Page

Author admin

Estudo da Salesforce mostra comportamento de consumidores nas datas comemorativas

A Salesforce, líder global em CRM, fez um estudo para analisar o movimento de compras durante as datas comemorativas. O Shopping-First Retailing analisou o comportamento de 6.000 consumidores em seis países: Austrália, Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Inglaterra e França. Além disso, o levantamento analisou o comportamento de compras digitais de 500 milhões de consumidores e 1,4 bilhão de visitas de comércio eletrônico em todo o mundo. A pesquisa também leva em conta dados de 200 milhões de casos de atendimento ao cliente, além das avaliações feitas por compradores à paisana em 70 lojas em Nova York, Londres e São Francisco.

Este relatório revela como os compradores estão interagindo, onde sentem maior aderência e o que seu comportamento pode significar para os varejistas. Essas tendências afetam todas as marcas e varejistas, independentemente do tamanho ou segmento, já que as escolhas dos clientes determinam cada vez mais como o varejo irá atuar.

Marcas x Varejistas x Marketplaces

Os consumidores foram questionados: em um cenário no qual os preços diretos da marca, no varejista e em marketplaces são exatamente os mesmos, por que você escolheria cada canal?

Entre os entrevistados, 60% apontaram a qualidade do produto como principal motivo de compra direto das marcas, 57% disseram que os serviços ao consumidor são os principais atrativos dos varejistas e para 56% os preços dos marketplaces são os motivadores de compra.

Marcas Varejistas x Marketplaces

– 60% qualidade do produto
– 58% inovação do produto
– 48% produtos únicos – 57% atendimento ao consumidor – 56% preço
– 51% variedade de produto
– 50% disponibilidade de produto

Os objetivos do consumidor final determinam por qual canal irá comprar, esteja ele buscando por preço baixo, um produto exclusivo ou por disponibilidade permanente. A exclusividade de produtos oferecida pelas marcas e a conveniência proporcionada pelos mercados estão reduzindo a vantagem competitiva dos varejistas, embora os compradores ainda procurem um bom atendimento ao cliente.

Marketplaces estão ganhando fidelidade e a segunda compra

Outro comportamento interessante apontado pelo estudo se refere à segunda compra. Para adquirir um produto pela primeira vez, 50% dos consumidores escolhem varejistas, contra 31% optando por marketplaces e 19% pela própria marca. O quadro se inverte quando se trata de repetir a compra. Nesse caso, 47% escolheriam os grandes marketplaces, contra 34% que elegeriam os varejistas.

Consulta online na loja física

O levantamento apontou que 71% dos consumidores usam seus dispositivos móveis durante compras nas lojas físicas, sendo 83% deles com idade entre 18 e 44 anos, número bem acima dos 62% registrados em 2017. Entre os motivos para utilizar os dispositivos estão: comparar preços (36%), pesquisar produtos (29%), tirar fotos do produto (28%) e ler um review do produto (25%). Esses dados mostram um comportamento curioso dos consumidores e mais um desafio para o e-commerce: captar esse cliente dentro de uma loja física.

Varejo rápido

A pesquisa descobriu que o varejo precisa ser rápido para atender às expectativas dos consumidores. É necessário prover jornadas de compras, transações e experiências que se movam na velocidade dos clientes: 69% dos consumidores dizem que é importante ou muito importante ver novos produtos cada vez que visitam a loja ou site.

Além disso, todos os meses são verificadas 75% de novas consultas de consumidores, o que mostra a velocidade com que os clientes estão descobrindo novos produtos e marcas. Outro dado interessante é que dentro dos 5% dos produtos mais vendidos nos sites de comércio eletrônico 59% mudam mensalmente. Isso mostra que os varejistas e as marcas precisam estar atentos a esse comportamento, analisar as pesquisas dos consumidores e oferecer os produtos que eles buscam em tempo real.

A pesquisa considerou marketplaces sites como: Amazon, eBay, Alibaba ou Etsy, que vendem mercadorias de várias marcas diferentes, de outros varejistas e de vendedores individuais. E como varejistas, foram consideradas empresas como Walmart, Tesco, Aldi ou Target, que vendem mercadorias de várias marcas diferentes.

Como sua empresa vai morrer em 10 anos

Por Tallis Gomes, fundador e CEO da Singu

Grande cooperativas de táxi poderiam ter criado um aplicativo de mobilidade como o que eu desenvolvi em 2011 antes que eu o fizesse – inclusive, ofereci a eles essa possibilidade e recebi seguidos “não” como resposta. A maioria das empresas listadas na Global Fortune 500, classificação das 500 maiores corporações do mundo, nos anos 50 não estavam na lista em 2014. A idade média de um diferencial competitivo caiu de 30 anos, em 1984, para cinco anos em 2014.

Eu sei que é assustador ler isso, mas a realidade é essa: existe uma boa chance da sua empresa não mais existir em apenas 10 anos. Estamos na era do crescimento exponencial e o mercado respeita religiosamente a conclusão de Charles Darwin, descrita em sua obra prima “A Origem das Espécies” – aqueles que sobrevivem não são os mais fortes ou os mais rápidos, e sim aqueles que detém maior capacidade de adaptação.

A cultura corporativista carrega como efeito colateral a cegueira seletiva. Alguns executivos preferem enxergar apenas aquilo que lhes convém – afinal, por que se preocupar com algo que, no mínimo, lhe trará um enorme problema para defender perante seus colegas? Sim, estou falando daqueles projetos disruptivos que mudam completamente a forma como a empresa opera, muitas vezes, por décadas. Sabe aquele projeto que você engavetou porque preferiu não ter que enfrentar metade do time executivo para aprová-lo? Ou pior, você tentou aprová-lo mas foi vigorosamente vetado – afinal, a empresa já funciona daquela forma, os negócios vão bem e não há necessidade de correr o risco da mudança.

Se você é um funcionário/líder exemplar, provavelmente se identificou com o parágrafo acima, mas deixa eu te contar um segredo: o único risco que uma companhia corre nos tempos atuais é o de NÃO MUDAR! Para sair do clichê de citar exemplos norte-americanos, vou falar do Brasil mesmo. Grandes redes de pizzaria locais poderiam ter antevisto o fenômeno da adoção mobile, por exemplo – a Sala Vip ou a Parmê poderiam ter criado seu app de entrega de pizza, antes que o IFood o fizesse. A NET poderia ter criado seu serviço de streaming antes do Netflix.

Sabe por que nenhum destes exemplos acima se anteciparam ao que estava por vir? Por causa da cegueira seletiva. Meu avô costumava dizer que “a ideia vale 10 centavos a bacia” e eu não poderia concordar mais. Com certeza alguns executivos/funcionários tiveram a ideia de fazer algo disruptivo em seus negócios, mas a cegueira coletiva impetrada no ambiente corporativo podou estes pontos fora da curva – e provavelmente estas companhia serão penalizadas severamente por cometer este erro.

