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Por que apostar em ferramentas tecnológicas para fazer uma boa gestão nos restaurantes?

Por Marcus Varandas Filho

Segundo um levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), no Brasil são mais de 886 mil negócios de alimentação de pequeno porte. E de acordo com dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL), a cada 100 novos empreendimentos de gastronomia no país, apenas três sobrevivem após uma década.

Esses dados mostram que para resistir e crescer em um mercado tão competitivo, o empreendedor precisa entender que é necessário fazer uma boa gestão em seu estabelecimento. E quando eu falo de gestão, isso não quer dizer apenas proporcionar o melhor atendimento e servir as melhores comidas, e sim garantir que tudo funcione bem, desde a cozinha, o salão, o estoque, a contabilidade, a entrega, o atendimento, entre outros pontos que englobe uma operação.

Mas a pergunta que fica é – como fazer tudo isso e garantir que o negócio prospere? Em tempos de instabilidade econômica e incertezas políticas, a tecnologia se tornou uma grande aliada dos empreendedores e, independente do modelo de negócios, a inovação agora é item obrigatório para quem quer ganhar mercado e atrair novos consumidores.

Com a utilização de plataformas tecnológicas, é possível reunir em um só local, por exemplo, todos os processos realizados em cada setor do seu restaurante. Por meio delas, o gestor consegue fazer o gerenciamento à distância, avaliar possíveis falhas de execução das atividades, observar o engajamento dos colaboradores, garantir maior produtividade e até mesmo mudar modelos de atuar, caso haja necessidade.

Se o gestor não tiver controle sobre os números do seu negócio, como estoque, faturamento, perdas e etc., não será possível gerenciar de forma assertiva. Somente dados concretos podem direcionar o empreendedor para uma correta tomada de decisão, pois a tecnologia simplifica e automatiza o processo, evitando o uso de planilhas complexas, que podem ter falhas.

Para muitos, remodelar seu estabelecimento e toda a equipe com a implementação do digital é uma tarefa difícil e causa uma certa insegurança. Totalmente compreensível, mas o que tenho para dizer é que isso é extremante possível e acessível, e os resultados podem ser bem satisfatórios.

Por fim, devemos nos atentar que tudo hoje está ligado à experiência do cliente e quanto mais adepto às novidades do mercado e disposto a inovar, mais atrativo seu negócio será. Afinal, já ficou mais do que comprovado que com a tecnologia é possível romper barreiras e desenvolver uma relação mais próxima com seu público. E se precisar de ajuda, conte conosco!

Marcus Varandas Filho, CEO do MVarandas, startup de inovação e tecnologia com foco em P&D.

Profissionais com deficiência buscam vagas de trabalho mais qualificadas

Os desafios que as pessoas com deficiência enfrentam diariamente são inúmeros. Isso inclui a entrada ou recolocação no mercado de trabalho e a satisfação com a atividade profissional desenvolvida. Com foco no Dia Nacional da Pessoa com Deficiência, comemorado em 11 de outubro, a Catho, por meio de uma pesquisa, buscou ouvir das pessoas com deficiência os gargalos para a satisfação na vida profissional. Segundo dados da pesquisa, 86% das pessoas com deficiência buscam por uma nova oportunidade no mercado de trabalho.

Os motivos estão ligados diretamente ao perfil da vaga, que muitas vezes estão aquém das qualificações do profissional. De acordo com o levantamento, 45% dos profissionais ouvidos reclamam dos salários baixos; 34% de falta de plano de carreira e 32% disseram que as vagas têm perfis operacionais, bem como o despreparo da empresa para receber um profissional com deficiência.

Qual é a principal dificuldade que você sente das empresas hoje?
Salários baixos 45%
Falta de plano de carreira 34%
Foco apenas em cargos operacionais 32%
Despreparo ao receber uma pessoa com deficiência 32%
Outros 21%
Falta de acessibilidade 15%

Com o propósito de incluir pessoas com deficiência no mercado de trabalho de forma mais rápida e justa, desde 2016, a Catho concedegratuidade no acesso a todas as vagas do site para profissionais com deficiência e reabilitados pelo INSS, a partir de laudo devidamente validado. Assim, eles podem se candidatar a todas as vagas que desejarem e não apenas as destinadas para profissionais com deficiência.

“A gratuidade do site da Catho é uma forma de mostrar que essas pessoas, acima de tudo, são profissionais com as mesmas qualidades ou carências de quaisquer outros e, portanto, do ponto de vista técnico, em condições de igualdade para disputar uma vaga de trabalho”, afirma o diretor de operações da Catho, Fernando Morette.

A pesquisa da Catho também foi ouvir dos profissionais com deficiência como eles procuram se qualificar. O resultado apontou que a qualificação profissional é buscada por 66% dos profissionais. Sendo que 56% procuram cursos rápidos, 41% uma graduação e 24% um curso técnico.

Quais cursos extras você realiza?
Cursos rápidos 56%
Graduação 41%
Técnico 24%
Especialização 23%
Idiomas 20%
Pós-graduação 18%

“Ou seja, as alegrias e dores de cada pessoa em relação à evolução da carreira são as mesmas. Com ou sem deficiência, os profissionais buscam vagas adequadas aos seus perfis e, para isso, se dedicam à sua formação por meio do estudo. E é nisso que a Catho investe e acredita”, finaliza Morette.

Atualmente, a plataforma gratuita da Catho possui mais de 17 mil currículos de profissionais com deficiência cadastrados.

Leandro Baghdadi assume Marketing e Gestão de Alianças da SONDA

A SONDA, maior empresa latino-americana de soluções e serviços de TI, anuncia Leandro Baghdadi como diretor de Marketing e Gestão de Alianças da companhia no Brasil. O objetivo é fortalecer o posicionamento da marca e transformar a estratégia de marketing das diferentes empresas que compõe o grupo em uma frente única. Hoje, o Grupo SONDA responde pelas operações da SONDA IT, CTIS, SONDA Ativas e PARS e emprega mais de oito mil colaboradores diretos.

A contratação de Baghdadi faz parte de uma nova fase da SONDA, iniciada com a chegada de Affonso Nina como CEO no Brasil, que elevou a área de marketing para uma diretoria. O novo diretor também estará à frente das áreas de comunicação, inteligência de mercado e eventos. “Vamos alinhar as iniciativas para ganhar em eficiência e, consequentemente, impactar o mercado de maneira mais forte e aumentar a percepção de valor que representa todas as empresas juntas”, comenta o executivo.

Antes de chegar na SONDA, Baghdadi passou os últimos 15 anos na Ericsson, atuando em diferentes segmentos da indústria de tecnologia, como hardware, software e bens de consumo, com atuação na América Latina. Ele é formado em Comunicação Social e possui MBA em marketing pela Fundação Getúlio Vargas, além de especializações em liderança pela Universidade de Duke, nos EUA.

