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Lawtechs e Legaltechs: um mercado promissor

As Lawtechs e Legaltechs são empresas que oferecem serviços e produtos para o universo jurídico, e estão ganhando cada vez mais espaço e importância, tanto no cenário internacional quanto no cenário nacional. O mercado dessas empresas atingiu investimento recorde de mais de US$ 1 bilhão no mundo todo, em 2018, nos principais investimentos e M&As pesquisados e catalogados pela pesquisa da Lawgeex, e estão distribuídos em mais de 40 negócios.

O crescimento no setor foi brusco em comparação ao ano anterior, que segundo a mesma pesquisa teve investimento de US$ 233 milhões em empresas jurídicas de TI em 61 negócios.

Boa parte do investimento em 2018 foi em soluções que utilizam Inteligência Artificial, que teve o montante de US$ 362 milhões desse financiamento. Mas, as áreas de atuação das Lawtechs e Legaltechs vêm se diversificando e visam atender especificidades tanto antigas como aquelas decorrentes de novas tecnologias, à exemplo das empresas na categoria de RegTech, TaxTech e Compliance.

Problemas que antes demandava muito tempo e eram difíceis de serem solucionados, hoje podem ser resolvidos como mais facilidade pelos serviços ofertados por essas empresas e os avanços tecnológicos.

O ecossistema e o mercado estão em contínuo crescimento e no Brasil temos um cenário muito forte que favorece essas empresas. Com a Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs – AB2L, as Lawtechs e Legaltechs têm o apoio e o fomento no setor. São conectadas a todo um ecossistema de inovação no universo jurídico, que engloba demodays, hackatons, mentorias, techdays. Além de vários lançamentos de produtos inovadores e o amadurecimento dessas empresas no mercado.

Há um ano e meio a AB2L reunia 20 associados, hoje a associação tem cerca de 400, entre eles 128 LawTechs e 50 em early stage (estágio inicial de validação do seu produto). Porém não só as Lawtechs/Legaltechs fazem parte do ecossistema de inovação, grandes escritórios e departamentos de jurídicos já compreenderam a importância de estarem conectados ao que há de mais novo no cenário de direito e tecnologia. Assim como os profissionais autônomos que perceberam que a atualização à esses novos assuntos é um grande diferencial.

Empresas como Amil, Suzano Papel e Celulose e Klabin fazem parte da AB2L e contam com diversas iniciativas da associação, como os demodays, em que podem conhecer os novas tecnologias e adota-las em seus processos. O mercado é promissor e estar conectado com ele fará toda diferença.

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Falta de registro em carteira de trabalho não gera dano moral a analista de TI

A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho excluiu da condenação imposta à Sompo Seguros S. A. o pagamento indenização pela falta de registro na carteira de trabalho e do pagamento das verbas rescisórias. Segundo o relator do recurso de revista, ministro Ives Gandra Martins Filho, o dano moral somente pode ser deferido quando houver comprovação da repercussão do ato praticado pelo empregador na imagem, na honra, na intimidade e na vida privada do empregado, o que não ocorreu no caso.

Vínculo

A reclamação trabalhista foi ajuizada por um analista de TI que relatou ter sido contratado pela Yasuda Marítima Seguros S/A em janeiro de 2014 com a promessa de receber R$ 50 por hora. O pagamento era realizado pela Dbsecurity Inovação e Segurança Ltda., mas ele pedia o reconhecimento de vínculo de emprego diretamente com a tomadora do serviço e o pagamento de indenização por dano moral por jamais ter tido a carteira de trabalho assinada.

Dissabores

O juízo da 6ª Vara do Trabalho de São Paulo (SP) declarou nulo o contrato de prestação de serviços por entender que a contratação por meio de empresa interposta configurou fraude, a fim de mascarar a verdadeira relação empregatícia com a tomadora. Assim, reconheceu o vínculo de emprego e determinou a devida anotação na carteira de trabalho do analista de TI e o pagamento de todos os valores devidos, mas negou o pedido de dano moral. De acordo com a sentença, a situação pode ter causado desconforto ao empregado, “porém não o suficiente para a caracterização do dano moral, que não pode ser confundido com os dissabores comuns”.

O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) acolheu os argumentos do analista e deferiu a indenização por dano moral. Para o TRT, no caso de descumprimento da integralidade dos direitos decorrentes do contrato de trabalho, como no caso, onde o empregado “sequer foi registrado”, o empregador “responde pelo dano causado à dignidade do trabalhador”. Assim, foi fixada indenização de R$ 5 mil.

Comprovação

Para o relator do recurso de revista, não há como condenar a empresa ao pagamento de indenização por dano moral com base, exclusivamente, na presunção de ofensa ao princípio da dignidade da pessoa humana. “Caso aceita a tese, toda e qualquer ação trabalhista por não reconhecimento do vínculo e falta do pagamento das verbas rescisórias daria, além do pagamento devido, dano moral, o que não é razoável”, assinalou.

A decisão foi unânime.

NetFoundry e myCloudDoor fazem parceria para implementar soluções em nuvem

A NetFoundry™, líder no mercado de serviços de rede específicos para aplicativos, anuncia sua parceria com a myCloudDoor, especialista em permitir que empresas adotem, migrem e implementem com sucesso soluções em nuvem – com especialização em aplicativos empresariais, como o SAP, com o Serviços de nuvem do Microsoft Azure – para se tornar nativo na nuvem e garantir o máximo valor de negócios dos aplicativos, independentemente de sua localização no mundo.

À medida em que as empresas evoluem para a nuvem do Microsoft Azure, elas enfrentam dois desafios; primeiro, mover aplicativos e dados para a nuvem, particularmente aplicativos empresariais críticos, como o SAP, e segundo, a manutenção de ambientes de aplicativos híbridos que precisam de integração com recursos na nuvem do Azure e no Azure Stack. Embora a myCloudDoor forneça estratégias eficazes para resolvê-los, a empresa descobriu que muitos projetos desenvolveram desafios como excesso de gastos além do orçamento, complexidade desnecessária e aumento significativo do escopo devido à conectividade de métodos tradicionais que normalmente estão fora do escopo da companhia – túneis IPSec geralmente transitórios em circuitos de Internet, que têm capacidade limitada e poucas garantias de desempenho, ou circuitos MPLS dedicados, que podem levar meses para serem estabelecidos, são caros e complexos de prover. A solução é fornecer a NetFoundry aos seus clientes, permitindo redes overlay privadas e diretas pela Internet, nativas da nuvem, simples e rápidas de implantar, altamente seguras e de alto desempenho, além de não requererem nenhum hardware patenteado.

Isso permite que a myCloudDoor reduza o tempo de implantação e de duração dos projetos de seus clientes, enquanto otimiza e protege a conectividade do aplicativo, independentemente da rede subjacente. NetFoundry facilita a conexão instantânea de redes edge-to-cloud de uma forma altamente segura, com alto rendimento, a qualquer carga de trabalho Azure através da internet, usando ferramentas web-based e APIs com redes de microseguimentos chamadas AppWANs – via myCloudMAS® (Suíte de Automação e Gerenciamento de Nuvem). Em um de seus clientes, NetFoundry reduziu o tempo de transferência de dados de dois días com um túnel VPN para menos de 8 horas com uma AppWAN, usando a mesma conexão de internet. Finalmente, se qualquer mudanças forem necessárias, como conexões à aplicativos auxiliares que podem ter sido esquecidas, elas podem ser executadas em minutos, ao invés de días ou semanas, como é o caso de outras opções de conectividade.

