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GFT abre novos centros de excelência para a Guidewire na Europa e anuncia Macif Group como novo cliente

A GFT, empresa alemã referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, está investindo em centros de excelência para a implementação de soluções Guidewire na Polônia e na Espanha, além das unidades que já existem na Itália e em Quebec, no Canadá. A estratégia visa atender às necessidades das empresas de seguros europeias, voltadas à consultoria especializada de alta qualidade, com baixos custos. Espera-se que cerca de 120 especialistas trabalhem nesses centros, em futuras seguradoras de médio e grande porte, especialmente aquelas localizadas nos principais mercados da Europa.

A GFT tem fornecido serviços e recursos para a implantação de produtos Guidewire em inúmeras seguradoras no mundo todo desde 2010, e de 2014 para cá também como parceira de implementação. Os principais objetivos são fornecer consultoria estratégica, comercial e operacional, implementação técnica, migração de dados, manutenção e atualização de serviços, oferecendo, dessa forma, suporte de ponta a ponta para a transformação digital de seguradoras.

“Ao estabelecer nossos centros de excelência para a implementação da Guidewire na Europa, estamos enfatizando a nossa estratégia de crescimento internacional e nossos esforços para posicionar a GFT como parceira de TI para as seguradoras no que diz respeito à digitalização. A parceria com a Guidewire nos dá acesso a novos clientes, países e mercados – é uma situação vantajosa para ambas as empresas”, explica a CEO da GFT, Marika Lulay.

Os resultados da parceria já estão aparecendo, já que o primeiro cliente da Guidewire Cloud foi a Macif Group (MACIF), empresa francesa de seguros, selecionou a InsurancePlatform da Guidewire para substituir seus sistemas legados e transformar todo o seu catálogo de negócios. Por fazer parte da Guidewire PartnerConnect™ Consulting aliance, a GFT selecionada para apoiar o programa de implementação.

“Fizemos uma longa seleção entre fornecedores de soluções para P&C (Property and casualty insurance) na França e identificamos a Guidewire pela integridade de sua tecnologia e sua liderança no mercado francês em comparação a outros players”, comentou Yann Arnaud, diretor de produtos P&C., economia, desempenho e riscos da Macif Group. “A nossa seleção se provou certeira, já que, com a GFT, implementamos com sucesso produtos Core e Digital para nossa linha de negócios de motores comerciais em 10 meses, incluindo a adoção completa dos recursos prontos para uso.”

Segundo Carlos Kazuo, Director of Customer Innovation Solutions da GFT Brasil, o investimento nos centros de excelência é parte da estratégia global da companhia: “A GFT Brasil, por exemplo, trabalha muito próximo do setor de seguros, com clientes importantes do porte de Sulamérica, HDI Seguros, Seguros Sura, e tem apoiado os seus clientes nas jornadas de transformação digital pela qual passa o setor”, afirma.

Com clientes do porte da Macif Group, IA (Industrial Alliance), AXA e o expertise em Guidewire (com implementações no Canadá, Itália e França) no portfólio, a GFT se capacita como um player global. “Hoje, somos capazes de atender os nossos clientes ao redor do mundo em implementações, consultoria e advisory em negócios e tecnologia, através dos centros especializados no Canadá, Polônia e Espanha”, complementa Kazuo.

Com a aquisição da V-NEO, provedora canadense de serviços de TI para o setor de seguros e um dos maiores integradores independentes da Guidewire com o centro de excelência em Quebec, Canadá, no ano passado, a GFT fortaleceu sua expertise nesse setor. A equipe internacional conta com cerca de 300 especialistas. Com o estabelecimento de centros de excelência para implementação da Guidewire na Polônia e na Espanha, além do centro já existente na Itália, a GFT está expandindo sua capacidade de entrega nearshore para atender melhor às necessidades complexas e diversificadas de seus clientes.

Como a transformação digital influenciará a comunicação e a imprensa?

Por Thais Antoniolli, Presidente da PR Newswire/Cision Latam

O título deste meu artigo é uma provocação. Afinal, é indiscutível: a transformação digital é o novo normal. Não é algo para o futuro. Já está acontecendo e a empresa que não se adaptar a essa nova realidade poderá ficar apenas na memória das pessoas. Hoje, toda companhia quer ser uma ‘tech company’, e os negócios de comunicação também fazem parte da lista.

Mas como exatamente a transformação digital está impactando e influenciando a atuação da imprensa em uma ponta e a da comunicação na outra? É o que vou detalhar a seguir. Acompanhe!

