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Um caminho sem volta: papel do vendedor precisa ser adaptado

Por Sofia Alpendre Baldessar

A venda consultiva é cada vez mais comum no varejo. Quem não quer chegar em uma loja e ter um consultor de moda à disposição para ajudar na combinação de cores, nos modelos que mais se adequam ao tipo de corpo, na composição ideal de look? Ou, então, ir até uma loja de materiais de construção e ter alguém que, por meio do multiatendimento, seja pelo site ou pelo próprio celular, oferece mais informações sobre os produtos que mais se encaixam com as necessidades do projeto de sua casa?

A experiência durante a jornada de compras é decisiva para o fechamento da venda. É por isso que o papel do vendedor precisa ser adaptado. Faz parte do dia a dia do consumidor buscar um produto no e-commerce e ir até a loja física para completar a jornada de compras com o auxílio de um profissional capacitado a atendê-lo, ou vice-versa.

A lógica omnichannel não é novidade, mas um fato é certo: oferecer um atendimento personalizado e uma experiência diferenciada é um caminho sem volta para qualquer segmento de mercado. E o que muda para o vendedor? Quais as ferramentas necessárias para atuar dentro desse novo padrão de negociação?

Nesse processo de vendas assistidas, soluções tecnológicas dão suporte completo ao profissional da área. Pelo próprio celular, o atendente acessa o estoque, informações e características dos produtos, quantidade disponível, enfim, passa a ter acesso rápido de toda as lojas da rede. São ganhos para o consumidor e para o vendedor.

A venda assistida omnicanal contribui para o controle de estoque, flexibiliza os fluxos de saída, permite o compartilhamento de oportunidades em todos os canais de vendas, possibilita ofertas personalizadas, determina um melhor fluxo logístico. Entre tantos benefícios, ainda reduz tempo de atendimento. Com isso, é possível atender mais clientes ao mesmo tempo, com mais de um carrinho por pessoa.

Além do suporte tecnológico, nesse processo de adaptação e maturidade no processo de vendas assistidas torna-se essencial um mapeamento do perfil do cliente. É preciso conhecer seu histórico, carrinho de compras e necessidades atuais.

Diante de tudo isso, a função do vendedor irá muito além de uma simples venda, uma vez que esse profissional passará a agregar valor aos produtos e à marca, ao fazer recomendações de produtos e serviços ao cliente de tal forma que a experiência seja completa. Com esse formato de venda, o profissional se torna um elo entre as jornadas digital e física, que se completam e trazem um novo sentido às compras.

Sofia Alpendre Baldessar é Manager da FH (Marketing and Inside Sales), empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software

Grupo Movile lança Fundação 1Bi, para fomentar projetos de tecnologia para impacto social

Inovar por meio da tecnologia e encontrar novas formas de melhorar a vida de 1 bilhão de pessoas. Esse é o objetivo que guia a Movile, líder da América Latina em marketplaces móveis. Para dar mais um passo em busca dessa grande meta, o Grupo lança nesta quinta-feira a Fundação 1Bi, instituição social que tem como sonho que a tecnologia promova oportunidades para todos os jovens brasileiros.

A atuação da Fundação 1Bi será baseada em três pilares: ensinar por meio da tecnologia; ensinar a tecnologia em si e apoiar organizações que tenham propostas semelhantes às da instituição. As frentes irão contemplar ações de educação por meios digitais, treinamentos e parcerias com outras instituições, cursos para formação de jovens em áreas de tecnologia e programação, hackathons sociais, consultoria para ONGs, dentre outras iniciativas.

Para Fabricio Bloisi, fundador e CEO da Movile, a iniciativa ajudará o Grupo a acelerar em direção ao sonho de impactar 1 bilhão de pessoas. “Já estamos impactando a vida das pessoas e mudando a forma como as coisas são feitas no dia a dia. Com a Fundação 1Bi, pretendemos criar projetos que usem tecnologia para promover oportunidades para todos os jovens brasileiros, impactando mais de 100 mil pessoas no primeiro ano de atuação.”

Um dos primeiros projetos, que já está no ar desde fevereiro, é o Aprendizap, uma ferramenta gratuita de ensino por meio do WhatsApp. Desenvolvida pela Wavy, empresa do Grupo voltada para mensageria e experiência do consumidor, uma assistente virtual conversa com quem acessa o canal e, a partir da escolha da pessoa, envia conteúdos curados por especialistas para ajudá-las a se desenvolverem. Depois disso, ela avalia o quanto a pessoa aprendeu e faz novas sugestões.

Rodando em fase teste desde fevereiro, o Aprendizap Competências já impactou mais 13 mil pessoas, que registraram 88% de satisfação com o conteúdo oferecido. Entre as competências abordadas estão autoconhecimento, liderança, resolução de problemas e empatia. Uma nova versão da iniciativa foi lançada com conteúdos feitos pela Fundação Estudar. Outras duas versões do Aprendizap estão sendo lançadas: uma para o ENEM, com conteúdo para auxiliar o estudante no exame feito pelo Descomplica; e outra com foco em tecnologia para professores, feito em parceria com a ONG Embaixadores da Educação.