Os AppWANs da NetFoundry podem facilitar muito a implantação e as operações de aplicativos corporativos, como o SAP no Azure. Os serviços de back-end de um aplicativo geralmente serão distribuídos nas regiões Microsoft, Azure Hybrid (Azure Stack), data centers privados e ambientes com várias nuvens. Os aplicativos corporativos críticos no Azure, como o SAP, exigem conectividades seguras e de alto desempenho, que podem ser facilmente implementadas e operadas usando os AppWANs da NetFoundry, sem exigir hardware específico. A NetFoundry oferece um novo patamar de agilidade de rede para empresas que abraçam a migração para nuvem e as modernas práticas de aplicativos. Agora, com myCloudDoor e NetFoundry, as empresas podem experimentar a eficiência, a segurança, a velocidade, a agilidade, a confiabilidade e a lucratividade associadas à tecnologia digital e às migrações de nuvem sem incômodo e dor de cabeça.

Qual é a diferença entre banco digital e open banking?

Sciensa explica o que separa os modelos de negócio mais comentados em tecnologia para o setor financeiro

Unir as palavras “tecnologia” e “bancos” na mesma frase quase sempre provoca a consequência de presenciar, em seguida, os termos “Bancos Digitais” e “Open Banking”. Em ascensão nos últimos tempos, as expressões trazem à tona a necessidade de instituições financeiras se modernizarem e garantirem uma nova atuação diante do inegável avanço das fintechs em âmbito global. Apesar de similares, as expressões trazem significados distintos: você sabe o que significa cada um deles?

Para Davi Cunha, head de Digital Banking da Sciensa, consultoria de Transformação Digital, os Bancos Digitais são uma etapa de evolução necessária dentro da jornada para o Open Banking, que representa uma verdadeira transformação do setor financeiro. “A digitalização de instituições financeiras, caracterizada pela estruturação dos bancos digitais, está ligada a um modelo de negócio preparado para apresentar conteúdo on-line, com flexibilidade de interação via canais digitais e ampla conveniência para o usuário, enquanto o Open Banking abrange um cenário maior, e que habilita novos modelos de negócio proporcionados por meio de APIs abertas e novos ecossistemas de negócios”, explica.

Na prática, o último termo pressupõe uma mudança na mentalidade dos executivos: menos competição com fintechs e mais cooperação para proporcionar uma experiência do usuário mais satisfatória, ágil e eficiente. “Abrir-se para novas parcerias e ecossistemas significa oferecer uma oportunidade única de, em longo prazo, reter e conquistar clientes com eficiência e velocidade”, destaca Cunha.

Chegar até lá, entretanto, não é uma tarefa fácil. De acordo com a Big Data Executive Survey 2018, 99% dos executivos no setor financeiro dizem que suas empresas estão tentando se tornar mais ágeis, a exemplo das start-ups (“orientadas por insights”), mas apenas um terço deles relata ter sucesso nessa operação.

“Muitos executivos ainda não sabem por onde começar ou como adaptar sua operação atual aos novos modelos. Mexer na estrutura de grandes instituições financeiras envolve diversos estudos e tentar fornecer o maior número de serviços por conta própria pode surtir o efeito contrário do esperado. Nessa nova era, saber como se posicionar e quais parcerias fazer é um aspecto primordial para o sucesso”, afirma o executivo.

O banco como plataforma: novo modelo para clientes cada vez mais exigentes

Para a Sciensa, ter sucesso nesse novo ambiente depende de um olhar relacionado a facilitar a troca entre consumidores e fornecedores de serviços financeiros, movido pela forte colaboração. Nesse caso, grandes instituições financeiras podem tornar-se um verdadeiro marketplace de serviços financeiros e, indo além, terão a capacidade oferecer e inclusive monetizar uma série de serviços adicionais, como verificação de identidade, Know Your Customer (KYC), identificação de fraudes, entre outros.
“Vale a pena participar desse momento de mudança. O Open Banking e seu modelo baseado em APIs abertas representam uma oportunidade única para as instituições financeiras tornarem mais rápida a oferta de novos produtos e serviços, permitindo às instituições financeiras retomar o controle da jornada do cliente, oferecendo novas experiências com extrema personalização”, finaliza Cunha.

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Multi CD para e-commerce: essa estratégia é para você?

Por Tiago Girelli

Assim como qualquer outro negócio, o e-commerce possui os seus mais diversos desafios. Entretanto, há um, em especial, que insiste em assombrar o varejista virtual: o estoque. Chega um momento na trajetória de todo lojista em que este pilar estremece e basta uma decisão errada para ruir.

O termo Multi CD quer dizer multi centros de distribuição, que nada mais é do que a descentralização do estoque em vários outros, no intuito de otimizar o serviço e atender melhor o consumidor. Atuar nesse modelo é excelente para um e-commerce de abrangência nacional, por exemplo, já que ele favorece a logística e, consequentemente, a satisfação do cliente.

Esse é o tipo de estratégia que enche os olhos de qualquer empreendedor, contudo, é preciso ter certeza de que o negócio está pronto para arcar com as necessidades e custos que ela demanda.

Pontos de distribuição em diferentes locais exigem galpões ou empresas especializadas nesses serviços, além de transportadoras parceiras em cada base. Toda essa operação gera custos que precisam ser colocados na ponta do lápis e analisados com atenção.

Se o valor para a manutenção extrapolar o budget destinado a essa proposta, a melhor opção é deixar para outro momento. Utilizar o sistema no e-commerce requer planejamento para que os custos sejam um investimento, e não prejuízo.

Há outro ponto que merece bastante atenção na hora de pensar sobre esse modelo: a logística reversa. Trocas e devoluções são rotina no comércio online, porém, enquanto lidar com esse processo em um ambiente restrito é simples, na estratégia Multi CD é necessário um pouco mais de planejamento.

Neste caso, o lojista deve criar um plano de ação dedicado à política de troca e devoluções, capacitando colaboradores e parceiros para prestarem esse atendimento ao cliente. O sistema operacional também precisa estar preparado para gerenciar a entrada e saída de produtos, a fim de evitar a estagnação de determinados itens nos CDs.

Um processo de troca ou devolução mal executado por um único centro de distribuição pode afetar a imagem da companhia, comprometendo os esforços para o crescimento do negócio.

Após ler todas essas informações, você pode vir a pensar: “será que essa tática não é para mim?”. Sim, ela é. A estratégia Multi CD acompanha o crescimento das empresas, surgindo naturalmente. Em algum momento a necessidade de múltiplos estoques vai bater na porta do seu e-commerce, e, quando essa hora chegar, você já vai saber tudo o que precisa fazer.

Tiago Girelli, diretor da divisão corporativa da Tray, unidade de e-commerce da Locaweb.

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Para CEO da Unisys, governos e empresas devem adotar tecnologias avançadas para garantir segurança na Internet

Instituições governamentais e empresas, juntamente à academia e aos cidadãos, devem agir para garantir que avanços tecnológicos sejam implantados para promover a segurança na Internet – foi o que afirmou Peter Altabef, presidente e CEO da Unisys Corporation (NYSE: UIS) durante a conferência CES Government 2019, em Las Vegas (EUA).