Adeus imprensa velha

Nos últimos anos, as mídias se modernizaram, migrando seus modelos de negócios para o digital. O papel, tão adorado pelas fontes, deu lugar gradativamente a sites e a presenças nas mais variadas mídias sociais. Com o tempo, um aliado surgiu nesse cenário, o analytics, que chegou para mudar a imprensa de patamar e fisgar a audiência. E isso não só na mídia on-line, mas também nas emissoras de rádio e de TV. Elas também estão na esteira da transformação. Nesse novo universo, os leitores e os telespectadores estão no comando e ignorá-los pode ser fatal.

Nesse contexto, um dos maiores desafios é entender melhor o público. Do que se alimentam? Onde vivem? Que tipo de conteúdo consomem e como? É quase filosófico e a resposta nem sempre é a soma de 1 + 1.

As empresas descobriram, no entanto, que os dados são chave nesse contexto, mas nem sempre eles estão nas mãos de quem oferece o conteúdo – se você quer saber mais sobre esse tema, eu escrevi recentemente um artigo sobre o poder das métricas. É por isso que HBO e Disney, por exemplo, que amargavam até então a soberania da Netflix, estão criando suas próprias ofertas de streaming.

Outras estão apostando forte no pay wall, sistema de assinatura que permite ao internauta o acesso a conteúdos restritos, para entender com mais profundidade sua audiência. Outras ainda estão quase que virando uma Edtech, usando conteúdo para mexer com os medos da audiência e fazê-las comprar assinaturas para saber como mergulhar e saber tudo sobre o tema X ou Y.

E a comunicação?

Normalmente, quando pensamos em transformação digital, tiramos da manga tecnologias da moda, como inteligência artificial (AI), machine learning e big data, que certamente ajudam negócios a rodar mais rápido. Mas essas tecnologias fazem muito mais do que aumentar a produtividade. Elas também mudam a forma como nos comunicamos. É por isso que a comunicação é altamente impactada.

Não faz muito tempo, a comunicação interna era praticamente um braço da área de recursos humanos ou de marketing. Ok, não tem nenhum problema nisso. Mas com o digital ela voou, passando por uma verdadeira metamorfose. Como a borboleta, que antes era apenas uma larva. O digital, então, permitiu uma comunicação mais fluída, clara e multicanal. É difícil encontrar uma empresa que não use a comunicação digital, que vai muito além do e-mail, para se conectar de forma mais efetiva com seus colaboradores.

O resultado? Fluxos de trabalho mais eficientes, quebra de silos e aumento da satisfação dos funcionários, acostumados em suas vidas pessoais com o digital. E o cenário ganhará ainda mais contornos nos próximos anos. Com estimativas de mercado indicando que nativos digitais representarão 75% da força de trabalho até 2025, as comunicações provavelmente serão mais rápidas e mais digitais.

A comunicação externa também ganhou novas fases. Afinal, as pessoas estão mais conectadas do que nunca. É a era da hiperconexão. A pesquisa Estado de Serviços Móveis, elaborada pela consultoria especializada em dados sobre aplicativos para dispositivos móveis App Annie, mostra que os brasileiros passaram mais de três horas por dia usando o celular em 2018. Essa média colocou o País em 5º lugar no ranking global de tempo dispendido com esse aparelho.

Para as empresas, isso significa que o ponto de contato inicial precisa ser essencialmente o digital e, de preferência, o smartphone. Trata-se de uma comunicação imediatista, conveniente e altamente personalizada, por meio de chatbots e outros recursos tecnológicos presentes no dispositivo móvel.

Assim como todo e qualquer negócio que está se transformando, para a comunicação e a imprensa ter ou não um legado é fator crucial na velocidade da mudança. Nenhuma companhia, no entanto, deve encarar esse fator como impeditivo para sua evolução. A jornada digital, apoiada em um propósito, é sempre a melhor forma de superar os desafios. Basta escolher a sua cereja do bolo.

E você já escolheu a sua? Se está do lado da comunicação ou da imprensa, agora é hora de mudar. Como você está lidando com essa provocante e invasiva transformação digital?

Especialista em Tecnologia e Telecomunicações alerta sobre a importância do tratamento devido de dados pessoais pelas empresas

A associada da área de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações do escritório Vinhas e Redenschi Advogados, Cecília Almada Cunha, diz que as empresas devem ficar atentas às novas decisões judiciais envolvendo proteção de dados pessoais. Isso deve acontecer, segundo ela, antes mesmo da Lei Geral de Proteção de Dados entrar em vigor, em agosto de 2020, principalmente por conta de decisões como a da Juíza da 13ª Vara Cível de São Paulo que deferiu tutela de urgência que visava impedir o suposto compartilhamento indevido de dados oriundos da relação contratual entre um indivíduo (autor) e a imobiliária Cyrela.

