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Estudo do grupo AD3+ mapeia perfil dos usuários de serviços financeiros na Europa e América Latina

Europa e América Latina vivem uma situação econômica bastante diferente, mas, quando o assunto é o uso de serviços financeiros pela internet, as duas regiões têm usuários com perfil semelhante. Em sua maioria têm renda familiar alta, amplo acesso à internet móvel e formação superior. Os dados foram obtidos em um estudo do grupo AD3+, empresa que oferece soluções completas em mídia digital.

A pesquisa, feita com 111 mil usuários distribuídos por oito países da América Latina e 272 mil usuários de 19 países europeus, compilou dados de pessoas que efetivamente realizaram algum tipo de ação, engajamento ou conversão em campanhas publicitárias voltadas ao segmento financeiro.

Na América Latina, 80% dos respondentes têm renda familiar entre R$ 96 mil e R$ 180 mil, contra 23% dos europeus. Entre os respondentes latino-americanos, 80% têm ensino superior completo e 96% contam com acesso à internet móvel, percentuais que são de 80% e 90% entre os europeus. Seis em cada dez latinos falam inglês, na Europa 80% dos entrevistados dominavam o idioma. Enquanto na Europa a maior parte (59%) dos usuários financeiro é do sexo masculino, na América Latina os dois gêneros consomem o serviço igualmente. Os europeus preferem os investimentos voltados à tecnologia; na América Latina, os investimentos voltados ao segmento agrícola são os mais desejados.

Se na América Latina os relacionamentos interpessoais estão entre os assuntos mais valorizados, na Europa os temas que mais despertam afinidade são relacionados a diversas modalidades esportivas. Games estão em alta em ambas as regiões, sendo praticados por 70% dos europeus e 80% dos latinos.

Para Bruno Pompeu, CEO do grupo AD3+, o estudo apresenta ao mercado informações importantes sobre o perfil de comportamento e interesse de assuntos relacionados sobre as pessoas que querem investir. “O trabalho também traz importantes contribuições ao debate sobre como a mídia digital pode ser mais eficiente construindo dados sobre o 1st e 2nd party, melhorando o entendimento, forma e momento de contato com o target”, afirma ele. O estudo completo estará disponível em breve no site da empresa.

Unisys: como identificar e se proteger de golpes no Whatsapp

Ataques cibernéticos via WhatsApp são cada vez mais frequentes e atingem um número maior de pessoas. Chamado de phishing, esse tipo de ameaça é definido como uma maneira desonesta que cibercriminosos utilizam obter informações pessoais por meio de mensagens falsas. A pesquisa Unisys Security Index 2019 aponta que 85% dos brasileiros já foram vítimas dessas armadilhas e, desse total, 36% reportaram ter recebido mensagens no smartphone por SMS ou WhatsApp simulando serviços.

Para ajudar a população a identificar ameaças e evitar cair em golpes como esse, Mat Newfield, Chief Information Security Officer (CISO) da Unisys, listou abaixo os tipos mais comuns de técnicas utilizadas por criminosos e dicas práticas para se proteger.

Técnicas mais comuns de phishing:

1 – Confiança comercial / autoridades: mensagens que parecem vir de uma organização conhecida ou com a qual você pode fazer negócios. Bancos, governo, companhias aéreas e varejistas são ótimos exemplos. Esses comunicados normalmente fornecem um link convincente para que você insira suas credenciais. Eles podem até mesmo enviar dados para o site real, para que você não perceba que foi roubado.

2 – Solicitações de atualização: são mensagens simples solicitando que você revise um documento ao atualize seus dados em algum banco de informações.

3 – Mensagens de “Heartstring”: são criadas para mexer com as emoções das pessoas em prol de uma causa. Normalmente solicitam ajuda financeira para um parente que sofre de alguma doença rara.

4 – Sextortion (chantagem sexual): essas mensagens afirmam saber algo sinistro sobre a vítima e, na verdade, trazem uma “isca” válida que a usuário tenha usado no passado. A demanda é geralmente para um pagamento por bitcoins em troca do sigilo da informação, extraída de uma violação da web anterior.

Formas de verificar se uma mensagem é phishing:

1 – Questione tudo: se você receber uma mensagem de uma amiga eu empresa pedindo algo fora do comum, ligue para eles e cheque se a demanda é real.

2 – Verifique links: colocar o mouse sobre um link mostrará a URL à qual ele se destina. Se o link deveria redirecionar para um determinado website oficial, mas parece suspeito, não clique nele.

3 – Analise todos os aspectos da mensagem: procure por elementos como erros de gramática e ortografia ou troca de letras – eles indicam que pode se tratar de um comunicado falso.

4 – Considere adicionar autenticação multifator a sistemas críticos: muitos provedores aplicativos e smartphones oferecem soluções gratuitas aos consumidores para adicionar proteções às suas contas, como autenticação multifator. Aposte nessas estratégias para reforçar a segurança de informações confidenciais.

