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GFT abre mais de 80 vagas para profissionais de TI

A GFT, empresa alemã referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, está com mais de 80 vagas em aberto para profissionais de TI. As posições, distribuídas entre as três unidades da companhia no país, Alphaville e Sorocaba, em São Paulo, e Curitiba, no Paraná, são para desenvolvedores Java, Phyton e iOS, arquitetos de API e de Sistema, Agile Coach, Scrum Master, Product Owner, automação de Testes para Mobile, analista QA e desenvolvedor Dot Net com inglês avançado.

As novas contratações respondem à demanda crescente na companhia em projetos e soluções para as principais instituições financeiras do país. “A GFT tem desenvolvido soluções disruptivas, a partir das tecnologias exponenciais, para enfrentar os desafios digitais constantes dos nossos clientes e parceiros. Com os profissionais e talentos que chegarão, iremos, certamente, acelerar o nosso processo de expansão e reforçar a posição no mercado”, afirma Fernanda Rodrigues, diretora de RH Latam da GFT.

Entre os benefícios aos novos profissionais, a companhia alemã oferece um modelo de carreira que incentiva tanto o intercâmbio profissional quanto o cultural, salários e benefícios competitivos, bolsas de estudo e idioma, programas de incentivo (certificações, treinamentos, indicações etc.), desconto nos planos de Gympass, espaços, de trabalho diferenciados, com games e área de descompressão, entre outros diferenciais, além de acesso a cursos, treinamentos e workshops em sua universidade corporativa, a GFT ACADEMY.

Desde 2005 no país, a GFT está posicionada entre os principais soluções para o momento de transformação no mercado financeiro e conta com cerca de 800 colaboradores no Brasil. Mais informações sobre todas as oportunidades de emprego podem ser acompanhados no site da GFT.

Perfil do profissional brasileiro de TI é tema de estudo do Observatório Softex

A escolaridade no setor de TI vem evoluindo e hoje 73% dos profissionais que atuam em setores econômicos tipicamente de TI (Core TI)* possuem curso superior completo. Se considerados profissionais com mestrado e doutorado, são 74%. Essa é uma das conclusões do estudo “Persona TI – Caracterização do Profissional de TI no Brasil”, elaborado pelo Observatório Softex.

O levantamento aponta que também é alta a escolaridade dos profissionais de TI in House**, com 65% deles possuindo curso superior completo (67% somando mestrado e doutorado), e destaca o crescimento das vagas de TI na região Sul, que passa a responder por 15% de participação no mercado total. São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais concentram 62%, cabendo a São Paulo a maior participação: 42%.

No universo Core TI, as principais ocupações dos profissionais são analistas de sistemas, técnicos em programação e técnicos em operação e monitoração de computadores, atuando nas áreas de desenvolvimento de programas, consultoria em TI e suporte. A jornada de trabalho desses profissionais varia entre 31 e 40 horas semanais e 65% estão na faixa etária entre 25 e 39 anos (40% estão entre 30 e 39 anos). As micro e pequenas empresas empregam 42% desses profissionais e as grandes 41%. A remuneração média é de R% 5.955,79 (valor de 2017 atualizado em 1º de janeiro de 2019) e 60% têm menos de três anos na organização em que trabalham.

O profissional de TI in House está presente principalmente nas áreas de comércio, nas indústrias de transformação e em atividades administrativas. As empresas de grande porte absorvem 50% desses profissionais e a remuneração média é de R$ 6.726,78, podendo chegar a mais do dobro em setores-chaves da economia, como o de mineração no qual a média se aproxima dos R$ 14.326,25 (valor de 2017 atualizado em 1º de janeiro de 2019). Em relação à faixa etária, 61% têm entre 25 e 39 anos (41% entre 30 e 39 anos). A jornada de trabalho de 63% desses profissionais situa-se entre 41 e 44 horas semanais e o tempo no emprego de 49% deles é de menos de três anos na organização.

“O estudo apresenta diversos outros dados, detectando, por exemplo, uma tendência de crescimento de programas customizados ou sob encomenda e apontando que as empresas estão cada vez mais trazendo a tecnologia para dentro delas”, comenta Diônes Lima, vice-presidente executivo da Softex.

Ele destaca ainda o aumento do número de cargos diretivos, como os de gerência, apontando para uma leitura da TI mais orgânica e estruturada. “Não só é possível registrar esse fortalecimento da TI brasileira ao longo dos anos, mas também detectar a crescente importância da inovação para esse segmento”, conclui Diônes Lima.
A versão completa do estudo Persona TI está disponível para consulta gratuita no endereço www.softex.br/inteligencia/

* Core TI – Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda; desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis e não-customizáveis; consultoria em TI; suporte técnico, manutenção e outros serviços em TI; tratamento de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços e hospedagem; portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet.

** TI In-House – Outros setores que não aqueles considerados tipicamente de TI

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Marisa investe em omnichannel e reforça o serviço Clique e Retire

A mudança de comportamento do consumidor, que está conectado à internet o tempo todo por meio do celular, traz desafios ao varejo. Atenta a essa realidade, a Marisa, maior rede de moda feminina e de lingerie do Brasil, comemora a primeira fase da sua transformação para o modelo omnichannel com a expansão do serviço Clique e Retire para 115 lojas em todas as regiões brasileiras.

Dessa forma, a rede alia a conveniência da compra digital com a praticidade da entrega presencial na unidade de escolha do cliente. Com Clique e Retire, a Marisa responde a uma demanda de suas clientes que querem comprar online, mas não estão em casa durante o dia para receber suas entregas. A modalidade também possibilita que a consumidora tenha contato com o produto, facilitando a prova antes de levar as peças para casa, e faça a troca imediata, se necessário, além de permitir a escolha de itens complementares para sair da loja com um look completo. Outro benefício para a cliente é o frete grátis sem valor mínimo de compra.

De acordo com Marcelo Pimentel, vice-presidente de vendas e operações da Marisa, a funcionalidade contribui para aumentar o fluxo de clientes em loja. “Começamos a testar o serviço em 2018 e identificamos que havia ganhos para os dois canais: clientes online passaram a frequentar nossas lojas físicas e os pontos de venda que divulgavam o site como opção para encontrar produtos geravam menos atrito. Com o omnichannel, reduzimos a ruptura e garantimos maior disponibilidade de produtos. A expansão do número de lojas para retirada em maio de 2019 vai melhorar a experiência de compra e aumentar a fidelidade da consumidora”. Para tornar o projeto possível, a companhia preparou os funcionários para receber o novo serviço e atender o aumento do fluxo.