Com base no resultado, Cecília Almada Cunha ressalta que o mindset está mudando e as empresas devem tomar consciência, o quanto antes, de que todos os setores da economia e todos os departamentos da organização serão impactados se não se adequarem às regras de proteção de dados pessoais esparsas e setoriais. “Não podemos esquecer que o Código de Defesa do Consumidor dispõe que o consumidor terá acesso às informações existentes em cadastros das empresas, assim como as respectivas fontes, o que nos remete ao direito de livre acesso contido na LGPD”, pondera Cecília Cunha.

“Também devem ser considerados o direito constitucional à intimidade e vida privada e os princípios presentes no Marco Civil da Internet, como o da proteção da privacidade, proteção dos dados pessoais e da responsabilização dos agentes de acordo com suas atividades”, completa a associada da área de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações do escritório Vinhas e Redenschi Advogados.

Tratamento dos dados – Cecília Almada Cunha lembra que na sociedade da informação, movida a dados, compartilhamos nossas informações pessoais a todo o momento e que as empresas, por outro lado, são capazes de desenvolver novos negócios, serviços e produtos através dessas informações. Portanto, de acordo com ela, o tratamento de dados pessoais deverá se dar em conformidade com as normas técnicas de segurança da informação e jurídicas, além de estar de acordo com as melhores práticas do mercado. “É uma questão, inclusive, reputacional”, enfatiza a especialista em Tecnologia e Telecomunicações.

Marcelo Ciasca será o novo CEO da Stefanini Brasil

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, anuncia Marcelo Ciasca como novo CEO da Stefanini Brasil. Com 18 anos de empresa, 15 de México e sete como CEO Latam, o executivo retorna ao Brasil para suceder Monica Herrero, que participará do processo de transição até o final do ano, quando assume uma vaga no conselho da empresa.

Marcelo Ciasca e Monica Herrero trabalharam juntos no processo de internacionalização da Stefanini, sendo que o novo CEO Brasil foi um dos primeiros expatriados da multinacional, construindo uma história de sucesso como country manager do México e, desde 2012, como CEO Latam. Neste mesmo ano, a Stefanini decidiu dividir as operações em quatro regiões – Brasil, Latam (países de lingua espanhola), Estados Unidos/Ásia e Europa.

“Estou animado com o novo desafio, especialmente porque há grandes oportunidades para a transformação digital. Temos dentro de casa as nossas ventures, que funcionam como aceleradoras de soluções disruptivas, permitindo que a Stefanini disponibilize uma oferta completa, de ponta a ponta”, afirma Marcelo Ciasca.

Atualmente, a multinacional brasileira conta com 20 ventures, atuando de maneira colaborativa e flexível para auxiliar os clientes na jornada de transformação digital. “Ao fomentar este ecossistema que impulsiona a integração das ventures, nos tornamos mais competitivos para ampliar nossa atuação em diversos segmentos, dentro e fora do Brasil”, destaca o novo CEO da Stefanini Brasil.

A escolha de Marcelo Ciasca para o novo cargo reforça o posicionamento da multinacional em valorizar suas lideranças para questões estratégicas. “Agradecemos a colaboração de Monica Herrero para o crescimento da empresa e desejamos sucesso ao Marcelo Ciasca, que chega para comandar a maior operação da Stefanini”, disse Marco Stefanini, CEO Global da companhia.

Como CEO Latam assume Damian Mendez, que atuava como country manager da Argentina e Peru, países que contribuiram para o crescimento de 25% da região em 2018.

A tecnologia a favor do RH

Por Tomás Ferrari, sócio fundador da GeekHunter

Diferente dos outros setores, a área de Recursos Humanos relutou (e muito!) para investir em tecnologia. No começo, as páginas amarelas eram utilizadas por empresas que buscavam profissionais técnicos. Posteriormente surgiram sites de emprego, conhecidos como job boards, que tinham como objetivo alocar vagas no ambiente digital. Atualmente, já existem ferramentas voltadas para o engajamento, seleção e entrevistas de candidatos, que usam algoritmos, Inteligência Artificial e dados para identificar bons perfis técnicos e características comportamentais dos candidatos.

