Page

Author admin

SulAmérica conquista Prêmio Whow! de Inovação na categoria Seguros e Planos de Saúde

Pelo segundo ano consecutivo, a SulAmérica, maior seguradora independente do País, foi premiada como a empresa mais inovadora do Brasil na categoria Seguros e Planos de Saúde pelo Prêmio Whow! de Inovação, promovido pelo Grupo Padrão e Revista Consumidor Moderno. A cerimônia de premiação foi realizada na noite desta terça-feira (23), na ARCA, em São Paulo.

Foram reconhecidas empresas de 37 segmentos que compõem o Ranking Whow! das 100 companhias mais inovadoras do País. O vice-presidente de Estratégia Digital, Advanced Analytics, Inovação e TI da SulAmérica, Cristiano Barbieri, o superintendente de Digital e Inovação, Alexandre Putini, e o gerente de Inovação e Mobile, Ricardo Prates, representaram a companhia na premiação.

“A SulAmérica acompanha as tendências tecnológicas e investe em experimentação constante, porém foca em iniciativas efetivamente inovadoras que ofereçam uma experiência diferenciada e de valor para o cliente. Com isso, estamos conseguindo desenvolver serviços pioneiros no mercado segurador e com alto nível de satisfação”, afirma o vice-presidente de Estratégia Digital, Advanced Analytics, Inovação e TI da SulAmérica, Cristiano Barbieri.

O Prêmio Whow! de Inovação tem o objetivo de identificar e reconhecer empresas e instituições que produzam inovação consistente, tanto incremental quanto disruptiva, a partir do foco na geração de novas ideias para benefício da população, da economia e da sociedade. O estudo foi desenvolvido pelo Centro de Inteligência Padrão (CIP) e avaliou as empresas de acordo com três critérios: Relevância da Inovação; Projeção de Futuro; Valor Adicionado.

Nativos digitais: qual a soft skill ideal para se sair bem em entrevistas de emprego?

Para o nativo digital, ou seja, alguém que cresceu usando a internet e celulares, provavelmente, o uso da tecnologia é algo muito natural. Um estudo recente descobriu que, globalmente, 65% das pessoas da Geração Z e Millennials preferem se comunicar digitalmente tanto dentro quanto fora do trabalho. E embora essa alfabetização digital seja uma das competências que, atualmente, os empregadores mais buscam nos candidatos, talvez exista a preocupação de que isso se deu à custa de uma importante soft skill: saber se comunicar pessoalmente.

Não importa o quanto a tecnologia evolua, a comunicação face a face será sempre fundamental para a aprendizagem dos funcionários, para a produtividade, o bem-estar, a construção de relacionamentos e para a progressão da carreira e dos negócios. Então, como você pode demonstrar em uma entrevista de trabalho que você sabe se comunicar pessoalmente? Jane McNeill, Diretora da Hays Austrália, indica três atitudes importantes para esse momento:

1. Demonstre que você pode construir relacionamentos

Em primeiro lugar, ao chegar para a entrevista, cumprimente todas as pessoas a quem você for apresentado com um sorriso, contato visual e um aperto de mão firme. Embora essas pessoas não tomem a decisão final do processo, elas geralmente dão um feedback para o entrevistador.

Em segundo lugar, construa um relacionamento com seu entrevistador. Ouça atentamente o que ele fala e tenha cuidado para não interrompê-lo. Afinal, ouvir é uma parte fundamental da comunicação eficaz.

Lembre-se também que nós nos comunicamos através de nossa linguagem corporal. Desviar o olhar ou se mexer muito pode demonstrar que você está desinteressado. Por outro lado, uma linguagem corporal positiva, como inclinar-se para a frente, balançar a cabeça e sorrir enquanto fala, mostra que você está prestando atenção e que está envolvido no processo.

Além disso, você pode preparar algumas perguntas para fazer ao entrevistador para conhecer a trajetória profissional dele dentro do negócio. Esta é uma ótima maneira de construir uma conexão. Alguns candidatos hesitam em fazer essas perguntas por receio de ser invasivo. No entanto, percebemos que, frequentemente, o entrevistador fica lisonjeado quando um candidato demonstra ter interesse em sua carreira, desde que as perguntas sejam profissionais e positivas. Por exemplo, você pode perguntar “quais são seus aspectos favoritos no seu trabalho aqui?”

2. Durante a entrevista, responda às perguntas com confiança e clareza

Antes de sua entrevista, respire fundo, visualize resultados positivos e fale com seu recrutador, que pode acalmá-lo. Estes passos podem ajudá-lo a aumentar sua confiança.

Pratique também como responder algumas perguntas comuns em entrevistas, de forma bem estruturada, a fim de manter sua resposta concisa e relevante.

3. Seja responsivo em suas comunicações, tanto antes como depois da entrevista

Por fim, o entrevistador não estará apenas avaliando suas habilidades de comunicação durante a entrevista em si, mas também estará analisando o quanto você é comunicativo e responsivo antes e depois. Por exemplo, eles podem considerar a rapidez com que você responde a e-mails e telefonemas.

Portanto, eu aconselho que você mantenha o seu telefone por perto antes e depois da entrevista para que você possa responder com rapidez e facilidade. Você também deve ser proativo em contatar o entrevistador, através de seu recrutador, após a entrevista para agradecer por seu tempo e reiterar seu interesse na posição.

Não importa o quanto as comunicações online evoluam, nada pode substituir a interação humana necessária para construir relacionamentos profissionais duradouros, capazes de impulsionar sua carreira. E só porque você é um nativo digital, isso não significa que você não tem as habilidades de comunicação face a face necessárias para prosperar no mundo do trabalho.

Inovações em meios de pagamento e tendências de segurança para o segundo semestre de 2019

É fato conhecido que o varejo digital se estabelece como uma opção de compra para os consumidores brasileiros. Como um expoente do e-commerce, o m-commerce (vendas via mobile), tem um crescimento significativo: de acordo com dados da E-Bit|Nilsen, 42% das vendas do varejo digital nacional foram feitas em smartphones em 2018. Além disso, enquanto o e-commerce cresceu cerca de 12% no primeiro trimestre do ano passado, o m-commerce aumentou em 41% sua atuação no mesmo período. Ou seja, aquele que quiser expandir seu negócio no país precisa considerar o meio mobile.

Uma vez que o volume de pagamentos digitais deve continuar crescendo – e com a estimativa que até 2020 teremos mais de 20 bilhões de dispositivos IoT em uso – aprimorar a experiência dos usuários durante o momento de compra é essencial para que as vendas sejam efetuadas sem dificuldades. Paralelamente, investir em ferramentas de segurança para proteger os usuários de fraudes e “roubadas”, em todas as etapas do processo, é de extrema importância.

O segundo semestre é um período muito importante para as lojas virtuais. Devido as datas comemorativas como Black Friday e Natal, os e-commerces esperam ter um volume maior de vendas, e consequentemente há um aumento do número de tentativa de fraudes – que no primeiro semestre ficou em 2,9%. Por isso, os lojistas precisam se prevenir, contratando soluções antifraude e utilizando métodos de segurança de informação. Um exemplo é a Konduto, primeira empresa do mundo a monitorar todo o comportamento de navegação e compra de um usuário em uma loja virtual ou aplicativo mobile e, com uso de filtros de inteligência artificial, calcular em menos de 1 segundo a probabilidade de fraude em uma transação on-line. Mas além disso, é importante que os lojistas saibam que é impossível que uma empresa não tenha fraude, por isso é fundamental que os responsáveis pesquisem e tenham conhecimento e se informem sobre o tema, para minimizar os prejuízos financeiros.

