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Compliance ainda é utopia no Brasil, aponta pesquisa da Protiviti

A implantação de um programa efetivo de compliance deixou de ser prática exclusiva das grandes corporações e tem ganhado destaque também entre as companhias de pequeno e médio porte. É o que mostra a Pesquisa Nível de Maturidade em Compliance 2018, organizada pela consultoria global da Protiviti. Em sua quarta edição, o estudo reúne informações coletadas entre abril de 2017 e abril de 2018, por meio do Portal de Compliance da Protiviti (www.portaldecompliance.com.br), e conta com 446 organizações, de diferentes portes, setores e regiões, o que revela o interesse geral de adequação.

De acordo com as análises, as organizações, embora conheçam as ferramentas para a implantação de um Programa de Compliance, ainda falham no mapeamento de riscos a que estão expostas. Isso significa que, muitas vezes, os esforços e recursos de alocados não necessariamente mitigam os principais riscos de compliance da empresa. “Ou seja, é como se tivéssemos comprado bons remédios, mas sem saber exatamente qual o problema de saúde. Nota-se que houve uma melhora na visão de compliance, mas a visão de risco ainda é baixa”, explica Heloisa Macari, sócia-diretora da Protiviti.

O estudo mostra que 53% das organizações participantes apresentam nível de compliance médio alto e alto, uma vez que possuem o patrocínio da alta direção da empresa, investindo em elementos fundamentais, como Código de Ética, Canal de Denúncias, Planos de Treinamento e Comunicação, Função Compliance, Auditorias, Monitoramentos e Due Dilligence de Terceiros.

“51% das empresas reconhecem, por exemplo, a necessidade de se fazer a diligência de seus fornecedores e terceiros, pois é possível conhecer o histórico das companhias antes mesmo da negociação. Há a consciência de que se o contratado cometer ilícito, a organização também poderá ser responsabilizada”, ressalta Macari.

Por outro lado, existem elementos que necessitam de mais atenção por parte das empresas e, por falta de conhecimento ou atenção, estão sendo negligenciados ou implantados de maneira equivocada, como a Política Anticorrupção, Indicadores de Gestão, Red Flags para situações não usuais, Assessment de Riscos e desenvolvimento de Planos de Ação para Melhorias. Vale salientar que 46% das empresas nunca realizou o mapeamento dos riscos a que estão expostas, base para a efetividade e eficiência de um Programa de Compliance.

Ainda segundo a pesquisa, as organizações brasileiras têm implementando ferramentas que permitem a criação, a comunicação e o controle de normas e boas práticas em todas as camadas da empresa. Mas ainda há desconhecimento da metodologia, falta de expertise ou limitação orçamentária para o mapeamento dos riscos, vulnerabilidades e consequentes desenvolvimentos de Planos de Ação focados. “Saber onde estão os riscos e fazer a gestão constante deles, por meio de novas medidas, controles e treinamentos, é fator chave para a elevar o Nível de Maturidade em Compliance nas organizações brasileiras”.

Perfil dos pesquisados:

. Região: Os estados mais predominantes na pesquisa foram: São Paulo (27%), Rio de Janeiro (18%), Distrito Federal (18%) e Minas Gerais (7%);

. Faturamento: 30% das empresas participantes são micro, 10% pequena, 13% média, 12% média grande, 26% grande e 9% não informaram os dados;

. Colaboradores: 35% tem até 19 colaboradores, 17% entre 20 e 99, 18% entre 100 e 499, 29% acima de 500 e 1% não informado;

. Setor: 15% holdings, 6% indústrias, 6% Setor de Saúde, 6% Agropecuária, 12% serviços diversos, 55% Outros.

Principais dados:

– 65% das empresas participantes mantém relacionamento com entidades públicas;

– 71% afirmam ter um Código de Ética e Conduta formalizado. O número aumentou 9%, entre 2017 e 2018;

– 58% acreditam que o Código de Ética é divulgado periodicamente aos colaboradores;

– 62% afirmam que a empresa disponibiliza um Canal de Denúncias para o público interno e 56% para fornecedores e terceiros;

– 67% recebem ao menos 1 treinamento da empresa por ano sobre Ética no Ambiente Corporativo, Código de Conduta Ética, Lei e Política Anticorrupção e afins. E apenas 23% recebem 3 ou mais treinamentos por ano;

– 40% das empresas possuem uma área responsável pelo Programa de Compliance.

Portal de Compliance Protiviti (www.portaldecompliance.com.br)

O Portal de Compliance é um canal interativo que esclarece aspectos da Lei 12.846/2013, em vigor desde 29 de janeiro de 2014, também conhecida como Lei Anticorrupção ou Lei da Empresa Limpa. O portal disponibiliza gratuitamente a Avaliação do Nível de Maturidade em Compliance. Qualquer empresa pode acessá-lo e responder ao questionário para receber um relatório com análise dos pontos críticos e dicas para resolvê-los.

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Cognizant abre inscrições para Graduation Program

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, está com inscrições abertas até 19 de outubro para o Graduation Program.

O programa tem como objetivo oferecer oportunidade de desenvolvimento para profissionais que desejam iniciar a carreira na área de tecnologia, que estão no último ano de faculdade ou recém-formados.

Os alunos que mais se destacarem terão a oportunidade de serem contratados. Ao todo são 30 vagas disponíveis. “Temos muito orgulho deste programa. Por meio dessa iniciativa conseguimos incluir novos talentos no mercado de tecnologia, além de fomentar a nossa base de colaboradores”, afirma Carla Catelan, diretora da área de Talent Acquision da Cognizant.

