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Como fidelizar clientes e aumentar sua renda

De acordo com um estudo do Sebrae, a falta de clientes é a maior dificuldade enfrentada por empresas nos inícios das atividades, afetando 29% dos negócios. Sabe-se que, para que consigam destaque no mercado, sobrevivendo à concorrência, conquistar o consumidor é uma peça chave. Entretanto, para atraí-lo, é necessário pensar além da qualidade de um produto ou serviço, mas também na experiência completa de compra.

Empresas que mantêm o foco na fidelização de clientes garantem uma grande quantidade de porta-vozes para a marca, aumentando sua renda. Além disso, o consumidor fidelizado estará disposto a investir maiores valores para adquirir os produtos oferecidos.

De acordo com Philip Kotler, considerado o pai do marketing moderno, manter uma boa relação com um cliente atual também é vantajoso por custar de 5 a 7 vezes menos do que conquistar um novo.

Para auxiliar no processo, Emilia D’Anzica, sócia e head de customer success da consultoria Winning by Design, dá seis recomendações que podem fazer a diferença no seu negócio.

D’Anzica é uma das palestrantes da trilha de ‘Marketing e Vendas de Resultado’ no We Are Omie 2019. O evento é organizado pela fintech Omie e acontece no dia 8 de agosto em São Paulo (SP).

1- Busque impactar o consumidor

Para Emília D’Anzica, o encantamento é uma consequência do impacto que a marca causa no cliente. Para isso, é importante que as empresas entendam o que estão oferecendo e quais dores pretendem sanar.

2- Mantenha as informações internas alinhadas

A consultora aponta que, para evitar a falta de alinhamento entre toda a empresa, um dos maiores erros que costumam ser cometidos, é preciso estabelecer um entendimento acerca do que pode ser oferecido e cuidar para que não ocorram distorções.

3- Estimule o contato

É importante conhecer seu público e estar sempre aberto a diálogos. Segundo D’Anzica, no que diz respeito à digitalização, por exemplo, para introduzir uma nova tecnologia para seus clientes, é preciso intensificar o contato com eles, levando o máximo de informações possível sobre as novidades.

4 – Ofereça treinamentos para aprimorar sua equipe

Para Emília, uma estratégia simples pode colaborar com o aperfeiçoamento de equipes quando se trata de lidar com o público: simule situações com as quais alguns funcionários já tenham lidado e ofereça de 5 a 10 minutos para que o time encontre as melhores formas enfrentar o desafio, afinal, é melhor que estejam praticando um com os outros do que cometam deslizes com clientes.

5 – Tenha pessoas dedicadas a determinadas funções

Ao começar um negócio, é comum que as funções se acumulem e que sejam planejadas de acordo com as prioridades iniciais. Uma vez que a empresa amadurece, é preciso iniciar o engajamento. Para isso, é importante ter pelo menos uma pessoa dedicada a áreas como sucesso do cliente.

6 – Não espere um problema para agir

Emilia afirma já viu empresas começarem a se preocupar tarde demais, quando já existe de fato um problema. “Elas deveriam ter uma educação proativa, constantemente ouvindo o cliente, observando como ele está usando seu produto, para então serem capazes de antecipar suas necessidades futuras”.

Gartner alerta que a maioria das empresas não conseguirá implementar novas formas de trabalho digital até 2021

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, alerta que, até 2021, apenas um quarto das organizações de médio e grande porte conseguirá implementar novas formas de trabalho em pelo menos 80% de suas iniciativas e projetos. Entre os modelos de trabalho incluem processos de tomada de decisão distribuída, trabalho virtual e remoto e espaços de trabalho físicos redesenhados.

“As iniciativas digitais no local de trabalho não podem ser tratadas exclusivamente como uma iniciativa de tecnologia”, afirma Carol Rozwell, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner. “Quando as ações são executadas como uma série de lançamentos de tecnologia, o envolvimento dos funcionários e a abordagem da mudança cultural associada são deixados para trás. O sucesso do local de trabalho digital é impossível sem isso”.

Mudança Emergente das Lideranças – Uma nova abordagem para lidar com as demandas de transformação constante dos negócios está surgindo para os líderes, com a expansão do trabalho digital – o que tem mudado a forma de liderança. Para o Gartner, “os líderes do trabalho digital devem perceber que seu papel de orquestrador da mudança está se afastando de práticas de liderança previamente arraigadas, que viam os funcionários como um grupo resistente à mudança. Em vez disso, é preciso envolvê-los na cocriação deste novo caminho”.

Trabalho Digital e a formação de uma “Equipe nível A” – À medida que os líderes dessa nova era de trabalho digital mudam seus pensamentos e ações em direção a projetos orientados para as pessoas, eles podem inspirar e engajar uma “equipe” interdisciplinar para ajudar a criar estratégias para impulsionar os novos modos de trabalho dentro das empresas. Essa “equipe” – extraída das áreas de TI, gerenciamento de instalações, recursos humanos e partes interessadas nos negócios – serão a base para o líder entender como as novas tecnologias, processos e estilos de trabalho melhorarão a experiência geral dos funcionários e permitirão que eles realizem um trabalho de missão crítica com mais eficiência. No final, as organizações que reservam tempo para investir na experiência dos funcionários obterão uma melhoria de 10%, em média, nos índices de engajamento de suas equipes.

O Papel da Unidade de Negócios – Os programas bem-sucedidos da nova era de trabalho digital falam menos de tecnologia e mais sobre o que afeta a experiência do funcionário e as mudanças necessárias no ambiente de trabalho. “O líder da unidade de negócios é o defensor de uma nova maneira de trabalhar no ambiente de trabalho digital. Essa é a pessoa que identifica os resultados de negócios desejados, desenvolve o caso de negócios e estabelece as medidas pelas quais o sucesso é determinado. Sem envolver os líderes das unidades de negócios, será impossível lidar com o escopo das mudanças necessárias”, diz Rozwell.

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Pesquisa revela relação das pessoas com bancos digitais

A Cantarino Brasileiro, especializada na geração de conteúdo de valor para inovação dos negócios, em parceria com a Exceda, lança, durante o Ciab Febraban, a pesquisa “Banco Digital 2019”. Em sua segunda edição, o estudo registra tendências e insights fundamentais para medir a relação dos clientes com os bancos e identificar as novas formas de interação entre eles. Para tanto, em fevereiro deste ano, foram feitas 1.005 entrevistas, segmentadas em categorias como sexo, faixa etária e classe social, com internautas de todas as regiões do Brasil.

“O objetivo é entender como o consumidor avalia o uso dos bancos de maneira geral, e dos bancos digitais de forma particular, além da disposição de troca dos tradicionais pelos neobanks e os critérios que as pessoas levam em conta para isto,” comenta o fundador da Cantarino Brasileiro, Marcos Cantarino.

Como em 2017, quando foi feita a primeira edição da pesquisa, o perfil predominante dos usuários de bancos digitais, em 2019, continua sendo de jovens (48%), homens (54%), de classe média e alta (55% e 16%) das regiões Sudeste e Sul (74%).

