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Adobe realiza quarta edição da Experience House em São Paulo

Marketing digital, experiência do cliente, inovação, tecnologia, inteligência artificial, networking e muito conteúdo. Essa é uma pequena amostra do que a Adobe traz a São Paulo na quarta edição da Adobe Experience House, nos dias 4 e 5 de setembro. Maior encontro de transformação digital do país, o evento foca as atenções em quatro pilares desse processo: Cultura e Liderança, Business e Inovação, Tecnologia e Criatividade e Pessoas e Expertise.

Exclusivo para aproximadamente 2 mil convidados do mercado, a Experience House contará com palestrantes nacionais e internacionais, mais de 40 workshops, experiências com AR e VR, além de demonstrações das últimas tecnologias voltadas ao marketing digital.

“Nós temos trabalhado para disseminar a importância de se priorizar a experiência dos consumidores no mundo dos negócios. Essa quarta edição é uma oportunidade de mostrar os resultados práticos dessa transformação digital em uma série de cases, assim como trazer nomes importantes do mercado e uma série de ativações para demonstrar outras tendências”, diz Gabriela Viana, diretora de Marketing da Adobe para a América Latina.

Com apoio da Knowledge Exchange Sessions (KES) na curadoria, a Adobe Experience House trará também inúmeros casos de sucesso de marcas como B2W, Credz, Dolce Gusto, Magalu, Serasa Experian e Vivo, que apresentarão como atuam para entregar as melhores experiências de consumo do mercado. Além disso, a Adobe levará ao palco seus experts em criatividade e experiência, que estão liderando a inovação por meio das soluções em nuvem.

“Graças à tecnologia, o mercado de marketing está passando por constantes evoluções. Inteligência artificial, experiências por voz, omnichannel e customização são uma vitrine de tecnologias que estão transformando a maneira de se relacionar com os clientes, a Experience House será um grande espaço para começar a pôr essas e outras inovações em prática”, afirma Gabriela.

Quer participar da Adobe Experience House? Inscreva-se na nossa lista de espera para garantir uma entrado do evento: bit.ly/AdobeExperienceHouse2019.

Confira a agenda de keynotes:

Dia 4:

Tim Leberecht – cofundador e co-CEO da The Business Romantic Society

Facundo Guerra – diretor executivo do Grupo Vegas

Kate Willever – diretora executiva de Digital Analytics na Morgan Stanley

Dia 5:

Doug Stephens – presidente da Retail Prophet

César Cernuda – VP da Microsoft para a América Latina

Paula Dib – diretora na Trans.Forma Design

Federico Grosso – diretor geral da Adobe para América Latina

Ross McKegney – diretor para 3D na Adobe

Ben Tepfer – evangelista da parceria entre Adobe e Microsoft

Adobe Experience House

Dias 4 e 5 de setembro

Local: ARCA – Av. Manuel Bandeira, 360 – Vila Leopoldina, São Paulo – SP, 05317-020

Logística reversa e a era do trabalho inteligente

Por Cris Baluta

Na era do trabalho inteligente, a presença da tecnologia em meio aos processos empresariais aumenta a conectividade entre tudo e todos. Com isso, uma das grandes tendências dos próximos anos, a logística reversa (LR), seguramente estará inserida nesse contexto futuro. Trata-se de um sistema pelo qual os materiais já utilizados retornam ao setor produtivo.

É preciso estarmos sempre atentos à agilidade e à segurança das informações, à tratabilidade da comunicação e, acima de tudo, é fundamental acompanhar o que os consumidores dizem e anseiam. Afinal, são eles que ditam a aceitação das empresas no mercado.

Com a colocação em prática de sistemas de logística reversa, há uma grande chance de o impacto ambiental causado por produtos e serviços ser reduzido. Nesse sentido, rapidamente, observa-se a importância da migração da logística convencional – desde a produção, transporte e entrega dos produtos aos mercados em geral – para a logística reversa.

Com a logística reversa, novas ações devem ser colocadas em prática, assim como estratégias e métodos de coleta, além da reinserção dos diversos resíduos sólidos gerados e provenientes de diferentes segmentos para o devido reaproveitamento na cadeia produtiva.

Ainda se faz necessário aumentar a competitividade, passar uma boa imagem de nossas empresas para a sociedade e demonstrar a nossa evolução e benefícios para o mundo.

Por meio da aplicação da logística reversa e a fim de minimizar os impactos ambientais causados, é possível planejar o controle dos itens pós-consumo e/ou em função de avarias. O objetivo é evitar que produtos pós-uso sejam descartados na natureza ou enviados para aterros desnecessariamente.

Os desafios obviamente existem, porém novas oportunidades devem surgir. Com a aplicação da LR, mais riquezas e empregos serão gerados. Além disso, haverá uma maior sustentabilidade nas empresas.

No Brasil, a LR foi proposta por meio da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), estabelecida pela Lei nº 12.305/2010 e implementada a partir de 2014. A legislação determina a existência de um acordo setorial entre fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes quanto à responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos.

Essa responsabilidade envolve tanto as empresas privadas, responsáveis pela retirada dos produtos, quanto os órgãos públicos, que se responsabilizam pela criação de mecanismos de conscientização e educação dos consumidores.

A logística reversa pode ser desenhada a partir de três diretrizes básicas: o consumidor devolve o produto ou embalagem ao comerciante/distribuidor; esse comerciante ou distribuidor faz o envio para o fabricante/importador; por sua vez, o fabricante ou o importador encaminha o produto para a reutilização, reciclagem ou descarte adequado.

Destaca-se que, para uma boa aplicação da logística reversa, tanto o fabricante quanto as companhias envolvidas devem ter uma visão global da cadeia de suprimentos. Ao implementar essa estratégia, as empresas contribuem para que novos produtos sejam gerados, a partir de resíduos que seriam descartados. Dessa forma, o impacto ambiental é reduzido.