Em apresentação intitulada “The Cyber Moonshot Imperative”, baseada em sua função presidindo o grupo de trabalho Cyber Moonshot da Comissão Consultiva de Telecomunicações para Segurança Nacional (NSTAC, acrônimo em inglês) da Casa Branca, Altabef abordou o objetivo de ter uma Internet mais segura e as mudanças fundamentais necessárias para alcançá-lo – modificações mandatórias em todos os níveis da sociedade, desde educação e política de privacidade até tecnologia.

“Para implementar as mudanças necessárias, governos e empresas precisarão explorar ativamente novas tecnologias, entre elas comunicação 5G, inteligência artificial e biometria, para nos garantir mais segurança – não apenas melhor acesso”, destaca Altabef. “Nosso relatório da NSTAC prevê um caminho para assegurar melhor proteção à Internet, respeitando também a privacidade”, afirma o executivo.

Fundada em 1982 pelo então presidente Reagan e por um ato do Congresso estadunidense, a NSTAC é encarregada de fornecer informações e recomendações ao presidente no que diz respeito à segurança nacional. O relatório do Cybersecurity Moonshot inclui um conjunto de sugestões para uma “abordagem no nível da nação” relacionada à Internet – algo semelhante ao que foi anunciado pelo presidente Kennedy para “levar o homem até a lua e trazê-lo de volta em segurança”, no final da década de 1960.

Edenred Brasil reforça sua cultura da inovação e promove fóruns de discussão com seus colaboradores

A inovação permeia os negócios da Edenred Brasil, líder mundial em soluções transacionais para empresas, comerciantes e empregados e que integra as marcas Ticket, Ticket Log, Repom e Edenred Soluções Pré-Pagas. Canais web, aplicativos, inteligência artificial para atendimento virtual, migração para o sistema de cloud computingem nove países das Américas e sistema de pagamento móvel de refeições por meio da tecnologia de aproximação, via Samsung Pay, são alguns dos exemplos de investimentos realizados pela empresa para garantir segurança, comodidade e agilidade nas diversas formas de interações com seus públicos.

Com todas essas novidades e com muitas outras que estão em desenvolvimento, o Grupo tem como propósito alcançar a digitalização total de sua oferta e a liderança em B2B2C até 2020 – no Brasil, a digitalização de suas soluções já alcançou quase os 100%. E para que seus empregados estejam cada vez mais conectados aos negócios e propósitos e possam colaborar com ideias de inovação e digitalização aplicáveis aos processos já existentes ou até com outras que ainda não tenham sido colocadas em prática, há diferentes ações e iniciativas internas, como o Comitê de Inovação.

“Disseminar a cultura de inovação entre os colaboradores é importante para estimular o profissional a aplicar novas tecnologias, uma vez que elas são vitais para alavancar novos negócios no mundo globalizado em que vivemos. Além disso, essa aproximação com nossos colaboradores permite que eles participem e se conectem com a evolução da empresa, o que traz benefícios aos nossos públicos”, explica Gilles Coccoli, presidente da Edenred Brasil.

O primeiro Comitê de Inovação do ano trouxe como tema a inteligência artificial, utilizada desde a implementação da EVA, assistente de atendimento digital, nos serviços da Ticket e da Ticket Log. A tecnologia trouxe novas habilidades nas interações do chat on-line e já registrou mais de 1,5 milhão de atendimentos. Com ela, o atendimento na Ticket registra um índice de 92% de acerto nas respostas e zero em reclamações. Na Ticket Log, a EVA apontou um crescimento de 25% nos acessos ao chat, expandindo a digitalização das interações. Os colaboradores também puderam ter contato com cases de empresas parceiras que utilizam a inteligência artificial em suas soluções.

No Comitê, que acontece bimestralmente e conta com palestras e debates sobre assuntos atuais, os colaboradores têm acesso a temas que promovem a oxigenação, a colaboração, o compartilhamento de informações e fortalecem ainda mais a cultura da inovação internamente. O primeiro encontro do ano contou com a participação de mais de 120 pessoas, que foram reunidas no novo espaço de coworking da sede do grupo, em Pinheiros. A previsão é que mais cinco encontros aconteçam em 2019. Só no ano passado, mais de 400 trabalhadores participaram.

3 Tendências no setor de Healthcare para 2019

Por Barrett Coakley

2018 foi um ano interessante para o setor de saúde e, 2019 prepara-se para ser tão bom quanto. Há um enorme mercado que precisa ser explorado devido ao envelhecimento da população mundial e o anseio de que os idosos vivam sozinhos pelo maior tempo possível. Permitir esse desejo tem sido o foco de reguladores, fabricantes e investidores.

De acordo com dados da Conta-Satélite de Saúde Brasil 2010/2015, divulgados pelo IBGE no fim de 2017, o consumo final de bens e serviços de saúde no Brasil cresceu, atingindo R$ 546 bilhões, valor equivalente a 9,1% do PIB. Deste total, R$ 231 bi (3,9% do PIB) corresponderam a despesas de consumo do governo e R$ 315 bi (5,2% do PIB) a despesas de famílias e instituições sem fins lucrativos.

O novo ano deve ver o impacto contínuo desses fatores, juntamente com o surgimento de novas tendências para apoiar o crescimento e o desejo de reduzir os custos. Três áreas terão grande impacto no mercado da saúde em 2019. Vamos explorar algumas tendências que devem se destacar nos serviços de healthcare este ano:

Internet das Coisas

A Internet das Coisas (IoT) desempenhou um papel proeminente em 2018 e continuará a evoluir em 2019. O principal destaque da IoT e dos dispositivos conectados é a significativa economia de custos na prestação de cuidados. De fato, o atendimento remoto via IoT pode reduzir os custos de assistência médica dos EUA, por exemplo, em até US$ 6 bilhões por ano, de acordo com a consultoria de saúde Willis Towers Watson. Esses dispositivos conectados, incluindo sensores internos e os dados coletados, permitem que os indivíduos mantenham suas vidas independentes com um risco muito menor.

Uma infinidade de dispositivos já utiliza a Internet das Coisas para manter os pacientes conectados remotamente aos provedores e serviços de saúde. As empresas também passaram a usar os dispositivos conectados para rastrear sinais vitais do paciente e vários indicadores de status de saúde. Isso tem melhorado os resultados dos pacientes, permitindo que os provedores realizem mais atendimento, diminuam as visitas hospitalares e reduzam os custos gerais com a saúde.

Outro ponto ainda mais relevante é que esses sensores e dispositivos possibilitam que os idosos tenham uma vida normal em casa. Discretamente, os dispositivos coletam e compartilham leituras com segurança, de modo que qualquer sinal de alerta possa ser descoberto, e qualquer lembrete diário de medicação é enviado proativamente aos pacientes. Por isso, espera-se que tanto o atendimento domiciliar quanto o setor de saúde fiquem cada vez “mais inteligentes”.

Fusões e aquisições

Reguladores, hospitais e seguradoras também já perceberam os benefícios de prestar cuidados remotamente. No entanto, dada a dificuldade do emprego, um mercado de trabalho restrito e uma força de trabalho que se aposenta, a contratação tem sido mais difícil. O mercado de saúde também tem sido tradicionalmente apoiado por um grande número de organizações menores que se concentram em determinadas geografias ou especialidades. No entanto, devido a essa oportunidade de mercado, os investidores têm sido muito ativos com diversos negócios de fusões e aquisições em larga escala para ajudar a construir organizações maiores com mais alcance e escala geográficos. Por exemplo, a ação da M&A no terceiro tri de 2018 registrou o terceiro trimestre consecutivo com mais de 20 aquisições, de acordo com dados da empresa de inteligência de mercado Irving Levin & Associates. No geral, 2018 viu um volume trimestral “muito mais alto” em relação à 2017.

