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Omie busca startups para investir

A Omie.Ventures, braço de investimentos da Omie, está em busca de empresas que ofereçam soluções de software para o varejo físico para compor o grupo de startups investidas pela plataforma de gestão (ERP) na nuvem número um do Brasil. É esperado que as investidas em potencial tenham soluções complementares ao ecossistema da Omie. As possibilidades de acordos vão de investimentos minoritários até aquisições completas.

ConferIR, G-Click e Mintegra já estão no portfólio de investimentos da Omie.Ventures, sendo que a última delas foi adquirida em sua totalidade pela Omie em 2020. Além do valor investido, as empresas recebem o apoio da Omie por meio de discussões estratégicas e abertura de portas no mercado. A scale-up que também gera valor para as investidas por meio de geração de leads vindos de sua base de 58 mil clientes e da transmissão do know-how no segmento de software.

“Acreditamos em um Brasil mais próspero e o caminho para isso é fomentar o empreendedorismo, especificamente o que cresce em rede, ou seja, que amplia suas atividades e ainda alimenta o ecossistema, uma forma de give-back”, destaca Marcelo Lombardo, CEO da Omie.

A Omie.Ventures analisa cada oportunidade individualmente e não possui uma estrutura de investimento fechada, deixando o terreno livre para que as partes negociem um modelo que funcione para todos os lados.

“Essa estratégia permite estarmos próximos e antenados a segmentos relevantes para a nossa missão, além de contarmos com a ajuda de empreendedores especialistas nesses segmentos sem perder o foco principal do produto Omie. Isso garante para nossos clientes um ecossistema de soluções cada vez mais completo, ao mesmo tempo que nos concentramos em oferecer o melhor software de gestão em nuvem do mercado”, conclui Lombardo.

Além da Omie Ventures, existe mais um braço da empresa que complementa o crescimento de diversas outras empresas, bem como seu modelo de negócio. A Omie.Store é uma loja de aplicativos integrados ao ERP, este marketplace complementa o software e, foi criado para facilitar a vida de seus clientes com soluções que atendem diferentes nichos organizando e complementando a gestão interna das empresas. Com 60 aplicativos parceiros nos segmentos de varejos, restaurantes, indústrias, e-commerce, clínicas médicas, hotéis & pousadas, além de softwares mais generalistas como plataformas de BI, softwares para gestão de reembolsos, gestão de projetos, assinatura eletrônica, gestão de inadimplência, entre tantos outros. A Omie.Store promove as integrações entre os sistemas parceiros reduzem drasticamente o retrabalho e aumentam a eficiência operacional das PMEs.

IBM e EMBRAPII colaboram para capacitar mais de 10 mil estudantes brasileiros

A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) anunciou uma colaboração estratégica com a IBM Brasil para dar acesso aos cursos do IBM Skills Academy às Unidades EMBRAPII (centros de pesquisa) presentes em instituições educacionais. A iniciativa faz parte do programa “Trilha para o Futuro” da EMBRAPII, cujo objetivo é preparar alunos e professores, do curso técnico à pós-graduação, em carreiras tecnológicas altamente demandadas pelo mercado de trabalho. A expectativa é que, nos próximos cinco anos, mais de 10 mil estudantes possam ser treinados em tecnologias como nuvem híbrida, inteligência artificial, cibersegurança, IoT e computação quântica. O anúncio da parceria foi feito, na última quarta-feira (31), pelo ministro de Ciência, Tecnologia e Inovações Marcos Pontes

A parceria também traz benefícios à Rede MCTI-EMBRAPII de Inovação em Inteligência Artificial e à Rede MCTI-EMBRAPII de Inovação em Transformação Digital, à medida que aprimora o conhecimento dos profissionais que compõem os ecossistemas em consonância com as demandas do mercado. Segundo relatório da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o Brasil forma 46 mil pessoas com perfil tecnológico por ano, mas seriam necessárias 70 mil para atingir a necessidade do mercado. Logo, há um déficit de 24 mil formandos na área de Tecnologia da Informação (TI) a cada ano.

