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Trabalhar soft skills aumenta as chances de jovens conseguirem emprego

As chamadas soft skills, competências comportamentais, são cada dia mais valorizadas pelo mercado de trabalho. Neste contexto, além das habilidades técnicas, inerentes a cada área de atuação, as capacidades socioemocionais ganham destaque tanto na contratação, quanto na permanência do colaborador na empresa. O Relatório de Tendências Globais de Talento 2019, realizada pelo LinkedIn, rede de contatos profissionais, aponta que 92% dos profissionais de Recursos Humanos, nos 35 países ouvidos, entendem que as habilidades socioemocionais são cada dia mais importantes para o mercado corporativo. Para 89% dos entrevistados, profissionais com baixo desenvolvimento de soft skills geram contratações insatisfatórias. Outro levantamento, realizado pela Capgemini Digital TransformationsInstitute, em 2017, demonstra que 60% das empresas têm problemas comportamentais com seus colaboradores.

Sabendo da necessidade crescente do mercado de trabalho por profissionais com soft skills desenvolvidas, instituições que preparam jovens e adolescentes para o primeiro emprego têm buscado desenvolver habilidades socioemocionais durante a capacitação profissional. Entre as habilidades valorizadas pelas empresas, estão boa capacidade de comunicação, trabalho em equipe, resiliência, flexibilidade, entre outras. “Ao desenvolver o autoconhecimento, o jovem melhora sua autoestima e identifica suas principais habilidades, passando a utilizá-las a seu favor. Em geral, os profissionais desenvolvem as habilidades comportamentais ao longo dos anos e, por isso, ao trabalhar estas competências com os jovens, nós colaboramos para que eles apresentem um diferencial ao ingressar no mercado de trabalho, tendo em vista que não dominarão somente a parte técnica, mas, também, o lado comportamental que é indispensável no ambiente corporativo”, analisa Wandreza Ferreira, Diretora Executiva do Instituto Ser+.

A inteligência emocional, quando bem desenvolvida, gera mudança de comportamento, estabilidade emocional, resiliência e capacidade de traçar objetivos claros. Ou seja, contribui para gerar benefícios para o jovem tanto em sua vida pessoal quanto profissional. Wandreza lembra, ainda, que jovens em situação de vulnerabilidade social têm menos espaços e oportunidades para desenvolver essas habilidades, por isso as Instituições com viés social se tornam tão relevantes em todo o processo rumo ao primeiro emprego.

Oito dicas para proteger a privacidade de dados on-line

Por Marcel Mathias, Diretor de Pesquisa & Desenvolvimento da BLOCKBIT

Quem acompanha o noticiário certamente já percebeu que os casos de vazamento de dados estão cada vez mais constantes e perigosos. São milhares de ataques todos os dias, provocando perdas de bilhões de dólares anualmente às economias de todo o planeta. Com isso, a proteção de dados tem se transformado em uma questão essencial para as organizações, com inúmeras soluções surgindo diariamente. Mas como nós, os usuários, podemos proteger nossa privacidade e evitar o roubo de fotos, vídeos e arquivos pessoais?

Essa é uma tarefa que requer atenção contínua. A boa notícia é tornar nossa rotina digital mais segura é possível com passos simples. Para mostrar como, selecionamos oito dicas para melhorar a segurança on-line de forma efetiva e prática. Confira:

1. Aplique as opções de autenticação de identidade com duplo fator de controle – A maior parte das aplicações e serviços, hoje, oferecem opções de autenticação e identificação com várias etapas e processos. Essa dupla verificação para o acesso às contas permite que o consumidor combine diferentes formas de checagem (com senha e padrão visual, por exemplo), o que pode elevar o nível de controle de acesso às informações.

2. Adote uma senha diferente para cada conta – Buscando mais praticidade, muitas pessoas acabam adotando a mesma senha para várias contas. Mas o que esses usuários não sabem é que esse pode ser um dos maiores perigos a se correr no ambiente on-line. Afinal de contas, se alguém roubar seu acesso a uma conta, todas as outras estarão vulneráveis a vazamentos e roubos. Para evitar esse risco e não deixar de lado a praticidade das senhas, uma dica é criar senhas únicas. Uma forma simples de fazer isso é adotar um bom gerenciador de senhas, capaz de criar sequências de senhas aleatórias, com dados baseados em padrões de segurança.

