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Lei de Maquila: como o Brasil está perdendo empresas, empregos e renda para o Paraguai

Empresários brasileiros estão atravessando a fronteira com o Paraguai e fugindo da pesada carga tributária nacional, levando com eles arrecadação e empregos. Segundo especialistas, eles saem do país em busca de preços mais baixos e condições favoráveis para produção proporcionadas pela Lei de Maquila, regulamentada em 1997, que isenta de impostos as marcas que importarem maquinário e matéria-prima em território paraguaio e exportarem seus produtos. O imposto cobrado é único, de 1% de valor agregado. A economia na produção do comércio exterior pode chegar a 20%, se comparada ao que se gastaria em solo tupiniquim.

A movimentação de empresários nacionais se intensificou a partir de 2013, quando uma grande campanha em torno deste regime de incentivo foi feita pelo Paraguai. Entre os nomes de peso que chegaram por lá estão: JBS (Friboi), Riachuelo, Vale, Bourbon, Camargo Correa, Eurofarma, Buddemeyer, Cargill, X-Plast e Estrela. A análise do próprio governo estrangeiro é de que, entre 2013 e 2018, sete em cada dez novas fábricas maquiladoras são do Brasil. Até 2017 já eram 124 empresas e, segundo a embaixada brasileira, o total de companhias que pediram instruções de como se mudar para lá cresceu 64% em 2017. Foram 445 consultas ano passado, contra 272 em 2016.

Vantagem para o Paraguai, mas ruim para o Brasil

Se para o Paraguai a Lei de Maquila está atraindo investimentos e benefícios, para o Brasil o cenário não é lá muito positivo. A uma crise econômica tem afetado fortemente a indústria: segundo os últimos dados do IBGE, o setor teve retração de 1,3% em março e a confiança em relação a recuperação do setor teve queda ainda mais expressiva, de 1,8%. Com isso, a perda de arrecadação dessas empresas, que fogem para o país vizinho, é um desastre. É o que afirma o advogado Daniel Strand, da Strand Advogados.

“A lei é muito boa para o Paraguai, mas nós precisamos criar nossos próprios meios de inibir esse tipo de movimento, de empresas brasileiras que vão investir em uma outra nação para produzir, fazendo com que a gente perca, não só dinheiro em arrecadação, mas também em emprego. Há mecanismos de compensação, inclusive tributários, que podem ser feitos. Mas precisamos de uma ação mais efetiva dos nossos governantes e da equipe econômica”, afirma.

A medida econômica do Paraguai é baseada no modelo existente na fronteira do México com os EUA, onde hoje, muitas fábricas norte-americanas atravessaram a fronteira para produzir. Fábricas de confecções e de calçados, indústrias têxteis, indústria plástica, de autopeças, etc. estão entre as principais empresas brasileiras utilizando os benefícios da Lei de Maquila. Só em 2017, nossa nação comprou US$ 1,13 bilhão de produtos do local – todos advindos de companhias que eram anteriormente produtoras em território nacional.

Os principais artigos comercializados foram: materiais elétricos (17%), arroz (14%), e carne bovina (9,8%). Já as exportações para o Paraguai somaram US$ 2,65 bilhões no mesmo período e os produtos mais vendidos foram: manufaturados (10%), adubos e fertilizantes (4,7%), além de máquinas de aparelhos agrícolas (4,0%).

A empresa que se muda não precisa pagar qualquer imposto ou taxa sobre o processo de importação de matérias primas e insumos, suprimentos e bens de capital, fabricação dos produtos. Além disso, o empregador encontra no Paraguai uma legislação trabalhista mais flexível: sem FGTS e contribuição sindical. E, apesar do salário mínimo ser maior que o nacional (US$ 1.200), a mão de obra é mais barata de maneira geral, já que os encargos trabalhistas são da ordem de 30% enquanto, no Brasil, esses encargos alcançam mais de 100% do salário.

O custo de energia elétrica é outra benesse da instalação no Paraguai: chega a ser quase 70% menor do que em nosso solo, o que o torna um ambiente ideal, o que prejudica, em muito, o Brasil.

“As condições no Paraguai já são melhores para empreender de forma geral, pois os custos são muito baixos. O que faz com que a reforma tributária se torne ainda mais importante, pois diminuindo os custos de produção, já teríamos um ambiente mais competitivo e produtos com preços melhores. Mas temos que ter legisladores que queiram legislar pelo país, pela população que votou neles”, reclama Strand.

Nova China

A forte concorrência com a Ásia é outro ponto forte do regime especial da Lei de Maquila. O Paraguai quer substituir cada vez mais os produtos que as empresas brasileiras trazem da China e, de fato, para algumas indústrias que importam dos chineses, está mais barato fabricar no vizinho.

O ganho principal com essa mudança é a competitividade, já que no Brasil cobra-se até 35% de imposto para importar da China, o que torna difícil ‘re-exportar’ o produto pela grande quantidade de impostos a serem pagos.

“Não precisamos de uma Lei de Maquila nacional, mas precisamos tomar medidas que vão diminuir o impacto desse tipo de ação. Acho que uma mudança no IOF, por exemplo, para produtos dessa região pode ser interessante. É pensar mesmo, fazer um estudo sobre o impacto dessa fuga de empresários e agir sobre o assunto”, finaliza o especialista.

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O protagonismo da gestão de pessoas na era digital

Por Valéria Novas, Head of CRM and People Management da Organica

O tempo em que o foco das empresas estava em crescer a produtividade e reduzir os custos olhando basicamente para tecnologia e automação de seus processos internos passou, hoje tudo é automatizado, porém vivemos um momento no qual tudo pode ser copiado com facilidade e rapidez e isso afeta definitivamente a vantagem competitiva e trás para o protagonismo “o como fazer” e não mais “o que fazer”.

Na era digital, a tecnologia permite cada vez mais a agilização e automação de processos, apesar disso ter exigido maior capacitação dos profissionais, sabemos que as competências técnicas são facilmente alcançadas, isso coloca em destaque os chamados soft skills, ou seja, as habilidades mentais, emocionais e sociais que as pessoas desenvolvem ao longo de suas experiências.

Essas competências comportamentais norteiam as atitudes através das quais as pessoas viabilizam suas entregas e agregam valor para a companhia, levando em consideração a forma como acontece as relações interpessoais, criatividade, colaboratividade, inteligência emocional, processo de tomada de decisão, flexibilidade, riscos e até a forma como administram os erros, ou seja, “o como fazer” é o grande diferencial, justamente porque estamos falando de questões particulares geradas pelo aprendizado individual, portanto, mais difíceis de serem reproduzidas pela concorrência.

Nunca foi tão importante fazer uso absoluto das potencialidades humanas como diferencial no mercado, a empresa que consegue entender isso e, fazer uma boa gestão de pessoas, além de canalizar, direcionar e evoluir as características pessoais e valores de seus profissionais, desenvolve uma forma única de experiência para o mercado, elas sairão na frente nessa corrida tão acirrada dos negócios, no entanto, por que a gestão de pessoas é um tema tão desafiador?

Segundo Bergamini e Tassinari, muitos são os executivos que têm dificuldade com problemas humanos no ambiente de trabalho. Normalmente admitem que os problemas técnicos são fáceis de ser solucionados, mas que dificilmente deixam um dia de trabalho com a certeza de que resolveram todos os problemas relacionados às pessoas, esse é o fator de maior preocupação. Existem diversas questões que podem ser individuais ou organizacionais que afetam significativamente o desenvolvimento e a potencialização de conflitos entre as pessoas no ambiente corporativo, tornando o ambiente negativo do ponto de vista emocional e prejudicando a produtividade.

Ao passo que os aspectos comportamentais estão em evidência, as empresas precisam propiciar um ambiente que permita a expressão autêntica dessas competências e com isso atinjam o máximo potencial através das pessoas. Quando as empresas não investem esforços para minimizar fatores geradores de conflitos e não conseguem garantir a sinergia no time de profissionais, entendendo e gerindo as diferenças e aspirações individuais, a maioria das pessoas é afetada, ficam desmotivadas, perdem auto-estima, deixam de evoluir e consequentemente impactam os resultados.

O ponto de partida é compreender a cultura da empresa, conhecer a essência e trabalhar com pessoas alinhadas com ela e que tenham o DNA que levará a companhia a realizar seu propósito. Somente a criação de times sinérgicos do ponto de vista das competências comportamentais garantem alta performance. Saber que na era digital a tecnologia é o meio de atingir eficiência, mas que o grande diferencial competitivo está em construir uma estratégia que dá protagonismo para as pessoas, permitirá criar e evoluir times coesos, com a potencialização das forças individuais trabalhadas de maneira colaborativa e complementar, essa é a melhor receita para contornar os desafios competitivos e ter um negócio bem sucedido.