Através do programa IBM Skills Academy, baseado em IBM Cloud, estudantes e professores terão acesso a treinamento e certificações IBM em várias áreas da tecnologia, utilizando conteúdo com curadoria do time global de pesquisadores de IBM Research. Os docentes da rede também terão acesso a sessões de treinamento de instrutores conduzidas pela IBM, para incorporar o conteúdo tecnológico em seus cursos. Medalhistas de destaque, por exemplo, da Olimpíada Brasileira de Matemática, também poderão se beneficiar do modelo em parceria com as Unidades EMBRAPII.

Os cursos serão virtuais e gratuiros, de 75 horas cada, orientados por demandas práticas de mercado e com currículos estruturados majoritariamente em linguagens abertas. Atualmente, há 26 unidades da Embrapii, distribuídas em universidades, institutos federais e estaduais do Brasil.

“A EMBRAPII conta com um programa de aprendizado a partir de experiência real, em que o estudante atua em todas as fases do desenvolvimento de projetos de inovação. Essa colaboração com a IBM – Programa Trilhas para o Futuro – vai potencializar nossas ações de capacitação dos jovens com as habilidades mais solicitadas por diferentes indústrias na área tecnológica”, disse Jorge Guimarães, diretor-presidente da EMBRAPII. ” Com certeza, os cursos da IBM vão contribuir para que os estudantes possam levar suas carreiras para o próximo nível de formação técnico-científica e vão ajudar também professores a ampliar seus conhecimentos e continuar educando as novas gerações de talentos profissionais.”

O programa é baseado na metodologia “Train the Trainer” (T3), na qual especialistas da IBM capacitam professores que irão treinar os alunos, maximizando seu impacto. A plataforma digital da Skills Academy contém laboratórios, palestras, questionários e exame final, bem como casos de uso de indústria com foco na resolução de problemas reais de negócios.

“Na IBM, acreditamos que as colaborações com todo o ecossistema educacional, composto por parceiros, governo, instituições educacionais e setor privado, são fundamentais para posicionar o Brasil em um caminho de crescimento, desenvolvimento e por uma sociedade mais igualitária.”, disse Katia Vaskys, gerente geral da IBM Brasil. “Agentes do ecossistema, como Embrapii e Quantum4 Soluções de Inovação, que apoiaram esta iniciativa, são fundamentais para este objetivo. Vamos ajudar a desenvolver talentos técnicos e futuros líderes que irão acelerar a indústria tecnológica para o bem do país. ”

Angelo Guerra é nomeado CEO da NEC no Brasil e a organização compõe nova estrutura na América Latina

Encerrado o ano fiscal 2020 na NEC em março, a multinacional japonesa anuncia mudanças na estrutura de suas lideranças em âmbitos nacional e regional. Angelo Guerra, que ocupava a posição de vice-presidente da empresa, assume imediatamente o cargo de CEO da NEC no Brasil. O executivo, que concentra ampla experiência no mercado de telecomunicações, será o responsável por conduzir a empresa em um momento-chave, que culmina nos planos da volta da NEC ao segmento de redes móveis locais com a estratégia de Open RAN.

Além do enfoque no planejamento de novos negócios e parcerias, bem como na formatação de serviços de alto valor agregado a seus clientes, trabalho que já vinha desenvolvendo dentro da NEC, Guerra tem o desafio de reforçar alguns pilares da empresa, como a liderança em integração de variadas tecnologias e fornecedores. “Teremos, como time, uma jornada intensa pela frente, com a meta de retomada da posição da NEC como parceiro estratégico das operadoras na parte móvel das redes. Temos todo suporte de nossa matriz para colocarmos esse plano em prática e estou muito entusiasmado para essa nova etapa”, afirma Guerra.

Guerra também tem planos para fortalecer as ofertas de segurança de redes NEC, especialmente por meio de seu portfólio de identificação e governo digital. “Temos uma vantagem, que é a de termos tecnologias avançadas próprias e também de parceiros, além de expertise na implementação de projetos complexos fim a fim, orquestrando todas as necessidades de nossos clientes”, avalia.

Yasushi Tanabe, que ocupava a cadeira de presidente da NEC no Brasil desde o segundo semestre de 2018, assumiu, em outubro de 2020, o posto de presidente da organização na América Latina, com a importante missão de intensificar a integração e maximizar as sinergias entre as equipes regionais para aumentar o volume de negócios em toda a região.

