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6 livros que todo profissional de RH deve ler

Por Mariana Dias

Estar antenado e se atualizar em sua área é imprescindível para o profissional que deseja se destacar no mercado. A necessidade de reciclagem está ainda mais latente no campo de Recursos Humanos que, hoje, passa por um processo de transformação, no qual novas tecnologias, processos e estratégias estão inundando a vida dos RHs de forma cada vez mais presente.

Pensando nisso, listo, abaixo, seis livros sobre gestão de pessoas, comportamento humano e negócios para gerar inspiração e impacto no dia-a-dia dos profissionais que atuam e desejam se especializar na área. Confira:

Gestão de Pessoas

The Power of People (Jonathan Ferrar, Sheri Feinzig, Nigel Guenole)

Se você quer começar a usar dados para melhorar os resultados dos recursos humanos da sua empresa, este é um dos principais livros de RH que você precisa ler. Nesta obra, os três grandes especialistas em análise da força de trabalho trazem estudos de caso que vivenciaram e tudo o que aprenderam em anos de trabalho com People Analytics. Você aprenderá por onde começar, como gerar resultado rapidamente, quais são as melhores práticas e como gerar ainda mais valor, trazendo uma mentalidade analítica para todo o RH. The Power of People é inestimável para os executivos de Recursos Humanos que estabelecem ou lideram funções analíticas.

Scrum: A arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo (Jeff Sutherland)

Você acredita que o seu trabalho e o dos seus colaboradores não são tão produtivos como poderiam ser? Então leia este livro. Scrum é um método prático e incrível que surgiu no meio de tecnologia, mas que pode muito bem ser transposto para qualquer área de uma empresa. Desde o advento do método, já foram registrados ganhos de produtividade de até 1.200%. Aprenda a organizar melhor seus projetos e equipes, e, a melhorar a produtividade dos projetos da sua companhia, tudo o que precisa para levar a metodologia ágil das startups para a sua área de RH.

Comportamento Humano

Criatividade S/A (Ed Catmull)

Sabe qual é a fórmula de sucesso por trás de filmes que adoramos como Toy Story ou Procurando Nemo? O autor desse livro nos mostra isso, através da trajetória da Pixar, empresa que ele fundou junto com Steve Jobs. Ele conta com detalhes como se pode construir uma cultura de criatividade num ambiente corporativo, que nem sempre dá abertura a isso, e, como essa cultura pode ajudar uma empresa a se tornar bem sucedida.

Reinvente sua Empresa (David Heinemeier Hansson)

Já pensou que fazer menos coisas pode impulsionar um crescimento maior para sua empresa? Parece estranho, não é? Mas é isso que os autores deste livro mostram com suas experiências em negócios bem sucedidos. Eles criticam várias ideias tradicionais, criticam os workaholics e pregam a ideia de que você deve produzir poucas coisas muito boas, ao invés de muitas coisas razoáveis.

Negócios

Empresas Feitas para Vencer (James C. Collins)

Nesta obra incrível, Jim Collins se propõe a responder quais são os fatores que fazem empresas boas, medíocres e até as ruins se transformarem em empresas que têm um sucesso duradouro. A partir de uma pesquisa extensa ele nos traz exemplos, muitas vezes contra intuitivos, que podem ser aplicados na cultura de uma companhia desde sua criação para que ela possa atingir a excelência.

A Startup Enxuta (Eric Ries)

Aposto que se você não trabalha em uma startup deve estar pensando que pode pular esta obra, afinal os ensinamentos aqui não valeriam para empresas grandes e bem estabelecidas, não é? Mas é aí que você se engana. “A Startup Enxuta” mostra uma nova forma de abordar problemas e projetos, que pode ser aplicada tanto em empresas de garagem como por profissionais inovadores em empresas grandes, e que traz muito mais agilidade e menos desperdício de esforço.

Com estas dicas tenho certeza que você expandirá os seus conhecimentos, assim como estará mais preparado para enfrentar os desafios do setor e conseguirá absorver os benefícios que a inovação e a tecnologia podem trazer à sua rotina de trabalho.

Mariana Dias, CEO e cofundadora da Gupy, líder de recrutamento com base em Inteligência Artificial e machine learning no Brasil.

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Combatendo silos de rede, agora na nuvem

Por John Maddison, Vice-Presidente Sênior de Produtos e Soluções da Fortinet

Durante a década de 1990, as organizações dedicaram muito tempo e esforço ao desenvolvimento de um modelo de rede com o datacenter no centro e um perímetro bem definido e seguro próximo à borda. Embora inovadora na época, essa abordagem isolava departamentos, linhas de negócios e escritórios regionais – principalmente quando começaram a adotar suas próprias tecnologias de rede e segurança para atender às suas necessidades e exigências específicas. Com isso, os engenheiros de sistemas e os profissionais de segurança que tinham que gerenciar esses hubs de rede desenvolvidos organicamente ficavam funcionalmente sem visibilidade para rastrear dados e recursos ou descobrir e responder a ameaças.

Por fim, as equipes de TI, ao assumir a tarefa de centralizar o gerenciamento e a segurança da rede nos anos 2000, viram que precisavam integrar sistemas incompatíveis, avaliar e dispensar dezenas de fornecedores concorrentes e lidar com equipes locais resistentes a abandonar suas redes desenvolvidas internamente. Ainda pior, a essa altura, muitos desses silos de conteúdo e tecnologia isolados estavam ligados a processos de negócios fundamentais, tornando a transição para um modelo de TI centralizada não apenas demorada e frustrante, mas também muito dispendiosa.

Estamos prestes a fazer tudo isso novamente, agora na nuvem

Com o desafio de abordar essas redes e dados em silos no passado, você imagina que as organizações possuem hoje um plano bem elaborado para a adoção de redes e serviços na nuvem. Mas não é isso que temos visto. A realidade é que qualquer departamento ou pessoa com um cartão de crédito e uma ideia pode comprar seu próprio serviço de nuvem. Com isso, as empresas que analisam sua presença na nuvem geralmente descobrem dezenas ou até centenas de soluções na nuvem não autorizadas e mal protegidas, incluindo coisas tão simples (e potencialmente perigosas) como armazenar dados corporativos ou de clientes em um aplicativo na nuvem e infraestruturas de rede totalmente na nuvem que gerenciam dados e fluxos de trabalho.

Mas não são apenas pessoas e departamentos desonestos que fazem isso. A TI é responsável por boa parte disso. As organizações estão implementando arquiteturas na nuvem complexas, compostas de vários ambientes de nuvem pública e privada. Em vez de seguir um script de integração, essas implementações estão sendo feitas por projeto, com tentativas de abordar questões como segurança – incluindo visibilidade, gerenciamento e orquestração, e controles como correlação de inteligência e resposta a ameaças – após a ocorrência de um fato. Esse é um dos motivos pelos quais os profissionais de segurança relataram aumento de 300% nos ataques a serviços na nuvem em 2017.

