Page

Author admin

Comprar um carro por chat agora é uma realidade

As mudanças nos hábitos de consumo exigem estratégias de venda inovadoras, inclusive na indústria automobilística. Hoje, ser auxiliado por um personagem guiado por Inteligência Artificial e comprar um carro por chat agora é uma realidade para a General Motors, uma das maiores e mais inovadoras montadoras do mundo.

Atualmente, as mensagens instantâneas são uma realidade cada vez mais presente na vida das pessoas, tanto para se comunicar com seus familiares e amigos quanto para comprar, pesquisar e se comunicar com empresas de todos os setores. De fato, pesquisas mostram que 89% dos clientes querem usar mensagens instantâneas para se comunicar com empresas e que 66% dos consumidores preferem mensagens do que qualquer outro canal de comunicação.

Neste contexto, a General Motors decidiu apostar em soluções digitais com inteligência artificial. Com a ajuda da Aivo, uma empresa de tecnologia especializada em IA de conversação para atendimento ao cliente, a empresa implementou um chatbot inteligente em vários países da América Latina.

“A constante evolução da tecnologia gerou uma mudança nos hábitos de consumo do mercado atual e, consequentemente, devemos proporcionar aos nossos clientes uma atenção personalizada que facilite sua vida. A GM evoluiu de acordo com os gostos e necessidades dos clientes, a fim de otimizar o atendimento ao cliente”, disse Ana Cristina Merlo Almeida, coordenadora de Marketing Digital da General Motors para a região da Oeste da América do Sul.

Hoje, o chatbot funciona nos sites da GM na Colômbia, Equador, Chile e Peru e foi projetado para manter conversas naturais e entender a intenção por trás de cada consulta, indo além dos regionalismos e erros de digitação. Graças a esse alcance, a empresa mantém um canal de diálogo digital que permite aos clientes de toda a região resolver quaisquer dúvidas, conhecer melhor os produtos da marca e, eventualmente, orientar a decisão de compra.

Se um cliente tiver dúvidas sobre um veículo ou se não tiver certeza sobre quais recursos são mais adequados ao seu estilo de vida, ele pode acessar o chatbot para que ele possa ajudá-lo a comparar modelos, fornecer informações sobre veículos disponíveis e oferecer diferentes planos de pagamento. Assim, a experiência é enriquecida e o processo de vendas é acelerado.

Entre os resultados alcançados pela empresa, estão o aumento da satisfação dos clientes, graças às respostas automáticas, e o aumento das vendas online, além do posicionar-se na vanguarda da indústria em termos de inovação, acessibilidade e facilidade de uso.

“A General Motors está liderando uma onda de inovação no atendimento ao cliente a que se estão unindo diferentes indústrias em todo o mundo. De acordo com um estudo da Gartner, até 2020, 85% de todas as interações de atendimento ao cliente serão administradas sem a presença de um agente humano. Com o avanço das tecnologias de Inteligência Artificial e automação, essas experiências de conversação oferecem uma comunicação cada vez mais imediata, personalizada e omnicanal”, disse Martín Frascaroli, CEO da Aivo.

Com esses resultados, a General Motors está pronta para dar o próximo passo, expandindo a cobertura para outros canais digitais e expandindo sua estratégia digital no Mercosul.

Plug and Play Brasil anuncia Elo como primeira parceira

Elo, empresa 100% brasileira de tecnologia de pagamentos, se une à plataforma de inovação Plug and Play para abertura do novo escritório da Plug and Play no Brasil. A parceria com o programa de fintech da Plug and Play começou em outubro 2018 e, desde então, a Elo trabalha com os escritórios da Plug and Play no Vale do Silício e em Frankfurt.

“O mercado de pagamentos está em rápida transformação acompanhando as mudanças nos hábitos de consumo da sociedade. Assim, a associação com a Plug and Play é uma oportunidade única para a Elo se aproximar do ecossistema de empreendedores e startups. É nesse ecossistema em que acreditamos estarem as respostas para os desafios do nosso negócio e os problemas reais dos nossos clientes. É assim que a Elo inova: buscando parceiros para nos ajudar a construir o futuro dos meios de pagamento”, explica Daniel Passarelli, Superintendente de Inovação da Elo.

A Plug and Play está lançando um novo escritório no Brasil em setembro. Nele vão funcionar tanto o programa de Fintech quanto o de Alimentação & Bebidas. Elo se junta como um dos membros fundadores desse programa.

A parceria com a Plug and Play é uma oportunidade para que empresas como a Elo se posicionem como líderes de inovação em seus mercados. No Brasil, as duas empresas trabalharão em conjunto para acelerar fintechs e startups, além de participarem e promoverem eventos e projetos que reúnem referências globais nesse setor.

O programa no Brasil prevê contato direto da Elo com fintechs brasileiras e de outros mercados, como Frankfurt e Vale do Silício. A ideia é que as startups recebam mentoria de profissionais do mercado e executivos da Elo para que possam trabalhar pontos e oportunidades de crescimento, além de realizarem provas de conceito de novos produtos e serviços em parceria com a Elo.

