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A evolução das empresas com a indústria 4.0

O conceito puro da indústria 4.0 (ou quarta revolução industrial) ainda é bastante distante de muitas empresas no mundo, porém temas como manufatura aditiva, inteligência artificial, internet das coisas, sistemas ciberfísicos e outras tecnologias relacionadas ao assunto estão no centro das discussões quando se trata do futuro da manufatura, tanto quando analisados os recursos técnicos (máquinas e equipamentos) quanto os humanos.

Num país como o Brasil, que perdeu posições no cenário global em produtividade e competitividade nos últimos anos em função das crises político-econômicas e da escassez de investimentos no setor, a quarta revolução representa uma importante oportunidade de retomada do crescimento com a redução dos custos industriais.

Segundo Emerson Narciso — diretor industrial da Hercules Motores Elétricos —, essa visão de futuro é fundamental para as empresas na atualidade: “Por isso, na nossa companhia, trabalhamos para otimizar a utilização dos nossos recursos visando o aumento da competitividade e produtividade. Isso implica dar continuidade na implantação do Lean Manufacturing e de softwares de gestão das informações na fábrica”.
“Para implementar o conceito da indústria 4.0, precisamos assegurar que os fluxos estejam bem definidos e que tenham sido reduzidas as fontes de desperdício. Por isso estamos focados no processo de melhoria contínua baseados nos conceitos do Lean Manufacturing”, explica.

Para Emerson, outro ponto importante é a análise em tempo real das informações na fábrica: “A informação é um bem que tem alto valor em qualquer empresa no mundo atual e na Hercules Motores Elétricos não é diferente: já dispomos de programas que nos ajudam a verificar em tempo real as informações para tomada de decisão na fábrica, tais como eficiência, controle de paradas, qualidade dos lotes produzidos, entre outras. Nos estudos para definição técnica dos novos investimentos, já estamos considerando que as máquinas venham preparadas para essas novas tecnologias”.

“Alinhada aos nossos valores, a evolução contínua dos nossos profissionais é um pilar importante para esse movimento rumo à quarta revolução, por isso temos colaboradores que estudam detalhadamente esses conceitos para inseri-los em nossa fábrica”, destaca.

O diretor explica que a Hercules Motores Elétricos está também avaliando, com frequência, novas políticas públicas que venham a fomentar a implantação de inovações tecnológicas por meio de programas de investimento e financiamento exclusivos para esse fim.

“Esta é, com certeza, uma jornada sem volta, de extrema necessidade para a redução dos custos industriais e aumento de nossa competitividade, e que todos os gestores da manufatura deverão estar atentos para não ficarem de fora desta nova onda mundial”, finaliza Emerson Narciso.

Nestlé abre plataforma piloto de blockchain para consumidor rastrear a cadeia de suprimentos

A Nestlé abrirá novos caminhos na transparência da cadeia de suprimentos através de uma parceria com o OpenSC – uma plataforma inovadora de blockchain que permite aos consumidores rastrear sua comida de volta à fazenda. Por meio da parceria, anunciada hoje, a Nestlé se torna a primeira grande empresa de alimentos e bebidas a divulgar que pilotará a tecnologia blockchain aberta dessa maneira. O anúncio faz parte da jornada da Nestlé em direção à total transparência.

Fundada pelo WWF-Austrália e pelo Boston Consulting Group Digital Ventures, o OpenSC desenvolveu uma plataforma que dará a qualquer pessoa, em qualquer lugar, acesso a dados de sustentabilidade e cadeia de suprimentos que podem ser verificados de forma independente.

O programa piloto inicial irá rastrear o leite de fazendas e produtores na Nova Zelândia para as fábricas e armazéns da Nestlé no Oriente Médio. Mais tarde, a tecnologia será testada usando óleo de palma proveniente das Américas. Esses pilotos permitirão à Nestlé entender como o sistema é escalável. “Queremos que nossos consumidores tomem uma decisão informada sobre sua escolha de produtos, ou seja, escolher produtos produzidos com responsabilidade. A tecnologia Open Blockchain pode nos permitir compartilhar informações confiáveis com os consumidores, um caminho acessível”, destaca Magdi Batato, vice-presidente executivo e head de Operações da Nestlé.

A Nestlé vem testando a tecnologia blockchain desde 2017, em especial com a IBM Food Trust. Em abril, ela deu aos consumidores acesso a dados de blockchain pela primeira vez, através do purê Mousline, na França. O blockchain permite o registro da origem e destino de um produto, desde a produção até a chegada ao consumidor final, de forma inalterável.

“Essa tecnologia blockchain aberta permitirá que qualquer pessoa, onde quer que esteja, avalie nossos números e informações de fornecimento responsável”, explica Benjamin Ware, diretor global de Fornecimento Responsável da companhia. “Acreditamos que é mais um passo importante para a divulgação completa de nossas cadeias de fornecimento, anunciada pela Nestlé em fevereiro deste ano, elevando o nível de transparência e produção responsável globalmente”, conclui.

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Região Amazônica ganha programa para desenvolvimento de empreendedorismo local

Com o objetivo de desenvolver o ecossistema de empreendedorismo da região Amazônica, a Softex (Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro) e a Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA), anunciam a entrada em operação do Programa Prioritário de Empreendedorismo Inovador (PPEI).

Abrangente em sua proposta, ele tem também entre suas metas principais implementar programas e ações de educação empreendedora; fomentar o empreendedorismo na graduação, na pós-graduação e a capacitação de professores; realizar ações de incentivo à ideação e prototipação e preparar empresas para atuação em inovação aberta.

O PPEI é uma iniciativa do Comitê das Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento na Amazônia, inserido na área de P&D da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA), ligada ao ministério da Economia. Responsável pelas políticas de fortalecimento do Polo Industrial de Manaus (PIM) e de estímulo ao desenvolvimento de sua área de atuação, a SUFRAMA identifica potencialidades regionais e cria condições para transformá-las em oportunidades de negócios.

“Por meio do PPEI, as empresas beneficiadas pela Lei de Informática na Zona Franca de Manaus e na Amazônia Ocidental poderão quitar de forma segura e sem complicações a obrigação legal de investir, no mínimo, 5% de seu faturamento bruto em P&D e ainda participar ativamente do desenvolvimento de projetos personalizados beneficiando o ecossistema local”, explica Ruben Delgado, presidente da Softex.

Delgado, que apresentou o plano e projeto de atuação para Amazônia Ocidental no 1◦ Seminário de P,D&I/2019 – SUFRAMA realizado no último dia 26, em Manaus, acrescenta que a entidade já atua na região executando programas como BNDES Direto 10, Inova Manaus, Brasil mais TI, Empreendedoras Digitais, Conecta Startup Brasil, TechD e Brasil IT+. O executivo destaca ainda dois projetos que já estão sendo conduzidos no âmbito do PPEI: um programa de Edutech para preparar as empresas para a inovação aberta (open innovation) e outro voltado para pessoas com deficiência auditiva.

