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Cobli reúne referências do mercado para discutir sobre IoT, Big Data e o futuro da logística

A Cobli – startup de gerenciamento de frotas e IoT que constrói tecnologia de ponta – realizou em parceria com o inovaBra habitat, em São Paulo, espaço de coinovação do Bradesco, o Cobli Labs. Com o objetivo de conduzir a logística para o futuro e aproximar a comunidade do setor, o evento combinou diversas palestras individuais e debates sobre temas específicos do segmento.

Na ocasião, mais de 100 participantes compareceram em uma imersão de 4 horas de conteúdo, com mais de 10 palestrantes divididos em seis palestras. “Foi uma oportunidade única de explorar o universo de logística de forma bem ampla, destacando algumas tendências e novidades do setor para os próximos anos. O público também foi bastante participativo, tornando nosso evento uma troca de conteúdos relevantes para essa comunidade”, explica Parker Treacy, Fundador da Cobli.

Após a abertura oficial, o espaço principal foi palco de uma série de palestras com grandes nomes, como o Diretor de Experiência do Cliente da Localiza, Guilherme Braz, que compartilhou como a tecnologia vem sendo utilizada para gerenciar frotas nacionais e internacionais em processo de expansão, além da importância da implementação de soluções logísticas para o sucesso da experiência com os clientes, como foi a criação do aplicativo Localiza Fast, que permite a locação de carros de forma rápida e fácil via dispositivos mobile.

Para mostrar qual é o novo conceito de mobilidade frente à era digital, onde as coisas são feitas em velocidade ímpar, Ricardo Penzin, Diretor de Desenvolvimento de Negócios do Brasil, Hyperloop Transportation Technologies, discutiu sobre quão fácil as ferramentas do setor serão implantadas no futuro para facilitar a mobilidade em grandes centros e como a logística pode se beneficiar ou terá que se adaptar a curto, médio e longo prazo.

“Hoje em dia, as cidades são construídas ao redor das estradas e das ruas, nós queremos fazer o contrário. O ser humano passa a ser o centro da discussão e a gente constrói o transporte ao redor dele. Estamos falando em um sistema de levitação passiva suspensa que pode ser utilizada tanto para o transporte de pessoas quanto na área de logística. No Brasil, já temos um centro de pesquisa em Contagem (MG) voltado para o setor e já estamos com projetos consolidados na França, Índia e Coreia do Sul”, comentou Penzin.

Michael Treacy, ex-professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e fundador da consultoria norte-americana Treacy&Company, e John Weber, engenheiro com sólida carreira desenvolvida como executivo e CEO de grandes companhias, como G&E, debateram sobre as principais tendências logísticas dos Estados Unidos e do mundo, como têm impactado os negócios e quais as chances dessas inovações chegarem ao Brasil.

Para discutir sobre como aplicar Data Science na logística, Helena Romeiro, Procurement Manager na Souza Cruz e José Ribeiro Júnior, gerente de distribuição de território da empresa, apresentaram o case Souza Cruz e como a Cobli tem ajudado a empresa no combate à roubos de carga por meio de dados.

Por fim, Rodrigo Mourad, sócio da Cobli, mediou um painel com Victor Mucciolo, Diretor no Grupo Bem (Emergências Médicas), empresa de atendimento pré-hospitalar (APH); Rubens Aprobatto Júnior, ex- VP da DuPont, segunda maior empresa química do mundo e fundador da Polistart, aceleradora de startups criada por alunos da turma de 1980 do Departamento de Engenharia de Produção da USP e Marcelo Caiuby Novaes, Diretor Executivo da IS Entrega, transportadora de produtos sobre Desafios e sucessos na implementação de IoT na logística.

“Nosso objetivo com esse evento foi fomentar a cultura de inovação dentro do setor logístico, entendendo a necessidade deste mercado que tem evoluído consideravelmente ao longo dos anos. Com certeza, esse foi o primeiro de muitos encontros que virão”, finaliza Mourad.

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Atendimento por Whatsapp: os desafios da integração

Por Rodrigo Ricco, CEO da Octadesk, especializada na gestão de atendimento ao cliente

Empresa que coloca o cliente no centro de sua estratégia sabe do poder do WhatsApp no relacionamento com o consumidor. Sempre às mãos, o aplicativo torna o processo de comunicação muito mais ágil, até instantâneo em diversos sentidos. Apesar de todo o potencial, muitas empresas têm tido dificuldades na integração com a versão Business, seja pela demora do retorno da plataforma ou por características da ferramenta que dificultam sua aplicação em centrais de atendimento.

Tais dificuldades se dão porque o WhatsApp atua como uma espécie de plataforma social e não possui uma API aberta, ou seja, estruturas de programação que permitam a comunicação entre sistemas. Com receio de ser responsabilizada por anúncios e spam para os usuários, a empresa relutou em liberar a API, mas o fez no início de agosto para versão Business, o que permitiu que negócios maiores respondessem com mais eficiência seus clientes. A facilidade no entanto só é gratuita quando as respostas aos consumidores são enviadas até 24 horas. A partir desse período, o aplicativo cobra pelo serviço.

O problema que veio a seguir foi a morosidade na liberação dos números. Diferentemente da versão convencional, usuários têm enfrentado demora na avaliação para conseguir o número para utilização do modelo Business, o que tem desanimado empreendedores na adoção do sistema.

Mesmo diante dos obstáculos, não se pode negar a importância da comunicação permitida por meio da plataforma. Sendo um dos canais de preferência dos brasileiros, ele cria a oportunidade do usuário decidir como deseja se comunicar, permitindo compartilhar áudios, fotos, vídeos e outros, facilitando ainda mais a solução de problemas.

Com o cliente no comando, cabe às empresas se adequarem à forma como esses querem ser atendidos, sempre respeitando as melhores práticas para cada canal. Levando em conta que ele comprovadamente tem sido um dos maiores solucionadores de problemas, é imprescindível que ele faça parte da estratégia do seu negócio.

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Startup brasileira é convidada a participar do Insurtech Rising Europe

A Kakau Seguros, plataforma de seguros digital, por assinatura, foi convidada para o InsurTech Rising Europe, principal evento sobre insurtechs da Europa, que tem como tema o futuro da indústria de seguros, com a ascensão da transformação digital. O CEO da Kakau Seguros, Henrique Volpi, irá participar do painel “Revolutionising the way insurers gain information from their customers through the use of AI”, que aborda como o uso de Inteligência Artificial está revolucionado o setor, no dia 12 deste mês, às 13h35, em Londres (Inglaterra).

Graças à inovação e empreendedorismo, a startup Kakau Seguros está sendo reconhecida e convidada a participar de eventos importantes do setor de seguros, como recentemente um capítulo do livro “The Insurtech Book”, que discute a atuação das insurtechs hoje e no futuro, destacando o impactos da transformação digital nas seguradoras.

