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Stefanini cria Escola de Arquitetos para refinar conhecimento de desenvolvedores

A busca por profissionais da área de Tecnologia da Informação cada vez mais qualificados tem provocado no mercado insights para preparar candidatos interessados em atuar em TI com os mais altos níveis de conhecimento e qualificação para ocupar espaços nas companhias que necessitam desses profissionais. Pensando nesse mercado potencial e com réguas de exigências que diferenciam os melhores desenvolvedores, a Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, criou o ‘Escola de Arquitetos’.

O curso interno começou em agosto, e vai até dezembro deste ano, e visa a preparação de especialistas para a carreira de TI, com linguagem específica e foco na atualização em tendências de mercado, para estimular o desenvolvimento de influência dentro do cliente para a criação de estratégias de acordo com a arquitetura empregada para determinado projeto, além de fornecer a este profissional os recursos que precisa para seguir em ascensão nesta disputada área de atuação.

Nesse projeto piloto, os participantes terão encontros quinzenais noturnos, onde, além de assistir treinamentos, terão que apresentar o conteúdo estudado, estimulando ainda mais o aprendizado. Foram selecionados dez desenvolvedores de nível pleno e sênior, que atuam na companhia há mais de seis meses. A escolha foi feita a partir da participação dos candidatos em um hackathon que promoveu avaliações técnica e de comportamento.

O roteiro de estudo prevê 70% de atividade inicial para operacionalizar serviços baseados em mão de obra voltados para a aprendizagem de nível básico como criação de desafios para o programa. Nesta fase, os participantes criam PoCs (Proof of Concept) em respostas aos desafios e são avaliados por um comitê, que elege quais passarão para a próxima etapa, sendo selecionados cinco candidatos para a “Let´s Be Architects” e cinco para “Get Ready”. A partir desta fase, serão aplicados 10% de estudos, com conteúdos mais técnicos, com treinamentos, para ambas as turmas. Já a equipe “Let´s Be Architects” ministrará aulas com foco na cultura Dojo para resolver o tema de sua PoC. (aqui, o treinamento é realizado em ambiente de treinamento a mesma configuração de locais onde se treinam artes marciais japonesas (Dojo’s)). O comitê também avaliará as apresentações que ambas as equipes farão. Haverá ainda uma etapa exclusiva para “Let´s Be Architects”, sendo 20% direcionados à mentoria de network, ou seja, cada um será acompanhado por um mentor fixo, um técnico ‘sombra’, que dará todo o suporte nos projetos em desenvolvimento. O papel da mentoria é compartilhar conhecimento, acompanhar reunião com cliente e conhecer um bom padrão arquitetural.

“Utilizar a metodologia de Learning Model para a aprendizagem neste processo é uma forma de garantir intensa interação e conhecimento de alto impacto, acelerando a imersão e prática” afirma Katia Lobo, gerente de Desenvolvimento Organizacional.

Para serem aprovados, os participantes precisam completar 20 horas de mentoria e participar nas reuniões. O objetivo é ter um refinamento na formação destes profissionais. Ao final do curso, cinco destes colaboradores receberão o certificado Stefanini durante a formatura, que será realizada no dia 7 de dezembro. Como reconhecimento, os cinco agraciados terão prioridade para futuras vagas de arquitetos. E os outros cinco darão continuidade em projetos dentro da companhia. Além disso, os participantes conquistam visibilidade e a possibilidade de apoiar futuras turmas de formação de arquitetos.

A companhia tem previsão para estender o projeto para outras filiais em 2019.

“Nosso objetivo com a Escola de Arquitetos é instrumentalizar nossos colaboradores com conhecimento no estado da arte em TI e promover ações de retenção e atração de talentos para a companhia”, destaca Ana Lígia Bacca, gerente de Recursos Humanos da Stefanini.

Os cursos serão ministrados por profissionais que atuam na Stefanini: Paulo Vitor Pereira Cotta, Líder de Inteligência Artificial, e Vinícius Moreira de Souza, Arquiteto de Soluções Sênior. Paulo Vitor ingressou na companhia em março deste ano, com atendimentos para contas como Banco do Brasil. É graduado em Sistemas de Informação pelas Faculdades de Belo Horizonte (Faminas-BH). Atua desde 2006 com tecnologia Java. Tem pós-graduação em Arquitetura e Infraestrutura em TI, tendo iniciado em 2018 o curso de MBA em Deep Learning no Instituto de Gestão e Tecnologia da Informação (IGTI).

Vinicius Souza atua na Stefanini desde 2016, tendo trabalhado em contratos dos Correios e do Ministério da Integração Nacional do Governo Federal, no qual, atualmente, está envolvido no projeto de microsserviços. É graduado em Ciências da Computação pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB). Tem conhecimentos aprofundados em Java para Web. Cursa atualmente pós-graduação em Machine Learning, com foco em Inteligência Artificial.

Paulo Cotta e Vinícius Souza foram responsáveis por introduzir na Stefanini a cultura de disseminar o conhecimento entre as equipes com os Dojo’s, dando ao ambiente de treinamento a mesma configuração de locais onde se treinam artes marciais japonesas.

“Programas de formação pautados em aprendizagem e aceleradores de carreiras possuem conexão com o propósito da Stefanini, além de estarem vinculados com a estratégia de longo prazo da cia”. Cintia Bortotto, diretora de RH LATAM, envolvida e patrocinadora do programa.

Portugal recebe 15 startups brasileiras para internacionalização

Na primeira semana de novembro, 15 startups brasileiras desembarcam em Lisboa para participar da 5ª edição do StartOut Brasil. A missão a Portugal ocorrerá entre os dias 11 e 16 de novembro, mas, nesta edição, as startups também terão a oportunidade de participar do WebSummit, a maior conferência de tecnologia do mundo, que acontece entre os dias 5 e 8 de novembro, em Lisboa.

No dia 6 de outubro, as empresas participaram do Warm Up, um evento de preparação para as duas semanas que passarão em Portugal. A agenda incluiu elevator pitch, palestra sobre o país europeu e suas condições para novos negócios, dicas para a internacionalização, treinamento de pitch, bate-papo com matchmaker e até conversa com um possível investidor.

