Page

Author admin

Bradesco é o banco mais inovador do mundo pelo Efma-Accenture DMI Award 2018

O Bradesco recebeu três troféus do Efma-Accenture Distribution & Marketing Innovation Award 2018, que reconhece projetos inovadores em marketing de bancos de varejo. O prêmio avaliou mais de 400 cases de inovações de 180 corporações financeiras de 59 países, sendo o Bradesco o único banco brasileiro mencionado.

Entre os troféus, está o primeiro lugar na principal categoria do prêmio, a de Global Innovator, que reconheceu o Bradesco como o banco mais inovador do mundo por conta de cases como o da criação da atendente virtual BIA, do projeto inovaBra (habitat e lab) e da Plataforma MEI.

A partir do case do Lollapalooza, em que o Banco firmou parceria com o festival para se conectar a clientes mais jovens, foi premiado com o primeiro lugar na categoria Digital Marketing & Communication. Além disso, ainda recebeu o terceiro lugar da categoria Workforce Experience pelo case de gerenciamento de prestadores de serviços externos em parceria com a startup Fieldcontrol.

De acordo com Maurício Minas, vice-presidente do Bradesco, a instituição tem investido continuamente na capacidade de inovação. “Este ano foi um marco para o banco com o lançamento do inovaBra habitat, que faz parte da plataforma criada para promover a inovação a partir de um ecossistema de programas baseados em coinovação”, comenta. “O Bradesco tem um histórico de pioneirismo e vanguarda e esse reconhecimento é a coroação de um trabalho que vem sendo feito há anos para contribuir com a inovação no Brasil e no mundo”, completa o executivo.

Tags, , ,

Como garantir a competitividade e a longevidade das empresas

Por Wagner Kojo, Head Digital & Innovation da Stefanini

Com o intenso surgimento e crescimento de canais, plataformas, tecnologias e a acelerada transformação nos hábitos de consumo, os líderes de marketing enxergam uma necessidade de reciclagem, tendo como base todas as experiências que viveram nos mais variados casos. Novos conhecimentos, outras formas de encantar, novos stakeholders, clientes mais rigorosos, conectados e ágeis demandando alta performance em tempo reduzido, vêm quebrando todos os padrões de planejamento tradicionais.

Todos esses aspectos devem ter como objetivo o equilíbrio entre resultados e posicionamento de marca. Diante dessa constatação, há que se considerar um fator primordial que é a Atribuição. Ou seja, os resultados que cada ação de marketing provoca é de grande importância para justificar estratégias mais robustas e assertivas. Também é inegável a necessidade de pensar em marcas como personas que têm atitude, opinião e defendem bandeiras como a diversidade e a sustentabilidade, trazendo competitividade e corroborando para a construção das chamadas ‘Love Brands”. Relevante incluir nesse contexto também os desafios diários do CMO em sua busca incessante pelo ‘Wow Factor’, que implica no entendimento do ciclo do seu consumidor, na análise de dados e na devolutiva com as também discutidas Customer e User Experience.

Foram esses desafios que estiveram na pauta do CMO SAB 2018, entre os dias 17 e 19 de outubro, no interior de São Paulo, onde um grupo de profissionais da área participou de uma imersão nesse amplo debate. O CMO SAB 2018 – Equilibrando Bytes, Likes, Resultados e Experiências, discutiu temas como Costumer & User Experience, Digital, Atribuição e Papel do CMO na Construção de uma Love Brand.

No contexto atual dos negócios ter uma oferta ou um produto digital não é suficiente para garantir a competitividade e a longevidade das empresas. É preciso ir além e ter uma cultura digital. O perfil do consumidor em constantes mudanças cria novos cenários onde as empresas precisam de adaptações rápidas e flexíveis. Diante dessa nova dinâmica, as práticas de Design, Lean e Agile têm remodelado a forma como fazemos, pensamos e agimos frente aos desafios e oportunidades de marketing, negócios e inovação tendo o consumidor e suas experiências como o centro das estratégias empresariais.
Um bom exemplo do que estamos falando, é o bem-sucedido caso em parceria da Stefanini com a Saint Paul Escola de Negócios, mostrando como uma tradicional escola de negócios inovou por meio das práticas de Computação Cognitiva e aplicação de Inteligência Artificial.

Tags, ,

Qual a próxima onda?

Por André Frederico, Diretor Executivo e Head de Cloud da TIVIT, multinacional brasileira líder em soluções digitais

Estamos vivendo uma era na tecnologia, que podemos chamar de 4ª Revolução Industrial ou a Revolução da Indústria 4.0. E depois de ter passado por outras três grandes revoluções, podemos dizer que essa está sendo a mais transformadora de todas. E não pelo que ela está fazendo com as relações humanas e de trabalho, pois as outras também trouxeram grandes mudanças para a sociedade, mas pela velocidade e pelo impacto que ela está causando.

Essa revolução está criando um mercado novo, disruptivo, algo inimaginável há 5 ou 10 anos. Mas o que é mais disruptivo dessa nova era é a rapidez com que as novas tecnologias estão sendo desenvolvidas e estão chegando às prateleiras, e o quanto elas estão exigindo que cada vez mais as empresas e os profissionais acompanhem esse processo. E o principal desafio é justamente se manter atualizado e com a mesma velocidade.

E quando o assunto é inovação, ainda há um longo caminho a percorrer. No ranking mundial de inovação elaborado pela Universidade de Cornell, pela escola de negócios Insead e pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), deste ano, o Brasil aparece na 64ª posição. E apesar de ter saltado cinco posições, depois de 2 anos estagnado, o país, que tem o 8º maior PIB – Produto Interno Bruto – do mundo, e é a maior potência econômica da América Latina e Caribe, ainda está atrás dos vizinhos Chile (47ª posição), Costa Rica (54ª) e México (56ª).

Mas o que pode parecer um atraso, pode ser também uma oportunidade. Até porque, nós do mercado de tecnologia e fornecedores de soluções e inovação, estamos percebendo é que a TI finalmente deixou de ser uma preocupação somente do CIO e passou a ser parte estratégica das corporações. Além disso, a necessidade da transformação digital vem impulsionando cada vez mais os investimentos em TIC. Segundo estimativa do Gartner, os investimentos em tecnologia previstos para esse ano são 4,5% maiores do que no ano anterior. O montante deve chegar em US$ 3,7 trilhões. A dúvida que fica é no que investir? Qual é a próxima onda?

A aposta, depois da migração para a nuvem, é que tecnologias como Internet das Coisas, Inteligência Artificial e Analytics impulsionem esse crescimento. O estudo do Gartner, mostra que somente IA deve gerar US$ 2,9 trilhões em investimentos até 2021. O segmento de software também tem grande destaque para nos futuros aportes. Isso porque as empresas devem apostar cada vez mais no modelo de SaaS (Software as a Service), que deve receber o montante de US$ 389 bilhões, o que representa 9,5% dos investimentos previstos.