A PagBrasil, fintech brasileira líder no processamento de pagamentos para e-commerces ao redor do mundo, tem dois produtos próprios que visam facilitar os pagamentos feitos via internet: o Boleto Flash, único boleto que realiza confirmação de pagamento em menos de uma hora e é compatível com pagamentos feitos em qualquer instituição bancária, casa lotérica ou entidade autorizada, e o PEC Flash, que permite que os consumidores paguem em dinheiro suas compras feitas pela internet, também sem a necessidade de conta bancária, cartão de débito ou crédito e nem mesmo da impressão de um boleto. O Ralf Germer, CEO da empresa, pode conversar com você sobre o cenário geral das startups voltadas para finanças, te explicar melhor sobre os produtos da fintech e a importância de novas tecnologias voltadas para pagamentos online.

Assim como a PagBrasil, a ATAR está ajudando as pessoas a se livrarem de suas carteiras substituindo-as por wearables, ou seja, contas para pagamento pré-pagas. Assim, as transações se tornam mais rápidas, fáceis e seguras. Basta aproximar o wearable da maquininha de cartão, digitar a senha (opcional) e pronto. Pelo aplicativo é possível bloquear/desbloquear o wearable com um click e gerenciar seus gastos. A startup desenvolvedora do primeiro wearable de pagamento do Brasil foi acelerada pelo programa InovAtiva Brasil 2016.1 e foi a vencedora de sete prêmios nacionais e um internacional.

Com o crescimento da utilização de dispositivos para compras online, aumenta também a preocupação pela segurança no compartilhamento de dados pessoais em e-commerce e m-commerce. A FullFace, startup especializada em biometria facial e que atua com o compliance e está dentro das normas da Lei Geral de Proteção de Dados, oferece a autenticação por meio de reconhecimento facial, sem a necessidade do fornecimento informações sobre documentos e armazenamento de imagens, o que gera uma relação de confiança entre empresa e cliente. Isso é possível pela tecnologia proprietária que a FullFace possui, garantindo que a compra seja feita pela própria pessoa, uma vez que seja necessário apresentar apenas o seu rosto ao realizar a compra, sem se preocupar com possíveis fraudes.

Conquest One usa GeneXus para automatizar processo de recrutamento e seleção com inteligência

A Conquest One, especialista de staffing em Tecnologia da Informação, desenvolveu um sistema de gestão empresarial pioneiro no segmento de Recursos Humanos, cujos controles contemplam tanto os tradicionais processos internos de uma empresa, como também a gestão e o relacionamento dos profissionais selecionados para atender aos seus clientes. A ferramenta foi desenvolvida utilizando a plataforma low-code da GeneXus, fornecida pelo Socium Partner Group, distribuidor regional da GeneXus Brasil.

Inicialmente, a Conquest One automatizou apenas seus processos financeiros, mas, devido à simplicidade de programação com a ferramenta GeneXus, a empresa passou a evoluir o sistema para um mix de ERP (Enterprise Resource Planning) e ERM (Employee Relationship Management). “A evolução com o GeneXus permitiu à Conquest One suportar em uma única ferramenta todas as suas necessidades, o que deixa de exigir o uso de ouros controles paralelos”, explica Gerardo Wisosky, CEO do Socium Partner Group.

Todo o backoffice, bem como a gestão de staffing, que inclui a prospecção de clientes, vagas, recrutamento e seleção, acompanhamento dos processos de seleção junto aos clientes, acompanhamento das entregas dos projetos, faturamento dos projetos (billing), controle de atividades remotas, entre outras atividades, são controlados pelo ERP.

De acordo com Antônio Loureiro, CEO da Conquest One, a gestão de staffing fora do Brasil é uma atividade comum, mas no Brasil a Conquest One é pioneira neste modelo, e atingir esse patamar só foi possível porque a empresa está suportada por uma ferramenta completa que garante toda a sua gestão e evolução. “Do ponto de vista dos benefícios para o mercado, a ferramenta proporciona a melhora da qualidade da nossa oferta, que é fornecer profissionais de TI especialistas. Por meio de criteriosas buscas de profissionais em nosso sistema, que conta com recursos de Big Data e Geolocalização, conseguimos fornecer profissionais mais adequados às oportunidades que surgem no mercado “, explica Loureiro.

Além de ampliar os benefícios ao mercado, o sistema também melhorou a performance da Conquest One. Cerca de 100 vagas, por exemplo, são gerenciadas com apenas quatro colaboradores, que inserem no sistema os requisitos das posições, incluindo tecnologias especialistas e distância do candidato até a empresa ou projeto, e o sistema traz os profissionais mais aderentes. “Em 24 horas, entregamos um currículo especialista, o que numa situação sem um sistema igual ao nosso, ocorre em cinco dias. É como comparar o Google com uma Barsa”, descreve Loureiro.

Hoje, a base de profissionais da Conquest One mantém 130 mil candidatos. Desse montante, 300 profissionais são recursos ativos em projetos e empresas de Tecnologia da Informação, e recebem acompanhamento da talent management via aplicativo móvel, no qual são analisados aspectos como performance, nível de satisfação do profissional, potencial de desenvolvimento versus conhecimento, competências comportamentais e tempo de contrato, entre outros aspectos.

De acordo com o country manager da GeneXus Brasil, Ricardo Recchi, a Conquest One está atenta aos movimentos de novas tecnologias e com as funcionalidades que amparam a nova economia digital, como o mobile. “Sabendo da importância da tecnologia para suportar e evoluir o negócio, a próxima etapa de triagem no recrutamento realizado pela Conquest One será 100% automática a partir da Inteligência Artificial e da Realidade Aumentada, e o GeneXus apoiará a evolução da companhia nesta jornada de Transformação Digital”, finaliza Recchi.

Sofisa Direto é reconhecido como o banco digital mais inovador do Brasil

O Sofisa Direto, primeiro banco 100% digital do país, foi contemplado com o prêmio Whow! de Inovação, na categoria bancos digitais, pela criação do seu robô de investimentos.

O Prêmio Whow! de Inovação é promovido anualmente pelo Grupo Padrão com o objetivo de identificar a empresa mais inovadora de cada segmento e criar o Ranking Whow!, com as 100 empresas mais inovadoras do Brasil. As empresas tiveram a oportunidade de inscrever cases inovadores ou, como no caso do Sofisa Direto, foram selecionadas por meio de uma ferramenta de Inteligência Artificial.

A avaliação foi realizada por um comitê de profissionais cuja trajetória está intimamente ligada à inovação, além de um comitê de especialistas da revista Consumidor Moderno. A análise levou em conta a forma como os cases impactam os consumidores, a economia e o mercado como um todo, e seguiu critérios como relevância da inovação, projeção de futuro e valor adicionado.

Alessandro Andrade, head do Sofisa Direto, explica que o banco nunca pensou na inovação pela inovação. “Queríamos eliminar os pontos de atrito e realmente facilitar a vida dos clientes, descomplicar a forma de investir e dar uma excelente rentabilidade até mesmo para quem não tem muito dinheiro. Nosso foco sempre foi criar um modelo de banco barato para o cliente, sem pegadinhas e que, ao final, fizesse o cliente ganhar dinheiro com a gente. Foi assim que reinventamos a forma poupar, oferecendo um CDB a 100% do CDI com data de aniversário todo o dia, que rende 40% a mais que a poupança tradicional. Por isso, a inovação faz parte do nosso DNA, desde sempre. O prêmio é o reconhecimento do nosso esforço e nos coloca à frente dos outros bancos digitais no quesito inovação. “, diz Andrade.

O robô de investimentos do Sofisa Direto é o único gratuito do mercado e foi criado com o intuito de democratizar os investimentos. Baseado em inteligência artificial, funciona pelo aplicativo do banco e usa algoritmos sofisticados para analisar os movimentos do mercado financeiro, o perfil dos clientes, a disponibilidade de recursos e as metas estabelecidas. Com ele, é possível acompanhar a rentabilidade da carteira e avaliar as rotas alternativas de maior rentabilidade sugeridas. Dessa forma, o robô ajuda o cliente a montar uma carteira de investimentos e sugere quais são os caminhos para investir o dinheiro e obter maior ganho no menor tempo possível.

