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Dez recomendações para a adoção de uma estratégia nacional de Inteligência Artificial

Por Fábio Rua

Estamos vivendo aqueles raros momentos da história em que a base tecnológica já desenvolvida está acelerando de uma forma tão incrível, que quem ficar para trás perderá qualquer chance de crescer e prosperar, seja como indivíduo, empresa ou nação.

Nos últimos dois anos, diversos países anunciaram e já estão avançando em estratégias nacionais para o desenvolvimento e uso de Inteligência Artificial (IA). Não é para menos, já que sistemas de IA adotados ou impulsionados por governos são o principal motor da economia digital e podem contribuir para a democratização e aprimoramento de serviços públicos, individualização da educação, combate à corrupção, ao tráfico de drogas, de armas, além de reduzir ineficiências na saúde, no campo e nas cidades.

No Brasil, o assunto tem grande potencial de ganhar tração ao longo dos próximos meses. Recentemente, o MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações) anunciou uma parceria com a UNESCO para começarmos a rascunhar um plano integrado de Inteligência Artificial.

Como o tema é complexo e exige uma boa dose de debate e reflexão, antes de ser incorporado às prioridades de um país, elaborei dez rápidos pontos que deveriam ser considerados no processo de construção de uma estratégia que estimule o Brasil a se destacar na corrida pelo desenvolvimento e adoção de IA de forma ética e humana:

– Apoiar o desenvolvimento de habilidades digitais, capacitando estudantes e profissionais a perceberem as oportunidades econômicas que a Inteligência Artificial já está trazendo para todos nós.

– Promover o desenvolvimento de aplicações que resolvam os problemas mais críticos da sociedade e, ao mesmo tempo, diminuam as desigualdades e ampliem o rol de oportunidades econômicas para todos;

– Estimular o uso de plataformas de experimentação que reúnam várias partes interessadas, como comunidades, indústrias, academia e governos, para testar a Inteligência Artificial de impacto social;

– Ampliar mecanismos de financiamento de pesquisas que priorizem a colaboração entre humanos e máquinas;

– Criar grupos de especialistas interessados em desenvolver aplicações de Inteligência Artificial de forma responsável;

– Disponibilizar bolsas e intercâmbios de pesquisadores e desenvolvedores dispostos a treinar a IA para identificar e mitigar possíveis fontes de viés nos dados sendo analisados;

– Abrir os dados do governo, respeitando as regras de privacidade e confidencialidade. Nota: Se quisermos aplicações que contribuam verdadeiramente no endereçamento de problemas mais críticos da nossa sociedade, é preciso acabar com a velha (e desatualizada) máxima de que informação é poder e passar a considerar e entender que no século XXI, o poder vem, na realidade, do compartilhamento dessas informações;

– Adotar padrões globais de segurança, explicabilidade, equidade e transparência, assim como reconhecer e diferenciar as empresas que aplicam tais padrões nos seus desenvolvimentos tecnológicos;

– Investir em pesquisas básicas e aplicadas, na atração dos melhores cérebros do Brasil e do mundo e, de uma vez por todas, na estruturação de um instituto de propriedade intelectual ágil e pronto para estimular o desenvolvimento de tecnologia também no país;

Por fim, todos os níveis de governo devem, sim, investir nas melhores plataformas disponíveis no mercado, de forma a estimular um processo de tomada de decisões mais inteligente para que possam alocar melhor nossos recursos, priorizar ações, integrar sistemas e, principalmente, contribuir para a construção de uma nação mais digital e menos desigual.

Fábio Rua, Diretor da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) e co-fundador do Movimento Brasil, País Digital

Shizen Energy entrega sua primeira usina de energia solar no Brasil

A Shizen Energy, startup japonesa de energias renováveis, e a Espaço Y, empresa brasileira de empreendimentos imobiliários, concluem a construção da sua primeira usina de energia solar no Brasil, no Distrito Federal, através de sua marca no Brasil, a FazSol Energias Renováveis. A planta, localizada no núcleo rural de Capão Seco, em Paranoá, tem capacidade instalada de aproximadamente 1,1 MWp, e fornecerá energia para a população de Brasília e cidades satélites. Com obras iniciadas em de janeiro de 2019, a usina entrou em operação nesta semana. Para celebrar a inauguração oficial foi realizada hoje cerimônia com presença de representantes da Shizen Energy Inc. do Japão, da Espaço Y Engenharia e Empreendimentos, clientes e parceiros.

