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E-commerce da Havan cresce 117% com a Black Friday em relação a 2017

As vendas no comércio eletrônico brasileiro, durante o período da Black Friday, tiveram alta de 23% em relação ao mesmo evento no ano passado. O apontamento é da empresa Ebit Nielsen, especializada em informações sobre o e-commerce brasileiro. A loja online da Havan obteve crescimento expressivo em relação a 2017, com aumento de 117% nas vendas da Black Friday.

Segundo Lucas Gustavo Duarte, coordenador de e-commerce das Lojas Havan, a loja online obteve mais de 10 milhões de acessos totais no mês de novembro, com picos simultâneos de mais de 20 mil usuários. “Além de termos realizado 33% a mais de receita que a meta estipulada, batemos o recorde, duas vezes mais vendas que o mês de março, que mais vendeu na história do e-commerce da rede. O resultado de crescimento foi devido ao trabalho e ao comprometimento da equipe. A projeção para 2019 é manter o crescimento anual de 80%”, comenta.

Com 300 eventos, SP Tech Week torna-se a maior semana de inovação do mundo

Durante a solenidade de encerramento da São Paulo Tech Week (SPTW), nesta quarta-feira (05/12), a SP Negócios – agência de promoção de investimentos e exportações da Prefeitura de São Paulo, que organizou o evento — divulgou um balanço dos resultados do festival, que promoveu mais de 300 atividades relacionadas à inovação e à tecnologia e reuniu cerca de 50 mil pessoas durante uma semana (entre 24 e 30/11). Com esses números, a semana de tecnologia paulistana tornou-se a maior do mundo do gênero, ao superar o volume de eventos da London Tech Week, que recebeu 230 iniciativas neste ano.

Segundo a organização, a quarta edição do festival de São Paulo movimentou aproximadamente R$ 10 milhões em negócios, patrocínios e vendas de ingressos, além de trazer mais de 20 atividades internacionais de países como Canadá, França, Reino Unido, Noruega, Estados Unidos e Israel.

“A SPTW é um evento com a cara da cidade. Uma oportunidade para o estreitamento de bons negócios entre a capital paulista e mercados nacionais e internacionais. Nosso principal objetivo é a capacitação e inserção de jovens talentos no mercado de trabalho através de contato com a comunidade empreendedora”, destaca o prefeito da capital, Bruno Covas.

Neste ano, a programação envolveu cerca de 20 temáticas diferentes, entre eles, varejo, moda, mercado financeiro e indústria 4.0, assim como atividades ligadas às novas tecnologias como drones, inteligência artificial, internet das coisas, blockchain e realidade virtual.

Na visão de Juan Quirós, presidente da SP Negócios – agência responsável pelo festival, a SPTW é uma grande vitrine para São Paulo mostrar para o mundo todo o seu potencial de inovação, considerando a densidade de startups, aceleradoras, investidores e talentos na cidade. “O festival se consolidou como um dos maiores do mundo e atraindo a atenção de empresas estrangeiras, interessadas em investir na capital paulista como ponto de partida para fazer negócios na América Latina”, analisa.

A SPTW contou com patrocínio da Totvs, Atento, Sympla, Estação Hack–Facebook e Distrito, apoio da Pineapple Hub, Blanko, Trianons, Plava, RecargaPay, Regus e Wayra e participação da Digital House, Tech Hub oficial da Tech Week.

Dentre os destaques da programação estão o CASE, principal evento de startups da América Latina, que segundo organizadores atraiu 10 mil participantes; o SP Elevator Pitch, competição no Farol Santander que premiou startups para programa de aceleração no Canadá; e o Startup Awards, competição que reconheceu a ZeroOnze — comunidade de startups da cidade — como a melhor comunidade de startups do Brasil.

A quinta edição da SPTW acontecerá entre os dias 23 a 29 de novembro de 2019 e será lançada oficialmente no aniversário de São Paulo durante o festival Cidade do Futuro, realizado no centro da capital.

Startups de todo Brasil se conectam com investidores e potenciais parceiros em São Paulo

A próxima edição do Bootcamp Nacional InovAtiva Brasil se aproxima. Nos dias 08 e 09 de dezembro, startups de todo o Brasil se reúnem no Palácio dos Campos Elísios, em São Paulo, para receber mentorias e aprimorar seus negócios.

Esse momento é essencial para preparar os empreendedores para o Demoday, que acontece no dia 10 de dezembro no Senac Santo Amaro, junto com a Conferência Nacional da Anjos do Brasil. O evento será destinado a conexão de empreendedores com investidores, representantes de grandes empresas e potenciais parceiros convidados por meio da apresentação de pitchs, discursos de cinco minutos preparados nos dias anteriores.

Desta vez, o InovAtiva Brasil, além de abranger negócios ligados a tecnologia, educação, agronegócio, finanças, serviços, varejo e energia, também terá startups focadas nas temáticas de impacto socioambiental e cívico, ou seja, projetos que resolvam problemas socioambientais, promovam a participação e aumentem transparência no Poder Legislativo.

Das startups selecionadas, 49% estão situadas na região sudeste do país, 38% na região sul, 10% na região nordeste e 4% na região centro-oeste. A maioria delas teve faturamento médio no último ano de R$ 60 mil e estão em fase de operação, já tendo passado pela validação do negócio, mas ainda aguardando passar por tração e escalonamento.

Além disso, elas atuam, majoritariamente, no segmento B2B, com tecnologia digital (software). Atualmente, poucas receberam investimento (apenas 10%), mas estão em fase de expansão, uma vez que 52% das startups estão com vagas em aberto.

Nos três dias de evento espera-se um público de mais de 300 pessoas, sendo empreendedores, mentores e investidores.

Bootcamp Nacional InovAtiva Brasil 2018
Data: 08 e 09 de dezembro
Local: Palácio dos Campos Elíseos – Av. Rio Branco, 1269 – Campos Elíseos, São Paulo – SP

Demoday InovAtiva Brasil 2018
Data: 10 de dezembro
Local: Centro Universitário Senac Santo Amaro – Av. Eng. Eusébio Stevaux, 823 – Santo Amaro, São Paulo – SP

Oracle é líder no Quadrante Mágico do Gartner em sistemas de gerenciamento autônomo de dados

A Oracle anunciou que foi reconhecida como líder pelo mais recente Quadrante Mágico do Gartner. Ao nomear a empresa da Califórnia na categoria Sistemas Operacionais de Gerenciamento de Banco de Dados, a consultoria citou a visão da Oracle em inovação na nuvem liderada pela introdução do Oracle Autonomous Database.

Segundo o levantamento em gerenciamento de banco de dados, a empresa avaliou a produtos que oferecem suporte em quatro frentes: transações, convergência, dados variáveis-distribuídos e processamento de eventos/dados em movimento. O Gartner classificou o Oracle Database como número um em todos os quatro casos.

O Oracle Autonomous Database conta com o Autonomous Transaction Processing para executar transações e tarefas combinadas e o Oracle Autonomous Data Warehouse para rodar demandas de bancos de dados analíticos.
Os dois bancos de dados autônomos possuem recursos para detectar ameaças e corrigi-las mesmo em execução. Esses recursos permitem que os clientes executem todos os seus bancos de dados Oracle na nuvem com disponibilidade, desempenho e segurança, a um custo significativamente menor.