“É uma grande honra participar como palestrante de um evento internacional como esse, que debate a evolução na indústria de seguros. Além, é claro, de mostrar como a Kakau Seguros está contribuindo para isso”, explica o CEO e Co-Fundador da Kakau Seguros, Henrique Volpi.

Além da palestra, Volpi contará um pouco da jornada da Kakau Seguros, desde a criação da plataforma digital, detalhes da inovação de serviços que permitem ao usuário pausar e retomar seu seguro quando quiser, até o uso da assistente virtual, Anna, em uma demo no dia 10 de setembro, às 15h35.

InsurTech Rising Europe
Dia: 12 de setembro
Horário do painel: 13h35
Inscrições e Informações: https://finance.knect365.com/insurtech/
Local: Tobacco Dock, Londres,
Endereço: Wapping Ln, St Katharine’s &Wapping, London E1W 2SF, Reino Unido

Grupo Movile promove primeira edição de evento sobre Kotlin

O grupo Movile, um dos líderes globais em marketplaces móveis, em parceria com o iFood e o iMasters, promove pela primeira vez, um evento dedicado à comunidade de programação Kotlin, uma das mais recentes e promissoras linguagens de programação. O evento acontecerá no dia 15 de setembro e será destinado a profissionais de tecnologia com conhecimento ou interesse na linguagem Kotlin. As inscrições já estão abertas no site do evento.

De acordo com o Realm Report, responsável por pesquisar quais são as linguagens que desenvolvedores do mundo inteiro usam, 2018 será “o ano de Kotlin”. Segundo o estudo, 20% dos apps construídos em Java antes da Google I/O 2017 são agora feitos na nova linguagem Kotlin. Esse é um dos motivos que incentivou o grupo Movile a olhar esse assunto com mais atenção, que está utilizando a linguagem há mais de dois anos.

“É muito estratégico para o grupo Movile promover o conhecimento dessa área, já que há mais de 2 anos usamos a linguagem. Além disso, o evento vai nos ajudar a nos aproximar de uma comunidade que está começando agora, nos posicionando como referência na área de tecnologia, com a apresentação dos melhores cases do mercado. Nosso grande objetivo é mudar a vida de 1 bilhão de pessoas, e iniciativas como essa com certeza nos ajudam a caminhar para esse propósito”, afirma Luciana Carvalho, Diretora de Gente.

Na programação, estarão oito palestras de profissionais renomados da área. Para mais informações sobre o evento, acesse: http://eventos.imasters.com.br/kotlinsummit/

Kotlin Summit

Onde: São Paulo – Developer HUB
Quando: 15 de Setembro
Horário: Das 9h às 18h;

Confira a programação completa de palestras do evento:

9h às 9h55 – Abertura do Credenciamento

10h – Kotlin: Advanced Tricks

Palestrante: Ubiratan Soares, Software Engineer, na Stone

10h40 – Dependency Injection com Kotlin

Palestrante: Thais Aquino, Desenvolvedora Android, na Luiza Labs

11h20 – Compartilhando código com Kotlin multiplataforma

Palestrante: Rafael Toledo, Consultor de Desenvolvimento Líder, ThoughtWorks

12h às 14h – Intervalo para Almoço

14h – Kotlin no Backend com Spring e Coroutines

Palestrante: Lucas Santos, Software Developer, no iFood

14h40 – Construindo sua biblioteca em Kotlin

Palestrante: Fernando Pinho, Software Engineer, na Globo.com

16h às 16h40 – Coffee Break & Networking

17h20 – Kotlin no Android: desbravando as oportunidades de ponta a ponta!

Palestrante: Walmyr Carvalho, Mobile Specialist, na Loggi

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Cashback World, maior comunidade de compras do mundo, aposta no mercado brasileiro

A Cashback World, comunidade de compras internacional, multicanal e multissetorial que permite que afiliados recebam Cashback (dinheiro de volta) a cada compra feita, aposta no mercado brasileiro. A cada compra realizada, o consumidor pode receber até 5% do valor da compra de volta depositado na própria conta bancária.

Além do Cashback, os afiliados da Cashback World também recebem Shopping Points de compras feitas em empresas parceiras online e offline. Os Shopping Points podem ser resgatados em ofertas exclusivas na forma de bens ou serviços específicos.

“Estamos otimistas com a retomada da confiança e do crescimento econômico no país, bem como animados com o quanto a Cashback World pode favorecer os novos hábitos de compra do brasileiro,” afirma Davi Damazio, diretor geral da myWorld no Brasil, operadora da Cashback World.

A liberdade de poder utilizar o dinheiro de volta como quiser é um dos diferenciais oferecidos pela Cashback World que vai ao encontro do desejo dos consumidores de possuírem flexibilidade e vantagens financeiras na hora de realizar uma compra em lojas físicas ou virtuais. Para os consumidores que preferem navegar pela internet por meio do smartphone, a Cashback World possui um aplicativo, o Cashback App – disponível para download em sistema operacional iOS e Android, onde é possível realizar compras, controlar o saldo de Cashback a receber, identificar promoções e muito mais.

“A Cashback World transforma o consumo em uma experiência para todos os seus afiliados. A experiência de compra baseia-se no shopping 4.0, a tendência de compras do futuro: compras em escala internacional, varejo multicanal, compras como entretenimento e fidelidade do cliente com base em tecnologia de ponta, como aplicativos móveis e serviços baseados em geolocalização,” continua Damazio.

A Cashback World não oferece somente a possibilidade de economizar. Para Pequenas e Médias Empresas (PMEs), também é uma oportunidade de negócio. Ao se juntarem à comunidade internacional de compras, essas empresas também podem desfrutar de vantagens como expandir sua rede mundialmente com a ajuda dos programas de fidelidade da Cashback Solutions. Segundo dados do Sebrae, existem 6,4 milhões de estabelecimentos no País. Desse total, 99% são consideradas PMEs. Os programas de fidelidade oferecidos pela Cashback Solutions são completamente customizados de acordo com as necessidades dos negócios e permitem que o empresário faça a gestão do relacionamento com seus clientes.

Em uma escala global, mais de 120.000 empresas já integraram a Cashback World em seus negócios, que no Brasil está ganhando 4.000 afiliados e 100 novas empresas a cada mês. A atuação da marca neste momento é mais expressiva no Sul do País, com 42% do total de empresas parceiras, seguidos por 27% Nordeste, 25% Sudeste, 5% Centro-oeste, 1% Norte.