O projeto usa parte da terra de uma fazenda local que produz pimenta e tomates orgânicos para operar sua usina solar de 1,1 MW (CC). Os usuários da energia produzida neste projeto serão registrados no sistema de geração distribuída da ANEEL, na modalidade auto consumo remoto, e serão beneficiados com desconto no valor final da sua conta de energia, além de se tornarem produtores de energia limpa e renovável.

“Estamos muito felizes com a conclusão da construção da nossa segunda usina no exterior. É importante promover o uso de energia renovável, principalmente em lugares como o Brasil, onde a demanda por eletricidade deve ter aumento significativo. A partir deste projeto, dedicaremos mais esforços para o desenvolvimento e divulgação da geração de energia renovável de uma forma que influencie a maneira como o consumo de energia das pessoas acontece. A companhia espera trabalhar em outros projetos no país”, ressalta Kenji Kawado, diretor representante da Shizen Energy Inc.

“A Shizen Energy acredita no potencial do mercado brasileiro de energia e, por isso, deu início as suas operações no país em 2018 iniciando, em seguida, uma parceria com a Espaço Y. Os primeiros frutos desse trabalho resultaram no desenvolvimento deste projeto piloto, mas temos planos para para construir mais de 20MW de energia solar” afirma Bruno Suzart, country manager da Shizen no Brasil.

Para a Shizen, o desenvolvimento de matrizes energéticas sustentáveis é a maneira que a companhia encontrou para criar energia para o futuro e, mais importante, mudar o modo como as pessoas e as organizações usam esse ativo. “A expansão global é um dos passos para alcançar compromisso de transformar o mundo”, concluiu Suzart

O Brasil está entre os 10 maiores consumidores de eletricidade do mundo, apresentando um perfil positivo de aumento da demanda nos próximos anos. A energia renovável representa 80,3% da capacidade instalada de geração de energia, tendo como principal fonte a energia hidrelétrica. No entanto, o forte apoio político tem promovido outras tecnologias, como a energia eólica e a solar, que estão se desenvolvendo rapidamente desde 2012.

Só dinheiro não basta!

Num processo seletivo, só o salário oferecido não basta para atrair bons profissionais! Hoje eles têm outros anseios. Para 40% dos entrevistados pelo 8º Índice de Confiança Robert Half (ICRH), a possibilidade de crescimento é o principal ponto levado em consideração, seguido por pacote de benefícios (20%) e valores e propósitos da empresa (17%). Outros aspectos considerados são: a distância entre casa e trabalho (5%), autonomia (5%), flexibilidade de horário (4%) e reputação da empresa (4%). Apenas 2% levam em consideração a possibilidade de trabalhar remotamente e 1% questiona a carga horária.

E mesmo com o cenário econômico desafiador, 40% dos profissionais com nível superior atualmente empregados aceitariam trocar de empresa se tivessem possibilidade de desenvolvimento de carreira. Outros motivos revelados por esses entrevistados são a possibilidade de equilíbrio entre vida pessoal e profissional (13%), potencial de crescimento da empresa (12%) e oportunidade de assumir posições de liderança (11%). Benefícios, horário flexível, localização e treinamentos também são fatores que atraem os profissionais para uma nova colocação.

“A valorização de benefícios não-financeiros evidencia o quanto o perfil do profissional vem mudando ao longo do tempo. Hoje eles buscam uma relação de ganha-ganha com o empregador. É claro que dinheiro ainda é importante e fundamental para a vida das pessoas, mas os empregadores agora têm um grande desafio de estruturar um bom plano para atrair e, mais importante, reter os melhores talentos. A pesquisa deixa claro que há uma preocupação grande dos profissionais em relação ao crescimento e desenvolvimento de sua carreira”, declara Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half.