Atualmente, temos mais de 2 bilhões de aparelhos conectados à internet e dentro de 35 anos este número será de 1 trilhão. Existe um mundo de oportunidades a serem aproveitadas e sua companhia tem duas opções: se vacinar contra a cegueira coletiva ou ser atropelada pelos novos entrantes, as famosas startups que estão ávidas por disruptar novos mercado com um time extremamente enxuto e um propósito transformador debaixo dos braços.

Vou listar 3 pontos práticos a serem adotados para evitar que sua empresa seja atropelada nos próximos anos.

(I) Fazer um hackaton por semestre: Hackatons são maratonas de desenvolvimento, geralmente adotadas para softwares, mas que podem facilmente serem adaptadas para processos e produtos. Recomendo que aconteçam dois hackatons por ano na sua empresa e que cada projeto vencedor seja executado religiosamente; sem dúvida será o melhor investimento em R&D que sua empresa fará.

(II) Democratize a opinião: Não faz sentido contratar pessoas inteligentes e bem formadas para que a palavra final seja de um diretor/gerente. É importante adotar a cultura da argumentação; se o estagiário tem um ponto, deixe que ele explique este ponto. Caso o gestor não concorde, ele tem o dever de contra-argumentar para provar o motivo de o ponto apresentado não ser viável. Adotando essa cultura, você irá incentivar seus funcionários/colegas a contribuirem.

(III) Sente um dia por mês no call center: Todo gestor, do CEO ao gerente, deveria obrigatoriamente sentar pelo menos um dia por mês no call center. É lá que você encontrará as respostas para o próximo grande lançamento da sua empresa, ou a adaptação no seu produto que lhe fará ganhar market share (e não na sua planilha de Excel).

O dever do CEO é construir uma companhia que irá destruir a sua em alguns anos. Lembre-se, a verdade é perecível e atualmente, sua validade é como um cubo de gelo no deserto.

Tags

Conheça a trajetória de sucesso de Camila Farani como empreendedora e investidora-anjo

Camila Farani é um dos “tubarões” do Shark Tank Brasil e sócia-fundadora da G2 Capital, uma butique de investimentos com foco em startups. Além de acumular uma trajetória empreendedora respeitável, Camila firmou seu nome como um dos principais na área de investimento-anjo no Brasil, chegando a ganhar prêmios como Melhor Investidora-Anjo no Startup Awards 2016.

Atualmente investe em mais de 30 startups. A empresária e investidora carioca é formada em Direito, pós-graduada em Marketing e especialista em empreendedorismo e inovação na Universidade de Stanford e no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Entre as realizações de sua caminhada empreendedora iniciada em 2001, Camila Farani criou o Grupo Boxx que engloba coffee shops e fast-foods saudáveis. Possui também uma marca própria de café em grão, o Farani Caffè.

Desafio aos 16 anos – Para percorrer essa jornada de sucesso, Camila começou logo cedo a vivenciar os problemas reais de se empreender em um país como o Brasil. Perdeu o pai aos quatro anos e foi, então, que sua mãe decidiu abrir uma tabacaria no Rio de Janeiro. Aos 16 anos, quando Camila trabalhava na empresa da família, fez uma ousada proposta para sua mãe: aumentar em 30% o faturamento do negócio em um determinado prazo. Na sua estratégia, implementou uma pequena inovação naquela época que era oferecer café gelado aos clientes. Se o desafio proposto tivesse êxito, ela passaria a ter porcentagem da empresa.

“Consegui um pouco menos (26%), mas minha mãe resolveu me recompensar porque provei que eu tinha capacidade de execução e conseguia fazer as ideias acontecerem. Esse aprendizado carrego comigo em tudo o que faço. Se você se propõe a fazer algo, analise o negócio e execute. O fato dela ter me dado porcentagem da empresa foi apenas uma das primeiras (e grandes) lições que ela me ensina até hoje. Gratidão é algo indispensável na vida e nos negócios”, conta Camila. Pouco tempo depois, aos 21 anos, ela propôs outra inovação na empresa familiar: passou a servir – na área de café – coquetéis da bebida. Com o crescimento das vendas, conseguiu fechar sociedade com sua mãe.

Quatro negócios aos 26 anos – Na época em que ingressou na faculdade de Direito, Camila Farani usou do pouco capital que dispunha na época para abrir negócios no segmento de alimentação. Com 23 anos já comandava sua própria empresa e aos 26 acumulava quatro negócios próprios. Experiente na área, Farani foi convidada a ser diretora de um novo projeto de alimentação saudável do Grupo Mundo Verde. “Não podemos deixar de arriscar por medo de errar. O ‘não’ a gente já tem. Só tem uma coisa que faz a diferença: atitude”, comenta.

“Quando decidi sair do grupo Mundo Verde, já com uma bagagem de aprendizado, voltei para os meus negócios e criei o Grupo Boxx para consolidar as marcas de alimentação, inclusive a Farani Caffè. Criei novos segmentos em serviços para empresas e também ao público final. Foi nesse período que um amigo me convidou a conhecer o que eram investimento-anjo e startups”, comenta.

Camila aceitou o convite e compareceu ao Fórum do Gávea Angels, um dos primeiros grupos de investidores-anjo no Brasil que tem o propósito de promover o desenvolvimento de startups. Nascia ali uma genuína paixão em atuar como investidora-anjo para fomentar negócios de tecnologia que a levaria a novos rumos, inclusive à própria presidência da Gávea Angels quatro anos depois.

Investidora de mais de 30 startups – Ao longo desse caminho, Camila buscou obter também conhecimento técnico para embasar suas decisões como empreendedora e investidora-anjo, que já vivenciava há mais de 15 anos. Para isso, fez cursos de especialização em empreendedorismo na Babson College e Customer Development em Stanford, além de MBA em Marketing pela PUC-RJ. Possui, ainda, especialização em Lideranças Femininas pela Fundação Dom Cabral e pelo Smith’s College Executive Education for Women.

Hoje Camila é investidora de mais de 30 startups, sendo alguns investimentos diretos e outros indiretos (por meio de sociedades com aceleradoras e grupos de investimento-anjo). A empresária é também professora de empreendedorismo e inovação no curso de pós-graduação da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Também participa ativamente de grupos e entidades focados em apoiar startups.

Outra atividade muito conhecida de Camila Farani é a de palestrante. Quando tem sua presença anunciada em eventos, os auditórios ficam lotados e sempre possui repercussão positiva visto que seu nome é um dos principais nos ramos de empreendedorismo, investimento-anjo e inovação nas redes sociais brasileiras.

Empreendedorismo feminino – Como uma autêntica mulher empoderada e empoderadora, cofundou, em 2014, a MIA – Mulheres Investidoras Anjo. Esta iniciativa investe em startups lideradas por mulheres. O objetivo da entidade é capacitar, sensibilizar e investir em mulheres para que elas se integrem mais no mercado de investimento-anjo. Dessa forma, empresárias, especialmente as que trabalhavam com produtos destinados ao público feminino, têm um apoio mais específico e engajado. Essa ajuda pode vir tanto em aspecto financeiro como em compartilhamento de experiências e conselhos.