Programa da CommScope supera 36 toneladas de cobre reciclado no Brasil

O crescimento rentável e a inovação são essenciais para o sucesso corporativo. Mas em uma empresa que se preocupa com o bem-estar das pessoas é preciso incluir também nessa lista a preocupação com a saúde do planeta. Por isso, na CommScope são contínuos os esforços em prol do meio ambiente. Uma prova disso é o Programa Green de reciclagem e conservação da energia, que acaba de atingir a marca de 36.650 quilos de cabos de cobre reciclados.

“Você sabe o que acontece quando cabos de rede são descartados de forma incorreta? Antes de chegarem aos aterros sanitários, pessoas que trabalham recolhendo resíduos queimam a cobertura plástica e substâncias perigosas, produzidas durante o processo de incineração, são liberadas no ar. O

que sobra do cabo após recolherem o cobre é disposto em aterros sanitários”, explica Luis Domingues, engenheiro de aplicação da CommScope. Além de evitar que esse ciclo negativo aconteça, a iniciativa da CommScope também gerou receita convertida em uma doação equivalente a 1.558 árvores, para o projeto Florestas do Futuro, da Fundação SOS Mata Atlântica.

Para essa iniciativa de uso consciente, a CommScope fechou parcerias com empresas de reciclagem reconhecidas para recolher esses cabos velhos e separar completamente os materiais utilizados na produção do cabeamento. Nesse processo, o cobre e os polímeros são separados e preparados para serem reciclados e reutilizados ou descartados de forma correta e segura, evitando assim a contaminação do solo.

Como uma forma de reduzir o impacto ambiental, contribuir para a conservação de recursos e proteger o meio ambiente, a empresa também recomenda aos clientes que instalem as mais modernas tecnologias de cabeamento (cabos UTP Cat 6A/Ea, fibra multimodo pré-terminada OM5 e fibra monomodo OS2-ZWP, presentes nas linhas NETCONNECT® e SYSTIMAX®). Essas soluções não só melhoram a infraestrutura da rede, como também ampliam sua vida útil, sem a necessidade de substituição no uso de novas aplicações. Uma atitude sustentável durante longos períodos e que diminui os gastos com infraestrutura.

Reconhecida mundialmente por seus esforços de preservação ambiental, a CommScope faz parte da lista da revista Newsweek das Empresas Mais Responsáveis de 2021 e do ranking de Responsabilidade Corporativa Social da EcoVadis, que classificou a companhia entre os 5% principais fornecedores (Gold Level rating), avaliados em todas as categorias.

O Programa Green da CommScope de reciclagem e conservação da energia foi criado em 2012. Participam do programana no Brasil 28 integradores parceiros da CommScope, além de 40 empresas (clientes finais).  

Saiba mais sobre a iniciativa em https://bit.ly/3tFXcue . E para entrar em contato para solicitar a coleta ou alguma outra informação sobre o programa, envie e-mail para green@commscope.com .

Como prevenir riscos e perdas no varejo em 2021?

IBEVAR avalia que, mesmo em pandemia, técnicas de gestão ajudam a conter fraudes, furtos e diminuir gastos no PDVConciliar uma boa gestão para a prevenção de perdas no varejo, pode não ser tarefa fácil. É preciso controlar, avaliar e organizar processos para evitar potenciais prejuízos ou problemas vindos de má estrutura organizacional. Dados divulgados pela Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (ABRAPPE) mostram que as perdas representam 1,99% do faturamento líquido e 1,82% do faturamento bruto dos supermercados brasileiros.

Para Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Instituto Brasileiro de Executivos do Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR), mesmo na pandemia, as pessoas continuam comprando no PDV (Ponto de Vendas) e é preciso que os varejistas estejam preparados para evitar perdas e garantir resultados.

Existem inúmeras situações que podem ocasionar perdas, o que elas têm em comum é que todos esses casos comprometem o lucro do negócio, bem como o capital de giro — necessário para repor as mercadorias que foram perdidas. “Os gestores são os responsáveis em incentivar os colaboradores a acompanharem validade, armazenamento, estoque e exposição dos produtos. A tecnologia também é essencial, como, por exemplo, os softwares que otimizam e ajudam a ter um controle mais rígido desses processos”, comenta Felisoni.

A perda de estoque está entre os principais riscos no comércio. Elas são identificadas quando há diferença entre os números registrados no sistema e a quantidade real. Isso precisa ser controlado pela logística, entendendo o recebimento de mercadoria, a segurança do trabalho, gestão de pessoas e a gestão financeira.