“As reuniões do StartOut, em São Paulo, com as startups que participarão da imersão em Lisboa foram muito produtivas e foi possível identificar, de forma clara e concreta, as reais necessidades destas jovens empresas. Ao mesmo tempo, percebe-se que, em alguns casos, existe um bom match com o que as empresas portuguesas estão à procura”, comenta o matchmaker Bruno Mourão Martins, Program Manager da SBI, que esteve presente no Warm Up, em São Paulo.

Sobre o Ciclo Lisboa

O StartOut Brasil tem ganhado cada vez mais notoriedade justamente por atuar de ponta a ponta ao lado das startups participantes. Seu objetivo é oferecer gratuitamente um programa completo e robusto que compreenda todas as fases da internacionalização de uma empresa, promover conexões genuínas em ecossistemas de inovação com potencial para novos negócios e incentivar que startups brasileiras busquem, desde o início, o mercado global.

Durante a semana em Portugal, as empresas terão a oportunidade de conectar-se com alguns dos principais players locais e prospectar oportunidades de negócios. Nessa fase, os empreendedores passam por treinamento de pitch internacional; workshops; visitas a players importantes do ecossistema; apoio de matchmaker para agendamento de reuniões com potenciais parceiros; e possibilidade de apresentação do negócio para investidores (Demoday).

Corrupção foi o tema mais comentado no Twitter durante as #Eleições2018

Durante os meses em que as #Eleições2018 estiveram em evidência no Brasil, foram gerados 165 milhões de Tweets sobre o assunto, o equivalente a mais de quatro vezes o total de Tweets em relação às eleições de 2014 (volume computado entre 6 de julho e 26 de outubro de 2014). O período contabilizado foi entre os dias 16 de agosto e 28 de outubro de 2018.

Para trazer um panorama de todo o período eleitoral desse ano, o Twitter levantou dados relacionados às conversas em torno do assunto na plataforma. Confira no Blog do Twitter o volume de Tweets sobre cada candidato à Presidência da República, os temas mais comentados e os maiores picos de conversas, além dos emojis mais utilizados na plataforma.

Loja física vai morrer?

Uma tendência no setor varejista fez até mesmo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) rever suas projeções para a quantidade de lojas que serão abertas no Brasil. Se no começo desse ano a entidade calculou o surgimento de 20,7 mil pontos de venda em 2018. Agora, se espera que o ano feche com apenas 5,2 mil novos estabelecimentos. Números que sugerem que é preciso apertar os cintos para atravessar a instabilidade econômica e o clima de incerteza no País.

Há uma série de indícios, além do apresentado pela Confederação, que apontam as dificuldades que um empresário pode ter ao tentar abrir uma loja física, seja qual for o porte. Um deles é o fato de os compradores estarem cada vez mais conectados a opções de e-commerce, algo que existe há pelo menos 20 anos no Brasil, mas que tem avançado em várias direções a cada ano. Uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) divulgada em agosto mostrou, por exemplo, que 75% dos jovens entre 16 e 22 anos entrevistados fizeram compras em lojas virtuais ou sites de revenda, como o Mercado Livre.

As lojas físicas, assim, que, dependendo da estrutura da empresa, são sinônimos de gastos que se equilibram na corda bamba da crise, perdem cada vez mais espaço. E esse é um fato, infelizmente, dentro do mercado empresarial brasileiro. De acordo com dados do IBGE de 2017, das 733,6 mil empresas abertas em 2010, apenas 37,8% sobreviveram até 2015.

Tanto os varejistas quanto as grandes corporações já perceberam que o momento agora é de mudar e rever a modalidade de negócio. Afinal, atraindo clientes ou não, com retração de vendas ou não, é preciso manter o negócio funcionando.

Daí vem a tendência de migração para o e-commerce. As marcas precisam estar onde o público está, ou seja, no mundo real e no virtual. O consumidor espera que seu desejo seja realizado a um clique e, frente aos problemas que o varejo enfrenta, como desvalorização do real, desaceleração do mercado interno e dúvidas sobre o futuro econômico do País, nada mais urgente do que atendê-lo.

Avançando há pelo menos dois anos no mercado brasileiro, os marketplaces também se consolidam como uma vitrine eficaz para o varejo. É cada vez mais comum empresas de pequeno porte se posicionarem oferecendo seus produtos nos chamados “shoppings virtuais”. O vendedor está no mesmo ambiente que o comprador e pode, então, abordá-lo de maneira mais eficiente e gastando menos do que se a compra estivesse sendo feita em uma loja física. Melhor: pode monitorar o que ele coloca no carrinho, qual foi seu caminho até chegar à loja, o que procurou dentro do site.

A internet também se torna uma aliada na gestão dos negócios. Sistemas que integram informações de estoque, controle de vendas, emissão de notas fiscais contribuem fortemente para que a loja virtual (e também a física) atue com toda a sua capacidade, focando no atendimento de qualidade, enquanto tudo está na ponta do lápis – ou seja, em painéis de controle e gestão do negócio – “do outro lado do balcão”. Hoje existem muitos sistemas de gestão que podem fazer tudo isso em conjunto: controlar a empresa e, ao mesmo tempo, inserir o negócio no mercado digital.

As estratégias de venda precisam ser flexíveis em tempos que o comércio está fechando as portas. A venda virtual, definitivamente, não pode ser deixada de lado, com o risco de ficar para trás e perder uma boa fatia de compradores.

Robinson Idalgo, fundador do Sistema Grátis – ERP com alguns módulos grátis.

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O impacto da IoT e Wearables na saúde

Por Barrett Coakley

Muitos idosos manifestam interesse em permanecer em suas casas pelo maior tempo possível à medida que envelhecem. Como resultado, o mercado de assistência médica domiciliar (home healthcare) teve um enorme crescimento, com muitas empresas tentando aproveitar essa nova demanda. Atualmente existem mais de 300 mil aplicativos no mercado de “health tech”. Tendências tecnológicas como Internet das Coisas (IoT), videoconferência e dispositivos vestíveis (wearables) estão sendo introduzidos para tornar o desejo de ficar em casa mais real.

De acordo com a Gartner o mercado de wearables tem um crescimento anual estimado de 16,7% e pode atingir US$ 34 bilhões em 2020. No Brasil a tendência se confirma, mas ainda a passos lentos. Segundo um recente estudo do Grupo Technos, o consumo anual de relógios inteligentes do brasileiro ainda é quatro vezes menor do que a média mundial de consumo. Por outro lado, a aquisição de smartphones no Brasil é uma dos maiores do mundo e o país representa 4,4% de todo mercado global. Isso mostra uma aderência a tecnologias móveis, mas por enquanto restritas aos telefones inteligentes.

