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CINQ TECH Share: Rede de Influência e Intraempreendedorismo

Vídeos e mídias sociais são meios que estão em alta e é importante saber utilizá-los da melhor forma para estruturar a comunicação da sua empresa. Gilberto Campos, editor do Valor Agregado, falará sobre como construir uma rede de influência eficiente com o uso de vídeos e mídias sociais no próximo CINQ TECH Share (evento com foco em aprendizado e compartilhamento, que faz parte do Programa de Desenvolvimento organizacional da CINQ). Em conjunto, Raul Macedo, CEO da Mentores Digital, tratará sobre Intraempreendedorismo – uma maneira de crescer em nossas carreiras e de tornar nosso trabalho algo gratificante e realizador.

O evento será dia 20 de agosto (terça-feira), das 19hrs às 21:30hrs, na sala de treinamentos da CINQ Technologies, em Curitiba. O encontro será composto pelas duas palestras, painel (momento de bate papo com perguntas e respostas), para encerrar pizza e Networking.

Para saber mais sobre o evento e se inscrever acesse o link: https://www.sympla.com.br/cinq-tech-share-rede-de-influencia-e-intraempreendedorismo__593222

Se dados são o novo petróleo, o machine learning é o motor das máquinas

Antes de contratar um serviço baseado em inteligência artificial e usar ciência de dados para resolver um problema, é preciso verificar se há informações disponíveis para solucioná-lo. Para a LEVEE, empresa que desenvolve soluções de Machine Learning para aumentar a produtividade das empresas por meio da contratação de mão de obra operacional, a ciência de dados não pode ser uma estratégia isolada, mas deve estar integrada ao objetivo de negócios da organização.

“Muito se fala que os dados são o novo petróleo, mas proponho irmos além: o petróleo em si não tem uma função, ele sozinho não é nada. Para alcançar toda a sua valia, precisa ser refinado e, mais que isso, necessita de um processo e uma máquina que o faça ser funcional. Dentro desta alegoria dos dados como petróleo, os algoritmos de machine learning seguramente são os motores das máquinas, que funcionam alimentados pelo combustível”, afirma Marcos Coque Junior, Head de Data Science da LEVEE.

Segundo um estudo do Massachusetts Institute of Technology (MIT), em parceria com o Boston Consulting Group, apenas 23% das empresas já adotam inteligência artificial em algum de seus processos, e um número menor ainda, 5%, utiliza estas novas tecnologias de forma generalizada e sistemática na estrutura da companhia.

Com a LEVEE, o machine learning aparece como aliado das empresas, permitindo analisar quais são os candidatos com potencial para ter uma maior aderência. Para chegar a este perfil, é preciso definir as métricas, ou seja, o que será considerado para identificar quem é mais relevante para aquela empresa. Isso pode ser definido pela menor probabilidade de turnover ou o maior índice que este candidato possui de atingir metas, com base nas experiências anteriores.

A ferramenta possibilita a construção de modelos analíticos automatizados e exponenciais para extrair conhecimento e tomar as melhores decisões. Além disso, permite uma visão multivariada do fenômeno, mensurá-lo, descobrir informações ocultas e resolver problemas em larga escala, trazendo grande valor aos negócios. Um levantamento da Mckinsey indica que empresas que utilizam inteligência artificial têm média operacional sete pontos percentuais maior do que a média geral da indústria em que atuam.

“É o que está funcionando na prática. O algoritmo por si só não toma decisões, o que ele faz é quantificar o fenômeno e otimizar a decisão para escolher o melhor caminho. Isso é feito em larga escala e automaticamente, como se trata de uma fórmula matemática, portanto escalável, otimiza a resolução de problemas para milhares de funcionários em um período de tempo muito menor”, conta Coque.

Usar machine learning significa que o sistema será alimentado continuamente com dados de cada colaborador, tornando-o cada vez mais complexo, personalizado e direcionado. Esse compilado pode ser utilizado como análise preditiva, capaz de identificar potenciais pedidos de demissão, possibilitando que sejam colocadas em prática medidas preventivas, por exemplo.

“Também é possível prever com mais precisão os orçamentos dos departamentos financeiros e de RH, avaliar o clima na empresa, aumentando engajamento e retenção, e até mesmo colocar em prática ações de realocação, alterações na rotina e demais estratégias para aumentar a retenção”, finaliza Coque.

Conheça empresas que estão implementando cultura por meio de benefícios

Atualmente, é cada vez mais comum, empresas investirem em benefícios diferenciados para os seus funcionários. Os mais comuns são salas de jogos e descompressão, horários flexíveis e até uma rodada de chopp ao final do dia no escritório. Mas, além desses diferenciais, algumas empresas estão implementando benefícios mais significativos que promovem e fortalecem a cultura interna e o propósito da empresa. Afinal, trabalhar com propósito é uma realidade buscada por muitos. De janeiro de 2004 a outubro de 2018, a palavra “propósito” subiu de 25 para 100 (nível máximo) de busca no Google Trends.