A partir de 3 de maio e por tempo determinado, na sua loja do Shopping Boulevard Tatuapé, a Marisa também irá disponibilizar o Showrooming, modalidade que permite aos consumidores pesquisar e experimentar os produtos em uma loja física e finalizar no ambiente digital. O serviço será realizado via desktop com uma equipe exclusiva de apoio ao cliente, ou, caso a consumidora prefira, poderá acessar o site da Marisa pelo celular utilizando a rede Wi-Fi da loja. A rede estuda disponibilizar, em breve, totens para facilitar ainda mais o processo. Com essa aposta, a Marisa aumenta a conveniência para a cliente.

O projeto de omnichannel está sendo desenvolvido em parceria com a Linx, empresa que conta com sistema especializado para o setor de varejo.

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Hughes e Yahsat formam joint venture para serviços via satélite no Brasil

A Hughes Network Systems, LLC (HUGHES), uma subsidiária da EchoStar Corporation (NASDAQ: SATS) e a Al Yah Satellite Communications Company (Yahsat), líder global em operação de satélites baseada nos Emirados Árabes Unidos, uma empresa do Mubadala Investment Company (Mubadala), anunciam hoje um acordo para criar uma joint venture para fornecer serviços de banda larga Ka via satélite no Brasil. Essa nova joint venture combina a experiência da Hughes no fornecimento de redes e serviços satelitais no Brasil com o potencial e o forte posicionamento da Yahsat na região. A Hughes terá a maior participação na joint venture.

A nova parceria vai unir Hughes do Brasil com a empresa de banda larga residencial da Yahsat, criando uma forte proposta de valor para atender à crescente demanda do mercado por uma ampla gama de serviços de banda larga, incluindo acesso à internet ao consumidor, redes corporativas, backhaul de celulares e soluções de hotspots de Wi-Fi comunitário. A venture une a capacidade de banda Ka satelital de mais de 65 Gbps das empresas por meio dos satélites de alta transferência (HTS) Hughes 65 West, Hughes 63 West e Al-Yah 3, alcançando mais de 95% da população brasileira. Também inclui os três gateways de Hughes e Yahsat no Brasil. Além da presente capacidade combinada, a joint venture vai aumentar a capacidade do satélite de última geração JUPITER™ 3 Ultra High Density Satellite (UHDS), conhecido como EchoStar XXIV, previsto para ser lançado em 2021.

Em 2018, a Hughes e a Yahsat lançaram uma joint venture para fornecer serviços de banda larga via satélite no Oriente Médio, na África e no Sudeste Asiático.

“A formação de uma nova joint venture com a Hughes no Brasil vai fortalecer o cenário digital do país e levar benefícios duradouros para comunidades e empresas em todo território brasileiro”, afirma Masood M. Sharif Mahmood, CEO da Yahsat. “Nossa parceria com a Hughes condiz com a missão da Yahsat de oferecer desenvolvimento social e econômico em diversas regiões”.

Pradman Kaul, presidente da Hughes, acrescenta: “Yahsat é o parceiro óbvio para a Hughes no Brasil enquanto continuamos a expandir nossos serviços e identificamos uma demanda crescente nos setores residenciais, corporativos e de transporte. Os brasileiros vão se beneficiar com a capacidade, escala, e sinergias operacionais das nossas empresas combinadas enquanto conectamos os desconectados e ajudamos empresas e comunidades a crescer”.

A conclusão dessa transação está sujeita à aprovação dos órgãos regulatórios e outras condições habituais, de modo que a expectativa é que ocorra ainda neste ano.

Hughes na SATELLITE 2019: Conectando pessoas, empresas e coisas

A Hughes estará presente na SATELLITE 2019, entre os dias 6 e 9 de maio, no centro de convenções Walter E. Washington, em Washington DC, mostrando como clientes, negócios, governos e comunidades do mundo todo podem se beneficiar das experiências conectadas oferecidas pelas tecnologias e pelos serviços da Hughes. Na ocasião, os executivos da Hughes estarão disponíveis para apresentar perspectivas únicas em como conectar pessoas e empresas, incluindo os sistemas GEO HTS e LEO; wi-fi comunitário e soluções de backhaul; redes de M2M, IA e IoT; conectividade aérea e marinha; MilSatCom e mais.

Com projeto Eu Consigo, Uber quer inspirar meninas a mudarem o mundo com a tecnologia

De maio a agosto, a Uber fará uma viagem de Norte a Sul do Brasil para inspirar meninas a se interessarem por tecnologia e ciência. O projeto Eu Consigo quer mostrar a garotas uma nova perspectiva sobre futuro, para que elas acreditem que também podem seguir as carreiras que são consideradas “para meninos”.

O projeto conta com duas carretas que vão viajar por 18 cidades brasileiras, levando Cinema, Teatro e atividades que apresentam noções de autoestima e de liderança, desenvolvidas em parceria com o Força Meninas e o Code.org. As atividades vão abordar questões sobre a igualdade de gênero para quebrar os estereótipos existentes na tecnologia e incentivar as crianças a acreditarem que não há profissão de menino e profissão de menina, mas que todos são igualmente capazes. As carretas ficarão por uma semana em cada cidade, oferecendo diversas sessões diariamente. A participação é gratuita e a inscrição pode ser feita no local, antes de cada apresentação. As atividades são voltadas para crianças de 6 a 10 anos, e os meninos também podem participar, para que eles também acreditem que as meninas podem ser o que quiserem.

O Eu Consigo traz ainda iniciativas para dialogar com pais, mães e professores sobre a importância de incentivar e ensinar Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática para as meninas. Para os educadores, será disponibilizado um material exclusivo com mais de 20 tutoriais online, contendo atividades simples e didáticas com temas como resolução de problemas, pensamento lógico e criatividade, que podem ser aplicadas para turmas do 2o ao 5o ano.

“É sabido que, entre o ensino fundamental e o ensino médio, a autoestima das meninas sofre uma queda três vezes maior do que a dos meninos. Isso afeta, em cheio, a escolha da carreira a ser seguida”, explica Deborah De Mari, fundadora do Força Meninas. “O que esperamos, com o Eu Consigo, é inspirar essas crianças a sonhar alto e dar ferramentas a elas para que sejam capazes de defender suas escolhas no futuro, sejam elas quais forem.”

“Quem usa a Uber para gerar renda como motorista, ou mesmo para se deslocar de um ponto a outro, já consegue perceber como a tecnologia pode ser transformadora para nossa vida. E as oportunidades econômicas geradas pela tecnologia certamente só vão aumentar nos próximos anos. Por isso, queremos com esse projeto ajudar nossas meninas a estarem preparadas desde cedo para impulsionar as mudanças que ainda estão por vir”, afirma Claudia Woods, diretora-geral da Uber no Brasil.