O papel dos dispositivos conectados foi novamente evidenciado com o lançamento do novo relógio inteligente da Apple. A versão mais recente do Apple Watch inclui novos recursos de saúde, como um acelerômetro e um giroscópio, que podem detectar quedas bruscas, e um sensor de frequência cardíaca que pode fazer um eletrocardiograma usando um novo aplicativo de ECG. Jeff Williams, diretor de operações da Apple, chamou o relógio de “um guardião inteligente para sua saúde”.

Usando eletrodos e um sensor elétrico de frequência cardíaca, o Apple Watch Serie 4 permite que os usuários façam uma leitura de ECG diretamente de seus pulsos através do aplicativo de ECG. O aplicativo pode classificar se o coração está batendo em um padrão normal ou se há sinais de fibrilação atrial. Todas as gravações são armazenadas no aplicativo Health em um arquivo que pode ser compartilhado com os médicos.

O recurso de detecção de queda usa um acelerômetro e um giroscópio, que mede até 32g de força, junto com alguns algoritmos personalizados, para identificar quando ocorre uma queda brusca. “Ao analisar a trajetória do pulso e a aceleração do impacto, o relógio inteligente envia ao usuário um alerta após uma queda, que pode ser dispensado ou usado para iniciar uma chamada para o serviço de emergência”, segundo a empresa. “Se o Apple Watch sentir imobilidade por 60 segundos após a notificação, ele automaticamente chama o serviço de emergência e envia uma mensagem com a localização do usuário.”

Reduzir quedas e re-hospitalizações são o grande foco das empresas de saúde. Calcula-se que os gastos decorrentes de quedas e lesões relacionadas a quedas custem bilhões de dólares todos os anos e podem crescer para quase US$ 60 bilhões até 2020, de acordo com o HUD.

Este não é o primeiro produto da Apple para o mercado de saúde. Em 2016 a empresa lançou a CareKit, uma rede de software que permitiu o monitoramento de condições médicas em casa com um iPhone. Muitas outras grandes empresas também estão entrando nesse mercado. Por exemplo, a varejista de produtos eletrônicos Best Buy adquiriu a GreatCall, uma empresa que desenvolve e vende smartphones, smartwatches, dispositivos de alerta médico e outras tecnologias de alto nível para apoiar e ampliar a independência de idosos. A Amazon também está explorando aplicativos nesse mercado por meio de seu dispositivo Alexa. A companhia criou uma equipe dentro de sua divisão de assistente de voz Alexa chamada “saúde e bem-estar”, que inclui mais de uma dúzia de pessoas.

Esses dispositivos conectados, sensores internos e os dados coletados permitem que os indivíduos mantenham suas vidas independentes com um risco muito menor. Hospitais, profissionais e fabricantes de dispositivos para saúde utilizam a IoT para manter os pacientes conectados remotamente aos provedores e serviços de saúde. Ao rastrear os sinais vitais do paciente e os indicadores de seu estado de saúde através de dispositivos de saúde, é possível melhorar os resultados, permitindo que os prestadores atendam a mais pacientes, reduzam as visitas hospitalares e diminuam os custos gerais com a saúde.

A ideia é simplificar a gestão de saúde para que o usuário possa continuar vivendo uma vida normal em casa. Em segundo plano, os dispositivos compartilham as leituras com segurança, de modo que qualquer sinal de alerta possa ser captado e qualquer lembrete diário de medicação possa ser enviado proativamente aos pacientes. A tecnologia possibilita não só esse monitoramento como ajudar o usuário a ter uma vida mais saudável, aumentando a expectativa de vida da população.

Barrett Coakley, Gerente de Marketing de Produtos da ClickSoftware, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

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GFT contrata Saulo Santos como novo diretor comercial

A GFT, empresa referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, anuncia a chegada de um novo diretor comercial, Saulo Santos, profissional com experiência consolidada no mercado financeiro ao longo de mais de 30 anos. Com expertise em construção de estratégias de negócio, Santos entra na companhia alemã para consolidar as competências de suporte à evolução da indústria financeira.

O mais novo diretor acumula passagens por instituições como Banco Nacional, BankBoston, Itaú e Original. “Essa vivência como executivo tanto nas áreas comerciais como back office, e áreas de suporte, servirá como uma alavanca para a compreensão de demandas dos clientes da GFT e construções de soluções sob medida para a companhia”, explica Santos.

O profissional participará das interações com clientes do mercado financeiro, em especial no processo de criação e evolução do Digital Bank e irá atuar diretamente nas interações com clientes e times internos, compartilhando o seu know-how de forma prática e aplicada na execução de projetos.

Para Marco Santos, managing director da GFT Latam, a contratação do profissional traz um novo impulso para o time de diretores da companhia. “O Saulo possui uma carreira sólida na relação com áreas comerciais, operacionais e de TI em diversos bancos e poderá agregar muito conhecimento e informação nos processos de negócios, reforçando a nossa atuação estratégica”, afirma.

Pesquisa revela os maiores inimigos da produtividade

Cerca de 55,2% dos jovens consideram que ter “foco na hora de executar” é o comportamento que mais melhoraria a produtividade. É o que mostrou o estudo da MindMiners, startup brasileira especializada em pesquisas digitais, em parceria com a Fundação Estudar.

O estudo teve como principal objetivo entender quais os fatores que prejudicam a produtividade dos brasileiros e como as pessoas veem esse tema. A pesquisa revelou que a procrastinação é o principal fator que atrapalha a produtividade (52%), seguida do fato de ter muitas coisas para fazer ao mesmo tempo (25%).

De primeira, os respondentes deram dois significados para o tema, parte considera que produtividade está relacionada à proatividade, como: ser ativo, empenhado e fazer as coisas acontecerem. E parte enxerga na expressão a condição de quem: equilibra eficiência e qualidade e concluí várias tarefas com qualidade. Na comparação entre gênero e classes sociais as diferenças foram mínimas, porém os resultados entre as regiões apresentam algumas diferenças.