Mercado Financeiro: características dos profissionais de sucesso

Por Willian Kahler, sócio e assessor Financeiro responsável pela área de expansão e performance da Messem Investimentos

Você já se perguntou o que diferencia um profissional de sucesso dos demais? Acredito que pessoas bem sucedidas possam ter características em comum, dependendo o segmento em que atuam. No mercado financeiro, em específico, algumas habilidades ficam evidentes em profissionais que obtiveram êxito nas suas carreiras.

Há quatro anos, me dedico à área de expansão da Messem Investimentos, escritório credenciado à da XP Investimentos Nesse período, conversei com mais de 400 pessoas apenas da área de finanças que tinham desejo em migrar carreira para a assessoria financeira.

Geralmente, realizamos cerca de duas conversas presenciais com os candidatos, por isso, conheci bons profissionais e ainda tive a oportunidade de participar da transição de alguns deles para a atividade de assessor de investimentos. O fato é que com quanto mais pessoas eu falo, mais evidente ficam esses diferenciais de quem se destaca na performance. Listei alguns deles:

Resiliência
O segmento financeiro é cheio de altos e baixos. Nos últimos anos, quantas turbulências e mudanças tivemos na economia do nosso país? Desde impeachment, até greve dos caminhoneiros – essa que praticamente parou o Brasil por alguns dias -, foram diversos acontecimentos que impactaram todos os setores da nossa economia. O mercado financeiro foi o que reagiu mais rápido a esses eventos. Por esse motivo, concordo com a frase citada no filme Rocky Balboa, pois não se trata do “quão forte você consegue bater e, sim, do quanto aguenta apanhar e levantar, mantendo-se na luta”.

Networking
Quanto mais bem relacionado se é nesse mercado, mais surgem as oportunidades. Cultivar relações, tanto dentro da instituição que trabalha quanto externamente, com parceiros, clientes, é muito importante. A sua rede de relacionamentos é um dos ativos mais importantes nesse ramo.

Execução
Para resolver problemas é importante ter boas ideias. Contudo, ter muitas ideias e não colocá-las em prática, ou colocar muitas iniciativas em campo ao mesmo tempo, é pouco efetivo. Os melhores que conheci possuíam uma capacidade muito forte de execução! Se formos fazer uma analogia simples: imagine uma pessoa que confecciona vasos. Esses profissionais preferem construir vários “vasos imperfeitos” e ir melhorando com o passar do tempo, até que um “vaso bom” surja, ao invés de gastar toda a energia estudando e projetando um “vaso perfeito” que nunca sairá do papel. Assim, quando ele chegar em um modelo mais aperfeiçoado do seu “vaso”, já vai ter a experiência de ter construído outros modelos, enquanto quem planejou por muito tempo e não executou a inda vai ter a dificuldade de testar na prática.

Comunicação
O mercado financeiro é naturalmente complexo, com termos e linguagens bem específicas. Além disso, é composto por profissionais que, em geral, possuem personalidades fortes. Para “vender” uma ideia internamente é preciso ter a desenvoltura de expor seus pontos de vista de uma forma efetiva, não adianta ter uma ótima ideia se os outros não entenderem do que se trata ou não “comprarem” a mesma. Para quem lida com clientes, é preciso ter a capacidade de transformar uma linguagem complexa em algo simples, afinal, ninguém compra o que não conhece.

Possa ser que um bom profissional tenha duas ou três dessas habilidades que mencionei, além de outras que são mais específicas para o tipo de função que o mesmo realiza. Porém, tratando do assessor de investimentos, pude observar que as pessoas que obtiveram maior êxito possuíam de forma latente ao menos a resiliência e execução. As demais você consegue desenvolver e aprender ao longo do tempo se tiver muita dedicação e humildade. O Networking acelera o resultado, mas as duas características que citei são fundamentais para quem pensa em entrar na atividade de assessor de investimentos.

Você se identifica com essas virtudes? Se a resposta for “sim”, provavelmente você já é um profissional de sucesso dentro deste mercado ou é apenas questão de tempo para tornar-se um.

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Em tempos de turbulência no setor aéreo consumidor tem alternativa rápida para buscar por direitos

O transporte aéreo é um dos setores com menor volume de reclamações na plataforma consumidor.gov.br do Governo Federal, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). No entanto, os problemas que passageiros enfrentam junto às companhias são significativos – se não via números oficiais, ao menos em transtornos ao consumidor. Dentro desse cenário de descrença e aparente dificuldade para se buscar por direitos, surge a Liberfly (www.liberfly.com.br), a primeira lawtech especializada em resoluções de transtornos com companhias aéreas no País.

Como nasceu a ideia e seu propósito no mercado

Ari conta que a ideia da startup surge a partir das experiências aéreas malsucedidas dele e de seus sócios. “Desde os tempos de faculdade falávamos quão difícil era a vida dos clientes no setor aéreo. Nós nos incluímos nesse grupo e, felizmente, assim enxergamos um meio de tornar esses direitos atendidos e uma grande oportunidade de negócio”, diz o CEO.Criada a partir de investimento próprio em novembro de 2016 por Ari Moraes Jr. (CEO), César Ferrari (CFO) e Gabriel Zanette (CMO), ambos empreendedores capixabas apaixonados por inovação e soluções alternativas de conflitos, a Liberfly busca através da tecnologia, propor uma forma ágil e assertiva para resgatar a autoestima de consumidores lesados tanto no Brasil e no mundo por problemas ocasionados em decorrência de serviços mal prestados seja antes ou durante voos

Nunca foi tão fácil ir atrás dos direitos com as companhias aéreas

Existem diversos problemas que podem ocorrer para um passageiro se sentir lesado e buscar uma solução indenizatória. Os casos variam entre atrasos de voo, cancelamentos, regras do contrato, execução de voos bem como alterações nos bilhetes e problemas com bagagem. Nesse cenário, a Liberfly entra como intermediadora ao lado dos consumidores lesados, com conhecimento técnico que auxilia a ressarci-los e compensá-los pelos danos causados. Desde a sua fundação, a startup já auxiliou na resolução de mais de 3000 casos com mais de 98% de sucesso.

Como funciona a negociação?

Todo o processo acontece de maneira muito simples e transparente. Basta o consumidor acessar o site da Liberfly – www.liberfly.com.br – e preencher a um formulário relatando seu problema. Com o caso enviado pela plataforma, um dos especialistas da startup retorna a esse chamado para obter mais informações.

A partir desse estágio, toda a burocracia é retirada dos olhos do consumidor, ficando o caso sob a responsabilidade de resolução pela startup– que negocia diretamente com a companhia aérea. Com a reclamação finalizada, o valor conquistado é depositado automaticamente na conta cadastrada pelo consumidor, já com a taxa da prestação de serviço deduzida.

“Apenas 2% dos problemas com as empresas do setor aéreo são reivindicados pelos consumidores no Brasil. Nós queremos levar conhecimento e justiça a todos os passageiros. Com isso em mente, fazemos parte do time que deseja melhorar a qualidade dos serviços prestados. Queremos ir além, sermos o canal mais rápido e seguro para buscar por alternativas positivas aos viajantes de avião”, finaliza Ari.

Existe investimento seguro? Veja os mitos que cercam as diferentes formas de aplicar o seu dinheiro

Por Felipe Medeiros

Diz o ditado: quem não arrisca, não petisca. A sabedoria popular não falha. Mas quando o assunto é dinheiro, poucas pessoas estão dispostas a correr riscos para aumentar sua renda. O máximo que elas fazem é colocar tudo em uma caderneta de poupança ou algum outro produto oferecido pelo banco, que rendem bem menos do que outras diversas aplicações que estão disponíveis. Há uma falsa sensação de segurança nesses tradicionais formatos que impedem que os brasileiros consigam se tornar investidores de verdade e melhorem a rentabilidade de seus investimentos.

Mas nem tudo que é propagado é de fato verdade. Muitas aplicações financeiras rendem mais do que a poupança, garantindo a mesma estabilidade para o poupador. É preciso desmistificar alguns pontos de modo a oferecer maior clareza para aqueles que desejam ver seus rendimentos crescerem com agressividade, mas sem abrir mão da segurança e também da liquidez.

Para esclarecer melhor isso, listei alguns dos principais mitos.