Para Hadi Partovi, fundador e CEO da Code.org, “aprender Ciência da Computação é fundamental para criar a tecnologia que impacta todos os aspectos da nossa vida e é por isso que é essencial que as meninas sejam apoiadas e incentivadas a estudar e entender que elas podem ser parte da formação do futuro”

Confira abaixo a agenda completa do Eu Consigo:

Salvador – 06 a 10 de maio

Porto Alegre – 07 a 09 de maio

Recife – 13 a 17 de maio

Curitiba – 14 a 16 de maio

João Pessoa – 21 a 24 de maio

São Paulo – 21 a 23 de maio

Natal – 28 a 31 de maio

Campinas – 28 a 30 de maio

Fortaleza – 04 a 07 de junho

Rio de Janeiro – 04 a 06 de junho

Teresina – 11 a 14 de junho

Vitória – 11 a 13 de junho

São Luís – 18 a 21 de junho

Belo Horizonte – 18 a 20 de junho

Belém – 25 a 28 de junho

Brasília – 25 a 27 de junho

Manaus – 13 a 16 de agosto

Cuiabá – 27 a 30 de Agosto

Para conferir os horários e locais das apresentações, clique aqui. O projeto Eu Consigo é formado pelas caravanas Teatro Móvel e Conexão Cultural, iniciativas da Magma Produções com apoio do Ministério da Cidadania, por meio da Lei de incentivo à Cultura, e patrocínio da Uber.

História singulares, casos reais e experiências vencedoras na Expogestão

Com a palestra “Empreendedor com apetite por inovação e paixão pelo Brasil” o Chef Claude Troisgros vai contar na Expogestão como se tornou um grande empresário da gastronomia. Embora de família tradicional francesa, começou sua carreira como um desconhecido no Brasil. Abriu seu primeiro restaurante, o Roanne. O sucesso da casa deu origem a outras, até que esse empreendedor dos sentidos resolveu levar a culinária brasileira com técnica francesa a Nova York e obteve as cobiçadas 3 estrelas do New York Times.

Há 15 anos, estimulado pelos programas de gastronomia que eram sucesso em Nova York, decidiu que era hora de ter seu espaço na TV brasileira. Foi atrás da oportunidade certa e atualmente comanda o “Que Maravilha” e “The Taste Brasil”, no GNT. Recentemente lançou sua autobiografia e neste ano estrelou o documentário “Claude – além da cozinha”, relatando os 19 dias e 2.800 km de viagem pelas culturas brasileiras.

Trabalho em equipe, pioneirismo e valorização de competências são apenas algumas das características da longeva cultura de gestão da Mercedes-Benz. É assim que uma empresa centenária acumula conquistas e rompe fronteiras, ainda hoje e de forma cada vez mais sólida. É esta história que Holger Marquardt, Diretor Geral da Mercedes Benz divisão Automóveis para a América Latina e o Caribe, vai contar na Expogestão.

Em seu relato, Holger vai falar sobre a mudança de cultura Mercedes-Benz que vem ocorrendo em todo o mundo, com vistas a azeitar processos de turnaround e preparar suas lideranças para novos cenários de mobilidade, compartilhamento e transformação digital. Holger Marquardt, à frente da empresa desde 2015, trará aos congressistas da Expogestão a palestra “Uma Cultura centenária para superar os próprios recordes”.

A 17ª Expogestão será realizada de 14 a 16 de maio, em Joinville. O evento terá mais de 50 workshops gratuitos e a Feira, integrando os públicos do Congresso e dos Workshops e constituindo-se em oportunidade para relacionamento, troca de experiências e negócios.

Expogestão 2019 – www.expogestão.com.br

Quando: 14 a 16 de maio
Onde: Complexo Expoville, rua 15 de Novembro, 4315, bairro Glória, em Joinville (SC)

Startup promove semana de conteúdo online e gratuita dedicada aos profissionais de RH

Com o objetivo de ajudar gestores, líderes e diretores de RH com informações que contribuam na tomada de decisão por contratações inteligentes e estratégicas, a Kenoby, software de recrutamento e seleção, que usa o modelo SaaS, promove na próxima semana, entre os dias 06 a 10 de maio, a “Semana do Recrutamento e Seleção”, com palestras 100% gratuitas, em formato de evento e transmitidas remotamente.

A programação abrange temas que norteiam a rotina de trabalho dos profissionais de RH, e pode ser acompanhada de qualquer lugar. Entre os temas abordados estão “Marca Empregadora”, que ficará a cargo de Bell Gama, sócia-fundadora da AIR Branding, a primeira agência 100% especializada em Employer Branding do Brasil. A especialista Flávia Queiroz, sócia da Matchbox, empresa que chegou para revolucionar a forma como empresas e talentos se relacionam e se conectam, falará sobre “Experiência do Candidato”.

Já o profissional João Paulo Ribeiro, da Mindsight, empresa responsável pela aplicação de testes psicométricos, fazendo o matching entre pessoas e ambientes, mapeando o perfil comportamental do candidato e das organizações de maneira comparável e escalável, abordará como a “Inteligência Artificial” pode ajudar as corporações no processo de recrutamento e seleção.

Por fim, o cofundador e sócio da Kenoby, Marcel Lotufo, explicará a importância da “Qualificação de Candidatos” e como as empresas estão adotando tecnologias para aumentar a assertividade nas contratações.

Círculo vicioso e círculo virtuoso

Por Elaine Póvoas

Por vezes, nossa vida se depara com reincidências, quer sejam profissionais, quer sejam pessoais. Pode ser algo bom quando se repete, ou muito negativo. Ao perceber que está passando por situações parecidas, algumas avaliações devem ser feitas.

Pode ser um convite para fazer diferente, rever posicionamento ou opiniões, ou ainda repetir para ficar melhor. Tudo depende do quanto estamos felizes ou infelizes com o resultado que está sendo alcançado. Observar como espectador das situações vividas, despertar a visão holística, ter um olhar mais abrangente para avaliar o círculo em que se encontra.

Podemos considerar dois tipos de círculos, o virtuoso e o vicioso:

Círculo virtuoso – promover o bem, entender com inteligência emocional as dificuldades da vida, ser otimista, potencializar o lado bom do que acontece, atitudes positivas diante de situações desafiadoras, envolvimento com pessoas que o respeitem e assim por diante. Fatos bons, que, acreditando na lei universal da ação e reação, devem criar uma onda positiva que permitirá surfar com sucesso.