Na região Sudeste e Sul, por exemplo, ter muitas coisas para fazer ao mesmo tempo teve percentual em torno de 30% acima da média. Já na pergunta sobre o que ajudaria a pessoa a ser mais produtiva, saber priorizar melhor as tarefas (51%) e entender como evitar distrações (47%) foram as mais citadas. Trabalhar mais teve apenas 6% – ou seja, não se trata de aumentar a carga de trabalho, mas sim de usar o tempo à disposição um modo mais eficiente.

Por fim, foi possível identificar que as pessoas percebem tanto ganhos emocionais, quanto funcionais ao serem mais produtivos: ao mesmo tempo em que há um impacto positivo na autoestima por causa de um sentimento de dever cumprido, há uma melhora no desempenho das tarefas do dia a dia devido a um maior aproveitamento do tempo. Milene Rosenthal, psicóloga e CEO da Telavita,marketplace de saúde digital que conecta profissionais de psicologia a pacientes de todo Brasil, explica que é fundamental buscar o equilíbrio do profissional e o emocional. “Quando inúmeros desafios e problemas nos cercam o desempenho no trabalho é prejudicado, às vezes aparece enfermidades como a depressão e ansiedade. Por isso, buscar esse equilíbrio é essencial para se manter produtivo no ambiente de trabalho. A depressão causada pelo trabalho é o que mais origina afastamento nas empresas, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, a partir de 2020, a depressão será a causa mais frequente da ausência prolongada e recorrente das atividades no trabalho”.

Já Mônica Hauck, CEO da Solides, HR Tech especializada em gestão comportamental e people analytics, explica que conhecer o perfil comportamental dos membros da equipe é o primeiro passo para adequar melhor as habilidades de cada um nas tarefas que desenvolve na empresa. “Fazendo essa análise, as pessoas são colocadas nas funções que tem relação com seus talentos e dificuldades. Se cada colaborador exercer uma tarefa coerente com seu perfil, a atividade se torna mais simples e é realizada com mais eficácia”, explica Mônica.

Para Marcelo Furtado, CEO da Convenia, um software na nuvem de Gestão de Pessoas para PMEs, antes de aplicar alguma técnica com os colaboradores é preciso fazer um diagnóstico e, cabe ao gestor ver qual como está a produtividade dele. “A principal ferramenta é um acompanhamento próximo, ajudar a priorizar as demandas e passar o caminho das pedras para que a tarefa seja executada com sucesso” conta Marcelo.

Mulheres nos Conselhos impactam ganhos das empresas

Na última terça-feira (23) aconteceu, em São Paulo (SP), a primeira edição do Fórum Diversidade no Conselho, organizado pela CKZ Diversidade. A idealizadora do evento, Cris Kerr, abriu as apresentações com dados de pesquisas que comprovam que, além da responsabilidade social, a diversidade nos conselhos também impacta a performance financeira das corporações.

Segundo estudos da McKinsey, companhias que incentivam a diversidade de gênero e raça têm retorno financeiro acima da média nacional de sua indústria em 15% e 35%, respectivamente. O retorno sobre o patrimônio líquido das empresas com mulheres em cargos de liderança também foi 44% maior do que nas companhias que não tem mulheres nesses cargos. Quando o assunto é rentabilidade, organizações que aumentaram a presença de mulheres em até 30% nos cargos de alta liderança cresceram 15%, de acordo com pesquisa do Instituto Peterson de Economia Internacional.

7 dicas para potencializar suas vendas na Black Friday

Por Manuella Lima

Com a Black Friday se aproximando, cresce a preocupação dos lojistas online em elaborar estratégias especiais para potencializar as vendas nesse período. O avanço da era digital está alinhado ao crescimento do comércio eletrônico e, hoje, de acordo com expectativa da Ebit/Nielsen, o e-commerce continua sendo o principal canal de venda durante a data. Ainda segundo o levantamento, a expectativa de faturamento da Black Friday este ano é de 2,43 bilhões de reais, valor 15% acima do observado em 2017.

Para auxiliar os empreendedores online, ou até mesmo, estimular aqueles que querem aproveitar o período para abrir um e-commerce, confira sete dicas para organizar a loja e intensificar as vendas antes, durante e depois da Black Friday.

1 – Identifique os produtos que entrarão em oferta

Para começar, é preciso identificar os itens de sua loja que farão parte da campanha de Black Friday. Para isso, você pode unir necessidade e oportunidade. De que forma? Aproveite para queimar o estoque de produtos que não têm muita saída, modelos mais antigos, ou peças da coleção anterior, caso você tenha um e-commerce de moda, por exemplo.

2- Defina o valor dos descontos

Uma vez que você já elegeu os produtos que irá destacar na Black Friday, é importante também calcular precisamente o valor do desconto para cada um deles. As ofertas devem ser sempre reais, por isso, não maquie preços e nunca ofereça descontos que não existem. Hoje, os consumidores estão cada vez mais atentos e exigentes com relação à mudança de preços dos produtos.

3- Crie estratégia de vendas e planeje o estoque

Para esquentar as vendas, você pode criar estratégias como o lançamento de edições limitadas de produtos ou kits, ou até mesmo oferecer frete gratuito. Outro ponto crucial é o planejamento do seu estoque, de acordo com a demanda. A dica é fazer uma projeção do quanto você pretende vender, com base em experiências de anos anteriores, ou até mesmo no quanto você investiu em publicidade para a data, para que não faltem nem sobrem muitos produtos.

4 – Agilidade na compra

O cliente precisa bater o olho na sua loja e já identificar onde estão as ofertas especiais de Black Friday. Crie uma categoria especial de promoções para que os produtos sejam encontrados com mais facilidade. É interessante, por exemplo, ter um banner anunciando as promoções exclusivas para a data e uma aba especial, na home do seu site, que reúna os itens em oferta. Com a correria do dia a dia, os consumidores possuem menos tempo e, na web, existe grande chance de ocorrer dispersão, caso eles não encontrem um conteúdo atrativo.

É muito importante que sua loja também esteja ajustada para a versão dos dispositivos móveis, para que o consumidor possa realizar a compra de qualquer local, a qualquer momento. Essa tendência de compras via mobile cresce a cada ano e segundo dados das lojas cadastradas na plataforma da Nuvem Shop, durante o período da Black Friday de 2017, 43% das vendas foram realizadas via dispositivos móveis.

