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Decolar é eleita a melhor agência de viagens online para os brasileiros

A Decolar, maior agência de viagens online do Brasil e América Latina, foi eleita a melhor agência de viagens online pelos consumidores brasileiros. O reconhecimento veio por meio da 17ª edição do Prêmio O Melhor de Viagem e Turismo 2018/2019.

A premiação contou com 23 categorias, que tiveram seus vencedores escolhidos por meio de voto popular. Os mais de 4mil participantes da votação coroaram a Decolar na categoria online, que é, atualmente, a forma mais inovadora e democrática de comprar itens de turismo.

“Ser reconhecida pelos brasileiros como a melhor entre as diversas agências de viagens online do mercado é um prêmio muito importante para a Decolar. Buscamos sempre utilizar a tecnologia e a inovação para que os nossos clientes tenham uma experiência inesquecível, desde o planejamento, passando pela compra, até os momentos especiais no destino”, afirma Alexandre Moshe, diretor-geral da Decolar.

A Decolar atua no Brasil desde 1999 e desde então já levou milhões de brasileiros a milhares de destinos ao redor do mundo. Oferecendo uma experiência digital completa, seja por meio do site ou do aplicativo, e um catálogo de produtos completo, que inclui desde pacotes a itens como passagens, hospedagens, ingressos, passeios, entre outros, a agência de viagens online tem como um de seus objetivos democratizar o turismo no país por meio de diversidade de opções e acessibilidade.

Linx lança aplicativo de gestão para micro, pequenas e médias empresas

A Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo, acaba de anunciar o Shopbit, um aplicativo que tem como objetivo profissionalizar a gestão de vendas e estoques para microempreendedores, além de pequenas e médias empresas. Disponível no Google Play, pode ser baixado gratuitamente para usuários do sistema operacional Android em smartphones.

Pelo aplicativo, o lojista poderá controlar o caixa, realizar vendas direto do celular, cadastrar produtos por código, cor, tamanho e outras características, além de ser leve e possuir um design moderno e intuitivo. A oferta conta ainda com uma opção de plano que oferecerá serviços exclusivos, como controle de estoque, criação de combos e promoções, assim como o cadastro de clientes.

“O Shopbit é o primeiro passo na oferta de soluções para pequenas e médias empresas. O aplicativo é mais um fruto da Linx Pay Hub, nossa unidade de negócios dedicada ao segmento de meios de pagamento”, explica Denis Piovezan, diretor executivo da Linx Pay Hub. “Nosso objetivo é que o lojista profissionalize e controle ainda mais o seu negócio”, adiciona.

Além de ser compatível com dispositivos móveis com sistema operacional Android, o Shopbit também pode ser usado em desktop e notebooks. Nestes aparelhos, é possível acompanhar gráficos com resultados do negócio, cadastrar produtos do estoque de maneira rápida e fácil, bem como configurar facilmente a gestão dos itens básicos da loja.

O Shopbit faz parte do portfólio da Linx Pay Hub, unidade de negócio especializada em serviços financeiros que foi criada recentemente para simplificar conexões e acelerar negócios, sob a filosofia de uma ‘fintech’. “Com o novo app, pretendemos auxiliar empreendimentos que faturam entre 10 e 20 mil reais por mês”, conclui Piovezan.

Para mais informações, acesse http://www.linx.com.br/payhub/shopbit

CEO da Multilaser deixa cargo executivo para se dedicar à Secretaria da Educação no Paraná

A Multilaser, líder nacional nos setores de telefonia, eletroeletrônicos e informática, anuncia a saída de Renato Feder da copresidência da empresa. O executivo foi convidado pelo governador eleito do Paraná, Ratinho Junior, para assumir o cargo de Secretário Estadual de Educação a partir de janeiro de 2019. Com a saída de Feder, a Multilaser passará a ter Alexandre Ostrowiecki como único CEO.

“Ao aceitar esse convite abdiquei do cargo de executivo de uma empresa já consolidada no mercado, pois sempre acreditei que o futuro do Brasil está na educação. Encaro esse desafio com muita vontade de fazer diferente e contribuir para a valorização dos professores, em prol de cerca de um milhão de crianças e adolescentes da rede estadual do Paraná”, afirma Feder.

O executivo é formado em Administração pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) e tem Mestrado em Economia pela USP (Universidade de São Paulo). Foi professor de Matemática, deu aulas de Economia no Mackenzie e foi diretor da escola filantrópica Alef Peretz durante oito anos, além de ter ocupado o cargo de Assessor Técnico da Secretaria de Educação de São Paulo. Em paralelo às suas atividades como empresário, é responsável pelo projeto Copa Multilaser de Matemática, em parceria com a OBM (Olimpíada Brasileira de Matemática).

“Renato é sem dúvida uma ótima nomeação para o cargo e tenho certeza de que desenvolverá um trabalho excepcional. A educação sempre foi um tema prioritário para ele” declara Alexandre Ostrowiecki.
Feder e Ostrowiecki assumiram a empresa em 2003, ambos com 24 anos, e transformaram a companhia em um dos principais players do setor de eletrônicos no país, com faturamento anual de 2,5 bilhões de reais.

Algar Tech lança programa para capacitar colaboradores em novas competências operacionais

Os profissionais da Algar Tech, multinacional brasileira especializada em gestão do relacionamento com cliente, ambiente de tecnologia e serviços de telecom, têm agora a oportunidade de se capacitar para as chamadas “profissões do futuro”. A empresa lançou um programa de aprendizado e inovação, que prevê a formação dos associados – como são chamados os colaboradores – em novas competências operacionais.

Denominada “Dê asas à sua carreira”, a iniciativa abrange conteúdos para formações diversas. As duas primeiras turmas abertas foram em User Experience (UX) e Customer Experience (CX), com módulos emdesign de experiência e omnichannel, e Assistentes Virtuais, com abordagem em cognição, inteligência artificial, curador e linguagem natural.

Primeiro, os colaboradores de toda a empresa são informados sobre as atribuições de cada uma dessas carreiras, por meio de eventos transmitidos via mídia social interna. Posteriormente, são abertas as inscrições, sem restrições de área. “Em vez de pedir indicações para os líderes, nós abrimos a oportunidade para todos os associados, de modo que a vontade e o talento de cada um fossem os fatores decisivos”, explicou Júlio Emmert, diretor de Talentos Humanos da Algar Tech.