Grandes associações e clubes esportivos também podem se juntar à comunidade global Cashback World por meio da White Label Solutions que oferece soluções de fidelidade para fãs e clientes. Já são clientes: MotoGP™, The Sharks e FC Dinamo BucureÈ?ti, entre tantos outros consagrados nomes do esporte mundial. Para isso, as associações e clubes esportivos recebem a personalização de um portal, um aplicativo de compras online e de um cartão Cashback, com as respectivas cores, a logomarca e o design do clube.

No Brasil, a expectativa da Cashback World, nos próximos três anos, é se tornar líder e referência de mercado em Cashback e soluções de fidelização de clientes, sobretudo para pequenas e médias empresas.

Impostômetro da Associação Comercial de SP atinge marca de R$ 1,6 trilhão neste sábado, às 21h

Às 21 horas do próximo sábado (8/9), o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) irá registrar R$ 1,6 trilhão, que é o montante pago pela população brasileira desde o primeiro dia do ano na forma de impostos, taxas e contribuições para a União, os estados e os municípios.

Em 2017, o valor foi atingido 23 dias depois (dia 2/10) na comparação com 2018. “Esse avanço da arrecadação revela que o problema das finanças públicas não está do lado da receita: está do lado dos gastos. Por isso, o consumidor ? que será eleitor nos dias 7 e 28 de outubro ? precisa acompanhar de perto a aplicação dos recursos e exigir que os governos utilizem o dinheiro para melhorar os serviços públicos”, declara Marcel Solimeo, economista da ACSP.

“Esperamos que, diante dessa marca de R$ 1,6 trilhão, os candidatos ? tanto ao Executivo quanto ao Legislativo ? vejam que não há espaço para mais elevação de imposto. E que as discussões foquem no equacionamento do gasto público e na implantação das reformas necessárias, especialmente a da Previdência”, diz Solimeo.
Por fim, ele explica que o aumento arrecadatório em 2018 reflete a recuperação da economia, mesmo que esteja fraca, e o maior faturamento com itens altamente tributáveis, como energia e veículos. “A inflação também contribuiu para o resultado, embora não esteja tão elevada”.

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São Paulo ganha novo centro de inovação e tecnologia

A cidade de São Paulo acaba de ganhar um importante centro de inovação e tecnologia. O espaço Future Law Innovation Center powered by Thomson Reuters é uma iniciativa da plataforma de transformação digital Future Law com apoio da multinacional de soluções em tecnologia Thomson Reuters. Localizado na esquina da Avenida Pres. Juscelino Kubitschek com Avenida Brigadeiro Faria Lima, um hub de empresas na zona Sul de São Paulo, o objetivo do FLIC é proporcionar um espaço de liberdade com estímulo à inovação e à diversidade, para fomentar o desenvolvimento de soluções práticas e respostas confiáveis para diferentes segmentos da economia e da sociedade.

“O FLIC é um local para propiciar a interação entre profissionais de diferentes áreas e, por meio de métodos modernos de inovação, fomentar a criação conjunta de soluções e novas tecnologias que colaborem para o desenvolvimento econômico e social do País, por meio das esferas jurídica, fiscal e tributária. Queremos aprimorar o cotidiano das empresas, facilitar iniciativas empreendedoras e melhorar a vida das pessoas”, explica Ralff Tozatti, Diretor de Marketing da Thomson Reuters Brasil.

A Future Law é uma iniciativa dos advogados Christiano Xavier, mestre em Direito dos Negócios pela FGV; Alexandre Zavaglia, professor e palestrante especializado em Direito Digital; e Bruno Feigelson, Diretor-presidente da Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs. “A tecnologia avançou exponencialmente nos últimos anos e o cruzamento de dados para a solução de problemas jurídicos complexos é um grande diferencial, pois o mundo todo está caminhando para o movimento data-driven. Temos que preparar os profissionais para essa nova realidade, para otimizar o uso de seu tempo de trabalho para tarefas de alto valor agregado e que permitam mais eficácia e assertividade”, explica Alexandre Zavaglia Coelho, VP de Educação da Future Law.

O FLIC conta com dezenas de professores e orientadores que atuam em empresas referência em seus segmentos. É uma forma de garantir conteúdos de qualidade e que representem a realidade do mercado. O centro terá cursos de direito, inteligência artificial, uso de dados, marketing, inovação, empreendedorismo, futuro tributário, entre outros. Além de promover palestras, debates e eventos Hackathons sobre temas correlacionados, o espaço conta com dois laboratórios de inovação – cada um com capacidade para 40 pessoas – e um ambiente que permite a configuração do espaço em salas de aula. A estimativa é que cerca de 800 pessoas circulem pelo local todos os meses.

Uma das apostas do FLIC para alcançar bons resultados é promover a diversidade, sobretudo por meio da metodologia de Design Thinking: unir profissionais de diferentes setores para discutir possíveis soluções para o mesmo tema e, dessa forma, chegar a denominadores comuns que possam viabilizar inovações que saiam do papel. Principalmente em ações e projetos sociais. Um dos exemplos que já está sendo estudado é o desenvolvimento de tecnologias que aproximem pessoas que denunciam a violência contra mulher do poder público, facilitando o diálogo e o combate a este tipo de crime.

“A tecnologia não tem valor sem a experiência e o conhecimento técnico dos profissionais do Direito. A tendência é a criação de equipes multidisciplinares e a utilização crescente de metodologias de design jurídico. Estamos em um momento de mudança da cultura de gestão na nossa área”, afirma Christiano Xavier, CEO da Future Law.

No Innovation Center, estudantes bolsistas de qualquer instituto de ensino superior têm acesso gratuito às pílulas de alguns dos conteúdos da programação de cursos e atividades presenciais. Algumas aulas online também terão degustação gratuita. “O objetivo é democratizar ao máximo o conteúdo produzido e divulgado no FLIC. Assim, poderemos explorar ao máximo a capacidade criativa dos profissionais e estudantes brasileiros”, garante Tozatti, da Thomson Reuters.

Outro importante pilar para propiciar um ambiente moderno é a estrutura pensada em inovação. O espaço é amplo e livre, sem paredes, aberto a diferentes profissionais e empreendedores, de forma a estimular a integração e troca de ideias. “Qualquer profissional e estudante pode utilizar a estrutura do FLIC para desenvolver seu trabalho e trocar ideias com outras pessoas. Essa integração é chave para o desenvolvimento de novas ideias”, afirma o executivo da Thomson Reuters.

O FLIC é o primeiro centro de inovação patrocinado pela Thomson Reuters na Aérica Latina. O Brasil foi escolhido devido à relevância do mercado local, potencial criativo e complexidade regulatória. A empresa já desenvolve eventos e programas de aceleração de startups para os segmentos jurídico, de comércio exterior e de gerenciamento de risco. “Enquanto vemos no mundo a criação de grandes corporações de tecnologia, temos o maior número de ações e todas as condições para desenvolver as mais avançadas inovações para melhorar a prestação de serviços jurídicos. Não tenho dúvidas de que nosso país será referência mundial nessa área“, ressalta Bruno Feigelson, Head de Futurismo da Future Law.