Para mensurar o grau de lealdade dos clientes de bancos digitais, o estudo ponderou o Net Promoter Score – NPS – e registrou queda de oito pontos percentuais, de 38,7 para 30,7%, de 2017 para 2019. Por outro lado, o investimento em serviços e contas digitais feito por bancos tradicionais gerou resultados. As iniciativas ampliaram o NPS de seus correntistas de 11,3 para 17,5%. Mas a satisfação com os bancos digitais ainda é maior do que com bancos tradicionais (30,7 x 17,5%).

 

Em que banco você tem conta?
Quando perguntados em qual banco possui conta atualmente, tendo como opções “Só Digital”, “Só Tradicional” e “Ambas”, 15% dos entrevistados ficaram com a última alternativa. A opção “Só Tradicional” foi apontada por 82% dos participantes. Os que usam unicamente bancos digitais são 3% da amostra, mesmo patamar do estudo anterior.

Trocar o banco tradicional pelo digital
O conhecimento sobre os bancos digitais é alto, mesmo para quem não os utiliza. No entanto, a disposição destes em abrir uma conta em um neobank registrou queda de 2017 para 2019. A opção “Totalmente Dispostos” foi de 28 para 20% e a nota média também caiu, de 7,2 na primeira edição da pesquisa, para 6,1 em 2019.

Para quem não tem conta em banco digital, o pagamento de taxas perdeu importância em 2019 e foi de 46 para 28%. Os principais quesitos considerados por eles para trocar um banco tradicional por um digital são “não ter que ir ao banco” (32%) e “acesso 24 horas” (29%). Para os demais, a taxa continua sendo o principal critério de escolha de um banco. Seguido da tradição e confiança.

A segurança continua sendo critério fundamental em um banco digital, mas o estudo descobriu que é baixo o conhecimento sobre a ação de hackers. E mesmo os que conhecem não tomaram atitudes muito concretas para sua proteção. O levantamento conta ainda com dados sobre o uso de canais de atendimento, o que os entrevistados apontam como fundamental para bancos tradicionais e digitais, entre várias outras informações. O estudo completo está disponível para assinantes do Monitor Banco Digital. Para fazer a reserva, entrar no link.

Monitor Banco Digital, desenvolvido pela Cantarino Brasileiro, é um centro de estudos exclusivos sobre bancos digitais ou neobanks. A iniciativa aporta conhecimento acurado, em um relatório periódico por assinatura, com entrevistas exclusivas, pesquisas inéditas, informações sobre o mercado europeu, americano e asiático; sobre concorrência, produtos, fornecedores e tecnologia aplicadas a bancos digitais. O objetivo é ter um raio X das empresas “entrantes” no mercado bancário e levar informações direcionadas e relevantes para apoiar bancos novos e tradicionais na definição de estratégias para posicionar suas ações e produtos.

Cisco conecta ambientes adversos e locais remotos ao limite da IoT com segurança

Indústrias químicas, refinarias de petróleo e mineradoras estão entre os ambientes de trabalho mais desafiadores. Nesses setores, a conectividade e os dados são essenciais para os negócios, pois paralisações na produção impactam o resultado financeiro e a segurança dos trabalhadores. A Cisco agora lança novas tecnologias de rede específicas para resistirem às condições rigorosas dos ambientes mais extremos e, ao mesmo tempo, fornece às equipes de TI e OT capacidades de rede baseada em intenção para dar escala e velocidade a projetos de IoT.

As inovações em IoT da Cisco incluem:

• Acesso reforçado: os switches e access points Catalyst Heavy Duty são projetados para resistirem a exposições prolongadas de poeira, água e outras condições ambientais extremas. Esses produtos, com classificação IP67, são gerenciados pelo Cisco DNA Center, que fornece gerenciamento universal, garantia de rede e segmentação entre os ambientes de campus, filial e tecnologia operacional (OT, da sigla em inglês).

• SD-WAN para o limite da IoT: O novo Cisco Industrial Router agora suporta o Cisco SD-WAN com capacidades para conectar lo cais remotos com segurança e aumentar o desempenho de aplicações. Trata-se da primeira solução SD-WAN criada para clientes industriais de IoT.

• Segurança de ambientes de OT: a Cisco anunciou recentemente sua intenção de adquirir a Sentryo a fim de oferecer uma visão inédita sobre os dispositivos de OT, permitindo que as equipes de TI colaborem e protejam essas importantes redes. Isso inclui dispositivos que rodam em infraestrutura crítica, desde companhias elétricas, refinarias de petróleo até operações de manufaturas e depósitos de distribuição.

“Uma conexão segura é a base de qualquer implantação de IoT”, afirma Liz Centoni, vice-presidente sênior e gerente geral de IoT da Cisco. “Ao levar a rede baseada em intenção para o limite da IoT, estamos ajudando as equipes de TI e OT a trabalharem juntas para reduzir a complexidade operacional, impulsionar os resultados financeiros e melhorar a segurança no trabalho.”

A rede baseada em intenção representa uma mudança fundamental em como as redes são construídas e gerenciadas. Afastando-se os métodos manuais e demorados com os quais as redes tradicionalmente são gerenciadas, essas redes modernas captam a intenção do negócio e a traduzem em políticas de rede. Com a rede baseada em intenção sendo levada a clientes na IoT, as organizações ganham a capacidade de aumentar sua escala de forma automatizada, bem como a flexibilidade de conectar sua infraestrutura legada e futura, por exemplo com o 5G, ao mesmo tempo em que conectam tudo isso com segurança graças à proteção integrada e em camadas.

Inovação no ecossistema

Para a indústria de óleo e gás, insights melhores significam tempo de funcionamento das máquinas melhorado, manutenção preditiva e risco reduzido para os trabalhadores. Por isso é que a Cisco e a Emerson estão trabalhando juntas para apresentar ao mercado uma solução conjunta que combine o estado da arte em redes sem fio com os melhores sistemas de controle de processos do setor.

“Ao integrar o novo access point resistente da Cisco ao gateway de última geração WirelessHART, da Emerson, podemos utilizar dados coletados por sensores em ativos críticos para eliminar pontos cegos e melhorar a produtividade e a segurança de suas operações”, afirma Bob Karschnia, vice-presidente e gerente geral de produtos sem fio da unidade de Soluções de Automação da Emerson.

Com as redes tornando-se cada vez mais programáveis, o ecossistema de parceiros e desenvolvedores da Cisco é crucial para a geração de inovações. O programa de desenvolvedores da Cisco, DevNet, conta com um conjunto de ferramentas para desenvolvedores a fim de impulsionar a inovação na borda da IoT. Parceiros que estão nesse ecossistema agora têm uma maneira consistente de construir e gerenciar aplicações na borda e dar a flexibilidade a mais de que os clientes precisam para viabilizarem resultados comerciais melhores. O IoT Developer Center oferece uma gama completa de materiais didáticos, ferramentas de desenvolvimento e recursos de suporte para que os parceiros possam começar já a construir soluções e aplicações.

Serviços e Disponibilidade

• O roteador Cisco IR1101 já está disponível. O switch da série Catalyst IE3400 Heavy Duty será disponibilizado no meio do ano, com os access points da série Catalyst IW6300 Heavy Duty sendo disponibilizados na segunda metade do segundo semestre.

• A Cisco Services ajuda a implantar, gerenciar, escalar e proteger as soluções da Cisco para a IoT com um ciclo abrangente de serviços técnicos, assessoria, implementação, integração de software, otimização e treinamento de TI.