A região de atuação da SUFRAMA, que inclui os estados do Amazonas, Acre, Roraima e Rondônia, possui um ambiente de forte potencialidade industrial, viabilizando investimentos em programas de inovação capazes de aproveitar recursos humanos qualificados e de incrementar a competitividade da produção local, contribuindo assim para o seu desenvolvimento econômico e social.

No PPEI, a Softex trabalhará no desenvolvimento do ecossistema local por meio do mapeamento e análise das necessidades latentes da região, na realização de desenvolvimento e no patrocínio de ações junto à comunidade local, grupos de pesquisa, Instituições de ensino, ICT’s e demais representantes do ecossistema de inovação e de empreendedorismo da região. Outro ponto importante de atuação está centrado na formação de professores e na transformação de pesquisa aplicada em produtos.

Para Alcimar Marques de Araújo Martins, superintendente adjunto de planejamento e desenvolvimento regional da SUFRAMA, “a nova gestão não tem medido esforços na transformação econômica da Amazônia Ocidental e o Programa Prioritário de Fomento ao Empreendedorismo Inovador será acompanhado de perto e fiscalizado pela equipe com o objetivo de cumprir as entregas e manter todo o investimento na região de forma a aumentar a sua competitividade”.

“Nosso DNA está totalmente alinhado à proposta da SUFRAMA de promover o desenvolvimento econômico e social da região e, por consequência, do Brasil”, explica o deputado federal Marcos Pereira (PRB/SP), presidente do Conselho de Administração da Softex, lembrando que a entidade atua há mais de 20 anos no desenvolvimento, promoção e fomento da Indústria Brasileira de Software e Serviços de TI por meio de programas estruturantes, projetos, ações e atividades de fomento ao setor de TICs, Educação, Empreendedorismo e Inovação, sendo desde 1993 coordenadora do Programa Prioritário do CATI do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Coinovação é a chave para a evolução das empresas

Por José Renato de Mello Gonçalves, VP da Orange Business Services na América Latina

Os gastos anuais em pesquisa e desenvolvimento corporativos em todo o mundo aumentaram 11% no ano de 2018, chegando a US$ 782 bilhões em investimentos no período, de acordo com análise feita pela PwC. Apesar de números tão expressivos, a inovação entrou na agenda de algumas empresas há pouco tempo. As organizações passaram a adotar uma abordagem estruturada do conceito e, muitas vezes, competir para estabelecer quem inova mais.

A melhor maneira de colaborar com o momento que o mercado atual apresenta é optando por coinovar. Isso deve ser feito por meio da parceria clara entre empresas, funcionários e, principalmente, clientes. Inclusive, mais e mais empresas estão estabelecendo parcerias de coinovação não somente com clientes, mas também com universidades, fornecedores, startups e, até concorrentes.

Quando um cliente ou parceiro te procura, eles estão buscando mais do que um fornecedor. A meu ver, os clientes chegam à empresa com problemas e necessidades que precisam resolver, mas, muitas vezes, não sabem exatamente qual o melhor caminho para fazê-lo. Estas companhias precisam de pares para caminhar com eles até a raiz de seus problemas. Portanto, é válido dizer que a coinovação é umprocesso que precisa ser intenso, avaliando e entendendo desde o princípio as necessidades de negócio da empresa, para então, em conjunto, chegarmos a uma solução.

Trocar informações sobre os desafios, as necessidades dos clientes finais, de produtos e serviços desde os primeiros contatos, faz com que o cliente sinta um senso de propriedade e comprometimento de quem está contratando. Isso ajuda a construir uma relação de parceria forte, duradoura e valiosa.

A empresa que lidero possui vários projetos nesse sentido e estamos completamente imersos nesse conceito. Em um deles, ela co-desenvolveu um sistema de monitoramento de combustível baseado em IoT com um operador de frota de pesca. Essa solução otimiza o consumo de combustível e ajuda a evitar sua utilização não autorizada, o que traz uma economia significativa para o cliente, já que cerca de metade dos custos operacionais de uma embarcação estão relacionados ao combustível. Mas, mais do que trazer benefícios para o cliente, essa solução também foi responsável por gerar novas perspectivas e habilidades para nós. O que nos torna mais capazes de antecipar e atender às necessidades de outros clientes nos mais diversos setores.

Coinovar é sinônimo de um mercado inteiro sendo impulsionado e estimulado positivamente. Ao unir forças com outras empresas, é possível que surjam ideias relevantes e que possam se tornar a base de novos produtos e serviços.

Um programa de coinovação pode evoluir para uma parceria permanente, com todas as partes desempenhando um papel no atendimento ao cliente final, e bom para todos. O que vejo é que, mais do que simplesmente a vontade, para que isso ocorra, é necessário entender a jornada de dados de todo o ecossistema, os fluxos de trabalho e a segurança de todos os elementos desse novo ambiente de negócios.

Para fazer isso, é importante estarmos atentos à inovação – pesquisar para compreender o cenário dos maiores polos de inovação do mundo, estar presente nestes locais e criar laboratórios de inovação dedicados à pesquisa e desenvolvimento. É preciso também incentivar ativamente uma cultura de inovação nos funcionários, criando uma estrutura que ajude a trazer as melhores ideias para a empresa.

Coinovar é mais do que simplesmente ter novas ideias. A coinovação deve ser parte do DNA da empresa. Ela se torna parte fundamental de seu crescimento, em um momento que é exatamente isso que o mercado pede.

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Aprimoramento dos materiais é crucial para transformação da indústria têxtil e de confecção

Conhecida como uma das indústrias mais resilientes do mercado, o mundo da moda segue se reinventando. Sob o tema o “Fim das fronteiras: da criação ao consumo”, a quarta edição do Congresso Internacional Abit acontecerá em 22 e 23 de outubro, em Minas Gerais.

O primeiro painel debaterá sobre a “A transformação através dos materiais” com o objetivo de abordar sobre a disseminação, o desenvolvimento e as aplicações de fibras, fios e novos materiais capazes de integrar funcionalidades e propriedades físicas, químicas e biológicas, com usos em diferentes finalidades.

Para Paulo Coutinho, gerente do Instituto Senai de Inovação em Biossintéticos (Senai Cetiqt) e um dos integrantes desse debate, a exploração da biodiversidade brasileira para o desenvolvimento de novas fibras naturais, artificiais e sintéticas é primordial para o crescimento do país e, se feita de modo correto, pode trazer benefícios e um diferencial competitivo para as empresas brasileiras no mercado global.