A Fábrica do Futuro

Por Luciano Lorenzo, consultor estratégico da Dassault Systèmes

Tem crescido o interesse dos executivos com poder de decisão sobre o tema Transformação Digital. A busca pela fábrica do futuro depende do uso de tecnologias avançadas para superar os desafios das operações industriais para esse novo cenário.

Nos dias atuais, somos confrontados com a necessidade de mudar drasticamente nossas práticas industriais. Como resultado da globalização, os mercados estão sempre crescendo, mas os investimentos continuam limitados. Isso significa um aumento de produção utilizando nossos ativos existentes. Os fabricantes necessitam encontrar drivers de produtividade.

Inversamente, os produtos fabricados estão se tornando cada vez mais complexos devido à maior riqueza e diversidade. Os fabricantes, portanto, ficam presos em um vício entre produtividade e complexidade e, se nada for feito, essa pressão dupla se transformará em problemas de qualidade, manutenção do produto e resultará em falhas de logística.

Precisamos redesenhar o modelo para estarmos melhor preparados para a produção e para sermos o mais eficiente possível ao executar essa produção.

O mundo virtual da fábrica do futuro deve nos permitir sair dessa estrutura restritiva e alcançar um nível mais alto de produtividade e antecipação. Somente a criação de modelos para nossas operações industriais não é o que nos permitirá antecipar problemas, iremos conseguir isso por meio do confronto entre modelo virtual e a realidade da execução, utilizando dados do campo em tempo real.

O que isso significa para os fabricantes e para todos os seus funcionários?

A Transformação Digital do mundo industrial não é simplesmente digitalizar as práticas que utilizamos anteriormente, mas é muito mais profundo do que isso. Significa mudar nossas práticas para maximizar suas eficiências utilizando o poder do mundo virtual.

Muito mais do que um projeto tecnológico, a Transformação Digital é um plano para modificar uma empresa que mergulha nas profundezas de seus processos.

É uma verdadeira revolução da empresa, centrada mais na prática e na forma como as pessoas serão integradas em todos esses processos do que simplesmente incluir os computadores nessa equação. É uma grande reformulação do nosso modelo. Essa é a verdadeira revolução digital.

A Transformação Digital não ocorre em detrimento dos operadores, pelo contrário, está lá para ajudá-los a trabalhar de maneira mais confortável e com a maior eficiência possível. As pessoas estão no centro desta transformação. Precisamos fazer com que cada operador compreenda seu papel na cadeia de valor da empresa, além de disponibilizar todas as informações necessárias para que ele tome as decisões certas.
Em seguida, automatizaremos as tarefas repetitivas sem nenhum valor agregado. Não estamos apenas falando da robotização física, mas também da automação de processos para permitir uma melhor tomada de decisões e ter a agilidade necessária para resolver problemas de forma eficaz.

O mesmo vale para os gerentes: eles já não são mais os únicos com informações e capacidade para tomar decisões. Se tornam os facilitadores para o desempenho de seu grupo. Há uma verdadeira mudança no papel desses líderes, mas não é por isso que são desvalorizados. A partir de agora, eles são responsáveis por ativar as alavancas que permitirão que suas equipes realizem suas operações corretamente, com base nas informações que irão receber diretamente.

Os fabricantes que não digitalizarem suas operações industriais nos próximos cinco anos sofrerão uma situação peculiar, podendo perder para seus concorrentes negócios e também agilidade e tempo de resposta. Essas abordagens modernas são muito mais eficientes, e é isso que as torna tão valiosas. Aqueles que não mergulharem e começarem essa transformação nos próximos anos perderão completamente seu lugar.

Já estamos observando indústrias que poderiam ser consideradas artesanais, como as de luxo, mas até mesmo esse segmento está investindo pesado porque também enfrenta o mesmo problema de personalização, expectativas de perfeição e demandas adicionais dos consumidores finais.

Os métodos clássicos artesanais já não proporcionam as economias de escala desejadas, de forma que quem não mergulhar nesse processo irá ter, no mínimo, um crescimento limitado, podendo até encontrar-se em grande perigo devido à falta de agilidade em relação à concorrência.

Adotar a Transformação Digital é a maneira de estar no caminho certo para lidar com a concorrência vinda de outros mercados internacionais, como a Ásia, por exemplo. As empresas precisam adotar tecnologias capazes de integrar a engenharia e a execução dos produtos. É importante saber criar uma conexão próxima entre a linha de produção e o estúdio de design, mas, acima de tudo, ter uma integração total de processos em uma única plataforma que estimule positivamente a experiência dos clientes.

A Transformação Digital das operações de fabricação pode ser comparada a um renascimento impulsionado pela indústria porque coloca essas mesmas operações no centro dos negócios, dando aos atores do sistema um papel com maior valor agregado. Os clientes finais poderão definir os produtos que desejam, disponibilizados em tempo recorde para uso em um ambiente que eles próprios definiram. A satisfação, de maneira geral, deve crescer e as importantes experiências serão aprimoradas a cada interação.

As organizações que atenderem bem os clientes serão capazes de manter uma posição competitiva no mercado utilizando um modelo com padrões extremamente altos. Elas poderão avançar ainda mais –e com maior rapidez–, oferecendo maior qualidade a preços competitivos. Serão capazes, ainda, de preservar sua margem e lucratividade, mantendo a capacidade de atender imediatamente o mercado em constante evolução.

A Transformação Digital é um renascimento industrial intenso. Não fique de fora dessa onda, mas obtenha uma compreensão de como o mundo digital permitirá a modernização de sua empresa para obter maior eficiência em todos os níveis, inclusive nas operações industriais.

Atualmente, falamos sobre a força de trabalho do futuro quando nos referimos a todas as equipes que poderão tomar decisões e agir rapidamente, graças aos novos sistemas disponíveis para serem implementados na fábrica do futuro. O papel dos executivos de sucesso no renascimento industrial é o de prestar assistência, educar e melhorar o conhecimento da equipe. A quarta revolução industrial já chegou e o Brasil não pode perder novas oportunidades.

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Gartner anuncia Hype Cycle para ambiente digital e identifica tecnologias que serão destaque nos próximos 2 a 5 anos

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, afirma que o reconhecimento de discurso vai atingir a fase ‘Platô da Produtividade’ nos próximos dois anos e seis outras tecnologias irão alcançar a adoção ‘Mainstream’ nos próximos dois a cinco anos, de acordo com o Gartner Hype Cycle 2018 para ambientes digitais de trabalho.

“Os efeitos do reconhecimento de discurso podem ser vistos diariamente. Consumidores e trabalhadores têm interagido cada vez mais com aplicações sem ao menos tocar no teclado”, diz Matthew Cain, Vice-Presidente e Analista Destacado do Gartner. “Aplicações speech-to-text se proliferaram devido à adoção de chatbots e de Assistentes Pessoais Virtuais (VPAs) por empresas, e a utilização, por consumidores, de dispositivos com interações envolvendo discursos, incluindo smartphones, consoles de jogos e, especificamente, VPA speakers.”

