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iFood se prepara para ser a primeira food delivery da América Latina a utilizar drones para entrega de comida

O iFood, foodtech líder da América Latina, fechou parceria com a Speedbird Aero (SMX), empresa que desenvolve e opera drones, para a criação de um projeto de pesquisa e desenvolvimento de entrega com drones no País. Com isso, o iFood inova mais uma vez e é a primeira plataforma de food delivery a iniciar os testes com uso desses equipamentos para otimizar as entregas. A primeira fase de implantação, que deve começar em outubro, será realizada em Campinas, interior São Paulo.Além de meios de pagamento, tecnologia e inteligência artificial, essa é uma das iniciativas contempladas com o aporte de US$500 milhões para a foodtech crescer de forma acelerada.

“Hoje realizamos mais de 18 milhões de pedidos mensalmente, o que demonstra o enorme potencial de crescimento do mercado brasileiro. Inovação está no nosso DNA e estamos sempre buscando como melhorar a experiência dos nossos 12 milhões de clientes cadastrados. Isso inclui aperfeiçoar o nosso sistema de logística com o objetivo de otimizar a operação dos 80 mil restaurantes e 120 mil parceiros de entrega”, reforça Carlos Moyses, CEO do iFood.

O projeto piloto deve operar de duas formas. Em uma delas, o drone fará a coleta de pedidos no shopping Iguatemi Campinas e os levará até o iFood Hub, um centro de expedição alocado dentro do empreendimento, fazendo a primeira perna do trajeto. A partir daí as entregas seguem por modais como moto, bike ou bicicleta elétrica. No outro modelo de operação, haverá uma rota entre o iFood Hub e um condomínio residencial. Nesse caso, os clientes podem retirar no droneport, estrutura de onde decolam e aterrissam os drones, ou ainda ter a rota concluída por um entregador parceiro.

“O drone ainda não fará entregas na janela dos clientes. A ideia é que ele complemente a operação dos modais tradicionais. Em um shopping, por exemplo, os entregadores podem levar até 12 minutos para retirar o pedido no restaurante e, com o uso do drone, esse tempo varia entre 30 segundos e 1 minuto”, explica Roberto Gandolfo, diretor de Logística do iFood.

O drone

O drone da Speedbird Aero tem tecnologia brasileira e foi especialmente desenvolvido para transporte de carga. Ele tem capacidade para até 2kg, voa a 40 km/h e alcança alturas de até 60m, o equivalente a um prédio de 20 andares. Além de contar com uma caixa térmica que mantém a temperatura dos alimentos, o sistema de acoplagem do pedido é totalmente seguro e utiliza um potente ímã eletropermanente.

Em recentes voos realizados em Barueri, acompanhado por órgãos reguladores, o equipamento cobriu uma distância de 1,5km em apenas 4 minutos. As rotas são automatizadas e sempre contam com o acompanhamento de um especialista.

Além de desenvolver e operar drones, a Speedbird Aero gerencia todo o processo de criação de rotas e aprovação de planos de voos juntos aos órgãos reguladores, com acompanhamento do iFood. “Entendemos a importância de realizar operações com total segurança e sabemos que o Brasil é considerado referência no controle do espaço aéreo. Por isso, estamos trabalhando com um parceiro sério para desenvolver um projeto robusto que seja seguro, eficiente e economicamente sustentável”, completou Gandolfo.

Tendências que beneficiam os data centers

Por Carlos Morrison Fell

“Uma meta, antes de ser um objetivo, é um sonho”. Essa é uma das frases de Antoine de Saint-Exupéry, autor de “O Pequeno Príncipe”, e foi com ela que recentemente comecei uma palestra que falava sobre o futuro na área tecnologia. O motivo? Hoje existem várias tendências que impactam os data centers e, embora os administradores e diretores corporativos desejem adotá-las, é preciso primeiro conhecê-las bem antes de transformar essas tendências em metas com um plano específico. As empresas hoje têm ouvindo muitas coisas, o que torna tudo mais de difícil de assimilar.

Por exemplo, as mudanças nos modelos de negócios e na conectividade 5G estão aumentando as implementações de redes e o crescimento no volume de dados está impulsionando o uso da nuvem. Tudo isso afeta a forma como os gerentes devem enxergar e planejar o futuro. Selecionei as principais tendências que estão impactando profundamente os data centers:

– Crescimento acelerado dos data centers. Até 2021, o tráfego global da Internet aumentará até três vezes. Imagine a quantidade de dados.

– O papel dos data centers hyperscale. Velocidade e inovação são dois termos que definem esses DCs, levando os fabricantes e projetistas a evoluírem rapidamente.

– Novas arquiteturas de rede. Velocidades de até 400 Gbps forçam arquiteturas interconectadas que suportam virtualização e velocidades de transmissão inimagináveis.

– FOG Computing. Como se fosse ficção científica, hoje os dispositivos se comunicam entre si, mas nem todos os data centers estão prontos para suportar a IoT (Internet das Coisas). Você está pronto para essa mudança ou seu data center se tornará obsoleto?