Com poucos cliques, é possível baixar o aplicativo, abrir uma conta no Sofisa Direto e investir o dinheiro em CDB, LCI, LCA ou fundos, garantindo rentabilidade com no mínimo 100% do CDI. O cliente não paga nenhuma tarifa e não precisa da intermediação de agências ou corretores, e nem mesmo de muito conhecimento sobre o mercado financeiro.

O Prêmio Whow! de Inovação foi entregue no dia 23 de julho, no Festival Whow! de Inovação, em São Paulo. O festival é um evento voltado para a inovação no país, reunindo palestras, painéis e visitas técnicas ao longo de três dias.

Leroy Merlin acelera sua transformação digital com IBM Cloud

A IBM anunciou hoje que a Leroy Merlin, uma das maiores redes de varejo no segmento de construção, está dando um passo significativo para proporcionar aos consumidores brasileiros uma experiência única on-line e nas lojas físicas. Ao adotar uma estratégia de nuvem híbrida, a IBM pôde oferecer um ambiente mais ágil, estável e eficiente para o gerenciamento das aplicações da plataforma digital, incluindo sistemas de vendas e administrativos.

Com a demanda cada vez maior por experiências de compra personalizadas, varejistas de todo o mundo têm buscado a tecnologia para vencer a corrida. Em um estudo recente do IBM Business Value Institute, 70% das empresas de varejo mencionaram que estão aumentando seus investimentos na digitalização de canais e lojas, enquanto 71% disseram que veem a experiência do cliente impactando mais o cenário de negócios do que os produtos em si.

Operando no Brasil há mais de 20 anos, a Leroy Merlin tem mais de 40 lojas em todo o país que são complementadas com vendas por telefone e pela internet. O varejista está migrando cargas de trabalho importantes para a IBM Cloud, como aplicações de pontos de vendas, SAP e e-commerce, criando um modelo de nuvem híbrida que proporcionará mais flexibilidade e velocidade nas operações de negócios.

“Nossa visão é tornar-se um destino único para todas as necessidades de casa e construção dos brasileiros, atendendo o cliente onde quer que ele esteja e da maneira que prefira comprar”, afirma Marcelo Figueiredo, diretor de Infraestrutura e Digital Workplace da Leroy Merlin. “Estamos certos de que a nuvem híbrida da IBM vai permitir que aceleremos nossa transformação para responder às demandas dos clientes em todos os canais e manter a Leroy Merlin na vanguarda do mercado de construção”.

Ao criar um ambiente de nuvem híbrida, a divisão de Serviços da IBM foi capaz de reduzir significativamente o tempo necessário para criar novos ambientes de TI para a Leroy Merlin – de 10 a 3 dias, comparando com a infraestrutura tradicional -, mantendo os padrões de segurança e disponibilidade. Isso torna possível para a Leroy Merlin lançar novos aplicativos baseados na nuvem e trazer novos recursos para os usuários finais com muito mais rapidez. Essa agilidade é uma forte vantagem competitiva, já que o time-to-market de novos produtos e serviços é um diferencial importante e um grande componente da estratégia omnicanal do cliente.

“A divisão de Serviços da IBM é parceira da jornada de transformação digital da Leroy Merlin há mais de 10 anos, modernizando os ambientes de vendas, SAP e administrativos e suportando os processos de desenvolvimento de aplicações do cliente. Estamos empenhados em conduzi-los a esse próximo e importante passo de inovação ao migrar parte da infraestrutura da empresa para a nuvem”, explica Frank Koja, VP de Serviços de Tecnologia da IBM Brasil. “Cloud é o alicerce da reinvenção digital e a adoção desta tecnologia proporciona às empresas a possibilidade de oferecer uma experiência mais estável e veloz aos seus clientes finais”, afirma.

Experiência de compra online

Nos últimos anos, a Leroy Merlin também investiu em sua transformação para uma empresa omnicanal, trazendo novos serviços e facilidades aos seus clientes, que hoje podem buscar e comprar produtos auxiliados por um chatbot que utiliza Watson na IBM Cloud. A LIA (sigla para Leroy Merlin Inteligência Artificial) funciona no site da varejista para responder sobre endereços de lojas, sistema de troca, serviços disponíveis e horários de funcionamento, disponível no site da empresa 24 horas por dia nos sete dias da semana.

Congresso debaterá a integração dos consumidores com cadeias produtivas

Em sua 4ª edição, o Congresso Internacional da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), que conta com a parceria do Senai Cetiqt, abordará como as novas tecnologias estão reduzindo as fronteiras que existiam na interação entre os consumidores e as cadeias produtivas e como estas estão sendo impactadas e transformadas pela tecnologia, revela o presidente da entidade, Fernando Valente Pimentel. Para ele, cada vez mais a indústria, o comércio e os serviços incorporam elementos uns dos outros.

“Esse transbordamento que estamos vendo em diversos setores é possível graças às novas tecnologias, e isso precisa ser tratado e discutido”, pondera o presidente da Abit, salientando: “A indústria não é mais apenas comércio e serviços, mas sim uma grande área de confluência que procura levar ao consumidor uma proposta substancial de valor, capaz de mostrar que aquela é uma atividade benéfica para a sociedade e as necessidades da população”.

Nesse contexto, a sustentabilidade também deve ser abordada, frisa Pimentel. Ele salienta que novas maneiras de produzir aproximarão cada vez mais a indústria do consumidor, permitindo fábricas mais compactas e flexíveis. “Com isso, haverá um processo que gera mais assertividade no lançamento de produtos, o que, por sua vez, reduzirá os desperdícios”.

Palestrantes do Brasil e do exterior

Dentre os palestrantes já confirmados para o Congresso Internacional Abit 2019, estão: Rodrigo Damiano, sócio da PWC; Gabriela Platinetty, Senior Digital da McKinsey; Raul Fangueiro, Professor Associado no Departamento de Engenharia Mecânica e investigador do Centro de Ciência e Tecnologia Têxtil da Escola de Engenharia da Universidade do Minho; Henry Costa, da Renner; Gabriel Zandomenico, CEO da Oficina Reserva; Marcia Costa, vice-presidente de Gente & Gestão da C&A; Arthur Bretas, sócio e diretor de Operações da Track & Field; Diogo Guimarães, diretor de Omnichannel Marketing e Consumer Experience da Adidas Brasil; Carlos H. Gonzalez, diretor do Setor de Fibras da América Latina da Wood Mackenzie; Paulo Coutinho, gerente do Instituo Senai de Inovação em Biossintéticos e Fibras (Senai Cetiqt); Laurent Aucouturier, sócio da Gherzi Textil Organisation AG, da Suíça; Adriana Bozon, da In Brands; Camila Toledo, diretora de Tendências da Fashion Snoops; Marcos Carvalho, sócio-fundador e CEO do Grupo AM4; Mario Paravisi, responsável pelas áreas de Marketing, Produto e Experiência da Marisol AS; Braz Costa, diretor-geral da Citeve; Guilherme Machado, Analista Sênior da Euromonitor; e Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva.

O Congresso Internacional Abit conta com a parceria estratégica do Senai Cetiqt e apoio da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG). Os patrocinadores são: Lycra, Rhodia Solvay Group, Riachuelo, Vicunha, Abrafas, Abrapa, Canatiba, Castanhal, Cedro, Cia Hering, Honda Tar Adovgados, Rosset, Trützschler, Dohler, Golden Technology, Paramount, TBM, Tremembé, Unifi, Alpina Têxtil, Cia Industrial Textil, Dini Têxtil, Focus, Jolitex, Laferlins, Marcel Phillippe, Operacional Solutions, Saltorelli, Sancris, SCMC, Tear Têxtil e Universal, além do apoio de mídia da Costura Perfeita, Guia Jeanswear, World Fashion e MJC Textilia.