É de extrema importância a criação e existência de pontos de descarte, para que os materiais ou resíduos sejam reunidos em um único local, de tal forma que a coleta seja otimizada. Na sequência, o fabricante poderá incluir o ponto de coleta na mesma rota em que é feita a entrega. Assim, os caminhões que retornarem para o depósito poderão fazer o recolhimento do material descartado, agilizando todo o processo.

Além disso, a promoção de conscientização, disseminação e desmistificação do conceito de LR é essencial. As campanhas precisam incentivar os cidadãos a fazerem o uso criativo dos produtos. A colaboração criativa de todos os setores envolvidos também fará a diferença, mas é preciso ir além da noção tradicional de cooperação e trabalho em equipe. É uma oportunidade única de aproveitamento máximo de talentos e diversidade em grupo.

Sistemas de logística reversa resolvem problemas complexos e geram soluções surpreendentes. Visão ampla, objetivo comum e mudança positiva! Esse é o grande nó a ser desatado!

Cris Baluta, conselheira e coordenadora do Grupo de Intercâmbio de Experiências em Meio Ambiente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná) e CEO da Roadimex Ambiental Ltda.

Empresa lança app open source para compartilhamento de bikes

O uso de meios de transporte alternativos aos automóveis é uma tendência cada vez maior nas cidades do Brasil e do mundo. Com isso, o número de bicicletas pelas ruas das principais capitais também é cada vez maior e não só para lazer. Em Curitiba, por exemplo, 78,6% dos ciclistas utilizam a bicicleta para irem ao local de trabalho e 38,8% para irem à escola ou faculdade, segundo revela um estudo de 2018 da Associação Transporte Ativo em parceria com o Laboratório de Mobilidade Sustentável da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Labmob-UFRJ). Além disso, 51,3% utilizam bicicleta para ir às compras e 73,8% por lazer.

Nesse cenário, algumas empresas estão investindo no conceito de uso compartilhado de bikes. É o caso da MadeiraMadeira, maior e-commerce de produtos para casa do país, que criou o aplicativo Bike Sharing para uso dos colaboradores. Todo desenvolvido por especialistas em tecnologia da própria companhia, ele funciona por meio de bluetooth e, para utilizar, basta baixar o aplicativo, fazer um cadastro rápido, e a reserva da bike pode ser feita por até 48 horas, sem custos para o usuário.

Robson Privado, vice-presidente da MadeiraMadeira, explica que a ideia surgiu como uma iniciativa para tornar o dia a dia dos colaboradores mais prático e acessível. Além da preocupação com os usuários, a ideia é que o app também seja acessível para outras empresas. “Na fase de planejamento tudo foi pensado para que a tecnologia utilizada fosse acessível e tivesse baixo custo. Assim outras empresas e pessoas que se interessem pelo projeto também podem utilizar e adaptar a ferramenta às suas necessidades”, conta Privado.

Ampliar o uso do código-fonte para outras empresas é uma forma de democratizar a tecnologia e colaborar para uma cidade menos poluída, e até um país mais consciente em relação ao meio ambiente, já que a tecnologia estará disponível gratuitamente para todos. Para acessar o código, basta entrar no link:

github.com/madeiramadeirabr/bike-sharing

Como uma empresa que sempre teve o esporte como parte de sua cultura, o Bike Sharing tem o objetivo de tornar ainda mais acessível o transporte dos funcionários, tanto aqueles que já utilizavam as bikes e também aqueles que têm o desejo de começar a utilizar, para estimular ainda mais essa prática. Além de propiciar mais qualidade de vida e praticidade dos colaboradores, o intuito é seguir estimulando a todos a adotarem um estilo mais saudável.

Startup revoluciona aprendizado do corpo humano em faculdades de medicina

A anatomia do corpo humano foi reproduzida por uma startup brasileira, por meio dos óculos de Realidade Virtual (VR), para ensinar além de fotos, falas e cadáveres. Com a tecnologia desenvolvida pela MedRoom, edtech que usa VR e conceitos de gamificação no treinamento de alunos de faculdades de medicina, os estudantes podem analisar individualmente, e com fidelidade, os órgãos de uma paciente virtual e ver a estrutura anatômica da paciente de forma realista, além de interagir com os órgãos.

“Nosso objetivo é ajudar o estudante a consolidar o conhecimento teórico para chegar melhor preparado à prática. Por isso é interessante usar os equipamentos de VR, ali se aprende em um ambiente controlado, com uma experiência gamificada e guiada pelo professor”, explica Vinicius Gusmão, CEO da MedRoom.

Hoje, a startup conta com um time de 25 pessoas e já instalou laboratórios virtuais em universidades como Medicina Albert Einstein, Faculdade Pernambucana de Saúde, Faminas e Unifaminas, além de duas faculdades mexicanas. O objetivo da empresa é expandir e chegar a, pelo menos, 30 faculdades de medicina brasileiras até 2021 e aumentar o faturamento para R$5 milhões até o final de 2019.

Para além de estudos sobre o corpo humano, a solução da MedRoom pode ser utilizada para quem treina atendimentos emergenciais, sem colocar uma vida em risco. Por meio de um projeto imersivo criado juntamente com a CMOS DRAKE, empresa referência na produção de desfibriladores cardiovasculares (DEA), os alunos simulam circunstâncias que requerem a ressuscitação cardiopulmonar (RCP). A captação de movimento e desenvolvimento da simulação foi toda realizada e construída pela equipe da startup em seu escritório.

Segundo Vinícius Gusmão, o potencial de exploração das experiências são infinitas. Pensando no futuro, o empreendedor conta que a startup pretende desenvolver novas simulações com casos clínicos.

“No futuro, os alunos vão conseguir treinar como receber e conversar com pacientes, examiná-los, fazer o diagnóstico, decidir quais procedimentos ou medidas tomar e, por fim, chegar à realização do procedimento de fato”, ressalta.