Entre os pré-requisitos para se candidatar, destacam-se: inglês avançado, experiência acadêmica ou profissional em programação e desenvolvimento, bem como interesse em construir carreira e crescer junto com a empresa

A Cognizant é uma consultoria de tecnologia global com mais de 20 anos de atuação e faturamento de US$ 14,8 bilhões, que detém grande expertise no mercado de tecnologia da informação e comunicação (TIC). Pelo oitavo ano consecutivo, a Cognizant integrou a lista de companhias mais admiradas do mundo, segundo a Fortune. São mais de 268 mil colaboradores ao redor do mundo, e no Brasil eleita como Great Place to Work.

Para se inscrever, basta acessar www.cognizant.com/careers – vaga 29747, até o próximo dia 19. O treinamento será de 22 a 26 de outubro.

Ascenty expande suas operações no Rio de Janeiro

Ascenty, empresa líder no mercado de data center com foco na América Latina, anuncia a expansão de seu data center no Rio de Janeiro, que após sua conclusão, irá operar com 100% de sua capacidade. O projeto de construção desse data center estará concluído no 2º semestre de 2019 e terá investimento de R$ 100 milhões.

O data center do Rio de Janeiro é um carrier neutral, podendo ser abordado por diferentes operadoras para garantir melhor conectividade aos clientes. Recentemente, recebeu a certificação TR3 da TÜV Rheinland, garantindo que o data center apresenta as especificações estabelecidas ainda no projeto.

“Como parte dos nossos planos de expansão, o mercado do Rio de Janeiro é extremamente estratégico, pois grandes companhias atuam na região e algumas já são nossas parceiras em outros data centers da empresa. Assim que concluirmos a expansão dessa unidade, iremos operar com a capacidade total”, afirma Roberto Rio Branco, diretor de marketing e institucional da Ascenty.

O data center do Rio de Janeiro possui potência total de energia de 15 MVA. A Ascenty também conta com uma rede de fibra óptica própria de aproximadamente 150 km no Rio de Janeiro, para atender as principais demandas por conectividade dos clientes hospedados na infraestrutura carioca.

Imersão em startup no exterior: como funciona e porque viver a experiência

A vivência internacional se tornou comum para jovens que buscam experiência e desenvolvimento pessoal e profissional. Um modelo que pode aperfeiçoar ainda mais o currículo têm atraído os intercambistas: a vivência de imersão em alguma startup fora do Brasil. Desde 2016, a AIESEC, maior ONG de liderança jovem do mundo, já registrou mais de 6 mil viagens como essas, sempre com o objetivo de agregar valor ao ínicio da carreira.

Em 2017 foram realizados 457 viagens e neste ano, o registro é de 413 jovens, entre aqueles que vieram para o Brasil e os que foram para o exterior. A previsão é que mais 900 jovens façam o intercâmbio empreendedor até o fim de 2018. “Acreditamos que o jovem que busca esse tipo de experiência, quer abrir seu negócio, trabalhar em seu ramo de atuação no Brasil, além de aplicar os conhecimentos adquiridos na faculdade, durante as férias. A experiência é enriquecedora e o objetivo é desenvolver um líder empreendedor”, destaca Gabriela Toso, Diretora de Relações Públicas da AIESEC.

O trabalho junto de startups pode ser realizado em diversas áreas como Tecnologia, Marketing, Business e Design, pelo período de 6 semanas até 3 meses e é importante estar cursando ensino superior ou já ter formação completa. O jovem precisa ter no mínimo, conhecimento acadêmico ou profissional na área de escolha dele e aptidão intermediária em inglês . O custo varia em torno de R$ 6 mil reais, e tudo depende do destino e para qual projeto ele será encaminhado, pois alguns oferecem auxílio moradia, alimentação e transporte. E apesar de não ser remunerado, a bagagem que irá trazer para o Brasil, vale muito.

“É uma oportunidade de explorar a criatividade, viver a diversidade, encarar desafios de maneira positiva, ganhar conhecimento com profissionais internacionais e ampliar seu network”, afirma Toso.

A intercambista Juliane Biazon, de 21 anos, foi para a Grécia participar do projeto empreendedor. Para ela, a experiência ajudou a se destacar no mercado de trabalho. “Atuei em uma startup de finanças, na área de marketing – o curso que me graduei. O projeto imersão me ajudou a abrir a cabeça para novos pensamentos do mundo profissional e a desenvolver minhas habilidades no setor”, explica.

Para participar, os interessados devem fazer suas inscrições no portal da AIESEC:http://bazicon.aiesec.org.br/expa/sign_up?programa=GE&campanha=prmedia. Após isso, o jovem passa por uma entrevista do comitê para onde deseja ir e quando aprovado, recebe todo o suporte da ONG para a realização do intercâmbio.

Sorria, você está sendo reconhecido!

Por Felipe Santos

As conhecidas senhas alfanuméricas estão perdendo cada vez mais espaço. Hoje, as empresas estão investindo em outras formas de segurança, como ferramentas biométricas, leitura da íris e reconhecimento facial… Esta última, forma de autenticação digital baseada nos traços dos rostos, vem sendo amplamente pesquisada e desenvolvida para os mais diversos propósitos. É certo que a tecnologia ficará cada vez mais acessível e fará parte do cotidiano das pessoas. Tanto que alguns smartphones já são capazes de reconhecer os rostos de seus usuários para que sejam desbloqueados.

A difusão da tecnologia se intensificou depois que as gigantes Amazon e Google começaram a implementar algoritmos de deep learning (aprendizagem profunda), que hoje chegam a 80% de assertividade e, quando calibrados corretamente, podem chegar a 97%, com o aprendizado contínuo. E o mercado está de olho nesse movimento tecnológico. O reconhecimento biométrico deverá alcançar US$ 30 bilhões em 2021, segundo estimativas da ABI Research. Dados da consultoria de tecnologia Tractica apontam que só com reconhecimento facial as empresas esperam faturar US$ 882 milhões até 2024.

