado, as equipes colocarão suas estratégias em prática ao criar robôs que promovam automação em atividades internas que são comuns para diversas empresas.

Os robôs desenvolvidos serão avaliados por critérios como criatividade, proposta inicial versus entrega e impacto no negócio, seja no viés de oportunidade de novas receitas ou redução custos.

“A ideia da Protiviti com o Hackathon RPA, além dos ganhos de eficiência internos, é promover o mercado de inovação com um time preparado para suportar as empresas no processo de transformação digital”, explica Thiago Guimarães, gerente da área de Business Performance Improvement (BPI) da Protiviti, consultoria especializada em gestão de negócios, tecnologia, riscos e auditoria interna.

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Banco do Brasil irá selecionar fintechs durante o Fintouch 2018

O Banco do Brasil, em parceria com a ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs) e Startup Farm, irá selecionar fintechs para entrar na sua plataforma de Open Banking, lançada há um ano. A ideia é facilitar o processo de entrada e expandir as parcerias, dando mais um passo em relação ao movimento iniciado em 2017. Para isso, o Banco do Brasil estará presente no Fintouch 2018.

“Estaremos com um estande recheado de conteúdo e três sessões de Open Mic. É vai lá e faz. Serão três horários, com pitches de até cinco minutos, e mais cinco de perguntas da plateia”, explica Marco Mastroeni, diretor de negócios digitais do BB. A plateia será formada por mentores de aceleração da Startup Farm, executivos do BB e investidores convidados.

“Este programa de Open Banking é uma das provas de que os bancos podem e devem se aproximar das fintechs, gerando novos negócios. A ABFintechs reconhece o Banco do Brasil como um importante parceiro na expansão das inovações promovidas pelas fintechs no mercado financeiro brasileiro”, ressalta Stephanie Fleury, Diretora Executiva da ABFintechs.

Como participar do Open Mic

As fintechs interessadas em participar devem enviar um e-mail para contato@abfintechs.com.br com o título “Eu quero uma vaga no Open Mic do BB”. Serão 15 pitches, e apenas seis podem ser pré-reservados.

Sobre o Fintouch 2018

Organizado pela Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs), o Fintouch 2018, um dos maiores eventos de fintechs da América Latina, debaterá a importante transformação do mercado financeiro brasileiro graças à nova era de inovação promovida pelas startups financeiras conhecidas como fintechs. Além disso, contará com vasta programação e conectará os principais players do ecossistema ao mercado financeiro, investidores e clientes.

Fintouch 2018

Data: 8 de agosto de 2018, quarta-feira

Horário: Das 8h às 20h

Local: Transamerica Expo Center

Endereço: Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo – SP.

www.fintouch.com.br

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Conheça as 6 startups escolhidas para o terceiro ciclo da Liga AutoTech

A Liga Ventures – aceleradora especializada em gerar negócios entre startups e grandes corporações – acaba de anunciar as seis escolhidas para participar do terceiro ciclo de aceleração da Liga AutoTech – programa de aceleração que conecta grandes corporações das áreas automotiva, logística e mobilidade a startups que estão inovando no setor.

Com participação de empresas como Mercedes-Benz, Eaton, Cummins e Webmotors, o Liga AutoTech teve três etapas de seleção: triagem dos inscritos, entrevista e pitches. De acordo com Rogério Tamassia, co-fundador da Liga Ventures, o programa trará novas possibilidades de inovação e negócio para o setor automotivo.

“Percebemos que há um grande espaço entre as startups e as grandes empresas e é exatamente neste espaço que entram nossos programas de aceleração, como a Liga AutoTech, que busca unir grandes e pequenos permitindo que novos negócios sejam criados com mais agilidade, mas de maneira controlada – com o acompanhamento e apoio da equipe de gestores de aceleração e também da nossa rede de mentores”, explica Tamassia.

Conheça as startups que farão parte da Liga AutoTech
As startups escolhidas serão aceleradas durante quatro meses e terão orientações com executivos do setor e com a rede de mentores da Liga Ventures, além de terem a oportunidade de gerar novos negócios com parceiros e investidores. Nenhuma contrapartida em participação societária ou propriedade intelectual é exigida das startups aceleradas.

De todas as startups inscritas, foram selecionadas 6 que possuem maior sinergia com as empresas parceiras. Veja a lista:

DriveOn – http://www.driveonauto.com/

A DriveOn oferece para frotas de veículos (pesados e leves) uma plataforma que integra todos os dispositivos de rastreamento e telemetria disponíveis no mercado. A startup analisa, trata e organiza esses dados gerando um score do comportamento de direção do usuário e guardando as informações no blockchain.

MOB Innovation + Engineering – http://www.mob.eng.br

MOB Innovation + Engineering traz soluções de IoT para monitoramento de ativos e equipamentos em ambientes industriais. A startup cria aplicações nas áreas de bens de consumo, energias renováveis e manufatura, utilizando metodologias desenvolvidas em parceria com universidades que são capazes de trazer inovação e uma visão multidisciplinar para as iniciativas.

Mobi7 – http://mobi7.com.br/

A Mobi7 nasceu para inovar o mercado de inteligência e informação para gestão de frotas. A startup garante não apenas a localização de cada elemento da frota, mas também a segurança e controle – reduzindo gastos com combustível e o impacto ambiental.

PeerDustry – http://www.peerdustry.com/
A Peerdustry trouxe a economia compartilhada para o setor de Manufatura, gerando competitividade para as empresas que oferecem serviços e eficiência para as empresas que compram tais serviços de manufatura.

StopClub – http://app.stopclub.com.br

O StopClub transforma espaços ociosos em pontos de vendas únicos e acessíveis para pessoas que trabalham na rua, como motoristas sob demanda. O objetivo da startup é reunir a comunidade, oferecendo produtos e serviços que ajudem nossos clientes com suas necessidades diárias. É como um coworking para trabalhadores que não são de escritório.

Sua Oficina Online – http://suaoficinaonline.com.br/

Marketplace de serviços automotivos que ajuda donos de carros a compararem preços de oficinas. A startup permite que o motorista descubra qual é o provável problema do carro e indica as oficinas mecânicas mais bem avaliadas na sua região. Além disso, funciona como um canal digital de divulgação mensurável com foco em diferenciais para fornecedores de serviço auto.