“É importante avaliar essa vantagem, identificando o que funciona ou não no Brasil. O ponto de partida é considerar as reservas, materiais e aplicações que poderiam ser direcionados”, diz Coutinho.

O especialista acredita que as fibras sintéticas e novas funcionalidades que podem surgir com o avanço tecnológico aplicado a elas, partindo de uma visão sustentável, são as principais tendências mundiais. Coutinho destaca, ainda, que o uso das fibras funcionalizadas vai além do setor têxtil: “Pode beneficiar a agricultura, energia, construção civil e até mesmo a indústria automobilística. Você desenvolve materiais a partir de fibras, sejam elas artificiais, naturais ou sintéticas para dar características e funcionalidades totalmente novas para diferentes aplicações”.

O especialista relata que, dentre as fibras funcionais, já existem tecnologias de controle da temperatura corporal, repelentes de mosquitos e, até mesmo, que não pegam fogo. “Já se fala, inclusive, no desenvolvimento de fibra que pode ser usada para a coleta de energia, seja por vibração ou solar”, declara.

O painel acontecerá durante o primeiro dia do evento, às 10h30, e conta com a participação de Carlos H. Gonzalez, diretor do setor de fibras da América Latina na Wood Mackenzie; e Raul Frangueiro, criador da Plataforma Internacional Fibrenamics, professor associado e pesquisador na Universidade do Minho.

O Congresso Internacional Abit conta com a parceria estratégica do Senai Cetiqt e apoio da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG). Os patrocinadores são: Rhodia Solvay Group, Vicunha, Abrafas, Cedro, Hering, Honda Tar Adovgados, Trützschler, Dohler, Paramount, Unifi, Alpina Têxtil, Cia Industrial Textil, Dini Têxtil, Jolitex, Lunelli, Marcel Phillippe, Saltorelli, Sancris, SCMC e Tear Têxtil.

Para acessar a programação completa, basta acessar o link www.congressoabit.com.br/programacao

Congresso Internacional Abit 2019

Data: 22 e 23 de outubro

Local: Simultâneo ao Minas Trend

Informações: www.congressoabit.com.br/

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O engajamento de equipes na era da transformação digital

SAMSUNG CSC

Por Enio Klein, CEO da Doxa Advisers

A transformação digital está ligada ao futuro do trabalho. Isto é inexorável. A chamada era da automação, capitaneada pela inteligência artificial, fomenta toda uma nova onda de modelos de negócio diferenciados, novas oportunidades de trabalho e avanços econômicos sem precedentes na história. Podemos afirmar que a chamada era digital representa uma ruptura com o passado e certamente exigirá novas competências e atitudes diferentes.

Uma das principais atitudes a serem trabalhadas é o engajamento. O ADP Research Institute conduziu, em 2019, uma pesquisa global sobre o assunto e a conclusão é desoladora: em média, somente 16% da força de trabalho está compromissada e completamente engajada em suas atividades junto às organizações para as quais trabalham. O resultado preocupa, pois, como sabemos, engajamento possui uma relação direta com desempenho.

Dois pontos parecem ser as causas raiz deste problema e ambas estão relacionadas com características tipicamente humanas: cultura organizacional e maior (ou menor) atenção ao desenvolvimento humano, tais como feedback, capacitação pessoal e profissional, e, principalmente, lidar com desejos e expectativas. Mas esta situação pode mudar, se alterarmos a maneira de entender a organização. Mais do que um sistema complexo em que os colaboradores são meramente componentes, as empresas são metáforas da organização humana, onde o trabalho em equipe é fundamental para que os resultados possam ser obtidos.

Exatamente neste ponto é onde a diversidade assume um papel de fundamental importância. A experiência individual é realçada quando agregada a outras experiências, independentemente da idade (geração), do gênero, da base cultural ou outra forma qualquer de classificar os indivíduos. A soma de competências e experiências é benéfica, principalmente se vivenciada em condições ou perspectivas diferentes. A mescla é positiva. É preciso que as lideranças enxerguem que o binômio competência e diversidade é fundamental para o crescimento, e comecem a trabalhar isso em suas empresas de forma orgânica, natural. Não imposta ou por uma questão de imagem. Mas porque é um bom negócio.

O cenário da transformação digital pressupõe o trabalho em equipes cada vez mais flexíveis e com capacidades diversas, trazendo inúmeras oportunidades de inclusão. Por outro lado, é necessário que se tenha atenção redobrada com os movimentos que o mercado está fazendo. Por exemplo, um relatório recente da Mackinsey Global Institute chamado “O futuro da mulher no trabalho: transições na idade da automação”, mostra oportunidades de inserção que podem mudar o perfil do trabalho da mulher nas próximas décadas, como o surgimento de novas funções. O relatório conclui que, se participarem desta transição, mulheres poderão entrar no caminho de atividades mais produtivas e melhor remuneradas.

Pessoalmente, creio que a transformação digital traz oportunidade de inclusão, não só de gênero, em “proporções quânticas”. Muito mais significativas e factíveis que o progresso discreto que a gente vê com políticas, métodos e mobilizações atuais. O trabalho em equipe, neste novo cenário tecnológico e de plena colaboração, é a “sopa primordial para o desenvolvimento do ambiente profissional das próximas décadas. Pense nisso e mãos à obra!

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Super Bots Experience reúne líderes acadêmicos e do mercado para debater impacto dos bots nas relações humanas e de consumo no Brasil

Durante dois dias, o Super Bots Experience, evento organizado por Mobile Time, debaterá o futuro dos bots no Brasil e o impacto das novas tecnologias de comunicação automatizada e da Inteligência Artificial sobre as relações humanas e de negócios. O evento acontece nos dias 7 e 8 de agosto no WTC, em São Paulo, reunindo membros da academia e líderes do mercado para oferecer uma ampla programação que inclui painéis, palestras, apresentação de casos de uso.

Do lado dos acadêmicos, a definição de princípios éticos no desenvolvimento de soluções com inteligência artificial é um dos principais temas do Super Bots Experience, que convidou um cientista, uma juíza federal e um professor de direito para o debate. Marcelo Finger, chefe do departamento de ciência da computação e professor titular de inteligência artificial do IME-USP, conduzirá a palestra com o seguinte título: “O que se leva para casa quando se compra inteligência artificial?” Depois dele, será a vez de Eduardo Magrani, advogado, professor da FGV e da PUC-Rio, e autor do livro “Entre Dados e Robôs”, para falar sobre a importância da definição de princípios éticos para a inteligência artificial. A juíza federal do TRF-2 e coordenadora do instituto New Law, Isabela Ferrari, falará sobre como evitar que algoritmos reproduzam preconceitos.

Essas três palestras serão precedidas por um painel sobre laboratórios de inovação no Brasil, com as presenças confirmadas de Emmanuelle Oliveira, gerente de soluções de IA e integração com atendimento do Banco do Brasil; Ivan Patriota, diretor executivo do CESAR Labs; Ricardo Prates, gerente de mobile e inovação da SulAmérica; e Vicente Goetten, diretor do Totvs Labs.