“Nós percebemos que já existe muito conteúdo de qualidade sendo produzido, o que nós precisávamos era organizar isso e encontrar uma maneira de tornar acessível. Escolhemos o WhatsApp porque ele já está naturalmente no cotidiano das pessoas, especialmente dos jovens e, assim, acreditamos que teremos um engajamento muito maior”, explica Débora Nunes, uma das responsáveis pela Fundação.

Indo para o outro pilar, a Fundação 1Bi tem oferecido consultoria e capacitação de projetos sociais em tecnologia e gestão por meio do Potencialize. O Potencialize é um programa de voluntariado da Movile, em que projetos sociais se inscrevem pedindo ajuda na resolução de um problema específico e o time de voluntários passa um mês trabalhando junto com a organização para solucioná-lo. Essa iniciativa já atendeu 61 projetos de ONGs até o momento, com mais de 300 mil pessoas impactadas indiretamente.

Ainda em planejamento, a terceira iniciativa prevê desenvolver um curso de tecnologia e de programação para jovens do ensino médio e jovens universitários. Os jovens passarão por uma jornada de sensibilização, para entender o que está acontecendo no mundo da tecnologia, capacitação, com bolsas de estudos, e inserção desses jovens no mercado de trabalho. “Nosso objetivo com a Fundação é ajudar a criar na sociedade um ecossistema onde cada vez mais jovens consigam enxergar a tecnologia como aliada em suas vidas e carreiras, e descubram seu potencial para que também causem um impacto positivo na sociedade”, completa Bloisi.

Canon anuncia chegada de impressora imageRUNNER 1643iF

A Canon do Brasil, líder mundial em soluções de imagem digital, tem o prazer de anunciar mais um lançamento de impressoras da série imageRUNNER: a 1643iF. O produto chega para atender os escritórios e ambientes profissionais que tem necessidade de grande volume de impressão.

A imageRUNNER 1643iF promete entregar uma velocidade de impressão de até 45ppm, sendo que a primeira página é impressa em apenas seis segundos. A gaveta comporta 550 folhas. A impressora possui fax e conectividade Wi-fi, além de possuir a tecnologia NFC. Com ela é possível cadastrar até 300 funcionários para que possam imprimir, copiar ou escanear documentos. A personalização inteligente e as definições de segurança são controladas por um ecrã táctil intuitivo e colorido de 5″.

Como atua com dois processadores de 800MHz, a impressora possui alta velocidade e consegue entregar os trabalhos de forma eficiente e rápida.

A Canon também fará o lançamento da iR-1643P.

Quatro mudanças e tendências que veremos nas instituições financeiras ao longo dos próximos cinco anos

Por Martín Frascaroli, CEO da Aivo

Foi-se o tempo em que os serviços bancários eram padronizados e restritivos. As tecnologias digitais emergentes, que têm mudado as preferências do consumidor e aumentado a concorrência, estão impondo novos desafios aos bancos.

Nós, consumidores, acabamos nos acostumando a ter ferramentas digitais práticas e eficazes em todas as áreas de nossas vidas. Hoje, usamos uma série de canais para nos comunicarmos com as marcas. Usamos aplicativos, plataformas e sites de todos os tipos – e quando quisermos – para meditar, fazer exercícios, garantir o entretenimento, e até mesmo para monitorar nosso sono no dia a dia. Obviamente, exigimos a mesma flexibilidade e facilidade de uso para operações bancárias e pagamentos.

Como resultado, a maioria dos bancos adotou a digitalização como estratégia para fazer frente aos bancos concorrentes e fintechs revolucionárias, visando garantir a lealdade de seus clientes. Ainda assim, muitas das atuais soluções digitais são frustrantes quanto à forma como traduzem experiências e tarefas bancárias. De acordo com um estudo da Bain & Company, “os sites e aplicativos de bancos estão longe de ser práticos, multifuncionais e fáceis de usar. Menos da metade dos entrevistados do Reino Unido disseram que o site de seus bancos permite que façam tudo aquilo que precisam ou que são fáceis de usar. Esse número é ainda menor no caso dos aplicativos móveis.”

A verdade é uma só: ao fornecer uma experiência abrangente, há muito mais aspectos a considerar do que apenas uma abordagem digital. Hoje, o sucesso depende do foco consistente no consumidor e do real valor agregado a cada interação. É preciso equilibrar as necessidades tradicionais dos clientes e o valor agregado que novas tendências e inovações tecnológicas podem gerar ao aprimorar processos e experiências.

E então, como será o banco do futuro? Quais tendências e mudanças estão moldando a forma como gerenciaremos nossas finanças no futuro?