Desenvolvimento pessoal

LinkApi, plataforma que acelera a transformação digital em diferentes segmentos, por exemplo, tem como um dos pilares da cultura o desenvolvimento de pessoas. Para isso, a startup ministra aulas de filosofia a cada quinze dias para todos os funcionários e semanalmente faz bate papos abertos entre todas as equipes. Neste o objetivo é atualizar os times das entregas realizadas durante a semana. Além disso, uma vez por mês eles organizam meetups abertos ao público. Todos são convidados para participar e a cada mês abordam um assunto diferente. O último realizado teve como tema o design e, apesar deste ser um assunto não muito explorado pelos desenvolvedores, essa é uma área que impacta diretamente a percepção do cliente final, por isso, a escolha de abordar o tema.

Um dos responsáveis pela aplicação dessa cultura foi Thiago Lima, CEO e fundador da LinkApi, que é pós-graduado em Filosofia Aplicada ao Mundo dos Negócios. Segundo ele o objetivo das aulas é desenvolver as pessoas para o mundo do empreendedorismo. “A dificuldade em atingir a excelência em projetos de TI começa pela busca dos melhores profissionais. A solução para esse problema é uma só: formação de pessoas. Muitas empresas cultivam a ideia antiquada de que a formação tem um alto investimento de tempo e dinheiro, entretanto ela é de fato a ferramenta que proporciona maior viabilidade econômica para sucesso das empresas”.

O projeto que visa incentivar a cultura de formação tem gerado bons resultados para a LinkApi. Em janeiro deste ano a startups foi eleita pela Love Mondays como uma das melhores PMEs para se trabalhar.

Celebração de resultados

iugu, startup que ajuda empresas a montarem sua própria fintech, é um exemplo de empresa que implementa ações que beneficiam seus funcionários, que não só promove eventos e reuniões para que todos possam interagir, gerar relacionamento e troca de experiência sobre a área em que atuam dentro da startup, mas incentiva que os funcionários entendam todos os processos para ver quais mais lhe agradam.

“Sabemos que muitas empresas ainda gerem suas equipes da forma tradicional, com horários que não são flexíveis e com demandas absurdas, por isso, incentivamos que os profissionais entendam todas as áreas dentro da iugu para que, se houver interesse e possibilidade, ele possa trocar de setor e trabalhar com o que mais se identifica e deseja. Tudo para ter uma equipe proativa, satisfeita e didática”, explica Patrick Negri, CEO da iugu.

Este tipo de interação e incentivo visa melhorar o desenvolvimento das equipes e, por isso, também realizam o “iugu morning”, reunião com uma pessoa de cada área e de diversos cargos, as quais conversam com o CTO e a Gerente de RH para gerar uma conexão entre as áreas e falar um pouco da empresa, do que gostam e do que acham que pode ser melhorado. Além desta abertura, a startup incentiva todo e qualquer tipo de comemorações, tanto que, no mês, acontecem diversos encontros, com direito a comidas e bebidas. Uma delas é a “iugu friday”, onde mostram os resultados da empresa no geral e de cada área, logo após, fazem uma comemoração e incentivam que suas equipes saiam para celebrar utilizando a verba que cada gestor recebe para este tipo de ativação.

Departamento de Felicidade

A marca de roupas Reserva, buscando sempre reafirmar a cultura interna com seus funcionários, possui um departamento de endomarketing voltado para manter a cultura da empresa viva em tudo que acontece internamente. Conhecido como Departamento de Felicidade, um dos braços da área de Recursos Humanos, o setor é responsável por toda a comunicação, ações e engajamentos voltados para os funcionários.

Um exemplo desse trabalho do Departamento foi a criação da Escola de Rebeldia fundada no ano de 2018. Voltada exclusivamente para estagiários e funcionários da empresa, o programa se baseia em 12 competências essenciais para a marca: atitude de dono, visão holística, aprendizagem, foco no cliente, inovação, produtividade, relacionamento, trabalho em equipe, gestão de pessoas, qualidade, resiliência e gestão de rotina. Todas essas frentes somam mais de 144 horas de treinamento.

O principal intuito das aulas é formar agentes de transformação promovendo a curiosidade, cultura e valores da marca. Com um modelo baseado em gamificação, as aulas acontecem de forma presencial e em horário de trabalho, e a cada conquista o funcionário ganha um selo de reconhecimento da empresa.

Relacionamento entre diferentes áreas

Com o objetivo de incentivar a integração entre os seus colaboradores, o GetNinjas, maior aplicativo de contratação de serviços da América Latina, tem utilizado uma ferramenta que promove encontros entre pessoas de diferentes áreas do aplicativo. Implementado desde abril deste ano, o Donut sorteia a cada 15 dias, de forma aleatória, quatro pessoas de áreas diferentes para um almoço ou um café da tarde.

A pauta do encontro gira em torno de questões gerais como o que cada um gosta de fazer nas horas vagas, onde trabalhava antes de entrar no GetNinjas e como é o dia a dia de cada pessoa dentro da plataforma de serviços. Ao final, o quarteto encaminha um registro do encontro para os demais colegas de trabalho. “A ferramenta foi introduzida com o objetivo de criar pontes já que aumenta as chances de aproximar pessoas que não trabalham diretamente no dia a dia”, explica Renato Caliari, Líder do Time de Pessoas e Cultura do GetNinjas.