Lisa Phillips, editora do The HealthCare M&A Report, que publicou os dados acima, afirmou: “a consolidação está impulsionando a atividade recente neste mercado, apesar do reembolso e dos obstáculos regulatórios. Como os sistemas de saúde buscam reduzir os custos, esperamos que mais se voltem para as agências de cuidados domiciliares em contextos tradicionais pós-agudos, como instalações de enfermagem especializadas ou instalações de cuidados agudos de longo prazo”.

Como não há líder em participação de mercado e a necessidade de reduzir custos é eminente, espera-se que 2019 seja um ano ativo para os investidores, à medida que as empresas de saúde planejam expandir e ganhar cada vez mais participação no mercado.

Adoção de Tecnologia

Historicamente, o back-office do atendimento ao paciente é arcaico e manual, com o uso do Excel, por exemplo, para agendamento e produção das planilhas de horas. No entanto, por conta de tendências como o aumento da demanda, escassez de talentos para atender o crescente número de pacientes, mudanças na regulamentação e a necessidade de reduzir custos, os provedores de assistência médica domiciliar precisarão apostar em novas tecnologias. Isso inclui o Customer Relationship Management (CRM) para gerenciar vendas e informações de clientes, e o Human Capital Management (HCM) para treinamento e recrutamento de profissionais.

A tecnologia de gerenciamento de serviço em campo também deve ser considerada para ajudar os provedores domésticos a fornecer melhores cuidados, aumentar a participação de mercado e melhorar as operações. À medida que mais recursos e empregados são adicionados ao cronograma, torna-se quase impossível para um humano considerar todos os fatores inerentes à criação do cronograma otimizado. Aqui estão alguns exemplos sobre como a escala aumenta a complexidade:

– Com três funcionários móveis e três empregos, existem seis maneiras possíveis de agendar o trabalho

– Existem 720 maneiras diferentes de despachar seis funcionários para fazer seis trabalhos

– Existem 1.307.674.368.000 maneiras diferentes de despachar 15 funcionários para fazer 15 trabalhos

Como resultado, é quase impossível agendar e monitorar manualmente os profissionais ou usar um software de agendamento que não seja construído especificamente para lidar com esse nível de complexidade – pelo menos sem sacrificar a eficiência e a produtividade. A sofisticação envolvida nesses cenários exige uma tecnologia direcionada para conseguir auxiliar de fato as inúmeras organizações a fornecer melhor atendimento ao paciente, aprimorar operações e reduzir custos.

Barrett Coakley, Gerente de Marketing de Produtos da ClickSoftware

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As empresas devem se preparar para um novo modelo de carreira

A expectativa de vida está aumentando em todo o mundo e, como resultado, as carreiras das pessoas estão definidas para durar mais tempo. “As empresas precisam se adaptar para reter o colaborador qualificado em todas as fases de sua carreira”, diz Alistair Cox, CEO da Hays.

A ideia de um “trabalho para a vida” e a trajetória típica, em que as pessoas são educadas, e começam a trabalhar antes de se aposentar, já está se tornando uma coisa do passado, pois viver mais significa trabalhar além das idades atuais de aposentadoria. Como consequência, os trabalhadores estão cada vez mais procurando um novo tipo de estrutura de carreira, que permita flexibilidade para explorar outras áreas de interesse profissional e múltiplas atividades ao longo de sua vida.

“Os profissionais, mais jovens ou mais velhos, trabalharão por mais tempo do que qualquer geração anterior e é natural que busquem cada vez mais variedade em seu trabalho, como a mudança de ocupação. Isso se tornará mais comum conforme o tempo avança, o que significa que as empresas devem começar a se preparar agora, já que a estrutura tradicional das empresas está mudando “, afirmou o CEO.

As mudanças exigirão que os profissionais atualizem ou melhorem a qualificação, de modo que a educação continuada se tornará uma parte vital em vários estágios profissionais. Em vez de fazer apenas ensino superior no início da carreira, os trabalhadores precisarão garantir que eles realizem aprendizado ao longo da vida profissional. Atualização será cada vez mais recorrente.

Especialistas preveem que a carreira em múltiplos estágios deve se tornar a regra no futuro, portanto, as empresas precisam se proteger para garantir que possam acessar e reter as habilidades necessárias para obter sucesso. Com este cenário, a Hays preparou algumas dicas de como as empresas podem apoiar e até encorajar essas novas formas de trabalho.

Flexibilidade no ambiente de trabalho

Muitos contratos de trabalho não oferecem flexibilidade aos funcionários que desejam trabalhar em horário alternativos, ou que buscam outros interesses profissionais fora do trabalho. Proporcionar ao colaborador mais flexibilidade ajudará às empresas a reter colaboradores mais talentosos, que podem colaborar no desenvolvimento da companhia.

Ajude os funcionários a adotarem a mudança e o novo local de trabalho

As empresas precisam educar sua equipe sobre as opções abertas a elas e apoiá-las nessa nova estrutura de carreira. Se conseguirem nutrir o desejo de um funcionário de aprender novas habilidades ou explorar outras áreas de interesse, é mais provável que mantenham sua experiência e conhecimento por mais tempo.

Invista nas habilidades dos funcionários incentivando o aprendizado

As empresas podem incentivar os profissionais a se capacitarem ou até mesmo a tentar satisfazer seu desejo de aprender novas habilidades ou assumir um papel diferente. Fazer isso fornecerá às organizações mais habilidades à sua disposição, ajudando a combater a escassez de talentos, mas também proporcionando aos trabalhadores a liberdade de se mudar para outros cargos.

As organizações também devem procurar outros meios de apoio aos funcionários

As organizações podem oferecer retornos a profissionais que deixaram o mundo do trabalho para criar uma família, por exemplo. Isso garantirá que habilidades valiosas sejam trazidas de volta à força de trabalho. As empresas também podem criar funções de aprendizagem dirigidas a pessoas mais velhas – à medida que a idade de aposentadoria é aumentada, eles devem procurar novas carreiras. As organizações também podem oferecer trabalho remoto aos funcionários que têm compromissos em casa e que são menos capazes de fazê-lo em um escritório.

Cabify e Easy anunciam integração de suas equipes de gestão e parceria global para nova categoria no app

A Cabify e a Easy avançam na integração de suas equipes de gestão. As duas empresas fazem parte do Grupo Maxi Mobility e operavam de maneira independente até agora. Com esta integração, a estrutura de gestão das duas empresas se combinam para sinergias operacionais. Esse movimento estratégico está alinhado com o plano da Cabify para construir a plataforma de serviço de mobilidade líder na América Latina e na Península Ibérica e garante que a Cabify ofereça mais serviços aos motoristas parceiros, taxistas e passageiros.

“Estamos felizes em compartilhar esta nova fase de crescimento do grupo. Acreditamos que podemos substituir os carros particulares nos mercados em que operamos. Ao integrar nossos líderes, estaremos em uma posição ainda mais forte para atingir nossa missão de criar uma verdadeira plataforma de mobilidade como serviço”, afirma Juan de Antonio, CEO da Maxi Mobility e fundador da Cabify.