Círculo vicioso – atitudes repetitivas que promovem o resultado que você não quer, mas não sabe como evitar, ou que simplesmente não entende nem percebe. Algo que provavelmente lhe faz muito mal, de que você gostaria de mudar o rumo das consequências, que já são sabidas.

Nosso cérebro é capaz de criar a substância reticular ascendente, ou seja, uma vez definido um objetivo, vamos criar condições para que a ação seja realizada. Um exemplo prático: você define comprar um tipo de carro na cor vermelha. Como a informação entrou no seu radar, fatalmente sua visão conseguirá identificar aquele carro e naquela cor com frequência.

Dessa forma, convido você para, junto comigo, criar cada vez mais círculos virtuosos. Vale a pena acreditar em boas maneiras, respeito, educação, empatia, sorriso sincero e gratuito. Porque muito provavelmente você atrairá pessoas que vibram na sua frequência e criará condições favoráveis que retornarão a você.

Eis o que eu acredito que contribui para obter cada vez mais sucesso no círculo virtuoso:

Ser um líder de alta performance, desenvolver um trabalho sério e competente com a equipe, promover feedbacks genuínos, acompanhar com verdadeiro interesse a carreira de cada um.

Ser um funcionário colaborador, que agregue conhecimento a rotina de trabalho, que busque o autodesenvolvimento, esteja atento aos desafios da empresa e que use de muita criatividade.

Ser uma pessoa que conecte pessoas, que procure ser melhor a cada dia, que tenha luz própria, que se permita viver no presente como um presente, que se faça feliz. Afinal, precisamos lidar a cada dia com as consequências de nossos atos. Seja alguém com quem você se misturaria todos os dias.

Elaine Póvoas, diretora de Marketing e Alianças da Service IT, integradora de soluções e serviços de TI especializada em outsourcing e consultoria.

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Mais de 80% dos brasileiros já experimentaram comprar através de app ou site no smartphone

A mais recente pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre comércio móvel no Brasil aponta que o uso do celular como ferramenta para compras de mercadorias físicas e serviços continua a avançar no Brasil. O estudo contatou que, em três anos, a proporção de internautas brasileiros que já experimentaram o chamado comércio móvel cresceu 20 pontos percentuais, saltando de 62%, em março de 2016, para 82%, agora em março de 2019. Roupas, eletroeletrônicos e refeições são as categorias de produtos mais comprados via app no Brasil.

A penetração do m-commerce é mais alta entre brasileiros com maior renda, chegando a 90% nas classes A e B, enquanto é de 79% nas classes C, D e E. A diferença social também aparece quando se pergunta aos consumidores móveis quem fez compras por app nos últimos 30 dias: 76% nas classes A e B, ante 65%, nas classes C, D e E.

“Para muitas pessoas de renda mais baixa, o celular é o único instrumento para a realização de compras on-line. O IBGE informa que a penetração de smartphones é maior que a de computadores nos lares brasileiros. E mesmo quando uma família pobre possui um computador, não necessariamente este está conectado à Internet, em razão da cobertura limitada das redes cabeadas e do alto preço do acesso de banda larga”, comenta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa. “Isso se reflete quando é perguntado aos consumidores móveis se eles realizam mais compras pelo smartphone ou pelo desktop. Na média nacional, 71% compram mais pelo smartphone. Porém, a proporção é maior entre aqueles das classes C, D e E (74%) do que entre aqueles das classes A e B (62%)”. “Nessa mesma pergunta, nota-se uma diferença regional. A preferência pelo smartphone é menor no Sudeste (67%), onde há maior acesso à banda larga fixa, do que no Centro-Oeste (77%), Nordeste (76%), Norte (73%) e Sul (73%)”.

WhatsApp como ferramenta de m-commerce

Outra característica marcante no mercado brasileiro apontado pela pesquisa é o uso do WhatsApp como um aplicativo de comércio móvel, geralmente para a contratação de serviços de profissionais autônomos ou encomendas para pequenos estabelecimentos comerciais de bairro. 61% dos consumidores móveis brasileiros já encomendaram produtos por esse app de mensagens. Novamente há uma diferença por classe social. O uso do WhatsApp para comércio móvel é maior nas classes C, D e E (62%), do que nas classes A e B (56%). Também há diferença regional neste caso, sendo mais comum no Norte (77%) e menos no Sul (57%) e Sudeste (58%). Além disso, a compra via WhatsApp é mais comum entre mulheres (66%) do que entre homens (55%).

Mercado Livre na liderança

O aplicativo mais frequentemente usado para compras pelo smartphone no Brasil é o Mercado Livre, que lidera esta pesquisa desde a sua primeira edição, por vezes empatado tecnicamente com a Americanas.com, mas que, desta vez, abriu uma distância considerável. O Mercado Livre cresceu bastante em um ano. Em março de 2018 foi citado por 31% dos consumidores móveis brasileiros como um dos apps que usam com mais frequência para compras. Agora, em março de 2019, esse percentual é de 41%, o mais alto já registrado por um aplicativo de m-commerce desde a primeira edição da pesquisa, cinco anos atrás. Merece destaque também o desempenho de Americanas.com, iFood e Magazine Luiza, que registraram crescimentos expressivos em um ano, figurando entre os quatro mais populares.

Foram entrevistados ao longo de março deste ano 2.115 brasileiros que acessam a Internet e possuem smartphone. A pesquisa tem validade estatística, com margem de erro de 2,1 pontos percentuais e grau de confiança de 95%. O relatório completo está disponível para download em https://panoramamobiletime.com.br/comercio-movel-no-brasil-abril-de-2019/

Estudo global da Cognizant aponta crescimento das compras de bens de consumo por meios digitais até 2025

Estudo global elaborado pela consultoria Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, indica que a compra de bens de consumo por meios digitais, como o e-commerce e o celular, deve dominar o mercado até 2025. Isso representa a mudança de um modelo de consumo em que os clientes visitam lojas físicas para um no qual os consumidores preenchem seus estoques com apenas um clique ou por meio de uma conversa com uma Inteligência Artificial. Essa transformação está acontecendo mais depressa do que o previsto.

Os produtos de consumo rápido que constituíam boa parte dos estoques das lojas (produtos pessoais, de beleza, cosméticos, de limpeza, alimentos e bebidas) são agora desenhados para envio rápido e fácil através de canais online. A formulação do produto agora é “cada” e não mais em caixas ou pallets. As principais transformações serão na transparência das empresas em relação a seus produtos/serviços, na demanda dos consumidores em uma era em que as prateleiras serão virtuais e no modelo de supply chain.