As edtechs representam 7,8% do total de startups no Brasil, crescendo em média 20% ao ano, segundo dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups) com o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (Cieb). Dentre diversas ramificações de atuação, a MedRoom se destaca por olhar para o Ensino Superior. Muitos estudantes de medicina hoje não têm contato com órgãos reais, apenas se escolherem a carreira cirúrgica. Para tornar o acesso ao estudo do corpo e suas especificidades mais democrático e real – sem a necessidade de cadáveres em aula – a startup reproduz cada centímetro com perfeição. É possível, inclusive, isolar sistemas, ossos, músculos e órgãos individualmente para conhecê-los melhor.

“Pensamos muito no professor em cada avanço que fazemos com o Atrium. Nossa solução permite que o professores incrementem suas aulas e unam sua expertise e conhecimento com nossa solução. Desde o estudo de anatomia e fisiologia no corpo virtual, podendo gerar novos conteúdos através de um criador de aula na web, onde é possível colocar exames de imagem, vídeos e testes”, explica Sandro Nhaia, CTO e sócio-fundador da startup.

A anatomia do corpo humano foi reproduzida por uma startup brasileira, por meio dos óculos de Realidade Virtual (VR), para ensinar além de fotos, falas e cadáveres. Com a tecnologia desenvolvida pela MedRoom, edtech que usa VR e conceitos de gamificação no treinamento de alunos de faculdades de medicina, os estudantes podem analisar individualmente, e com fidelidade, os órgãos de uma paciente virtual e ver a estrutura anatômica da paciente de forma realista, além de interagir com os órgãos.

“Nosso objetivo é ajudar o estudante a consolidar o conhecimento teórico para chegar melhor preparado à prática. Por isso é interessante usar os equipamentos de VR, ali se aprende em um ambiente controlado, com uma experiência gamificada e guiada pelo professor”, explica Vinicius Gusmão, CEO da MedRoom.

Hoje, a startup conta com um time de 25 pessoas e já instalou laboratórios virtuais em universidades como Medicina Albert Einstein, Faculdade Pernambucana de Saúde, Faminas e Unifaminas, além de duas faculdades mexicanas. O objetivo da empresa é expandir e chegar a, pelo menos, 30 faculdades de medicina brasileiras até 2021 e aumentar o faturamento para R$5 milhões até o final de 2019.

Para além de estudos sobre o corpo humano, a solução da MedRoom pode ser utilizada para quem treina atendimentos emergenciais, sem colocar uma vida em risco. Por meio de um projeto imersivo criado juntamente com a CMOS DRAKE, empresa referência na produção de desfibriladores cardiovasculares (DEA), os alunos simulam circunstâncias que requerem a ressuscitação cardiopulmonar (RCP). A captação de movimento e desenvolvimento da simulação foi toda realizada e construída pela equipe da startup em seu escritório.

Segundo Vinícius Gusmão, o potencial de exploração das experiências são infinitas. Pensando no futuro, o empreendedor conta que a startup pretende desenvolver novas simulações com casos clínicos.

“No futuro, os alunos vão conseguir treinar como receber e conversar com pacientes, examiná-los, fazer o diagnóstico, decidir quais procedimentos ou medidas tomar e, por fim, chegar à realização do procedimento de fato”, ressalta.

As edtechs representam 7,8% do total de startups no Brasil, crescendo em média 20% ao ano, segundo dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups) com o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (Cieb). Dentre diversas ramificações de atuação, a MedRoom se destaca por olhar para o Ensino Superior. Muitos estudantes de medicina hoje não têm contato com órgãos reais, apenas se escolherem a carreira cirúrgica. Para tornar o acesso ao estudo do corpo e suas especificidades mais democrático e real – sem a necessidade de cadáveres em aula – a startup reproduz cada centímetro com perfeição. É possível, inclusive, isolar sistemas, ossos, músculos e órgãos individualmente para conhecê-los melhor.

“Pensamos muito no professor em cada avanço que fazemos com o Atrium. Nossa solução permite que o professores incrementem suas aulas e unam sua expertise e conhecimento com nossa solução. Desde o estudo de anatomia e fisiologia no corpo virtual, podendo gerar novos conteúdos através de um criador de aula na web, onde é possível colocar exames de imagem, vídeos e testes”, explica Sandro Nhaia, CTO e sócio-fundador da startup.

Em premiação, pesquisadores ressaltam importância da ciência para o desenvolvimento do país

Dois pesquisadores que dedicaram suas carreiras a contribuir com o desenvolvimento do país e colocaram o Brasil em destaque no cenário científico mundial tiveram seu legado reconhecido na noite desta quarta-feira, 21. O matemático Marcelo Viana e o biólogo João Batista Calixto foram agraciados no 1º Prêmio CBMM de Ciência e Tecnologia em cerimônia realizada no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. O prêmio foi criado pela CBMM, líder mundial no fornecimento de produtos e tecnologia do Nióbio, com o propósito de incentivar a produção da pesquisa científica e tecnológica de caráter inovador no Brasil. Junto aos troféus, cada agraciado recebeu um prêmio de 500 mil reais.

O matemático Marcelo Viana, diretor-geral do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), foi prestigiado na categoria Ciência. “Estou muito honrado por esta distinção e quero agradecer à CBMM, a quem parabenizo pela iniciativa de criar um prêmio desta natureza, que sinaliza de modo inequívoco a importância da ciência e tecnologia para o desenvolvimento nacional, especialmente num momento tão delicado como este que estamos vivendo”, diz o pesquisador, que foi presidente da Sociedade Brasileira de Matemática e vice-presidente da União Matemática Internacional. “Quero crer que, a par de contribuições que eu possa ter dado à causa da ciência brasileira, o fato de o prêmio CBMM para ciência ter sido atribuído a um matemático já em sua primeira edição, reconhece sobretudo o desenvolvimento extraordinário que esta disciplina alcançou no Brasil nas últimas décadas”, afirma.