Os líderes dos países reportarão diretamente a Vicente Pascual, CEO e cofundador da Cabify. Para o executivo, este é um movimento importante para o negócio. “Ao trabalharmos juntos, poderemos melhorar a experiência do usuário, dos taxistas e dos motoristas parceiros, alavancando o melhor das marcas Cabify e Easy. Desejamos que os passageiros percebam a vantagem de ter mais possibilidades para se locomover nas cidades e que nossos motoristas parceiros e taxistas se beneficiem de ter usuários das duas plataformas solicitando seus serviços. É também importante dizer que realizaremos nossos investimentos mais eficientemente e executaremos mais rapidamente as diversas iniciativas de crescimento que planejamos”, afirma o executivo.

Segundo Pascual, a empresa está dando os primeiros passos para a implantação do MaaS (Mobility as a Service) em uma única plataforma tecnológica. “O primeiro projeto é o que chamamos de ‘solicitação cruzada’ ou ‘cross request’. Na prática, os usuários da Cabify poderão solicitar um táxi da Easy dentro do app da Cabify. Acreditamos que é interessante, principalmente para os clientes corporativos. O cross request garante mais disponibilidade de carros para passageiros e também aumento de público para motoristas parceiros e para taxistas”, explica o executivo Global. A implantação do projeto está ocorrendo progressivamente nas cidades e países.

Para apoiar a nova estrutura de gestão, o grupo está promovendo uma reestruturação da equipe de liderança e nomeando executivos-chave para liderar os principais mercados. Jorge Pilo é o novo Country Manager Brasil na Cabify e na Easy. “O Brasil é um dos principais mercados de mobilidade do mundo. A maioria dos brasileiros já entendeu que não precisa do carro particular para se locomover nas cidades. Agora, estamos vendo que todos estão buscando vários modais. Já iniciamos a parceria entre as marcas Easy e Cabify e há outras novidades em estudo”, revela o executivo. Nos últimos quatro anos, Pilo foi o CEO Global da Easy. O executivo trabalhou em grandes empresas, como Procter & Gamble, The Boston Consulting Group e Groupon na Europa, nos EUA e Brasil e é formado em Engenharia Mecânica pela Universidade Simón Bolívar, com intercâmbio no Ka rlsruher Institut für Technologie, e possui MBA em Harvard.

Embracon cria maratona para promover a educação financeira em meios digitais

A Embracon, empresa especializada em consórcio, promoverá nos dias 23 e 24 de março a primeira edição do Hackathon Embracon. O evento tem como objetivo reunir profissionais que atuam em startups e fintechs para uma competição entre times multidisciplinares, que terão o desafio de construir soluções tecnológicas de alto valor em um curto espaço de tempo.

O tema do primeiro desafio será: “Como promover educação/ consultoria financeira através de meios digitais”. Os participantes terão que criar soluções inovadoras utilizando a tecnologia como motor para fomentar a educação financeira relacionada à Consórcios em diferentes canais (Internet, aplicativos, vídeos, mensagens instantâneas, redes sociais, bots, realidade aumentada, podcasts, etc).

Serão 30 horas ininterruptas de desenvolvimento e, ao final, cada grupo fará um pitch (venda da solução) para uma banca avaliadora. A proposta que conquistar o primeiro lugar receberá um prêmio de 10 mil reais e mentoria.

“O objetivo do Hackathon é criar novas soluções que movam a Embracon para um futuro inovador e tecnológico, facilitando e ampliando a visão transformadora dentro da organização” diz Vanessa Dutra, Gerente de Inovação da Embracon. “Esse é o momento ideal para o nosso primeiro Hackathon, pois estamos focados e empenhados no processo de inovação na Embracon. O desenvolvimento de soluções como essas nos transforma em uma empresa mais ágil e preparada para lidar com os desafios da busca por resultados”.

As inscrições estão abertas e seguem até o dia 7 de março. Os interessados devem se cadastrar pelo site: www.sympla.com.br/hackathondaembracon

PREMIAÇÃO

1º Lugar – 10 mil + Mentoria

2º Lugar – Par de Ingressos para o RD Summit 2019.

3º Lugar – Curso de NeuroUX da Khanum Consultoria

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

Os critérios de avaliação da melhor solução estão listados abaixo e serão classificados conforme sua pontuação variante entre 0 a 10:

● Viabilidade Técnica

● Viabilidade Financeira

● Viabilidade Tecnológica

● Desejabilidade

● Escalabilidade

● Fit com o Tema

● Capacidade de alcance do público alvo

INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

● As equipes deverão ser compostas de até 5 integrantes;

● Os integrantes deverão por obrigatoriedade fazer parte de alguma Fintech ou Startup;

● A participação, bem como a inscrição no Evento é GRATUITA;

● A participação não gera nenhum compromisso, presente ou futuro, com a Embracon;

● A inscrição não garante a aceitação do candidato;

● Os participantes deverão cadastrar-se individualmente;

● O Número de vagas é de 25 participantes;

● Os critérios de seleção são de inteira responsabilidade da comissão organizadora;

● Os Inscritos não selecionados receberão um feedback a respeito do fato;

● Os participantes terão acesso gratuito à internet durante o evento, bem como recursos de rede, os quais deverão ser utilizados única e exclusivamente para os atos do evento;

● A alimentação será por conta da Embracon;

● O transporte (ida x volta) será de responsabilidade do participante;

● A idade mínima para participação do evento é de 18 anos.

11 hábitos de segurança que todo mundo deveria ter

São cada vez mais comuns notícias de golpes em redes sociais ou vazamentos de dados. Pensando nisso, para garantir a segurança cibernética da população, a ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, reúniu um guia com informações úteis que ajudam os usuários a cuidarem de suas informações e de seus contatos, enquanto navegam na Internet.

“A ESET considera que a incorporação de hábitos de segurança permite ao usuário aproveitar melhor a tecnologia e evitar dores de cabeça. É por isso que desenvolvemos uma lista com algumas dicas que todo usuário deve considerar como uma meta para sua vida digital”, diz Camilo Gutierrez, chefe do Laboratório de Pesquisa da ESET América Latina.

Relate qualquer tipo de abuso visto nas redes sociais

Muitas vezes, as redes sociais são o cenário de crimes virtuais. É importante fazer a reclamação, seja de grooming, assédio ou outros tipos de casos. O Facebook, por exemplo, oferece um guia para relatar um evento inadequado, o que inclui casos como perfil falso, conteúdo ofensivo, crimes de natureza sexual, entre outros.

Não compartilhe notícias e concursos de reputação duvidosa

Notícias falsas são um problema, já que muitas dessas mensagens apelam para o emocional e rapidamente se tornam virais. No caso de concursos, é importante verificar os termos e condições, quem é o organizador e se é facilmente identificável, se há uma data para a cerimônia de premiação e confirmar que há outros participantes.

Se você está ciente de um ataque ou golpe, compartilhe informações nas redes sociais

Ao receber fraudes pelo e-mail ou redes sociais, divulgue o remetente e notifique os seus contatos. Você pode também fazer um post nas redes sociais para que os usuários sejam alertados e não caiam na armadilha.

Revise quais permissões são concedidas aos aplicativos associados aos perfis

Em 2018, o episódio do Facebook e da Cambridge Analytica colocou em evidência a falta de responsabilidade e conscientização sobre o valor das informações pessoais. Na época, a rede social cedeu dados coletados por meio de um aplicativo terceiro à empresa de análise de dados. Os usuários concediam essa permissão de fornecimento de dados ao concordar com os termos de uso, sem perceber. Tendo isso em vista, a ESET publicou um algumas ficas de como saber que tipo de informação é compartilhada com empresas e desenvolvedores de aplicativos por meio de permissões.