“Ao receber alguma mensagem inesperada, um conselho que damos é controlar a ansiedade e obter mais informações em fontes confiáveis. A maioria dos ataques explora o emocional das pessoas fazendo com que elas entrem em pânico e sintam que há uma urgência significativa na solicitação. Tirando alguns minutos extras, você pode evitar cair em armadilhas”, comenta Newfield.

“Muitos das mensagens de phishing são praticamente indistinguíveis das oficiais, portanto, a dica é pensar em todos os dias como se fossem o ‘Dia da Mentira’. Mantenha seu ceticismo elevado e não seja pressionado a clicar em links, nem forneça suas informações de login a nada em você clicou. Esteja disposto a perder aquela ‘oferta única’, que provavelmente era boa demais para ser verdade”, completa Tom Patterson, Chief Trust Officer (CTO) da Unisys.

FoodStock e outros projetos são reconhecidos no Startup Weekend Foodtech

O iFood, foodtech líder na América Latina, patrocinou e recebeu, no início de agosto, o primeiro Startup Weekend Foodtech do Brasil. O evento colocou em competição, aprendizado e desenvolvimento 11 equipes de profissionais do ecossistema de inovação. Com 54 horas de duração, mais de 150 pessoas participaram, entre 89 competidores convidados, organização, staff e um time de 14 mentores, que incluíram Juliana Picchiai, gerente de Logística e Moacir Alegria, gerente de Expansão Comercial no iFood, além da presença de Diego Barreto, CFO da empresa e, Fabricio Bloisi, fundador e CEO do Grupo Movile.

“Entendemos que a tecnologia e a inovação têm o poder de solucionar muitos tipos de problemáticas universais. Para isso, é necessário transformar ideias em projetos e, por fim, em uma solução a ser disseminada. Ao patrocinar um evento nesse formato e com a temática foodtech, entendemos que estamos incentivando o desenvolvimento do próprio ecossistema, além de transformar o mercado de alimentação com trocas de experiência e aprendizados”, destaca Diego Barreto, CFO do iFood.

“Ter o primeiro Startup Weekend Foodtech do Brasil no iFood foi, sem dúvida, inspirador para a construção dos negócios e projetos que nasceram no evento. Queríamos passar para os competidores que Foodtech é um universo amplo e isso o iFood faz muito bem. Sabíamos da responsabilidade de trazer uma boa experiência para os participantes e a infraestrutura que a empresa tem para receber eventos neste modelo fez com que todo mundo se sentisse seguro, inspirado e motivado para trabalhar as 54hs.”, Maíra Camargo, organizadora do evento.

Destaques do evento

O principal prêmio foi concedido para a FoodStock, startup criada na competição com o objetivo de mudar a forma como as pessoas cozinham, por meio de receitas rápidas e inteligentes sem sair de casa.

Problema: “Cegueira da geladeira.” Um fenômeno sofrido por 75% dos brasileiros, se trata de abrir a geladeira e não ter ideia do que cozinhar, seja por falta de ingredientes, criatividade ou pela confusão causa pelo vasto leque de receitas disponíveis online.

Solução: A FoodStock desenvolveu a ideia de uma plataforma que através de áudio, foto ou texto o usuário é capaz de enviar os ingredientes que possui em casa e receber uma receita personalizada, baseada em nível de dificuldade e tempo desejado. Essa solução diminui o desperdício, a perda de tempo e contribui para a variabilidade das refeições diárias.

As outras soluções reconhecidas na competição que aconteceu na sede do iFood, em Osasco, foram: Prato Amigo (2º Lugar) – Sugestão de plataforma que possibilita a compra de um prato de comida e garante operação logística para ajudar as pessoas que estão em situação de vulnerabilidade social; Foodplan (3º Lugar) – Ideia de plataforma que propicia projeção de demanda antecipada e trabalha no auxílio da falta de previsibilidade nos pedidos dos pequenos e médios restaurantes, melhorando o planejamento e diminuindo o desperdício de alimentos e prejuízos financeiros; e Xeppa (Menção honrosa) – Ideia de plataforma que informatiza a feira de rua, criando um ecossistema entre consumidores e feirantes, atuando com o objetivo de retomar o crescimento do movimento em feiras, que apresentou queda nos últimos anos.

Entre as principais premiações, a vencedora ganhou um mês de coworking, além de mentoria com o diretor de expansão do iFood, quatro vagas para cursos do MERGO UX e da Perestroika, consultoria com a MEIUCA, participação em workshop da Laje, mentoria com a Nestlé e visita ao escritório da Heineken. Segunda e terceira colocada também foram premiadas com cursos MERGO UX e Perestroika, além de consultoria MEIUCA e desconto em workshop da Laje.