E a razão dessa tendência é simples. As tecnologias que têm foco na experiência dos usuários são as que mais devem ter espaço nas futuras inovações. Além disso, o IoT aliado ao Analytics, são capazes de fazer análises preditivas, e isso pode ajudar a desenvolver produtos mais assertivos, reduzir custos e etc., portanto, se é isso que prometem serem as novas ondas do futuro, cabe a nós, fornecedores de tecnologia, buscarmos pelas melhores soluções e entendermos que muitas vezes os principais desafios, também podem ser grandes oportunidades. E para quem ainda não se deu conta da necessidade de mudar a rota, de investir em novas tecnologias e apostar na inovação, ainda é tempo!

Tags, ,

Smartphones seguem como o dispositivo mais utilizado pelos brasileiros, conforme estudo da Deloitte

Não há exagero em dizer que o brasileiro adora celular. Ele é, de longe, o dispositivo móvel ao qual o brasileiro tem mais acesso. É o que aponta a edição deste ano da pesquisa Global Mobile Consumer Survey, da Deloitte, ao consultar 2 mil pessoas no país. O levantamento mapeia anualmente os hábitos, as expectativas e as oportunidades para o setor de telefonia móvel em diversos países, como Alemanha, Bélgica, Argentina, Estados Unidos e Japão, além, é claro, do Brasil.

“De acordo com dados do IBGE-PNAD, no país, o celular já é o equipamento mais utilizado para acesso à internet (95%), tomando a frente do computador (64%). Portanto, falar de telefonia móvel no Brasil é falar de um país continental e regulamentado repleto de oportunidades e com um povo apaixonado pela conectividade, como poderá ser visto nos expressivos – e por vezes curiosos – dados que trazemos neste relatório”, ressalta Marcia Ogawa, sócia-líder da indústria de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações da Deloitte.

Por mais um ano, o acesso ao smartphone segue crescendo no Brasil. O dispositivo é o que mais os brasileiros entrevistados tiveram acesso (92%), com larga distância do notebook (70%), que ficou em segundo lugar. Outro dado interessante é que, no ano anterior, o índice de pessoas com acesso ao smartphone era de 87% – um aumento de 5% em apenas um ano. Por sua vez, o desktop surpreende e é o equipamento que apresenta maior crescimento.

Para cada gênero e idade

Outros resultados da pesquisa mostram algumas diferenças de comportamento entre homens, mulheres e jovens. Por exemplo: em geral, a aderência de homens e mulheres aos equipamentos é igual – o destaque é um ligeiro aumento na utilização frequente de fitness band por homens (61%) em relação às mulheres (51%). Entre os jovens de 18 a 24 anos, a aderência ao e-reader é maior (45%) do que entre a faixa etária de 45 a 55 anos (26%).

As mulheres (83%) são um pouco mais engajadas no uso do WhatsApp do que os homens (76%). E os aplicativos de namoro, por sua vez, são usados com mais frequência pelos homens (10%) do que pelas mulheres (5%).

Ainda, quanto menor a faixa etária, maior será a propensão a usar um smartphone para assistir a vídeos de posts ou de histórias em tempo real. Quando perguntados se assistiram vídeos de posts/histórias em tempo real pelo smartphone nas últimas 24 horas, entre aqueles que se encontram na faixa etária de 18 a 24 anos o índice chegou a 67%, enquanto que, para o mesmo período, o índice entre os respondentes de 45 a 55 anos, ficou em 46%.

A cada nova compra, uma doação

A maior parcela dos entrevistados (28%) doou seu celular antigo para um amigo ou familiar quando adquiriu um aparelho novo. As outras atitudes foram guardar (18%) e vender para um familiar ou amigo (12%).

Biometria ganha espaço para acesso ao celular

Embora a utilização de PIN e senha ainda sejam o modelo de autenticação mais utilizado (61%), o reconhecimento por impressão digital cresceu fortemente, de 15% na amostra de 2017 para 35% entre os respondentes de 2018. Outras formas de biometria – como reconhecimento de voz, facial e ocular – também registraram aumento no período. E os jovens tendem utilizar mais a biometria por impressão digital – uma combinação de busca por praticidade ao maior acesso a smartphones com esta tecnologia.

Região Norte se destaca em preferência por 5G

Em relação à quinta geração da internet móvel – a rede 5G – praticamente metade dos consumidores (46%) declarou o interesse em migrar para esta tecnologia tão logo ela esteja disponível. Em uma análise geográfica, a região Norte do País é que mais tem interesse em migrar para o 5G assim que a tecnologia estiver disponível (58%).

Smartphone como ferramenta de trabalho…

Mais de 60% dos entrevistados do Brasil já utilizam o smartphone para fins profissionais fora do horário normal de trabalho com alguma ou muita frequência. É possível identificar um crescimento da utilização muito frequente do smartphone – tanto no ambiente de trabalho como fora dele – em relação à pesquisa de 2016. Como resultado, a distração com o smartphone durante o horário de trabalho ocorre com alguma ou muita frequência para 43% dos respondentes. Como ferramenta de trabalho, o smartphone é mais utilizado para o envio e o recebimento de e-mails (62%) e mensagens instantâneas para colegas ou clientes (60%).

…e seu uso pessoal no ambiente de trabalho

O inverso também ocorre: 76% indicaram usar muito frequentemente ou frequentemente o smartphone para fins pessoais durante o horário de trabalho, o que também corrobora o dado de que mais de um terço dos entrevistados sente a necessidade de conferir constantemente o telefone, enquanto 30% responderam que não conseguem dormir no horário pretendido ou se distraem com o smartphone ao concluir uma tarefa.

Metodologia da pesquisa

Além do Brasil, a Global Mobile Consumer Survey 2018 foi realizada concomitantemente em outros 21 países: Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Canadá, China, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, Holanda, Irlanda, Itália, Japão, Luxemburgo, México, Noruega, Reino Unido, Rússia, Suécia e Turquia.

Para apurar os resultados sobre hábitos de consumo de tecnologias móveis, a Deloitte consultou, por meio de questionários eletrônicos, mais de 40 mil pessoas, de 18 a 55 anos, das quais 2 mil do Brasil.

Indústrias de TI e telecomunicações se reinventam

A hiperconectividade e a transformação digital vão exigir muito esforço dos prestadores de serviços e dos desenvolvedores para atender a demanda por acesso, tráfego de dados e aplicações. No principal painel de hoje no Futurecom 2018 – maior e mais importante evento de tecnologia e telecomunicações da América Latina – intitulado “A incontornável mudança na busca por fazer melhor”, os presidentes da TIM, Nokia, Ericsson, Claro, Dell, Oi, NEC, Huawei, Vivo e diretores da Accenture discutiram como as empresas reagem à velocidade da evolução tecnológica.