“As empresas vão cada vez mais precisar estabelecer o valor de suas respectivas marcas para gerar engajamento, o que representa não apenas o produto oferecido, mas também sua história e seus benefícios”,analisa Roberto Wik, diretor de Varejo e Bens de Consumo da Cognizant no Brasil. “A concorrência não será apenas em termos de mercadorias, mas também na experiência que as marcas oferecem. Nesse cenário, o custo-benefício importa mais do que nunca.” Como exemplo, corredores longos com produtos de consumo rápido serão substituídos por espaços menores com produtos de conveniência enfatizando frescor.

O surgimento do e-commerce demonstrou às organizações como a transparência em termos de preço e processos de fabricação pode ser poderosa. Os consumidores querem saber como um produto é feito, de onde vêm suas matérias-primas e quem o fabricou. Eles também valorizam o que é dito em revisões online e nas redes sociais. Além disso, com a redução na força das lojas físicas, é imprescindível que empresas de bens de consumo engajem seus clientes diretamente. Esse é um grande desafio, já que a maioria só detém informações básicas, como quem são seus consumidores e o que eles compram.

Transparência será essencial para as marcas

Para que as companhias se adaptem, Wik recomenda que elas repensem seus posicionamentos de mercado, definam e implementem processos de transparência e desenvolvam estratégias digitais: “Para garantir que os consumidores procurem seus produtos, as corporações precisarão cada vez mais estabelecer valores de marca, que é a soma do produto, de sua história e da conveniência que ele oferece. Conhecer seus clientes e engajá-los individualmente demonstra força. Até 2025, entender o comportamento do seu público-alvo em diferentes plataformas possibilitará correlações de dados sofisticadas que ajudarão as organizações a determinar como a informação está mudando a percepção de marca e os impactos financeiros disso”.

Mudanças nas demandas do consumidor vão impactar as prateleiras

A era digital mudou a tradicional relação entre marcas e varejistas. Quando as prateleiras eram apenas físicas, os varejistas esperavam que as empresas fornecedoras fossem eficientes para manter uma oferta constante de produto. Agora, são os fornecedores que esperam que os varejistas vendam bem.

Por sua vez, as marcas sempre tiveram valores e mensagens bem definidas para seu público. A diferença agora é que são elas que devem procurar seus clientes, e não ao contrário. Ser transparente com os consumidores ajuda nessa aproximação, principalmente nas redes sociais, que são um forte ponto de influência na sociedade. Em 2025, quando 40% das vendas de bens de consumo forem por meios digitais, uma plataforma always-on estará disponível para auxiliar potenciais compradores.

“Os varejistas precisam entender a jornada dos clientes, dos produtos e localizar o momento de compra de seus consumidores. Para isso, é necessário investir em arquiteturas de rede que consigam gerenciar grandes volumes de tráfego online com recursos de geolocalização e respostas imediatas ao usuário para transmitir ao visitante digital uma experiência de loja física”, comenta Wik.

Impactos no supply chain

Até 2025, haverá mudanças na demanda de um modelo push para um reativo às intenções dos consumidores e suas demandas. Nesse aspecto, o blockchain pode ser um aliado para o supply chain. Essa tecnologia grava transações entre duas partes e as organiza em batches chamados de blocos, bem como oferece uma combinação de segurança e versatilidade. Muitas empresas já estão testando o blockchain em suas cadeias de produção.

“Um dos maiores impactos da transição do modelo de loja física para loja virtual será em como organizar os modelos de produção”, complementa Wik., “É preciso entender como as companhias estão mudando, e desenvolver novas maneiras de observar, coletar e agregar informações sobre demanda, permitindo que as centrais de operações respondam mais rapidamente às necessidades dos pontos de venda. O blockchain certamente é um mecanismo que as empresas deveriam experimentar, por garantir transações rápidas, seguras e práticas.”

Daniele Cunha assume diretoria de Inovação de Consumer Healthcare da Sanofi Brasil

A Unidade de Negócios de Consumer Healthcare da Sanofi anuncia novidades em sua diretoria. Daniele Cunha foi nomeada como diretora de Inovação da CHC, substituindo Joana Adissi, que assumiu a diretoria de Medley, BU responsável por genéricos e similares da farmacêutica. Daniele responde diretamente para Rodolfo Hrosz, diretor-geral da área de Consumer Healthcare da Sanofi Brasil.

Na Sanofi desde 2016, Daniele teve como principal entrega o reposicionamento da estratégia de marca da Medley, elevando seu equity com alto impacto no negócio, liderando a transformação digital e inovação da marca. A executiva tem mais de 17 anos de experiência em áreas como branding, marketing de consumo, inovação, marketing digital e comunicação, tendo atuado em grandes companhias como a Inbev, Jack Daniel’s Company, Nestlé, entre outras.

Daniele tem a missão de ajudar a Unidade de Negócios da CHC a se tornar líder em inovação no país, construindo e executando com excelência o pipeline de inovação e trazendo um mindset de consumo e inovação além de medicamento.

O custo de um ticket aberto para as empresas

Por Henrique Santana, Cientista de Dados na Braspag

Levando em consideração o desenvolvimento de um produto no mercado de TI, temos diversos custos atrelados que são uma das bases para precificação, tais como: horas de desenvolvimento, licenças, armazenamento, hospedagem, infraestrutura do escritório, gerenciamento e afins.

Quando falamos em atendimento ao cliente, normalmente negligenciamos o trade-off que enfrentamos. O que é mais custoso: esforços para evitar um deploy com bugs, mais capricho no UX (designer), atenção com a documentação, empoderamento do cliente ou diversas pessoas atendendo chamados?

Na indústria existe uma métrica conhecida como PoNC (Price of Non Conformance) que basicamente mede os custos atrelados aos defeitos de produtos. Cada relatório de não conformidade (NCR) tem um custo ao ser aberto, que leva em consideração o avaliador do problema, o retrabalho, a matéria-prima, as licenças de software, o tempo de espera e a insatisfação do cliente.

Normalmente o PoNC é vinculado a uma meta de redução e segue uma regra bem simples, a do anti-GAP, que basicamente instrui a: não Gerar defeito, não Aceitar defeito e não Passar defeito, considerando fornecedores e clientes internos e externos.

Voltando para o cenário de TI, temos alguns tipos de tickets: pergunta, incidente, problema e atividade. Para cada tipo, podemos mensurar um preço médio baseado em parâmetros parecidos com o que indústria costuma considerar. Exemplo: médias de tempo para resolver um determinado tipo de ticket; quantas pessoas de diversas áreas estão analisando, desenvolvendo soluções, quais softwares necessários e uma estimativa de satisfação do cliente em termos de Churn (evasão de clientes).