Para acessar a programação completa, basta acessar o link: www.congressoabit.com.br/programacao

Congresso Internacional Abit 2019

Data: 22 e 23 de outubro

Local: Simultâneo ao Minas Trend

Informações: www.congressoabit.com.br

Tags,

Em sua terceira fase, o Programa TechD recebe 621 inscrições de startups, empresas de TIC, grupos de pesquisa e consórcios

O Programa TechD, lançado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) em parceria com a Softex, anuncia o resultado da chamada pública de inscrições para startups, empresas de TIC, grupos de pesquisa e consórcios nacionais e internacionais interessados em fornecer tecnologia para as empresas-âncoras e Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs), centros de P&D e universidades participantes dentro de quatro áreas temáticas: IoT, Saúde, Energia e Mobilidade.

“Durante o período de submissão, encerrado em junho, recebemos 621 inscrições e após a fase de análise documental e habilitação com as bancas de avaliação, foram selecionados 182 projetos”, destaca Diônes Lima, vice-presidente da Softex.

Em sua primeira fase, o TechD firmou 22 acordos com Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs), universidades e centros de P&D distribuídos por 13 estados, possibilitando o suporte em todas as regiões do país. Na segunda etapa, foram confirmadas 36 médias e grandes companhias interessadas em testar tecnologias através de processos de inovação aberta – as chamadas empresas-âncora, entre as quais Braskem, Embraer, Furukawa, Klabin, Marcopolo, Positivo, Sercomtel e Votorantim.

Paulo Alvim, secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTIC, explica que o TechD inicia agora a fase de avaliação dos projetos de pesquisa por ICCs e empresas-âncora. “Na sequência, teremos as diligências entre as startups, centros de P&D, universidades e empresas participantes. Ainda neste semestre serão firmados os termos de cooperação para início dos trabalhos. A missão do Programa é realizar essa ponte entre o universo empreendedor e o de pesquisa, contribuindo para o desenvolvimento de tecnologias com maior valor agregado”, ressalta.

Com recursos da ordem de até R$ 18 milhões, o TechD prevê a concessão de até R$ 500 mil de subvenções somados a possíveis investimentos de até 2 milhões que as empresas já habilitadas aportarão por projeto de tecnologia selecionado. Ele permite também que as empresas ofertem contrapartida financeira por projeto de interesse, que sejam sócias ou obtenham exclusividade no uso das soluções que serão implementadas.

Para a sua realização, o programa TechD conta com as parcerias estratégicas da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Estudo mostra que ataques cibernéticos custam US$ 1,35 milhão em média para empresas no Brasil

IBM (NYSE: IBM) Security anunciou hoje os resultados do estudo anual que analisa o impacto financeiro das violações de dados nas organizações. Segundo o relatório, encomendado pela IBMSecurity e conduzido pelo Instituto Ponemon, o custo de uma invasão de dados aumentou 12% nos últimos 5 anos passando para US$ 3,92 milhões, em média[1]. O aumento nas despesas é decorrente do impacto financeiro plurianual das violações, da ampliação de regulamentações e do complexo processo de resolução de a taques criminosos.

As consequências financeiras de uma violação de dados podem ser maiores para pequenas e médias empresas. No estudo, organizações com menos de 500 funcionários sofreram perdas de mais de US$ 2,5 milhões em média – um montante potencialmente devastador, pois o faturamento destas está em torno de US$ 50 milhões ou menos em receita anual.

Pela primeira vez este ano, o relatório também analisou o impacto financeiro de uma violação de dados no longo prazo, concluindo que seus efeitos serão percebidos por anos. Enquanto uma média de 67% dos custos de violação de dados são percebidos no primeiro ano, 22% acumulam para o segundo e 11% vão além de dois anos após uma invasão. Os gastos foram maiores no segundo e no terceiro ano para organizações em ambientes altamente regulamentados, como saúde, energia, farmacêutico e serviços financeiros.

“O cibercrime equivale a perdas significativas para as empresas. As organizações enfrentaram a perda ou o roubo de mais de 11,7 bilhões de registros nos últimos 3 anos e precisam estar cientes do impacto financeiro e na reputação que uma violação de dados pode gerar. Mais do que nunca, empresas de todos os tamanhos e setores precisam se prevenir e se concentrar em como gerenciar esse risco e reduzir esses custos”, diz João Rocha, Diretor de Cybersecurity da IBM Brasil.

O estudo é feito com base em entrevistas detalhadas com mais de 500 empresas em todo o mundo, incluindo o Brasil, que sofreram violação no último ano. [2] A análise leva em conta centenas de fatores de custo, incluindo atividades legais, regulamentares e técnicas para a perda de valor de marca, clientes e produtividade dos funcionários.

Algumas das principais descobertas do relatório deste ano incluem:

  • Ataques maliciosos – mais comuns e caros: mais de 50% das violações de dados no estudo resultaram de ciberataques maliciosos, custando às empresas US$ 1 milhão a mais em média do que as originadas de causas acidentais.
  • Mega violações levam a mega prejuízos: embora menos comuns, as violações de mais de 1 milhão de registros custam às empresas uma perda projetada de US$ 42 milhões. Já as de 50 milhões de registros podem custar às empresas US$ 388 milhões.[3]
  • A prática leva à perfeição: empresas com uma equipe e plano de resposta aos incidentes obtiveram uma redução de US$ 1,23 milhão nos custos de violação de dados, em média, em relação aos que não tinham nenhuma medida em vigor.
  • O dobro nos EUA: o custo médio de uma violação nos Estados Unidos é de US$ 8,19 milhões, mais que o dobro da média mundial.
  • Violações de serviços de saúde custam mais: pelo 9º ano consecutivo, as organizações de saúde tiveram o maior custo de uma violação – quase US$ 6,5 milhões em média (mais de 60% do que outras indústrias).

Ataques maliciosos representam uma ameaça crescente e violações acidentais ainda são comuns

O estudo constatou que as violações de dados originadas por um ataque malicioso não são apenas a causa mais comum de uma violação, mas também a mais cara. Elas custaram às empresas US$ 4,45 milhões, em média, mais de US$ 1 milhão além do que as originadas de causas acidentais, como falha no sistema e erro humano. Essas violações são uma ameaça crescente, à medida que a porcentagem de ataques maliciosos ou criminosos subiu de 42% para 51% nos últimos seis anos do estudo (um aumento de 21%).

Considerando isso, violações inadvertidas de erros humanos e falhas no sistema ainda eram a causa de quase metade (49%) das violações de dados no relatório, custando às empresas US$ 3,5 e US$ 3,24 milhões, respectivamente. As violações de erros humanos e de máquina representam uma oportunidade de melhoria, pois podem ser enfrentadas por meio de treinamento de conscientização de segurança para funcionários, investimentos em tecnologia e serviços de teste para identificar violações acidentais desde o início. Uma área específica de preocupação é a configuração incorreta de servidores em nuvem, que contribuiu para a exposição de 990 milhões de registros em 2018, representando 43% de todos os registros perdidos do ano, de acordo com o relatório IBM X-Force Threat Intelligence Index[4].

Ter uma equipe de resposta a incidentes permanece como principal fator de economia de custos

Nos últimos 14 anos, o Instituto Ponemon analisou fatores que aumentam ou reduzem o custo de uma violação e descobriu que a velocidade e a eficiência com que uma empresa responde a uma violação têm um impacto significativo no custo total.

O relatório deste ano constatou que o ciclo de vida médio de uma violação foi de 279 dias – com as empresas levando 206 dias para identificar uma invasão após a ocorrência e um prazo adicional de 73 dias para contê-la. No entanto, as empresas que conseguiram detectar e conter uma violação em menos de 200 dias gastaram US$ 1,2 milhão a menos.

