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Como se destacar no mar de startups no Brasil?

De acordo com a Abstartups – Associação Brasileira de Startups – o Brasil já conta com mais de 10 mil startups. Recentemente, foi divulgada a lista com as 100 mais promissoras e que merecem atenção em 2019.

A tarefa de construir uma empresa, vencer os desafios diários, aprender com as dificuldades e obter sucesso é árdua e construída, dia a dia, por equipes que abraçam a ideia e acreditam que podem fazer a diferença na vida da sociedade.

Por isso, CEOs de 7 startups presentes na lista contam um pouco de suas experiências, dando conselhos para que você também conquiste uma destaque em seu segmento:

Rafael Pereira, CEO da REBEL

“Meu conselho pra quem está iniciando na arte de empreender é: foque em resolver o problema do cliente. Já existem vários, você não precisa – e nem deve – criar mais um. Outra coisa: muitas ideias vão dar errado. Não veja como um fracasso, e sim um aprendizado. Você aprende e não desiste. Neste momento, estamos trabalhando dia e noite pra melhorar a experiência do usuário, para atender cada vez melhor nosso cliente e acabar com a escravidão dos juros no Brasil”.

Marcelo França, CEO do Celcoin

“Há exatamente 3 anos lançamos o Celcoin. Foi um período em que construímos a equipe, o produto, superamos crises e aprendemos muito. Esse aprendizado veio principalmente a partir do contato com nossos usuários diretos ou ‘agentes’. Foi escutando o que eles precisavam que conseguimos chegar na versão atual do Celcoin e superar pela 1a vez a marca de R$ 100 milhões transacionados no mês em serviços.”

Ramires Paiva, CEO da Creditoo

“Nos últimos seis meses, crescemos dez vezes e, para mantermos a demanda dos nossos clientes, estamos contratando profissionais em diversas áreas. Não existe uma receita para se destacar, mas a Creditoo acredita que alguns fatores são bem importantes: trabalhe duro, atenda um mercado gigante, tenha um bom produto e tenha a melhor equipe possível para implantar esse produto. O principal conselho é pesquisar e estudar bastante para encontrar, principalmente: mercado grande, produto certo e uma boa equipe. Um negócio com essas características tem maior chance de prosperar, mesmo que aconteçam alguns imprevistos no caminho”

Carlos Tristan, co-fundador da Squid

“Estamos, pela segunda vez, na lista. Desta vez o momento é especial, já que estamos anunciando a nossa nova marca. Receber este reconhecimento nos mostra que estamos no caminho certo. Se eu pudesse dar uma dica aos empreendedores é que fiquem atentos às mudanças do mercado e busquem inovação constante para se diferenciar dos concorrentes. Busque se conectar com as pessoas que admira e confie mais na sua intuição do que no seu plano de negócios. É melhor errar rápido e colher esses aprendizados, do que passar meses desenhando uma ideia em um planejamento que nunca vai para o mercado.”

Marcus Figueredo, CEO da Hi Technologies

“Três coisas têm sido muito importantes para o sucesso da Hi Technologies até aqui. Primeiro, ter uma equipe formada por pessoas resilientes e comprometidas. Estamos no mercado há algum tempo e nem sempre o mar está calmo e, por isso, formar um time capaz de vencer qualquer desafio é essencial. Segundo, oferecer um produto que entregue valor ao mercado. Os serviços e produtos precisam ser desenvolvidos para fazer o que a tecnologia veio para fazer, eliminar os intermediários e agregar valor direto pro cliente final. E, por fim, ter investidores que acreditam nos fundadores. Aqui na Hi já colocamos dinheiro nosso por muitos anos para desenvolver e crescer o negócio. Mas chega uma hora em que você precisa de dinheiro externo e, nesse momento, é essencial escolher um investidor que confie na sua visão, na sua cultura e que possa abrir portas para um networking que realmente te ajude.”

Maurício Feldman, Sócio-fundador da Volanty

“A Volanty está em plena expansão para dar todo o suporte necessário à meta de crescer 25% ao mês.Para se destacar entre as startups não existe uma receita de bolo – é um conjunto de fatores que envolve muito trabalho, olhares voltados para o mercado nacional e internacional e o principal: concentrar os esforços em proporcionar novas experiências e transformar a realidade de um mercado tão tradicional quanto o de automóveis. Identificamos as dificuldades e dores das pessoas e estudamos as formas mais eficientes e escaláveis de oferecer uma solução melhor para elas.”

Eduardo Henrique, CEO da Wavy

“A Wavy é uma empresa do Grupo Movile, até então especialista em soluções de comunicação e conteúdo via serviços de mensagens, focada nos canais de SMS e WhatsApp Business API, mas que decidiu recentemente se reposicionar e ampliar a sua atuação para ajudar seus clientes com soluções de customer experience. A operação da empresa já alcançou o tráfego de mais de 1 bilhão de mensagens por mês em 10 países diferentes.

Aprendemos muito, tivemos muitos erros e acertos na nossa caminhada. Um conselho que posso dar, é que no nosso processo, percebemos que era preciso fazer muito mais experimentos, implementar e validar as ideias de forma mais ágil. Estávamos demorando 6 meses para lançar um projeto e gastando milhares de dólares para perceber que estávamos errados. Acho que todo empreendedor precisa ter a cultura de que errar é aceitável. No final do dia, o que importa é ter pensado em novas ideias, mensurado o resultado e aprendido rápido com o erro, para errar novamente. Isso vira um ciclo virtuoso, em que novas ideias surgem a todo momento, e uma delas pode significar a disrupção do seu negócio. Com essa cultura, é possível manter um nível de crescimento acelerado, o que buscamos a todo momento por aqui.”

Audi conecta em rede seus veículos com semáforos na Europa

A partir de julho a Audi vai integrar em rede novos modelos com os semáforos em Ingolstadt, na Alemanha, com a tecnologia Audi Traffic Light Information. Outras cidades europeias farão parte do projeto depois de 2020. Com a nova tecnologia, os veículos poderão capturar uma “onda verde” na cidade: os motoristas de Audi verão no painel qual velocidade é necessária para chegar ao próximo semáforo no verde. Se isto não for possível dentro do limite de velocidade permitido, aparecerá uma contagem para a próxima fase verde. Assim, dirigir nas cidades será mais relaxante e eficiente. Nos EUA, os clientes da Audi já vêm usando este serviço desde o final de 2016. A Audi é a primeira montadora no mundo a conectar em rede seus modelos com os semáforos nas cidades.

“O para e anda nas cidades é muito irritante. Ficamos felizes quando encontramos uma ‘onda verde’, mas infelizmente isso ocorre muito raramente. Com a função Audi Traffic Light Information, os motoristas têm maior controle. Eles dirigem com mais eficiência e mais relaxados, porque sabem se um semáforo a 250 metros à frente estará verde”, comenta Andre Hainzlmaier, responsável pela área de desenvolvimento de aplicativos, serviços conectados e cidades inteligentes da Audi. “Futuramente, dados anônimos de nossos veículos podem ajudar a mudar os semáforos nas cidades para melhorar as fases e o fluxo do tráfego”.

Nos EUA, os clientes da Audi já vêm usando a função “Tempo Até o Verde” há dois anos: se o motorista atingir um semáforo vermelho, uma contagem no Audi virtual cockpit ou head-up display conta os segundos até o próximo semáforo verde. Agora este serviço está disponível em mais de 5.000 cruzamentos nos EUA, por exemplo, em cidades que incluem Denver, Houston, Las Vegas, Los Angeles, Portland e Washington (capital). Só na capital cerca de 1.000 cruzamentos estão conectados à função Audi Traffic Light Information.

Desde fevereiro de 2019 a Audi oferece outra função na América do Norte. A finalidade é permitir especialmente a condução na “onda verde”. “Green Light Optimized Speed Advisory” (GLOSA) (Aviso de Velocidade Otimizada para o Semáforo Verde) mostra ao motorista a velocidade ideal para chegar ao próximo semáforo verde.

Tanto o “Tempo Até o Verde” como o GLOSA serão ativados para início de funcionamento em Ingolstadt em modelos Audi selecionados. Eles incluem todos os modelos e-tron da Audi e o A4, A6, A7, A8, Q3, Q7 e Q8 que serão produzidos a partir da metade de julho. O pré-requisito é o pacote “Audi connect Navigation & Infotainment” e o opcional “reconhecimento da sinalização do tráfego baseado em câmera”.

“Os desafios para a introdução em série do serviço são muito maiores na Europa do que, por exemplo, nos EUA, onde o sistema de semáforos urbanos foi planejado para uma grande área e uniformemente. Como contraste, na Europa a infraestrutura de tráfego foi desenvolvida mais localmente e descentralizada – com grande variedade de tecnologia”, explica Hainzlmaier. “Com que rapidez outras cidades estarão conectadas a esta tecnologia depende, acima de tudo, se os padrões de dados e interfaces forem estabelecidos e as cidades digitalizarem seus semáforos.”

Neste projeto, a Audi está trabalhando com Traffic Technology Services (TTS) (Serviços de Tecnologia do Tráfego). O TTS prepara os dados brutos dos centros de gestão de tráfego de cidade e os transmite aos servidores da Audi. A partir daqui, a informação atinge o veículo por uma conexão rápida de internet.

A Audi está trabalhando para oferecer a Audi Traffic Light Information em outras cidades da Alemanha, Europa, Canadá e EUA nos próximos anos. Na grande cidade oriental da China, Wuxi, Audi e parceiros estão testando redes entre os veículos e os sistemas de semáforos no contexto de um projeto em desenvolvimento.

No futuro, os clientes da Audi poderão se beneficiar de funções adicionais, por exemplo, quando as “ondas verdes” forem incorporadas ao planejamento do roteiro ideal. Também se pode conceber que os modelos e-tron da Audi, ao cruzar por um semáforo vermelho, usarão cada vez mais a energia de frenagem para carregar as baterias. Acoplado ao controle de cruzeiro adaptativo preditivo, os veículos podem até frear automaticamente em semáforos vermelhos.