Do lado dos líderes do mercado estão presentes Àngel Trujillo, country manager da Inbenta no Brasil; Daniel Wildt, diretor de tecnologia da Zenvia; Eduardo Henrique, CEO da Wavy; Marcelo Pugliesi, CEO da Hi Platform; e Roberto Costa, CEO da Take, participando do painel de abertura sobre tendências, perspectivas e desafios do mercado nacional de chatbots por algumas das empresas que estão pavimentando o futuro desse serviço no País.

Ao longo da programação, diversas outras palestras e apresentações de casos de uso de interesse dos executivos e profissionais das áreas de atendimento, marketing, desenvolvimento de negócios e TI das mais variadas verticais com projetos envolvendo bots em bancos, seguradoras, varejistas, operadoras de telecomunicações, agências de publicidade e call centers. Fornecedores de soluções de bots e de inteligência artificial também apresentarão suas novidades. A agenda completa e mais informações sobre o evento estão disponíveis em www.botsexperience.com.br, ou pelo telefone 11-3138-4619, ou pelo e-mail eventos@mobiletime.com.br.

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Em expansão, fintech Bcredi abrirá 50 vagas em Curitiba e São Paulo

A Bcredi – fintech especializada em crédito com garantia de imóvel – está crescendo rapidamente e abrirá até setembro processo seletivo para 50 vagas de trabalho em Curitiba (PR) e em São Paulo (SP). Do total, dez posições já estão abertas. Serão selecionados profissionais com perfil técnico que possuam experiência nas áreas de crédito imobiliário, tecnologia da informação, comercial, recursos humanos e vendas. Mais informações sobre as vagas em http://bcredi.gupy.io/.

“Iniciamos nossas operações em 2017, com 20 pessoas, e terminamos 2018 com 48. Atualmente, nosso quadro já conta com 103 colaboradores”, diz Maria Teresa Fornea, CEO da Bcredi. O crescimento do time vem para acompanhar a rápida expansão do negócio.

“Nossas projeções são ambiciosas. Queremos quadriplicar nossa operação, chegando a 120 milhões em originação até o final de 2019”, diz Maria Teresa. Muito além de metas desafiadoras do negócio, esses números representam capital de giro aplicado, dívidas quitadas, negócios abertos e estímulos sobre mercados que vão além do imobiliário.

No portal http://www.bcredi.com.br/ os usuários podem fazer simulações sobre crédito imobiliário. O investidor pode trocar uma dívida pesada por um crédito saudável, aplicar na própria empresa, abrir uma franquia ou ainda usar os recursos para construir ou reformar.

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4º Fórum Brasileiro de Fidelização traça panorama do mercado e discute futuro

A Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (ABEMF) realiza, em 17 de setembro, no Hotel Unique, em São Paulo, a quarta edição do Fórum Brasileiro de Fidelização. O evento tornou-se o principal ponto de encontro dos profissionais do mercado de fidelidade no país, desde seu início em 2016.

Durante o encontro, a Associação receberá um público de diferentes setores, como varejo, indústrias, bancos, companhias aéreas, entre outros, que enxerga na fidelidade uma oportunidade para desenvolver ou estreitar o relacionamento com clientes.

Entre os temas abordados na programação deste ano estarão os desafios e tendências do segmento de fidelidade no Brasil e no mundo, além de discussões sobre a jornada do consumidor, personalização de ofertas para clientes e CRM (Customer Relationship Management), bem como as aplicações e impactos para o setor da implementação da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

Para mais informações sobre o evento, acesse: www.forumfidelizacao.com.br. Inscrições estarão disponíveis em breve.

4º Fórum Brasileiro de Fidelização

Data: 17 de setembro (terça-feira).
Local: Hotel Unique (Av. Brigadeiro Luís Antônio, 4.700 – Jd. Paulista/SP).
Horário: das 9h às 17h.
Valor do ingresso: Serão vendidos em breve no site do evento.
Realização: ABEMF.
Organização: GS&MD.
Site: www.forumfidelizacao.com.br

TOTVS abre 30 vagas para desenvolvedores de software

A TOTVS, líder brasileira no desenvolvimento de software de gestão, anuncia a abertura de 30 vagas para desenvolvedores ADVPL (Advanced Protheus Language) de todos os níveis, para atuar nas SQUAD’s dos módulos de entradas, contas à pagar, contas à receber, controladoria, TSS, fiscal, TAF fiscal e TAF e-social.

O Protheus é o sistema de gestão mais utilizado do país e contribui com a digitalização de milhares de negócios. Para fazer parte desse time de desenvolvedores, os diferenciais são, além da paixão por códigos, ter perfil analítico, ensino superior completo em áreas relacionadas à tecnologia e conhecimentos e vivência em regras de negócios de ERP. O conhecimento do sistema Protheus não é uma exigência.

Os novos 30 contratados terão como posto de trabalho a sede da empresa, localizada na Zona Norte de São Paulo. O prédio da TOTVS, inaugurado em 2017, foi inspirado nas companhias do Vale do Silício, tem 65 mil m² e recebe mais de 4 mil pessoas por dia.

A estrutura conta com diversas áreas comuns de convivência, como salas de jogos, macrokitchens e espaços abertos de trabalho, que contribuem para integração entre áreas e equipes. Os interessados devem se inscrever para as vagas pelo site: https://totvs.gupy.io/jobs/46321

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Open Banking: segurança do cliente é tema de fórum

A fim de compartilhar experiências e debater como o modelo de Open Banking, que já passa por regulamentação pelo Banco Central, mobilizará a indústria bancária, o Fórum de Negócios em Open Banking reunirá líderes do setor no dia 4 de julho, em São Paulo, das 9h às 18h, no Hotel Meliá Jardim Europa, no Itaim. José Luiz Rodrigues, conselheiro da área de regulação da ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs) e sócio-titular da JL Rodrigues, Carlos Atila & Consultores Associados dará início às palestras, passando uma visão geral do mercado das fintechs e de novas oportunidades de negócios com o Open Banking no Brasil.

“Assim que o cliente autoriza o compartilhamento de seus dados, sejam eles sobre investimentos, crédito e seguros, outros bancos e fintechs têm liberdade para analisar as informações e lhe oferecer taxas e condições melhores. Por isso é tão importante essa regulação: teremos um ambiente de negócio mais inclusivo e competitivo, o que tende a aumentar a segurança às instituições participantes e aos próprios consumidores”, explica José Luiz Rodrigues.