Pipefy recebe aporte de 45 milhões de dólares

A startup brasileira Pipefy, que é a principal plataforma de gestão baseada na metodologia Lean, anuncia o recebimento de aporte no valor de 45 milhões de dólares – equivalente a mais de 170 milhões de reais – em rodada série B liderada pelo fundo nova-iorquino Insight Partners e da qual também participaram OpenView e Trinity Ventures, que já são investidores da empresa. Com isso, os aportes feitos na startup desde sua fundação já totalizam mais de 65 milhões de dólares (quase 250 milhões de reais).

O investimento será utilizado no desenvolvimento contínuo do produto e no aumento da escala da estratégia go-to-market da empresa, apoiando a investida enérgica do Pipefy na ampliação do acesso à metodologia Lean Management para todos aqueles que gerenciam processos e fluxos de trabalho.

O Pipefy permite que os gestores criem e gerenciem fluxos de trabalho eficientes sem que precisem de suporte técnico – tornando contato com o TI na gestão de processos inteiramente opcional. O software fornece uma plataforma de autosserviço em que gestores podem projetar, implementar e mensurar o desempenho de novos fluxos de trabalho digitais. Fundada em 2015, a startup paranaense Pipefy tem crescido mais de 300% ao ano e já atende clientes em mais de 150 países, que vão de pequenas empresas até grandes corporações, passando por startups e scale-ups fomentadas por fundos de venture capital.

A plataforma do Pipefy liberta equipes de tarefas manuais que não agregam valor às operações. Ao viabilizar a aplicaçãoda metodologia Lean, o software ajuda executores a ter mais controle e agerar um impacto maior em suas empresas. O Pipefy é reconhecido por facilitar a implementação de soluções RPA (Robotic Process Automation, ou Automação Robótica de Processos), pela flexibilidade que permite o gerenciamento de exceções e por revolucionar a própria forma com que as pessoas trabalham. Sua tecnologia é capaz de automatizar tarefas repetitivas e maçantes e, assim, liberar os colaboradores para que eles utilizem seus talentos em tarefas de maior valor, como a solução de problemas e o pensamento crítico.

“Nossa visão é empoderar todos os executores dentro das organizações para que eles criem e implementem seus próprios fluxos de trabalho,” disse o fundador e CEO do Pipefy, Alessio Alionço. “Estamos animados para levar os benefícios da metodologia de gestão Lean para gestores em todas as empresas – sem que eles precisem ter conhecimento técnico ou passar por treinamentos para aplicar a metodologia Lean.”

“O que de fato nos incentivou a trabalhar com o Pipefy é sua plataforma baseada na metodologia Lean, que gera fluxos de trabalho eficientes para empresas,” afirma Jeff Lieberman, Diretor Geral do Insight Partners. “Seu foco em desenvolver o melhor produto de sua categoria usando princípios da metodologia Lean demonstra o compromisso do Pipefy com inovação tecnológica. Estamos entusiasmados para trabalhar ao lado do Pipefy à medida em que a empresa amplia a escala de seu desenvolvimento de produto e de sua presença nos Estados Unidos.”

“A paixão de seu fundador e CEO e a visão de produto da empresa fazem com que seja fácil torcer para o Pipefy,” acrescenta Dan Demmer, um dos sócios do fundo OpenView e membro do Conselho Administrativo do Pipefy. “Teremos prazer de trabalhar com o Alessio e com a crescente equipe do Pipefy para seguir evoluindo com base no sucesso que a empresa alcançou cedo em sua jornada de disseminação da metodologia Lean em processos de negócios.

“Hoje, o Pipefy revoluciona a gestão de fluxos de trabalho ao mesmo tempo que desenvolve o sistema operacional que será usado amanhã por empresas em expansão”, elogia Karan Mehandru, sócio-geral da Trinity Ventures e membro do Conselho Administrativo do Pipefy. “Sua tecnologia é desenvolvida em torno do produto como prioridade número um e tem sido adotada por usuários que querem simplesmente fazer com que as coisas funcionem bem. As metodologias Agile e Lean já trouxeram disrupção para o ambiente de desenvolvimento de produtos; o Pipefy leva essas soluções para organizações inteiras, possibilitando transformações institucionais por meio da aplicação da metodologia Lean.”