Três coisas que você pode fazer

Você não consegue proteger o que não pode ver ou controlar, e isso é exatamente o problema criado por uma rede em silos. Considerando o crescimento e a gravidade dos ataques aos ambientes na nuvem e o possível impacto de qualquer interrupção no seu modelo de negócios digital, é essencial que você fique à frente desse desafio. Aqui estão três coisas que a Fortinet recomenda ao adotar ou expandir sua arquitetura na nuvem:

Desenvolva um plano e obtenha a adesão dos grupos envolvidos. Cada grupo envolvido da sua organização precisa entender os riscos de uma abordagem não estruturada para a adoção de ambiente na nuvem. Todos os aspectos da transformação digital, principalmente a nuvem, precisam fazer parte de um plano integrado ao qual todos devem contribuir, compreender e apoiar. Isso ajudará bastante a evitar que as pessoas ou os departamentos desenvolvam suas próprias soluções de TI inadequadas, conhecidas como Shadow IT, e introduzam riscos novos e desconhecidos.

Crie um ambiente de resposta positiva. Por baixo de cada adição indesejada e desconhecida na nuvem, está uma necessidade de negócio não atendida. Uma das principais razões pelas quais as equipes adotam suas próprias soluções de rede, armazenamento ou aplicativos é que elas sentem que suas necessidades não são compreendidas pelo departamento de TI. Quanto mais rígida for sua abordagem e quanto mais restritiva for sua resposta às solicitações, maior a probabilidade de ter dados e recursos fundamentais armazenados e processados em locais não aprovados. Ouvir e responder às solicitações ajudará muito a eliminar o problema de Shadow IT.

Use e exija padrões abertos. Os dados fluem entre os ecossistemas da rede. Porém, tentar fazer isso conectando e integrando tecnologias isoladas do sistema legado pode sobrecarregar recursos limitados de TI. Os dispositivos de segurança precisam operar usando padrões abertos e sistemas operacionais comuns para rastrear o tráfego de dados e os recursos em diferentes ecossistemas de rede, orquestrar centralmente e gerenciar políticas de segurança, correlacionar informações coletadas de todos os cantos da rede distribuída e coordenar automaticamente uma abordagem unificada com qualquer ameaça detectada em velocidades digitais, desde o núcleo até a nuvem.

Os silos da rede são inimigos da segurança eficaz. Infelizmente, tendo enfrentado esse problema há quase duas décadas, estamos à beira de ter que lutar essa mesma batalha mais uma vez, agora na nuvem. Ironicamente, a raiz do problema é quase idêntica à primeira vez que tivemos que lidar com isso: o desenvolvimento de rede não estruturado e não planejado e o crescimento lento de uma arquitetura acidental de rede e segurança. Só que desta vez, os cibercriminosos possuem ferramentas mais sofisticadas, projetadas para explorar melhor as lacunas que essa abordagem cria e causar mais danos. Ao mesmo tempo, com o crescimento da nova economia digital, mais coisas estão em jogo. Como profissionais de TI, é fundamental estarmos conscientes sobre esse problema antes que ele sobrecarregue nossos recursos e coloque nossos negócios digitais em risco.

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Cisco Connect, o maior evento para a comunidade de parceiros e clientes, chega ao Brasil pela primeira vez

A Cisco realiza a primeira edição do Cisco Connect nos dias 19 e 20 de setembro em São Paulo. O maior evento da empresa, com foco na relação com seus parceiros e clientes, contará com duas programações distintas para cada um dos dias. Na quarta-feira (19), haverá uma programação exclusiva para o ecossistema de parceiros Cisco no Brasil – o Partner Forum. Já na quinta-feira (20), o Cisco Connect receberá os clientes para discussões sobre tendências tecnológicas e o impacto que estas grandes inovações já estão tendo no nosso dia-a-dia.

Entre os principais convidados para o evento estão Michael Khoons, vice-presidente sênior global de engenharia da Cisco e Rick Snyder, vice-presidente sênior da organização de parceiros da Cisco para Americas. Khoons tem mais de 25 anos de experiência e é responsável pela estratégia tecnológica da Cisco globalmente. No dia 20, às 9h45, ele vai falar sobre a visão da Cisco para um planeta conectado, um tema cada vez mais urgente e que faz parte do DNA da Cisco como empresa, na construção de um mundo que transforme esta conexão em benefícios para a sociedade.

Além deles, também os principais executivos da Cisco no Brasi participam do evento, como o presidente da empresa, Laercio Albuquerque e Marcelo Ehalt, diretor de Canais da Cisco Brasil. Ambos serão os responsáveis pela abertura do evento para parceiros, no dia 19 às 9 horas. Laercio também fará a abertura do dia 20, na palestra “O Brasil na era da Internet das Coisas”, que vai discutir o impacto da IoT, a construção de Smart Cities e os benefícios para a qualidade de vida que virão a partir destas inovações. Os dois dias do evento também trarão sessões paralelas sobre tendências, soluções e negócios.

O Cisco Connect também conta com convidados especiais. No dia 19 a AAA Inovação, de Ricardo Amorim, Arthur Igreja e Allan Costa, apresentará o painel “Inovação e Tecnologia no mundo dos negócios”, e o dia 20 contará com a participação dos integrantes do programa Fim de Expediente da rádio CBN, Dan Stulbach, José Godoy e Luiz Carlos Medina, com encerramento da banda Ultraje a Rigor.

“A realização do Cisco Connect no Brasil é um grande marco para a Cisco no país”, afirma Laercio Albuquerque. “Nós somos uma empresa cuja missão é criar conexões, e com este evento teremos e oportunidade de solidificar e criar conexões entre nosso ecossistema de clientes e parceiros no Brasil e discutir oportunidades que a conectividade traz para o país”.

Para mais informações sobre o Cisco Connect, acesse: http://www.cisco.com/c/pt_br/training-events/connect.html.