O programa também prevê a organização de um Innovation Day, evento que reunirá as principais startups escolhidas pela Elo, junto à Plug and Play, para discutir questões de inovação e tecnologia.

“Estamos encantados em abrir o novo escritório da Plug and Play em São Paulo de mãos dadas com a Elo; a companhia tem demonstrado sua liderança em inovação e apetite para ser disruptivo no mercado de pagamentos. Juntas nós seremos capazes de construer um ecossistema poderoso e moldar o futuro dos serviços financeiros no Brasil”, garante Saeed Amidi, fundador e CEO da Plug and Play Tech Center.

Por que os estereótipos ainda são tão presentes nas empresas e na sociedade?

Por Erika Linhares, fundadora da B-Have

Me lembro de uma entrevista publicada há alguns anos na revista Exame com um especialista alemão em negócios e multiculturalismo, o professor Sebastian Reiche. Ele falava dos perigos dos estereótipos em um mundo em que o trabalho é globalizado e, logo, sobre a necessidade de fugir dos rótulos baseados em nossa cultura e formação.

Poucos anos antes eu havia experimentado na pele os efeitos dos estereótipos no trabalho. Era executiva de uma grande companhia brasileira e fui enviada a uma reunião no exterior representando a empresa. Ao chegar, tentaram barrar a minha participação na reunião com o presidente mundial da outra empresa envolvida, pois não era possível a minha organização ter enviado uma mulher jovem para representar seus interesses. Esse episódio me marcou, mas foi um dos muitos que também me ensinou a lidar com os estereótipos no ambiente corporativo, não permitindo que eles se tornassem uma pedra no caminho da minha trajetória profissional.

Uma das principais lições que aprendi com esse acontecimento – e com tantos outros – e que hoje compartilho com líderes e profissionais é: no ambiente corporativo o único julgamento permitido é sobre o desempenho e, pessoas diferentes, têm resultados melhores quando trabalham juntas. Um relatório de 2018 da empresa de consultoria global Ernst & Young (EY) mostrou que nas empresas que tinham pelo menos 30% de diversidade de gênero, os resultados financeiros eram melhores.

Mas como conviver com colegas intolerantes às diferenças e preconceituosos? Sim, infelizmente eles ainda existem: os colegas de trabalho que adoram esterótipos e trazem suas preferências pessoais para o ambiente corporativo, muitas vezes de forma velada. Esse preconceito advém da ignorância e, nestes casos, a resposta é educar. Punir não mudará essas pessoas, brigar muito menos, mas a educação pode fazê-las entender que orientação sexual, peso, características físicas e etc. não definem caráter e desempenho no trabalho. Ignorante a gente educa pelo exemplo e diálogo!

Como nas relações de trabalho modernas ninguém faz nada sozinho, o “manda quem pode, obedece quem tem juízo” foi substituído pela empatia e tolerância, em que todos podem errar e somar no trabalho. Não cabe no escritório o “não gosto de gays”, “fulano está acima do peso”, “prefiro trabalhar só com homens”. Ninguém quer saber a sua opinião! Na vida pessoal você escolhe com quem conviver, no ambiente de trabalho isso não é uma escolha: é preciso se adaptar, exercitar a empatia e se colocar no lugar do outro.

Parece simples, mas não é. Diversidade não é só colocar um monte de pessoas diferentes em uma mesma sala. É preciso uma mudança de mindset de líderes e liderados. Isso exige treinamento comportamental! As empresas devem ter um olhar crítico ao que já é uma grande revolução na gestão de pessoas moderna: o fato de que comportamento vale muito mais do que técnica!

TIC Domicílios 2018 revela que 40,8 milhões de usuários de Internet utilizam aplicativos de táxi ou transporte

A pesquisa TIC Domicílios 2018, lançada nesta quarta-feira (28) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), aponta de forma inédita que um terço (32%) dos brasileiros que são usuários de Internet pediu táxis ou motoristas em aplicativos, o que representa 40,8 milhões de pessoas. Ainda segundo a pesquisa, 28% dos usuários pagaram por serviços de filmes ou séries on-line, 12% fizeram pedidos de refeições em sítios ou aplicativos e 8% pagaram por serviços de música.

Ainda no que se refere ao comércio eletrônico, a TIC Domicílios 2018 revela que 60% dos brasileiros conectados pesquisaram os preços de produtos e serviços, 34% fizeram compras ou encomendas on-line e 19% divulgaram ou venderam produtos e serviços. Os principais canais de divulgação e venda são as redes sociais (67%), os sítios de compra e venda (63%), mensagens em aplicativos de conversas (48%) e e-mail (13%).