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O esforço coletivo para a recuperação econômica e dos negócios no Brasil

Por Jorge Sukarie, vice-presidente do conselho da ABES

O Brasil se encaminha para fechar um período de 40 anos com duas décadas perdidas. Apesar de ainda termos de contabilizar o ano de 2019 e de 2020, mas já com base na expectativa dos economistas, não está difícil de se esperar que teremos mais uma década decepcionante, com um crescimento pífio, ao redor de 9%, praticamente, metade do que crescemos na década de 80, conhecida como a década perdida, quando o crescimento foi um pouco superior a 18%.

Esta constatação foi divulgada num recente estudo publicado pela Goldman Sachs (a mesma que criou o termo “BRICS”, em 2001) chamado “Brazil: Two Lost Decades in Forty Years – Could it lose half a century?”, em que eles compararam o crescimento do PIB no Brasil em três períodos de 40 anos consecutivos (1900 – 1940, 1940 -1980 e 1980 – 2020).

Sabemos que em um período tão longo, e em momentos históricos tão distintos, não é tão simples utilizar o PIB como métrica de avaliação de desenvolvimento econômico, mas estes resultados são, sem dúvida, uma provocação para avaliarmos o que queremos do Brasil no futuro.

Entre 1900 e 1940, o PIB Brasileiro cresceu algo em torno de 461%, com crescimentos superiores a 50% em cada uma de suas décadas. Já entre 1940 e 1980, o crescimento do PIB foi ainda maior e superou 1.436%, o que dá uma média de crescimento anual de 7%. Estamos próximos de fechar o terceiro período de 40 anos, de 1980 a 2020, quando não devemos chegar a 140% de crescimento do PIB, ainda tendo na última década deste período (2010- 2020), um desempenho que foi a metade do resultado da década de 80, considerada historicamente como a década perdida no Brasil.

Não que eu concorde plenamente com a comparação simplista do PIB entre os períodos apontados no estudo, que aliás, preciso fazer justiça e mencionar que os autores também fazem várias ressalvas a este conceito, mas é difícil ficar indiferente com as constatações divulgadas, especial em se tratando do Brasil, que é o País onde vivemos e que queremos deixar do melhor jeito possível para nossos filhos e netos.

Já está mais do que na hora da sociedade brasileira se mobilizar para virarmos a mesa e fazermos as coisas mudarem de fato. Entendo que as mudanças já começaram com o combate à corrupção que vimos nos últimos anos e precisamos apoiar para que prossiga. Precisamos agora pressionar o Congresso para aprovar a Nova Previdência (notem que já mudei e não a chamei propositalmente de Reforma da Previdência). Não que a Nova Previdência sozinha vá resolver todos os problemas e gargalos do País. Mas, sem ela, não conseguiremos sequer sobreviver economicamente em pouco tempo. Precisamos nos mobilizar e esclarecer às pessoas ao nosso redor que, eventualmente, ainda não estejam convencidas da necessidade da aprovação da Nova Previdência, e garantir que a maioria da população pressione o Congresso para se aprovar uma Previdência viável para o Brasil.

Aprovada a Nova Previdência, partiremos para novos aperfeiçoamentos para garantir a segurança jurídica e viabilidade econômica de se investir no Brasil. Entre eles, podemos mencionar a Reforma Tributária, que também é urgente, a Reforma Política, a redução do Estado, entre tantas outras ações que podemos discutir para buscar a melhoria do ambiente de negócios no Brasil.

Eu já comecei a minha parte. Além de ser um otimista contumaz com o futuro do Brasil, tenho procurado esclarecer às pessoas ao meu redor da importância da aprovação da Nova Previdência para garantirmos a viabilidade do País no futuro próximo e de que ela será um grande passo para que a recuperação econômica aconteça de fato, além de ser um marco importante para as demais mudanças que precisaremos promover para que o Brasil se torne realmente um País atrativo ao mundo dos negócios.

Atirar para todos os lados não ajuda o profissional a se recolocar no mercado, afirma especialista de Catho

Enviando diversos currículos e sem nenhum retorno por parte das empresas? Isso pode ter uma explicação. Segundo dados levantados pela Catho, 78% dos profissionais se candidatam para vagas dentro e fora de área de atuação. A ação no entanto, nem sempre traz os resultados esperados, diminuindo ainda mais as chances do profissional em ser percebido por parte do recrutador.

Ainda que o profissional tenha necessidade de recolocação rápida, é indispensável que exista aderência entre a vaga e as atribuições do candidato. Do contrário, o profissional dedica um tempo muito maior para a pesquisa das vagas e possui um retorno muito baixo por parte das empresas, que optam sempre por aqueles que possuem o perfil adequado.

Para Bianca Machado, gerente sênior da Catho, “atirar” para todos os lados não ajuda o profissional a se recolocar no mercado de trabalho. “O ideal é que o candidato estude as habilidades citadas na descrição da vaga, compare as atividades – de forma sincera – com o que efetivamente já fez em sua carreira e considere os níveis de compatibilidade com a vaga. Mesmo que não seja de forma completa, o profissional precisa encontrar pontos de sinergia com a oportunidade de emprego”, afirma a gestora.

A profissional ainda explica que para o recrutador é negativo quando ele descobre que o candidato, na verdade, nunca passou por tal experiência e mesmo assim se candidatou para “aquela vaga” estratégica e urgente!

“Tenha certeza que a empresa vai buscar exatamente as características descritas. O trabalho do recrutador também é avaliado pela qualidade dos candidatos que aprova para o gestor da vaga, ou seja, dificilmente o recrutador quer se expor e errar na escolha de quem passou pela sua triagem”, reforça a profissional.

CQCS Insurtech & Inovação 2019 reuniu 1.400 pessoas em dois dias de debates sobre a evolução de mercado de seguros

O mais relevante evento de inovação e tecnologia do setor de seguros da América Latina, promovido pelo CQCS – Centro de Qualificação do Corretor de Seguros e realizado pela Q’erus Expansão e Conhecimento reuniu 1.400 participantes e 54 apoiadores no Centro de Evento Pro Magno nos dias 12 e 13 de junho.

Com painéis que debateram temas como riscos cibernéticos, a atuação das startups, regulação, tecnologia, metodologia e muitas outros, que permeiam o mercado de seguros, o evento reuniu nomes internacionais como Jonh Drzik, presidente da Marsh Global Risks and Digital, Jonathan Kalman, sócio e fundador da EOS Venture Partners e Dra. Leena Johns, vice presidente global de Healthcare da MetLife.

Gustavo Doria, idealizador do evento, lançou uma grande novidade ao público: a criação da CQCS SegLab. “Vamos executar a ideia de um hub físico de inovação, mais precisamente um prédio. Queremos reunir em um só lugar seguradoras, resseguradoras, insuretechs e escritórios de advocacia,todos trabalhando em um mesmo edifício, como espaços de trabalho compartilhado”, conta Gustavo. O objetivo é ser a primeira no mundo em multimarcas que reúna esse segmento de mercado.

Entre os executivos internacionais, John Drzik, presidente da Marsh Global Risk and Digital, trouxe um debate pautado em gerenciamento de riscos e mudanças no capital de organizações.