Cisco Connect
Dias 19 e 20 de setembro
Golden Hall – WCITY São Paulo – WTC Sheraton
Avenida das Nações Unidas, 12551 – São Paulo, SP

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Thomson Reuters Brasil lança segundo programa de aceleração de startups em 2018

A Thomson Reuters, multinacional de soluções em tecnologia para diversos segmentos da economia, anuncia a segunda edição de seu programa de aceleração de startups. O Accelerator Day for Taxtech e Comextech, realizado em parceria com a AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs & Legaltechs) e a Campinas Tech (comunidade dedicada ao desenvolvimento do ecossistema de startups da região de Campinas) vai avaliar empresas iniciantes que tenham soluções em tecnologia para aprimorar a rotina dos profissionais dos segmentos Tributário, Fiscal e de Comércio Exterior. As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de setembro através do link. Podem participar empresas de todas as regiões do Brasil. A apresentação dos finalistas e vencedores do programa acontece no dia 31 de outubro, no Centro de Inovação da Thomson Reuters (FLIC – Future Law Innovation Center, recém inaugurado, em São Paulo).

O objetivo do programa é trazer inovações para aprimorar a eficiência das suítes de soluções ONESOURCE Mastersaf e ONESOURCE Global Trade, que proporcionam o cumprimento das obrigações fiscais, compliance, automatização de tarefas e gerenciamento dos processos de importação e exportação das empresas. Serão avaliadas as startups que ofereçam produtos e serviços com potencial de escala e já testados em clientes reais, dentro de três categorias: Fiscal, Comércio Exterior e Fiscal/Comércio Exterior.

O pilar Fiscal é dedicado às startups que desenvolvem soluções com Inteligência Artificial, Automação de Processos e Recebimento Integrado para aprimorar a eficiência, gestão e inteligência fiscal das empresas. Em Comércio Exterior, as iniciativas avaliadas devem ter Inteligência Artificial, Analytics e Integração do Ecossistema do Comércio Exterior (como o Blockchain). A última categoria, Fiscal/Comércio Exterior, visa analisar tecnologias emergentes que não façam parte dos outros dois pilares, para ambos os segmentos.

Após o período de inscrições, de 17 a 27 de setembro, a Thomson Reuters selecionará oito semifinalistas (duas em Fiscal, duas em Comércio Exterior e quatro em Fiscal/Comércio Exterior). As startups selecionadas terão mais de um mês de preparação e, no dia 31 de outubro, a oportunidade de apresentar as suas inovações para a comissão julgadora, que definirá as quatro vencedoras – (uma em Fiscal, uma em Comércio Exterior e duas em Fiscal/Comércio Exterior).

Nos três meses seguintes, as empresas escolhidas serão aceleradas pela Thomson Reuters. Todas terão a chance de interagir com os colaboradores, a estrutura e as tecnologias da empresa, para efetuar o planejamento e a aplicação da Prova de Conceito de suas soluções nas suítes ONESOURCE Mastersaf e ONESOURCE Global Trade, podendo contribuir para toda a cadeia Fiscal e de Comércio Exterior do país.

“Com o sucesso da primeira edição do programa Thomson Reuters Accelerator Day, voltado para o segmento jurídico, decidimos ampliar para o universo para as TaxTechs e ComexTechs. Será uma grande oportunidade de identificarmos iniciativas viáveis para os segmentos Fiscal e de Comércio Exterior, incluindo estas iniciativas em nosso portfólio. Dessa forma, além de estimular e impulsionar ideias inovadoras, podemos aprimorar nosso portfólio de soluções e melhorar o dia a dia das empresas brasileiras”, afirma Ralff Tozatti, Diretor de Marketing da Thomson Reuters Brasil.

Saiba mais sobre esta edição do Accelerator Day for Taxtech e Comextech por meio do regulamento.

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Pipefy contrata VP de Marketing


A Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, acaba de anunciar a contratação de Rodrigo Vaca para a posição de vice-presidente de Marketing. O executivo traz na bagagem funções semelhantes às que desempenhou na Zoho CRM. Nos Estados Unidos, trabalhou em gigantes como Google e Microsoft.

“A Pipefy tem crescido muito rapidamente e por isso precisávamos de alguém capaz de definir estratégias de marketing em nível global condizentes com nossos objetivos a longo prazo. A escolha dessa posição foi feita com bastante rigor e avaliando tanto a capacidade tática quanto a experiência dos candidatos. Nesse quesito, Rodrigo Vaca se destacou consideravelmente”, afirma o fundador e CEO da Pipefy, Alessio Alionço.

Com formação em Ciência da Computação e especialização em Desenvolvimento de Produtos de SaaS focado no mercado B2B, o novo vice-presidente de Marketing terá como missão identificar oportunidades para posicionar a marca, atuando no escritório da empresa em São Francisco, no Vale do Silício.

“A oportunidade é enorme e talvez igualmente importante. Vejo um forte comprometimento e alto desempenho da equipe atuando em um ambiente descontraído”, destaca o mais novo membro do quadro da Pipefy, que tem mais de 20 anos de experiência na área e competências em liderança, parceria estratégica e marketing de mídias sociais.

A plataforma

Projetada para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores, a plataforma em nuvem da Pipefy permite a implementação de processos eficientes independentes do setor de TI, por meio de uma interface intuitiva, fácil de usar e com modelos específicos para cada departamento. A solução elimina uma batalha de longa data entre os gerentes de operações e os setores de TI, colocando o poder de gerenciar processos de negócios complexos, em que a velocidade da entrega de valor é fundamental, de volta nas mãos dos especialistas. Uma vez implementado em uma empresa, a ferramenta é rapidamente adotada a uma taxa de crescimento de 10% ao mês.

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ABES promove evento para anunciar seguro de risco cibernético voltado a empresas de tecnologia e serviços

A Caixa de Assistência das Empresas de Software e Serviços Complementares do Brasil (CAESBRA), incentivada pela Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), anuncia o lançamento de um seguro para riscos cibernéticos exclusivo para associados da entidade representativa das empresas de software. Mais detalhes serão divulgados durante evento no inovaBra habitat, espaço de co-inovação localizado no bairro da Bela Vista, zona central de São Paulo, no próximo dia 18 de setembro, das 8h30 às 12h. Inscrições podem ser feitas somente pelo link.

Desenvolvido em parceria com uma das maiores seguradoras internacionais, o produto trará mais segurança para que companhias do ramo da tecnologia da informação não estejam expostas a prejuízos financeiros, comprometimento do patrimônio, violações de dados e desgaste de imagem, entre outras adversidades que podem ser causadas por falhas humanas. Trata-se de um seguro de responsabilidade civil, que foi adaptado para atender especificamente às ocorrências mais comuns do setor de software.

“Imagine que um funcionário, acidentalmente, apague dados importantes de uma empresa em um erro de operação. Com uma apólice do seguro, a companhia estará resguardada para cobrir os danos desse tipo de transtorno. O inovador serviço será anunciado com todos os detalhes durante o evento no próximo dia 18, para o qual convidamos todas as empresas do setor, mesmo aquelas não associadas da ABES, para que possam conhecer os benefícios do plano e entender a importância de se precaver para esse tipo de situação”, comenta Carlos Sacco, novo diretor de Relacionamentos e Serviços da ABES.

