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FGV EMAp lança a primeira graduação do Brasil em Ciência de Dados

A Escola de Matemática Aplicada da Fundação Getulio Vargas, no Rio de Janeiro, lança no primeiro semestre de 2020 o curso de graduação em Ciência de Dados, o primeiro do país. O programa, dessa forma, fornece, base sólida para quem aspira trabalhar no mercado corporativo ou quer prosseguir na carreira acadêmica, como pesquisador.

A análise intensiva de dados e a geração de conhecimento para a tomada de decisões são competências hoje imprescindíveis. Segundo pesquisa da MIT Sloan Management Review, 60% das companhias entrevistadas promovem treinamento em ciência de dados e 50% considera que transformar insights analíticos em negócios é um de seus maiores desafios.

Ao longo do curso, os alunos terão contato com questões que envolvem o Aprendizado de Máquinas, Modelagem Estatística, Processamento de Linguagem Natural, Visualização; assim como aplicações em Epidemiologia, Economia e Finanças, entre outras. Um dos diferenciais da graduação em Ciência de Dados é a abordagem de um vasto repertório de conceitos, métodos e técnicas matemáticas, estatísticas e de computação, que capacitam os futuros profissionais a prestar assessoria e a fazer análises qualificadas, além de produzir, gerenciar e analisar grandes bases de dados. O curso visa, desta forma, a dotar os alunos de habilidades e competências necessárias para trabalhar em empresas de tecnologia, varejo, bancos de investimento, organizações não-governamentais, consultorias, empresas multinacionais, mídia e comunicação, além de carreiras em pesquisa.

“A nova graduação em Ciência de Dados oferecerá aos alunos uma trajetória inovadora para sua formação. Sendo o primeiro curso no Brasil nessa área, o objetivo é garantir a excelência da nossa graduação. Nossos alunos serão capacitados para, ao invés de somente utilizarem ferramentas e pacotes comumente disponíveis, aprenderem a criar suas próprias ferramentas analíticas através de ambientes de programação. Eles aprenderão todos os fundamentos matemáticos, estatísticos e computacionais necessários para exercer essa profissão moderna”, destaca o professor Yuri Saporito, coordenador do curso.

A iniciativa da EMAp representa uma ponte fundamental entre a área acadêmica e o mercado de tecnologia e inovação empresarial. o corpo docente é formado por professores com doutorado e pós-doutorado em instituições que exercem liderança internacional na área e têm ampla experiência em pesquisas aplicadas, bem como em consultorias para empresas privadas e setor público.

Serão abertas 40 vagas para a primeira turma de Ciência de Dados – 32 vagas por meio do vestibular FGV e 8 vagas pelo ENEM. O curso é presencial e tem 2.610 horas (quatro anos de duração). As inscrições para o vestibular já estão abertas e se encerram no dia 8 de outubro. Devem ser feitas pelo site fgv.br/vestibular.

Estudo da Cognizant aponta desafios dos bancos para o futuro

Os bancos tradicionais estão cada vez mais atentos a rapidez que mudanças nas leis acontecem, principalmente para se adequarem a um panorâma não preditivo resultado direto da atuação das fintechs ou pelo surgimento de novas tecnologias disruptivas como o blockchain. É o que aponta estudo da Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios. Antes soberanas em mercados como empréstimos, câmbio e transferências, as instituições financeiras atualmente já sentem a presença cada vez maior de novos players digitalmente nativos extremamante relevantes e bem posicionados aos diversos perfis de consumidores.

“Com novas leis que equilibram o mercado e com inovações tecnológicas que diminuem as barreiras e mudam a dinâmica da indústria financeira, os bancos precisarão se tornar cada vez mais resilientes e redefinir seus modelos operacionais e de negócios para um novo ambiente competitivo, acelerando a implantação de novas tecnologias”, afirma Alexis Machado, diretor da indústria de Bancos e Seguradoras da Cognizant no Brasil.

O levantamento da Cognizant identifica quatro ameaças que causarão impacto profundo nos bancos: substanciais mudanças estruturais, perda de mercado, perda da intermediação e entrada dos unicórnios digitais (Google, Facebook e Amazon) no setor financeiro.

A primeira ameaça é causada por mudanças nas legislações ao redor do mundo. É possível citar como exemplo a implementação da PSD2 (diretiva dos serviços de pagamento), que acabará com o monopólio dos bancos sobre os dados de seus respectivos clientes. Além disso, a diretiva pode expor serviços de atendimento ruins, estruturas tecnológicas ultrapassadas e falta de interlocução entre as diferentes áreas dos bancos. “O impacto do PSD2 nas tecnologias dos bancos, experiências de consumo, estruturas organizacionais e ambiente competitivo pode diminuir o controle que os bancos detêm sobre seus clientes”, analisa Michael Cook, senior manager da Cognizant e um dos coautores do estudo.

Já a perda de mercado pode ser ocasionada pela entrada de fintechs e bancos digitais em nichos antes controlados por instituições financeiras tradicionais, como transações e câmbio. De acordo com Michael Cook isso pode criar problemas sérios na supply chain dos bancos porque eles perdem um ponto de contato com seus clientes. “Essa perda de interação com o usuário não só reflete negativamente na experiência do consumidor, como também prejudica a atuação dos bancos”, avalia.