5 – Priorizar a qualidade do atendimento

Prepare iniciativas que promovam um bom serviço de atendimento. Você pode gravar vídeos contando detalhes sobre os produtos, ou deixar respostas prontas para dúvidas frequentes. É preciso atender bem não só antes e durante a venda, mas também no pós-venda. Prepare-se para os pedidos de trocas e as dúvidas que surgirão quando o produto chegar à casa do consumidor. Caso seja necessário, contrate mais gente para auxiliar nas demandas dos pedidos. Ter um bom atendimento garante a fidelização dos clientes.

6 – Aposte em divulgação

Trabalhe na divulgação de suas ofertas. Crie artes, imagens e textos atrativos para publicar em suas redes sociais ou faça banners com o tema para decorar sua loja. As redes sociais são uma ótima maneira de divulgação rápida, fácil e de baixo custo. Além disso, você pode produzir anúncios mostrando os pontos fortes da sua loja e os principais produtos em promoção. Outra dica, se você já tem uma base de cadastros de clientes, é o e-mail marketing, muito utilizado para atrair clientes que já compraram no estabelecimento e fazê-los comprar de novo.

Lembre-se que, para o sucesso de qualquer divulgação, é preciso saber qual seu objetivo com a campanha, conhecer o público-alvo e considerar o perfil das pessoas que você deseja atingir, quando criar a publicidade online. Caso contrário, você pode perder dinheiro com ações generalistas e sem foco.

7 – Aproveite para fidelizar os clientes

Por fim, depois de colocar em prática as dicas acima, é necessário fidelizar os clientes. Você pode enviar e-mails agradecendo a compra, cupons de desconto, ou estender o prazo das ofertas. Além disso, que tal enviar um mimo no pacote do produto? É uma estratégia que pode cuidar muito pouco e, com certeza, vai surpreender e encantar o cliente. Dessa forma, você consegue cativar os consumidores, para que eles voltem a comprar em outras datas sazonais, como o Natal.

Gostou das dicas? Todas são frutos da experiência dos consultores Nuvem Shop, plataforma de e-commerce com mais de 20 mil marcas que movimentam o mercado online. Para ficar por dentro de todas as novidades do universo do e-commerce não deixe de acompanhar nosso blog.

Manuella Lima, Coordenadora de Projetos de Marketing na Nuvem Shop, plataforma de e-commerce líder na América Latina.

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É preciso unir o Brasil para o desenvolvimento econômico, afirma FecomercioSP

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) parabeniza o novo presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro (PSL), e ressalta que, agora, é preciso unir o País em torno de objetivos comuns: os desenvolvimentos econômico, social e ambientalmente sustentado da Nação.

Para a Entidade, o novo presidente será uma importante peça na pacificação do povo brasileiro e no fortalecimento ainda maior de todos os valores democráticos e dos direitos e liberdades individuais.

O mercado e o setor produtivo esperam um novo governo que coloque de forma clara as medidas prioritárias e suas diretrizes sobre a política econômica. Além de promover ajustes fiscais, reduzir seu grau de interferência, possibilitar as reformas nas áreas tributária, previdenciária e nos gastos públicos e diminuir a burocracia, estimulando o ambiente de negócios.

A FecomercioSP identifica convergência de seus objetivos com as propostas no programa de governo apresentado, com as reformas estruturais defendidas pela Entidade, sendo a redução do tamanho do Estado e da sua exposição à corrupção e à ineficiência, a principal delas.

Para a Federação, a Reforma do Estado brasileiro precisa ser iniciada imediatamente. O Estado é o indutor do desenvolvimento, seja pelo investimento público direto, e mais ainda pela criação de condições que permitam à iniciativa privada investir em processos produtivos ou em infraestrutura. Nos dois casos, pode-se dizer que o Estado brasileiro enfrenta dificuldades para cumprir seu papel. O governo tem, hoje, baixa capacidade de investimento em razão de elevadas despesas de custeio.

Outro tarefa urgente para esse Governo, na visão da Entidade, é a reforma da Previdência Social, que precisa ser implementada, garantindo o equilíbrio do sistema para as gerações presentes e futuras.

Da mesma forma, a Reforma Tributária, fundamental para a melhoria do ambiente de negócios no País, garantindo o desenvolvimento sustentável da economia brasileira. Contudo, a Entidade é enfaticamente contrária a qualquer elevação de tributos com finalidade de ajustes fiscais pontuais, pois a sociedade brasileira já arca com uma das maiores cargas tributárias do mundo em relação à sua renda per capita. No entendimento da FecomercioSP, qualquer aumento de tributos significa a redução de investimentos privados, de uma forma geral, além da redução do consumo.

A FecomercioSP ressalta que o Brasil necessita de instituições sólidas e de irrestrito respeito à independência entre os Poderes e ao Estado democrático de direito, nos termos da Constituição em vigor, e, como sempre fez em toda a sua trajetória de 80 anos, coloca-se à disposição do novo presidente para ajudar no que couber quando solicitada. A Entidade acredita e confia que os próximos anos serão de prosperidade e retomada do desenvolvimento socioeconômico.

Agibank chega à marca de 1 milhão de clientes

O Agibank, fintech que oferece produtos e serviços para promover a inclusão financeira dos brasileiros, alcançou nesta semana a marca de 1 milhão de clientes ativos. O número é resultado dos mais de 3 milhões de pedidos de novos clientes recebidos entre janeiro e outubro de 2018.

“Nos últimos meses, chegamos a receber, em média, mais de 220 mil pedidos de abertura de contas”, explica o Founder & CEO do Agibank, Marciano Testa. A expansão da base de clientes também reflete o crescimento na presença física em todo o território nacional. Com 580 pontos de atendimento, o Agibank está presente em todas as cidades do Brasil com mais de 200 mil habitantes.

Outro aspecto que garante sustentabilidade à estratégia do banco é o crescimento exponencial no número de estabelecimentos que passaram a atender os usuários do Agibank após a parceria com a Cielo, a maior adquirente do país, que possui seus terminais em mais de 1,1 milhão de pontos espalhados pelo território nacional. Nas máquinas da Cielo, os clientes que utilizam o Agibank Pay não precisam portar o cartão plástico, e podem realizar compras no crédito e no débito via QR Code com seu smartphone.

Humanizar os processos empresariais diminui a rotatividade dos colaboradores

A alta rotatividade de colaboradores pode se dar por inúmeros fatores, e acaba sendo um dos principais desafios na gestão. Para reverter essa situação e desenvolver equipe sólidas, a estrutura empresarial e o cotidiano corporativo possuem papeis fundamentais neste processo.