O biólogo e doutor em Farmacologia João Batista Calixto, diretor do Centro de Inovação e Ensaios Pré-Clínicos, foi o vencedor na categoria Tecnologia. “A CBMM foi muito feliz de escolher o ano de 2019 para o primeiro prêmio. O Brasil está passando por uma grave crise no apoio à ciência e tecnologia, e o prêmio traz um alento à toda comunidade científica. Esse prêmio traz esperança, por ser o maior e por estar premiando dois cientistas completamente fora da área da empresa”, comenta. Professor-titular de farmacologia aposentado da UFSC, pesquisador nível 1A do CNPq e membro da Academia Brasileira de Ciências, ele ressalta ainda que cientistas precisam trabalhar em colaboração com as políticas públicas para contribuir com o desenvolvimento do país e com o bem-estar da população. “É um reconhecimento que muitas outras empresas grandes poderiam seguir para realmente ajudar a mudar o país. Isso acontece em outros países. Esse prêmio estimula e abre essa possibilidade”, comemora.

A premiação reforça o compromisso da empresa de deixar um legado para o Brasil para além do desenvolvimento mundial do mercado de Nióbio. “A companhia acredita que o conhecimento científico e tecnológico gera contribuições econômicas, sociais e ambientais fundamentais para o desenvolvimento do país”, afirma Ricardo Lima, vice-presidente de Operações e Tecnologia da CBMM.

A cerimônia de entrega do prêmio contou com a palestra do norte-americano Paul Romer, vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 2018 pela Teoria do Crescimento Endógeno, que integra a inovação tecnológica ao desenvolvimento de um país ao sustentar que investimentos em capital humano, inovação e conhecimento contribuem significativamente para o crescimento econômico. “Paul Romer provou que o legado da pesquisa tecnológica contribui com o crescimento econômico de um país, o que corrobora o posicionamento da CBMM, que tem sua história diretamente ligada ao estímulo à pesquisa, desenvolvimento e tecnologia de materiais e soluções inteligentes aplicadas em diversos segmentos,” finaliza Lima.

O Prêmio CBMM de Ciência e Tecnologia se junta aos prêmios Charles Hatchett e Young Persons World Lecture Competition, premiações acadêmicas internacionais apoiadas pela companhia, como contribuição para o estímulo e reconhecimento do legado da pesquisa científica e tecnológica mundial.

Coworking ou Home Office: qual o melhor modelo para a sua empresa?

Hoje, não restam dúvidas que as novas gerações dão muito mais valor à liberdade de tempo do que qualquer outra coisa. Isso, inclusive, é uma característica muito comum dos novos profissionais. Por esse motivo, fazer aquela velha comparação “coworking vs home office” se torna cada vez mais rotineira entre aqueles que têm a possibilidade de fazer o próprio horário de trabalho.

Pensando nisso, a Elephant Coworking analisa as vantagens e desvantagens entre o coworking e o home office. Confira:

Home Office

Quem nunca sonhou em não precisar mais acordar cedo, pegar o metrô lotado ou enfrentar horas no trânsito para chegar ao trabalho? O trabalho home office sempre soa como uma boa alternativa – de fato, pode até ser – porém, não é tão simples como todo mundo imagina. É preciso muita organização e planejamento, todo os dias. Caso contrário, é bem provável que você não consiga seguir o ritmo e, dessa forma, atrase ou perca seus projetos.

Além disso, há o quesito custo: o home office é uma opção bem econômica para o empreendedor, no entanto, de alguma forma, será preciso montar ou organizar o espaço de trabalho. Logo, leve em consideração a necessidade desse “investimento”, como, por exemplo, bons equipamentos e gastos com contas de luz e telefone.

Em casa, é muito complicado seguir um cronograma próprio, afinal, já temos uma rotina daquele ambiente e isso pode dificultar a adaptação do profissional.

Mas, mesmo assim, trabalhar com home office é uma alternativa viável e, sem dúvidas, pode ser prazerosa e confortável, tanto pela comodidade como pela economia. Para analisar melhor, veja algumas vantagens e desvantagens dessa alternativa.

Vantagens:

economia;
comodidade;
mais tempo livre;
horários flexíveis.

Desvantagens:

requer muita disciplina e organização;
dificuldade de networking;
precisa investir, mesmo que minimamente, na preparação do espaço;
a rotina de casa pode interferir no trabalho.

Coworking

Nos dias de hoje, muito se fala nos hubs de inovação e em estações de trabalhos compartilhadas. Com toda certeza, essa alternativa é a que mais vem chamando a atenção de empresas e profissionais, dos mais variados setores do mercado. E isso se deve não só pela praticidade de contar com ambientes profissionais prontos e estruturados, mas também pelas oportunidades que esse modelo de trabalho proporciona.

Em um coworking, a pessoa tem à disposição um espaço totalmente preparado para realizar as tarefas – muito mais fácil e prático do que tentar fazer o mesmo em casa e por conta própria, por exemplo. Além disso, é muito mais simples para se organizar ou criar uma disciplina de horários, quando se tem compromisso com esse tipo de espaço.

Outra vantagem do coworking é que o profissional tem o seu próprio escritório, porém, sem a preocupação de aluguéis, contas ou taxas que, até mesmo, em um home office é precisp controlar. Veja as vantagens e desvantagens desse modelo:.

Vantagens:

comodidade;
mais tempo livre;
horários flexíveis;
facilidade de networking com outros profissionais;
sem necessidade de investimentos estruturais;
tudo incluso em apenas uma mensalidade;
endereço fiscal;
localização estratégica;
economia de gastos com aluguel;
uma comunidade para te apoiar
suporte de atendimento.

Desvantagens:

requer deslocamento;
espaços concorridos.

Coworking vs Home Office

Percebeu que nos tópicos anteriores ambas as opções se mostraram alternativas bem flexíveis? No entanto, em disparada, o coworking tem as mesmas vantagens de um home office, com alguns extras importantes. Afinal, estes espaços são específicos para o profissional moderno, que preza pela liberdade de tempo, sem abrir mão da estrutura e da praticidade de um escritório normal.

Além disso, o coworking se destaca em um ponto primordial para o sucesso de qualquer negócio: o contato direto com outros profissionais da área. Por isso, esse modelo se tornou mais do que uma alternativa inteligente de trabalho dos últimos tempos, mas também uma questão estratégica para o crescimento da empresa.

O que levar em consideração?