Por sua vez, a perda de intermediação já é um cenário temido. Fintechs de empréstimo pessoal já são uma alternativa aos bancos tradicionais. Mas uma ameaça ainda maior é a adoção do blockchain, uma tecnologia que pode retirar dos bancos o poder da intermediação, não só no nicho de empréstimos pessoais, mas em várias áreas de atuação do setor bancário. “Tanto os bancos tradicionais quanto os digitais estão com dificuldade para implementar o blockchain em comparação com as fintechs. Por mais que a maioria das plataformas de blockchain não consiga suportar a escala de transações necessárias para derrubar a atuação dos bancos, o protocolo de Pagamento Ripple pode acabar fazendo esse papel”, teoriza o executivo.

A adoção do blockchain pode, por exemplo, retirar os bancos da mediação de pagamentos. Como o blockchain é seguro e mais barato para realizar pagamentos, a tecnologia elimina a necessidade de um banco como intermediário. “Além disso, o blockchain mantém informações de todas as transações de maneira transparente”, complementa Cook. “Testes preliminares indicam que o blockchain pode reduzir o tempo de transferências internacionais para apenas alguns segundos.”

No entanto, a maior ameaça para os bancos atualmente é a entrada dos unicórnios digitais – como são conhecidos Google, Facebook e Amazon – no mercado financeiro. De acordo com levantamento recente, metade dos clientes brasileiros consideraria trocar suas contas bancárias para os unicórnios digitais caso essas empresas oferecessem esse tipo de serviço. Os unicórnios superam os bancos tradicionais em quatro aspectos:

– Eles dispõem de acesso a dados pessoais de usuários e podem oferecer serviços personalizados baseados nessa informação. Só o Facebook, por exemplo, tem alcance global de 2 bilhões de usuários.

– Os unicórnios digitais oferecem ótima experiência para o consumidor. A Amazon, por exemplo, consegue entregar seus produtos em até um dia.

– Essas empresas já nasceram na era digital, o que lhes dá vantagem sobre os bancos tradicionais, que precisam trocar toda sua estrutura de TI para alcançar a transformação digital.

– Apesar de crescentes problemas com privacidade, os unicórnios já conquistaram a lealdade de seus usuários. Nesse quesito, eles não podem ser derrotados.
Os bancos resilientes

Mas, segundo Alexis Machado, nem tudo está perdido para os bancos tradicionais. Eles podem se adaptar para sobreviver a esse cenário. “As instituições financeiras que sobreviverão terão incorporado tecnologias para automação de dados no front office, com acompanhamento analítico em tempo real para dar suporte a serviços importantes no middle e back office, além de utilizar serviços em nuvem pública”, comenta o executivo.

Para se tornar o que o estudo chama de bancos resilientes, é necessário primeiro mudar a cultura organizacional da própria empresa. “Os objetivos estratégicos de sua organização precisam estar claros para todo o quadro de funcionários”, aconselha Cook. “Os departamentos precisam colaborar entre si, a inovação precisa ser o centro da cultura da empresa e o gerenciamento de desempenho deve ser baseado em resultados, não apenas em KPIs.”

Isso passa também pela adoção de APIs abertas e pelo estabelecimento de uma arquitetura colaborativa. Segundo Cook, os benefícios das APIs abertas vão além de compliance a leis regulatórias. Elas também podem auxiliar internamente na colaboração entre departamentos ao permitir que informações sejam compartilhadas com mais eficiência entre as equipes, melhorando a coordenação do sistema e o andamento de processos e transações.

Em termos de inovação, os bancos resilientes precisam estar à frente dos outros. Conforme o estudo identificou, uma das maiores forças das fintechs e dos bancos digitais é sua habilidade de agregar para seus clientes ao processar os dados deles em tempo real e ao corresponder às suas necessidades. Os bancos tradicionais ainda estão melhorando essa capacidade, mas aqueles que são resilientes superam os demais na adoção de inteligência artificial (IA), RPA e blockchain. A implementação de IA, por exemplo, é três vezes mais comum em bancos resilientes do que nos outros.

Ao adotar o uso de softwares abertos e novas tecnologias, as instituições financeiras poderão operar com fintechs e bancos digitais quase como um marketplace, em vez de funcionarem isoladamente. Com isso, as empresas podem compartilhar informações por meio de produtos e serviços white label e modelos de parceria. Embora as fintechs possam reduzir o lucro dos bancos em 13%, de acordo com levantamento feito pela consultoria McKinsey, uma possível parceria entre eles aumentaria os lucros bancários de vendas e produtos digitais em 10%, além de uma redução de 30% nos custos operacionais. Nesse aspecto, o estudo da Cognizant identificou que mais da metade dos bancos resilientes fizeram ao menos uma parceria com fintechs nos últimos três anos, e 70% utilizam serviços de outras empresas.

Apesar de ainda dominarem boa parte do mercado, os bancos tradicionais precisam transformar sua cultura, seus processos operacionais e sua infraestrutura tecnológica para se adaptar ao novo cenário econômico. Para isso, eles precisam focar seus modelos operacionais na satisfação dos clientes, mergulhar no modelo de marketplace, utilizar mudanças nas leis regulatórias como um catalisador para mudanças internas, criar uma cultura que priorize a inovação e dar a devida atenção ao blockchain. “Os líderes dos bancos tradicionais precisam aceitar o novo ecossistema de open banking, apostar na inovação, realizar parcerias e aquisições estratégicas e agilizar os processos internos. Isso vai ajudá-los a focar no cliente e a se transformar em bancos resilientes”, comenta Cook.

Alexis concorda: “As instituições financeiras que insistem em operar com barreiras astronômicas para novos clientes, estão ameaçadas e muitas já condenadas ao fim. E uma mudança drástica de mindset do setor atual é necessária para continuar relevante e sobreviver à disrupção”, finaliza o executivo.