Em longo prazo, o tráfego urbano será beneficiado. Quando os veículos enviarem dados anônimos à cidade, os semáforos poderão ser operados com mais flexibilidade. Todos os motoristas conhecem a seguinte situação: à noite você espera em um semáforo vermelho – enquanto nenhum outro veículo é visto nas proximidades. Semáforos em rede poderão reagir de acordo com a demanda. Motoristas de outros veículos da concorrência também aproveitarão esse trabalho de desenvolvimento encabeçado pela Audi com a Audi Traffic Light Information – uma boa novidade para as cidades, que dependem dos dados anônimos de grandes frotas para obter a gestão mais eficiente do tráfego.

Futuramente, tecnologias V2I (veículo para infraestrutura) como a Audi Traffic Light Information facilitarão a condução automatizada. “Uma cidade é um dos ambientes mais complexos para os veículos autônomos. Apesar disso, o veículo deve poder administrar a situação, mesmo na chuva e neve. A troca de dados com a infraestrutura de tráfego pode ser altamente relevante nesta situação, diz Hainzlmaier.

IBM lança Maratona Behind the Code, competição que descobrirá o 1º Master Dev do Brasil

A IBM anuncia a Maratona Behind the Code, uma jornada que reunirá desenvolvedores de todo o Brasil em uma competição de codificação por 42 dias, com foco no desenvolvimento de soluções de negócios com tecnologias disruptivas, como AI, IoT, Blockchain e Kubernetes, entre outras, todas disponíveis na IBM Cloud.

A iniciativa tem como objetivo fornecer ferramentas e conteúdo para ajudar os desenvolvedores a resolver os 9 desafios de negócios. As 8 primeiras provas serão fundamentais para gerar um ranking de classificação entre todos os participantes, sendo que os 100 primeiros colocados ganharão automaticamente uma viagem à Bahia para participar da última etapa, em uma competição face-to-face, que nos levará ao grande vencedor e dono do título de 1º Master Dev do Brasil. Os cinco vencedores ganharão uma viagem internacional de uma semana a São Francisco onde poderão conhecer um Laboratório IBM e participar de uma imersão para desenvolver skills e habilidades em inteligência artificial e outras tecnologias.

De acordo com o IDC, de 2018 a 2023 cerca de 30 milhões de novos aplicativos empresariais lógicos serão criados por desenvolvedores da América Latina. Um estudo do Stack Overflow1 afirma que, atualmente, a tecnologia de Cloud Computing é usada por mais da metade dos desenvolvedores corporativos em todo o mundo e outros 28% deles planejam começar a desenvolver na nuvem nos próximos 12 meses.

A nuvem é hoje o facilitador da inovação para organizações de qualquer setor e tamanho, seja grande empresa ou uma start-up, e migrar para a nuvem a partir de ambientes de aplicativos tradicionais é uma necessidade na era da economia digital, onde novas técnicas de desenvolvimento e codificação devem ser continuamente estudadas e aprendidas.

“Hoje, os desenvolvedores estão no centro, não apenas dos avanços tecnológicos, mas da inovação nos negócios”, disse Antonio Martins, Presidente da IBM Brasil. “Com esta iniciativa pretendemos reunir desenvolvedores, programadores, designers, estudantes e coders de todo o Brasil para que possam aplicar seus conhecimentos em uma arquitetura de nuvem, apresentando desafios de negócios que eles precisarão resolver para vencer a maratona”.

A IBM tem capacitado a próxima geração de desenvolvedores e incentiva cada vez mais a inovação e a colaboração através de padrões abertos e tecnologia de ponta. O software de código aberto compõe mais da metade das bases de códigos corporativos analisadas em 13 de 17 setores da economia, de acordo com o estudo da Synopsys deste ano (2019). O crescimento acelerado no uso de novas tecnologias é responsável por uma transformação cada vez maior no mercado e na própria economia, o que também aumenta a necessidade de transformar a forma como as pessoas aprendem, colaboram e desenvolvem novas habilidades para se adaptarem ao mercado de trabalho.

“Acreditamos que nosso sucesso na transição para a economia digital depende não apenas da adoção de novas tecnologias, mas também do trabalho colaborativo com todo o ecossistema de negócios”, disse Marcelo Spaziani, Vice-Presidente de Vendas da IBM para América Latina. “Com essa iniciativa, pretendemos combinar o melhor dos dois mundos: o talento e as habilidades dos desenvolvedores brasileiros e importantes empresas locais e internacionais que querem recrutar novos talentos treinados em novas tecnologias”.

Para alcançar o título desejado de 1º Master Dev do Brasil e ganhar uma viagem à Bahia para a batalha final ao vivo, os participantes terão que resolver 8 desafios de negócios propostos por cada um dos patrocinadores, usando padrões de código baseados nessas tecnologias: Blockchain, IoT, Serverless, Visual Recognition, Big Data, Kubernetes, OpenShift, Inteligência Artificial e Machine Learning. Quanto mais rápido o desafio for resolvido, mais pontos o desenvolvedor participante acumulará. Grupo Boticário, Pão de Açúcar, FIAP, UniJÁ, Saint Paul, Ingram Micro com o Projeto Novas Rotas e IT Mídia são algumas das empresas que patrocinam a iniciativa e irão propor desafios de negócios para serem solucionados pelos desenvolvedores. Além disso, a maratona contará também com a participação da Red Hat e com o apoio da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Como participar:

Visite http://ibm.biz/maratona e inscreva-se até 5 de julho.

Prêmios:

Os 100 primeiros colocados ganharão automaticamente uma viagem à Bahia para participar da última etapa, em uma competição face-to-face, que nos levará ao grande vencedor e dono do título de 1º Master Dev do Brasil.

Os cinco vencedores ganharão uma viagem internacional de uma semana a São Francisco onde poderão conhecer um Laboratório IBM e participar de uma imersão para desenvolver skills e habilidades em inteligência artificial e outras tecnologias.

1 2018 Stack Overflow Developer Survey (https://insights.stackoverflow.com/survey/2018/)

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Health techs – 3 soluções que prometem ajudar consumidores

O Brasil é o sétimo maior mercado de saúde do mundo e o segundo maior mercado privado da América Latina, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. É também a sede de uma das maiores feiras de cuidados do setor mundial, a Hospitalar, frequentadas por mais de 85.000 profissionais de mais de 50 países.

Para atender e acompanhar esse potencial de consumo e investimento, atualmente, no Brasil, há 353 startups de health techs, de acordo com a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), instituição sem fins lucrativos que representa as startups brasileiras, das 12 mil startups mapeadas.

Desse número, 34,8% das startups estão concentradas no estado de São Paulo. Em relação ao nível de maturidade das startups nesse segmento, 46,4% delas estão em fase de tração e 30% em fase de operação. Dentre as mais de 300, destaque para três soluções que facilitam gestão, tratamento e comunicação em hospitais, laboratórios e clínicas, facilitando a vida dos pacientes:

CM Tecnologia – Especialista na Jornada do Paciente, a CM Tecnologia é uma startup de healthtech que tem como objetivo desenvolver soluções para melhorar a experiência das pessoas com hospitais, clínicas e laboratórios. Fundada em 2012, a empresa está em constante busca por inovação e, para tal, conta com softwares que vão desde a marcação de exames e consultas online até a elegibilidade automática do paciente.

Telavita – Sob o conceito de Saúde Digital, a Telavita é um marketplace de saúde que tem por objetivo conectar profissionais da psicologia brasileira a pacientes de todo país, por meio de uma tecnologia robusta, ágil e segura. Todo o processo de escolha, agendamento e atendimento de sessão é realizado em ambiente digital, com as devidas autorizações do Conselho Federal de Psicologia.

Memed – plataforma exclusiva e gratuita para médicos se informarem sobre medicamentos e fazerem prescrições impressas e eletrônicas, que arrecadou US$ 3 milhões em um acordo liderado pela Redpoint eventures.

22ª Exposec é aberta em São Paulo com as novidades mundiais no setor de segurança

A Exposec, maior feira latino-americana de segurança eletrônica, foi aberta ao público nesta terça-feira (21) no São Paulo Expo. As novidades em sistemas integrados, equipamentos autônomos e inteligência artificial voltadas para a melhoria da qualidade de vida das pessoas estão sendo demonstradas por 800 marcas expositoras. Um mercado que vem num crescimento constante, segundo pesquisa inédita realizada pela ABESE – Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança.

De acordo com o levantamento, em um universo total de 22 mil empresas do setor (incluindo indústria, distribuidores e prestadores de serviços) 8% são fabricantes, sendo que 31% produzem câmeras. Nos últimos 12 meses foram vendidas por essas empresas cerca de 600 mil câmeras/ano ou 50 mil câmeras por mês no Brasil.

Na cerimônia de abertura, Rimantas Sipas, diretor comercial da Cipa Fiera Milano, organizadora e promotora da Exposec, disse que este ano a feira é maior do que a edição passada e tem um potencial incrível para a geração de negócios. “Tenho certeza de que todos aqueles que por aqui passarem vão se impressionar com as incontáveis inovações em produtos e serviços para todas as vertentes da segurança, tanto nos estandes quanto no Palco Exposhow”. “No pavilhão, as atrações se multiplicam. Vale a pena conferir a Arena Drone, a Arena ABESE Conecte-se e a Ilha São Paulo Inteligente. Sem falar no II Congresso ESS – Segurança em Hospitalidade para quem quer se atualizar sobre segurança em hospitais, shoppings, hotéis e outros setores, e o I Seminário de Segurança em Condomínios”.

Já a presidente da ABESE, Selma Migliori, lembrou que a Exposec é hoje referência no setor em toda a América Latina. “E acontece num momento particular, quando a segurança pública é prioridade em todo o mundo e, em especial, no Brasil.”

Ao mesmo tempo, segundo Selma, a segurança eletrônica está em transformação “e fazemos parte dessa transformação”. “Não podemos viver no passado. Por isso, criamos (na Exposec) a Arena ABESE Conecte-se, que antecipa tendências e novos modelos de negócios para o futuro”, afirmou a presidente da associação.