Configure a privacidade de contas ou perfis

A troca excessiva de informações digitais pode ter consequências, principalmente nas redes sociais. É por isso que a ESET recomenda limitar o acesso ao que outras pessoas podem ver. Algumas maneiras de fazer isso é por meio de revisões das permissões concedidas com certa regularidade e configurando cuidadosamente as opções de privacidade disponíveis em cada uma das redes sociais usadas.

Não marque terceiros sem o seu consentimento

Antes de marcar um amigo, conhecido ou contato, é importante consultá-lo ou analisar se ele gostaria ou estaria interessado em estar vinculado a essa imagem ou vídeo. Muitos usuários não querem ser expostos. Mesmo quando não é uma imagem pessoal ou um evento, mas o uso de uma tag em uma imagem ou promoção engraçada, é importante consultar o colega.

Não compartilhe ou envie arquivos antes de verificar se eles são seguros

Anexos em e-mails e links em redes sociais ou serviços de mensagens podem conter malwares e outras ameaças. É por isso que é importante, antes de encaminhar qualquer arquivo, confirmar que vem de uma fonte confiável.

Atualize senhas

Mudar a chave de acesso das contas periodicamente pode evitar complicações ainda maiores. Para ajudar a lembrar várias senhas diferentes, uma dica é usar um gerenciador de senhas. Com essa ferramenta, é possível armazenar o nome de usuário e a senha de cada plataforma e atualizar as informações sempre que uma alteração é feita.

Ative o duplo fator de autenticação

Ative o duplo fator de autenticação em cada um dos serviços em que for possível, como no caso do Gmail, Facebook, Instagram, Twitter ou outras plataformas. É uma camada de segurança adicional que ajuda a impedir o acesso aos serviços sem consentimento.

Atualize os dispositivos

Muitos ataques são causados ​​pela exploração de vulnerabilidades que foram corrigidas nas atualizações. No famoso caso do ransomware WannaCry, os cibercrimisos se aproveitaram de uma vulnerabilidade em computadores que usavam o Windows. A fabricante do sistema operacional, a Microsoft, lançou meses antes do ransomware vir à tona um patch para reparar a falha do sistema, no entanto, muitos usuários não o atualizaram, o que ajudou a causar um dos maiores problemas de segurança da história, que trouxe danos aos usuários e empresas globalmente. Para evitar esse tipo de problema é fundamental manter os equipamentos com as atualizações mais recentes.

Faça backup de informações importantes regularmente

Nunca sabemos quando podemos ser vítima de malware ou um problema que afeta nosso equipamento, até mesmo, um possível furto do computador ou telefone. Por isso, é importante ter um backup de informações, como fotos, vídeos, arquivos ou outro material.

Certificado Digital já pode ser emitido na nuvem com validade de cinco anos

O Certificado Digital, conhecido por viabilizar transações no meio eletrônico com validade jurídica e total segurança, agora, também pode ser armazenado na nuvem e com validade de cinco anos. A novidade é uma exclusividade da Certisign, a primeira Autoridade Certificadora privada credenciada pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) como Prestadora de Serviço e Confiança (PSC), o que a autoriza emitir o Certificado neste formato.

Chamado remoteID, e disponível com as validades de 12, 36 e 60 meses, ele é mais uma opção para o armazenamento do Certificado Digital, e a grande vantagem em relação aos demais tipos está em sua facilidade de uso. “O remoteID pode ser acessado de forma rápida, segura e de qualquer lugar e a qualquer hora, proporcionando ao titular mobilidade e praticidade”, explica Maria Teresa Aarão, Diretora de Inovação em Produtos e Mercados da Certisign.

Segundo a executiva, a possibilidade de poder gerenciar o ciclo de vida do Certificado e rastrear em qual dispositivo foi utilizado também são diferenciais. “Também é possível redefinir a senha, acompanhar a validade, entre outros detalhes importantes, como a possibilidade de adquirir a versão de cinco anos “.

Mobilidade

O Certificado na nuvem, de acordo com Maria Teresa, é, principalmente, ideal para quem assina grandes volumes de documentos e que, portanto, precisa ter a tecnologia disponível 24 horas por 7 dias da semana sem ter que carregar consigo mídias. Para usar o remoteID, é necessário apenas que o usuário tenha acesso a uma conexão de internet.

“Por estar na nuvem, o titular pode usá-lo sempre que necessário, sem ter que se preocupar de estar com seu computador ou celular, por exemplo. De qualquer dispositivo, ele acessa o Certificado e pode dar andamento ao processo em questão. E o melhor: sem instalar drivers ou realizar atualizações. É prático, seguro e dinâmico”.

Autenticação de segundo fator

Para os usuários da tecnologia, que são temerosos em relação à segurança do armazenamento na nuvem, ela explica que o remoteID tem duplo fator de autenticação. “Além da senha PIN, o acesso ao Certificado é controlado também por um código de tokenização, assim como ocorre nos aplicativos de banco”.

Nas empresas

Por fim, a diretora destaca que as empresas de todos os segmentos podem se beneficiar com esse novo modelo da tecnologia, principalmente aquelas que possuem colaboradores circulando entre diferentes filiais, como os hospitais e companhias de engenharia, por exemplo. “O remoteID resolve a questão da mobilidade e da disponibilidade. Um médico, por exemplo, pode acessar seu Certificado de diferentes unidades de um mesmo hospital”.

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Quase metade dos brasileiros faria portabilidade de operadoras, aponta estudo

Dificuldade na hora do cancelamento, serviço instável e internet lenta. Essas são algumas das situações enfrentadas por aqueles que usufruem dos serviços de telefonia móvel. Por esses motivos, trocar de operadora já é uma saída avaliada por 43% dos brasileiros — que buscam nas concorrentes de suas prestadoras a solução para os problemas atuais. É o que aponta um levantamento realizado pelo NZN Intelligence, plataforma de pesquisa e
inteligência da NZN.

O estudo foi realizado online e coletou respostas de 2 mil usuários dos serviços de telefonia móvel no Brasil. Entre os já mencionados 43% que avaliam trocar de operadora, 39% afirmam que estão satisfeitos com os serviços recebidos atualmente — apontando que este não é um indicador para permanência do cliente na operadora. Já para 61% dos entrevistados, a situação é bem diferente: estes se consideram pouco satisfeitos ou insatisfeitos no momento.

Entre aqueles que não avaliam uma possível troca (57% do total), 81% afirmam estar satisfeitos com o atendimento recebido, ao passo que 19% se encontram pouco satisfeitos ou insatisfeitos.

Então por que trocar?

O simples fato de pensar sobre uma possível troca pode fazer com que a percepção do serviço prestado no momento seja reavaliado. É por essa razão que 47% dos respondentes — que a princípio não desejam mudar de operadora — dizem que o valor dos planos atuais poderia levá-los a mudar de ideia.

O ranking dos fatores que levariam à troca ainda segue: problemas de instabilidade do serviço (33,5%), cobertura (28,5%), atendimento (10,7%) e cobrança (10%). Os motivos também permanecem, na mesma sequência, para os 43% que consideram realizar uma troca.

Contratação inteligente?

Seja para abandonar a telefonia contratada ou buscar outra empresa, o investimento em pacotes e planos é um dos principais fatores que os brasileiros levam em consideração ao selecionar um serviço.