Dentre os temas tratados no evento, estarão também: como o Open Banking irá otimizar os negócios de cada instituição?; Potencial estratégico das APIs para o setor financeiro; Riscos e desafios que o mercado precisa se preparar; Formas que regulamentação irá colaborar com o mercado com perspectivas de novos negócios; Principais entraves aprendidos com a regulação europeia.

“É importante estar por dentro do assunto e saber o que devemos esperar da regulamentação do Open Banking em nosso país, quais serão os principais desafios e impactos para o mercado financeiro, etc. Logo estaremos lidando com essas novas regras em nosso dia a dia e é necessário deixar a situação favorável para ambos os lados, pensando sempre em como será apresentada a experiência, com o propósito de tornar esse processo mais simples para as instituições financeiras e para o público final”, conclui o especialista.

Local: Hotel Meliá Jardim Europa
Endereço: Rua João Cachoeira, 107 – Itaim Bibi – São Paulo
Horário: das 8h30 às 18h00
Inscrições: (11) 2364-0007 ou por e-mail inscricao@conceitoseminarios.com.br

Sequoia avança na segunda aquisição do ano e consolida liderança no mercado de logística para o e-commerce

A Sequoia, um dos maiores operadores logísticos de varejo e tecnologia, consolida sua liderança no segmento de e-commerce e está expandindo sua atuação com uma segunda aquisição que está em andamento, sujeita às aprovações dos órgãos competentes. A primeira foi consolidada no início deste ano com a compra da TexLog.

Essa segunda aquisição pretende reforçar a malha de distribuição nacional para entregas expressas com foco nos estados do Nordeste. “Com essa aquisição, reforçamos nossas operações de Last Mile e estimamos crescer cerca de 80% este ano”, afirma o fundador e presidente da Sequoia, Armando Marchesan Neto. No ano passado, o crescimento foi de aproximadamente 20% e R$ 450 milhões de faturamento, e este ano a estimativa será faturar R$ 800 milhões, projetando R$ 1 bilhão para 2020, em função de novos contratos em implantação.

Com sede em Embu das Artes, próximo ao Rodoanel e as principais rodovias de São Paulo, a Sequoia, que tem como sócia o fundo americano Warburg Pincus, desempenha atividades de logística integrada, fornecendo serviços de armazenagem, execução e transportes para empresas (B2B) e para consumidores (B2C), nos setores de varejo, financeiro, cosméticos, educação, e-commerce, telecom e meios de pagamentos. A empresa opera atualmente cinco centros de distribuição (São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Pernambuco e Minas Gerais), com área de armazenagem de 100.000 m².

A empresa é conhecida por atender as grandes marcas líderes dos mais variados segmentos de consumo e operações de venda on-line. Com 2,5 mil funcionários, a Sequoia realiza mais de 50 mil entregas por dia e recebe 25 milhões de pedidos por ano no segmento e-commerce, abrangendo mais de 2,5 mil municípios brasileiros.

DNA tecnológico

A Sequoia nasceu focada no atendimento ao e-commerce e hoje presta serviços para variados segmentos. Com DNA no comércio eletrônico, tem uma ênfase muito grande em tecnologia. Além do ecommerce, o grupo é líder no mercado de entrega de meios de pagamento, que são as maquininhas de cartões. Com know how tecnológico, a companhia é responsável pela logística integrada das maquininhas, e o processo contempla desde armazenagem, instalação, troca, manutenção e logística reversa, com alto índice de desempenho de entrega no prazo e qualidade de atendimento.

A Sequoia também é conhecida pela flexibilidade e desenho de soluções inovadoras e de entregas rápidas, como é conhecido no mercado o “Same Day Delivery”, além de realizar operações dedicadas para entregas entre 4 a 6 horas após o pedido do cliente.

Mercado de R$ 256 bilhões

Segundo Pesquisa Anual de Serviços do IBGE, com dados de 2016, o mercado brasileiro totaliza R$ 256,4 bilhões, incluindo serviços de transporte de cargas, e armazenagem e seus serviços associados.

Histórico

A Sequoia foi criada em 2010, atendendo exclusivamente o mercado do comércio eletrônico. Em 2012, recebeu seu primeiro aporte, do fundo brasileiro BR Partners. Com esse investimento, adquiriu 100% da Linx Fast Fashion, do Grupo Linx Sistemas e no ano seguinte, a empresa comprou a Celote e se tornou líder no segmento de logística para a moda.

Em 2014, o grupo entrou, de forma orgânica, sem fazer nenhuma aquisição, em dois novos setores estratégicos. O primeiro foi o de material educacional e sistemas de ensino, que é um segmento estratégico pela sazonalidade. O segundo é o de logística para empresas de vendas diretas de cosméticos. Neste mesmo ano, a Sequoia recebeu seu segundo aporte, feito pelo fundo de investimentos americano Warburg Pincus. Em 2016, houve a aquisição da Yep Log, especializada em logística e TI, e no início deste ano de 2.019, a TexLog, do setor de entregas expressas, e mais recentemente uma nova aquisição está em andamento.

Incentivo à inovação digital em Portugal pode servir de inspiração para o Brasil, destacam especialistas em evento do BrazilLAB

“O incentivo à tecnologia em Portugal pode servir de referência para o Brasil”. Foi assim que a fundadora do BrazilLAB, Letícia Piccolotto abriu o evento ‘Modernização e Transformação Digital da Administração Pública: O exemplo português e os caminhos para o Brasil’. Organizado em conjunto com o Consulado Geral de Portugal em São Paulo e a Fundação BRAVA, o encontro aconteceu na Casa do Saber, nesta sexta-feira, 28, em São Paulo, e recebeu a presença do Secretário de Estado Adjunto e da Modernização Administrativa de Portugal, Luís Goes Pinheiro.

Há cerca de 15 anos, Portugal era um país praticamente amarrado a uma crise de desenvolvimento, aumento de dívidas e altas taxas de desemprego. Atualmente, o País está entre as economias que mostram maior ascensão no mundo e é classificado como um dos campeões na simplificação de processos, na aproximação com instituições de ensino e no fortalecimento do ecossistema de inovação.

De acordo com Letícia Piccolotto, fundadora do BrazilLAB, o exemplo de Portugal reforça a necessidade de se investir em uma agenda de inovação e tecnologia no setor público brasileiro. “A história por trás da construção de Portugal como uma sociedade digital é um case relevante para inspirar o Brasil, que precisa de exemplos de visão governamental inovadora para evoluir nesse campo. O desenvolvimento do País depende, principalmente, de planejamento e de políticas públicas bem implementadas”, destacou Letícia Piccolotto, fundadora do BrazilLAB.

Em 2015, Lisboa foi nomeada a região empreendedora do ano pela União Europeia, dada a quantidade de programas para apoiar e aconselhar empreendedores e as ações governamentais para reduzir o tempo necessário para abrir novos negócios. Hoje, esse processo leva 6,5 dias em Portugal; no Brasil, em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, o processo leva, aproximadamente, 18,5 dias – segundo dados da pesquisa Doing Business, do Banco Mundial.