O Hype Cycle identifica 40 principais tecnologias e descreve como elas irão impactar o desempenho dos negócios no ambiente digital durante os próximos dez anos. “O Hype Cycle classifica as tecnologias emergentes que descrevem como iremos trabalhar, as ferramentas a serem utilizadas, as habilidades a serem desenvolvidas, os lugares onde vamos trabalhar e a cultura que iremos criar”, afirma Cain.

Gartner Hype Cycle para o Ambiente Digital de Trabalho, 2018

Dois a cinco anos para adoção ‘Mainstream’

Chatbots e Assistentes Virtuais (VAs) representam a implementação de valor agregado ao reconhecimento do discurso. VAs utilizam Inteligência Artificial (IA) e Aprendizado de Máquina (ML) para auxiliar pessoas ou automatizar tarefas. Escutam e observam comportamentos, constroem e mantêm modelos de dados, preveem e recomendam ações.

“Cada vez mais, estímulos de comportamento e eventos irão aprimorar os assistentes virtuais”, afirma Van Baker, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner. “Líderes de desenvolvimento de aplicativos precisam antecipar que há uma proliferação uma vez que mais e mais pessoas e negócios estão mudando para interfaces conversacionais de usuários. Modelos que ainda não iniciaram a implementação de IA para interagir com clientes e colaboradores deveriam começar agora, já que consumidores e funcionários esperam por interfaces conversacionais disponíveis para lidar com questões referentes a help desk e serviços ao consumidor.”

Chatbots devem exibir grande crescimento nos próximos anos. Embora menos de 4% das organizações já tenham implementado interfaces conversacionais (incluindo chatbots), 38% das empresas consultadas planejam implementar ou experimentar ativamente tecnologias, de acordo com Pesquisa Gartner CIO 2018.
Apesar de os serviços aos consumidores serem os que mais utilizam chatbots, essas tecnologias provavelmente serão implementadas em outras áreas da organização. Quando chatbots forem usados como aplicações de interfaces, os modelos de trabalho vão mudar de “o usuário tendo que aprender a interface” para “o chatbot aprendendo o que o usuário deseja”. Isso irá estimular grandemente a integração, treinamento, produtividade e eficiência dentro do ambiente de trabalho.

No mesmo cenário de tempo, Analytics em Realidade Aumentada e Personal Analytics deixam as análises disponíveis para mais colaboradores, permitindo a todos a oportunidade de se tornar um profissional citizen data scientist.

Analytics em Realidade Aumentada utiliza Aprendizado de Máquina (ML) para transformar como os dados são desenvolvidos, consumidos e compartilhados. Líderes de dados e Analytics deveriam abraçar a realidade aumentada como parte de suas estratégias de Transformação Digital para entregar insights mais avançados para uma faixa maior de usuários – incluindo os chamados citizen data scientists e trabalhadores operacionais.

O Gartner prevê que, devido, em grande parte, à automação de tarefas relacionadas à ciência de dados, os profissionais chamados citizen data scientists vão superar os cientistas de dados em termos de volume e produção e análises avançadas. Já o Personal Analytics é a análise de dados relevantes contextualmente para fornecer insights personalizados, predições e/ou recomendações para o benefícios de usuários individuais.

“Personal Analytics é a camada de análises de VPAs que vai atingir a adoção mainstream até 2020”, diz Nick Ingelbrecht, Diretor de Pesquisa do Gartner. “Eles estão enraizados no engajamento de indivíduos com tecnologia e a maneira que geram insights a partir de uma variedade de dados não estruturados, como fotos, interações sociais, aquisições, preferências e indicadores de saúde. Eles podem assumir formas de assistentes pessoais de saúde virtuais, assistentes de consultoria financeira e de compras.”

Este ano, a chamada Citizen Data Science entrou no Hype Cycle. Isso forma a fundação para a próxima geração de Analytics. “Isso irá tornar insights a partir da ciência de dados e Aprendizado de Máquina (ML) mais acessíveis e difundidos na organização”, afirma Carlie Idoine, Diretora de Pesquisa do Gartner. “Centrais que viabilizam a citizen data science são as capacidades de Analytics em realidade aumentada mencionadas”.

O Gartner antecipa que métodos como o Citizen Data Science vão rapidamente se tornar uma parte importante da forma como viabilizamos e escalamos as competências de ciência de dados por toda a organização. O Gartner também estima que mais de 40% das tarefas de ciência de dados serão automatizadas até 2020, resultando em aumento da produtividade e maior uso pelos profissionais chamados citizen data scientists.

A Aprendizagem Adaptativa Baseada em Plataformas ajusta a maneira instrucional como o conteúdo é apresentado para usuários com base em suas repostas ou preferências e são usadas para otimizar a capacidade digital da força de trabalho. A tecnologia passa pela Fase de Desencantamento do Hype Cycle e está a caminho de alcançar o Platô da Produtividade nos próximos dois a cinco anos.

“Aprendizagem adaptativa baseada em plataformas oferece uma importante maneira de suportar e complementar o ambiente de aprendizado no trabalho, mas é difícil para implementar”, destaca Glenda Morgan, Diretora de Pesquisa do Gartner. “CIOs deveriam aproximar projetos de aprendizagem adaptativa à medida que o redesenho em larga escala curricular vai sendo realizado. Para esse fim, eles deveriam buscar identificar talentos, encontrar maneiras para incentivar métodos de capacitação e se certificar de que profissionais estão amplamente dentro desses projetos.”

Mais detalhes e análises estão disponíveis para clientes Gartner no relatório Hype Cycle for the Digital Workplace, 2018. O Gartner também apresentará mais pesquisas sobre o ambiente digital durante o Gartner Symposium/ITxpo 2018, em São Paulo. Interessados podem entrar em contato com o Gartner pelos telefones (11) 5632-3109, 0800 774 1440, pelo e-mail: brasil.inscricoes@gartner.com ou via site: www.gartner.com/br/symposium.

Bcredi faz parceria com Conta Azul para oferta de crédito com condição especial

A Bcredi, que oferece crédito com garantia de imóvel de forma rápida e descomplicada em um processo 100% online, fechou uma parceria com a Conta Azul, empresa de tecnologia que oferece uma plataforma na nuvem para gestão de negócios de PMEs. A fintech estará presente na conferência Conta Azul [CON], que ocorre em outubro, em São Paulo, para apresentar aos contadores uma opção mais saudável de crédito, com prazos mais longos e taxas mais vantajosas. Os clientes que fizerem simulação de empréstimo por indicação de um contador terão isenção na cobrança da taxa de avaliação do imóvel.

A isenção valerá para todos os clientes indicados pelos contadores que participarem da conferência. O controle será feito por vouchers que serão disponibilizados pela Bcredi aos profissionais. A avaliação do imóvel é a única taxa cobrada no processo de contratação do crédito com garantia e varia de R$ 570,00 a R$ 750,00, dependendo da localização e do tipo do imóvel, além do valor do crédito solicitado.