Segundo Felisoni, para combater e eliminar potenciais perdas, reduzir desperdícios, eliminar furtos, fraudes e extravios, diminuir gastos e potencializar os lucros, é necessário se atentar a erros de processos e falhas gerencias. Dentre eles, danos relacionados à manipulação do produto, itens com prazo de validade expirado, mercadoria deteriorada, desvios e fraudes relacionadas à funcionários, entre outros aspectos.


O primeiro passo, de acordo com Felisoni, é ter uma boa equipe de funcionários para gerir os negócios e ter eficiência operacional, pois serão eles que cuidarão de toda a organização, principalmente, no gerenciamento de estoque, que precisa de atenção redobrada. “É interessante fazer uso de programas que auxiliem nessa troca para um controle mais assertivo. Considerar o investimento em uma equipe de segurança, também é fundamental para evitar maiores riscos”, conclui o presidente do IBEVAR.

Ambiente de inovação melhora, segundo pesquisa da Amcham

Em relatório lançado pela Amcham Brasil, empresários avaliam como positiva a evolução dos serviços desenvolvidos pelo INPI nos últimos anos e destacam aspectos que devem ser continuamente aprimorados

A Amcham Brasil lançou, neste mês de março, a 5ª edição do seu Relatório INPI. Elaborado pela entidade desde 2009, o documento traz a percepção do setor empresarial sobre os serviços prestados pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), com vistas a contribuir para a melhoria do ambiente da propriedade intelectual e de inovação no Brasil.

A pesquisa, conduzida pelo Ibope, contou com representantes de 109 empresas de diversos portes e setores da economia, que possuem frequente interação com o INPI. Os resultados revelam que mais da metade dos participantes perceberam melhoras em todas as áreas de atuação do Instituto nos últimos 4 anos. Os principais avanços na visão dos empresários foram a informatização dos serviços do INPI e a criação de sistemas para registros online.

O trabalho realizado na esfera internacional pelo INPI também foi bem avaliado. Em particular, 57% dos respondentes associam de forma positiva a imagem do INPI com a participação do Brasil em acordos internacionais sobre propriedade intelectual.

Apesar dos avanços, cerca da metade dos respondentes afirmam que o tempo para análise dos processos, principalmente de patentes, é um importante aspecto a ser aprimorado – avaliação que já constava das edições anteriores do documento. No total, 96% dos respondentes declaram-se favoráveis ao Plano Nacional de Combate ao Backlog, iniciativa inaugurada pelo INPI em 2019 com o objetivo de reduzir prazos para a análise dos pedidos de patentes.

Para Deborah Vieitas, CEO da Amcham Brasil, “a promoção da propriedade intelectual é um importante vetor de geração de valor e desenvolvimento econômico para as empresas e para a sociedade como um todo. Ao mesmo tempo em que o estudo da Amcham reconhece os bons resultados obtidos pelo INPI nos últimos anos, ele indica espaços prioritários para o seu aperfeiçoamento, servindo como uma bússola valiosa para orientar o diálogo entre os setores privado e público no Brasil”.

A 5ª edição do Relatório INPI pode ser acessada aqui . Interessados em acompanhar as discussões e grupos de trabalho Amcham sobre Propriedade Intelectual, Advocacy e Inovação devem inscrever para o email advocacy@amchambrasil.com.br

Hitachi adquire a GlobalLogic, uma empresa líder em serviços de engenharia digital

 A Hitachi anunciou hoje que irá adquirir a GlobalLogic, uma empresa líder de serviços de engenharia digital, com sede nos EUA. A aquisição é baseada no acordo definitivo entre a Hitachi Global Digital Holdings Corporation (“HGDH”), uma subsidiária dos EUA, e a GlobalLogic Worldwide Holdings, Inc., a empresa controladora da GlobalLogic. A transação está sujeita às condições habituais e aprovações regulatórias e deverá ser concluída até o final de julho de 2021.

Por meio da aquisição, a Hitachi espera a adição dos recursos avançados de engenharia digital da GlobalLogic e sua sólida base de clientes, incluindo grandes empresas de tecnologia, para fortalecer o portfólio digital da Lumada. 