As demais equipes que também competiram no primeiro Startup Weekend Foodtech foram: Happy Flow, iEmbala, Rango Pet, Best food, Urbânicos, Consuma Saúde e FORNECE.

Banco Inter contrata ex-Facebook para liderar área de marketplace

Para reforçar o projeto de marketplace do Banco Inter, nova aposta da instituição para a oferta de produtos e serviços financeiros e não financeiros, o banco anuncia a contratação de Rodrigo Gouveia. O executivo que ocupava o cargo de Global Client Partner no Facebook para a América Latina, agora assume o desafio de entregar uma proposta de valor inédita, por meio da plataforma do Banco Inter.

A entrada do marketplace no aplicativo marca o início de uma nova fase do Banco Inter, impulsionada por um Super App, que agrega em uma mesma plataforma a oferta de produtos e serviços financeiros e não financeiros.

A novidade trará uma área de shopping, onde os correntistas poderão realizar compras diretas em lojas de departamentos, eletroeletrônicos, drogarias, turismo e ainda receber cashback. Hoje, o cliente já pode comprar gift cards, recarregar o celular e pagar o rotativo digital em BH.

A escolha de Rodrigo Gouveia para liderar o projeto leva em consideração seu sólido conhecimento em Mobile e Marketing Digital, mídias online e gestão de publicidade com foco orientado para resultados. “Além dos serviços financeiros, estamos criando um one stop shop dentro do aplicativo da Conta Digital. A oferta será totalmente definida pelas necessidades dos nossos clientes”, explica.

O executivo tem 20 anos de experiência em comunicação e marketing e trabalhou em empresas dos setores financeiro, automotivo, bens de consumo, indústria, varejo, telecomunicações e startups, em cinco países (Brasil, Estados Unidos, Argentina, México e Colômbia).

Sua última experiência profissional foi como Global Client Partner no Facebook Brasil, com atuação na América Latina. E, além disso, tem uma trajetória de sucesso na gestão de equipes multifuncionais, de diferentes culturas e estilos de vida.

Conferência Innova Summit abre inscrições nesta semana

Estão abertas as inscrições para o Innova Summit, maior evento de inovação e tecnologia do país. A conferência tem como objetivo impulsionar o status do Brasil como protagonista em inovação e tecnologia na América Latina e espera receber 40 mil pessoas.

Durante a conferência, serão realizadas palestras com grandes nomes nacionais e internacionais, 18 talks, 9 painéis de debate e mais de 40 horas de informação, além de exposições de arte, startup challenge e uma série de experiências imersivas.

“Inspirar jovens talentos a desenvolverem suas ideias, criarem novos empreendimentos e visualizarem um amanhã mais justo para todos. Essa é a nossa missão”, explica Alan Franson, idealizador do evento.

Além da programação de conteúdo, o evento organizará um hackathon com foco em soluções de impacto social. Na maratona, os participantes terão 48 horas para desenvolver ideias e tecnologias que ajudem a resolver três problemas sociais: fome, saneamento básico e meio-ambiente.

Ainda na parte social, um dos destaques do evento é a parceria com a UNICEF. Entre os palestrantes da conferencia estarão Florence Bauer, presidente da UNICEF Brasil, e Camilo Leon, dgital communication specialist, que vão compartilhar o trabalho realizado pela institucição no país.

Confira aguns dos palestrantes confirmados:

Andrea Iorio – CDO L’oreal e ex-CEO Tinder

Nina Silva – CEO Black Money e uma das 20 mulheres mais influentes do país segunda a Forbes

Ricardo Amorim – Economista e Influenciador Top 1 do LinkedIN Brasil

Kondzilla – Produtor Musical e fundador do maior canal de música do mundo

Caco Barcellos – Jornalista e escritor

Ícaro de Abreu – Head de inovação da IBM

Ronan Damasco – Diretor de tecnologia da Microsoft

Alice Ferraz – Head de Customer Experience da XP Investimentos

Fábio Póvoa – Co-founder Movile (iFood, Playkids)

Gustavo Álvares – Secretário-executivo de ciências e tecnologia do DF

Octávio Paulo Neto – Procurador do Ministério Público

Para conferir a lista completa de palestrantes, basta acessar www.innovasummit.com.br.

Innova Summit

Data: 3,4 e 5 de outubro

Horário: 9 às 20h

Valores: R$ 1.299 – passaporte para os 3 dias

R$ 2.499 – passaporte VIP

Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães

Endereço: SDC – Setor de Divulgação Cultural – Eixo Monumental, Brasília

Informações e Ingressos: bit.ly/innovasummit

CINQ apresenta eCommerce gamificado para funcionários baseado em Blockchain

Na segunda feira, dia 12/08, a HDI Seguros realizou o IT Talk, uma feira de tecnologias para cerca de 450 colaboradores da empresa, das áreas de TI e negócios. A proposta foi incentivar a discussão e demonstração de novas tecnologias, ferramentas e plataformas para contextualização dos projetos atuais e possibilidades de inovação para a empresa e sua cadeia de valor.