No Brasil, alguns setores estão em estágio avançado quanto ao uso do reconhecimento facial. O setor financeiro é um dos que mais investem. Alguns dos grandes bancos do país – Original, Itaú e Bradesco – já estão em teste para esse formato de autenticação de clientes, que é hoje um dos mais seguros para realizar qualquer tipo de transação. Mas outros segmentos, como bens de consumos, segurança e saúde, também irão aderir à tecnologia.

Entretanto, a solução ainda deve demorar para chegar ao dia a dia das pessoas. Para a implementação em larga escala, é necessário uma infraestrutura completa, que envolve um ambiente muito bem estruturado, com internet realmente rápida e equipamentos de alta qualidade.

Já a adaptação dos usuários ao novo, com o tempo e com a evolução da tecnologia, certamente será algo natural. Ainda nos parece estranho pegar o smartphone e focar no rosto para realizar uma verificação de transação. No entanto, é só parar e pensar que há 10 anos ninguém tirava selfies.

Além das companhias privadas, governos também estão adotando o reconhecimento facial em áreas estratégicas, como segurança. Um exemplo é a China, que está usando a tecnologia para identificação de suspeitos, mas ainda precisa de ajustes para evitar erros.

Mesmo com tantas dúvidas e incertezas sobre a eficiência do reconhecimento facial, a tecnologia deve evoluir rapidamente, tornando-se um importante recurso de segurança e usabilidade, trazendo praticidade para as atividades rotineiras.

Felipe Amaral dos Santos, Head Of Products na ilegra, empresa global de negócios e tecnologia

Conversas sobre as #Eleições2018 geraram 49 milhões de Tweets globalmente entre agosto e outubro

s conversas sobre o primeiro turno das #Eleições2018 no Twitter alcançaram a marca de 49 milhões de Tweets globalmente entre 16 de agosto e 5 de outubro. O resultado desse período representa aumento de 23% em comparação ao volume total de Tweets sobre as Eleições 2014, incluindo as conversas sobre o segundo turno daquele ano.

Durante o período, Jair Bolsonaro (@jairbolsonaro) foi o candidato mais mencionado na plataforma, seguido por Ciro Gomes (@cirogomes), Fernando Haddad (@Haddad_Fernando), Geraldo Alckmin (@geraldoalckmin) e João Amoêdo (@joaoamoedonovo).

O tema mais comentado em Tweets sobre as #Eleições2018 foi Corrupção, seguido por Segurança, Educação, Saúde, Economia e Direitos Civis.

Para mais detalhes de como foi a conversa sobre eleições no Twitter nesses últimos meses, confira no Blog do Twitter Brasil.

TMF Group anuncia Rodrigo Zambon como Diretor Regional para o Brasil

A TMF Group, provedora líder global em serviços de compliance e administrativos, acaba de anunciar Rodrigo Zambon como Diretor Regional para o Brasil. Zambon é um executivo com experiência internacional com mais de 25 anos de experiência em companhias globais de muitl-serviços e de tecnologia.

Zambon entrou para a TMF Group no dia 1 de outubro e terá também assento no Comitê Executivo para as Américas da organização, reportando diretamente ao Head da companhia para as Américas, Raimundo Diaz.

Anteriormente ele foi sócio e Líder de Business Process Outsourcing (BPO) da Everis América Latina, uma empresa da NTT Data. Sua carreira acumula passagens por empresas globais como Shell, Convergys, Teleperfornace e Everis, onde ocupou posições liderança em operaçoes e negócios .

Sobre o novo desafio, Zambon diz que “A TMF é reconhecida por sua expertise e ofertas distintas no mercado. Nossa oportunidade está em ampliar negócios com nossos atuais clientes e em fortalecer a proposta de valor das nossas ofertas no mercado onte atuamos. Seguiremos concentrando foco na automação e no aprimoramento da qualidade dos serviços para assegurar uma posição competitiva e materializar todo o nosso potencial”.

Raimundo Diaz, Head da TMF Group para as Américas, diz que “está confiante que a experiência de Rodrigo no mercado brasileiro, um mercado-chave para a TMF Group, vai ajudar a organização a concentrar seu foco nos clientes e no mercado, localmente e regionalmente”.

Brasil recebe primeiro hackathon internacional de hashgraph

O Luizalabs, laboratório de tecnologia do Magazine Luiza, receberá, em 15 de outubro, o primeiro hackathon internacional para aplicações que usam a tecnologia Hashgraph. O evento ocorre simultaneamente em São Paulo, Dallas, San Francisco, Londres, Singapura, Tel Aviv, Paris, Bangalore e Moscou. O hackathon é organizado pela americana Hedera, empresa criadora de uma criptomoeda baseada na plataforma hashgraph.

O hashgraph é um novo algoritmo de consenso e registro distribuído, uma maneira de fazer com que pessoas que não se conhecem possam transacionar online sem a necessidade de um intermediário. A plataforma é rápida, segura, justa, e, ao contrário de algumas plataformas baseadas em blockchain, não necessita de algoritmos custosos de prova-de-trabalho. “O hashgraph é bem mais rápido e barato em seu processo de chegar a um consenso. Consegue superar as deficiências do blockchain”, afirma Simon Olson, diretor de novos negócios e RI do Magazine Luiza. “O blockchain foi uma criação revolucionária, mas não é prática em larga escala.”

O Magazine Luiza é a primeira empresa brasileira a acompanhar a evolução do hashgraph. Um time de desenvolvedores do Luizalabs participará da hackathon e o laboratório de inovação do Magalu já está experimentando a tecnologia.