190 redes varejistas confirmam presença na 14ª Eletrolar Show

Considerada a maior feira B2B de eletroeletrônicos, eletrodomésticos, eletroportáteis, utilidades domésticas, celulares, TI e UD, a Eletrolar Show 2019 promoverá maior aproximação entre os expositores e os compradores em mais uma iniciativa para incrementar as vendas. A exposição apresentará com exclusividade as inovações, tendências e lançamentos de produtos para o varejo nacional e latino-americano de 29 de julho a 01 de agosto, no Transamerica Expo Center, em São Paulo.

A 14ª edição conta com cerca de 10 mil produtos de 700 marcas, que serão apresentados para 26 mil visitantes da indústria e do varejo que terão a oportunidade de fechar grandes negócios, fazer networking com os executivos mais qualificados do setor e conhecer os lançamentos das grandes marcas expositoras. Participam também atacadistas, distribuidores, lojas de departamento, home centers, representantes do e-commerce, importadores e mercado corporativo.

Compradores de mais de 190 redes de lojas regionais já estão confirmados, com suas passagens emitidas, os quais possuem poder em mais de 30 mil pontos de venda, entre eles Grupo Gazin, Rede Novo Mundo, Armazém Paraíba, Casa & Vídeo, Lojas Americanas, Grupo Martins, A. Angeloni, Rede Muffato, Lojas Koerich, Sipolatti, Zenir, Fujioka, Lebes, Quero Quero, Havan, Colombo, Berlanda, Romera, Taqui, Schumann e Tim Brazil. Além da presença de grandes redes centralizadas em São Paulo, como Magazine Luiza, Lojas Cem, Casas Bahia, Ponto Frio, Fast Shop, Amazon, Leroy Merlin, Carrefour, Extra, Telhanorte, Tok & Stok, entre outras.

Os resultados positivos do evento anual levaram o Grupo Eletrolar a expandir a sua atuação. Em agosto, realiza a segunda Electronics Home, na Argentina, e em maio de 2020 a Electronics Home & Mobile Latin American Edition, em Miami.

Confira alguns expositores da Eletrolar Show 2019: LG, Positivo Tecnologia, SEMP TCL, Mondial Multilaser, Panasonic, Xiaomi, Mueller Eletrodomésticos, Atlas Eletrodomésticos, Elgin, Golden Distribuidora/ DJI, Caloi, Geonav, Track & Bikes, Brinox, Ventisol, Bedin Sat, Meridional, Elsys entre outras.

ELETROLAR SHOW 2019
Data: 29 de julho a 01 de agosto de 2019
Horário: das 13h às 21h
Local: Transamerica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387

Para mais informações, acesse: www.eletrolarshow.com.br

Após “bug”, aplicativo do Magazine Luiza é o mais baixado do Brasil

Na madrugada de quinta-feira, um “bug” liberou um desconto de R$ 1 mil para qualquer compra no e-commerce do Magazine Luiza. O Magalu virou o assunto mais comentado do Twitter, com os clientes que conseguiram fazer compras comemorando e aqueles que perderam a oportunidade lamentando. O “#BugDaLu” chamou a atenção dos brasileiros que, definitivamente, decidiram não perder mais oportunidades. Nesta quinta, o aplicativo do Magazine Luiza foi o mais baixado da Apple Store – ficando à frente de Instagram, Whatsapp, Facebook e afins.

Nas redes sociais, mesmo após a personagem e influenciadora virtual da marca, Lu, se posicionar, o assunto foi destaque durante todo o dia. Foi a ação que resultou no maior tempo consecutivo da marca entre os assuntos mais comentados do Twitter. O #BugDaLu teve 1,8 milhão de visualizações nas redes, com 11,5 mil curtidas e 1,5 mil comentários. Ontem, o Magalu viu o número de seguidores aumentar em um ritmo quatro vezes maior que o normal.

Muitos produtos foram entregues já no mesmo dia da compra. Do total de clientes que adquiriram produtos na ação, 71% fizeram sua primeira compra na rede. O marketing do Magalu é reconhecido por ações de marketing ousadas nessa linha, como o Black Post. Agora, o #BugDaLu será incluído no roadmap de eventos da empresa, e poderá se repetir no futuro.