“Acreditamos que essa colocação no quadrante é o reconhecimento da liderança contínua da Oracle no mercado de banco de dados: resultado do compromisso contínuo com a tecnologia”, disse Andrew Mendelsohn, vice-presidente executivo da Database Server Technologies da Oracle. “Nossa inovação mais recente, o Oracle Autonomous Database, leva às organizações um banco de dados autônomo, seguro e auto-reparável para ajudar a executar todas tarefas na nuvem com baixos riscos e custo ainda menor.”

A Oracle já havia sido nomeada no “Quadrante Mágico para Sistemas Operacionais de Gerenciamento de Banco de Dados Operacional” em 2011 e ficou em primeiro lugar em todos os casos de “Recursos Críticos para Sistemas Operacionais de Gerenciamento de Banco de Dados”. Incluído nos dois, o banco de dados autônomo da Oracle elimina a complexidade, o erro humano e gerenciamento manual com maior confiabilidade, segurança e mais eficiência operacional.

O “open banking” está chegando para mudar o mundo financeiro para sempre

Por Marco Bravo, da ACI Worldwide

O mundo financeiro está mudando e o ambiente bancário do Brasil não é uma exceção. Em 2019, o Banco Central do Brasil regulamentará efetivamente “open banking” no país. A Europa já o adotou e muitos bancos nos EUA, na Austrália e na Ásia estão dispostos a fazer o mesmo. Embora os bancos tradicionais, as “fintechs” e outras instituições financeiras talvez tenham que correr para cumprir com as novas regras, a situação é cada vez mais benéfica para os clientes e empresas que usam os prestadores de serviços de pagamento.

O “open banking” está abalando o setor de serviços financeiros e abrindo novos caminhos e oportunidades para os bancos e provedores de serviços de pagamento (PSPs). O levantamento “2018 Global Payments Insight Survey: Cross-Vertical,” feito pela ACI Worldwide (NASDAQ: ACIW) e pela Ovum, conduzido com 1.032 bancos globais, 51 do Brasil, revela que 87% de todos os bancos têm uma estratégia clara para o desenvolvimento de APIs abertas, um aumento em relação aos 59% de um ano atrás. O estudo afirma também que 76% dos comerciantes e 74% do faturamento de organizações têm uma estratégia clara de aproveitamento de dados dos clientes e outros serviços que têm sido disponibilizados pela da iniciativa “open banking”.

Para os detentores de conta, o “open banking” é uma maneira segura de compartilhamento de informações bancárias por meio de ecossistemas digitais que integram as informações de muitas instituições bancárias. Para os bancos e provedores de pagamento, o “open banking” permite mais criatividade com os serviços que oferecem aos consumidores. Isso também ajuda a criar um ambiente bancário mais competitivo, em que os bancos e PSPs têm novas maneiras de acessar clientes, expandir seu público-alvo e, finalmente, melhorar sua receita.

Com o “open banking”, as instituições financeiras devem melhorar a experiência do usuário. Na Hungria, por exemplo, um banco está usando uma solução de pagamentos universal para garantir que os clientes possam acessar dados de saldo em tempo real em todos os canais de serviços bancários 24 horas por dia, 7 dias na semana. Além de oferecer uma experiência mais conveniente ao cliente, o banco também está reforçando a proteção do cliente, usando um programa de gestão proativa de riscos que realiza monitoramento em tempo real para garantir a máxima segurança em contas de clientes.

Com isso em mente, é seguro dizer que o processo de implementação do “open banking” não pode ser interrompido, uma vez que representa o futuro das operações bancárias e infinitas possibilidades de negócios. O panorama de serviços financeiros está se tornando um ambiente firmemente centrado no consumidor. De 2019 em diante, veremos no Brasil a implantação de tecnologias que colocam o controle nas mãos dos consumidores. A proliferação de sistemas de pagamento em tempo real continuará a cultivar um ambiente em que as novas tecnologias podem ser desenvolvidas, e veremos isso mais amplamente com a adoção de tecnologias de “solicitação de pagamento” e a contínua modernização dos métodos de pagamento já estabelecidos.

Qual é o raciocínio do investidor quando assiste um pitch?

Apresentar um negócio de forma convincente é um diferencial para conquistar um investimento. O empreendedor precisa estar bem preparado para responder questões avançadas tanto sobre a própria empresa quanto o mercado e os concorrentes, mas a questão chave é: qual é a resposta o investidor espera ouvir?

É justamente por isso que a Anjos do Brasil, comprometida em estimular o desenvolvimento do investimento anjo no país, realizará no dia 10 de dezembro, no Senac Santo Amaro, em São Paulo, a Conferência Nacional de Investimento Anjo. Quem abordará o tema é Cássio Spina, presidente da entidade.

O executivo prepara uma dinâmica onde o empreendedor apresenta seu pitch a investidores. Ela segue como um jogo de perguntas e respostas para o empreendedor. A cada uma delas, Spina comenta tanto a intenção da pergunta, como a resposta do empreendedor e dará dicas para ambos os lados. “A ideia do painel é expor uma aula prática para quem está se preparando para captar recursos com investidores anjo e quem quer investir também”, explica Maria Rita Spina, diretora executiva da Anjos do Brasil.

Durante o encontro, Ricardo Martinho, consultor de Relações com Investidores da Anjos do Brasil, também falará sobre as diferentes formas de captação de investimento e de como empreendedores e investidores podem se beneficiar.

Os ingressos já estão esgotados, mas os interessados podem assistir as palestras online gratuitamente pelo Youtube da Anjos do Brasil. Inscreva-se no canal e esteja online no dia 10 de dezembro às 14h.

Conferência Nacional da Anjos do Brasil

Data: 10 de dezembro
Horário: das 14h00 às 19h00
Onde: Centro de Convenções do Centro Universitário Senac, campus Santo Amaro
Endereço: Avenida Engenheiro Eusébio Stevaux, 823, São Paulo

DOM Strategy Partners divulga lista das empresas de TI mais inovadoras com o cliente

 

O estudo “As empresas mais inovadoras no relacionamento com o cliente”, que mostra como 22 setores da economia usam atualmente a inovação nas relações com o consumidor final, traz o resultado do seu recorte somente com empresas de tecnologia, focadas no desenvolvimento de serviços e dispositivos móveis. O levantamento aponta as seis companhias melhores colocadas quando o assunto é propiciar novos incrementos na interação com o cliente. De acordo com o levantamento desenvolvido pela consultoria nacional DOM Strategy Partners, a Samsung lidera o ranking.

A análise sinaliza que a empresa é a que entrega uma melhor experiência de relacionamento ao cliente porque foca as suas ações estratégias a fatores como criação de produtos inovadores, multicanalidade e interatividade em canais alternativos de atendimento, podendo ser online e off-line.