Além de ajudar a reduzir o tempo de resposta das empresas, ter uma equipe de resposta a incidentes no local e realizar testes extensivos de planos de resposta foram dois dos três principais fatores de economia de custos examinados no estudo. As empresas que colocaram em prática essas duas medidas reduziram cerca de US$ 1,23 milhão dos custos totais para uma violação de dados em comparação com aquelas que não tiveram nenhuma medida em vigor.

Outros fatores que afetam o custo de uma violação para as empresas do estudo incluem:

  • Número de registros comprometidos: violações de dados custam às empresas cerca de US$ 150 por registroperdido ou roubado.
  • Empresas que implementaram tecnologias de automação de segurança tiveram cerca de metade do custo de uma violação (média de US$ 2,65 milhões) em comparação com aquelas que não tinham essas tecnologias (US$ 5,16 milhões, aproximadamente).
  • uso extensivo de criptografia também foi um fator de grande economia, reduzindo o custo total de uma violação em US$ 360 mil.
  • Violações originadas de um terceiro, como um parceiro ou fornecedor, custam às empresas US$ 370 mil a mais que a média, enfatizando a necessidade de as empresas examinarem de perto a segurança das empresas com as quais fazem negócios, alinhar padrões de segurança e monitorar ativamente o acesso de terceiros.

Tendências regionais e de setores

O estudo também analisou o custo de violações de dados em diferentes indústrias e regiões, descobrindo que as violações de dados nos Estados Unidos são muito mais caras, custando US$ 8,19 milhões, ou mais que o dobro da média do estudo. Esse valor aumentou 130% nos últimos 14 anos do estudo, com US$ 3,54 milhões em 2006.

No Brasil, o custo médio de uma violação de dados é de US$ 1,35 milhão, um aumento de 18,93% em relação ao ano anterior. O estudo também observou um aumento no número de dias para identificar a violação de dados, que subiu de 240 para 250, e para conter a violação, que cresceu de 100 para 111 dias, em comparação a 2018.

Além disso, as organizações do Oriente Médio registraram o maior número médio de registros violados, com quase 40 mil registros violados por incidente (em comparação com a média global de cerca de 25.500).

Pelo 9º ano consecutivo, as organizações de saúde tiveram os maiores custos associados a violações de dados, com quase US$ 6,5 milhões – mais de 60% superior à média do setor.

Relatório completo

Para conferir o estudo na íntegra, acesse: “Cost of a Data Breach Report 2019”.

Para CMOs, Transformação Digital ainda é difícil de comprovar resultados, revela pesquisa da E-Consulting

A consultoria E-Consulting ouviu nos últimos cinco meses 291 lideranças de marketing, das mil maiores empresas do País, para saber como a Transformação Digital é entendida e aplicada na linha de negócio. Com um olhar holístico, trazendo tendências, obstáculos e expectativas, a pesquisa sinaliza que a maioria dos entrevistados ainda tem uma visão singular do conceito, materializando o seu uso prático em ações e estratégias voltadas para aperfeiçoar o relacionamento com o cliente.

A pesquisa aponta que 17% dos CMOs (Chief Marketing Officer) entrevistados acham que o papel da Transformação Digital é preparar os negócios das empresas para o futuro, que será marcado por processos 100% automatizados. Para um grupo também de 17%, a Transformação Digital é uma resposta tecnológica à intensa pressão de clientes, consumidores e usuários ávidos por rapidez e atendimento diferenciado.

Adicionalmente, 15% dos entrevistados disseram que o propósito da Transformação Digital é descobrir caminhos mais rápidos para acessar novos mercados, que levam a entender os anseios dos consumidores. Já para 12%, o entendimento do conceito é captar novos modelos de negócio, enquanto que para 10% a Transformação Digital é um acelerador à inovação.

“Frentes como CRM, Business Intelligence (BI), analytics, mobile commerce, anúncios interativos, publicidade sob demanda, realidade aumentada, experiência interativa e sensorialismo estão entre as principais tendências ligadas à Transformação Digital, que estão no radar das lideranças de marketing. Coincidentemente são ferramentas e conceitos que ajudam a entender melhor o trinômio: clientes, mercados e produtos”, explica Daniel Domeneghetti, coordenador da pesquisa e CEO da E-Consulting.

Perguntados sobre os obstáculos, 12% dos CMO’s acreditam que a dificuldade é comprovar resultados tangíveis da Transformação Digital. Para 11%, o desafio reside no longo prazo para obter resultados concretos que motivem acionistas a investirem no conceito. A barreira para 10% dos entrevistados está na capacidade de investimento menor do que o necessário, enquanto que o obstáculo para 9% é não saber lidar com o manuseio dos dados para conhecer o usuário, o cliente ou o consumidor.

Impulsionadores externos

Entretanto, externamente a maioria dos líderes de marketing (14%) investiriam em Transformação Digital para ampliar o relacionamento com o cliente, usando a favor o consolidado cenário de conectividade digital, promovido principalmente pela massificação dos smartphones. Já a razão para 13% dos entrevistados é por causa da globalização e da amplificação dos padrões de escolha e consumo. Outra ala representada também por 13% investiria no conceito devido à popularização do tripé: revolução tecnológica, universalização de acesso e barateamento das tecnologias.

As mudanças de comportamento e as expectativas dos consumidores seriam o fator chave para 12% dos líderes investirem em Transformação Digital. Por outro lado, a alta competitividade dos concorrentes tradicionais e as mudanças disruptivas nas cadeias setoriais econômicas fariam com que 11% dos entrevistados saíssem de uma zona majoritariamente analógica para o universo digital.

Impulsionadores internos

Sob o ponto de vista interno, 11% dos CMOs investiriam em Transformação Digital como uma resposta à pressão do mercado, enquanto que 9% poderiam aderir ao conceito para se diferenciar dos concorrentes. Para 9%, investir em tecnologias digitais teria um foco de crescimento nas vendas em função do acesso a novos mercados e segmentos. Um grupo de 8% investiria em Transformação Digital para ter oportunidades de gerar novos modelos de negócios, de produtos e de serviços.

Igualmente com 8%, uma ala de líderes enxerga no conceito a melhor maneira de conhecer o cliente, consumidor, usuário por meio da inteligência de dados. Para 7%, o principal motivo é a combinação de aumento de eficiência, sinergia e produtividade com redução de custos aliados a novos métricas produtivas.

Transformação Digital versus Inovação

A pesquisa também constata que a maioria dos CMOS, ou seja 39%, atribuem maior correlação entre Transformação Digital e inovação. Para eles, inovação não depende de Transformação Digital, mas é um grande facilitador para as empresas inovarem. Na contramão, 37% já acreditam que inovação só acontece quando há Transformação Digital na companhia. Já 21% dizem que Transformação Digital não tem nenhuma relação direta com inovação.

Varejo brasileiro está ávido pela transformação digital

Por Raul de Souza, Diretor Executivo de Big Retail e Latam da Linx

Engana-se quem acha que a transformação digital anda distante do varejo brasileiro. Muito pelo contrário. Grandes nomes do mercado estão enfrentando de peito aberto os desafios da adesão a novas tecnologias e também das mudanças no modelo de atuação provocadas pelo contexto digital, que imprimem mais agilidade e velocidade em todas as pontas do varejo.

Meios de pagamento móveis, Big Data, omnichannel, same day delivery e mini-hubs de distribuição já são termos correntes por aqui, chegando praticamente juntos com mercados mais avançados, como o norte-americano. E não é só o discurso. Os lojistas, independentemente do porte, estão cientes de que transformar-se digitalmente não é mais uma opção, mas sim uma realidade.