Depois de inscritos, os interessados são submetidos a testes online, além de um vídeo e uma redação para justificar seu interesse naquela função. “Dividimos o processo em várias etapas, avaliando a aptidão para as diferentes competências que serão necessárias para a nova carreira”, complementou o executivo. Para as duas primeiras turmas, 639 profissionais se inscreveram e, ao final da triagem, 30 foram aprovados e iniciam a formação neste mês.

Próximos passos

Com o sucesso obtido nas primeiras turmas, a segunda etapa foi iniciada em agosto com 79 associados aprovados para as áreas de design de serviço (CX/UX) e métodos ágeis. Entre os temas que serão explorados nos próximos meses estão analytics, assistentes virtuais e automação de processos – incluindo automação por robôs (RPA). Cada formação tem duração de seis meses, com módulos online e presenciais. Para isso, a Algar Tech conta com parceiros como UniAlgar, Udacity, Alura e Symnetics.

Os associados que concluírem a capacitação vão compor um banco de talentos interno para preenchimento de vagas nessas funções, que são consideradas prioritárias na empresa para suporte na evolução do portfólio. “De forma bem pragmática, estamos direcionando nossos talentos para as competências que para o mercado estão no futuro, mas que, no dia a dia de inovação e transformação digital que vivemos na Algar Tech, já é nosso presente há algum tempo”, concluiu Emmert.

“Dê asas aos seus projetos”
Paralelamente ao “Dê asas à sua carreira”, a Algar Tech iniciou o movimento “Dê asas aos seus projetos”. A ideia é promover a divulgação, nos canais internos da empresa, das iniciativas que sãodesenvolvidas no Programa Transformação. O Programa Transformação visa estimular a inovação e a eficiência operacional, em duas frentes: digital e convencional.

“Para inovar precisamos ter ideias e oportunidades fervilhando em toda a organização, não podemos ter apenas um núcleo com essa missão. Por isso incentivamos todos a participarem”, afirma Emmert. Ainda segundo o executivo, grandes projetos surgem de quem está no dia a dia vivendo o contato com outras áreas internas, com os clientes e com todo o ecossistema de parceiros.

A dinâmica do Programa Transformação é: o associado tem uma ideia, monta uma equipe de trabalho para desenvolvê-la, submete a um comitê e, se aprovada, monitora a execução. Além disso, o profissional pode receber um plano de incentivos financeiros pelos resultados gerados. Em dois anos, mais de 100 projetos foram implantados na empresa. “Com a divulgação, conseguimos engajar centenasde pessoas para fazer parte dos projetos originais ou mesmo replicar aqueles com maior sucesso em suas próprias áreas”, concluiu o diretor.

Ambas as iniciativas são ilustradas com uma imagem de asas, pois faz parte do símbolo escolhido para o Programa Transformação: a águia, que expressa foco, garra, resiliência e velocidade. As asas estão retratadas na sede da empresa em Uberlândia (MG), por meio da obra de arte de um artista plástico da região, o Dequete.

Três carreiras autônomas para faturar alto durante a Black Friday

A Black Friday, momento muito aguardado para quem está procurando descontos, não se restringe somente aos empresários de lojas físicas e donos de e-commerce que buscam liquidar seus produtos nessa época do ano. O profissional freelancer também pode surfar nessa onda e ganhar dinheiro extra nesse período.

Pensando nisso, o Freelancer.com, maior plataforma para freelancers e crowdsourcing do mundo, listou três profissões que podem faturar alto nesta Black Friday. Confira se você se encaixa no perfil e aproveite que ainda dá tempo de conseguir trabalho até lá.

Designer

Diversas lojas online aproveitam essa época para produzir páginas exclusivas de ofertas, dando destaque aos principais produtos que desejam comercializar. Além disso, a ferramenta de e-mail marketing é muito utilizada para atrair novos consumidores e despertar a atenção daqueles que já são clientes assíduos. Essas ferramentas de comunicação precisam ser construídas com qualidade, tanto para atrair clientes, como para trazer credibilidade à imagem da loja que coloca os seus produtos em promoção. Por isso, a importância de contratar profissionais qualificados que atuam como Designer. Só eles poderão extrapolar a criatividade e criar peças atraentes e únicas. Nessa hora, ter um portfólio organizado ajudará e muito na captação desses trabalhos.

Desenvolvedor Web

Quando se fala de e-commerce logo vem à cabeça a ideia de que a loja virtual tem algum programador/desenvolver web na sua equipe. Afinal, são eles que estruturam e organizam a hospedagem das páginas desse comércio. Mas nem sempre essa ideia é verdadeira, por isso, em ocasiões como a Black Friday muitos empresários precisam investir na contratação desses desenvolvedores freelancers, seja para atualização e reestruturação do próprio site ou para montar um hotsite exclusivo com as ofertas em destaque. Se você for um Desenvolver Web organizado, poderá aproveitar esse período e garantir um ganho extra, basta se programar e entregar tudo dentro do prazo estabelecido, afinal, essas demandas poderão gerar diversos jobs no futuro, não é mesmo.

Contador

E quem disse que só quem trabalha com design e/ou desenvolvimento de sites pode ganhar um extra na Black Friday? Com o aumento de vendas de produtos, automaticamente, surge o crescimento do volume de notas fiscais, com isso o empresário que quiser ganhar com esse período de promoções deve ficar atento para não perder nenhum documento fiscal importante, seja na emissão para o consumidor ou no recebimento de notas de fornecedores. Aqui, surge a oportunidade para o contador freelancer, que é um profissional chave para que todas as notas estejam devidamente organizadas e que não haja nenhum erro.

Custa caro viabilizar um projeto inovador?

Por Paulo Renato de Oliveira, da Action Labs

“Inovar custa caro.” “O retorno é apenas a longo prazo.” “Somente as grandes empresas têm condições financeiras para inovar.” “Não vejo como inovar na minha empresa.” Estas são algumas das queixas mais frequentes de gestores quando o assunto é inovação. O que eles não sabem, entretanto, é que não inovar sai ainda mais caro. A empresa perde em competitividade e fica para trás perante a concorrência. Além disso, há tempos a inovação deixou de ser um diferencial para tornar-se questão de sobrevivência no mercado.

