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Como Machine Learning vem otimizando processos no atendimento interno das companhias

Por Alexandre Winetzki

Aos poucos os executivos C-Level estão mais conscientes da importância de promover a Transformação Digital e o papel que a Inteligência Artificial (AI) vêm tomando dentro das organizações para otimizar processos no atendimento interno. Segundo previsões da International Data Corporation (IDC), os gastos globais com sistemas de Inteligência Artificial e cognitivos sustentarão um caminho com crescimento exponencial. Em 2022, os investimentos chegarão a US$ 77,6, mais que o triplo dos US$ 24 bilhões previstos para 2018.

É a tecnologia Machine Learning, vem amparando os executivos nesse processo. O termo que significa “aprendizagem das máquinas” e um campo da ciência da computação que permite a existência da Inteligência Artificial. A metodologia utiliza algoritmos para organizar e construir dados para desenvolver padrões e promover com que máquinas/robôs realizem tarefas e aprendam com elas. Assim, gerando conexões capazes de aprender e executar determinadas tarefas sem a ajuda humana e de forma inteligente.

Na prática, a tecnologia auxilia na composição de um conjunto de softwares, sistemas e processos que permitem acelerar e melhorar o desempenho das máquinas que interagem com o público interno, seja por meio de voz ou texto, entregando o melhor resultado preditivo com menos chance de erro e provocando insights relevantes para os negócios das companhias.

De acordo com um estudo do Research and Markets, em 2025 a Inteligência Artificial deve gerar US$ 23,4 bilhões em novos produtos. Acredito que essa tecnologia revolucionária a maneira de fazer negócios em um futuro muito próximo. O levantamento, que se baseou em tendências de mercado, e dados das principais empresas de cada setor, com destaque para 23 países, Brasil, EUA, Canadá, México, Reino Unido, Alemanha, Espanha, França, Itália, China, Arábia Saudita e África do Sul.

Mesmo que as empresas não tenham um budget específico para aplicar Machine Learning, certamente a tecnologia será uma das prioridades dos executivos, que desejam investir em soluções diferenciadas que coloquem o usuário no centro do processo. No Brasil, já temos cases expostos, no início do ano, por exemplo, a líder brasileira em aços planos, anunciou a implementação de uma plataforma cognitiva para oferecer aos seus colaboradores e clientes um atendente virtual. O moderno parceiro virtual está na intranet, garantindo mais agilidade e dinamismo na busca de informações dos funcionários. O assistente virtual também está disponível no site da siderúrgica para orientar ou esclarecer as dúvidas de quem visita as plataformas.

Tenho certeza de que poderemos avançar muito mais na área de inteligência cognitiva e na forma de atender as demandas do público interno e o mercado tem amadurecido para as possibilidades das ferramentas cognitivas, que estão apenas no início da sua evolução. Ao longo dos próximos anos, veremos mais e mais operações sendo realizadas por sistemas inteligentes.

Alexandre Winetzki, diretor de P&D da Stefanini

Conhecimento e experiência já não bastam no mercado de trabalho: entraram em cena as soft skills

Por Taís Rocha de Souza

O mercado de trabalho nunca mudou tanto e tão rapidamente como nos últimos anos. Todos os dias surge uma nova tendência, exigindo adaptação não só dos profissionais da área de Recursos Humanos, mas também de quem está buscando uma recolocação ou promoção na carreira.

Quando falamos em tendências, não é possível deixar de abordar as soft skills. Muito tem se falado sobre o assunto, mas você sabe exatamente o que são elas? Soft skills são as competências comportamentais relacionadas à inteligência emocional, e as principais são autoestima, empatia, capacidade de se relacionar com o outro, afetividade, adaptabilidade e automotivação. E essas competências são cada vez mais procuradas por empresas modernas e inovadoras.

Apesar de as soft skills terem valor para qualquer tipo de cargo ou função, algumas são mais relevantes para determinadas posições. As mais requisitadas por empresas que já entenderam sua importância são aquelas direcionadas ao relacionamento, como a empatia e a capacidade de escuta, que trazem muitos ganhos ao ambiente corporativo.

Um ponto interessante de destacar é que as soft skills, ao contrário do que muitos pensam, também podem ser cultivadas. Com minha experiência em gestão de pessoas, sei que isso é possível, basta que o profissional tenha interesse em se desenvolver. Porém, como estamos falando de comportamentos diversos, que mudam de pessoa para pessoa, não é possível dar uma “receita de bolo” para o aprimoramento dessas competências.

O caminho está no momento em que estamos, repleto de informações, que nos permite desenvolver qualquer habilidade. Atualmente existem diversos conteúdos na internet, cursos, coachs e até ferramentas que medem as competências comportamentais das pessoas. Portanto, se você quer se aprimorar, existem formas de fazer isso. É preciso se dedicar, mas certamente vale a pena, pois suas chances de crescer profissionalmente ou se recolocar no mercado de trabalho vão aumentar.

Ter essas competências não apenas aumenta a empregabilidade de uma pessoa como também é um diferencial muito importante para sua evolução na carreira. Vivemos em um mundo ágil e volátil, em que ter empatia e capacidade para entender o ponto de vista do outro, considerar os sentimentos alheios – se colocando no lugar do outro – ou apoiar um colega em situações complexas fazem a diferença. Um profissional empático, além de entender as dificuldades do outro, ajuda propondo alternativas de resolução, sempre com o objetivo de, juntos, encontrarem o caminho para alcançar os melhores resultados.

Para identificar esses profissionais existem diversas ferramentas, e uma importante é o Questionário de Traços de Inteligência Emocional (TEIQue). Esta avaliação revela até que ponto uma pessoa entende e gerencia as próprias emoções, como interpreta e administra as emoções alheias e como usa esse conhecimento para melhorar seus relacionamentos.

Cada vez mais as empresas têm buscado contratar profissionais com comportamentos ajustados às suas realidades e culturas organizacionais, e a avaliação TEIQue mostra os pontos fortes e fracos das pessoas, como elas reagem à pressão, até que ponto são capazes de criar novos relacionamentos e quão motivadas e adaptáveis elas são. Esses insights também permitem adotar planos de ação para o desenvolvimento de líderes, para os quais as soft skills são indispensáveis.

Uma frase que ouvimos muito na área de RH e que procuramos ajudar os clientes a evitar é aquela que diz que as companhias contratam pelo currículo e demitem pelo comportamento. Entender as competências emocionais de cada profissional desde o recrutamento e gerenciá-las, apoiando seu desenvolvimento ao longo de sua evolução na empresa, é a chave para evitar essa situação e, principalmente, obter muitos ganhos.

Já sabemos que conhecimento técnico e experiência já não são mais suficientes no cenário atual. As habilidades comportamentais dos profissionais vieram a se somar a esses atributos e estão se mostrando decisivas para que as empresas criem equipes vencedoras, que as levem a alcançar seus mais ousados objetivos de crescimento.

Taís Rocha de Souza, Diretora de Operações do Grupo Soulan

Programa Aprendiz da Embraer abre 30 vagas para Desenvolvimento de Sistemas em São José dos Campos

O Programa Aprendiz da Embraer abriu hoje 30 vagas para jovens entre 16 e 22 anos, residentes em São José dos Campos. O curso de formação técnica na área de Desenvolvimento de Sistemas terá início no mês de agosto.