No exterior, a Thomson Reuters é mantenedora do CodeX Stanford Center for Legal Informatics, centro de inovação para o direito na Universidade Stanford, na região do Vale do Silício, nos EUA .A companhia também mantém seis laboratórios de inovação (Boston, Cidade do Cabo, Waterloo, Londres, Cingapura e São Francisco), que colaboram para resolução de grandes problemas globais, usando ciência de dados e técnicas lean, assim como uma incubadora de startups (Zurique), e iniciativas como a promoção de mentorias, a oferta de recursos de parceiros, escritórios, networking e acesso a dados e tecnologias.

Saiba mais sobre o FLIC e sua programação no site: http://futurelaw.com.br/the-flic/ .

Future Law Innovation Center powered by Thomson Reuters

Local: Av. Juscelino Kubitschek, 1327.

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ABESE: convenções coletivas de trabalho não podem barrar avanços tecnológicos

Sob a justificativa de preservar postos de trabalho entidades sindicais representantes de condomínios vêm firmando convenções coletivas de trabalho com cláusulas restritivas, proibindo expressamente a contratação de serviços de portaria remota ou virtual, modalidade de monitoramento eletrônico de segurança a distância que cresce exponencialmente.

As referidas cláusulas convencionais, aplicadas em algumas cidades, impõem que os condomínios descontratem os serviços de portaria remota e contratem porteiros tradicionais que não podem ser demitidos para dar lugar a soluções tecnológicas, sob pena de elevadas multas e dever de reintegração.

Essa foi a tônica do debate do evento realizado na cidade de Ribeirão Preto, que contou com banca de advogados composta por Otávio Nucci e Gustavo Meneguetti, ambos representantes da Comissão Especial de Direito Condominial da Ordem dos Advogados, Carla Bernardini, sócia do Bernardini, Martins & Ferraz Advogados, Rafael Mendes, do SIESE-SP, sindicato que representa as empresas de segurança eletrônica, além de José Lázaro de Sá, assessor jurídico da ABESE.Foi consenso entre a banca que a norma coletiva excede seu papel, que se limita a regular condições de trabalho, não podendo regular questões que versem sobre o direito de propriedade, criando barreiras para a livre iniciativa e livre concorrência.

A conduta das entidades sindicais provoca sérios transtornos para os condomínios, especialmente porque a contratação de serviços tecnológicos está ligada também à saúde financeira desses condomínios, como observa Selma Migliori, presidente da ABESE, que também esteve no evento.

Para José Lázaro de Sá além da nítida lesão aos princípios constitucionais da livre concorrência, livre iniciativa e direito de propriedade, o argumento de preservação de postos de trabalho não se sustenta porque os novos modelos de negócios e de serviços oferecem uma série de novas oportunidades de trabalho, como de monitores, instaladores de sistemas e outros.

“Essa discussão está diretamente ligada ao debate travado no Supremo Tribunal Federal sobre a terceirização. O Ministro Roberto Barroso foi muito feliz em seu voto ao afirmar que o direito do trabalho e o sistema sindical precisam se adequar às transformações no mercado de trabalho e na sociedade”, afirmou Lázaro de Sá.

Em sua explanação o jurídico da ABESE tratou do termo trabalhabilidade nos novos tempos, e enfatizou que normas como essas não devem prosperar por diversas razões jurídicas e econômicas.

A associação que representa empresas que oferecem serviços de Portaria Remota em todo o Brasil promoverá as medidas cabíveis para conter essas barreiras. “A ABESE já vem discutindo esse assunto há algum tempo tendo procurado dialogar com as entidades responsáveis, mas, infelizmente, a cultura do conflito ainda é muito marcante e não mediremos esforços para garantir a livre iniciativa, livre concorrência e o desenvolvimento tecnológico”, cravou Selma.

Tecnologia baseada em IA vai ajudar agricultores a analisar a saúde do solo e água

Por Mathias Steiner – Gerente de Tecnologia Industrial e Ciência, IBM Research – Brasil

A agricultura representa mais de 70% do consumo anual de água no mundo. Com fazendas pequenas produzindo quase 80% dos alimentos para os países em desenvolvimento, garantir a qualidade e a segurança do nosso suprimento de água é algo fundamental. A análise química para a agricultura depende, muitas vezes, de testes de laboratório caros e demorados, realizados longe da fazenda. Como resultado disso, essa análise é feita com pouca frequência e fica limitada a um número pequeno de amostras.

Dessa forma, nosso time se propôs a encontrar uma maneira de simplificar esse processo e fazer com que seja acessível para o pequeno agricultor monitorar a saúde do solo e da água. Esse protótipo, o AgroPad, permite a análise química em tempo real, e in loco, de uma amostra de solo ou água, usando para isso a Inteligência Artificial.

Então, como isso funciona?

Uma gota de água ou amostra de solo é colocada no AgroPad, que é um dispositivo de papel do tamanho de um cartão de visita. Com isso, o chip microfluídico dentro do cartão realiza uma análise química da amostra, no próprio local, e disponibiliza o resultado em alguns segundos.

Os resultados desses testes colorimétricos são exibidos por meio de um conjunto de círculos no verso do cartão, com a cor de cada um deles representando a quantidade de um determinado elemento químico na amostra. A partir daí, o produtor só precisa utilizar seu smartphone com um aplicativo dedicado para fotografar o AgroPad e receber de forma imediata o resultado do teste químico.
AgroPad: “AI on the edge”

Essa abordagem de computação, chamada “AI on the edge”, usa algoritmos de aprendizado de máquina e também de processamento de imagem para traduzir a composição e a intensidade das cores medidas em concentrações de elementos químicos na amostra, tornando-a mais confiável do que testes baseados apenas no olhar humano. Esses dados podem ser transmitidos simultaneamente para uma plataforma de computação em nuvem e rotulados com uma etiqueta digital que identifica unicamente o teste, juntamente com a hora, a localização e os resultados da análise química. A plataforma de nuvem permite o gerenciamento e a integração de milhões de testes individuais realizados nos mais diversos horários e locais. Essa é uma característica importante para que seja possível monitorar, por exemplo, a mudança na concentração de fertilizantes em uma determinada região ao longo do ano.

Atualmente, temos uma solução-protótipo baseada em cinco parâmetros para testes de solo e água que medem pH, nitrito, alumínio, magnésio e cloro. Além de estarmos ampliando continuamente a biblioteca de indicadores químicos disponíveis para implantação, cada AgroPad pode ser personalizado com base nas necessidades do usuário.

