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TIM vai ativar rede de experimentação 5G no Cubo Itaú até o fim do ano

A TIM anunciou hoje (20), durante o Cubo Conecta 2019, que por meio de uma licença específica da Anatel a operadora instalará no local, até o fim do ano, uma antena com a rede de quinta geração em parceria com a Ericsson para que as empresas startups baseadas no Cubo Itaú possam testar e desenvolver aplicações potencializadas pela nova tecnologia. A ativação é mais uma celebração da parceria de quatro anos do Cubo com a operadora, que já havia instalado no espaço o NB-IoT, uma plataforma dedicada para o desenvolvimento de soluções de internet das coisas com baixo consumo de energia e grande alcance de cobertura.

“A TIM quer estar inserida em ambientes de inovação, de pesquisa e de empreendedorismo, como o Cubo Itaú, viabilizando tecnologias que fomentem esse ecossistema favorável a criação de novos produtos e serviços que melhorem a vida dos cidadãos do nosso País. Estamos engajados na busca de novas aplicações que contemplem já a próxima onda tecnológica, o 5G, e a parceria com o Cubo Itaú é parte importante deste processo”, avalia o CTIO da TIM Brasil, Leonardo Capdeville.

Para o Cubo Conecta 2019, evento de celebração do aniversário do espaço, a operadora apresentará experiências de alta performance na rede 4G em parceria com a Ericsson no lounge TIM – IoT, indústria 4.0, AR, baixa latência – que poderão ser potencializadas com o 5G, alavancando novos negócios e inspirando o desenvolvimento de soluções. Todas as experimentações estarão disponíveis para os visitantes do Cubo Itaú durante o evento.

Parceria com o Cubo

Nesse último ano de parceria, a TIM avaliou mais de 200 soluções, ultrapassou o lançamento de 30 desafios para startups do Cubo, organizou mais de 20 pitches de inovação e 10 provas de conceito com startups. Um dos exemplos é a MOL- Mediação Online, empresa especializada na resolução de conflitos, que ajuda com os desafios de redução de custos no contencioso, e outro é a OvermediaCast, com soluções de videobot, para aumentar a satisfação dos clientes com o atendimento. Algumas startups, inclusive, tornaram-se fornecedoras da TIM, como a Intelipost, com soluções que integram de forma inteligente a cadeia logística. Outras, como a Enjoy, que oferece automação de bebidas on tap. já são parceiras da companhia para testar novas soluções de conectividade em IoT.

Além disso, nos últimos 12 meses, quase uma centena de colaboradores da TIM das áreas de compras, sustentabilidade, governança, financeiro, logística, RH, comercial, marketing, atendimento e tecnologia passaram por imersões no maior ecossistema de startups da América Latina para avaliar e explorar aspectos relacionados à transformação digital e seus desdobramentos no ambiente corporativo. “Muito mais do que dar apoio à iniciativa, temos o Cubo como um ambiente inspirador para nossas equipes internas, permitindo uma troca de conhecimento muito valiosa para nós como empresa”, complementa Capdeville.

O Cubo tem sido importante na construção da maneira de pensar na cultura digital da TIM, com a imersão dos executivos da operadora no espaço por meio de programas, como o Innovation Day. “O nosso processo de Transformação Digital tem o Cubo como um hub de inovação que combina educação empreendedora, cultura digital, espaços colaborativos, novas experiências e uma densidade de negócio única na América Latina. Com a parceria, a TIM quer encontrar soluções para os seus desafios internos, para aceleração de negócio, para desenvolvimento de produtos e experiência e para testar novos mercados”, analisa o Head de Innovation & Business Development da TIM Brasil, Janilson Bezerra.

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A tecnologia tem mudado a realidade do profissional de RH

Por Nadjane Gomes

Muito tem se falado sobre os impactos das inovações tecnológicas no dia a dia das profissões e na vida das pessoas. Como especialista da área de Recursos Humanos, quero abordar a forma como a rotina do profissional de RH também foi transformada pela tecnologia.

A área de RH sempre foi reconhecida por ser uma das mais burocráticas, com diversas atividades manuais, mas de uns tempos para cá isso mudou completamente. Sabemos que atualmente é impossível pensar no profissional de RH exercendo suas funções sem o uso da tecnologia, já que isso tornou a área realmente mais estratégica dentro das empresas.