1 – Quem investe em renda fixa não perde dinheiro

Certamente quem possui qualquer tipo de aplicação já ouviu essa frase. A própria expressão “renda fixa” sugere uma garantia de rentabilidade. Mas não é o caso. Ainda que sejam produtos mais conservadores do que os considerados mais arriscados, como a renda variável, esses investimentos também possuem volatilidade e exigem estratégia e planejamento dos usuários. Há situações em que resgatar antecipadamente a aplicação faz com que a pessoa perca um percentual do que foi investido, por exemplo.

2 – É preciso ter muito dinheiro para investir em renda fixa

A democratização de diferentes produtos de renda fixa – sobretudo os que são oferecidos fora do banco – já permite que os investidores realizem pequenos aportes. Seja no Tesouro Direto, que parte de R$ 30, ou em outros investimentos como CDB, RDB, LCI, LCA e LC, é possível iniciar com poucos recursos e ir aumentando com o tempo. Além disso, alguns desses investimentos possuem isenção de imposto e muitas corretoras não cobram taxa de manutenção. É importante ter claro, porém, que quanto maior o valor investido, maior será o seu retorno.

3 – O FGC é um instrumento do governo para assegurar investimentos

O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) também é apontado como mais um recurso de segurança para os investimentos de renda fixa, pois dá proteção e fiscalização de investimentos. Entretanto, não é um órgão do governo. Se trata de uma iniciativa privada, sem fins lucrativos, mantida pelas próprias instituições financeiras. Muito se fala que o FGC possui um limite de cobertura por valor investido, o que é verdade. O limite é R$ 250 mil por investidor e por instituição financeira.

4 – O FGC garante todos os tipos de investimentos em renda fixa

Quando falamos de investimentos, não nos limitamos apenas à poupança ou outros formatos da renda fixa. Existem uma série de outros produtos. Porém nem todos os investimentos de renda fixa estão cobertos por esse seguro. Letra de Câmbio (LC); Letras hipotecárias (LH); Letras de crédito imobiliário (LCI); Letra de crédito do agronegócio (LCA); Recibo de depósito bancário (RDB) e certificado de depósito bancário (CDB). Todos esses estão cobertos pelo FGC. Porém, em se tratando de fundos de investimentos em renda fixa, ou até Tesouro Direto, os mesmos já não possuem essa cobertura. Portanto, fique atento.

5 – Investir em imóveis sempre é uma boa opção

Adquirir um imóvel pode não representar apenas a segurança de obter um ativo físico, mas de um negócio que pode se valorizar ao longo do tempo. Essa percepção não é equivocada. Porém, uma série de fatores entram em jogo quando se considera a compra de um imóvel como investimento de médio prazo. Um dos pontos principal é a forma como isso acontece. Vale a pena financiar um imóvel pagando juros? Seria esse o melhor custo de oportunidade? O que muita gente esquece é que os juros representam o custo do dinheiro; ou melhor, o custo de se alugar um recurso que não se possui. Além disso, quem contrai um financiamento paga ainda um seguro de vida, embutido nas próprias parcelas. Se os valores cobrados nas parcelas fossem investidos no mercado financeiro, a compra do imóvel ocorreria mais rapidamente. Isso sem falar no desconto pelo pagamento à vista. Por isso é importante avaliar outras possibilidades.

6 – A Renda Fixa sempre é o melhor investimento de longo prazo

Não há como prever qual tipo de aplicação é mais vantajosa a longo prazo por conta das inúmeras variáveis envolvidas. Entretanto, há diversas estatísticas no mercado que mostram que investimentos em renda variável, como ações, garantem uma melhor rentabilidade de longo prazo. Não é preciso ser especulador para ter sucesso nesta modalidade, basta investir em papéis de empresas sólidas e contar com o apoio de companhias especializadas para entender melhor a flutuação típica do mercado. E se não sabe como escolher boas ações para investir, pode fazer esse investimento contratando um gestor profissional para cuidar disso para você. Outras modalidades são fundos imobiliários, fundos de ações, ETFs, câmbio e ouro.

7 – Não é preciso ajuda para investir em aplicações com maior risco

A euforia de buscar investimentos que prometem grandes retornos financeiros levam muitos investidores a tomarem medidas impulsivas. Isso acontece especialmente na renda variável, como investir em ações negociadas na Bolsa. O interesse das pessoas em buscar opções mais sofisticadas de investimentos não é necessariamente algo negativo. Muito pelo contrário. Porém, é preciso se aventurar com muita cautela. Porque, como diz uma máxima do mercado financeiro, não existe almoço grátis. Para aqueles que não possuem muito conhecimento e investem em ações, por exemplo, existe uma chance enorme destes perderem dinheiro se fizerem isso sozinhas. Nesses casos é fundamental contar com a ajuda de profissionais qualificados, como os consultores, analistas e gestores, para ajudar nesse processo.

Felipe Medeiros, economista e sócio-fundador do Mais Retorno, plataforma de assessoria de investimentos em ativos financeiros

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Governo Federal leva gratuitamente 19 startups para Toronto

As startups que irão participar do 7º ciclo de internacionalização do StartOut Brasil já foram escolhidas. Entre os dias 23 e 28 de junho de 2019, essas empresas farão uma imersão no ecossistema de Toronto, Canadá, para visitar aceleradoras, incubadoras e empresas locais; participar de seminário de oportunidades, reuniões com prestadores de serviços e encontros de negócio organizados pelo programa; além de realizar uma apresentação para possíveis investidores e parceiros.

Ao todo, foram selecionados 15 negócios na categoria “ampla concorrência”, que são startups que nunca participaram ou participaram de apenas um Ciclo do StartOut Brasil; e 4 startups na categoria “graduadas”, composta por empresas que já estiveram em dois ou mais ciclos de imersão oferecidos pelo programa. Essa triagem foi realizada pelos organizadores do programa – Ministério da Economia, Ministério das Relações Exteriores (MRE), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) – junto com avaliadores pertencentes ao ecossistema de destino.

“Após um ano de missões internacionais, os resultados do programa já são visíveis. Temos ao menos 25 negócios facilitados pela participação das startups nos ciclos do primeiro ano do StartOut (Paris, Berlim, Miami e Lisboa). São vendas, parcerias, provas de conceito, acordos de distribuição e exportações (bens e serviços) viabilizados pelo programa. Sem contar os resultados que envolvem melhorias de gestão e inovações nos produtos/serviços para o mercado internacional. Até o momento, o programa realizou 91 atendimentos de startups. A meta é levar 240 empresas para o exterior até 2021”, afirma Igor Nazareth, Subsecretário de Inovação no Ministério da Economia.

Veja abaixo quais foram as startups escolhidas para participar na categoria “ampla concorrência”:

  1. Hype – produz animações para o mercado de entretenimento e cria conteúdos para televisão e cinema;
  2. key2enable Assistive Technology – empodera as pessoas com deficiência para desenvolverem suas competências e individualidades;
  3. Antares Recycling – especializada no desenvolvimento e implementação de soluções sustentáveis para reciclagem e reaproveitamento de resíduos industriais;
  4. InEvent – ajuda empresas a verem o poder de eventos e facilita a gestão de seus processos, a criação de soluções vencedoras e a entrega de experiências incríveis;
  5. Pris – soluções para nortear gestores em decisões capazes de aumentar o valor de seus negócios;
  6. FormulaXR (former Imersão Visual) – conferência virtual imersiva;
  7. Shawee – plataforma de gerenciamento para hackathons;
  8. Filho sem Fila Software Ltda – aplicativo que avisa a escola com antecedência quando os pais estão chegando;
  9. RIO Analytics – Artificial Intelligence for industry – utiliza inteligência artificial para predição de falha de ativos industriais;
  10. Jade Autism – aplicativo que estimula e desenvolve as funções cognitivas de crianças;
  11. Aptah Bioinformatica – empresa de bioinformática que visa reduzir o tempo, custos e riscos gastos no desenvolvimento de medicamentos;
  12. WNutritional – linha de bebidas funcionais, saborosas, livre de conservantes e rica em nutrientes;
  13. MSC MED – oferece metodologias de auxílio no desenvolvimento de projeto para dispositivos médicos implantáveis;
  14. TCL Soluções – desenvolvedora de soluções tecnológicas inovadoras que melhoram o mercado de recebíveis e meios de pagamentos;
  15. dLieve – sistema de monitoramento e gestão de entregas em tempo real.