Um dos grandes momentos registrados foi a participação da Doutora Leena Johns, vice presidente global de Healthcare da MetLife e também palestrou e pontou sobre a necessidade de uma análise de dados coerente e a unificação dessas informações para um mapeamento que diagnostique com veracidade a real situação das empresas. “Com uma boa análise dos dados conseguimos, por exemplo, mapear todas as doenças clínicas do quadro de funcionários de um escritório e propor soluções ou caminhos a serem seguidos”, finalizou.

Completando o quadro de palestrantes internacionais estava Jonathan Kalman, sócio e fundador da EOS Venture Partners. Para o executivo “A tecnologia está criando uma transformação inédita que vai impactar todo o mercado de seguros. Se olharmos para daqui a 10 anos a indústria terá que ter se reinventado. É importante que as empresas tenham consciência de que essas mudanças são necessárias. A inovação e a tecnologia não vão desaparecer. Isso é importante frisar” afirma Kalman.

As tendências do setor ressaltadas pelo especialista são a Inteligência Artificial e APIs que possuem a capacidade que conectar serviços e os seguros On Demand, ou seja, apenas demandas rápidas. “Esses produtos são parte da história daqui para frente e é assim que precisamos pensar na distribuição de apólices”, finaliza Kalman.

Sobre o panorama geral do setor Gustavo Dória reforçou que “hoje o mundo atua em modo de coworking, onde todos os setores se complementam para a criação de novos serviços que atendam às demandas atuais dos consumidores. Nós somos guardiões dos sonhos e conquistas da sociedade. O seguro é um aliado das pessoas e não um mal necessário queremos reforçar isso. Qual o futuro dessa proteção é a grande questão a ser discutida nesse evento”, completou Dória.

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Fintech Mutual capta R$ 4 milhões em maior rodada online de investimento em startups do Brasil

A fintech Mutual, que viabiliza o empréstimo entre pessoas, conectando quem precisa de dinheiro com quem quer emprestar, captou R$ 4 milhões pela EqSeed, plataforma online de investimentos em startups. A rodada ocorreu em apenas nove dias e se tornou a maior captação individual da história do segmento de equity crowdfunding no país.

Após a captação, a Mutual utilizará o recurso financeiro para multiplicar por 5 o número de usuários de sua plataforma digital, saltando dos atuais 200 mil para 1 milhão. A fintech quer emprestar mais de R$ 60 milhões, atingindo um faturamento bruto de R$ 6 milhões, além de adquirir a licença do Banco Central (BC) para atuar como uma Sociedade de Empréstimos entre Pessoas (SEP).

“Agora, vamos trabalhar bastante para expandirmos a nossa operação e honrar o nosso compromisso com os mais de 150 investidores que confiaram no nosso propósito para democratizar o acesso ao crédito, combater o alto spread bancário, diminuindo os juros praticados no Brasil, e proporcionar investimento com retorno justo”, pontua Leonardo Rebitte, CEO da Mutual.

Pioneira e líder do segmento de crédito colaborativo específico para pessoas físicas, a Mutual conta com mais de e 200 mil usuários ativos, entre tomadores de empréstimos e investidores, e já intermediou mais de R$ 6 milhões em empréstimos com pouco mais de um ano de operação.

De acordo com o economista e sócio-fundador da EqSeed, Brian Begnoche, o forte interesse dos investidores pela Mutual como ativo financeiro ocorreu, entre outros fatores, pela crescente demanda de investidores pelas fintechs no Brasil.

“Hoje, os investidores estão vendo uma fintech atrás de outra se tornarem unicórnio, isto é, atingindo valuation de US$ 1 bilhão, e estão se perguntando cada vez mais como podem investir em uma dessas fintechs. Assim, quando surgiu na EqSeed a oportunidade de investir na Mutual, o apetite para participar da rodada era enorme. São as fintechs como a Mutual que vem ameaçando o negócio dos grandes bancos mundialmente, e impulsionando mudanças imensas na maneira que as pessoas gerenciam e investem seu dinheiro,” avalia Begnoche.

A onda de plataformas de empréstimos entre pessoas é forte e irreversível. “O spread bancário no Brasil é o segundo maior do mundo. As pessoas conhecem essa desigualdade entre o que o banco cobra e o que ele paga aos investidores, é um absurdo, mas ficavam sem muitas opções. Pela Mutual, as pessoas têm acesso a empréstimos com juros mais justos e o investidor consegue o tipo de retorno que antes ficava apenas com os bancos”, explica Rebitte.

Para Begnoche, o diferencial da Mutual está na sua equipe e tecnologia. “Os sócios da Mutual são empreendedores extremamente qualificados e com históricos profissionais marcantes. A qualidade da tecnologia que eles já desenvolveram é impressionante, à frente do mercado, e os permite efetuar empréstimos em apenas um segundo pelo aplicativo. É um dos motivos que permitiu à Mutual alcançar tanta tração no mercado até hoje”, avalia.

Recordes no venture capital online

Além de ser a maior rodada já concluída, esta da Mutual foi a primeira a contar com um aporte individual de mais de R$ 1 milhão. O ticket médio foi de R$ 26 mil, enquanto o mínimo que um investidor pode investir foi de R$ 5 mil. “Na EqSeed, o investidor recebe os mesmos termos de investimento e proteções, independentemente do valor aportado. É interessante destacar como os investimentos online pela EqSeed viabilizaram startups como alternativa de ativo para composição de uma carteira diversificada, tanto para os investidores mais qualificados como para o investidor fazendo seus primeiros aportes em startups”, avalia Begnoche.

No ano passado, foram ao todo R$ 12,8 milhões investidos em startups pela EqSeed, que se tornou a maior plataforma de investimento em startups online do mercado brasileiro. A empresa também foi a primeira plataforma do setor aprovada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Este ano, a EqSeed objetiva intermediar até R$36 milhões em captações, valor composto essencialmente por rodadas acima de R$ 1 milhão. A empresa também busca realizar as primeiras rodadas de R$ 5 milhões, valor máximo permitido pela CVM.

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CIAB FEBRABAN 2019 alcança recorde de público ao receber mais de 26 mil visitantes

A 29ª edição do CIAB FEBRABAN – Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras foi encerrada na última quinta-feira e novamente bateu recorde de público: 26.075 visitantes passaram pela exposição durante os três dias de evento, um incremento de 12,6% em relação à edição de 2018. O fórum de TI contou com a presença de 182 expositores, 52 patrocinadores, cerca de 300 palestrantes e 94 painéis.

No evento, que também recebeu 3.786 congressistas, foram apresentadas as principais soluções e inovações para o setor em uma área que ocupava mais de 36 mil m2 do Transamerica Expo Center, em São Paulo.

Importantes executivos do setor bancário marcaram presença nos três dias de evento, entre eles: Murilo Portugal, presidente da FEBRABAN; Octavio de Lazari Junior, presidente do Bradesco; Gustavo Roxo, CTO e sócio do BTG Pactual; Marcelo Clara, diretor de Tecnologia e Operações do Banco Votorantim; e Gustavo Fosse, diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN.