Todas essas tendências estão gerando grandes avanços, mas como disse no começo, antes de podermos elaborar um plano, o sonho começa com o conhecimento: tecnologias, tendências, seus pontos fortes e fracos. Seguindo esse método, um sonho se torna uma meta, uma meta, um objetivo, e tudo isso se torna uma estratégia.

A capacidade dos administradores de data centers de se prepararem para esses desafios definirá se seu data center irá oferecer ou não as inovações que as novas tendências exigem ou se ele se tornará obsoleto em pouco tempo.

Carlos Morrison Fell, vice-presidente de Engenharia de Aplicação para a região das Américas da área de negócios de soluções de conectividade da CommScope

Prêmio Valuable Young Leaders valoriza o intraempreendedorismo nas organizações

Falar sobre empreendedorismo, cultura de inovação, indústria 4.0 e desenvolvimento de lideranças para o futuro dos negócios e do trabalho tem sido pauta de muitos eventos, prêmios, cursos e, inclusive, de pautas de reuniões de estratégia nas empresas. Sempre com um olhar para o futuro – que ainda não é palpável – muitas vezes o presente e suas conquistas acabam passando em branco e não tendo sua real valorização como ponto de partida para as transformações tão necessárias para o futuro. E é pensando nisso que o Instituto Anga, braço do Grupo Anga, lança a terceira edição do Prêmio Valuable Young Leaders, com o objetivo de encontrar e apoiar o crescimento de jovens líderes que provocam o status quo em suas organizações e que serão grandes líderes do futuro.

O Prêmio, inédito no Brasil, já impactou diretamente mais de três mil jovens e já envolveu cerca de 150 executivos ao longo da jornada. Para participar da premiação, jovens de até 28 anos deverão demonstrar a capacidade de entregar resultados para uma organização, de forma a se tornar um importante ativo dela, tendo como parceiros os seus mentores diretos na empresa.

A metodologia de seleção foi baseada em conversas com CEOs, executivos C-Level e em conteúdos editoriais das principais publicações de negócios do país – e a partir de critérios e de um arquétipo-base, a organização selecionará e reconhecerá os jovens talentos intraempreendedores que estão transformando as organizações de dentro para fora. “Somos movidos pela certeza de que, se essa nova geração de jovens chegar ao mundo do trabalho com alto nível de consciência, dispostos a não abrir mão de seus valores e prontos para usar o pleno do seu potencial, a gente vira o jogo”, explica Augusto Junior, CEO do Instituto Anga.

O processo de construção da metodologia foi dividido em três etapas: 1. Levantamento das competências de liderança no ambiente organizacional, por meio de pesquisa na base de artigos publicados nas principais publicações de negócios do país; 2. Entrevistas com líderes de sucesso para conhecer a trajetória e identificar competências semelhantes de suas carreiras, bem como para captar as suas visões sobre novas lideranças emergentes. 3.Cruzamento das informações levantadas nas etapas 1 e 2 com o objetivo de definir os critérios para seleção de um potencial Valuable Young Leader. Entre os executivos que fizeram parte do estudo estão Sérgio Chaia (Óticas Carol), Claudia Sender (Latam), Mauro Kern (Embraer), Ruy Shiozawa (CEO da GPTW), Chieko Aoki (CEO da Blue Tree Hotels), Márcio Fernandes (CEO da Elektro).

Para participar, o jovem deve se inscrever pelo site da Eureca (www.eureca.me) até o próximo dia 19 de agosto e, no mesmo, período enviar os desafios online. Em seguida, 60 candidatos serão selecionados em entrevistas online. Destes, 30 serão convidados para a etapa presencial que acontecerá em São Paulo/SP.

Premiações

Jovens Finalistas, que participarão da Etapa Presencial:

– Convite para o Encerramento do Prêmio Valuble Young Leaders, em Novembro;

– Assinatura digital da Revista HSM durante o período de 1 ano;

– 30% de desconto na participação do Young Leaders Program do Instituto Anga nas edições de 2020.1 e 2020.2.

5 Jovens Vencedores (com distinção apenas de 1º lugar):

– Reconhecimento como vencedores do Prêmio Valuable Young Leaders 2019;

– Assinatura digital e impressa da Revista HSM durante o período de 1 ano;

– Assinatura digital da Revista MIT Sloan Management Review durante o período de 1 ano;

– Mentoria de 4 Líderes referência no mercado, com encontros online a partir de 2019 (4 encontros coletivos com Líderes referência);

– 100% de desconto na participação do Young Leaders Program do Instituto Anga nas edições de 2020.1 e 2020.2.

Linte é reconhecida em primeiro lugar na categoria Legal Tech no Ranking 100 Open Startups 2019

Considerada entre as startups brasileiras que mais despertam o interesse de grandes instituições e empresas pela solução inteligente oferecida, a Linte, lawtech de automação de documentos e gestão de contratos, é a 1ª do TOP 10, da categoria Legal, do Ranking 100 Open Startups 2019 – considerada a maior plataforma internacional de geração de negócios, foco de investidores.

Entre os critérios de seleção a que foram submetidas as 212 empresas, o potencial de tração e conversão de vendas que essas startups despertam no mercado em um período de ano, relacionamento, reconhecimentos e premiações, produto inovador e programa de aceleração com equity, assim como o alto índice de satisfação de clientes, performance e desempenho.