5 Fintechs com vagas abertas

O mercado de fintechs está em plena expansão. Os altos investimentos em bancos digitais estão focados em oferecer serviços e atendimentos menos burocráticos à população. As instituições financeiras tradicionais ainda são muito concentradas e uma pesquisa realizada pela iProspect entre a população adulta da América Latina, revelou que 87% dos consumidores estão dispostos a conhecer um player não tradicional nesta área. Os esforços das fintechs para avançarem no mercado resultam em um cenário próspero e para manter essa crescente, diversas estão contratando pessoas para atuarem em suas equipes. Conheça abaixo algumas fintechs brasileiras que estão contratando e quais são as vagas:

Celcoin

O Celcoin, aplicativo que transforma o celular de microempreendedores em uma máquina de recargas e pagamentos, recebeu recentemente um aporte de R$6 milhões da Vox Capital – principal fundo de investimento de impacto social e está em plena expansão de sua operação. Recentemente foi reconhecido pelo prêmio “100 startups to Watch”, além de um prêmio global de inclusão financeira como a única fintech brasileira a integrar a lista do “The Inclusive Fintech 50”. Atualmente está contratando 15 pessoas para compor o time com 37 funcionários. O escritório da empresa está situado em Alphaville – São Paulo. As vagas são para diversas áreas, como tecnologia, financeiro, atendimento e marketing. Os currículos devem ser enviados para o e-mail: rh.cv@celcoin.com.br. Entre elas estão: Desenvolvedor Fullstack Pleno, Analista de Sistemas Pleno, Analista de planejamento financeiro, Gerente de desenvolvimento de negócios, Atendimento de cliente, Data Scientist em marketing digital.

Agibank

O Agibank, banco inovador que oferece soluções para melhorar o dia a dia e facilitar a vida financeira das pessoas, está com 113 oportunidades de trabalho disponíveis. As vagas estão distribuídas nas diversas áreas da instituição, como tecnologia, comercial, corporativo e central de atendimento, em várias cidades do Brasil. Além do pacote de benefícios, grande parte das vagas atuais disponíveis prevê remuneração variável, mais um dos diferenciais da instituição, que em 2018 apresentou lucro líquido recorrente de R$ 159,8 milhões. e foi eleita, pela segunda vez consecutiva, uma das Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil, segundo ranking da Você S/A. Para conferir as vagas disponíveis e cadastrar-se para a seleção basta acessar www.agibank.com.br/trabalhe-conosco

Creditoo

A Creditoo, primeira e única plataforma 100% online que oferece empréstimo consignado como benefício para funcionários de empresas privadas, está buscando novos talentos para compor o time em São Paulo. A empresa conta com mais de 20 oportunidades disponíveis nas áreas de Tecnologia (UX pleno ou sênior, Product Owner júnior ou pleno, DevOps júnior ou pleno, Front pleno ou sênior e Backend Java pleno e sênior), Negócios (estagiário, analista financeiro júnior, Biz Dev, especialista de formalização e analista de BI), Marketing (analista de performance e analista de conteúdo), Customer Success (coordenador e analista pleno e sênior), Comercial (executivo de vendas pleno, SRD júnior ou pleno, coordenador de vendas e executivo de vendas sênior) e Customer Experience (analista). Os currículos devem ser enviados para vagas@creditoo.com.br, com a área de interesse no assunto do e-mail.

Movile Pay

A Movile Pay, fintech do Grupo Movile focada em soluções financeiras, como o pagamento por QR Code, tem 23 vagas abertas, em São Paulo e Campinas, nas áreas de tecnologia, mídias digitais, design, entre outras. A empresa atua também com pagamentos offline, por meio de terminais POS do próprio iFood. A ideia é democratizar o serviço e oferecer um jeito fácil e rápido de interagir com o dinheiro. Em expansão constante, a Movile Pay nasceu com apenas 2 colaboradores e, em apenas 6 meses, já passa dos 50. As inscrições podem ser feitas pelo site movile.com/#/careers.

REBEL

A REBEL, plataforma online de crédito pessoal, também está com vagas abertas nas áreas de TI (Desenvolvedor de Sistemas), Design Jr e Especialista de Marketing. Os candidatos podem enviar os currículos para o e-mail vagas@rebel.com.br . A REBEL está entre as 100 startups de destaque, lista divulgada em maio deste ano, e se diferencia no mercado por Machine Learning e Big Data para oferecer propostas de crédito personalizadas, que levam em consideração mais de 2 mil variáveis para calcular taxas e parcelas de acordo com o perfil de cliente.