Mas o que tenho dito em inúmeras conversas é que perder o medo da transformação digital não significa criar uma loja online, um aplicativo ou abrir um canal social. Precisamos pensar digitalmente, entendendo que a tecnologia não é o fim, mas um facilitador e otimizador dos processos de trabalho.

Os grandes varejistas brasileiros já internalizaram isso e, assim, estamos acabando com a discussão sobre o “fim da loja física”. Essa nova realidade exige a integração dos mundos digital e físico, que nunca deixará de ser um ponto de venda essencial para o mercado de consumo.

Isso fica claro quando sabemos que muitos clientes usam o digital como principal ferramenta de pesquisa, mas definem a compra em contato direto com o produto: 47% dos internautas pesquisa online, mas realizam a compram efetiva na loja, por exemplo.

Isso mostra que a tecnologia não é apenas a base do e-commerce, mas um imprescindível ponto de apoio para o comércio tradicional. Com ela, temos à disposição produtos e serviços que permitem conhecer melhor o cliente, oferecer as melhores experiências de compra e, é claro, melhorar a organização e a gestão do negócio como um todo, independente do canal.

Entre os fatores que explicam o crescimento digital no varejo brasileiro, está a redução dos custos de adesão. Com a popularidade, as tecnologias ficam cada vez mais acessíveis para o varejista, tanto em preço quanto em velocidade de implantação. Outro ponto é a aceitação local: o brasileiro é um altíssimo consumidor digital, ficando atrás apenas da China em número de celulares per capita.

Somos um dos povos que mais usa internet e, certamente, mídias sociais. Estamos caminhando para acabar com as barreiras entre online e offline. Por isso, queremos que produtos e serviços nos atendam igualmente em ambos os cenários. Por último, a necessidade de superar a concorrência faz com que os consumidores fiquem cada vez mais exigentes e empoderados, trazendo para o varejo o desafio de estar sempre um passo à frente.

Hoje, é preciso ser mais ágil e eficiente não apenas do que a loja ao lado, mas de todo o mercado.

MBA no exterior reforça visão empreendedora

Com o desenvolvimento da tecnologia e o processo de digitalização, o mundo está cada vez mais conectado, algo que se reflete no mercado de trabalho. Os empregadores valorizam candidatos especializados e com experiência internacional, capazes de compreender o mercado global como um todo.

Devido ao aumento da competitividade, a graduação é apenas o primeiro passo para uma carreira de sucesso. A qualificação tem se mostrado cada vez mais relevante para os profissionais se destacarem. Dessa forma, o MBA está sendo cada vez mais procurado.

Para os empreendedores, o cenário é o mesmo. Para alcançar o sucesso, é preciso ter conhecimento para tirar uma boa idéia do papel e transformá-la em um negócio criativo e financeiramente viável.

Para Antonio Serrano, fundador e CEO da empresa Juntos Somos +, uma joint-venture formada por Votorantim Cimentos, Tigre e Gerdau, “O MBA é uma oportunidade de parar para repensar a carreira, complementar sua formação superior e conhecer pessoas de nacionalidades diferentes que contribuirão para o enriquecimento da visão empreendedora.”

Serrano é formado em engenharia pelo ITA e cursou seu MBA na Universidade de Chicago. Durante o programa, teve a oportunidade de desenvolver seu pensamento crítico e empreender na prática fundando duas empresas: o Igomarket, um site de compra e venda de classificados nos Estados Unidos restrito a membros de comunidades específicas, em que é possível selecionar para qual público o produto é mais indicado, e o Oveloz, um site de e-commerce criado no Brasil que realizava a entrega através de motociclistas em até duas horas para toda a cidade de São Paulo.

Já para Luiz Candreva, Head de Inovação do Hub/SP, “Todo tipo de especialização, entre MBA e pós-graduações, traz melhorias do ponto de vista educacional. Um dos pontos mais valiosos da experiência é o networking, a troca de conhecimento entre os participantes. Hoje, dada a dinamicidade do mercado de trabalho, também destaco o desenvolvimento das soft skills. Existem programas com maior proeminência no assunto no exterior, assim como também existem alguns no Brasil. O mais importante na hora de tomar sua decisão é comparar o que cada pacote irá te oferecer.”

Candreva concluiu o programa na Universidade Internacional da Flórida e destaca que a principal diferença entre os programas nacionais e internacionais é que no exterior existe uma cultura de preparação prévia para as aulas do cronograma, por meio de leituras adiantadas e estudos em casa. Já no Brasil, os planos educacionais são focados na aplicação de provas e trabalhos.

Por acreditar no modelo educacional, após o término do curso, virou Criator Director do Disruptive MBA, um curso de pós-graduação com foco em marketing digital, que também aborda empreendedorismo e gestão de negócios. A iniciativa foi criada a partir da idéia de moldar soft skills por meio de hard skills, revolucionando o mindset dos participantes por meio de atividades e professores que se destacam nos cenários nacional e internacional.

O empreendedor dá uma dica: “Tome cuidado com as grandes marcas, pesquise bastante para ver qual se encaixa melhor no seu perfil e entenda que seu MBA deve ir muito além do que um mero diploma. Exige muito esforço e dedicação.”

Já para Serrano, o conselho é aproveitar ao máximo as aulas, palestras e eventos e se aproximar das pessoas para construir laços que futuramente possam resultar em parcerias e indicações profissionais.

Aos interessados em cursar um MBA fora do Brasil, o The MBA Tour – evento gratuito que acontece no dia 17 de agosto em São Paulo e dia 19 do mesmo mês no Rio de Janeiro – é uma grande oportunidade para conhecer os programas a fundo.

Durante a feira, os participantes podem entrar em contato com os diretores de admissão de algumas das melhores universidades de negócios do mundo e saber tudo sobre o processo de recrutamento e a cultura das instituições.

Inscreva-se no link: thembatour.com/studentArea/StudentRegNew.jsp

The MBA Tour – São Paulo

Data: Dia 17 de agosto, sábado, das 11h às 16h30

Local: Hotel Renaissance São Paulo – Alameda Santos, 2233 – Cerqueira César

Incrições no link: thembatour.com/studentArea/StudentRegNew.jsp
Mais informações: thembatour.com/saopaulo/

The MBA Tour – Rio de Janeiro

Data: Dia 19 de agosto, segunda-feira, das 16h30 às 21h30

Local: JW Marriot Rio de Janeiro – Avenida Atlântica, 2600 – Copacabana

Incrições no link: thembatour.com/studentArea/StudentRegNew.jsp
Mais informações: thembatour.com/riodejaneiro/

Tecnologia humaniza processos na área de Recursos Humanos

Foto de Dayane Figueiredo

Apesar de todas as empresas serem compostas por pessoas, não são todas as que valorizam o quadro de funcionários. Há aquelas que, por exemplo, não reconhecem seus colaboradores e afetam diretamente a produtividade no local de trabalho. Pelo menos isso é o que indica o mais recente estudo realizado pela Universidade da Califórnia (UCLA). Segundo a pesquisa, em média, um trabalhador feliz é 31% mais produtivo, três vezes mais criativo e vende 37% a mais em comparação aos outros, além de evitar acidentes no trabalho e reduzir desperdícios.

É nesse contexto que o conceito de People First, ganha cada vez mais destaque. Como em uma espécie de filosofia de trabalho, o termo trata de um conjunto de práticas para colocar colaboradores em primeiro lugar: acima do lucro da empresa, das tecnologias ou dos processos. A ideia é que a corporação deixe de enxergar pessoas como um meio para que se tornem um fim.