A aquisição criará sinergias entre os cinco setores da Hitachi – TI, Energia, Indústria, Mobilidade e Vida Inteligente – além dos negócios de sistemas automotivos (Hitachi Astemo), ao acelerar a transformação digital da infraestrutura social, como ferrovias, energia e saúde em escala global. Por meio de seu negócio de Inovação Social entregue através da criação colaborativa com os clientes, a Hitachi visa aumentar o valor social, ambiental e econômico para alcançar uma sociedade mais sustentável.

Sediada no Vale do Silício, a GlobalLogic é uma empresa líder no mercado de serviços de engenharia digital de rápido crescimento. Com mais de 20.000 profissionais em 14 países, a GlobalLogic opera estúdios de design e centros de engenharia de produtos de software em todo o mundo.

“A aquisição da GlobalLogic cria uma oportunidade nova e estimulante para a Hitachi expandir suas ofertas de soluções e serviços Lumada globalmente, e também para fornecer valor aos clientes em sua jornada de transformação digital. A sinergia da experiência em design e inovação da GlobalLogic com a experiência da Hitachi em TI, tecnologia operacional e produtos, nos ajudará a realizar nosso objetivo de tornar a Hitachi uma líder inovadora em transformação digital em todo o mundo. Juntos, criaremos um novo valor social, ambiental e econômico para nossos clientes em expansão global e elevaremos a qualidade de vida das pessoas por meio de contribuições que tornarão a sociedade mais sustentável”, finaliza Toshiaki Higashihara, presidente e CEO da Hitachi.

Huawei divulga Relatório Anual de 2020

A Huawei divulgou hoje seu Relatório Anual de 2020. O desempenho desacelerou, mas a operação nos negócios ficou amplamente alinhada com a previsão. A receita de vendas da empresa em 2020 foi de CNY 891,4 bilhões (US$ 136,7 bilhões), o equivalente a um aumento de 3,8% no comparativo anual, e seu lucro líquido atingiu CNY 64,6 bilhões (US$ 9,916 bilhões), referente a um aumento de 3,2% em relação ao ano passado.

Apesar das dificuldades operacionais por conta das sanções dos Estados Unidos em 2019 e 2020, a Huawei segue convidando a KPMG para auditar de forma independente e objetiva as demonstrações financeiras. O documento produzido pela KPMG é uma auditoria de opinião padrão não modificada. Apesar das circunstâncias, a companhia segue abraçando a transparência, e divulgando dados operacionais para governos, clientes, fornecedores, funcionários e parceiros.

Em 2020, a unidade de negócios das operadoras da Huawei continuou a garantir as operações estáveis ​​de mais de 1.500 redes em mais de 170 países e regiões, o que ajudou a apoiar o teletrabalho, o ensino remoto e as compras online em regiões que adotaram o lockdown por conta do COVID-19. Em parceria com operadoras do mundo todo, a companhia ajudou a fornecer uma experiência de conectividade superior e avançou em mais de 3 mil projetos de inovação de 5G em mais de 20 setores, como mineração de carvão, produção de aço, portos e manufatura.

No ano passado, a unidade de negócios corporativos da Huawei intensificou os esforços para desenvolver soluções inovadoras baseadas em cenários para segmentos diversos, e criar um ecossistema digital próspero na criação conjunta e no sucesso compartilhado. Durante a pandemia, a companhia forneceu conhecimento técnico e soluções vitais na luta contra o coronavírus. Um exemplo é a solução de diagnóstico assistido por IA (Inteligência Artificial) baseada na HUAWEI CLOUD, que ajudou hospitais no mundo todo a reduzirem a carga sobre sua infraestrutura médica. A empresa também trabalhou com parceiros para lançar plataformas de aprendizagem online baseadas em nuvem para mais de 50 milhões de alunos do ensino fundamental e médio.

Com o lançamento do HarmonyOS e do ecossistema Huawei Mobile Services (HMS), a unidade de negócios de consumo da Huawei avançou com a estratégia Seamless AI Life (“1 + 8 + N”) para fornecer aos consumidores uma experiência inteligente em todos os dispositivos e cenários, com foco em escritórios inteligentes, boa forma e saúde, casas inteligentes, praticidade em viagens e entretenimento.