O Google Cloud e a CINQ foram convidados especiais para respectivas exposições na feira. Nesta oportunidade, a CINQ apresentou a tecnologia Blockchain e seu novo projeto CINQ Store. Uma loja on-line para colaboradores comprarem produtos oferecidos internamente pela empresa, utiliza como base monetária uma criptomoeda interna baseada em blockchain: CINQ Coins. A loja faz parte da intranet e utiliza Blockchain – Hyperledger e Fabric – na sua composição.

O projeto foi idealizado com o intuito de testar, gerar aprendizado interno e uma prova de conceito da tecnologia Blockchain, além de incentivar o desenvolvimento da cultura voltada às boas práticas de trabalho da empresa e gamificação da intranet da CINQ.

Guilherme Trojan, Estagiário de Desenvolvimento Backend do CINQ lab (laboratório de inovação) comentou sobre o projeto: “Blockchain é um banco de dados que mantém o histórico de todas as operações executadas em uma aplicação, de forma a garantir a imutabilidade dos dados. Um dos principais desafios na implementação da Loja foi o uso do framework Hyperledger Fabric. Por ser uma tecnologia emergente, open source e em constante aprimoramento, esta conta com uma comunidade ainda em desenvolvimento, o que fez com que muitas vezes não houvesse documentação ou respostas nos fóruns da área. Assim, instruções de uso e sugestões de correções de problemas eram escassas, o que nos forçou a aprender como resolver estes problemas de forma autônoma”.

Cada colaborador ganha pontos, CINQ Points, na intranet da empresa, a partir do cadastro em dia de atividades, participação nos programas de desenvolvimento profissional, dentre outras ações incentivadas pela organização. Estes pontos tornam-se criptomoedas, CINQ Coins, que podem ser trocadas por produtos como canecas, cadernos, bótons, vale livraria, dentre outros, na CINQ Store.

Marcio Lourenço, Arquiteto de Soluções na CINQ, e um dos colaboradores que participou do beta teste, comentou sobre a experiência de usuário na loja: “Foi boa e interessante, achei a navegabilidade bem fluída e rápida. Acho fantástica a ideia da CINQ Store, presentear os colaboradores por eles cadastrarem as atividades em dia, elaborarem palestras, se dedicarem em certificações etc., eu particularmente acho muito legal… é realmente um GPTW”.

Segundo Carlos Alberto Jayme, diretor de crescimento da CINQ, “muito se fala e pouco se faz com esta tecnologia. Aqui, em casa de ferreiro o espeto deve ser de aço. Já estávamos com dois projetos ativos com o uso de blockchain, mas queríamos difundir mais este conhecimento com o nosso time e com nossos clientes. Por isto fomos além das apresentações power point para envolver vários colaboradores e provar na prática o uso desta tecnologia. Agradecemos a HDI por nos dar a chance de compartilhar esta experiência”.

Durante o IT Talk, os participantes puderam ter uma experiência da CINQ Store no Stand de Blockchain da parceria entre a CINQ e HDI Seguros. Foram disponibilizadas 4 carteiras que totalizaram 1.000.080 CINQ Coins no CINQ Bank, para compra de brindes personalizados. Os representantes da CINQ, Nôga Simões, Rafael Zabotini e Júlio Quadros auxiliaram no processo de compras, explicando sobre a tecnologia e a sua aplicação.

Daniel Carvalho, Arquiteto de Soluções de TI na HDI Seguros, comentou sobre a experiência Blockchain resultante da parceria entre a HDI e a CINQ: “A HDI prima por soluções humanas, digitais e inovadoras e esta parceria mostrou justamente isto, pois pudemos expor uma aplicação real da utilização da tecnologia Blockchain em uma solução de desenvolvimento organizacional. O IT Talk também contou com  resentações feitas de colaboradores para colaboradores com as seguintes temáticas: APIs e Micro serviços, BI, Segurança da Informação, Ferramentas Colaborativas, DevOps, Checkout, dentre outras. Houve muita troca de conhecimentos e networking, o que favorece ainda mais o excelente clima organizacional na HDI”.

Fórum da RNP vai debater o uso do blockchain no Brasil, além da criptomoeda

Muito se fala sobre o blockchain ser um banco de dados, no qual a distribuição é livre, que utiliza a criptografia de última geração. E quando se pensa nesse tipo de tecnologia vem logo à cabeça obitcoin e as criptomoedas. Mas será que existem outras inovações no uso do blockchain?

A resposta é sim. A inovação no uso do blockchain já está em diversos setores, como na moda, música, educação, saúde, setor jurídico, mercado imobiliário e até mesmo em serviços para o governo. A inovação também é vista como um modelo de negócio. Isso porque é necessário que os empresários comecem a pensar o negócio e/ou produto sendo distribuído e não mais centralizado.