Uma das tendências atuais é a utilização do People Analytics, que através de Big data consegue melhorar a qualidade das contratações e a performance dos times. Com uma análise bem avançada dos dados, ainda é possível eliminar decisões subjetivas, antecipar tendências e identificar caminhos para aumentar a produtividade da empresa.

Além disso, existem soluções para executar testes e avaliar profissionais em tempo real, como é o caso da HackerRank e da Codility. Outras servem ainda para gestão e automação de processos seletivos, como a Kenoby, Gupy e Recrutee. Também existem opções que traçam o mapeamento comportamental, como é o caso da Solides.

Nesse cenário, há ainda os marketplaces, mais conhecidos por reunirem empresas e candidatos em um só espaço e que, diferente dos job boards, utilizam dessas ferramentas, acelerando a contratação e filtrando candidatos de acordo com o perfil que a empresa espera entrevistar, por exemplo.

Embora, essas soluções estejam à disposição para auxiliar as empresas a selecionarem os melhores talentos, ainda existe certa resistência por parte de alguns profissionais de RH, que acreditam que essas tecnologias irão eliminar os empregos dos seres humanos. Por isso, a importância de se mudar o mindset do setor como um todo.

Sabemos que o processo de contratação muitas vezes pode ser longo e árduo, levando meses até que o profissional mais adequado seja encontrado. Quanto mais tempo leva para ser finalizado, maior é o custo, fazendo com que muitas organizações ultrapassem o orçamento, percam projetos ou ainda acabem contratando uma pessoa que não condiz 100% com a função.

A utilização dessas tecnologias permite agregar maior assertividade e rapidez no dia a dia de trabalho, conduzindo a tomadas de decisões mais estratégicas, acelerando as etapas e, consequentemente, selecionando candidatos mais alinhados aos valores da marca que irá representar.

Além disso, por meio de muito benchmarking, o responsável pela área de RH pode aprender melhores práticas aplicadas a processos seletivos, novas metodologias e, ao mesmo tempo, ser criativo para customizá-las frente às peculiaridades de cada negócio.

É essencial, ainda, manter uma cultura de sempre testar muitas alternativas que possam ajudar neste contexto. Nem sempre o que funciona muito bem para uma empresa, vai funcionar para a outra. A velocidade com que a tecnologia evolui é muito alta e não podemos ficar reféns de uma única forma de selecionar profissionais.

Cognizant leva experiência do consumidor do futuro para o SAP Now

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, participa do SAP Now, que será realizado de 11 e 12 de setembro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Na ocasião, a companhia apresentará um modelo de atendimento que consiste na demonstração da experiência do consumidor no futuro, integrando diversas tecnologias, como reconhecimento facial e chatbot, além de plataformas para criar, gerenciar e expor APIs de forma dinâmica e segura.

Com o apoio de um “sandbox”, que consiste na utilização de técnicas de inteligência artificial para reconhecimento facial e criação de diálogos de interação, foi possível desenvolver plataformas para geração de dados, virtualização de serviços, produção e gerenciamento de APIs.

Rosangela Locatelli, head de Enterprise Application Services da Cognizant, explica que dessa forma, com as soluções trabalhando em conjunto, o cliente pode experimentar uma jornada do consumidor do futuro, em que a escolha e a compra de um produto são realizadas de forma digital e personalizada, garantindo assim agilidade e segurança em todo o processo.

“Todas as tecnologias foram integradas com plataformas em nuvem, garantindo a segurança dos dados e de transações como criação de cadastro de cliente, ordem de pedidos e históricos de compras. Com as soluções trabalhando de forma integrada, o cliente pode vivenciar a jornada do consumidor do futuro, por meio da qual a criação da conta bancária e a compra de um produto são realizadas de forma digital e personalizada, para garantir agilidade e segurança em todo o processo”, conta Rosangela Locatelli.

“A competitividade dos negócios e o apetite por inovação proporcionam o cenário ideal para demonstração das tecnologias no evento. Em meio à aceleração digital, as corporações devem adotar uma abordagem de parceria e colaboração para continuar relevantes hoje, ao mesmo tempo em que desenvolvem suas capacidades para antecipar a atender às necessidades do mercado no futuro”, enfatiza Eduardo Guerreiro, head de Digital Business.

“A integração de inúmeras plataformas e soluções por meio de APIs seguras se encaixa perfeitamente nesse cenário. Assim como as instituições financeiras vêm enfrentando o dilema da regulamentação do open banking no País, o varejo também vem sendo desafiado a oferecer experiências melhores aos seus consumidores”, observa o executivo.