Apesar da necessidade de inovar, um estudo do Massachusetts Institute of Technology (MIT), por encomenda do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), mostra que o setor privado investe pouco em inovação no Brasil. O País investe em torno de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em pesquisa e desenvolvimento, enquanto países como a Coreia do Sul e Taiwan destinam 3,9% e 2,9% do PIB para esta finalidade, por exemplo.

As empresas buscam viabilizar a inovação no dia a dia, sem gastar muito e com agilidade. Se o produto obtiver sucesso quando chegar ao mercado, o investimento compensa. Mas existem muitos casos em que ele acaba fracassando depois do lançamento. Neste caso, mesmo que o investimento tenha sido relativamente pequeno, a conta fica cara. Por isso é tão importante aplicar uma prova de conceito, chamada de Proof of Concept Design, ou PoC Design, antes de lançar sua ideia no mercado. Ainda que as provas de conceito já sejam utilizadas há anos no Vale do Silício, a realidade brasileira é outra. Lá, as grandes organizações têm orçamentos e equipes dedicadas à inovação e grandes verbas para pesquisa e desenvolvimento. No Brasil, o cenário é outro, com recursos humanos e financeiros mais escassos.

A Apple, por exemplo, tem uma proporção de 8 produtos lançados para 1 de sucesso. Ela pode fazer isso e continuar com lucro, mas, para a maioria das empresas, as provas de conceito não podem ser caras nem demoradas. Desenvolvemos esta metodologia para testar projetos e avaliar não apenas a viabilidade técnica, mas principalmente se os usuários desejam a solução e se estão dispostos a pagar por ela, antes de colocá-la no mercado. O PoC Design viabiliza a inovação no dia a dia da empresa, com agilidade e aumento das chances de sucesso. O modelo pode ser aplicável a qualquer cenário de negócios e a todos os perfis de empresas.

Quem opta por trabalhar com PoC Design está descobrindo uma nova maneira de inovar para conquistar mais clientes e obter melhores resultados, com custo reduzido. A metodologia permite que o cliente faça um teste no mercado com uma fração do tempo (90 dias) e uma fração do custo (10% a 20%). Isso significa que mesmo empresas menores não diretamente ligadas a mercados de inovação podem se beneficiar, testando dezenas ou centenas de iniciativas em curtos períodos de tempo. Com os dados levantados durante a Prova de Conceito, os gerentes de produto têm a informação necessária para a tomada de decisão, seja no momento de um novo lançamento ou na hora da evolução dos produtos e serviços atuais.

Em dois anos de atuação, a Action Labs já executou mais de 80 projetos e tem mais de 15 produtos lançados – uma média de pouco mais de um produto criado a cada dois meses. A utilização do PoC Design nos permitiu testar a viabilidade técnica de uma série de ideias e verificar como seria sua aceitação no mercado. Utilizando as ferramentas certas, é possível economizar, tornando a inovação mais viável a qualquer porte de empresa.

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Ticket médio do brasileiro será mais de R$ 800 na Black Friday 2018, aponta E-Consulting

Novo marco do varejo brasileiro, a Black Friday, que neste ano acontece no dia 23 de novembro, tem previsão de movimentar R$ 4,11 bilhões no e-commerce, 11% a mais do que o valor arrecado no mesmo período de 2017, segundo estimativa da E-Consulting, consultoria que mede previsões financeiras para o comércio eletrônico há 14 anos.

O índice do varejo online (VOL) da E-Consulting é somado a partir das vendas online ocorridas em lojas virtuais de bens de consumo, que inclui eletrodomésticos, eletrônicos, moda e cosméticos; de automóveis e produtos automotivos; e de turismo, que são passagens aéreas, reservas de hotéis, pacotes turísticos. O montante é calculado em transações ocorridas no e-commerce B2C (Business to Consumer) nos formatos tradicional, mobile commerce (vendas via dispositivos móveis), social commerce (via redes sociais) e compras coletivas, bem como o nicho de C2C (Consumer to Consumer).

Segundo o levantamento, o tíquete médio de compras será de R$ 822 na internet, sem contar automóveis, perfazendo uma alta de 6,4% em relação à Black Friday do ano em que o brasileiro gastou R$ 770, em média.

Celulares, televisores, geladeiras e passagens aéreas estarão entre as categorias mais procuradas durante o evento. O número de pedidos nestes mercados poderá registrar uma expansão de 5,3%, indo de R$ 3,76 milhões para R$ 4 milhões.

“As empresas estarão mais agressivas nas vendas deste ano para acompanhar a evolução do consumidor, que está atento e não se apega mais a ações promocionais rasas, do tipo “Leve 3 e pague 2″ com o mesmo preço do ano inteiro. Esta será a Black Friday das comparações”, diz Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting.

Como você está resolvendo seus problemas do dia a dia? Adote Machine Learning e Inteligência Artificial

Por Ricardo Recchi

Embora o tema Inteligência Artificial não seja novo, houve uma explosão desta frente nos últimos anos. Isso se deve, sobretudo, às melhorias na utilização da rede neural a partir de novas técnicas computacionais adotadas no Machine Learning, como o Deep Learning, que promove o aprendizado estruturado, incluindo fala, identificação de imagem e previsões.

Somado a esse cenário, tivemos o aumento do poder computacional das CPUs (Central Processing Unit) e GPUs (Graphics Processing Unit) e a redução dos custos associados, que ajudam a viabilizar as aplicações de Inteligência Artificial. Como resultado dessa evolução estruturada, surgiram ferramentas que auxiliam no desenvolvimento de aplicativos voltados ao aprendizado de máquinas, assim como surgiram novas frentes de serviços que tornam possível usar essa tecnologia com muita facilidade.

Entre as vantagens que encontramos nesses sistemas, há uma série de problemas que a Inteligência Artificial e o Machine Learning podem resolver juntas. Reunindo uma série de informações, os dados são inseridos nos programas de aprendizagem, ou Machine Learning. Após aprender sobre os dados ou imagens inseridas, o programa entra no modo de operação utilizando a rede neural, ou seja, a Inteligência Artificial treinada anteriormente, que se soma aos dados transacionais e aos algoritmos.