Já entre os usuários de Internet que não adquiriram produtos e serviços on-line, a maioria prefere realizar compras pessoalmente (83%), não tem confiança no produto a ser recebido (62%), ou se preocupam em fornecer informações pessoais ou em usar o cartão de crédito pela Internet (59%). “Para além da conectividade, as habilidades digitais e a confiança no ambiente da Internet são fatores fundamentais para impulsionar o comércio eletrônico”, avalia Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

Uso da Internet

A TIC Domicílios 2018 revela que 70% dos brasileiros usou a Internet nos três meses que antecederam o estudo, o que corresponde a 126,9 milhões de pessoas. No recorte por classe socioeconômica, houve avanço no percentual de usuários das classes DE, que passou de 30% em 2015 para cerca de metade da população em 2018 (48%).

Em relação aos dispositivos utilizados, o estudo aponta que 85% dos usuários de Internet da classe DE acessa a rede exclusivamente pelo celular, 2% apenas pelo computador e 13% se conecta tanto pelo aparelho móvel quanto pelo computador. Também entre os usuários dessa classe socioeconômica, 29% acessam a Internet apenas via Wi-Fi. “É importante destacar que, apesar de cada vez mais brasileiros da classe DE usarem a Internet, esse acesso tem acontecido quase que exclusivamente por meio do telefone celular e das redes móveis, o que pode limitar o desenvolvimento de habilidades digitais mais complexas e a apropriação efetiva das tecnologias”, comenta Barbosa.

Conexão nos domicílios

Em relação ao acesso à Internet nos domicílios, a pesquisa revela que houve uma inversão nos últimos três anos na proporção daqueles que se conectam via cabo ou fibra óptica e aqueles que acessam a rede via linha telefônica (DSL). Em 2018, 10% dos domicílios conectados utilizaram a rede via DSL – em 2015, essa proporção era de 26%. Já o acesso via cabo ou fibra óptica passou de 24% (2015) para 39% (2018).

Na área urbana, o crescimento do uso de cabo e fibra óptica nos domicílios foi de sete pontos percentuais: de 34% (2017) para 41% (2018). “Os dados indicam um cenário de substituição das tecnologias adotadas pelos provedores de acesso à Internet, assim como a expansão das redes de infraestrutura. Os pequenos provedores desempenham um papel importante na oferta do serviço de acesso à Internet e na expansão dessa rede fora dos grandes centros urbanos”, avalia Barbosa. Segundo dados da pesquisa TIC Provedores 2017, 78% dos provedores disponibilizavam conexão via fibra óptica a seus clientes em 2017 (proporção que era de 49% em 2014).

Em sua 14ª edição, a TIC Domicílios realizou entrevistas em mais de 23 mil domicílios em todo o território nacional, entre outubro de 2018 e março de 2019 com o objetivo de medir o uso e apropriação das tecnologias da informação e da comunicação nos domicílios, o acesso individual a computadores e à Internet, atividades desenvolvidas na rede, entre outros indicadores.

Para acessar a TIC Domicílios 2018 na íntegra, assim como rever a série histórica, visite cetic.br/. Compare a evolução dos indicadores a partir da visualização de dados disponível em: data.cetic.br/cetic/explore?idPesquisa=TIC_DOM.

Vianuvem ganha prêmio em maior evento de tecnologia de BPM do mundo

O BPM (Business Process Management) vem se tornando cada vez mais falado no mundo corporativo. Afinal, a metodologia, que tem como principal ferramenta um software inovador, é capaz de revolucionar o modo como os processos são gerenciados, trazendo resultados positivos para empresas.

O WfMC Awards for Excellence Business Transformation é a maior premiação mundial do segmento que reconhece, em seu evento anual, as organizações que se destacaram pela excelência em seus projetos. Neste ano, em sua 25ª edição, a Vianuvem – empresa brasileira de tecnologia especializada em BPM – foi uma das vencedoras, com o case do Grupo Remaza sobre a implementação da tecnologia Vianuvem BPMS no processo de centralização do faturamento de veículos, que atendeu a todos os critérios da premiação.

A Workflow Management Coalition é uma organização mundial conceituada na qual consultores, analistas, universidades, empresas e pesquisadores se reúnem para reconhecer projetos no segmento de BPM. Para escolher os vencedores desta edição, 22 juízes avaliaram, entre critérios de inovação, implementação e impacto, os melhores cases do uso da tecnologia, em todo o mundo.

“O prêmio é resultado de um trabalho assertivo na gestão automatizada dos processos de uma grande companhia. Alcançamos resultados surpreendentes com a implementação do BPM e ficamos muito satisfeitos pelo reconhecimento”, afirma Fredy Evangelista, CEO da Vianuvem.

A história que venceu no WfMC 2019 conta como Grupo Remaza, que há 54 anos atua no segmento de concessionárias, obteve grandes resultados com a implementação da tecnologia da Vianuvem. “Por meio da centralização do faturamento de veículos foi possível reduzir gastos, ter uma gestão mais ágil e eficiente, acelerar as vendas, além de oferecer uma melhor experiência de compra aos consumidores, via processos menos burocráticos”, explica Fredy.