A questão da concorrência por espaços compartilhados, que citamos como uma desvantagem do coworking, deve ser levada em consideração apenas em casos específicos. Isso porque se souber escolher as empresas corretas, poderá contar com locais amplos, criativos e modernos sempre disponíveis, além de ter a opção de salas privativas. Portanto, basta saber pesquisar e encontrar o seu parceiro ideal de coworking.

No comparativo Coworking vs Home Office, a primeira opção se mostra como a mais vantajosa. Isso não quer dizer que o trabalho de home office não tenha o seu valor. Porém, para se obter o sucesso e o desempenho esperado, é preciso muita organização e planejamento, o que nem sempre é possível ou fácil de conquistar dentro de um ambiente dividido entre tarefas domésticas e profissionais.

Nesse sentido, um coworking oferece a estrutura pronta e com os horários certos para o que você precisa, além de possibilitar e facilitar o networking, que pode ser crucial para o crescimento de sua empresa.

A Elephant Coworking conta com espaços de trabalho compartilhados pelo Brasil, com planos e benefícios exclusivos aos membros. Saiba mais: elephantcoworking.com.br/

TOTVS desenvolve solução baseada em Inteligência Artificial que identifica fitossanidade em plantas

A TOTVS, líder brasileira no desenvolvimento de software de gestão, traz ao agronegócio uma novidade que oferece mais agilidade e eficácia na identificação de pragas em plantas. Trata-se de um novo recurso da Carol, plataforma de dados e inteligência artificial da companhia, criado pelo seu laboratório de inovação, TOTVS Labs.

A TOTVS passa a disponibilizar inteligência artificial em seu aplicativo Meu Controle Fitossanitário, que permite a inspeção fitossanitária e o manejo de armadilhas na lavoura de modo fácil e intuitivo. Com isso, a tecnologia de visão computacional e realidade aumentada da Carol identifica, com a câmera de um smartphone apontada para uma folha, o tipo de fitossanidade presente.

“Com a nova tecnologia, agricultores poderão utilizar a Carol para identificar, em tempo real, o nome do micro-organismo, o grau de infecção e os cuidados necessários”, explica Angela Gheller Telles, diretora de Manufatura, Logística e Agroindústria da TOTVS. Outra vantagem da tecnologia é a sua capacidade de indicar os possíveis agrotóxicos para combater a fitossanidade.

O monitoramento automatizado de pragas é um grande avanço ao agronegócio, já que possibilita coletar maior quantidade de dados que embasam a elaboração de práticas de controle destas espécies. Segundo dados da FAEMG (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais), as perdas no Brasil podem chegar a R$ 55 bilhões por ano em decorrência desse mal.

Para Angela, de fato, levar dados e inteligência as lavouras democratiza os recursos da indústria 4.0. “A inteligência artificial veio para se tornar uma grande aliada do agricultor. Seus recursos tecnológicos tendem a contribuir não apenas para o aumento da eficiência e produtividade, mas também dar base para a tomada de decisões estratégicas”, completa.

Brasileiro reconhece despreparo, mas alega falta de dinheiro para se qualificar

O trabalhador brasileiro de nível médio – aquele sem formação em Ensino Superior – está ciente de seu despreparo perante as novas exigências do mercado. Ele confia em seu potencial, mas aponta as dificuldades financeiras e o alto custo da educação no país como os principais empecilhos para desenvolver as suas capacidades.

Essa percepção é compartilhada pelas lideranças. Embora a maioria aponte a carência de profissionais especializados como o fator mais impactante em seus negócios, e admita que é responsabilidade do setor privado qualificar a força de trabalho, os executivos brasileiros também alegam falta de recursos para investir em capacitação.

Essas conclusões fazem parte do estudo Future Positive – How Companies Can Tap Into Employee Optimism to Navigate Tomorrow’s Workplace, realizado pelo Boston Consulting Group (BCG) em conjunto com a Harvard Business School, e que traz um diagnóstico dos principais desafios do mercado de trabalho para os próximos anos, a partir da visão de lideranças executivas e trabalhadores.

Trabalhadores e empresas sem dinheiro para qualificação

Das 11 nações abrangidas pelo estudo (Alemanha, Brasil, China, Espanha, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Japão, Reino Unido e Suécia), o Brasil foi onde as dificuldades financeiras são consideradas a principal barreira para a qualificação: 54% dos trabalhadores disseram que não se preparam por falta de dinheiro. Ao mesmo tempo, os brasileiros são os que mais acreditam que a educação seria o fator de maior impacto para as suas carreiras.

O estudo também apontou aspectos importantes envolvendo essa categoria. O trabalhador brasileiro é um dos que mais delegam a si mesmos a responsabilidade por se preparar, enquanto, em outras nações, muitos veem essa tarefa como papel do Estado e do setor privado. A maioria dessa classe no Brasil não está satisfeita com o seu emprego atual, ainda que admitam ter melhorado a sua situação nos últimos anos. Os brasileiros também são mais confiantes que a média global em suas capacidades.

Flexibilização será desafio

Os executivos brasileiros reclamam mais dos reflexos negativos da instabilidade política e econômica do que os de outras nações. Outro ponto de destaque é que, embora a maioria das lideranças locais (60%) entenda que a flexibilização será a questão mais impactante para os negócios nos próximos anos, apenas 40% disse estar bem preparada para isso.

“As companhias estão vivenciando uma incerteza em relação ao futuro. As mudanças sem precedentes, verificadas das últimas duas décadas, geraram certa ansiedade, refletida principalmente nos trabalhadores de nível médio, que são os mais vulneráveis às intempéries do mercado de trabalho. Além disso, o estudo revela uma lacuna entre as percepções de executivos e trabalhadores sobre capacitações individuais, e a real capacidade de as empresas investirem amplamente para preparar sua força de trabalho para o futuro”, diz Manuel Luiz, sócio do BCG e líder da prática de Pessoas e Organização no Brasil.