Como os testes em papel podem ser realizados com segurança por qualquer pessoa – sem que ela precise ser uma especialista na área –, a coleta pública de dados com digitalização instantânea em sensoriamento químico torna-se uma possibilidade real. Unindo a produção em massa e o baixo custo do dispositivo baseado em papel com o alcance em grande escala por meio de tecnologias móveis e nuvem, o protótipo exploratório pode revolucionar a agricultura digital e os testes ambientais.

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Agibank é o grande campeão do Prêmio Empresa +Digital 2018

O Agibank, banco 100% digital, foi o grande vencedor do prêmio Empresa + Digital, na categoria Grande Empresa. O evento de premiação ocorreu nesta quarta-feira (05), em São Paulo, durante o Expo Fórum Digitalks. Elaborada pelo +Digital Institute, a pesquisa busca reconhecer as empresas mais bem posicionadas para enfrentar os desafios e colher as oportunidades do mundo digital.

“É uma satisfação ver que nossa estratégia de inovação ágil e disruptiva, e de resolução de desafios que parecem impossíveis, está mostrando resultados cada vez mais expressivos e reconhecidos. Isso é bom não só para o Agibank, mas também para a construção e expansão de um ecossistema de inovação sustentável”, comemora o CCO do Agibank, Glauber Corrêa.

Francisco Gioielli, CEO & Co-Founder do +Digital Institute, destaca a importância de identificar as companhias que atuam na vanguarda digital em seus respectivos setores. “A transformação digital é um caminho sem volta, e as companhias enfrentam o desafio de reavaliar suas práticas para absorver mercados e consumidores cada vez mais conectados. O Agibank mostra estar em um patamar adiantado nesse aspecto, mesmo atuando em um mercado tão acirrado e vinculado à tecnologia”, avalia Gioielli.

Com base em entrevistas e em respostas de colaboradores, a pesquisa calcula automaticamente notas em quatro dimensões: mobilidade, social, gestão de informação e fator exponencial. Para cada dimensão, são calculados dois componentes: intensidade e governança no uso de tecnologia. A média entre dimensões corresponde ao Índice de Maturidade Digital (DMI) da empresa. A empresa com a maior nota é a vencedora, e em casos de empate técnico, a nota de governança é prioritária.

100% Digital e crédito imediato

O Agibank é um banco 100% digital fundado e liderado por Marciano Testa. Seu propósito é fazer o dia a dia das pessoas melhor, proporcionando a inclusão financeira para milhões de pessoas que não se sentem representadas pelo modelo bancário atual. Primeira e única instituição financeira do mundo a transformar o número do celular no número da conta corrente do cliente, permite que qualquer pessoa com um smartphone se torne correntista Agibank – uma inovação que facilita a usabilidade e conectividade com milhões de pessoas para pagamentos P2P. A possibilidade de enviar dinheiro com a facilidade de se enviar uma mensagem fez com que fosse considerado o “WhatsApp dos bancos” (http://www.istoedinheiro.com.br/o-whatsapp-dos-bancos/).

Único banco em que o cliente recebe uma oferta de crédito online já na abertura da conta, o Agibank mostra sede por desafiar o estabelecido e construir o que é visto como impossível. Com seu mindset jovem e cultura de startup, desenvolveu o próprio método de transformação digital, o ASA – Agile Scale Agibank – e utiliza o mais moderno conceito de arquitetura de tecnologia omnichannel and open API, que possibilita escalabilidade com baixos custos de infraestrutura. Além disso, a plataforma permite que o cliente acesse os serviços de maneira completa por diversos pontos de contato – aplicativo, terminais de autoatendimento, internet banking e pontos de experiência.

O aplicativo de conta corrente está disponível gratuitamente no sistema Google Android e Apple iOS. Não há a cobrança da taxa de manutenção de conta, tão comum nos bancos tradicionais. Além da sua plataforma digital, o Agibank tem presença em todo o país. Sua estratégia de atuação é omnichannel, com mais de 550 pontos físicos de atendimento em 440 municípios, em todos estados da Federação. Reportando um lucro líquido de R$ 110 milhões no primeiro semestre de 2018, o banco oferece operações de crédito, serviços de conta corrente, cartões, investimentos, consórcios, seguros e meios de pagamento para mais de 1 milhão de clientes.

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Natura abre inscrições para programa de empreendedorismo

A Natura, empresa líder no mercado de venda direta no Brasil, abre inscrições para o “corageN”, programa direcionado a pessoas com atitude empreendedora – indivíduos realizadores, curiosos, ambiciosos e tomadores de riscos. Desenvolvido em parceria com a ACE Aceleradora, o objetivo é formar uma rede diversa de pessoas com vivências e olhares únicos sobre o mundo, e que estejam a fim de gerar valor para si e contribuir com a cultura de inovação na empresa.

Para participar, o candidato não precisa enviar um currículo. O único pré-requisito é ter mais de 18 anos, sem necessidade de uma formação educacional mínima ou específica. O fundamental aqui é a diversidade e o espírito empreendedor. A aplicação deverá ser feita no site coragenatura.com.br até o dia 30 de setembro. O processo seletivo foi simplificado para avaliar características como o perfil empreendedor do participante e a sua identificação com a cultura da empresa, tudo por meio de questionários online avaliados por meio de inteligência artificial. O formato foi pensado para receber os mais variados perfis de candidatos para, então, passar para a fase presencial — em São Paulo (SP) ou Belém (PA) —, na etapa final. Todos os inscritos receberão feedbacks dos testes de perfil e terão acesso a conteúdos sobre empreendedorismo para garantir o autoconhecimento e desenvolvimento durante a experiência no processo.

Os 20 participantes selecionados atuarão juntos, como uma startup, em projetos especiais dentro de um ambiente de aceleração na empresa e não estarão conectados às estruturas formais de áreas e cargos, inclusive de horas de trabalho. No total, o programa tem duração de vinte meses. Neste período, os participantes terão à disposição mais de 200 mentores da Natura e do mercado em geral. Além disso, o horário de trabalho será flexível e os escolhidos terão os mesmos benefícios dos demais colaboradores da Natura. Ao final, tanto o empreendedor quanto a Natura estarão livres para avaliarem juntos como escolhem seguir conectados — em novo contrato de trabalho, como prestador de serviços ou outros formatos na rede.

“Queremos estimular e impulsionar novas relações de trabalho e uma cultura de inovação que gere valor para a Natura e para a rede de empreendedores, como uma alternativa aos programas tradicionais que existem no mercado atualmente”, pontua Flavio Pesiguelo, vice-presidente de Pessoas, Cultura e Organização. “O contexto atual, tanto interno quanto externo, favorece a criação de um programa que, de um lado, valorize a diversidade, acelere a inovação e a criação de novos modelos organizacionais na empresa e, de outro, engaje pessoas transformadoras — independentemente de sua formação acadêmica ou idade — em busca de propósito e autonomia para construir projetos inovadores juntos, em ambientes empreendedores em contraponto às tradicionais hierarquias existentes nas grandes empresas”, explica.

