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7 segredos para o sucesso da transformação digital em PMEs

Por Paul Whitelam

A transformação digital é uma iniciativa crucial para muitas PMEs (pequenas e médias empresas) em suas estratégias de negócios. Com as tecnologias emergindo em um ritmo acelerado e os modelos de negócios evoluindo continuamente, novas fontes de receita e oportunidades para empresas anteriormente tecnofóbicas estão se tornando uma realidade.

Segundo um estudo da Oxford Economics, 89% das pequenas e médias empresas consideram que a transformação digital é vital para a sua sobrevivência e 54% acreditam que as mudanças tecnológicas já são uma prioridade em suas agendas.

No Brasil, as organizações brasileiras estão atentas à importância deste movimento. De acordo com uma pesquisa encomendada pela SAP, 56% das empresas pretendem aumentar a sua receita em até 10% como resultado direto da transformação digital. O relatório revelou ainda que as ferramentas que estão sendo mais consideradas no mercado brasileiro são Big data e analytics (63%), plataformas de segurança (59%), mobile (51%), cloud computing (50%), e loT (45%).

Para as PMEs, a transformação digital é vista principalmente como uma transformação na maneira de se fazer negócios, pois não se trata apenas de tecnologia, mas também de pessoas, o que inclui funcionários, clientes e partes interessadas.

Infelizmente, acredita-se que até 70% das iniciativas de transformação digital provavelmente falharão, de acordo com estudo do IDC, em função de erros decorrentes, por exemplo, da falta de uma definição clara da estratégia digital, colaboração insuficiente entre as partes interessadas e recursos limitados de pessoal qualificado.

70% de insucesso é uma taxa espantosamente alta, por isso, para evitar que a transformação digital do seu negócio torne-se mais uma estatística, é importante entender que não se trata apenas de tecnologia – embora essa peça seja uma grande parte. Também é essencial engajar todos os envolvidos e planejar o ritmo das mudanças, incluindo a consideração sobre eventuais interrupções e ajustes futuros.

Existem diversas maneiras de implementar estrategicamente um processo de gerenciamento de mudanças e, também, há muitas formas disto dar errado, portanto, aqui estão alguns passos simples para o sucesso da transformação digital em um negócio:

1. Estabeleça expectativas iniciais claras – Liderar uma grande transformação tecnológica significa cultivar entusiasmo e otimismo entre sua equipe, por isso, esperar que dê tudo certo não é suficiente. Estabeleça metas claras e expectativas realistas. Converse sobre os piores cenários, obstáculos prováveis e improváveis e riscos potenciais, a fim de desenvolver um plano que possa contemplar qualquer interrupção e ajudar a prevenir um desastre.

2. Conecte pessoas e confirme planos por meio de buy-in antecipado – O andamento será diferente para cada nível da organização, por isso estabeleça marcos significativos e tenha um escopo claro de trabalho para ajudar a gerenciar as expectativas de como serão as mudanças em sua empresa. Facilitar o gerenciamento de mudanças requer o desenvolvimento de uma narrativa clara de “por quês”, capaz de explicar os papéis e responsabilidades de todos os envolvidos, ao mesmo tempo em que se pré-define a propriedade nos vários estágios ao longo do caminho, para garantir que tudo corra bem. Ao comunicar-se proativamente em todas as etapas do processo, você permitirá que a equipe acostume-se à ideia e se sinta à vontade para fornecer informações, tornando o processo de transformação digital inclusivo e aberto.

3. Execute um piloto – Crie um programa piloto no estágio preliminar para resolver qualquer possível problema inicial. Quaisquer dificuldades encontradas serão melhor gerenciadas no início do que quando encontradas em um estágio posterior. Ao garantir que todos os membros de sua equipe saibam o que está acontecendo e trabalhem lado a lado durante o piloto, você pode gerar um plano mais eficiente e abrangente, que fornecerá uma oferta melhor e maiores chances de sucesso.

4. Permaneça ágil – Planeje uma entrega modular e em etapas que acomode o trabalho não planejado. Habilite a flexibilidade em sua agenda para permitir alterações nas prioridades, se necessário, sem precisar reiniciar o processo.

5. Treine para resolver qualquer imprevisto – Treine, desde o início, sua equipe para que esteja ambientada às tecnologias implementadas na transformação digital de sua empresa e planeje mais treinamentos à medida que novas inovações sejam introduzidas. Quando possível, o treinamento em novos sistemas deve começar bem antes de entrar em operação, isso é essencial para garantir que os funcionários sintam-se confortáveis com a tecnologia, tornando a mudança final definitiva o mais simples possível. Realize treinamentos periódicos após o lançamento para garantir que todos estejam utilizando o sistema da maneira pretendida, à medida que novos processos ou políticas sejam adicionados e à medida que novos funcionários ou contratados ingressem na organização. A implementação inicial e os programas de treinamento podem precisar ser revisados e atualizados para incluir melhorias, identificadas por meio de uso em larga escala ou padrões de uso não capturados nos planos originais.

6. Forneça ferramentas de apoio contínuas – Mesmo com todo o tempo e recursos investidos em treinamento, os funcionários provavelmente voltarão aos velhos hábitos e precisarão de apoio contínuo para mudar a maneira como operam. Certifique-se de que todo grupo de usuários tenha suporte regular para manter a nova metodologia de trabalho.

7. Olhe além da linha de chegada – A gestão da mudança é um esforço de longo prazo, que necessita de um acompanhamento regular das principais partes interessadas após a conclusão do projeto, demonstrando assim o compromisso contínuo com a mudança da transformação digital, e a importância de suas opiniões.

A transformação digital em qualquer empresa pode se tornar mais complicada quando há o envolvimento de muitas pessoas – especialmente quando a mudança é de toda a organização. Priorizar e planejar o gerenciamento de mudanças logo no início dará a você as ferramentas para resolver os problemas à medida que forem surgindo, antecipando-os e neutralizando-os antes do prazo.

Paul Whitelam, Vice-presidente sênior de marketing global da ClickSoftware, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

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Perca o medo de mudar

Por Eduardo Shinyashiki

Incerteza, insegurança, processos de readaptação, risco, complexidade e o sentimento de que “isso não vai dar certo”, são algumas das tantas sensações que percorrem a mente quando se fala em mudanças.

Quantas pessoas brilhantes, inteligentes, com habilidades incríveis não alcançam seus sonhos, suas metas e objetivos simplesmente por medo de mudar, inovar, ousar ou fazer algo diferente? Quantos profissionais fantásticos nem tentam ir além por medo de errar, de não serem aceitos ou por simplesmente terem receio de não dar certo?

O sentimento é de que há um grande abismo entre onde se está e o lugar que se quer chegar. Parece que sempre há mais problemas do que soluções e que surgirão mais obstáculos do que oportunidades.