“No ano passado, nos mantivemos firmes diante das adversidades”, afirmou Ken Hu, presidente rotativo da Huawei. “Seguimos inovando para criar valor para nossos clientes, ajudar a combater a pandemia e apoiar a recuperação econômica e o progresso social no mundo todo. Também aproveitamos esta oportunidade para aprimorar ainda mais nossas operações, levando a um desempenho que acompanhou amplamente a previsão. Vamos continuar a trabalhar próximos aos nossos clientes e parceiros, a fim de apoiar o progresso social, o crescimento econômico e o desenvolvimento sustentável”, concluiu Hu.

Todas as demonstrações financeiras do Relatório Anual de 2020 foram auditadas de forma independente pela KPMG, companhia internacional de contabilidade do grupo chamado Big Four. Para baixar o Relatório Anual de 2020, visite https://www.huawei.com/en/annual-report/2020.

ao³ abre mais de 150 vagas de emprego

ao³, uma marca que potencializa negócios de micro, pequenas e médias empresas e escritórios de contabilidade, anuncia a abertura de 158 vagas de emprego para os cargos de analista de suporte técnico com foco em eSocial e folha de pagamento, desenvolvedor. Net Core, programador Delphi, analista de qualidade, assistente de suporte, especialista de marketing digital, analista de negócios, arquiteto de softwares e desenvolvedor Full Stack.

As oportunidades são para trabalho remoto e para profissionais de todo território nacional. A empresa oferece remuneração compatível com mercado e benefícios como assistência médica e odontológica, vale refeição, PLR, auxílio internet e seguro de vida. Além disso, tem parceria com instituições de ensino e programas voltados ao bem-estar dos colaboradores.

Os interessados devem se cadastrar na página de processos seletivos da empresa: http://ao3tech.pandape.com.br/

Crescimento da ao³


Desde o início da pandemia, a ao³ abriu diversos postos de trabalho em áreas como comercial, financeiro, comunicação e principalmente em tecnologia e atendimento. Entre abril de 2020 e fevereiro de 2021, a empresa já contratou 200 colaboradores. “Neste momento, especialmente por causa do home office, pessoas de qualquer localidade têm a oportunidade de trabalhar para empresas de todo o País em vagas que antes eram restritas apenas aos profissionais dos grandes centros. Temos contratado talentos de diversas cidades. Sabemos que estamos crescendo em meio a um cenário desafiador para economia e poder gerar empregos é uma satisfação para nós.”, afirma José Carlos Nascimento, diretor de recursos humanos da ao³.

Hitachi ABB Power Grids abre inscrições para programa de trainee 2021

A líder global em tecnologia Hitachi ABB Power Grids abriu no último dia 23 as inscrições para o programa de trainee 2021. A oportunidade é para profissionais com formação em engenharia, que gostam de desafios e desejam colaborar para um grande impacto positivo mundial.

As etapas incluem inventários de perfil comportamental e habilidades técnicas, entrevista por vídeo, um painel sobre negócios e uma entrevista final, tudo 100% online. Para participar, os requisitos são: formação em Engenharia entre Dezembro/2018 e Junho/2021 e inglês fluente. “Na Hitachi ABB Power Grids, resolvemos problemas de engenharia aparentemente impossíveis, nos esforçando para atender aos desafios de hoje e nos adiantarmos às demandas do futuro. Acreditamos que a verdadeira inovação vem da colaboração e da diversidade, por isso buscamos pessoas talentosas e de pontos de vista diferentes para questionar o comum”, afirma Inês Correia, diretora de Recursos Humanos da Hitachi ABB Power Grids no Brasil.

Daniela Cepeda, Gerente de Recursos Humanos e responsável pelo programa no Brasil, esclarece que “O programa permitirá a exploração da organização e criação de uma base em que os trainees possam se desenvolver e assumir papéis de liderança no futuro. Com isto, nosso processo seletivo será com base no potencial, nas habilidades e capacidades futuras definidas pelas linhas de negócios da Hitachi ABB Power Grids”.

As vagas estão abertas para atuação em Guarulhos (SP). Os benefícios incluem plano médico e odontológico, previdência privada, PLR, estacionamento, vale transporte ou fretado. As inscrições vão até 23 de abril e podem ser feitas neste link.