O seguro, moldado para as necessidades das empresas de software, é uma das primeiras iniciativas da nova diretoria de Relacionamentos e Serviços, que anunciará, no mesmo evento do dia 18, outros benefícios conquistados para empresas associadas da ABES, como descontos em planos de saúde, odontológico e seguro de vida.

Anúncio Seguro de Risco Cibernético
Local: inovaBra habitat – Av. Angélica, 2.529 – Bela Vista – São Paulo/SP
Data: 18 de setembro
Horário: das 8h30 às 12h
Inscrições: gratuitas, exclusivamente pelo link http://www.eventbrite.com.br/e/abes-lanca-cyberedge-seguro-de-responsabilidade-civil-para-empresas-de-tecnologia-e-servicos-tickets-50014705330

Ascenty anuncia construção de dois novos data centers em Hortolândia

A Ascenty, empresa líder no mercado de data center com foco na América Latina, anuncia a construção de dois novos data centers em Hortolândia. O projeto conta com um aporte de R$ 250 milhões e cada data center terá capacidade de 15 MVA de energia disponível. As operações nas novas unidades se iniciam no segundo trimestre de 2019.

Hortolândia é um importante polo industrial e tecnológico em crescimento. O investimento no município faz parte da estratégia de expansão da Ascenty em linha com a alta demanda das empresas por infraestrutura de alta qualidade. Com os dois novos data centers, a empresa completará três unidades na cidade, e totalizará 14 data centers em operação no Brasil até meados de 2019.

“Ter uma infraestrutura própria é uma opção cada vez menos cogitada pelas grandes empresas. O mercado está totalmente direcionado à terceirização da infraestrutura, bem como, expansão de ambientes híbridos por meio do cloud”, comenta Roberto Rio Branco, diretor de marketing e institucional da Ascenty. “Estamos acompanhando esse rápido movimento do mercado, oferecendo infraestrutura de classe mundial por meio dos nossos data centers, combinada à uma rede própria de fibra óptica para interconectar ambientes físicos aos principais cloud providers do mercado”, completa.

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Liderança feminina – como o equilíbrio da vida da mulher traz melhores resultados para as empresas

Por Mônica Schimenes, fundadora e CEO da MCM Brand Group

A liderança feminina é um assunto que vem sendo discutido com cada vez mais frequência no mundo corporativo e, embora as mulheres brasileiras já alcancem um nível de formação superior ao dos homens, ainda são minoria no comando das empresas com 37,8% dos cargos gerenciais – segundo uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referente a 2016. Diante de tanta discussão e mesmo com alguns avanços da população, essa é ainda uma realidade que aflige muitas mulheres que batalham todos os dias para conquistar seus objetivos e melhor colocação no mercado. Mas por que isso ainda acontece?

Viemos de uma cultura patriarcal, de aspectos culturais problemáticos, que ainda refletem nos dias de hoje – inclusive no mundo corporativo. Que mulher nunca se perguntou por que os homens ganham maior vantagem no mercado de trabalho? Porque nós, mulheres, engravidamos, temos licença maternidade, cuidamos de nossos filhos e casa – e, consequentemente, acabamos dando espaço para que o homem se desenvolva, conquistando posições de liderança com mais facilidade. Tudo isso porque nós temos essas “dificuldades”. Mas será que são de fato dificuldades?

Esse é um ponto que tem sido estudado no decorrer dos últimos anos, quando vemos mulheres em posições de liderança se destacando e tendo emoções tão bem mais trabalhadas do que os homens. Gosto de dizer que esse é o equilíbrio da vida da mulher. O que as pessoas viam como um decréscimo na vida profissional – que era esse tempo necessário para cuidar da família e para dar vida ao mundo – hoje é visto com mais propriedade, maturidade e intelectualidade. É um benefício.

Então hoje tenho uma corporação no Brasil de, aproximadamente, 30 a 40 pessoas, que desenvolvem as suas vidas comigo e escolheram a minha empresa como sua fonte de empreendimento e de crescimento, além da empresa nos Estados Unidos. Falo sobre sustentabilidade, inclusão e diversidade – porque eu acredito que é um valor. Ainda assim, tenho uma casa, animais de estimação, marido e filho. Ou seja, tenho diversos desafios a serem conectados todos os dias e ainda escuto as pessoas me perguntando como eu consigo me engajar em tantos temas e ter tempo para tudo isso. Eu não tenho tempo para tudo isso, mas aprendemos a olhar a agenda com importância. O que é aquilo que eu quero desenvolver?

Quero me desenvolver como mulher e pessoa, ser melhor para o meu marido, filho, instituição, para as pessoas que vivem e trabalham comigo, instituições que me contratam e para os clientes que acreditam na minha empresa. Quero ser melhor para a sociedade e deixar marcas nas pessoas. E você? Esse é o equilíbrio que estamos falando, que é tão fundamental para as mulheres e que acontece com tanta naturalidade. O mundo que vivemos hoje precisa de pessoas ágeis e flexíveis o tempo todo, com boas ideias e preços justos, pois estamos falando de um mercado competitivo. Então essa habilidade feminina de lidar com tantos temas é extremamente útil para o negócio e está sendo visto com mais facilidade pelo universo feminino e masculino – que está dando mais espaço e vez para isso.

Como eu comento em diversos fóruns que participo, hoje os grandes líderes são aqueles que conseguem lidar melhor com as suas emoções – de uma forma mais equilibrada – e não apenas com bons currículos. O equilíbrio e a sabedoria são os dois atributos que podem transformar a vida corporativa. Com todas as suas particularidades, as mulheres conseguem orientar, trazer novas direções e pensar horizontalmente, isso porque incluem e encorajam os filhos e colaboradores, porque compartilham poder e não são as detentoras. A mulher fortalece as identidades do grupo onde ela lidera e estamos pré-dispostas a mudanças o tempo todo, porque pensamos de forma inovadora, equilibrada, sensível e justa.

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Mulheres são apenas 1 em cada 5 dos profissionais de TI, aponta KPMG

A liderança de TI feminina continua em uma tendência de crescimento excepcionalmente lento, alcançando, neste ano, 12% em comparação com os 10% do ano passado. Os dados são da pesquisa CIO 2018 realizada pela KPMG em conjunto com a Harvey Nash, o maior estudo de liderança em TI e que está na 20ª edição. O levantamento apontou que as mulheres representam apenas uma em cada cinco dos membros das equipes de tecnologia.