Daí então, as pessoas deixam o medo tomar as rédeas da vida, abandonando seus sonhos e objetivos. Ao invés de enfrentar as mudanças como oportunidades de crescimento, passam a resistir, criando conflitos, dor, sofrimento e uma sensação de impotência frente aos novos desafios.

Para não perder mais oportunidades por medo do novo, deixo três dicas de como se preparar para mudanças. Se fortalecidas e colocadas em prática, essas atitudes ajudam a tornar o “novo” um momento único e brilhante.

1 – Desapegar daquilo que está obsoleto

Para alcançar metas é preciso deixar de lado tudo aquilo que não nos serve mais, sendo necessário desmascarar as falsas seguranças que os hábitos nos propiciam. Metaforicamente, para encarar uma mudança precisamos “morrer” para o que já não faz sentido no momento.

2 – Desenvolver a flexibilidade

É por meio dela que podemos imaginar soluções diferentes e inovadoras e experimentá-las agindo. Entre erros e acertos aprendemos que a mudança não é algo linear, definido, mas um processo de adaptação, flexibilidade e aprendizagem contínua, onde as crenças são questionadas e as situações conhecidas são continuamente transformadas, desequilibrando a sensação ilusória de estabilidade e segurança.

3 – Fortalecer a autoconfiança

Esse é um processo de evolução pessoal, em que três pilares se conectam: reconhecimento dos próprios talentos e competências, clareza dos próprios objetivos e condução da própria vida de forma ética e coerente com os valores pessoais.

Com a autoconfiança fortalecida, as mudanças não são mais ameaças, mas fonte de crescimento, amadurecimento e evolução.

Todos os dias a vida nos dá uma grande oportunidade de fazermos algo diferente. A mudança já veio conosco desde o nascimento. Mudança é evolução. Se as transformações da vida nos confirmam que tudo tem um tempo finito, frente às mudanças precisamos ter uma postura aberta a acolhê-las, pois só assim poderemos enxergar as novas possibilidades e oportunidades de se reinventar, rever as decisões tomadas em algum momento da trajetória, mudar a rota e ir em direção aos nossos objetivos.

Perca o medo de mudar, prepare-se e colha os melhores resultados sempre!

Eduardo Shinyashiki, presidente do Instituto Eduardo Shinyashiki, mestre em Neuropsicologia e Liderança Educadora, especialista em desenvolvimento das competências de liderança organizacional e pessoal.

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SearchInform traz ao Sul conferência sobre segurança da informação no Brasil

Pela primeira vez na região Sul, a SearchInform irá reunir especialistas e profissionais de segurança da informação (SI) para falar sobre novas soluções, ameaças e tipos de fraudes praticadas na atualidade, em uma série de conferências gratuitas – o Road Show Brasil 2018. Tendo com tema, “Money Loss Prevention: a proteção do futuro”, a ação acontecerá em 21 de agosto, em Joinville (SC), das 9h às 12h, na Associação Empresarial de Joinville.

Baseado em exemplos de casos reais da prática de clientes, os especialistas da SearchInform abordarão os riscos explícitos e ocultos provocados pelo comportamento de funcionários, e ainda demonstrarão uma investigação dos incidentes passo a passo, com a ajuda de ferramentas habituais e complementares. Entre os palestrantes, destacam-se Serguey Ozhegov – CEO Global da SearchInform e Vladimir Prestes – Diretor Geral da SearchInform no Brasil.

A ação é uma grande oportunidade para que profissionais da área possam interagir com o objetivo de obter ferramentas que resolvam os problemas empresariais da atualidade. Além disso, a inciativa também serve como incentivo para a realização de pesquisas sobre o nível da segurança da informação nas empresas brasileiras. “O novo paradigma da segurança da informação, abrangendo desde a proteção contra vazamentos até o combate a quaisquer riscos associados à fatores humanos, tornou-se o ponto de partida para uma comunicação ativa”, afirma o sócio-diretor da SearchInform no Brasil, Vladimir Prestes.

Anteriormente, a SearchInform já havia compartilhado sua experiência na América Latina. A primeira conferência na região ocorreu em agosto de 2017, na Argentina, e mostrou grande interesse das empresas locais pelo problema da segurança das informações. Desde 2012, a empresa tem realizado a ação em países da CEI e na Rússia. Este ano já reuniu especialistas, gestores e profissionais em TI e SI em países da África do Sul, Oriente Médio e África do Norte.

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O Open Banking e a disrupção no setor financeiro

Por Koen Pelgrims, Diretor de Open Banking e Customer Experience Solutions da Atos

Já ouviu falar no Malcon McLean? Este empresário americano foi um grande instrumento para o crescimento da economia e pela globalização do comércio ao apresentar para o mundo, em 1956, um navio que comportava os contêiners de carga dos caminhões por inteiro, e não só as mercadorias de dentro dele. Antes dessa invenção, todo o trabalho de transferir mercadorias do veículo ao navio era feito manualmente.

McLean criou uma nova plataforma de colaboração global que permitia que companhias de navegação, caminhões e qualquer outra pessoa na indústria de transporte entregasse qualquer coisa, em qualquer quantidade e a qualquer distância, desde que coubesse dentro de um contêiner – e poderiam fazê-lo a um custo muito reduzido, pois a carga e descarga do navio poderiam ser feitas de maneira muito mais rápida e 40 vezes mais barata. Ao tirar essa enorme fricção do sistema, a eficiência disparou e essa inovação foi imediatamente adotada por todos.

Esta história é uma prévia do que pode estar prestes a acontecer aos bancos na União Europeia após a introdução do PSD2 (diretiva revisada dos serviços de pagamento, em português). De acordo com a regulamentação, as instituições financeiras da UE são agora obrigadas a fornecer acesso às contas correntes do cliente a terceiros, se o cliente assim exigir. Isso permite que um cliente possa, por exemplo, gerenciar sua conta bancária e despesas com a ajuda de um aplicativo de uma Fintech para gestão financeira e, ao mesmo tempo, compartilhar os dados da conta com outro banco que ele usa para gerenciar seus investimentos.

Tal como aconteceu com McLean, muito atrito está prestes a ser retirado do sistema para as empresas que oferecem serviços baseados em informações bancárias. Dados e transações serão repassados entre as instituições através de ecossistemas de bancos e terceiros. Isso tem o potencial de redefinir o setor bancário e o papel dos no atual modelo, já que o objetivo é promover a concorrência e a inovação nos serviços financeiros em benefício do cliente.

Um exemplo é o GDPR (Regulamente Geral de Proteção de Dados), que apesar de regulamentado na Europa impactou empresas de todo o mundo por se aplicar a todas as companhias que tratam de dados de cidadãos europeus.

A mudança cultural promovida pelo Open Banking, isto é, a adoção dos consumidores a diversas instituições financeiras para diferentes finalidades, não acontecerá da noite para o dia. Mesmo que grandes mudanças – como a disrupção causada pelos contêineres da McLean – também afetem o setor de serviços financeiros, as discussões sobre o assunto estão acaloradas e os participantes da UE estão lutando para lidar com a nova realidade.