O programa tem duração de um ano e meio (20 horas de ensino por semana) e será ministrado em parceria com o SENAI. As aulas irão abordar disciplinas sobre Sistemas Operacionais, Hardware e Redes, Banco de Dados, Programação e Interfaces para Dispositivos Móveis, Modelagem de Software, entre outros temas. Ao concluir o curso, os aprendizes também terão direito ao diploma de nível técnico em Desenvolvimento de Sistemas do SENAI.

Os candidatos precisam ter disponibilidade de estudar no período da tarde, ter concluído ou estar cursando o Ensino Médio, e não ter registro na carteira de trabalho vigente. O Programa Aprendiz da Embraer oferece remuneração CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) compatível com o mercado durante toda a realização do curso, entre outros benefícios.

A inscrição pode ser feita até 19 de julho por meio do link https://embraer.gupy.io/jobs/56501 e não há restrição de idade para candidatos com deficiência (PcDs). Os candidatos pré-selecionados pela Embraer passarão por testes online, entrevista e dinâmica presencial.

Sebrae e BNDES levam atendimento exclusivo para participantes do We Are Omie

No dia 8 de agosto, empreendedores de todas as áreas que participarem do festival We Are Omie 2019 contarão com unidades exclusivas de atendimento do Sebrae e do BNDES. A Omie, plataforma de gestão em nuvem para PMEs que promove o evento, fechou parceria com as duas organizações para levar ferramentas que apoiem o desenvolvimento do pequeno e médio empresário. Durante o festival, os participantes têm a oportunidade de conferir um dia repleto de palestras que incluem nomes como Shane Snow, Gustavo Cerbasi, Kiko Loureiro e Claudia Raia, entre diversos outros.

A iniciativa tem o objetivo de aproximar o pequeno e médio empreendedor de iniciativas públicas que têm demonstrado foco no desenvolvimento do ecossistema empreendedor. “Como o WeAreOmie se propõe a ser um dia de conexões que gerem negócios e tragam soluções práticas para alavancar as vendas das PMEs, ter estas instituições disponíveis para atendimento e esclarecimento ao público participante é também nossa forma de tangibilizar para o participante a ideia de que é, sim, possível empreender e prosperar no Brasil” comenta Marcelo Lombardo, CEO da Omie.

No primeiro semestre, a Omie já havia firmado uma parceria com o banco federal, que viu na plataforma de gestão uma solução robusta mas acessível para organizar as finanças das PMEs, o que ajuda a reforçar sua credibilidade financeira e pode contribuir para análise de crédito, feita pelo Banco.

Agora, para seguir cumprindo com o propósito de promover a prosperidade do ecossistema de PMEs brasileiro, a startup paulistana – que recentemente recebeu aporte de R$ 80 milhões do fundo americano Riverwood Capital para investir em sua expansão – leva ao seu evento proprietário We Are Omie consultorias do Sebrae e do BNDES para entregar ferramentas práticas aos empreendedores e ajudá-los a viverem todo seu potencial.

A parceria com o Sebrae visa a ampliar a percepção da oferta de serviços que a entidade possui para empresários de pequeno e médio porte, que atuam de forma preventiva e podem contribuir com o aumento da longevidade da PME. Na unidade móvel da entidade, os participantes terão acesso a informações sobre planejamento empresarial para PMEs, dicas sobre como colocar ideias de negócio em prática, traçar análises de mercado e concorrência e implementar ideias inovadoras em empresas de pequeno e médio porte.

Já no espaço do BNDES, os donos de MPMEs que estiverem no We Are Omie interagem com atendentes que esclarecem dúvidas e providenciam informações com relação à tomada de crédito. A partir daí, os participantes podem solicitar empréstimos com base nas orientações recebidas.

Indústria automotiva será totalmente transformada por consumidores e executivos, diz KPMG

A ampla maioria (91%) dos executivos da indústria automotiva do Brasil acredita que o atual modelo de negócios do setor, baseado em produzir e vender veículos, vai mudar radicalmente nos próximos dez anos. Além disso, a maioria (72%) concorda que as montadoras passarão a gerar mais receitas com a prestação de serviços na próxima década. Para aqueles que estão de acordo com esta questão, 94% concordam plenamente que avaliar a participação no mercado com base em vendas unitárias é um método que será revisto nos próximos anos.

Essas são algumas das conclusões da Pesquisa Executiva Automotiva Global (GAES), Capítulo Brasileiro (Global Automotive Executive Survey, Brazilian Chapter, em inglês), conduzida pela KPMG em parceria com a AutoData, com a participação de 256 executivos e 1.004 consumidores de todas as regiões do País.

“Realizada há vinte anos em âmbito global, estamos inaugurando a primeira edição dessa pesquisa com foco total no mercado brasileiro. O objetivo é apurar tendências, desafios e oportunidades no processo de construção do futuro ecossistema de mobilidade brasileiro, destacando quais caminhos devem ser trilhados considerando nossa realidade nacional, nossas dimensões continentais, particularidades educacionais, científicas e logísticas, e diversidades culturais, sociais e econômicas”, afirma Ricardo Bacellar, Líder do setor Automotivo da KPMG no Brasil.

A pesquisa também revelou, em relação a veículos elétricos, que surpreendentes 90% dos consumidores gostariam de ter automóveis desse tipo à disposição para compra no Brasil. Contudo, apenas 46% dos executivos concordam parcialmente que há viabilidade desta oferta no Brasil e somente 42% concordam parcialmente que há viabilidade de produção local.

Os executivos também foram questionados se é imperativo repensar o papel da rede de concessionárias na construção do futuro ecossistema de negócios da indústria. Para quase a totalidade (98%) dos respondentes, a resposta é afirmativa, mesma opinião de 72% dos representantes de concessionárias.

“As questões mais desafiadoras estão associadas com a necessidade de reinventar, repensar, reconstruir e reorganizar as estruturas existentes, inclusive identificando novos fluxos de receita para os varejistas”, afirma Bacellar.

A pesquisa da KPMG também ouviu consumidores, com 96% deles concordando que chegam às concessionárias com a decisão de compra praticamente tomada com base em informações obtidas na Internet. Por outro lado, 93% desse público concorda que, após pesquisar na Internet, preferem fechar negócio em uma concessionária para verificarem detalhes do veículo e negociarem preço e condições de pagamento.

Em relação à decisão de compra do próximo veículo, 50% dos consumidores objetivam um carro novo e 36% desejam um usado. Dessa amostra, quase metade (45%) pretende fazê-lo nos próximos dois anos.

“O consumidor está cada vez mais empoderado e esclarecido por conta do farto acesso ao conteúdo proporcionado em tempo real pelas mídias sociais. Ele não é mais agente passivo das inovações determinadas pela indústria e assumiu o protagonismo dos movimentos do mercado”, afirma Bacellar.

A pesquisa também reúne conclusões sobre demandas atuais, como as tecnologias de transformação, o aperfeiçoamento da eficiência energética de motores à combustão, a adequação ao Programa Rota 2030, a adoção de tecnologias de redução de custos e as tecnologias na gestão e integração de fornecedores. Além disso, estão contemplados na pesquisa aspectos sobre os veículos elétricos, as tecnologias nas redes de concessionárias, as parcerias com startups, os serviços de marketplace nos veículos e os serviços próprios de gestão de frotas e locação de veículos.

Sobre a pesquisa

Entre os meses de fevereiro e março de 2019, 256 executivos e 1.004 consumidores residentes em todas as regiões do Brasil responderam aos questionários disponibilizados na Internet.