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Fluke anuncia novo Gerente Nacional de Vendas

Comprometida com o objetivo de fortalecer a sua posição de liderança no mercado de teste e medição e aprimorar o desenvolvimento e adoção de suas inovadoras ferramentas, a Fluke nomeia Rodrigo Cunha para a Gerência Nacional de Vendas. Com quase 20 anos de experiência na área industrial, o executivo é graduado em Engenharia Elétrica pela Mauá e pós-graduado em Administração de Empresas com ênfase em finanças pela FGV. Nos últimos cinco anos, Cunha passou por duas empresas do Grupo Fortive, sendo quatro anos na Fluke e um ano na Tektronix. Sua experiência anterior inclui organizações renomadas como Ericsson, AON Warranty e Apex Tools.

Cunha possui sólida experiência e assume a posição com a intenção de alavancar ainda mais a área de vendas da companhia. Para alcançar seus objetivos e metas de crescimento, o executivo planeja estreitar ainda mais o relacionamento com a rede de distribuidores, impulsionando o desenvolvimento técnico de seus especialistas e aumentando a geração de demanda dentro dos canais de vendas. “Estar próximo do distribuidor e do usuário de nossas soluções nos aproxima de suas necessidades, deixando-nos ainda mais atentos para atender de maneira estratégica e assertiva cada região e segmento de mercado”, enfatiza Cunha.

No Brasil, a Fluke conta com uma equipe de 70 distribuidores, mais de 2000 produtos comercializados e 200 pontos de venda. A companhia pertence ao Grupo Fortive, conglomerado independente, de capital aberto, que reúne um grupo de empresas líderes em seus mercados que representam um faturamento global da ordem de US$ 6.2 bilhões.

De acordo com o novo Gerente Nacional de Vendas, “a Fluke passa por uma reestruturação e se alinha cada vez mais às principais tendências de mercado. Deixamos de focar no produto e passamos a enfatizar soluções, embutidas em conceitos macro como indústria 4.0, eficiência energética, manutenção preditiva, entre outros”. Para Cunha, um desafio adicional será buscar este crescimento contínuo em um cenário de incertezas políticas e econômicas, especialmente em relação à variação do dólar. Os setores de Oil&Gas, energia, datacenter, mineração, siderurgia e automotivo, seguem como prioritários.

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97% das empresas que contratam freelas são MEIs e PMEs

O mercado atual de trabalho está mudando, conforme aponta o Relatório de Trabalho Independente e Empreendimento 2018 desenvolvido pela Workana, plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina, em que afirma o crescimento da atividade freelance em 80% só em 2017. Com isso, as empresas têm aderido mais às práticas freelancers e passam a confiar mais em profissionais pontuais.

Atualmente, as empresas que mais contratam freelancers são das áreas de tecnologia, marketing e design. Segundo a pesquisa, 45% das 500 empresas entrevistadas afirmam que a busca se dá para realizar algumas tarefas específicas no trabalho; 23% para contar com alguém que ajude, já que o empreendedor trabalha sozinho; 5% para complementar a equipe de trabalho, pois houve o crescimento na demanda e 27% ainda não tiveram a oportunidade de contratar.

Os microempreendedores e as pequenas e médias empresas já entraram na mudança de paradigma, isso exemplifica o número expressivo de empresas que admitem freelancers: 70% são MEIs, 27% PMEs e apenas 3% são de grande porte.

Dessas corporações que já contrataram, 72% pretendem contratar mais freelancers nos próximos meses. “A maioria dos freelancers está sempre disposta a trabalhar novamente com um mesmo cliente. Então se a parceria der certo e a empresa quiser contratá-lo mais uma vez, a probabilidade de isso acontecer e alcançar ótimos resultados é enorme”, afirma Guillermo Bracciaforte, cofundador da Workana.

As empresas também afirmam que na modalidade freelance fica bem mais fácil encontrar a pessoa ideal que faça um trabalho mais específico, como alguém que seja expert em design ou um outro que saiba muito bem lidar com mídias sociais, por exemplo. Esse é um ponto importante para as empresas que precisam de mão de obra bem qualificada para se alavancar no mercado.

A pesquisa ainda revela as categorias mais contratadas: TI e Programação 30%; Design e Multimídia 28%; Tradução e Conteúdos 10%; Marketing e Vendas 33%; Suporte Administrativo 3%; Jurídico 2%; Finanças e Administração 5% e Engenharia e Manufatura 2%.

“Outra grande vantagem de se contratar um profissional freelancer é a autonomia que ele desenvolve para trabalhar em sua ideia. Além disso, com sua capacidade de visão e adaptação, fica ainda mais fácil que ele traga novas e boas sugestões para tornar os resultados finais da empresa ainda melhores.”, finaliza Bracciaforte.

SulAmérica Saúde redefine a experiência dos clientes de seguros com inteligência artificial

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, passou a utilizar a inteligência artificial para tornar o atendimento aos clientes de Saúde mais dinâmico, reduzindo o tempo de espera nas ligações, de resolução das solicitações e o volume de chamados na Central de Atendimento. Com o apoio de um assistente virtual disponível no site da companhia e no aplicativo SulAmérica Saúde, os segurados podem resolver questões de menor complexidade de forma ágil e autônoma.

A implementação do assistente virtual com Watson, plataforma de inteligência artificial da IBM na nuvem para os negócios, no atendimento, tem como objetivo oferecer maior precisão e velocidade para responder às solicitações recorrentes. O assistente virtual tem a capacidade de realizar, de forma rápida, consultas que costumam ser solicitadas frequentemente como dúvidas sobre filiais, cobertura de planos, reembolsos e rede referenciada. Em um piloto de dois meses, a solução já atendeu a 88 mil chamadas, com índice de retenção de 45%, ou seja, resolução das demandas em um primeiro contato, sem a necessidade de transferência para a Central de Atendimento, permitindo que os agentes de atendimento ao cliente se concentrem em consultas mais desafiadoras e demoradas.

O aplicativo SulAmérica Saúde já representa 86% dos atendimentos aos clientes realizados via assistentes virtuais e 14% das interações com os segurados são realizadas pelo website da seguradora. O assistente virtual com Watson está ajudando a transformar o atendimento ao cliente da empresa e já reduziu em 90% o tempo médio de espera para resolução das solicitações.