“Com forte impacto no ambiente de trabalho, as empresas que adotam esse tipo de filosofia, se tornam mais humanas e capazes de gerar valor tanto para funcionário quanto para empresa. Sem contar que é um modelo de gestão mais consciente, com uma maior capacidade de entender, atender e de trazer desempenho acima da média, além de fortalecer a marca do negócio”, explica Marcelo Furtado, fundador e CEO da Convenia.
Foi esse pensamento, aliado à percepção de que havia uma necessidade de levar alta tecnologia para o setor de recursos humanos, que fez com que Marcelo Furtado, Rodrigo Silveira e Anderson Poli criassem a Convenia em 2012, um negócio inovador, capaz de trazer soluções por meio da tecnologia para otimizar tempo e custos de pequenas e médias empresas.

O objetivo da startup é oferecer, por meio da tecnologia, uma nova forma de pensar ao profissional de RH, transformando a maneira como conhece a área de gestão de pessoas e trazendo soluções que permitem desde controlar o pagamento dos funcionários, a gestão dos benefícios oferecidos ou uma consultoria especializada. O foco sempre está nas pessoas que estão por traz desses serviços, sejam elas, clientes, gestores das plataformas ou colaboradores das empresas.

De acordo com Furtado, com a tecnologia aliada a esses profissionais, a preocupação com os processos dá lugar para as pessoas e para boas práticas corporativas, como a people first. “Não há um passo a passo de como se tornar uma empresa people first, mas há como criar uma cultura centrada nas pessoas, a partir de um conjunto de valores, hábitos e crenças que ponham o capital humano em primeiro lugar”, avalia o empreendedor.
Ele acrescenta que, mesmo sem um manual para práticas desse tipo, há algumas aplicabilidades possíveis nas empresas como iniciar negociações do tipo ganha-ganha, ou seja, em que empregador e funcionário são beneficiados, melhorar a jornada de compra dos clientes e pensar no lucro, processos e tecnologia como um meio para o fim.
Para ajudar empresas nesse caminho, a Convenia desenvolveu um software em nuvem, que inclui todos os processos do departamento pessoal de pequenas e médias empresas. Dessa maneira, a ferramenta otimiza e desburocratiza o RH, desde a contratação até o desligamento de um funcionário.

“Um profissional de RH perde, em média, 5 dias do seu mês com rotinas de folha de pagamento. Outros 5 dias são gastos com processos manuais relativos a admissão de colaboradores. Apenas nestes dois processos, se consome cerca de 50% do mês útil de um profissional de RH. Com a utilização do Convenia, a automatização dos processos faz com que este profissional pare de gerenciar processos e passe a ter tempo para gerenciar pessoas. Este é o nosso grande objetivo”, afirma Furtado.

Nesse processo, é importante que empresas que contratem a startup tenham um histórico de dados dos funcionários. A HRtech consegue participar ativamente de todo o processo de importação desse banco e auxiliar na busca de informações junto ao contador do cliente.

Atualmente, a Convenia oferece uma cartela de produtos, com teste gratuito, como software de departamento pessoal, terceirização da folha de pagamento, gestão e contratação de benefícios e um clube de vantagens direcionado para o engajamento dos colaboradores. São mais de três mil clientes, entre elas empresas como: Itaú, Dasa, Loggi, Resultados Digitais, Sambatech, Endeavor e OAB.

Bossa Nova figura em ranking de startups na categoria de ecossistema

A Bossa Nova Investimentos, líder absoluta do segmento na América Latina, foi destaque do ranking anual Top 100 Open Startups, divulgado na última quinta-feira (18). Com mais de 10 mil empresas e startups inscritas na pesquisa, a Bossa Nova foi citada entre os 10 maiores fomentadores do ecossistema de startups no Brasil. “Nosso principal objetivo sempre foi promover o desenvolvimento de startups nacionais para democratizar o acesso ao capital e unir negócios promissores a investidores qualificados”, afirma Pierre Schurmann, CEO da Bossa Nova Investimentos.

Para o empresário, o país vem se destacando no cenário empreendedor e atraindo cada vez mais investidores estrangeiros devido ao número crescente de novos unicórnios (empresas que atingem valuation de mais de R$ 1 bi). “As perspectivas do mercado de venture capital são positivas e acredito que o país deva surfar um crescimento anual de 50% nos próximos três anos, pelo menos”, revela. A empresa, que já realizou 513 investimentos, pretende somar mil startups ao seu portfólio até 2020. Desde 2017, os empresários Pierre Schurmann e João Kepler contam com o apoio do Banco BMG como sócio.

Liderando o ranking Top 50 Open Corps, o Banco BMG foi outro grande destaque da pesquisa. A instituição foi a que mais fechou contratos com startups no último ano, segundo dados da Open Startups. Citado na categoria de grandes corporações, o BMG atua por meio do braço BMG UpTech com projetos e ações de incentivo ao empreendedorismo. “A oportunidade de estar constantemente dialogando e negociando com as startups, oxigena o ambiente de uma grande corporação. Nestes três anos de atuação, aprendemos como extrair o melhor da relação entre startups e grandes empresas, gerando ganhos expressivos para ambos”, destaca Rodolfo Santos, CEO do BMG UPTech.

Startups promissoras

Dentre as empresas que apareceram no ranking TOP 100 Open Startups como sendo as mais atraentes para o mercado corporativo, a Bossa Nova é investidora de 19 delas. “Como atuamos no estágio de pré-seed, que antecede o investimento semente, somos responsável por identificar os negócios que tem mais chances de crescerem exponencialmente”, explica João Kepler, sócio da Bossa Nova Investimentos, diretor de startups da Assespro e autor do livro Smart Money.

Confira abaixo a lista das startups investidas pela Bossa Nova que aparecem no ranking por categorias:

TOP 100 Startups: Simplifica Fretes, Standout, JUSTTO, dLieve, Biosolvit e Kriativar
TOP 10 Retail – NUMENU e Standout
TOP 10 Environment – Polen, Biosolvit, Aterra
TOP 10 Energy – Delfos
TOP 10 Healthcare – Psicologia Viva
TOP 10 Customer Service – Almoço Grátis e TotalVoice
TOP 10 Legal – Licentia
TOP 10 Marketplace – Simplifica Fretes
TOP 10 Transporte e Logistica – dLieve
TOP 10 Industry – Órbita Engenharia
TOP 10 Financial Services – Boletão
TOP 10 Productivity – Espresso
TOP 10 Big Data – KCollector
TOP 10 Education – Kriativar

Como o Inbound Recruiting tornou-se estratégia para buscar talentos

No atual cenário do mercado de trabalho, manter um colaborador de alto nível e engajado na empresa tornou-se um grande desafio. O temido turnover – taxa de rotatividade de colaboradores – é um dos principais problemas a serem combatidos por gestores. Mas, como as empresas podem atuar e reter seus talentos? Existem diversas maneiras, mas algumas marcas empregadoras já têm adotado técnicas de marketing em processos seletivos chamadas de Inbound Recruiting.

O termo basicamente resume estratégias de marketing e venda que são usadas em marcas, para fazer com que o consumidor final seja engajado e acabe comprando a ideia. Esse método é refletido nos processos seletivos, onde o objetivo do RH é atrair o candidato e fazer que ele escolha colaborar com a sua empresa, permanecendo nela por um longo período. Basicamente, as fases do processo de Inbound Recruiting consistem em atração, conversão, fechamento e encantamento do funcionário.

Stefanie Ferracciu, Head de Gente & Gestão da Gupy, empresa líder em sistema de recrutamento com base em Inteligência Artificial no Brasil, explica que mesmo se o candidato não conquistar a tão sonhada vaga, a ideia é que ele seja um promotor da marca empregadora. “Muito mais que recrutar e manter um candidato como colaborador, o objetivo é fazer com que todo mundo que tenha contato com a sua empresa seja promotor da sua marca, independente de ser ou não selecionado para a vaga. E esse processo tem que começar desde o primeiro momento que o profissional é impactado”, afirma.