A terceira edição do Hackathon CIAB FEBRABAN também foi um dos destaques do congresso de TI. No fim de semana anterior à exposição, 130 programadores de todo o país se reuniram para desenvolver soluções que impactassem o mercado bancário no Brasil. Neste ano, o tema foi “Entender para Atender Melhor os Clientes na Era da Economia Analítica”.

Quatro projetos foram selecionados pela comissão julgadora e foram apresentados durante o CIAB FEBRABAN. A solução Linko, do time Vingadores, foi a grande vencedora do Hackathon. O projeto tem como objetivo melhorar a experiência

digital de clientes rurais de pequeno porte por meio de um site que irá conectar agricultores, agrônomos e bancos, facilitando o processo de documentação de terras e bens do agricultor e aprimorando as conexões entre os participantes. Desta maneira, é possível traçar o perfil de crédito do agricultor por meio de dados geográficos e informações sobre o cultivo. Como prêmio, o time ganhou duas reuniões com lideranças bancárias para apresentar o projeto.

Fintech Day

O CIAB Fintech Day foi outro ponto alto na programação deste ano do CIAB FEBRA-BAN. O já tradicional evento, que neste ano chegou à sua quarta edição, é considerado um dos mais importantes encontros entre instituições financeiras e fintechs do Brasil, e tem como objetivo identificar startups que tenham potencial para colaborar com bancos, seguradoras e instituições financeiras.

Nessa edição, as empresas vencedoras foram: o buscador de investimentos Yubb; a Finpass, plataforma de crédito para MPEs; e a Blu 365, que apresenta soluções de cobrança de crédito. Como prêmio, as três participarão do Money 2020, que acontece em Las Vegas, dentro do espaço do CIAB. Essas startups, em conjunto com as empresas de reconhecimento facial FullFace e Facetrom, as 4ª e 5ª colocadas da competição, também terão reuniões estratégicas com bancos brasileiros para apre-sentarem suas soluções.

Blockchain

O blockchain esteve novamente em evidência no CIAB FEBRABAN 2019. Na edição deste ano, a Federação apresentou em parceria com a CIP (Câmara Interbancária de Pagamentos), a Rede Blockchain do Sistema Financeiro Nacional, a primeira rede blockchain para o setor. O projeto permite o compartilhamento de informações en-tre as instituições parceiras protegendo dados de forma acessível, ágil e segura, desde o primeiro acesso.

A iniciativa, implementada pela CIP, usa a plataforma Hyperledger Fabric, da IBM, projeto colaborativo baseado em código aberto, e conta com a participação do Banrisul, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa, Itaú, JP Morgan, Original, Santander e Sicoob.

O primeiro caso de uso da rede de blockchain é o device ID. O projeto foi apresen-tado durante o CIAB FEBRABAN de 2018 como um protótipo desenvolvido de forma colaborativa por bancos e instituições financeiras. O projeto foi coordenado pelo grupo de trabalho (GT) Blockchain FEBRABAN, criado em 2016 para estudar a tecnologia.

Do final do CIAB de 2018 até a edição deste ano, o protótipo foi refinado e validado pelos bancos que integram o GT Blockchain FEBRABAN. As instituições financeiras também trabalharam para estabelecer a rede, cujas estruturas de governança, de instrumentos jurídicos e de segurança estão a cargo da CIP e da FEBRABAN.

Últimos dias de inscrição para StartOut Boston

Realizado pelo Ministério da Economia, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Ministério das Relações Exteriores (MRE), SEBRAE e Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), o StartOut Brasil está com inscrições abertas para a sua 8ª edição. Os empreendedores interessados em realizar uma imersão em Boston (EUA) deverão fazer sua inscrição aqui até 17 de junho.

Segundo Igor Nazareth, Subsecretário de Inovação no Ministério da Economia, o programa é de extrema importância para as startups brasileiras, pois elas tendem a olhar apenas para o mercado doméstico. “O StartOut Brasil busca justamente alterar essa mentalidade, mostrar as oportunidades de ganhar novos mercados e apoiar essas startups no processo de internacionalização. A participação do Governo é necessária para ajudá-las a despertar um olhar global, atrair a visibilidade necessária para a expansão de seus negócios e conectá-las com parceiros estratégicos’, afirma.

Até 20 startups serão selecionadas, sendo 15 negócios na categoria “ampla concorrência”, que são startups que nunca participaram ou participaram de apenas um ciclo do StartOut Brasil; e 5 startups na categoria “graduadas”, composta por empresas que já estiveram em dois ou mais ciclos de imersão oferecidos pelo programa. O resultado será anunciado em 18 de julho no website do programa.O programa tem duração de cerca de 20 meses, sendo aproximadamente dois meses de preparação, uma semana de imersão no ecossistema escolhido e mais 18 meses de apoio para promoção de exportação do produto/serviço, instalação no país visitado, atração de investimentos, monitoramento de resultados, entre outras atividades.

Mining Hub adia a data de inscrições para empresas de base tecnológica trazerem suas soluções para o Ciclo 2!

Adiadas as inscrições para empresas de base tecnológica interessadas em fazer parte do 2º Ciclo do Mining Hub, uma iniciativa que busca a geração de inovação para a mineração com foco setorial e apoiado por grandes players da indústria. As empresas terão até 16 de junho, próximo domingo, as 23:59, para fazerem sua inscrição!

Para se inscreverem, startups e empresas de base tecnológica precisam ter soluções para temas como: “Eficiência Operacional”; “Fontes de Energia Alternativa”; “Gestão de Água”; “Gestão de Resíduos” e “Segurança: Operacional e SSO, Desenvolvimento Social”.

Os projetos são acelerados com o apoio da Neo Ventures, empresa consolidada, com larga experiência em apoiar grandes empresas no processo de inovação aberta e interna.

Falar de problemas financeiros no trabalho pega mal?

Parcelas do imóvel em atraso, fatura do cartão de crédito que saiu do controle e orçamento comprometido com despesas supérfluas. Quando a saúde financeira vai mal, o bem-estar físico e emocional também fica comprometido, gerando uma série de problemas que podem afetar a saúde e o desempenho profissional. Segundo Ramires B Paiva, CEO e cofundador da Creditoo, primeira plataforma 100% online de empréstimo consignado para funcionários de empresas privadas, os gestores das empresas precisam estar preparados para ouvir e ajudar em casos de emergência, bem como ficar atentos a qualquer sinal de desequilíbrio que a questão possa causar na atmosfera corporativa.

Afinal, problemas financeiros ainda são considerados um tema delicado, que requer cuidado na abordagem dentro do ambiente profissional. Caso contrário, pode “pegar mal” para o funcionário, soando como um pedido de aumento ou passando uma imagem equivocada aos colegas, associada ao descontrole, incapacidade de planejamento e falta de visão de longo prazo. Por outro lado, fazer de conta que o problema não existe não vai eliminá-lo. Quando o assunto é tratado entre colegas, o mais importante é lembrar que eles estão lidando com pessoas – ou seja, com sentimentos. Uma conversa transparente e verdadeira sempre é a melhor saída.

Estudo da Associação Brasileira de Educadores Financeiros, com a Unicamp e o instituto de pesquisa Axxus, aponta que 84% dos trabalhadores brasileiros têm algum problema financeiro. Ao todo, apenas 16% conseguem fazer um planejamento de gastos e pagar as próprias contas com o salário.