Foi ele o responsável pela implementação do Donut e pela adequação da ferramenta à realidade do aplicativo de contratação de serviços. Na proposta inicial do Donut, os encontros são feitos em duplas, na interação one a one, mas Caliari achou melhor ajustá-lo no formato de quarteto para garantir maior integração. “Acreditamos que neste formato as chances de ‘quebrar o gelo’ são maiores, assim como o acolhimento e a sensação de pertencimento ao grupo”, acrescenta.

IBM traz para América Latina programa Skills Academy

A IBM anuncia a implementação do programa IBM Skills Academy em países da América Latina para disponibilizar conteúdos, dinâmicas e programas que apoiam a necessidade iminente de requalificação e aprimoramento de profissionais para a era da economia digital na região.

A IDC prevê que, até 2022, a economia digital deve representar mais de 50% do PIB da América Latina, com crescimento impulsionado por operações aprimoradas digitalmente.

“Acreditamos que a adoção de tecnologia para transformar modelos de negócios e de uma cultura de aprendizado contínuo é a chave para o sucesso na era da economia digital”, explica Ana Paula Assis, presidente da IBM América Latina. “Programas como IBM Skills Academy criam uma sinergia única entre negócios e tecnologia dentro da universidade, onde estudantes e professores podem se capacitar em habilidades que já são cada vez mais necessárias para força de trabalho global, fornecendo a eles uma vantagem no mundo dos negócios”.

De acordo com o estudo do IBV, nos próximos três anos, 120 milhões de trabalhadores das 10 maiores economias do mundo terão que passar por um processo de treinamento e requalificação como resultado do desenvolvimento em inteligência artificial e novas tecnologias.

O IBM Skills Academy tem como foco campos digitais emergentes como inteligência artificial, cibersegurança, ciência de dados, blockchain, nuvem e IoT. A IBM treinará universidades selecionadas que repassarão o conteúdo para os alunos por meio de uma variedade de cursos, de ciências sociais a STEM (sigla em inglês para Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática). Após completá-los, os estudantes poderão obter certificados da IBM e créditos universitários, enquanto se preparam para o mercado de trabalho atual e futuro.

“Na IBM, nos dedicamos a ajudar na educação e no desenvolvimento da mão de obra por meio de programas que auxiliam professores, alunos e a sociedade como um todo”, comenta Alcely Barroso, líder de Programas Universitários Globais da IBM América Latina. “O IBM Skills Academy fornece recursos, orientação e conteúdo para reunir os melhores elementos da educação e das carreiras associadas à tecnologia”.

A Saint Paul Escola de Negócios é uma das instituições parceiras da IBM na América Latina para implementar o programa em toda a região.

A iniciativa está disponível em 10 países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Peru, Paraguai, Uruguai e Venezuela.

Para mais informações sobre o IBM Skills Academy, entre em contato com a IBM ou com a Saint Paul Escola de Negócios.

Mercado de TI brasileiro apresentou melhora em todos os segmentos em 2018

Após divulgar prévia do estudo “Mercado Brasileiro de Software – Panorama e Tendência 2019” no primeiro semestre deste ano, a ABES (Associação Brasileira de Empresas de Software) apresenta a versão completa do material, produzido com o IDC. O documento, que traz as principais informações do desenvolvimento da área no Brasil em comparação ao mundial, mostra que em 2018, o setor de TI brasileiro apresentou melhoria em todos os seus segmentos, alcançando um total de US$ 47,7 bilhões em investimentos.

Globalmente, o mercado de TI apresentou um crescimento de 6,7%, sendo que no Brasil o segmento cresceu 9,8%. O avanço representa mais que o dobro da previsão para o ano (4,1%) e do que o crescimento de 2017 para 2018 (4,5%), chegando a US$ 46,6 bilhões (considerando apenas o mercado interno). Desse valor, US$23,9 bilhões (51,3%) são referentes a investimentos em hardware, US$12,2 bilhões (26,2%) a serviços e US$10,5 bilhões (22,5%) a software.

“O crescimento do setor brasileiro em 2018 sinaliza uma retomada efetiva no segmento de tecnologia, após a retração do mercado em 2016. Esse cenário demostra que a tecnologia passou a ser um componente importante para à competitividade e eficiência das empresas em momento de crise. Nesse ambiente, a ABES tem como objetivo continuar a assegurar um ambiente dinâmico e atrativo para investimentos e desenvolvimento da inovação no país”, comenta Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

Mercado de TI brasileiro

Em 2018, a utilização de programas de computadores desenvolvidos no país representou 30% do investimento total. O estudo também apontou que existem cerca de 19.372 mil empresas atuando no setor de Software e Serviços no Brasil, sendo que 5.294 (27,3%) delas são voltadas ao desenvolvimento e produção de software. Destas, 95,5% podem ser classificadas como micro ou pequenas empresas.

Mercado mundial de TI

Números do estudo indicam que a soma dos investimentos em TI entre os países analisados chegou a US$ 2,23 trilhões em 2018, um valor 6,7% maior que o ano anterior. Os Estados Unidos lideram o ranking mundial com US$ 823 bilhões, seguidos pela China e Japão com US$ 249 bilhões e US$ 140 bilhões, respectivamente.