Nesta edição do prêmio, foram mais de 7.800 acordos de negócio registrados, 8.600 startups participantes, 895 declararam relacionamentos que foram validados pelo mercado corporativo. Em relação as grandes empresas, 2.200 corporações participaram. “Esse reconhecimento só reforça o quanto a tecnologia tem revolucionado a forma de se gerir e fazer negócios, de forma mais eficiente e inteligente. Prova disso, é que, no ano anterior do prêmio, sequer existia a categoria de legal, e o número de empresas que participaram foi três vezes menor. Esse ano a competição foi bem maior e acirrada”, conta Gabriel Senra, CEO da Linte, startup criada em 2015.

Só no Brasil já são mais de 150 lawtechs ou startups de tecnologia com soluções para a área jurídica, que somam mais de $1 bi em financiamento no mundo. “O crescimento da participação do ranking, batendo todos os recordes até agora, revela o poder do Open Innovation no Brasil. Comparando o mercado quatro anos atrás, quando começamos, com agora, vemos muita maturidade, abrangência e cada vez mais oportunidades de inovar em todos os setores”, avalia Bruno Rondani, CEO da 100 Open Startups.

Fundada em 2015, é residente no Cubo Itaú, maior centro de empreendedorismo tecnológico da América Latina, a Linte e foi uma das uma das primeiras startups brasileiras selecionadas para o programa de aceleração da “500 Startups” do Vale do Silício. Cresceu 100% em 2018, quando comparado ao ano anterior, e a previsão é seguir os mesmos passos este ano.

Como RH 4.0 está usando gamificação por meio da tecnologia

O setor de gestão de pessoas ainda é tradicional na maioria das empresas. Quando se fala do futuro da área e das tendências para o novo RH, percebe-se que a tecnologia está cada vez mais presente, orientando gestores na tomada de decisões estratégicas efetivas para os negócios. Implementar novas tecnologias no RH nunca se fez tão importante quanto hoje. Isso porque a automatização de processos agrega valor estratégico aos profissionais, que podem estabelecer novas políticas focadas no bem-estar dos colaboradores, gerando também benefícios para as empresas. Os custos envolvidos na perda de um funcionário — desde o desligamento até os processos de recrutamento e seleção, admissão, treinamentos e de integração de novos colaboradores — podem ser bastante significativos para as organizações.

Os números que podem ser gerados por meio da tecnologia servem para auxiliar a tomada de decisão e para uma consciência ampla e profunda do negócio. Segundo pesquisa da Deloitte, 62% das avaliações em uma gestão de desempenho tradicional são resultado de uma percepção subjetiva dos seus gestores. Isso pode criar um ambiente de insegurança entre os colaboradores — muitas empresas classificam os funcionários apenas por rankings, impedindo que eles entendam como realmente está o desempenho e como eles podem melhorar.

“A tecnologia tem papel fundamental para promover uma gestão de pessoas otimizada, mais do que uma tendência, isso já é realidade nas melhores empresas, principalmente as que já entenderam que quem cria o valor para o negócio são as pessoas. Assim, além de ter um funcionário satisfeito, a empresa também promove um controle de custos maior, uma vez que a iniciativa reduz a taxa de turnover e absenteísmo, assim como garante uma melhora na produtividade dos colaboradores”, comenta Bruno Soares, CEO e cofundador da Feedz — startup de Florianópolis (SC) que desenvolve uma plataforma completa para gestão ágil e estratégica de pessoas.

Gamificação no alinhamento de objetivos e nos feedbacks

Para solucionar os problemas de comunicação interna e estabelecer uma cultura de valorização dos talentos, a tecnologia é uma grande aliada, por meio da gamificação. “A gamificação proporciona engajamento entre os colaboradores e é, além de tudo, uma maneira de fornecer de feedbacks, deixando o ambiente muito mais leve”, explica Bruno Soares. Os feedbacks devem ser contínuos para que o colaborador entenda o que precisa ser melhorado e possa reverter o cenário de forma mais objetiva e rápida. O conceito também pode ser útil no alinhamento de objetivos entre a empresa e o colaborador — muitos funcionários veem os objetivos como uma lista de tarefas sem clareza, o que impede que o máximo de performance seja atingido.

Equilíbrio profissional e pessoal

Hoje em dia profissionais buscam empresas com um bom ambiente de trabalho, onde possam conquistar um equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, e a tecnologia também pode ajudar nesse aspecto. “Quando uma organização investe na saúde dos colaboradores, ela está investindo também na melhoria da performance, na felicidade do ambiente de trabalho e no engajamento dos times. Tenho observado em nossos clientes grandes transformações de equipes”, comenta Bruno Rodrigues, CEO da GoGood, empresa de saúde corporativa que atende clientes como Natura, Santander e Ambev. A GoGood desenvolve uma plataforma gamificada que incentiva competições saudáveis nas empresas, onde os colaboradores são acompanhados por profissionais, como nutricionistas que avaliam cada refeição, e podem também registrar seus passos, atividades físicas, e qualidade do sono. A empresa atua diretamente na prevenção de doenças crônicas e reduz o custo com planos de saúde nas organizações.