A inscrição de desenvolvedores interessados em participar do hackathon é gratuita e pode ser feita no site http://www.eventbrite.com/e/hashgraph-hedera18-hackathon-sao-paulo-tickets-50551881037.

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Novas faixas de tributação e imposto sobre dividendos não são soluções adequadas para o próximo presidente, diz Mazars

Alguns candidatos à presidência têm apresentado nos seus planos de governo que a tributação de dividendos e a novas faixas de imposto de renda, sobretudo, para aqueles com maior renda podem aumentar a arrecadação e impulsionar a economia.

De acordo com Alexandre Almeida, sócio da área de tax da Mazars, consultoria empresarial, essas medidas não resolvem a questão tributária. “Há questões que precedem. O próximo presidente precisa cortar subsídios fiscais para tornar o sistema eficiente, cortar e controlar gastos, manter a reforma trabalhista e avançar em questões pendentes relativos a custos para que mais empregos sejam gerados na medida em que as empresas teriam fôlego para contratar, aprovar a reforma tributária consolidando tributos diretos e indiretos, diminuir a tributação indireta e avaliar a carga tributária direta diante da realidade do país (há comparações não necessariamente devidas com países como EUA, Reino Unido e da União Européia, cujo sistemas e realidades econômicas são diferentes).

Diante desses tópicos, a questão das faixas começa por sua atualização e não por aumento delas e por uma discussão sobre as deduções permitidas no país que são limitadas, o que faz com que as alíquotas efetivas sejam superiores às nominais, não tributar dividendos sem avaliar o que é renda de trabalho e de capital porque haveria um grande distorção com a tributação da própria classe média, além do fato dessa medidad caracterizar uma dupla tributação e ineficiência econômica para empresas e acionista (lucros já foram tributados e nem todos os países tributam dividendos como se há publicado e onde se faz, há critérios muito bem definidos).

O tópico sobre redução da tributação direta das empresas é relevante e pouco explorado. “É importante para deixar o país mais competitivo, já que a média global está bastante reduzida, mas o Brasil hoje tem que avaliar sua condições pelo impacto no déficit do país. O Reino Unido, que tem outra realidade, lida com essa questão após uma redução drástica de sua alíquota e lá o governo vem sendo cobrado pela oposição sobre o déficit existente e sua relação com a redução da alíquota do IRPJ. Ainda assim, se o governo aprovar uma reforma tributária, sem ajustar os gastos, a conta não deve fechar. O gasto público controlado depende sobretudo da reforma da Previdência”.

Levantamento inédito traça perfil do viajante digital brasileiro

A Almundo, agência multicanal que está transformando a experiência de viagens no Brasil e toda América Latina, acaba de realizar um levantamento sobre o perfil dos viajantes brasileiros. A pesquisa leva em consideração a análise do comportamento de compra dos usuários, destacando dados como ticket médio, canal de compra e meios de pagamento mais utilizados. O relatório revela também que os viajantes brasileiros costumam planejar viagens sem muita antecedência e preferem um atendimento personalizado e online para fazerem suas reservas. Os dados foram extraídos da base de dados de mais 60 mil cadastros da plataforma da Almundo, que chegou ao país como novo player no e-commerce de viagens em maio deste ano.

A Almundo veio para revolucionar e trazer preços mais competitivos ao mercado do turismo digital e de acordo com Luciano Barreto, Country Manager da empresa no Brasil, “É necessário entender o planejamento de viagem e o perfil dos viajantes, e para isso, os data insights possibilitam personalizar ainda mais as opções para cada tipo de viagem, além de tornar a experiência de compra do cliente cada vez mais vantajosa através de nossos canais de atendimento, e durante toda a experiência da viagem”.

O levantamento revela que os brasileiros costumam comprar passagens áreas com aproximadamente 67 dias de antecipação, ou seja, pouco mais de dois meses – período considerado pequeno comparado a outros países da América Latina. O relatório demonstrou também que os viajantes que compram produtos online são predominantemente da faixa de 24 a 35 anos. Com relação ao ticket médio no Brasil, o valor chega a RS 1.600, levando em consideração que 97% dos usuários utilizam cartão de crédito na hora da compra e a maioria tem como primeira opção parcelar a aquisição em apenas uma vez.

Principais destinos

Para os brasileiros, os principais destinos nacionais são São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Já entre os internacionais, os preferidos são Miami, Roma, Paris e Buenos Aires. Quanto à hospedagem, 50% dos viajantes preferem hotéis três estrelas, seguido dos de quatro, cinco, duas e uma estrelas, respectivamente.

O mesmo levantamento foi realizado em outros países de forte atuação da Almundo, como Argentina, México e Colômbia. Comparado aos brasileiros, os argentinos e colombianos assumem a liderança em relação à antecedência de compra das passagens, comprando com 82 e 90 dias de antecedência, respectivamente.

O canal de venda mais utilizado pelos usuários dos quatro países é a internet e a forma de pagamento é o cartão de crédito. Na Argentina, 45% dos viajantes costumam parcelar a compra em 12 parcelas. Os colombianos são os que pagam a passagem mais baixa entre os quatro países, com ticket médio de RS 830. A variação acontece por conta da distância geográfica e da conexão com os principais aeroportos para voos internacionais, aspectos ainda associados às rotas aéreas de baixo custo disponíveis na Colômbia.

O turismo está crescendo na América Latina, tanto é que no Brasil representa 7,9% do PIB nacional, segundo Estudo do Conselho Mundial de Viagens e Turismo, WTTC, em parceria com a Universidade de Oxford.