Metodologia

Para a concepção do estudo Future Positive – How Companies Can Tap Into Employee Optimism to Navigate Tomorrow’s Workplace, o BCG e a Harvard Business School entrevistaram 11 mil trabalhadores de 15 setores em 11 países: Alemanha, Brasil, China, Espanha, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Japão, Reino Unido e Suécia. As entrevistas foram feitas em maio de 2018.

Também foram entrevistados 6.500 líderes mundiais dos negócios de oito nações: Alemanha, Brasil, China, Estados Unidos, França, Índia, Japão e Reino Unido. As enquetes aconteceram entre agosto e setembro de 2018. Desse universo, 43% ocupa função de liderança – a partir de diretores executivos, representando empresas de diferentes tamanhos.

Confira a íntegra do estudo em: https://www.hbs.edu/managing-the-future-of-work/Documents/Future%20Positive%20Report%205.20.pdf

Confiança no setor, expansão geográfica e disrupção tecnológica são as perspectivas dos CEOs sul-americanos, aponta KPMG

Os CEOs sul-americanos têm boas perspectivas para os próximos três anos, segundo a pesquisa da KPMG, CEO Outlook 2019, que entrevistou executivos líderes das empresas da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Uruguai e Venezuela. De acordo com o levantamento, 89% dos entrevistados acreditam na expansão das companhias que lideram; 88% estão confiantes em relação ao setor em que atuam e 65% acreditam que a economia mundial irá melhorar nos próximos três anos.

Com relação aos planos de expansão geográfica das empresas sul-americanas, o levantamento apontou que cerca de 70% dos entrevistados desejam expandir os negócios para países de economia em desenvolvimento, sendo as Américas Central e do Sul (38%) e Leste Europeu (17%) os locais preferidos. Já 69% dos executivos afirmam que irão priorizar países e regiões que compõem a iniciativa chinesa “Belt and Road” e outros 32% têm como prioridade o crescimento orgânico, isto é, investimentos em pesquisa e desenvolvimento, de capital, recrutamento e desenvolvimento de novos produtos.

Os entrevistados foram questionados ainda sobre diferentes perfis de CEOs e o que os mantêm motivados: 68% declararam já ter dado um passo em falso significativo na carreira, o que foi adequadamente superado; 61% concordam que diferentes tipos de CEOs são necessários para atuar nos vários estágios do ciclo de vida de uma empresa; 19% declararam que a maior motivação é entregar bons níveis de crescimento a curto prazo e 13% têm maior objetivo a produção de impacto ambiental e socioeconômico positivos.

“A pesquisa nos ofereceu uma perspectiva sobre como pensam os líderes regionais a respeito dos grandes temas do momento no mundo corporativo, entre eles, o nível de confiança na economia dos países onde as empresas atuam, o bom domínio dos processos de inovação digital, compreensão das dinâmicas disruptivas do mercado e resiliência. Deduzimos que a grande tendência é apresentar uma postura aberta e flexível diante das mudanças e incertezas que cercam todo e qualquer negócio. Integrar os dados dos líderes dos países da América do Sul com a opinião deles sobre o mercado permitiu a visualização de um panorama inédito”, analisa o presidente da KPMG no Brasil e na América do Sul, Charles Krieck.

Sem medo da disrupção tecnológica

Sobre como enfrentar a disrupção tecnológica, os CEOS sul-americanos afirmaram que a consideram mais uma oportunidade do que uma ameaça (83%). Os entrevistados admitiram também que já deixaram de lado insights fornecidos por dados porque eles não corroboravam com as intuições (63%) e que as empresas que presidem estão liderando a disrupção dos mercados em que atuam, em vez de esperar pela ação da concorrência (61%). Quando o assunto é resiliência, 36% acreditam que o segredo é a proteção do core business; para 26%, a empresa mais resiliente é capaz de causar disrupção; e 25% acreditam que o segredo está na habilidade de se adaptar rapidamente às mudanças.

Quando questionados sobre a criação e uso de novas tecnologias, os CEOs entrevistados disseram que as empresas que presidem estão incentivando os funcionários a criar novos produtos, processos e soluções: 80% acreditam que a inteligência artificial irá gerar muito mais empregos do que eliminá-los; 70% fomentam uma cultura de inovação entre os funcionários, e 62% afirmaram que uma forte estratégia cibernética é fundamental para criar confiança junto aos stakeholders. Já outros 43% estão utilizando Inteligência Artificial em uma parcela reduzida dos processos utilizados e 42% pretendem aprimorar as capacidades digitais de 31% a 40% do quadro de funcionários.

Segundo o levantamento, diferentes modelos de parcerias com outras empresas – de prestadoras de serviço a startups – são utilizados no processo de renovação de processos e soluções auxiliados pela tecnologia. Para 62% dos entrevistados, o caminho para inovação passa pela união a consórcios da indústria de desenvolvimento de tecnologias inovadoras e, para 61% deles, o foco está na configuração de programas de aceleração ou incubadora para empresas iniciantes. Já 59% acreditam que podem vir a colaborar com startups inovadoras; o mesmo percentual afirmou que pode disponibilizar produtos e serviços por meio de um provedor de plataforma on-line”.

Riscos do mercado: operacionais e tecnologias

Os maiores riscos de mercado para os CEOs da América do Sul, que participaram da pesquisa, são os operacionais (21%) e aqueles relacionados à ascensão de novas tecnologias como a segurança cibernética (18%) e as tecnologias disruptivas (17%). De acordo com o estudo, na percepção dos executivos líderes, a retomada de práticas territoriais (15%) e os riscos regulatórios (11%) completam a lista de preocupações dos entrevistados.

Sobre a pesquisa:

Participaram da pesquisa “CEO Outlook 2019” 285 executivos dos seguintes países: Argentina (50 entrevistados), Bolívia (10), Brasil (50), Chile (15), Colômbia (25), Equador (10), Peru (50), Uruguai (25) e Venezuela (50). Com 100% de empresas sediadas nos próprios países, o levantamento mostra distribuição equilibrada em relação à estrutura de operações, sendo 52% delas companhias de capital aberto e 48% de capital fechado. Parcela mais expressiva das empresas (47%) faturou entre US$ 500 milhões a US$ 999 milhões no último ano fiscal, mas há também uma considerável fatia de 36% que registraram ganhos entre US$ 1 bilhão a US$9,9 bilhão no período. Do total de entrevistados, 16% alcançaram a marca de US$ 10 bilhões ou mais.