Serviços bancários com nossas vozes

Até o momento, os bancos mal chegaram perto de algumas tecnologias que já se tornaram muito fortes nos mercados de consumo, como os assistentes de voz. Hoje, muitos consumidores (25% dos clientes americanos, segundo a Bain & Company) estão usando ferramentas como a Siri, a Alexa ou o Google Assistente em seus smartphones ou como a Alexa e o Google Home em suas casas (quase um quinto).

Muitos bancos incluíram a tecnologia em seus canais de inovações, mas apenas alguns deles, como Santander UK, Capital One e USAA, estão usando-a no mercado. Isso é algo surpreendente, já que quase 25% dos consumidores na Austrália, no Reino Unido e nos EUA disseram que estão abertos a experimentar a tecnologia em seus serviços bancários no futuro. Daqui a alguns anos, essa tendência certamente será explorada.

Chatbots se tornam verdadeiros consultores financeiros e as experiências são cada vez mais personalizadas

Com os avanços da aprendizagem de máquina e da inteligência artificial (IA), cada vez mais organizações bancárias estão lançando soluções de chatbot com IA, cortando gastos e atendendo cada vez mais consumidores intelectuais. Essa tecnologia facilitou uma comunicação bidirecional e, em muitos casos, até substituiu canais como telefone, e-mail e mensagens de texto, permitindo que os clientes façam perguntas ou solicitem serviços usando linguagem natural.

Como resultado, o número de bancos que adotaram agentes conversacionais automatizados nos últimos anos aumentou significativamente. “3 a cada 4 instituições financeiras veem os chatbots como uma oportunidade de investimento lucrativa”, revelou uma pesquisa do ramo.

Hoje, essa tecnologia é usada principalmente para fornecer aos clientes rápido atendimento e suporte a transações, lidando com tarefas como consultas de saldos, detalhes de contas, simulações de empréstimos e afins, deixando que os representantes humanos de atendimento ao cliente fiquem livres para resolver questões mais complexas. Mas tais recursos ainda podem melhorar muito.

Como a IA segue evoluindo, os chatbots estão deixando de ser ferramentas de base de dados e suporte ao atendimento ao cliente e se estão transformando em verdadeiros consultores financeiros. Se integrados aos dados históricos corretos, a um software de comportamento preditivo e a outras plataformas de análise inteligente, os chatbots poderão entender hábitos de despesa, criar dicas financeiras personalizadas para cada cliente e ajudá-los a administrar e economizar seu dinheiro. Na Aivo, já estamos criando e desenvolvendo esses aplicativos para alguns de nossos clientes do setor financeiro que, além de aprimorar a experiência de seus clientes, querem capacitá-los para que tomem decisões de gastos mais inteligentes.

As agências assumirão uma nova função, combinando serviços físicos e digitais

Provavelmente, as agências bancárias não serão extintas. Os clientes ainda não estão prontos para abrir mão delas. Na verdade, segundo um estudo da Accenture, o fácil acesso a agências é o terceiro fator mais importante para garantir a lealdade dos clientes bancários. Mas, à medida que mais serviços bancários são oferecidos on-line, os clientes desejam que as agências ofereçam uma experiência que combine os mundos físico e digital de forma uniforme, principalmente ao atender diferentes faixas etárias.

Como dito anteriormente, a assistência automatizada dos serviços bancários está se tornando cada vez mais difundida, mas não substituiu, nem substituirá, a assistência humana. Transações e operações bancárias cotidianas, como transferências, depósitos e abertura de contas, serão cada vez mais realizadas de forma digital. As agências se tornarão um local exclusivo para resolver problemas e tratar de questões complexas.

Apesar do interesse em suporte automatizado manifestado pelos clientes, poder fazer uma reclamação (67%) ou pedir ajuda sobre produtos complexos como hipotecas (61%) diretamente a um agente humano são dois pontos vistos como os mais importantes para uma agência no futuro.

Muitos bancos já desenvolveram diferentes tipos de agências: alguns só com caixas eletrônicos, outros altamente tecnológicos e com incríveis integrações digitais, ou até mesmo aqueles com poucos ou nenhum funcionário presente. Veremos as agências passando por uma grande transformação, o que mudará a função que desempenham hoje.

Os consumidores definirão a experiência

Realizamos uma série de transações e tarefas bancárias, desde o pagamento rotineiro de contas até o cancelamento de um cartão roubado, e esses diferentes tipos de situação exigem diferentes estratégias de gerenciamento. Ao mesmo tempo, cada cliente é único e deve ser tratado como tal.

Durante os próximos anos, veremos os bancos avançando pela jornada digital, tornando as interações rotineiras fáceis e práticas, e melhorando a experiência de serviço nos casos mais complexos e importantes.

Quando for possível optar pela automação e pelo autoatendimento, os bancos assim o farão. Afinal, nós também não queremos perder tempo. Os bancos tentarão nos encaminhar para os meios digitais, para o autoatendimento, mas também melhorarão as integrações com outros canais de atendimento ao cliente, como telefone, mensagens, presencial, além de desenvolver uma abordagem mais omnicanal a fim de nos dar mais opções.