Confira detalhes do estudo da Almundo no infográfico abaixo:

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MC1 busca canais para expansão no Brasil e na América Latina

Sandra Vaz, Chief of Sales & Marketing da MC1

A MC1 – líder em soluções de mobilidade corporativa na América Latina – anuncia o seu programa de canais para expansão no Brasil e na América Latina. A meta é aumentar a capilaridade da companhia e fortalecer a força de venda nesses mercados. Nesse primeiro momento, a empresa está recrutando canais para atuarem como Canais VAR e Canais de Serviço.

Com o programa de canais, a MC1 pretende aumentar em 30% o seu faturamento até 2020. “O objetivo da parceria com os canais está diretamente relacionado ao lançamento da versão 3 da solução de automação e otimização dos processos de vendas: o WinTheMarket For Sales, que facilita a venda em campo e exibe KPIs de performance e execução das vendas em tempo real”, explica Sandra Vaz, Chief of Sales & Marketing da MC1.

Vale ressaltar que na América Latina, a MC1 já possui um parceiro VAR no Chile e outro parceiro de serviço na República Dominicana. “A nossa estratégia é continuar com a expansão geográfica e de negócio através da rede de canais, além do fortalecimento de nossa marca, com a mesma qualidade técnica e de atendimento dos nossos clientes”, finaliza Sandra.

Perfil dos canais

O perfil dos canais desejados pela MC1 é: revenda de licença, ou de implementação, que tenham bom conhecimento na área de mobilidade corporativa e façam parte preferencialmente do mundo Totvs, SAP e Oracle. As empresas interessadas devem ser comprometidas com o negócio e com os clientes da MC1, investirem em treinamento dos seus colaboradores e apostarem em novos negócios. Os interessados podem entrar em contato com a MC1 diretamente pelo e-mail: contato@mc1.com.br

Em novembro, a MC1 realiza um evento para apresentação e integração dos novos canais. Na ocasião, será mostrado o WinTheMarket 3 For Sales, WTM V3. Trata-se de uma nova versão da solução para vendas em campo com uma UI e UX aprimoradas, roadmap com foco maior em produtividade, flexibilidade e velocidade no time to Market, além da possibilidade de implementação via parceiros. Vale destacar que a suíte de soluções já é reconhecida no mercado pela facilidade de integração com os principais ERPs e CRMs do mercado, emissão de NF off-line, otimização da rota com Waze, entre outros recursos.

5 dicas para uma entrevista de emprego do ponto de vista de um CEO

Por Braulio Lalau de Carvalho

Você que está procurando uma vaga ou quer mudar de emprego, está realmente preparado para isso? Pergunto, porque, às vezes, as pessoas dizem que querem muito uma oportunidade, mas na realidade não se preparam para ela. Eu costumo perceber que, muitas vezes, pessoas qualificadas para preencher as vagas existentes não estão bem preparadas para mostrarem seu potencial numa entrevista.

Pense comigo: em um começo de namoro, quando você quer conquistar alguém, o que faz? Manda flores, leva para jantar, se arruma para sair, não é assim? Afinal, tudo faz parte do processo de conquista.

E por que na hora de ir para uma entrevista de emprego não seria assim? Você quer conquistar a vaga, ter novos desafios na sua carreira e o prazer de desenvolver novos conhecimentos, vestir a camisa e crescer. Não? Então, se é isso que você quer, se prepare – de verdade.

Vou te falar um pouco do que aprendi e observo ser importante para qualquer profissional, de qualquer cargo, ter em mente para se preparar para uma entrevista:

1. Tenha claro qual é o seu propósito

Por que você quer aquela vaga, naquela empresa? Você já imaginou o que produziria naquela posição? O que tem a oferecer? Se imagina feliz e realizado trabalhando ali? Pergunte a si mesmo se os valores da empresa têm a ver com os seus, caso contrário, em poucos meses você terá dificuldade para levantar da cama e ir ao trabalho.

2. Saiba sobre a empresa

Estude, pesquise, entenda quem é a organização que você pretende passar boa parte dos seus próximos dias, meses ou anos. O primeiro ponto é entender qual é a vaga que você está concorrendo. Sim, tem muitas pessoas que eu entrevisto e que nem sabe ao certo o que esperamos dela naquele cargo. Não dá para continuar uma entrevista com uma pessoa tão desinteressada.

3. Mantenha sua posição

Não há nada mais chato que conversar com uma pessoa que concorde com tudo, ou pior, que chega para uma entrevista de emprego muito ensaiada, com frases prontas e que está, claramente, escondendo sua posição ou opinião apenas para agradar o entrevistador. Não seja rude, mal-humorado ou agressivo mas, por favor, mantenha sua postura, sua posição. Você é único e queremos perceber isso.

4. Diga um ponto que você é bom

Sim, eu disse um. Apenas um. Você pode ter várias qualificações, explicar seu currículo “ipsis litteris” ou seja, ao pé da letra, mas quando te perguntarem qual o seu ponto mais positivo, diga um, o melhor, o que você se orgulha de ser. Simples assim.

5. Saiba o que precisa melhorar

Quando um candidato diz que não sabe o que precisa melhorar em si, isso é muito preocupante. Que ser humano não tem o que melhorar? E não vem com a conversa que o que você precisa melhorar é trabalhar menos, ser menos perfeccionista ou algo neste sentido. Assuma o ponto que precisa evoluir e, melhor ainda, se aproxime de pessoas que sejam muito boas no que você precisa trabalhar. Não se afaste, pelo contrário, tenha humildade de aprender com ela, sente perto, pergunte. Isso fará a diferença.

Então, você está realmente pronto para dar um match com a sua nova oportunidade de trabalho? Reflita sobre esses pontos e na sua próxima entrevista se prepare, pensando o que o CEO da empresa espera de você, no seu novo cargo.