Soluções para tornar as empresas eficientes e competitivas já são apresentadas no Futurecom 2018 como, por exemplo, a chegada da quinta geração da telefonia móvel, que será fundamental para impulsionar ainda mais tecnologias inovadoras como blockchain, inteligência artificial, machine learning, IoT e realidade aumentada. A NEC apresenta o NeoFace Express. Trata-se da tecnologia de identificação facial que possui a mesma eficiência do já conhecido localmente NeoFace Watch, com a vantagem de ter o formato compacto. Por ser portátil, pode ser utilizado em uma infinidade de situações, sendo ideal para aplicação em infraestruturas críticas e em áreas de embarque de aeroportos, por exemplo. Outro lançamento relacionado à Segurança Pública que a NEC traz ao Brasil é o sistema Super Resolution. Totalmente adaptada aos padrões brasileiros, a tecnologia japonesa consegue, por meio do emprego de Analytics, identificar as letras e números de placas de carros que, muitas vezes, aparecem ilegíveis nas imagens captadas nas ruas pelas câmeras de CFTV, que são de baixa resolução.

As operadoras de telecomunicações confirmam sua presença no segmento de prestação de serviços corporativos. A Embratel traz sua solução SD-WAN Embratel (Rede Definida por Software), nova tecnologia para formação de rede privada, que permite também composição híbrida por meio da integração de acessos à Internet com redes MPLS tradicionais. A nova solução permite que empresas de todos os tamanhos e segmentos de atuação usem uma rede corporativa baseada na nuvem para troca de informações entre os escritórios localizados em diferentes regiões do País.

Esse movimento aponta como a tecnologia nos aproxima de uma forte interação entre os mundos real e virtual. Por isso, relatórios da Digi-Capital, da ABI Research e da Markets and Markets projetam um volume que pode chegar a US$ 83 bilhões em negócios globalmente até 2021.

A transformação digital mudou as relações de compra e venda

Por Diogo Lupinari

É fato que a revolução tecnológica favoreceu vários setores da economia que investiram pesado para melhoria de seus produtos e serviços. O comércio é um grande exemplo disso: basta olharmos para a Amazon, segunda empresa mais valiosa do mundo, que recentemente atingiu o incrível valor de mercado de U$ 1 trilhão.

Não é por acaso que cada vez mais as marcas do varejo físico tradicional se convencem de que é preciso investir em tecnologia para proporcionar uma experiência digital para seus clientes. De acordo com a última pesquisa anual da JDA/PwC, com mais de 350 varejistas globais, a transformação digital é prioridade nos investimentos do setor.

Em paralelo, uma nova geração de micro e pequenos empreendedores aproveita as facilidades que a tecnologia oferece para lançar o seu próprio negócio virtual ou conectar a sua loja física à internet, aproximando-se de um público que se espalha do norte ao sul do país.

Todo esse movimento de mercado se explica pelas inúmeras vantagens que a tecnologia proporciona para o comércio de bens e mercadorias.

Com a possibilidade de migrar sua loja para o ambiente digital e ainda colocar seus produtos nas vitrines dos marketplaces, o varejista ganhou novos canais de venda para atender o consumidor, entregando praticidade e preços atrativos.

Para vendedores que atuam num segmento de vendas muito específico, a inovação tecnológica fez nascer os chamados marketplaces de nicho, shoppings virtuais que atraem uma audiência qualificada e engajada na compra de produtos de uma mesma categoria.

A tecnologia no e-commerce ainda permitiu que a própria indústria se aproximasse do cliente final sem intermediários, ao possibilitar a venda direta para o consumidor. Dessa forma, as marcas se aproximam das pessoas e entendem quais são suas preferências e hábitos de consumo, o que impacta diretamente na confecção de novos produtos que circulam no mercado.

Mas talvez o maior impacto da transformação digital no setor se traduza na integração entre o mundo digital e o mundo físico, expressa no conceito de venda “omnichannel”. Por ele, o cliente compra pela internet e retira seu pedido numa loja física, que funciona como um centro de coleta e distribuição, com benefícios de frete grátis e menores prazos para recebimento do produto, por exemplo.

O omnichannel também permite que o cliente experimente o produto dentro da loja física e efetue a compra à distância para recebê-lo na sua própria casa. Nessa situação, a loja física funciona como um centro de experiências e demonstração de produtos, dispensando custos com estocagem na loja.

E não para por aí: a tecnologia segue impulsionando novas formas de interação entre marcas, varejistas e consumidores, que passam pela evolução de processos de distribuição e logística (com operações de cross-docking e drop shipping, por exemplo), lojas disponíveis dentro das redes sociais, chatbots que permitem que clientes interajam com atendentes virtuais inteligentes e ferramentas de recomendações automáticas de produtos, a partir da análise de perfil de compra e navegação nas lojas virtuais e nas mídias sociais.

Como se observa, as relações de comércio nunca mais serão como antes. Nesse contexto, vale a pena o varejista investir parte do seu orçamento em diferentes soluções e ficar de olho nas novidades que o mundo da tecnologia tem para oferecer. Quem permanecer apenas na loja física estará perdendo grandes oportunidades.

Diogo Lupinari, CEO e cofundador da Wevo

Tags, , , , , ,

Métricas de resultados, atualização autônoma e certificados on-line: conheça o currículo de 2030

Informações excessivas, nomenclaturas confusas e comprovantes desnecessários. Esqueça tudo isso. O currículo do futuro será um espaço interativo e personalizado, impulsionado especialmente pela inteligência artificial. Até 2030 teremos à disposição uma espécie de plataforma de conhecimento, similar a um portal particular, seguro e capaz de se atualizar automaticamente, contando com comando de voz e recursos de vídeo para que o candidato seja acionado com facilidade e conforto.

“Nas próximas décadas o currículo não será apenas uma extensão de carreira. É provável que se transforme num programa de absorção de sentimentos, aprendizados e até de itens favoritos. O currículo do futuro vai atualizar os seus certificados de modo on-line, ou seja, na medida que você progride em cursos e atividades pessoais, mais fácil será para as companhias entenderem os seus talentos e níveis de desenvolvimento. Competências sociais serão mais valorizadas e a gestão de carreira vai demandar maior conexão com os temas que movem o mundo, sem abrir mão de profundidade nos negócios”, afirma Ricardo Basaglia, diretor-executivo da Michael Page, consultoria global de recrutamento para posições de alta e média gerência.

Confira o estudo sobre o currículo do futuro, que coletou projeções de gestores de alguns centros onde a Michael Page atua: EUA, Reino Unido, França, Suíça, Alemanha, Espanha e outros mercados da Europa e Ásia. Esse trabalho é uma parceria com a Foresight Factory, empresa global de análise de mercados e predição de tendências de tecnologia e comportamento. As projeções foram registradas entre o segundo semestre de 2017 e o primeiro semestre de 2018 por tomadores de decisão de vários setores da economia.