Uma das metas deve ser a redução do número de tickets, pois quanto mais tickets, mais gastos. E se um cliente sai por conta da ineficiência de atendê-lo, isso deve também ser refletido nos resultados. A literatura e a mídia deixam bem claro que gastamos cerca de 5 vezes mais tentando atrair clientes do que em mantê-los. Isso significa que além dos custos mencionados investiremos, pelo menos, 5 vezes mais para repor esse cliente,

Quanto ao custo em si, tomemos como exemplo alguns dados fictícios de uma determinada semana (semana 2 no gráfico abaixo). A resolução média foi de 69 tickets por dia, com uma média de 13 analistas distintos por dia nessa semana. O que nos leva a uma capacidade média de pouco mais de 5 tickets por dia por atendente.

Se o custo mensal de um dos 13 analistas girar em torno de R$ 5.000,00 (estimativa meramente explicativa), o custo médio por dia e por analista será de R$ 250,00, considerando 20 dias úteis. E como sua capacidade média é de aproximadamente 5,3 tickets por dia, temos um custo estimado de R$ 47,00 por ticket, sem considerar todos os custos que mencionados anteriormente.

Com a estimativa de R$ 47,00 por ticket na semana 2, vamos estimar o gasto com tickets abertos na semana seguinte (semana 3). Há cerca de 325 tickets abertos, o que significa que, somente com horas de pessoal, teríamos um custo de R$ 15.275,00 nessa semana. Algo em torno de R$ 61.100,00 por mês. Ressalto mais uma vez que estamos considerando só a ponta do iceberg.

Levantar a métrica do custo de um ticket de forma acurada considerando todas as variáveis envolvidas e os produtos, comparado ao PoNC é fundamental. Entretanto, sem o engajamento da companhia para entender o que é esse custo, como usá-lo em seu favor e buscar o retorno sobre o investimento, ele será só mais um indicador natimorto.

Algumas fintechs como o Nubank, que foi considerado o melhor banco do Brasil pela Forbes com base em diversos critérios, incluindo o atendimento, buscam se reinventar com modelos preditivos, interfaces atraentes, investimento em autoatendimento e esforço para excelência na capacitação de sua equipe. De acordo com o Mercado Livre, 56% do total de funcionários do Nubank estão alocados no atendimento, trabalhando dia e noite para que seus clientes “não precisem deles”, ou seja com foco na satisfação do cliente que, além de cumprir a principal missão de qualquer empresa, reduz o número de tickets e mantém a saúde financeira da corporação.

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Flowsense é uma das TOP 5 startups do eMerge Americas 2019

A Flowsense, startup brasileira de inteligência e engajamento geolocalizado para aplicativos, foi eleita uma das TOP 5 startups no eMerge Americas 2019, evento de tecnologia e inovação que acontece anualmente em Miami e reúne os maiores players das Américas.

Milhares de empreendedores de vários países inscreveram seus pitches e, após um processo de seleção, foram definidas as 100 empresas que estariam no evento. Após uma rodada de play offs, cinco tiveram a oportunidade de apresentar seus negócios no palco principal para um júri composto por profissionais como o músico e empreendedor Pitbull, além de mais de 15 mil participantes.

“Destacamos casos de sucesso e as oportunidades que os dados geolocalizados – coletados de forma privada e segura – geram em termos de estratégias de comportamento de consumo. Entendendo quem são seus usuários, os locais que frequentam e suas preferências, os aplicativos aumentam consideravelmente suas taxas de engajamento e retenção”, afirma André Bain, co-founder da Flowsense.

“Para nós é uma grande honra figurar entre as cinco startups mais bem posicionadas no ranking do eMerge Americas 2019”, afirma Victor Lira, co-founder da empresa. “Amplificar os resultados dos apps, permitindo conhecer o comportamento on e off de seu público e fazer ações de retenção ou engajar melhor com sua base são elementos-chave para que os negócios criem outro nível de interação e conhecimento. Isso é algo não apenas revolucionário, mas efetivo para os negócios e a Flowsense está aqui para liderar essa revolução”, finaliza.

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TechD possibilita que startups, empresas de TIC e grupos de pesquisa ofereçam suas tecnologias a grandes companhias

A inovação aberta (open innovation), processo de inovação compartilhado por diferentes instituições com foco no desenvolvimento de tecnologias, é uma prática adotada pelas empresas há muito tempo e, recentemente, as startups foram incorporadas a esses processos e passaram a integrar a rotina de diversas organizações dos mais diversos setores no Brasil.

Esse ecossistema ganhou um novo catalisador, o Programa TechD, lançado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) em parceria com a Softex. Com recursos de até R$ 18 milhões, sua missão é fazer a ponte entre o universo empreendedor e o de pesquisa por meio da integração e da maior convergência entre startups, centros de P&D, universidades e empresas do setor produtivo.

No início do mês de abril, a Softex anunciou a abertura da chamada pública de inscrições para startups, empresas de TIC, grupos de pesquisa e consórcios nacionais e internacionais interessados em fornecer tecnologia para empresas já inscritas no programa dentro de quatro áreas temáticas: IoT, Saúde, Energia e Mobilidade.

“O TechD reflete a prioridade conferida pelo Ministério ao fortalecimento das TICs nacionais e a nossa certeza de que o apoio à inovação é a estratégia correta para atingir o nosso objetivo”, destaca o secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTIC, Paulo Alvim, lembrando que as áreas temáticas contempladas pelo Programa apresentam uma intensa demanda tanto no Brasil como nos principais mercados mundiais.

Em sua primeira fase, o TechD firmou 22 acordos com Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs), universidades e centros de P&D distribuídos por 13 estados, possibilitando o suporte em todas as regiões do país. Na segunda etapa foram confirmadas 36 médias e grandes companhias interessadas em testar tecnologias através de processos de inovação aberta – as chamadas empresas-âncora, entre as quais Braskem, Embraer, Furukawa, Klabin, Marcopolo, Positivo, Sercomtel e Votorantim.

O setor com maior participação é o da Indústria de Transformação, no qual 34% das empresas habilitadas atuam. Em seguida, vem o de Informação e Comunicação, que responde por 27%. Na área temática de IoT, o principal interesse de 54% das habilitadas envolve o emprego da tecnologia para monitoramento e rastreamento.