É por conta disso que 40% dos respondentes dizem ter definido suas operadoras atuais em virtude de planos acessíveis na época de contratação. Já 32% explicam a decisão com base na quantidade de familiares e amigos que já usam a mesma operadora — motivo relevante principalmente quando havia cobrança diferenciada para ligações entre empresas distintas. Essas duas justificativas deixam para trás os “serviços adicionais (redes sociais grátis, pacotes multimídia, etc.)”, com 14,5% das escolhas, e “pacotes de vantagens”, com 13% das afirmações.

No que se refere às empresas que os respondentes estão mais propensos a abandonar, aparece com maior percentual a operadora Oi (60,8%), seguida de Vivo (47,6%), Algar (44,8%), Sercomtel (42,8%), Nextel (42,4%), Claro (40,2%) e TIM (39,6%). Em contrapartida, a telefônica Porto Seguro Conecta apresenta apenas 12,5% das intenções de troca, seguida das empresas OTT, com 27,2%.

Já em relação à insatisfação com as operadoras, as OTT surgem como as mais mencionadas, com 72,6% de clientes insatisfeitos (do total de respondentes que as utilizam). O ranking ainda é composto por Oi (51,6%), Porto Seguro (43,7%), Sercomtel (42,7%), Vivo (40,4%), Claro (34%), Nextel (34%), TIM (33%) e Algar (27,5%).

Para Renan Hamann, Head de Conteúdo da NZN, “esse levantamento mostra que houve uma mudança de comportamento no consumo de linhas móveis nos últimos anos, sendo possível verificar que o volume de pessoas próximas em determinada operadora não é mais o grande fator influenciador da decisão. Hoje, quem tem esse destaque é o preço cobrado por cada uma das companhias para a oferta dos mesmos serviços. O volume considerável de pessoas que citam os problemas de cobertura como fator de decisão mostra também que ainda há uma falha nos investimentos de infraestrutura em partes do País”, diz.

Por fim, o levantamento aponta que entre aqueles que se consideram suscetíveis à mudança, 47% usufruem de serviço pré-pago, 30% vêm de plano controle, e 22,8% afirmam ter contrato com sua operadora atual no plano pós-pago.

Por que escolher um espaço compartilhado?

Por Renato Auriemo

Antigamente, quando um profissional decidia abrir seu negócio haviam duas opções: alugar uma sala comercial, o que traria custos operacionais, além de aspectos burocráticos e gastos com manutenção, ou trabalhar em casa, que reduziria algumas despesas a pequeno e médio prazo, porém, poderia acarretar na diminuição da produtividade. Com o surgimento dos coworkings, esse cenário mudou!

Muitos profissionais têm optado por sua utilização por conta da infraestrutura aliada ao custo-benefício. No mercado já é possível encontrar variados tipos de espaços compartilhados que vão desde os básicos, onde há somente algumas salas com mesas e Wi-Fi, até os mais elaborados, com arquitetura impecável e equipamentos de ponta. Existem ainda os segmentados, que buscam atrair empresas de um determinado setor, promovendo troca de experiências entre os residentes.

Por conta da procura e das vantagens que oferecem, o aumento no número de escritórios colaborativos têm sido significativo, se tornando uma tendência. Quando o primeiro Censo de Coworking foi feito no Brasil, em 2015, haviam cerca de 238 coworkings. Já o último estudo, divulgado em 2018, mostrou que há em média 1.194 nos país inteiro. Então, por que não apostar em um ambiente compartilhado?

Listo aqui alguns dos inúmeros benefícios de se instalar em um coworking:

1. Custo mais baixo

Uma das maiores dificuldades do empreendedor quando monta o seu negócio, é o custo com a implantação e manutenção de um escritório. Para ter seu próprio espaço os gastos com decoração, móveis, computadores, telefones, contas de luz, água, telefone, internet, entre outros, são inevitáveis e altos. Porém, quando se tratam de coworkings, as salas já estão prontas, mobiliadas e o custo total com as despesas pode ser até 40% menor.

2. Menos burocracia

No valor do aluguel de uma sala em um escritório colaborativo já estão embutidos gastos com internet, água, energia, IPTU, café e condomínio. Isso evita que o empreendedor tenha muitas contas para pagar e dá tempo para que ele pense no que realmente importa, sua empresa.

3. Netwoking

Por conta da grande movimentação de empreendedores em um mesmo ambiente, os coworkings podem trazer uma grande oportunidade para fechar novas parcerias, além de ajudar na troca de experiências.

4. Inovação

Com toda a transformação digital que vivemos hoje, a busca por inovação nunca foi tão imprescindível para o crescimento de uma empresa. E é por isso que muitos coworkings têm cada vez mais se estabelecido como hubs de inovação. Esse movimento tem acontecido como meio de criar conexões entre startups e grandes empresas, gerando novos negócios.

5. Mais produtividade

Muitos profissionais optam por trabalhar home-office por conta da redução de custos, porém, muitas vezes não é possível focar totalmente nas atividades por conta de inúmeras distrações. Já os coworkings possuem escritórios privativos que evitam interrupções desnecessárias.

6. Sem mudanças drásticas com o aumento de equipe

A medida que a sua empresa cresce, a tendência é que a sua equipe aumente também. Por isso, é importante pensar em lugares que não tornem essas mudanças muito bruscas. Nos espaços compartilhados, o empreendedor não precisa se preocupar com isso, já que torna possível a locação de salas maiores.

Em linhas gerais, é importante entender o que funciona melhor para você e para a sua empresa e a utilização de coworkings pode ser um passo para o sucesso do seu negócio. Aposte sem medo!

Renato Auriemo, CEO do Co.W.

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MIT Sloan seleciona startups brasileiras

MIT Sloan School of Management

Com base em seus modelos de negócios, potencial de crescimento e êxito, as startups brasileiras C6 Bank e Gocase foram escolhidos para sediar projetos do Laboratório Global de Empreendedorismo (G-Lab) em colaboração com o MIT Sloan School of Management, fundador do programa internacional.

Desde o ano 2000, equipes do G-Lab têm trabalhado para resolver questões empresariais de mais de 375 companhias em mercados emergentes ao redor do mundo em áreas críticas, como crescimento estratégico, entrada em novos mercados, precificação, marketing, benchmarking, captação de recursos e estratégia financeira. No processo, os alunos do MBA ganham experiências reais em criar, desenvolver e administrar jovens empresas com infraestruturas diversas, bem como em pensar sobre o papel da política, cultura e outras variáveis não-econômicas.

O trabalho externo dos alunos do MIT Sloan para o C6 Bank e a Gocase começou em setembro de 2018 e acabará em fevereiro de 2019, incluindo uma análise final e aprofundada. Os resultados das equipes incluirão uma apresentação formal e materiais concretos com ferramentas de alto impacto que podem ser usados pelas empresas imediatamente.

“Trabalhamos com empreendedores em toda a América Latina por quase 20 anos”, conta o professor do MIT Sloan Simon Johnson, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional e cofundador do G-Lab. “Esses homens e mulheres são notavelmente resilientes e oferecem grandes perspectivas para o futuro. É um privilégio e uma grande lição para os nossos alunos encontrar formas de ajudá-los. Todos retornam aos Estados Unidos impressionados com a energia e a intensidade dos CEOs dessas empresas”.

C6 Bank

Sediada em São Paulo, a startup C6 Bank, que recentemente recebeu licença do Banco Central para operar como um banco múltiplo, emprega atualmente 300 funcionários e tem como foco médias e pequenas empresas e pessoas físicas. Uma equipe internacional de quatro alunos do MBA do MIT Sloan – uma das escolas de negócios mais reconhecidas do mundo – auxiliará o C6 a definir um plano para a criação de um Robo-Advisor a partir de um produto viável mínimo (MVP). Eles estão trabalhando no escritório do C6 Bank em São Paulo durante todo o mês de janeiro.