Hiperssocialização virtual: brasileiros estão usando mais os aplicativos de mensagens

A mais recente pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel – que conta com o oferecimento da Infobip – apurou que os brasileiros estão usando mais os aplicativos Facebook Messenger, Instagram e Telegram para se comunicarem com amigos e empresas. A liderança se mantém com o WhatsApp e os números fazem parte da nova edição da pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel, de agosto de 2019.

Enquanto a proporção dos usuários Facebook Messenger subiu 10 pontos percentuais nos últimos seis meses, passando de 69% para 79%, e a do Instagram pulou de 65% para 72%, o Telegram chama a atenção ao crescer de 13% para 19% (um ganho de seis pontos percentuais) em uma época em que teor da troca das mensagens pelo aplicativo entre membros da Operação Lava Jato se tornou público.

“O crescimento da base de usuários dos três aplicativos chama a atenção, porque o Facebook Messenger vinha perdendo participação no Brasil, enquanto o Telegram estava estagnado em torno de 13% – esta é a primeira vez que ganhou participação acima da margem de erro da pesquisa. Apenas o Instagram reiterou a sua tendência de alta percebida nas edições anteriores do relatório”, afirma Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa. “Não sabemos o real motivo deste salto, talvez por curiosidade dos usuários em conhecer o aplicativo que contribuiu para sacudir a política nacional nos últimos meses”, comenta o coordenador da pesquisa.

WhatsApp se mantém na liderança

O aumento da popularidade do Facebook Messenger, do Instagram e do Telegram não está relacionada a qualquer fato negativo atribuído ao WhatsApp, de acordo com análise de Fernando Paiva. “Este continua sendo o canal de mensageria mais popular do País, presente em 98% dos smartphones e com 98% dos seus usuários declarando que o abrem todo dia ou quase todo dia. Na verdade, o WhatsApp em seis meses até aumentou em um ponto percentual a sua penetração, variação que está dentro da margem de erro”, aponta ele. “O que se percebe com os dados coletados desta vez, portanto, é que o brasileiro se mantém fiel ao WhatsApp mas ampliou a diversidade dos canais que utiliza para mensageria móvel, aprofundando ainda mais o seu comportamento de hiperssocialização virtual”, destaca Paiva.

Outras descobertas do Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel

SMS perde espaço – De todos os canais monitorados, o único a perder popularidade foi o SMS, tanto para recebimento quanto para envio de mensagens. Essa tendência deveria servir de alerta para as operadoras acelerarem seus projetos de implementação do RCS, tecnologia que pode preservar a receita atual do SMS A2P e trazer de volta os usuários para um canal de mensageria gerenciado por elas. Em seis meses, diminuiu de 27% para 22% a proporção de internautas brasileiros com celular que enviam SMS todo dia ou quase todo dia. E aumentou de 43% para 51% a proporção que declara que nunca ou quase nunca envia mensagens de texto.

Pagamento via WhatsApp – Mais da metade dos usuários, 56%, declaram que gostariam de realizar pagamentos e transferências de dinheiro através do WhatsApp. A proporção é ainda maior entre homens (62%) do que entre mulheres (50%). O interesse em transformar o WhatsApp em uma carteira digital tem mais aderência entre os mais jovens (59% dos usuários com 16 a 29 anos) gostariam de experimentar esse recurso. O percentual cai para 56% no grupo de 30 a 49 anos e para 50%, entre aqueles com 50 anos ou mais.

Conversando com as empresas

Os brasileiros gostam de conversar com as marcas através dos principais canais de mensageria móvel. No entanto, 13% dos usuários de smartphone apontam o Facebook Messenger como inadequado para essa finalidade. No WhatsApp a rejeição é menor, de 8%. E no Instagram e no Telegram é praticamente inexistente: 1% em cada. A pesquisa é um sinal que, se depender do brasileiro, o WhatsApp poderá absorver o mercado que hoje está com as operadoras celulares com o SMS, que vem perdendo espaço, segundo a pesquisa.

Metodologia

A pesquisa entrevistou 2.102 brasileiros com mais de 16 anos de idade, que acessam a Internet e possuem celular, respeitando as proporções de gênero, idade, renda mensal e distribuição geográfica desse grupo. As entrevistas foram feitas on-line entre 17 e 25 de julho de 2019. A pesquisa tem validade estatística, com margem de erro de 2,1 pontos percentuais e grau de confiança de 95%.

Para baixar o estudo completo em panoramamobiletime.com.br/

Empresas trabalham 40% a mais para entregar IRPJ e informações contábeis

O Brasil é o país onde as empresas mais gastam horas para cumprir todas as obrigações fiscais de acordo com o estudo do Banco Mundial (2017). Segundo os levantamentos da Becomex – empresa de consultoria e tecnologia especializada na área tributária, fiscal e aduaneira – as equipes fiscais e contábeis, trabalham cerca 40% a mais, de maio a julho, para entregar as informações que vão para o ambiente SPED (ECD e ECF) à Receita Federal.