Dado isso, o CEO da DOM Strategy Partners, Daniel Domeneghetti, explica que a pesquisa não se restringe ao senso comum do conceito de inovação, ligado apenas à tecnologia. É um objeto de fortalecimento no relacionamento da empresa com o consumidor. Uma boa ideia não é suficiente. Ela precisa criar valor – intangível e tangível – para que possa ser propagandeada e comercializada, e assim, ser considerada uma inovação. Este é o conceito central que distingue a inovação da invenção e da investigação científica”, diz Domeneghetti.

Em sua quinta edição, o estudo ainda traz Pag Seguro, Microsoft, Lenovo / Motorola, Nokia e Positivo Informática. Todas estas companhias foram avaliadas entre os meses de abril e outubro por meio de uma pesquisa com mais de três mil consumidores e informações primárias, tais como releases, relatórios, informações para investidores, e secundárias, leia-se notas, reportagens, matérias, estudos e pesquisas públicas nos últimos 12 meses.

Abaixo, o ranking das 06 empresas de “Tecnologia – Serviços e Dispositivos” mais inovadoras no Brasil

Empresa Segmento Nota

Samsung

Tecnologia – Serviços e Dispositivos

8,34

Pag Seguro

Tecnologia – Serviços e Dispositivos

8,04

Microsoft

Tecnologia – Serviços e Dispositivos

7,67

Lenovo / Motorola

Tecnologia – Serviços e Dispositivos

6,42

Nokia

Tecnologia – Serviços e Dispositivos

5,95

Positivo Informática

Tecnologia – Serviços e Dispositivos

5,01

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Mobile First e seu impacto no e-commerce

Por Thiago Mazeto

Talvez você já tenha ouvido falar em Mobile First, mas não sabe exatamente como funciona. O termo vem ganhando destaque nos principais portais sobre tecnologia e e-commerce nas últimas semanas e tem deixado muita gente preocupada por conta das mudanças que deve trazer. Para entender melhor tudo isso, vou contextualizar a história.

Ele está só seguindo a onda

O Google e seus algoritmos de SEO são os responsáveis pelo Mobile First Index, seu nome completo. A verdade é que essa história só está seguindo a onda dos smartphones. O número de aparelhos ativos já é maior do que o de pessoas no mundo, o que o faz o principal meio para pesquisas na internet.

Para ter ideia, segundo a FGV – Faculdade Getúlio Vargas – só no Brasil são 220 milhões de smartphones com acesso à web. No primeiro semestre de 2018, 32% das vendas online foram transacionadas através de um desses aparelhos de acordo com o 38º Webshoppers, do Ebit/Nielsen.

Dá para acreditar nisso?

A migração do desktop para o mobile é uma tendência anunciada. Há tempos o comportamento do usuário de internet vem migrando para os dispositivos móveis e o consumo acompanhou essa direção. O Google, obviamente, percebeu isso.

Primeiro, passou a posicionar melhor nos resultados de busca os sites que possuíam uma versão responsiva, favorecendo o acesso por meio de celulares. Agora, essa vantagem vai para quem é Mobile First.

Mas, afinal, o que é Mobile First?

Hoje, na hora de desenvolver um site é comum criá-lo pensando na sua visualização para desktop e, posteriormente, adaptá-lo para o mobile. Com essa mudança do Google, o desenvolvimento terá que fazer o caminho contrário.

Essa alteração na forma como o Google encara a construção dos sites atinge todo mundo. Independentemente do segmento, seja consumo ou conteúdo, o posicionamento nas buscas será prejudicado para quem não atender essa diretriz, impactando em diferentes métricas.

O Google utiliza mais de 200 regras diferentes para avaliar o SEO de um site e ranqueá-lo nas primeiras páginas organicamente. Na última atualização anunciada pela grandiosa do Vale do Silício, o Mobile First foi um dos itens que expôs o “calcanhar de Aquiles” da internet.

Não se desespere! Tudo tem solução

Todo o trabalho de SEO da loja virtual não será lançado ao limbo de uma hora para outra, não é preciso se preocupar com isso. A virada para o Mobile First é uma mudança gradativa e o Google não vai penalizar os milhões de sites que não se adequarem a nova regra de forma imediata.

Buscar um desenvolvedor para ajudar na adaptação do site ou mesmo entrar em contato com a plataforma de e-commerce, que certamente já possui uma versão de template compatível, são alternativas que podem ajudar. O importante é entrar em ação e não ficar para trás. Sair na frente com um site que se enquadre nesse novo formato pode garantir um melhor posicionamento para a loja virtual.

Thiago Mazeto, head de varejo da Tray, unidade de e-commerce da Locaweb

TIM estreita parceria com Cubo Itaú, aproxima-se ainda mais das startups e foca na experiência do cliente

A TIM segue com seu objetivo de ser a melhor operadora do Brasil, liderando a transformação digital do setor, abrindo uma nova etapa na parceria com o Cubo Itaú, maior hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina, com sede em São Paulo. Para isso, a operadora contará com a diretoria CTIO (Chief Technology Information Officer), que foi reformulada e incorpora o segmento de Transformação Digital da companhia, para intensificar o foco no cliente.

“O apoio ao Cubo tem sido muito valioso para o desenvolvimento do modelo de inovação aberta e vai ao encontro da estratégia da TIM de promover soluções e empreendimentos inovadores e digitais. Buscamos oferecer o que temos de melhor em serviços e soluções, essencial para o aperfeiçoamento do negócio das startups, e a experiência com o desenvolvimento de soluções em comunicações e tecnologia de ponta para atender os clientes TIM. Nossa presença no novo prédio define um patamar na relação da TIM com o Cubo”, conta Leonardo Capdeville, CTIO da TIM Brasil.

A mudança nos processos dará mais agilidade à empresa, assegurando a evolução da TIM no processo de transformação digital, além de torna-la mais analítica e digital, mantendo seu DNA de inovação nas ofertas e serviços. Dentro desse contexto, a TIM quer firmar também parcerias que ajudem no processo de imersão da inovação de dentro para fora da empresa. Uma delas é com o Cubo Itaú, hub de conexões entre startups maduras e o mercado, em São Paulo, que entra no seu terceiro ano. A operadora fornece toda a infraestrutura de rede ultra banda larga ao local e tem o papel de tutora em determinados projetos, contribuindo com conhecimento e troca de experiência no dia a dia dos empreendedores.

O acordo permite a TIM a se juntar a startups com potenciais de negócios que vão de encontro com a sua estratégia. Ou seja, a companhia quer estar inserida no ambiente colaborativo e inovador, acelerando parcerias e potencializando o espaço como um grande hub de negócios com o intuito, sempre, de oferecer a melhor experiência para seus clientes.

Desenvolvimento de novos negócios

A partir de agora, a TIM inicia um novo momento nessa relação com o Cubo Itaú, reforçando a sua presença no espaço de inovação e expandindo a sua atuação no ecossistema. Dessa forma, vai se aproximar ainda mais das startups mais maduras para trazer desafios de seus clientes, incrementando o potencial de geração de valor. A operadora atua como tutora e conta agora com uma equipe dedicada a apoiar parcerias e promover o desenvolvimento de novos negócios dentro do Cubo, além de um lounge exclusivo da TIM.