3. Sempre utilize uma VPN, principalmente em conexões públicas – Bastante populares nas empresas, as VPNs (Redes Privadas Virtuais) permitem o acesso seguro a dados armazenados em servidores, mesmo para quem está fora do escritório. Não são apenas as companhias, no entanto, que podem ganhar com essas soluções: as VPNs são uma das melhores maneiras de garantir a privacidade digital em nossos tempos, sobretudo quando utilizamos redes públicas ou compartilhamos acessos. É preciso destacar, contudo, que as soluções gratuitas não são recomendadas. Quando o assunto é segurança, o melhor é buscar serviços mais consolidados e com melhor custo-benefício.

4. Veja se o site é confiável – Ao acessar um site, verifique a procedência e o nível de segurança da conexão. Para isso, confira se a página foi assinada por uma autoridade conhecida e está com um certificado válido. O lado positivo dessa questão é que está cada vez mais fácil de encontrar essa informação: atualmente, os principais navegadores e soluções de segurança do mercado oferecem essa informação de forma automática, junto ao endereço digitado e com alta confiabilidade. Evite sempre endereços com falhas de segurança e certificados inválidos.

5. Cuidado com promoções (não existe nada grátis na Internet) – Você já ouviu falar que, quando a esmola é muita, o santo desconfia? É exatamente assim que você deve enxergar a Internet. Seja cético e desconfie de ofertas “gratuitas”. Pesquise sempre antes de fechar uma compra e cheque as condições. Além disso, algumas dicas interessantes para fugir de riscos são: sempre configure uma conta de e-mail específica para compras e assinaturas de ofertas gratuitas; invista em um antivírus de alta qualidade e o mantenha atualizado.

6. Confira se seus dados estão comprometidos – Assim como verificamos nossa conta bancária e faturas do cartão de crédito, é importante que você também analise regularmente se os seus dados foram comprometidos ou roubados por terceiros. Hoje, é possível encontrar vários sites capazes de verificar rapidamente se o seu e-mail, contas e senhas foram vazados ou sofreram algum tipo de invasão. Entre os mais utilizados atualmente estão Haveibeenpwned e BreachAlarm.

7. Seja cauteloso ao interagir com e-mails não solicitados – No mundo atual, o phishing é a principal ameaça para suas informações. Basta uma simples examinada em sua caixa de entrada, por exemplo, para encontrar inúmeras tentativas de fraude que podem ser fontes de ataques para o roubo de dados. Por isso, tenha sempre atenção aos contatos e e-mails – especialmente às mensagens que você não solicitou. Antes de acessar um link, cheque a procedência e a legitimidade da mensagem. Em caso de dúvidas, nunca clique.

8. Cubra ou desconecte a webcam e o microfone – Sabe a sensação de estar sendo vigiado? Se um hacker conseguir invadir seu computador, ele poderá acessar todos os seus dados e, também, sua webcam e seu microfone. Para evitar que algum hacker assista ou escute suas conversas, é importante desabilitar a câmera e a gravação de áudio quando não estiverem em uso. Se não puderem ser desconectados, cubra-os com fitas. Ainda assim, é essencial que os usuários controlem o acesso real das aplicações dentro do sistema. Hoje, soluções inteligentes podem ajudar a coibir o monitoramento indesejado, protegendo as informações contra roubos e espionagens.

Investir tempo e cuidados na proteção de seus dados é algo que apenas você pode fazer e que certamente evitará muitos problemas no futuro. Vivemos uma era de conectividade e disputa acirrada de empresas por dados de possíveis clientes e, nesse cenário, suas informações pessoais são ativos muito valiosos. O que você está esperando para proteger esse patrimônio?

TOPMIND abre mais de 100 vagas de tecnologia em São Paulo

A TOPMIND, uma das principais empresas de prestação de serviços de TI no Brasil, anuncia a expansão de sua equipe em São Paulo (SP) e abre 102 vagas para profissionais de Tecnologia da Informação (TI), suporte e área comercial.

As oportunidades abertas são para as posições de Gerente Comercial Pleno, Analista de Suporte, Analista de Estrutura N1/N2, Analista de Infraestrutura, Analista de Processos de TI Junior, Consultor de SAP PP MM Pleno e Sênior, Consultor de SAP SD, Analista de Network Voice, Coordenador de Comunicação Unificada, Consultor de SAP PP-PI Sênior, Analista Programador .Net e C#, Designer 3D, Consultor de SAP MM Pleno, Arquiteto de dados para projeto de Big Data, Analista Power BI e Analista de Sistemas GeneXus.