É aí que entram os provedores de tecnologia, que têm soluções como serviço para atender esses processos e trazem a facilidade para resolver problemas do dia a dia. Entenda como a Inteligência Artificial somada ao Machine Learning podem resolver tarefas, como:

– Detecção e tradução de idioma, ou seja, a partir de um texto é possível saber em qual idioma está escrito e obter a tradução para a língua que desejar, assim como analisar o seu sentimento, tais como raiva, alegria etc. Isso permite, por exemplo, analisar a linha do tempo do Twitter em busca de reações a um novo produto;

– Classificar e reconhecer imagens a partir daquilo que é visto nela, reconhecendo pessoas e, ou, objetos, identificando-os em alguns casos;

– Reconhecimento de texto em imagens como, por exemplo, cartazes em uma rota;

– Transcrição de áudio a partir de uma gravação em que uma ou mais pessoas são ouvidas, realizando a conversão da conversa em texto;

– Conversão de texto em voz, produzindo um arquivo de áudio no qual uma voz é ouvida, recitando o texto original.

O número de problemas que podem ser resolvidos usando as duas tecnologias juntas está aumentando, assim como a precisão obtida por essas soluções. Consequentemente, há um aumento no número de serviços que incorporam soluções já empacotadas para os diversos tipos de problemas, tirando das empresas a necessidade de treinar modelos ou de se preocuparem com os algoritmos ou a arquitetura das redes neurais a serem usadas, o que permite sanar facilmente alguns dos seus problemas de negócio. A evolução da Indústria 4.0 está ai. Basta utilizá-la!

Ricardo Recchi, country manager da Genexus no Brasil, desenvolvedora global de produtos para software baseados em Inteligência Artificial.

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Identidade digital pode estar à venda por menos de US$ 50

Muitos de nós já ouviram falar ou até foram vítimas de cibercrimes, como o roubo de dados e de identidade. Mas, aparentemente, poucos sabem quanto valem as informações roubadas. Um novo estudo da Kaspersky Lab mostrou que, mesmo com um valor monetário acessível, as identidades são ativos importantes para os criminosos e que eles focam o roubo de contas de serviços populares, como credenciais de mídias sociais e sites de jogos. O desconhecimento dos usuários com relação ao valor dos seus dados pode resultar na falta de cuidado com a segurança e facilitar o roubo de dado e os cibercrimes.

O valor dos dados roubados não está em seu preço de revenda, que pode ser até baixo, mas está em seus diversos usos. E é nas aplicações que residem os reais problemas para as vítimas, como perda de recursos financeiros, danos à reputação, cobranças desconhecidas ou até acusação de crimes cometidos pelos criminosos utilizando a identidade roubada.

A Kaspersky Lab investigou os mercados da Dark Web para descobrir quanto valem os dados pessoais e como eles são usados pelos criminosos. Os pesquisadores da empresa identificaram que a vida digital completa de uma pessoa custa menos de US$ 50, o que inclui contas de mídias sociais, credenciais bancárias, acesso remoto a servidores ou computadores e até contas de serviços populares, como Uber, Netflix e Spotify – em alguns casos há informações para acesso a sites de jogos, aplicativos de encontros e sites de pornografia, pois eles podem conter informações de cartões de crédito. Ao mesmo tempo, os pesquisadores viram que o preço de uma única conta hackeada é menor: a maioria das ofertas é de aproximadamente US$ 1 por conta e os criminosos dão descontos nas compras em combo.

Os métodos mais usados pelos criminosos para o roubo de dados são as campanhas de spear phishing e a exploração de vulnerabilidades web em software. Após um ataque bem-sucedido, o criminoso obtém um estoque de senhas, que contêm a combinação de e-mails e palavras-chave dos serviços invadidos. E, como muitas pessoas usam a mesma senha em vários serviços, os invasores tentarão utilizar a credencial para acessar outras plataformas.

Curiosamente, alguns criminosos que vendem dados pessoais oferecem uma garantia vitalícia aos compradores. Ou seja, se eles deixarem de ter acesso a uma conta, receberão uma nova gratuitamente.

“Fica claro que o roubo de informações por hackers é uma ameaça para todos nós, indivíduo e como sociedade, pois os dados roubados financiam diversas injustiças sociais. Felizmente, podemos evitar isso aumentando a consciência sobre os riscos que corremos ao fornecer nossas informações de graça para alguma empresa, em especial os dados que publicamos abertamente em nossos perfis nas redes sociais”, explica David Jacoby, pesquisador sênior em segurança da Kaspersky Lab.

Além de conhecimento, os riscos podem ser evitados tomando várias medidas de segurança simples, que devem fazer parte da vida digital dos usuários:

• Para ficar a salvo de mensagens de phishing, antes de clicar em qualquer link, sempre verifique a veracidade do endereço de destino e e-mail do remetente. Uma solução de segurança como o Kaspersky Security Cloud simplifica a vida ao usuário ao alertar caso ele tente acessar uma página maliciosa.

• Para evitar que um vazamento de dados comprometa todos seus serviços online, nunca repita a mesma senha. Para facilitar a criação de senhas fortes e, principalmente, para lembrar delas, use um aplicativo de gerenciamento de senhas, como o Kaspersky Password Manager.

• O uso da tecnologia patenteada de segurança adaptativa, que se ajusta ao estilo de vida do usuário, também oferece uma proteção extra ao verificar e alertar sobre vazamentos de dados em serviços online que podem afetar o usuário.

• E para descobrir quem tem seus dados pessoais, utilize serviços como o PrivacyAudit.me, que pesquisa automaticamente os dados do usuário em várias fontes (a versão beta está disponível no Reino Unido e sua distribuição mais ampla acontecerá em 2019).

Para saber mais sobre o estudo sobre o valor dos dados no mercado negro, acesse o relatório completo em Securelist.com.

Os quatro passos para fazer o seu e-commerce mais seguro na Black Friday

As vendas virtuais devem gerar um faturamento de R$ 69 bilhões em 2018, segundo previsão da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). A Black Friday é um dos eventos mais importantes para esse mercado, já que 82% dos brasileiros fazem compras online nessa data, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Google em parceria com a empresa de consultoria Provokers.

Além de ser uma oportunidade para o aumento do faturamento, a Black Friday se tornou um fator de fidelização de clientes. Segundo o estudo do Google, 78% dos consumidores voltaram a comprar em uma loja após realizarem a primeira compra durante a Black Friday.

“Atualmente, tem-se verificado um crescimento nos investimentos em infraestrutura para e-commerces para garantir uma experiência segura para empresas e consumidores. Pesquisas recentes indicam que mais de 95% das lojas virtuais brasileiras apresentam alguma falha de configuração, o que pode gerar instabilidades e causar um desgaste irreversível na relação com os clientes”, afirma o CEO e Presidente da UPX Technologies, Bruno Prado.