“A conferência da Conta Azul é uma excelente oportunidade de apresentarmos nossa solução aos contadores e explicar os diferenciais que fazem do crédito com garantia de imóvel a melhor opção para saúde financeira dos clientes, sejam eles pessoa física ou jurídica”, afirma Ana Victória Guarinello, gerente de marketing da Bcredi. Os pequenos e médios empresários representam 70% da carteira da fintech.

A modalidade de crédito oferecida pela empresa possibilita ao cliente contratar até 50% do valor do seu imóvel em crédito para utilizar como quiser com prazo de até 15 anos. Tendo o imóvel como garantia de pagamento, as taxas deste crédito são mais baixas e vantajosas se comparadas a outras alternativas (variam de 1,14% a 1,80% ao mês). A Bcredi ainda descomplica o processo e emite o contrato em até dez dias úteis, prazo bem abaixo da média de dois a três meses praticada pelo mercado para essa modalidade de crédito.

A Conta Azul [CON] discutirá tendências de tecnologia, inovação, serviços financeiros e o futuro da contabilidade. A conferência ocorre nos dias 16 e 17 de outubro no WTC Golden Hall (Av. das Nações Unidas, 12551 – Brooklin Novo – São Paulo – SP).

GFT contrata Fernanda Rodrigues como nova diretora de RH

A GFT, empresa referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, fortalece o seu time de RH com a nova diretora Fernanda Rodrigues. A profissional, com mais de dez anos de experiência consolidada no mercado de TI e mais de 20 anos na área de RH, será responsável pelos segmentos de Talent Aquisition, Talent Management e HR Operations tanto para Brasil quanto Costa Rica.

Para Marco Santos, managing director da GFT Latam, a contratação de Fernanda Rodrigues, fará com que as áreas de negócio e RH ampliem os seus canais de diálogo, criando entregas estratégicas e eficientes em todas áreas de atuação. “A Fernanda conta com uma sólida experiência na área de RH e no mercado de TI. Estamos muito felizes em contar com a expertise da profissional para trazer novos talentos com experiência em tecnologias exponenciais e manter a nossa equipe motivada”, analisa o executivo.

A nova diretora conta com passagem pelas empresas Stefanini, Cognizant, DTS e Ecolab, onde foi responsável pela área de RH para toda a América Latina. “Chego com o desafio de atuar em um mercado dinâmico, com um público que busca e vibra por novidades. Em um ambiente competitivo como é o mercado de TI, precisamos fazer com que a GFT seja uma empresa cada vez mais desejada pelas pessoas que trabalham na área”, afirma Fernanda.

A profissional também ajudará no desenvolvimento de novos projetos e na estruturação dos que já estão em andamento. Também terá um diálogo constante com a Comunicação e integração para alinhamento com o RH Global da empresa alemã, pensando em novas iniciativas e soluções sob a perspectiva de scale learning e do futuro do trabalho.

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Cada vez mais, o exemplo vem de cima

Por Santiago Ayerza, Presidente da Thomson Reuters Brasil

“Empresa X é denunciada por atividade ilegal deflagrada pela Operação YZ, da Polícia Federal”. Esta é uma manchete que provavelmente você leu algumas vezes nos últimos anos. Investigações sobre roubo, corrupção, lavagem de dinheiro, financiamento de terrorismo e equivalentes ganham força no Brasil e no mundo. Por aqui, ação mais conhecida é a Operação Lava Jato, mas é importante observar que apenas em 2018 já foram realizadas quase 30 operações da Polícia Federal com foco no combate a estes crimes, praticados por empresas ou governos.

Um dos efeitos mais visíveis deste cenário na iniciativa privada é a atenção dada ao compliance, quase uma palavra da moda entre as grandes corporações. Uma irregularidade digna de investigação pode ser originada desde coisas grandes, como o movimento suspeito de grandes quantias, até coisas pequenas, como um e-mail com informações internas enviado por um funcionário para um endereço externo. O compliance atua para evitar isso e promover uma política de boas práticas que garanta a conformidade das atividades de uma empresa.

É um tema sensível, complexo e que ainda não tem sua devida importância reconhecida por toda a comunidade empresarial, apesar do crescimento de sua exposição. Em muitos casos, fica relegado a um profissional do RH, do Financeiro ou do Jurídico de uma empresa, que acumula essa função e a exerce de maneira secundária. Não é o cenário ideal. Mas por onde começar?

O mais importante, em um primeiro momento, é a transmissão da mensagem. As pessoas que compõem uma empresa precisam ter claro o quão importante é que cada um tome cuidados e medidas para tornar o seu trabalho mais seguro. Tudo isso, obviamente, regrado por um Código de Conduta claro e objetivo, que permita a todos os colaboradores, de todos os níveis, entenderem quais são as regras, por que elas existem e que tipo de problema pode ser causado pelo não cumprimento das mesmas, tanto para a companhia quanto para o profissional em questão.

Enquanto maior interessada em um ambiente de conformidade, é responsabilidade da empresa promover ações e iniciativas de propagação das mensagens do compliance. Na Thomson Reuters, para além dos tradicionais conteúdos impressos, trabalhamos também com opções criativas como a gamificação, por onde buscamos alcançar públicos de faixas etárias diferentes e garantir a entrega da mensagem proposta ao público final. Dentro da realidade de cada companhia, diversos outros caminhos podem ser explorados, desde a Inteligência Artificial até dinâmicas de grupos.

Voltando ao papel das lideranças, não terá sucesso uma política de compliance na qual os colaboradores não observam na direção o comportamento pedido por eles. É o conceito famoso em compliance o “Tone at The top”, ou o exemplo vem de cima, em tradução livre. A liderança ocupa clara posição de destaque na política de compliance. Portanto, deve promover comportamentos a serem “imitados” pelos seus subordinados.

O compliance é um trabalho de todos, todos os dias, e isso implica que um gerente que cobra de seu funcionário cuidado com os e-mails que envia, não comente dados confidenciais da empresa com estranhos. Toda regra determinada pela política de compliance de uma empresa cabe também a você, não importando a função que exerce ou a posição que ocupa. Isto é algo que precisa estar sempre muito claro.

Sabemos que são muitos os detalhes a serem observados e, por isso, o uso da tecnologia deve ser sempre considerado. Pensando na realidade de cada empresa, companhias como a Thomson Reuters desenvolvem soluções que combinam tecnologia, conteúdo e expertise humana, que resultam em ferramentas adequadas para demandas dos diferentes setores de atividade e tamanhos de companhia. São softwares intuitivos e extensos bancos de dados trabalhando dia e noite para que nenhuma informação importante fuja do controle daqueles que precisam tomar as decisões.