O secretário municipal de Segurança Urbana de São Paulo, Coronel José Roberto Rodrigues de Oliveira, lembrou que falar em segurança sem envolver tecnologia não é mais possível. “Não tem sentido. Por isso a importância desta feira, que dá oportunidade da administração pública se apropriar dessas novas tecnologias, tão importantes para darmos mais segurança aos cidadãos”.

O comandante-geral da Polícia Militar do Estadão de São Paulo, Coronel Marcelo Vieira Salles, por sua vez, lembrou que o policiamento tem grande protagonismo na segurança das pessoas “mas não é o remédio para todos os males”. “Ai entram as empresas privadas, tanto de vendas de equipamentos como as do terceiro setor, que oferecem serviço de segurança. Assim, os bons resultados devem ser creditados a todos os setores da segurança”.

O General João Camilo Pires de Campos, secretário estadual de Segurança Pública de São Paulo, também elogiou a realização da Exposec, destacando que a tecnologia já faz parte de toda estratégia de segurança. “Inclusive, a tecnologia é fundamental para a inteligência das polícias”, concluiu.

Fórum Brasileiro de IoT (Internet das Coisas) busca a inclusão social

Promover a inclusão social através da Internet das Coisas (IoT). Com esse objetivo o Fórum Brasileiro de IoT, que integra a Arena ABESE Conecte-se durante a 22ª Exposec, apresenta o seu Painel Academy.

Com inúmeras apresentações sobre os diversos segmentos de uso de Internet das Coisas dentro de um auditório específico, o Fórum traz novidades relevantes, segundo Tamiko Hayashida, assistente da instituição. Criado em 2011, o Fórum realizou um bem-sucedido teste piloto em São Caetano do Sul. “Apresentamos o projeto no Ministério da Educação (MEC) para a inclusão social via Internet das Coisas, que foi muito bem aceito”, contou.

Na programação, que segue até o dia 23, estão apresentações sobre “Cidades Inteligentes e Segurança 4.0”, “A Visão Estratégica e Tendências De IoT”, “Conectividade, Tendências: Inteligência Artificial”, “Lei Geral De Proteção de Dados” e “A Educação e a IoT”.

O Instituto Mauá de Tecnologia apresenta a Plataforma Smart Campus que possui várias aplicações

Fazendo parte dos tabletops (mini estandes) chamados Engajadores de IoT na Arena ABESE Conecte-se, o Instituto Mauá de Tecnologia apresenta sua Plataforma Smart Campus, baseada na Internet das Coisas. Trata-se de uma plataforma única criada por professores, pesquisadores e alunos da instituição de ensino dentro da concepção de conexão de máquinas, cidades, elementos de infraestrutura, veículos e residências em rede para informar sua situação, receber instruções e até mesmo praticar ações com base nas informações recebidas.

De acordo com Antonio Puliti, estagiário da Divisão de Eletrônica e Telecomunicação do Instituto Mauá, a plataforma foi baseada na tecnologia de protocolo aberto LoRaWAN (Long Range Wide Area Network), desenvolvido pensando justamente em IoT, em que o baixo consumo energético é primordial para os dispositivos operados sem alimentação pela rede elétrica.

Desde sua criação, o Smart Campus já atingiu bons resultados, como foi percebido num trabalho de graduação realizado em 2017, em que se monitorou o consumo da água em hidrômetros de um edifício da Mauá no Campus de São Caetano do Sul. Com isso, foi possível se criarem previsões de consumo e demanda da água.

Outro trabalho desenvolvido por alunos, e que também ganhou destaque com a utilização do sistema, foi um monitoramento de armas de fogo, que conseguiu medir cada ação do objeto por um acelerômetro dentro do revólver, e pelo sistema era possível verificar se existia algum movimento ou, até mesmo, se tinha havido disparos.

MicroStrategy demonstra pela primeira vez no Brasil conceito de HyperIntelligence

Empresas e pessoas são inundadas por milhares de dados, todos os dias, a todo instante; sabemos também que de todas essas informações, cerca de 30% são de fato utilizadas. Por isso, obter a informação certa, na hora certa, com agilidade e sem a necessidade de diversos cliques, é essencial. E é exatamente essa a mudança de paradigma que o HyperIntelligence é capaz de proporcionar. Apontado como a próxima era do analytics, o conceito será demonstrado pela primeira vez no Brasil em larga escala pela MicroStrategy, fornecedora líder mundial de software de análise e mobilidade empresarial, durante a Conferência Gartner Data & Analytics, que acontece em 29 e 30 de maio, em São Paulo, Brasil.

Esta tecnologia, que traz a inteligência artificial definitivamente para mais perto da força de trabalho e chega com a nova plataforma MicroStrategy 2019, é resultado de anos de pesquisa, dedicação exclusiva da companhia ao analytics e inúmeros feedbacks recebidos pelos usuários das soluções. “A Hyperintelligence é, na verdade, o caminho inverso ao que todos estão habituados com o BI tradicional: as respostas encontrando quem precisa delas, em qualquer contexto de trabalho, mesmo fora do Analytics, em vez de os usuários irem buscá-las em diversos sistemas, arquivos e na internet. O que antes exigia uma série de ações, agora é feito imperceptivelmente, em tempo real, com zero cliques. Os insights surgem diretamente nos fluxos de trabalho, ou seja, as informações aparecendo e saltando aos seus olhos quando se fazem mais necessárias”, ressalta Celso Oliveira, Country Manager da MicoStrategy no Brasil.

A companhia demostrará ao vivo na área de exibição, de maneira interativa, como o HyperIntelligence fornece maneiras naturais e até imperceptíveis de apresentar KPIs em tempo real, informações contextuais e recomendações inteligentes, deixando para trás as tradicionais ferramentas de análise de dados e até as ferramentas de Self-Service Data Discovery. Sem falar da possibilidade de usar linguagem natural, machine learning, realidade aumentada e recursos de voz, como Alexa, da Amazon, chatbots, software de reconhecimento de imagem e outros aplicativos modernos, que trazem um diferencial de agilidade gigantesco. Veja neste link uma demonstração parecida com a que será feita.

Também durante o evento, a MicroStrategy apresentará como o analytics e a inteligência artificial apoiam o programa de gestão de saúde populacional de uma grande operadora do setor. A apresentação detalhará como o banco de dados centrado no paciente, conectado ao Microstrategy Dossier, fornece análises oportunas, precisas e úteis para gerentes de saúde da população e coordenadores de cuidados. Por meio de métricas usadas para monitorar a saúde do paciente ao longo do seu ciclo de tratamento, é possível antecipar complicações graves e evitar intervenções desnecessárias, reduzindo, assim, custos e melhorando a qualidade de vida.

Além disso, como muitas das organizações com baixa maturidade em BI não possuem um programa formal de controle de dados, segundo o próprio Gartner, faz parte da programação uma mesa redonda, mediada por Celso Oliveira, para discutir a importância da governança e também para ressaltar o fato, muitas vezes desconhecido, que implementar uma plataforma avançada de inteligência empresarial não significa abrir mão das ferramentas que os usuários mais se adaptam. A ideia é mostrar que a tecnologia hoje já permite conectar entre si ferramentas analíticas distintas, para que haja uma visão única, um aumentar do alcance dos ativos de informações e a publicação de dados regidos e certificados, que poderão ser utilizados por todos. “Claro que a governança de dados não ocorre de um dia para outro, mas ela definitivamente não é um bicho de sete cabeças e não atrasa em nada a tomada de decisão. Pelo contrário, traz não só agilidade como também transparência”, finaliza Oliveira.

Conferência Gartner Data & Analytics 2019

Data: 29 e 30 de maio
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel (Sâo Paulo)
Palestra “Analytics e A.I. no apoio à Gestão de Saúde Populacional”: 30/05 às 10h45
Mesa redonda “MicroStrategy: Governança de dados e seu impacto no negócio”: 30/05 às 14h45

Pesquisa da Capgemini: 50% dos motoristas querem usar carros autônomos até 2024

Um novo estudo do Capgemini Research Institute revela que a preferência do consumidor por andar em carros autônomos deve dobrar nos próximos 5 anos. Enquanto apenas 25% dos consumidores gostariam de utilizar um veículo autônomo no lugar de um carro tradicional nos próximos 12 meses, mais da metade (52%) fala que os automóveis sem motorista serão seu meio de transporte preferido até 2024.

Essas descobertas foram publicadas no relatório “The Autonomous Car: A Consumer Perspective” (em tradução livre, “O Carro Autônomo: Uma Perspectiva do Consumidor”), do Capgemini Research Institute. A resposta positiva dos consumidores sugere que eles enxergam enormes benefícios nos veículos autônomos em termos de eficiência de combustível (73%), redução nas emissões de carbono (71%) e economia de tempo (50%). Tal é o sentimento de otimismo e antecipação, que mais da metade dos consumidores (56%) dizem que estariam dispostos a pagar até 20% a mais por um veículo autônomo em relação ao carro padrão.

Os resultados também apontam para uma mudança na percepção da mobilidade, os consumidores acreditam que os carros autônomos vão assumir um papel maior em suas vidas diárias, indo além do ato de dirigir, para obter autonomia na execução de tarefas e completar tarefas domésticas. Quase metade (49%) dos entrevistados do estudo estaria confortável com carros autônomos executando uma tarefa em seu nome, e mais da metade (54%) confiaria em um veículo autônomo para deixar ou buscar amigos e familiares que não dirigem, enquanto um em cada dois (50%) espera carros autônomos para ajudá-los a economizar tempo para realizar outras atividades – tais como socializar, divertir-se, trabalhar ou simplesmente curtir uma viagem.

É claro que os consumidores estão antecipando um futuro autônomo, mas existem até mesmo fatores culturais e geográficos que estão impulsionando essa maior antecipação por carros autônomos. A Capgemini identificou dois grupos que exibem um sentimento particularmente positivo em relação aos veículos que prescindem de motorista – consumidores chineses e os millennials.