Diante deste cenário, a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) tem apoiado soluções e iniciativas capazes de contribuir para implementação desta ferramenta. Por este motivo, a inovação estará entre os assuntos de destaque da oitava edição do Fórum RNP, realizado entre os dias 26 e 28 de agosto, em Brasília/DF.

Segundo Fabíola Greve, organizadora do painel, diversos países estão organizando grupos de interesse, discussões e pesquisas para fazer evoluir a tecnologia e é essencial que o Brasil também construa uma aliança sólida para a ferramenta. ”Queremos abordar a blockchain aplicada fora do mercado financeiro e levar outras aplicações possíveis”, pontua.

O painel sobre blockchain vai acontecer no dia 27/8, às 9h, na sala Arena Fórum, do Royal Tulip Brasília Alvorada e será voltado para debater o estado da tecnologia no Brasil e no mundo, focado em aplicações, infraestruturas das redes e a interoperabilidade. Desta forma, a RNP pretende promover uma discussão sobre desafios de governança, regulação e uso da plataforma para valoração das permutas de ativos entre parceiros de negócios.

FÓRUM RNP 2019

Data: de 26 a 28 de agosto de 2019
Local: Royal Tulip Brasília Alvorada
Inscrições e informações: forum.rnp.br/

Blockchain além da tecnologia: livro mostra aplicações de forma prática

Blockchain. Você já deve ter ouvido falar sobre isso recentemente. O conceito da blockchain surgiu junto com as criptomoedas, para que o envio e recebimento dos valores de bitcoins ficassem registrados de forma segura e inviolável. Porém, o conceito da blockchain vai muito além. A tecnologia tem potencial para provocar uma ruptura de paradigmas no modo de se conceber as relações econômicas, jurídicas, políticas e sociais.

Para abordar o enorme potencial revolucionário desta tecnologia de registros, a administradora Adriana Siliprandi e o advogado Fernando Lopes, especialistas no tema, estão publicando o livro Blockchain, Bitcoin e Smart Contracts: a revolução dos ativos digitais (Editora Tirant). O lançamento está marcado para próximo dia 20, na Livraria da Vila, no Shopping Pátio Batel, em Curitiba.

A obra mostra que a injustiça e a ineficiência econômica são apenas sintomas da existência de uma desigualdade social produzida pelas diferentes inter-relações entre a moeda, o direito, o contrato e a propriedade. Os autores propõem a utilização da blockchain para gestão da propriedade e da informação, substituindo as moedas pelas criptomoedas e os contratos pelos smart contracts.

Segundo Fernando Lopes, essas tecnologias embutem potencial para resolver graves problemas sociais. “A desigualdade social e econômica, a corrupção, a insegurança nas relações contratuais, a degradação do meio ambiente, dentre outros problemas, podem ser combatidos por meio da blockchain”. Mas, faz um alerta para o risco de o apetite regulatório dos Estados acabar anulando o potencial disruptivo da nova tecnologia. “Se o poder público não atentar para a especificidade do fenômeno e buscar uma regulamentação nos moldes jurídicos tradicionais, os efeitos podem ser catastróficos para a sociedade”.

Adriana acrescenta que estas tecnologias são a solução dos atuais problemas. “É preciso que os agentes do Estado compreendam que a blockchain, os smart contracts, e os criptoativos não são problemas para o Estado, mas as soluções, a exemplo da extensa folha de pagamento do funcionalismo, da ineficiência dos serviços públicos, da corrupção e da dificuldade para gerir um orçamento cada vez mais reduzido”, explica.

Mas, afinal de contas, o que é blockchain?

A blockchain (corrente de blocos, em tradução literal) é uma espécie de grande livro contábil, que registra as diferentes transações espalhadas em vários computadores. O sistema blockchain é formado por uma cadeia de blocos, ou seja, blocos com conjuntos de transações que são trancados por uma forte camada de criptografia, tornando impossível alterar ou apagar as informações ali registradas.

A blockchain utilizada para registrar as transações com bitcoin é pública: qualquer pessoa pode verificar e auditar as movimentações registradas nela, sendo protegida a identificação real dos usuários. Empresas como a International Business Machines Corporation (IBM), no entanto, têm se dedicado a desenvolver sistemas blockchain privados, mais adequados à atividade empresarial.

Os autores destacam que, com a blockchain, o Estado pode se desburocratizar significativamente, economizando gastos com funcionários públicos e, ao mesmo tempo, obter um aumento da eficiência e qualidade dos serviços, como, por exemplo, iniciativas nos Estados Unidos que têm provocado uma redução de 50% no custo da energia. Além disso, a confiança de que os agentes públicos não irão se corromper por medo das sanções criminais é substituída por provas criptográficas e mantida por uma rede de computadores confiáveis que garantem a higidez dos atos administrativos.