Avanços tecnológicos transformam a humanização do atendimento em diferencial

Já estamos vivendo em uma cenário de filme futurista: temos máquinas inteligentes, super computadores que cabem na palma da mão, carros governados por softwares e muitas outras grandes invenções. A Inteligência Artificial (AI) se tornou uma tendência e muitas empresas estão adotando, por exemplo, os chatbots para conversar com os seus clientes via site ou redes sociais. Segundo dados da consultoria IDC, a indústria do varejo planeja gastar US$ 5,9 bilhões em 2019 apenas com esses investimentos.

Em contrapartida, temos empresas de tecnologia que além do uso de máquinas preferem investir na humanização do atendimento. Isto significa a geração de mais empregos, atenção especial e individual para cada necessidade das pessoas.

Neste contexto, Locaweb é uma das empresas que apoiam essa filosofia. A Big Tech Company brasileira, tem a tecnologia no seu DNA, mas acredita na presença humana nas empresas como algo crucial para o seu sucesso. Por isso, investe em um atendimento humanizado aos seus clientes que funciona 24×7, gratuito e em português. A área possui 240 colaboradores que se dedicam ao atendimento personalizado de cada pessoa, fazendo 100 mil atendimentos por mês e um investimento em capacitação de pessoas que acabam sendo selecionadas para outras áreas da empresa. A política da empresa vem por acreditar que cada cliente é mais que apenas um perfil para ser analisado e desmembrado por uma Inteligência Artificial visando o lucro.

“Hoje em dia, já temos chatbots avançados e por um valor acessível, mas o contato humano ainda é indispensável, principalmente para uma empresa de tecnologia, que lida com assuntos muito específicos e sensíveis”, disse o CEO da Locaweb, Fernando Cirne. “Podemos e devemos usar recursos avançados para melhorar a vida das pessoas, mas é o contato pessoal, a atenção e a qualidade no atendimento que faz a diferença”, complementa.

Confira dicas sobre como usar os recursos do Twitter

O Twitter possui diversas funcionalidades para que as pessoas possam encontrar e participar de conversas sobre o que está acontecendo em torno de seus assuntos de interesse. Para relembrar e indicar, de forma simples, como aproveitar essas diferentes funções da plataforma, o Twitter Brasil divulga uma série de vídeos com dicas divertidas do aplicativo.

Para saber o que está acontecendo e o que as pessoas estão falando

Um dos recursos mais populares do Twitter, a aba Explorar (símbolo da lupa) reúne conteúdos de temas mais comentados na plataforma no momento. Para encontrar informações em tempo real de jogo decisivo ou movimento importante que esteja acontecendo em algum lugar no mundo, por exemplo, basta clicar no símbolo da lupa e navegar entre as opções: assuntos do momento, notícias, esportes, diversão, entretenimento e conteúdos personalizados para cada um.

twitter.com/TwitterBrasil/status/1159908928592994304

Para compartilhar o que está acontecendo além do Twitter

Conversas, tendências, movimentos e memes são criados diariamente no Twitter e extrapolam a plataforma para diversos meios. Para tornar mais fácil a disseminação desse conteúdo, a opção de compartilhar Tweets além do Twitter está disponível para qualquer pessoa no menu de compartilhar abaixo do Tweet.

twitter.com/TwitterBrasil/status/1159909342721794049

Para salvar Tweets para ler depois

Nem sempre há tempo para explorar todos os conteúdos produzidas pelas pessoas no Twitter no mesmo momento. A opção “Salvar Tweet” possibilita acessar os Tweets que interessam a qualquer hora – e também pode ser encontrada no menu de compartilhar abaixo do Tweet. Para visualizar os Tweets salvos, basta clicar em “Itens salvos” no menu principal.

twitter.com/TwitterBrasil/status/1159909064652075008

Para participar de transmissões ao vivo por áudio

Além de engajar em conversas e Tweetar memes, GIFs e vídeos, também é possível participar de transmissões ao vivo como convidado direto do aplicativo do Twitter. A pessoa que iniciou o vídeo pode incluir até três convidados simultâneos para participar por áudio e tornar o debate mais rico. Para enviar a solicitação, é só clicar em “Pedir para participar” na tela da transmissão ao vivo.

twitter.com/TwitterBrasil/status/1159909519985696769

Para controlar o conteúdo que você vê

Como parte do trabalho do Twitter para tornar a plataforma mais saudável, qualquer pessoa tem a possibilidade de bloquear ou silenciar uma conta no Twitter. As funcionalidades estão disponíveis no menu do canto superior direito do Tweet.

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Para ajudar a manter a conversa saudável

Também é possível denunciar um Tweet que possa estar violando as regras do Twitter. Após a denúncia, é conduzida uma análise para apurar se o conteúdo viola as regras da plataforma e tomar as medidas cabíveis.

twitter.com/TwitterBrasil/status/1159909583625830400

Para escolher como as pessoas veem sua conta ou engajam com você

Para encontrar as configurações de privacidade que a plataforma oferece, basta clicar em “Mais” no menu principal, e selecionar a opção “Privacidade e segurança”. É possível mudar a visibilidade dos Tweets somente para seguidores; desativar a marcação de fotos; ou o recebimento de Mensagens Diretas (DMs) de qualquer pessoa.

twitter.com/TwitterBrasil/status/1159909140153667584

#AjudinhaDoTwitter

Os conteúdos também foram publicados por personalidades do Twitter nas últimas semanas, escolhidos por sua conexão com as pessoas na plataforma e familiaridade com o tema. Para conferir todos os vídeos, basta entrar na conta do @TwitterBrasil ou acompanhar a hashtag #AjudinhaDoTwitter na busca do Twitter.