Para citar apenas um exemplo, o Recrutamento e Seleção – também chamado de R&S – deu um salto evolutivo impressionante. Até pouco tempo os currículos eram recebidos em papel e se acumulavam nas mesas das consultorias em enormes pilhas. Além do volume absurdo, ainda havia a questão do tempo que os profissionais levavam para ler cada currículo, o que demandava equipes dedicadas quase que exclusivamente à avaliação dos perfis, à seleção dos currículos que se encaixavam nas vagas existentes etc.

Hoje é tudo mais fácil e simples. Os candidatos enviam seus currículos por e-mail ou se candidatam por meio das plataformas de seleção disponíveis. Tudo isso permite que o profissional de RH seja mais ágil e assertivo. Outras atividades que também demandavam muito tempo, como agendar entrevistas e organizar dinâmicas de grupos, agora são realizadas de forma muito mais rápida. Tudo isso fez com que processos, que antes levavam meses para serem concluídos, agora demandem apenas alguns dias, dependendo do perfil da posição.

Já no que se refere à divulgação das vagas, não podemos deixar de mencionar a importância do LinkedIn, que se tornou uma ferramenta de apoio importante aos profissionais de RH, uma vez que uma postagem sobre vagas nessa rede social permite atingir profissionais de diversas localidades, inclusive outros países.

Apesar dos muitos benefícios que a tecnologia trouxe, devemos mencionar também um ponto de atenção com relação a ela. A superexposição nas redes sociais, tanto do ponto de vista pessoal como institucional, pode ser prejudicial. Nas redes estamos expostos a tudo: críticas, sugestões, elogios e comentários. No caso das empresas, elas devem ficar atentas para que suas postagens de vagas não tenham nenhum erro, pois isso pode gerar uma repercussão muito grande, ou até mesmo uma crise de reputação desnecessária e também cuidar para que todos os candidatos sejam respondidos. Já no caso das pessoas, também é preciso atenção, pois atualmente é comum os recrutadores pesquisarem os perfis dos candidatos nas redes sociais – e, dependendo do que encontrarem lá, eles poderão até desconsiderar uma pessoa de um processo seletivo.

Entretanto, o mais importante em relação à evolução tecnológica em nossa área é que, com a rotina do RH mais automatizada, sobra tempo para que os profissionais se dediquem ao que realmente importa: as pessoas. A tecnologia nunca poderá superar o olho no olho, um feedback, um retorno para um candidato do porquê ele não foi selecionado, uma conversa sobre como é possível evoluir dentro da empresa etc. Esses momentos são importantes. As pessoas precisam disso e acredito que esse tipo de atividade é a mais importante para um profissional de RH.

Mas, até mesmo nisso, a tecnologia tem seu papel. Para apoiar as orientações que o gestor de RH pode dar e guiá-lo em suas atividades, temos agora os testes de habilidades e competências. Com essas ferramentas tecnológicas, que já estão sendo consideradas imprescindíveis, o trabalho do RH se torna ainda mais eficiente e assertivo, especialmente no que se refere à seleção e promoção de profissionais.

Descobrir antecipadamente as habilidades de um candidato dá mais segurança ao processo de recrutamento. Já é possível enviar o link desses testes para que o candidato faça tudo de forma on-line. São diversos os ganhos decorrentes dessas inovações. Primeiro, o tempo dispendido em cada seleção é reduzido – se antes uma análise inicial de candidato demorava 20 dias, hoje dura no máximo 10. Também há uma economia financeira para as empresas, o aumento de produtividade nos processos, e ainda ganhos ambientais com a redução de papel, dos currículos e também dos testes. Isso para citar apenas algumas vantagens.

Diante das novas tecnologias, a questão crucial que surge agora é a necessidade de atualização dos profissionais de RH, que precisam estar bem informados, treinados e cada vez mais dispostos a utilizar os novos sistemas disponíveis no mercado.

Assim, é fundamental buscar atualização. Se você trabalha com RH, olhe para si mesmo também como um candidato e reflita: será que tenho as habilidades e competências que hoje são tão importantes para a minha área de atuação?