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Cresce o uso de ferramentas que permitem transações bancárias em redes sociais

Antenada ao comportamento da geração Millennial, que passa cerca de 2,5 horas por dia em aplicativos de mensagens e redes sociais, bancos e empresas de soluções financeiras estão ampliando a oferta de ferramentas para realização de serviços bancários de qualquer plataforma social ou de mensagens, sem ter que abrir o aplicativo do banco.

Agora, o usuário pode fazer transferência de dinheiro pelo celular sem precisar sair do aplicativo que estiver utilizando, como WhatsApp e Facebook, por exemplo. O formato é de um teclado seguro integrado com o aplicativo móvel ou a carteira eletrônica de um banco. Além das transferências, com o recurso é possível acessar uma variedade de serviços financeiros, como consulta de saldos, pagamentos, depósitos, programação de saques e localização de caixas eletrônicos.

Uma das pioneiras deste setor é a multinacional brasileira Valid. Em 2017, em parceria com a start-up israelense Paykey, a companhia desenhou para o Banco Davivienda, banco privado da Colômbia com mais de mais de 6,6 milhões de clientes, uma solução que permite ao usuário gerenciar seu dinheiro facilmente pelo smartphone sem ter uma conta bancária ou cartão de débito. O app oferece ainda a possibilidade de realizar transações bancárias via Facebook Messenger – os valores das operações são creditados diretamente nas contas dos beneficiados – e a transferência para colombianos que estejam no exterior.

De acordo com Pierre Lassus, VP de Software & Serviços da Valid, a solução Valid Social Banking foi pensada exatamente para trazer mais uma inovação para os bancos, migrando as transações bancárias para as redes sociais. “Nosso objetivo é oferecer aos bancos uma solução rápida, fácil e segura para essa exigente da geração Millennial”, explica Pierre.

O potencial para utilização da nova função é significativo. O número de transações bancárias realizadas por aparelhos móveis no Brasil ultrapassou a quantidade de operações feitas em computador. O dado, revelado em pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, aponta ainda que o país superou a marca de um smartphone por habitante e hoje conta com 220 milhões de celulares inteligentes ativos. “O mercado financeiro representa um dos principais mercados consumidores de tecnologia da informação, movido por agilidade, segurança e transparência”, pontua o executivo.

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Service IT apoia inovação e desenvolvimento de capital humano

A Service IT, integradora de soluções e serviços de TI com 23 anos de atuação, apoia a inovação e o desenvolvimento de capital humano. A companhia conta com profissionais especializados detentores de certificações que garantem o atendimento a clientes dos diversos setores da economia de acordo com os requisitos requeridos.

Ricardo Conzatti, especialista VMware & Microsoft, pode ser mencionado como exemplo de um case de sucesso da companhia. Envolvido em projetos de inovação, a Service IT o apoia e o estimula para criação e desenvolvimento de soluções disruptivas que contribuam para o sucesso dos negócios de seus clientes. “A Service IT é uma empresa que tem a inovação enraizada em seu DNA e nos estimula na criação de soluções que realmente façam a diferença e gerem valor para os negócios”, afirma Conzatti.

O especialista criou um simulador para o exame VMware (VCAP6-DCV Deployment), adotados na época por apenas 49 pessoas no Brasil, além de Conzatti, dada sua complexidade. A iniciativa surgiu porque o especialista queria ajudar outros brasileiros a passar no exame e a se tornarem experts na área de interesse. “Eu pedi ajuda para o responsável por criar os exames da VMware, e ele me ajudou prontamente. No fim, me sugeriu traduzir o simulador para inglês visando atingir um número maior de pessoas. Segui o conselho, e o sucesso foi grande”, diz. “Participar de um momento tão especial como este de reconhecimento e ainda contar com o suporte da Service IT, faz com que a qualificação e o desenvolvimento estejam presentes a cada dia para minha carreira, tendo a inovação como alicerce.”

Próxima parada: VMworld 2018

O case de sucesso envolvendo a criação do simulador será apresentado no VMworld 2018, principal evento de infraestrutura digital do setor, a se realizar de 26 a 30 de agosto, em Las Vegas (EUA).

A palestra de Conzatti no VMworld trará os principais motivos que o levaram a criar o simulador e a importância da comunidade de TI para validação, feedback e sucesso da ideia. “As certificações garantem o conhecimento técnico do funcionário. Também aumentam o nível de confiança do cliente quando está tratando de um projeto de alta complexidade. A expertise que adquiri também está me proporcionando apresentar esse case de sucesso no maior evento do setor, o que é um grande orgulho para mim”, conclui.

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Ericsson e Vivo testam tecnologia 5G em rede 4,5G/LTE-A comercial

A Ericsson (NASDAQ: ERIC) e a Vivo anunciam hoje a realização de testes de campo com a tecnologia Massive MIMO, uma das etapas mais relevantes na evolução rumo ao 5G, ativada na rede 4,5G/LTE-A atualmente implementada pela operadora em São Paulo.

O Massive MIMO permite que as operadoras expandam sua capacidade de rede para oferecer uma melhor experiência para os consumidores, bem como para conectar mais dispositivos por antena. Essa característica garante que, em horários de pico, mais consumidores possam utilizar a internet e assistir vídeos ao mesmo tempo, sem prejuízo à experiência de navegação.

O teste é realizado em dois cenários com a antena ativa Ericsson AIR 6468, com recursos 64T64R Massive MIMO, instalada em um bairro de alta densidade populacional. No primeiro momento, o sinal é apontado a um edifício comercial para avaliar a desempenho da cobertura vertical em ambiente indoor. Em seguida, a cobertura horizontal é testada por múltiplos usuários, que obtêm ganho de performance devido à individualização dos feixes emitidos (beamforming) pela antena.

Para o diretor de Planejamento e redes da Vivo, Atila Branco, o tráfego de dados está em ascensão e aumentará exponencialmente com o avanço dos serviços de vídeo 4K, Realidade Virtual e Realidade Aumentada. “Estamos preparando e testando novas tecnologias para garantir que nossas redes tenham a capacidade e velocidade que oferecerão aos nossos clientes a melhor experiência em dados móveis no Brasil”, explica

Rogério Loripe, vice-presidente comercial da Ericsson no Brasil, comenta que “o Massive MIMO é uma das etapas mais relevantes para o 5G, mas enquanto a quinta geração não chega, os usuários podem se beneficiar de um desempenho superior mesmo na rede 4,5G/LTE-A. Este teste é um passo importante na parceria estratégica que temos com a Vivo na evolução da rede atual rumo ao 5G”.