Uma vez o conceito do compliance estabelecido, a palavra-chave é a coerência. O que você faz deve ter um sentido claro e apresentável. Como em um bom conselho de mãe, se estiver pensando em fazer algo que terá dificuldade em explicar depois, não faça. Os profissionais que atuam provendo o compliance da empresa precisam ainda contar com apoio das lideranças, independência e autonomia para observar processos, apontar desvios e indicar caminhos.

A busca é sempre pelo 100%, ainda que inalcançável. Os meios de se cometer irregularidades vão se refinando e evoluindo com o tempo. Conforme os meios de comunicação se modernizam, fica cada vez mais difícil identificar potenciais relacionamentos perigosos entre elementos de dentro e fora de uma empresa. O que exige do compliance o constante trabalho de estudo e análise das situações. Contudo, estudos comprovam que o grau de satisfação das pessoas e rendimento do trabalho é maior dentro de organizações com forte cultura ética. A difusão de boas práticas de governança corporativa amplia a coesão do público interno, gerando uma melhoria de produtividade contínua.

O esforço voltado ao compliance compensa. Reforça-se a marca perante ao mercado, previne-se problemas e arranhões à marca e ainda se promove um ambiente de confiança entre líderes e funcionários, que por sua vez impacta em resultados e metas alcançadas. Quando se fala em gestão de risco, estabelecer um padrão é o que irá diferenciar uma marca perante às que não se atentam ao tema ainda.

Como as empresas podem ajudar na saúde mental de seus funcionários?

Até 2020, a depressão será a enfermidade mais incapacitante em todo mundo. Pelo menos é o que mostram dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que também apontam que os casos da doença estão aumentando 18,4% no mundo todo desde 2005. Além disso, apenas no Brasil, em 2016, cerca de 75,3 mil trabalhadores foram afastados pela Previdência Privada por conta de depressão. Em um cenário alarmante como este, a saúde mental ganha cada vez mais importância e até mesmo as empresas começaram a perceber que podem ajudar nesta causa.

“A preocupação com a saúde mental dos funcionários, inclusive, tornou-se um grande diferencial de algumas organizações”, afirma Thatiane C. Rosa, Analista de Recursos Humanos da ValeCard, empresa especializada em soluções para o segmento de Recursos Humanos. Ainda de acordo com ela, este tipo de iniciativa é benéfico para a própria empresa, pois colabora para a criação de um clima mais ameno no ambiente de trabalho, favorece uma melhor qualidade de vida e satisfaz os funcionários.

A própria ValeCard, inclusive, oferece ações deste tipo para seus colaboradores, além de estarem sempre incentivando que seus clientes façam o mesmo. “Trabalhamos com psicoeducação, por meio de palestras tratando temas de saúde mental e levando, ao colaborador, informações referentes ao assunto. Nosso objetivo é que ele entenda a importância de um cuidado contínuo com a saúde mental”, relata Thatiane.

A inteligência emocional como aliada

Heloísa Capelas, especialista em inteligência emocional e diretora do Centro Hoffman, reforça que o estabelecimento de um ambiente positivo é o primeiro passo para garantir o equilíbrio emocional dos funcionários. “Problemas, coisas ruins, vão acontecer. No entanto, a maneira como você os enxerga e a energia que passa para a sua equipe faz toda a diferença. Ser positivo e encarar os fatos de maneira íntegra é importante para não permitir que o acontecimento ruim atinja a todos e faça parecer com que tudo esteja desabando”, afirma.

Ainda segundo Heloísa, muitas vezes, é apenas uma face do conjunto que está apresentando problemas e, certamente, há uma forma de recuperação. “Isso vale tanto para os relacionamentos internos na sua empresa quanto externos, com os clientes, por exemplo, e até mesmo nos relacionamentos pessoais”, diz.

A especialista também afirma o quanto o sentimento o autoconhecimento pode auxiliar – e muito – na construção de um ambiente profissional favorável a todos. De acordo com ela, “todos nós temos 98% de coisas boas e 2% de coisas ruins. Mas costumamos focar sempre nos 2%, o que faz parecer que, na verdade, somos 98% ruins. A negatividade atrapalha nossa evolução. Portanto, temos que investir nas coisas boas que temos para exercermos a chamada liderança interna”.

Allgoo anuncia Paulo Cacciari como Chief Commercial Officer

A Allgoo, fintech especializada na digitalização de instituições financeiras e do varejo, com soluções de inteligência artificial para bancos, anuncia Paulo Cacciari como responsável pela área comercial e de marketing. O executivo, além de integrar o quadro de sócios investidores, aporta sua experiência em vendas B2B ao mercado financeiro. O objetivo é o fortalecimento de negócios da startup.

A expectativa, de acordo com o CEO da Allgoo, Luiz Claudio Macedo, é que a empresa consolide o processo de profissionalização de suas atividades e tenha uma área comercial, marketing e relacionamento com os clientes de alto nível. “A chegada do Paulo enseja no ponto de virada da empresa para sua expansão e em seu posicionamento de abarcar novos desafios da bancarização do setor de varejo no Brasil,” assinala Macedo.

Paulo Cacciari trabalhou nos últimos sete anos na introdução do conceito de cloud security em grandes empresas e no sistema financeiro nacional. “Hoje em dia é comum ver a solução sendo usada, mas quando começamos este projeto os bancos tinham muitos temores, principalmente quanto à proteção dos dados de seus clientes”, comenta Cacciari. Depois disso, decidiu descansar, estudar novas tecnologias e conhecer melhor outra cultura.

Esse tempo se transformou em um período sabático na Califórnia com visitas regulares ao Vale do Silício, onde acabou tendo contato com o movimento de open banking e o conceito de bancarização da economia real. Cacciari voltou ao Brasil convicto que sua experiência poderia contribuir com startups. “Vi nas startups a paixão em transformar o mundo que sempre me motivou. Fiz uma rápida passagem pelo Cubo e estava analisando algumas propostas quando conheci o projeto da Allgoo. Foi empatia à primeira vista,” comenta e acrescenta:

“Vejo que a Allgoo irá, além de trazer o mundo digital para as empresas do setor financeiro, criar diversas iniciativas no mercado de democratização dos serviços financeiros, mudando todo o panorama deste setor como o conhecemos.”

Ainda segundo Cacciari, a Allgoo é uma empresa que foca na experiência do consumidor, conhece bem as integrações necessárias para colocar um banco digital no ar, e põe todo esse conhecimento à disposição de seus clientes.

“Outro aspecto do modelo comercial da Allgoo que considero relevante, é o fato que suas soluções, embora sejam customizadas para cada cliente, funcionam como licenças de uso, assim o nosso cliente sabe que estamos sempre engajados com a aderência da solução para suas necessidades, sejam elas oriundas de mudanças de legislação pelos órgãos regulatórios, seja pela mudança de perfil dos consumidores de nossos clientes.”