Sobre o perfil dos entrevistados, a maioria é de homens (quase 80%) e a parcela mais expressiva (de 40%) é representada por CEOs que estão no cargo por um período entre 6 e 9 anos. Ocupando esta posição há 4 ou 5 anos está um grupo de 33% de entrevistados. Outros 19% assumiram a liderança da companhia há 2 ou 3 anos. Com 10 ou até 14 anos no cargo há um percentual de 14% dos CEOs e apenas 5% estão no cargo há menos de um ano.

Empresas buscam mulheres que atuam em TI

A segunda edição do PrograMaria Summit acontece em setembro, na cidade de São Paulo. O evento promove o encontro entre mulheres desenvolvedoras e empresas contratantes e conta com rodadas de palestras conduzidas por mulheres referências do mercado.

Com foco no público feminino que já está na área tecnológica ou está em busca de recolocação na área, o encontro tem como objetivo fortalecer o vínculo das mulheres na área da TI com conteúdo técnico e oportunidade de desenvolvimento profissional.

“Existe um fenômeno de evasão das mulheres do mercado de Tecnologia”, explica Iana Chan, fundadora da PrograMaria. “É contraprodutivo falar sobre atrair mais mulheres para essa área, se elas não permanecem nela e não encontram oportunidades para desenvolver suas carreiras. O Programaria Summit foi desenhado para apoiar as mulheres que já trabalham na tecnologia, pois percebemos que é necessário continuar apoiando para que desenvolvedoras consigam evoluir e se aprimorar profissionalmente”.

O PrograMaria Summit trará orientações sobre carreira e abordará temas como inteligência emocional, tendências de tecnologia e trilhas técnicas (front-end e back-end).

O evento acontece na Unibes Cultural no dia da independência do Brasil, ótimo momento para promover também a independência da mulher no mercado da tecnologia.

Patrocinadora do evento, A Oracle conta com mais de 2000 colaboradoras na América Latina e está em busca de ampliar essa rede. “Apostamos na construção de uma cultura que represente seus colaboradores, clientes, fornecedores e comunidades. Sabemos que equipes mais diversas, onde as pessoas se sentem incluídas, são mais propensas a desenvolver ideias mais criativas e propor melhores soluções aos nossos clientes. Assim, aqui na Oracle, inclusão, diversidade e respeito fazem parte do dia-a-dia no ambiente de trabalho”, diz Daniele Botaro, líder de Inclusão e Diversidade, Oracle América Latina.

“O principal desafio para as empresas é integrar as mulheres na área de tecnologia onde a demanda de trabalho é muito alta, mas que ainda é ocupada majoritariamente por homens. A Oracle procura motivar mulheres a considerar a tecnologia como uma carreira, aumentando seus conhecimentos”, comenta Milena Leal, Diretora Sênior de Vendas de Tecnologia na Oracle Brasil.

Para a Vivo, a participação no PrograMaria Summit reforça o conjunto de iniciativas da empresa para construir um ambiente ainda mais diverso e inclusivo. “Assumimos o compromisso de estimular uma cultura mais inclusiva e um ambiente mais diverso, com o objetivo de valorizar a diversidade de pontos de vista, origens, identidades e orientação, para que todos se sintam à vontade para serem como são, tendo suas diferenças respeitadas”, destaca Niva Ribeiro, VP de Pessoas da Vivo. Em 2018, a empresa lançou o Programa Vivo Diversidade, cujo manifesto promove respeito à variedade de caraterísticas, escolhas, comportamentos e opiniões.

O credenciamento será a partir das 8h45, com um café de boas-vindas. Logo em seguida, a abertura oficial acontece no teatro da Unibes, que trará também keynotes com mulheres líderes no mercado da tecnologia. Após almoço o público será conduzido às palestras de acordo com as trilhas escolhidas, rodadas com experts e speed hiring, onde cada participante terá um encontro com representantes das empresas escolhidas no ato da inscrição.

Paralelamente durante todo o dia, stands das empresas participantes estarão dispostos na feira de negócios. A programação ainda conta com coffee break à tarde, outra rodada de keynotes e happy hour após o encerramento.

As inscrições podem ser feitas pelo link http://bit.ly/programariasummit2019. O Programaria Summit também conta com o patrocínio da AWS, Amazon, Everis, Quinto Andar, Bossabox, TFG e Accenture.

PrograMaria Summit 2019
Quando: 07/09, das 9h às 19h
Onde: Unibes Cultural – Rua Oscar Freire, 2500 – São Paulo/SP
Inscrições: http://bit.ly/programariasummit2019

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SAP Now traz quadra de basquete sensorizada em parceria com a NBA e uma maquete interativa de manufatura 4.0

A SAP Brasil promove entre os dias 11 e 12 de setembro mais uma edição do SAP NOW (antigo SAP Forum), no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Entre as atrações da edição 2019, destaque para o showcase SAP & NBA Basketball Data Court, uma parceria da SAP com a NBA que vai trazer uma quadra de basquete sensorizada para proporcionar uma experiência imersiva aos participantes do evento. Cada jogador terá um 1 minuto para fazer cerca de 8/10 arremessos na cesta, sendo guiado por sensores de led no chão da quadra que sinalizam os diferentes pontos para arremessos.

No final de cada tentativa, o jogador terá suas habilidades comparadas com as de um jogador profissional da liga, a partir de estatísticas captadas e disponibilizadas em tempo real pela SAP e NBA. A abertura do showcase acontece no primeiro dia do evento, 11/09, às 11h30 com a participação do Rodrigo Vicentini, head da NBA Brasil e do jogador profissional Guilherme Giovannonni. A quadra estará aberto aos visitantes a partir do meio dia, nos dois dias do SAP NOW.