Para isso, empresas buscam utilizar estratégias para vender e consolidar a marca empregadora. Entre as técnicas utilizadas estão: produção de conteúdo sobre o setor que atuam (publicados em blogs próprios e newsletter), experiência positiva para o candidato durante o processo seletivo, Foco em deixar a página de carreiras mais atraente, clareza nas informações durante o recrutamento, envio de feedbacks para não deixar o candidato no limbo, medição da satisfação dos candidatos, entre outros.

Segundo Guilherme Dias, CMO da Gupy, o Brasil apresenta uma alta taxa de turnover de funcionários, que costumam ficar menos de um ano na mesma empresa. Esse problema pode gerar inúmeros prejuízos para o empregador, desde perda de projetos em que o colaborador é peça fundamental, até impactos financeiros e na produtividade do time todo. Assim, pensar em estratégias que criem esse vínculo entre colaborador e empresa é indispensável nos tempos de hoje, principalmente, quando se fala em inovação em Recursos Humanos.

Mutant lança projeto para conectar startups às principais empresas do Brasil

A Mutant, empresa expert em customer experience, lança o programa Mutant Garage, que tem o objetivo de acelerar startups na criação de produtos, serviços ou soluções exclusivamente voltadas a experiência do consumidor. As inscrições poderão ser feitas até o dia 26 de julho e as startups poderão se inscrever para terem uma série de benefícios.

O formulário está disponível no site (mutantbr.com/garage) e os candidatos poderão preencher com os dados da empresa. As informações serão submetidas a uma avaliação para participação no projeto. “Estamos em busca de parceiros que tenham modelos de negócios inovadores, assim como a Mutant. Nossa intenção é elevar o nível de ofertas para as empresas e, consequentemente, para os consumidores. Para oferecer um formato eficiente, nos unimos a Ace, referência como aceleradora no mercado de startups”, conta Eduardo Gallo, Head de Inovação da Mutant e um dos criadores do projeto.

Entre os benefícios oferecidos aos participantes estão o contato com 250 mentores da rede global da Ace; participação em uma comunidade de mais de 300 empresas aceleradas; e equity free, ou seja, a Mutant não fará investimentos na startup. Durante todo o programa, os empreendedores poderão contar com soluções de marketing, relacionamento com clientes, atendimento, retenção, fidelização, entre outros serviços.

Como grande diferencial, o Mutant Garage vai facilitar o acesso dos participantes aos seus 200 clientes, as maiores companhias do Brasil no ramo de telecomunicações, banda larga, TV por assinatura, bancos, seguradoras, saúde e transporte. “Para as startups, além da nossa expertise, é uma alternativa inteligente, pois eles podem economizar em torno de R$ 500 mil com ferramentas de automação marketing, gestão e outras ferramentas necessárias para potencializar uma empresa”, completa Gallo.

Agibank lança site de carreiras para colaboradores e candidatos

O Agibank, banco inovador que tem o propósito de melhorar o dia a dia das pessoas e facilitar sua vida financeira, acaba de lançar um site que apresenta conceitos de carreira e suas trajetórias, além de todos os requisitos que devem ser atendidos por quem deseja crescer na instituição ou quer fazer parte dela. O objetivo da iniciativa é dar transparência aos atuais e futuros colaboradores sobre as oportunidades oferecidas, e fornecer dicas e conteúdos interessantes sobre carreira e mercado de trabalho.

A ideia do site é democratizar a informação e melhorar a experiência das pessoas antes mesmo delas começarem a trabalhar na instituição, além de tornar ainda melhor a jornada de quem já faz parte. Após analisar em profundidade o perfil dos mais de 3,5 mil colaboradores, foram desenhados os arquétipos de referência e traçadas as trilhas que orientam a construção da carreira no Agibank. “Criamos uma plataforma para tornar tudo isso tangível e compreensível para as pessoas. No final, entendemos que essa também seria uma importante ferramenta para evidenciar ao mercado a nossa proposta enquanto marca empregadora”, explica Alejandra Nadruz, líder de Pessoas e Cultura do Agibank.

Uma das funcionalidades do canal é o Mapa de Carreiras que, por meio de filtros e cores, mostra as diferentes posições existentes no Agibank nas áreas corporativa, vendas, serviços, tecnologia, banking e gestão, assim como a descrição de cada uma delas. Além disso, o site também apresenta as vagas disponíveis no banco, os formatos de remuneração e detalhes sobre o processo seletivo. Hoje, o Agibank conta com 103 vagas abertas.

No portal, também é possível acessar o Direcionador de Carreiras, um orientador que ajuda na identificação do perfil e no orientação da melhor trilha de carreira no Agibank. A funcionalidade, que utiliza um chatbot movido a algoritmos que guiam a conversa, se conecta à cultura de inovação que orienta a instituição no desenvolvimento de todas as suas soluções.

“Ampliando a visibilidade sobre o que cada colaborador precisa fazer para crescer na carreira esperamos gerar ainda mais atratividade. Isso também nos ajuda a praticar a meritocracia, reconhecendo o protagonismo das pessoas e recompensando-as também”, finaliza Alejandra.

A instituição foi considerada pela segunda vez consecutiva uma das Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil pelo ranking da Você S/A e foi certificada em 2019 pelo Great Place To Work. Para conhecer mais sobre o site de carreiras, acesse o link: carreiras.agibank.com.br.

Natura inaugura novo Laboratório de Fórmulas em Cajamar

Em um cenário de rápidas transformações, inovar exige cada vez mais capacidade de adaptação a novas tecnologias. O recém-inaugurado Laboratório de Desenvolvimento de Fórmulas da Natura, em Cajamar, traz um sistema de infraestrutura totalmente adaptável para inovações que ainda nem sabemos que estão por vir. Além disso, o novo laboratório traz mais rapidez, assertividade e flexibilidade para o desenvolvimento de fórmulas e protótipos, reduzindo o tempo que cada produto leva para chegar ao mercado.

Em uma área de mais de 800m², o Laboratório conta com a tecnologia plug and play, que permite diferentes configurações para o espaço. Totens tecnológicos móveis, acoplados a um sistema de infraestrutura aérea, permitem plugar e desplugar instalações que usualmente são fixas, como direcionadores de água, esgoto, ar comprimido e eletricidade. Esse sistema pode percorrer todas as bancadas do laboratório, que também são móveis, aumentando a flexibilidade das instalações.

O espaço também possui uma nova “planta piloto”, com equipamentos industriais em proporções reduzidas, capazes de simular as etapas de produção da fábrica com pequenos volumes, tornando mais fácil e eficiente o processo de dar escala à produção de um protótipo. “Anteriormente, fazíamos uma quantidade reduzida de produto e levávamos para a fábrica para produzir toneladas. Agora, a assertividade passa a ser muito maior”, explica Daniel Gonzaga, diretor de Inovação em Produtos da Natura.

Além de maior grau de acerto no desenvolvimento das fórmulas e flexibilidade para o desenvolvimento de produtos, o novo laboratório também deve aumentar a rapidez com que a Natura traz inovação para seu portfólio. Atualmente, a empresa desenvolve mais de dois mil protótipos em paralelo e lança em média 250 novos produtos todos os anos.

Roseli Mello, diretora de Inovação Expandida, explica que o novo laboratório permitirá diminuir o time to market, tempo entre o desenvolvimento de um novo produto e sua venda para o consumidor final. “Além disso, a otimização dos fluxos e a flexibilidade para operar permitirão que os pesquisadores fiquem ainda mais focados em inovações que tragam experiências sensoriais e benefícios exclusivos, como o recém lançado Chronos Acqua Biohidratante”, conclui.

O Laboratório de Desenvolvimento de Fórmulas faz parte do novo Centro de Inovação da Natura em Cajamar, que contará ainda com áreas dedicadas a pesquisa avançada, prototipagem, cocriação, experimentação e testes de novos produtos.