O estudo mostrou ainda que quase 25% dos executivos de TI disseram que o tema inclusão e diversidade não tem relevância para a concretização dos objetivos empresariais e tecnológicos de uma organização. Já 47% dizem que a temática tem alguma influência, enquanto 30% afirmam que inclusão e diversidade impactam os objetivos empresariais e tecnológicos de forma considerável.

“O setor parece estar significativamente dividido em relação à extensão na qual a diversidade é importante para o sucesso da empresa”, analisa o sócio da KPMG, Claudio Soutto.

Sobre a pesquisa

Na 20? edição, a pesquisa da CIO Survey 2018 foi realizada pela KPMG em parceria com a Harvey Nash. É considerada a maior pesquisa de liderança em TI em todo o mundo em termos de quantidade de entrevistados. O levantamento foi realizado entre 20 de dezembro de 2017 e 3 de abril de 2018, em 84 países, com 3.958 CIOs e líderes em tecnologia, por meio de análises de respostas de organizações que apresentam despesas anuais com segurança cibernética de até US$ 46 bilhões.

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Setor de consórcio imobiliário investe na inovação

Nos dias 11 e 12 de setembro, São Paulo receberá o Conecta Imobi, considerado o maior evento de marketing, vendas e tecnologia do mercado imobiliário na América Latina. A edição deste ano deverá reunir mais de 4 mil profissionais do setor, que poderão acompanhar palestras, apresentações de cases de sucesso e ainda conhecer as novidades do segmento nos estandes das empresas participantes.

De acordo com a organização, além de atualizar os profissionais do mercado, o evento ainda vai destacar a importância da inovação e como a tecnologia está transformando as vendas do setor e a relação com o cliente.

Uma das empresas participantes, a Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário – pioneira dessa modalidade no Brasil, segue a tendência do mercado fazendo da tecnologia uma aliada. Desde o início do ano, a empresa oferece a seus consultores um aplicativo que possibilita a realização das vendas em ambiente totalmente digital. “Com essa ferramenta, eles formalizam o processo de vendas sem a necessidade do papel. A assinatura do contrato é feita digitalmente, e os clientes recebem todas as informações por e-mail. O aplicativo está trazendo ainda mais agilidade ao nosso serviço”, explica a diretora-superintendente da Ademilar, Tatiana Schuchovsky Reichmann. O aplicativo está disponível para Android e ainda este ano será viabilizado para sistema iOS.

A diretora destaca que, mesmo com o constante ritmo de expansão do setor de consórcio, é preciso manter-se competitivo no mercado e atrativo para os clientes. E a inovação, segundo ela, pode ser um dos diferenciais. “Estamos há 27 anos no mercado e, mesmo com uma carteira sólida de clientes, seguimos investindo em melhorias, e isso reflete nos nossos resultados. Para se ter uma ideia, entre janeiro e agosto de 2018, registramos um crescimento nacional de 40% no volume de créditos comercializados, em comparação com o mesmo período do ano anterior”. Ainda de acordo com a executiva, somente no estado de São Paulo, a alta foi de 12%.

O uso da tecnologia para fechar negócios e novas tendências de marketing serão discutidas durante os dois dias do Conecta Imobi. Entre os palestrantes estão Fábio Coelho, presidente da Google Brasil, Roberto Justus, empresário do Grupo Newcomm, e Gabriela Chaves Schwery Comazzetto, diretora de negócios do Facebook. Realizado no Transamérica Expo Center (SP), o evento já está com ingressos esgotados.

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Aporte de RS 1 milhão irá possibilitar a expansão e implementação de novas funcionalidades na startup Incentiv

A Incentiv, startup que promove o desenvolvimento social por meio da viabilização de projetos aprovados em leis de incentivo fiscal, comemora mais um momento importante em sua trajetória. A empresa acaba de receber mais de R$ 1 milhão dos grupos de investimento anjo Harvard Angels, Anjos do Brasil e Insper Angels e da aceleradora Startup Farm. Com o recurso, a Incentiv se consolida como uma das principais soluções para empresas ampliarem suas ações de responsabilidade social com custo zero. Além disso, a Incentiv pretende expandir sua rede, aprimorar a tecnologia e ampliar os times da área comercial, relacionamento e marketing.

O investimento conjunto de redes anjo à Incentiv é considerado pioneiro e democrático, pois trata de um negócio de elevado impacto social com a participação de mais de 50 investidores. “O acordo foi estruturado de maneira inédita no Brasil e não presume e nem depende de um exit para ser um grande sucesso”, explica Claude Salmona Ricci, o investidor líder.

Fundada por Douglas Lopes e Thais Nicolau, a Incentiv conecta proponentes e projetos a empresas e pessoas, gerando oportunidades para uma sociedade cada vez mais responsável. A ferramenta oferece um serviço completo para otimização do investimento incentivado. O processo vai desde a seleção personalizada de projetos ao acompanhamento de resultados em tempo real. Um de seus diferenciais é a convergência de funcionalidades em uma única solução online, que beneficia organizações e projetos sociais de todo o país.

O mercado no qual a Incentiv está inserida apresenta grande potencial inexplorado. No Brasil, todos os anos são aprovados aproximadamente R$10 bilhões em projetos via leis de incentivo fiscal. No entanto, mais de 60% dessas iniciativas não são realizadas por falta de captação de recursos. Ao mesmo tempo, mais de 95% das empresas aptas a utilizarem não aproveitam os benefícios fiscais para fomentar projetos sociais, de acordo com dados da Receita Federal.

Para estimular que empresários utilizem toda sua capacidade de investimento no setor de responsabilidade social e agreguem valor à marca, a Incentiv oferece uma solução completa com custo zero. A startup realiza o mapeamento de potencial, identificando todas as leis que podem ser aproveitadas no âmbito federal, estadual e municipal. A partir disso, realiza uma curadoria de alta performance alinhada aos pilares e valores da organização, priorizando credibilidade, transparência e segurança. “Nosso objetivo é garantir que os incentivadores fiquem confiantes e tenham tranquilidade em direcionar seus impostos para qualquer um dos projetos de nosso portfólio, por isso apresentamos um crescimento consciente da base de projetos, pois apenas os que passam por uma auditoria e são aprovados, ficam online. Nós entendemos que compliance é investimento e não custo”, reforça Thais, COO da Incentiv.

Além disso, a plataforma permite que os empreendedores façam a gestão de seu portfólio de projetos, acompanhem os resultados em tempo real e mensurem o impacto social gerado e o retorno do investimento, por meio da “prestação de contas sociais” realizada pelos proponentes.