Entre os reconhecimentos conquistados, Camila Farani ganhou o Prêmio Barão de Mauá – Jovem Empresária, promovido pela Associação Comercial do Rio de Janeiro em 2013. De 2016 a 2018 presidiu o Gávea Angels. Além de tudo isso, é embaixadora da Rede Mulher Empreendedora.

Tags, , ,

Velocidade na vida dos consumidores e empresários impacta ritmo da inovação das corporações

Grandes mudanças estão acontecendo no plano pessoal e social e as pessoas estão passando por transformações drásticas em seus valores, percepções e formas de relacionar com si e com o mundo. Que tipo de ser humano está sendo construído nesse novo contexto e qual impacto esse cenário provoca no consumo e relacionamento com as marcas? No intuito de ser um “abridor de latas da consciência”, a Officina Sophia Minds & Hearts, empresa pertencente à HSR Specialist Researchers, desenvolveu a pesquisa Uma Vida Conectada para entender como as pessoas estão se relacionando com a velocidade das transformações e se estão se sentindo beneficiadas com esse novo cenário.

Para a maior parte das 2.650 pessoas entrevistadas em todo o Brasil, com idade entre 18 e 49 anos, das classes ABC, a velocidade não é inimiga da perfeição. O estudo detectou que 60% dos respondentes admitem que estão fazendo as coisas de forma mais rápida e melhor do que há cinco anos, e este índice eleva-se entre os mais jovens (69%). Mais do que isso, elas acreditam que, de maneira geral, estamos todos nos sentindo beneficiados e nos transformando com o momento atual.

Ao mesmo tempo em que as pessoas sentem-se beneficiadas com a velocidade, elas exigem que suas respostas sejam na mesma medida (demandam que Indústria, Varejo, Serviços e os meios de comunicação estejam sintonizadas a velocidade que já vivenciam nos seus mundos individuais). No entanto, esse ambiente tem contribuído para aumentar a ansiedade, um dos “efeitos colaterais” da velocidade. Ansiedade ainda é um sentimento “novo” para as pessoas, administrar e compreender as suas facetas é difícil e, assim, grande parte delas não sabe como capitalizar o sentimento para favorecer a sua criatividade.

Como ficam as empresas nesse novo mundo? Com maior acesso à informação e contato com inovação, a capacidade de rápida transformação passa a ser exigência dos consumidores, que acham as empresas lentas em relação ao ritmo de novidades demandadas pelo mercado.

Os empresários também foram ouvidos na pesquisa e, para eles, a velocidade das transformações pode ser aliada. Mas 38% admitem que estão aquém do que o público – e eles mesmos – esperam. Para 52%, a velocidade das mudanças em suas empresas fica na média do mercado. Apenas 10% se acham na vanguarda.

“O desafio para as empresas é entender como essas mudanças afetam seu negócio e que ele, empresário, deve estar atento a essa visão e ao novo consumidor. É imperativo ter maior compreensão da mudança que está ocorrendo no ‘sistema operacional’ dos indivíduos. Da mesma forma, para os profissionais, de maneira geral (seja empresário, seja consumidor), é fundamental estar aberto a grandes transformações pessoais e corporativas, buscar novas visões e conhecimentos e entender com mais profundidade o indivíduo que está por trás do consumidor”, analisa Naira Maneo, sócia-diretora da Officina Sophia Minds & Hearts, responsável pela pesquisa. Por fim, ela dá um conselho: “Aproveite as mudanças e mostre sintonia com os novos momentos para gerar identidade”.

Algar Tech anuncia novo diretor de Gente

úlio César Emmert é o novo Diretor de Gente da Algar Tech, multinacional brasileira especializada em gestão do relacionamento com cliente, ambiente de tecnologia e serviços de telecom. O executivo será responsável pelo trabalho estratégico da empresa em relação aos seus talentos em um cenário que exige, cada vez mais, uma maior qualificação.

Com mais de 14 anos de experiência no mercado B2B, Júlio ingressou na Algar Tech em 2017 na área de Talentos Humanos e depois assumiu um desafio na área de Field Telecom, atuando como Diretor de Serviços de Telecom. Graduado em Administração pela FGV, o executivo possui mestrado em Gestão pela FGV, e especialização em Liderança de Transformação Digital pelo IMD, Suíça, além de uma vasta experiência na Accenture.

“Como diretor de Gente, um dos meus maiores desafios será atrair talentos para atuar em um mercado que está em constante evolução, como o de tecnologia. Além disso, é fundamental olhar para dentro de casa: seja oferecendo uma nova experiência de trabalho, seja criando novas oportunidades de crescimento para os nossos associados”, disse Júlio César.

Thomson Reuters Brasil apresenta os vencedores de segundo programa de aceleração de startups em 2018

A Thomson Reuters, multinacional de soluções em tecnologia para diversos segmentos da economia, anuncia no próximo dia 31, em São Paulo, os vencedores da segunda edição de seu programa de aceleração de startups. O Accelerator Day for Taxtech & Comextech, realizado com o apoio da AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs & Legaltechs) e da Campinas Tech (comunidade dedicada ao desenvolvimento do ecossistema de startups da região de Campinas) avaliou empresas iniciantes que tenham soluções em tecnologia para aprimorar a rotina dos profissionais dos segmentos Tributário, Fiscal e de Comércio Exterior. As inscrições foram abertas para iniciativas de todas as regiões do Brasil.

O objetivo do programa é trazer inovações para aprimorar a eficiência das suítes de soluções ONESOURCE Mastersaf e ONESOURCE Global Trade, que proporcionam o cumprimento das obrigações fiscais, compliance, automatização de tarefas e gerenciamento dos processos de importação e exportação das empresas. Serão avaliadas as startups que ofereçam produtos e serviços com potencial de escala e já testados em clientes reais, dentro de três categorias: Fiscal, Comércio Exterior e Fiscal/Comércio Exterior.

Os finalistas são a ODM (São Carlos/SP), Data Policy (Brasília/DF) e Vetor IT (São Paulo/SP), na categoria Fiscal; Intradebook (Florianópolis/SC) e LogComex (Curitiba/PR), na categoria Comércio Exterior; Simples Data (Santa Bárbara D’Oeste – Campinas/SP), BirminD Otimização Industrial (Sorocaba/SP) e Dattos (São Paulo/SP), na categoria Fiscal/Comércio Exterior.

O pilar Fiscal é dedicado às startups que desenvolvem soluções com Inteligência Artificial, Automação de Processos e Recebimento Integrado para aprimorar a eficiência, a gestão e a inteligência fiscal das empresas. Em Comércio Exterior, as iniciativas avaliadas devem ter Inteligência Artificial, Analytics e Integração do Ecossistema do Comércio Exterior (como o Blockchain). A última categoria, Fiscal/Comércio Exterior, visa analisar tecnologias emergentes que não façam parte dos outros dois pilares, para ambos os segmentos.