A proposta da fintech é criar uma experiência digital focada no consumidor possibilitando que empresas tradicionais construam sua presença no mundo digital principalmente quando pretendem distribuir serviços financeiros. Soluções como o robô de investimento baseado em inteligência artificial desenvolvida pela Allgoo chamaram a atenção de Cacciari. “Senti que era o tipo de solução que eu levaria ao mercado com prazer e confiança. Porque esse é uma das minhas crenças mais básicas, só levar aos meus clientes aquilo que tenho convicção que seja realmente um grande benefício para eles” finaliza.

FGV lança estudo pioneiro sobre benefícios do Blockchain na área de financiamento de ações ambientais e climáticas

A FGV, através do Núcleo de Prospecção e Inteligência Internacional (FGV NPII) e em parceria com o think tank alemão Konrad Adenauer Stiftung, lança, no próximo dia 11 de outubro, um estudo pioneiro que identifica as contribuições que a tecnologia de Blockchain – a mesma que está por trás do bitcoin – pode oferecer a operações de financiamento do clima e do meio ambiente.

De autoria de Leonardo Paz (FGV NPII) e Gabriel Aleixo Prata (ITS-Rio), o relatório “Blockchain Contributions for the Climate Finance – Introducing a Debate” busca de maneira sistemática e didática apresentar o tema de Blockchain e Financiamento do Clima para não experts, de forma a facilitar o entendimento dos dois assuntos, descomplicando assim a relação entre ambos.

O relatório divide suas recomendações em grupos temáticos, como: Redução do Gap Institucional entre doadores e receptores de financiamento; Necessidade do fortalecimento do debate político; Estímulo do papel da sociedade civil; e Estímulo à busca de soluções inovadoras.

De acordo com o estudo que será divulgado, o blockchain pode contribuir no financiamento ambiental, quanto à questão da transparência e da eficiência, redução de custos, diminuição de intermediários nas operações, confiança no registro dos dados e facilitação de rastreamento.

Para Leonardo Paz, da FGV NPII, o blockchain pode ser essencial no gerenciamento dos recursos voltados para iniciativas sustentáveis.

“Muitas ONGs e pequenas prefeituras não conseguem acessar os fundos com recursos para o meio ambiente, pois não têm capacidade administrativa de operar os processos de compliance exigidos pelos bancos. Por isso, as soluções baseadas em blockchain podem ajudar a limitar a burocracia, pois, com essa tecnologia, todas as transferências de recursos ficam registradas de forma transparente e imutável, virtualmente impossibilitando desvios de dinheiro”, explicou Leonardo.

O evento de lançamento do estudo será aberto ao público. Para mais informações e inscrição: http://www.prestodesign.com.br/extranet/fgv/convite600.html

Data: 11/10/2018

Local: FGV – Praia de Botafogo, 190 – 12º andar

Horário: 10h às 12h30

Programação

9h30 – Credenciamento

10h – Abertura com Renato Galvão Flôres Jr. (diretor da FGV IIU) e Christian Hübner, head da EKLA-KAS

10h30 – Apresentação dos resultados

11h – Debate

Christian Hübner

Gabriel Aleixo (ITS-Rio)

Leonardo Paz Neves (FGV IIU)

Comentários de Vanessa Almeida, gerente da Iniciativa Blockchain do BNDES

Campanha “Neuro em Ação” faz alerta sobre mau uso do celular e erros posturais

A Sociedade Brasileira de Neurocirugia (SBN) realiza em todo o país, de 08 a 14 de outubro, a segunda edição da campanha “Neuro em Ação”, com o objetivo de alertar a população sobre os riscos relativos ao mau uso do celular e as dores no corpo provocadas por erros posturais, uma das principais causas de absenteísmo. “Em 2017, tivemos uma adesão muito grande de profissionais e estudantes. Nós vamos disponibilizar materiais gráficos e aulas no site da SBN (http://sbn.org.br/publico) para que esta campanha possa ser reverberada por todo o Brasil”, explica Dr. Ronald Farias, neurocirurgião presidente da SBN.

O celular está definitivamente presente na vida das pessoas, porém o mau uso desses dispositivos pode causar muitos problemas aos usuários. Não raro é possível ver pessoas dirigindo usando o telefone, o que pode causar graves acidentes, e também pedestres digitando mensagens enquanto caminham, o que tem ocasionado uma série de atropelamentos, além de outros acidentes provocados pela falta de atenção. A luz das telas de smartphones também é bastante prejudicial, o movimento do pescoço para digitar ou ler prejudica o eixo da coluna.

E mais! O excesso de utilização dos dispositivos prejudica também as relações interpessoais. Segundo um estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), 44% dos jovens enquadrados como dependentes substanciais de tecnologias apresentaram problemas significativos em diversas áreas de sua vida.

O que pouca gente sabe é que durante essas atitudes rotineiras e “inocentes”, concluídas em segundos, o cérebro entra em transe e tira total atenção, visualização e audição do que acontece no entorno, criando a possibilidade para acidentes com sequelas graves, como traumas e morte, de acordo com o neurocirurgião Ronald Farias.

De acordo com o Departamento Estadual de Trânsito do Paraná (Detran), por exemplo, os pedestres que digitam, leem ou falam ao celular enquanto caminham possuem chances de acidentes de até 80% mais altas. Segundo, ainda, um estudo realizado pelo Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), quando o motorista desvia sua atenção para responder uma mensagem no Whatsapp à velocidade de 80 km/h, por exemplo, é o mesmo que dirigir a extensão de um campo de futebol inteiro com os olhos fechados.

A dica do especialista é, em casos de urgência, enviar mensagem de áudio (usando um dos fones de ouvido) ou, o mais indicado, manter a paciência e aguardar até que se esteja parado e em local seguro para as ações no dispositivo. “Ao contrário do que parece, dar uma pausa ou responder mais tarde não é perda de tempo, é ganho de segurança e de vida”, assegura o especialista.

Outra preocupação da SBN, foco igualmente importante da campanha, são os problemas causados pela má postura. Considerada a principal causa de absenteísmo, a lombalgia é causada em diversas situações cotidianas, até mesmo ao sentar no sofá da forma incorreta. Algumas profissões também estão sujeitas a maior incidência dores causadas por erros posturais, como trabalhadores da construção civil, profissionais de saúde que precisam movimentar pacientes, além de pessoas que realizam exercícios físicos da forma incorreta. Além dos prejuízos à saúde das vítimas, isso tem um alto custo para a saúde pública.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a dor nas costas é a doença que mais afasta trabalhadores no Brasil por mais de 15 dias. Mais de 100 mil pessoas se ausentam anualmente devido à lombalgia, o que representa 4,71% de todos os casos. Ainda de acordo com o MTE, não são as atividades a principal causa de, e sim pessoas que desempenham atividades repetitivas e até mesmo coisas cotidianas, como sentar-se de forma incorreta.

“Os riscos decorrentes do mau uso do celular e da má postura, problemas destacados pela campanha ‘Neuro em Ação’ para conscientização, segundo vários trabalhos científicos, são fatores que interferem perigosamente no cotidiano das pessoas”, finaliza Carlos Roberto Sampaio de Assis Drummond, diretor de Responsabilidade Social da SBN.