Luís Goes destacou que o programa ‘Simplex’, criado em 2006, tem sido o principal responsável pela agenda de modernização administrativa em Portugal. Ele é um pacote de medidas do governo português para desenvolver a gestão pública e combater burocracias. “A digitalização não pode ser carta de intenção, mas projeto de trabalho. O ambiente digital é o melhor caminho para simplificar a vida das pessoas e criar um ambiente melhor para os negócios. É isso o que estamos fazendo, sempre partindo do princípio que modernizar o setor público passa por conhecer de perto as necessidades reais da população”, falou.

Goes apontou o caminho para que o Brasil avance no campo da inteligência artificial. “É evidente que as estratégias são adaptadas de acordo com cada realidade, mas a inovação digital deve ser prioridade para qualquer administração pública. É preciso ter coragem de realizar. Quanto maior for o medo, maior será a imobilidade”, concluiu.
O encontro desta sexta-feira também contou com a participação da Secretária Especial de Modernização do Estado da Secretaria Geral da Presidência, Márcia Amorim, e do Pesquisador e Professor da EBAPE/FGV, Francisco Gaetani.

Portugal, um celeiro global de startups

Para atrair empreendedores do mundo tudo, o governo português criou uma estratégia nacional que conta com uma série de incentivos para quem tem boas ideias para viabilizar negócios inovadores. Entre eles estão a concessão de uma espécie de bolsa com um apoio financeiro mensal para os primeiros passos do empreendedor, ajuda financeira para os primeiros passos do negócio e vistos especiais de residência no país, porta de entrada para o mercado da União Europeia.

Portugal é um dos integrantes do D9 – grupo de países considerados referências na transformação digital adaptada à administração pública. Criado em 2014, o D9 é formado por Canadá, Coreia do Sul, Estônia, Israel, México Nova Zelândia, Portugal, Reino Unido e Uruguai.

Avon investe em plataforma de e-commerce com tecnologia IBM para aprimorar experiência de mais de 1 milhão de revendedoras

Folhear o catálogo da Avon e consumir os produtos da marca já fazem parte da vida de muitos brasileiros. Mas, do momento em que os cosméticos são escolhidos na revista até chegar na mão dos consumidores, há um processo importante executado pelas representantes Avon. E para melhorar ainda mais essa prática, a Avon – líder mundial em venda direta de produtos de beleza – deu um passo em sua jornada de transformação digital e escolheu a divisão de consultoria da IBM para implementar uma nova plataforma de e-commerce para mais de 1 milhão de revendedoras. O objetivo da empresa é oferecer uma experiência aprimorada, com agilidade e flexibilidade para segmentação de representantes, produtos, ofertas, promoções e conteúdos. O portal é o principal hub de pedidos da Avon e recebe, em média, 85 mil pedidos por dia, sendo responsável por 99% do faturamento da empresa.

Com interface amigável, o novo portal pode ser acessado por meio de dispositivos móveis, atendendo a uma nova realidade das consultoras, já que atualmente 60% delas utilizam smartphones e tablets para navegar, inserir pedidos e conferir promoções. Além disso, a tecnologia traz um nível mais profundo de personalização na comunicação com as revendedoras, o que as aproxima ainda mais da Avon, oferecendo a capacidade de entender as suas necessidades para direcionar as mensagens e promoções corretas. Com esta plataforma, a Avon pavimentou a jornada de transformação digital presente e futura suportando as inovações que seu mercado precisa.

O projeto teve início em meados de 2016 por meio de um sistema piloto e posteriormente ampliado a todas as revendedoras da Avon. Desde a implementação em 2017, houve um aumento na adesão e, atualmente, centenas de milhares de revendedoras utilizam a plataforma por conta dos benefícios proporcionados, como diminuição no tempo de resposta e facilidade na navegação.

“A Avon está em um processo de transformação digital, oferecendo uma série de ferramentas para aumentar o ganho de suas revendedoras e também fornecer apoio na gestão da força de vendas”, conta Claudia Meira, Diretora de TI da Avon. “Com a adoção da plataforma da IBM, podemos disponibilizar ofertas exclusivas pelo canal digital e mais serviços, como por exemplo, a possibilidade de optar pelo frete expresso e outras modalidades de pagamentos”.

“A tecnologia é hoje fundamental e a principal aliada para melhorar o relacionamento entre empresas com seus consumidores e parceiros, personalizando a experiência, principalmente no mercado de consumo. Com este projeto, conseguimos entender os desafios da Avon e criar uma jornada de inovação para que as revendedoras tenham um meio ágil e amigável para fazer seus pedidos e, principalmente, se sintam especiais e valorizadas”, comenta Enio Garbin, líder de soluções para o setor de Consumo da IBM Brasil.

Os investimentos da Avon na tecnologia são contínuos, com atualizações constantes para que a revendedora aumente seus ganhos e participe do programa de incentivos. A empresa planeja seguir expandindo os recursos e ofertas da plataforma para incentivar que mais revendedoras naveguem e coloquem seus próprios pedidos. Por isso, no primeiro trimestre de 2019 houve o lançamento de um aplicativo para celular, totalmente conectado à plataforma da IBM, para facilitar ainda mais o acesso, a maneira de fazer pedidos e ter autoatendimento dos principais serviços, consequentemente, aumentar o ganho das consultoras Avon.

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Starter Acceleration Program seleciona startups para módulo da América Latina

A EDP, empresa que atua em todos os segmentos do setor elétrico, anuncia as startups que participarão do módulo América Latina de seu programa global de aceleração de startups, o Starter Acceleration Program. As 10 eleitas, vindas do Brasil e do México, desenvolvem soluções de inteligência artificial, big data, energias renováveis e smart grids (veja a lista).

“As startups selecionadas atuam com tecnologias emergentes que capazes de alavancar a transformação do setor de energia. Com a globalização do Starter, queremos reforçar o apoio ao ecossistema empreendedor brasileiro e, também, expandir nossa presença com inovação aberta em países da América Latina, fomentando novas soluções para o nosso negócio,” destaca Livia Brando, Head de Inovação e Ventures da EDP Brasil.

O programa, que neste ano passou a ser global, com módulos em três regiões – Europa (em Madri, Espanha), América Latina (em São Paulo, Brasil) e América do Norte (em Houston, Estados Unidos) – teve aproximadamente 500 inscrições. Foram escolhidas 10 startups para cada módulo, as quais passarão por uma semana de imersão para o desenvolvimento das propostas de projetos-piloto junto à EDP, com apoio do time de especialistas da Empresa, além das mentorias das aceleradoras.