“A parceria ao longo desses três anos foi importante para o amadurecimento do programa de inovação e transformação digital da TIM. Em 2016, a operadora utilizava o espaço para entender a cultura da inovação aberta e empreendedorismo, além de contribuir com conhecimento e troca de experiência no dia a dia dos empreendedores. Em um primeiro momento, a TIM buscava encontrar soluções para os seus desafios internos, experiência que permitiu à operadora rever práticas e processos”, comenta Janilson Bezerra, diretor de Inovação & Biz Development da TIM Brasil.

Iniciada em 2016, a parceria com o CUBO Itaú faz parte do programa de Open Innovation da TIM, que tem como o objetivo estabelecer uma rede de intercâmbio entre empresas, startups e instituições de ensino para apoiar o desenvolvimento de novos negócios, produtos e serviços inovadores. O investimento da TIM em startups com propostas inovadoras é potencializado através de parcerias com hubs de desenvolvimento de empresas, o que aumenta o alcance do apoio da operadora para projetos em diversas partes do país.

Prêmio Relatório Bancário apresenta os vencedores desta 14ª edição de 2018

A 14ª edição do Prêmio Relatório Bancário, promovida pela Cantarino Brasileiro e considerada a mais importante premiação do setor, apresenta os cases vencedores de 2018.

Além das principais iniciativas e melhores práticas que contribuem para o aprimoramento do setor financeiro, também foram premiados o Banco do Ano e personalidades financeiras indicadas pelo mercado.

Conheça os vencedores do XIV Prêmio Relatório Bancário 2018:

Banco do Ano: Banco do Brasil

Reconhecimentos Especiais/Governança Corporativa: Banco do Brasil, Bradesco, Santander e Itaú

Personalidade financeira: Rogério Câmara (Bradesco)

Personalidade Financeira Banco Público: Jorge Kruger (Banrisul)

Personalidade em Tecnologia: Guilherme Horn (Accenture)

Reconhecimentos Especiais: Cubo (Coworking Itaú), Bradesco Next, Flávio Pripas (Redpoint Ventures), Projeto Bike (Itaú)

Aplicativos: Sicoob

Cartões: Banco do Brasil

Inovação em Agência: Bradesco

Meios de Pagamento: Banrisul

Autoatendimento: Santander e Caixa/Stefanini

User Experience: Itaú

CRM: Sicredi

Processos: Bradesco

Soluções para Nuvem: Conductor

Ciber Security: Agibank

Disrupção: Banco Original

Eficiência Operacional: Santander

Inovação em Crédito: Bradesco

Iniciativa Blockchain: TecBan

Soluções para Mobile Banking: Banco do Brasil

Inclusão Financeira: Agibank

Infraestrutura em TI: Santander

Inteligência Artificial: Banco do Brasil

Soluções em Big Data: BancoIn (Inclusão Social) e BB TS

Internet: Banco Itaú

“É uma honra premiar iniciativas disruptivas que focam no atendimento ao cliente e promovem a transformação digital e a inclusão financeira para aqueles que não têm acesso ao sistema, ao crédito e à educação”, destaca Marcos Cantarino, diretor da Cantarino Brasileiro.

Ao todo foram inscritos 165 cases únicos, com a participação de 54 instituições financeiras. A organização do Prêmio Relatório Bancário convida renomados especialistas e formadores de opinião ligados ao mercado financeiro que elegeram os vencedores em cada categoria.

A cerimônia de premiação aconteceu em São Paulo e contou com a presença de lideranças do setor, além de personalidades nacionais e internacionais.

Professor da FGV apresenta tendências de tecnologias para 2019

Para o professor e coordenador do MBA em Marketing Digital da FGV, André Miceli, a ética e a privacidade digitais serão uma das preocupações dos indivíduos, organizações e governos em 2019. De acordo com ele, as pessoas estarão cada vez mais preocupadas sobre como suas informações pessoais serão usadas por organizações nos setores público e privado.

“A demanda por clareza aumentará para empresas que não estejam abordando proativamente essas questões. Espero que haja um foco crescente em conformidade, mitigação de riscos e valores nos próximos anos, mas 2019 será importante, pois marca o último ano completo antes do limite para adequação da Lei Geral de Proteção de Dados brasileira”, diz André Miceli.

O professor da FGV lembra que as empresas terão até 2020 para implementar as mudanças obrigatórias aprovadas este ano por aqui. “Por isso, haverá investimento, demanda e diversos serviços necessários. Parte da questão da privacidade é ética, mas agora, parte é lei. Os dois casos doem no bolso e isso costuma gerar movimentações importantes”, ressalta o especialista.

André Miceli diz ainda que os brasileiros deverão se acostumar com o termo Autonomous Things e suas variações. Ele explica que as coisas autônomas, abreviadamente AuT, ou a Internet de Coisas Autônomas, abreviada como IoAT, representam a chegada dos computadores no ambiente físico, através de entidades que funcionam sem a necessidade da direção humana, movendo-se livremente e interagindo com pessoas e outros objetos.

“Nos últimos anos, vimos uma evolução bastante consistente das tecnologias de inteligência artificial. Chegou a hora de começarmos a presenciar uma aplicação prática delas. Robôs, veículos, drones e eletrodomésticos serão a porta de entrada. No Brasil, os tratores na agricultura e robôs nas fábricas marcarão o começo. No mundo, já será possível ver perspectivas bem claras para os demais equipamentos”, prevê o professor da FGV.

Miceli afirma também que o Blockchain deve começar a remodelar algumas indústrias, permitindo a acordos descentralizados, proporcionando transparência e reduzindo o atrito entre os ecossistemas de negócios.

Tecnologias imersivas – O professor da FGV pondera ainda que o próximo ano será um marco da popularização dessa experiência. No entanto, Miceli acredita que apenas nos próximos anos veremos uma adoção colossal de plataformas de conversação. “Os equipamentos de realidade aumentada, mista e virtual têm potencial para aumentar a produtividade em diversos setores, aumentar a percepção de indivíduos com algum tipo de limitação física, mudar as maneiras de perceber formas, acompanhar pessoas, falar, viajar, consumir conteúdo e, em linhas gerais, viver”, sugere o professor da FGV.

Embratel vence licitação do Governo Federal para serviços de Computação em Nuvem

A Embratel anuncia que venceu, por meio da Embratel Primesys, licitação do Governo Federal para fornecer soluções de Computação em Nuvem para 12 órgãos. Entre eles estão o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão; o Ministério da Fazenda; o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU); o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade); a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí; o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan); a Escola de Administração Fazendária (ESAF); o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICM-Bio); a Escola Nacional de Administração Pública (Enap); a Polícia Rodoviária Federal e a Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF).

O contrato determina a provisão de serviços de Computação em Nuvem sob demanda, como o fornecimento de Nuvem Pública, pelo período de 30 meses, com possibilidade de ampliação para 60 meses. O valor da licitação atingiu R$ 29,9 milhões após disputa acirrada entre 12 licitantes, que reduziu o valor de referência do edital de R$71,4 milhões. O acordo prevê o desenvolvimento, manutenção e gestão de topologias de aplicações de Nuvem e a disponibilização continuada de recursos de Infraestrutura como Serviço (IaaS) e Plataforma como Serviço (PaaS) em Nuvem Pública.