Um novo patamar nas relações econômicas e políticas entre Mercosul e União Europeia

Por Andreas Hoffrichter

Depois de nove anos sem a assinatura de um acordo econômico significativo, e após inacreditáveis 20 anos de inércia, o Mercosul assinou em 28 de junho o tão esperado e propalado acordo comercial com a União Europeia. Foi um gol de placa marcado por Brasil e Argentina, que finalmente decidiram jogar juntos e aproveitar o potencial que esse acordo trará aos dois blocos econômicos.

O acordo se baseia no diálogo político, na cooperação econômica e no livre-comércio. Ele precisa ser ratificado pelos parlamentos nacionais dos países membros, bem como pelo Parlamento Europeu. Estima-se que entrará em vigor dentro de dois anos.

O acordo eleva a um novo patamar as relações econômicas e políticas entre o Brasil e a União Europeia. Além disso, sinaliza que os acordos de livre-comércio passam a ser componentes importantes da nova política comercial brasileira, tão necessária para tornar o Brasil um player importante e competitivo no globalizado comércio mundial.

Ele também contribui para o aprofundamento da confiança em bases democráticas e para a garantia da estabilidade da relação entre os dois blocos com um melhor aproveitamento de oportunidades.

Será criada a maior zona de livre-comércio do mundo, com um mercado de 780 milhões de pessoas e um PIB estimado em US$ 20 trilhões, que corresponde a 25% da economia mundial. O Mercosul já é o segundo maior parceiro comercial da União Europeia, com um volume de US$ 90 bilhões em 2018. Por sua vez, a União Europeia é o maior investidor estrangeiro no Mercosul, com US$ 443 bilhões em 2017. No ano de 2018, o Brasil negociou US$ 76 bilhões com a União Europeia e obteve um superávit de US$ 7 bilhões.

Muitas são as vantagens desse acordo, entre elas a facilitação do comércio por meio da redução dos custos dos trâmites de importação e exportação e o trânsito de bens; o anexo automotivo que implica a aceitação mútua de resultados de testes para a avaliação de conformidade; a solução pacífica de conflitos comerciais com agilidade, análise imparcial e técnica; a defesa comercial com maior transparência e previsibilidade na utilização dos instrumentos da Organização Mundial de Comércio; e o desenvolvimento sustentável por meio de compromissos com acordos multilaterais ambientais, que garantem o uso sustentável da biodiversidade e das florestas.

Estima-se uma redução anual de 4 bilhões de euros em impostos nas exportações da União Europeia. No decorrer do tempo, os impostos serão zerados. Atualmente, estão entre 20% e 35% sobre máquinas, 35% sobre automóveis e 14% sobre produtos farmacêuticos. Em até 10 anos, 95% dos impostos sobre os produtos exportados do Mercosul para a União Europeia serão totalmente eliminados.

Considerando a redução das barreiras não tarifárias e o incremento esperado da produtividade, o PIB brasileiro poderá atingir R$ 125 bilhões em 15 anos. O aumento estimado do investimento será de US$ 113 bilhões no mesmo período, enquanto as exportações brasileiras poderão aumentar em US$ 100 bilhões até 2035.

Recentemente, a Organização Mundial do Comércio publicou um estudo demonstrando que, em 2018, o Brasil foi um dos países que mais abriu mercado para produtos estrangeiros, indo na contramão dos outros países que tendem, cada vez mais, a criar medidas protecionistas. A expectativa é que o novo governo continue abrindo o nosso país, expondo-o gradativamente à competição internacional para modernizar os nossos processos industriais e atrair novos investimentos para a nossa combalida infraestrutura. Precisamos criar condições estáveis e em longo prazo, a fim de tornar os investimentos atrativos, além de garantir segurança jurídica aos investidores. Estamos no bom caminho. Este acordo é um grande passo na direção correta.

Andreas Hoffrichter, diretor da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná), cônsul honorário da Alemanha em Curitiba e conselheiro de Administração certificado pelo IBGC.

FGTS: sacar ou não sacar?

A partir do mês de setembro de 2019, trabalhadores poderão sacar R$ 500 de cada conta do seu Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), de acordo com calendário anunciado pela Caixa Econômica Federal. Em 2020 também passa a valer o saque-aniversário, por meio do qual os trabalhadores poderão retirar uma porcentagem do seu FGTS no mês do próprio aniversário.

Ao aderir a essa segunda modalidade, o cidadão perde o direito, por dois anos, de retirar o valor integral do fundo se for demitido. Desde o anúncio da medida, trabalhadores em todo o país estão analisando se vale a pena ou não ter acesso ao próprio dinheiro.

“No caso dos R$ 500, o saque é vantajoso para todos os trabalhadores. O dinheiro pode ser usado para quitar dívidas, iniciar uma reserva financeira ou então ser reinvestido, pois existem vários tipos de investimentos que rendem melhor que o do FGTS”, avalia o professor de Gestão Financeira do Centro Universitário Internacional Uninter, Daniel Cavagnari.

O especialista assegura que retirar esse valor não afeta outros usos do FGTS, como o saque integral em caso de demissão — diferentemente do saque-aniversário, que impede que o trabalhador tenha acesso aos valores do fundo pelo período de dois anos.

“Antes de fazer o saque-aniversário, é preciso analisar cada caso. Trabalhadores que estão seguros em seus empregos e possuem reserva financeira para emergências podem retirar seu dinheiro sem medo. Já quem não tem dinheiro guardado e está em um emprego instável, do qual poderá ser demitido, só deve fazer o saque caso realmente precise”, recomenda Cavagnari.