O papel do RH

De acordo com Ramires, qualquer situação que fuja da normalidade merece uma intervenção pontual e personalizada por parte do RH. Os departamentos precisam estar abertos a dialogar e a prestar ajuda, desenvolvendo programas de benefícios mais completos e adequados às necessidades de cada colaborador.

“Geralmente, o endividamento está relacionado à falta de educação financeira do brasileiro. Aprender a fazer uma boa gestão das despesas, para não comprometer o orçamento de maneira insustentável pode evitar problemas no futuro”, destaca Ramires. Desta forma, estruturar programas de coach financeiro e oferecer fontes de recursos mais acessíveis aos funcionários consistem em medidas que atacam o problema diretamente, além de prevenir reincidências.

Infelizmente, nem todos os funcionários que trabalham com carteira assinada sabem que, assim como os servidores públicos, também têm direito garantido por lei a uma modalidade de crédito que possui as taxas mais baratas do mercado, o crédito consignado, com desconto na folha de pagamentos. Caso a empresa não tenha essa opção em sua política de benefícios, os funcionários podem, inclusive, solicitar ao RH que busquem parcerias com instituições.

“Cobrir o saldo negativo no banco com um consignado privado, por exemplo, sai bem mais em conta para o funcionário. Ele terá melhor prazo e menor juros para quitar a dívida cara, sem se comprometer com parcelas impagáveis”, explica Ramires. Segundo dados do Banco Central, a taxa média desse tipo de empréstimo é de 2,7% ao mês, percentual bem abaixo do cartão de crédito (11,9% a.m.) e do cheque especial (12,5% a.m.). Na Creditoo, por exemplo, a taxa de juro é a partir de 1,75% ao mês.

KingHost é uma das melhores empresas para mulheres trabalharem no Brasil, segundo Great Place To Work

Segundo informações divulgadas pela Softex, o número de mulheres no mercado brasileiro de Tecnologia caiu de 24,5% para 19,83% nos últimos dez anos. Diante deste panorama, a KingHost – empresa gaúcha com foco em hospedagem de sites compartilhada e computação em nuvem caminha na contramão deste movimento ao apresentar uma alta liderança composta em 66% pelo público feminino – o que a fez ser recentemente reconhecida na 3ª edição do Great Place to Work Mulher. A iniciativa premia médias e grandes empresas que estimulam a igualdade de gênero no ambiente corporativo.

Na prática, as mulheres estão presentes na KingHost deste o núcleo de estratégia até a área de atendimento ao cliente. “O respeito às diferenças sempre esteve muito presente na cultura organizacional, pois a diversidade faz parte do DNA da marca. Neste ano, o aumento de ações que promovam a inclusão está na lista de metas da empresa. Inclusive, a proposta extrapola o âmbito do gênero ao relacionar-se com questões de orientação sexual, idade, raça e deficiência”, afirma Fernanda Pauletti, gerente de Recursos Humanos da KingHost.

Quando se trata da inclusão feminina, a companhia que ingressou na campanha “Com Você Eu Jogo Melhor” a fim de apoiar a equidade de gênero no esporte também promove eventos internos desde 2016 com o intuito de trazer à luz reflexões sociais pertinentes. Ao todo, foram nove encontros realizados sendo cinco deles de empoderamento feminino. “Os convites para estes encontros são estendidos aos mais de 200 colaboradores. Ou seja, ninguém fica de fora da iniciativa a fim de que desponte a empatia entre os KingHosters. Como exemplos de conteúdos propostos pelo projeto, é possível citar a mulher no mercado da Tecnologia da Informação, Saúde Integral da Mulher, e, as dores e alegrias de ser uma mulher trans”, explica Fernanda.

Orlando Cintra, ex-SAP, torna-se conselheiro consultivo de startup de tecnologia

Com mais de 20 anos de experiência na área de Tecnologia da Informação (TI), Orlando Cintra assume a posição de conselheiro consultivo na startup Easysapers, que está transformando o modelo atual de consultoria de TI. Cintra ocupou diversos cargos de liderança, como presidente e vice-presidente, em grandes multinacionais de tecnologia como SAP, HP e Informatica Corp.

Cintra chega à Easysapers em um momento de crescimento da startup, que tem como meta atingir um faturamento de R$ 7,2 milhões em dezembro de 2020. “O modelo de negócio da Easysapers é disruptivo. Acredito no potencial da startup que já está revolucionando o mercado de consultoria e de serviços de TI. Por isso, meu desafio é dar suporte à expansão da startup”, afirma o executivo.

Após uma passagem de quatro anos pela SAP – e aproveitando seu conhecimento em gestão e inovação adquiridos ao longo de sua trajetória profissional –, o executivo passou a se dedicar a investir em negócios promissores e ajudar a acelerar o crescimento de startups. Atualmente, além da Easysapers, é membro do conselho da HyperloopTT, Yaman e Vamos Subir.

Para a Easysapers, a chegada do executivo é estratégica. “Temos um plano de crescimento definido e nos próximos anos vamos buscar mercados fora do país. Estruturar essa internacionalização do negócio passa por tomadas de decisões estratégicas para as quais vamos contar com a experiência do Orlando para nos ajudar com as melhores escolhas”, comenta Fabiano Sandaniel, cofundador e COO da Easysapers.

Tecnologia a favor da eficiência

De uma maneira 100% digital, a plataforma e os serviços da Easysapers se propõem a resolver a burocracia na contratação de serviços para tecnologias da empresa de tecnologia SAP e diminuir os altos custos relacionados à contratação de consultores SAP, profissionais que têm alta procura no mercado.

A Easysapers proporciona às empresas uma maior agilidade na contratação e entrega de projetos, com o menor custo do mercado. Segundo a startup, em sua plataforma, uma empresa consegue buscar, selecionar e alocar consultores SAP de uma forma 80% mais rápida e por um valor até 63% menor, em comparação com as demais consultorias.

Radix tem inscrições gratuitas abertas para seu primeiro hackathon

A Radix, multinacional de tecnologia e engenharia, está com inscrições gratuitas abertas para o primeiro Hackathon Radix, até 17 de junho. A maratona de desenvolvimento receberá 36 universitários e profissionais da área de tecnologia desafiados a gerar soluções para problemas reais enfrentados por duas gigantes da área de energia: a CPFL Energia e a Engie Brasil. A competição terá 42 horas seguidas de programação e dará prêmios de até R$ 5 mil aos melhores projetos. O evento acontecerá na sede da empresa no centro do Rio de Janeiro, de 5 a 7 de julho.

Estudantes de qualquer curso poderão se inscrever no Hackathon Radix, desde que tenham 18 anos completos. Profissionais do mercado, além dos próprios funcionários da Radix também poderão participar. No ato da inscrição, o candidato deverá indicar em qual dos perfis melhor se encaixa: desenvolvedor/programador, business ou User Experience (UX). Após preenchimento, o candidato deverá aguardar confirmação de participação e em que grupo ficará.

Cada empresa parceira da Radix vai propor um desafio. Para cada desafio, seis equipes de cinco pessoas trabalharão em soluções. As equipes serão misturadas: estudantes, funcionários da empresa e profissionais do mercado formarão cada time. No decorrer das etapas de coding, todas as equipes receberão acompanhamento de mentores (especialistas de diferentes áreas) a fim de promover evolução contínua e consistente dos projetos.