No final das contas, a adoção de um sistema flexível e ágil é fundamental para criar valor para os clientes. Aceitar e adotar as inovações que a tecnologia nos proporciona é a única forma de ser o banco inteligente e competitivo do futuro.

Você encontra mais informações sobre como a Aivo está usando a IA para ajudar a revolucionar o setor financeiro clicando aqui.

Fintechs democratizam soluções de tecnologia para MEIs e pessoas físicas

O Global FinTech Adoption Index 2019, relatório feito com mais de 27 mil consumidores no mundo, mostrou que 64% deles já usam serviços de fintechs. O mercado está avançando ao passo que estas empresas ampliam seu lugar como alternativa a bancos. Elas estão desburocratizando e democratizando o acesso ao crédito e a outros serviços de forma segura.

No Brasil, pessoas físicas, MEIs e pequenos empresários veem nas fintechs aliadas na hora de conseguir crédito. Para se ter uma ideia, mais de um terço dos micro e pequenos empresários no Brasil dizem sentir dificuldade pelas altas taxas de juros cobradas pelos bancos. Além disso, 54% da população no mundo não consegue abrir uma conta bancária por viver em situação de exclusão, segundo o relatório Fintech na América Latina 2018: Crescimento e Consolidação, divulgado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Foi esta demanda por crédito que motivou a empresa brasileira Asaas a investir na compra de recebíveis por Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs), pensando principalmente nos clientes que geram boleto pela plataforma. Segundo Piero Contezini, CEO do Asaas, pelo FIDC, é possível antecipar até R$ 150 milhões mensalmente, o que possibilita maior capital de giro para os pequenos negócios. As taxas cobradas na antecipação de recebíveis são mais baratas que outras modalidades de crédito. “A tecnologia está descentralizando o comando financeiro dos bancos e quem ganha com isso são os pequenos. Na situação atual da economia, permitir o crescimento destes empresários é essencial”, completa Piero.

Aluguel mais fácil — Além da tecnologia mais acessível, o crescimento das fintechs se deve a outro fator: os algoritmos são mais democráticos na hora de aprovar a contratação dos serviços como o aluguel de imóveis residenciais, por exemplo. Em breve, pessoas físicas usarão a tecnologia para conseguir garantia e locar uma casa após apenas uma visita. A CredPago, empresa que oferece tecnologia para corretores, imobiliárias e inquilinos, lança em agosto a análise instantânea do cadastro dos locatários de forma 100% digital. “Esta solução vai desburocratizar e tornar mais democrática a locação de imóveis em todo o Brasil. O sistema dispensa fiador e tem taxas mais baixas do que as cobradas por seguradoras”, explica Fábio Cruz, CTO da CredPago.

Segurança — Fora a praticidade e rapidez para gerar boletos, compensar cheques e assinar contratos digitalmente, outra vantagem das fintechs para os usuários é a segurança. Desburocratizar e tornar operações e negociações digitais mais seguras são alguns dos propósitos da BRy Tecnologia, referência em soluções para assinatura digital, assinatura eletrônica, carimbo do tempo, certificado digital em nuvem, infraestrutura de chaves públicas e biometria. Segundo o fundador da empresa, Carlos Roberto De Rolt, a aplicação de protocolos criptográficos garante a segurança de relações eletrônicas e traz mais confiança para quem utiliza o meio digital para realizar desde transações bancárias até alugar um imóvel.

Leroy Merlin aposta em inovação para melhorar a experiência de compra online de seus clientes

Com o desafio de aumentar o faturamento das vendas online e melhorar o fluxo das filas para retirada de produtos adquiridos via internet e retirados na loja, a Leroy Merlin, rede de lojas de materiais de construção, acabamento, decoração, jardinagem e bricolagem, fechou uma parceria com a NewPost, empresa postal de rede de lockers que tem como premissa facilitar e agilizar a entrega e logística de produtos comprados via e-commerce.

O projeto, que teve início em abril de 2019, foi pensado para melhorar a experiência do consumidor por meio da inovação, visto que o tempo médio de espera da fila era alto. “Nossos clientes perdiam cerca de 20 minutos para retirar suas compras e essa experiência negativa acabava prejudicando nossas vendas online, explica, Raquel Mônego, Diretora de Loja da Leroy Merlin de Curitiba.

Com esse desafio, a NewPost instalou, em lojas da rede varejista de Curitiba, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro um locker com 60 gavetas. Assim o consumidor que fizesse uma compra pelo site da empresa poderia retirar o produto na loja física sem a necessidade de um atendente ou de espera para procurar o pacote.

“Para acessar o locker, o cliente recebe um PIN. É com essa senha que ele terá acesso à gaveta com o produto adquirido. Dessa forma, ele ganha em rapidez, pois não precisa mais pegar filas, independência, pois pode retirar suas compras rapidamente no horário em que achar mais adequado, e comodidade, pois, ele pode ainda pedir para um terceiro pegar a sua encomenda”, explica Olegas Orlovas, sócio-fundador da NewPost.