O cenário em que a retirada do dinheiro é mais indicada é para os cidadãos que estão endividados, com juros crescentes incidindo sobre o valor que devem. Para estes, vale a pena fazer o saque-aniversário e quitar as dívidas, sempre lembrando de negociar o valor com o banco. Assim têm uma chance de sair da condição de inadimplentes.

Dia da Fotografia com a TIM: dicas para tirar boas fotos e ofertas em smartphones

Nesta segunda (19), é comemorado o Dia Mundial da Fotografia. A TIM reuniu dicas infalíveis para tirar fotos profissionais com seu smartphone e, separou também, alguns modelos pensando na qualidade da câmera para que os clientes possam registrar os melhores momentos do dia a dia em alta qualidade. Confira:

Foco e enquadramento

Quando o assunto é fotografia, o foco é o mais importante na hora de fazer os cliques. O elemento a ser destacado deve estar claro e bem posicionado. A distância em que a foto é tirada também influencia no seu enquadramento: quando mais próxima, mais os objetos e/ou pessoas ficam distorcidos. Então, se a ênfase da foto for uma pessoa, o ideal é ser da cintura para cima (método conhecido como “plano americano”).

Com foco dinâmico, três lentes traseiras e duas frontais, a câmera do Samsung Galaxy S10+ é considerada uma das melhores da atualidade. Atrelado ao plano TIM Black Família 100GB, o smartphone tem um desconto de R$ 2.400, saindo de R$ 5.499 por R$ 3.099. Além de redes sociais (Instagram, Facebook e Twitter) e WhatsApp ilimitados para navegar e compartilhar fotos, o plano também tem assinatura Netflix inclusa, mais de 50 milhões de músicas e mais de 100 revistas – com o TIM Music by Deezer e TIM banca virtual e sete dias de WhatsApp ilimitado em qualquer lugar do mundo e 30 minutos de ligações no exterior por mês.

Selfies de qualidade

As selfies não saem de moda: elas são uma maneira divertida de capturar um acontecimento. Uma câmera frontal com muitos megapixels garante a qualidade e a beleza da imagem. O LG K12 Max possui câmera frontal de 13 MP com inteligência artificial para ajustes automáticos de cor, brilho e contraste, além de foco automático e resolução FULL HD da filmadora frontal. O aparelho custa apenas R$ 999 no TIM Controle, com opções de planos a partir de R$ 49,99 por mês, os clientes têm redes sociais ilimitadas – Instagram, Twitter e Facebook – ligações à vontade para qualquer operadora e mais internet para usarem como quiser.

Atenção à luminosidade do ambiente

Para fotografias em ambientes externos, o ideal é apostar na luz natural. Durante o dia, o sol pode “estourar” a foto, deixando-a iluminada demais. Um truque para cliques durante os períodos da manhã e da tarde – em dias ensolarados – é não deixar a pessoa a ser fotografada na sombra, enquanto quem fotografa fica no sol: tal contraste acaba prejudicando a captura.

Já para fazer fotos à noite, é necessário usar o flash e ter um smartphone preparado para a falta de luminosidade. O Motorola One Action, lançado nesta sexta-feira (16), oferece dois tons de flash e câmera tripla (12 MP + 5 MP + 16 MP QuadPixel), a primeira com ação ultra-wide (possibilita segurar na vertical enquanto a câmera filma na horizontal, enquadrando mais a cena). A tecnologia QuadPixel melhora imagens e vídeos em ambientes com pouca luz. O aparelho custa R$ 1.399 no TIM Black 10GB + 10GB, que garante 10GB para vídeos e mais 10GB para usar como quiser, além de redes sociais – Instagram, Twitter e Facebook – e WhatsApp ilimitados, ligações à vontade para qualquer operadora e assinaturas do TIM Music by Deezer, TIM Banca Virtual, Cartoon Network Já! e Esporte Interativo Plus já inclusas na oferta.

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Médicos X Redes Sociais: uma equação entre reputação e presença

As redes sociais deixaram de ser apenas uma forma de conexão entre amigos há muito tempo. São fonte de notícias, nichos comerciais e de difusão de ideias e conceitos que transformaram a maneira com que nos relacionamos com o mundo. Esses impactos que atingem todas as pessoas de alguma forma não deixariam de fora uma classe profissional que sempre foi pautada pela relação “olho no olho”: os médicos.

O paciente de hoje, batizado pelos estudiosos da modernidade como “Paciente 4.0”, não é o mesmo que enxergava no médico uma autoridade máxima em saúde. Ele é uma pessoa que utiliza a internet de forma constante, busca informações de alta qualidade sobre especialistas e serviços médicos, organiza consultas médicas por meio de plataformas online e participa de discussões sobre saúde na web, seja em redes sociais, fóruns ou blogs.

As mulheres determinam esse perfil no Brasil, representando mais de 75% dos usuários. Esse predomínio ocorre porque elas são mais propensas a procurar ajuda profissional para resolver seus problemas de saúde e estão mais conscientes da importância do bem-estar, não apenas para si, mas também para a família.

Essas informações são parte do resultado de uma pesquisa feita em seis países pela Doctoralia, plataforma líder global do setor de agendamento de consultas. Alguns dados provenientes desse estudo têm ligação direta com o que se espera de uma consulta médica, como um atendimento personalizado que reduza a distância entre paciente e profissional.