Para Alexandre Slivnik, especialista em gestão de pessoas, o profissional que apenas leva em consideração o salário não consegue se manter por muito tempo em uma determina posição. Para reter talento, as empresas precisam ir além e ficar atentas também a questões ligadas a lideranças, projetos, objetivos e propósitos que fazem com que o colaborador queira continuar com aquela equipe. “O clima pode ficar melhor através de uma cultura organizacional de encantamento, que passa por líderes que entendem e transbordam essa ideia para o cliente interno”, explica.

Slivnik aponta que tais iniciativas podem ser introduzidas a partir de objetivos claros e definidos. “Treinamentos sempre incentivam e mostram para as equipes sobre a importância da contribuição de cada um para o desenvolvimento da organização. E os líderes têm um papel fundamental nesse processo. Eles devem sempre reconhecer, recompensar e celebrar cada conquista do seu colaborador”, aponta o especialista em gestão de pessoas.

Alexandre explica que tudo deve passar pelo olhar do líder e se ele não acredita em seus modelos e projetos, nada dará certo. “É preciso que ele esteja, de fato, preocupado com as pessoas, ao invés de ficar apenas atrás de computadores olhando planilhas e esquecer de andar pela empresa e conversar com a sua equipe. É preciso humanizar todo o processo, afinal, são as pessoas que fazem o negócio acontecer”, ressalta.

Para desenvolver uma equipe mais engajada, Slivnik indica a criação de múltiplos pontos de escuta para entender os colaboradores, processos de reconhecimento com metas a serem cumpridas, planos de recompensa a partir de experiência e enriquecimento pessoal e profissional. “Celebre cada conquista e resultado. Isso vai gerar ainda mais engajamento e motivação”, aconselha.

O empresário que não entende de gente, vai falir sua empresa rapidamente. “Tem que sair da sala fechada da diretoria e encarar, como os colaboradores, as diversas tarefas práticas do dia a dia. Quanto maior o exemplo da liderança, maior o encantamento interno e, consequentemente, mais respeito eles conquistarão”, finaliza.

CommScope anuncia parceria com o Google para o desenvolvimento de infraestrutura de redes

A CommScope anunciou uma parceria com o Google para desenvolver, instalar e operar uma rede ESC (Environmental Sensing Capability), impulsionando a adoção da tecnologia de CBRS (Citizens Broaband Radio Service) pelo mercado. A parceria permitirá aprimorar as capacidades técnicas de cada empresa com uma base consolidada, o que resulta em mais pontos capazes de adotar CBRS e maior disponibilidade de espectro para os operadoras que utilizam essa tecnologia.

“Esse acordo é vital para a infraestrutura das redes e representa um grande comprometimento com a tecnologia CBRS por duas grandes empresas provedoras de SAS. E ajudará a demonstrar que as oportunidades criadas pela CBRS em breve se tornarão uma realidade”, destaca Ben Cardwell, vice-presidente sênior da CommScope Mobility Sotutions. “Juntos, ofereceremos uma rede ESC mais veloz e mais eficiente, aproveitando a capacidade conjunta de duas grandes empresas.”

A banda CBRS utiliza 150 MHz do espectro de 3,5 GHz, que será compartilhada pelas incumbentes, incluindo sistemas de radares governamentais e novos usuários comerciais. A CBRS proverá espectros compartilhados alocados dinamicamente para vários tipos de uso, como por exemplo redes privadas, redes wireless fixas, banda larga wireless rural, cobertura sem fio interna, Internet das Coisas e capacidade adicional de celular. A FCC (Federal Communications Commission) autorizou o uso compartilhado da banda, o que possibilita o suporte de serviços comerciais wireless, ao mesmo tempo que protege o uso pela incumbente.

O espectro CBRS é gerenciado pelo SAS (Spectrum Access Systems), que necessita de uma rede ESC para colocar em funcionamento a operação de radar. Assim, os sistemas SAS conectados podem reconfigurar as alocações de espectro para dispositivos CBRS próximos, para funcionar sem a interferência com a atividade naval.

A CommScope e o Google proverão serviços SAS independentes e operarão em conjunto a rede ESC. Essa rede foi desenvolvida para oferecer alta disponibilidade, com redundância integrada e capacidade de detecção de falhas, que são essenciais para o funcionamento adequado. Como parte dessa parceria, as empresas compartilham a responsabilidade pelo design geral da rede.

O Google desenvolveu o sensor ESC e o cloud decision engine computing e operará a nuvem que se comunicará com cada sistema SAS. Já a CommScope irá implantar e gerenciar toda a operação física da rede. Juntas, o Google e a CommScope já estão trabalhando com a FCC e outras agências governamentais para obter todas as certificações.

“A ESC representa bem mais que apenas uma capacidade extra. Para conseguir gerenciar o espectro com eficiência, o sistema SAS conta com notificações precisas vindas do ESC, que elimina falsas leituras positivas com uma alta disponibilidade de monitoramento de rede”, afirma Milo Medin, vice-presidente da área de serviços wireless do Google. “Estamos empolgados em trabalhar em conjunto com a CommScope em busca do sucesso na tecnologia CBRS.”

Marketplace oferece produtos com descontos especiais para clientes MRV

Buscando inovar e melhorar a experiência dos clientes com a marca, a MRV Engenharia desenvolveu um Clube de Vantagens. Lançada em dezembro de 2017, a plataforma pode ser acessada pelo Portal de Relacionamento com o Cliente e reúne diversos parceiros. A ferramenta oferece produtos com descontos para mobiliar e equipar os apartamentos. Atualmente, um em cada cinco clientes da MRV já compra no marketplace da marca, movimentando cerca de 4 milhões de reais por mês.

Inicialmente utilizado para comercializar kits de acabamento, o Clube de Vantagens MRV conta hoje com grandes nomes do varejo nacional, como a Magazine Luiza, e já negocia a entrada de outras marcas. “Queremos alargar nosso portfólio para que o relacionamento com o cliente não acabe no momento de entrega das chaves”, explica Rafael Menin, copresidente da construtora.