Outra inovação importante que a NewPost trouxe para o projeto com a Leroy Merlin é que, além da entrega feita nos lockers instalados na loja física, as entregas também podem ser feitas em toda a rede própria de lockers da NewPost, que está disponível também em outras cidades. “Além de oferecer mais opções de entregas, pudemos entender a necessidade do cliente e produzir, de forma personalizada, lockers que atendem da melhor forma possível o fluxo de demandas. Nós também melhoramos o fluxo de envios e de logística reversa”, ressalta Orlovas.

Com apenas três meses de operação, os resultados positivos da parceria já são visíveis. “O tempo de retirada dos produtos caiu de 17 minutos para 21 segundos. Além disso, tivemos uma migração de 36% dos clientes do canal online para a retirada em loja”, celebra Mônego.

“Esses resultados mostram que a tecnologia tem uma parte muito importante na jornada do consumidor, que tem se tornado cada vez mais crítico e tem se acostumado com serviços que tragam comodidade”, afirma Orlovas.

Como inovar o modelo de negócios

Por Luis Frade

A forma como fazemos negócios está se transformando a cada dia e os modelos são reinventados por alguma empresa, a toda hora. No jargão das startups, as “dores” que as empresas precisam resolver mudam de abordagem a cada momento.

Quando falamos em inovação em modelo de negócios, sempre alguém cita que o Airbnb não possui nenhum quarto, que a Amazon não possui estoque, que a Uber não possui carros e que o Nubank não tem agências. Esses são alguns dos modelos de negócios mais emblemáticos dos últimos anos, mas não os únicos.

Pouco antes de começar a escrever este texto, estava lendo uma entrevista com Jay Samit sobre seu livro Disrupt You! (Seja Disruptivo!), onde, entre outras coisas, ele cita uma startup que loca um apartamento do Airbnb e o subloca para o cliente final. Sua função é entregar as chaves, cuidar da faxina e dos outros serviços que, normalmente, o dono do imóvel não quer se preocupar. No final das contas, todos saem ganhando. Isso nada mais é do que inovar a inovação.

No final de 2018, a convite do LinkedIn, escrevi um artigo (O que esperar para 2019) sobre as previsões para 2019. Como em todas as previsões, algumas errei e outras acertei, como o declínio do Facebook, por questões de credibilidade em relação ao uso de dados dos usuários. Como o leitor certamente se lembra, houve um vazamento de 82 milhões de dados, em 2018. O próprio Mark Zuckerberg comentou que “Quando penso no futuro da internet, acho que uma plataforma de comunicação focada na privacidade se tornará ainda mais importante do que as plataformas abertas de hoje. Acredito que o futuro da comunicação se tornará cada vez mais privado, com serviços de criptografia que garantam a liberdade e a segurança das conversas dos usuários”. Em outras palavras, o modelo de negócios do Facebook vai mudar. Do contrário, minha previsão se concretizará. Quem aí se recorda do Orkut?

É importante lembrar que muitas reformulações de modelo de negócios são baseadas em tecnologia, porém, é claro que existem outros catalisadores. Lembro que, no início da década de 1990, quando o telefone celular foi popularizado aqui no Brasil pela Motorola (o famoso “tijolão”), ele era utilizado apenas para ligações sem fio, o que já era o máximo. Quando apareceu o primeiro celular que enviava mensagens, foi o maior sucesso. Depois vieram os smartphones e suas novidades. A partir disso, surgiram novos negócios – milhões de brasileiros ganham dinheiro com aplicativos para celular, por exemplo.

Temos 220 milhões de smartphones no Brasil e cerca de 45 milhões de pessoas já utilizaram aplicativos para obter renda. Se pensarmos que o desemprego está patinando na casa de 13 milhões, é razoável concluir que muitos desses ditos “desempregados” estão ganhando alguma renda por meio de um aplicativo. O interessante é que essa tendência veio para ficar, ou seja, as pessoas que até recentemente estavam fora do mercado formal hoje podem fazer parte de uma nova geração de empreendedores.

Até agora, falamos em startups, porém, a necessidade de inovar afeta a todos. Como coordenador do Comitê de Fomento da ANPEI, visitei a Bosch, em 2018, em Campinas. Algo me chamou muito a atenção na apresentação institucional da empresa: o CEO global da Bosch, avaliando os cenários derivados da Inovação 4.0, composto por Internet das Coisas (ioT), mobilidade autônoma, impressão 3D, comunicação 5G, computação na nuvem e outras inovações, decidiu que era hora de reinventar a empresa.