“Com o sucesso da primeira edição do programa Thomson Reuters Accelerator Day, voltado para o segmento jurídico, decidimos ampliar a iniciativa para as TaxTechs e ComexTechs. Será uma grande oportunidade de identificarmos inovações viáveis para os segmentos Fiscal e de Comércio Exterior, incluindo estas iniciativas em nosso portfólio. Dessa forma, além de estimular e impulsionar ideias inovadoras, podemos aprimorar nosso portfólio de soluções e melhorar o dia a dia das empresas brasileiras”, afirma Ralff Tozatti, Diretor de Marketing da Thomson Reuters Brasil.

Em sua primeira edição, em Campinas/SP, o Accelerator Day da Thomson Reuters apontou quatro projetos vencedores, formato que se repetirá. Na ocasião, as startups tiveram a oportunidade de apresentar os projetos com sugestões tecnológicas para agregar ainda mais valor ao Legal One, software jurídico e inteligente da Thomson Reuters. As empresas escolhidas tiveram, como incentivo de aceleração, a oportunidade de interagir com os colaboradores, a estrutura e as tecnologias Thomson Reuters para, assim, testar as suas soluções no software Legal One. Importante citar que mesmos as startups que não fazem parte do grupo vencedor podem ser convidadas pela multinacional a colaborar com suas soluções em um futuro próximo.

A apresentação dos vencedores da segunda edição do programa acontece no Centro de Inovação da Thomson Reuters (FLIC – Future Law Innovation Center, recém-inaugurado, em São Paulo), na Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 1327 – 2º andar – Vila Olímpia, São Paulo – SP.

Tags, , , ,

SulAmérica Saúde acumula mais de 2 milhões de usuários em aplicativo desde lançamento

O aplicativo mobile SulAmérica Saúde completa seis anos desde o lançamento com mais de dois milhões de usuários e serviços inovadores com foco na experiência do cliente. Somente no primeiro semestre de 2018, foram registrados mais de 250 mil downloads. Por meio do app, o segurado pode acessar sua carteirinha virtual, aceita em toda a rede referenciada, e encontrar médicos, clínicas e hospitais por geolocalização, além de consultar medicamentos com desconto, coberturas contratadas e o extrato de utilização do plano.

Combinando tecnologias disruptivas de inteligência artificial, o aplicativo oferece, ainda, os serviços de atendimento ao cliente via chatbot e de solicitação de reembolso para consultas de até R$ 1 mil por meio do envio de uma foto do recibo, que pode ser feita com a câmera do smartphone. Outra funcionalidade pioneira é o Médico em Casa, que permite agendar atendimento médico em domicílio para crianças de até 12 anos e beneficiários a partir de 65 anos em 13 cidades brasileiras. Até o momento, foram registrados cerca de 1.700 atendimentos pediátricos, com índice de satisfação (NPS) superior a 90%.

“O sucesso do aplicativo SulAmérica Saúde, que é um dos mais inovadores e completos do mercado, comprova nossa visão de que a experiência do cliente deve estar sempre no centro da estratégia de investimentos em tecnologia. O app coloca na palma da mão do nosso beneficiário tudo o que ele precisa para aproveitar os benefícios do plano a qualquer hora e em qualquer lugar”, afirma o diretor de Estratégia Digital, Inovação e Tecnologia da SulAmérica, Cristiano Barbieri.

Stefanini cria Escola de Arquitetos para refinar conhecimento de desenvolvedores

A busca por profissionais da área de Tecnologia da Informação cada vez mais qualificados tem provocado no mercado insights para preparar candidatos interessados em atuar em TI com os mais altos níveis de conhecimento e qualificação para ocupar espaços nas companhias que necessitam desses profissionais. Pensando nesse mercado potencial e com réguas de exigências que diferenciam os melhores desenvolvedores, a Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, criou o ‘Escola de Arquitetos’.

O curso interno começou em agosto, e vai até dezembro deste ano, e visa a preparação de especialistas para a carreira de TI, com linguagem específica e foco na atualização em tendências de mercado, para estimular o desenvolvimento de influência dentro do cliente para a criação de estratégias de acordo com a arquitetura empregada para determinado projeto, além de fornecer a este profissional os recursos que precisa para seguir em ascensão nesta disputada área de atuação.

Nesse projeto piloto, os participantes terão encontros quinzenais noturnos, onde, além de assistir treinamentos, terão que apresentar o conteúdo estudado, estimulando ainda mais o aprendizado. Foram selecionados dez desenvolvedores de nível pleno e sênior, que atuam na companhia há mais de seis meses. A escolha foi feita a partir da participação dos candidatos em um hackathon que promoveu avaliações técnica e de comportamento.

O roteiro de estudo prevê 70% de atividade inicial para operacionalizar serviços baseados em mão de obra voltados para a aprendizagem de nível básico como criação de desafios para o programa. Nesta fase, os participantes criam PoCs (Proof of Concept) em respostas aos desafios e são avaliados por um comitê, que elege quais passarão para a próxima etapa, sendo selecionados cinco candidatos para a “Let´s Be Architects” e cinco para “Get Ready”. A partir desta fase, serão aplicados 10% de estudos, com conteúdos mais técnicos, com treinamentos, para ambas as turmas. Já a equipe “Let´s Be Architects” ministrará aulas com foco na cultura Dojo para resolver o tema de sua PoC. (aqui, o treinamento é realizado em ambiente de treinamento a mesma configuração de locais onde se treinam artes marciais japonesas (Dojo’s)). O comitê também avaliará as apresentações que ambas as equipes farão. Haverá ainda uma etapa exclusiva para “Let´s Be Architects”, sendo 20% direcionados à mentoria de network, ou seja, cada um será acompanhado por um mentor fixo, um técnico ‘sombra’, que dará todo o suporte nos projetos em desenvolvimento. O papel da mentoria é compartilhar conhecimento, acompanhar reunião com cliente e conhecer um bom padrão arquitetural.

“Utilizar a metodologia de Learning Model para a aprendizagem neste processo é uma forma de garantir intensa interação e conhecimento de alto impacto, acelerando a imersão e prática” afirma Katia Lobo, gerente de Desenvolvimento Organizacional.

Para serem aprovados, os participantes precisam completar 20 horas de mentoria e participar nas reuniões. O objetivo é ter um refinamento na formação destes profissionais. Ao final do curso, cinco destes colaboradores receberão o certificado Stefanini durante a formatura, que será realizada no dia 7 de dezembro. Como reconhecimento, os cinco agraciados terão prioridade para futuras vagas de arquitetos. E os outros cinco darão continuidade em projetos dentro da companhia. Além disso, os participantes conquistam visibilidade e a possibilidade de apoiar futuras turmas de formação de arquitetos.

A companhia tem previsão para estender o projeto para outras filiais em 2019.