O Massive MIMO é uma das principais tecnologias utilizadas para expansão de capacidade de rede, tendo sido implantado pela operadora de telecomunicações MTS e pela Ericsson durante o torneio global de futebol sediado na Rússia. Bastante superior ao atual MIMO4x4 disponível na rede, as medições da rede realizadas durante a competição esportiva em estádios e zonas de concentração de torcedores, em sete cidades-sede, mostraram que a velocidade média de download de dados e a eficiência espectral dobraram enquanto a capacidade da rede aumentou mais de quatro vezes.

O aumento da capacidade de rede é necessário para suportar o rápido crescimento dos dados trafegados pelas redes de telecomunicações. De acordo com o mais recente Mobility Report da Ericsson, o tráfego de vídeo atualmente representa mais da metade do tráfego móvel e deve aumentar ainda mais com a adoção de aplicativos de vídeo como Realidade Aumentada, Realidade Virtual e vídeo em 360º.

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Fintechs e indústria se aproximam para gerar negócios

Para apresentar às pequenas e médias indústrias o potencial das fintechs como alternativa aos bancos, a ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs) e a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) realizam em parceria o Seminário Fintechs – Novas soluções financeiras para seu negócio. O evento é gratuito, aberto para empreendedores, e acontece em 21 de agosto (terça-feira) das 9h às 17h30, na sede da Fiesp (Avenida Paulista, 1313), em São Paulo.

“As fintechs vêm revolucionando o mercado financeiro brasileiro. Essa parceria com a Fiesp abre caminhos para que as indústrias conheçam os benefícios de seus serviços, que são mais ágeis e têm custos mais acessíveis”, afirma Bernardo Pascowitch, diretor da ABFintechs. Para Sylvio Gomide, diretor do Comitê Acelera Status da Fiesp (CAF), “essas novas soluções podem ajudar muito as pequenas e médias indústrias. Além disso, essas tecnologias estão transformando o mercado financeiro”, enfatiza.

Durante o seminário, acontece também a Conexão Fintech, uma rodada de atendimento que aproxima diversas fintechs e pequenas e médias indústrias, com foco na geração de negócios. Confira a programação completa:

9h – Abertura

Sylvio Gomide, diretor titular do Departamento da Micro, Pequena, Média Indústria e Acelera Fiesp;
Rodrigo Soeiro, presidente da ABFintechs;
Bernardo Pascowitch, diretor da ABFintechs e fundador do Yubb.
9h30 – Contextualização: Pesquisa “A percepção das empresas no uso ou contratação de produtos e serviços financeiros que não sejam por bancos comerciais”.

Sylvio Gomide, diretor titular do Departamento da Micro, Pequena, Média Indústria e Acelera Fiesp.
10h – Palestra: Tendências e perspectivas de fintechs no Brasil e no mundo.

Pedro Englert, conselheiro da ABFintechs e CEO da StartSe;
Bruno Diniz, managing partner da Spiralem – Innovation Consulting, head do Comitê de Fintechs da ABStartups (Associação Brasileira de Startups) e professor da FGV Brasil;
Marcelo Bradaschia, sócio da Clay Innovation.
11h – Painel 1: A importância da regulamentação de fintechs para benefício do atendimento às empresas.

José Prado Villela dos Reis, CEO e co-founder da Insurtech Brasil, founder da Conexão Fintech (moderador);
Otavio Damaso, diretor de regulação do Banco Central – a confirmar;
Daniel Walter Maeda Bernardo, Superintendência de Relações com Investidores Institucionais da CVM (Comissão de Valores Mobiliários);
Matias Fischer, diretor da ABFintechs.
12h15 – Almoço

13h30 – Painel 2: Soluções de crédito de fintechs para micro, pequenas e médias indústrias.

João Pedro Khzouz, founder & CEO da Contaum (moderador);
Marcelo Porteiro Cardoso, superintendente da Área de Operações e Canais Digitais do BNDES;
Fabio Neufeld, cofundador e CEO da Kavod Lending e líder da vertical de crédito da ABFintechs;
Daniel M. Gomes, cofundador e CEO da Nexoos;
Marcos Mansur, sócio-diretor da SRM Asset/Trust Hub;
Theodoro Prado, gerente geral da Biva;
Marco Camhaji, CEO da Adianta.
15h – Painel 3: Soluções de investimento de fintechs para micro, pequenas e médias indústrias.

Romero Rodrigues, Managing Partner da Redpoint e Ventures, membro do Conselho da ABFintechs e diretor do Dempi & Acelera Fiesp (moderador) – a confirmar;
Bernardo Pascowitch, diretor da ABFintechs e fundador do Yubb;
Luciano Tavares, CEO da Magnetis, Board Member da ContaAzul, Founder da Napkn Ventures e Board Member da Rock Content;
Bruno Sayão, CEO da IOUU.
16h – Painel 4: Outras soluções de fintechs para os seus negócios.

Rosine Kadamani, Co-Founder da Blockchain Academy (moderadora);
Alberto Khzouz, Chairman da Conta Um;
Carlos Alberto Santos, CEO da Nota Registrada;
Marc Lahoud, CEO da QueroQuitar;
Joabe Schnack, CEO da Tarion-Beck;
Vinicius Roveda, CEO da ContaAzul – a confirmar;
André Street, CEO da Stone – a confirmar.
17h30 – Encerramento

Seminário Fintechs – Novas soluções financeiras para seu negócio

Data: 21 de agosto de 2018, terça-feira

Horário: Das 9h às 17h30

Local: Sede da FIESP

Endereço: Av. Paulista, 1313 – Cerqueira César, São Paulo – SP

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Após 18 anos, cofres privados voltam a ser comercializados em São Paulo

O hábito de guardar pertences embaixo do colchão ou possuir cofres em residências parece raro e antiquado, mas se tornou mais comum do que imagina. Há 18 anos, os paulistanos tinham um lugar reservado para proteger bens com valores sentimentais, joias, obras de arte e documentos. Eram 60 mil cofres localizados em bancos, que requeriam dos paulistanos dois anos e meio de fila de espera, e começaram a ser extintos nos anos 2000.

Pensando nisso, com capital e know-how estrangeiro a SEKURO, única empresa brasileira de cofres privados, traz de volta as caixas de segurança privada. “Pensamos em trazer de fora o modelo que já existiu no Brasil e ainda é sucesso no exterior. O objetivo é resgatar em São Paulo aquele lugar especial e trazer segurança para as recordações com valores incalculáveis”, explica Daniel Aveiro, Diretor de Operações da SEKURO.

A empresa está localizada no 5º andar de um prédio na Berrini (SP), o local é uma espécie de “Bunker” nas alturas, um labirinto formado por paredes e painéis blindados que foram importados da Suécia e certificados nos Estados Unidos, rigoroso controle de acesso baseado em tecnologia japonesa, barreiras físicas, tecnológicas e monitoramento 24h. São oferecidas três opções de caixas: pequena (10x15x50cm), média (10x30x50cm) e grande (20x30x50cm), com valores a partir de R$ 360 por mês.