Manufatura 4.0 e Transformação Digital

Também na área de exposição, a SAP fará a demonstração do Orbit Live Digital Manufacturing, uma maquete de manufatura 4.0 que demonstra a utilização de tecnologias inteligentes em uma planta de produção, simulando diferentes etapas de produção apoiada pelas soluções SAP Digital Manufacturing Cloud. Os visitantes poderão conferir como a produtividade é monitorada numa fábrica e os controles disponíveis para gerenciamento de processos em série, fornecendo insights quanto à conformidade, tempo da máquina, rendimento ou constatação e reação à incidentes durante a operação.

Live Digital Manufacturing é o primeiro cenário de demonstração que utiliza o Orbit Framework para destacar as capacidades da plataforma de Intelligent Technologies. O Orbit Framework é um modelo físico usado como pano de fundo para fornecer histórias de negócios impactantes de empresas inteligentes.

Sob o ponto de vista do gerenciamento dos processos no backoffice, o SAP NOW faz uma ativação para apresentar a Integração das soluções SAP Concur, SAP Ariba, SAP Customer Experience e SAP SuccessFactors em uma atividade que simula uma fábrica de chocolate, onde as quatro suítes de negócios contribuem para administrar desde a área de compras, incluindo o monitoramento da cadeia produtiva, logística, até a contratação e gerenciamento do capital humano, reembolso de despesas e relacionamento da empresa com seus diferentes públicos, incluindo o consumidor final.

Para Fernando Migrone, vice-presidente de Marketing da SAP Brasil, os showscases além de trazer interatividade para o evento, visam demonstrar como as tecnologias SAP estão em todos as áreas, das arenas esportivas ao gerenciamento e desempenho dos times, além de suportar as operações de empresas atuantes nos mais diversos segmentos da economia. “Para essa edição do evento, buscamos diversificar a opção de agenda para os visitantes, que além de conferir os keynotes, apresentação de cases, poderão interagir na área de exposição, acompanhando a aplicação prática das soluções, tanto da SAP como do nosso ecossistema de parceiros”, completa.

Muitas novidades serão anunciadas nas próximas semanas. Acompanhe também pelo site do SAP NOW 2019.

SAP NOW 2019

Data: 11 e 12 de setembro de 2019

Hora: de 8h às 20h

Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – São Paulo, SP.

Inscrições no site do evento

Chatbots geram 1 bilhão de mensagens por mês e 83 desenvolvedores atuam neste mercado em ascensão

A produção de chatbots e voice bots está se massificando no Brasil, segundo levantamento realizado pelo Mobile Time para a nova edição do Mapa do Ecossistema Brasileiro de Bots 2019, que apurou o aumento de 26% na quantidade de desenvolvedores de bots que atuam no Brasil e que responderam a esta pesquisa, passando de 66 para 83 empresas. O estudo também apurou que a diversificação por parte de alguns players de menor porte, que procuram se especializar em nichos especificos de bots, é adotada como estratégia diferenciação e sobrevivência neste novo mercado. O resultado desta movimentação é o crescimento do volume de mensagens geradas em conversas por meio de chatbots no País, passando de 800 milhões para cerca de 1 bilhão, o que representa uma evolução de 25% no período.

De acordo com o novo Mapa do Ecossistema Brasileiro de Bots, a maioria das empresas que responderam ao relatório estão concentradas no estado de São Paulo, onde há 53 desenvolvedores, sendo 65% do total mapeado. O Rio de Janeiro está na segunda posição, com 9 desenvolvedores; seguido por Santa Catarina, com cinco, e Minas Gerais e Rio Grande do Sul, com 4 cada. Entre os entrevistados, 65% trabalha com chatbots de texto e voz, enquanto 31% somente com texto e 4% somente com voz.

Atendimento ao cliente é a principal finalidade dos chatbots

Quase a totalidade dos chatbots produzidos no Brasil, de acordo com o Mapa, tem como finalidade mais comum o atendimento a clientes por meio de robôs de conversação. Entre os desenvolvedores, 95% afirmam criar robôs com esta finalidade, enquanto que outros 76% fazem bots de vendas, o que representa a segunda finalidade mais popular entre os produtores de robôs de conversação no Brasil.

WhatsApp avança na integração com chatbots. Facebook Messenger lidera.

Em agosto do ano passado, o WhatsApp anunciava a abertura oficial da sua API para o mercado corporativo, o que movimentou vários desenvolvedores de chatbotts e participar da iniciativa e a oferecer os seus serviços de integração com a rede social baseada no serviço de mensageria.

Em um ano, o impacto sobre o mercado de bots foi significativo e pode ser percebido nesta nova edição do Mapa do Ecossistema Brasileiro de Bots, onde 75% dos desenvolvedores declaram que já produziram bots para WhatsApp. O canal fica atrás apenas do Facebook Messenger (86%) e de sites na web (84%). “Cabe ressaltar que existem bots para sites na web há décadas e que o Facebook Messenger abriu sua API para bots em 2016. No entanto, o crescimento do WhatsApp nesta área é significativa”, comenta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa. “O WhatsApp já foi experimentado por praticamente três em cada quatro desenvolvedores de bots, e o interesse dos desenvolvedores é resultado da elevada demanda das empresas em vários mercados por usar o WhatsApp como canal de comunicação”, acrescenta Paiva.

“Também constatamos uma tendência de crescimento no uso de bots de voz, especialmente por telefone ou através de assistentes de voz (Google Assistente, Siri, Alexa etc). Esperamos o anúncio de várias novidades até o final deste ano”, prevê Fernando Paiva. “É uma movimentação muito forte do mercado em geral, que se alia às novas tecnologias para melhorar seus processos de negócios e gestão empresarial, No caso dos chatbots, o objetivo das empresas que apostam neste recursos é diminuir o tempo de atendimento, elevar a satisfação do usuário, reduzir custos com call center e, certamente, poder vender mais e de maneira mais eficiente”.

O relatório pode ser baixado gratuitamente em http://panoramamobiletime.com.br/mapa-do-ecossistema-brasileiro-de-bots-2019/