Pesquisa revela nível de organização digital nas empresas e perspectiva de contratação dos profissionais digitais

A Talenses, consultoria de recrutamento especializado, elaborou uma pesquisa em parceria com a Digital House – hub de educação para a formação de profissionais de alta performance para o mercado digital -, para analisar a maturidade digital dentro de empresas com atuação no Brasil, nos setores de comércio, serviço e indústria. O estudo, realizado com 102 companhias de todos os portes, apontou que a indústria ainda é o setor menos digitalizado, com apenas 36% dos respondentes declarando ter um bom nível de organização digital. Em primeiro lugar está o setor de serviços, com 52%, seguido pelo comércio, com 41%. Essa organização digital também é maior em empresas de grande porte, sendo 43,3% delas consideradas organizadas digitalmente.

“A transformação digital é um caminho sem volta. As empresas de diferentes segmentos precisam passar por essa adaptação caso queiram continuar existindo de forma saudável, produtiva e moderna. No entanto, apesar de muitas empresas estarem atentas a esse movimento, já que 88% das companhias entrevistadas afirmaram demandarem profissionais digitais, a capacitação oferecida pelas próprias companhias está aquém do necessário: na indústria, por exemplo, apenas 29% das empresas oferece treinamento digital”, diz Luiz Valente, CEO do Talenses Group.

Para Carlos Alberto Júlio, CEO da Digital House, a transformação exige uma mudança de mindset bastante complexa. “Ter profissionais digitais é o embrião necessário para provocar uma transformação e, mesmo que os empresários saibam da teoria, muitos ainda não iniciaram a tarefa de colocar em prática treinamento de colaboradores sênior”, diz o CEO. Júlio ainda aponta que entre os 5 profissionais mais buscados estão analista de dados, analista de marketing digital, cientista de dados, especialista em customer experience e UX/UI designer e complementa: “Na contratação de um Gerente, por exemplo, 65% das companhias entrevistadas apontam dificuldade em encontrar um profissional digital, já 62% apontam o cargo de Especialista, seguindo o cargo de Coordenador, com 55%”.

Abaixo os principais resultados revelados na pesquisa:

– 92% das empresas do setor de comércio estão em busca de profissionais digitais, em seguida vem a indústria, com 91% e o setor de serviços, com 85%.

– Infraestrutura é a área mais avançada digitalmente dentro das empresas, com 57% dos respondentes considerando que ela apresenta um bom nível de digitalização. A área de programação vem em seguida, com 51%, e marketing com 50%. Recursos Humanos vem em quarto lugar, com 40%. As piores áreas são Análise de Dados, com 30% e Inteligência Artificial, com 19%.

– O ranking dos profissionais digitais mais buscados é: Analista de Dados / BI; Analista de Marketing Digital; Cientista de Dados; Especialista em Customer Experience; UX / UI Designer.

– As organizações apontam que o profissional digital deve ter as seguintes características: ser inovador, voltado ao aprendizado contínuo e possuir facilidade de adaptação.

– Mesmo com uma alta busca por profissionais digitais em todos os setores, a pesquisa revelou que grande parte das empresas não oferece treinamento interno e nem bolsas de estudo para o desenvolvimento dos profissionais.

– No setor de comércio, 50% das empresas disseram oferecer treinamento para o desenvolvimento do profissional digital. Na indústria apenas 29% das empresas oferece treinamento digital e 39% no setor de serviços.

– Entre as companhias que investem em bolsas de estudo para desenvolver o profissional com perfil digital, o comércio permanece em primeiro lugar, com 33%, seguido de serviços, com 30%, e indústria com 26%.

– As especializações digitais mais difíceis de recrutar são Direito Digital, User Experience e Dados.

– As áreas da organização que mais demandam a contratação de profissionais digitais são Tecnologia da Informação (67%), Finanças (64%), Logística (58%), Jurídico (56%).

– Os cargos de profissionais digitais mais difíceis de preencher são: Gerente (65%), Especialista (62%), Coordenador (55%), Analista Sênior (40%).

Portanto, nesta primeira pesquisa sobre o assunto, a Talenses e a Digital House notaram que as empresas que atuam no Brasil ainda estão se adaptando ao mindset digital e começam a perceber a necessidade de atualização neste sentido, principalmente na contratação de profissionais que já apresentem essas características e serão cada vez mais disputados pelo mercado.

Os dados completos da pesquisa podem ser acessados aqui.