“Para nós, é muito gratificante receber esse reconhecimento das maiores e mais tradicionais redes de investimento anjo do país. Isso mostra que estamos no caminho certo e que nosso negócio tem grande poder de impacto. Nossa meta é audaciosa: queremos levantar mais de 20 milhões no próximo ano, ajudando projetos sociais que transformam a vida de milhares de pessoas”, afirma Douglas Lopes, CEO da startup.

Trajetória e Reconhecimento

O primeiro desafio da Incentiv aconteceu em novembro de 2016: uma imersão no Campus da Google, em São Paulo, no programa da Startup Farm, maior aceleradora da América Latina. Nesta fase foi possível aprimorar o modelo de negócios e lapidar a estratégia.

No primeiro semestre de 2017, a Incentiv participou do InovAtiva Brasil, maior programa de aceleração de startups do país. Foi durante o Demoday InovAtiva, em julho, que a Incentiv chamou atenção de potenciais investidores especializados em negócios de impacto social. A empresa foi uma das finalistas daquela edição do InovAtiva de Impacto Socioambiental, ciclo do programa dedicado a negócios com esse foco, e recebeu o prêmio de destaque na categoria de Tecnologia da Informação e Big Data.

“Para nós, participar do programa de aceleração foi uma experiência positiva. Fizemos contatos com mentores e investidores, o que nos permitiu uma expansão mais estruturada de nosso negócio.Acredito que as novas startups devem buscar suporte em programas de aceleração e incubadoras, pois esse ecossistema é muito colaborativo e ajuda o empreendedor em suas principais dificuldades”, finaliza o CEO da Incentiv.

Desde 2017, a startup está incubada no Centro para Laboração de Tecnologias Avançadas em Florianópolis e na incubadora da USP, em São Paulo. Além disso, no final do ano conquistou o primeiro lugar no Startup Day, iniciativa do LIDE Futuro.

Ecossistema Conectado

Além da solução para empresas, a plataforma Incentiv.me também beneficia todo o ecossistema. Para os proponentes, a ferramenta otimiza a captação de recursos e o contato com os incentivadores, proporcionando visibilidade nacional para os projetos. Para pessoas, a tecnologia permite o direcionamento de impostos com liberdade de escolha, de forma simples e automatizada. A solução foi desenvolvida com objetivo de facilitar o engajamento cívico, permitindo que empresas atuem como multiplicadores, comunicando seus colaboradores para que também fomentem os projetos do portfólio de responsabilidade social da empresa, dessa forma, amplia sua verba incentivada, visibilidade positiva e valor de marca.

Para potencializar ainda mais o alcance da startup, foi criado um movimento a favor do uso eficiente e transparente de recursos públicos, a ”Rede de Executivos de Impacto”. Um grupo formado por diretores de grandes multinacionais, investidores, empresários, mentores e empreendedores que aproveitam o poder de seu networking para fomentar ações de responsabilidade corporativa, conectando grandes empresas a projetos alinhados com suas causas sociais, para gerar relevante impacto positivo nas regiões em que atuam.

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Apdata identifica carência em nível de serviço de TI para RH na América Latina

Nos últimos anos, a área de Recursos Humanos registrou mudanças importantes, passando a ter um papel fundamental na geração de resultados das empresas e na tomada de decisão dos executivos.

Em paralelo, fatores como a terceirização da área, a descentralização de informações e requisições de RH e a automatização de processos, também contribuíram para a construção de um novo cenário.

Para atender essa demanda de mercado, a Apdata, empresa de tecnologia, serviço de terceirização e consultoria em RH, criou a solução Global Antares (GA) focada na gestão completa da gestão de pessoas e que tem como principais características a flexibilidade, mobilidade e alta performance a fim de atender da melhor forma as necessidades mais complexas das empresas tanto no Brasil como no mercado internacional, onde constatou que há uma importante carência de fornecedores especializados para atender esse tipo de demanda, prevendo a integração de sistemas da área entre diversos países.

“Quando começamos a conversar com empresas de outros países, notamos que lá fora existe uma carência importante de tecnologias de RH que permitam fácil adaptação às políticas das empresas e legislação local, mantendo um nível de serviço de excelência com um produto verdadeiramente Global. E nesse ponto, o Global Antares se destaca. Por isso, estamos cada vez mais crescendo nossa operação no mundo e principalmente na América Latina”, explica Roberto Bertolo, diretor de negócios internacionais da Apdata.

Hoje em dia, os serviços de terceirização e a solução em tecnologia da Apdata, já são utilizados por empresas multinacionais para atender as necessidades de descentralizar processos e consolidar informações gerenciais que suportem em tempo real as tomadas de decisão global.

Atualmente, a Apdata já mantém importantes clientes internacionais com essa estratégia de serviços globais. Para reforçar ainda mais seu posicionamento no exterior, a Apdata vai participar de dois importantes eventos, o “HR Technology Conference” (http://www.hrtechnologyconference.com/), que acontecerá em Las Vegas em setembro, e o Gartner (https://www.gartner.com/en/conferences/na/symposium-us), que ocorre em outubro, nos EUA.

“Oferecemos soluções Globais para Folha de Pagamento e Gestão de Recursos Humanos e ajudamos também nossos clientes com a administração dos processos de Gestão de Pessoas em uma plataforma única de serviços e tecnologia. Além disso, nossa tecnologia usa conceitos de Inteligência Artificial e Robotização aplicados à automação dos processos de RH”, acrescenta Manoel Rocha, sócio-fundador da Apdata.

Em pesquisa realizada pela Deloitte, a Apdata mais uma vez está em destaque na pesquisa “As PMEs que mais Crescem no Brasil”. A pesquisa tem como fundamento analisar a vida financeira das empresas, bem como a evolução de produtos, serviços e atendimento.

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Wunderman contrata nova diretora de RH

A Wunderman Brasil acaba de anunciar a chegada de Adriana Massari para a recém criada posição de diretora de Recursos Humanos. Adriana, que teve passagens pela Ericson, UOL, NBS e Grupo DAN, deve priorizar o ambiente de trabalho e valorizar as relações humanas dentro da agência. A ideia é solidificar a filosofia da nova gestão, que cada vez mais investe na formação de uma cultura centrada em pessoas.

Sob a liderança do CEO, Pedro Reiss, a Wunderman Brasil traça novos rumos para gestão de pessoas na agência, valorizando as relações humanas como forma de fortalecer seu posicionamento estratégico e levando o que há de melhor de dentro para fora. “Queremos uma agência cada vez mais horizontal, transparente e colaborativa; estou muito feliz de ter a Adriana nos ajudando nessa transformação”, comenta o executivo.