No entanto, apesar do aumento no sentimento positivo do consumidor, do entusiasmo e da antecipação, as barreiras à adoção permanecem com os entrevistados dizendo que a compra ou adoção de um veículo sem motorista depende da segurança do veículo (73%) e da segurança do sistema (72%).

Markus Winkler, Diretor Global da Área Automobilística da Capgemini, afirmou: “Nosso relatório mostra um alto patamar de otimismo e entusiasmo entre os potenciais usuários de veículos autônomos. A maior parte das conversas até hoje se concentrou na evolução tecnológica dos carros sem motoristas. Por isso, é extremamente encorajador ver que os benefícios potenciais que a tecnologia possibilita estão reverberando nos futuros passageiros. As expectativas dos clientes em relação às experiências autônomas afetarão não apenas a indústria automotiva, mas também outros setores como mídia e entretenimento, varejo e saúde, abrindo caminho para uma infinidade de oportunidades de negócios colaborativos”.

“No entanto, permanece um grau de incerteza e preocupação, e as montadoras devem considerar as expectativas e os temores de seus futuros clientes, transformando suas próprias operações de um foco extremo em produtos para serviços e orientado aos clientes, e como eles levam os veículos autônomos para o mercado”, conclui o executivo.

A Capgemini identificou quatro áreas-chave como foco para acelerar a jornada rumo a um futuro autônomo:
· Mantenha o cliente informado: da percepção do consumidor, o carro está agora passando de um meio de transporte para um assistente quase pessoal. Essa mudança coloca um fardo significativo de responsabilidade sobre a montadora, que deve ser franca sobre as capacidades do veículo e evitar qualquer risco de informação errônea;

· Compreender e reafirmar: o estudo mostrou que os consumidores têm uma visão clara da experiência que esperam de um carro autônomo. As empresas automotivas fariam bem em entender as expectativas do consumidor e associá-las ao próprio processo de design, ao mesmo tempo em que investem e comunicam os elementos de segurança e proteção dos veículos;

· Construindo um ecossistema de serviços: as expectativas em torno do potencial de carros sem motoristas destacam a necessidade clara de as empresas automotivas expandirem seu escopo de ofertas ao consumidor. Os consumidores esperam uma ampla variedade de experiências dentro do carro, que vão desde entretenimento ao trabalho e serviços de saúde. Fornecer essas experiências e convertê-las em oportunidades de negócios exigirá que as empresas automotivas façam parceria com um novo conjunto de players de tecnologia, conteúdo e comércio, a fim de criar um ecossistema completo de serviços;

· Investimento em software: como um setor industrializado, extremamente transformador, as empresas automotivas precisam se integrar os veículos autônomos à estratégia geral da empresa e em todas as divisões de seus negócios. Isso só pode ser alcançado com o desenvolvimento de competências de software que requerem a melhoria da qualificação da força de trabalho e o desenvolvimento de novas parcerias para garantir o domínio digital em diferentes funções de negócios.

Metodologia da Pesquisa
O Capgemini Research Institute realizou a pesquisa com 5.538 consumidores em seis países da Europa, América do Norte e Ásia em dezembro de 2018. Também foram pesquisados 280 executivos de OEMs, fornecedores e empresas de tecnologia. A Capgemini também conduziu entrevistas com líderes da indústria, examinando o que os consumidores querem dos carros autônomos e como as organizações podem fornecer isto a eles.

Autoatendimento: a chave para faturar mais no varejo

Por Rodrigo Andrade Oliveira, da Linx

Vender mais é sinônimo de mais receita, margem e empregos, em qualquer setor da economia. No segmento de Food Service, por exemplo, que representa mais de 10% do PIB brasileiro, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentação (ABIA), não é diferente. Com todos os desafios do mercado, o varejo teve de buscar maneiras inovadoras de continuar incrementando seu faturamento e, mais do que isso, fidelizando seus clientes.

Graças às tecnologias atuais, os varejistas têm encontrado novas formas de continuar alavancando seus negócios. Um dos recursos mais importantes é o autoatendimento, que além de oferecer benefícios para a operação como um todo, acarreta em mais faturamento para os estabelecimentos. Para entender as vantagens do autoatendimento em um negócio, é preciso ter em mente que os resultados são baseados em grandes entregas.

Vamos tomar como exemplo o mercado de Fast Food. A primeira delas é a redução de filas. Isso significa mais agilidade e conveniência para o consumidor. A segunda está na forma como a marca expõe seu cardápio, já que um totem, por exemplo, facilita a visão do cliente de toda a gama de opções de um jeito mais ilustrativo, o que pode aguçar o desejo de compra e pode aumentar até as chances da realização de uma venda considerada quase incerta para o fast food, como é o caso da sobremesa. Afinal, nesse ambiente é difícil que o consumidor volte ao caixa para fazer um novo pedido de sobremesa após terminar sua refeição.

Como consequência dos benefícios citados acima, o autoatendimento dá mais precisão ao restaurante na hora de escolher seu mix de produtos e promover ações que façam sentido tanto para a loja quanto para o cliente. Este canal permite, inclusive, a utilização de recursos promocionais, como banners animados e sugestões de menu, o que contribui para o aumento da conversão, do ticket médio e do engajamento do público. E por último, para completar todo esse pacote, o pagamento é o responsável pelo ‘grand finale’, já que essa etapa costuma ser realizada com cartões neste canal, então tudo fica ainda mais ágil.

Como era de se esperar, o autoatendimento já se mostrou tão eficiente que o gigante McDonald’s, por exemplo, anunciou para 2019 investimentos da ordem de R$ 9 bilhões, com foco em modernizar o atendimento em suas lojas ao redor do planeta. Só no Brasil, a companhia já investiu R$ 1,25 bilhão. O Bob’s, na mesma onda, já afirmou que pretende investir R$ 1 bilhão até 2023 em um plano de expansão que também inclui a modalidade que torna o consumidor protagonista de seu contato com as lojas.

A rede Taco Bell, que chegou ao território brasileiro recentemente, já tem grandes ambições para o mercado local, tudo com base em inovações que incluem o autoatendimento. Ainda este ano, o objetivo da marca é chegar a 40 franquias, com preferência a São Paulo e Rio de Janeiro. Até 2027, a ideia é atingir a marca de 200 lojas em território brasileiro.

E não é só expansão física que está no radar da empresa. Em termos de eficiência, a meta por aqui é que o tempo médio de atendimento seja de 2,5 minutos até 2020 – indicador que gira em torno dos 4 minutos atualmente. Prova de que o País está em destaque é que a Taco Bell no Brasil foi a segunda a receber os totens de autosserviço no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

Muito além da alimentação

Apesar de todo – e verdadeiro – otimismo do mercado com este canal, ainda existem algumas barreiras culturais que levam as pessoas a ficar nas filas, sem levar o autoatendimento em consideração como primeira opção de contato. Porém, a solução é simples e está na maneira de uma marca se comunicar. Saber posicionar os totens estrategicamente e investir em sinalização para levar os consumidores ao serviço são medidas que podem fazer a diferença.

Junto com esse pensamento, é preciso garantir que a comunicação do autosserviço com a operação do estabelecimento aconteça da forma mais fluida possível. Isso porque os totens acabam se tornando parte fundamental do negócio e respondendo por grande parte da demanda gerada onde eles estão instalados.

Tanto é que, atualmente, outros segmentos do varejo se apropriaram da modalidade e também estão apostando no autoatendimento como uma forma de melhorar a experiência do consumidor. É o caso de bancos, estacionamentos, supermercados, cinemas e outros.

O Carrefour, por exemplo, equipou uma de suas lojas em São Paulo em meados de 2017 e já constatou que 9% das vendas desta unidade são oriundas do novo serviço.

Com esse mar de oportunidades, a conclusão é certeira: o segredo do sucesso está nas mãos do consumidor – literalmente

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Aon Brasil anuncia implementação do movimento WIN – Women’s International Network

A Aon, empresa global líder de serviços profissionais, que oferece ampla gama de soluções em riscos, previdência e saúde, anuncia sua adesão ao movimento WIN (Women´s International Network). O objetivo é fortalecer o crescimento pessoal e profissional de todas as colaboradoras da companhia no Brasil. O WIN tem sido essencial para intensificar o empoderamento feminino dentro das organizações, além de ser a principal referência em programas que apoiam a diversidade, inclusão e a mulher em posições de liderança.

A iniciativa foi implementada pela Aon desde outubro de 2018, reconhecendo os esforços das mulheres que colaboram para o desenvolvimento da organização. Atualmente, 50% da sua força de trabalho da Aon é composta por mulheres, inclusive representantes em cargos de liderança.

“O empoderamento das mulheres é essencial para o crescimento econômico e o desenvolvimento social. Por isso, a Aon adotou ao movimento WIN, para mostrar que podemos fazer a diferença desempenhando nossos cargos, valorizando a inclusão e fomentando a presença feminina no ambiente corporativo”, comenta Adriana Zanni, Diretora de Recursos Humanos da Aon Brasil.

Embora haja o constante apoio e ações de conscientização para promover a igualdade de gêneros nas empresas, o Fórum Econômico Mundial aponta que só será possível alcançar a igualdade de gêneros, em uma escala global, nas questões de saúde, educação e salários em 2186. A partir deste cenário, a ONU Mulheres criou o movimento HeforShe para diminuir as barreiras sociais que impedem grande parte das mulheres de conquistar seus objetivos em uma sociedade igualitária entre homens e mulheres.

A Aon também valoriza as profissionais, ou cônjuges dos seus colaboradores, que escolhem ser mães. Após a descoberta da gestação, as mulheres passam a ter 100% dos custos médicos oferecidos pela Aon. Essa ação é um reconhecimento ao direito da mulher em ser mãe no momento em que ela escolher.

Além disso, a Aon assinou recentemente uma carta de princípios de empoderamento das mulheres – WEP’s’. Por meio dela, a Aon assume publicamente o compromisso com a agenda e diretrizes sobre os temas, integrando uma rede global das Nações Unidas, que compartilha informações, publica cartilhas, promove fóruns, eventos e webinars sobre a valorização da mulher no ambiente de trabalho.