Foram quatro anos de desenvolvimento do projeto e a SEKURO contou com aportes financeiros de investidores estrangeiros para desenvolver o máximo de segurança, com premissas internacionais, sem procedente no Brasil. O plano de expansão prevê investimento de R$ 200 milhões nos próximos cinco anos e chegará a cidades como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador, e levar aos brasileiros a solução para guardar e proteger seus pertences de valor financeiro ou sentimental.

Segundo dados de 2017 da Secretária da Segurança Pública (SSP), São Paulo tem um lar roubado por hora e maior número de ataques de residências em três anos. Para Aveiro, ter um cofre na residência expõe a integridade da família e aumenta o risco de assaltos. “Se analisarmos o cenário após o desaparecimento das caixas de segurança em bancos, a violência nos lares aumentou. Os assaltantes sabem que todas elas possuem algo valioso e isso acabou se tornando uma isca.”, finaliza o Diretor de Operações.

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Stefanini apresenta armário inteligente no evento LATAM Retail 2018

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, estará no LATAM Retail Show, evento para fomentar o crescimento do varejo, que acontece de 28 a 30 de agosto, no Expo Center Norte (SP). Na ocasião, a multinacional brasileira fará uma série de demonstrações de soluções avançadas para o segmento.

O tema central do evento será ‘A Transformação do Ecossistema de Negócios com Resultados’, e tem como finalidade abordar todas as variações pelas quais a cadeia de negócios vem passando, alterações no perfil do consumidor e a necessidade de um equilíbrio nas relações, tanto no varejo, como na indústria, shopping centers, e-commerce, food service e franquias.

No estande será apresentado o Smart Locker, “armário inteligente” da Stefanini, que pode ser incorporado por grandes varejistas. Por meio de um aplicativo específico, o cliente final poderá, após fazer sua compra via e-commerce ou aplicativo, retirar os produtos em um lugar e momento de sua preferência, por exemplo, uma padaria, posto de gasolina, entre outros. “É uma tecnologia de fácil aplicação. O cliente utiliza a solução, comanda a abertura da porta e retira sua encomenda, de forma segura, rápida e prática”, explica Nelson Duarte Soares, Head of Digital Retail and Logistics da Stefanini.

Os visitantes também serão recepcionados por um robô, que foi treinado com a tecnologia de inteligência cognitiva da Stefanini. Ele poderá interagir com as pessoas e oferecer, por comando de voz, opções diferenciadas de café. Cada pedido será enviado, de maneira personalizada, para o barista. No estande da Stefanini, os visitantes poderão também conferir soluções de aferição remota de planogramas (desenho gráfico que orienta o posicionamento de um produto na gôndula, no ponto de venda) e de aprendizado virtual, baseadas em realidade virtual e realidade aumentada.

Utilizando os óculos de realidade virtual (VR), disponíveis no estande da empresa, a Stefanini também explicará aos visitantes sua metodologia de Design Thinking, levando o usuário/cliente para o ambiente de navegação e aprofundamento nos assuntos que podem ser resolvidos com a solução Dive, uma abordagem imersiva realizada em cinco dias, na qual equipes da empresa e do cliente trabalham de maneira colaborativa e com metodologias de Design Thinking, Design Sprint e Lean Startup, desde a concepção do problema até a entrega de um modelo legitimado da solução desenvolvida. O foco é apresentar uma solução digital, mirando os resultados para o negócio do cliente.

“A transformação digital está impactando o varejo, com o consumidor no centro das decisões. Temos como finalidade oferecer aos nossos clientes equipes constantemente dedicadas para encontrar soluções mais rentáveis, explorando cada oportunidade, que permita modernizar os processos e promover uma experiência diferenciada ao consumidor final”, complementa Soares.

Além das novas soluções direcionadas ao varejo, a Stefanini levará para o estande outras ofertas que poderão compor toda a cadeia de negócios: backoffice digital, processo automático de digitalização de documentos para originação de crédito, automação dos centros de distribuição com soluções do portfólio de Indústria 4.0, performance de marca, entre outras.

“O segmento varejista é um mercado potencial, pois tende a ampliar investimentos em inovação para manter a competitividade. A digitalização assume um papel de relevância para atender consumidores cada vez mais exigentes e será, com certeza, uma tendência inevitável”, finaliza.

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Como a uberização está transformando as organizações?

Por Tiago Lira

Não faz nem cinco anos que o Uber chegou ao Brasil e a empresa praticamente remodelou a forma de fazer negócios no país. O aplicativo, que prometia facilitar o transporte de pessoas em grandes cidades, tornou-se símbolo do conceito “economia compartilhada”. Seu nome virou sinônimo de mudança, eficiência e um novo modelo de trabalho. Hoje, a uberização está praticamente em todos os setores e é impossível imaginar o sucesso das organizações que não adequarem seus processos aos novos tempos.

O avanço da tecnologia fez com que os clientes buscassem e valorizassem produtos e serviços cada vez mais assertivos. Pesquisa da ClickSoftware com pessoas e organizações do Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha, Austrália e Estados Unidos aponta que mais de 60% dos usuários não gostam de esperar por muito tempo entre o acionamento de um serviço e sua respectiva conclusão – impactando diretamente na experiência do usuário e na consequente avaliação da empresa.

Essa situação permitiu a guinada da economia compartilhada e da uberização na última década justamente por ser uma alternativa aos modelos burocráticos e ineficientes existentes na relação entre o usuário e a empresa. Se antes era necessário preencher uma série de requisitos para atender uma solicitação de serviço, como o contato inicial, cadastro, diagnóstico do problema e só depois a sua resolução, agora a situação se inverteu. Em pouco tempo e com o mínimo de interação humana, é possível prestar um serviço de forma rápida, segura e cômoda – auxiliando na fidelização entre marca e consumidor.

Além disso, esse conceito trouxe um item desejado por todos os empreendedores e profissionais: a possiblidade de aumentar o seu desempenho ao mesmo tempo em que reduz as despesas operacionais. Em outras palavras, a chance de “fazer mais com menos”. Com soluções inspiradas na economia compartilhada, a empresa pode retirar intermediários no contato com seu cliente ou até remodelar seu quadro de colaboradores, aumentando a qualidade do serviço sem interferir na folha salarial.

Evidentemente que uma mudança dessa não pode ser feita de uma hora para outra. A adaptação dos processos da empresa nos moldes da economia compartilhada precisa ser planejada, elaborada e feita com cuidado. Afinal, é uma mudança que impacta na própria cultura da organização. Para dar certo e ter os resultados esperados, é preciso que as portas estejam abertas para a transformação digital e a entrada cada vez maior das novas tecnologias que automatizam algumas situações e permitam que os colaboradores foquem nos problemas reais em suas rotinas de trabalho.