“A Embratel possui ampla infraestrutura, capaz de atender todas as demandas tecnológicas do Governo Federal. Estamos certos de que prestaremos serviços e forneceremos tecnologias de ponta para esses que estão entre os mais importantes órgãos governamentais”, afirma Maria Teresa Azevedo Lima, Diretora Executiva para Governo da Embratel, ressaltando a tradição da empresa no fornecimento de tecnologias e infraestrutura para armazenar os dados sensíveis e sigilosos do Poder Público.

O projeto amplia a atuação da Embratel como integradora de soluções digitais ao operar como broker de Nuvem Pública, realizando a intermediação entre o parceiro das tecnologias utilizadas e o Governo. Todas as Provas de Conceito (POCs) foram efetuadas com sucesso, reafirmando a aptidão da Embratel para atender às necessidades do projeto.

“Antes desse contrato, o Governo Federal necessitava usar Data Centers próprios para qualquer processamento ou armazenamento de dados. Com a Nuvem administrada pela Embratel, ele terá mais agilidade, praticidade e maior capacidade, o que, sem dúvida, irá refletir na qualidade do serviço prestado ao povo brasileiro”, explica Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel, lembrando que também estão previstos treinamentos de equipes sobre as tecnologias utilizadas na iniciativa.

O fornecimento das soluções digitais e os treinamentos estão alinhados com a estratégia do Governo Federal de digitalizar processos e dados para facilitar a comunicação entre as diversas pastas e agências. Além de mais agilidade e segurança no acesso às informações, o Governo também terá redução nos investimentos com bens de capital e despesas operacionais com Centros de Processamento de Dados (CPD). As mudanças irão resultar na redução de custos de aquisição e manutenção de tecnologias e ampliar a flexibilidade, agilidade e escalabilidade do ambiente, aumentando também a padronização tecnológica na Administração Pública.

Por meio da Embratel, o Governo Federal poderá contratar sob demanda mais de 7 milhões de serviços de Computação em Nuvem (USN), entre eles máquinas virtuais, serviço de armazenamento de blocos em diversos modelos, tráfego de rede CDN, VPN Gateway, serviços de Business Intelligence, Firewall e IP Público, por exemplo. Outros 45,5 mil serviços técnicos especializados (UST) também poderão ser contratados de acordo com a necessidade, como arquitetura de solução, configuração de VPN site-to-site, configuração de VPN client-to-site, configuração de filtro Firewall, configuração de rede virtual, configuração de CDN, configuração de criptografia de dados e discos, e migração de ambientes.

“A conquista de um contrato tão importante e de tamanha responsabilidade como este comprova que a Embratel está preparada para atender ao Poder Público com tecnologias inovadoras e infraestrutura segura e rapidamente escalável”, diz Maria Teresa.

Gustavo Noman assume comando do Comitê de Meios de Pagamento da camara-e.net

O diretor de relações governamentais da Visa, Gustavo Noman, é o novo coordenador do Comitê de Meios de Pagamento da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). Ele assume no lugar de Lucio Vargas, diretor de alianças estratégicas da Worldpay. Noman, que é um dos membros mais antigos do comitê, terá mandato inicial de um ano. Gerson Rolim, CIO da Vecto Mobile, segue como consultor do comitê.

O Comitê de Meios de Pagamentos é um dos mais ativos da camara-e.net e tem, entre seus associados, empresas que representam todo o ecossistema de pagamentos da internet.

Quatro em cada dez brasileiros pretendem abrir um negócio até 2020, aponta pesquisa da Ipsos

O Brasil é um dos países com mais pessoas dispostas a empreender entre países pesquisados. Quatro em cada dez da amostra brasileira (43%) declaram pretender abrir o próprio negócio nos próximos dois anos (até 2020), enquanto no mundo o índice é de 25%, aponta a pesquisa Entrepreneuralism Global Advisor da Ipsos, realizada em 24 países, incluindo o Brasil, com 18 mil entrevistados, entre os dias 20 e 28 de setembro. A margem de erro para o Brasil é de 3,1 pontos percentuais.

A Arábia Saudita é o país em que os respondentes têm mais aspirações de abrir o próprio negócio até 2020: 63% disseram que tem esse desejo. Em seguida estão: México (62%), Índia (50%), África do Sul (50%) e China (48%). O Brasil aparece logo em seguida, com 43%. Por outro lado, somente 6% dos japoneses gostariam de abrir o próprio negócio.
“Este contraste indica que o contexto dos países em desenvolvimento é favorável às aspirações empreendedoras. Isto aponta para fatores que estimulam ou inibem o empreendedorismo como menores oportunidades de emprego e perspectiva de sucesso nos negócios nos mercados em desenvolvimento, por um lado, e concorrência dos negócios já estabelecidos, mais acirrada e técnica em mercados desenvolvidos como fatores possivelmente importantes influenciando o desejo de empreender”, afirma Rupak Patitunda, gerente de opinião pública da Ipsos.

Quase metade dos brasileiros entrevistados (48%) acredita que o governo tem responsabilidade para apoiar os empreendedores. O índice do Brasil é igual à média global. O México e a Argentina possuem o maior percentual, com 67%, e a Suécia possui o menor, com 27%.

Por outro lado, somente dois em cada dez brasileiros do estudo (17%) acreditam que o governo faz um bom trabalho em apoiar o empreendedorismo no país. A média do Brasil está bem próxima da global, de 22%. O Japão tem o menor índice nesta questão, com 6%. A Índia e a Polônia são os países em que a população mais acredita no bom trabalho do governo, com 46% e 45%, respectivamente.

Os países com as maiores diferenças entre a expectativa da responsabilidade do governo em fomentar o empreendedorismo e a realidade percebida da boa atuação do governo são Argentina (48% de diferença), Hungria (47%), Rússia (46%) e África do Sul (43%). O Brasil aparece com 31% e a diferença global é de 26%.

“Nestes países, o governo é visto como ausente na sua responsabilidade, que é mais uma variável influente no ambiente empreendedor. O desejo de empreender é diferente da possibilidade de empreender em si que é muitas vezes determinado pelo ambiente que o país apresenta”, diz Patitunda.

Índice de Espírito Empreendedor

O estudo também criou um índice de Espírito Empreendedor baseado em como 18 itens atitudinais que descrevem bem ou não o entrevistado, como “criativo”, “disciplinado”, “flexível”, “ambicioso” entre outros. Globalmente, três em cada dez entrevistados (29%) tiveram pontuação muito alta para essas características. No Brasil, o índice é de 26%. O México é o país em que mais pessoas responderam ter essas competências: 58%.

“Existe uma relação entre características vistas como pessoais e o desejo de se abrir um negócio próprio. Contudo, o ambiente social, as condições econômicas e a estrutura pública de fomento ao empreendedorismo têm um grande peso para a construção desta autoimagem”, completa Patitunda.

Experiência empreendedora

A experiência empreendedora, ou seja, o percentual de pessoas que já abriram seu próprio negócio ou iniciativa, está relacionada ao grau de instrução e à faixa de renda, quando considerado o conjunto dos países. Além disso, também tem relação com o sexo masculino, já que 33% dos homens reportagem já terem aberto um negócio versus 23% das mulheres na amostra global.