Nadjane Gomes, psicóloga e Gerente de RH do Grupo Soulan

Programa P-TECH da IBM treinará 10 mil jovens da América Latina em habilidades profissionais para o futuro

A IBM (NYSE: IBM), a Federación Internacional Fe y Alegría, AUSJAL (Associação Internacional de Universidades Jesuítas) e Magis Americas assinaram hoje um acordo sem precedentes para expandir o modelo educacional da P-TECH na América Latina, que terá início com 45 escolas, incluindo três na Argentina, 14 na Colômbia, 15 no Equador, uma na Guatemala e 12 no Peru. No Brasil, o modelo começou no início do ano, fruto de uma parceria com o Centro Paula Souza.

O P-TECH fornece aos alunos acesso à educação sobre novas tecnologias, permitindo que eles obtenham um diploma do ensino médio, técnico e superior em áreas como IA, Nuvem e Segurança Cibernética.

“Apesar da crescente população em idade ativa, a América Latina atualmente tem uma séria escassez de habilidades profissionais e técnicas. Aproximadamente um quinto da juventude latino-americana, cerca de 30 milhões de pessoas, não está empregado ou participa de atividades ou treinamentos acadêmicos”, afirmou Ana Paula Assis, gerente-geral da IBM América Latina. “Com o objetivo de atender a essa crescente necessidade, a IBM criou o modelo de educação P-TECH para preencher lacunas no mercado de trabalho e ajudar a próxima geração de líderes de negócios e tecnologia a ter sucesso”.

Em 2020, os alunos iniciarão um currículo com duração de pelo menos três anos. Esse esforço se somará ao alcance mundial de escolas em todo o mundo que atualmente contam com o programa P-TECH.

“Estamos muito orgulhosos de apoiar a expansão do modelo inovador e inclusivo P-TECH na América Latina para fornecer aos estudantes mais habilidades e oportunidades de carreira que mudam vidas”, disse Guillermo Miranda, vice-presidente de Responsabilidade Social Corporativa da IBM. “A IBM sempre enfatizou a importância de investir no progresso de regiões ao redor do mundo por meio da educação. Com esta iniciativa, estamos liderando o caminho para os estudantes latino-americanos desenvolverem as habilidades necessárias para prosperar na economia digital”.

IBM, Fe y Alegría, AUSJAL e Magis Americas também criarão um grupo de trabalho para colaborar e planejar a expansão e o crescimento do modelo, possibilitando novas alianças com escolas técnicas. O programa ajudará os alunos do ensino médio da rede global Fe y Alegría a adquirir habilidades críticas no local de trabalho e fornecer credenciais de ensino superior, abrindo novas oportunidades profissionais e universitárias. Além disso, a IBM fornecerá aos alunos acesso às suas plataformas de ensino, incluindo ptech.org e SkillsBuild.org, permitindo que tenham uma aprendizagem mais abrangente.

“A Fe y Alegría trabalha na educação com grupos comunitários há muitos anos, e acreditamos que o P-TECH é uma grande iniciativa que promove a inclusão social por meio do aprendizado STEM”, disse Carlos Fritzen, coordenador da Federación Internacional Fe y Alegría. “Permitir a igualdade de oportunidades educativas é fundamental”.

Nos próximos meses, IBM, Fe y Alegría, AUSJAL e Magis Americas trabalharão com o setor empresarial preparando estudantes para o mundo do trabalho com iniciativas como tutoriais individuais, simulações de entrevistas, visitas a empresas, treinamento para professores e alunos, workshops sobre profissões relacionadas, cursos de habilidades profissionais e estágios remunerados.

“O acordo está comprometido com a criação de modelos de inovação que articulem qualidade e inclusão no desenvolvimento integral de nossos países”, disse Ernesto Cavassa, reitor da Universidade Antonio Ruiz de Montoya (Lima) e presidente da Associação de Universidades Confiadas à Companhia de Jesus na América Latina (AUSJAL). “Esta associação inclui 30 universidades, algumas das quais participarão do programa por meio da formação dos professores P-TECH e Fe y Alegria, incorporação de graduados do programa às universidades que os favoreçam, monitoramento e pesquisa de resultados, e tarefas de incidência que permitem a contribuição da inovação tecnológica na transformação das sociedades latino-americanas “, concluiu Cavassa.