AMcom abre 50 vagas para profissionais de Tecnologia da Informação

A AMcom, companhia de Tecnologia da Informação especializada em desenvolvimento customizado, sustentação de sistemas, consultoria e alocação de profissionais, está com 50 oportunidades de emprego para profissionais da área de Tecnologia da Informação. Os requisitos e candidatura das vagas podem ser consultados e realizados pelo site da empresa https://amcom.com.br/vagas

A demanda, que foi impulsionada pela chegada de novos clientes requer, principalmente, desenvolvedores Java, Front-end e Python, consultores de pré-vendas e gerente de contas, entre outros cargos. As vagas também estão disponíveis para PcD´s (Pessoa com Deficiência).

A seleção abrange todo o País e as oportunidades disponíveis são para, principalmente, a cidade de Blumenau, além de outras localidades do Estado de Santa Catarina, como Florianópolis, Joinville, Gaspar e Biguaçu, e também São Paulo. Além do salário compatível com o mercado, as oportunidades contam com diversos benefícios, como por exemplo, planos de saúde e odontológico e seguro de vida 100% custeados; subsídios parciais para graduações, pós-graduações e MBA, e integrais para certificações, entre outros.

“Trabalhar na AMcom reflete não só na atuação em grandes clientes e em projetos inovadores que oferecem competitividade às empresas, mas também na qualidade de vida que nossa infraestrutura e a cidade de Blumenau proporcionam”, acrescenta Carmen Ittner, gerente de DHO (Desenvolvimento Humano e Organizacional) da AMcom.

A cidade é destaque em diversos setores da economia. No ranking das 100 maiores cidades brasileiras, elaborado pela Delta Economics & Finance, o município ficou em 4º lugar geral e recebeu a maior pontuação do estudo na dimensão econômica e alta pontuação em bem-estar.

Já a infraestrutura da AMcom é um capítulo à parte. O ambiente de trabalho moderno e dinâmico está refletido em áreas como playground, arquibancada para apresentações, refeitório, cabines para reuniões e até mesmo na sala de descanso em formato de hotel cápsula. Tudo equipado com pufes coloridos, cadeira de massagem, mesa de sinuca, pebolim, videogame e ainda um escorregador que liga os dois pavimentos do escritório.

A sede tem em sua essência a cultura de se relacionar com o colaborador sob as premissas de produtividade, ou seja, sair do cartão de ponto para focar nas entregas, flexibilidade de jornada, o que permite o profissional realizar sua rotina de trabalho e suas folgas de acordo com a sua preferência de horário e, por fim, a confiança.

“Todas as propostas citadas acima são tangibilizadas no comércio da confiança, disponível numa área de refeição da empresa. Há um abastecimento de alimentos e bebidas com seus preços e cada colaborador que consumir deposita a quantia gasta em uma caixinha, que se mantém aberta inclusive para a retirada de seu troco”, finaliza Carmen. A executiva acrescenta que a área Trabalhe Conosco do site está sendo reformulada justamente para apresentar toda a experiência de trabalhar na AMcom.

Embratel e IBM unem forças para levar soluções digitais ao mercado brasileiro

A Embratel e a IBM anunciam uma parceria inédita para ampliar a oferta de soluções digitais ao mercado corporativo brasileiro. Com a disponibilização de novos produtos e serviços digitais aliando inovação tecnológica, conectividade e mobilidade, esta parceria alcançará milhares de empresas em todo o território nacional com modelos flexíveis de consumo por meio da Cloud.

A primeira fase desta parceria fornecerá, de forma integrada, soluções cognitivas com IBM Watson, serviços gerenciados de segurança com solução IBM® QRadar Security Information and Event Management (SIEM), soluções em IBM Cloud e serviços de nuvem híbrida e automação.

Segundo a IDC Brasil o mercado de infraestrutura, plataforma e Software como Serviço (SaaS) atingirá US$ 1,7 bilhão em 2018 e praticamente o dobro até 2020.

“As novas parcerias reforçam a atuação da Embratel como integradora e nos torna cada vez mais capazes de atender e antecipar as necessidades dos clientes que desejam promover a transformação digital de seus negócios”, afirma Tomaz Oliveira, Diretor Executivo de Alianças Estratégicas da Embratel. “Estamos unindo nossas especialidades em soluções diferenciadas e inovadoras para o mercado corporativo, complementando o amplo portfólio de Soluções Digitais da Embratel”, diz.

Para Marcela Vairo, Diretora de Canais da IBM Brasil, a parceria expande o alcance da oferta soluções cognitivas e na nuvem para uma importante base de clientes do País. “Unimos a capacidade tecnológica da IBM com o poder da conectividade e mobilidade da Embratel para entregar inovação, velocidade e agilidade para o sucesso de nossos clientes“, comenta a executiva.

Cresce demanda por profissionais especializados em transformação digital

Não é novidade que vivemos em uma era digital. Segundo o IBGE, 116 milhões dos brasileiros estão conectados à internet. Essa realidade provoca a mudança de comportamento dos consumidores e, consequentemente, das empresas. Daí surge necessidade muito latente no mundo corporativo: a transformação digital.

Como reflexo disso, nos últimos três anos cresceu significativamente a demanda por profissionais aptos a participar desta transformação. De acordo com levantamento realizado pela Hays, líder mundial em recrutamento, de 2015 até 2017 (último levantamento), a demanda por esses profissionais aumentou 44%, nas vagas solicitadas pelas empresas nos últimos anos, porém esse número tende a aumentar, pois cada vez mais diferentes mercados começam a buscar pelos mesmos profissionais, responsáveis pela transformação digital.

Para Fulvio Nishiyama, gestor da divisão de TI da Hays, o número de contratações tende a crescer nos próximos anos, isso porque as empresas ainda estão entendendo como devem fazer a transformação digital e qual perfil de profissional deve contratar. “Esse movimento ainda é muito novo. Em um futuro breve veremos uma série de novas funções que ainda não conhecemos sendo demandado pelas empresas”, explica o executivo.

Confira os cargos mais demandados do momento:

Especialista ou Arquiteto Cloud

Digital Labs

Digital Transformation

As empresas começam a transformar sua infraestrutura de TI, deixando de lado o modelo de servidores e partindo para nuvem. O especialista em cloud é o profissional preparado para comandar essa mudança.

Profissionais que criem e desenvolvam um digital labs, que, dentro das empresas, tem a função de testar novas tecnologias e processos, em menor escala, antes de implanta-lo na organização.

Profissionais que são os líderes da transformação digital. Isso porque o processo de digitalização exige isso mudança de metodologia, cultura e tecnologia, sendo esse profissional responsável por isso.

Product Owner e Project Manager

Desenvolvedor

Profissionais que atuam em modelo de SQUADs em empresas que trabalham com metodologia ágil.

Profissionais que programam e criam softwares/plataformas/aplicativos dentro do mundo de tecnologia.