Entre os entrevistados de todos os países, 28% já abriram seu próprio negócio. A Arábia Saudita (58%), o México (49%) e a Argentina (48%) são os países que mais tiveram experiência empreendedora.

No Brasil, três em cada dez entrevistados (30%) já tiveram o próprio negócio. Os países que relataram menos experiências empreendedoras foram: França (12%) e Japão (7%).

B2B Tech Summit reúne grandes nomes do mercado de tecnologia

A cientista política argentina e referência em tecnologia para democracia, Pía Mancini, abriu o B2B Tech Summit com a seguinte provocação: “Somos cidadãos do século 21, vivendo sob modelos de instituições do século 19, criadas com a tecnologia da informação do século 15”.

O evento, realizado em São Paulo, foi promovido pela Softex e Oria Capital e trouxe à tona questões atuais sobre como a tecnologia vem desafiando as instituições, empresas e a sociedade, especialmente na América Latina.

O B2B Tech Summit reuniu alguns dos maiores especialistas do País no mercado de tecnologia, com discussões que abordaram temas críticos para o setor:

Transformação Digital – “Quando você cria ilhas de excelência, você gera exemplos de sucesso. E, com exemplos de sucesso, é mais fácil você ter seguidores. É uma forma de fazer com que as pessoas entendam que vale a pena e, portanto, cruzem a ponte para adotar uma nova forma de trabalhar”, defendeu José Luiz Rossi, CEO da Serasa. O diretor de Inovação da Embraco, Alexandre Veiga, bateu na tecla de que a contratação de jovens empreendedores digitais ainda é o maior desafio das grandes empresas que querem inovar. O CEO Brasil da Cisco, Laércio Albuquerque, citou a necessidade da educação digital para preparação de toda a sociedade: “A tecnologia é apenas o meio. E o ser humano não pode ser perdido de vista”.

Indústria 4.0 e Internet Industrial – “A internet industrial já está funcionando e é acessível, não há um grande impedimento para começar a testar e automatizar parte do trabalho manual”, afirmou José Rizzo, fundador da Pollux e presidente da Associação Brasileira de Internet Industrial, a respeito da digitalização de fábricas e máquinas conectadas. Ruben Delgado, presidente da Softex acrescentou: “As políticas públicas devem apoiar o salto; com alternativas que contribuam para redução do risco de adoção de novas tecnologia por parte das empresas”. Jorge Steffens, da Oria Capital, afirmou que a adoção da manufatura 4.0 já é uma realidade nos parques industriais nacionais e lembrou o avanço gerado na qualidade de vida dos trabalhadores, principalmente, “com menor exposição atividades de periculosidade e insalubridade”.

Prioridades do CIO brasileiro – Um estudo inédito encomendado pela Softex foi apresentado, demonstrando que apenas uma em cada quatro empresas está nos níveis superiores de maturidade para a Transformação Digital; a maioria ainda não acordou para esta realidade. Na avaliação de Guilherme Amorim, da Softex, todo mundo comenta sobre tema, mas poucos praticam.

Investindo em tecnologia – Piero Rosatelli, da Oria Capital, defendeu que estratégia é essencial para investir em empresas de tecnologia de alto crescimento: “Um dos desafios é criar modelos comerciais agressivos, complementares, criação de canais, políticas de distribuição de software. O capital inteligente e especializado em software faz toda a diferença”.

Internacionalização – “O Brasil é um mercado grande e, muitas vezes, o empreendedor brasileiro se contenta com ele; e não se prepara para o mercado global”, comentou Kleber Stroeh da Icaro Tech, endossado por Roberto Dariva da Navita. Eduardo Bouças, da Cipher, observou, ainda, que certificações e prêmios internacionais fazem a diferença para a decisão do cliente global; e considera o investimento essencial para quem deseja internacionalizar.

É sempre sobre pessoas – A relação academia x negócios foi destacada por João Bernartt, fundador da Chaordic (empresa originada de sua tese de mestrado). “Encontrar essa ponte entre a pesquisa e o setor produtivo é fundamental para a competitividade das empresas e do nosso país”, afirmou. Juliana Glasser, da Carambola.vc, trouxe a perspectiva de inclusão e diversidade, e citou a falta de representatividade de vários aspectos, como etnia, gênero, formação e classe econômica. “As pessoas podem ter um histórico de não ter conseguido se desenvolver até agora, mas não significa que elas não o possam se tiverem uma oportunidade.” Paulo Caputo, da Oria Capital, defendeu que empresas de tecnologia não podem fugir da sua responsabilidade em formar os profissionais que demanda hoje.

Tecnologia em fusões, aquisições e IPOs – “A Transformação Digital está impulsionando as cadeias de M&A de IPO, vertentes fundamentais no plano de expansão das empresas”, concordaram Carlos Testolini e Barbara Raymundo, da Oria Capital. Marcelo Ramires, da Michellin, lembrou que a visão de negócios e técnica são complementares na hora da avaliação de empresas de tecnologia. “Olhar a parte de dados é muito importante, seja para identificar a inteligência que pode ser adquirida instantaneamente, seja como um cuidado de compliance”. Osmar Castellani, do Goldman Sachs, arrematou que é raro que companhias de tecnologia cheguem ao estágio de abertura de capital sem o investimento de fundos especializados e indicou que os investidores estrangeiros continuam com apetite para empresas brasileiras de base tecnológica.

Sampling interativo inova na abordagem ao consumidor no PDV

A tradicional distribuição gratuita de amostras e brindes de produtos a consumidores está passando por uma verdadeira revolução com o lançamento da Amostrix, ferramenta inédita de marketing promocional que traz ao mercado brasileiro a possibilidade de trabalhar com sampling interativo. A empresa realizou projeto piloto com o Sam’s Club. Nesse momento, em caráter experimental, entre julho e agosto, o equipamento esteve disponível em algumas filiais, mas, em pouco tempo, estará nas 27 lojas da rede.

A ideia básica é a distribuição autônoma de amostras e brindes nos pontos de venda (PDVs). O cliente, por meio de um cartão da loja ou do número de seu CPF, se identifica no equipamento instalado e recebe o produto na hora. Além de servir como um ponto de contato entre consumidor e marca/produto, a máquina possibilita ao fornecedor difundir vídeos e imagens por meio de seus três monitores.

De acordo com Fernando Ribeiro, fundador e CEO da Amostrix, a tecnologia e o equipamento são inéditos no Brasil. Trata-se de uma inovação que transforma a experiência dos consumidores a partir de diversas possibilidades de aplicação. “Os resultados das ações refletem diretamente em aumento do awareness, bem como das vendas. Entendemos que esses atributos constituem um diferencial bastante claro para o marketing no varejo. Por conta disso, temos excelentes expectativas com relação à Amostrix, pois público brasileiro é receptivo a novidades. Essa percepção é oriunda dos anos de trabalho que tive no segmento de varejo e na boa aceitação que a proposta vem tendo”, ressalta.