Candidatos interessados em participar dos processos seletivos devem possuir conhecimentos específicos de suas áreas de atuação, além de habilidades em pontos como comunicação e relacionamento interpessoal. “Estamos em busca de profissionais cada vez mais qualificados e preparados para os desafios trazidos à tona pela era digital. Nosso objetivo é qualificar e aprimorar os serviços entregues aos clientes, garantindo mais agilidade e conhecimento de forma recorrente”, diz Sandra Maura, CEO da TOPMIND.

Para a vaga de Consultor SAP SD Pleno, a TOPMIND procura profissionais graduados em Ciência da Computação, Matemática ou Sistemas de Informação. A empresa prioriza candidatos com cinco anos de experiência em implementação de projetos na área de tecnologia, inglês avançado e que tenham atuado com dados mestres, conceitos básicos de Bancos de Dados, e nota fiscal eletrônica.

Outras vagas, como o cargo de Analista de Estrutura N1/N2 Pleno, requer formação em TI ou áreas correlatas. Esta posição exige ainda, inglês avançado, vivência com suporte a aplicativos de desktop em ambientes LAN, conhecimentos práticos em funções do usuário do ACTIVE, conformidade SOX, Framework ITIL e suporte de sistemas ERP e CRM.

Os interessados à vaga de Designer 3D, por sua vez, necessitam de conhecimentos em desenvolvimento de Software, programação C# e Phyton, além de experiência com direção de arte, edição de vídeo, criação de animações, desenvolvimentos de conteúdo de pesquisa e inglês avançado.

A companhia oferece contratação CLT para todas as posições, incluindo benefícios compatíveis com o mercado. Além disso, o profissional conta com a possibilidade de crescimento dentro de uma empresa que tem atuação em todo o Brasil e em expansão para outros países.

Os candidatos interessados devem enviar seus dados e o currículo atualizado para o e-mail rh@topmind.com. Para mais informações sobre os requisitos exigidos para estas e outras vagas, acesse: www.topmind.com.br/trabalhe-conosco.

Neobpo anuncia novo diretor de tecnologia

A Neobpo, empresa especializada na oferta de soluções, aliando consultoria, tecnologia e serviço de BPO, anuncia André Luiz Fernandes Prevedel como novo Diretor de Tecnologia da companhia.

Com sua experiência de mais de 25 anos no setor tecnológico, Prevedel tem como objetivo dar continuidade à jornada de transformação digital da Neobpo. “Vamos potencializar os resultados e as estratégias corporativas, e proporcionar ainda mais a otimização das operações de nossos clientes”, explica.

Prevedel é graduado em Administração de Empresas, com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Teve passagem por empresas de tecnologia líderes de mercado no País como Atento Brasil S/A e TIVIT.

Avalara Brasil apresenta soluções na nuvem para simplificar a jornada fiscal das empresas, durante SAP Now

A jornada fiscal brasileira é uma das mais complexas do mundo, um desafio constante para as empresas. Sabendo disso, a Avalara, empresa especializada em soluções fiscais em nuvem, vai discutir no SAP Now, que acontecerá nos dias 11 e 12 de setembro, em São Paulo, temas importantes aplicáveis ao setor, mostrando como a tecnologia na nuvem é fundamental para simplificar a jornada fiscal.

A primeira palestra vai abordar o tema “A tributação na era da revolução do Fisco: desafios se tornam oportunidades” e falará sobre a importância do tratamento do conteúdo tributário nos documentos eletrônicos e a atualização da legislação fiscal em tempo real, mostrando como o contribuinte pode recolher os tributos corretamente e minimizar o pagamento de multas e juros, aproveitando os benefícios da automação, da determinação e do cálculo de impostos nos processos de negócios da empresa.

Outro tema que será discutido pela empresa é “Inbound e outbound de NFSe – Simplifique e automatize seu processo”. Nesta palestra, a Avalara abordará um desafio diário das empresas e mostrará como vem aplicando tecnologia no processo de captura de Nota Fiscal de Serviços (NFSe) e fazendo a integração com SAP, automatizando recebimento, emissão e escrituração desses documentos.

“Conheça os riscos fiscais e otimize o compliance na sua empresa” será o tema de outra apresentação da empresa durante o SAP Now. Na ocasião, a empresa vai abordar a estratégia adotada pela Receita Federal (RFB) e pelos estados brasileiros para fiscalização do recolhimento dos tributos federais e estaduais, bem como os índices envolvendo as autuações fiscais de 2019, apresentando as melhores práticas para se manter em compliance com o Fisco.