O CV do futuro poderá incluir (ponto de vista dos candidatos)

– Assistente pessoal (similar aos smartphones) para tratar de seus dados pessoais, estabelecendo interface tanto com humanos quanto com a IA de outros programas.

– Opção de fácil anonimato do CV. O acesso a determinados dados poderá ser regulado.

– Ambiente integrado para documentos e certificados pessoais/profissionais para favorecer a verificação imediata da sua formação acadêmica e de suas competências técnicas.

– Proteção de informações baseada na nuvem com blockchain. Portanto, será uma prova inalterável de experiências anteriores. Na prática, será quase impossível mentir sobre conhecimentos ainda não aprendidos ou experiências não concluídas. Ao contrário do que pode parecer, essa medida protege o candidato de concorrência desleal, nepotismo e viés inconsciente de recrutadores, gestores e até de futuros colegas.

O CV do futuro deverá exigir (ponto de vista das empresas)

– Comprovação de horas de experiência e aprendizado (tecnologia será aliada nesse processo) a exemplo do que já existe hoje em e-games, por exemplo.

– Um resumo de temas e preocupações sociais, humanitárias, culturais e pessoais de cada pessoa. O CV do futuro vai privilegiar as habilidades subjetivas e fluídas – as soft e liquido skills. Saiba mais clicando aqui.

– Acesso fácil e amigável (desde que autorizado pelo candidato) ao feedback de colegas de trabalho sobre os talentos e virtudes do profissional que se candidata a uma determinada vaga. Vídeos, posts e declarações serão facilmente compartilhadas.

– Registros em tempo real de habilidades exigidas para o cargo: como numa rede social, o candidato poderá registrar de maneira informal seus conhecimentos.

– Métricas de conquistas mais bem explicadas (infográficos e apresentações), que favorecerão a visão da companhia sobre o potencial do candidato e os seus resultados. OBS: esse recurso estará alinhado com o padrão de compliance do momento.

Design baseado em dados de hoje: o CV de 2018 pede experiências, competências realizações

Design baseado em projeções reais: alta tecnologia, interação em tempo real, atualização “automática”, dados na nuvem, espaço privilegiado para visão pessoal do mundo, virtudes sócias e network

ClickSoftware anuncia novo Vice Presidente de Vendas para América Latina

Como consequência direta do crescimento em importância da América Latina para a ClickSoftware, fornecedora líder de software de gerenciamento de serviços em campo, a companhia anuncia Morris Menasche como seu novo Vice Presidente de Vendas para a região. O executivo possui sólida experiência na liderança de grandes empresas, acumulando mais de duas décadas de atuação no mercado de tecnologia em companhias como Blackberry, Oracle e Verint.

Morris Menasche assume a posição com o objetivo de impulsionar o crescimento sustentável da ClickSoftware, focando na expansão e no fortalecimento do relacionamento com os clientes distribuídos por toda a América Latina. O executivo será responsável por liderar os negócios com envolvimento direto e com o apoio de um ecossistema de canais, principalmente no Brasil, México, Colômbia, Argentina e Chile.

Região Estratégica

A América Latina é um mercado estratégico para a ClickSoftware. A companhia está investindo em novos recursos e contratações para melhor atender a região. De acordo com Menasche, a ClickSoftware enxerga grande potencial neste mercado, que apresenta de um modo geral uma necessidade real de otimização dos serviços realizados em campo. “Temos constatado um crescimento expressivo nos segmentos de seguros e serviços públicos, em mercados importantes como Colômbia, Chile e Argentina, além do Brasil. Para contemplar esta demanda, queremos investir em nossa equipe de venda direta e em nosso ecossistema de parceiros, garantindo que nossa cobertura seja a mais ampla e mais próxima do cliente possível”, ressalta.

A ClickSoftware é reconhecida como a empresa detentora da melhor solução de gerenciamento de serviços em campo graças à sua grande flexibilidade e capacidade de suportar toda a gama de tipos de trabalho e recursos que as organizações de serviços em campo necessitam, bem como a capacidade de otimizar agendas em tempo real conforme as alterações ocorridas no próprio dia do serviço. Neste sentido, as organizações de serviços em campo da região já conseguem perceber o valor do planejamento de demanda de recursos e da responsabilidade e programação inteligentes.

“Como um mercado ainda não totalmente maduro, há claro alguns pré-requisitos de educação e conscientização do impacto positivo que o gerenciamento dos serviços em campo pode trazer à operação de uma companhia do setor. Nosso desafio será provar este valor e o rico impacto que pode ter no crescimento dos negócios e na satisfação geral do cliente, sem a necessidade de investimento adicional de recursos”, reforça Menasche.

Morris Menasche tem um histórico de êxito atuando diretamente na maioria dos países da região e na liderança comercial de grandes empresas pertencentes à Global Fortune 500. As últimas posições ocupadas pelo executivo foram na vice presidência de vendas da Blackberry, Oracle e Verint, respectivamente.

Sidia desenvolve plataforma que otimiza tempo de testes em software

O Sidia Instituto de Ciência e Tecnologia, um dos maiores centros de pesquisa, inovação e desenvolvimento do Brasil, localizado em Manaus, foi responsável pela criação de uma plataforma que multiplica a capacidade de realização de testes de software, o que otimizou o trabalho do instituto, além de proporcionar aos colaboradores a possibilidade de dedicação a tarefas mais complexas.

Com os bons resultados obtidos ao longo de 3 anos de uso, a FDM (Full Download Manager) foi adotada globalmente, e hoje já é responsável pela otimização de testes em países como Chile, Argentina, Peru, México, Panamá, Estados Unidos, China, índia, Vietnã, Polônia, Coreia, Itália, Inglaterra, Alemanha.

A automatização do processo de testes possibilita, por exemplo, a instalação de uma série de automações nos aparelhos celulares como apps, memória de dados, definição de qual buyer o operador fará, entre outros. Esses dados podem ser instalados durante a noite para possibilitar que os profissionais responsáveis pela realização de testes já encontrem as amostras preparadas durante o expediente. Desde a sua criação em 2015, a plataforma já realizou mais de 500 mil testes.

“Antes gastávamos de uma a duas horas para uma amostra só, e hoje fazemos tudo de forma automática, basta apenas agendar a formatação. E também ganhamos otimização do uso de internet, já que os downloads podem ser realizados em um momento de pouca troca de dados. É possível afirmar que houve ganho de tempo entre preparação e execução de testes da aproximadamente 20%”, reforça o Gerente Sênior da Área de Qualidade de Software do Sidia, Marcel Gonçalves.

Marcel também acrescenta que alguns testes simples, que não precisam de interação humana, podem ser feitos diretamente pela ferramenta que depois compartilhará os resultados. Além disso, com o uso da FDM, o Sidia criou softwares customizados que podem ser utilizados por robôs que performam testes sem a necessidade de interação humana. “Temos um robô com um braço e outro com dois braços que interagem com os softwares testados de forma mais complexa, assim como um operador faria. É uma forma de automatizar ainda mais a parte de testes e otimizar o tempo de nossos profissionais para outros projetos”, ressalta o executivo.