Na América Latina, o Brasil se manteve em primeiro lugar, sendo responsável por 42,8% dos investimentos em TI, mais que o dobro registrado pelo México (20%), que ficou em segundo lugar, seguido pela Argentina (7,5%) em terceiro. A região investiu US$108,8 bilhões no mercado de TI em 2018, representando quase 11% do total mundial.

Previsões para o Mercado Brasileiro de TI

O estudo projeta um crescimento anual de 46,2% no uso da Inteligência Artificial (IA), chegando a US$ 52 bilhões em 2021, e estima que em 2024, interfaces com IA e automação substituirão um terço das interfaces de tela dos aplicativos. No Brasil, 15,3% das grandes e médias empresas possuem IA entre suas principais iniciativas de TI e o esperado é que este número dobre nos próximos quatro anos.

O mercado de Cloud Pública também manterá um ritmo de crescimento constante no Brasil, alcançando US$ 2,3 bilhões em 2019 e mantendo um aumento de 35,5% ao ano até atingir US$ 5,8 bilhões em 2022. Já o mercado de devices representará 38% de todo o investimento em TI no país (cerca de US$ 24,5 bilhões), com a venda de dispositivos de maior valor, e terá um papel importante no crescimento do setor no Brasil em 2019.

Para fazer o download do estudo completo, clique aqui.

Banco Votorantim abre inscrições para Programa de Estágio 2020

O Banco Votorantim está com inscrições abertas até o dia 16 de setembro para o seu Programa de Estágio 2020. No total, serão 20 vagas com bolsa auxílio de R$ 2.302,52, além de benefícios como plano médico e odontológico, vales refeição, alimentação e transporte, Gympass, horário e dress code flexíveis, e folga de aniversário.

O Banco Votorantim é o quinto maior banco privado brasileiro em ativos e um dos líderes em crédito ao consumo por meio da BV, sua marca de Varejo. Além disso, o Banco atua no mercado de atacado com soluções para Corporate & Investment Bank, Private Bank e Asset Management. Localizada na Zona Sul de São Paulo, a sede do Banco Votorantim fica ao lado da Estação Morumbi da CPTM, além de contar com transportes gratuito para a linha Lilás do Metrô.

Com o objetivo de estimular o autodesenvolvimento e proporcionar experiências de aprendizado, o Programa busca promover iniciativas que contribuam para a formação e avanço de carreiras desses jovens, em uma trilha de desenvolvimento que envolve, entre outras coisas, autoconhecimento, inovação e metodologia ágil.

“Temos uma cultura que valoriza a inovação e nos conectar com jovens talentos é uma das formas de fomentar nossa transformação. Nossa proposta é oferecer ferramentas para que os talentos se desenvolvam, trilhem os seus próprios caminhos e ainda somem ideias ao nosso time”, afirma Luciana Tieri, gerente Executiva de Recursos Humanos do Banco Votorantim.

Há cerca de três anos o Banco Votorantim iniciou o seu processo de transformação digital e cultural, que envolve a renovação do modelo de atuação dos times e a reformulação dos espaços, cada vez mais colaborativos, além de mudanças do dress code, conferindo um ambiente mais informal e criativo.

O resultado desse processo de transformação já é reconhecido pelos públicos interno e externo. A última pesquisa de clima, realizada no fim de 2018, apontou o índice de favorabilidade em 80%, colocando o Banco Votorantim no grupo de empresas que tem os 10% melhores resultados entre as que aplicam pesquisa da Korn Ferry. Em um vídeo aberto ao público, o interessado pode conferir um pouco mais de como é trabalhar na instituição.

O Banco Votorantim foi reconhecido pelos colaboradores como a 15ª empresa mais amada do Brasil no ranking do Love Mondays, atual Glassdoor, sendo a primeira entre as instituições financeiras. O Great Place to Work também reconheceu o Banco no ranking de 2019 das 150 Melhores Empresas para se trabalhar no país.

Para participar da seleção para o Programa de Estágio 2020, o estudante precisa estar dentro do período de formação em curso superior entre julho e dezembro de 2021, ser curioso e ter fome de conhecimento, além de noções de inglês e estar disposto a colocar a mão na massa com espírito transformador. Vale qualquer curso de graduação.

As inscrições devem ser feitas pelo link http://www.bancovotorantim.com.br/web/site/pt/banco/institucional/trabalhe-conosco/

Brasileiros estão comprando mais online e e-commerce cresce 7,3% em junho, de acordo com Mastercard

Os brasileiros estão cada vez mais comprando on-line e, com isso, as vendas de e-commerce subiram em junho, de acordo com a Mastercard SpendingPulse ™, que fornece insights sobre as tendências gerais de gastos de varejo em todos os tipos de pagamentos. As vendas de e-commerce cresceram 7,3% no mês em comparação com o mesmo período do ano anterior. Três setores – farmacêutico, de vestuário e eletrônicos – ajudaram a impulsionar o aumento do comércio online, com desempenho bem acima da média do canal.