Na prática: simplificação da complexidade fiscal em relação ao cálculo de tributos

Durante o evento, a Delaware Brasil, empresa com atuação global e responsável pela venda e implementação de SAP no Brasil, vai falar sobre como resolveu o desafio de lidar com a complexidade fiscal em relação ao cálculo de impostos por conta do seu modelo de negócio.

Por ser uma empresa que presta serviço dentro do escritório dos clientes, em qualquer região do país, e também atende remotamente às empresas em parceria com os times de negócios, era preciso configurar os impostos de acordo com cada transação realizada, acompanhando as frequentes mudanças na legislação.

Com o objetivo de suprir essa necessidade, a Delaware passou a contar com o apoio da solução Tax Service da Avalara, companhia que oferece a mais completa solução fiscal em nuvem do Brasil.

O resultado foi muito satisfatório. A equipe fiscal, contábil e financeira da Delaware registrou um aumento de 20% de produtividade no dia a dia ao deixar de realizar a gestão de impostos manualmente.

Avalara no SAP Now

Palestras

“Caso de sucesso Delaware: primeiro cliente SAP S/4HANA Cloud + SAP Localization Hub no Brasil”

Data: 11 de setembro

Horário: 12h15 – 12h45

Local: Plenária D

“A tributação na era da revolução do Fisco: desafios se tornam oportunidades”

Data: 11 de setembro

Horário: 17h45 – 18h15

Local: Miniauditório 11

“Inbound e outbound de NFSe – Simplifique e automatize seu processo”

Data: 12 de setembro

Horário: 11h – 11h30

Local: Miniauditório 11

“Conheça os riscos fiscais e otimize o compliance na sua empresa”

Data: 12 de setembro

Horário: 14h45 – 15h15

Local: Auditório 2

Regina Botter é a nova diretora de Operações de Catho

A Catho, plataforma de recrutamento online, ganhou mais um nome de peso com a chegada da diretora de operações B2B e B2C, Regina Botter. Graduada pela Universidade de São Paulo (USP) e Master of Business and Management pela Universidade de Stanford, Regina Botter atua há mais de 20 anos focada em gestão de produtos e projetos, implementações, inovação e novas tecnologias.

“Nessa nova empreitada, me desafio a expandir as oportunidades para a Catho, tendo como missão, buscar atender as especificidades das empresas de acordo com o seu porte, criando soluções que atendam diferentes público B2B. Assim será possível se destacar em um universo competitivo, bem como atrair um público jovem e antenado para o público B2C”, explica Botter.

Durante sua trajetória profissional, Regina liderou projetos relevantes nas áreas de meios de pagamentos e cartão, incluindo ações de implementação de agilidade, modernização de tecnologias e inserção no universo digital. Em sua carreira, esteve à frente das empresas Itaú, Real, Santander, Webmotors e Visa.

Grandes eventos movimentam, cada vez mais, economia nacional

Nos últimos anos, o Brasil passa por um período ímpar no que se refere ao cenário de eventos e adjacências. O país recebeu a Copa do Mundo (2014) e a Olímpiadas (2016), que, a exemplo do primeiro deles, movimentou R$ 30 bilhões a mais no PIB e mais de 200 mil trabalhos temporários, atraindo 3,7 milhões de turistas no país, segundo o Ministério do Turismo. O cenário se repete em relação a área musical, com o Rock in Rio, que na última edição, em 2017, movimentou R$ 1,4 bilhão no país, despertando interesse de produtoras a fazer outros grandes eventos nacionais e trazer outros internacionais ao País.

É um setor de enorme potencial, que busca criar, divertir, informar e, por consequência, gerar emprego, renda e movimentar a economia local e nacional, aproveitando tendências mundiais e a cultura regional como motivador de festas para fazer circular pessoas e dinheiro em um determinado período. Assim tem sido no meio do ano com as festas juninas, a exemplo de Campina Grande (PB), no qual as comemorações duram 30 dias e recebem cerca de 2,5 milhões de visitantes por ano, de acordo com informações do Governo Local, com faturamento de R$ 200 milhões na economia, gerando por volta de 3 mil empregos temporários. Caruaru (PE), por sua vez, recebe aproximadamente 2 milhões de pessoas para a festa, que ocorre em todo o mês de junho em mais de 20 polos.

Dados do Ministério da Cultural apontam que o potencial de crescimento do setor é fruto da diversidade cultural brasileira, que encontra poucos paralelos no mundo – é uma economia criativa, que tem resultados maiores que outros tradicionais (como o têxtil e o de eletroeletrônicos), sendo responsável por 2,65% do PIB.