Quatro dicas da UPX Technologies para que os lojistas evitem prejuízos durante a Black Friday:

1. Melhorar a performance

A implementação de uma rede de distribuição de conteúdo (CDN – Content Distribution Network, em inglês) melhora a performance diante do aumento no número de acesso de consumidores. A CDN registra os conteúdos da loja virtual e replica de acordo com a demanda para evitar que o servidor seja sobrecarregado, além de diminuir o tempo de carregamento por meio da distribuição do conteúdo de servidores mais próximos à solicitação.

2. Investir em segurança

Em datas como a Black Friday, o grande volume de dados bancários chama a atenção de criminosos, que atacam os e-commerces para sequestrar essas informações. Os ataques de negação de serviço (DDoS – Distributed Denial of Service, em inglês) também são frequentes nessa data, pois visam tirar a loja do ar e causar prejuízos financeiros. Por isso, é fundamental que as empresas contratem soluções de segurança para proteger suas redes.

3. Contratar um link dedicado ou Trânsito IP

A popular conexão “banda larga” oferece apenas um endereço IP e limita o desempenho da internet. Para empresas e lojas virtuais que dependem de estabilidade de conexão, o recomendado é contratar um link dedicado, que garante 100% da velocidade e disponibiliza de 2 a 8 endereços IPs. Outra opção mais avançada é o Trânsito IP, que conta com múltiplos fornecedores para evitar queda na operação e suporte para alto tráfego de dados.

4. Planejar é essencial

As lojas virtuais devem investir em segurança e performance durante o ano todo, o que evita gastos inesperados em datas específicas, como a Black Friday. Esse planejamento envolve a contratação de soluções preventivas, de suporte caso ocorra algum imprevisto e de atendimento ao cliente.

Inovação no setor público: como as novas tecnologias chegam para fechar uma lacuna

Por Jaison Niehues

Discussões sobre transformação digital e o uso da tecnologia com foco central no usuário já são temas amplamente discutidos no setor privado. No setor público, por outro lado, o mesmo debate acontece de forma muito mais tímida. Muito embora iniciativas nesse sentido aconteçam, é necessário que haja uma intensificação para trazer à luz o cerne dessa questão: a necessidade de o poder público rever todos os seus processos, muitas vezes antiquados, a partir da adoção à inovação.

Se por um lado temos à disposição uma série de ferramentas que contribuem para acelerar esse processo inovador na gestão pública, por outro, ainda encontramos resistência na mentalidade do próprio setor. Isso nos remete à necessidade em avançar na integração nos diversos departamentos internos que compõem a estrutura do poder público com a própria população, que anseia por agilidade.

Do ponto de vista da população, esta entende que a sociedade está cada vez mais conectada, e não compreende que setores – como o público – ainda podem estar atrasados em questões básicas. Não falamos apenas em redução da burocracia na condução de processos e nas limitações no acesso à serviços e informações. O cidadão se faz mais consciente na economia de insumos, recursos e, sobretudo, tempo. A mitigação só é possível com implantação de meios digitais de comunicação.

Em um cenário em que cada vez mais a população brasileira está conectada – segundo o IBGE, o Brasil fechou 2016 com 116 milhões de pessoas com acesso à internet -, as gestões públicas precisam criar novas formas de estreitar os canais de comunicação. Ou seja, não basta prover o contato por telefone ou por e-mail. É preciso ir além. Os chamados multicanais digitais são uma forma simples e eficientes de se fazer. As redes sociais e os comunicadores instantâneos, como Facebook e WhatsApp, podem ser facilmente integrados às repartições.

A partir do momento que os governos criam mecanismos de atendimento à população por meio de implementações tecnológicas, a capacidade de atingir todos os cidadãos ocorre de forma quase que imediata. E a partir disso, estreita-se não só o relacionamento, mas o próprio entendimento do que o cidadão espera do poder público. Compreender as necessidades da sociedade por parte da esfera governamental também é resultado da inovação.

Recursos de computação na nuvem, análise de big data, economia colaborativa e inteligência artificial – que se fazem cada vez mais presentes e acessíveis – podem ser utilizados para fomentar esse processo de inovação pelo setor público. O engajamento social e as ferramentas de colaboração permitem que as novas tecnologias promovam essas mudanças. A análise de informações com o uso de big data possibilita a criação de soluções inovadoras, além de antecipar riscos.

Soma-se a isso, a informatização e digitalização de processos que auxiliam no monitoramento das demandas da população, e a sua consequente rastreabilidade. A centralização da administração pública em uma plataforma tecnológica consegue envolver as duas pontas necessárias que caracterizam as melhores ações governamentais: o aumento na qualidade do serviço prestado pelos servidores e a rapidez no atendimento envolvendo não só os cidadãos, mas também as empresas.

Apesar de estarmos engatinhando nas inovações tecnológicas, em especial nas mudanças estruturais do poder público nas suas diferentes esferas, os avanços estão ocorrendo. Temos uma janela de oportunidade importante para acelerar esse processo. Para isso, uma integração por parte do poder público, do setor privado e da própria demanda da população se faz primordial. Competência e tecnologia estão à disposição. Basta um maior entendimento da urgência em avançar nesse processo.

Jaison Niehues, cofundador da 1Doc, plataforma web de comunicação, atendimento e gestão documental para órgãos públicos.

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ABB investe no futuro da mobilidade elétrica com novo centro de pesquisa

Companhia está construindo uma nova sede global totalmente sustentável e um centro de P&D para promover sua posição de líder de mercado em infraestrutura de recarga de veículos elétricos

A instalação de US$ 10 milhões e 3.600 m², com conclusão prevista para junho de 2019, reforça o compromisso da ABB com o avanço do desenvolvimento no campo da mobilidade sustentável. Recentemente, a multinacional conquistou o reconhecimento global da revista Fortune, que classificou a companhia na 8ª posição em seu ranking de empresas que estão “mudando o mundo”, por seus avanços em mobilidade elétrica e recarga de veículos elétricos.

Frank Muehlon, diretor geral de negócios de recarga elétrica da ABB comenta: “O investimento nesta nova sede e centro de P&D demonstra o compromisso da companhia com a liderança tecnológica e a definição do padrão quando se trata de mobilidade sustentável. A instalação nos permitirá aumentar o ritmo de testes e desenvolvimento de produtos, garantindo a entrega de produtos inovadores ao mercado mais rápido do que nunca”.