“O risco à reputação médica com a exposição na rede produziu efeitos similares em profissionais de todos os países. Podemos concluir que o primeiro desafio é ter opiniões a seu respeito, e depois conseguir que elas sejam favoráveis. Neste estudo, o paciente avalia a ‘conveniência’ do profissional. Nunca houve tanta evidência quanto ao tratamento dos pacientes, a atenção oportuna e resolução de dúvidas por parte dos profissionais para tornar a experiência de ir ao médico mais agradável. O prêmio para o profissional que valoriza tudo isso é o futuro reconhecimento”, diz Cadu Lopes, CEO da Doctoralia.

Mas, lidar com esse mundo requer alguns cuidados por parte dos médicos. Antes de tudo, há a necessidade de estar disponível virtualmente, ou seja, estar pronto para receber questionamentos e respondê-los com agilidade, além de ocupar um espaço adequado nas redes sociais. Nesse aspecto, o profissional de saúde deve se preocupar em não misturar sua vida pessoal com a profissional, além de disponibilizar conteúdo que tenha relevância e não apenas propagandear o próprio consultório.

O maior risco de redes sociais na área da saúde é não usá-las. É preciso compreender que hoje, os médicos que optaram por se relacionar melhor com seus pacientes, estão trabalhando não só nas enfermarias, consultórios, clínicas e hospitais, mas também on-line, sem se importarem com a ferramenta, pois o que conta são sempre as pessoas e o resultado das interações entre elas.

“Médicos, assim como qualquer profissional que dê o melhor de si mesmo, não devem temer as opiniões. Mas, como em qualquer atividade humana no século 21, devem promovê-las, aprender com o que os pacientes descrevem no ambiente on-line, corrigir eventuais erros e entender que a interação é a semente da reputação médica nos tempos das mídias digitais. Sem medo. Pautado na verdade. Com um desejo legítimo de escutar para melhorar”, afirma Cadu.

Entenda como a transformação de carreiras pode modificar o modelo de negócios de uma empresa

A transformação digital de uma empresa é acompanhada por diversas mudanças, seja nas tecnologias adotadas, no modelo de negócios ou nos fluxos de trabalho. Para que o processo seja concluído de maneira eficiente, é preciso entender o contexto no qual os profissionais estão inseridos para que não haja uma quebra brusca na rotina, o que pode afetar na produtividade da organização, gerando o efeito reverso do esperado.

O segredo para uma transformação digital bem sucedida está na capacidade de construir uma mentalidade que apoie a inovação, afinal, com a mudança do modelo de negócios e a adoção de novos procedimentos tecnológicos, é imprescindível que a cultura organizacional também se transforme.

Nem todos os profissionais têm a mesma facilidade de adaptação aos novos ambientes. Portanto, mais do que considerar a transformação digital em termos de grupo, é importante pensá-la quanto às necessidades individuais de cada integrante da equipe. Quando os funcionários sentem que suas necessidades estão sendo consideradas, tornam-se mais receptivos a uma mudança global.

Empresas como o Garage Criativa, um laboratório de inovação que ajuda instituições de diferentes segmentos em suas jornadas de transformação digital, já implementaram essa abordagem em empresas de diversos portes, como a Askme, agência de Live Marketing e incentivo, e a construtora BRZ Empreendimentos.

Para Rodolpho Borges de Carvalho, CEO da Askme, “O nosso desafio central era a implementação de um fluxo de entregas ágil para o dia-a-dia. Já havíamos mudado o modelo de negócio de uma agência de publicidade para uma empresa de tecnologia, mas a finalização desse processo só foi possível com o modelo de funcionamento que o Garage nos ajudou a implementar.”

Já segundo Caroline Maillo Campos, coordenadora de marketing da BRZ, “Estávamos em busca de realizar uma transformação digital na BRZ porque queríamos antecipar nossas ações para estarmos prontos para o novo mercado que irá surgir nos próximos anos no setor de construção civil, ainda pouco explorado em relação inovações tecnológicas.”

Com o auxílio do Garage Criativa, a Askme conquistou entregas mais eficientes, controle de curto, médio e longo prazo sobre os projetos de tecnologia, uma redução drástica entre tempo de resposta e de entrega final ao cliente, além de um time envolvido com a solução desenhada para o futuro da empresa. Com a BRZ Empreendimentos, não foi diferente. A organização conseguiu mapear gaps com base em técnicas e modelos de design de serviços e melhorar toda a experiência durante a aquisição de seu novo negócio.

“Tive muitos aprendizados durante a transformação. O primeiro e mais importante é que pessoas são o centro de tudo. Quanto mais tecnológicos ficamos, mais precisamos transformar as equipes. Esse processo só acontece se a liderança estiver realmente disposta e abrir mão de determinadas coisas (e até clientes). Nós fomos a primeira agência da economia tradicional a pivotar o modelo por completo para a nova economia. Dois anos depois, continuamos nesse longo processo. Revisões e ajustes devem ser frequentes e estarem na pauta de todos.” diz Rodolpho Borges de Carvalho.

Para Caroline Campos, “Um dos principais aprendizados que tivemos foi que temos muitos pontos a melhorar e que o uso da tecnologia será uma receita de sucesso para sustentar o crescimento exponencial da empresa durante os próximos anos.”

Banco Votorantim realiza Meetup sobre Open Banking

Os desafios do Open Banking no país serão debatidos amanhã, dia 20, no primeiro Meetup que será realizado pelo Banco Votorantim, quinto maior banco privado brasileiro em ativos. Realizado em parceria com empresas de tecnologia, o debate contará com palestras para discutir sobre técnicas, plataformas, mudanças culturais e desafios envolvidos no processo de abertura da arquitetura tecnológica.