Bráulio Lalau de Carvalho, CEO da Orbitall, empresa do grupo Stefanini

Cerca de um terço dos vazamentos de dados corporativos resulta na demissão de funcionários

Quando ocorre um vazamento de dados, os prejuízos podem ir muito além do financeiro e da reputação e privacidade dos clientes. As carreiras dos funcionários envolvidos também podem ser afetadas. Segundo o relatório da Kaspersky Lab e da B2B International quase um terço (31%) destes incidentes, que ocorreram no último ano, resultou na demissão dos profissionais envolvidos. Dentre eles, 29% (em PMEs) e 27% (em grandes corporações) eram funcionários do alto escalão e não relacionados à área de TI.

Uma violação de dados em uma empresa pode ter consequências permanentes para seus clientes e funcionários. O estudo ‘From data boom to data doom: the risks and rewards of protecting personal data’ mostra que 43% as empresas em todo o mundo sofreram pelo menos uma violação de dados no último ano e que, em dois quintos deles, informações pessoais de clientes foram afetadas (41% nas PMEs e 40% em grandes empresas) Depois disso, nem sempre os profissionais envolvidos, mesmo os altos executivos, conseguiram manter seus empregos.

A variedade de funcionários dispensados após uma violação de dados demonstra que um incidente desse tipo pode afetar qualquer pessoa e, em 2017, uma grande diversidades de profissionais foram demitidos por causa destes incidentes: de CEOs a funcionários comuns que de alguma forma expuseram dados de clientes da empresa.

Claro que, para as empresas, isso significa mais do que apenas ‘talento’ perdido: 45% das PMEs e 47% das empresas tiveram de pagar uma indenização aos clientes afetados. Mais de um terço – 35% e 38%, respectivamente – registraram problemas para conquistar novos clientes, e mais de um quatro das PMEs (27%) e grandes corporações (31%) foi obrigada a pagar multas.

Dados fora de controle aumentam os riscos

Nas empresas modernas é praticamente impossível não armazenar dados pessoais sigilosos. Segundo o relatório, 88% das empresas coletam e armazenam informações de identificação pessoal de seus clientes e 86% coletam e armazenam informações de identificação pessoal de funcionários. Além disso, nos ambientes cada vez mais complexos de hoje, com as novas regulamentações, como o GDPR, o armazenamento de informações pessoais também acarreta riscos de conformidade.

Esses riscos tornam-se ainda mais tangíveis por conta da maneira como as empresas armazenam dados. Aproximadamente 20% das informações sigilosas e de clientes são hospedados fora do perímetro corporativo: nuvem pública, dispositivos de funcionários e aplicativos de SaaS. Isto torna o controle do fluxo de dados e a manutenção de sua segurança um desafio para qualquer empresa.

Medidas de proteção de dados além das políticas

O relatório informa ainda que 88% das empresas têm pelo menos alguma forma de política de conformidade e segurança de dados em vigor. Porém, somente uma política de privacidade não é garantia de que os dados serão manuseados corretamente.

São necessárias soluções de segurança capazes de protegê-los em toda a infraestrutura, incluindo nuvem, dispositivos, aplicativos e outros. A conscientização das equipes de TI e dos funcionários sobre cibersegurança também precisa ser reforçada, já que cada vez mais unidades de negócios trabalham com dados e, portanto, precisam saber como cuidar deles.

“Ao mesmo tempo que uma violação de dados pode ser devastadora para a empresa como um todo, também pode haver um impacto muito pessoal sobre as vidas das pessoas, sejam clientes ou funcionários que cometeram erros. Isto é um lembrete de que a cibersegurança tem implicações na vida real e, de fato, deve ser uma preocupação para todos. Hoje em dia, as informações viajam entre dispositivos e nuvem e, com a imposição de regulamentações como o GDPR, é essencial que as empresas prestem ainda mais atenção a suas estratégias de proteção de dados”, diz Dmitry Aleshin, vice-presidente de marketing de produtos da Kaspersky Lab.

A empresa fornece soluções para diversas necessidades em termos de proteção de endpoints, prevenção de ataques DDoS, segurança de nuvens híbridas, defesa contra ameaças avançadas e serviços de cibersegurança. Para saber mais sobre a próxima geração de segurança para pequenas e médias empresas, visite o site da Kaspersky Lab.

ABStartups abre inscrições para as indicações do Startup Awards

Com o objetivo de reconhecer os profissionais e empresas mais influentes do ecossistema brasileiro de startups, a Abstartups, entidade que representa o setor, acaba de abrir às inscrições para as indicações da 5° edição do Startup Awards, o Oscar das startups brasileiras.

As indicações serão realizadas até o dia 12/10, e os interessados podem sugerir os nomes dos candidatos para competir nas seguintes categorias: Investidor Anjo, Profissional de Imprensa, Universidade, Coworking, Aceleradora, Impacto, Mentor, Corporate, Herói/Heroína do Ano, Startup do Ano e Comunidade.

Os três nomes mais votados em cada área irão para júri final da academia, que será composta por todos os vencedores das últimas três edições do Startup Awards. O resultado da premiação será anunciado no dia 30 de novembro durante o CASE, Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo no Centro de Eventos PRO MAGNO, em São Paulo.

As indicações podem ser feitas pelo site: http://startupawards.com.br/

Retração econômica derruba investimentos em inovação no Brasil

Os estados do Brasil abrigaram R$ 7,1 bilhões de recursos em pesquisa e desenvolvimento em 2017, um volume 44% menor do que o realizado em 2012, auge da atividade, quando o montante atingiu R$ 12,6 bilhões. A forte retração econômica, com quedas brutais das atividades econômicas sobretudo em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, é apontada como a principal causa do fenômeno.