O varejo digital será físico: veja como a tecnologia ajuda na jornada do consumidor

Por Flávia Pini

Até pouco tempo atrás, quando você precisava pegar um táxi, tinha que ficar na rua com o braço estendido. Hoje, poucos lembram desse hábito graças ao avanço dos aplicativos que chamam os motoristas mais próximos por meio da geolocalização dos smartphones. Este é apenas um pequeno exemplo de como a tecnologia impactou a experiência do consumidor em um setor específico – e que se transformou em um caminho sem volta para todos os empreendedores atualmente. Dessa forma, ou os varejistas utilizam soluções que melhorem o relacionamento com seus clientes, ou então enfrentarão sérias dificuldades no futuro.

Conceito em alta no ambiente corporativo, a transformação digital ainda engatinha no Brasil. Pesquisa da IDC indica que apenas 4% das empresas nacionais estão cientes da necessidade deste tema para suas estratégias e praticamente um quarto delas (24,7%) acredita que não seja algo importante. Entre os motivos que explicam esse cenário preocupante estão a dificuldade de compreensão do termo no dia a dia das empresas e os obstáculos que ainda existem no país, como aspectos políticos e econômicos.

As mudanças cada vez mais intensas proporcionadas pela evolução tecnológica ao longo das últimas décadas deixou os varejistas perdidos. Hoje, o consumidor está muito mais exigente: ele busca produtos e serviços que interessem aos seus gostos pessoais e quer isso da forma mais rápida possível. O imediatismo é o símbolo desta nova relação entre marca e indivíduo e poucas lojas se adaptaram a esta realidade. A saída, portanto, é apostar em ferramentas que consigam integrar os canais on e offline, permitindo que os profissionais possam antever aquilo que o futuro cliente deseja ao entrar em seu estabelecimento.

Por muito tempo havia a ideia de que dados e uso de tecnologia era algo restrito ao e-commerce, mas essa visão caiu nos últimos anos. Hoje, a loja física também entrega relatórios completos com informações que auxiliam na tomada de decisão para aumentar as vendas – o que só é possível graças à tecnologia que permite aferir o público que frequenta o local e permite o cruzamento de dados obtidos na web. Assim, torna-se obrigatório o uso de recursos deste tipo na jornada de compra do consumidor. Ao obter uma visão clara de quem entra e de quem compra, é possível melhorar a experiência e o relacionamento com todos.

Os varejistas que desejam sobreviver e crescer neste novo momento devem entender que o futuro não permite a existência de barreiras entre one off, digital e físico. Seja na Internet ou dentro da loja, a pessoa não quer problemas e deseja realizar sua compra da melhor forma possível – seja retirando no estabelecimento, pedindo para um app realizar a entrega ou passando horas em frente à vitrine. A conta é simples: quanto menos atrito a jornada de compra tiver, melhor será a experiência dela com a marca. Isso exige mudanças, evidentemente. A loja deve estar aberta à transformação digital e a própria mão de obra deve se qualificar. Uma vez que a automação fará os processos burocráticos, os profissionais devem focar justamente no relacionamento com os clientes.

Considerado “morto” no início do e-commerce, o varejo tradicional segue mais vivo do que nunca porque, paradoxalmente, a evolução tecnológica valoriza cada vez mais as suas características. É o local que se transformou em um enorme laboratório de dados e um hub de logística capaz de oferecer as melhores experiências de compra das pessoas. Com a tecnologia, o estabelecimento vai capturar dados, se transformar em centro de distribuição e de entrega de relacionamento, mantendo-se perto de seu público em todas as etapas de sua jornada de compra.

Flávia Pini, sócia e CMO da FX Retail Analytics.

Pesquisa CWT revela que dois terços dos viajantes preferem reservar suas passagens digitalmente

A CWT, empresa de gestão de viagens B2B4E (sigla em inglês para Business to Business for Employees), anuncia sua mais recente pesquisa e mostra que 69% dos viajantes corporativos de todo o mundo preferem comprar suas passagens aéreas digitalmente em vez de recorrer a um atendimento humano. Isso continua aumentando para reservas de hotéis (78%), transporte terrestre (71%) e check-in para voos (68%). Entretanto, os viajantes são mais receptivos falando com uma pessoa ao fazer o check-in (46%) e check-out (51%) nos hotéis.

“A tecnologia está se tornando cada vez mais dominante no ecossistema de viagens”, diz Andrew Jordan, Head Global de Produtos e Tecnologia da CWT. “As interações digitais estão crescendo, e a indústria de viagens deve continuar evoluindo para oferecer às empresas e seus funcionários a experiência que eles desejam e esperam”, afirma.

No geral, os viajantes da região Ásia-Pacífico são os mais propensos a preferir a tecnologia ao contato pessoal – 73% dos entrevistados preferem reservar seus voos digitalmente, contra 71% dos viajantes nas Américas e 61% dos europeus. Enquanto isso, 84% dos viajantes dos países da Ásia-Pacífico preferem reservar hotéis digitalmente, contra 77% dos das Américas e 70% dos europeus. Para os viajantes brasileiros, a preferência pela tecnologia ao reservar o voo é de 79%, superando a média nas Américas e nos Estados Unidos (71%).

Quando se trata de fazer o check-in para seus voos, os viajantes das Américas estão mais propensos a usar a tecnologia do que o contato pessoal: 73% disseram preferir as soluções tecnológicas, contra 66% dos europeus e 65% dos viajantes da Ásia-Pacífico. Para os brasileiros, a tecnologia é a forma escolhida para 76% dos entrevistados.

“Uma das prioridades da CWT é oferecer sempre a melhor opção de viagem, desde preços competitivos até o conforto e segurança durante a viagem. Com as ferramentas tecnológicas que disponibilizamos aos nossos clientes – entre elas, o nosso inovador aplicativo móvel myCWT, proporcionamos praticidade e comodidade aos viajantes para que reservem e gerenciem suas viagens pelos canais que acharem mais convenientes, pois garantimos processos e informações consistentes tanto no atendimento humano como digital”, afirma Erinaldo Silveira, Diretor de Produtos e Tecnologia para as Américas da CWT.

Smartphones VS. Computadores

A pesquisa da CWT também mostra que uma porcentagem significativa de viagens ainda é reservada pelo computador – 45% em 2019, contra 53% em 2018 e 52% há dois anos. Mas os smartphones estão se aproximando: 41% em 2019, ante 34% no ano passado e 32 % em 2017. Os tablets ocupam o terceiro lugar, com 11%.

Os dados revelam, ainda, que os viajantes europeus estão mais inclinados a reservar suas viagens em um desktop ou laptop (55%), seguido por viajantes das Américas (49%) e da Ásia-Pacífico (36%). No Brasil, 47% dos viajantes preferem reservar as viagens pelo desktop ou laptop – em 2018 e 2017, essa preferência era de 50%. A reserva por celular pelos viajantes brasileiros é feita por 45% – eram 44%, em 2018, e 42%, em 2017.

Por outro lado, 53% dos viajantes na região Ásia-Pacífico preferem reservar viagens em seus smartphones, em comparação com 40% dos viajantes das Américas e apenas 26% dos europeus. Os viajantes europeus são os mais propensos a usar seus tablets (16%).

Quando questionados sobre como eles preferem lidar com imprevistos ou alterações, 33% dos viajantes dizem que usar um aplicativo para dispositivos móveis é a maneira mais eficaz de fazer isso – 37% dos viajantes da Ásia-Pacífico optariam por esse tipo de recurso, contra 31% dos viajantes das Américas e 30% dos europeus.

“O viajante corporativo moderno quer ser capaz de tomar decisões imediatamente, da maneira que lhe for mais adequada”, explica Jordan. “As empresas precisam proporcionar a seus colaboradores as ferramentas necessárias, tais como aplicativos móveis, para melhor equipá-los em sua jornada”.

RH: Xerpa recebe aporte de R$16 milhões

A Xerpa, inovadora plataforma de RH criada para transformar processos burocráticos e complexos em algo intuitivo e digital, recebe um aporte Series A no valor de R$ 16 milhões. O investimento, liderado pela QED Investors, fundo americano de venture capital liderado pelos fundadores da Capital One, teve participação dos atuais investidores, Kaszek Ventures e Redpoint e.ventures, bem como de dois fundadores da Nubank.

Segundo o Banco Central, apenas 40% dos brasileiros podem arcar com uma despesa não planejada com valor igual ao seu salário mensal sem recorrer a bancos ou amigos. 24 milhões de brasileiros recorrem ao cheque especial a cada ano, pagando em média R$130 em juros pelo saque médio de R$900 que dura uns 16 dias (uma taxa de juros média de 325% ao ano).

O investimento será dedicado a consolidação do Xerpay que permite aos colaboradores receberem seus ganhos já acumulados sob demanda, pagando uma tarifa baixa e fixa. No aplicativo, o Xerpay disponibiliza o salário acumulado, permitindo que os colaboradores o acessem quando quiserem. O adiantamento é automaticamente debitado no próximo dia de pagamento.

O Xerpay traz estabilidade e segurança financeira aos colaboradores, evitando a bola de neve de dívidas causadas por cheque especial e o rotativo do cartão de crédito. O cheque especial do Brasil está entre os mais caros do mundo, sendo que 46% dos usuários de cheque especial usam o limite mensalmente e não analisam as taxas. As empresas também ganham: ao ajudar os colaboradores a evitarem o estresse financeiro, os empregadores vêem melhor produtividade e retenç ão de talentos.

Não por acaso, o modelo de “salário sob demanda” está decolando globalmente e foi tema de uma reportagem na The Economist. Incubada pela QED, a Wagestream, uma empresa britânica de salário sob demanda, recebeu recentemente um investimento de Jeff Bezos e Bill Gates. O aporte foi realizad o pela Village Global, fundo no qual os dois empreendedores são sócios. Ao ser perguntado sobre a Xerpa, Bill Cilluffo, sócio da QED e membro do conselho da Wagestream, disse que “este é um negócio incrível que oferece benefícios reais tanto para o colaborador quanto para a empresa. Estamos entusiasmados em poder usar nossos aprendizados neste modelo no exterior adaptando-os à realidade brasileira juntamente com a Xerpa.”