Na era da inovação, tecnologia disponibilizada pelas empresas é alvo de críticas dos colaboradores

Ouvir os funcionários é uma das mais simples e efetivas atividades para que as empresas sejam mais humanas, saudáveis e que os ambientes de trabalho promovam a realização pessoal por meio do trabalho coletivo. Com base nisso, a plataforma Employer Branding Brasil desenvolveu a pesquisa Employee Experience Survey 2019 – O que descobrimos para avaliar os níveis de satisfação dos colaboradores. A pesquisa ouviu 539 pessoas, de 21 segmentos do mercado, que avaliaram 17 variáveis focadas em três ambientes: cultural, tecnológico e físico. O resultado apontou que o ambiente tecnológico foi o item com menos avaliações positivas, 38%. Por outro lado, o espaço físico foi o mais bem avaliado, com 54%, seguido pelo ambiente cultural, com 49% de positividade.

A tecnologia tem sido um grande desafio para as empresas e na pesquisa isso fica claro. Para 45% dos entrevistados, as empresas não têm ouvido ou atendido às necessidades dos colaboradores ao construir ou contratar uma tecnologia. O destaque positivo ficou na disponibilidade da tecnologia para todos os colaboradores, que alcançou 48%, segundo os entrevistados. Por outro lado, alguns segmentos estão aquém deste percentual, é o caso da área de bens de consumo, que alcançou apenas 13%, e químico, com 13%.

“Conhecendo a realidade no Brasil, fica claro que a tecnologia para o colaborador está distante daquela oferecida aos clientes das empresas. Ou seja, muitas vezes as companhias disponibilizam aos clientes o que há de mais moderno, como Inteligência Artificial, por exemplo, mas os funcionários ainda trabalham com equipamentos e softwares antigos ou ultrapassados”, explica Kiko Campos, CEO da Waggl, plataforma onde foi realizada a pesquisa feita em parceria com a Employer Branding Brasil.

Em relação aos outros ambientes avaliados, o grande destaque do físico está no orgulho de trazer um amigo ou visitante ao seu local de trabalho. Com a revolução dos coworkings, as organizações têm investido para melhorar os escritórios, tornando-os mais abertos, mais inteligentes e mais humanos. Destaque para os segmentos de tecnologia, serviços financeiros e bancos que alcançaram mais de 70% de positividade.

Mas, se por um lado as organizações estão criando mais opções de salas e estilos, por outro, ainda há dificuldade em oferecer maior flexibilidade de horários, além da opção de home office: 44% dos participantes demonstraram uma negativa percepção sobre este tema. O destaque negativo fica para a indústria, que obteve apenas 14% de positividade sobre este tema. Até o segmento de tecnologia teve um resultado menor de 58% de positividade.

Já o tema cultura vem sendo trabalhado há muitos anos com o propósito das empresas figurarem nos rankings de melhor local para se trabalhar. Recomendar uma vaga na empresa foi o melhor indicador, alcançando 60% de positividade e apenas 18% negativo. Destaque para os segmentos de tecnologia e energia que chegaram a superar 78%.

No entanto, a grande surpresa neste ambiente cultural foram os resultados relacionados à liderança: apenas 31% positivo contra 45% negativo. Ou seja, as pessoas não sentem seus líderes como mentores e treinadores. Por fim, a saúde física e mental também se destacou com apenas 35% positivo e 40% negativo. O pior resultado foi para o segmento de construção civil com apenas 8% positivo.

“A mensagem que fica é que parece que algumas missões das empresas precisam ser rapidamente revisitadas, como as questões relacionadas ao bem-estar físico e mental dos colaboradores, e a falta de preparo das pessoas para lideraram equipes”, complementa Caio Infante, diretor Geral para a América Latina da agência global TMP Worldwide.

Veja como diminuir o impacto das tarifas bancárias no seu bolso

Uma das piores sensações na administração do orçamento é ver o dinheiro “evaporar” da conta e não saber direito quais foram as origens dos gastos. Se a falha de monitoramento ocorre justamente no primeiro lugar por onde o seu dinheiro passa, é provável que você tenha dificuldade de calcular o que está acontecendo com parte dos seus rendimentos.

Uma pesquisa do Ibope Inteligência encomendada pelo banco C6 indica pouco menos da metade dos entrevistados (49%) sabe responder com precisão o quanto pagam em tarifas em cada modalidade de conta bancária.

Outro dado da pesquisa que pode sinalizar o motivo desse desconhecimento é o número de contas abertas. O brasileiro bancarizado possui, em média, 3,7 contas abertas, de modo que a poupança é a mais popular, com 79% de adesão, seguida pela conta corrente, com 78%. Na profusão dos números de um mês para outro, o usuário não consegue colocar na ponta do lápis as tarifas incidentes em cada uma.

Por que as tarifas bancárias existem?

As tarifas bancárias são valores cobrados pelas instituições bancárias para prover serviços financeiros aos clientes. Transferências, extratos, emissão de cheques e tarifas de manutenção no geral são os serviços embutidos quando você fecha um pacote de conta com o banco.

Se você já estava ciente dos valores da sua conta ou ficou ciente agora, pode decidir negociar um pacote mais oportuno com seu banco ou entender melhor a dinâmica de tarifas na sua conta. Se as cobranças da sua instituição continuarem comprometendo mais do que você previa, dialogue com a instituição financeira e, caso não fique satisfeito, movimente seu dinheiro em outro lugar.