A programação do evento conta com Filipe Scoton, da Amazon Web Services, que irá apresentar como os bancos estão usando a nuvem para transformar a experiência dos clientes e tornar o sistema bancário mais acessível e personalizável. Já Bruno Rossetto Machado, da Red Hat, irá discutir a construção de arquiteturas robustas necessárias para suportar os desafios do Open Banking.

Os eventos no formato Meetup surgiram no Vale do Silício como iniciativas para troca de conhecimento e construção de networking de forma informal. O primeiro encontro promovido pelo Banco Votorantim é uma iniciativa do Open.BV, plataforma da instituição financeira voltada para o compartilhamento de experiências.

Em sua jornada de transformação digital, o Banco Votorantim vem explorando diferentes práticas por meio da utilização de metodologias ágeis, organizando-se em times multidisciplinares formados por tribos e squads. Este formato permite ganhar ainda mais sinergia entre as diferentes áreas da instituição, que prioriza as ações pela capacidade de entrega de valor aos clientes. A inovação também é estimulada no dia a dia e todos os colaboradores podem participar contribuindo com ideias e projetos para desenvolvimento de novas soluções ou melhorias diversas.

As vagas para o Meetup são limitadas e as inscrições estão abertas até o dia do evento (20/08), ou enquanto durarem as vagas. Ao final do evento haverá um happy hour para os participantes. Mais informações e inscrições no link: lnkd.in/ejcdHDk

1º Meetup do Banco Votorantim discute Open Banking

Quando: 20 de agosto

Horário: A partir das 19h

Onde: Avenida das Nações Unidas, 14.171 – Rochaverá, Torre A (Auditório)

Mais informações e inscrições: lnkd.in/ejcdHDk

SET EXPO: maior evento de tecnologia e negócios de mídia e entretenimento da América Latina começa dia 26

Os mais renomados especialistas e empresas que atuam na produção, distribuição, tecnologia, transmissão e serviços relacionados à mídia e entretenimento estarão reunidos no SET EXPO 2019. O evento é composto por um congresso e feira de produtos e serviços, e acontece do dia 26 de agosto até o dia 29 de agosto no Pavilhão Vermelho e de Convenções do Expo Center Norte. O SET EXPO é realizado pela SET (Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão), associação referência da área de tecnologia audiovisual no Brasil e América Latina.

O megaevento reúne desde estudantes até especialistas da área, passando por empreendedores, líderes empresariais, profissionais, representantes de agências governamentais e startups de todas as partes do mundo. Pela terceira vez, a SET EXPO recebeu a certificação oficial do Departamento de Comércio dos Estados Unidos como uma excelente oportunidade de negócios, a Trade Fair Certification (TFC). A certificação reforça o apoio recebido de mais de 30 instituições nacionais e internacionais. Com base nos dados de 2018, a expectativa é que a edição 2019 da Feira movimente US$ 20 milhões.

Congresso

Este será o 31º do Congresso de Tecnologia e Negócios de Mídia e Entretenimento. Ele oferece mais de 56 painéis e 200 palestras de temas já recorrentes do mercado e ainda inovações. Entre eles estão temas como “O Futuro da Distribuição por Satélite”, “Evolução do Mercado de TV por Assinatura no Brasil”, “Cybersegurança”, “TV 3.0 Novos Modelos de Negócio”, “Combate à Pirataria Audiovisual”, “Medição de Audiência/Mídias Sociais’, “Big Data, Analytics e Novos Negócios do AV”, “Chatbots” e “e-Sports”. A programação conta ainda com um dia voltado especialmente ao tema rádio, o SET Rádio. Nele serão apresentadas desde as transformações desse veículo até a febre do momento, os podcasts. O SET Rádio tem a expectativa de reunir 2 mil participantes durante quatro dias.

Feira

A Feira de Produtos e Serviços acontece de 27 a 29 de agosto e tem expectativa de receber 20 mil pessoas. No total, 150 empresas nacionais e internacionais demonstrarão mais de 400 marcas e exibirão o que há de mais recente no mercado em captura de som, imagem, transmissão e operação empregada em toda cadeia produtiva audiovisual. Canon, Sony, Hitachi, Panasonic, Avicom, Embratel e Zoom Verizon Digital são apenas algumas das importantes marcas presentes.

Uma novidade que deve chamar atenção dos visitantes no pavilhão de exposições da Feira é a SET Arena, que oferecerá gratuitamente palestras e workshops aos visitantes ministrados pelos próprios expositores e parceiros. Ela terá capacidade para abrigar até 60 pessoas em cada uma das 30 palestras e workshops.

SET EXPO 2019

Data: Congresso: 26 a 29 de agosto | Feira: 27 a 29 de agosto

Horário: Congresso: 9h às 18h | Feira: 12h às 20h
Local: Expo Center Norte – Pavilhão Vermelho e Centro de Convenções

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo- SP

Informações e credenciamento:

www.setexpo.com.br

Corretor de imóveis: uma carreira em transformação digital

Por Livia Rigueiral, CEO do Homer

De acordo com a Pesquisa Paradigma Digital, realizada pela Talenses e Digital House, 85% das empresas do setor de serviços estão em busca de profissionais digitais. A procura tão grande se explica não apenas por uma aposta maior em pessoas com habilidades tecnológicas, mas é sobretudo um indicativo da transformação digital no mercado de trabalho.