“Nós sempre mantivemos um laço muito estreito com a comunidade universitária e periodicamente abrimos nossas portas para profissionais do mercado interessados em trocar experiência, em eventos como o Meet Up Radix. Achar novos caminhos e usabilidade para as tecnologias têm sido o mote da nossa empresa”, diz o CEO da Radix, João Chachamovitz.

O Hackathon Radix começará às 17h da sexta-feira (5 de julho). Os desafios serão lançados às 19h do mesmo dia, e a apresentação das soluções será às 13h de domingo (7 de julho). A banca de jurados que vão selecionar os vencedores será composta por especialistas da Radix e das empresas parceiras.

Os vencedores de cada desafio vão ganhar um prêmio de R$ 5 mil reais, a serem divididos igualmente entre os membros da equipe. O segundo lugar ganhará R$ 2 mil reais, seguindo o mesmo critério. Portanto, ao todo, 20 pessoas serão contempladas pela premiação.

Para acomodar melhor as equipes, pede-se que os participantes tragam colchonetes e sacos de dormir. A empresa está montando programação com momentos de relaxamento e descontração, além de fornecimento de pizza.

IBM reconhece executivas pioneiras em Inteligência Artificial

A IBM anunciou em um evento global realizado nesta semana, no IBM Watson Experience Center, na cidade de Nova York, o ranking ‘Women Business Pioneers In Artificial Intelligence’, que reconhece e celebra mulheres em vários setores e localidades no mundo por serem precursoras no uso da Inteligência Artificial para gerar valor e negócios em suas organizações.

Entre as 40 mulheres mais notáveis está uma brasileira: Walkiria Schirrmeister Marchetti, CIO do Banco Bradesco. O banco foi pioneiro no uso de inteligência artificial no Brasil usando a plataforma IBM Watson para a criação da BIA, Bradesco Inteligência Artificial.

Para saber mais sobre essas histórias de sucesso na área de IA, e a respeito das lições que essas mulheres notáveis aprenderam ao longo do caminho, visite ibm.com/watson/women-leaders-in-ai.

As “Mulheres Líderes em IA” que receberam a distinção são:

Christine Gabbard, Gerente de Projetos de Machine Assistance de Autodesk, EUA

Claudia Ignacio, DGA Experiência de Clientes de Banco Mercantil del Norte (Banorte), México

Fernanda González, Gerente de Canais Digitais de Banco Santander Rio, Argentina

Tanuja Singeetham, Vice-presidente de Marketing de BEHR Paint, EUA

Rupinder Dhillon, Diretora de IA e Machine Learning de Bell Canada, Canadá

Harmeen Mehta,Chief Information Officer y Diretora de Cloud and Security Business de Bharti Airtel, Índia

Lorna Russell, Senior Manager, Product Management, BMC Software, EUA

Walkiria Schirrmeister Marchetti, CIO de Bradesco, Brasil

Keiko Konno, Gerente Geral da Divisão de Planificação e Desenvolvimento de Serviços de BRIDGE International Corp., Japão

Sabine Scheunert, Vice-presidente de Vendas e Marketing Digital & TI de Mercedes-Benz Cars, Daimler AG, Alemanha

Ona Juodkiene, Co-Diretora de Operações de TI de Danske Bank, Dinamarca

Maren Reinsch, Diretora de Vendas y Serviços de DB Dialog & DB System, Alemanha

Siewchoo Soh, Diretora Gerente de DBS Bank, Singapura

Claudia Pohlink, Diretora de Inteligência Artificial de Deutsche Telekom/T-Labs, Alemanha

Xiaojun Huang, Assessora Sênior de Transformação Digital de Upstream de ExxonMobil, EE.UU.

Donna Hill, Subdiretora de Serviço, Configuração e Gestão de Continuidade de The George Washington University, EUA

Jaki Lynn Van Valin, Diretora de Gestão de Dados e Análises de Harley-Davidson, EUA

Victoria Stasiewicz, Gerente de Administração de Informação de Sistemas de informação Global de Harley-Davidson, EUA

Kyoka Nakagawa,Chief Engineer do Departamento de Criação de Valor da Divisão de Transformação Digital do Centro de Soluções Digitais de Honda R&D Co., Ltd., Japão

Sara Hines, Diretora de Experiência e Conectividade de Provedores de Humana, EUA

Seema Gaur, VP Executiva e Diretora de TI de IFFCO Tokio General Insurance Company, Índia

Elenita Elinon, Diretora Executiva de Investigação Quantitativa de JP Morgan Chase & Company, EUA

Kelly Combs, Diretora de Risco de Tecnologias Emergentes e Líder de Automatização Inteligente de KPMG, EUA

Hye-young Kim, Diretora de Inteligência Artificial de LOTTE Shopping, Coreia do Sul

Carmen Suarez, Subdiretora de Miami-Dade County, Florida, EUA

Yimei Guo, Diretora Geral e Diretora Global de Tecnologia de Investigação de Morgan Stanley, EUA

Gail Blum, Gerente de Operações de Aquisição de Talento de NBCUniversal, EUA

Sandra Cascadden, Vice-ministra Adjunta / CIO do Governo de Nova Scotia, Canadá

Pat Maqetuka, Diretora de Arquitetura de Dados e Operações de Nedbank, África do Sul

Severine Marquay, Experiência IA, Suporte Digital e Inovação de Orange France, França

Rachel Cordrey, Supervisora de Farmácia de Peninsula Regional Medical Center, EUA

MaryAnn Fleming, Diretora de Serviços de Compra e Propriedade de Habitação de RBS, Reino Unido
Erin Oles, Diretora Sênior de R+F Virtual Live, Rodan + Fields, EUA

Carolyn Staats, Diretora de Inovação do Departamento de Serviços de Informacão de Sonoma County, EUA

Jennifer Edgin, CTO, Subcomandante de Informação de U.S. Marine Corps, EUA
Lee Hatton, CEO de UBank, Austrália

Tanja Richter, Diretora de Produtos e Serviços de Consumo de Vodafone, Reino Unido

Laura Bellamy, Diretora de Experiência de Informação de VMWare, EUA

Yu Ching Lan, Gerente de Departamento de Walsin Lihwa Corp., Taiwan

Shelley Kalms, Chief Digital Officer de Woodside Energy, Austrália

O que a tecnologia tem a ver com o engajamento dos funcionários?

Por Morris Menashe

As tecnologias inovadoras desempenharão um papel cada vez maior na melhoria do engajamento de funcionários. Não precisamos discutir o impacto do engajamento dos funcionários na experiência do cliente, nos resultados financeiros, na produtividade e em outras áreas, pois as pesquisas já provaram sua importância. No entanto, como realmente fazer isso acontecer tem sido um dos problemas mais difíceis de resolver.

As pessoas propuseram gamification, mais colaboração, mais reuniões, treinamentos melhores e até filhotes no escritório. Ok, talvez não o último, mas tenho certeza de que isto foi mencionado durante alguma reunião. Embora muitas ideias tenham sido implementadas com sucesso, um dos aspectos mais difíceis de se avaliar é o impacto da tecnologia no engajamento dos funcionários. Contudo, dada a mudança na dinâmica da força de trabalho dos baby boomers em relação às gerações mais jovens, esse impacto tecnológico no engajamento provavelmente assumirá o centro das atenções. Com a aposentadoria dos boomers e a chegada dos trabalhadores digitalmente nativos, o serviço em campo poderia ser visto como o marco zero para medir e detalhar o impacto da tecnologia no engajamento e, por sua vez, nos resultados.