Com o crescimento das fintechs, ficou muito mais fácil evitar o pagamento de taxas como manutenção de conta e transferências como DOC e TED, além da possibilidade de linhas de empréstimo online com tarifas mais baixas que as praticadas pelo mercado financeiro tradicional.

Passe uma lupa na sua conta

Um primeiro passo para evitar sustos é gerenciar suas finanças com mais atenção e mapear qual é o “ralo” que está sugando o seu dinheiro. A partir daí, você poderá tomar medidas para que isso pare de acontecer, ou pelo menos minimizar os valores. Por isso, é fundamental compreender quanto do seu dinheiro fica retido para o pagamento de taxas bancárias.

Você sabia que entre 2017 e 2019, alguns pacotes tiveram acréscimo de até 50%? É o que mostrou uma pesquisa do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), que comparou valores cobrados pelos cinco maiores bancos do País. O estudo analisou 70 pacotes de serviços e mostrou que a média de reajuste foi de 14%, o que representa quase o dobro da inflação no período (7,45%). Um dos pacotes avaliados apresentou alta muito acima da média: 50%.

Esse desconhecimento acontece porque, muitas vezes, as taxas são informadas em pequenos rodapés ao término do contrato, de maneira que o consumidor costuma ter dificuldade de visualizar com clareza o que vai pagar pela manutenção daquela aplicação.

Neste contexto, a conta bancária precisa ser uma aliada para administrar o seu dinheiro, e não uma vilã do seu orçamento.

Pagando menos taxas

Tudo começa na assinatura de contrato da conta corrente. Aquela documentação repassada pelo gerente vai determinar as tarifas incidentes nos pacotes da sua conta, por isso, é importante ler todas as cláusulas do contrato. Após a assinatura, você passa a ter ciência das tarifas praticadas no pacote da sua conta.

Não é raro encontrar taxas mensais que ultrapassam 30 reais, por exemplo. Em um ano, esse valor pode chegar a quase 400 reais.

Para quem já criou esse hábito, o ideal é manter o monitoramento para verificar se a cobrança está dentro do que foi previsto inicialmente no contrato da conta. Se você perceber a cobrança de valores indevidos, comunique o gerente da sua conta e conteste a cobrança.

Contas sem tarifas

Agora que você já está por dentro de como pagar menos taxas bancárias, o que acha de aumentar seu orçamento mensal excluindo esse custo?

A maior parte dos bancos brasileiros não costuma fazer muita propaganda, mas eles oferecem algumas opções para correntistas que não querem pagar tarifas por diversos serviços que não utilizam. Em 2010, o Banco Central regulamentou as contas digitais, isentas de tarifas desde que o consumidor concorde em realizar todas as transações por terminais do banco, sejam eles pelo site, celular ou via chat.

A conta digital é uma modalidade que pode ser aberta rapidamente por um dispositivo eletrônico e se destaca por oferecer diversos serviços ilimitados e, o melhor, sem cobrar por taxas de manutenção.

Além da praticidade de resolver tudo diretamente por dispositivos digitais, a conta pode custar até metade do preço das tradicionais, segundo levantamento feito pelo professor Joelson Sampaio, coordenador do curso de economia da Fundação Getúlio Vargas. O estudo indica que, em média, o consumidor de contas tradicionais paga 180 reais por ano para manter a conta ativa, isso sem incluir tarifas cobradas quando se ultrapassa a lista do pacote escolhido inicialmente.

Já as contas digitais não cobram tarifas de manutenção, mas possuem um limite menor para transações gratuitas. Segundo o estudo, a média é de dois saques e duas transferências por mês e, quando excedida é ultrapassada, o cliente paga em torno de R$ 6 em saques adicionais e R$ 3 no caso de DOCs e TEDs excedentes.

Vibratto leva terceirização financeira para startups e PMEs

Alinhar diversos serviços que uma empresa precisa contratar para existir é exaustivo. Finanças, contabilidade, tarefas bancárias, todas essas pontas correm soltas e, caso ocorra alguma desatenção, esquecer alguma delas pode gerar um rombo no orçamento. O excesso de tarefas leva à falta de atenção e pode ocasionar a morte prematura de pequenas e média empresas (PMEs) e startups.

Dados do Sebrae, juntamente com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, mostram que cerca de 30% das startups encerraram as atividades ainda em estágio inicial. Neste cenário, a Vibratto oferece terceirização financeira focada para empresas menores. O serviço consiste em terceirizar o gerenciamento de contas a pagar e receber, emissão de notas fiscais, fluxo de caixa, cobranças, gestão de aplicações e faturamento.

Fundada em 2012, a empresa leva maior otimização de custos para seus clientes, prática que reduz gastos com impostos e processos. Ou seja, é uma forma dos empreendedores eliminarem o efeito “bola de neve” que pode acontecer com suas finanças.

“Ao contratar a Vibratto, a empresa conversa apenas conosco e nós cuidamos de tudo”, afirma a CEO e fundadora, Deniane Bezerra.

Após vasta experiência com a internacionalização de empresas para o Brasil, a empreendedora percebeu como o mercado carecia de um serviço para marcas em estágio inicial. “Sabemos como é difícil se iniciar uma empresa no Brasil e que são muitos processos para ficar atento. O que fazemos é concentrar tudo em nossas mãos, assim o empreendedor fica livre para focar no crescimento” explica.