No dia 28 de janeiro, o C6 lançará um centro de inovação chamado Opp, com espaço para 90 empresários, no seu escritório em São Paulo. Com o objetivo de se tornar um próspero hub para startups, o Opp vai sediar um programa de formação em empreendedorismo que combinará rodada de investimento e mentoria.

Em breve, o C6 também oferecerá uma plataforma completa de serviços financeiros, incluindo serviços bancários tradicionais. Além disso, ainda neste ano, a startup planeja abrir um escritório em Nova York dedicado à análise de dados.

“Acreditamos que as universidades e empresas devem trabalhar juntas para promover a inovação. Temos muito orgulho de trabalhar com os alunos do MIT Sloan e esperamos poder continuar fortalecendo nossa parceria”, afirma Eduardo Prado, sócio do C6 Bank.

Gocase

Lançada há três anos no Brasil, a Gocase tornou-se rapidamente uma das maiores marcas digitais brasileiras. Com mais de 1.3 milhões de seguidores no Instagram, a startup tem foco no desenvolvimento de acessórios personalizados que refletem a personalidade de cada cliente. O objetivo do Gocase é mudar a maneira como os gadgets são vistos e percebidos, transformando-os em novos conceitos que combinem com o estilo de vida dos clientes, com inspiração nas últimas tendências de moda e design. A marca rapidamente expandiu para o exterior, já tendo comercializado produtos para mais de 130 países e possui escritórios em Fortaleza (CE), Amsterdã (NL) e na China.

Uma equipe internacional de quatro alunos do MBA do MIT Sloan está trabalhando no Brasil e na Holanda durante o mês de janeiro, com o objetivo de desenvolver um plano de entrada para a Gocase no mercado dos Estados Unidos.

G-Lab

O G-Lab é um dos 15 laboratórios pioneiros do Action Learning, disponíveis para os alunos do MIT Sloan. Embora as atividades do projeto variem, elas estão agrupadas por temas comuns, incluindo aprendizagem experimental, reflexiva e entre pares, mentoria docente, solução de problemas reais, transferência de conhecimento, e o envolvimento de uma equipe de estudantes com vistas a gerar um impacto mensurável tanto no quesito social quanto nos negócios. Esses desafios de gerenciamento em tempo real trazem a teoria à vida.

A MIT Sloan School of Management, localizada em Cambridge, Massachusetts (EUA), é uma das principais fontes acadêmicas de inovação em teoria e prática da gestão. Com estudantes de mais de 60 países, desenvolve líderes eficazes, inovadores e com princípios que impulsionam a economia global. Para saber mais, acesse: http://mitsloan.mit.edu

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Justiça suspende licitação da Celepar

A juíza Diele Denardin Zydek, da 5ª Vara da Fazenda Pública do Paraná, concedeu liminar suspendendo o procedimento licitatório regido pelo Pregão Eletrônico no 44/2018 realizado pela celepar.

A decisão atende a pedido do deputado estadual Márcio Pacheco, que questiona uma contratação milionária feita pela Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicações do Paraná no final de 2018.

O pregão eletrônico 44/2018 era para contratar empresa de tecnologia para controle e fiscalização de tráfego, de trânsito, velocidade de veículos e análise de dados coletados em diversos pontos do Estado do Paraná. A vencedora foi a Velsis Tecnologia por um valor anual de 50 milhões de reais por ano, podendo o contrato se estender a cinco anos, rendendo 250 milhões de reais para a parte vencedora.

De acordo com pedido em ação proposta por Márcio Pacheco, o Edital seria nulo porque a descrição de seu objeto não traduz o serviço, de fato, licitado. E as especificações, tratam, exclusivamente, de controle de tráfego, de velocidade de veículos, de placas de carro, etc. Mas nada disso constaria na descrição do objeto.

A liminar suspende o processo de contratação por suspeita de falta de divulgação, igualdade e competitividade. A Celepar e a empresa vencedora têm 20 dias para se manifestar.

Distribuidora de medicamentos e laboratório farmacêutico investem em entregas por drones

O Grupo Elfa, composto por empresas varejistas e distribuidoras de medicamentos, juntamente com o laboratório farmacêutico Sanofi, resolveram investir em um modal de transporte que vem revolucionando o mercado de logística brasileiro: entregas com o uso de drones. Em parceria com a SMX, empresa especialista em desenvolver sistemas aéreos não tripulados, o serviço está em fase de testes e promete ser uma grande revolução no mercado de saúde.

O diretor de operações do Grupo Elfa, Igor Spreafico, afirma que investir nessa tecnologia é de extrema importância e será um ganho para todo o País. “Esse novo modal vai trazer mais agilidade e segurança. Entregar o produto integro e na temperatura correta, por exemplo, serão um dos grandes diferenciais nesse novo sistema”, diz.

De acordo com Roger Vallim, diretor corporativo do Grupo Elfa, a empresa possui uma visão de futuro que permite estar sempre à frente de seu tempo pensando em fazer o melhor, não apenas em nível de serviço, mas olhando o paciente, afinal a empresa cuida de vidas. “Quando avaliamos o tamanho do Brasil, há lugares com muita dificuldade de acesso, e com essa tecnologia, esses locais poderão ser atendidos com rapidez e agilidade. Vidas serão salvas e esse é nosso principal objetivo”.

Segundo o executivo há muitos locais que um carro não chega nem mesmo um avião pelo custo envolvido. “Esperamos levar esperança para os pacientes e serviço para as instituições que cuidam desses pacientes”, completa Vallim.

Para a diretora de Supply Chain da Sanofi, Katia Souza, a iniciativa é mais um passo da Sanofi no caminho de se tornar referência em inovação. “Colocamos em prática nosso propósito de entregar saúde e conectar pessoas. Por isso, buscamos novas formas de atender as necessidades de nossos clientes e pacientes.”

O fundador da SMX Systems, empresa detentora da tecnologia dos drones, Samuel Salomão, diz que o objetivo da empresa é inovar no desenvolvimento de drones com foco o transporte aéreo focando na saúde. “Temos certeza que nos próximos anos a área da saúde se beneficiará muito com o transporte de medicamentos, bolsas de sangue, órgãos, etc. Acreditamos que esse modal ainda salvará muitas vidas”, afirma.

De acordo com Vallim, a necessidade em investir no desenvolvimento dessa tecnologia nasceu quando a Elfa olhou para a realidade do Brasil e viu que hoje há muitas dificuldades de acesso, em localidades remotas e as grandes cidades estão com congestionamentos cada vez maiores. “Quando olhamos para o futuro, vemos que o custo com transporte no Brasil está e será cada vez mais alto, portanto a necessidade de promover mais acesso a recursos de saúde se torna necessário para nós na Elfa. Com a entrega por drones teremos mais produtividade, melhora de do nível de serviço e redução de custo”, esclarece.

Spreafico complementa que além da agilidade, os benefícios serão para o meio ambiente. “Por ser elétrico o drone não emite gases o que o torna mais limpo. Para nós, a inovação não tem limite. Temos que pensar no impossível. Somente pensando no impossível é que conseguimos buscar inovações, fazer com que o sonho vire realidade assim como estamos fazendo hoje”, afirma.

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