Segundo Beatriz Oliveira, Head de marketing da Eventbrite, plataforma global de venda de ingressos e tecnologia para eventos, a indústria de eventos é grandiosa e tem crescido potencialmente, mudando o modo de oferecer seu produto para os consumidores. “Mais do que sair para curtir um show, festival ou participar de um evento corporativo, as produtoras estão investindo e transformando shows e festas em grandes experiências sensoriais e tecnológicas, movimentando diversos subsetores fornecedores, como tiqueteiras, credenciamento e pagamentos (pulseiras), transporte, logística, catering, segurança, entre outros”, lembra a especialista.

A repercussão econômica está atrelada a movimentação de dinheiro gerada na localidade em que é sediada, com o aumento do turismo, maiores vendas no comércio, arrecadação de impostos, entre outros. “É mais gente circulando, consumindo e vivendo aquele lugar; o que é positivo para qualquer cidade mas, principalmente, para municípios menores, tendo em vista que o entretenimento costuma ser uma grande fonte de propagação e promoção local, devido ao compartilhamento de conteúdo naturalmente feito pelas redes sociais – fotografar, marcar, curtir -, que hoje é tão importante para as pessoas quanto para os empresários”, lembra Victor Carvalheira, um dos sócios fundadores da produtora de eventos que leva seu sobrenome, e cresce cerca de 35% ao ano.

Por isso, Beatriz, da Eventbrite, lembra que os benefícios locais podem ser diretos gerados pelo evento, por meio de contratação de bens e serviços locais relacionados a logísticas; ou indiretos, do turismo dos participantes e organizadores, não relacionados a estrutura do evento em si, como hotelaria, por exemplo. “Há também a possibilidade de as cidades utilizarem as estruturas deixadas ou o mote do evento para atrair visitantes, como o Rio de Janeiro com a Vila Olímpica, que foi transformada na Cidade do Rock”, exemplifica a especialista do setor

Aproveitando o potencial

Na opinião de Victor, o jovem (principal público dos grandes eventos) quer viver experiências diferentes, não só ir para shows. “Ele escolhe ir um festival, por exemplo, pelo todo: os produtos que estão envolvidos, as atrações, as marcas atreladas, as ideologias que oferece e apoia, o público que vai, o jeito que é tratado, a percepção da marca que apresenta, entre outros pontos. E é nisso que as empresas devem focar em vender – muito além de um show, mas um momento que ficará na memória afetiva”, afirma.

Nesse sentido, Victor Carvalheira levará a Ilha de Fernando de Noronha, o primeiro réveillon com grandes atrações, que misturam passeios, um line up de peso jamais visto no local, além de ações de ativação e atividade satélites (coleta seletiva de lixo, passeio de barco, ) para que o turista e cliente possa viver um momento ainda mais especial, em um lugar naturalmente incrível.

“Noronha sempre foi um destino para o Réveillon, não pelo evento, mas pela beleza e natureza. Nós aproveitaremos o roteiro para transformar o momento em um roteiro também de entretenimento, com mais de 5 festas principais e outras secundárias, feitas com grande apoio logístico local e de parceiros, como a Eventbrite”, pontua.

Como se qualificar para ser um profissional de cloud

Segundo estimativas da Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), os investimentos em computação na nuvem devem ter um aumento de 26% em 2019 no Brasil, batendo a marca de R$ 77,8 bilhões. Com o aumento da aposta em cloud, e a tendência global de as empresas migrarem para a nuvem, a figura do profissional qualificado para desenhar projetos e operar neste ambiente torna-se indispensável. Mas, afinal de contas, como um profissional de cloud pode se qualificar para atuar em um mercado cada vez mais competitivo?

De acordo com Havary Cortez, Arquiteto de Soluções da Claranet Brasil, um bom profissional da área deve investir em atualizações constantes a fim de acompanhar as tendências do mercado. “O primeiro passo é pensar em certificações básicas, que são oferecidas pelos próprios provedores, como Amazon Web Services, Google Cloud Platform e Microsoft Azure. Em um segundo momento, o profissional deve apostar em cursos mais avançados e até procurar por uma especialização em áreas como Segurança, Big Data e DevOps”, explica o executivo.

No entanto, além de certificações que ajudam a ficar por dentro do que existe de mais atual, uma característica importante esperada deste profissional é que ele tenha facilidade para aprender rápido e sozinho, isso porque a área de TI como um todo é acompanhada por mudanças aceleradas, e a de cloud em específico apenas aumentou esse dinamismo.