Além do aumento inevitável nos custos com horas extras e insatisfação das equipes, cada vez mais enxutas nas empresas, o dado revela que é preciso trabalhar o equivalente a uma semana a mais por mês para entregar as obrigações e atender ao prazo do Fisco.

A complexidade das informações exige a antecipação de todo o processo para entregar as declarações em conformidade digital, evitando multas e retificações cada vez mais dificultadas pela Receita Federal.

A entrega da ECF, depende da finalização correta das informações contábeis (ECD). O cruzamento dos dados dispostos nas duas obrigações é fundamental para uma entrega confiável e, somente a automação é capaz de cruzar as informações e apontar onde estão as falhas, com segurança e agilidade, evitando exposição e o risco de multas.

“Gerar as informações para cumprir essas obrigações a tempo é um trabalho que precisa ser feito mês-a-mês. Assim, as equipes podem se dedicar mais às estratégias da empresa e evitarem as retificações das informações após a entrega”, afirma o diretor da Becomex, Danilo Pinto.

IBM lança portal de voluntariado IBM.org no Brasil para aproximar funcionários e ONGs

A IBM anuncia o lançamento no Brasil do seu portal de voluntariado IBM.org (www.ibm.org). A plataforma transforma a experiência de doação e de trabalhos voluntários para funcionários e comunidades parceiras, oferecendo um espaço único para aprendizado e participação em esforços de impacto social. O site faz parte da nova estratégia de responsabilidade social corporativa da IBM, que vem buscando direcionar ainda mais seus esforços humanitários, particularmente nas áreas de educação, desenvolvimento econômico, saúde e preparação para catástrofes naturais, entre outros.

A plataforma também fornece acesso aos relatórios anuais de responsabilidade social da empresa, que detalham os esforços da IBM para fornecer tecnologia e talento para enfrentar os desafios mais difíceis do mundo. O recém-lançado relatório descreve o papel da IBM Brasil nesse esforço. Exemplos citados incluem tecnologia do laboratório de pesquisa da IBM no Brasil para ajudar os agricultores a serem mais bem-sucedidos. Durante 2018, de acordo com seu relatório anual de responsabilidade corporativa, a empresa fez contribuições de US$ 392,5 milhões em todo o mundo.

“A IBM tem uma longa trajetória em iniciativas de responsabilidade social e o IBM.org será um componente-chave da nova estratégia de doação empresa, ajudando a garantir um maior impacto em áreas que se alinham às prioridades da organização, como educação e habilidades, saúde e bem-estar, e preparação e resposta a desastres naturais”, afirma Juliana Nobre, gerente de responsabilidade social corporativa da IBM Brasil.

A partir da plataforma será possível encontrar, em um só ambiente, dados sobre as ações sociais de funcionários da IBM (atuantes e aposentados) e informações sobre as ONGs parceiras. O novo canal também tem o intuito de contar histórias poderosas e compartilhar soluções que deram certo para que outras pessoas e organizações possam aprender e se inspirar nelas. O portal torna ainda mais fácil para os funcionários encontrar novas oportunidades de se voluntariarem e doarem para as comunidades parceiras, por meio do IBM Volunteer Portal.

Em contrapartida, para as organizações comunitárias que a IBM apoia em todo o mundo, o IBM.org permite publicar, de forma mais ágil e fácil, as oportunidades de voluntariado e, com isso, encontrar mais rapidamente funcionários que tenham o perfil necessário para cada projeto. Além disso, traz outros benefícios, como a participação em programas de concessão da IBM, acesso a histórico de doações e tendências corporativas de doação e possibilidades de contribuições maiores, uma vez que a IBM cobre as taxas de transação para seus funcionários, o que significa que uma quantia maior de cada valor doado por meio do IBM.org irá diretamente para apoiar a organização.

A IBM, a partir do programa IBM Community Grant, também pode doar US$ 500, US$ 1 mil ou US$ 2 mil, como complemento às atividades dos funcionários que participarem de trabalhos voluntários, desde que as horas sejam comprovadas. O funcionário pode aumentar o valor da contribuição para as ONGs se utilizar algum material educacional que a IBM disponibiliza ou se empregar seus conhecimentos profissionais.

O IBM.org é um site público e, portanto, pode ser acessado por todos os funcionários e qualquer pessoa que esteja procurando informações sobre as atividades de Responsabilidade Social Corporativa da IBM.

Como ONGs podem participar

Para que os funcionários da IBM doem para uma organização por meio do IBM.org, a organização deve ser examinada no IBM Volunteer Portal e atender um dos seguintes critérios:

– Ser uma entidade sem fins lucrativos;
– Uma escola primária, secundária ou acadêmica;
– Faculdade ou universidade credenciada, pública ou privada.

Como parte do processo de verificação, a organização deve demonstrar que não defende, apoia ou pratica atividades inconsistentes com as políticas de não discriminação da IBM, seja baseada em raça, cor, religião, gênero, identidade ou expressão de gênero, orientação sexual, origem nacional, deficiência ou idade.