“Agências juntam pessoas jovens e talentosas, em um ambiente de trabalho dinâmico e informal. Deveriam ser lugares incríveis para se trabalhar mas a realidade que vemos por aí nem sempre é essa. Na Wunderman focaremos na qualidade do ambiente de trabalho, das relações das pessoas e no crescimento dos profissionais para ajudar a transformar essa realidade e atrair os melhores talentos”, completa Adriana.

Kaspersky Lab anuncia primeiro grande evento no Brasil

Há mais de 20 anos no mercado de segurança digital, a Kaspersky Lab realizará no dia 2 de outubro, em São Paulo, o seu primeiro grande evento voltado para cibersegurança no Brasil. Focado em ameaças para consumidores e empresas, o Kaspersky LIVE conta com especialistas que abordarão os motivos pelos quais a segurança deve ser pensada em primeiro lugar. Durante o evento serão abordados tópicos como segurança em nuvem, detecção e respostas às ameaças, tecnologias emergentes, gestão de ameaças e vulnerabilidades, segurança de dados, Indústrias 4.0, bem como demonstrações ao vivo sobre o funcionamento das soluções da empresa.

A Kaspersky Lab tem observado que as empresas têm sofrido um impasse devido ao receio do impacto e dos custos crescentes relacionados a violações associadas aos “dados em movimento”. Para se ter uma ideia, o custo médio para as PMEs de uma violação chegou a US$ 103 mil em 2018, um valor 61% maior do que em 2017 (US$ 64 mil). Já para as grandes empresas, o valor foi de 97%, com o impacto financeiro médio de uma violação chegando a US$ 1,14 milhão. “Segundo nossos dados, 65% das empresas acreditam que os riscos à segurança dos sistemas de controle industrial (ICS) são maiores com a Internet das Coisas”, destaca Roberto Rebouças, diretor-executivo da Kaspersky Lab no Brasil. “Mas nem tudo está perdido, já que vimos que cerca de 77% das empresas colocam cibersegurança como sua maior prioridade”, enfatiza.

No caso das indústrias, um relatório recente da empresa mostra que as dos setores de energia e industrial, bem como as empresas de transporte e logística, têm opiniões diferentes sobre os efeitos negativos dos ataques cibernéticos em suas redes industriais. Mas, quando se trata de questões que afetam sua capacidade de manter as redes seguras, há três principais preocupações com as quais eles podem concordar: falta de equipe, investimento da alta administração e do fator humano.

Além dos diferentes tipos de ataques que acontecem no País e no mundo, a Kaspersky Lab também fará demonstrações ao vivo de como funcionam os ataques à plantas industriais. “Estamos muito felizes em realizar esse evento aqui no Brasil. Afinal, não podemos ignorar a segurança online em um País que é campeão de ataques de phishing e foi um dos mais atacados pelo WannaCry no ano passado”, reforça Rebouças. “Cada vez mais, temos que falar sobre segurança digital e mostrar as tecnologias da próxima geração que estão disponíveis no mercado para consumidores e para empresas, bem como destacar quais atitudes online podem minimizar esses riscos de ataques”, conclui.

O Kaspersky LIVE também terá a presença de dois especialistas do mercado de cibersegurança: Alexandre Trentini, gestor de Segurança da Informação com mais de 19 anos de experiência na área, e Anchises Moraes, profissional de cibersegurança e com extensa experiência na coordenação e implantação de projetos de Segurança da Informação em empresas de médio e grande porte. O evento também contará com a participação de Thiago Marques, pesquisador de segurança e membro da Equipe de Análises e Pesquisa Global da Kaspersky Lab desde 2015.

Os interessados em participar do primeiro Kaspersky LIVE, que é gratuito, podem se inscrever pelo site: https://kas.pr/klive.

Kaspersky LIVE

Data: 02 de outubro de 2018
Horário: 9h30 às 18h30
Local: Centro de Convenções Frei Caneca
Endereço: R. Frei Caneca, 569 – Consolação
Inscrições gratuitas pelo site: https://kas.pr/klive

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SulAmérica leva Garantia de Aluguel ao Conecta Imobi

A SulAmérica, maior seguradora independente do Brasil, segue acompanhando as inovações do mercado imobiliário e participa, nos dias 11 e 12 de setembro, do Conecta Imobi, em São Paulo. Na ocasião, a companhia apresentará aos profissionais do setor o SulAmérica Garantia de Aluguel, solução completa de garantia locatícia oferecida pela seguradora.

Realizado pelo Grupo ZAP, parceiro da SulAmérica há dois anos, o evento contará com mais de 100 palestrantes que abordarão temas voltados para tendências do mercado imobiliário por meio de painéis e apresentações de cases.

O Conecta Imobi também é uma oportunidade para integração entre profissionais e prospecção de novos negócios. “Participar de um evento tão importante para o mercado imobiliário é uma honra para nós. São dois dias de muita troca de experiência e aprendizado, que promove discussões fundamentais para o setor. Além disso, reforça o compromisso da SulAmérica de estar cada vez mais próxima de seus parceiros”, afirma o superintendente de Negócios de Capitalização da SulAmérica, Natanael Castro.

A companhia será representada pelo diretor da regional São Paulo Capital, Luciano Lima, e pela equipe de especialistas do SulAmérica Garantia de Aluguel, que receberão os parceiros no estande da seguradora.

O SulAmérica Garantia de Aluguel está disponível para contratos de locação de imóveis residenciais e comerciais. Com o serviço, o locatário deposita uma quantia como garantia e este montante fica automaticamente vinculado ao contrato de aluguel, sem burocracia e de forma ágil e segura. Entre outras vantagens, ele oferece a devolução de 100% do valor depositado, além de assistências residencial para locatário e locatícia para proprietário.

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Cobli reúne referências do mercado para discutir sobre IoT, Big Data e o futuro da logística

A Cobli – startup de gerenciamento de frotas e IoT que constrói tecnologia de ponta – realizou em parceria com o inovaBra habitat, em São Paulo, espaço de coinovação do Bradesco, o Cobli Labs. Com o objetivo de conduzir a logística para o futuro e aproximar a comunidade do setor, o evento combinou diversas palestras individuais e debates sobre temas específicos do segmento.

Na ocasião, mais de 100 participantes compareceram em uma imersão de 4 horas de conteúdo, com mais de 10 palestrantes divididos em seis palestras. “Foi uma oportunidade única de explorar o universo de logística de forma bem ampla, destacando algumas tendências e novidades do setor para os próximos anos. O público também foi bastante participativo, tornando nosso evento uma troca de conteúdos relevantes para essa comunidade”, explica Parker Treacy, Fundador da Cobli.