Lopes ainda faz uma analogia com a invenção do telefone ao explicar por que ainda é difícil discutir esse assunto, justificando a relevância do livro. “Quando Graham Bell falou da invenção do telefone para Sir Willian Preece, que era o engenheiro chefe no British Post Office, este achou a invenção inútil, porque eles tinham muitos mensageiros para levar as informações. Ou seja, as pessoas tendem a ter dificuldades para entender os impactos de fenômenos disruptivos”, conclui.

Siliprandi, por sua vez, explica que a falta de regulamentação específica no Brasil em relação ao mercado de criptoativos exige um debate sério e profundo sobre o tema, para que o propósito da tecnologia não seja desfigurado. Destaca ainda a importância de utilização da blockchain e dos smart contracts para a proteção dos consumidores no comércio eletrônico, que hoje são vítimas de inúmeros danos, devido à sua condição dependente.

Lançamento do livro Blockchain, Bitcoin e Smart Contracts: a revolução dos ativos digitais

Data: 20 de agosto de 2019 (terça-feira)

Horário: das 19h30 às 21h

Local: Livraria da Vila (Shopping Pátio Batel) – Av. do Batel, 1868 – Batel, Curitiba-PR

Entrada: gratuita

Evento aberto ao público.

NeoAssist e Mind Pesquisas divulgam o Service Insights 2019

Com o objetivo de compreender melhor como as empresas estão encarando a experiência do consumidor, a NeoAssist, plataforma omnichannel para relacionamento com o cliente, em parceria com a Mind Pesquisas, plataforma de pesquisas, realizou um levantamento quantitativo com cerca de 150 executivos de atendimento em empresas de todo o Brasil, durante o mês de junho de 2019.

O estudo destacou quais os desafios a serem enfrentados para alinhar as empresas às expectativas de um consumidor mais empoderado. Entre os dados analisados, estão: a importância do relacionamento, lealdade, fidelidade, expectativas, frustrações, percepção e métodos de contato e experiência do cliente. “Fizemos o Service Insights com o intuito de entender a visão de diretores, gestores e líderes das empresas sobre como anda o atendimento no Brasil, para que todos reflitam sobre quais serão os próximos passos para essa transformação”, afirma Albert Deweik, CEO da NeoAssist.

A primeira pergunta feita aos executivos foi sobre o quão importante é o atendimento ao cliente na escolha de uma marca para comprar ou se relacionar. A maioria dos entrevistados (85,2%) consideram muito importante e 14,1% acham importante. Somente 0,7% acham o atendimento indiferente e nenhum deles respondeu que acha pouco ou nada importante.

Em relação a fidelização, 85,9% dos respondentes concordam totalmente que o relacionamento que a empresa mantém com o consumidor nos momentos em que ele precisa contatá-la é o que o mantém fiel à marca. Outro ponto relevante é que 77,1% concordam totalmente que muitas pessoas trocam de marca por não estarem satisfeitos com o atendimento oferecido.

Entre os fatores mais frustrantes em um relacionamento estão, a ausência de tato do atendente (62,4%), seguido de falta de atendimento telefônico (62,4%) e ter que repetir informações já passadas anteriormente (45%). Além disso, 46% dos participantes afirmaram que acreditam que seus consumidores pagariam até 20% a mais se fossem melhor atendidos.

Em relação aos métodos de contato, 65,1% afirmaram que as empresas devem se comunicar por meio de aplicativos de mensagem instantânea e 58,4% concordaram parcialmente e totalmente que o cliente prefere falar por telefone do que por chat, e-mail, redes sociais ou mensageiros instantâneos, informação endossada na pergunta “Para você, quais canais abaixo o cliente utiliza normalmente para atendimento?”, onde 90,6% responderam atendimento telefônico humano.

O estudo revela mais alguns dados interessantes. Para ver a pesquisa na íntegra, acesse:bit.ly/2YSKDfX

Startup faz gestão de processos jurídicos por meio de Inteligência Artificial e Big Data

O Data Lawyer, hub de tecnologia jurídica com produtos voltados para gestão e análise de dados, anuncia o pré-lançamento do DL Insights, uma ferramenta de jurimetria que tem como objetivo tornar o direito mais orientado a dados. A nova plataforma é focada em grandes escritórios e departamentos jurídicos, e utiliza big data e inteligência artificial para analisar processos trabalhistas de todos os estados a partir de 2014.

Além da ferramenta de jurimetria, a startup também oferece o ERP, sistema de gestão de processos que conta com armazenamento, compromissos, prazos e parte financeira do escritório, bem como acompanhamento de publicações e monitoramento processual.