“O mercado brasileiro recebeu muito bem nosso produto,” afirma Nicholas Reise, CEO da Xerpa. “Finalmente, os colaboradores têm uma solução para seus desafios de fluxo de caixa mês a mês”, afirma Reise. O Xerpay dá aos colaboradores acesso à sua renda sempre que precisarem, sem mudar o fluxo de caixa ou os processos de folha, ponto ou pagamento salarial do empregador, e ainda sem custo para a empresa. Mais de 50 mil funcionários brasileiros de centenas de empresas agora podem acessar seus salários em tempo real por meio do Xerpay.

Fundada em 2015 como uma plataforma para ajudar as empresas brasileiras a terem mais controle e modernizarem seus processos e dados de RH, a Xerpa segue os passos do unicórnio brasileiro Gympass, cujo benefício disruptivo de bem-estar B2B atraiu recentemente um investimento de US$190 milhões da Softbank. Com a nova solução de “salário sob demanda” a Xerpa segue inovando e se posiciona como um híbrido entre HRTech e Fintech. Os produtos e s erviços da Xerpa já são utilizados por grandes players do mercado como CCR, Cultura Inglesa, Dr. Consulta e Amaro.

Para Cilluffo, “a plataforma de RH da Xerpa, que é extremamente bem-sucedida, oferece uma poderosa vantagem para esse modelo de negócios, pois proporciona os dados que viabilizam a Xerpa escalar esta nova solução financeira. Todos nós na QED ficamos impressionados com a equipe Xerpa e estamos muitos animados em poder oferecer nosso expertise neste segmento ao mercado brasileiro.”

Nicolas Berman, Sócio da Kaszek, membro do conselho da Xerpa e também investidor na Gympass observa que “o Xerpay é um dos benefícios mais poderosos que uma empresa pode oferecer. Investir no bem-estar financeiro dos funcionários gera enormes dividendos tanto para o funcionário quanto para a empresa. A adoção até agora tem sido fantástica.”

Manoel Lemos, Sócio da Redpoint e.ventures acrescenta que “a Gympass preparou o caminho para novos benefícios disruptivos e o Xerpay é, sem dúvida, um benefício imprescindível no ambiente de trabalho moderno.” O Xerpay já está no ar e implementando novos clientes diariamente no Brasil. Empresas interessadas podem aprender mais e acessar a lista de espera aqui.

Universo TOTVS apresenta painel “O Brasil que faz: Inovação” com as maiores startups do país

A TOTVS, líder brasileira no desenvolvimento de software de gestão, promove o painel “O Brasil que faz: Inovação”, com a participação de empresas que estão ganhando o mundo com modelos de negócios disruptivos, durante o Universo TOTVS 2019. O evento, que acontece entre os dias 25 e 26 de junho, em São Paulo, irá reunir grandes nomes para falar sobre as principais tendências de tecnologia e negócios do país.

Mediado por Juliano Tubino, vice-presidente de Negócios da TOTVS, o painel conta com a participação de Leandro Caldeira, CEO Brasil do Gympass, Gabriel Braga, cofundador e CEO do QuintoAndar, e Ricardo Bechara, diretor de expansão e cofundador da Rappi BR. O objetivo principal é mostrar como essas startups fizeram acontecer e romperam as barreiras existentes no mundo dos negócios para promover inovação.

As três empresas falam também como em uma economia cada vez mais disputada, as startups e os empreendedores precisam encontrar novas formas de destaque no mercado. “O empreendedorismo no Brasil ganhou fôlego nos últimos anos e temos contribuído para que nossa economia seja mais intensiva no uso de tecnologia e para que tenhamos cada vez mais unicórnios”, destaca o VP da TOTVS.

Ainda dentro dessa seara – “O Brasil que faz”-, mas sob o viés de Reinvenção, Laércio Cosentino mediará o painel, no primeiro dia de evento, sobre estratégias por trás de grandes empresas que não tiveram medo de ousar e se reinventar.

Outras grandes atrações do evento ficam por conta de nomes como a cantora Anitta, Duncan Wardle, ex-VP de Inovação e Criatividade da Disney, Mikkel Scane, CEO e Fundador da Zendesk, e Matt Britton, especialistas em negócios e no comportamento Millennial.

Com mais de 30 mil clientes em todo o mundo, a TOTVS tem como preocupação o desenvolvimento internacional de novas tecnologias, tendências e soluções, a fim de oferecer as ferramentas que o mercado exige e que atendem melhor às necessidades do consumidor final.

Universo TOTVS – dias 25 e 26 de junho de 2019

Onde: Expo Center Norte, R. José Bernardo Pinto, 333 – São Paulo – SP

Inscrições e mais informações: totvs.com/universo-2019

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ABAL promove primeira rodada de negócios entre associadas e startups

Encontro é resultado do Desafio Rastreabilidade de Produtos de Alumínio, lançado este ano pela Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), que aproximou a indústria do alumínio à nova economia

 

No início de 2019, a Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) anunciou a sua entrada no Movimento 100 Open Startups, lançando o “Desafio Rastreabilidade de Produtos de Alumínio”, com dois objetivos: fomentar o desenvolvimento de soluções inovadoras de controle e monitoramento para produtos específicos de alumínio (matérias-primas e semimanufaturados); e buscar essa resposta na chamada nova economia, ou seja, junto à startups.

De fevereiro a abril, startups com alto potencial de inovação se inscreveram para o Desafio e seis delas foram selecionadas (veja relação ao final deste texto). O processo chegou agora em sua etapa decisiva. No dia 23 de maio acontece a primeira rodada de negócios entre essas startups e as empresas associadas e parceiras da ABAL. “Mais do que encontrar uma solução pronta, entendemos que essa é uma oportunidade das nossas associadas participarem de um novo ambiente de inovação e estabelecerem conexões interessantes para o futuro de seus negócios”, explica a diretora da área técnica da ABAL, Kaísa Couto.

Bruno Rondani, CEO da 100 Open Startups, empresa responsável pelo “match corporativo”, ou seja, por fazer a aproximação entre startups e grandes empresas, revela que a iniciativa da ABAL em buscar esse ecossistema de inovação é pioneira. “A ABAL está abrindo um caminho importante ao conectar um setor tradicional da indústria à nova economia. É um movimento que tem um grande potencial transformador pela qualidade e relevância dos envolvidos”, diz ele.

A rodada de negócios do Desafio Rastreabilidade acontece quinta-feira, 23 de maio, no Centro Cultural do Alumínio (CCAL). O endereço é Rua Humberto I, 220, 4º andar, Vila Mariana, São Paulo (SP).

Startups selecionadas

Byond
Desenvolvedora de plataforma e tecnologias IIoT a fim de promover visibilidade total de itens em trânsito (work-in-process) e de estoques, além de monitorar ativos.

Cargosnap
Realiza inspeção digital em processos de carregamento de cargas por meio do monitoramento por imagens e inteligência artificial.

Dlieve
Desenvolvedora de sistema de gestão logística e monitoramento em tempo real de operações e serviços em campo, via aplicativo de celular.

Pix Force
Trabalha com tecnologias de coleta e análise de imagens, usando algoritmos personalizados e inteligência artificial, a fim de fornecer informações de monitoramento e rastreabilidade.

QuadMinds
Especializada em processos de logística, conectando ativos por meio de sensores à uma plataforma de gerenciamento de informações em tempo real.

Up!
Oferece ferramenta que permite monitorar um produto até o consumidor final, por meio da instalação de um micro rastreador, que, inclusive, detecta tentativas de ação de jammers.

Selecionadas as 50 Startups que serão aceleradas no FIEMG 4.0

Saiu a lista das 50 startups que ingressarão no FIEMG Lab 4.0: um dos principais programas de aceleração de negócios de base tecnológica com soluções voltadas para a indústria (indtechs) do país. Entre as selecionadas, estão startups de oito estados, como Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina e Rio de Janeiro que atuam com tecnologias como big data, internet das coisas, computação em nuvem, biotecnologia, entre outras. Nesta edição do programa teremos a participação também de uma startup da Carolina do Norte, nos EUA. Com sede no Centro de Inovação e Tecnologia do SENAI/MG, em Belo Horizonte, a aceleração do FIEMG Lab 4.0 inicia em julho de 2019 e será dividida em três fases com duração total de 12 meses.

Nessa nova jornada, grandes indústrias estabeleceram o programa como uma de suas plataformas oficiais de inovação aberta com startups e irão patrocinar e participar ativamente das atividades com a disponibilização de know-how, informações estratégicas, estrutura para testes industriais e recursos financeiros. As chamadas indústrias madrinhas são: a Companhia Energética de Minas Gerais – CEMIG, a GERDAU e a RHI Magnesita.

Além de interagir constantemente com as indústrias-madrinhas, as startups selecionadas para o FIEMG Lab 4.0 terão acesso a mais de 15 mil outras indústrias que compõe a rede da Federação das Indústrias de Minas Gerais – FIEMG, já que o programa tem como premissa ser hub de inovação aberto para todas as indústrias.

Aportes financeiros sem participação (equity free) e POC’s Remuneradas

Na medida em que avançarem pelas fases, as startups selecionadas também acessarão recursos de bolsas para empreendedores e de desenvolvimento tecnológico para suas soluções. O valor total acessível ultrapassa os R$ 105 mil para os que chegarem até a fase final, sem necessidade de cessão de participação (equity free). Outro grande diferencial é o fundo de R$ 240 mil gerido pelo FIEMG Lab 4.0 para realização de provas de conceito (POC’s) remuneradas, que tem a finalidade de testar as tecnologias das startups em ambientes reais de operações das indústrias madrinhas para, posterirormente, efetivar uma possível contratação.