“Temos investindo fortemente em inovação para transformar a experiência do cliente e a tecnologia é uma ferramenta viabilizadora de nossas estratégias nesse sentido. A utilização dos assistentes virtuais no atendimento aos clientes SulAmérica Saúde traz ganhos relevantes, especialmente em agilidade e assertividade na resolução de questões simples, algo que sem dúvidas agrega ainda mais valor ao relacionamento do segurado com a companhia”, explica o diretor de Estratégia Digital, Inovação e Tecnologia da SulAmérica, Cristiano Barbieri.

Desde 2017, os chatbots inteligentes têm sido utilizados pela seguradora no atendimento a solicitações dos corretores de seguros que trabalham com produtos SulAmérica Auto. Além de esclarecer dúvidas, a solução permite realizar procedimentos operacionais de menor complexidade, como propostas, pagamentos, atualização cadastral e emissão de segunda via de boletos, sem a necessidade de passar por um profissional de SAC.

O sistema foi treinado para que pudesse identificar uma ampla variedade de problemas relatados pelo cliente. Atualmente ele pode reconhecer e abordar mais de 80% de assuntos da Central.

Entre outras iniciativas da SulAmérica para facilitar o cotidiano dos segurados estão o serviço pioneiro de solicitação de reembolso digital de consultas de até R$ 1000,00 no aplicativo SulAmérica Saúde, realizado com envio de imagem do recibo médico feita pela câmera do smartphone do cliente, e a possibilidade de agendamento médico domiciliar para crianças de até 12 anos e segurados acima de 65 anos, em casos de baixa complexidade.

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3 pilares para a transformação bancária: economia, experiência do cliente e conveniência

O mercado de serviços financeiros passa por grandes mudanças por conta do avanço da transformação digital. De acordo com a pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2018, os investimentos em tecnologia tiveram um crescimento de R$19,5 bilhões em 2017 – comparados com R$18,6 bilhões em 2016. Em um momento em que o Brasil está recuperando sua economia, esse valor é representativo e mostra que a atenção do setor está direcionada às mudanças.

Atualmente, poucas são as inovações que surgem sem a participação ativa do consumidor, já que elas são criadas a partir de uma necessidade ou de uma demanda do cliente. Processos internos, metodologias, princípios e estruturas organizacionais têm sido alteradas para comportar as novas incumbências das instituições e atender a expectativa dos correntistas.

Como parte do planejamento para alcançar o patamar de banco digital, as instituições devem se embasar em três pilares: economia, experiência do cliente e conveniência. Elias Rogério da Silva, presidente da Diebold Nixdorf no Brasil – empresa líder global em soluções de automação bancária e comercial – fala um pouco mais sobre eles:

01.Economia tangível

Se por um lado os bancos impulsionam o investimento em tecnologia no país, por outro é constante a busca por soluções que simplifiquem a operação e tragam economia e retorno efetivo. Neste contexto, algumas instituições já investem em caixas eletrônicos recicladores. Essa é uma saída para minimizar o custo na gestão de numerários e dar mais agilidade no atendimento ao usuário, já que o mesmo dinheiro utilizado para depósito pode ser aproveitado para saques de outros clientes. Como resultado, são registradas menos visitas de carros fortes às agências, gerando economia.

02.O cliente no centro da experiência de atendimento

O centro das atenções está em apenas um lugar: o cliente. Como o único tomador de decisão, ele é o responsável por guiar as modificações nos negócios que vemos hoje. Como consequência, a experiência personalizada é a oferta das empresas que querem conquistar e fidelizar seus consumidores. Por isso, além de ter um atendimento multicanal, é preciso criar uma jornada integrada e distinta para cada público. Atualmente, já vemos redes sociais e aplicativos de mensagens sendo utilizados para traçar essa nova rota de conexão. É possível iniciar as transações em um equipamento e concluí-la em outro, de modo que nossa experiência com o banco vá além de um único canal. Isso é resultado de um mindset inovador que, juntamente com a tecnologia, permite a transformação dos negócios, processos e relações entre pessoas e serviços; gerando uma experiência de valor agregado ao cliente.

03. Mais conveniência para o usuário

Criar uma verdadeira plataforma digital e omnichannel é também fundamental para estar na linha de frente da inovação. Sabemos que as instituições financeiras estão, cada vez mais, focando seus investimentos em tecnologia e mudanças de comportamento, principalmente para garantir a disponibilidade e a agilidade nos negócios de forma mais intimista. Como o relacionamento banco x cliente mudou, é possível oferecer soluções ao consumidor, dando a ele o poder de decisão. Com isso em mente, já existem equipamentos no mercado, como um smartPOS, por exemplo; com aplicativos para diversas finalidades que são personalizados de acordo com as necessidades de cada linha de negócio, como agilidade em filas, abertura de contas ou outras funções que melhoram tanto a gestão da instituição, quanto o atendimento.

A pesquisa FEBRABAN mostra que em 2017 cerca de 1,6 milhão de contas foram abertas por meio do mobile banking – número 3 vezes maior do que em 2016. Sendo assim, a conveniência permite que novos padrões sejam traçados para que os correntistas sejam fidelizados à instituição que está disponibilizando serviços diferenciados e personalizados.

Já trilhamos um longo caminho para a transformação digital dos bancos e o Brasil é uma referência para o mercado mundial. Entretanto, ainda temos grandes desafios a serem superados. Sabemos que mais que mudar a infraestrutura de tecnologia da informação e processos, as empresas do setor devem passar por uma transição cultural. Passamos da barreira dos mundos físico e digital. O ponto focal agora é investir nos três pilares e continuar promovendo a mudança de mindset, pois a digitalização dos negócios não é feita apenas uma vez. Ela é constante, mutável e inovadora para aqueles que querem protagonizar esta tendência.

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Hitachi Vantara anuncia Claudio Tancredi como country manager para o Brasil

A Hitachi Vantara, subsidiária integral da Hitachi, Ltd. (TSW:6501), anuncia novo country manager para o Brasil, Claudio Tancredi, que assume a função a partir de hoje. Tancredi terá a missão de impulsionar um crescimento significativo, concentrando-se nas necessidades dos clientes e promovendo a colaboração dentro das equipes internas.

Com mais de 20 anos de experiência em vendas e gerenciamento, Tancredi foi líder de operações regionais e globais para as maiores empresas de software e tecnologia do mundo. Ele junta-se à Hitachi Vantara vindo da Oracle, onde gerenciou com sucesso o departamento comercial, primeiro como diretor de vendas para os setores de utilities, bens de consumo e finanças.

Posteriormente, foi vice-presidente regional para o setor de varejo. Enquanto desempenhava essa função, ele desenvolveu e implementou a estratégia de inserção dos produtos da empresa no mercado e foi fundamental para fechar contratos importantes nos últimos cinco anos. Antes da Oracle, o executivo atuou por mais de 5 anos na SAP, liderando equipes de vendas no Brasil e conduzindo as estratégias para as principais contas da empresa.