Como inovar driblando as barreiras criadas pelas políticas engessadas

Por Carlos Eduardo Alves, Marketing Manager da Claranet Brasil

Inovar é preciso, mas nem sempre é fácil. Líderes Digitais e de TI de todo o Brasil reconhecem a urgência de embarcarem na jornada da Transformação Digital, mas ao evoluírem neste caminho, eles se depararam com grandes desafios. Os stakeholders das corporações têm grandes preocupações quando se trata de segurança, disponibilidade, experiência do cliente e rentabilidade do negócio, mas as soluções de cloud estão cada vez mais preparadas para driblar esses obstáculos.

Estamos em um momento crítico da evolução tecnológica. Os próximos dois anos serão cruciais para definir quais companhias irão sobreviver a esta revolução nos negócios que o avanço tecnológico está promovendo, principalmente para lidar com clientes cada vez mais exigentes, conscientes e que esperam serviços disponíveis 24x7x365.

As barreiras enfrentadas pelas áreas de TI ficam claras na pesquisa realizada pela Claranet sobre a realidade da área no Brasil, que também mostra como os Líderes estão se preparando para esta batalha. De acordo com o levantamento, 92% dos times de TI irão implementar a cultura DevOps em até 2 anos para melhor aproveitar seus recursos, tornando-se assim capazes de enfrentar os desafios que venham a encontrar na jornada da Transformação Digital como:

1. Segurança

Novas regras e regulamentações dos países quanto à segurança da informação trazem um senso de urgência maior quanto à segurança dos dados.

2. Disponibilidade

Serviços disponíveis 24x7x365 para atender um cliente cada vez mais exigente que deseja fazer negócios onde, quando e como escolha.

3. Vantagem Competitiva

Uso de aplicações de alto desempenho e confiáveis que automatizam o processo comercial tornando-o um facilitador de novos negócios.

4. Complexidade dos Sistemas

Sistemas muito complexos acabam sendo mais difíceis de serem administrados e controlados.

5. Mobilidade

Aplicações devem atender à demanda do Mobile First para poderem ser acessadas de qualquer lugar, a qualquer momento.

6. Relacionamento

Melhorar a experiência do cliente é uma prioridade estratégica que faz reavaliar a forma como se relacionam com sua massa crítica.

Os Líderes Digitais e de TI têm consciência da importância de acompanhar estes movimentos de mercado principalmente agora que suas áreas deixaram os porões das empresas e assumiram uma posição estratégica no planejamento dos negócios. Esta nova forma de trabalhar com a tecnologia e conduzir as mudanças que ela proporciona na cultura das empresas é decisiva para driblar as barreiras criadas pelas políticas engessadas das organizações.

Tags, ,

Software brasileiro para Controle da Qualidade na Indústria 4.0 participará do programa StartOut Brasil Lisboa

Atualmente, muito se fala da indústria 4.0. Mas o que significa e, principalmente o que ela representará para o controle da qualidade e laboratórios na indústria? A Tornar os produtos que consumimos melhores e mais seguros por meio da automação do controle da qualidade industrial é o propósito da Labsoft, empresa selecionada para participar do StartOut Brasil em sua edição Lisboa, Portugal.

O programa, promovido pela ApexBrasil, SEBRAE e Anprotec, tem por objetivo apoiar a internacionalização de empresas brasileiras nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo. Esta edição contou com centenas de empresas analisadas por uma banca nacional e internacional, resultando nas 15 com maior potencial de internacionalização.

O myLIMS, software desenvolvido pela Labsoft Tecnologia, proporciona automação para tornar os processos de controle da qualidade e inspeção em chão de fábrica mais enxutos e alinhados às necessidades da indústria 4.0, contribuindo com a melhoria da eficiência operacional, redução de custos e de estoques, bem como na prevenção de produtos fora da especificação, assim ajudando empresas a fornecer produtos cada vez melhores e mais seguros.

A Labsoft também foi selecionada para participar da comitiva e das rodadas de negócios da CNI – Confederação Nacional da Indústria no Web Summit 2018, maior conferência de tecnologia do planeta segundo a revista Forbes.

Recentemente, a Labsoft foi reconhecida pela revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios com o Prêmio Empreendedor de Sucesso 2016 por viabilizar às pequenas e médias empresas o acesso a tecnologias antes viáveis economicamente somente às grandes companhias.

Startup de entregas expressas otimiza processo de recrutamento de forma 100% digital com assinaturas eletrônicas

A tecnologia está cada vez mais presente em ambientes corporativos. Dentro desse contexto, a área de Recursos Humanos (RH) ganha destaque com inovações para agilizar processos e tornar a rotina de tarefas mais produtiva. Segundo o estudo Total Economic Impact of SAP SuccessFactors HCM Suite, realizado pela consultoria Forrester, uma empresa pode economizar até US$ 11 milhões com a adoção de soluções baseadas na nuvem para automatizar processos administrativos do departamento RH, em um período de três anos.

Os setores de RH que incorporam inovações ao seu dia a dia têm rápida percepção da otimização do trabalho. Um exemplo é a adesão da assinatura eletrônica de documentos, que permite sanar um problema presente em muitas instituições, além de facilitar a gestão dos processos internos.

Algumas empresas, por exemplo, já iniciaram a transformação digital dessa área de negócios e tornaram o processo de contratação 100% digital, como é o caso da Loggi, startup brasileira de entregas expressas.

Com um quadro de colaboradores composto por mais de 400 pessoas e seguindo em expansão, a Loggi inovou seu RH e passou a utilizar a plataforma de assinatura eletrônica da DocuSign em seus processos de admissão. Atualmente, todo o relacionamento com novos funcionários da startup de entregas expressas é realizado digitalmente, facilitando na coleta de assinatura e na gestão dos documentos.

A Loggi chegou ao mercado com uma proposta inovadora e seus processos precisavam seguir o mesmo patamar. A empresa já utilizava assinatura eletrônica, mas buscava um fornecedor que pudesse atender aos altos padrões de dinamismo, eficiência e flexibilidade da nova era digital, encontrando na DocuSign a solução ideal para agilizar suas contratações, auxiliar na expansão dos negócios, além de eliminar o uso de papel.

“Com a nossa constante expansão e crescimento no mercado de entregas expressas, o nosso processo de recrutamento precisa seguir a qualidade e a excelência que oferecemos aos nossos clientes. Com o uso da assinatura eletrônica da DocuSign conseguimos flexibilizar, otimizar e ainda garantir uma experiência incrível aos novos contratados”, comenta Karina Vasques, VP de RH da Loggi.