Ainda hoje discute-se os efeitos e tendências da uberização na economia mundial e na sobrevivência das empresas nos próximos anos. Contudo, é inegável que tornou-se um caminho sem volta. A utilização da tecnologia para simplificar o atendimento ao cliente e melhorar a prestação de serviços deixou de ser algo exclusivo para as grandes corporações. Agora, é item estratégico para garantir o crescimento em um cenário de intensa competitividade.

Tiago Lira, CMO na FindUP, empresa de tecnologia que automatiza todo o ciclo do atendimento técnico presencial através da geolocalização e economia do compartilhamento, visando simplificar a contratação e gestão de profissionais especializados em TI para grandes corporações com operações capilarizadas.

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Drones chegam à construção civil para otimizar obras

Criados inicialmente para auxiliarem exércitos em missões de espionagem, os drones vêm ganhando novas utilizações em diversos setores da sociedade. Na construção civil, as pequenas aeronaves não-tripuladas já são consideradas soluções viáveis para reduzir o tempo de obras e auxiliar os softwares na modelagem de edificações.

“Equipados com sensores, os drones podem ser usados para capturar uma enorme gama de dados, tornando mais eficientes vários processos da construção”, explica Roberto de Souza, idealizador da Rede Construção Digital, iniciativa que reúne 32 empresas do setor, entre construtoras, incorporadoras, projetistas e fabricantes, para debater como novas tecnologias podem otimizar processos e solucionar fluxos defasados do setor.

“Os trabalhos de inspeção, que costumam demorar semanas, agora serão realizados em apenas alguns dias. O mapeamento da área a ser construída é outro processo da construção que pode se apropriar de análises dos drones, através de modelos em 3D ou simulações em realidade virtual gerados pelas imagens aéreas”, considera o engenheiro.

Nas rotinas da construção, caberão aos drones auxiliarem desde processos de segurança do trabalho, inspeção de obras a lançamentos de empreendimentos. Neste último caso, empresas poderão produzir vídeos e fotos com dados captados pelos veículos, gerando simulações e permitindo aos clientes visualizarem todas as áreas de um projeto antes que ele seja finalizado.

Empresas discutem viabilidade de novos projetos

Após a análise do uso de drones pela Rede Construção Digital, foi criado um grupo específico para estudar a viabilidade de novos projetos com essa tecnologia. AutoDoc, Gafisa, França & Associados, Saint-Gobain, CTE, Alphaville Urbanismo, Maply e EmDrone, que compõem este coletivo, discutirão três iniciativas sugeridas e selecionadas pela RCD: integração de dados coletados por drones com dados de softwares para modelagem de informações (BIM); aferição da qualidade entre o planejado e o executado em obras; integração entre softwares e drones para gerarem ‘as built’ – controle do que foi construído – e revisões de projetos.

Para Roberto de Souza, a união de empresas da construção civil é necessária num processo de reciclagem do setor. “Cada período necessitou de questionamentos. Nos anos 1990, o debate dentro da construção civil girava em torno da qualidade, as certificações. Já no começo dos anos 2000, veio a questão da sustentabilidade. Agora, é hora de pensarmos na transformação digital”

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Desenvolvedor mirim palestra para empreendedores no Mercado Livre Experience

Matheus Moraes, um jovem prodígio de apenas 12 anos, mas com bagagem de gente grande, vai dividir sua experiência profissional com milhares de empreendedores, startups, lojistas, profissionais de tecnologia e demais atuantes no comércio eletrônico durante o Mercado Livre Experience. No dia 1º de setembro, no São Paulo Expo, o desenvolvedor será um dos palestrantes do evento, que tem expectativa de receber cerca de 10 mil pessoas, onde compartilhará sua já rica trajetória profissional com o público.

Conhecido no YouTube como Teteus Bionic, o garoto começou a ensinar programação de jogos aos sete anos, e aos nove virou palestrante e estudante de Astronomia. Hoje, aos 12 anos, o jovem sonha em ser astronauta, e enquanto não o realiza, atua em diversas funções como embaixador mirim da IBM, cofundador do projeto CyberEduca, desenvolvedor e professor de programação de jogos, palestrante e líder de oficinas em diversos eventos como Campus Party, Arduino Day, Scratch Day e Science Day (Brasil / NASA). Em seu canal no YouTube, ele ensina programação de jogos em seu canal, e é pioneiro no mundo a falar sobre ensino de Inteligência Artificial para crianças com o Scratch.

Mercado Livre Experience 2018
Data: 1° de setembro, às 8h
Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, s/n – Km 1,5 – Vila Água Funda – São Paulo
Site: www.mercadolivre.com/experience

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Fintech ganha mercado com empréstimos de até R$3 mil

Nos últimos anos, devido à crise, o Brasil vem acumulando números desanimadores na economia. Este cenário respingou em muitas famílias que, com o desemprego e alta dos juros, perderam seu poder de consumo e passaram a ter recordes de endividamento.

De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o percentual de famílias que relataram ter dívidas alcançou 58,6% em junho de 2018. Não coincidentemente, um levantamento realizado pela Ferratum, empresa especializada em empréstimos online sem burocracia, descobriu que 32,79% das pessoas que recorrem à concessão de crédito precisam do dinheiro justamente para liquidar contas em atraso.

Fundada na Finlândia em 2005, a Ferratum oferece empréstimos online no Brasil e em mais 24 países através de uma plataforma 100% digital e inovadora. Ao contrário das instituições financeiras convencionais, nas quais as pessoas encontram uma série de burocracias para obterem crédito, na fintech, os valores podem ser solicitados de forma rápida e segura.

‘A realidade econômica atual do país agravou a inadimplência e muitas famílias estão com contas em atraso, com dificuldades de pagar suas dívidas, seja por conta do desemprego ou queda na renda. Sair desta situação com empréstimos de pequenas quantias sem burocracias e sem tarifas escondidas é uma solução viável que pode ajudar a pessoa a se reestruturar financeiramente e fazer toda diferença em sua vida.’, diz Thomas Grimm, diretor da Ferratum Brasil.

Inovando processos financeiros com opções de crédito que variam entre R$200 e R$3.000 aos consumidores, a Ferratum oferece serviços especializados com custos menores do que os dos bancos para pagamento em até 12 parcelas. A solicitação é simples, basta definir o valor do empréstimo, o prazo para quitação, fazer o preenchimento do cadastro, assinar o contrato e aguardar a análise dos dados que validará as informações.

Antes de fechar o empréstimo, o site permite fazer uma simulação e saber antecipadamente o valor que deverá ser pago em cada parcela. Caso o cadastro seja aprovado, o dinheiro entra na conta em até 24 horas sem cobrança de taxa ou tarifa de emissão de empréstimo.

Se o pedido for feito antes das 15h (em um dia útil), o dinheiro pode cair na conta até no mesmo dia, sem cobrança de taxa ou tarifa de emissão de empréstimo.