“Nosso objetivo com a Escola de Arquitetos é instrumentalizar nossos colaboradores com conhecimento no estado da arte em TI e promover ações de retenção e atração de talentos para a companhia”, destaca Ana Lígia Bacca, gerente de Recursos Humanos da Stefanini.

Os cursos serão ministrados por profissionais que atuam na Stefanini: Paulo Vitor Pereira Cotta, Líder de Inteligência Artificial, e Vinícius Moreira de Souza, Arquiteto de Soluções Sênior. Paulo Vitor ingressou na companhia em março deste ano, com atendimentos para contas como Banco do Brasil. É graduado em Sistemas de Informação pelas Faculdades de Belo Horizonte (Faminas-BH). Atua desde 2006 com tecnologia Java. Tem pós-graduação em Arquitetura e Infraestrutura em TI, tendo iniciado em 2018 o curso de MBA em Deep Learning no Instituto de Gestão e Tecnologia da Informação (IGTI).

Vinicius Souza atua na Stefanini desde 2016, tendo trabalhado em contratos dos Correios e do Ministério da Integração Nacional do Governo Federal, no qual, atualmente, está envolvido no projeto de microsserviços. É graduado em Ciências da Computação pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB). Tem conhecimentos aprofundados em Java para Web. Cursa atualmente pós-graduação em Machine Learning, com foco em Inteligência Artificial.

Paulo Cotta e Vinícius Souza foram responsáveis por introduzir na Stefanini a cultura de disseminar o conhecimento entre as equipes com os Dojo’s, dando ao ambiente de treinamento a mesma configuração de locais onde se treinam artes marciais japonesas.

“Programas de formação pautados em aprendizagem e aceleradores de carreiras possuem conexão com o propósito da Stefanini, além de estarem vinculados com a estratégia de longo prazo da cia”. Cintia Bortotto, diretora de RH LATAM, envolvida e patrocinadora do programa.

Portugal recebe 15 startups brasileiras para internacionalização

Na primeira semana de novembro, 15 startups brasileiras desembarcam em Lisboa para participar da 5ª edição do StartOut Brasil. A missão a Portugal ocorrerá entre os dias 11 e 16 de novembro, mas, nesta edição, as startups também terão a oportunidade de participar do WebSummit, a maior conferência de tecnologia do mundo, que acontece entre os dias 5 e 8 de novembro, em Lisboa.

No dia 6 de outubro, as empresas participaram do Warm Up, um evento de preparação para as duas semanas que passarão em Portugal. A agenda incluiu elevator pitch, palestra sobre o país europeu e suas condições para novos negócios, dicas para a internacionalização, treinamento de pitch, bate-papo com matchmaker e até conversa com um possível investidor.

“As reuniões do StartOut, em São Paulo, com as startups que participarão da imersão em Lisboa foram muito produtivas e foi possível identificar, de forma clara e concreta, as reais necessidades destas jovens empresas. Ao mesmo tempo, percebe-se que, em alguns casos, existe um bom match com o que as empresas portuguesas estão à procura”, comenta o matchmaker Bruno Mourão Martins, Program Manager da SBI, que esteve presente no Warm Up, em São Paulo.

Sobre o Ciclo Lisboa

O StartOut Brasil tem ganhado cada vez mais notoriedade justamente por atuar de ponta a ponta ao lado das startups participantes. Seu objetivo é oferecer gratuitamente um programa completo e robusto que compreenda todas as fases da internacionalização de uma empresa, promover conexões genuínas em ecossistemas de inovação com potencial para novos negócios e incentivar que startups brasileiras busquem, desde o início, o mercado global.

Durante a semana em Portugal, as empresas terão a oportunidade de conectar-se com alguns dos principais players locais e prospectar oportunidades de negócios. Nessa fase, os empreendedores passam por treinamento de pitch internacional; workshops; visitas a players importantes do ecossistema; apoio de matchmaker para agendamento de reuniões com potenciais parceiros; e possibilidade de apresentação do negócio para investidores (Demoday).

Corrupção foi o tema mais comentado no Twitter durante as #Eleições2018

Durante os meses em que as #Eleições2018 estiveram em evidência no Brasil, foram gerados 165 milhões de Tweets sobre o assunto, o equivalente a mais de quatro vezes o total de Tweets em relação às eleições de 2014 (volume computado entre 6 de julho e 26 de outubro de 2014). O período contabilizado foi entre os dias 16 de agosto e 28 de outubro de 2018.

Para trazer um panorama de todo o período eleitoral desse ano, o Twitter levantou dados relacionados às conversas em torno do assunto na plataforma. Confira no Blog do Twitter o volume de Tweets sobre cada candidato à Presidência da República, os temas mais comentados e os maiores picos de conversas, além dos emojis mais utilizados na plataforma.

Loja física vai morrer?

Uma tendência no setor varejista fez até mesmo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) rever suas projeções para a quantidade de lojas que serão abertas no Brasil. Se no começo desse ano a entidade calculou o surgimento de 20,7 mil pontos de venda em 2018. Agora, se espera que o ano feche com apenas 5,2 mil novos estabelecimentos. Números que sugerem que é preciso apertar os cintos para atravessar a instabilidade econômica e o clima de incerteza no País.

Há uma série de indícios, além do apresentado pela Confederação, que apontam as dificuldades que um empresário pode ter ao tentar abrir uma loja física, seja qual for o porte. Um deles é o fato de os compradores estarem cada vez mais conectados a opções de e-commerce, algo que existe há pelo menos 20 anos no Brasil, mas que tem avançado em várias direções a cada ano. Uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) divulgada em agosto mostrou, por exemplo, que 75% dos jovens entre 16 e 22 anos entrevistados fizeram compras em lojas virtuais ou sites de revenda, como o Mercado Livre.

As lojas físicas, assim, que, dependendo da estrutura da empresa, são sinônimos de gastos que se equilibram na corda bamba da crise, perdem cada vez mais espaço. E esse é um fato, infelizmente, dentro do mercado empresarial brasileiro. De acordo com dados do IBGE de 2017, das 733,6 mil empresas abertas em 2010, apenas 37,8% sobreviveram até 2015.

Tanto os varejistas quanto as grandes corporações já perceberam que o momento agora é de mudar e rever a modalidade de negócio. Afinal, atraindo clientes ou não, com retração de vendas ou não, é preciso manter o negócio funcionando.

Daí vem a tendência de migração para o e-commerce. As marcas precisam estar onde o público está, ou seja, no mundo real e no virtual. O consumidor espera que seu desejo seja realizado a um clique e, frente aos problemas que o varejo enfrenta, como desvalorização do real, desaceleração do mercado interno e dúvidas sobre o futuro econômico do País, nada mais urgente do que atendê-lo.

Avançando há pelo menos dois anos no mercado brasileiro, os marketplaces também se consolidam como uma vitrine eficaz para o varejo. É cada vez mais comum empresas de pequeno porte se posicionarem oferecendo seus produtos nos chamados “shoppings virtuais”. O vendedor está no mesmo ambiente que o comprador e pode, então, abordá-lo de maneira mais eficiente e gastando menos do que se a compra estivesse sendo feita em uma loja física. Melhor: pode monitorar o que ele coloca no carrinho, qual foi seu caminho até chegar à loja, o que procurou dentro do site.