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Empresas devem acertar contas com a Receita Federal até o dia 31 de julho

As empresas que não optaram pelo Simples Nacional têm até o dia 31 de julho para entregar a Escrituração Contábil Financeira (ECF), que substituiu a Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ). Para que seja transmitida, o contador que efetuará a entrega deve assinar a ECF eletronicamente, utilizando para isso um certificado digital modelo e-CNPJ.

“O uso dessa tecnologia torna a remessa de entregas fiscais como a ECF mais ágil e segura. Além disso, o certificado digital confere validade jurídica a todos os arquivos enviados eletronicamente à Receita Federal”, explica o diretor comercial da Certisign, Leonardo Gonçalves.

O executivo alerta, também, para que os contribuintes e contadores fiquem atentos à validade de seu dispositivo. Certificados que expiraram não podem ser utilizados.

Quem deve declarar

A ECF deve ser enviada por todas as empresas tributadas no regime de lucro real, lucro presumido, isentas ou imunes. Não estão obrigados a declarar microempreendedores individuais, órgãos públicos e pessoas jurídicas inativas.

Segundo a Receita, são consideradas empresas inativas todas aquelas que não realizaram nenhuma atividade operacional, patrimonial, não operacional ou financeira, incluindo aplicações no mercado financeiro e de capitais no ano-base de 2018.

Prosegur lança fundo de 30 milhões de euros para investir em tecnologia aplicada à segurança

A Prosegur criou um fundo de investimento, na modalidade Corporate Venture Capital, com um capital inicial de 30 milhões de euros. Esta iniciativa faz parte do projeto de transformação global em que a Prosegur embarcou. A empresa busca, em colaboração com suas coligadas, aprimorar sua oferta de serviços tanto em segurança física quanto lógica e continuar gerando valor para o grupo a longo prazo.

Desde a sua constituição, a Prosegur Tech Ventures recebeu mais de 400 propostas de investimento, das quais aproximadamente 150 foram analisadas minuciosamente, para finalizar cinco investimentos até o momento e com a expectativa de fechar outras operações antes do final do ano. Com a aquisição de ações dessas empresas, a Prosegur, além de conseguir ganhos financeiros, pretende incentivar o desenvolvimento de novas tendências e tecnologias que impactam de forma disruptiva no âmbito da segurança. A empresa quer liderar a transformação do setor de segurança por meio da incorporação de soluções baseadas em tecnologia para área de serviços. Além disso, a Prosegur está fortalecendo e diferenciando a posição de suas três unidades de negócios que devem operar em ambientes cada vez mais competitivos.

A Prosegur Tech Ventures possui uma equipe dedicada que colabora de maneira muito criteriosa na busca e identificação de oportunidades relevantes para cada unidade de negócio: Prosegur Alarmas, Prosegur Cash e Prosegur Security – que no Brasil atua com a marca Segurpro, em tecnologia e em cibersegurança, atua com a marca Cipher. Dentro do plano de trabalho que foi projetado, cada empresa deve apoiar as propostas de investimento que são posteriormente aprovadas por um comitê de investimento, formado por especialistas da empresa e por profissionais externos. Dessa forma, a Prosegur está criando uma carteira de investimentos minoritários em start-ups que estão relacionados às atividades do grupo no sentido mais amplo. Com isso, a empresa aporta seu valor agregado e a experiência de mais de 40 anos como uma das líderes mundiais no setor de segurança, levando as melhores práticas das empresas de Venture Capital com objetivo financeiro.

Os investimentos da Prosegur Tech Ventures não têm uma limitação geográfica, embora seja flexível ao analisar cada investimento, o valor varia de 300 mil euros de investimento mínimo até o máximo de três milhões de euros. Até o momento, os investimentos realizados correspondem a duas empresas israelenses de cibersegurança, uma que opera sob a plataforma “command & control” e outra que aplica técnicas de tecnologia cognitiva com foco especial no Regulamento Geral de Proteção de Dados – RGPD. Além disso, a Prosegur Tech Ventures investiu em uma FinTech brasileira especializada em conciliação financeira dedicada ao setor varejista, com capacidade de processar mais de 18 milhões de transações por mês, em uma empresa espanhola da AdTech (tecnologia aplicada ao marketing) especialista, através da incorporação de inteligência artificial, na otimização de leads para a geração de vendas (L2RM). E, finalmente, uma empresa alemã que desenvolve soluções baseadas em realidade aumentada de aplicação industrial.