Turnos Geracionais

Os millennials têm pouca tolerância para processos desatualizados ou ineficientes que se estabelecem entre eles e o trabalho. Isso significa que o tempo desnecessário gasto para fazer a papelada manualmente ou consumido na estrada em função de rotas mal planejadas, não só levará à insatisfação no trabalho como tem o potencial de impeli-los a mudar de empregador. A tecnologia torna-se então fundamental para o engajamento e a satisfação das gerações mais jovens. Considere estas estatísticas sobre a importância da tecnologia para essas novas gerações:

– Uma pesquisa com mil pessoas da geração do milênio conduzida pela Microsoft revelou que 93% dos millienials citaram tecnologias modernas e atualizadas como um dos aspectos mais importantes de um ambiente de trabalho.

– Segundo a Penn Schoen Berland, 42% dos millennials afirmaram que deixariam uma empresa devido a “tecnologia abaixo do padrão”.

– 92% dos funcionários dizem que ter a tecnologia para realizar seu trabalho afeta eficientemente sua satisfação no trabalho

Esses dados só comprovam que o impacto da tecnologia no recrutamento, retenção e engajamento dessa nova geração é de suma importância. Soluções desatualizadas de gerenciamento da força de trabalho móvel, otimização de cronograma deficiente que não inclui atualizações em tempo real, por exemplo, afetam tanto o funcionário quanto o cliente e não serão toleradas por esses novos profissionais. Na verdade, essas novas tecnologias estão dando origem a um novo perfil de trabalhador digital que pode impactar positivamente seus negócios em várias áreas.

Por que é valorizado?

Considerando que 30% dos 13 milhões de novos empregos criados desde 2010 nos EUA, por exemplo, exigiram habilidades digitais, não surpreende que as novas gerações tenham preenchido essas posições. No Brasil, o domínio da tecnologia foi o requisito mais exigido pelo mercado de trabalho em 2018 segundo uma pesquisa de headhunters.

Mas por quê?

A resposta mais óbvia é que essa nova geração cresceu com a tecnologia. Esta é a geração Uber de smartphones, laptops, Facebook, Waze e outros brinquedos digitais que os mantém conectados às informações e recursos que precisam para desempenhar bem o seu trabalho em seu dia a dia. Ter que preencher um formulário em papel, procurar uma rota em um mapa ou ter que ligar para o escritório para esperar que as informações sejam retransmitidas é considerado algo da idade da pedra.

No entanto, existem outras razões também. O estudo “Technology at Work 2018” da PwC descobriu que os funcionários são motivados a usar novas tecnologias por uma das três razões a seguir:

– Isso os ajudará a avançar em suas carreiras ou a obter status (citado por 37% dos entrevistados).

– Eles estão curiosos sobre as promessas tecnológicas de melhor eficiência e trabalho em equipe (34%).

– Isso os ajuda a fazer seu próprio trabalho com mais facilidade e em um ambiente previsível (29%).

Esta geração é muito auto suficiente e um dos motivos é que eles confiam na tecnologia para fornecer-lhes sempre os recursos que necessitam para facilitar suas vidas. Encomendas instantâneas da Amazon, Netflix sob demanda, Uber, comunicação imediata com os amigos por meio de diferentes aplicativos, tornam suas vidas dependentes da tecnologia. Sem isso, eles sentem-se perdidos. Como resultado, a adoção de tecnologia é fundamental para engajar essa geração e é por isso que as equipes em campo precisam investir nas tecnologias corretas para preencher as vagas em aberto.

Como as empresas estão se saindo?

Dada a importância da tecnologia para a próxima geração de trabalhadores, faria sentido que o C-level estivesse implementando as mais recentes ferramentas digitais. No entanto, os resultados são misturados quando os executivos são questionados sobre tecnologia versus seus funcionários: por exemplo, no estudo referenciado da PwC, eles descobriram o seguinte:

– 90% dos executivos de alto escalão acredita que sua empresa presta atenção às necessidades das pessoas quando introduz novas tecnologias, mas apenas metade (53%) da equipe como um todo diz o mesmo.

– 92% destes executivos diz estar satisfeito com a experiência tecnológica que sua empresa oferece para fazer progressos em seu trabalho, porém apenas 68% dos funcionários concorda.

– Apenas metade (50%) do pessoal e 64% dos gerentes estão satisfeitos com os recursos de que dispõem para aprender a usar as novas tecnologias.

– 46% dizem que a empresa não valoriza funcionários tecnologicamente experientes.

Obviamente, há uma disparidade entre os dois grupos. Isso pode sinalizar a necessidade de mais treinamento, uma estratégia de gestão de mudanças mais robusta ou mesmo um método diferente de escolher a tecnologia com mais informações do campo.

Se no passado os funcionários não tinham acesso à tecnologia de ponta, como laptops, dispositivos móveis e outras ferramentas, já que eram muito caras, tudo mudou conforme o avanço tecnológico. Hoje as pessoas têm acesso a uma tecnologia mais rápida, imediata, precisa e possuem interfaces e experiência de usuário significativamente melhores do que as que interagem no local de trabalho. Dada a predominância desta nova geração, as organizações precisam fornecer aos funcionários capacidades e experiências semelhantes no ambiente trabalho às que já possuem em sua vida privada. Como resultado, a tecnologia possibilitará melhores níveis de engajamento, pois os funcionários terão as ferramentas e os recursos de que precisam para realizar seus trabalhos de maneira muito mais produtiva e eficiente.

Morris Menasche é Vice Presidente de Vendas da ClickSoftware para América Latina.

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FranklinCovey Brasil tem novo COO

A FranklinCovey Brasil anuncia Leonardo Chamsin como Chief Operating Officer (COO). O executivo tem a missão de expandir a atuação da marca no mercado brasileiro e terá como foco a ampliação da rede de franqueados e o fortalecimento da empresa como centro educacional de negócios.

Leonardo Chamsin, 37 anos, detém a primeira franquia da marca no país (instalada na região de Campinas) e passa para o time de líderes da empresa, ao lado de Paulo Kretly (CEO), após dois anos de atuação no conselho administrativo da FranklinCovey Brasil. Como conselheiro financeiro, estabeleceu dentro da empresa o processo de governança corporativa.

De acordo com Paulo Kretly, a escolha do executivo é parte do processo de crescimento da empresa no país, “porque acreditamos que todo processo de desenvolvimento gera necessidade de inovação. Queremos ampliar a representatividade da FranklinCovey no país mantendo a excelência na otimização de resultados dos nossos clientes”.

Com 17 anos de experiência em gestão corporativa e serviços compartilhados – e expertise em planejamento contábil e financeiro -, Chamsin tem passagens por grandes empresas como Johnson & Johnson, Alcoa, General Electric, BR Sports e Sforza Holding. É formado em Administração na PUC (MG) e pós-graduado em Controladoria e Gestão Financeira.