Organizações inelegíveis incluem aquelas engajadas em atividades políticas e lobby, agências com fins lucrativos, programas religiosos, organizações de serviços para funcionários, agências apoiadas por receitas fiscais e aquelas cujo objetivo é esporte ou recreação. A IBM reserva-se o direito de determinar quais organizações são elegíveis para subvenções.

Consumidor brasileiro prioriza tempo e gasto de energia quando o assunto é comprar online, afirma estudo

Não são apenas preços baixos e descontos que conquistam os brasileiros no comércio eletrônico. Segundo pesquisa inédita da Kantar, a maioria dos consumidores do Brasil (74%) priorizam a economia de energia (experiência no processo de compra online); seguido pelo tempo consumido no ato da compra (47%). O dinheiro gasto vem em terceiro lugar (46%).

Essa constatação vem de uma forma inovadora de analisar o ecommerce por meio de três moedas de compra: dinheiro, tempo e energia. Para isso, a Kantar analisou globalmente mais de 100 mil atos de compra de 27 mil compradores online para avaliar a importância desses determinantes:

Tempo: Quanto tempo o comprador tem para a compra? (incluindo tempo de compras e entrega)

Dinheiro: Quanto dinheiro o comprador vai gastar na compra? (incluindo custos reais ou percebidos, custos de entrega, etc.)

Energia: Quanta energia física e emocional está envolvida na experiência? A energia pode ser negativa (como frustração ou confusão) ou positiva (como prazer ou entretenimento)

Qual dessas moedas é mais importante depende de muitos fatores, incluindo o que os consumidores estão comprando, preferências individuais e a maturidade do mercado em relação ao comércio eletrônico. A importância das moedas muda com o tempo, à medida que as expectativas dos consumidores evoluem com a própria evolução do mercado.

Brasileiros, por exemplo, tendem a valorizar mais energia e tempo quando compram alimentos frescos pela internet; já quando o assunto são remédios sem prescrição médica, o quanto gastam em tempo e dinheiro são determinantes; com aparelhos eletrônicos, economizar é essencial, enquanto para serviços financeiros os consumidores online não querem se estressar.

Confira as variações abaixo:

Essa nova perspectiva confirma que não há uma fórmula de sucesso única para crescer no comércio eletrônico e que a complexidade do comportamento do consumidor e essas três moedas devem guiar a ação de uma empresa. “O estudo eCommerce ON ressalta aos profissionais do e-commerce que aqueles que estão do outro lado da tela não são apenas compradores ou consumidores, mas sim pessoas preenchendo alguma necessidade. E que quando escolhem um canal de compra estão colocando na balança a necessidade de economizar, ganhar tempo ou não se estressar”, afirma Luciana Piedemonte, diretora e líder de commerce da Kantar Brasil. “Ou seja, elas são o coração do comércio eletrônico e, por isso, devem ser o centro de qualquer estratégia sólida por parte das marcas.”

Para entender melhor o papel fundamental das moedas para compreensão do comportamento de compra online, baixe o artigo “As três moedas do ecommerce: como otimizar as vendas online”.

Sobre a metodologia

O eCommerce ON é um estudo global feito em 14 países, com 16 macrocategorias, analisando mais de 100 mil atos de compras e o comportamento de 27 mil compradores online. Para as moedas, o estudo criou 14 atributos agrupados entre tempo, dinheiro e energia e pediu para os entrevistados escolherem aqueles dois mais importantes.

Os detalhamentos de cada categoria em relação as moedas podem ser adquiridas de acordo com a necessidade de cada empresa.

Como vender em uma plataforma de marketplace?

Por Patrick Negri, CEO da iugu

Os marketplaces são uma tendência do e-commerce brasileiro. Em 2018, este mercado cresceu 12% e faturou R$ 53,2 bi, segundo Ebit/Nielsen. O varejo online tradicional tem migrado para esse modelo em busca do lucro que a venda de artigos de categorias diversas pode trazer.

Vender em um marketplace é uma questão de estratégia de mercado. Se você tem uma loja pequena, não muito conhecida, estar na Amazon, por exemplo, garante que seus produtos ganhem mais visibilidade e sejam facilmente encontrados. Isso porque a plataforma tem a responsabilidade de atrair tráfego virtual, fazendo inúmeras campanhas de marketing e sua loja pode se aproveitar desse público.

Você está disputando o tráfego virtual com dezenas de outros empreendedores que vendem itens parecidos ou prestam serviços similares aos seus. Sua loja precisa de um diferencial para se destacar das outras, e ele está na forma como você recepciona o cliente.

Cabe ao vendedor, e não ao marketplace, passar as informações corretas para o consumidor e garantir que os produtos anunciados estejam no estoque e que a entrega seja realizada. Além de oferecer preços competitivos, capriche nas descrições dos produtos, nas fotos e nos vídeos utilizados para não deixar dúvidas a eles sobre o que estão comprando.