Mais da metade dos executivos entrevistados (53%) ocupam cargos de alta gestão (Conselho de Administração, Presidência, Vice-Presidência e Diretoria). Quanto ao nicho de atuação, sobressaiu a participação das montadoras (37%), seguidas pelos sistemistas (19%), concessionárias (11%) e fornecedoras tiers 2, 3 e 4 (10%). Em relação aos resultados financeiros, mais da metade (53%) dos respondentes atuam em companhias com receita anual superior a R$ 1 bilhão.

Sobre os consumidores entrevistados, a grande maioria deles (70%) mora na região Sudeste, 61% têm renda média em comparação com pessoas do seu entorno e 96% têm grau de formação superior ou pós-graduação. Em relação à faixa etária, a maioria tem entre 25 e 40 anos (60%). O conteúdo está disponível na íntegra no link – assets.kpmg/content/dam/kpmg/br/pdf/2019/06/gaes-br-2019.pdf.

Automação e tecnologia de ponta: o presente e o futuro das empresas no Brasil

Por Wirandé Campos, diretor de Operações da Printi

Não é de hoje que o investimento em tecnologia para melhorar processos e aumentar resultados vem sendo discutido por diversas empresas de diferentes setores no mercado brasileiro. Em linhas gerais, a inovação nunca foi um assunto tão prioritário como tem sido nos últimos anos por aqui. Entretanto, ainda há muito espaço para o tema.

De acordo com a GS1, Associação Brasileira de Automação, o índice de automação do mercado nacional atingiu 0,22 em 2017. Considerando que o máximo dessa escala é 1, é possível concluir que as oportunidades são grandes. Segundo o mesmo levantamento, a indústria sai na frente do comércio, com 0,26 contra 0,19.

De fato, a produção nacional tem bons exemplos de como a automação aprimora a operação das empresas. No setor gráfico, por exemplo, já é possível coletar a demanda de um usuário pela internet e automaticamente acionar a fábrica para preparar o pedido, seja qual for o material, a tiragem ou a distância do consumidor.

E, dentro do parque gráfico, a automação impera. Investindo em tecnologia de ponta, uma empresa pode reduzir o número de máquinas, aumentar significativamente a produtividade, reduzir o tempo de produção e, por isso, receber mais demandas, faturar mais e satisfazer ainda mais clientes.

Um caso de sucesso da automação envolvendo tanto indústria quanto comércio é o controle de logística. Graças a um sistema que integre vendas ao estoque e, consequentemente, à expedição, a precisão da jornada de um produto até a chegada a um determinado consumidor aumentou bastante.

Neste contexto, até o passageiro que viaja de avião se beneficia com a automação. Isso porque algumas companhias aéreas adotaram o RFID, um recurso de radiofrequência que ajuda essas empresas a rastrearem as bagagens e destiná-las para os voos corretos por meio de uma simples etiqueta de identificação.

Uma pesquisa realizada pela Avanade afirma que empresas que digitalizam processos podem ter receitas até 70% maiores do que organizações que não investem em tecnologia. Neste sentido, a Fundação Getúlio Vargas aponta que os gastos com TI representam uma média de 7,7% do faturamento das companhias. Mais uma vez, tem espaço para crescer.

Muito se fala da preocupação em relação às pessoas. Dizem por aí que a tecnologia substituirá o capital humano. Na verdade, ela faz com que surjam novas profissões e leva as empresas a se preocuparem com novas qualificações aos seus funcionários. De acordo com dados do Panorama de Treinamento no Brasil, as organizações investiram uma média de R$ 2,21 milhões em qualificação interna no ano passado.

Já ficou mais que provado que a automação traz rapidez, melhora a experiência dos consumidores, diminui erros, reduz custos e proporciona uma série de outros benefícios, além de capacitar pessoas. É um caminho sem volta: a tecnologia veio para ficar.

Pier oferece seguro digital contra roubo e furto de celular

Em um mundo em que boa parte dos celulares ultrapassa a casa dos 2 mil reais, a preocupação com furto e roubo é grande. Entretanto, o brasileiro ainda resiste em contratar um seguro para esses aparelhos por ser um processo burocrático e, normalmente, não cobrir furto simples. Com o objetivo de mudar a relação das pessoas com a indústria de seguros, os empreendedores Igor Mascarenhas, Lucas Prado e Rafael Oliveira criaram a Pier, insurtech que oferece proteção digital diferente da convencional.

“Já ouvimos várias experiências negativas dos consumidores, por isso resolvemos criar uma solução descomplicada, que pudesse ser contratada de acordo com a necessidade do cliente e que cobrisse furto simples, já que o mercado não costuma fazer isso. A pessoa contrata e acaba tendo uma surpresa quando mais precisa!”, explica Mascarenhas, sócio da Pier.

Um grande diferencial da insurtech é o modelo de contratação, realizado online e no qual o usuário pode contratar o plano pelo período que quiser, além de escolher o tipo de cobertura desejada. “Se o cliente quiser contratar apenas para o período de férias, por exemplo, é possível fazer. Além disso, deixamos ele escolher a porcentagem de cobertura, que varia de 100% a 80% do valor de um aparelho semi-novo”, explica o empreendedor.

Se comparado com os seguros tradicionais, o processo é menos burocrático, pois é possível contratar ou cancelar o serviço pelo próprio aplicativo; não há carência e o reembolso costuma acontecer rapidamente. “Já chegamos a reembolsar em menos de 5 minutos”, conta Lucas Prado, sócio da Pier. O valor da mensalidade muda de acordo com o aparelho e plano escolhido, mas atualmente começa em R$ 6,30 mensais.

“Se o cliente for roubado ou furtado, o processo para receber o reembolso é simples. Basta apresentar o boletim de ocorrência e bloquear o IMEI do celular. Não há necessidade de apresentar nota fiscal e também protegemos aparelhos comprados no exterior”, explica ele.

Modelo de negócio

A Pier se coloca como uma empresa de tecnologia que oferece um seguro digital baseado no conceito de comunidade com foco na experiência do cliente. “Isso significa que quem quiser adquirir o produto precisa pedir um convite e ter sua entrada aprovada na comunidade”, explica Lucas Prado. “O processo de avaliação de convites foi construído para entender cada pedido de maneira única, indo além das informações sócio-econômicas.”, complementa.

O modelo de negócios funciona da seguinte forma: A Pier recebe até 20% do valor das mensalidades pela representação e administração da comunidade, e outros 20% são destinados à Too Seguros, companhia parceira que garante que os membros que pagaram suas mensalidades e estiverem de acordo com a política de reembolso da Pier sempre serão indenizados em caso de roubo ou furto de um aparelho, mesmo se o índice de perda for superior a 60%.

MedRoom utiliza realidade virtual e gamificação no treinamento de estudantes de medicina

Ao colocar os óculos de realidade virtual, futuros médicos podem entrar no corpo de Lucy, uma paciente virtual criada pela MedRoom, startup que usa VR e conceitos de gamificação no treinamento de alunos de faculdades de medicina. Por meio da tecnologia, esses estudantes podem analisar profundamente a anatomia e a fisiologia do corpo humano, visualizando cada órgão com fidelidade anatômica atestada pelo Hospital Albert Einsten.