Localizado na parte sul do campus da Universidade de Tecnologia de Delft, o complexo, que poderá abrigar até 120 pessoas, marcará o retorno do negócio de recarga de veículos elétricos da ABB para o local de sua concepção. De fato, os estudantes que fundaram a Epyon (start-up de recarga de veículos elétricos adquirida pela ABB em 2011) são ex-alunos da Universidade de Tecnologia de Delft.

Com a interoperabilidade, foco principal para os carregadores da ABB, o edifício será equipado com a mais recente tecnologia para garantir que os equipamentos sejam compatíveis com todos os tipos de veículos. Simuladores foram criados exatamente para essa finalidade, de modo que 95% dos testes sejam realizados com um modelo digital de veículos no simulador.

Como o comportamento do carro e do carregador em climas quentes ou frios não pode ser testado no simulador, a ABB está desenvolvendo salas climatizadas para esse fim, nas quais os sistemas estarão sujeitos a condições extremas, incluindo uma faixa de temperatura de -40 a +40ºC e umidade elevada.

A instalação também está sendo projetada para o rápido crescimento de recarga para o segmento de ônibus elétricos, com áreas de teste grandes o suficiente para que um ônibus de transporte público possa entrar.

Como parte do comprometimento da ABB em colaborar com o desenvolvimento do mundo sem consumir a terra, era vital não apenas criar um edifício que pudesse promover o progresso na mobilidade sustentável, mas também criar uma instalação 100% sustentável.

Para aquecimento e resfriamento, o complexo será conectado à usina geotérmica da Universidade de Tecnologia de Delft. Enquanto isso, o teto terá painéis solares, com os inversores solares da companhia para converter a energia gerada a partir do sol, que será utilizada para alimentar o complexo.

A ABB também integrará suas soluções elétricas em todo o edifício, incluindo transformadores, painéis, produtos de construção inteligentes e componentes de proteção, disjuntores, dispositivos de corrente residual, controle, sinalização, medição e acessórios inteligentes.

Frank conclui: “Este edifício marca um passo significativo no crescimento contínuo do nosso negócio de recarga de veículos elétricos. O fator mais importante para impulsionar os avanços tecnológicos é o talento, e não poderíamos pedir um local mais inspirador do que o campus da Universidade de Delft, onde estaremos cercados da próxima geração de engenheiros elétricos e industriais”.

A nova instalação da ABB poderá acomodar estudantes de mestrado e doutorado da Universidade de Tecnologia de Delft.

T-Systems troca comando no Brasil

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, acaba de anunciar que Ideval Munhoz está deixando a presidência da companhia no Brasil. O executivo, que ficou seis anos à frente da operação, vai assumir novos desafios fora do grupo Deutsche Telekom.

Angélica Vitali, atual vice-presidente de Delivery da companhia, ocupará o cargo interinamente. Com mais de 25 anos de experiência na área de TI, Angélica traz forte conhecimento do mercado local, bem como uma sólida experiência junto aos clientes brasileiros.

A executiva ingressou na gedas em 2003, para atuar na expansão dos negócios fora do Grupo Volkswagen. Em 2007, após a integração da gedas à T-Systems, Angélica foi responsável pela área de Application Development and Software Factory, e também pelo estabelecimento do Centro de Produção (POP), em Blumenau, assumindo em 2009 a posição de Head of SI Business Operations. Em 2012 assumiu a Vice-Presidência de Service atuando fortemente junto aos clientes locais e a área de ITO e em 2015 assumiu a Vice-Presidência de Delivery da T-Systems do Brasil.

O vice-presidente sênior da unidade internacional de vendas da T-Systems, Steffen Schlaberg, informa que a mudança reflete a nova direção da companhia. “Ela é parte de nosso Programa de Transformação Global, que visa ter uma empresa mais ágil, orientada ao cliente e estruturada por portfólio”, ressalta.

E-commerce deve crescer até 20% durante Black Friday, prevê Rakuten Digital Commerce

Junto com o Dia das Mães e Natal, a Black Friday já se consolidou como um marco no calendário dos lojistas brasileiros. Para 2018, a expectativa é de que o varejo online cresça entre 17% e 20%, segundo a Rakuten Digital Commerce – ecossistema completo de soluções para o e-commerce – quando comparado com o mesmo período do ano passado.

A companhia, que é subsidiária do grupo global de internet e comércio eletrônico Rakuten Inc., estima que o e-commerce deve faturar R$ 2,7 bilhões na data. “Com a definição do cenário político brasileiro, o otimismo criado se junta com a confiança maior do consumidor ao comprar pela internet. Além do aumento de uso das tecnologias antifraude, que proporcionam tranquilidade para o comprador e para o vendedor, as entregas estão cada vez mais rápidas e está mais fácil resolver problemas relacionados à compra, como produtos errados ou com defeito”, explica René Abe, Presidente e CEO da Rakuten Brasil.

Mesmo com a instabilidade econômica do país nos últimos anos, as compras durante a Black Friday continuam apresentando crescimento, tanto que é esperado um aumento de 6% no número de pedidos, que pode chegar a um total de 4,5 milhões em 2018. Já o ticket médio deve ser de R$ 602, o que representa uma alta de 7% em relação a 2017.

“Hoje, já está claro para os comerciantes que os consumidores passaram a aproveitar esta época para antecipar as compras de final de ano. Observando essa e outras tendências, os varejistas estão buscando aproveitar ainda mais o momento para liquidar seus inventários e conquistar mais clientes: os descontos estão deixando de ser usados em um único dia e se dividindo ao longo de toda da semana ou até do mês de novembro inteiro. Afinal, no Brasil não basta alcançar o consumidor – é preciso alcançá-lo primeiro, antes que faça a compra em outro lugar”, afirma Abe. “Essa movimentação no mercado é bastante benéfica para o consumidor, que tem acesso a uma diversidade de produtos com preço baixo por mais tempo”, completa o executivo.

Em relação às categorias, eletro-eletrônicos e smartphones se mantêm como as mais buscadas pelos compradores. No entanto, a Rakuten Digital Commerce prevê que roupas e acessórios, calçados, cosméticos e livros também tenham destaque nas pesquisas por se configurarem como produtos de uso diário. Também estão entre as categorias mais desejadas produtos de casa e decoração, esportes e lazer, games e brinquedos.