Segundo ele, nesse período de experimentação, foram entregues mais de 30 mil amostras com campanhas da Amostrix. Os resultados foram altamente positivos, com aumento de vendas entre 48% e 139% para as marcas envolvidas. Nesse período, exclusivamente no Sam’s Club, foram atendidos clientes como Kimberly Clark, Nestlé Purina, EverGreen e Petitos. A maior campanha foi para a marca Huggies, da Kimberly Clark. Durante uma semana em outubro (ainda em caráter experimental), em sete lojas do clube de compras, foram distribuídas 10 mil amostras de lenço umedecido.

A Amostrix trabalha com dois canais de distribuição: Alimentar, englobando supermercados – nesse caso, ainda exclusivamente no Sam’s Club, com campanhas em andamento; e Especializado, que deve ser iniciado em breve, abrangendooutros segmentos dovarejo como, por exemplo, pets, perfumes/beleza, vestuário, materiais de construção, entre outros. De acordo com Fernando Ribeiro, a expectativa da empresa para 2019 é atingir mais de 1 milhão de amostras no parceiro atual e em novos canais especializados que serão abertos.

O ciclo de funcionamento do equipamento interativo de sampling é semanal, ativo em todas as 52 semanas do ano. Além disso, a operação envolve uma logística dinâmica. A indústria entrega à Amostrix os produtos que serão distribuídos gratuitamente. Então, a empresa fica responsável pela distribuição das amostras e abastecimento interno das máquinas de sampling nos PDVs onde a ação será realizada. A tecnologia permite variações de um item na mesma ação, por exemplo, com sabores e essências diferentes.

Por ser móvel, o aparelho pode ser instalado nos corners de diversos setores dentro das lojas, de acordo com a promoção. Além disso, mais de um equipamento pode ser instalado na mesma loja. Apesar de a finalidade principal ser a distribuição de amostras e brindes, o equipamento também possibilita ações que envolvem a impressão de cupons de desconto, e está em desenvolvimento uma funcionalidade ligada ao sistema de “Compre e Ganhe”. Os clientes ainda terão à disposição relatórios analíticos sobre conversão de compra e/ou aumento de vendas.

Mercado Eletrônico aposta em iniciativas para otimizar experiência dos usuários

Colocar o cliente no centro da estratégia dos negócios já se tornou fundamental para as empresas que querem ganhar destaque no mercado. O Mercado Eletrônico acompanha essa tendência e segue investindo em iniciativas que apostam na otimização do Customer Experience (CX) e Customer Success (CS). A empresa, que anunciou em julho deste ano a adoção de chatbots para o atendimento, anuncia agora o desenvolvimento de um projeto totalmente focado em customer success para atender sua base de clientes – que conta com mais de 1 milhão de fornecedores e 8 mil compradores.

De acordo com Diogo Morgado, gerente da área de pós-vendas e customer success do Mercado Eletrônico, o projeto é liderado pelo time de Pós-Vendas e tem como foco principal dois pilares: o primeiro, focado na estratégica de customer success como playbooks, jornada do cliente, programas, metodologia, dados e ações; e o segundo, voltado para a cultura interna de sucesso do cliente, onde todos times da empresa participam e buscam maior engajamento nessas práticas.

Complementar ao projeto e baseado em suas novas práticas e métodos voltados a Customer Success, o Mercado Eletrônico desenvolveu um software que mapeia e gerencia a saúde do cliente, fazendo com que essa matéria não seja mais subjetiva, baseada em percepções. Denominado de PulseME, a ferramenta possuí um KPI único, denominado Health Score, que utiliza de um grande volume de dados para mapear a satisfação, engajamento e operações de toda a base de cliente, permitindo assim que os times operacionais tenham as ações mais direcionadas.

Para o executivo, as tecnologias surgem como facilitadoras e podem se transformar em resultados refletidos de forma contínua em todos os processos: “Com o surgimento de tecnologias como SaaS e Cloud, os clientes têm muito mais acesso e poder de decisão. Além do resultado esperado, eles também querem receber valor agregado, por isso é fundamental cada vez mais transformar todas as entregas em geração de valor. Ao interpretar os dados de forma mais assertiva, cria-se um ciclo contínuo de melhorias internas e externas, direcionando os times a atuarem de forma mais precisa e correspondendo cada vez mais com as expectativas dos clientes” explica.

Resultados em números

As ações focadas no sucesso do cliente já apresentam resultados positivos para o Mercado Eletrônico e toda sua base. Após três meses de implementação dos bots, a empresa registrou melhora em todos os indicadores. O tempo médio de espera e o número de contatos, por exemplo, registraram uma queda de 27% e 53% respectivamente. Segundo Alexandre Moreno, diretor de serviços do Mercado Eletrônico, os números refletem a satisfação dos clientes com os serviços:

“Mesmo com o crescimento e a globalização da empresa, que poderiam impactar nossos serviços, as iniciativas focadas no cliente funcionaram como uma alavanca e nosso índice de satisfação medido em pesquisa atingiu a nota de 9.4” finaliza.

Transformação Digital e as Organizações de Aprendizagem Adaptativas

Por Ricardo Abdalla, Head de Transformação Digital da Braspag

A Transformação Digital é um assunto estratégico para as organizações. Elaborar e implementar uma estratégia digital adequada para o negócio não é tarefa fácil, e vai muito além da incorporação de novos recursos tecnológicos aos fluxos de trabalho. Enquanto as organizações bem-sucedidas terão seu caminho pavimentado para o sucesso, aquelas que falharem estarão mais expostas aos riscos da ruptura digital, trazidas por um ambiente com o ritmo das transformações tecnológicas em aceleração contínua.

As organizações se deparam com a ruptura digital

A tecnologia tem sido o principal fator de transformação na maneira como as empresas produzem, interagem com seu ecossistema de parceiros, e comunicam-se com seus clientes. A rapidez com que a tecnologia da informação (PC, Internet, Mobile, Plataformas Digitais) é incorporada ao ambiente de negócios, digitalizando processos e indústrias e desmaterializando produtos e serviços, encanta e assusta. A história da tecnologia nos mostra que as mudanças tecnológicas ocorrem segundo uma curva exponencial, contrária à visão intuitiva linear do senso comum. Para uma parte significativa das organizações estabelecidas, acompanhar o ritmo das mudanças é difícil, custoso e gera enorme sobrecarga. Mas não há outra saída.

Em um mercado aberto e global, a todo momento novos entrantes exploram tecnologias emergentes e criam produtos inovadores. Com custos menores, melhores experiências de usuário e a agilidade de quem ainda não possui processos e sistemas legados, ganham mercado à medida em que as empresas incumbentes recuam para proteger suas margens, caindo na armadilha de oferecer ainda mais território aos seus novos competidores.

Embora varie de acordo com cada indústria, a ruptura digital é um fenômeno que previne as organizações de continuarem atuando da maneira em que estão habituadas, o que acontece, na perspectiva da organização que sofre a ruptura, de modo geralmente inesperado e com viés negativo. Mas há outra perspectiva possível, em que a ruptura pode ser vista como uma reciclagem que aposenta velhas formas de trabalho enquanto abre caminho para o novo.