De acordo com Caio Santos, CEO e fundador do Data Lawyer, a gestão eficiente de um escritório de advocacia no mundo moderno é um grande desafio. “O problema é encontrado quando os gestores e colaboradores se perdem em compromissos cotidianos, fazendo com que a organização das atividades e a atenção voltada a elas não seja realizada. Por isso, repensar as atividades que atrasam os escritórios e compreender métodos de mudanças se torna essencial”, afirma o executivo.

O DL Insights contém em sua base de dados mais de cinco milhões de processos trabalhistas datados desde 2014 nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, e até setembro irá conter mais de 11 milhões de processos de todo o país. Por meio da análise textual de todo o conteúdo dos processos, a inteligência desenvolvida pela empresa identifica os valores, decisões, assunto, dentre outros pontos, e oferece para o usuário um panorama geral e parametrizado das ações.

Mais do que uma startup de gestão jurídica, o Data Lawyer acredita em uma advocacia orientada a dados e nasceu para ser um hub de tecnologia e soluções jurídicas inteligentes. “O setor de advocacia ainda é analógico, burocrático, lento e ineficiente. Nosso objetivo é levar mais inovação para esse mercado que é conservador e necessita de mais informações e automações para poder ser mais célere”, afirma Santos.

O Data Lawyer realizou o pré-lançamento da plataforma na Lawtech Conference 2019, evento que reuniu na última quinta-feira (23) startups do setor jurídico. Por enquanto, a ferramenta está disponível para soluções customizadas sob demanda, e o lançamento oficial do produto será em setembro. As funcionalidades disponíveis na plataforma vão desde a análise de processos trabalhistas, decisões de juízes, sentenças e valor das causas.

“O Brasil é um dos maiores mercados jurídicos do mundo, com 80 milhões de processos ativos nos tribunais e um mercado super competitivo. É uma oportunidade ideal para inovar. A tecnologia pode tornar a vida de juristas e advogados muito mais fácil e produtiva”, reitera Santos.

Startups são aliadas dos expats

Por Claudio Scheuer

Já pensou em trabalhar a partir de qualquer lugar do mundo? Ok. Você precisa somente de um bom e confiável acesso à internet. Em um mundo onde os nômades digitais crescem a cada dia, trabalhar remotamente da sua casa no Morumbi ou à beira da praia na Tailândia, já não é surreal, muito menos distante. Brasileiros sendo contratados por empresas americanas, indianos indo trabalhar em Londres, isto já virou rotina. Apelidados de expats, termo em inglês para expatriados, estes nômades enfrentam desafios e muitos, muitos problemas.

Cobertura de seguro de saúde, envio de remessas de dinheiro, emissão de documentos, a lista não tem fim! A parte boa é que a tecnologia vem se tornando uma aliada e várias soluções foram e estão sendo criadas para facilitar o processo de quem decide mudar e viver em outro país.

A mundialmente conhecida Transferwise, por exemplo, começou pela insatisfação de um expat, que quando morava na Inglaterra enviou seu dinheiro para seu país de origem, a Estônia, pela primeira vez. A finalidade era somente pagar o financiamento da sua casa no seu país natal. Para seu desespero, no dia seguinte, ele descobriu que o banco cobrou uma taxa altíssima para a transferência internacional que beirava 5% do montante.

Inconformado, ele decidiu falar com um amigo que estava morando na Estônia para que pagasse seu financiamento. Ficou decidido que eles pagariam as contas um do outro, um na Inglaterra e outro na Estônia, desta forma o dinheiro não precisava circular internacionalmente e eles conseguiam evitar as altas taxas dos bancos. Desta ideia simples, a partir de um problema recorrente aos expats, surgiu a Transferwise já avaliada em mais de U$1 BI.

E quando você é um expat e precisa de atendimento médico em outro país? O que você faz? Como paga pelo serviço? SafetyWing, guarde este nome. Esta startup norueguesa está propondo aliviar as dores de cabeça geradas por despesas médicas no exterior. Sim, eu sei que você já conhece seguros de viagem, mas a proposta é outra. O plano inicial custa US$37 a cada 4 semanas, renovável automaticamente. A solução facilita a imigração de quem tem medo dos gastos ao precisar de atendimento médico em países como Estados Unidos.

Até mesmo a verificação de identidade pode ser um incômodo. Imagine você ter que achar um cartório, ou notary (em inglês), para reconhecer documentos ou atestar veracidade de assinaturas? Já existem vários projetos de startups mundo a fora que prometem acabar com este processo complicado por meio de tecnologias ligadas à blockchain.

A Yoti, como exemplo, é uma startup de Londres que já está aplicando tecnologia de reconhecimento facial para atestar a idade de usuários de aplicativos. Desta forma sites para adolescentes e crianças se tornam mais seguros por terem seus usuários realmente com idades compatíveis. A startup também conta com um aplicativo de identidade digital, que permite que usuários se identifiquem através do celular, ao invés de carregar um documento de identidade.