Tâmara Costa, head de RH da Claranet Brasil, ressalta a relevância deste profissional: “Cloud deixou de ser apenas uma tendência e vem sendo requisito fundamental na transformação digital no mercado de trabalho. Neste sentido, o especialista desta área está no topo das ocupações da nova era digital. Dessa forma, buscar entender e tornar-se um profissional de cloud computing é um acerto e um investimento importante de carreira”.

Empresas que procuram por profissionais qualificados de cloud ainda esperam que eles tenham habilidades para criar códigos e pequenos scripts para agilizar e automatizar as tarefas administrativas de sustentação, e tenham a capacidade de resolução de problemas complexos, constante senso de evolução e uma excelente gestão de tempo.

Neste sentido, é importante que o profissional consiga criar um balanço entre sua produção, que engloba aquilo que ele entrega para a empresa, e sua atualização, ou todo o tempo investido em novos estudos e certificações. Cortez também destaca que “apesar de existirem cursos para todos os bolsos, a qualidade dessa atualização pode estar comprometida se o custo for muito baixo. Por isso, uma sugestão interessante é que o profissional dê preferência por empresas que incentivem a qualificação de seus colaboradores”.

A Claranet, por exemplo, investe continuamente na qualificação de seus colaboradores junto aos parceiros (AWS, GCP e Azure) e ainda conta com um processo de premiação aos recém certificados. A empresa é reconhecida mundialmente como a maior fornecedora independente de serviços gerenciados nas áreas de hosting, cloud, redes, segurança e workplace, e está no Brasil desde 2016, com a aquisição da CredibiliT.

Para CIOs, falta de mão de obra freia Transformação Digital no Brasil, diz pesquisa da E-Consulting

Um estudo realizado pela consultoria E-Consulting aponta os maiores obstáculos dos CIOs (Chief Information Officer) para tornar real o uso da Transformação Digital nas empresas. Dentre as maiores dificuldades, a falta de mão de obra capacitada lidera a lista com 11%. Em segundo lugar, com 10%, está a dificuldade de comprovar resultados concretos para os acionistas, enquanto que 9% acredita que o problema para o conceito ainda não ter vingando no Brasil é o baixo conhecimento que os profissionais detêm para trabalhar de forma inteligente com dados do usuário, do cliente e do consumidor.

Mesmo diante destes obstáculos, 50% dos entrevistados informam que estão em curso para aderir algumas das tendências ligadas à Transformação Digital, tais como Big Data, Blockchain, Apps, autoatendimento, chatbots, RFID, nanotecnologia, realidade aumentada, dentre outras. O movimento de adoção destas tecnologias é de um futuro próximo, entre 2 a 5 anos.

Perguntados sobre o papel da Transformação Digital, a maioria dos CIOs entrevistados (21%) responderam que o conceito habilitará os negócios das organizações. Um grupo representado por 16% acredita que a função da Transformação Digital é aumentar a eficiência, a agilidade e a simplicidade dos processos nas companhias. Constituem em 12% os executivos que creem no conceito como uma mudança de patamar tecnológico da organização. Já 10% dos CIOs afirmam que o fenômeno é uma resposta à pressão feita atualmente por clientes, consumidores e usuários, que estão cada vez mais conectados e empoderados.

Impulsionadores externos

Quantos aos impulsionadores externos que fariam o CIO investir em Transformação Digital, 16% dos líderes entrevistados escolheram como principal fator a popularização do tripé: revolução tecnológica, universalização de acesso à internet e barateamento das tecnologias. Em contrapartida, a segunda razão mais votada, com 15%, foi a conectividade digital, promovida principalmente pela massificação dos smartphones. Já a pressão competitiva dos concorrentes tradicionais (12%) e a globalização dos mercados, atrelados à amplificação de novos padrões de consumo (11%), também aparecem entre as principais razões de investimento.

Impulsionadores internos

Trazendo para dentro de suas operações, a maioria dos CIOs (12%) investiria em Transformação Digital para atender a uma pressão mercadológica. Um grupo de 10% investiria para ter atualização tecnológica e evolução de arquiteturas, assim como outra ala, formada também por 10%, investiria no conceito para aumentar a sinergia, a produtividade e a redução de custos na operação. Já as novas oportunidades de negócios, de produtos e de serviços animariam 9% dos entrevistados a colocar dinheiro em tecnologias digitais. Possibilidades de conhecer mais o cliente e de diferenciar-se dos concorrentes foi a escolha de 8% e 7% dos entrevistados, respectivamente.