A internet também se torna uma aliada na gestão dos negócios. Sistemas que integram informações de estoque, controle de vendas, emissão de notas fiscais contribuem fortemente para que a loja virtual (e também a física) atue com toda a sua capacidade, focando no atendimento de qualidade, enquanto tudo está na ponta do lápis – ou seja, em painéis de controle e gestão do negócio – “do outro lado do balcão”. Hoje existem muitos sistemas de gestão que podem fazer tudo isso em conjunto: controlar a empresa e, ao mesmo tempo, inserir o negócio no mercado digital.

As estratégias de venda precisam ser flexíveis em tempos que o comércio está fechando as portas. A venda virtual, definitivamente, não pode ser deixada de lado, com o risco de ficar para trás e perder uma boa fatia de compradores.

Robinson Idalgo, fundador do Sistema Grátis – ERP com alguns módulos grátis.

Tags, , , , ,

O impacto da IoT e Wearables na saúde

Por Barrett Coakley

Muitos idosos manifestam interesse em permanecer em suas casas pelo maior tempo possível à medida que envelhecem. Como resultado, o mercado de assistência médica domiciliar (home healthcare) teve um enorme crescimento, com muitas empresas tentando aproveitar essa nova demanda. Atualmente existem mais de 300 mil aplicativos no mercado de “health tech”. Tendências tecnológicas como Internet das Coisas (IoT), videoconferência e dispositivos vestíveis (wearables) estão sendo introduzidos para tornar o desejo de ficar em casa mais real.

De acordo com a Gartner o mercado de wearables tem um crescimento anual estimado de 16,7% e pode atingir US$ 34 bilhões em 2020. No Brasil a tendência se confirma, mas ainda a passos lentos. Segundo um recente estudo do Grupo Technos, o consumo anual de relógios inteligentes do brasileiro ainda é quatro vezes menor do que a média mundial de consumo. Por outro lado, a aquisição de smartphones no Brasil é uma dos maiores do mundo e o país representa 4,4% de todo mercado global. Isso mostra uma aderência a tecnologias móveis, mas por enquanto restritas aos telefones inteligentes.

O papel dos dispositivos conectados foi novamente evidenciado com o lançamento do novo relógio inteligente da Apple. A versão mais recente do Apple Watch inclui novos recursos de saúde, como um acelerômetro e um giroscópio, que podem detectar quedas bruscas, e um sensor de frequência cardíaca que pode fazer um eletrocardiograma usando um novo aplicativo de ECG. Jeff Williams, diretor de operações da Apple, chamou o relógio de “um guardião inteligente para sua saúde”.

Usando eletrodos e um sensor elétrico de frequência cardíaca, o Apple Watch Serie 4 permite que os usuários façam uma leitura de ECG diretamente de seus pulsos através do aplicativo de ECG. O aplicativo pode classificar se o coração está batendo em um padrão normal ou se há sinais de fibrilação atrial. Todas as gravações são armazenadas no aplicativo Health em um arquivo que pode ser compartilhado com os médicos.

O recurso de detecção de queda usa um acelerômetro e um giroscópio, que mede até 32g de força, junto com alguns algoritmos personalizados, para identificar quando ocorre uma queda brusca. “Ao analisar a trajetória do pulso e a aceleração do impacto, o relógio inteligente envia ao usuário um alerta após uma queda, que pode ser dispensado ou usado para iniciar uma chamada para o serviço de emergência”, segundo a empresa. “Se o Apple Watch sentir imobilidade por 60 segundos após a notificação, ele automaticamente chama o serviço de emergência e envia uma mensagem com a localização do usuário.”

Reduzir quedas e re-hospitalizações são o grande foco das empresas de saúde. Calcula-se que os gastos decorrentes de quedas e lesões relacionadas a quedas custem bilhões de dólares todos os anos e podem crescer para quase US$ 60 bilhões até 2020, de acordo com o HUD.

Este não é o primeiro produto da Apple para o mercado de saúde. Em 2016 a empresa lançou a CareKit, uma rede de software que permitiu o monitoramento de condições médicas em casa com um iPhone. Muitas outras grandes empresas também estão entrando nesse mercado. Por exemplo, a varejista de produtos eletrônicos Best Buy adquiriu a GreatCall, uma empresa que desenvolve e vende smartphones, smartwatches, dispositivos de alerta médico e outras tecnologias de alto nível para apoiar e ampliar a independência de idosos. A Amazon também está explorando aplicativos nesse mercado por meio de seu dispositivo Alexa. A companhia criou uma equipe dentro de sua divisão de assistente de voz Alexa chamada “saúde e bem-estar”, que inclui mais de uma dúzia de pessoas.

Esses dispositivos conectados, sensores internos e os dados coletados permitem que os indivíduos mantenham suas vidas independentes com um risco muito menor. Hospitais, profissionais e fabricantes de dispositivos para saúde utilizam a IoT para manter os pacientes conectados remotamente aos provedores e serviços de saúde. Ao rastrear os sinais vitais do paciente e os indicadores de seu estado de saúde através de dispositivos de saúde, é possível melhorar os resultados, permitindo que os prestadores atendam a mais pacientes, reduzam as visitas hospitalares e diminuam os custos gerais com a saúde.

A ideia é simplificar a gestão de saúde para que o usuário possa continuar vivendo uma vida normal em casa. Em segundo plano, os dispositivos compartilham as leituras com segurança, de modo que qualquer sinal de alerta possa ser captado e qualquer lembrete diário de medicação possa ser enviado proativamente aos pacientes. A tecnologia possibilita não só esse monitoramento como ajudar o usuário a ter uma vida mais saudável, aumentando a expectativa de vida da população.

Barrett Coakley, Gerente de Marketing de Produtos da ClickSoftware, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

Tags, , , , ,

GFT contrata Saulo Santos como novo diretor comercial

A GFT, empresa referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, anuncia a chegada de um novo diretor comercial, Saulo Santos, profissional com experiência consolidada no mercado financeiro ao longo de mais de 30 anos. Com expertise em construção de estratégias de negócio, Santos entra na companhia alemã para consolidar as competências de suporte à evolução da indústria financeira.

O mais novo diretor acumula passagens por instituições como Banco Nacional, BankBoston, Itaú e Original. “Essa vivência como executivo tanto nas áreas comerciais como back office, e áreas de suporte, servirá como uma alavanca para a compreensão de demandas dos clientes da GFT e construções de soluções sob medida para a companhia”, explica Santos.

O profissional participará das interações com clientes do mercado financeiro, em especial no processo de criação e evolução do Digital Bank e irá atuar diretamente nas interações com clientes e times internos, compartilhando o seu know-how de forma prática e aplicada na execução de projetos.