O uso da assinatura eletrônica começou pelo time de Rewards da Loggi, permitindo que o processo de contratação se tornasse on-line. Devido ao impacto gerado na redução de tempo na contratação, melhor gestão e controle dos documentos, já que não era mais necessário imprimir nem arquivar papeis, a empresa iniciou a implementação em demais setores, como Financeiro, Recrutamento e Seleção, entre outros.

“A Transformação Digital chegou a todos os setores e para o segmento de RH não é diferente. Quando falamos de uma empresa tão inovadora quanto a Loggi, transformar o processo de contratação era essencial para oferecer uma experiência digital completa”, afirma Gustavo Brant, vice-presidente da DocuSign. “Com a plataforma da DocuSign, permitimos eliminar a possibilidade da perda de qualidade das vias dos documentos, a falta de assinaturas necessárias e reduzir a demora no processo de assinatura. Diminuir essas burocracias gera mais eficiência aos profissionais de RH”.

A coleta de assinaturas e otimização dos processos como um todo – que podem ser realizados por meio de computadores ou smartphones e tablets, pelo aplicativo da DocuSign -, aumentou a eficiência das ações desenvolvidas pela área de RH da empresa.

Para Karina, é uma política da empresa trazer novas soluções para o dia a dia, tanto dos clientes quanto dos colaboradores, além de proporcionar facilidade e agilidade nos serviços. “Estamos muito satisfeitos com o que a plataforma da DocuSign nos oferece, bem como sua equipe de suporte, que sempre nos atende da melhor maneira possível. Acreditamos que a melhor forma de ter sucesso e continuar possibilitando a experiência de excelência para nossos clientes é ter um time de Loggers cada vez mais diversos, e o uso da assinatura eletrônica é uma quebra de paradigma na cultura do brasileiro, que sempre se preocupa com o papel. Com isso, a Loggi acrescenta cada vez mais tecnologia em processos de rotina das empresas”.

A DocuSign oferece ao setor de RH mais agilidade, permitindo que os profissionais tenham mais tempo para se dedicarem a ações estratégicas e que influenciarão diretamente nos resultados da empresa. A solução da companhia proporciona uma rotina sem retrabalho, checagem de arquivos físicos, assinaturas no lugar errado, correria com prazos que dependem do envio e do recebimento da papelada e até sem estar preso ao escritório para completar suas tarefas.

Solução de simulação térmica Siemens elimina desafios de projetos de veículos elétricos autônomos

A Siemens apresenta sua nova solução em software Simcenter™ de simulação térmica para o projeto de veículos elétricos autônomos (AEVs – autonomous electric vehicles) – a primeira solução abrangente e fácil de usar do setor, projetada para resolver os desafios associados ao projeto de AEVs, como estender a duração da carga elétrica, aumentar o conforto na cabine, projetar sensores e garantir a confiabilidade de todos os sistemas de condução autônoma (AD).

“A Strategy Analytics espera que a grande maioria dos carros autônomos funcione com motor elétrico”, diz Ian Riches, diretor executivo da Automotive Practice for Strategy Analytics. “Os fabricantes de peças originais que destacam seus veículos com desempenho de AD confiável, longa autonomia do veículo a cada carga e ótimas experiências na cabine provavelmente serão vencedores nessa nova era de mobilidade. O software de projeto térmico, como a nova solução Simcenter da Siemens, é ideal para ajudar fabricantes de peças e fornecedores a obter diferenciação e sucesso nos mercados competitivos de AEV do futuro.”

Um projeto de AEV de sucesso exige que engenheiros automotivos atendam simultaneamente a uma série de requisitos interdependentes. A funcionalidade de AD deve ser atendida com segurança, incluindo caixas de fusão de sensores e uma ampla variedade de sensores. O design térmico preciso e correto desses sensores e de outros sistemas de AD é fundamental para garantir a funcionalidade de condução autônoma segura. Porém, as cargas térmicas e de energia dos sistemas de AD de alto desempenho do veículo podem reduzir a autonomia do veículo em até 35%. Da mesma forma, os requisitos de conforto do passageiro na cabine e o comportamento de condução da máquina podem afetar significativamente a eficiência de alimentação do motor elétrico e a autonomia do veículo. O projeto térmico eficiente e codependente do sistema eletrônico de AD – dos CIs à integração do veículo, incluindo o projeto do motor elétrico e cabine – é necessário para desenvolver os AEVs com sucesso.

A nova solução de simulação térmica da Siemens, que faz parte do portfólio Simcenter, é a primeira solução do setor desenvolvida especificamente para ajudar os engenheiros de projeto a superar esses desafios, utilizando o poder da tecnologia de dinâmica de fluidos computacional (CFD – computational fluid dynamics) rica em informações para os engenheiros automotivos e gerando simulações com gêmeo digital térmico de alta precisão do motor, de processadores, sensores e outras tecnologias fundamentais que possibilitam projetos da próxima geração de AEVs.

Outros recursos novos incluem a simulação simultânea do desempenho de componentes térmicos e elétricos, da conectividade entre a simulação do desempenho do motor elétrico e a simulação de sistemas para gerenciamento elétrico e térmico, e exploração das possibilidades do projeto usando gêmeos digitais térmicos. Essa solução Simcenter também oferece conexão ininterrupta a ferramentas de automação do projeto eletrônico e plataformas de projeto CAD, ajudando os engenheiros a identificar facilmente as codependências do projeto nos sistemas eletrônicos, elétricos e mecânicos desde os primeiros estágios do desenvolvimento.

“A criação bem-sucedida da primeira geração de AEVs exigirá a integração inteligente de projetos térmicos, mecânicos e elétricos – uma capacidade exclusivamente fornecida pela Siemens”, disse Jan Leuridan, vice-presidente sênior de Soluções de Simulação e Teste da Siemens PLM. “Nossa nova solução Simcenter para projeto térmico de eletrificação e veículos autônomos permite que as equipes de projeto criem protótipos virtuais com facilidade e precisão para fornecer a eficiência ideal do projeto. Essa nova solução oferece uma vantagem competitiva significativa aos nossos clientes, que agora podem projetar AEVs com mais segurança e confiabilidade.”

Detalhes e disponibilidade do produto

A solução da Siemens para simulação térmica centrada no projeto consiste do software Simcenter FLOEFD™ para simulação térmica de sistemas e motores elétricos no ambiente de CAD nativo, do software Simcenter Motorsolve™ para projetos de motores elétricos e no projeto inigualável de componentes para simulação simultânea de projeto térmico de sistema 1D com o software 1D CFD Simcenter Flomaster™. A solução já está disponível no mercado.

A importância da experiência do candidato no processo seletivo

Por Mariana Dias

Um dos principais desafios da área de Recursos Humanos é realizar um processo seletivo assertivo. Por isso, a experiência do candidato durante todas as etapas do recrutamento e seleção é de suma importância. É através dela que o profissional chega a qualquer etapa, independente do resultado final, satisfeito com a qualidade das fases pelas quais passou. Para que o processo seletivo seja sempre positivo para o candidato, é importante que a imagem da empresa seja fortalecida e que ela promova o engajamento dos candidatos durante as etapas de seleção.