Em junho, o volume total de vendas – incluindo e-commerce e vendas em lojas físicas com todos os tipos de pagamento – aumentou 0,5% no ano a ano (não considerando as vendas de automóveis e materiais de construção). Vestuário, produtos farmacêuticos e itens pessoais e domésticos superaram as vendas totais, enquanto os setores de móveis, eletrodomésticos, supermercados e combustíveis apresentaram desempenho abaixo do esperado.

“A confiança do consumidor está sendo testada devido à contínua incerteza econômica e política. Isso se reflete nas vendas totais no varejo, que eram essencialmente estáveis”, disse César Fukushima, Diretor de Análise Avançada da Mastercard no Brasil. “Dito isso, os varejistas online estão em uma posição mais favorável, com forte crescimento nos dois primeiros trimestres do ano”.

O segundo trimestre de 2019

Olhando para o segundo trimestre como um todo, o volume total de vendas no varejo fechou com uma leve desaceleração de 0,1% em relação ao mesmo período do ano passado. As vendas no varejo online subiram 8,0% no segundo trimestre, um pouco abaixo do crescimento de 10,2% no primeiro trimestre deste ano.

Desempenho das regiões brasileiras no primeiro trimestre: O Sul (1,7%) apresentou desempenho acima da média, enquanto o Norte (-1,9%), Nordeste (-0,6%), Sudeste (-0,6%) e Centro-Oeste (0,2%) ficaram abaixo do total do varejo, em relação ao mesmo período do ano anterior.

A MP da Liberdade Econômica e os fundos de venture capital

Por Marcelo Godke

Os fundos de investimento ocupam lugar importante na economia. Congregam capital de investidores de várias espécies.

Conseguem atrair grande quantidade de dinheiro e redirecioná-lo a empresas que dele necessitam, financiando e fomentando a atividade produtiva, a criação de riquezas e a geração e manutenção de empregos.

Mesmo os fundos meramente especulativos são importantes para o sistema econômico do País, pois ajudam a criar e aumentar a liquidez nos mercados.

No que diz respeito ao empreendedorismo e à inovação, os fundos de investimento possuem especial destaque.

Os fundos de venture capital são constantemente procurados para financiar novos negócios e empresas inovadoras. Podem investir em empresas recém-nascidas ou em outras que já tenham um pouco mais de tempo de vida. O mercado é variado e existe financiamento para as mais variadas startups.

Via de regra, os investidores gostam de saber o tamanho do risco que assumem ao investir. Isso se aplica também aos investidores de fundos de venture capital.

Em países em que se dá maior proteção aos investidores, notadamente naqueles em que se adota o common law como sistema jurídico, há formas societárias que cumprem tal função. Por exemplo, podem ser utilizadas as limited partnerships, em que coexistem os limited partners (com responsabilidade limitada) e os general partners (com responsabilidade ilimitada).

No Brasil, em tese, poderíamos utilizar as sociedades em comandita (simples ou por ações) para tal função, pois têm características similares às limited partnerships. Mas o problema que surge é de outra natureza, a saber, tributária.

Com efeito, a legislação brasileira determina a tributação de todas as pessoas jurídicas de maneira similar.

Se uma for estruturada para ter função econômica de fundo de investimento (seja ou não de venture capital), será tributariamente ineficiente a ponto de tornar proibitiva a utilização deste tipo de veículo de investimento em território nacional.

A solução encontrada, então, foi de não se utilizar pessoas jurídicas para tanto. A Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) baixou normativos que determinam serem os fundos de investimento verdadeiros condomínios, que não são tributados como as pessoas jurídicas normalmente o são. Assim, seriam “tributariamente neutros”.

Uma solução bastante engenhosa, que resolveu de maneira aparentemente brilhante a inadequação de nossa legislação tributária. É uma solução societária para um problema tributário.

Contudo, é verdadeiro remendo que criou outro problema: condomínios, nos termos da legislação brasileira, não têm como característica intrínseca a limitação da responsabilidade dos investidores.

Em outras palavras, não servem para delimitar os riscos que os investidores enfrentam ao investir nos fundos. Então, por serem condomínios, fazem que seus condôminos (os cotistas) carreguem consigo o risco de terem de assumir para si todo o passivo do fundo.

Agora entra em cena a MP 881, que institui a chamada “Declaração de Direitos de Liberdade Econômica” para estabelecer “normas de proteção à livre iniciativa e ao livre exercício de atividade econômica”.

Apesar de estar longe de ser perfeita, traz dispositivo importantíssimo para lidar com o problema da ilimitação da responsabilidade dos investidores em fundos de investimento.

A medida é bastante importante no que diz respeito ao fundos de venture capital, pois o índice de mortalidade das startups que recebem investimentos de tais fundos é altíssimo, sendo extremamente importante impor-se limite às possibilidades de perdas, para que os riscos sejam adequadamente mensurados.

A MP 881 insere novo artigo no Código Civil, de número 1.368-C. Tal dispositivo cria legalmente a categoria de fundos de investimento na forma de “condomínio de natureza especial” (já que os normativos editados pela CVM não possuem força de lei), de acordo com a redação dada pelo Congresso Nacional nos termos do Projeto de Lei de Conversão nº 17/2019.