“Estou feliz em anunciar a chegada do Claudio ao nosso time. Sua reputação no mercado nos dá a confiança de que ele vai desempenhar um papel fundamental para os nossos clientes e para novos negócios na região”, diz Sergio Severo, vice-presidente e gerente geral LATAM da Hitachi Vantara.

Claudio Tancredi é brasileiro e mora com sua família em São Paulo. Possui graduação em engenharia mecânica, um MBA pela FIA-USP e extensões em Vanderbilt e Cambridge. Ele substitui Cristina Brizola.

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O que é e como construir um pipeline de talentos?

Por Mariana Dias

Achar o candidato certo – aquele que mescla competências requeridas pela empresa, para determinada vaga, com as habilidades individuais relevantes do profissional – é um dos maiores obstáculos para os profissionais de RH. Em uma época com tanta competitividade em mercados tão saturados, selecionar o candidato mais adequado é um desafio.

Em muitos casos, contudo, esse processo é feito às pressas, prejudicando a qualidade da contratação e impactando negativamente a retenção de profissionais e os índices de produtividade. Para evitar essa “correria de última hora”, a empresa pode optar pela construção de um pipeline de talentos. Mas o que de fato é isso?

O pipeline é um banco de talentos formado por pessoas realmente aptas a ocupar uma vaga na sua empresa. Para construí-lo, o recrutamento pode ser feito pelas redes sociais, softwares especializados, formulários no site da empresa ou até com a ajuda de headhunters. A dinâmica de seleção depende de cada empresa, mas cada uma possui suas particularidades. Já com a lista de contatos em mãos, a organização prioriza tais candidatos quando há o surgimento de uma nova oportunidade.

Além disso, o pipeline também pode ser formado por profissionais que participaram de processos seletivos anteriores e apresentaram habilidades importantes para a organização, mas que, por algum motivo, não foram contratadas naquele primeiro momento. Seja como for, o pipeline de talentos forma uma rede de contatos de pessoas qualificadas para trabalhar na empresa. Assim, elas podem ser procuradas na abertura de uma nova vaga, resultando em economia de tempo e dinheiro para a corporação, além de facilitar o trabalho do RH.

Para a criação e gestão de um pipeline de talentos é preciso de quatro dicas essenciais. A primeira é a identificação de suas metas, ou seja, entender os índices de turnover da empresa e os treinamentos internos oferecidos. Se possível, use o People Analytics para entender os perfis dos funcionários com melhor desempenho. Depois, monte uma persona do seu funcionário — basicamente, uma representação do profissional ideal para a empresa —, levando em consideração habilidades técnicas e tendências comportamentais.

A segunda dica é simples: preencher o pipeline. Depois de identificar o tipo de profissional procurado, é hora de fazer uma busca ativa dessas pessoas. Esse trabalho pode ser feito por pessoas que já demonstraram interesse em trabalhar na empresa e participaram de seleções anteriores; campanhas de atração de talentos, para chamar a atenção de possíveis candidatos por meio de páginas de “trabalhe conosco” e networking; e busca direta, com a ajuda de softwares, mídias sociais e headhunters. Para essa etapa é importante ter cuidado com a abordagem e a comunicação, que vão impactar diretamente na imagem que o candidato terá da empresa.

A terceira dica é engajar o pipeline. O foco do processo está no engajamento dessas pessoas, que depende da nutrição de um relacionamento entre empresa e profissional. Quanto a isso, o segredo está em construir essa ligação sem desagradar com excesso de mensagens e spam. Esse é um trabalho de longo prazo, que exige paciência e dedicação.

E, por último, mas não menos importante, é fundamental contar com um software para a gestão do pipeline, centralizando, assim, todas as etapas do processo seletivo em uma única ferramenta exclusiva, possibilitando a personalização para atender às demandas da empresa. Com a tecnologia, a funcionalidade define critérios para o cargo e automatiza as próximas pré-seleções.

Enfim, como vimos até aqui, a construção de um pipeline de talentos é um trabalho que traz diversas vantagens, justificando o investimento de dinheiro e tempo aplicados nessa estruturação. Ao contar com uma lista de contatos qualificados e interessados em fazer parte do seu quadro de funcionários, a empresa ganha em qualidade de contratação, fluidez na seleção e maior índice de retenção, diminuindo o turnover e aumentando o engajamento.

Mariana Dias, CEO e cofundadora da Gupy, líder de recrutamento com base em Inteligência Artificial e machine learning no Brasil, que conta com clientes como Ambev, Embraer e Quinto Andar.

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Sebrae firma convênio com Bradesco para melhorar o acesso das MPE ao crédito

O Sebrae e o Bradesco firmaram um convênio de cooperação técnica para promover a melhoria das condições de acesso ao crédito por parte das Micro e Pequenas Empresas. O acordo também prevê que o Sebrae ocupará um espaço no inovaBra habitat, do Bradesco, em São Paulo. Além disso, o convênio inclui ainda suporte e mentoria da instituição às startups instaladas no inovaBra, que reúne mais de 170 startups e outras 60 empresas corporates.

A cerimônia reuniu toda a diretoria do Sebrae, o presidente Guilherme Afif Domingos, os executivos do Banco e Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Conselho de Administração. “A presença maciça da diretoria se justifica pela importância desse momento. Em vez de dispersar esforços, estamos unindo”, afirmou Afif. “O Sebrae é uma das instituições mais admiradas do país. Estamos felizes por estar a serviço da comunidade e de uma causa”, discursou Trabuco.

O objetivo do convênio é atender empresas com orientações sobre crédito e microcrédito, inclusive para modalidade com a garantia do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe). Segundo informações da instituição bancária, estima-se que cerca de 1,4 milhão dos 8 milhões de MEIs do país sejam correntistas do Bradesco, mas apenas aproximadamente 200 mil têm conta pessoa jurídica. Trabuco disse que o banco atua na formalização desses empreendedores. “Vislumbramos chegar a 20 milhões de MEIs, a exemplo dos Estados Unidos, que têm cerca de 30 milhões.”

O inovaBra habitat faz parte do ecossistema de inovação Bradesco e foi criado para promover a inovação na instituição. Segundo Mariana Grapeggia, gerente de empreendedorismo e inovação do Sebrae em Santa Catarina, a sala do Sebrae nesse espaço é composta de quatro posições, que serão ocupadas por dois técnicos do Nacional, um de São Paulo e outro de Santa Catarina. Eles estarão disponíveis para dialogar com as startups instaladas, promover a conexão com empresas atendidas pela entidade em outros estados e inseri-las nos desafios tecnológicos. “O objetivo é entender as necessidades desses empreendedores e procurar formas de supri-las”, explicou Mariana.

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