Guia de Fomento à Inovação é lançado pela ABES durante evento “Desafios da IoT”

A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) lançou, ontem, 06 de novembro, o Guia de Fomento à Inovação, um material produzido em parceria com a consultoria ABGI, voltado a orientar empreendedores sobre as fontes de fomento e financiamento para a inovação. O Guia foi lançado durante o congresso ABES “Desafios da IoT”, evento focado no mercado brasileiro de Internet of Things (IoT).

Diversos especialistas se reuniram no Hotel Bourbon Convention Ibirapuera, na zona sul de São Paulo, para uma manhã de debates sobre os mais importantes temas relacionados ao desenvolvimento da tecnologia, como o Plano Nacional de IoT, financiamento, questões regulatórias e a segurança dos sistemas. O Guia completo pode ser acessado neste link.

Guia de Fomento

O exclusivo Guia de Fomento foi apresentado durante o painel “Quebra de Paradigmas em Relação aos Financiamentos Governamentais” e distribuído entre os presentes. “Todo o conhecimento de décadas de experiência promovendo o financiamento de empresas inovadoras está presente neste guia. É fundamental que o mercado tenha conhecimento das modalidades de fomento disponíveis e utilize essas ferramentas para o desenvolvimento de novos produtos e serviços. A inovação é a chave para o desenvolvimento econômico sustentável do Brasil”, comenta Jamile Sabatini Marques, diretora de fomento e inovação da ABES. “Acreditamos que para as empresas inovarem de forma mais eficiente é indispensável que conheçam os mecanismos de fomento à inovação existentes. O guia consolida as informações dos instrumentos e auxilia as empresas a definirem sua estratégia de fomento à inovação, utilizando os instrumentos mais adequados para apoiar o desenvolvimento de PD&I”, complementa Maria Carolina Rocha, CEO da ABGI

Com 58 páginas, o Guia é dividido em cinco partes: Recursos Não Reembolsáveis, Recursos Reembolsáveis, Investimento Direto ou Fundos, Bolsas e Incentivos Fiscais. De forma simplificada, empresários podem encontrar todas as informações necessárias para se beneficiar com uma dessas modalidades de recursos, levando em conta questões como a abrangências de cada programa (se disponível nacionalmente ou apenas em âmbito regional), o status atual e o público-alvo, considerando faixas de renda. “O desconhecimento das opções de financiamento disponíveis é um entrave para que os empreendedores invistam em inovação. O Guia visa combater esse problema e incentivar projetos nessa área”, comenta Jamile.

O Congresso

O congresso “Desafios da IoT” contou com uma apresentação sobre o Plano Nacional de IoT, conduzida por Thiago Camargo Lopes, Secretário de Políticas Digitais do MCTIC, por vídeo conferencia diretamente do Dubai e de Guilherme de Paula Correa, do Departamento de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital do MCTIC. Na sequência, Carlos Frees, especialista da ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, apresentou a palestra “Casos e ações práticas”. Em seguida, um painel com Jamile Sabatini Marques, diretora de fomento e inovação da ABES, Werter Padilha, coordenador do comitê de IoT da mesma entidade, abordaram “Quebra de Paradigmas em Relação aos Financiamentos Governamentais”, contando também com a presença de Maria Carolina Rocha, CEO da ABGI, que comentou sobre casos práticos.

O tema “Segurança em IoT” foi centro de um debate com José Palazzi, diretor de IoT da Qualcomm; Cristian Oliveira, executivo de IoT da Intel, e João Rocha, responsável pela área de segurança da informação da IBM. Fechando o congresso, Paulo Brancher, sócio da Mattos Filho Advogados, discutiu privacidade e segurança de dados na nova legislação brasileira no painel “Responsabilização Jurídica em Casos de Incidentes Envolvendo IoT”.

Lean e Agile: da tecnologia para a gestão de pessoas

A metodologia ágil é muito conhecida no mercado de tecnologia, especialmente quando se trata de desenvolvimento de software. Mas e no campo da gestão de pessoas, estes métodos têm aplicação?

A resposta é sim, e quem corrobora é um especialista no assunto. Sócio-fundador e CEO da empresa de consultoria e treinamento Surya Gestão para um Mundo Digital, especializada no desenvolvimento humano e organizacional de grandes e médias empresas por meio de modelos de gestão, cultura e liderança baseados no pensamento Lean, Agile e Exponencial, Luiz Cláudio Parzianello é certeiro ao afirmar: “A essência do pensamento ágil, consolidada em um manifesto escrito e publicado em 2001, é evoluir a cultura empresarial para um modelo focado na colaboração, na entrega continua de produtos que agreguem valor ao cliente, na reflexão e melhoria contínua de suas pessoas, processos e modelos de negócios”.

De acordo com Parzianello, a migração do modelo Agile da TI para o RH ocorreu porque a área de tecnologia, onde se originou o movimento, produzia (e ainda produz) muitos desperdícios por ter seus modelos de gestão baseados em princípios tayloristas do início do século passado.

“Os resultados conquistados com a mudança desse mindset, principalmente em áreas de inovação, são muitos. Acredito que não somente o crescimento exponencial da tecnologia, mas também os modelos de gestão disseminados pela cultura ágil contribuíram para a consolidação do que é chamado de Nova Economia, ou economia pós-digital”, explica o consultor.

O especialista explica, ainda, que hoje já se fala em Agilidade Moderna, quadro no qual o desafio é entregar valor de forma contínua aos clientes e demais partes interessadas, mediante a contratação e o desenvolvimento de “pessoas incríveis que experimentam e aprendem rapidamente novos modelos de gestão e tecnologia”.

Entretanto, nada disso é possível sem um ambiente organizacional livre de medos, sustentado por uma segurança psicológica que somente os verdadeiros líderes inspiradores e coaches são capazes de desenvolver na organização.

Para Parzianello, algumas questões a serem feitas antes de implementar o modelo em qualquer empresa são:

– Será que a gestão de pessoas tem interesse, responsabilidade ou autoridade sobre esta mudança?

– Os profissionais da área de gestão de pessoal estão em linha com este processo de mudança?

Perguntas que o diretor de Desenvolvimento Humano do SEPRORGS, André Streppel, responde com argumentos.