Caso os consumidores queiram perguntar, tenha um canal de comunicação para ajudá-los. Você vai saber se essas iniciativas estão dando certo quando olhar o número de vendas, que podem ser influenciadas ainda pelas avaliações da experiência de compra de antigos clientes. Também os incentivem a fornecer feedbacks para sua loja ou produto, eles servirão de referências para os próximos.

Vendendo em uma plataforma, você não só tem a chance de vincular sua marca a uma loja muito mais conhecida, como também ter toda a divulgação feita por ele. Ou seja, não se preocupa com a operação financeira. Se você pretende vender exclusivamente em marketplaces, não precisa buscar ou desenvolver do zero uma solução de pagamentos online, pois quando conta com uma infraestrutura completa, que possua uma API robusta, pode focar no que realmente importa, que é lucrar mais.

A nota fiscal é crucial em um caso de disputa contra a contestação de compra de um cliente, principalmente quando ele não reconhece uma cobrança e pede o dinheiro de volta à operadora do cartão de crédito. Por isso, o operador do marketplace deve expedir o documento para esses vendedores, constando só o valor cobrado pela intermediação do negócio.

Também não se assuste se o cadastro da plataforma em que você quer vender seus produtos for muito extenso e contiver campos que parecem não acabar mais. Todas as informações requisitadas são necessárias para o processo de análise de fraude, caso ocorra. Se um fraudador causar grandes prejuízos, os vendedores que estão sob o guarda-chuva do marketplace também serão comprometidos, pois perderão o tráfego de visitantes.

Depois de colocar tudo isso em prática, o próximo passo é saber se está no caminho certo, crescendo e, para isso, é válido acompanhar as métricas. Elas são básicas para qualquer negócio online e podem ser observadas em um serviço como o Analytics, do Google. As três mais importantes são: usuários ativos por mês, bounce rate e tempo gasto no site.

Para finalizar, destaco que é importante ter em mente que cada marketplace tem políticas e custos de serviço próprios. Valor de anúncio, pagamento por clique, mensalidade e taxa de comissionamento podem variar. O empresário deve analisar em qual deles seu negócios se encaixa melhor.

Fenainfo defende modernização trabalhista para expandir setor de TI

Apesar das reformas trabalhistas aprovadas recentemente, as empresas ainda sofrem com portarias, decretos e normas antiquadas, muitas das quais atingem diretamente as empresas de software, atividade onde os riscos de acidentes são quase inexistentes.

A Fenainfo, Federação das Empresas de Informática, iniciou a defesa de diversas propostas para modernizar as relações trabalhistas na área de TI.

Um documento com as propostas já foi apresentada ao secretário do Trabalho, Bruno Dalcolmo.

A Fenainfo colheu sugestões junto a empresas, sindicatos empresariais do setor e especialistas no assunto.

As principais propostas são as seguintes:

– Ajustes acerca de normas sobre fiscalização do trabalho, que têm sido especialmente perversas para com empresas de TI. Para Fenainfo não se pode confiar a um mesmo ente o poder investigatório, declaratório, condenatório e, por fim, o expropriatório.

– A Fenainfo também contesta o bônus por produtividade dos auditores fiscais do trabalho.

– A entidade afirma ainda que, sob o argumento da verificação do cumprimento das leis trabalhistas, os auditores-fiscais do trabalho têm ultrapassado os seus limites e atribuições administrativas e autuado tanto empresas de tecnologia de informação assim como empresas do agronegócio (ADPF nº 606 DF), desconstituindo relações contratuais presentes (por suposta dissimulação/fraude trabalhista) e convertendo-as em relações empregatícias mediante verificações de plano, superficiais, baseadas em formulários e em estatísticas e –pior –sem a plena garantia do exercício do direito de defesa, encontrado em um processo judicial.

– Ajustes e definições mais claros em relação à regularização de horários, regulamentando o ponto por exceção.

– Dispensa da exigências de Cipas em empresas de TI, tendo em vista o baixíssimo risco da atividade, bem como a quase inexistência de ocorrências.

– Definições claras a respeito dos profissionais hipersuficientes e sua normatização.

– Supressão de normas e portarias que se opõem à reforma trabalhista.

CONTRADIÇÕES

Edgar Serrano, presidente da Fenainfo, destaca que a existências de normas e portarias muito antigas travam a aplicação das normas atuais, pois geram insegurança jurídica e muitas vezes resultam em interpretações díspares:

“Existem mais de 600 normas e decretos trabalhistas antigos que estão sendo agrupados e analisados de forma a serem reformulados ou mesmo extintos”.

“A Fenainfo, juntamente com os sindicatos de sua base, luta para que o setor de TI tenha uma legislação trabalhista avançada, moderna, que permita trazer mais segurança jurídica, bem como maior competitividade e geração de empregos de qualidade, livre de amarras burocráticas ultrapassadas e anacrônicas”.

“A modernização das relações do trabalho é uma tarefa árdua, que exige ainda muito empenho e esforço das entidades empresariais. Notadamente no setor de TI, são muitos os entraves burocráticos para que se produzam os avanços necessários nas relações do trabalho”.