Hoje, a empresa conta com um time de 26 pessoas e a intenção é aumentar o faturamento de 1 para R$5 milhões até o final de 2019. Com o laboratório virtual já instalado na universidade do Hospital Albert Einstein, na Faculdade Pernambucana de Saúde, na Faminas e na Unifaminas, o objetivo da startup é expandir e chegar a, pelo menos, 30 faculdades de medicina brasileiras até 2020.

Com a tecnologia da MedRoom, os estudantes podem ver a estrutura anatômica do paciente de forma realista. Além disso, eles têm a facilidade de interagir com órgãos e sistemas, facilitando o aprendizado.

“Nosso objetivo é ajudar o aluno a consolidar o conhecimento teórico para chegar à prática melhor preparado. Não viemos para substituir o uso de cadáveres, mas sim para somar em uma etapa anterior a isso. É muito mais fácil navegar e aprender no ambiente controlado, em uma jornada guiada e gamificada dentro do VR”, explica Vinicius Gusmão, CEO da MedRoom.

Pensando no futuro, o executivo conta que a startup pretende desenvolver simulações de casos clínicos. “Os alunos vão conseguir treinar como receber e conversar com pacientes, examiná-lo, fazer o diagnóstico, decidir quais procedimentos ou medidas tomar e, por fim, chegar à realização do procedimento de fato”, ressalta.

Segundo Vinícius, o potencial de exploração das experiências são infinitas. “Nas faculdades, onde nossa ferramenta já foi implementada, o feedback do corpo docente é muito animador. Os professores estão utilizando-a de diferentes formas, desde o estudo de anatomia e fisiologia no corpo virtual, podendo gerar novos conteúdos através de um criador de aula na web, onde é possível colocar exames de imagem, vídeos, imagens e até criar um Quiz para validar o conhecimento do aluno em assuntos específicos”, explica Sandro Nhaia, CTO da startup.

Como a tecnologia ajuda um escritório de advocacia a crescer?

No final do mês de junho, a City of London Corporation (CLC) – o órgão que representa o centro financeiro global – anunciou que pretende ajudar os escritórios de advocacia e as equipes jurídicas com o que consideram um “desencontro” entre o que está sendo produzido pelas empresas de tecnologia e o que os advogados querem ou estão prontos para usar.Para isso, a CLC formou o ‘LawTech Sounding Board’ para reunir opiniões sobre como aumentar a adoção de tecnologia legal no setor de serviços financeiros e profissionais.

Com o auxílio de novas tecnologias, o direito está conseguindo alcançar novos espaços, modernizando os escritórios para oferecer soluções rápidas e práticas aos clientes. Softwares jurídicos, como o Data Lawyer, ajudam em questões gerenciais e administrativas dentro do seu negócio, auxiliando em tarefas rotineiras e ajudando no controle da atividade jurídica em si.

Mais do que uma plataforma de gestão jurídica, o Data Lawyer acredita em uma advocacia orientada a dados e nasceu para ser um hub de tecnologia e soluções jurídicas inteligentes. “O setor de advocacia ainda é analógico, burocrático, lento e ineficiente. Nosso objetivo é levar mais inovação para esse mercado que é conservador e necessita de mais informações e automações para poder ser mais célere”, afirma Caio Santos, fundador e CEO da startup.

A crescente inovação na área do Direito tem sido muito positiva para os escritórios de advocacia. Em uma pesquisa da revista Análise DNA de 2018, quando indagados sobre a importância de alguns investimentos relevantes para os escritórios de advocacia, a tecnologia também foi citada: 45% consideram muito importante o investimento em tecnologia e ferramentas de gestão.

Santos afirma que, ainda que incipiente, a relação entre direito e tecnologia está cada vez mais próxima. “O conjunto dos dois fatores aumenta a efetividade do negócio, assim como aumenta o valor dos profissionais que entendem a importância de usar novas ferramentas para crescer. Escritórios que usam a tecnologia para otimizar processos unem o melhor dos dois mundos: o conhecimento técnico dos advogados e a automatização das atividades burocráticas e menos importantes”, finaliza.

Dell Technologies lidera mercado brasileiro de soluções hiperconvergentes

A Dell Technologies liderou o mercado brasileiro de soluções hiperconvergentes, com 45% da receita registrada pelo segmento em 2018. Na comparação ano a ano, o crescimento do mercado nacional de soluções hiperconvergentes é de 93,2%. Os dados fazem parte do relatório IDC Latin America Converged Systems Tracker-19Q1, da IDC, empresa líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

“A Dell Technologies tem uma oferta completa que suporta os nossos clientes na Transformação da TI, incluindo as soluções hiperconvergentes. Além disso, contamos com a produção local dessas soluções, o que nos dá um diferencial competitivo muito importante no cenário brasileiro”, pontua Luis Gonçalves, vice-presidente sênior e gerente geral da Dell Technologies no Brasil. “Esses resultados atestam a assertividade da visão estratégica da companhia, que entende a tecnologia como uma das forças motoras para o desenvolvimento das empresas no País”.

O diferencial da Dell Technologies no mercado de soluções hiperconvergentes são aplicações, como o Dell EMC VxRail Appliance, que está disponível no mercado nacional, que integra em um único dispositivo todas os principais componentes da TI convencional. O portfólio inclui também uma família de appliances pré-configurados e pré-testados, preparados com software e desenvolvidos em parceria com os engenheiros da VMware.

“O resultado positivo reflete nossa estratégia de impulsionar a difusão das soluções de infraestrutura hiperconvergentes para modernizar o data center das empresas brasileiras e suportá-las rumo à transformação digital”, explica Christiano Lucena, vice-presidente de data center da Dell Technologies na América Latina. “A combinação de servidor, armazenamento, rede, virtualização e gerenciamento em uma plataforma única, entrega ganhos significativos em desempenho, escalabilidade e gestão da tecnologia”.

De acordo com o relatório global da IDC, no último trimestre de 2018, a receita do portfólio de soluções hiperconvergentes da Dell Technologies, incluindo Appliances VxRail, Sistemas VxRack e Série XC, superou o crescimento do mercado total de Infraestrutura Hiperconvergente – um dos mais rápidos crescimentos do setor de TI — e representou 28,6% dos sistemas hiperconvergentes vendidos globalmente no período.

89% das empresas afirmam que a distância entre as equipes é o principal desafio para implantar o DevOps

A Trend Micro, líder global em soluções de cibersegurança, anunciou os resultados de uma pesquisa recente que mostra que, apesar dos benefícios conquistados na adoção de uma cultura DevOps, a maioria dos líderes de TI entrevistados acreditam que a comunicação entre segurança de TI e desenvolvimento de software precisa melhorar muito para que se consiga sucesso.

Liderada pelo pesquisador Vanson Bourne, a companhia analisou as práticas de 1.310 tomadores de decisão de TI – tanto de grandes empresas, quanto de PMEs – ao redor do mundo em relação ao DevOps. Os entrevistados estão em estágios diversos da implementação da cultura DevOps enquanto integram os times, o desenvolvimento de aplicações, as operações de tecnologia da informação e a segurança, tudo isso a fim de ganhar em agilidade.

Embora 3/4 (74%) tenham afirmado que essas iniciativas se tornaram mais importantes no último ano, uma porcentagem ainda maior disse que a comunicação no departamento de TI precisava melhorar. 89% dos entrevistados afirma que os times de desenvolvimento de software e segurança de TI precisavam ter contato mais próximo, enquanto 77% afirmou o mesmo sobre desenvolvedores, segurança e operações. Um terço (34%) disse ainda que esses silos dificultam a criação de uma cultura DevOps na organização.