Após a abertura oficial, o espaço principal foi palco de uma série de palestras com grandes nomes, como o Diretor de Experiência do Cliente da Localiza, Guilherme Braz, que compartilhou como a tecnologia vem sendo utilizada para gerenciar frotas nacionais e internacionais em processo de expansão, além da importância da implementação de soluções logísticas para o sucesso da experiência com os clientes, como foi a criação do aplicativo Localiza Fast, que permite a locação de carros de forma rápida e fácil via dispositivos mobile.

Para mostrar qual é o novo conceito de mobilidade frente à era digital, onde as coisas são feitas em velocidade ímpar, Ricardo Penzin, Diretor de Desenvolvimento de Negócios do Brasil, Hyperloop Transportation Technologies, discutiu sobre quão fácil as ferramentas do setor serão implantadas no futuro para facilitar a mobilidade em grandes centros e como a logística pode se beneficiar ou terá que se adaptar a curto, médio e longo prazo.

“Hoje em dia, as cidades são construídas ao redor das estradas e das ruas, nós queremos fazer o contrário. O ser humano passa a ser o centro da discussão e a gente constrói o transporte ao redor dele. Estamos falando em um sistema de levitação passiva suspensa que pode ser utilizada tanto para o transporte de pessoas quanto na área de logística. No Brasil, já temos um centro de pesquisa em Contagem (MG) voltado para o setor e já estamos com projetos consolidados na França, Índia e Coreia do Sul”, comentou Penzin.

Michael Treacy, ex-professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e fundador da consultoria norte-americana Treacy&Company, e John Weber, engenheiro com sólida carreira desenvolvida como executivo e CEO de grandes companhias, como G&E, debateram sobre as principais tendências logísticas dos Estados Unidos e do mundo, como têm impactado os negócios e quais as chances dessas inovações chegarem ao Brasil.

Para discutir sobre como aplicar Data Science na logística, Helena Romeiro, Procurement Manager na Souza Cruz e José Ribeiro Júnior, gerente de distribuição de território da empresa, apresentaram o case Souza Cruz e como a Cobli tem ajudado a empresa no combate à roubos de carga por meio de dados.

Por fim, Rodrigo Mourad, sócio da Cobli, mediou um painel com Victor Mucciolo, Diretor no Grupo Bem (Emergências Médicas), empresa de atendimento pré-hospitalar (APH); Rubens Aprobatto Júnior, ex- VP da DuPont, segunda maior empresa química do mundo e fundador da Polistart, aceleradora de startups criada por alunos da turma de 1980 do Departamento de Engenharia de Produção da USP e Marcelo Caiuby Novaes, Diretor Executivo da IS Entrega, transportadora de produtos sobre Desafios e sucessos na implementação de IoT na logística.

“Nosso objetivo com esse evento foi fomentar a cultura de inovação dentro do setor logístico, entendendo a necessidade deste mercado que tem evoluído consideravelmente ao longo dos anos. Com certeza, esse foi o primeiro de muitos encontros que virão”, finaliza Mourad.

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Atendimento por Whatsapp: os desafios da integração

Por Rodrigo Ricco, CEO da Octadesk, especializada na gestão de atendimento ao cliente

Empresa que coloca o cliente no centro de sua estratégia sabe do poder do WhatsApp no relacionamento com o consumidor. Sempre às mãos, o aplicativo torna o processo de comunicação muito mais ágil, até instantâneo em diversos sentidos. Apesar de todo o potencial, muitas empresas têm tido dificuldades na integração com a versão Business, seja pela demora do retorno da plataforma ou por características da ferramenta que dificultam sua aplicação em centrais de atendimento.

Tais dificuldades se dão porque o WhatsApp atua como uma espécie de plataforma social e não possui uma API aberta, ou seja, estruturas de programação que permitam a comunicação entre sistemas. Com receio de ser responsabilizada por anúncios e spam para os usuários, a empresa relutou em liberar a API, mas o fez no início de agosto para versão Business, o que permitiu que negócios maiores respondessem com mais eficiência seus clientes. A facilidade no entanto só é gratuita quando as respostas aos consumidores são enviadas até 24 horas. A partir desse período, o aplicativo cobra pelo serviço.

O problema que veio a seguir foi a morosidade na liberação dos números. Diferentemente da versão convencional, usuários têm enfrentado demora na avaliação para conseguir o número para utilização do modelo Business, o que tem desanimado empreendedores na adoção do sistema.

Mesmo diante dos obstáculos, não se pode negar a importância da comunicação permitida por meio da plataforma. Sendo um dos canais de preferência dos brasileiros, ele cria a oportunidade do usuário decidir como deseja se comunicar, permitindo compartilhar áudios, fotos, vídeos e outros, facilitando ainda mais a solução de problemas.

Com o cliente no comando, cabe às empresas se adequarem à forma como esses querem ser atendidos, sempre respeitando as melhores práticas para cada canal. Levando em conta que ele comprovadamente tem sido um dos maiores solucionadores de problemas, é imprescindível que ele faça parte da estratégia do seu negócio.

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Startup brasileira é convidada a participar do Insurtech Rising Europe

A Kakau Seguros, plataforma de seguros digital, por assinatura, foi convidada para o InsurTech Rising Europe, principal evento sobre insurtechs da Europa, que tem como tema o futuro da indústria de seguros, com a ascensão da transformação digital. O CEO da Kakau Seguros, Henrique Volpi, irá participar do painel “Revolutionising the way insurers gain information from their customers through the use of AI”, que aborda como o uso de Inteligência Artificial está revolucionado o setor, no dia 12 deste mês, às 13h35, em Londres (Inglaterra).

Graças à inovação e empreendedorismo, a startup Kakau Seguros está sendo reconhecida e convidada a participar de eventos importantes do setor de seguros, como recentemente um capítulo do livro “The Insurtech Book”, que discute a atuação das insurtechs hoje e no futuro, destacando o impactos da transformação digital nas seguradoras.

“É uma grande honra participar como palestrante de um evento internacional como esse, que debate a evolução na indústria de seguros. Além, é claro, de mostrar como a Kakau Seguros está contribuindo para isso”, explica o CEO e Co-Fundador da Kakau Seguros, Henrique Volpi.

Além da palestra, Volpi contará um pouco da jornada da Kakau Seguros, desde a criação da plataforma digital, detalhes da inovação de serviços que permitem ao usuário pausar e retomar seu seguro quando quiser, até o uso da assistente virtual, Anna, em uma demo no dia 10 de setembro, às 15h35.

InsurTech Rising Europe
Dia: 12 de setembro
Horário do painel: 13h35
Inscrições e Informações: https://finance.knect365.com/insurtech/
Local: Tobacco Dock, Londres,
Endereço: Wapping Ln, St Katharine’s &Wapping, London E1W 2SF, Reino Unido