De fato, muitas profissões estão passando por mudanças drásticas no que diz respeito às suas funções e impacto gerado da sociedade. Uma delas é a do corretor de imóveis. Se antes a imagem que tínhamos deste profissional era de alguém avesso à tecnologia, atualmente o cenário é o oposto. Na verdade, hoje é difícil imaginar um corretor que não reconheça o benefício da tecnologia em seu trabalho.

Para dar clareza a estes panoramas tão distintos, vale fazer uma comparação: tradicionalmente, os corretores trabalhavam com uma cartela de clientes e imóveis bastante restrita, voltada a uma região específica ou área de atuação do seu interesse, como venda ou aluguel.

Em contrapartida, hoje, com a ajuda de tecnologia, é possível que um mesmo corretor tenha acesso a um portfólio infinitamente maior de imóveis e tenha a oportunidade de fechar mais parcerias com outros corretores a partir do uso de apps que facilitam o seu trabalho. Atualmente, o corretor trabalha como um verdadeiro curador de sugestões de imóveis.

Estes aplicativos ajudam a conectar corretores e servem como ambiente seguro para negociações imobiliárias. Ao colocar o profissional no centro das atenções, tais iniciativas valorizam o trabalho do corretor e permitem que eles tenham mais agilidade no seu dia a dia, além de servir como ferramentas gratuitas de networking.

Neste sentido, a tecnologia, que antes era vista como uma ameaça à profissão do corretor, hoje deve ser entendida como uma facilitadora e uma ferramenta que pode ajudar corretores a impulsionar suas vendas.

Como as pessoas compram e vendem um imóvel poucas vezes em sua vida, e uma vez que as opções são imensas devido ao acesso facilitado a informações pela internet, é ainda mais importante que o cliente conte com a ajuda de um especialista no assunto para ajudar no momento da escolha. É como em um restaurante com cardápio muito variado: o cliente costuma ter dúvidas sobre o que pedir e então conta coma ajuda de quem entende – neste caso, o garçom.

Além disso, a transformação digital ainda permitiu que o trabalho do corretor se tornasse mais humano e produtivo. Como as aplicações digitais liberam o profissional de tarefas repetitivas para se concentrar nas reais necessidades de quem o procura para comprar ou vender um imóvel, a tendência é que o corretor tenha mais condições de estabelecer relacionamentos de confiança com toda sua cartela de clientes.

Neste sentido, é ainda mais importante que o corretor saiba estabelecer conexões genuínas com seus clientes, exercendo empatia genuína e entendendo a fundo do que cada pessoa precisa.

Assim como qualquer carreira em transformação digital, como é o caso do marketing, finanças e RH, o corretor de imóveis deve ser inovador, desenvolver habilidades de aprendizado contínuo e ter facilidade de adaptação, e dar uma especial atenção para a necessidade de reciclagem constante, com a participação de cursos, palestras e eventos de aperfeiçoamento profissional. Aprender nunca é demais.

Lívia Rigueiral, CEO do Homer e sócia-investidora da venture builder Ipanema Ventures.

Livro explica como alterar o mindset para inovar no mundo corporativo

A adaptação da sociedade aos avanços tecnológicos pode levar mais de dez anos para ser absorvida tanto no âmbito social, econômico e político. Se a gente focar no mundo corporativo e analisar como as empresas estão reagindo aos avanços tecnológicos, o desafio é ainda maior. Difícil não associar o desenvolvimento da tecnologia nos últimos 25 anos com a derrocada de muitas empresas pelo mundo. Exemplo disso é o da Kodak que duvidou que a câmera digital poderia ganhar a preferência do público ou das inúmeras locadoras de vídeo, que há bem pouco tempo, assolavam as ruas de todas as cidades, mas que foram obrigadas a cederem lugar à Netflix ou às diferentes formas de streaming. Companhias que, estagnadas em modelos ultrapassados, não conseguiram colocar em seu modus operandi ações que trouxessem inovação, transformação e fuga da zona de conforto. O grande desafio, hoje, para as empresas é conseguir superar velhas fórmulas e ter a inovação como ponto central. Muitas empresas sucumbiram quando a palavra de ordem é a disrupção.

Para analisar esse movimento, a Editora Évora lança, nesse mês, o livro “Desconstruindo o mindset e construindo inovação – usando a neurociência para alavancar resultados” de Solange Mata Machado. Doutora e mestre em inovação e competitividade pela FGV e com pos-doutorado em neurociência aplicada à tecnologia pela Universidade de Minas Gerais (UFMG), Mata Machado explica que a “inovação significa gerenciar e desenvolver diferentes mindsets para diferentes atividades. As organizações inovadoras são ambidestras quando elas conseguem exploit e explore. Exploit é a capacidade organizacional de focar a eficiência operacional, o “incrementalismo”, criando melhorias contínuas para os negócios atuais. O explore busca novas oportunidades criando novos conhecimentos. O primeiro melhora e mantém o que se construiu no passado, enquanto o segundo olha para o futuro”.

A autora sustenta seu processo de investigação com a neurociência e começa a ampliaro horizonte com respostas que ajudarão as organizações e as pessoas a serem mais inovadoras – “quem possui mindset de crescimento tem a capacidade de desenvolver qualquer tipo de talento”. A proposta do livro faz parte do estudo e das observações da autora que afirma – “os modelos mentais inibem a inovação”.