“A história do desenvolvimento de software mostra que os maiores e melhores progressos nos processos nunca acontecem rapidamente devido à variável mais valiosa, as pessoas, que têm padrões de comportamento e componentes culturais já existentes”, conta Steve Quane, vice-presidente executivo de defesa de rede e segurança para nuvem híbrida na Trend Micro. “Organizações implementando uma estrutura DevOps precisarão de forte direcionamento, mas a segurança não pode ser esquecida durante essa transição.”

Como fazer?

Os entrevistados indicaram as melhores maneiras de impulsionar essa mudança cultural: criar uma maior integração entre os times (61%), estabelecer objetivos comuns (58%) e compartilhar experiências de aprendizado entre as equipes (50%). Entretanto, 78% dos tomadores de decisão de TI acreditam que é preciso melhorias nessas áreas.

Apenas um terço (33%) dos entrevistados disse que DevOps é uma responsabilidade compartilhada entre desenvolvimento de software e operações de TI, o que é outra indicação do atual problema de comunicação entre os times. Parece que cada departamento acredita que tem a responsabilidade ou o direito de liderar esses projetos.

Apesar do entusiasmo para o DevOps – que já viu 81% das organizações implementarem ou atualmente trabalham em projetos – quase metade dos entrevistados (46%) desenvolveu apenas parcialmente sua estratégia de DevOps. Além disso, líderes de TI confirmaram que melhorar a segurança (46%) em TI é a principal prioridade no DevOps.

Conheça as empresas israelenses que prometem turbinar o ecossistema de startups brasileiro

O Brasil tem chamado a atenção de startups israelenses, país reconhecido por seu robusto ecossistema de inovação. Com o objetivo de acelerar o ingresso de empresas de tecnologia israelenses no Brasil, o Scaleup inBrazil, programa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), da ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital) e do Israel Trade & Investment, selecionou seis empresas de Israel que contarão com o apoio dessas entidades para iniciar as operações no País.

Após criteriosa seleção, dentre 49 inscritas, foram finalistas do processo as empresas My Heritage, Cybereason, See Tree, SuperUp, SysAid e Intervyo, todas de base tecnológica e que atuam em setores estratégicos, como Saúde, TI, agricultura, varejo e RH.

“Tradicionalmente, a Apex-Brasil oferece apoio a empresas que desejam operar no Brasil. Essa iniciativa vai mais longe, pois opera como porta de entrada para empresas relativamente maduras, altamente inovadoras e com grande potencial de crescimento no país, em alternativa à China e aos Estados Unidos. Com isso, alavancamos o Brasil e posicionamos o país no radar como potencial mercado de expansão para empresas inovadoras que buscam novos negócios”, explica Helena Brandão, coordenadora de Investimentos Estrangeiros em Inovação da Apex-Brasil. “A qualidade e maturidade das candidatas ao programa nos chamou a atenção”, comenta Helena.

A meta inicial do programa, lançado em Israel em 31 de março deste ano, era alcançar pelo menos 30 inscrições. Um total de 49 empresas se inscreveram, sendo que 20 delas foram aprovadas para o primeiro estágio do programa, que ocorreu entre 24 de junho e 2 de julho. Dessas 20, foram selecionadas as cinco anunciadas hoje. A escolha foi feita por meio de entrevistas com integrantes do comitê de seleção, formado por gestores de venture capital do Brasil e de Israel.

Os empreendedores israelenses agora passarão por uma imersão de duas semanas no Brasil. Concluída essa fase, haverá uma etapa chamada de “momento da pivotada”, quando regressam a Israel por dois meses para fazer ajustes e adaptações necessárias ao mercado brasileiro. Por fim, eles voltam ao Brasil por mais duas semanas para validar sua solução ou fazer uma Prova de Conceito (POC), no jargão das startups.

A partir daí as empresas entram na fase de apoio. Por dois anos, os empreendedores poderão contar com a consultoria dos organizadores e parceiros no processo de implementação da operação.

“Esse programa é altamente abrangente pois aborda de forma prática os aspectos essenciais para qualquer empresa israelense se estabelecer no Brasil. Israel tem um programa de aceleração na China que nos inspirou a trazer algo semelhante ao Brasil. Aqui vemos muitas outras convergências de oportunidades, não tão nítidas no mercado chinês. Muitas empresas israelenses conseguem enxergar a oportunidade Brasil. No entanto, por falta de informação e orientação, muitas vezes acabam desistindo do processo devido às diferenças culturais”, afirmou Itzhak Reich, Cônsul para Assuntos Econômicos da Israel Trade & Investment.

O programa conta com entidades públicas e privadas de Israel e do Brasil como parceiros. Entre elas estão gestores de venture capital. Segundo Ângela Ximenes, superintendente da ABVCAP, uma das melhores maneiras de acessar um novo mercado é por meio de uma rede qualificada de investidores que tem em seu DNA o conhecimento do que é necessário para se expandir no mercado brasileiro. “Em contrapartida, esses investidores terão acesso a empresas com tecnologia de ponta podendo criar sinergias entre suas próprias investidas além da possibilidade de investimento nessas empresas no momento que elas se estabelecem no Brasil”, diz.

Durante o Scaleup inBrazil, as empresas participarão de workshops e encontros sobre assuntos jurídicos, tributários e bancários e também marketing, branding, adaptação de produtos e, mais importante, desenvolvimento de negócios. A ideia é que elas possam, durante esse tempo, conhecer fornecedores confiáveis e de qualidade que estejam aptos a ajudá-las a adaptar seus produtos aos consumidores locais e a garantir clientes potenciais, parceiros e até mesmo investidores no Brasil. Tudo está desenhando para garantir negócios e validação de clientes e produtos.

Entre os apoiadores do Scaleup inBrazil estão os principais players em inovação em Israel e no Brasil, como Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Ministério da Economia, Sebrae, Accenture, Anjos do Brasil, A5 Partners, Maverick, Mindset Ventures, OurCrowd, CUBO, Performa, Veirano Advogados, Derraik & Menezes Advogados, Crescera, SP Ventures, FESA, GKH, Inseed Investimentos, Wix e Wayra Brasil.

Sobre as empresas

My Heritage

Setor: Saúde

A MyHeritage desenvolveu kits de testes de DNA que podem ser feitos em casa, em menos de dois minutos. A amostra é enviada ao laboratório da empresa por meio de um envelope e os resultados estarão disponíveis online em até 4 semanas. Com isso, as pessoas poderão descobrir suas origens familiares e até encontrar parentes desconhecidos, pois a empresa também oferece um serviço de combinação de DNA, capaz de detectar o parentesco até primo de 2º grau. A análise inclui ainda estimativa de etnia, que verifica as raízes ancestrais. São rastreáveis até 42 etnias diferentes.

Cybereason

Setor: Cyber

A Cybereason fornece um antivírus de última geração e uma solução EDR (End point detection and response). Com o lema “nenhuma parede é alta o suficiente”, a empresa identificou a necessidade de uma tecnologia pós-infração que ajude as empresas a entender se elas estão sob um ataque cibernético, o escopo ou estágio do ataque e como mediar.