A organização como uma máquina

Um paradigma é, basicamente, uma visão de mundo. Paradigmas persistem até que não sejam mais capazes de explicar novos fatos e evidências da realidade, quando então, são desafiados por uma nova visão capaz de incluir, em sua explicação do mundo, a nova informação. O século XX viu surgir e prosperar o taylorismo (desenvolvido pelo engenheiro Frederick Taylor, o pai da administração científica), no qual o modelo ideal de organização é análogo ao funcionamento de uma máquina, com departamentos especializados atuando como peças de uma engrenagem mecânica e estrutura hierarquizada, baseada em comando e controle. Por décadas, organizações que adotaram este modelo otimizaram custos, obtiveram aumento de eficiência operacional e dominaram seus mercados. O sucesso do taylorismo foi inquestionável.

Entretanto, as tecnologias emergentes e os consequentes processos de ruptura trouxeram instabilidade e risco para as empresas que enxergam o mundo pela ótica taylorista. Novas tendências desafiam o antigo paradigma, que se altera em face das mudanças trazidas pela era digital. Algumas destas tendências são ambientes de negócio em rápida evolução, com impacto direto nos padrões de demandas dos stakeholders (clientes, parceiros, órgãos reguladores), constante introdução de tecnologias disruptivas (IA, IOT, Blockchain), e o acelerado processo de digitalização e democratização da informação, com grande aumento no volume, distribuição e variedade dos dados.

A organização como um organismo vivo

O paradigma emergente precisa comportar a complexidade do cenário atual e estabelecer um novo balanço entre estabilidade e dinamismo. Os elementos de estabilidade são necessários para fornecer a direção apropriada ao negócio e prover suporte eficiente para a escalabilidade. Já os elementos dinâmicos são capazes de se ajustar continuamente às variações do ambiente em constante transformação. A estrutura estável se desenvolve mais lentamente e suporta as capacidades dinâmicas da organização, que se adaptam rapidamente aos novos desafios e oportunidades.

Quando organizada sobre estas premissas, a organização mantém uma estrutura executiva de alto nível estável, mas substitui grande parte da hierarquia tradicional por uma rede flexível e escalonável de pequenos times orientados por propósito. Redes são uma forma bastante natural e eficiente de organizá-los, pois balanceiam autonomia e liberdade com os esforços de coordenação coletivos. Como células em um organismo, os times precisam assumir de ponta a ponta a responsabilidade pela execução do seu trabalho e, para isso, necessitam ter capacitação e autonomia para a ação local rápida e eficaz. A rede dinâmica então é capaz de aumentar substancialmente a velocidade e a flexibilidade das entregas, além de alimentarem o sentimento de propriedade dos colaboradores. Os elementos estáveis e dinâmicos reforçam uns aos outros, exercendo influência positiva também sobre a resiliência e o engajamento da organização.

A Lei de Conway

Em 1968, uma empresa com 8 colaboradores foi contratada para produzir compiladores para as linguagens COBOL e ALGOL. Após as estimativas iniciais de dificuldade e tempo, 5 deles foram alocados no projeto COBOL, enquanto os outros 3 foram alocados no ALGOL. Quando o projeto foi concluído, verificou-se que o compilador COBOL funcionava em 5 fases, e o ALGOL em 3. Melvin Conway, programador envolvido no projeto, fez a seguinte observação, que ficou conhecida como a Lei de Conway:

“Organizações que desenvolvem sistemas inevitavelmente produzem projetos que são cópias de suas estruturas de comunicação.”

Posteriormente, a observação de Conway acabou validada por pesquisadores do MIT, mas, o que ela realmente ensina é que a forma como uma organização é projetada dita como o trabalho é executado, o que influencia significativamente os resultados alcançados. Portanto, ao compreendermos esta ligação entre a estrutura organizacional e o resultado do trabalho produzido, podemos utilizá-la em nosso favor.

Gigantes como a Amazon, Netflix e o Spotify estão organizados em times que funcionam como pequenas startups dentro da companhia: independentes, multidisciplinares e guiados por uma missão de longo prazo. Cada time é responsável por um serviço da plataforma – uma parte da experiência do usuário. Estes serviços são projetados para serem desacoplados uns dos outros, de modo que possam evoluir de maneira independente, e sem excessivo esforço de coordenação. Como não há dependência de outras áreas, o tempo economizado permite aos times focar no que de fato gera valor para o negócio: atender as demandas dos clientes em interações rápidas, guiadas por experimentação e aprendizagem contínua.

Times orientados para o mercado

Vimos que o paradigma de máquinas estabelece a especialização funcional como base do seu modelo organizacional, agrupando profissionais por expertise com o propósito de otimizar custos, mas gerando em contrapartida considerável hierarquia, suportada pelos sistemas e processos que compõem o aparato burocrático. Como as organizações hierárquicas separam planejamento de implantação, a realização efetiva do trabalho tende a depender do consentimento das instâncias superiores da hierarquia, o que eleva o tempo de resposta da organização aos desafios do mercado.

Também vimos que o paradigma do organismo vivo propõe uma rede de times independentes, multidisciplinares e responsáveis pelo ciclo de vida completo de um produto (ou de parte dele). Estas características permitem à organização responder mais rapidamente as necessidades dos clientes e, por isso, os times são otimizados para velocidade e orientados para o mercado.

Quando comparados aos modelos de máquina, os times de mercado possuem maior autonomia, responsabilidade, são mais facilmente criados e dissolvidos, e a avaliação de seus resultados são mais diretas. No entanto, em seu estado “puro”, possuem a desvantagem de diluir profissionais com determinada expertise funcional entre os diversos times da rede, causando perdas na economia de escala.

Para mitigar esse efeito, é possível estimular a formação de comunidades de conhecimento e prática que agrupem os profissionais com a mesma função dentro da organização. Estas comunidades têm a responsabilidade de atrair e desenvolver talentos, compartilhar conhecimento e experiência, além de proporcionar um sentimento de continuidade à medida que os profissionais alternem entre os diferentes times. Um exemplo são as guildas no Spotify. Na Europa medieval, as guildas agrupavam indivíduos com interesses comuns e proporcionavam assistência e proteção aos seus membros. No Spotify, há guildas para desenvolvedores, testadores, POs etc. Funcionam, portanto, como uma “cola” que mantém a organização unida e oferece alguma economia de escala, sem muito sacrifício para a autonomia dos times.

Transformação Digital é um esforço de longo prazo

Muito mais do que “transformar a experiência do cliente” ou incorporar as novas tecnologias digitais, transformar digitalmente uma organização envolve um esforço contínuo e de longo prazo para mudar não apenas a forma como a mesma faz negócios e interage com um ambiente complexo de rupturas e inovações, mas também a maneira como a empresa se organiza e opera em torno de valores-chave da cultura digital, como foco no cliente, colaboração e tolerância ao risco.

Em muitas organizações, o processo envolverá mudanças profundas, com impacto na proposta de valor, estrutura, estratégia, processos e modelos de negócio da organização, sem os quais qualquer iniciativa digital executada será provavelmente uma correção de curto prazo. Não importa quão bom seja o planejamento do projeto de transformação, ainda haverá surpresas e imprevistos, e as correções de curso serão inevitáveis. São nestas condições, inclusive, que os sistemas adaptativos sobrevivem e prosperam.