Outros focos giram em torno de tecnologias IoT voltadas para a indústria 4.0 (32%), automação (27%) e RFID (27%). Já na área temática de Mobilidade, os principais subtemas são controle e monitoramento de tráfego (23%), seguido por soluções de Analytics e Big Data (20%) e Smart Cities (18%).

E a Inteligência Artificial aplicada à saúde, com 25%, é o interesse principal da área temática de Saúde, seguida por Big Data (22%), Telemedicina (20%), Analytics (18%) e Machine Learning aplicadas à área de saúde (8%).

“Além de tornar a produção científica uma importante ferramenta no posicionamento mundial do setor de software, hardware e serviços de TIC, o TechD colaborará para o desenvolvimento de tecnologias com maior valor agregado, capazes de contribuir para melhorar o ranking do Brasil como nação inovadora”, destaca Diônes Lima, vice-presidente da Softex, acrescentando que hoje o país figura na 99ª posição no Global Innovation Index 2017.

Para a sua realização, o TechD conta com as parcerias estratégicas da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

As inscrições para as startups, consórcios, empresas de TIC e pesquisadores prossegue até o dia 13 de maio. A íntegra do edital e o calendário de roadshowx e webinars estão disponíveis para consulta no endereço https://techd.softex.br/.

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Transformação digital ou intensificação digital?

Por Alexandro Barsi

O assunto transformação digital está em alta em quase todas as empresas, que já estão correndo para implementar essa iniciativa. Mas, a questão é: será que elas sabem o real objetivo dessa transformação? Como podemos entender se estamos ou não atingindo esses objetivos?

Um estudo da McKinsey, lançado em outubro de 2018 e chamado Unlocking success in digital transformations, aponta que oito de dez empresas têm iniciativas de transformação digital, o que é um ótimo indicador. Mas, apenas 30% dessas empresas têm tido sucesso efetivo na organização.

A maioria das empresas já entendeu que é uma questão de sobrevivência e está diariamente se provocando e questionando sobre como mudar sua estrutura, acompanhar as tendências do mercado, ampliar os conhecimentos digitais, utilizar novas tecnologias, Mobile, Analytics, IoT, rever processos, garantir entregas ágeis, inserir design no processo, entre outras iniciativas. Mas, ainda assim, existe uma discussão enorme sobre como se transformar e muito pouco se pensa sobre como perceber que está no caminho certo.

Essa transformação nunca deve acabar. Por isso, insisto em usar o termo “intensificação digital” constantemente, como forma de ressaltar que devemos não só tomar iniciativas digitais, mas, principalmente, ter muita efetividade em todas elas.

A transformação é importante e necessária no momento em que vivemos. A intensificação é crucial para obter sucesso no processo e para o reconhecimento de que a sua empresa é digital. Portanto, tenha um planejamento estratégico consistente, em que a tecnologia é um meio de melhorar a produtividade, integrar, otimizar e agilizar a cadeia produtiva, além de simplificar processos.

Por outro lado, pensar em transformação digital e presumir que todos os colaboradores e clientes vão se adaptar às mudanças facilmente e sem impacto na produtividade é um dos maiores erros que as companhias cometem. Se as pessoas não adotam as mudanças, todo o investimento se perde.

Portanto, é importante se questionar: os seus colaboradores sentem que a empresa é digital ou eles ainda voltam para casa achando que todos os aplicativos que usam na vida pessoal são muito mais simples, menos burocráticos e inspiradores do que os que eles têm que usar no dia-a-dia na empresa? Incorporar a inovação na cultura organizacional da empresa também é um grande passo para obter um bom desempenho com as novas ações.

E os seus clientes, estão sendo impactados pelas estratégias digitais? Eles são fiéis à sua marca ou apenas estão conectados à empresa por alguma conveniência?

Conversar e olhar para a jornada de cada um a fim de entender onde realmente é preciso ser relevante, impactante e descobrir as oportunidades de geração de valor para o negócio é essencial para o sucesso dessa transformação e intensificação. Afinal, a sua empresa está no caminho certo quando o cliente realmente é impactado e sente que ela é digital e se preocupa com ele

Já temos alguns casos de sucesso, no Brasil e no mundo, de empresas completamente digitais, onde os clientes conseguem sentir e perceber a facilidade nos serviços e que os processos são pensados para resolver e simplificar a vida de seus clientes, o que acaba os tornando cada vez mais fiéis, além de uma base sólida que não para de crescer.

O que faz a diferença nestas empresas é, de fato, o trabalho sempre focado na intensificação digital e na efetividade dos serviços. Além de colocarem, realmente, o cliente no centro do negócio, enquanto muitas outras empresas ainda estão com o time de marketing colocando o cliente no centro das peças de divulgação.

Hoje, acreditamos que colocar design apenas no processo não é o suficiente. Temos a certeza de que temos que fazer do design O PROCESSO. Que a empatia e o olhar sobre como gerar impacto estejam, de fato, voltados à experiência do cliente e que este, finalmente, consiga perceber, sentir e falar que a sua empresa é digital, que ele ama ser seu cliente, que você entrega uma experiência que parece que foi feita sob medida para ele e que você realmente se preocupa com ele.

E a sua empresa, é digital? Está em plena transformação ou está na fase de intensificação?

Alexandro Barsi, sócio-fundador e CEO da Verity Group, ecossistema de tecnologia com serviços e soluções que atuam de ponta a ponta na jornada da experiência do cliente para acelerar e intensificar a transformação digital.

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SAP traz comunidade Design at Business para o Brasil em parceria com grandes empresas

A SAP traz a Comunidade Design at Business para o Brasil em parceria com as empresas BASF, Natura, Vale, Microsoft Participações, São Martinho, entre outras. O objetivo do grupo, que já reúne mais de 700 agentes de transformação nos 9 países que contam com a iniciativa, é acelerar a inovação engajando as pessoas e transformando a cultura das grandes empresas. A comunidade tem como missão reunir profissionais de qualquer área de atuação para aprender uns com os outros e compartilhar boas práticas de aplicação do design no mundo dos negócios.

A Design at Business Brasil contará com a mesma estrutura criada pela SAP, Phillips e Nestlé na fundação, em 2010. Existem três pilares fundamentais que buscam conectar pessoas para troca de conhecimento e aprendizados, criar grupos de trabalho para encontrar soluções criativas para problemas comuns, e oferecer treinamentos de métodos e ferramentas que possibilitem a inovação com foco nas pessoas.

Entre os temas mapeados para os próximos encontros, presenciais ou online, estão cases de transformação digital, o uso do design thinking para repensar processos ou criar novos modelos e negócio com foco na melhor experiência para o cliente final, o relacionamento e colaboração entre startups e grandes empresas, além de diversas iniciativas para fomentar e amadurecer a cultura de inovação.