Ao fim desse processo haverá um Demoday, no qual as startups farão os pitches. Após essa etapa, que, no País, acontece no dia 19 de julho no Unibes Cultural, em São Paulo, aquelas com maior potencial participarão da grande final em novembro, em Lisboa, durante o Web Summit, um dos maiores eventos de inovação, empreendedorismo e tecnologia do mundo. As escolhidas terão um stand no local, podendo apresentar suas soluções ao mercado e prospectar novas oportunidades de negócio durante o Congresso. A startup vencedora será premiada com 50 mil euros

Desde 2008 os veículos de Venture Capital do grupo EDP já aplicaram globalmente mais de 30 milhões de euros em 26 startups, que juntas empregam mais de 750 colaboradores e têm mais de 100 milhões de euros de receita por ano. No país, a EDP ventures Brasil é o 1º Corporate venture capital voltado ao setor de energia, lançado em 2018 já conta com duas startups investidas que passaram também pelos programas de aceleração da EDP.

Novos parceiros

Três parceiros internacionais se juntaram a esta primeira edição do Starter Acceleration Program: a American Eletric Power, utility que tem mais de cinco milhões de clientes em 11 estados norte-americanos; a Turning Tables, uma empresa de inovação do grupo espanhol Cuerva; e a Verbund, maior fornecedora de eletricidade da Áustria, com quase meio milhão de clientes. O programa conta também com a L Marks e a Ace, duas especialistas em projetos de inovação e empreendedorismo e presença mundial.

Conheça o perfil das startups selecionadas:

Loud Voice – São Paulo (Foco em soluções para Clientes): plataforma de comunicação que permite uma conversa real entre bots e humanos gerando uma experiência de qualidade.

Neras – São Paulo (Smart Grids): solução com IoT voltada para a gestão eficiente do consumo de energia em estabelecimentos comerciais e industriais.

ColabApp – São Paulo (Foco em soluções para Clientes): plataforma que conecta consumidores à administração pública ou a empresas a melhoria da qualidade dos serviços prestados.

BLU365 – São Paulo (Foco em soluções para Clientes): plataforma de negociação de dívidas para gerar valor para credores e devedores por meio da combinação de ciência de dados, CRM e marketing orientado para o desempenho e suporte aos credores.

Fhinck – São Paulo (Inteligência Artificial): utiliza a tecnologia de IoT para eficácia e produtividade da força de trabalho, fornecendo análise em tempo real para melhorar processos e aumentar o desempenho e eficiência das equipes

Rio Analytics – Rio de Janeiro (Inteligência Artificial): empresa focada na aplicação de inteligência artificial para prever falhas de ativos industriais. A plataforma digital, através de algoritmos de aprendizagem promovendo aumentando a eficiência da produção.

Já Entendi – Paraná (Inovação em processos internos): startup de inteligência educacional que oferece uma metodologia capaz de transformar qualquer conteúdo de treinamento, como livros, manuais e folhetos em videoaulas com o uso de câmeras e dispositivos inteligentes.

Thermo-Off – Santa Catarina (Energia Limpa): possui um revestimento (como uma tinta), desenvolvido com base em nanotecnologia, com um alto poder de reflexão dos raios infravermelhos, ajudando grandes empresas a reduzir custos e economizar energia.

Pix Force – Rio Grande do Sul (Inteligência Artificial): desenvolve soluções usando tecnologias de visão computacional, inteligência artificial e machine learning para tratamento e interpretação de imagens e vídeos.

Trato – México (Inovação em processos internos): oferece uma plataforma para gerenciamento e interface de contratos jurídicos utilizando a tecnologia blockchain.

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Análise de dados e transformação digital devem orientar a experiência do cliente do futuro

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA – International Air Transport Association) pediu que os grupos envolvidos na aviação adotem sistemas de análise de dados e transformação digital para ajudar a garantir a experiência do cliente sem divergências e aumentar a segurança e a eficiência.

“Precisamos transformar processos legados e baseados em papel em processos digitais e usar os dados para orientar a tomada de decisões em todas as áreas dos nossos negócios. Os silos organizacionais devem ser eliminados para garantir um foco holístico em toda a experiência do cliente. E nós teremos que fazer tudo isso enquanto continuamos garantindo os maiores níveis de segurança, proteção e sustentabilidade ambiental”, disse Alexandre de Juniac, Diretor Geral e CEO da IATA.

Em sua participação no Simpósio de Dados da Aviação da IATA em Atenas, Alexandre de Juniac falou sobre três aspectos principais para atingir o sucesso:

Desenvolver os principais recursos de ciência de dados e usar os dados para criar melhorias operacionais e na segurança

“As estatísticas mostram que, apesar das flutuações anuais, a tendência de longo prazo é melhorar a segurança. Porém, devemos intensificar nossos esforços para garantir que a taxa de acidentes permaneça desconectada do aumento esperado na demanda de tráfego aéreo nos próximos 20 anos, que deve ser o dobro da demanda atual. O uso maior de dados será fundamental para esses esforços”, disse Alexandre de Juniac.

Ele mencionou o programa Global Aviation Data Management (GADM) da IATA como exemplo. “O GADM coleta dados de mais de 470 participantes do setor por meio de relatórios de acidentes e incidentes, ocorrências de danos no solo e dados de voos. Isso serve como base para uma abordagem proativa baseada em dados para a análise avançada de tendências e mitigação de riscos preditivos.”

Alexandre de Juniac também falou sobre a iniciativa Turbulence Aware da IATA. “Com os dados coletados pelos sistemas das aeronaves, o Turbulence Aware ajudará as empresas aéreas a evitar turbulência, diminuindo os casos de lesões relacionadas à turbulência, reduzindo a queima de combustível e melhorando as eficiências operacionais.

Usar padrões e tecnologias de dados modernos para oferecer experiência do cliente superior

“Estamos atualmente em meio à transformação digital com os programas New Distribution Capability (NDC) e ONE Order. Esses programas, baseados em padrões modernos, eliminarão um século de sistemas legados acumulados e proporcionarão a modernização tão necessária dos processos de distribuição e back-office do setor. Desta forma, veremos um mundo de varejo de companhias aéreas que irá gerar valor para o cliente, para as companhias aéreas e toda a cadeia de valor das viagens aéreas”, disse Alexandre de Juniac.

O NDC melhora a distribuição com o seu moderno padrão de dados baseado em XML para comunicações entre as companhias aéreas e os agentes de viagens. O ONE Order substitui os processos legados de bilhetes eletrônicos (e-tickets), registros de nomes de passageiros e documentos eletrônicos diversos por apenas um pedido de varejo, com foco no cliente.