A empresa representa um segundo momento no ecossistema de startups brasileiro. Se antes os empreendedores não tinham muitas opções de serviços para se estruturarem – o que tornava a operação mais impessoal – hoje é possível iniciar uma startup de forma mais organizada. A atividade está alinhada à tendência de empreendedorismo solo que cresce no Brasil, país líder nesta prática. Segundo dados da pesquisa global Entrepreneurship Monitor 2018 do Sebrae e Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade, cerca de 81% dos empreendedores em estágio inicial, com menos de 3 anos de meio de atividades, não possuem funcionários.

A Vibratto torna possível abrir uma empresa já com as contas organizadas, serviço que antes era destinado apenas para grupos seletos de empresários, por conta do alto custo. Com preço justo, permite que essa organização seja aplicada logo no início das atividades. Além disso, possibilita a customização de serviços sob demanda, com mais adaptabilidade e menos gastos excessivos.

“Não somos aquela empresa tradicional de consultoria que faz o diagnóstico e diz apenas o que o cliente deve fazer; caminhamos com ele desde o começo para o resultado desejado com a ‘mão na massa’ e assessoria durante toda jornada”, finaliza Deniane Bezerra.

Bancos digitais e a segurança da informação

Por Henrique Berger

A tendência de bancos digitais tem ganhado cada vez mais espaço entre brasileiros. A comodidade e as baixas taxas de serviços, ou até mesmo nulas, atrai clientes que já não aceitam mais perder horas dentro de uma agência bancária. Segundo pesquisa realizada pela Cantarino Brasileiro, 44% dos brasileiros possuem conta em banco digital e tradicional, simultaneamente. Porém, 25% desses usuários acreditam que, o principal item considerado negativo em relação a banco digitais é a segurança.

Mesmo que a segurança digital seja algo que avance a cada dia, muitas pessoas, e até mesmo empresas, enxergam, por exemplo, o mobile banking como algo perigoso. Porém, os recursos investidos pelas instituições financeiras em segurança cibernética, integração e entrega contínua, testes automatizados, ferramentas de análise e monitoração que utilizam analytics e inteligência artificial vieram ao encontro das necessidades dos clientes. Exemplos são o salto de interações por meio de chatbots e a maior oferta de produtos e serviços nos canais digitais, que acompanham as necessidades e comportamento dos clientes de maneira ágil e eficaz.

Fazer a governança da segurança de instituições financeiras é um grande desafio. Afinal, a proteção de dados não pode ter falhas. Temos como clientes grandes bancos digitais e conseguimos disponibilizar ainda mais funcionalidades e segurança em comparação com uma conta aberta de modo convencional. A diferença é a praticidade de resolver tudo pelo aplicativo sem perder mais tempo com a burocracia dos tradicionais bancos.

De acordo com a FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos, os bancos brasileiros investem anualmente bilhões de reais em sistemas de segurança física e eletrônica para garantir a tranquilidade de seus clientes e colaboradores. Também atuam em estreita parceria com governos, polícia e com o Poder Judiciário, para combater os crimes e propor novos padrões de proteção.

O fato de que os consumidores estão priorizando o celular para efetuar essas operações é um indicador da confiança que depositam nos bancos e de que as instituições financeiras estão no caminho certo em relação à oferta de soluções que reúnem praticidade e segurança. Segundo pesquisa da FEBRABAN, seis em cada dez transações bancárias já são realizadas pelo celular ou pelo computador. Em 2018 número de transações por mobile banking foi de 31,3 bilhões em 2018.

O efeito da tecnologia se concretiza quando há um propósito em sua aplicação, bem como uma sinergia com os demais elementos que compõem o contexto de mercado e de negócio no qual os bancos estão inseridos. Os dispositivos móveis cada vez mais possuem recursos que garantem a segurança das informações e identidade dos usuários, utilizando por exemplo, prova de vida através de reconhecimento facial e movimentos.

O que muda com a LGPD

A Lei de Proteção de Dados (LGPD), que entra em vigor em agosto de 2020, provoca uma verdadeira corrida das empresas em busca da adequação. Em termos gerais, é uma resposta para o problema de segurança da informação que deve aumentar o nível de confiança para o fluxo de dados. Dessa forma, a regra geral para o sistema financeiro será a manutenção do sigilo dos dados pessoais e bancários do cliente.

A primeira será um diagnóstico da equipe de TI da própria empresa ou terceirizada – com relatórios de análises de risco e de impacto das novas exigências. Com isso, será possível verificar em qual estágio a empresa se encontra, quais são os pontos mais vulneráveis de seus sistemas e quais são os maiores fatores de risco.

Obrigatoriamente, as empresas terão que ter no quadro de funcionários todos responsáveis pelo tratamento de dados (controlador, operador e encarregado). As empresas ou grupos que não cumprirem com as novas exigências estarão sujeitas a uma multa que pode chegar a até R$ 50 milhões.

Henrique Berger, Diretor Executivo da CSU.ITS, Divisão da CSU especializada na terceirização de serviços de TI.