Acesse o site do programa e conheça todas as startups selecionadas:

• ACTUS – O ACTUS é uma plataforma digital que suporta o desenvolvimento de aplicativos que visam melhorar a eficiência dos processos produtivos industriais. www.tagna.com.br
• AGROINTELI – Agrointeli é o sistema operacional de junção, organização, análise e interligação de dados combinando, dados de imagens aéreas, sensores, dados de máquinas, previsões do tempo, modelos agronômicos e dados sobre atividades de campo. www.agrointeli.com.br
• APP DIÁRIO DE OBRA – App Diário de Obra é uma plataforma que propõem uma nova forma fácil e rápida de fazer o registro e acompanhamento online do dia a dia da obra.
www.diariodeobras.net
• APTAH BIOINFORMÁTICA – Aptah Bioinformática é um laboratório virtual com algoritmo próprio para redução de tempo, riscos e custos nos projetos de descoberta e desenvolvimento de novos fármacos biológicos. www.aptah.com.br
• ATERRA – Aterra cria uma rede de negócios sustentáveis que atua como um MarketPlace de resíduos exclusiva para cada cliente e seus resíduos. E para os resíduos de grande complexidade, possui uma linha de P&D que busca as melhores aplicações para estes materiais. www.aterraambiental.com
• BIOGRID – A Biogrid visa auxiliar as empresas a obterem benefícios relacionados a seus resíduos e efluentes líquidos orgânicos por meio da oferta de soluções inovadoras para gerar combustível renovável e reduzir impactos ambientais. www.biogrid.com.br
• CANOPY REMOTE SENSING SOLUTIONS – A Canopy é uma empresa que combina ciência e tecnologia de sensoriamento remoto para entregar soluções inovadoras em mapeamento, inventário e monitoramento florestal. www.canopyrss.tech
• CARGO SAPIENS – Cargo Sapiens é um software voltado para a automatização e gerenciamento de processos de contratação de frete internacional, aéreo, marítimo e multimodal.
www.cargosapiens.com/
• COGNIO TECNOLOGIA – A CognIO Tecnologia desenvolve produtos e soluções utilizando tecnologias de Inteligência Artificial e IoT, voltadas para monitoramento de toda cadeia fria, seja indoor ou outdoor. www.cognio.com.br
• CONNECTDATA – A ConnectData realiza o rastreamento de materiais, ativos e pessoas via IoT, associada a inteligência artificial e análise preditiva, especialmente para canteiro de obras.
www.connectdata.net
• CRAVE INDUSTRY – A Crave Industry desenvolve soluções personalizadas para que indústrias visualizem em tempo real análises de indicadores, predições e obtenham insights sobre todo e qualquer tipo de processo fabril. www.craveindustry.com
• DISPLACE – A Displace é especializada no desenvolvimento de soluções baseadas em computação visual para a Indústria 4.0, com foco em detecção de diversos atos inseguros, por colaboradores, em chão de fábrica. www.displace.com.br
• DUNNING – A Dunning melhorar o controle da inadimplência das grandes empresas com menor custo de cobrança e maior taxa de recuperação de crédito. www.dunning.com.br
• EC+ – A EC+ é uma plataforma inteligente de gestão de ativos e manutenção (CMMS) integrada com IoT, IA e marketing digital(relacionamento com o cliente). www.manumaint.com
• EXY INNOVATION COMPANY – A Exy Innovation Company desenvolve exoesqueletos e busca oferecer aos seus usuários equipamentos que possibilitem realizar suas atividades com mobilidade, forma e independência. www.exy9br.com
• GEDANKEN – A Gedanken é uma empresa de Big Data, Inteligência Artificial e estatística avançada com soluções para conectar empresas, pessoas e governos de forma transparente. www.gedanken.com.br
• H20 HIDROTECNOLOGIA – H20 é uma startup especializada em monitoramento automatizado de recursos hídricos, utilizando dispositivos inteligentes (IoT) como estações meteorológicas e sensores de umidade conectados à nuvem. https://h20.ag
• HEDRO SISTEMAS INTELIGENTES – A Hedro é especialista em desenvolver Hardware, Firmware, Software e integrar tecnologias para instrumentar ambientes industriais, comerciais e rurais com sensores inteligentes sem fio. https://www.hedro.com.br/
• HTS Ltda – A HTS Ltda é um novo conceito em Compliance, como gestão, plataforma (SaaS) que integra todas as informações e tecnologias. Diferenciais: Gestão do Conhecimento, Integração, Rastreabilidade, Certificação. www.htsglobal.tech
• JUNTUS TECNOLOGIA – A JuntUS utiliza conceitos de transporte colaborativo de cargas para oferecer uma plataforma digital que conecta empresas demandantes de fretes e transportadores em uma rede. www.juntustecnologia.com
• LAMINATUS ENGENHARIA E INOVAÇÃO – Laminatus Engenharia e Inovação é uma spin-off que desenvolve painéis laminares que utilizam como matéria prima co-produtos da mineração. www.laminatus.com.br
• LATICIN – A Laticin é um software de gestão inteligente que atende toda cadeia de fabricação, da coleta do leite e compra de insumos até a comercialização dos produtos lácteos. www.laticin.io
• LÓGICA E – INDÚSTRIA E DESENV PRODUTOS ELETROELETRÔNICOS – Grupo Lógica E atua com 3 marcas em diferentes mercados – CIANOVE – tecnologia para comunicação na obra, LEsense – IOT para a indústria, LE Design House – desenvolvimento de produtos. www.logicae.com.br
• LOGPYX – A Logpyx desenvolveu uma solução completa para a gestão automatizada de pátio (Yard Management System – YMS) fundamentada em recursos de Real Time Location Systems (RTLS). https://www.logpyx.com/
• MAIS SOLUÇÕES INTELIGENTES- Mais Soluções Inteligentes controla frotas de veículos fora de estradas, para os mercados de Mineração e Florestal. Fabrica equipamentos baseados nos conceitos de IoT, V2V e datalogger. www.maissi.com.br
• MININGMATH – A MiningMath cria valor sustentável para projetos de mineração a partir de inteligência matemática, por meio de Data Science e Otimização, entregamos um sistema robusto e integrado de análise multivariada que melhora a tomada de decisões estratégicas. www.miningmath.com
• MVISIA- A MviSia desenvolveu uma linha de câmeras inteligentes com processamento local para controle de processos na indústria – centraliza todo o processo de captura, tratamento, processamento, armazenamento e envio para a nuvem em um único produto. www.mvisia.com.br
• NANOTECH BRASIL – Nanotech is the developer of NanoBOT, a patented disruptive equipment for water / effluent treatment and many other applications (agriculture, animal / fish production, medical / pharma / cosmetics, beverages, etc). www.nabash2o.com
• NEURALMIND INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL LTDA – NeuralMind Inteligência Artificial é especializada na aplicação de técnicas avançadas de inteligência artificial sobre grandes volumes de dados estruturados e não estruturados. http://neuralmind.ai/
• ÓRBITA TECNOLOGIA – Órbita Tecnologia desenvolve soluções baseadas em visão computacional, para indústria 4.0 – aumenta a qualidade e segurança da operação por meio da automatização da inspeção visual em diversas aplicações e segmentos. www.orbitaei.com.br
• PEERDUSTRY MANUFATURA COMPARTILHADA- A Peerdustry gera redução de custos para o setor de compras indiretos da categoria de peças usinadas através da manufatura compartilhada. www.peerdustry.com
• PHOTON TIC – ENERGY SOLUTIONS – A Photon Tic – Energy Solutions é uma empresa dedicada à criação de soluções de controle e gestão de energia, baseada em uma plataforma IoT de gerenciamento de energia, em tempo real, através de sensores e dispositivos integrados na web. www.photontic.com.br
• PHUEL SOLUTIONS FOR ELECTRIC MOBILITY S/A – O Sistema Phuel é uma Plataforma na Cloud que faz a gestão inteligente das recargas de veículos elétricos por meio Gestão de Recarga dos Veículos, Gestão de Frota de veículos elétricos e Gestão de Microgrid da Unidade Consumidora com frota de veículos elétricos. www.phuel.com.br
• PHYGITALL – Phygitall desenvolve rastreabilidade de ativos em uma solução fim-a-fim, criação de ecossistemas e soluções IoT combinando tecnologias tradicionais e emergentes através de hardware e software próprios integrando-os aos sistemas legados dos clientes. www.phygitall.com.br
• PIX FORCE TECNOLIGIA LTDA EPP – A Pix Force utiliza técnicas inovadoras de visão computacional para extrair informações provindas de sensores – geralmente ópticos -, gerando valor agregado que auxilia na tomada de decisões dentro da linha de produção. www.pixforce.com.br
• PLATAFORMAVERDE – A Plataforma Verde digitaliza o lixo das empresas, por meio de um software BaaS (Blockchain as a Service) de gerenciamento de resíduos sólidos e indicadores ambientais. www.plataformaverde.com.br
• PLURIS – Pluris é uma nova célula de flotação para obter concentrados mais ricos e rejeitos mais pobres, aumentando a recuperação metalúrgica e a lucratividade do seu negócio.
• PROGNOSYS – A Prognosys resolve o problema de falhas inesperadas em equipamentos industriais, através do desenvolvimento de hardware (sensores sem fio) e software para monitoramento de vibração e temperatura de máquinas. www.prognosys.com.br
• QUALITYSTORM – O QualityStorm é uma solução para execução e controle de inspeções. Pode ser utilizado em inspeções de qualidade, controle de processos e até em tarefas administrativas.
www.qualitystorm.com.br
• REDUZACUSTO.COM – A ReduzaCusto.com é uma plataforma de pré-lean manufacturing, que rastreia e elimina desperdícios em processos, engajando equipes na otimização de custos, consumo consciente de recursos e aumento da lucratividade de negócios. www.reduzacusto.com
• REIS MAIA UBITECH – A Reis Maia digitaliza espaços reserváveis, e assim elimina reservas fantasmas e, em efeito cascata, economiza drasticamente os recursos envolvidos.
www.reismaia.com
• SMARKETS INTELIGÊNCIA DE NEGÓCIOS – A Smarkets é especializada em inteligência e gestão de compras, um marketplace B2B para o segmento de compras. www.smarkets.com.br
• SMARTSCREEN – A Smartscreen – Curvaflex desenvolve uma tela de peneiramento inteligente que através de sensores permite a identificação rápida, precisa e antecipada de danos e rasgos iminentes, evitando assim, perdas de produção.
• SOBIX – O Sobix é uma plataforma que tem o objetivo de tornar os negócios altamente produtivos e eficientes, através da organização e automação de processos com facilidade. https://www.sobix.com
• TERMICA SOLUTIONS – A Termica Solutions desenvolve e implanta hardware e software para a digitalização de equipamentos para processos térmicos, tornando-o 4.0, de tal forma que possa interagir com pessoas e outras máquinas. www.termica.solutions
• TRACKAGE – A Trackage é uma empresa de big data e analytics criada para aumentar a eficiência operacional de grandes clientes. Usamos tecnologias de rastreabilidade para transformar dados coletados em indicadores, apoiando a tomada de decisão. www.trackage.com.br
• TWIST SYSTEMS – A Twist desenvolve soluções ponta-a-ponta na área de ciência de dados que já foram aplicadas em cenários como: otimização de processos da indústria farmacêutica através da análise de dados gerados por dispositivos móveis que coletam estatísticas. www.twistsystems.com
• VEGGAXDOC – A Veggaxdoc é uma plataforma que visa a ajudar os gestores das áreas condominial de empreendimentos industriais, residenciais multifamiliares e comerciais, na mitigação de riscos de sinistros. www.veggaconsultoria.com.br
• VERTH TECNOLOGIA E SERVIÇOS LTDA – A Verth tecnologia desenvolve projetos especiais voltados a automação de processos, soluções em IOT, identificação através de rádio frequência, captura e processamento de dados, monitoramento, gestão e rastreamento de frotas, sistemas de abastecimento, controle de acessos, entre outros. www.verthtecnologia.com.br
• VRMONKEY – A VRMonkey é referência no desenvolvimento de soluções em Realidade Virtual, Aumentada e Mista. Atuamos no desenvolvimento de soluções corporativas na área de Branded XR, na área de Treinamento Industrial XR. www.vrmonkey.com.br