E as selecionadas como “graduadas”:

  1. Portal Telemedicina LTDA – central médica online que atua unindo tecnologia, medicina e uma equipe incrível para atender clientes em todas as etapas de seu negócio;
  2. Shelfpix Tecnologia LTDA – desenvolvedora de uma tecnologia de ponta aplicada ao monitoramento do ponto de venda por meio do reconhecimento digital de imagens;
  3. Asel Tech – gestora de dutos para indústrias de petróleo, petroquímica e de gás e energia;
  4. Molegolar – startup que possibilita a formação de plantas arquitetônicas que se adaptam às necessidades dos usuários pela combinação de módulos para várias metragens.

Preparação

Para extrair ao máximo o que o Canadá tem a oferecer, as 19 empresas passarão por um processo de preparação para a missão, que dura de seis a oito semanas. Durante esse período, os empreendedores terão consultoria especializada em internacionalização; acesso à plataforma Passaporte para o Mundo da Apex-Brasil; conexão com mentores que conhecem o ecossistema de destino; workshop presencial em São Paulo (dias 24 e 25 de maio) e sessões online de treinamento de pitch.

Ao longo desse período de capacitação, é necessário que as startups tenham participação ativa nas atividades previstas, com dedicação de cerca de três horas por semana ao programa, e que definam o plano de negócios e a estratégia de entrada no mercado-alvo.

Sobre o Canadá

Com 5,5 milhões de habitantes, Toronto é rica em diversidade cultural e a maior cidade do Canadá. Essa nova potência tecnológica está se consolidando graças a união do Governo canadense com universidades, empresas, investidores e empreendedores locais.

Não satisfeito, o país quer continuar evoluindo. Para se tornar líder em pesquisa e desenvolvimento, o Canadá está com as portas abertas para imigrantes que desejam trabalhar com tecnologia nas áreas de deep learningmachine learning, redes neurais e natural language processing.

Próximo Ciclo

Simultaneamente ao evento presencial em São Paulo, ocorre a abertura das inscrições para o próximo ciclo do programa. De 24 de maio a 17 de junho, as startups interessadas em participar em uma imersão em Boston poderão se inscrever no site do programa.

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Orientações para empresa reduzir tributos legalmente

A crise está afetando grande parte das empresas e nessa hora a palavra de ordem é redução de custos. Contudo, uma forma deixar os gastos menores que poucas empresas aplicam corretamente é o planejamento tributário. Sendo que estudos apontam que as empresas pagam até 34% de tributos sobre o lucro, mas todo empresário sabe que esses valores se mostram muito maiores se forem consideradas outras questões como encargos trabalhistas, taxas e outras obrigatoriedade.

Assim, se uma empresa pretende sobreviver à crise, é fundamental a contratação de uma contabilidade que possibilite o melhor planejamento tributário. Sendo fundamental buscar reduções dentro de acordo com as frequentes alterações tributárias às quais as empresas devem se adaptar no país, administrando melhor seus tributos, obtendo maior lucratividade no seu negócio.

Segundo o diretor executivo da Confirp Contabilidade Richard Domingos, “o planejamento tributário é o gerenciamento que busca a redução de impostos, realizados por especialistas, resultando na saúde financeira. Sabe-se que em média 34% do faturamento das empresas é para pagamento de impostos. Com a alta tributação no Brasil além de terem de enfrentar empresas que vivem na informalidade, várias empresas quebram com elevadas dívidas fiscais. Assim, é salutar dizer que é legal a elisão fiscal “.

Quais os principais tipos de tributação?

São três os principais tipos de tributação: Simples Nacional, Presumido ou Real. O diretor explica que “a opção pelo tipo de tributação que a empresa utilizará no próximo ano fiscal pode ser feita até o início do próximo ano, mas, as análises devem ser realizadas com antecedência para que se tenha certeza da opção, diminuindo as chances de erros”. Importante ressaltar que cada caso deve ser analisado individualmente, evidenciando que não existe um modelo exato para a realização de um planejamento tributário já que existem várias variáveis.

Entenda melhor os tipos de tributação

Simples Nacional – é um sistema simplificado e compartilhado de arrecadação, fiscalização e cobrança direcionado para a sobrevivência das micro e pequenas empresas. Para isso, oferece vantagens, como administração mais simples e redução dos valores a seres recolhidos (na maioria dos casos). É ideal para os empresários com altas ou médias margens de lucro e despesas baixas e que possui o consumidor como seu alvo final. Contudo, existem uma série de regras para que se possa enquadrar nessa condição.

Lucro presumido – é um tipo de tributação simples no qual se define a base do cálculo do imposto de renda dos empresários que não têm a obrigação de ser apurado por meio do lucro real. Com o valor do lucro presumido se realiza um cálculo das contribuições federais e dos impostos. Esse sistema é interessante para empresas que possuem as margens reduzidas de lucro, folha salarial de valor baixo, menores despesas operacionais.

Lucro real – nesse sistema tributário é considerado o lucro líquido que engloba o período com ajuste de exclusões, adições, além de compensações descritas ou com a autorização da legislação fiscal. Sendo indicado a que possui lucro menor a 32% da receita bruta. Assim é interessante para as empresas de grande porte com as margens de lucro reduzidas, folha de pagamento baixa, despesas altas, como fretes, energia elétrica, locações e não depende do consumidor. O lucro real é obtido a partir do devido cálculo das contribuições federais e dos impostos, sendo necessário ter uma rígida escrituração contábil, lembrando que os custos devem ser comprovados com o objetivo da realização de uma compensação ou uma dedução.

Como se faz um planejamento tributário?

“De forma simplificada, num planejamento tributário se faz a análise e aplicação de um conjunto de ações, referentes aos negócios, atos jurídicos ou situações materiais que representam numa carga tributária menor e, portanto, resultado econômico maior, normalmente aplicada por pessoa jurídica, visando reduzir a carga tributária”, explica Domingos.

Alguns cuidados são fundamentais para que não se confunda elisão fiscal (Planejamento Tributário) com evasão ilícita (sonegação), pois neste último caso o resultado da redução da carga tributária advém da prática de ato ilícito punível na forma da lei.

Quais os riscos em um planejamento tributário?

“Na ânsia de realizar um planejamento tributário, muitas vezes o empresário se esquece de preocupações básicas para se manter dentro da lei. Para evitar a evasão ilícita, existe lei que possibilita que a autoridade administrativa desconsidere os atos ou negócios jurídicos praticados com a finalidade de dissimular a ocorrência do fato gerador do tributo, para que não haja”, alerta o diretor executivo da Confirp.

Outro cuidado do empresário é ter em mente que o planejamento tributário é meio preventivo, pois deve ser realizado antes da ocorrência do fato gerador do tributo. “Um exemplo deste tipo de ação é a mudança da empresa de um município ou estado para outro que conceda benefícios fiscais”, detalha Richard Domingos.

Por fim, a valorização dos contadores e advogados das empresas é fundamental para a realização de um planejamento adequado, principalmente por serem eles as pessoas que tem contato mais próximo com a realidade da empresa e com questões judiciais, podendo repassar essas informações para a empresa com maior correção.

E-commerce fatura R$2,2 bilhões no Dia das Mães em 2019, aponta Ebit|Nielsen

O e-commerce faturou R$2,2 bilhões no Dia das Mães em 2019, alta nominal de 5% na comparação ante ao mesmo período do ano anterior, aponta a Ebit|Nielsen, referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro.

O número de pedidos aumentou 20%, para 5,5 milhões, enquanto o tíquete médio registrou retração de 12%, para R$402. O levantamento compreende as compras realizadas entre os dias 27 de abril e 11 de maio de 2019. “Podemos observar com os resultados que, apesar de maior participação online, os brasileiros estão mais cautelosos nos gastos. Eles procuram manter o orçamento livre de dívidas, deixando para desembolsar mais nas vésperas da data, após pagamento das contas. Não podemos dizer que esse é um comportamento definitivo, mas um indicador, que será confirmado ou não no decorrer do ano. A dica para os varejistas é se preparar para atender de forma criativa essa demanda de última hora no mundo online-conectado.”, diz Ana Szasz, head de Ebit|Nielsen.

De acordo com estimativas da Ebit|Nielsen, o período do Dia das Mães pode corresponder a 3,6% dos R$ 61,2 bilhões previstos em faturamento pelo e-commerce em 2019, sendo a segunda data comemorativa mais importante para o calendário do varejo nacional (perde apenas para Natal, que compreende Black Friday).

Moda e Acessórios, Perfumaria e Cosméticos e Casa & Decoração foram as categorias mais compradas com a intenção de presentear. O ranking do faturamento, por sua vez, foi liderado por Eletrodomésticos, Telefonia/Celulares e Casa & Decoração.