Faltam profissionais de Tecnologia da Informação no Brasil

De acordo com informações da Brasscom, Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais, o Brasil forma 46 mil pessoas com perfil tecnológico por ano, porém, estima-se que, de 2019 até 2024, a demanda por profissionais será de 420 mil, correspondendo a uma média simples de 70 mil por ano. Se não houver mudanças, haverá um déficit de 260 mil profissionais.

O coordenador do curso de Engenharia de Computação do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia, prof. Angelo Zanini, reforça que a falta de profissionais de Tecnologia da Informação (TI) é antiga, mas deve piorar, pois há um mercado de desenvolvimento tecnológico amplo e em pleno crescimento. 

“O mercado de tecnologia da informação sempre esteve muito aquecido, mas, com a pandemia, houve um aumento ainda mais significativo de atividades no formato Home Office, tornando o profissional de tecnologia imprescindível para realizar toda a estrutura da computação em nuvem e fazer demais redes e sistemas funcionarem perfeitamente em qualquer lugar, além dos dados, Engenharia de Software, informática, hardwares e softwares. Cada vez mais o mercado se dá conta de quão alto é o déficit de profissionais de TI, pela falta de profissionais bem qualificados a contratar”, comenta prof. Zanini. 

Formação de excelência

O profissional de TI relaciona-se com vários setores da organização, normalmente propondo soluções inovadoras e solucionando problemas referentes a servidores, uso de softwares e implantação e administração de sistemas, a fim de impulsionar as atividades de todos os envolvidos. Por isso, as universidades devem preparar o profissional com um olhar mais amplo sobre os aspectos específicos da área com uma diversidade de formações, como faz a Mauá.

“Formamos em torno de 30 Engenheiros de Computação ao ano e todos, sem exceção, formam-se já empregados. Priorizamos, mais do que adquirir conhecimentos específicos, trabalhar outras habilidades como ambiente, comunicação, estratégia, processos, dinamismo, empreendedorismo, criatividade e inovação, por exemplo. Entender tudo o que for relativo à tecnologia da informação não é suficiente. É necessário também ter visão de negócios para tomadas de decisões assertivas. Conhecimento de línguas, proatividade e senso de responsabilidade são grandes diferenciais para o profissional que aspira a se especializar dentro ou fora do País, atuar em empresas de destaque e crescer na carreira”, comenta o prof. Zanini, que ainda lembra que a Mauá promoverá vestibular no meio do ano para ingresso no curso. 

Cooperação é uma exigência em um mundo competitivo

Um tema que tem ganhado importância tanto em estudos sobre comportamento humano como também em discussões é a cooperação. Aplicada em conjunto com a colaboração é possível dinamizar o ambiente de trabalho e transformar uma empresa, tornando-a mais competitiva.

Poucas vezes ao longo da história da gestão de pessoas se ouviu tanto essas palavras: colaboração e cooperação. E por que elas ganharam tanta importância?

Em um ambiente corporativo que exige uma dinâmica muito acelerada e a competitividade se acirra, é preciso que o conhecimento dentro da organização circule mais rápido.

“As pessoas precisam deixar de lado diferenças pessoais e trabalhar em união. Na verdade, operar juntas é o significado de cooperar, enquanto o de colaboração é laborar, trabalhar em conjunto, explica João Roncati, diretor da People+Strategy, consultor e especialista de longa data em estratégia, planejamento e gestão por competências.

Quanto mais dinâmico e competitivo é um ambiente de trabalho, quanto mais se enxerga os profissionais que trabalham na empresa como capital intelectual, maior é a necessidade de se estimular a cooperação e a colaboração.

A cooperação nem sempre é fácil de conseguir no local de trabalho, mas o esforço vale a pena porque conduz a um espaço harmonioso e produtivo. A cooperação pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso para muitas empresas.

Quando os colaboradores dedicam mais tempo às suas tarefas em um local de trabalho cooperativo, eles são mais produtivos e as coisas são feitas com mais rapidez e eficiência. Tempo valioso não é perdido resolvendo disputas e conflitos quando há colaboração no local de trabalho.

“E esse processo é simples e nasce sozinho, basta juntar as pessoas? Ledo engano, nós somos competitivos por questões culturais. Serão necessários elementos e ferramentas para estimular, controlar e premiar cooperação e colaboração se ela for importante para o negócio”, finaliza o especialista.