Grandes formas de disrupção já derrubaram paredes, muros e atravessaram oceanos. A era digital já é realidade há muito tempo. Oportunidades camufladas de problemas não param de surgir. Simples, pode ser o novo modo de pensar. Habilidades únicas são cada vez mais requisitadas e valorizadas. Não podemos afirmar como o mundo será em 20 anos. Só o que podemos assegurar é que problemas ainda serão resolvidos por pessoas criativas com mentes disruptivas, de qualquer idade, etnia e credo. Por um motivo simples, os problemas sempre existirão.

Claudio Scheuer, head internacional da Spin, primeira e maior rede de aceleradoras starup + indústria do Brasil.

Como evitar golpes com criptomoedas

Um grupo especialista na compra e venda de bitcoins, que inadvertidamente se afirmava como o maior do Brasil na área, tem sido alvo de processos judiciais desde junho. Isso porque os clientes não estão conseguindo sacar as quantias investidas e a Justiça, por sua vez, não está encontrando o dinheiro para ressarcir os clientes. O caso levanta uma importante discussão no mercado: como evitar golpes com criptomoedas?

Daniel Coquieri, COO da BitcoinTrade, uma corretora de moedas digitais voltada inteiramente para o mercado brasileiro, lembra que “a segurança do usuário e o cuidado para evitar ações maliciosas precisam ser as maiores preocupações das empresas, sobretudo quando elas têm o dinheiro de outras pessoas sob sua responsabilidade”. O executivo lista abaixo algumas das dicas mais importantes para evitar golpes com criptomoedas. Confira:

Procure por uma exchange de confiança

As exchanges são plataformas em que ocorrem a troca de moedas virtuais. Elas funcionam como corretoras no mercado de ações, conectando pessoas que querem comprar com quem quer vender suas criptomoedas.

Dê preferência por uma exchange que tenha certificações reconhecidas de segurança, por empresas que ofereçam instruções básicas e tirem dúvidas de seus investidores, principalmente se você estiver fazendo seus primeiros investimentos em criptoativos.

Atenção ao golpe de pirâmide

Um golpe muito comum com criptomoedas envolve o esquema de pirâmide, que funciona basicamente com um investidor inicial que convida outros para se unir ao grupo e lucrar em cima destes, sem a necessidade de venda de nenhum produto. Nesta lógica, quem está no topo sempre precisa de mais pessoas para alimentar a base e continuar o ciclo.

Geralmente, esquemas de pirâmide prometem retorno consideravelmente maior se o investidor chamar outras pessoas para participar da estrutura, além de garantir retorno certo, o que é um erro, pois o bitcoin é extremamente volátil e não assegura lucro. Cuidado com este tipo de golpe! As taxas de rendimento propostas são normalmente impraticáveis e acabam por deixar o investidor na mão, sobretudo na hora de recuperar o dinheiro investido. Nestes casos, a pergunta que o investidor deve se fazer é a seguinte: se os rendimentos são tão bons assim, por que a empresa precisa de tantos clientes?

Use processos de autenticação

Depois de encontrar a corretora de sua confiança, faça seu cadastro regular e respeite todos os processos de autenticação. Eles permitem validar se o usuário que está tentando entrar na conta é o mesmo cujos dados estão cadastrados no sistema. A medida garante um controle maior no acesso, proporcionando o máximo de segurança. Tenha ainda um e-mail com senha forte e não a compartilhe com terceiros.

Faça backups semanais

A fim de redobrar o cuidado e evitar ataques de hackers, é importante fazer backups frequentes da carteira digital, que devem ocorrer ao menos uma vez na semana. A impressão e o armazenamento de um documento físico também são uma alternativa interessante para garantir a eficácia da cópia de segurança em caso de invasão das suas informações ou perda do HD ou pendrive.

Atenção a tentativas de phishing

Uma prática bastante usada por cibercriminosos é o “phishing”, técnica para “pescar” informações e dados pessoais importantes através de mensagens falsas. O usuário é levado a informar, por conta própria e inadvertidamente, alguns dados sigilosos que permitirão o roubo de suas criptomoedas. Preste atenção a e-mails maliciosos, principalmente se vierem acompanhados de links estranhos e forem enviados por remetentes desconhecidos ou não identificados.

Os criminosos podem até oferecer segurança ou suporte técnico mas, na verdade, querem copiar seus dados e podem, inclusive, transferir as criptomoedas. Confie apenas na assistência técnica que você tenha solicitado.

Não compartilhe informações sobre suas transações

É comum que o usuário interessado em investir em bitcoins participe de fóruns especializados para tirar dúvidas e colher opiniões sobre o tema. No entanto, é preciso ter cuidado para não compartilhar informações em excesso sobre seus investimentos, como qual é a sua carteira ou a quantidade de criptomoedas que você tem. Quando o assunto é o seu dinheiro, todo cuidado é pouco.