OLX apresenta Sergio Povoa como Chief Human Resources Officer

A OLX anuncia a chegada do Chief Human Resources Officer, Sergio Povoa. O executivo vai liderar a área de Recursos Humanos com o intuito de, junto com o seu time, promover o desenvolvimento organizacional e capacitar talentos. Um de seus desafios será manter as equipes engajadas na cultura da empresa para entregar resultados de alto impacto com máxima eficiência e performance, em um período de crescimento acelerado.

“Minha expectativa é alavancar a OLX para ser reconhecida como a maior e melhor empresa de tecnologia do Brasil. Desde que cheguei fui muito bem acolhido por um time engajado e apaixonado. E, em conjunto com eles, quero que nossa cultura seja conhecida pelo mercado e que possamos atrair novos talentos com esse brilho nos olhos. Espero que esse seja um novo ciclo de muito desafio, suor, risos e conquistas”, afirma o executivo.

Sergio é formado em Administração de Empresas e possui MBA Executivo pela Fundação Dom Cabral e em Gestão de Recursos Humanos pela FGV. Com mais de 17 anos de experiência, ele começou a sua carreira como office boy no setor financeiro da Souza Cruz, onde posteriormente iniciou a jornada na sua área atual.

Com uma extensa trajetória, ocupou posições de liderança em grandes empresas, como Unilever, GE, Grupo Pão de Açúcar e Netshoes, onde foi Diretor de Recursos Humanos LATAM de 2014 a 2017. Antes de integrar o time da OLX, estava desde 2017 como Vice-Presidente de Recursos Humanos da Neoway.

Para o CEO da OLX Brasil, Andries Oudshoorn, a chegada do executivo fortalecerá ainda mais a estrutura da empresa. “Estou muito feliz em ter o Sergio liderando nossa equipe de Recursos Humanos. Ele terá o desafio de escalar a cultura única da OLX enquanto continuamos crescendo muito rápido e fazendo grandes investimentos em Tecnologia e Machine Learning”, destaca.

HP mira crescente mercado brasileiro de impressão 3D

Com base em sua liderança no setor de impressão 3D, a HP Inc. anuncia hoje a disponibilização comercial de seu portfólio de soluções de impressão 3D HP Jet Fusion e a expansão de seu negócio de impressão 3D e manufatura digital no maior mercado industrial da América Latina – o Brasil.

Conhecido como o motor econômico da América Latina2, o mercado manufatureiro do Brasil cresceu quase 4% ao ano3 e deve continuar essa trajetória ascendente nos próximos anos1, ao passo que a necessidade por manufatura digital sob demanda e produtos impressos em 3D continua aumentando. A mais nova revendedora HP, SKA, apresentará durante a Expomafe, de 6 a 11 de maio em São Paulo, suas inovações para a indústria 4.0, incluindo uma variedade de componentes impressos em impressoras 3D HP Jet Fusion.

A HP e a SKA trabalharam juntas na implementação e instalação de sistemas de impressão 3D da HP no amplo e sustentável ambiente de manufatura da Flex Ltda, localizado em Sorocaba. Com a instalação de impressoras 3D HP Jet Fusion, a Flex agora pode oferecer manufatura aditiva sob demanda a clientes locais, resultando na aceleração do design e da produção e na melhoria da eficiência em todo o ciclo de manufatura.

“Estamos felizes em trazer nosso conhecimento em impressão 3D e manufatura digital ao Brasil, um dos centros industriais mais robustos e de crescimento mais rápido na América Latina”, afirma Claudio Raupp, diretor administrativo da HP Inc. no Brasil. “A inovadora tecnologia de impressão 3D da HP está mudando os fundamentos da cadeia de suprimentos para produtos finais e de alto valor, ao acelerar a manufatura digital para produzir componentes onde e quando forem necessários. Estamos orgulhosos de trabalhar juntamente com a SKA, e animados para ver a Flex impulsionar a inovação utilizando tecnologia HP Multi Jet Fusion”, completa Raupp.

Mudando o jeito de o mundo desenhar e fabricar

Com seu potencial de revolucionar a produção em massa em todas as indústrias e atender à demanda do consumidor por produtos personalizados, a impressão 3D está abrindo o caminho da Quarta Revolução Industrial. Segundo o Fórum Econômico Mundial, o valor das transformações digitais na para esse momento é estimado em US$ 100 trilhões só nos próximos 10 anos, em todos os setores, indústrias e localidades. O setor manufatureiro, que há muito tempo impulsiona a prosperidade e o crescimento econômico globais, é essencial para essa transformação.

A HP é líder mundial no fornecimento de impressoras 3D para produção em plástico. Sua tecnologia de impressão 3D Multi Jet Fusion revoluciona o design, a prototipagem e a manufatura com sua capacidade exclusiva de controlar as propriedades dos componentes em cada nível do voxel. Isso permite o desenho e a produção de peças antes inconcebíveis e, no futuro, produtos com múltiplas propriedades físicas, como rigidez e flexibilidade variáveis, diversas cores e texturas, condutibilidade e comunicação elétricas. Só no ano passado, mais de 10 milhões de componentes impressos em 3D foram produzidos com a tecnologia HP Multi Jet Fusion.

Previsão de crescimento de dois dígitos

Os gastos mundiais com impressão 3D atingirão US$ 13,8 bilhões em 2019, de acordo com Guia de Gastos divulgado recentemente pela IDC. A América Latina tem tido um importante papel no renascimento da manufatura, e a tecnologia de impressão 3D promove uma onda de inovação e pensamento empreendedor entre os fabricantes – grandes e pequenos – em toda a região. Aliás, espera-se que a América Latina tenha um dos crescimentos mais rápidos em impressão 3D, com taxa de crescimento anual composta de mais de 25%1.

“Os benefícios da manufatura 3D e a velocidade, qualidade e economia de custos proporcionados pela tecnologia HP Multi Jet Fusion a tornarão a escolha certa para empresas em diversos setores no Brasil”, afirma Siegfried Koelln, presidente da SKA. “Temos experiência em impressão 3D, design mecânico e fabricação. Nossa equipe comercial especializada em impressão 3D foi treinada e certificada pela HP, GA. Além disso, estamos construindo um moderno laboratório para exibir a tecnologia HP Multi Jet Fusion em nossa sede em São Leopoldo, no RS”, complementa o executivo.

“Companhias que não se mexerem rápida e objetivamente serão deixadas para trás, e é por isso que estamos empolgados de ampliar nossa atual parceria com a HP para trazer a próxima geração de tecnologias de impressão 3D para a América Latina”, Leandro Santos, vice-presidente da Flex Ltda. “A solução corporativa de impressão 3D da HP é capaz de entregar peças físicas de qualidade superior com rapidez e eficiência de custo, o que dá a nossa companhia uma vantagem competitiva no futuro da manufatura digital”, finaliza Santos.

Indigo projeta contratar quase 1000 profissionais no primeiro semestre deste ano

A Indigo, líder mundial em gestão de estacionamentos e mobilidade individual, continua crescendo de forma consistente no Brasil. Para suportar o ritmo de novos negócios, a empresa já contratou mais de 550 profissionais nos primeiros meses de 2019. A expectativa é fechar o primeiro semestre de 2019 com mais 500 novos colaboradores.

Grande parte das oportunidades são para gerir e controlar os estacionamentos da empresa por 22 Estados, em especial nos segmentos de shopping centers e hospitais. Além de operadores de pátio e caixa, as contratações efetivadas e as oportunidades em aberto também contemplam cargos administrativos.

Com um quadro composto por mais de 3 mil colaboradores, a empresa entende que realização de treinamentos e desenvolvimento desses profissionais é parte fundamental para a estratégia de negócio, que prevê a qualidade no atendimento como um dos principais pilares. “Acreditamos no Brasil e temos convicção de que vamos continuar avançando em 2019. Para isso, precisamos continuar capacitando os nossos colaboradores para atender com excelência e proporcionar um melhor serviço ao cliente final.” comenta Roque Perachi, Diretor de Comercial da empresa no País.

Entre janeiro e abril deste ano, já foram realizadas por volta de 10 horas de capacitação para cada colaborador em cursos presenciais, com multiplicadores do conhecimento pelo Brasil, ou à distância, disponibilizados em uma plataforma de conhecimento online. Para 2019, já estão previstos mais de 30 treinamentos para todas as operações, organizadas de acordo com as necessidades de cada local, segmento e público.

Para visualizar as vagas disponíveis e cadastrar seu currículo no banco de dados da Indigo acesse o parkindigo.com.br/empresas/trabalheconosco/.