See Tree

Setor: AgriTech

A SeeTree oferece visibilidade dos registros de saúde e da produtividade de qualquer árvore individual, a qualquer momento e ao longo do tempo. O resultado é uma transformação da forma como as árvores são geridas, levando a um aumento significativo da rentabilidade. A tecnologia permite que os agricultores priorizem e personalizem seus métodos de corte até o nível de uma única árvore e otimizem as produções e a colheita de forma revolucionária em comparação com as práticas comuns. Também oferece uma espécie de “Waze das árvores”) para ajudar no tratamento de árvores problemáticas de maneira eficiente.

SuperUp

Setor: VarejoTech

SuperUp inventou uma revolucionária plataforma de compras e publicidade móvel conectando consumidores, varejistas, anunciantes e marcas: eComMarketingTM! A solução foi projetada especialmente para dispositivos móveis de forma a permitir que os consumidores tenham a melhor experiência de compra, saúde, beleza, moda e varejo. A plataforma SuperUp eComMarketing oferece uma experiência de compra personalizada com recursos de direcionamento em tempo real para alavancar os varejistas.

SysAid

Setor: Software

A SysAid é uma solução de gerenciamento de TI (ITSM) e help desk, disponível na nuvem ou no local, que combina recursos essenciais em uma ferramenta única. É fácil de utilizar e rápida de implementar, pode ser utilizada de imediato, sem necessidade de programação prévia, e oferece flexibilidade real de configurabilidade e automação para se adequar às necessidades dos clientes.

Intervyo

Setor: RH Tech

A Intervyo construiu um entrevistador virtual interativo de Inteligência Artificial que consegue selecionar inúmeros candidatos simultaneamente e fazer uma análise de 360 graus de seus perfis com o objetivo de selecionar o candidato mais adequado para qualquer organização, qualquer posição, e em qualquer idioma, baseado em critérios científicos de Programação Neurolinguística, análise semântica, de entonação e microfacial.

Para mais detalhes sobre o programa, acesse www.scaleupinbrazil.com

Diploma digital passa a ter validade jurídica reconhecida

As transformações tecnológicas estão invadindo desde empresas de Tecnologia da Informação até hospitais, e isso não é mais novidade para ninguém. A área da educação também não ficou de fora. Depois da Portaria nº 330, editada em abril do ano passado, que instituiu a obrigatoriedade do diploma digital, foi publicada no último dia 11, a Portaria nº 554 que confere total segurança ao uso dessa tecnologia, garantindo a validade jurídica desses documentos emitidos com certificado digital no padrão de Chaves Públicas Brasileiras – ICP-Brasil.

A nova normativa destaca, também, um padrão de arquivo XML e a necessidade do uso do Carimbo de Tempo, que atesta a data e hora exatas em que o documento foi gerado e assinado digitalmente. O diploma neste formato será obrigatório em um ano.

Essas medidas foram tomadas pelo MEC devido ao grande volume de falsificação de diplomas emitidos, principalmente quando os cursos EAD foram disponibilizados no mercado.

Para Maria Teresa Aarão, Diretora de Inovação da Certisign, o uso do diploma eletrônico é benéfico não apenas para os estudantes e empregadores, que terão a garantia de que aquela certidão é verdadeira, como para as faculdades e universidades, que gastarão menos tempo com sua emissão.

“Essa tecnologia torna a rotina administrativa mais dinâmica, já que não é preciso investir recursos em transporte, impressão e autenticação, pois tudo acontece no ambiente virtual, com total segurança. A ferramenta usada neste processo é a Plataforma de Assinaturas, permite que o universitário e a própria secretaria acadêmica acompanhem todo o processo. Esse modelo de certificado não pode ser fraudado ou falsificado, pois está protegido com criptografia”, afirma.

A diretora destaca ainda que o emprego dessa solução influenciará também o atendimento prestado pelas universidades aos alunos, já que tudo poderá ser feito via internet, sem a necessidade do deslocamento até a unidade. “Haverá um ganho de tempo enorme. Um diploma, que levava até 30 dias para ser impresso e assinado, agora fica pronto em menos de uma semana”, ressalta.

Desde o ano passado, grandes instituições já iniciaram os processos para a adequação, como: Universidade Presbiteriana Mackenzie; Centro Universitário Belas Artes de São Paulo; União das Instituições Educacionais de São Paulo (Uniesp); e o Instituto Municipal de Ensino Superior de Assis – Fundação Educacional do Município de Assis (Imesa-Fema).

Ensino a Distância

Além do ensino presencial, Maria Teresa explica que o diploma eletrônico será implementado também nos cursos a distância (EAD), permitindo que os alunos desta modalidade recebam, com rapidez e segurança, seus certificados de conclusão de curso.

Segundo ela, a expertise da Certisign em prover soluções de certificação digital facilita esse processo, garantindo aos alunos a agilidade e veracidade na obtenção desse documento.

“O diploma digital, assim como a digitalização de outros documentos acadêmicos é uma realidade, e estamos prontos para esse novo mundo”, conclui.

Dados do Censo da Educação Superior do Inep, divulgado em 2017, apontam que, um ano antes 1.169.449 estudantes concluíram algum curso universitário. No período, 6.058.623 brasileiros estavam matriculados em instituições públicas e privadas. Os cursos a distância contabilizavam 1,8 milhão de alunos.

Grupo Malwee migra Data Center para nuvem pública do Google

Com a proposta de modernizar sua infraestrutura e construir sistemas flexíveis a diferentes tipos de demandas, o Grupo Malwee, uma das principais empresas no segmento de moda do Brasil, vai transferir 90% de seu data center para a Google Cloud Platform (GCP), em um trabalho feito em conjunto com Google Cloud e a Tivit, multinacional brasileira de soluções digitais.

A iniciativa tem como foco a modernização dos processos da companhia, ampliando a eficiência operacional nos setores produtivos e na gestão do negócio. “A Google Cloud Platform proporcionará a adoção de novas tecnologias para a empresa. Além disso, dará flexibilidade operacional, por meio de ambientes escaláveis que suportem as demandas futuras do Grupo, garantindo eficiência e otimização de recursos”, ressalta Luciano André Baramarchi, gestor de TI do Grupo Malwee.

A plataforma foi escolhida após avaliação de grandes players do mercado. Segundo Fabio Andreotti, head de vendas de Google Cloud no Brasil, a migração do datacenter é apenas o começo da parceria do Google Cloud com o Grupo Malwee. “O nosso objetivo é fazer com que esta tecnologia, além de proporcionar modernização de infraestrutura e ganho de agilidade, também permita à empresa transformar dados em insights relevantes para o negócio. Esse avanço tecnológico será o grande diferencial competitivo para as empresas nos próximos anos”, conclui.

A migração do data center será feita em três fases e a previsão de término é dezembro de 2019. A Tivit será responsável por gerenciar a nuvem híbrida. O Head of Sales, Marketing and Partners da TIVIT, Anderson Gaspar, reforça: “O desafio da Malwee em alavancar sua transformação digital e ter um parceiro que suporte seu ambiente de TI, nos levou a desenhar uma solução de nuvem híbrida em conjunto com a equipe de Google Cloud. Com isso, será possível entregar um serviço de gerenciamento de ponta a ponta, habilitando o crescimento do cliente de maneira inovadora”.

Após a migração, o Grupo Malwee permanecerá com apenas 10% da infraestrutura on-premise, como os sistemas de tinturaria e corte.