Mas, tão importante quanto isso, o referido dispositivo também permitirá que os regulamentos dos fundos de investimento na forma de “condomínio de natureza especial” tenham como característica “a limitação da responsabilidade de cada investidor ao valor de suas cotas”.

Tal medida é essencial para o desenvolvimento do mercado de fundos de venture capital e permitirá que sejam feitos mais investimentos com muito mais segurança. É verdadeiro incentivo bem-vindo em nosso mercado e mais iniciativas deste estilo devem ser implementadas.

Marcelo Godke, sócio da Godke Advogados e mestre pela Universiteit Leiden (Holanda) e Columbia University. É professor da FAAP, Insper e do CEU Law School.

Resultados Digitais recebe aporte de R$ 200 milhões

A Resultados Digitais, líder no desenvolvimento de software (SaaS) voltado para o crescimento de médias e pequenas empresas, anunciou hoje uma nova rodada de investimentos (Série D) liderada pela norte-americana Riverwood Capital. O aporte, no valor de R$ 200 milhões, é o mais alto já recebido por uma empresa latino-americana no segmento SaaS (software-as-a-service).

Riverwood Capital junta-se aos outros cinco acionistas da empresa – TPG Growth, DGF Investimentos, Redpoint eventures, Astella Investimentos, Endeavor Catalyst – para acompanhar a expansão da RD no Brasil e em países emergentes e para consolidar o RD Station como a melhor plataforma de marketing e vendas para médias e pequenas empresas.

Com expertise global e grande presença na América Latina, a Riverwood Capital apoia o crescimento e a escalabilidade de empresas de tecnologia, como Druva, GoPro, Nutanix e Spreadfast, entre outros, além de líderes, como a Globant (IPO na NYSE em 2014) e 99 (vendida para Didi em 2018). “Estamos muito orgulhosos por fazer parte da equipe RD e de seu plano de tornar-se uma das melhores empresas de software na América Latina, apoiando médias e pequenas empresas da região com ferramentas digitais para que vendam mais e consigam escalar os seus negócios”, afirma Francisco Alvarez Demalde, Co-Fundador e Sócio de Riverwood Capital. “A Resultados Digitais possui um enorme potencial de crescimento – tanto no Brasil, quanto internacionalmente -, além de um histórico de alto desempenho e uma equipe comprometida. Estamos confiantes de que é uma empresa que vai gerar um impacto ainda mais significativo e impulsionar todo o ecossistema”, afirma Joaquim Lima, Diretor Geral da Riverwood Capital.

Nascida em Florianópolis, em 2011, a Resultados Digitais instituiu o que chama de “máquina de crescimento”, uma metodologia que ajuda empresas de todos os segmentos a estruturar e executar estratégias sólidas de marketing e vendas com foco em resultados reais e de longo prazo. Usando sua própria metodologia, a RD manteve uma curva ascendente de crescimento e hoje conta com mais de 700 funcionários e 13000 clientes em 20 países.

“O novo investimento mostra que estamos no caminho certo e que o nosso trabalho tem um importante impacto econômico à medida que desenvolve comunidades, gera empregos e negócios. As médias e pequenas empresas têm cada vez mais adotado plataformas na nuvem, pois são de fácil adoção, permitem escalabilidade e são muito mais acessíveis em termos financeiros, garantindo um retorno claro sobre o investimento”, afirma Eric Santos, CEO da Resultados Digitais. “Além do software, a RD sempre se preocupou em educar o mercado e fomentar o ecossistema de parceiros de serviços e de tecnologia, algo essencial para um mercado como o Brasil”, complementa.

Em 2018, a empresa iniciou sua expansão geográfica e, além de abrir escritórios em Joinville e São Paulo, também estabeleceu as primeiras bases na Colômbia e no México, países-chave para a expansão regional. Hoje já possui mais de 600 clientes nesses países. Outro passo importante tomado pela empresa no ano passado foi a aquisição da Plug CRM, o que trouxe o componente “vendas” à plataforma RD Station.

Segundo Eric, o novo aporte deve focar em quatro pilares:

Produto: alto investimento em pesquisa e desenvolvimento para manter e evoluir a liderança dos produtos de marketing e vendas, reforçar a plataforma e integrações com aplicações de parceiros, além de aprofundar as soluções de automação e inteligência através do uso de AI e machine learning;

Experiência do cliente: ampliação da estrutura de sucesso e experiência do cliente, com alto investimento em educação e suporte ao ecossistema;
Pessoas: fortalecimento e ampliação da equipe com os melhores talentos do mercado, proporcionado por um ambiente de constante desenvolvimento e inovação.

Expansão internacional: consolidação das operações de Colômbia e México, além da expansão para outros mercados emergentes replicando o modelo de negócios.