Hub/sp seleciona startups para programa de aceleração

Mais que um espaço de coworking gratuito oferecido para empreendedores com toda infraestrutura necessária, o hub/sp – centro que aproxima a academia, poder público, iniciativa privada e o ecossistema de inovação, possui um programa de aceleração chamado hub/x. O programa oferece uma rede de mais de 60 mentores, de cinco países diferentes, incentiva a educação empreendedora, dá acesso a fontes de financiamento, eventos como workshops, cursos e palestras, dá acesso a dados disponibilizados pelas secretarias do governo e ainda conecta as startups aos programas de fomento ao empreendedorismo do Governo de São Paulo.

Lançado em novembro deste ano, o programa selecionou 26 startups no primeiro batch e está com vagas abertas para a segunda o segundo batch. Um dos grandes diferenciais do hub/x é que 20% das vagas são destinadas a startups nascidas e criadas na periferia.

“Nosso objetivo é aproximar essas comunidades, seus problemas e possíveis soluções ao mercado. Sabemos que esses empreendedores ainda enfrentam muitos desafios, com pouco – ou nenhum – acesso ao ecossistema de startups e aos investidores sedentos por boas ideias para aplicar dinheiro”, conta Luiz Candreva, head de inovação do hub/sp.

O Demo Day será no dia 28 de maio e as startups têm até o dia 25 para se inscrever no site: hubsp.co/sobre/

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Gympass expande atuação nacional e anuncia novos diretores para o mercado brasileiro

A fim de fortalecer suas operações no território nacional, o Gympass, benefício corporativo que oferece acesso ilimitado a centenas de modalidades de atividade física em milhares de academias e estúdios no Brasil e no mundo, anuncia novos diretores de vendas em diversas regiões do país.

Com o objetivo de ampliar a presença regional e o relacionamento com empresas e clientes locais, Pedro Alencar assume as regiões Norte e Nordeste; Cristian Kim lidera os estados do Sul e Juliano Bove está focado no estado de São Paulo. Ainda dentro deste formato, Mateus Xavier fica responsável pela área de canais indiretos, que tem parceiros como seguradoras, operadoras de saúde e empresas de benefícios.

Priscila Siqueira, vice-presidente do Gympass, explica a importância desse movimento: “Ter executivos em diferentes regiões do país nos permite estar mais próximo das companhias, levando até elas a efetividade da nossa plataforma na luta contra o sedentarismo e os benefícios para a empresa, o colaborador e todo o ecossistema, compartilhando inclusive, nosso aprendizado em outros locais, mas respeitando a cultura de cada região”.

A executiva complementa que a estratégia não é focar em setores da indústria, mas, sim, em grandes corporações. “A meta do ano é replicar o sucesso da capital paulista em outras localizações. O Gympass atua em 14 países e o Brasil, por ser o berço da empresa, é o mercado mais maduro e de onde saem as melhores práticas”, afirma Priscila.

Atualmente, fazem parte da rede Gympass 20.800 estabelecimentos de atividades físicas, o que representa mais da metade do mercado nacional de academias. Com essa base, os usuários do Gympass têm à disposição mais de 800 modalidades esportivas para praticar.

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Thomson Reuters participa do Lawtech Conference 2019 e traz especialista internacional em Startups

A Thomson Reuters, líder no desenvolvimento de soluções para o mercado jurídico, participa da terceira edição do Lawtech Conference, o mais importante evento no Brasil voltado às Lawtechs – startups que utilizam novas tecnologias para tornar a rotina do Direito mais eficiente e prática. Com mais de 50 expositores, entre grandes empresas e startups do setor jurídico, a Lawtech Conference 2019 espera ultrapassar o número de três mil visitantes em um único dia. Com o tema “Como a Tecnologia transformará o maior mercado jurídico do mundo?”, o encontro pretende apresentar as principais inovações que vão otimizar a rotina de trabalho dos advogados. A conferência acontece na próxima quinta-feira, 23 de maio, a partir das 9 horas, em São Paulo.

Presente desde a primeira edição do Lawtech Conference, este ano a Thomson Reuters será a anfitriã de um dos painéis mais concorridos do evento. Com o tema “Reprogramando o Direito: O próximo movimento”, que será apresentada pelo norte-americano Nick Jarema, é Vice-Presidente da Thomson Reuters Ventures, a palestra trará ideias sobre a transformação digital e conhecimentos que são importantes ao Direito globalmente. “Nossa base nesse evento é a transparência de ideias, debates e relações. Por isso, escolhemos um espaço central e desenvolvemos um conceito aberto, para que sejamos um ponto de encontro entre os visitantes, conectados com as startups que apoiamos desde a primeira edição do Accelerator Day. É um espaço onde a tecnologia e informações confiáveis são convid ativos à expertise humana, para que verdadeiras inovações sociais possam acontecer a partir dessa convergência”, afirma Ralff Tozatti, Diretor de Marketing da Thomson Reuters na América Latina.

A Thomson Reuters também apresenta o maior estande da feira. Com 30m² e sem barreiras, a multinacional terá um espaço colaborativo, que remete ao FLIC (Future Law Innovation Center powered by Thomson Reuters), primeiro centro de inovação na América Latina, mantido pela Thomson Reuters. Com essa arquitetura aberta, a ideia é que o público presente no evento possa discutir sobre temas e possíveis soluções que venham a transformar a rotina de trabalho dos profissionais do Direito. Com um pequeno palco em seu estande, a partir da 9h da manhã, a multinacional receberá palestrantes convidados para debater “Direito Comportamental”, tema que será apresentado por Erik Navarro Wolkart, Juiz Federal e Coordenador do Instituto New Law, “Direito e Tecnologia reprogramando a sociedade”, por Camila Rioja, Head de Legal Tech no Opice Blum, Bruno, Abrusio e Vainzof Ad vogados Associados, e “Direito das Startups”, tema que será discutido por Erik Oioli, sócio-fundador do VBSO Advogados.

Para engajar os participantes no ecossistema de inovação do evento, a Thomson Reuters criou jornadas de liderança em experiências de aprendizagem que, além de novos conhecimentos, presentearão os visitantes com brindes exclusivos da marca, despertando assim o aprendizado em temas complexos de tecnologia.

Além da ilustre presença de Nick Jarema, a plenária principal do evento também contará com as presenças de renomados profissionais no Direito, como Alessandra Martins, Associada da Pinheiro Neto Advogados, Alexandre Zavaglia, CEO da Future Law, Bruno Feigelson, presidente da AB2L- Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs, Criatiano Kruel, Head de Inovação da Startse, Erik Navarro, presidente da Associação Brasileira de Direito e Economia, Daniel Marques, Diretor Executivo da AB2L, Dante Araujo, Head of Legal na IBM-Brasil, Fábio Cendão, Criador do Canvas Jurídico e Legal Hack, Ivar Hartmann, Mestre em Direito e Doutor em Direito Público, Junior Borneli, Head de Educação e Produtos da Startse, Karla Capela, Luciano Benetti, Secretário Nacional do Consumidor no Ministério da Justiça, Paula Guimarães, Fundadora da Comissão de Direito para Startu ps da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB em Minas Gerais, Pedro Englert, CEO da Startse, Ricardo Dalmaso, Mestre e Doutor em Direito Processual pela USP (Universidade do Estado de São Paulo), Victor Scarpa, Cofundador da JurisIntel, e Yve Carpi, Head do Jurídico Comercial, Energia e Contencioso da Raízen.

Saiba mais sobre a programação do Lawtech Conferece 2019, através do link.

Lawtech Conference 2019

Data: quinta-feira, 23 de maio, das 9h às 18h
Local: PRO MAGNO Centro de Eventos – Avenida: Profa. Ilda Kolb, s/n, bairro: Jardim das Laranjeiras, São Paulo/ SP
Entrada: mediante ingressos

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