A iniciativa de investir no marketplace se deve, segundo Menin, a fatores como as mudanças nos hábitos de consumo dos clientes MRV. A intenção é propiciar por meio da plataforma, uma experiência completa, prolongando a relação com a marca. Para o diretor de marketing e vendas da MRV, Rodrigo Resende, essa relação pode ser benéfica tanto para a construtora, quanto para as empresas parceiras: “Hoje, a construtora investe em tecnologia, marca e relacionamento com o cliente mais que a média do setor. Acreditamos que o Clube de Vantagens será uma ferramenta eficiente de relacionamento com nosso cliente, possibilitando a criação de ações que agregam valor à experiência desses com a nossa marca e a dos parceiros”, salienta.

Inovação e tecnologia

A praticidade do mundo virtual e o cotidiano vem impulsionado o comércio virtual. Prova disso é que o e-commerce no Brasil cresceu 12,1% no primeiro semestre de 2018 com relação ao mesmo período do ano passado. Nessa onda de expansão, o estudo Panorama dos Marketplaces no Brasil, feito pela Precifica, aponta que o número de lojas em marketplaces cresceu quase 91% de setembro de 2017 a setembro deste ano.

Atenta ao mercado e às mudanças de hábitos dos consumidores, a MRV Engenharia lançou sua loja virtual em 2001 e hoje a internet já é responsável por mais de 50% do total de suas vendas. “Entendemos que nosso principal cliente são os jovens e por isso temos que investir em inovação para atender e acompanhar as necessidades desse público”, finaliza Resende.

O impacto jurídico da Economia Colaborativa é tema de novo curso do FGVLAW

As práticas da economia colaborativa, base para as principais inovações de empresas nos últimos anos como Uber, Yellow, Cabify, Airbnb e outras iniciativas provocam novos rearranjos e desenhos na estrutura jurídica.

Pensando nesse novo mundo, o programa de Pós-Graduação Lato Sensu da FGV Direito SP (FGVLAW) criou um curso de curta duração voltado a capacitar o aluno a compreender os principais aspectos e os desafios do Direito na regulação da economia colaborativa.

As aulas envolvem conceitos que englobam a criação, produção, distribuição e o consumo compartilhado de produtos e serviços por indivíduos e organizações, tendo por base novas formas de trabalho, o uso de bens e não a sua posse, assim como a atuação em redes ou comunidades, com a intermediação de plataformas digitais.

Para mais informações, acesse http://direitosp.fgv.br/cursos/direito-economia-colaborativa

Cielo anuncia Paulo Rogério Caffarelli como novo Presidente

A Cielo – empresa líder em tecnologia, serviços e soluções inovadoras para o varejo – comunica a eleição de Paulo Rogério Caffarelli como novo Presidente da companhia, após um período no qual a posição era ocupada de forma interina por Clovis Poggetti Jr, que continua exercendo os cargos de Vice-Presidente de Finanças e Diretor de Relações com Investidores. Caffarelli, que tem uma longa trajetória em cargos executivos e vasto conhecimento nas áreas bancárias e de pagamento, assume a função em 5 de novembro.
O executivo chega à Cielo para impulsionar as entregas e os resultados da companhia, com foco em inovação e em competitividade para continuar a oferecer o portfólio mais completo para os clientes. Dessa forma, a Cielo reforça seu objetivo de manter a liderança no mercado brasileiro de meios de pagamento.

“O Conselho tem total confiança de que Caffarelli fará um excelente trabalho à frente da Cielo, nesse momento de rápida evolução tecnológica da indústria”, afirma Marcelo Noronha, Presidente do Conselho de Administração da Cielo, que complementa: “O executivo já chega jogando.”

Trajetória

Paulo Caffarelli construiu sólida carreira no Banco do Brasil, onde até então ocupava o cargo de Presidente do banco desde maio de 2016. Ainda na instituição, foi Vice-Presidente de Cartões e Novos Negócios de Varejo, Vice-Presidente de Negócios de Atacado, Negócios Internacionais e Private Banking. Exerceu também as funções de Diretor de Distribuição, Logística, Marketing e Comunicação e de Novos Negócios de Varejo. Considerando as suas duas passagens pelo BB, Caffarelli acumulou mais de 30 anos de experiência em áreas vitais para o desenvolvimento e evolução do setor de serviços financeiros.

Na indústria de meios de pagamentos, destacou-se na Presidência da ABECS (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito), entre os anos de 2009 a 2012, como um dos interlocutores com o Banco Central para o desenvolvimento da autorregulação do setor.

O executivo ainda presidiu o Conselho de Administração da Cielo e foi membro do Conselho de Administração da Vale S.A. em duas ocasiões, BB Gestão de Recursos (DTVM), Brasilcap Capitalização S.A., Brasilprev Seguros e Previdência S.A., Mapfre Brasil Participações S.A., Banco Votorantim Participações S.A., Banco Votorantim S.A., entre outros.

Pesquisa Gartner com mais de 3.000 CIOs revela que empresas estão entrando na Terceira Era de TI

O negócio digital está amadurecendo, da fase experimental para aplicações em escala massiva. Os CIOs devem evoluir seu pensamento para estarem em sintonia com essa nova era de rápido crescimento na escala dos negócios digitais. O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia pesquisa global feita anualmnte com líderes de TI e que mostra que a função de CIO continuará sendo essencial para a transformação dos negócios digitais.

Os analistas do Gartner apresentaram os resultados da pesquisa durante o Gartner Symposium/ITxpo 2018, que acontece esta semana em São Paulo até quinta-feira. O levantamento 2019 Gartner CIO Agenda reúne dados de mais de 3.000 CIOs de 89 países e das principais indústrias, que representam aproximadamente 15 trilhões de dólare em receita/orçamentos do setor público, além de 284 bilhões de dólares em investimentos em TI. Os CIOs brasileiros representam aproximadamente 5% do total de entrevistados, respondendo por mais de 500 bilhões de dólares em receita/orçamentos do setor público e 9 bilhões de dólares em investimentos para a área de TI.

Os resultados da pesquisa mostram que os negócios digitais atingiram um ponto crítico neste ano, com 46% dos CIOs brasileiros reportando que suas empresas já mudaram seus modelos de negócios ou estão em processo de mudança.
“O que vemos aqui é um marco na transição para a terceira Era da TI: a Era Digital”, diz Alvaro Mello, Diretor Vice-Presidente do Gartner. “Inicialmente, os CIOs estavam dando um salto do conceito de ‘TI como uma técnica’ para a ideia ‘TI como uma preocupação industrial’. Hoje, 20 anos depois de lançarmos a primeira pesquisa CIO Agenda, as iniciativas digitais, juntamente com o crescimento, são as principais prioridades para CIOs em 2019. O digital se tornou mainstream”, diz o analista.