Logística para e-commerce: o desafio de soluções logísticas para uma indústria em evolução

A DHL, empresa global líder em logística, apresentou seu último relatório sobre a evolução da cadeia de suprimentos no setor de e-commerce. O estudo revela que 70% das empresas B2C e 60% das empresas B2B ainda estão trabalhando para alcançar a implementação de uma estratégia logística integral, e 70% dos entrevistados classificam o e-commerce como “muito importante” ou “extremamente importante” para seus negócios em termos de volume de vendas e receita.

O relatório foi elaborado com base em uma pesquisa global com a participação de cerca de 900 diretores de logística e supply chain vinculados ao e-commerce. Os entrevistados atuam nos principais setores da indústria, incluindo varejo, bens de consumo, saúde, tecnologia, automotivo, engenharia e manufatura.

O estudo, intitulado “The e-commerce supply chain: Overcoming growing pains”, também descobriu as principais barreiras para a implementação total de uma estratégia de logística, que incluem mudanças nas expectativas dos clientes, no ritmo de entrega e nas limitações da infraestrutura existente.

Nabil Malouli, Global e-Commerce Product lead da DHL Supply Chain disse: “O novo estudo mostra a importância crítica de colocar as expectativas dos clientes como o centro de qualquer estratégia de e-commerce. A dificuldade é que, ao fazer isso, as empresas estão tentando alcançar um objetivo em constante mudança”.

“Chegamos a um ponto em que as demandas dos clientes evoluem constantemente e as empresas estão sob enorme pressão para manter-se atualizadas. Elas vivem um processo contínuo de adaptação de seus modelos de e-commerce para atender às constantes mudanças, o que se torna um verdadeiro desafio para alcançar a implementação integral de seus planos de e-commerce”, acrescenta Malouli.

Apesar disso, está claro que o setor de supply chain deve continuar focando-se na satisfação dos consumidores. Deve ser também ágil o suficiente para responder a novos modelos de negócios, a expectativas de serviço e às necessidades tecnológicas dos compradores, a fim de reter os clientes existentes e atrair novos.

A evolução da demanda por e-commerce indica que, nos próximos 3 a 5 anos, mais de 50% das empresas farão algum tipo de mudança em sua estratégia de distribuição. Para lidar com essa pressão, muitas empresas estão optando por fazer parcerias com operadores logísticos independentes (3PL), com os quais conseguem aumentar seus recursos e suas capacidades internas a fim de escalar de forma rápida e eficaz e, desta maneira, explorar todas as oportunidades oferecidas pelo e-commerce.

Malouli acrescentou: “O que as empresas precisam neste processo varia dependendo do ponto em que elas se encontram neste caminho, já que todas estão em diferentes estágios de implementação da estratégia de e-commerce”.

Esse cenário também se aplica aos principais países Latino-americanos, principalmente Brasil, Colômbia, México, Chile e Argentina. Com diferentes taxas de crescimento e níveis de infraestrutura, os desafios são distintos, mas nada é simples no mercado de e-commerce.

O Brasil, por exemplo, se encontra em um momento de grande transformação e desenvolvimento nesta área. “O mercado de e-commerce cresceu dois dígitos nos últimos anos e ainda tem muitas opções de expansão. Tanto que muitas empresas, de diferentes segmentos e tamanhos, estão investindo fortemente nesta área e a logística tem que acompanhar este desenvolvimento”, afirma Luiz Moreira, CCO de Desenvolvimento de Negócios da DHL Supply Chain América Latina.

“No e-commerce, o que aparenta ser simples, operacionalmente é desafiador. Primeiro, há o desafio de mover o estoque de vários fornecedores para perto dos consumidores, mantendo uma enorme variedade de itens em estoque e atendendo a uma expectativa de agilidade que vira a questão central da logística para o comércio eletrônico. Ao mesmo tempo, esta demanda pode ser bastante volátil, requerendo habilidade para gerenciar picos de recursos humanos e transportes”, acrescenta Moreira.

Para obter informações detalhadas sobre os resultados desta pesquisa e conhecer como o setor de supply chain segue evoluindo diante dos desafios impostos pelo e-commerce, faça o download do relatório em app.supplychain.dhl.com/e/er?s=1897772577&lid=4444

Cientista de dados: a profissão do futuro

Por George Paiva, diretor de Recursos Humanos da Orange Business Services

Dados e pessoas: essas são as bases da segunda onda de transformação digital. Para as empresas, cuidar desses dois elementos será vital não só para o crescimento do negócio e das receitas, mas também para sobreviver. Diante disso, o profissional que consegue aliar o conhecimento técnico de TI com a inteligência no gerenciamento dos dados tem um futuro promissor.

O cientista de dados pode ter formação em ciência da computação, matemática, estatística, engenharia ou em áreas correlatas. O mais importante é a visão estratégica, o olhar para tendências, o “pensar fora da caixa”, a curiosidade e a vontade de solucionar problemas.

As estatísticas ajudam a entender a importância do assunto. Em 2017, tive acesso a um estudo da consultoria Constellation Research que trazia números significativos: 75% das 105 companhias entrevistadas estavam imersas em atividades de análise de dados, e 1/3 delas afirmava que seus investimentos em dados estavam aumentando significativamente. Se há dois anos esse assunto já era relevante para o mundo corporativo, hoje ele se tornou essencial.