A conclusão é do estudo Mapa Estadual dos Investimentos em Inovação, elaborado pela empresa internacional Global Approach Consulting (GAC), com base em dados oficiais do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). “Na prática, os estados brasileiros retrocederam quase uma década em termos de investimentos em pesquisa e desenvolvimento”, explica Rodrigo Miranda, diretor da GAC no Brasil e coordenador do levantamento.

São Paulo concentra quase 70% dos investimentos estaduais, com R$ 5,8 bilhões de recursos aplicados por meio de órgãos governamentais, centros de pesquisa, escolas e empresas públicas e privadas. O estudo não considera os volumes aplicados em ciência e tecnologia, ou seja, no território da pesquisa pura não-aplicada.

O estado do Paraná é a maior surpresa do levantamento, ocupando a segunda posição, concentrando investimentos de R$ 499 milhões em inovação. Em terceiro lugar, vem o Rio de Janeiro, com R$ 310 milhões. Em quarto, a Bahia, com R$ 167 milhões. Por fim, Minas Gerais ocupa a quinta posição com R$ 182 milhões (ver ranking completo abaixo).

Para calcular os investimentos, a equipe da GAC utilizou as tabelas do relatório do MCTIC, com o percentual de investimento médio de cada estado em relação a sua receita nos últimos quinze anos. Esses dados foram cruzados com os informes de arrecadações estaduais da Receita Federal e, assim, chegou-se à estimativa de aplicação de recursos em pesquisa e desenvolvimento tanto em 2016 quanto em 2017.

“Os dados revelam que o Brasil precisa voltar a se concentrar na questão da inovação”, informa Miranda. “Temos de ampliar os mecanismos de financiamentos existentes, como a Lei do bem, criar novos instrumentos e desburocratizar todos os processos”, complementa.

Cognizant desenvolve solução de reconhecimento facial

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, desenvolve solução de reconhecimento facial que combina cognitive cloud (nuvem) e inteligência artificial para reconhecer pessoas, com base em fotos cadastradas em bases públicas, como Facebook, Google e LinkedIn, ou em bancos de dados corporativos, como os perfis cadastrados em programas de recompensas.

Batizada de Face Recognition, a solução pode ser utilizada em setores como varejo, financeiro e bancos. Possui alta aplicabilidade e pode ser empregada em: programas de recompensa, pois, quando um cliente fiel entra em uma loja física, é possível reconhecê-lo e se relacionar com ele utilizando o mundo virtual; aviso de promoções; e oferta de descontos. A solução funciona em nuvem junto com a plataforma Azure ou AWS e, além do reconhecimento facial, consegue detectar o humor das pessoas e suas emoções; estima a idade; e verifica características como tom da pele, cabelo e olhos.

“A Cognizant tem inovado constantemente, e este é mais um exemplo de que estamos empenhados em gerar valor para os clientes. Apostamos em soluções digitais como essa, cujo maior diferencial, além da versatilidade em poder ser utilizada nos mais variados fins, é se conectar aos sistemas da empresa de forma muito simples, utilizando tecnologias modernas, como application programming interface (API)”, afirma Rodrigo Domingues, head de Digital Business da Cognizant no Brasil.

A Face Recognition também é ideal para o setor de segurança, porque permite a comparação de imagens de bancos de dados de foragidos com as das pessoas que estão transitando em aeroportos e pontos públicos. Outra aplicação da Face Recognition está ligada à rápida detecção de fraudes na abertura de contas digitais (para bancos), pois, ao criar a conta, é possível comparar a imagem com as do banco de dados dos clientes atuais e de tentativas de cadastro com outros nomes.

Empresas nacionais líderes em software contábil anunciam Joint Venture

As empresas de software contábil SCI, Tron, Mastermaq e Fortes, junto com a Omie – empresa de sistemas de gestão ERP na nuvem –, anunciam, nesta quinta-feira (04/10), a formação de uma Joint Venture para desenvolver a mais moderna plataforma de sistemas web voltados a escritórios de contabilidade, com investimento inicial de R$ 40 milhões e uma representatividade de 40% do mercado de software contábil do país.

O anúncio foi feito em conjunto, pelos fundadores das cinco empresas, durante o evento WeAreOmie Business Experience, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Com lançamento previsto para o início de 2019, o novo produto rodará completamente na nuvem e promete entregar mobilidade plena e facilidade de uso, automatização de tarefas e informações em tempo real para contadores e seus clientes, usando os mais modernos recursos de linguagem de programação, Robótica e Inteligência Artificial.

Mais de 30 anos de experiência no mercado

“Nossas empresas, em conjunto, há mais de 30 anos atuam neste segmento, possuindo cerca de 40% do mercado de software contábil no país e uma ampla complementaridade de competências. Todas elas individualmente já atuam em âmbito nacional e, juntas, acumulam conhecimentos das particularidades de todas as nossas regiões e da quase totalidade dos municípios brasileiros”, destaca José Carlos Fortes, sócio fundador da Fortes Tecnologia, de Fortaleza (CE).

As pequenas e médias empresas atendidas pelos escritórios contábeis representam 99% dos CNPJs existentes no Brasil e empregam 52% da força de trabalho. Boa parte desses dados passa atualmente pelos sistemas dessas empresas. “Mais de 10 milhões de trabalhadores no país têm suas folhas de pagamento processadas por um de nossos softwares. Quanto às exigências do fisco, cobrimos juntos a legislação de todos os estados e de mais de 5.000 municípios. Somos brasileiros e conhecemos isso aqui como ninguém”, afirma Beto Tamm, sócio fundador da Mastermaq, de Belo Horizonte (MG).