‘Colocar tudo na ponta do lápis em uma lista de tudo o que deve é o primeiro passo para se organizar. É preciso saber exatamente onde está gastando e o que pode cortar para ver quanto dinheiro sobra de forma a ser possível pagar o total ou parte da dívida. Com um pouco de disciplina financeira e paciência, é possível colocar as contas em ordem’, conta Thomas.

A Ferratum é uma das empresas líderes na revolução bancária por aplicativos móveis oferecendo aos clientes soluções transparentes, rápidas e fáceis de usar para empréstimos e serviços bancários por celular.

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IBM convoca desenvolvedores em torno de causa humanitária neste domingo

O Call for Code é um programa global da IBM, em parceria com a ONU, Cruz Vermelha e com apoio da Linux Foundation e Clark House, que convida desenvolvedores de todo o mundo a resolverem algumas das questões sociais mais urgentes do nosso tempo: superar o impacto dos desastres naturais e desenvolver soluções preventivas com o uso de tecnologias, como Nuvem, Big Data, Inteligência Artificial e Blockchain.

As inscrições já estão abertas e se encerram no o dia 31 de agosto. O grande vencedor será conhecido no mês de outubro e receberá um prêmio de 200 mil dólares, além da oportunidade de implementar o seu projeto em parceria com a IBM.

A IBM vai aproveitar o Dia Mundial da Assistência Humanitária, que acontece neste domingo (19), para unir esforços e contar com a ajuda de todos no sentido de ampliar as vozes dedicadas às causas humanitárias. Mais de 30 celebridades e influenciadores ao redor do mundo vão utilizar suas redes sociais para demonstrar seu apoio e movimentar a internet nesse dia tão importante.

Todos poderão fazer parte dessa conversa ao interagir com artistas e personalidades utilizando a hashtag #CallForCode no Twitter. Além de nomes como Justin Bieber, Pierce Brosnan, Kesha e muitos outros, a campanha também reforça a importância do Brasil nessa iniciativa com a participação da atriz e modelo brasileira Alessandra Ambrósio.

Para saber mais detalhes e fazer parte dessa mudança, basta visitar a página do Call for Code.

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Brasil se mantém como 9º maior Mercado de Software do mundo, aponta balanço anual divulgado pela ABES

Os números completos do estudo “2018 – Mercado Brasileiro de Software: Panorama e Tendências” foram divulgados nesta segunda-feira (20), durante a 8ª Conferência Anual da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), em São Paulo (SP). Desenvolvido anualmente pela associação, o documento utiliza dados do IDC referentes ao último ano para fornecer um retrato do mercado de software a apresentar as principais tendências do setor. O estudo completo estará disponível no site da ABES a partir do dia 21 de agosto.

Entre os destaques, o levantamento aponta que o Brasil segue na 9ª colocação no ranking mundial de softwares e serviços, com um mercado de US$ 18,6 bilhões (equivalente a cerca de 1,6% do total mundial, que girou em torno de US$ 1,14 bilhão em 2017). O país está muito próximo do tamanho dos mercados de nações como Holanda e Itália, que ocupam as 10ª e 11ª posições, respectivamente, e pouco atrás da Austrália, 8ª colocada na lista. No geral, todos os indicadores brasileiros tiveram sutis aumentos de 2016 para 2017, como o total de empresas atuando no setor – que passou de 15.700 para 17.000.

“O ano de 2017 evidenciou uma retomada no crescimento do setor de TI no Brasil, após um 2016 difícil. Como já divulgamos na primeira prévia do estudo, os investimentos em Tecnologia da Informação no país cresceram 4,5% em relação ao ano anterior. Foi o ano do início da recuperação que esperamos continuar em 2018, com a retomada dos investimentos em tecnologia, que não podem mais ser postergados. “, afirma Jorge Sukarie, presidente do Conselho da ABES, que apresentou o estudo aos presentes no evento da entidade, que reuniu alguns dos principais empresários e autoridades do setor.

Outro dado interessante são as características das empresas brasileiras desenvolvedoras de software: 49,3% delas são consideradas micros (ou seja, com 10 funcionários ou menos), 46,2% pequenas (de 10 a 99 empregados), 4% médias (entre 100 e 500 trabalhadores) e apenas 0,5% grandes (acima de 500 funcionários). “Esses números ressaltam a importância da promoção de políticas de incentivo e fomento às pequenas e médias empresas, que são imprescindíveis para que o setor de software brasileiro avance e transforme o país digitalmente”, completa Sukarie. Hoje, o setor de software representa 1,9% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional.

Além de mapear todos os pontos relativos à realidade do mercado, o estudo também aponta as tendências para 2018. A projeção atual indica que o mercado brasileiro de tecnologia da informação crescerá 4,1% em 2018, seguindo tendências como o amadurecimento das tecnologias ligadas à Internet das Coisas – segundo o IDC, no próximo ano, o IoT movimentará US$ 8 bilhões no Brasil, sendo US$ 612 milhões no mercado doméstico, com 4% das residências já utilizando algum tipo de dispositivo conectado. Outro movimento notado é a expansão do mercado de tablets e smartphones para o ramo corporativo (que, em 2018, terá um volume de vendas estimado em 3,5 milhões de unidades, ou pouco mais de US$ 1 bilhão no Brasil, representando 6% do total). Entre diferentes inovações mencionadas pelo estudo, que devem impulsionar a economia, estão Big Data/ Analytics, Cognitive/AI, cloud pública e multicloud, entre outras.

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Smartphone 3 em 1 – vivencie a era dos aplicativos

Por Ronan Maia

Quer saber como os smartphones fazem a sua empresa inteira caber na palma da mão? E não pense que estou aqui para falar sobre novidades em telefonia. Quero mostrar como os aplicativos móveis podem potencializar as experiências e produzir resultados para o seu negócio. Os apps estão mudando a prática varejista, seja para o cliente, o vendedor ou o gestor da loja. São três frentes em um único meio, com um conjunto de benefícios voltados à eficiência. Isso é transformação digital!

Em pesquisa divulgada no mês de abril, a FGV-SP apontou que, no Brasil, temos 220 milhões de smartphones ativos, o que significa mais de um por habitante. Estamos falando de digitalização da sociedade. Sendo assim, por que não, levar o seu negócio para dentro do smartphone?

Vamos ao exemplo do Pão de Açúcar, que inovou com um aplicativo de fidelidade, capaz de criar um novo relacionamento com os consumidores e proporcionar uma nova experiência de compras. E o que ele tem de diferente de tantos outros? Ele é atrativo. Dá descontos, prêmios e vantagens reais, fazendo com que o cliente queira instalar e usar o sistema sempre. Este é um dos desafios dos varejistas ao oferecer um app próprio: gerar interesse do consumidor. Você já parou para pensar em quais aplicativos de lojas tem no seu celular? É preciso criatividade para ser relevante e se destacar.