O gerente de inovação comentou que, durante muito tempo, a companhia foi conservadora, desenvolvendo internamente ferramentas, componentes e soluções para os clientes. Agora, promove a inovação inside e outside ao mesmo tempo. Estimula empreendedores internos a desenvolver soluções que possam ser comercializadas e, paralelamente, estimula empreendedores externos a criarem produtos e serviços a partir de demandas (ou dores) dos clientes da companhia.

Em suma, a empresa ajustou o seu modelo de negócios, adequando-se aos novos tempos e às atuais demandas dos consumidores. Independentemente do porte, o que se espera dos negócios hoje é que eles sejam capazes de reconhecer quando é preciso mudar – antes que seja tarde.

Luís Cláudio Silva Frade, Assistente do Diretor de Gestão Corporativa da Eletronorte, Coordenador do Comitê de Fomento à Inovação da ANPEI e membro do Comitê Técnico da Conferência ANPEI 2019

Brasil Salomão e Matthes Advocacia discute cenário de inovação e oportunidades no mercado europeu

O advogado Fernando Dizero Senise, sócio-diretor das unidades de Lisboa e do Porto do escritório Brasil Salomão e Matthes Advocacia, será um dos palestrantes do seminário ‘Atlantic Connection São Paulo 2019’. O fórum é promovido pela Atlantic Hub, empresa portuguesa que fomenta negócios e parcerias dentro do ecossistema de empresas e startups Luso Brasileiras. O evento é direcionado a investidores e empreendedores que visam oportunidades no mercado europeu e tem como objetivo discutir e entender o ecossistema de inovação e o hub de oportunidades em Portugal e na Europa.

Fernando Dizero Senise será debatedor de painel “Investir em Portugal”. Para o advogado, o evento será uma oportunidade para empresas brasileiras que buscam se expandir no mercado europeu. “Portugal tornou-se um hub para startups, especialmente no segmento de tecnologia. As startups que se instalam em Portugal trabalham de forma colaborativa e sinérgica, gerando uma reciprocidade positiva entre si e para o mercado em geral. Em Portugal, a mão-de-obra é altamente qualificada e os portugueses são totalmente familiarizados com as diferentes realidades do mercado europeu. As startups se beneficiam dessa realidade, facilitando o acesso a todo o mercado comum europeu”, destaca.

Além disso, Fernando Senise ressalta que a área jurídica também merece atenção das startups que buscam estar presente no mercado europeu. “Entendo que uma das maiores dificuldades dos empreendedores seja conseguir atender às legislações locais de cada país, além das regulações comunitárias europeias de caráter regional. Um exemplo é a tributação das empresas, que encontra regras comunitárias gerais, mas também regras específicas locais em cada país”, aponta o advogado, que vai discutir o processo de internacionalização de startups durante sua participação.

O evento ‘Atlantic Connection São Paulo 2019’ contará com mais de 300 participantes apresentando e discutindo os atuais cenários econômicos do Brasil e de Portugal e as perspectivas para quem deseja expandir seus negócios e internacionalizar as startups no mercado europeu.

Seminário “Atlantic Connection São Paulo 2019”

Data: 24 de agosto de 2019

Local: Espaço Sociocultural – Teatro CIEE – Rua Tabapuã, 445 – Itaim Bibi, São Paulo – SP.

Inscrições e programação completa: www.atlantichub.com/atlanticconnection2019/

34% dos profissionais com deficiência se sentem isolados no mercado de trabalho

No mercado de trabalho, o pertencimento é observado na forma como os profissionais se relacionam com a empresa, ou seja, quão aceito e útil eles se sentem em relação às suas funções. Segundo uma pesquisa realizada pela Santo Caos – consultoria de engajamento por meio de diversidade – em parceria com a Catho, dentre os profissionais com deficiência, 34% se sentem isolados no ambiente de trabalho, comportamento esse que reforça o quanto as empresas precisam investir no tema inclusão.

Ainda segundo o levantamento, realizado com mais de 1.000 participantes, dentre eles gestores e profissionais com deficiência, outros pilares também foram observados, tais como ausência de: compartilhamento (37%), compromisso (17%) e orgulho (11%).

Para Guilherme Françolin, sócio da Santo Caos, a grande dificuldade das empresas é acreditar que recrutar é o principal problema e que depois de encontrar o profissional com deficiência ele vai permanecer anos no quadro de funcionários.

“Recrutar é o primeiro passo, mas se a empresa deseja um profissional envolvido, ela precisa dar voz, reconhecer e integrar este público na organização. Ter diversidade não é suficiente, é necessário engajar e incluir. Não existe uma empresa que pode se dar ao luxo de desperdiçar talentos, enxergar isso no profissional independente de quem ele seja trará diversos benefícios para o negócio”, afirma Françolin.

Já para a gerente sênior da Catho, Tábitha Laurino, no mercado de trabalho, essas especificidades são observadas por meio da cultura da empresa, que mede as relações profissionais com o crescimento dos resultados. Logo, se um profissional com deficiência se sente inferior no ambiente de trabalho em detrimento ao resto da equipe, é papel dos líderes e gestores injetarem a inclusão de forma mais efetiva entre os times.