Lançamento para empresas do Simples Nacional

O plano é começar pelas empresas mais comuns do Simples Nacional, que já representam a maioria dos CNPJ do Brasil, e gradativamente atender a todos os tipos de pequenas e médias empresas e seus regimes de tributação. “Nossa experiência nos possibilita criar um projeto em fases, porém, com a visão do todo. Sabemos onde queremos chegar e como criar uma trilha de adoção que faça sentido para o cliente”, cita Elinton Marçal, sócio fundador da SCI, de Blumenau (SC).

A única empresa entre as cinco participantes da Joint Venture que não produz sistemas para escritórios contábeis é a Omie, que desenvolve um sistema de gestão (ERP) na nuvem para pequenas e médias empresas de todos os ramos. Entretanto, a companhia adotou como estratégia focar suas ações comerciais através do segmento contábil: “Nós nos aliamos desde o início aos contadores, pois percebemos que a dor de cabeça número um deles estava na falta de organização e informatização de seus clientes, problema que resolvemos com o Omie ERP. Agora, com a iniciativa da Joint Venture, nossa parceria com os contadores será ainda mais forte, pois teremos escritórios e seus clientes trabalhando em tempo real”, diz Marcelo Lombardo, sócio fundador da Omie.

Início do projeto

A ideia da Joint Venture surgiu no início de 2018, quando Marçal, da SCI, propôs a ideia a Lombardo, da Omie, que ficou responsável por juntar os demais players. “O fato de a Omie já ser parceiro comercial de todos proporcionou um terreno neutro entre empresas que anteriormente se viam apenas como concorrentes”, lembra Lombardo.

A Joint Venture, que utilizará como base a plataforma em nuvem da Omie, estima investir R$ 40 milhões no desenvolvimento da nova geração de produtos. “Nosso foco é privilegiar a simplicidade de uso, encapsulando e automatizando ao máximo as regras de negócio para o usuário”, destaca Heverton Gentilin, executivo recém contratado para liderar o desenvolvimento, que será sediado na capital de São Paulo.

Os planos do grupo são audaciosos: “Além de concentrar a competência técnica das cinco empresas, o novo sistema contará com a força de mercado de todas as marcas envolvidas. Com essa combinação de conhecimento, tecnologia e presença comercial, o plano é dobrar a nossa participação no mercado nos próximos quatro anos, chegando a mais de 75% do segmento contábil”, diz Reilly Rangel, sócio fundador da Tron de Goiânia (GO).

As empresas não farão mudanças nas suas estruturas atuais de desenvolvimento e distribuição. “Hoje, nossas empresas possuem, juntas, cerca de 2.500 funcionários e vamos aumentar esse quadro em todas as localidades, visando a expansão de mercado que buscamos”, lembra Marçal.

Parque tecnológico sediado na USP cria “clube” de empreendedorismo

Uma espécie de clube de empreendedorismo é a novidade que o Supera Parque de Inovação e Tecnologia criou, com objetivo de unificar e fortalecer o ecossistema empreendedor de Ribeirão Preto. O programa Membership, voltado para empreendedores de startups, grandes empresas, investidores e pessoas físicas, atua por meio de três pilares: suporte, conectividade e capacitação, e é acessível para todos os envolvidos em ecossistemas de inovação.

O programa conta com uma rede de parceiros e mentores que ajudam a acelerar o processo de evolução das startups e do ambiente de inovação como um todo. “Na prática, o Supera Parque vai promover atividades dentro desses três pilares gerando conexões e novos negócios também para as empresas que não estejam instaladas no Parque Tecnológico”, diz Eduardo Cicconi, gerente do Supera Parque.

No primeiro pilar, que é o de suporte, o programa deve promover encontros com mentores, oferecer formas para que os membros do grupo tenham acesso aos laboratórios de pesquisas e aos professores da USP, e auxílio para a escrita de projetos para órgãos de fomento. Além disso, os participantes terão acesso facilitado às ferramentas e aos serviços de parceiros, e acesso à infraestrutura do Supera Parque”, explica.

O gerente explica que a ideia é também envolver os atores do ecossistema, possibilitando um ambiente propício para novos negócios e criação de ideias. “Para isso, vamos promover, por exemplo, o contato entre serviços de startups, com investidores e mentores. Outra iniciativa importante é o incentivo à participação em feiras e eventos internacionais”, diz.

Os participantes também terão acesso a capacitações gerais e específicas, por meio de workshops técnicos para capacitação de profissionais para a nova dinâmica de mercado, cursos específicos com objetivo de especializar profissionais, e cursos sob medida para necessidades internas das empresas associadas.

O time de mentores é composto de profissionais que vivem o dia a dia do empreendedorismo e inovação, em diversas áreas de atuação, incluindo administradores, economistas e psicólogos. “A mensalidade do programa é de R$ 199 por mês e os interessados em fazer parte do programa podem se inscrever pelo site. Os membros do programa têm acesso a diversos benefícios como eventos exclusivos, isenções em cursos pagos, mentorias individuais ou coletivas, entre outros”, enfatiza Cicconi.

Informações sobre como se associar ao programa pelo telefone (16) 3315-0735 ou pela página do programa Membership.

Supera Parque

O Supera Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto é resultado de uma parceria entre a Fipase, a Universidade de São Paulo (USP), Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto e Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo. Instalado no campus da USP local, o parque abriga a Supera Incubadora de Empresas, o Supera Centro de Tecnologia, a associação do Arranjo Produtivo Local (APL) da Saúde, o Polo Industrial de Software (PISO), além do Supera Centro de Negócios.

Ao todo, são 81 empresas instaladas no parque, sendo: 58 delas na Supera Incubadora de Empresas de Base Tecnológica; 16 empreendimentos no Centro de Negócios e sete na aceleradora SEVNA Seed.

Da Assessoria de Comunicação do Supera Parque