Drones devem revolucionar auditoria no agronegócio

Por Marcos Bassi e André Monaretti

O agronegócio brasileiro tem contribuído significativamente para os índices econômicos do Brasil, atingindo cada vez mais profissionalização, governança, gestão, eficiência e produtividade. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) revelam que esse setor responde por 42% das exportações brasileiras, atingindo US$ 102 bilhões em 2018, um crescimento de 6% em relação ao ano anterior e saldo positivo na balança comercial brasileira de quase US$ 90 bilhões. Esses números, alinhados com o fato do agronegócio representar 23% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, provam que o Brasil País é uma potência global no setor.

Nesse ambiente, a utilização de tecnologia, já aplicada intensamente, está diretamente relacionada com a geração de emprego e renda. Com recursos tecnológicos, os níveis de produtividade do agronegócio brasileiro tem desempenho muitas vezes superior ao dos principais competidores mundiais. No caso da soja, por exemplo, a produtividade média mundial da safra de 2017/18 foi de 2,74 ton/hectare, enquanto, no Brasil, foi de 3,47 ton/hectare. Os Estados Unidos (principal concorrente) tiveram produtividade 5% inferior à do Brasil.

As perspectivas são otimistas e o Brasil já reúne mais de 135 empresas de desenvolvimento tecnológico direcionadas para o aprimoramento do agronegócio. Entre as soluções mais atuais, estão as que envolvem agricultura de precisão, drones, satélites, análise de dados, Internet das Coisas, inteligência artificial e gestão em nuvem.

Um dos recursos que vem ganhando espaço está associado à utilização de drones para diversas finalidades. Considerando a versatilidade desses equipamentos e o baixo custo de operação, muitas fazendas empregam drones para realizar análise da plantação, demarcação de plantio, acompanhamento de safra e pastagem, pulverização, monitoramento de desmatamento e vigilância.

Além de todas essas possibilidades, a convergência com o trabalho de auditoria está na utilização dos drones para a contagem de rebanhos, garantindo um inventário mais preciso e eficiente com a localização de animais em menos tempo, envolvendo menos pessoas e reduzindo custos.

O inventário de cabeças de gado é essencial para a proteção do patrimônio e o controle das movimentações, contribuindo também para melhorar eficiência da produção, rentabilidade dos negócios e sustentabilidade da operação. Com os drones, a expectativa de contagens de 30 mil cabeças, que demandaria o envolvimento de várias pessoas e aproximadamente 40 dias de trabalho, pode ser feita em até cinco dias. Para que isso ocorra, os drones sobrevoam as propriedades rurais e, por meio do registro de imagens e integração com recursos de computação, fazem a contagem dos animais.

Como a transformação digital está impactando todos os setores, o agronegócio também deve sofrer mudanças. Produtores rurais e grandes investidores já perceberam a necessidade de se reinventarem, estão atentos às tendências e têm destinado recursos financeiros que deverão ampliar ainda mais este mercado. Aproveitar o potencial de crescimento do agronegócio brasileiro é, nesse sentido, apostar em um produto determinante para o sucesso econômico do Brasil em termos de desenvolvimento econômico com geração de emprego e renda.

Em um mundo cada vez mais globalizado, a resiliência das organizações e a capacidade de se manterem competitivas está diretamente relacionada com a implementação de tecnologias inovadoras em escala internacional. Tendo em vista a qualidade do agronegócio brasileiro, há ainda um potencial a ser explorado para que a produção aumente ainda mais, gerando resultados positivos à economia e contribuindo para a melhoria dos índices nacionais de desenvolvimento.

Marcos Bassi, sócio da KPMG no Brasil.

André Monaretti, sócio-líder de Agronegócio da KPMG no Brasil.

Transformação digital e bancos: 87% dos consumidores estão dispostos a conhecer um player não-tradicional, aponta pesquisa da iProspect

A América Latina reúne duas condições fundamentais para o desenvolvimento do setor financeiro nos próximos anos: 45% da população adulta não atrelada a uma instituição financeira e uma das maiores penetrações digitais do mundo (mais de 70% com acesso a smartphones). Outros dados reveladores mostram que apenas 21% dos clientes bancários estão dispostos a manter o seu nível de negócios atual com o banco que operam e que 87% dos consumidores estão dispostos a conhecer um player não-tradicional. Além disso, o potencial de geração de receita a partir da população sem acesso ou com pouco bancário pode chegar a US$ 34 bilhões, impulsionando não apenas o setor financeiro, mas o comércio eletrônico e a inclusão de novas tecnologias e modelos de negócio na região.

Essas são algumas das principais conclusões da pesquisa inédita “A nova relação digital: uma história sobre finanças e o setor bancário” desenvolvida pela iProspect, agência de marketing digital full performance presente em 55 países. Para a análise, a iProspect entrevistou 4 mil consumidores no Brasil, México, Colômbia, Chile e Argentina.

O objetivo foi entender as percepções em relação aos bancos e às fintechs, auxiliando os players do setor a responder questões como os consumidores da América Latina estão dispostos a compartilhar seus dados, estão prontos para aceitar consultores-robôs, fariam transações bancárias com plataformas de tecnologia e por quê, dentre outros.

“Como os consumidores hoje se beneficiam de uma infinidade de opções, os bancos precisam se reinventar para permanecer relevantes. Fluência tecnológica, eficiência operacional e capacidade de adaptação acelerada às mudanças regulatórias são pilares evidentes para um melhor desempenho, porém, em um setor onde a confiança e a experiência do cliente são o alfa e o ômega, a compreensão genuína das expectativas dos consumidores é – mais do que nunca – a verdadeira receita para o sucesso”, afirma Bruno Mosconi, diretor geral da iProspect Brasil e um dos autores da pesquisa.

O estudo mostra também que 32% dos consumidores já utilizam serviços tanto de bancos tradicionais quanto provedores não-tradicionais e 25% gerenciam suas finanças em ambientes online. Considerando que 46% dos consumidores atualmente esperam uma solução de atendimento de última geração, 24h, 7X7, qualquer organização que ofereça serviços financeiros, seja um banco tradicional, varejista ou um gigante da tecnologia, é primordial oferecer uma experiência customizada, porém escalável. Para tanto, será necessário aproveitar as mudanças atuais de percepção em relação ao progresso na automação e no uso de dados (mais de 50% dos consumidores estão dispostos a compartilhar seus dados em troca de uma solução de atendimento ao cliente 24 horas).

Mercado brasileiro

No Brasil, mercado com alta concentração e baixa concorrência, o potencial também é muito grande, com mais de 50 milhões de pessoas sem acesso a serviços financeiros. A pesquisa revela que 73% dos brasileiros gerenciam suas finanças fazendo uso regular de serviços online e que 81% estariam dispostos para um provedor não-tradicional.

“Depois de anos sem grandes solavancos, o cenário do setor financeiro no Brasil vem mudando. Players mais acessíveis e centrados no usuário estão surgindo com soluções voltadas aos consumidores cada vez mais digitais, com demandas cada vez maiores por praticidade, transparência e serviços personalizados”, afirma o diretor geral da iProspect Brasil.

Algumas mudanças que merecem destaque incluem as empresas de tecnologia financeira que agora podem emprestar dinheiro sem a intermediação de bancos e, desde 2010, o setor de pagamentos foi desmembrado. Além disso, existem outras iniciativas em andamento sobre criptomoedas, tokens e câmbio internacional.