Fortalecimento da imagem empresarial

Toda organização que busca reconhecimento e crescimento no mercado precisa estar atenta à sua imagem perante os diferentes públicos, seja ele interno ou externo. Ter uma boa imagem empresarial é positivo em diversos aspectos e, no que diz respeito à contratação de profissionais, ela interfere tanto para atrair talentos quanto para afastá-los, já que a experiência negativa de um candidato pode influenciar na opinião de outros profissionais e fazer com que eles não participem de seleções futuras.

Diante disso, muitas empresas investem em employer branding, ou marca empregadora, ou seja, o conjunto de técnicas e ferramentas para gerar uma percepção positiva do mercado a respeito de sua empresa como local de trabalho. Quando bem executada, os colaboradores a veem como uma ótima opção para sua carreira, uma oportunidade para o desenvolvimento de seu potencial produtivo e valorização profissional.Candidatos talentosos disputam as vagas disponíveis e os atuais funcionários se empenham ao máximo para permanecerem no time.

Engajamento dos candidatos no processo seletivo

O engajamento dos candidatos tanto com a empresa, quanto com sua função, anteriormente ou posteriormente à contratação, é um fator significativo da experiência positiva dos candidatos. Profissionais que são recebidos de forma cordial em todas as fases do recrutamento e recebem as informações sobre o cargo e a organização de forma transparente costumam se tornar mais engajados e motivados para serem contratados. Por outro lado, candidatos que recebem informações incompletas ou se sentem enganados após a contratação podem não se identificar com a companhia e se tornarem desmotivados e pouco produtivos, ou ainda desistir da posição, aumentando a rotatividade e os custos para a empresa.

Mas como melhorar essa experiência?

Ter uma comunicação clara é um dos fatores fundamentais para um processo seletivo positivo. Seja transparente em relação à vaga e a todas as etapas da seleção e mantenha um canal de comunicação acessível com os candidatos. Outro aspecto importante é planejar um processo seletivo adequado no sentido de estabelecer etapas de seleção, analisando se todas elas são adequadas ao perfil da vaga. O tempo também é um fator importante. Processos longos podem desmotivar os participantes. Por fim, independente do resultado, forneça sempre feedbacks aos candidatose conte com a tecnologia: os softwares para recrutamento e seleção podem colaborar para que o processo seja mais rápido e eficiente. Softwares como esse podem te ajudar a enviar feedbacks massivos para candidatos de forma personalizada a cada um e manter uma comunicação próxima ao mesmo tempo.

Além de contribuir para o processo seletivo, a experiência do candidato também demonstra quais os valores do empresa e o quanto ela valoriza o profissional, por isso, é importante não negligenciá-la.

Mariana Dias, CEO e cofundadora da Gupy, startup líder de recrutamento com base em Inteligência Artificial e machine learning no Brasil.

Tags, , , , ,

KPMG lança plataforma digital aberta ao público

A KPMG anuncia o lançamento da sua nova plataforma digital multimídia gratuita aberta ao público externo. A iniciativa, criada com o slogan “Ser inovador transforma negócios”, tem o objetivo de reunir informações relevantes sobre o mercado e disseminar o conhecimento produzido pela organização. Entre os conteúdos disponíveis estão notícias, vídeos, análises, entrevistas, webcasts e podcasts com potencial para antecipar os movimentos do mercado e melhorar a atuação dos executivos no mundo dos negócios.

“Neste momento de tecnologias disruptivas, esta plataforma faz parte da transformação digital que a KPMG Brasil está promovendo para ajudar líderes e gestores de diversos segmentos a se aperfeiçoarem no mercado utilizando informações estratégicas. Os interessados poderão acompanhar as novidades mais importantes do mundo dos negócios com a curadoria de profissionais que se destacam em suas áreas de atuação”, afirma o sócio-líder de Clientes & Mercados da KPMG no Brasil, André Coutinho.

Os conteúdos especiais, atualizados diariamente e produzidos com apoio de especialistas da KPMG, contam com uma linguagem moderna e atrativa, e estão disponíveis ao público desde o dia 25 de setembro mediante um simples cadastro no link http://kpmgbrasil.com.br. Caso prefiram, os interessados poderão baixar o aplicativo KPMG Brasil disponível nas lojas Google Play e Apple Store para acessar o material.

O público que acessar a plataforma também poderá acompanhar a Rádio KPMG, produzida com uma programação informativa e musical exclusiva para que os ouvintes conheçam melhor o ponto de vista da organização em relação a assuntos que estão influenciando a profissão, a carreira e os negócios.

Fórum discute inovação na área de supermercados

No dia 23 de outubro Florianópolis recebe o Inova Acats, fórum de Tecnologia, Sustentabilidade e Inovação para Supermercados. O evento, voltado para gestores do segmento, conta com o apoio de empresas de tecnologia, como a Senior, que tem sede em Blumenau e é referência em soluções para gestão empresarial. Tendências para o varejo, visão do futuro do setor e soluções cada vez mais presentes no dia a dia destes estabelecimentos estarão em pauta. Mais de 400 pessoas são esperadas no encontro, que acontece no Sesc Cacupé, da capital.

De acordo com a Associação Catarinense de Supermercados (Acats), o setor movimentou mais de R$ 21 bilhões no estado em 2017 e gera mais de 84 mil postos de trabalho.

No Brasil, 63% das empresas preferem profissionais com pouca experiência na área de atuação, desde que eles tenham domínio de tecnologias, aponta Thomson Reuters

Ao mesmo tempo em que emergem no mercado tecnologias como IoT, o Blockchain e a Inteligência Artificial, cresce também a preocupação das empresas sobre os desafios que a implementação destas inovações traz. Para entender um pouco melhor como as companhias no Brasil estão vendo – e se preparando – para este movimento, a Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação e tecnologia, acionou sua extensa base de decisores corporativos e, em parceria com a Live University, universidade especializada em cursos voltados para negócios, ouviu mais de 300 profissionais em posições de liderança e especialistas para mapear o que eles esperam e o que os preocupa na adoção das novas tecnologias dentro do ambiente corporativo.

A implementação de inovações é vista como positiva e traz benefícios na opinião de 90% dos entrevistados. Entre os motivos para a adoção das novas tecnologias, 25% afirmam que o foco está na redução de custos operacionais, seguido de melhoria da governança corporativa e mitigação de riscos, com 21% cada, além de ganhos de competitividade, destacado por 16% dos participantes, e melhoria de produtividade, apontada por 14% dos decisores. Segundo o estudo, 80% dos entrevistados acreditam que será impossível se manter competitivo nos próximos 3 anos nas áreas em que atuam sem a adoção das tendências tecnológicas.