A Cognizant patrocinará o evento com a cota ouro, integrando o mercado de usuários de SAP e geração de oportunidades. O estande encontra-se na posição O9 e contará com a demonstração “A Experiência do Consumidor do Futuro”.

As três principais tecnologias que potencializam essa experiência são: Open API in a Box, Face Recognition e ChatBot, além do auxílio de outras soluções, como Test Data Manager, Service Virtualization, API Gateway, API Manager, inteligência artificial, que fazem com que o processo de experiência do consumidor seja devidamente otimizado.

SAP Now

Data: de 11 e 12 de setembro de 2019

Horário: 9 h às 18 h

Local: Expo Transamérica

Endereço: Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro – São Paulo, SP.

Para mais informações, acesse:

events.sap.com/br/sap-now-brasil/pt/home/

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Internacionalização de startups exige planejamento minucioso

Para quem é empreendedor, o sonho de operar em outros países é comum e quase unânime. É o caminho “natural” de crescimento, que capta olhares e investimentos externos mais expressivos, ao exemplo dos maiores cases nacionais – Nubank, 99, Stone, Movile e PagSeguro.

Estima-se que, no Brasil há cerca de 15 mil startups em operação, sendo pouco mais de 13 mil mapeadas pela Associação Brasileira de Startups (Abstartups). Neste universo amplo de inovação, apenas 7% das startups brasileiras estão buscando a internacionalização, segundo dados do StartOut Brasil, programa de internacionalização de startups promovido pelo Governo Federal.

Ainda de acordo com o programa, que contribuiu com a internacionalização de 87 startups, de 2017 a 2019, mais de 860 empresas mostraram interesse em começar a atuar em outro país, sendo Portugal (Lisboa), Estados Unidos (Miami), Canadá (Toronto), Alemanha (Berlim) e Chile (Santiago) os destinos mais procurados.

Esses números, a princípio, podem parecer desanimadores, mas demonstram um grande potencial de crescimento do ecossistema brasileiro de startups.

Visão sem fronteiras

A quem deseja trilhar esse caminho, a primeira coisa a se ter em mente para ter relevância no exterior é o mindset global, que determina a competitividade mundo afora. Nesse quesito, os empreendedores precisam ter uma visão ampla de seus negócios, sem o limite de fronteiras.

Por esse motivo, a internacionalização deve seguir um roteiro. O início desse processo deve ser a pesquisa de mercado fora do país de atuação e o público alvo que pode receber. Uma vez decidido o mercado com o qual se deseja negociar (compra, venda ou investimento), é preciso conhecer o “ambiente de negócios”, relativo a questões culturais, econômicas, regulatórias, jurídicas, entre outras, dependendo do tipo de relação e do produto/serviço.

“No momento da internacionalização de uma startup o empreendedor acaba avançando, na maioria das vezes, de forma muito rápida na evolução da empresa e, por esta razão, pode esquecer de alguns pontos relevantes, juridicamente, para o crescimento saudável do negócio. É importante ficar atento no contrato social, acordo entre sócios, termos de uso, política de privacidade, contratos com fornecedores, parceiros e mentores de fora do Brasil, além de estar de acordo com a legislação de exportação do país de origem para o seu segmento e a de importação do mercado de destino e, principalmente, verificar aspectos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e da leis vigentes no país para a transferência internacional de dados e o seu tratamento”, explica Arthur Braga Nascimento, CEO e advogado do BNZ Innovation, braço do BNZ Advogados.

Para este patamar, legalmente, a startup precisa estar formalizada no Brasil, pois, para realizar qualquer tipo de operação, é necessário um Pessoa Jurídica devidamente habilitada (prestação de serviços, compra, venda, investimento etc.). Em seguida, o empreendedor deve montar um planejamento estratégico que ajude a consolidar a marca em outro país e, assim, gerar um respaldo para que esta decole lá fora.

Investimentos

Quando se tem um plano de expansão, é preciso ter em mente quais os gastos envolvem essa expansão – levando em consideração o capital de giro necessário para manter o negócio ativo, até que seja possível atingir o ponto de equilíbrio. De acordo com o fundador e CEO da Bicalho Consultoria Legal, Vinícius Bicalho, não existe uma fórmula pronta para calcular a reserva.

“O que nós sugerimos, normalmente, é um acréscimento de 30% a 40% no valor calculado como orçamento para a implantação do negócio no exterior. Com os cálculos em mãos, o empreendedor pode buscar investidores e parceiros para apoiar esse crescimento, criando ta,bém endosso a países que podem se estabelecer melhor internacional”.