Currículo não está em desuso: 75% dos recrutadores afirmam que o documento ainda é fundamental

O “currículo vitae”, que em tradução literal significa trajetória de vida, ganhou diversas modificações ao longo dos anos. Do papel às plataformas digitais, o documento se mantém atual e sua usabilidade é imprescindível durante os processos seletivos. É o que aponta uma pesquisa realizada pela Catho, que identificou que 75% dos recrutadores consideram o documento “muito importante”, enquanto 24% o julgam apenas como “importante”.

A pesquisa, realizada com mais de 400 recrutadores ainda identificou os pontos mais relevantes do documento. Segundo os dados: 58% observam as experiências do candidato, 19% objetivos profissionais, enquanto 8% olham primeiro a formação acadêmica.

Os critérios ainda são os mesmo, mas a verdade é que o currículo se adequou às necessidades tecnológicas, expandindo-se também para a internet, como por exemplo, plataformas de recrutamento online, disponíveis em formato desktop e mobile. Desta forma, fica a critério do profissional recorrer a essas outras ferramentas, o que evidencia um candidato atualizado e engajado.

Para a profissional Tábitha Laurino, gerente sênior da Catho, ainda que com tantas opções, o profissional precisa ficar atento ao que é esperado pelos recrutadores da sua área de atuação: presença nas redes sociais, currículo personalizado ou artístico, portfólio recolhendo os principais trabalhos. Independentemente do formato o objetivo se mantém, apresentar uma história profissional.

“Áreas como design gráfico avaliam as habilidades ferramentais do candidato, logo, é comum que o envio do currículo seja mais artístico e visual, bem diferente do tradicional documento Word. E isso se mantém em outros segmentos também. A personalização do documento é algo esperado pelo recrutador. Por meio dos aspectos visuais, já é possível selecionar aqueles que se diferenciam”, afirma Laurino.

Além de customização do documento, há a presença digital, onde o profissional leva as informações do papel para uma plataforma. Neste ambiente virtual o preenchimento correto de cada lacuna é indispensável e quanto mais informação mais rico o material fica.

Para orientar profissionais sobre o mundo do trabalho, o Portal Carreira & Sucesso disponibiliza dicas de criação de um bom currículo, além de oferecer modelos pré-prontos de acordo com o segmento e área de atuação.

TICNOVA 2019 já tem datas confirmadas e contará com um circuito em várias instituições de Maringá

Vem aí a 7ª edição do TICNOVA, o maior evento de tecnologia e inovação do sul do país, promovido pela Software by Maringá, entidade que reúne mais de 100 empresas de TI e startups. O evento acontecerá entre os dias 20 e 24 de agosto. São esperados mais de 2 mil participantes nos cinco dias de programação.

Para abrir o evento com chave de ouro, Allan Costa, diretor-presidente da Celepar, Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná, fará uma palestra magna no dia 20/08 às 19 horas, no Teatro Calil Hadad. Já estão previstas outras participações para a abertura, que serão comunicadas em breve.

A sede principal do evento nos dias 21 e 22 será o campus Maringá da UniCEsumar.

Já nos dias 23 e 24 o Circuito TICNOVA acontecerá em diversas instituições da cidade, onde acontecerão trilhas simultâneas em locais como como a Universidade Estadual de Maringá (UEM) e a sede TecnoSpeed, conhecida como a Casa do Desenvolvedor, que organizará hackatons (maratonas de programação) e ideations (desafios de inovação a partir do pensamento coletivo), entre outros. Outras “embaixadas TICNOVA” espalhadas pela cidade também farão parte do circuito TICNOVA 2019 e serão anunciadas assim que confirmadas.