Transformação Digital X Inovação

A pesquisa também constata que a maioria dos CIOs, ou seja 35%, acham que Transformação Digital não tem nenhuma relação direta com inovação. Para 31% dos entrevistados inovação não depende de Transformação Digital, mas é um grande facilitador para as empresas inovarem. Na contramão, 28% acreditam que Transformação Digital é a base da inovação e uma só acontece quando tem a outra.

Daniel Domeneghetti, coordenador do estudo e CEO da E-Consulting, explica que a pesquisa traz a luz a urgência dos CIOs em definir estratégias entendendo a dinâmica entre os clientes, as demandas e os concorrentes. “O mundo mudou e a empresas precisam acompanhar a arena competitiva montada com novos atores da economia. A somatória destas mudanças se concentra na figura do CIO entender o mercado e a concorrência como os principais valores agregados da sua gestão”, completa Domeneghetti.

A pesquisa ouviu 226 CIOs, das 1000 maiores empresas em operação no Brasil, nos últimos cinco meses, para saber como estas lideranças enxergam a Transformação Digital sob os aspectos de definição, obstáculos e expectativas.

Líderes de Recursos Humanos precisam redefinir estratégias e utilizar análise de dados

Por Patricia Molino

Apenas 40% dos líderes de Recursos Humanos têm um plano de trabalho de transformação digital implementado. Além disso, apesar de 70% reconhecerem a necessidade de uma transformação da força de trabalho, apenas 37% estão muito seguros sobre a capacidade de modificar a área de RH. Essas são algumas das conclusões da pesquisa “O futuro do RH” (The future of HR, em inglês), conduzida pela KPMG recentemente com 1.201 executivos líderes da área de 64 países, representando 31 setores da Ásia-Pacífico, Europa, América do Norte, Oriente Médio, África e América Latina.

A pesquisa revelou que os líderes de Recursos Humanos estão divididos sobre a necessidade urgente de redefinir a área. Enquanto parte destes líderes estão sabendo utilizar, de forma segura, os recursos que irão transformar a área e alavancar seu valor para a empresa, uma parcela significativa de executivos está assistindo passivamente ou aguardando que a área de tecnologia da informação mostre o caminho. Esta postura pode conflitar com a expectativa dos CEOs: as pesquisas da KPMG têm revelado que a maioria desses executivos preferem iniciar a disrupção em suas empresas e não esperarem que a mudança ocorra no mercado para depois reagir, pois acreditam que este processo é mais uma oportunidade que uma ameaça.

Com essas conclusões, a pesquisa revelou que os líderes de Recursos Humanos mais arrojados estão agindo de forma consistente e sem hesitação, apostando na transformação da área como fator determinante para o sucesso dos negócios. Um modelo mais moderno, ágil e focado na experiência dos empregados está alinhado com a aplicação de novas habilidades de gestão, inteligência artificial e robótica para integrar talentos humanos e estratégias digitais.

A cultura do local de trabalho mereceu destaque na pesquisa, sendo considerada uma barreira à transformação digital para 41% dos respondentes. Aproximadamente um em cada três respondentes (35%) disse que a cultura atual das organizações é mais orientada para tarefas em vez de ser inovadora ou experimental.

Outra conclusão importante é que as áreas de Recursos Humanos em processos de transformação digital avaliam que as deficiências de habilidades (51%) e a falta de recursos capacitados (43%) são as principais barreiras para alcançar mudanças mais profundas. 42% dos entrevistados concordam que preparar a força de trabalho para o futuro utilizando inteligência artificial é um dos maiores desafios a ser enfrentado nos próximos cinco anos. Mais de metade dos executivos (60%) acreditam que a inteligência artificial criará menos postos de trabalho do que serão eliminados e exigirá maior qualificação dos colaboradores.

A análise de dados é outra tendência que deve veio para ficar na gestão de Recursos Humanos e sua aplicação se amplia rapidamente. De contratações mais alinhadas a resultados concretos a análise preditiva, a análise de dados apoia decisões estratégicas com dados estruturados embasando decisões fundamentadas nas necessidades mais relevantes do negócio. Com a informação logicamente organizada, há mais segurança na tomada de decisões, redução de custos operacionais e proteção da atividade empresarial de ações amadoras, intuitivas, focadas em processos ou mal executadas.

Aproximadamente metade da amostra da pesquisa da KPMG é de empresas com número de funcionários com número igual ou superior a 5 mil e 42% dos respondentes são de organizações com receita anual superior a US$ 1 bilhão.

Patricia Molino, sócia-líder de People & Change e líder do Comitê de Inclusão e Diversidade da KPMG no Brasil.