Trocar experiências também é vantajoso aos empreendedores. O hábito do network, portanto, deve fazer parte do dia a dia do empreendedor, em especial, com agentes do ecossistema de outros países, ajudando a minimizar as dúvidas das rotinas internacionais.

O acordo de nivel de serviço e sua importância nos contratos

Por Eliana Bellucco

O Acordo de Nível de Serviço ou Service Level Agreement passou a ser adotado nos contratos de Tecnologia da Informação ( T.I.), sendo inclusive objeto de uma norma da ABNT (ISO/IEC 20000-1:2011) , mas sua importância não se restringe a esta categoria de contratos, uma vez que é uma forma de medir a prestação de serviços e acompanhá-la, propiciando ao contratante mecanismos mais eficazes do que apenas rescindir um contrato muitas vezes de grande importância para a sua empresa; e, ao fornecedor de serviços, a oportunidade de monitorar seus serviços e garantir um diferencial no seu mercado de atuação.

Mas, afinal, o que é o Acordo de Nível de Serviços( ANS ou SLA)?

Esse documento é um complemento do contrato de prestação de serviços firmado entre as partes, normalmente constando como um anexo ou um capítulo a parte. Define ítens importantes da prestação de serviços que podem ser medidos e estabelece multas quando não cumpridos.

Em contratos de T.I., normalmente os SLA estabelecem o prazo para correção de instabilidades ou queda de serviço, muitas vezes com gradação entre níveis críticos e os de menor potencial lesivo, disponibilidade e outros.

Muitos contratos de prestação de serviços continuada podem se beneficiar de Acordos de Nível de Serviço, mesmo não sendo da área de tecnologia, porque no dia a dia há uma série de questões que podem comprometer a execução do contrato e os mecanismos legais disponíveis muitas vezes não oferecem uma solução adequada.

Em tese, um contratante insatisfeito pode notificar o prestador de serviços e apontar itens que não correspondem às expectativas do contrato, mas se não estiverem bem detalhados e medidos, é possível que suas alegações acabem sem um suporte fático suficiente. Já um Acordo de Nível de Serviço bem elaborado pode lhe conferir maneiras eficientes de controlar e monitorar os serviços antes que ocorram situações onde somente a rescisão é possível, o que por vezes causa prejuízos a ambas as partes.

O Acordo, portanto, deve ser elaborado em conjunto entre a área contratante da empresa, que detém o conhecimento técnico e as necessidades para aquele determinado contrato e o Jurídico, que cuidará de evitar qualquer redação dúbia, que não ofereça a proteção contratual que se espera.

Assim, o contratante tem bem especificadas as questões que podem prejudicar a sua empresa e o contratado que tenha um bom desempenho nas medições oferece uma prestação de serviços confiável, garantindo sua imagem no mercado e junto aos seus contratantes.

Os itens de serviço ficam especificados, as medições e multas bem delimitadas, com mecanismos para rescisão em caso de determinados descumprimentos ou reincidências.

Dessa forma, é um importante ponto de atenção para as empresas contratantes e contratadas de modo a deixar a relação regulada e diminuir ou, ao menos, facilitar a resolução de eventuais discussões que possam surgir ao longo da prestação de serviços.

Eliana Bellucco, especializada em Lato Sensu em Direito Constitucional e membro do escritório Almeida Prado & Hoffmann Advogados Associados

Smartphones da Huawei chegam à TIM

A TIM comercializará a partir desta sexta (23) o HUAWEI P30 Pro e HUAWEI P30 lite. É a primeira vez que a operadora comercializa smartphones da fabricante chinesa em suas lojas e incorpora e seu portfólio os tão aguardados modelos que estão redefinindo as regras da fotografia móvel. Os aparelhos estarão disponíveis com descontos especiais para novos e atuais clientes TIM Black.

Os smartphones serão vendidos em lojas no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Florianópolis e Curitiba. Com condições especiais, neste final de semana (23 a 25/08), no TIM Black 10GB + 10GB, o P30 Lite (nas cores Peacock Blue e Preto) sairá por R$ 600. Já o modelo P30 Pro (nas cores Aurora e Preto) será vendido por R$ 2.220 no TIM Black Família de 100GB. As ofertas são válidas para novos e atuais clientes, que poderão parcelar a compra em até 12 vezes sem juros no cartão de crédito.