Solange reflete sobre os diferentes tipos de comportamentos e motivações conforme o mindset de cada um e explica que pessoas com mindset de crescimento são mais persistentes e gostam de desafios, não se preocupando com riscos ou problemas, enquanto as de mindset fixo evitam riscos, não gostam de mudanças e tem dificuldade de adaptação. Desta forma, quem tem “o mindset de crescimento tem maior propensão às inovações mais transformacionais, enquanto o mindset fixo possuem maior propensão à inovação incremental”. Ao final de cada capítulo, Solange destaca os pontos principais e deixa questões para que o leitor se aproxime cada vez mais da proposta da publicação.

“Desconstruindo o mindset e construindo inovação – usando a neurociência para alavancar resultados” de Solange Mata Machado, é a obra que a Editora Évora está lançando nesse mês e uma leitura obrigatória para empresários, gestores e colaboradores que abominam o lugar comum e buscam na disrupção um novo modelo para construir sua empresa e está disponível também pelo site – www.editoraevora.com.br/desconstruindo-o-mindset.

“Desconstruindo o mindset e construindo inovação – usando a neurociência para alavancar resultados”

120 páginas

Formato: 14x21cm.

ISBN: 978-85-8461-201-7

Encadernação Brochura

R$ 44,90

Colégio Notarial do Brasil integrará infraestrutura ICP-Brasil

Foi assinado nesta quinta-feira, dia 15 de agosto, no Palácio do Planalto, em Brasília, Acordo de Cooperação Técnica entre o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI e o Colégio Notarial do Brasil/Conselho Federal – CNB/CF com o objetivo de aprimorar e compatibilizar o sistema e-notariado e apoiar tecnicamente a implantação do Colégio como uma Autoridade Certificadora da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. A partir do acordo também serão realizados estudos para uma possível utilização da base biomeótrica e biograófica mantida pelo e-notariado de forma compatível aos padrões da ICP-Brasil.

Implantado no primeiro semestre de 2019 em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), o e-notariado contribui para a desburocratização dos atos notariais e colabora com a transformação digital dos serviços em todo território nacional. A plataforma está disponível em versão web e mobile e coloca o cartório digital na palma da mão do cidadão.

Com o certificado digital e-notariado, o usuário poderá acessar os serviços notariais e solicitá-los digitalmente pelo site do e-notariado a qualquer momento. O CNB/CF explica que a emissão do certificado digital e-notariado e o acesso à plataforma são gratuitos. Somente serão taxados os serviços realizados pela plataforma, de acordo com a tabela de emolumentos de cada estado.

Para o diretor-presidente do ITI, Marcelo Buz, a adesão do sistema notarial à ICP-Brasil reforça a importância da participação da infraestrutura para a digitalização e desburocratização do país de forma segura. “Estamos dando um passo importantíssimo e temos o reconhecimento desse setor que possui uma reputação construída durante séculos. É mais uma chancela de que a ICP-Brasil é o que tem de mais seguro em termos de digitalização, além de uma ferramenta poderosa a serviço do combate à corrupção, da mitigação de fraudes”.

O ministro da Casa Civil da Presidência da República, Onyx Lorenzoni, corrobora da importância da parceria. “Os cartórios brasileiros podem repetir o exemplo que temos na Espanha de combate à corrupção, tráfico e terrorismo. Vamos trabalhar da melhor forma possível, com as portas abertas no governo do presidente Jair Bolsonaro.”

De acordo com o CNB/CF, atualmente, a plataforma está em fase inicial com a certificação digital e evangelização dos mais de 8,5 mil notários brasileiros. Mais de 300 titulares já foram certificados. A etapa seguinte será a de credenciamento desses tabeliães como Autoridades Notariais, ou seja, como autoridades certificadas a emitir certificados para seus substitutos, funcionários e clientes.

“Estamos em colaboração com o governo para certificar e trazer a assinatura digital para toda a população brasileira. Nossa estrutura poderá ser colocada à disposição para fortalecer os nossos laços e a nossa responsabilidade social”, salientou o presidente do CNB/CF, Paulo Roberto Gaiger Ferreira.

O acordo foi assinado pelo ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Onyx Lorenzoni; pelo presidente do CNB, Paulo Roberto Gaiger Ferreira; e pelo diretor-presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação ITI, Marcelo Buz. Ainda estiveram presentes na cerimônia de assinatura o assessor especial do ITI Ruy Ramos; a diretora executiva do CNB/CF, Cláudia Roda; o assessor de Tecnologia do CNB/CF, Renato Martini; o assessor para assuntos parlamentares do CNB/CF, João Belo; e o tabelião do 1° Ofício do Núcleo Bandeirante de Brasília, Hercules Benício.

Notariado

O Colégio Notarial Brasileiro é a entidade representativa dos cerca de 9 mil notários do país e congrega os tabeliães de Notas e de Protestos em cada Estado. Seu principal fim como sociedade civil de direito privado é colaborar com o Poder Público no aperfeiçoamento dos serviços notariais, evoluindo sua atuação e somando benefícios aos usuários em todos os cantos do Brasil.

O Brasil tem, segundo o CNB, 8500 tabelionatos em todo o Brasil e emite mais de 17 milhões de atos por ano, distribuídos nas áreas de Família; Doação e Sucessão; Empresas; Conciliação e Mediação.

As atividades notarial e registral no Brasil estão previstas no art. 236 da Constituição Federal de 1988 e foram regulamentadas pela Lei n° 8.935/1994. Embora exerçam suas atividades em caráter privado, estão sujeitos à fiscalização do Poder Judiciário, pelas Corregedorias-Gerais de Justiça, que lhes podem impor penalidades.