Para Marco Santos, managing director da GFT Latam, a contratação do profissional traz um novo impulso para o time de diretores da companhia. “O Saulo possui uma carreira sólida na relação com áreas comerciais, operacionais e de TI em diversos bancos e poderá agregar muito conhecimento e informação nos processos de negócios, reforçando a nossa atuação estratégica”, afirma.

Pesquisa revela os maiores inimigos da produtividade

Cerca de 55,2% dos jovens consideram que ter “foco na hora de executar” é o comportamento que mais melhoraria a produtividade. É o que mostrou o estudo da MindMiners, startup brasileira especializada em pesquisas digitais, em parceria com a Fundação Estudar.

O estudo teve como principal objetivo entender quais os fatores que prejudicam a produtividade dos brasileiros e como as pessoas veem esse tema. A pesquisa revelou que a procrastinação é o principal fator que atrapalha a produtividade (52%), seguida do fato de ter muitas coisas para fazer ao mesmo tempo (25%).

De primeira, os respondentes deram dois significados para o tema, parte considera que produtividade está relacionada à proatividade, como: ser ativo, empenhado e fazer as coisas acontecerem. E parte enxerga na expressão a condição de quem: equilibra eficiência e qualidade e concluí várias tarefas com qualidade. Na comparação entre gênero e classes sociais as diferenças foram mínimas, porém os resultados entre as regiões apresentam algumas diferenças.

Na região Sudeste e Sul, por exemplo, ter muitas coisas para fazer ao mesmo tempo teve percentual em torno de 30% acima da média. Já na pergunta sobre o que ajudaria a pessoa a ser mais produtiva, saber priorizar melhor as tarefas (51%) e entender como evitar distrações (47%) foram as mais citadas. Trabalhar mais teve apenas 6% – ou seja, não se trata de aumentar a carga de trabalho, mas sim de usar o tempo à disposição um modo mais eficiente.

Por fim, foi possível identificar que as pessoas percebem tanto ganhos emocionais, quanto funcionais ao serem mais produtivos: ao mesmo tempo em que há um impacto positivo na autoestima por causa de um sentimento de dever cumprido, há uma melhora no desempenho das tarefas do dia a dia devido a um maior aproveitamento do tempo. Milene Rosenthal, psicóloga e CEO da Telavita,marketplace de saúde digital que conecta profissionais de psicologia a pacientes de todo Brasil, explica que é fundamental buscar o equilíbrio do profissional e o emocional. “Quando inúmeros desafios e problemas nos cercam o desempenho no trabalho é prejudicado, às vezes aparece enfermidades como a depressão e ansiedade. Por isso, buscar esse equilíbrio é essencial para se manter produtivo no ambiente de trabalho. A depressão causada pelo trabalho é o que mais origina afastamento nas empresas, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, a partir de 2020, a depressão será a causa mais frequente da ausência prolongada e recorrente das atividades no trabalho”.

Já Mônica Hauck, CEO da Solides, HR Tech especializada em gestão comportamental e people analytics, explica que conhecer o perfil comportamental dos membros da equipe é o primeiro passo para adequar melhor as habilidades de cada um nas tarefas que desenvolve na empresa. “Fazendo essa análise, as pessoas são colocadas nas funções que tem relação com seus talentos e dificuldades. Se cada colaborador exercer uma tarefa coerente com seu perfil, a atividade se torna mais simples e é realizada com mais eficácia”, explica Mônica.

Para Marcelo Furtado, CEO da Convenia, um software na nuvem de Gestão de Pessoas para PMEs, antes de aplicar alguma técnica com os colaboradores é preciso fazer um diagnóstico e, cabe ao gestor ver qual como está a produtividade dele. “A principal ferramenta é um acompanhamento próximo, ajudar a priorizar as demandas e passar o caminho das pedras para que a tarefa seja executada com sucesso” conta Marcelo.

Mulheres nos Conselhos impactam ganhos das empresas

Na última terça-feira (23) aconteceu, em São Paulo (SP), a primeira edição do Fórum Diversidade no Conselho, organizado pela CKZ Diversidade. A idealizadora do evento, Cris Kerr, abriu as apresentações com dados de pesquisas que comprovam que, além da responsabilidade social, a diversidade nos conselhos também impacta a performance financeira das corporações.

Segundo estudos da McKinsey, companhias que incentivam a diversidade de gênero e raça têm retorno financeiro acima da média nacional de sua indústria em 15% e 35%, respectivamente. O retorno sobre o patrimônio líquido das empresas com mulheres em cargos de liderança também foi 44% maior do que nas companhias que não tem mulheres nesses cargos. Quando o assunto é rentabilidade, organizações que aumentaram a presença de mulheres em até 30% nos cargos de alta liderança cresceram 15%, de acordo com pesquisa do Instituto Peterson de Economia Internacional.

7 dicas para potencializar suas vendas na Black Friday

Por Manuella Lima

Com a Black Friday se aproximando, cresce a preocupação dos lojistas online em elaborar estratégias especiais para potencializar as vendas nesse período. O avanço da era digital está alinhado ao crescimento do comércio eletrônico e, hoje, de acordo com expectativa da Ebit/Nielsen, o e-commerce continua sendo o principal canal de venda durante a data. Ainda segundo o levantamento, a expectativa de faturamento da Black Friday este ano é de 2,43 bilhões de reais, valor 15% acima do observado em 2017.

Para auxiliar os empreendedores online, ou até mesmo, estimular aqueles que querem aproveitar o período para abrir um e-commerce, confira sete dicas para organizar a loja e intensificar as vendas antes, durante e depois da Black Friday.

1 – Identifique os produtos que entrarão em oferta

Para começar, é preciso identificar os itens de sua loja que farão parte da campanha de Black Friday. Para isso, você pode unir necessidade e oportunidade. De que forma? Aproveite para queimar o estoque de produtos que não têm muita saída, modelos mais antigos, ou peças da coleção anterior, caso você tenha um e-commerce de moda, por exemplo.

2- Defina o valor dos descontos

Uma vez que você já elegeu os produtos que irá destacar na Black Friday, é importante também calcular precisamente o valor do desconto para cada um deles. As ofertas devem ser sempre reais, por isso, não maquie preços e nunca ofereça descontos que não existem. Hoje, os consumidores estão cada vez mais atentos e exigentes com relação à mudança de preços dos produtos.

3- Crie estratégia de vendas e planeje o estoque

Para esquentar as vendas, você pode criar estratégias como o lançamento de edições limitadas de produtos ou kits, ou até mesmo oferecer frete gratuito. Outro ponto crucial é o planejamento do seu estoque, de acordo com a demanda. A dica é fazer uma projeção do quanto você pretende vender, com base em experiências de anos anteriores, ou até mesmo no quanto você investiu em publicidade para a data, para que não faltem nem sobrem muitos produtos.