“Este estudo deixa claro a importância das instituições financeiras investirem no desenvolvimento e promoção de seus aplicativos, no estabelecimento de canais de bate-papo 24h e de parcerias com fintechs e outros players para o desenho de serviços cada vez mais convenientes e inovadores”, conclui Bruno Mosconi.

Automação: a nova fase da transformação digital nas empresas

Por Sandra Maura, CEO da TOPMIND

Há alguns anos, quando conceitos como a Computação em Nuvem e a Análise de Dados começaram a despontar no dia a dia das empresas, muita gente se perguntou qual seria o rumo da transformação digital. Agora, com as soluções de Cloud e Analytics em pleno destaque, as companhias estão começando a dar os próximos passos dessa trilha de inovação. Ou melhor: elas estão simplificando essa caminhada, investindo em novas soluções de Automação.

Pesquisas indicam que mais de dois terços das maiores empresas do planeta já contam ou planejam integrar ferramentas de automação a suas operações nos próximos dois anos. Isso significa que grande parcela das companhias, hoje em dia, já possui ao menos uma tarefa diária realizada por máquinas ou quer contar rapidamente com aplicações inteligentes em suas organizações.

De acordo com estudos globais sobre automação, o que se estima do segmento são importantes tendências voltadas a um mercado globalizado, extremamente dinâmico e que demande novas tecnologias, soluções sustentáveis, garantindo lucratividade. Entre os exemplos nesse contexto está à eficiência energética, primordialmente relacionada a soluções sustentáveis para esse mercado.

Impulsionada pelos ganhos de produtividade e de economia às companhias, a automação vem sendo apontada como o fator mais importante para a próxima fase da transformação digital global. Atualmente, é possível contar com soluções endereçadas as mais diversas etapas e ações para a organização das companhias. Entre as oportunidades estão a aplicação de recursos para a gestão automática de espaços, com a administração completa dos ambientes e estruturas dos escritórios e plantas fabris, e gerenciamento de segurança, com a análise inteligente de perfis de acesso às informações.

A utilização dessas opções é um caminho prático e eficiente para configurar e gerenciar a dinâmica das equipes, a troca de informações internas, o dimensionamento da estrutura necessária para a manutenção da alta disponibilidade de link de Internet etc. Em síntese, a automação da gestão de espaços corporativos retira das companhias a obrigação de controlar manualmente a utilização de ativos (computadores e projetores, por exemplo), de salas, redes de dados e até a quantidade de baias disponível para uma equipe rotativa de vendas.

Outra oportunidade de automação que já pode ser usada é a digitalização dos sistemas de telepresença e interação, com quadros e telas interativas. A automação das salas de conferência e reunião ajuda a poupar recursos, simplificar a gestão de equipes remotas, acelerar a comunicação entre times e maximizar a disseminação da cultura organizacional. A tecnologia tem o potencial para simplificar todo o entorno das apresentações, colaborando diretamente para a geração de uma experiência mais rica, eficaz e colaborativa.

Fora dos escritórios, as telas são excelentes oportunidades para implementar pontos de venda mais atraentes e modernos. Pesquisas indicam que o uso de soluções digitais interativas pode representar até 30% a mais de chances para atrair novos consumidores a uma marca. Nesse contexto, a automação desses pontos de contato, com inteligência agregada, ampliará o valor das companhias e o retorno às operações.

Seja qual for a opção para o início das ações de automação, a questão primordial é que a automatização das operações deve ser considerada como uma questão estratégica de alta prioridade dentro das companhias. É importante, no entanto, que esse plano seja tocado com ações realmente práticas. O desenvolvimento sistemático de novas tecnologias é importante para consolidar essa estrada de inovação.

A perspectiva para o mercado de automação ao longo de 2019 é positiva. Uma das promessas é que o setor passe a atuar na área de experiência do cliente no universo da automação comercial. Cenário que possibilita boa expectativa para o setor, com projeções de crescimento de cerca de 50% até 2020 no número de profissionais na área, segundo levantamento recente realizado por uma consultoria global.

As companhias que saírem à frente do mercado e entenderem o real propósito da automação, sobre como extrair valor prático das iniciativas, terão muito mais chances de satisfazerem os consumidores e, com isso, terem melhores resultados. Resta saber quem conseguirá ser mais rápido nesse novo movimento.

Claranet é nomeada ao Quadrante Mágico da Gartner pelo segundo ano consecutivo

A Claranet, provedora de serviços gerenciáveis de TI, foi posicionada no Quadrante Mágico da Gartner para “Data Center Outsourcing and Hybrid Infrastructure Managed Services” (DCO/HIMS) pelo segundo ano consecutivo na Europa, um reconhecimento do alto nível de consistência e excelência na entrega de serviços ágeis e flexíveis de TI. A empresa está presente no Brasil desde 2016, com a aquisição da CredibiliT, e promove um intercâmbio global de sua expertise em todos os 11 países em que opera.

Neste Quadrante Mágico, a Gartner analisa a capacidade de execução e abrangência de visão de 20 provedores de DCO / HIMS e as suas ofertas de serviços em nuvem, que são estimadas em mais de U$ 23 bilhões. A indicação reflete as medidas que a Claranet está adotando para fornecer a combinação certa de serviços para ajudar as empresas a transformar suas operações, manter a segurança e se adaptar rapidamente às mudanças nas necessidades dos clientes.

Charles Nasser, CEO da Claranet, afirma: “Estamos muito satisfeitos em ser reconhecidos neste Quadrante Mágico da Gartner de 2019 e acreditamos que isso sublinha o progresso que fizemos em nosso próprio negócio. Neste sentido, investimos substancialmente na contratação dos melhores especialistas e usamos a automação para transformar as operações de nossos clientes”.

Durante o ano passado, a Claranet ampliou suas habilidades em segurança cibernética, impulsionadas pela aquisição em julho de 2018 da NotSoSecure, que é responsável por fazer testes de testes de penetração e conduzir treinamento de hacking ético. Desde então, a companhia consolidou sua presença no mercado e criou sua própria unidade de cibersegurança, a Claranet Cyber Security.

“Estamos comprometidos com nosso status como uma das cinco empresas no mundo que possuem as certificações de MSP auditadas mais altas da AWS, do Google e da Microsoft. Isso destaca a solidez da nossa expertise, que é fundamental para impulsionar o crescimento de nossa prática de nuvem híbrida, além de fornecer resultados superiores para nossos clientes “, acrescenta Nasser.

A avaliação do Quadrante Mágico da Gartner oferece análises detalhadas de mercados e ofertas de fornecedores, permitindo que os usuários mapeiem os pontos fortes e fracos do prestador de serviços em relação às suas necessidades atuais e futuras. A Gartner avalia os fornecedores de tecnologia tanto na totalidade da sua visão de mercado quanto na capacidade de execução, usando uma série de critérios refinados.

Apesar da indicação da Claranet, a Gartner não apoia nenhum fornecedor, produto ou serviço específico descrito em suas publicações de pesquisa e não aconselha os usuários de tecnologia a selecionar apenas os fornecedores com as classificações mais altas ou outra designação. As publicações de levantamentos da Gartner consistem nas opiniões da organização de pesquisa e não devem ser interpretadas como declarações de fato. Dessa forma, a empresa se isenta de todas as garantias expressas ou implícitas, com relação à referida pesquisa, incluindo quaisquer garantias de comercialização ou adequação a uma finalidade específica.