Quem quer ser chefe?

Por Rafael Cosentino, Presidente do Comitê do LIDE FUTURO

Em tempos de glorificação das posições de liderança, se você fizer essa pergunta em qualquer ambiente, provavelmente, sua resposta será que todos os presentes querem ser o chefe, mas afinal, o que realmente significa ser “o Chefe”?

Muitas pessoas confundem a ideia de ser chefe com a de ser empreendedor, livre, dono das próprias escolhas ou desafios e, por último e melhor, dono do seu tempo! Mas realmente, o ser “Chefe”, seja no seu próprio negócio ou como um executivo em uma corporação, não é todo esse glamour apresentado e, pior, por vezes, vem acompanhado de um lado obscuro e sombrio que o mundo dos reality shows não mostra na TV, as lives do Instagram omitem e a super foto do Facebook jamais mostrará.

Ser líder de qualquer unidade de negócio, vai além de apostar em diversas renúncias. Significa se transformar profissionalmente em psicólogo, advogado, consultor, parente, mentor e, ainda em momentos difíceis de tomada de decisão, quem sabe, envelhecer uns 20 anos e simplesmente não ter ninguém para compartilhar o seus problemas ou atual situação de carreira ou até de vida. Aliás, vivemos tempos de pessoas que se dizem incríveis, mas nunca avançaram até a página 2 dos seus negócios, ou nunca foram líderes de fato. É fácil encontrar nas mídias sociais, “Líderes ou empreendedores de sucesso”, mas qual é a real? Onde estão os números? Cadê o mérito no seu desafio? Ainda podemos fazer outras perguntas como estas, exatamente onde se abre o abismo entre chefe e colaborador.

Os desafios com o ser humano são muito mais importantes que os desafios técnicos, mas um ótimo comunicador sem técnica, não se sustenta no longo prazo. É necessário continuar o desenvolvimento das habilidades de forma que você consiga “fazer” caso seja necessário e, ainda mais importante, caso você não saiba, seja capaz de pedir ajuda e aprenda algo que seus liderados estão executando. Sem isso, uma liderança somente com incentivos e boa oratória, sem a parte técnica, não se sustenta, pois seus colaboradores desenvolvem o senso que o seu “Chefe” não faz a menor ideia do que está acontecendo e que está desqualificado para sua função, tornando-se um chefe superficial e sem profundidade nos assuntos.

Se você algum dia já se questionou quais eram as habilidades que você, como chefe, deveria desenvolver para ser um líder melhor, bem-vindo a este seleto clube que não possui manual de instruções. Provavelmente você já se sentiu sozinho na hora da tomada de decisão ou em meio a questionamentos infinitos, e também já esteve sozinho até tarde no trabalho. Ou pior: quando você se torna chefe e seus “amigos” do trabalho simplesmente deixam de almoçar com você ou de conversar sobre a vida particular, afinal, agora você possui o poder mágico do cargo e eles se sentem ameaçados com as possibilidades desse “poder”.

Não existem lições únicas, nem sempre a forma de uma pessoa liderar serve para outra, nem sempre uma decisão que funcionou para o projeto A funcionará para o projeto B. A forma de tratar um dos seus liderados não funciona com os demais. Nesse ponto, você descobre que quando virou chefe, também ganhou um novo título citado anteriormente, o de “psicólogo”. Além dos problemas do trabalho, você precisa ter a sensibilidade de entender se existem outros tipos de problemas externos que podem estar minando ou sugando a capacidade/atenção do seu liderado.

E aí que entra outro grande desafio: a Gestão de Pessoas. Nesse ponto você precisa engajar, seja ajudando, ensinando, preparando, mostrando para seu time que existe luz no fim do túnel e qual a direção que a empresa espera que o grupo reme e, quando necessário, fazer as correções necessárias. Todo curso sobre empreendedorismo, ou melhor, na minha opinião, todos os cursos superiores deveriam abordar gestão de pessoas como um item muito importante na formação de todos os profissionais. Uma gestão eficiente de pessoas pode levar um projeto para o sucesso, assim como uma gestão ineficiente pode desagregar um time, gerar contratações ruins, matar um negócio saudável e até transformar sucesso em insucesso.

Outro mito comum é o de que “chefe não trabalha”. Será? Por vezes ser “chefe” significa ter funções administrativas que só podem ser feitas por você, como apontado acima, desde gestão de pessoas, gerenciamento de recursos da sua área, desenvolvimento do orçamento anual, até se reportar ao conselho ou sócios da empresa ou ao seu superior. No caso de um empreendedor ou CEO, ainda cabe a este pensar de forma geral ou até desenvolver o futuro do seu negócio e fazer isso com uma linguagem que todos abaixo consigam entender e entrem no desafio de buscar esse futuro.

Nesse momento, me questiono, será que preencho todos os requisitos acima apontados? Com certeza não, mas algo que aprendi durantes estes anos como empreendedor é que não devemos ter medo de, em caso de dúvida, perguntar, em caso de inquietação, argumentar. Temos sempre que buscar novas soluções, mesmo que isso exija um exercício que já foi realizado com sucesso, sempre antes de falar, ouvir e, quando for necessário, ser duro. Acima disso, devemos sempre ser determinado e ético, buscando evoluir e aprender mais para se tornar mais completo e melhor.

Mas a lista de dificuldades não para por aqui. Existe um último inimigo que pode aparecer junto com o cargo do chefe: você mesmo, ou melhor, o seu “ego”. Do dicionário Dicio, ego é a parte central ou nuclear da personalidade de uma pessoa. Infelizmente, a frase que é atribuída à Abraham Lincoln “Quase todos os homens podem suportar a adversidade, mas se você quiser testar o caráter de um homem, dê-lhe poder” é extremamente verdadeira e atual. Uma atitude capaz de arruinar sua carreira e liderança é colocar seu ego à frente dos objetivos do seu negócio ou empresa. Óbvio que todos devemos ter um pouco de amor próprio e isso é ego, mas controlá-lo pode determinar seu sucesso como líder ou seu completo despreparo para assumir essa ardilosa e dura missão.

As conclusões sobre ser chefe são que, por vezes, você será psicólogo, por vezes ficará sem dormir preocupado com suas metas ou seu negócio, por vezes você não saberá o caminho ou a atitude que deve ser tomada, mas saberá para quem perguntar, por vezes você será o primeiro a chegar e o último a ir embora, por vezes você estará pronto para tomar uma decisão difícil, por vezes você fará o que ninguém espera e, por fim, ainda sim, você continuará desconfiado se você está no caminho correto e se é capaz de ser o líder que seus liderados esperam e precisam. Ser chefe significa carregar várias responsabilidades, desde as metas da empresa até a vida dos seus liderados. Essa responsabilidade não diminui com o tempo, pelo contrário, só aumenta e fica cada vez mais complexa.

Apesar de todos os desafios acima apontados, tenho a certeza de que a função chefe é incrível quando você consegue participar da evolução de um colaborador, seja no trabalho, seja na vida pessoal dele, ou quando com a sua liderança, seu time consegue entregar resultados melhores do que o esperado, ou ainda, quando você cresce a equipe e por mérito, reconhece o time e abre frente para antes um colaborador, agora se tornar chefe também.

Twitter divulga novo posicionamento de marca para o mercado B2B

O Twitter apresentou ao mercado publicitário nesta quinta-feira (9) seu novo posicionamento global de marketing B2B, #ComecePelasPessoas, concebido com base nos diferenciais de sua audiência, que é mais receptiva e influente que a média online.

A construção do novo posicionamento teve como ponto de partida características das pessoas que estão no Twitter, como mostra um estudo global realizado com a Kantar Media* em 23 mercados, incluindo o Brasil. De acordo com os resultados da pesquisa, as pessoas que utilizam o Twitter estão sempre em busca de novidades e entre as primeiras a experimentar novos produtos; são mais dispostas a compartilhar que a média online e influenciam amigos e familiares em suas decisões de compra. Elas são também receptivas e abertas a novas mensagens por apresentarem um mindset de descoberta ao acessar o Twitter; e estão mais propensas a interagir com marcas em comparação com quando estão navegando em outras plataformas.

“O Twitter é o lugar em que as pessoas vão para ver e comentar sobre o que está acontecendo, e são exatamente as pessoas no Twitter que fazem a diferença na plataforma, devido ao seu comportamento único. E se uma marca quer se conectar ao que está em pauta na sociedade hoje, o Twitter é por onde ela deve começar sua campanha, porque é nele que encontrará uma audiência mais receptiva à sua mensagem e com influência para reverberá-la”, afirma Fiamma Zarife, diretora geral do Twitter Brasil.