4 – Agilidade na compra

O cliente precisa bater o olho na sua loja e já identificar onde estão as ofertas especiais de Black Friday. Crie uma categoria especial de promoções para que os produtos sejam encontrados com mais facilidade. É interessante, por exemplo, ter um banner anunciando as promoções exclusivas para a data e uma aba especial, na home do seu site, que reúna os itens em oferta. Com a correria do dia a dia, os consumidores possuem menos tempo e, na web, existe grande chance de ocorrer dispersão, caso eles não encontrem um conteúdo atrativo.

É muito importante que sua loja também esteja ajustada para a versão dos dispositivos móveis, para que o consumidor possa realizar a compra de qualquer local, a qualquer momento. Essa tendência de compras via mobile cresce a cada ano e segundo dados das lojas cadastradas na plataforma da Nuvem Shop, durante o período da Black Friday de 2017, 43% das vendas foram realizadas via dispositivos móveis.

5 – Priorizar a qualidade do atendimento

Prepare iniciativas que promovam um bom serviço de atendimento. Você pode gravar vídeos contando detalhes sobre os produtos, ou deixar respostas prontas para dúvidas frequentes. É preciso atender bem não só antes e durante a venda, mas também no pós-venda. Prepare-se para os pedidos de trocas e as dúvidas que surgirão quando o produto chegar à casa do consumidor. Caso seja necessário, contrate mais gente para auxiliar nas demandas dos pedidos. Ter um bom atendimento garante a fidelização dos clientes.

6 – Aposte em divulgação

Trabalhe na divulgação de suas ofertas. Crie artes, imagens e textos atrativos para publicar em suas redes sociais ou faça banners com o tema para decorar sua loja. As redes sociais são uma ótima maneira de divulgação rápida, fácil e de baixo custo. Além disso, você pode produzir anúncios mostrando os pontos fortes da sua loja e os principais produtos em promoção. Outra dica, se você já tem uma base de cadastros de clientes, é o e-mail marketing, muito utilizado para atrair clientes que já compraram no estabelecimento e fazê-los comprar de novo.

Lembre-se que, para o sucesso de qualquer divulgação, é preciso saber qual seu objetivo com a campanha, conhecer o público-alvo e considerar o perfil das pessoas que você deseja atingir, quando criar a publicidade online. Caso contrário, você pode perder dinheiro com ações generalistas e sem foco.

7 – Aproveite para fidelizar os clientes

Por fim, depois de colocar em prática as dicas acima, é necessário fidelizar os clientes. Você pode enviar e-mails agradecendo a compra, cupons de desconto, ou estender o prazo das ofertas. Além disso, que tal enviar um mimo no pacote do produto? É uma estratégia que pode cuidar muito pouco e, com certeza, vai surpreender e encantar o cliente. Dessa forma, você consegue cativar os consumidores, para que eles voltem a comprar em outras datas sazonais, como o Natal.

Gostou das dicas? Todas são frutos da experiência dos consultores Nuvem Shop, plataforma de e-commerce com mais de 20 mil marcas que movimentam o mercado online. Para ficar por dentro de todas as novidades do universo do e-commerce não deixe de acompanhar nosso blog.

Manuella Lima, Coordenadora de Projetos de Marketing na Nuvem Shop, plataforma de e-commerce líder na América Latina.

Tags, , ,

É preciso unir o Brasil para o desenvolvimento econômico, afirma FecomercioSP

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) parabeniza o novo presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro (PSL), e ressalta que, agora, é preciso unir o País em torno de objetivos comuns: os desenvolvimentos econômico, social e ambientalmente sustentado da Nação.

Para a Entidade, o novo presidente será uma importante peça na pacificação do povo brasileiro e no fortalecimento ainda maior de todos os valores democráticos e dos direitos e liberdades individuais.

O mercado e o setor produtivo esperam um novo governo que coloque de forma clara as medidas prioritárias e suas diretrizes sobre a política econômica. Além de promover ajustes fiscais, reduzir seu grau de interferência, possibilitar as reformas nas áreas tributária, previdenciária e nos gastos públicos e diminuir a burocracia, estimulando o ambiente de negócios.

A FecomercioSP identifica convergência de seus objetivos com as propostas no programa de governo apresentado, com as reformas estruturais defendidas pela Entidade, sendo a redução do tamanho do Estado e da sua exposição à corrupção e à ineficiência, a principal delas.

Para a Federação, a Reforma do Estado brasileiro precisa ser iniciada imediatamente. O Estado é o indutor do desenvolvimento, seja pelo investimento público direto, e mais ainda pela criação de condições que permitam à iniciativa privada investir em processos produtivos ou em infraestrutura. Nos dois casos, pode-se dizer que o Estado brasileiro enfrenta dificuldades para cumprir seu papel. O governo tem, hoje, baixa capacidade de investimento em razão de elevadas despesas de custeio.

Outro tarefa urgente para esse Governo, na visão da Entidade, é a reforma da Previdência Social, que precisa ser implementada, garantindo o equilíbrio do sistema para as gerações presentes e futuras.

Da mesma forma, a Reforma Tributária, fundamental para a melhoria do ambiente de negócios no País, garantindo o desenvolvimento sustentável da economia brasileira. Contudo, a Entidade é enfaticamente contrária a qualquer elevação de tributos com finalidade de ajustes fiscais pontuais, pois a sociedade brasileira já arca com uma das maiores cargas tributárias do mundo em relação à sua renda per capita. No entendimento da FecomercioSP, qualquer aumento de tributos significa a redução de investimentos privados, de uma forma geral, além da redução do consumo.

A FecomercioSP ressalta que o Brasil necessita de instituições sólidas e de irrestrito respeito à independência entre os Poderes e ao Estado democrático de direito, nos termos da Constituição em vigor, e, como sempre fez em toda a sua trajetória de 80 anos, coloca-se à disposição do novo presidente para ajudar no que couber quando solicitada. A Entidade acredita e confia que os próximos anos serão de prosperidade e retomada do desenvolvimento socioeconômico.

Agibank chega à marca de 1 milhão de clientes

O Agibank, fintech que oferece produtos e serviços para promover a inclusão financeira dos brasileiros, alcançou nesta semana a marca de 1 milhão de clientes ativos. O número é resultado dos mais de 3 milhões de pedidos de novos clientes recebidos entre janeiro e outubro de 2018.

“Nos últimos meses, chegamos a receber, em média, mais de 220 mil pedidos de abertura de contas”, explica o Founder & CEO do Agibank, Marciano Testa. A expansão da base de clientes também reflete o crescimento na presença física em todo o território nacional. Com 580 pontos de atendimento, o Agibank está presente em todas as cidades do Brasil com mais de 200 mil habitantes.

Outro aspecto que garante sustentabilidade à estratégia do banco é o crescimento exponencial no número de estabelecimentos que passaram a atender os usuários do Agibank após a parceria com a Cielo, a maior adquirente do país, que possui seus terminais em mais de 1,1 milhão de pontos espalhados pelo território nacional. Nas máquinas da Cielo, os clientes que utilizam o Agibank Pay não precisam portar o cartão plástico, e podem realizar compras no crédito e no débito via QR Code com seu smartphone.