“Citamos o pertencimento como pilar primordial nessa pesquisa, pois este é o ponto que mais dói no dia a dia das pessoas com deficiência, seja na área pessoal ou profissional. Paralelamente à esse déficit, temos o impacto desse baixo engajamento também em outros pilares. Um profissional que não se sente parte de equipe não se orgulha do seu local de trabalho, não veste a camisa e não a compartilha. Essa deve ser sim uma preocupação das empresas para irem além das cotas”, afirma a profissional.

Estimular a inclusão de forma assertiva traz diversos benefícios para os colaboradores, bem como para o ambiente organizacional, tais como: aumento do nível de comprometimento, motivação, engajamento e produtividade; criação de um ambiente de equilíbrio e maior sinergia; estruturação do quadro de funcionários e crescimento contínuo com alcance dos resultados desejados.

Nestlé anuncia R$ 1 bilhão de investimentos no Estado de São Paulo

A Nestlé anunciou hoje investimentos de R$ 1 bilhão no Estado de São Paulo nos próximos três anos. O aporte inclui a instalação de novas linhas nas fábricas de Araçatuba e Caçapava, ambas no interior de São Paulo, e novas tecnologias aplicadas a fábricas e produtos, além de iniciativas de transformação digital e aceleração de startups. Também estão previstas iniciativas por meio de uma parceria com o Investe São Paulo, programa da Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade.

A empresa tem um longo histórico de relacionamento com o Estado de São Paulo, onde inaugurou sua primeira fábrica no País, na cidade de Araras, há 98 anos. Nos últimos cinco anos, a companhia investiu mais de R$ 2 bilhões no Estado, incluindo uma fábrica de alimentos úmidos para animais de estimação de Purina, em Ribeirão Preto, duas linhas de produção de KitKat em Caçapava e uma nova linha de biscoitos em Marília. Também investiu consistentemente no desenvolvimento de tecnologias, a exemplo do sistema que permite a personalização de caixas de cápsulas de NESCAFÉ Dolce Gusto de acordo com o gosto do consumidor, totalmente criado no Brasil.

Atualmente, são 10 unidades industriais e 6 centros de distribuição, onde são produzidos itens de marcas icônicas como NESCAFÉ, KITKAT, NESCAU, NINHO, produtos de Nutrição Infantil e também os Culinários. O município de Araras abriga, também, o Nestlé Quality Assurance Center (NQAC), laboratório de qualidade que tem firmado parcerias com universidades públicas do Estado para fomentar o desenvolvimento tecnológico no segmento de alimentos. Em São Paulo, a Nestlé gera 12 mil empregos diretos e 100 mil indiretos. “O Estado de São Paulo tem grande importância na nossa história, abrigou nossa primeira fábrica e nossa Sede, e queremos continuar a seguir essa jornada de sucesso, crescimento e investimentos”, afirma o presidente da Nestlé Brasil, Marcelo Melchior.

Protocolo de intenções para fomentar a empregabilidade dos jovens

O anúncio contempla, ainda, um protocolo de intenções que visa estabelecer condições para o desenvolvimento conjunto de projetos que contribuirão para o aumento da empregabilidade de jovens no Estado. O acordo surgiu a partir de inciativas de ambas as partes já em andamento, com objetivos convergentes. O Governo do Estado de São Paulo lançou neste ano o Programa Minha Chance para aumentar a empregabilidade dos beneficiários dos seus cursos técnicos e de qualificação profissional e auxiliar na melhor adaptação dos conteúdos às demandas da sociedade e do mercado de trabalho local. A Nestlé, por sua vez, desenvolve no Brasil desde 2017, ao lado de outras empresas, o programa Aliança pelos Jovens, também com o objetivo de aumentar a empregabilidade dos jovens. Em 2018, a empresa liderou o primeiro Encontro de Jovens do Mercosul, na cidade de Montevidéu, no Uruguai, evento que acontece este ano no Brasil, nos dias 23 e 24 de outubro.

Iniciativas pelos jovens

Todas essas iniciativas compõem um grande trabalho que a Nestlé realiza para os jovens. A companhia aposta em medidas que contribuam para a capacitação e empregabilidade dos jovens de todo o País. As empresas que compõem a Aliança pelos Jovens contrataram 15.300 jovens e criaram 5.400 oportunidades de emprego entre 2017-2018, por meio de uma série de ações para aumentar a capacitação e as oportunidades para a nova geração de profissionais. Até o final de 2019, a Aliança tem como metas contratar 20 mil jovens e criar 6 mil oportunidades de primeiro emprego, com o engajamento das 23 empresas que participam da iniciativa. Também está prevista a capacitação de 110 mil jovens em todo o Brasil.