Estrella Galicia abre inscrições para programa de aceleração TheHop, destinado a apoiar startups

Os empreendedores brasileiros interessados em crescer junto com uma das principais mais inovadoras marcas de cerveja premium do país têm a partir de hoje a oportunidade de participar do TheHop Brasil, o Programa de Empreendedorismo Colaborativo TheHop da Estrella Galicia. A etapa brasileira do ambicioso Plano de Transformação Digital da cervejaria espanhola pretende promover o ecossistema de inovação com foco na cadeia de valor da empresa e suas áreas. Após o sucesso da primeira edição do programa na Espanha, em 2018, a iniciativa desembarca agora no Brasil. As inscrições estarão abertas entre 19 de agosto e 30 de setembro.

O projeto é composto de uma série de iniciativas centradas em três grandes critérios: fomento do ecossistema empreendedor, busca por novas soluções em sintonia com os desafios da empresa e incentivo à colaboração entre Estrella Galicia e jovens empreendedores.

“A Estrella Galicia se identifica com valores como inovação, vontade de aprender e de pensar fora da caixa, todos atributos essenciais ao momento da empresa no país e muito presente nas características dos empreendedores brasileiros. Por isso estamos com grande expectativa de experimentar coisas novas e, ao mesmo tempo, de compartilhar o nosso conhecimento com as startups brasileiras”, afirma Juan Paz, diretor-geral da Estrella Galicia no Brasil.

Aberta à comunidade empreendedora do Brasil, a convocação será reforçada nas universidades, coworkings e centros de empreendedorismo de vários estados do país. As equipes deverão defender suas ideias diante de uma banca composta por profissionais internos e externos da rede da Estrella Galicia. Das empresas nascentes espera-se ideias e projetos relacionados à cadeia de valor da Estrella Galicia, como também propostas de tecnologias alternativas como inteligência artificial, big data e Internet das Coisas (IoT).

Neste sentido, TheHop se dedicará a encontrar parceiros que desenvolvam iniciativas dentro de quatro áreas específicas: User Experience (UX), E-commerce, Experience for Consumers e Solutions for Bars/Restaurants/Sell points. Ao abraçar a expertise e as ideias de startups dedicadas a resolver estes problemas, a Estrella Galicia espera expandir sua rede de fornecedores e inovar mais e mais.

A apresentação das 15 startups finalistas (Pitch Day) acontecerá no dia 10 de outubro. Nesta peneira serão selecionadas as cinco empresas que serão aceleradas. No dia 31 de outubro, as cinco startups viajarão à Espanha, num processo de imersão e aprendizado com os executivos de lá. Uma vez de volta ao Brasil, a aceleração começa no dia 10 de novembro e se estenderá até o dia 20 de fevereiro de 2020 em um escritório em São Paulo.

Os ganhadores dos Prêmios TheHop terão acesso à formação específica. Isso inclui sessões de mentoring com executivos da empresa no Brasil e na Espanha, além dos vencedores da 1a edição do TheHop. Da mesma forma, serão oferecidas sessões de coaching com profissionais qualificados e colaboração com o ecossistema da Estrella Galicia, para que suas ideias se desenvolvam da maneira mais inovadora possível. “A inovação é um ponto-chave para a Estrella Galicia. Ao ativar esta iniciativa, reforçamos a importância que damos a poder trabalhar com o talento inovador e empreendedor nas diferentes áreas da nossa cadeia de valor”, destaca Ignacio Rivera, CEO Global da Estrella Galicia.

Em 2018, na versão espanhola da ação, foram 423 empresas inscritas e, destas, 18 tornaram-se finalistas. No fim, seis foram escolhidas para entrar no programa de aceleração. De fato, após o fim do projeto todas ainda seguem em contato e constante criação conjunta com a Estrella Galicia. Mas também contam com especialistas externos que os ajudam no desenvolvimento do piloto e aconselham nos diferentes eventos de rede.

Um Plano de Transformação Digital para revolucionar a experiência do cliente

Com o Programa de Empreendedorismo Colaborativo TheHop, a Estrella Galicia consolida o seu planejamento digital e segue reinventando o seu modelo de negócio para manter o ritmo de crescimento obtido nos últimos anos.

Liderado diretamente por Ignacio Rivera, principal executivo da empresa, o Plano de Transformação Digital tem apoio de toda a equipe de direção, à qual se uniu recentemente Juan José Delgado (ex-Amazon) como novo Chief Digital Officer (CDO). Trata-se de um dos processos de transformação mais completos e avançados da indústria espanhola, e um exemplo no setor cervejeiro na Europa.

“A transformação digital tem de ser uma ajuda para que a organização alcance seus objetivos fundamentais de maneira mais eficiente, autônoma e escalável”, afirma Ignacio Rivera. “É uma ferramenta que agrega muitíssimo valor às equipes para competir na nova economia”, destaca.