“É imprescindível que as áreas de gestão de pessoas estejam atentas às mudanças de suas equipes e, principalmente, saibam agir quando necessário. Por isso a metodologia ágil aplicada à gestão de pessoal torna-se tão importante neste momento”, esclarece Streppel.

Segundo ele, as empresas precisam estar abertas às novas formas de gestão, ao aprendizado e à aplicação de metodologias diferentes das tradicionais.

Elementos que a metodologia ágil traz em seu DNA.

Além disso, o método ágil parte da identificação de erros e aplicação de melhorias no processo de forma mais rápida, o que contribui de forma galopante para o incremento da motivação, produção e administração nas organizações de todos os setores.

O assunto foi tema de palestras que Parzianello ministrou em encontros do Grupo de Gestão de Pessoas, evento realizado pelo SEPRORGS sob a batuta de Streppel.

“As empresas de TI têm maior facilidade para lidar com mudanças. Então, o encontro de Grupo de Gestão de Pessoas vem para que companhias de áreas diversas possam trocar conhecimento e experiência”, finaliza o diretor de Relacionamento Humano.

Dasa apresenta Comitê Saúde em Pauta na inauguração do Cubo Health

A Dasa, líder em medicina diagnóstica no Brasil, inaugurou o Cubo Health, espaço que abriga startups de saúde que recebem suporte e know-how da companhia para aprimorar os seus serviços. Um andar do Cubo Itaú, maior hub de empreendedorismo tecnológico da América Latina, está exclusivamente voltado para a vertical de saúde, com curadoria e apoio da empresa, em um ambiente moderno e inovador que vai incentivar a troca de informações e práticas de inovação disruptivas em saúde.

E, alinhado à visão da Dasa de promover conexões inteligentes para a saúde, a empresa apresenta uma nova iniciativa: o Comitê Saúde em Pauta formado por formadores de opinião que tramitam nos universos de inovação e saúde, além de executivos da empresa. Os especialistas se encontrarão trimestralmente para debater os principais temas do setor, trazendo o que há de mais atual no Brasil e mundo, além de compartilhar com suas audiências os conceitos abordados.

O comitê foi lançado já com grandes nomes:

– Dr. Fernando Gomes Pinto, médico neurocirurgião e consultor sobre medicina e bem-estar, que atua como chefe de equipe no Hospital Beneficência Portuguesa e é consultor de saúde do programa Encontro com Fátima Bernardes da TV Globo.

– Flávia Gamonar, especialista em conteúdo de inovação, tecnologia, carreira e startups, que é mestre em TV Digital, doutoranda em Mídia e Tecnologia pela Unesp, instrutora oficial LinkedIn Learning e Top Voice do Linkedin, professora da ESPM, apresentadora de TV na Record News e escritora.

– Pedro Doria, jornalista especializado em inovação e cultura digital. Ele é escritor e também editor do Meio, newsletter diária que em pouco tempo se tornou um dos veículos mais influentes da internet brasileira, e também colunista dos jornais O Globo, O Estado de S.Paulo, e da rádio CBN.

Da Dasa, fazem parte do comitê o dr. Romeu Cortês Domingues, presidente do Conselho, Emerson Gasparetto, vice-presidente da área médica e Thiago Júlio, gerente de Inovação e Curador do Cubo Health.

“Queremos promover o relacionamento com o público digital seguindo os principais pilares da Dasa: Inovação, Tecnologia e Excelência Médica. Junto a esses influenciadores debateremos os temas em alta para contribuir com informação de qualidade ao público, oferecendo novidades relevantes e soluções existentes no Brasil e no Mundo”, afirma Emerson Gasparetto, vice-presidente da área médica da Dasa. “Nossa liderança em medicina diagnóstica nos coloca na posição de assumir também uma fronteira para criar esses momentos. Acreditamos que a concepção desse comitê é uma importante oportunidade para discutirmos o setor sob diferentes ângulos”, conclui.

O primeiro encontro contou com abertura do presidente da Dasa, Pedro de Godoy Bueno, e mediação de Marcelo Mearim, diretor de marketing da empresa. O tema abordado pelo Comitê Saúde em Pauta foi “Resultados alcançados com Inteligência Artificial na saúde”, abrangendo as aplicações da IA que modernizaram o setor e as principais tendências aplicadas ao sistema.

AASP realiza Hackathon e incentiva a criação de soluções para a área do Direito

Nos dias 10 e 11 de novembro, acontece a segunda edição do Hackathon da Associação dos Advogados de São Paulo. Desta vez o evento será realizado no Edifício Santos Augusta, localizado na região mais conectada da cidade por transportes públicos, atendida por linhas de metrô, ônibus e a ciclovia da Avenida Paulista. O evento fará parte de uma série de outros encontros que tem como objetivo aproximar a associação de seus associados e conectá-los com novas ferramentas do Direito.

O evento, em 2017, reuniu 50 participantes, 12 projetos e foram mais de 36 horas de maratona. E a expectativa dos organizadores é que o número de participantes aumente. O tema do ano passado foi jurimetria e buscou incentivar o desenvolvimento de soluções tecnológicas para resolver a morosidade do Judiciário. A equipe vencedora criou uma calculadora para auxílio na conciliação entre as partes.

Para este ano, a AASP propôs como tema blockchain, uma tecnologia que elimina burocracias, gera confiança direta entre as partes e mantém registros das transações digitais em sua rede de forma segura e confiável. No ambiente jurídico, o blockchain também tem forte potencial para transformar o mercado, especialmente com soluções voltadas aos advogados.

O evento tem o objetivo de mobilizar profissionais do Direito, inovação e educação para que apresentem seus estudos e soluções com base na tecnologia da blockchain. A novidade é baseada em três princípios: distribuição, imutabilidade e transparência.

“Os participantes terão dois grandes desafios: entender a tecnologia do blockchain e pensar em como ela pode ser aplicada ao Direito. O Blockchain é uma tecnologia muito nova e ninguém sabe o real potencial dela, principalmente aplicado ao Direito. Acredito que o grupo que conseguir explicar aos jurados o impacto que a solução desenvolvida trará às atividades jurídicas, fique mais próximo da vitória!”, comenta dr. Renato Cury, vice-presidente da AASP.

Hackathon AASP

Data: 10 e 11 de novembro

Horáro:

Local: Edifício Santos Augusta

Endereço: Alameda Santos, 2.159 – Jardim Paulista