Com cinco dias de duração, congresso online reúne mais de 50 palestrantes para discutir a contabilidade

O maior evento contábil do Brasil acontece entre os dias 16 e 20 de setembro. O Congresso Online Brasileiro de Contabilidade (CONBCON) chega a sua terceira edição, organizado pela Arquivei, startup que fornece tecnologia de monitoramento, gestão e inteligência de documentos e dados fiscais, e pelo portal Contábeis, maior veículo de comunicação da internet no meio contábil do país.

Inteiramente online, o evento reúne palestras de diversos nomes ligados, de alguma forma, ao setor contábil. Tributos, temas fiscais, empreendedorismo e até mesmo o marketing no segmento serão abordados. O objetivo é trazer soluções e aprimoramentos para a categoria.

Ao todo, oito temas serão abraçados nos conteúdos:

– Normas Contábeis

– Controladoria

– Auditoria e Perícia

– Legislação Tributária e Trabalhista

– Contabilidade Pública e Terceiro Setor

– Inovação e Tecnologia

– Gestão e Empreendedorismo

– Carreira Contábil

Dentre os palestrantes, nomes de grande relevância para o mercado contábil estão confirmados. Entre eles, estão Tânia Gurgel, Liêda Amaral, André Henrique Lemos, Francisca Moraes, Caio Augusto Takano, Dante Barini e Sérvulo Mendonça. Todos os temas e participantes foram aprovados pelo Conselho Editorial do CONBCON, formado por quatro especialistas de grande relevância no segmento:

Edgar Madruga

Sócio-diretor e coordenador do MBA em Auditoria Digital e Direito Tributário da BSSP

Maurício Pocopetz

Mestre em Ciências Contábeis pela PUC-SP e professor de graduação, pós-graduação e MBA

Fernando Almeida

Pós-doutorando em Ciências Contábeis e doutor em Ciências Sociais pela PUC-SP

Paulo Vaz

Mestre em Ciências Contábeis e Atuariais pela PUC-SP

Credencial Gold
Após cair nas graças de congressistas e dos participantes, a Credencial Gold, que garante acesso VIP para palestras exclusivas, hangouts com palestrantes, descontos e acesso às palestras do CONBCON por um ano, continua valendo para a edição de 2019. Há, também, uma dinâmica especial para obtê-la de maneira gratuita.

O participante, ao se inscrever no evento, recebe um e-mail de confirmação com um link para compartilhamento. Caso esse link gere vinte e cinco novas inscrições, o cupom garantindo a Credencial Gold é enviado para o gerador de leads.

CONBCON Acadêmico
Organizada pela Programa de Mestrado em Ciências Contábeis e Atuariais da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), em parceria com o portal Contábeis e com a Arquivei, a sessão busca valorizar conteúdos, materiais, projetos e pesquisas acadêmicas para o mercado. Com participação aberta e gratuita, ela é segmentada em três áreas:

  • Auditoria, Perícia e Normas Contábeis e Contabilidade Internacional

  • Controladoria: Gestão de Riscos, Custos, Planejamento, Sistema de Informações e Cenários Econômicos

  • Gestão Empresarial: Ética e Sustentabilidade, Inovação e Tecnologia, Compliance e Governança Corporativa

Com coordenação do Prof. Dr. Fernando de Almeida Santos, vice-coordenação do Prof. Dr. Napoleão Verardi Galegale e direção do Prof. Doutorando Paulo Henrique Vaz da Silva, todos da PUC-SP, o projeto tem um espaço especial no site do CONBCON 2019, que pode ser acessado aqui.

Todas as informações sobre o CONBCON podem ser encontradas no site do evento.

Empresa cria aplicativo para conectar colaboradores

Já pensou poder marcar ponto à distância, agendar férias e fazer a gestão das suas despesas, sempre pelo celular? É o que permite um aplicativo desenvolvido pela Smarttcon Enterprise, braço da empresa Smarttcon, que nasceu em 2018 para conectar empresas e colaboradores com o futuro. A tecnologia incorpora 22 funcionalidades para facilitar o dia-a-dia de negócios de todos os setores, por meio de facilitação e automatização de processos.

“A nossa ideia é simplificar a relação e a interação dentro dos vários departamentos de uma empresa. Com o aplicativo, os funcionários conseguem acessar agenda e tarefas, registrar ponto, criar grupos de interação, entre outros”, afirma Michel Bertolino, que é o Diretor Executivo da Smarttcon. “Já os gestores podem ter total controle sobre as horas extras dos colaboradores e calendário de férias da equipe, por exemplo”, acrescenta.

A tecnologia é uma aliada para todas as empresas, em especial, para aquelas que os funcionários passam bastante tempo fora do escritório. Devido à geolocalização, o colaborador pode bater ponto ao chegar em uma reunião com um cliente em qualquer endereço, entre outras situações. Os pedidos de reembolso e controles de despesa também são feitos online, facilitando, assim, a organização do departamento pessoal. “Com a funcionalidade do controle de ponto, os dois lados ganham maior segurança para comprovar que o trabalho foi efetivado no local esperado”, salienta Bertolino.