“Diversos projetos ao redor mundo estão entregando soluções com tecnologia de ponta em poucas semanas. Porém, apesar de toda a rapidez e o avanço tecnológico, a adoção ainda é lenta. A tecnologia é fundamental, mas acreditamos que a transformação só ocorre quando as pessoas estão com o mindset correto. Transformar a cultura das grandes organizações ainda é o maior desafio. E esperamos que a comunidade possa contribuir para isso, disseminando o conhecimento de como inovar com propósito e atingir resultados tangíveis”, explica Lilian Sanada, líder da prática de design e co-inovação com clientes na SAP Brasil.

A prática do design na SAP teve início em 2004, por influência de Hasso Plattner, fundador da empresa e que criou a primeira escola de design thinking do mundo, a d.School na Universidade de Stanford, em parceria com David Kelley, fundador da IDEO. Desde então, o design vem sendo utilizado para diversos fins dentro da companhia, desde a formatação de novos modelos de negócio, até o desenvolvimento de novas soluções que serão comercializadas em escala ou criadas sob medida em colaboração com clientes.

Petz Lança sistema com Reconhecimento Facial para cães

A Petz inova mais uma vez e lança o primeiro Pet-Commerce com tecnologias de reconhecimento facial e inteligência artificial para cachorros escolherem seus próprios petiscos e brinquedos!

O Pet Commerce já pode ser acessado no site da Petz.

É o cachorro quem interage com a ferramenta! Ele só tem de ficar perto da câmera do computador, do tablet ou do celular. A câmera, através da tecnologia de inteligência artificial, capta a imagem da face e a reação do animal enquanto brinquedos, bolinhas e ossinhos são mostrados em vídeos. É pela reação do cachorro que o sistema identifica se ele gostou ou não do que foi apresentado, estabelecendo o nível de interesse de compra dos produtos, representado por um gráfico de ossinhos.

O projeto foi criado pela Ogilvy Brasil e desenvolvido pelas empresas D2G Tecnologia e Hogarth.

“Quando a Ogilvy nos trouxe essa ideia achamos incrível porque tem tudo a ver com o que a Petz acredita. A ligação entre o tutor e seu cão acontece de diversas formas. Entendemos quem faz festa de aniversário para o animal de estimação, quem conversa com ele. O amor por um pet não tem limites e o Pet-Commerce é prova disso!”, comenta Sergio Zimerman, presidente da Petz.

Milhares de fotos de cachorros foram testadas no sistema de inteligência artificial para execução do projeto. “Escolhemos dezenas de raças e também animais sem raça definida. O olhar, as orelhas apontando em direção à câmera, um animal sem medo e sem desconfiança, que não recue ao ver o site, sinalizam que o cão gostou da brincadeira e se interessou pelo produto mostrado”, explica Leonardo Ogata, adestrador e profissional que auxiliou no treinamento da inteligência artificial.

Para construir a melhor experiência de navegação possível para os cachorros, foi desenvolvido o primeiro UX para usuários caninos. Vários aspectos foram considerados, entre eles, e o mais importante, a visão dos cachorros. Diferente dos humanos, eles enxergam numa escala de amarelos e azuis. Além disso, não prestam atenção em imagens estáticas. Por isso, todos os produtos do Pet-Commerce são apresentados em vídeos e na paleta de amarelos e azuis. O áudio também foi ajustado para percepção do som.

Entrando no site, o consumidor encontra o tutorial sobre o que fazer para que seu cachorro “tenha voz” na hora das compras. É importante, por exemplo, que o som do computador esteja ligado porque a audição dos cães é um sentido bastante sensível. “É indispensável que o cachorro esteja bem e brincando. Não há necessidade de pegá-lo no colo ou segurar a cabeça, o que pode até causar irritação. Basta colocar a câmera bem de frente para que o equipamento possa captar as reações do pet da melhor forma possível”, orienta o adestrador.

Quando a reação captada é positiva, o produto vai para uma pré-seleção no carrinho. A compra, entretanto, só é efetuada depois da decisão do tutor, que deve preencher todos os dados. “Como Pet-Commerce ainda conseguimos estimular as vendas online e trazer novos clientes para a Petz”, destaca Zimerman. O presidente da Petz lembra que o Pet-Commerce é exclusivo para cães, por enquanto.

Inteligência Artificial eleva em 300% chances de empresas obterem crédito

Referência no mercado brasileiro por atender exclusivamente pessoas jurídicas em busca de antecipação de recebíveis – inclusive negativadas –, a fintech Size Soluções Financeiras está investindo em processos de inteligência artificial (IA) para realizar uma robusta análise de risco antes de dar “sinal verde” para uma operação.

Utilizada com sucesso por empresas de alta tecnologia como Uber e Facebook, a IA movimenta, simultaneamente, milhões de algoritmos que cruzam informações de fontes alternativas para se chegar a uma conclusão sobre a reputação do proponente e se ele poderá obter crédito dentro – ou até acima – do valor pretendido.

Além de utilizar dados de birôs de crédito, a Size avalia uma gama de aspectos, por exemplo, o relacionamento das empresas com seus fornecedores; o comportamento nas redes sociais; a presença em sites de avaliação de desempenho e como buscam a resolução das demandas dos clientes; e os dados gerados por bigdata, ou seja, a análise e interpretação de grandes volumes de informações.

“Esse tipo de análise faz com que empresas com boa reputação, mesmo negativadas, tenham 300% a mais de chance de obter crédito, inclusive acima do valor pretendido, se compararmos com o mercado tradicional, que se baseia fortemente na impessoalidade do chamado score de crédito. Para nós, é fundamental conhecer profundamente a empresa que busca o crédito e saber como ela trata os seus clientes”, explica o CEO da fintech, Leandro Zen.

De acordo com o executivo, nos Estados Unidos a inteligência artificial já é amplamente utilizada no mercado por startups como a sua, que trabalham para inovar e otimizar serviços financeiros. Foi lá, por sinal, onde ele participou, no início de abril, da “LendIt Fintech”, maior feira sobre fintechs de crédito do mundo, realizada em San Francisco, na Califórnia.

A principal fonte de receitas dos bancos, nos EUA, vem das operações de crédito, e a relação deles com as fintechs é muito sinérgica, havendo parcerias para a prestação de serviços conjuntos e até a aquisição dessas startups. Hoje, o mercado norte-americano está pelo menos cinco anos mais evoluído do que o brasileiro”, comenta Zen.