Claro que, para o varejista, qualquer movimento de digitalização tem que ser parte de uma estratégia que faça sentido para o seu negócio. Um app de fidelidade para descontos, por exemplo, também pode ser usado para uma compra sem atrito, como canal de pagamento direto entre cliente e marca, sem o intermédio de um vendedor. Basta fotografar o código de barras ou o QR Code da peça pelo app, que ele direciona, automaticamente, a um ambiente seguro para inserir os dados bancários. Com o processo finalizado, o consumidor já pode ir embora com o produto.

Para os que não abrem mão da interação humana, mas que também querem experiências digitais, o PDV móvel é bastante convidativo. Um smartphone na mão do vendedor permite que a compra seja realizada em qualquer ponto do ambiente. Imagine escolher um novo piso em uma loja de material de construção, com a facilidade do vendedor te acompanhar, consultar preços e disponibilidade de estoque, ali, enquanto você está tocando e olhando a peça – e poder realizar o pagamento sem pegar nenhuma fila, em um caixa tradicional! É uma jornada muito mais encantadora para o cliente.

Da mesma forma, para o vendedor, esse dispositivo surge como um grande aliado. Com camadas de inteligência artificial (IA), além do fechamento da venda, o ponto de venda móvel, proporciona um salto no atendimento e uma nova experiência de trabalho para quem faz o meio de campo entre marca e consumidor final.

Olhando no celular, assim que identifica um cliente (e isso pode acontecer por diversas maneiras, como o CPF, por exemplo), o profissional passa a ter em mãos, todo o seu histórico de compras, pontos a resgatar e sugestões de produtos específicas para aquele perfil, feitas pela IA. Isso coloca o vendedor em uma posição mais consultiva para o consumidor, que é surpreendido com um atendimento na loja física muito mais assertivo e pessoal. Como respostas, observamos o aumento do ticket médio e do mix comercializado.

Indo mais para dentro da empresa, o smartphone também é colocado na mão do gestor, com aplicativos móveis pensados para proporcionar maior eficiência no seu trabalho. Pesquisas apontam que a transformação digital, quando realizada com foco no colaborador interno, tem resultados duas vezes maiores do que as voltadas ao cliente final.

Na função gerencial, por exemplo, você tira o profissional que ficava preso no escritório, olhando para a tela do computador, com e-mails, papeis e sistemas – e coloca a mobilidade ao seu favor! Elimina as planilhas e leva experiências digitais, em que o gerente recebe os indicadores de negócio e controla todo o workflow de aprovações e encaminhamento de fluxo de trabalho pelo celular. Ele passa a estar na execução do varejo no seu dia a dia.

E isso vai se multiplicar nos próximos anos! Cada gerente pode ter um aplicativo que converse diretamente com as suas necessidades, para levar o seu negócio onde quer que esteja. Gerenciamento de equipes em mobilidade, sem precisar estar fixo em uma cadeira ou, mesmo, sem dar zoom no celular para visualizar documentos, mas por um app pronto e estratégico para o seu trabalho.

Um exemplo inspirador está na China, que conseguiu fazer o WeChat – o “tudo para todos”. Quase tudo pode ser feito com uma única plataforma, da troca de mensagens, ao pagamento de contas, o agendamento do banho do seu pet, até o envio de currículos. É um país bastante avançado no quesito aplicativos móveis e um modelo dessa evolução do mercado. No Brasil, certamente, as empresas devem considerar o smartphone como um instrumento de relacionamento com os clientes e os seus colaboradores. Isso é a revitalização dos negócios! Quem não estiver olhando para isso, hoje, vai perder em produtividade, eficiência e competitividade.

E você, está preparado para ter o seu negócio nas suas mãos? A transformação dos aplicativos e smartphones já começou e a sua empresa faz parte dela!

Por Ronan Maia, vice-presidente de Distribuição e Varejo da TOTVS

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Estádios do futuro: conectados e inteligentes para atrair mais público

Arenas para o entretenimento, como os complexos esportivos, oferecem grandes oportunidades para os fornecedores de infraestrutura tecnológica

Por Melissa Strait

Os estádios e autódromos são estruturas enormes, criadas com o objetivo de oferecer experiências empolgantes para o público. Seja para uma partida de futebol, um grande
show ou uma corrida de automóveis, todas essas arenas ao redor do mundo têm como objetivo oferecer uma experiência inesquecível aos fãs. Em um mundo digital, sempre
conectado, o segredo para que os usuários tenham uma permanência satisfatória incluiuma boa conexão com a internet, segura, estável e rápida, que permita, por exemplo,
fazer o upload de fotos e vídeos para as redes sociais sem gargalos. Embora os estádios tragam grandes desafios estruturais para atingir conectividade
de primeira linha, por outro lado oferecem oportunidades excepcionais quando a infraestrutura de rede está em ordem.

Afinal, as lojas das arenas, câmeras, luzes eaté a área de fast food, tudo demanda uma largura de banda maior para podersuportar a quantidade de dados transmitidos pela Internet durante um evento, emuma praça de esportes conectada.Por isso, cada vez mais os estádios ao redor do mundo funcionarão como pequenas cidades inteligentes. Da mesma forma que as chamadas smart cities, um estádio deve contar com uma infraestrutura que garanta aos usuários a conectividade e disponibilidade de rede necessária para satisfazer cada uma de suas necessidades, em todos os espaços. Um exemplo disso é o Estádio NRG, em Houston Texas, que conta com 783 antenas estrategicamente espalhadas pela CommScope no local, fornecendo maior largura de banda, não só dentro do estádio, mas também na região em torno dessa arena.A conexão de alta velocidade permite também que os fãs encontrem restaurantes próximos, hospedagem, etc. Desta forma, cria-se um ecossistema de hotéis, meios de transporte, restaurantes e outros estabelecimentos, toda uma experiência envolvente para que as pessoas prefiram ir ao estádio que ficar em casa e ver o jogo pela televisão, por exemplo.

Nos Estados Unidos, empresas como a CommScope disponibilizam soluções de cobre e fibra em estádios e autódromos, como o Daytona International Speedway, para
aumentar a capacidade de Wi-Fi. Na América Latina há estádios de futebol como do Monterrey, no México, com avançado sistema para tornar mais eficiente a rede celular,
ampliar a cobertura das conexões sem fio, garantir o correto funcionamento dos sistemas de vídeo e áudio, etc. Seja em estádios de futebol americano, shows ou
autódromos, os service providers precisam estar preparados para atender às expectativas dos torcedores e suportar as exigências futuras.
*Melissa Strait é jornalista, editora e trabalha como assistente executiva da diretoria de tecnologia da CommScope.

Melissa Strait, jornalista, editora e assistente executiva da diretoria de tecnologia da CommScope.

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