No entanto, apenas 42% dos entrevistados pretendem aumentar os investimentos na área de tecnologia e outros 34% planejam manter o montante atual. Já 22% dos ouvidos não planejam aumentar seus investimentos no curto prazo.

“Grande parte dos decisores tem alta expectativa quanto ao uso de novas ferramentas disponíveis do mercado, como facilitadores do crescimento da empresa e do desenvolvimento do trabalho no dia a dia. Apesar disso, encontramos ainda algumas barreiras quanto aos investimentos por parte das empresas, mesmo com a percepção dos gestores de que, sem isso, a empresa não conseguirá se manter competitiva”, afirma Santiago Ayerza, Head Latam de Corporate e Tax Professional da Thomson Reuters.

Mesmo com benefícios da adoção de novas tecnologias sendo quase uma unanimidade, apenas 17% dos gestores acreditam que seus profissionais estão prontos para usar essas novas tecnologias, o que ajuda a explicar outro dado: 63% estão investindo em capacitação de seus colaboradores para as grandes mudanças que serão impulsionadas pelas novas tecnologias.

“Chama a atenção o perfil de profissional que estes líderes pretendem atrair. Entre um profissional com larga vivência na área de atuação, porém pouco familiarizado com as novas tecnologias, e outro candidato com pouca experiência na área de atuação e amplo background tecnológico, o segundo profissional leva vantagem, com a preferência dos entrevistados”, aponta Santiago. Um dos reflexos do avanço tecnológico, na opinião dos gestores, é a percepção de que novas funções serão criadas em sua área de atuação, situação apontada por 83% dos entrevistados.

O levantamento perguntou também quais as tecnologias que lhes eram mais atraentes, permitindo a múltipla escolha. A Internet Das Coisas foi lembrada por 31,3% dos entrevistados, seguida por Blockchain (30,9%), Data Science (29,8%) e Inteligência Artificial/Machine Learning (29,2%). Dentre os principais motivos para adotar uma destas inovações, as razões mais apontadas foram aumento da eficiência do trabalho (27%), melhorar governança e compliance (20%), padronizar processos (19%), reduzir o risco de fraudes (18%) e aumentar competitividade (15%).

A pesquisa também perguntou a expectativa destas lideranças para o cenário econômico brasileiro no próximo ano. Dez por cento deles se mostram totalmente otimistas, 57% se disseram otimistas dependendo do resultado das eleições, 10% se declararam totalmente pessimistas e outros 23% demonstraram pessimismo que dependerá dos resultados das urnas. Sobre o cenário mundial, 77% se disseram otimistas para 2019.

“O bloco composto por IoT, Blockchain, Data Science, A.I., Machine Learning, Chat Bots e Data Science é a grande aposta da alta gestão para impulsionamento do desenvolvimento de suas empresas. Com a maior parte dos decisores otimistas quanto ao cenário mundial, e confiantes que o cenário brasileiro pode melhorar após as eleições, um cenário propício para implementação de novas tecnologias vai, aos poucos, se delineando”, conclui o executivo da Thomson Reuters.

Em relação às tecnologias inovadoras, 40% dos entrevistados apontaram que ou já usam em sua plenitude as ferramentas disponíveis ao seu setor de atuação, ou usam em algumas áreas e pretendem ampliar a adoção. Outros 15% ainda não as adotaram, mas possuem projetos de curto prazo para implantá-las. Apenas 3% afirmaram que não usam e nem pretendem utilizar.

Como fatores determinantes para a escolha da melhor solução tecnológica, destacam-se os custos de aquisição e manutenção (21%), o nível de dificuldade de implantação (21,3%) e a expertise na área (18,9%), além de rapidez na implementação (13,4%).

Participaram da pesquisa profissionais de empresas de todos os tamanhos (64% com atuação em comércio exterior e 28% com faturamento anual de mais de R$ 1 bilhão).

A pesquisa completa será apresentada nó próximo dia 16 de outubro no Synergy 2018, evento anual da Thomson Reuters que reúne líderes e especialistas para discutir as principais tendências, desafios e novidades em tecnologia para os segmentos Fiscal, Tributário e de Comércio Exterior, no Brasil e no mundo. As informações completas, com programação, palestrantes confirmados e orientações gerais estão no site oficial do evento: synergy2018.com.br/.

Cargill adota seleção às cegas para contratação de líderes

A Cargill, uma das maiores empresas de alimentação no mundo presente no Brasil há 53 anos, passa a contratar profissionais para cargos de liderança por meio do “currículo cego”. O modelo de recrutamento criado na Europa tem como objetivo eliminar o viés inconsciente e impulsionar a contratação de profissionais por suas qualificações e competências. Com isso, a Cargill pretende aumentar a quantidade de mulheres, negros, pessoas com deficiência e LGBTIs comandando equipes, pessoas e negócios.

Na prática, serão omitidos na fase inicial de triagem dos currículos os dados pessoais dos candidatos, como gênero, idade e raça, sendo somente revelados na etapa de entrevistas pessoais. “É um processo que combate a discriminação ou pré-conceitos e possibilita a criação de uma equipe diversificada, deixando de lado possíveis julgamentos sexistas, sociais ou raciais”, afirma Simone Beier, diretora de recursos humanos da Cargill no Brasil.

Para que o modelo seja adotado com sucesso na Companhia, os gestores passam por treinamentos e participam de discussões sobre inclusão e diversidade. “É importante que os responsáveis pelas etapas seguintes estejam sempre abertos e focados em avaliar um candidato por suas qualificações, tentando desconstruir qualquer outro viés inconsciente”, ressalta Simone Beier. “A Cargill tem hoje no Brasil três grupos focados em diversidade: AfroCargill, Mulheres Operando no Brasil (MOB) e o Pride Network. Participando desses grupos, funcionários e gestores são educados para quebrar preconceitos e criar consciência de que para incluir é preciso dar o primeiro passo”, explica.

Programa de estágio foi o primeiro processo a passar por mudanças

No Programa de Estágio 2017, a Cargill empregou diversas mudanças em seu processo seletivo. Com o objetivo de ter uma maior diversidade entre os estagiários, em linha com as diretrizes locais e globais, ficou definido que os candidatos não poderiam apontar onde estudam nos currículos, nem para os recrutadores durante a entrevista final. Isso fez com que houvesse uma independência em relação ao aluno e a reputação das universidades e os recrutadores puderam focar nas habilidades apresentadas pelos estudantes.

O resultado foi a contratação de 40,1% de mulheres e 3 vezes mais estudantes de faculdades com classificação inferior a cinco ou quatro estrelas, segundo avaliação do MEC. “Queremos trazer uma nova personalidade para o corpo de funcionários da Cargill e, por meio dessas mudanças, acreditamos que ficará mais fácil buscarmos profissionais que tenham as habilidades e competências que vão ao encontro da filosofia e da cultura da Cargill”, finaliza Simone.