A importância dessa cultura de dados leva mais e mais empresas a buscarem soluções tecnológicas como a Inteligência Artificial, a Internet das Coisas (IoT), e o sistema Blockchain. A IDC (International Data Corporation) prevê que os investimentos na transformação digital chegarão a US$ 1,2 trilhão ainda neste ano.

Estamos diante de uma nova moeda no mundo digital, e o grande desafio das empresas é saber o que fazer com essa quantidade enorme de dados para melhorar processos e serviços.

A habilidade de cruzar informações para criar insights diferenciados dentro das organizações é o que torna o cientista de dados o profissional mais requisitado da segunda era de transformação digital. Nesse cenário, a TI deixa de ser um gasto e passa a ser um ativo das companhias.

O primeiro passo dessa transformação é criar uma cultura de dados na empresa, levando em conta a importância deles para a otimização dos serviços e a capacidade que eles têm de melhorar a experiência e o engajamento do consumidor. Isso vai exigir do profissional de TI uma proximidade cada vez maior com o cliente, a fim de entender suas demandas e trazer soluções.

Se você é profissional de TI e deseja seguir por esse caminho, recomendo atualizar-se com cursos, workshops e paineis. Faça também networking e, o mais importante, tenha uma visão mercadológica do seu trabalho. Reconheça a tecnologia da informação como um ativo importante e estratégico dentro de qualquer negócio, pois o futuro bate à sua porta trazendo com ele oportunidades infindáveis.

Inovação Disruptiva e Gêmeo Digital, qual o ponto de encontro?

Por Fernando Munhoz Motta

Popularizada entre os empreendedores do Vale do Silício, a teoria da Inovação Disruptiva foi criada por um professor de Harvard, Clayton M. Christensen, e se baseia no conceito de mudar o estado atual de uma tecnologia, produto ou serviço por meio de características inovadoras em vez de evolutivas, que consistem somente em melhorias nos produtos existentes, ou seja, não desenvolvem novidades.

Já o termo Gêmeo Digital, do inglês “Digital Twin (DTO) “, define uma cópia digital da realidade, que permite simular todos os processos de uma empresa e obter respostas em um ambiente seguro e sem riscos, fidedigno ao modelo real. Com isso, torna-se possível validar a aplicabilidade das ideias e analisar cenários simulando os resultados esperados. Por exemplo, pode verificar se o processo será capaz de suportar uma demanda projetada, o que significa tempo hábil para a tomada de decisão. Ou seja, chega de apagar incêndios!

A execução do Gêmeo Digital se dá por meio de tecnologias como a Internet das Coisas, Inteligência Artificial e técnicas que permitem uma rede inteligente, conectada e autônoma de pessoas, objetos e serviços. O termo nasceu a partir da demanda de consumidores cada vez mais exigentes e voláteis, que não permitem erros.

Na última grande conferência do Gartner, a consultoria apontou dez tendências tecnológicas estratégicas para 2019. Uma delas, os Gêmeos Digitais. Por que? Com essa cópia da realidade, os empresários possuem mais controle e gerenciamento da sua companhia e, assim, ganham mais qualidade, flexibilidade e produtividade em todos os processos.

Mas qual o ponto de encontro entre as tendências da Inovação Disruptiva e dos Gêmeos Digitais? Em soluções que permitem, a partir de dados coletados em diversas fontes, realizar um mapeamento dos processos da empresa, com base em fatos e não apenas suposições. Desta forma, os tomadores de decisões conseguem inovar com disrupção e sem se preocupar com os possíveis impactos em suas operações. É aqui que essas duas tendências se convergem.

Para chegar a esse patamar é preciso aplicar os conceitos de Process Intelligence, Data Analytics e Machine Learning para espelhar as empresas e, assim, gerar o seu Gêmeo Digital. Com isso, cada passo pode ser monitorado, em tempo real, possibilitando a análise, a simulação e a validação das ideias antes da sua aplicação. Por meio dessas tecnologias também são identificadas as variáveis do processo, e não apenas o “caminho feliz” ou a “única saída”, além dos gargalos, das atividades desnecessárias, dos retrabalhos, dos problemas de compliance, das pessoas envolvidas, entre outros.

Outro trunfo é a possibilidade de comparar processos, sobrepondo-os para evidenciar as semelhanças e diferenças, aplicando também filtros sobre as dimensões do processo e os analisando sob diversas óticas. O intuito é possibilitar a identificação das diferenças de desempenho, do custo e do tempo. E o melhor, essa análise permite que o executivo controle a sua empresa em tempo real! Parece um sonho, não é mesmo? Mas são os conceitos de disrupção e cópia digital aplicados em tecnologias!

O Gêmeo Digital permite que as empresas suportem a sua jornada por meio de uma ferramenta que mapeia processos olhando para os dados do passado e identificando os reais problemas nos processos e as oportunidades de melhoria para, assim, caminhar em direção ao futuro rumo à Transformação Digital! Vamos navegar nessa jornada?

Fernando Munhoz Motta, Process Intelligence Leader na gA, companhia global de tecnologia que utiliza plataformas digitais e serviços de transformação para capacitar grandes empresas nas Américas e na Europa.