A inspiração do TICNOVA 2019 é inovação como chave para melhorar a vida das pessoas e potencializar a criação de novos negócios são os temas principais do evento. A principal vocação do TICNOVA é articular e fomentar o ecossistema de TI de Maringá e região, além de trazer as principais tendência de mercado, promovendo a integração entre empresas, universidades, poder público e sociedade civil organizada.

Outro tema relevante a ser abordado durante o TICNOVA 2019 é o Parque de TI de Maringá, que contará com 179 mil m2 e abrigará empresas do setor e instituições de ensino, centros de pesquisas e inovação, ambientes de co-working voltados para o desenvolvimento de startups, espaços de criação como FabLab, áreas comuns de alimentação e estacionamento, creches, locais para reuniões, debates e treinamentos. O novo Parque Tecnológico promoverá ainda mais integração entre as empresas e o setor ficará ainda mais fortalecido. O evento também abordará os encaminhamentos do Masterplan, que define objetivos para 2047, quando Maringá completa 100 anos.

Em breve serão divulgadas mais informações do evento como as trilhas com conteúdos customizados para os técnicos de desenvolvimento de software, temas acadêmicos, empreendedorismo e startups e conteúdos voltados para empresários do setor, entre outros. Também participarão do TICNOVA 2019 palestrantes que são referência em suas áreas de atuação para compartilhar seu conhecimento e levar um pouco das experiências de Maringá.

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Como Machine Learning vem otimizando processos no atendimento interno das companhias

Por Alexandre Winetzki

Aos poucos os executivos C-Level estão mais conscientes da importância de promover a Transformação Digital e o papel que a Inteligência Artificial (AI) vêm tomando dentro das organizações para otimizar processos no atendimento interno. Segundo previsões da International Data Corporation (IDC), os gastos globais com sistemas de Inteligência Artificial e cognitivos sustentarão um caminho com crescimento exponencial. Em 2022, os investimentos chegarão a US$ 77,6, mais que o triplo dos US$ 24 bilhões previstos para 2018.

É a tecnologia Machine Learning, vem amparando os executivos nesse processo. O termo que significa “aprendizagem das máquinas” e um campo da ciência da computação que permite a existência da Inteligência Artificial. A metodologia utiliza algoritmos para organizar e construir dados para desenvolver padrões e promover com que máquinas/robôs realizem tarefas e aprendam com elas. Assim, gerando conexões capazes de aprender e executar determinadas tarefas sem a ajuda humana e de forma inteligente.

Na prática, a tecnologia auxilia na composição de um conjunto de softwares, sistemas e processos que permitem acelerar e melhorar o desempenho das máquinas que interagem com o público interno, seja por meio de voz ou texto, entregando o melhor resultado preditivo com menos chance de erro e provocando insights relevantes para os negócios das companhias.

De acordo com um estudo do Research and Markets, em 2025 a Inteligência Artificial deve gerar US$ 23,4 bilhões em novos produtos. Acredito que essa tecnologia revolucionária a maneira de fazer negócios em um futuro muito próximo. O levantamento, que se baseou em tendências de mercado, e dados das principais empresas de cada setor, com destaque para 23 países, Brasil, EUA, Canadá, México, Reino Unido, Alemanha, Espanha, França, Itália, China, Arábia Saudita e África do Sul.

Mesmo que as empresas não tenham um budget específico para aplicar Machine Learning, certamente a tecnologia será uma das prioridades dos executivos, que desejam investir em soluções diferenciadas que coloquem o usuário no centro do processo. No Brasil, já temos cases expostos, no início do ano, por exemplo, a líder brasileira em aços planos, anunciou a implementação de uma plataforma cognitiva para oferecer aos seus colaboradores e clientes um atendente virtual. O moderno parceiro virtual está na intranet, garantindo mais agilidade e dinamismo na busca de informações dos funcionários. O assistente virtual também está disponível no site da siderúrgica para orientar ou esclarecer as dúvidas de quem visita as plataformas.

Tenho certeza de que poderemos avançar muito mais na área de inteligência cognitiva e na forma de atender as demandas do público interno e o mercado tem amadurecido para as possibilidades das ferramentas cognitivas, que estão apenas no início da sua evolução. Ao longo dos próximos anos, veremos mais e mais operações sendo realizadas por sistemas inteligentes.

Alexandre Winetzki, diretor de P&D da Stefanini