TIM vai virtualizar 37 datacenters até 2021

Para oferecer a melhor experiência para seus clientes, a TIM segue com seu cronograma e vai virtualizar, até o final do ano que vem, 37 datacenters espalhados por todo o Brasil. A virtualização vai permitir ampliar a capacidade dos servidores, melhorando a qualidade dos serviços, como acesso à internet e consumo de vídeo, representando um passo importante na jornada de digitalização e nuvem da operadora, que trabalha com foco na criação de serviços avançados para seus clientes.

“A virtualização é importante para melhorar a experiência do usuário em nossa rede, que ganhará ainda mais velocidade e estabilidade para o uso de dados. Graças a essa iniciativa de virtualização do Core, a TIM foi pioneira em iniciar um projeto-piloto do 5G sobre a rede real”, diz Leonardo Capdeville, ,CTIO da TIM Brasil.

A TIM anunciou, no final de junho,demonstrações bem-sucedidas do seu primeiro projeto-piloto do 5G sobre uma rede real, operando na frequência de 3,5 GHZ, em Florianópolis, Santa Catarina. Em parceria com a Fundação CERTI e a Huawei, a empresa habilitou a rede para experimentar aplicações voltadas para cidades inteligentes ou de gestão inteligente de serviços públicos.

A operadora, que quer ser líder e pioneira no 5G, terá ainda outros dois projetos-pilotos para a rede de quinta geração: na cidade de Santa Rita do Sapucaí (MG), em parceria com a Ericsson e com o Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), há a previsão de implantação de soluções inteligentes para iluminação, segurança e rastreamento de veículos, dentro do contexto de Internet das Coisas. Já em Campina Grande (PB), junto com o Núcleo Virtus (Núcleo de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Tecnologia da Informação, Comunicação e Automação) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e a Nokia, vai ser possível desenvolver soluções para Cidades Inteligentes, utilizando a plataforma NB-IoT.

Empresa do futuro será mais tecnológica, mas não abrirá mão do capital humano

Por Mari Achutti, CEO e fundadora da Sputnik

O mundo, desde de que se modernizou, passa por grandes revoluções. Começando na Europa entre 1760 e 1840, o primeiro grande passo rumo à tecnologia, é um período da história que ficou conhecido como Revolução Industrial. As máquinas chegaram para colaborar com a força humana para agilizar os processos na indústria.

Mas, nos dias de hoje, as mudanças são justificadas no contexto da chamada Quarta Revolução Industrial. Por esse motivo, os profissionais que almejam crescimento e desenvolvimento na carreira precisam ter a noção de que as habilidades necessárias no mercado de trabalho hoje são completamente diferentes dos skills que aprendemos na nossa sua educação profissional, e mais: elas mudam o tempo todo.

Para se ter uma ideia dessas mudanças, de acordo o relatório “The Future of Jobs” produzido pelo Fórum Econômico Mundial, até 2020, 35% das habilidades mais demandadas para a maioria das ocupações deve mudar. Temas que jamais estudamos em nossa jornada de aprendizagem, desde a escola até a faculdade, são as grandes habilidades do agora.

Segundo o estudo, as verdadeiras competências profissionais são: capacidade de resolução de problemas complexos, pensamento crítico, criatividade, gestão de pessoas, coordenação, inteligência emocional, orientação para servir, negociação e flexibilidade cognitiva e a capacidade de julgamento e de tomada de decisões serão os diferenciais para os colaboradores nas empresas do futuro.

Para atender com maestria todas essas “novas top skills”, a flexibilidade é essencial para este novo profissional. Afinal, se adequar à realidade do seu trabalho, junto da tecnologia, é o básico do que acontecerá nas empresas do futuro.

A publicação do FEM, ainda destaca que as máquinas desempenharão, até 2025, mais funções do que os seres humanos no mundo do trabalho, mas que isso não é motivo para alarme, já que essa revolução tecnológica, que traz os robôs para a cena central, criará novos 58 milhões de novos empregos em cinco anos para a gestão completa da demanda produzida.

As empresas do futuro serão, obviamente, mais tecnológicas, robotizadas, mas jamais deixarão de necessitar da mão de obra humana, que é tão necessária. A cada mudança, novos meios e métodos serão construídos e implantados. Mas o futuro, que avança sobre nós a cada dia, pode ter sua inteligência artificial, porém jamais deixará de contar com o desenvolvimento das habilidades sociais do capital humano. Por isso, a importância das organizações investirem na capacitação de seus funcionários, para que os mesmos estejam cada vez mais preparados para o futuro que já chegou.