Sobre os processos de aeroportos, Alexandre de Juniac destacou a iniciativa One ID que facilita a movimentação do passageiro pelo aeroporto com um processo sem documentos por meio de gerenciamento de identidade via reconhecimento biométrico. “Isso aumentará a eficiência desde o check-in até o embarque, beneficiando os passageiros, aeroportos e autoridades de controle”, disse Alexandre de Juniac.

Estabelecer governança de dados robusta para fornecedores e provedores

“As aeronaves modernas geram grandes quantidades de dados que podem ser analisados para monitorar a eficiência operacional e a confiabilidade. Os fabricantes de equipamentos originais (OEMs) geralmente dizem que as companhias aéreas são donas dos dados brutos produzidos por suas aeronaves, mas mesmo assim, eles tomaram medidas para dificultar o uso desses dados por parte das companhias aéreas. Estamos em contato com os OEMs em nome das nossas associadas para tratar desta questão”, disse Alexandre de Juniac.

Além disso, muitas vezes as companhias aéreas não têm informações sobre os clientes que não reservam diretamente com a companhia aérea, o que permitiria entrar em contato com mais facilidade com esses clientes em caso de problemas operacionais. Essas informações ficam armazenadas em sistemas de reservas de terceiros. “Espero que todos concordem que, para garantir a experiência de viagem sem divergências, é necessário que a cadeia de valor seja capaz de gerenciar de forma proativa os problemas operacionais e proporcionar experiências personalizadas aos clientes compartilhados. E isso requer acesso às informações dos passageiros”, disse Alexandre de Juniac.

Leia mais sobre o discurso de Alexandre de Juniac em www.iata.org/pressroom/speeches/Pages/2019-06-25-01.aspx

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App europeu de notícias SQUID é lançado no Brasil

O aplicativo SQUID, o primeiro aplicativo de notícias personalizado para os Millennials disponível por toda a Europa, está sendo lançado nos seis principais países da América Latina. Usuários na Argentina, no Brasil, no Chile, na Colômbia, no México e no Peru agora podem escolher os tópicos que mais se importam, acompanhar as últimas notícias e interagir criativamente com os artigos mais empolgantes. Para todos os outros países da América Latina, fornecemos uma versão internacional em espanhol – tudo em um aplicativo.

Hoje em dia, com a proliferação das fake news que circulam nas redes sociais, é importante ter acesso a fontes seguras de informações como sites e jornais confiáveis. “Com o SQUID, os usuários irão receber notícias de fontes validadas que estão de acordo com os nossos padrões jornalísticos”, diz o fundador e CEO Johan Othelius.

– O SQUID é gratuito e não requer registro

– Mais de 100 categorias de notícias e mais de 20 mil fontes

– Mais de 1 milhão de downloads pelo Google Store

– Recursos para personalização, como escolher e classificar tópicos, salvar artigos e bloquear fontes

– Ferramenta que ajuda a praticar e melhorar o inglês

O SQUID torna fácil o acesso e o uso das notícias relevantes. O aplicativo oferece uma ampla gama de tópicos que os usuários podem escolher para criar seus próprios feeds de notícias personalizados e centrados em imagem. Os algoritmos do SQUID coletam, classificam e priorizam as notícias das fontes mais interessantes da internet, permitindo aos usuários acompanhar os eventos mais importantes e relevantes. Ao mesmo tempo, o SQUID está direcionando o tráfego do popular público-alvo Millennials para as fontes de notícias.

“Queremos ajudar as gerações mais jovens a redescobrir a leitura de notícias como uma atividade diária divertida, valiosa e envolvente”, diz Johan Othelius, CEO e fundador do Aplicativo SQUID. “Depois do nosso grande sucesso na Europa, é natural o lançamento agora na América Latina, onde sentimos fortes laços culturais”.

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Wavy e CosmoBots oferecem criação de assistente virtual para empresas

Os assistentes virtuais já são uma realidade! Há uma crescente implementação deste tipo de solução nas organizações. De acordo com uma pesquisa do Gartner, até 2020, 85% das empresas utilizarão assistentes virtuais para atendimento ao cliente.

Com o objetivo de tornar a inteligência artificial cada vez mais acessível para empresas brasileiras, a Wavy, empresa do grupo Movile que reúne soluções de customer experience ajudando empresas a fortalecer o relacionamento com seus clientes, e a CosmoBots, empresa que oferece atendimento personalizado por meio de inteligência artificial para assistentes virtuais, desenvolveram uma parceria comercial para oferecer de forma mais completa o produto a seus clientes.

Os assistentes virtuais são robôs que, através de um chat ou aplicativo de mensagens, como Facebook Messenger, WhatsApp, SMS, etc., interagem com usuários finais, em contextos bastante variados. Essas interações podem ocorrer em conversas por voz ou por textos, que tem como destaque a utilização de uma linguagem simples que facilita a comunicação. Com utilização de inteligência artificial, os assistentes virtuais podem interpretar o que o usuário escreve ou fala e prever necessidades e respostas, automatizando a interação.

Com a parceria entre Wavy e CosmoBots, criar um assistente virtual tornou-se algo mais acessível: enquanto a CosmoBots oferece a plataforma para o desenvolvimento de fluxos dos assistentes virtuais, a Wavy agrega grande know how de desenvolvimento de fluxos personalizados, com inteligência artificial, suporte dedicado e até mesmo curadoria de conteúdo.

“Os assistentes virtuais trazem uma grande oportunidade para as empresas otimizarem seus atendimentos, reduzindo a necessidade de mão de obra humana já que, quando bem treinados, podem solucionar dúvidas e resolver problemas de forma rápida e prática. Com isso, empresas se beneficiam com a melhoria da satisfação de seus clientes, retenção e, não menos importante, otimização de custos. Por isso, queremos ampliar e democratizar o acesso a ferramentas como essas nas empresas, sem que necessitem ter um especialista técnico internamente para viabilizar o uso dessa tecnologia. Nós da Wavy oferecemos canais de mensageria para serem integrados ao assistente, todo o suporte na implementação e também consultoria de conteúdo.”, comenta Bruna Maggion, Head de Marketing da Wavy.

A solução oferecida pelas duas empresas possui todas as funcionalidades necessárias para publicar e gerenciar assistentes virtuais nos canais mais utilizados por usuários, como Websites, Facebook Messenger, WhatsApp e Google Assistant.

“A parceria com a Wavy vai trazer, para ambas empresas, maior expertise sobre o assunto, com objetivo de ampliar ainda mais a utilização da tecnologia nas companhias brasileiras. Esse é o nosso grande objetivo”, explica Rafael Pettersen, CEO da CosmoBots.

Os primeiros robôs da plataforma já foram lançados no final de 2018, sempre com objetivo de melhorar e tornar as experiências cada vez mais inteligentes. Antes de fechar a atual parceria comercial, Wavy e a CosmoBots também já haviam trabalhado juntas em testes para o iFood e PlayKids através do WhatsApp Business API.

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