“Recentemente, a Huawei inaugurou cinco quiosques em diferentes cidades ao redor do Brasil. A parceria com a TIM e a expansão para uma nova região do país, o Sul, reforça que chegamos para ficar e que oferecemos tecnologias de ponta para todos os brasileiros, àqueles que buscam algo novo aos que anseiam por qualidade diferenciada”, afirma José Luiz do Nascimento, diretor de vendas da Huawei CBG Brasil.

O HUAWEI P30 Pro é a opção ideal para os usuários que estão sempre tirando fotos, seja de pessoas, paisagens, animais, comidas, entre outros. O smartphone possui um revolucionário sistema quádruplo de câmeras Leica, que o transforma em uma câmera profissional na palma das mãos. Além disso, possui uma bateria de 4.200mAh e o recurso Super Charge de 40W, que carrega o dispositivo de zero a 70% em 30 minutos, e garante desempenho ideal para um dia intenso de uso.

Já o HUAWEI P30 lite conta com uma câmera frontal perfeita para os amantes de selfie de 32 MP de resolução e um conjunto de câmeras traseira tripla, permitindo que os usuários ampliem o campo de visão das fotografias e captem um cenário ainda mais amplo. Tanto a câmera frontal quanto a traseira, possuem tecnologia de reconhecimentos de cena dirigida pela IA (Inteligência Artificial) da Huawei. Com memória de 4GB + 128 GB é possível mais espaço para armazenamento.

“Buscamos sempre oferecer a melhor experiência aos clientes e isso inclui termos as melhores opções de smartphones do mercado, pensando nos diferentes perfis e necessidades dos consumidores. A parceria com a Huawei, segunda maior fabricante de aparelhos do mundo, está em linha com essa estratégia e traz pela primeira vez aparelhos da marca ao Sul do Brasil. Os modelos possibilitarão aos nossos clientes aproveitar funcionalidades diferenciadas na maior rede 4G do Brasil”, explica Marcos Senna, Diretor de Devices e VAS da TIM Brasil.

Quem é o profissional mais indicado para ser o ‘diretor do futuro’?

A publicação da Lei 13.853, realizada no dia 9 de julho, concluiu a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), o órgão federal que fiscalizará e instruirá normas sobre proteção de dados pessoais. Este é um complemento à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, que estabeleceu em 2018 a forma como empresas, bancos e órgãos públicos poderão tratar dados pessoais. A legislação entrará em vigor daqui um ano, em agosto de 2020, mas já causa efeitos no mercado. Enquanto as empresas se adequam às normativas, surge a necessidade de uma nova função para atender às exigências legais e demandas da ANPD: o encarregado de dados, também conhecido pela sigla DPO (do inglês Data Protection Officer).

O advogado Hermes de Assis, sócio do Urbano Vitalino Advogados e especialista em concepção de operações estruturadas, proteção de dados e privacidade, destaca que empresas cujas atividades estão relacionadas à manutenção de dados pessoais – como planos de saúde e bancos, por exemplo – terão de eleger um profissional para comandar as operações internas de tratamento dos dados em posse da instituição. Segundo o diretor-executivo do escritório, Christiano Sobral, grandes empresas deverão pagar salário de cerca de R$ 30 mil a este profissional.

“É uma função totalmente nova no mercado. Esse encarregado terá de responder não só à presidência da empresa, mas também à ANPD. Ele ficará responsável por produzir relatórios e garantir que a área técnica da segurança de dados cumpra os requisitos impostos pela nova legislação. Boa parte das empresas acaba por treinar e aproveitar um profissional da própria equipe, mas já vimos casos na Europa de que não é produtivo acumular funções: o mais recomendado é que o profissional seja exclusivamente dedicado a esta nova designação”, explica.

Para o especialista, o perfil ideal deste encarregado de dados é aquele que alia o conhecimento jurídico da legislação brasileira – mas dribla a burocracia do setor – e compreende com facilidade a linguagem dos componentes digitais aos quais a segurança de dados está diretamente relacionada. “Tem que ser um profissional com intimidade com a lei, já que lidará com uma autoridade nacional, mas também que esteja imerso no mundo da tecnologia e seus desdobramentos. É importante ainda que a função ofereça autonomia ao encarregado, tanto financeira quanto na tomada de decisões, pois ele terá que prestar contas sobre a segurança de dados da empresa para a autoridade reguladora”, complementa o sócio do Urbano Vitalino Advogados.