Para auxiliar os anunciantes a aproveitar esse engajamento e influência das pessoas que estão no Twitter e transmitir sua mensagem de forma assertiva, a plataforma mapeou algumas das comunidades mais ativas em conversas no Brasil**. O objetivo do levantamento é prover insumos para que as marcas encontrem formas de interagir com naturalidade e contexto com o seu público, iniciando ou participando de conversas que são do interesse de seus consumidores e criando, assim, uma conexão genuína com essas pessoas.

Loucos por futebol: o futebol motiva conversas intensas que conectam diariamente – e durante eventos ao vivo – torcedores, atletas, times, produtores de conteúdo e marcas no Twitter. Os loucos por futebol são aqueles que lideram as conversas e trazem os assuntos para a plataforma.

Apaixonados por música: os mais diversos perfis de consumidores se identificam com o tema no Twitter. As conversas se desenrolam entre fãs, artistas, produtoras e marcas e grande parte delas vem dos apaixonados por música. O gênero pop, que traz uma nova geração de estrelas (Anitta (@Anitta), Ludmilla (@Ludmilla) e Pabllo Vittar (@pabllovittar), por exemplo), tem sido assunto das conversas dessa comunidade.

Ligados em reality shows: são uma forte comunidade no Twitter, impulsionando as conversas durante todo o ano. Seja “Big Brother Brasil”, “MasterChef” ou “The Voice”, os programas de reality show figuram nos Assuntos do Momento com frequência.

Gamers: os “e-Sports” têm grande popularidade entre os brasileiros, seja para se divertir construindo coisas, conquistando territórios ou até para seguir uma profissão. Independentemente dos tipos de plataformas usadas pelos gamers, o número de conversas dessa comunidade sempre é surpreendente.

Mulheres empoderadas: as mulheres brasileiras têm lutado, cada vez mais, pelo empoderamento, igualdade de direitos e oportunidades de carreira em diferentes áreas. Todo esse movimento é refletido no Twitter, que possibilita que todas as pessoas tenham voz e liberdade de expressão.

*Fonte: Estudo Kantar Media, dezembro de 2017.

**O levantamento foi baseado no cruzamento do volume de Tweets sobre diversos assuntos e o número de autores únicos que participaram das conversas sobre esses temas, o que mostra não só o grande volume de conversas que um tópico gerou, mas também a grande quantidade de pessoas envolvidas nessas conversas.

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Reforma da previdência como vetor para a transformação digital

Por Rodolfo Fücher

Em qualquer outro ano pós-eleições presidenciais, estaríamos vivendo o que é comumente chamado de “lua de mel” (período de no máximo 6 meses em que o novo governo e o mercado financeiro vivem um romance). Neste ano, no entanto, essa relação está acabando cedo demais. Quase quatro meses após a tomada de posse, fica claro que, se a reforma da Previdência não for aprovada, o país enfrentará momentos de muita instabilidade econômica e política.

A reforma da Previdência não é só necessária para garantir a sua, a minha e, principalmente, a aposentadoria das pessoas mais necessitadas, e equilibrar as contas públicas, mas sim para reconquistar credibilidade na economia e no mercado brasileiro, após o pior período recessivo enfrentado no Brasil.

Convém lembrar que, atualmente, o mundo está atravessando um período de transformação digital (ou 4ª revolução industrial), cujo ponto focal é a inovação. Grandes economias e empresas estão investindo massivamente em pesquisa e desenvolvimento para encabeçar o pioneirismo no 5G, projetos de IoT (Internet das Coisas), Inteligência Artificial, entre outras inovações disruptivas. Dentro desse cenário global cada vez mais competitivo, a inovação, que gera novas oportunidades, novos mercados e formas de consumo, se torna questão de sobrevivência para um país em desenvolvimento como o Brasil.

No entanto, para desenvolver e colocar em prática novas ideias, e conseguir competir com grandes economias, é preciso que haja investimentos internos, mas também fundamentalmente externos. E é neste ponto que a reforma da previdência ajudará a garantir que o mercado brasileiro seja mais atraente para investidores externos. O Brasil já possui um problema enraizado de atração de investidores devido a questões regulamentárias e tributárias e, caso a reforma da Previdência não seja aprovada, esse cenário só tende a piorar – quem arriscará investir em novos empreendimentos e startups em um país mergulhado na pior crise de sua história, com total descontrole das contas públicas, sem orçamento para novos investimentos em infraestrutura, saúde, educação e o pior, com altíssimo índice de desemprego?

O Relatório Global de Competitividade, divulgado pelo Fórum Econômico Mundial, em 2018, coloca o Brasil em 72º lugar no ranking de competitividade e como um dos países com maior sobrecarga de regulações imposta pelo setor público entre 140 países pesquisados. O país também foi considerado um dos menos preparados para se adaptar à revolução tecnológica.

Fica claro o reflexo desta reforma na recuperação econômica do Brasil e nos investimentos externos. Assim que aprovada e superado o período de instabilidade e insegurança, investidores voltarão a se interessar por inovações desenvolvidas no Brasil, movimentando o fluxo de dinheiro novo na economia.

A reforma da previdência sozinha não será a chave para todos os problemas econômicos do país, mas certamente é ponto fundamental. Somada as ações concretas do novo governo para reduzir burocracias, eliminar entraves regulatórios e, o mais importante, para obter melhora da eficiência e da qualidade dos serviços públicos, explorando os benefícios da tecnologia, poderemos começar a vislumbrar um ambiente mais seguro e atrativo para investimentos.

Rodolfo Fücher, presidente da ABES (Associação Brasileira de Empresas de Software)

Pesquisa GENOME Startups 2019 aponta São Paulo como ecossistema promissor

Os investimentos globais, o aumento de unicórnios do País e as recentes inovações no setor recolocam São Paulo no estudo internacional mais abrangente e amplamente lida do mundo sobre ecossistemas de startups “Global Startup Ecosystem Report 2019”, realizado pela Startup Genome. Para compor o ranking atual, foram analisadas mais de 40 cidades e milhares de empresas pelo mundo.

O Vale do Silício continua liderando o ranking mundial de ecossistemas por mas um ano, seguido por Nova York, Londres e Pequim empatados em terceiro, com Boston fechando o TOP 5. No ranking dos 30 maiores ecossistemas, a América do Norte segue dominando, abrigando 14 dos TOP 30 ecossistemas de startups, sendo 12 destes nos Estados Unidos.

Na lista dos ecossistemas com potencial para estar no TOP 30 nos próximos cinco anos – que estão crescendo rapidamente – há um grupo diversificado, com Lagos e Jakarta lado a lado com Moscou e Melbourne, sendo São Paulo e Canadá os representante da América. Há aglomerações urbanas gigantescas e pequenas.

Hoje, São Paulo está entre os 10 principais ecossistemas globais para talentos acessíveis, é destaque no setor saúde e um dos 30 principais ecossistemas globais de Fintech. Chegou a esse estágio, segundo o estudo, pois criou US$ 5,1 bilhões em Valor do Ecossistema com US$ 120 milhões em financiamento em estágio inicial nos últimos dois anos e meio.

Na lista dos promissores, a justaposição é um bom lembrete de que o desempenho do ecossistema de inicialização não é simplesmente uma função do tamanho da população do GPD – eles estão relacionados, mas cada uma delas tem, pelo menos um unicórnio e também características chave como liderança regional. O estudo considera também esses ecossistemas como pontos de foco principais em suas áreas do mundo, como São Paulo na América do Sul, Lagos na África e Jacarta no sudeste da Ásia; e liderança sub setorial, com ecossistemas de classe mundial em subsetores específicos, como Shelzhen tem em manufatura avançada e robótica, e Montral tem em Inteligência Artificial.

“São Paulo tem tudo que um ecossistema de startups vibrante necessidade, força de trabalho altamente qualificada, diversidade de suas indústrias, parceiros públicos e privados profundamente engajados para comunidade líder global”, pontua o presidente da Associação Brasileira de Startups, Amure Pinho.

Além da classificação dos ecossistemas, o o Genome Startups 2019 aponta caminhos e desafios para que as lideranças locais possam seguir para ter maior destaque e ganhar espaço em inovação mundial, como, por exemplo, o Brasil que precisa de políticas para aumentar o funding de startups em estágio inicial..”Nossa missão como apoiadores da Genome e como representantes do setor no Brasil é agregar e estimular o desenvolvimento de startups brasileiras, gerando eventos, conteúdo e condições para que o ecossistema nacional possa crescer ainda mais, ganhando destaque devido no mercado global”, diz.