Fomento à Pesquisa & Desenvolvimento: um cenário que desafia o próximo governo

Por Feliciano Aldazabal

Os programas existentes no marco legal brasileiro para fomentar os projetos de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) são variados: desde incentivos fiscais federais no âmbito global e setorial – tais como Lei do Bem, Lei de Informática, Rota 2030, entre outros -, até incentivos municipais ou mecanismos de financiamento público diversos, tanto federais quanto estaduais. Nos últimos dois anos de governo, vários desses mecanismos foram alvo de questionamento, por motivos distintos.

Dentro desta dinâmica, destaca-se a iniciativa do Presidente Michel Temer em março de 2017 relacionada ao incentivo de maior alcance existente: a Lei do Bem. Várias entidades de classe foram desafiadas a analisar o atual marco da Lei do Bem, de modo a apresentar propostas de aprimoramento dessa legislação para amplificar seu impacto na sociedade brasileira. Tal movimento foi recebido com grande entusiasmo por todos os tipos de entidades envolvidas -ministérios, associações, confederações, empresas ou institutos, entre outras -, iniciando intensas tarefas para atender a oportunidade apresentada. Todas chegaram a um consenso dos principais motivos da falta do impacto esperado do incentivo, havendo unanimidade em uma deles: a necessidade de ter um resultado fiscal positivo a cada ano para usufruir do incentivo. Infelizmente, tais iniciativas foram paralisadas na Casa Civil e não houve nenhuma iniciativa política posterior para auxiliar na aceleração deste tema capital.

Ainda durante esse período, e para esse mesmo incentivo, foi organizado em dezembro de 2016 um evento pela CAPES, MCTIC, MDIC e CNI, entre outros, com o intuito de regulamentar em um dos artigos existente na Lei do Bem em que estavam depositadas grandes expectativas para a cooperação público-privada em projetos de P&D: o artigo 19A. O artigo permite que as empresas que tenham gasto em parcerias com ICT (Institutos de Ciência e Tecnologia) tenham direito a um incentivo adicional, que pode chegar a reduzir o valor gasto com a ICT até 85%. Apesar da ótima iniciativa trazida em Lei, a burocracia posterior e a falta de alinhamento na regulamentação fez com que esse incentivo não tenha uma aplicação real. Tal regulamentação adicional ainda não definida é considerada pelas empresas desnecessária, sendo que a própria Lei do Bem já prevê “burocracia” suficiente para o uso do incentivo que, além, atenderia perfeitamente ao escopo alvo deste artigo.

Quanto aos incentivos setoriais, alguns como a Lei de Informática ou Inovar Auto sofreram questionamentos por parte da OMC (Organização Mundial do Comércio), demandando uma revisão no formato de aproveitamento e de funcionamento desses. Por exemplo, o Inovar Auto já evoluiu a outra versão denominada Rota 2030, trazendo algumas alterações (com os seus pontos a favor e contra), mas que foi tramitada via Medida Provisória. Assim, fica a dúvida se, com a chegada da nova gestão, tal MP será favorável no novo governo ou até mesmo se será levada para votação.

A exposição de todos esses fatos traz às empresas e outros agentes envolvidos as reflexões a seguir: será que o próximo governo dará continuidade a essas iniciativas? Teremos um governo que entenda a importância das ações de incentivo para melhorar a competitividade das empresas e dará a devida atenção a elas? Ou simplesmente as deixarão “sumir” com o propósito de atender a arrecadação de caixa em curto prazo ao invés de pensar em longo prazo? Em meu ponto de vista, espero que o próximo governante, seja quem for, dê continuidade a tais ações, na ambição de gerar um tecido empresarial no Brasil altamente competitivo em nível mundial, pois é reconhecida a relevância demonstrada em diversos estudos, tanto nacionais como externos, das políticas públicas de fomento à inovação como impulsoras dos investimentos nesse campo que, por sua vez, é o principal motivo de melhoria da competitividade nas empresas.

Feliciano Aldazabal, Gerente de Produtos e Serviços da F. Iniciativas, consultoria especializada na gestão de incentivos fiscais e financiamento à Pesquisa & Desenvolvimento (P&D).

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KPMG ajuda a desenvolver primeiro programa de fidelização baseado na tecnologia de blockchain

A KPMG Singapura, em parceria com Singapore Airlines (SIA) e Microsoft, desenvolveu a primeira carteira digital para um programa de fidelização de companhia aérea baseada na tecnologia de blockchain, a “KrisPay”. A nova ferramenta permite à companhia integrar novos parceiros e conciliar os pagamentos utilizando a tecnologia.

“A tecnologia de blockchain apresenta uma escrituração distribuída que registra cada transação em tempo real. Esse procedimento oferece significativa economia de recursos de custo e de tempo.”, analisa sócio de Serviços Financeiros da KPMG, Oliver Cunningham.

Para os clientes da companhia aérea, a carteira digital possibilita conversão de milhas em pontos, que podem ser utilizados em estabelecimentos participantes. “A efetividade de utilizar o blockchain nos permite expandir a gama de setores contemplados, A ferramenta criada, “KrisPay”, evidencia que a tecnologia utilizada pode criar experiências positivas e semelhantes para clientes e para parceiros”, explica sócio do setor Aeroespacial e Defesa da KPMG, Marcio Peppe.

Profissionais com capacitação em tecnologia blockchain têm garantia no mercado de trabalho futuro

A tecnologia blockchain tem sido adotada amplamente por empresas e indústrias interessadas em descobrir o real potencial desta inovação, além de suas aplicações e formas de atuação nos diferentes tipos de negócios.

Segundo estimativas do International Data Corporation (IDC), os gastos globais para desenvolvimento de produtos e serviços baseados em blockchain chegarão a US$9,2 bilhões até 2021, valor 10 vezes maior em relação aos US$945 milhões registrados em 2017. Para este ano, a projeção é de US$2,1 bilhões.

Ainda não se sabe o quanto a tecnologia do blockchain pode evoluir, por isso, a atuação de profissionais nesse setor é considerada como uma das profissões mais promissoras do futuro. De acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria Gartner, em maio deste ano, com 293 CIOs de organizações, para 23% deles o blockchain exige as mais novas habilidades para implementar qualquer área de tecnologia.

Sua qualificação profissional está preparada para essa tecnologia?

Pensando nesse cenário, a Mosaico University e a Blockchain Academy se juntam para lançar o curso Blockchain e DLTs: o seu negócio preparado para o futuro. Oferecido de forma 100% online, o curso abordará o real potencial desta tecnologia, além de suas aplicações e formas de atuação nos diferentes negócios.

Com início agendado para 29 de outubro, por estar em sua primeira edição, os alunos contarão com um valor integral reduzido, com descontos de 25% (de R$1.000 por R$750) até o dia 14 de outubro e de 10% de desconto (de R$1.000 por R$900) entre 15 e 22 de outubro.

Para mais informações, acesse o link.