Bossa Nova anuncia a chegada de Thiago Oliveira em seu quadro societário

Da esquera para a direita: Rodolfo Santos, Pierre Schurmann, João Kepler e Thiago Oliveira, executivos sócios da Bossa Nova Investimentos

Em menos de cinco meses do início da operação na Europa, a Bossa Nova Investimentos, líder absoluta do segmento na América Latina, acaba de anunciar um novo sócio para reforçar seu board executivo. Com o DNA da inovação correndo em suas veias, Thiago Oliveira, que começou a empreender aos 20 anos, é fundador da IS Log & Services, empresa especializada em transporte e logística criada em 2003 e vendida no final de 2018 para um fundo de investimentos.

“Acreditar que eu poderia sair de uma situação improvável de garoto pobre nascido em São Miguel Paulista, foi um dos primeiros impulsos para correr atrás dos meus sonhos com muita disposição e pouco capital. Depois de 15 anos aprendendo e refletindo “sozinho”, hoje tenho por perto pessoas com quem eu posso compartilhar tudo o que aprendi e que também me ensinam todos os dias a empreender”, revela Thiago Oliveira.

Autor do livro “Pense dentro da caixa”, da editora Gente, a aproximação com a micro venture capital se consolidou após ser convidado por João Kepler, sócio da Bossa Nova, para ser coautor do livro recém lançado pela mesma editora “Os Segredos da Gestão Ágil”, que traz cases práticos e técnicas de melhorias para que empresas de todos os portes possam aplicar em sua gestão. “O Thiago é um empreendedor nato que inspira outros profissionais do mercado a aprimorarem seus métodos e modelos de negócios por meio da mentalidade ágil”, revela Kepler.

Para o executivo, a história de empreendedorismo de Thiago somada à sua experiência com gestão e sua forma de se relacionar no mundo dos negócios contribuíram para o anúncio da sociedade, oficializado durante um evento interno da empresa. “A vinda dele para o time Bossa Nova fortalece nossa estratégia de democratizar o acesso ao capital para continuarmos identificando as melhores oportunidades de investimentos em estágio inicial”, complementa Kepler.

Start-Up Chile oferece investimento de US$ 80 mil para startups

Para muitas startups que estão em busca de investimento, a Start-Up Chile, maior aceleradora da América Latina e uma das 10 maiores do mundo, está com inscrições abertas até o próximo dia 27 de agosto.

As startups selecionadas receberão, cada uma, US$ 80 mil. Ao longo de seis meses, os empreendedores terão acesso a uma rede corporativa nacional e internacional, investidores, mentores e parceiros globais, além de todo apoio o desenvolvimento de projetos e expansão para novos mercados.

Algumas startups brasileiras já participaram do Start-Up Chile, como foi o caso da Husky, app que facilita a vida de quem precisa receber pagamentos profissionais de empresas estrangeiras, suportando pagamentos enviados de mais de 200 países e em 37 moedas. Para Maurício Carvalho, Fundador e CTO da Husky, que hoje faz parte da rede de mentores do programa, “é uma oportunidade para as startups desenvolverem e melhorarem seus produtos, dentro de um programa que oferece total apoio a essas empresas, com aporte de capital, mentoria e conexões com especialistas do mercado. Eu e meu sócio, Tiago Santos, participamos do programa em 2017 e isso foi essencial para o desenvolvimento do nosso negócio”, observa Carvalho.

A Apoia.se, plataforma que permite criar um clube de assinatura para produtores de conteúdo, também passou por uma experiência muito positiva, já que na época estava com um protótipo funcional e clientes, mas precisava escalar a operação e montar uma equipe estruturada. “Além de nos proporcionar um período de estabilidade financeira, todo o aprendizado nos ajudou para que pudéssemos nos estruturar melhor”, comenta Hernán Efron, CEO da plataforma.

Para a Signa, plataforma online adaptada e com cursos produzidos didaticamente em libras e com legendas, o contato com empreendedores e investidores de outros países abriu possibilidades para a equipe pensar globalmente. Em estágio de desenvolvimento do produto, a participação foi crucial para manter o negócio estável e conseguir alavancar outros níveis. “O programa nos deu um fôlego financeiro para construirmos o produto e testar paralelamente, tendo todos os fundadores se dedicando 100% ao negócio. Mas a maior contribuição foram as conexões que fizemos e mantemos até hoje, desde empreendedores até outros stakeholders do ecossistema de empreendedorismo”, conclui a CEO Fabíola Borba.

Os selecionados serão anunciados em 29 de novembro e o programa terá início no dia 4 de fevereiro de 2020. Para mais informações sobre o Start-Up Chile, acesse: www.startupchile.org/programs/seed/