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Cognizant aposta em parcerias com startups no InovaBra Habitat

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, atua no InovaBra Habitat, um ecossistema de inovação e empreendedorismo com mais de 170 startups e cerca de 70 empresas dos mais diversos segmentos, possibilitando a geração de novos negócios e o desenvolvimento de soluções inovadoras com base no networking e na colaboração.

O conceito Cognizant Lab para o Habitat visa atuar em quatro eixos complementares: Soluções, Prototipação, Parcerias e Comunicação. Os dois primeiros eixos visam abordar cases reais e o desenvolvimento de protótipos inovadores. Já o terceiro eixo visa expandir o relacionamento com startups e outras empresas enquanto o quarto eixo difunde a atuação da Cognizant dentro e fora desse ecossistema.

Além disso, a Cognizant faz parcerias com startups do Habitat visando trazer soluções para áreas internas da companhia. É o que aconteceu com a área de Talent Acquisition. “A velocidade das mudanças tecnológicas exige flexibilidade e respostas rápidas às oportunidades apresentadas pelo mercado”, analisa Carla Catelan, responsável pela área de Talent Acquistion da Cognizant no Brasil. “Fazer parte desse hub de inovação acrescenta mais soluções ao nosso portfólio de serviços, além de abrir espaço para parcerias que também visam atender às áreas internas da própria empresa.”

A área de TA da Cognizant identificou que a pressão para aumentar a velocidade de contratação, bem como a experiência do candidato e do gerente contratante neste processo, exige uma ação imediata. Essa avaliação, de acordo com Carla, abriu uma oportunidade para se conectar com startups que oferecem soluções no ramo. Desse modo, a empresa decidiu organizar um Demo Day, no qual as startups apresentam suas soluções para analisar melhor as possibilidades.

“As startups conseguem otimizar e customizar soluções para atender às demandas de negócio e, consequentemente, melhorar a experiência dos stakeholders no processo de contratação”, comenta a executiva. “Além disso, descobrimos soluções que nem tínhamos como expectativa, mas que foram apresentadas como proposta, para que possamos reavaliar a forma como atuamos hoje”, conclui.

A Cognizant também tem explorado o ecossistema InovaBra Habitat, com seu espaço próprio para o desenvolvimento de projetos, realização de workshops, demonstração de soluções próprias e prototipagem de ideias que surgem após workshops de design thinking com clientes.

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Os seis elementos de sucesso para atuação em startups

O crescimento exponencial das startups já é uma realidade brasileira. De acordo com dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), o mercado conta com 10 mil novas unidades de negócios espalhadas por todo o Brasil, principalmente em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Relativamente novo, esse negócio tem atraído milhares de pessoas todos os anos e oferecido oportunidades transformadoras para a carreira dos profissionais. Entre as principais características para integrar este universo, é necessário criatividade, agilidade, autogestão e espírito inovador. Segundo Paulo Lira, coordenador e supervisor acadêmico do HSM University, os atributos são exemplos que contribuem para o sucesso e desenvolvimento das startups e de seus colaboradores. Para as companhias, todas essas características contam como parte estratégica essencial para criar uma equipe em sinergia com modelos de perfis mais requisitados para ambientes de startups.

Para fazer parte destes ambientes, o executivo acredita que é importante que os profissionais tenham em mente essa mudança de mindset e a forma de se posicionar frente ao mercado para alcançar o sucesso dos negócios. Isso porque, cada vez mais, é exigido das startups estrutura organizacional bem definida quanto à negociação, pensamento estratégico e metodologias. A tecnologia também é fator ativo e necessário para os modelos de companhia pós-moderna, uma vez que as decisões precisam ser tomadas instantaneamente, para criar soluções mais eficazes a custos reduzidos.

Com expertise em educação corporativa, a HSM University observa uma grande movimentação dos profissionais na busca por conteúdos relacionados a liderança, produtividade, inovação e gestão em cenários de grande incerteza e de crise. “Estão cada vez mais interessados em entender os novos modelos de negócio, que embasam as organizações bilionárias da década atual, as novas tecnologias disruptivas, que são capazes de ditar outros padrões de comportamento e consumo, apontando para diversos mercados em rápido crescimento e para o sepultamento de mercados tradicionais”, explica Lira.

Para empreender ou atuar neste mercado em rápida evolução, o coordenador acadêmico identificou seis elementos fundamentais:

Estratégia na Era Exponencial – ter visão completa da empresa é essencial, por isso trabalhar a capacidade de criar gestões com bases estratégicas e políticas bem definidas, além de entender o mercado de atuação são cruciais para o bem desempenho da empresa.

Negociação em Ambiente de Rápida Mudança – agilidade e flexibilidade são pontos chaves neste quesito, no qual é importante entender linguagens interpessoais e definir conceitos e objetivos, tudo isso aliado as contínuas mudanças do mercado.

Empreendedorismo e Desenvolvimento de Plano de Negócios – liderança é uma das principais características em uma startup, com mais liberdade de empreender, o profissional deve enxergar e identificar oportunidades, avaliando riscos e criando ferramentas cada vez mais eficazes para o negócio.

Gestão do Comportamento Organizacional – Ainda um desafio de muitas empresas e um dos principais obstáculos para o desenvolvimento e produtividade. Os profissionais devem ter em mente a importância de desenvolver o trabalho em equipe e ter a capacidade de reconhecer os elementos que influenciam o comportamento individual e organizacional.

Gestão da Inovação – Tecnologia tem gerido todas as áreas organizacionais da empresa, estar sempre antenado as principais mudanças desse mercado e pensamentos estratégicos inovadores são cruciais para o bom desempenho do profissional.

Organização Antifrágil – Volatilidade tem sido o fator que coloca à prova tanto corporações quanto profissionais. Isso se deve muito por conta de um mindset voltado para a estabilidade entre organizações e profissionais. A mentalidade antifrágil tem a capacidade de recolocar a prática profissional em um ambiente em constante mudança, que contribui para uma rápida incorporação dos efeitos colaterais de determinada decisão, gerando benefícios e agilidade para a correção de rota.

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Bett Educar começa amanhã (14) na capital paulista

Nesta terça-feira (14) tem início o maior encontro de educação e tecnologia da América Latina, a Bett Educar. O evento, que está na 26ª edição, acontece no Transamerica Expo Center, em São Paulo, das 9 às 19 horas, até sexta-feira (17) e deve atrair mais de 22 mil visitantes da comunidade educacional de todo o País.

A Bett Educar, que é realizada em parceria com a Microsoft, conta com a participação de 250 marcas, e cerca de 20 startups, que vão exibir novidades em soluções, serviços e equipamentos para gestores de escolas da rede pública e particular.

Na área de exposição serão apresentadas inovações focadas em educação digital, robótica, inteligência artificial, programas de bilinguismo, metodologias STEAM e maker, além de soluções para a gestão financeira de escolas e outras ferramentas para auxiliar na aprendizagem e na experiência do aluno em sala de aula.

Já a programação de conteúdo do evento reúne mais de 190 palestrantes, entre educadores e especialistas do setor, no Congresso Bett Educar, Fórum de Gestores, Bootcamp de estratégias para Educação à Distância (EAD) e diversos workshops.

A Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) também participa do Bett Educar com quatro painéis: “Implementando ética e cidadania nas escolas”, “Projeto Primeira Infância”, “Educação mediada e novas tecnologias educacionais” e o lançamento do livro: Educação em Pauta. Entre os convidados dos painéis OEI estão o Ministro da Transparência e Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário; a diretora do Instituto Ibero-americano de Primeira Infância (IIPI) do Chile, Gabriela Sanchez e o Secretário de Estado de Educação do Governo do Distrito Federal, Rafael Parente.

O evento recebe também diversas personalidades, como o jornalista e educador Marcelo Tas, que apresenta o lançamento de um novo programa de robótica educacional no primeiro dia de evento. Já o cartunista Mauricio de Sousa e o médico, educador e escritor, Jairo Bouer, estarão presentes em palestras no dia 15 de maio.

Abertura – A cerimônia oficial de abertura acontece no dia 14, às 13 horas, com a presença do Secretário Estadual de São Paulo, Rossieli Soares da Silva; presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação de São Paulo, Luiz Miguel Martins; presidente executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz; vice-presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo, José Augusto de Mattos Lourenço; presidente do Conselho Nacional de Educação, Luiz Roberto Liza Curi; vice-presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares, Amabile Pacios.

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