Escalando os negócios digitais – A pesquisa descobriu que 30% dos entrevistados no Brasil evoluíram seus esforços digitais, aumentando em 12% os números do ano anterior. O principal impulsionador de escala é a intenção de aumentar o engajamento do consumidor via canais digitais. “A capacidade de apoiar uma escala maior está sendo desenvolvida em três áreas fundamentais: volume, escopo e agilidade. Tudo visa encorajar consumidores para interagirem com a organização”, afirma Mello.

IT Budgets – A transformação rumo aos negócios digitais é apoiada pelo crescimento contínuo do budget de TI. Globalmente, os CIOs esperam que seus orçamentos cresçam 2,9% em 2019. A média é ligeiramente menor que a registrada em 2018 (3%). Um olhar sobre as diferenças regionais mostra que as regiões estão se movendo juntas: o líder no crescimento de budget é mais uma vez a Ásia/Pacífico, com um incremento estimado em 3,5%. Europa, Oriente Médio e África (EMEA) devem apresentar crescimento de 3,3% em seus orçamentos e a América do Norte, 2,4%. A América Latina projeta um crescimento de 2% em 2019, abaixo dos 2,8% deste ano. As organizações brasileiras esperam ter um aumento de seus budgets de 2,3%, coparado apenas a 1% de aumento projetado no ano passado.

Após alguns anos com orçamentos de TI diminuindo ou aumentando pouco, há uma clara mensagem agora de que as empresas do Brasil precisam se recuperar do subinvestimento dos anos anteriores. “Os CIOs brasileiros deveriam usar seus recursos financeiros com sabedoria para tornar 2019 um ano transformador para os seus negócios. Deveriam se manter ativos nas discussões sobre transformação e investir tempo, dinheiro e recursos humanos para remover qualquer barreira à mudança. A cultura ainda é mencionada como um dos maiores obstáculos no Brasil. Os CIOs deveriam dedicar tanto tempo quanto os Diretores de RH para moldar uma nova cultura necessária para o sucesso nos negócios digitais”, alerta Mello.

Data Analytics e Inteligência Artificial moldam a agenda de tecnologia dos CIOs – Tecnologias emergentes disruptivas desempenharão papel fundamental na reformatação dos modelos de negócios à medida que mudam a economia de todas as organizações. O Gartner perguntou aos CIOs e líderes de TI quais tecnologias eles esperam que sejam as mais disruptivas. No Brasil, Data Analytics e Inteligência Artificial (IA) foram, de longe, as tecnologias mais mencionadas. Com relação à implementação, quando questionados sobre o uso de Inteligência Artificial em suas organizações, 34% dos CIOs brasileiros responderam que já implementaram a tecnologia por meio de chatbots, otimização de processos ou aplicativos de detecção de fraude. “À primeira vista, isso parece revolucionário. No entanto, esse aumento na taxa de adoção de Inteligência Artificial pode indicar exuberância irracional”, afirma o analista. “Embora CIOs não possam se dar ao luxo de ignorar essa classe de tecnologias, eles deveriam exercer um senso de proporção. Esse último lote de ferramentas IA ainda irá passar por sua fase de desencantamento”. O expressivo foco em cibersegurança mostra a necessidade de criar uma base segura para os negócios digitais que proteja as organizações e seus clientes. A pesquisa indica que, na maioria das empresas, os CIOs ainda são responsáveis pela segurança cibernética. No entanto, a organização de TI não pode mais oferecer essa segurança sozinha. O aumento de ataques como phishing requer uma mudança comportamental mais ampla de todos os funcionários. Em 24% das organizações globais com performance digital de ponta, é o Conselho de Administração que é responsável pela cibersegurança, e não apenas o CIO sozinho. O Brasil ainda está engatinhando neste aspecto com apenas 8% dos CIOs indicando que o board acompanha de perto a cibersegurança de suas empresas. Em 59% das organizações brasileiras participantes da pesquisa, o CIO é o principal responsável pela segurança cibernética. No entanto, para melhorar a segurança contra ameaças cibernéticas em todas as organizações, os CIOs estão combinando medidas para fortalecer os ativos de processamento de informações com esforços para influenciar pessoas que usam a tecnologia.

“O sucesso na terceira Era da TI corporativa depende de estratégia sólida, que combine tecnologias novas e disruptivas com um rebalanceamento dos investimentos existentes”, diz Mello.

Saiba como fazer parte do maior festival de inovação do Brasil

Empresas, universidades, ONGs e outras organizações já podem inscrever eventos na 4ª edição da São Paulo Tech Week (SPTW), que acontecerá entre os dias 24 e 30 de novembro. A ideia da São Paulo Negócios, organizadora do maior festival de inovação do Brasil, é fazer da cidade palco para iniciativas dinâmicas, atraindo e conectando milhares de talentos, empreendedores e investidores e posicionando a capital paulista como um hub global de inovação.

“A São Paulo Tech Week vem reforçar o DNA inovador e de empreendedorismo da cidade. Aqui, temos recursos humanos com talento e vocação criativa. Mais de 40% das startups do país estão sediadas no município e temos uma enorme empregabilidade no setor”, destaca o Prefeito Bruno Covas.

Os interessados em promover eventos podem cadastrar qualquer formato de iniciativa, gratuita ou não, desde que aconteça entre os dias 24 a 30 de novembro. As áreas esperadas para as atividades são interatividade, tecnologias como blockchain, startups, carreira e recrutamento, IoT, fintech, negócios, smart city, life science & biotech, impacto social, games, edutech, wearable, investimentos, atividades para crianças, marketing digital, realidade virtual & realidade aumentada, mulheres & tecnologia, construtech e health tech, entre outras.

Durante a SPTW, a expectativa é que sejam promovidas mais de 200 atividades, com temas ligados à tecnologia e inovação, fortalecendo a relação entre a cidade e as grandes companhias com sede no município e capacitando jovens paulistanos no mercado de trabalho

A edição de 2018 conta com patrocínio da Atento, Sympla, Distrito e Estação Hack.