Empresas juniores de universidades terão papel de destaque no Future-se

As empresas juniores, instaladas dentro das universidades, terão prioridade no Future-se, programa do Ministério da Educação (MEC) para instituições federais de ensino superior. O secretário de Ensino Superior do MEC, Arnaldo Lima, afirma que a proposta é incentivar alunos que participam das empresas para que obtenham o apoio na promoção da vivência empresarial como universitários.

De acordo com Lima, o MEC pretende inserir três propostas para as empresas juniores no texto do Future-se:

• o trabalho em uma empresa júnior deve contar como estágio;

• a administração pública (União, estados e municípios) poderá dispensar licitação para contratar empresas juniores;

• criação de uma rede social para aproximar empresários e os projetos que são tocados pelas empresas juniores.

“A gente vai ter e-commerce, assim como crowdfunding na angariação de recursos para mais projetos”, afirmou o secretário. Lima também destacou que serão realizados eventos nas universidades para fomentar o empreendedorismo nas universidades.

A aproximação do MEC com as empresas juniores já começou. No dia 15 de agosto, o secretário recebeu membros da Confederação Brasileira de Empresas Juniores, a Brasil Júnior, que impulsiona a vivência empresarial nas universidades. A entidade representa mais de 900 empresas juniores nas 27 unidades da Federação.

Lima destacou que quer a contribuição da Brasil Júnior com sugestões de aperfeiçoamento para o Future-se, idealizado também com o intuito de promover experiências para formação empreendedora. “Quero que eles [Brasil Júnior] se vejam mais dentro do projeto”, disse.

Para Renan Nishimoto, presidente da Brasil Júnior, o primeiro diálogo com o secretário foi positivo. Ele acredita na construção de um país empreendedor e com diálogo para a educação avançar.

Future-se – Lançado em 17 de julho, o Future-se é o principal programa desta gestão do MEC para a educação superior pública federal. O objetivo é dar maior autonomia na gestão financeira das universidades e institutos e incentivar o empreendedorismo.

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Uber Eats celebra 1 bilhão de pedidos feitos pelo aplicativo no mundo

Em menos de quatro anos, o Uber Eats recebeu 1 bilhão de pedidos em mais de 500 cidades em 36 países, mantendo um tempo médio de entrega de menos de 30 minutos. A empresa alcançou esse marco na mesma semana que anunciou a expansão de uma nova opção que permite que restaurantes com sua própria frota de entregadores se cadastrem na plataforma do Uber Eats para alcançar mais usuários. Na América Latina, o Uber Eats já está testando essa modalidade em diversas cidades, inclusive brasileiras, com resultados promissores.

O Uber Eats está mudando a maneira como as pessoas comem, dando acesso a comida para todas as ocasiões, em qualquer local, disponível para entrega ao toque de um botão. Agora, o Uber Eats está facilitando ainda mais o crescimento de mais restaurantes, seja usando a própria frota de entregadores desses estabelecimentos ou acessando entregadores independentes por meio do aplicativo do Uber Eats. Anteriormente, só era possível o cadastro na plataforma de restaurantes que desejavam fazer entregas usando os entregadores autônomos disponíveis no aplicativo.

No Brasil, o Uber Eats chegou em dezembro de 2016 e hoje já é parceiro de milhares de empreendimentos gastronômicos em mais de 70 cidades, fazendo a curadoria da melhor seleção de restaurantes – de negócios familiares locais, como Hi Pokee, Busger e Sushi Plus a grandes nomes, como McDonald’s, KFC e Burger King.

O anúncio chega quando dados revelam que o crescente mercado de entrega de comida – que deve valer quase 21 bilhões de dólares até 2023 – está desempenhando um papel cada vez mais importante no crescimento de pequenos e médios restaurantes. Para os 70% dos restaurantes do Uber Eats que são pequenas e médias empresas, a entrega de alimentos é responsável por uma proporção crescente de sua receita total.

Consumidores preferem marcas que se conectam à cultura e a movimentos sociais, aponta estudo

As conversas que acontecem diariamente no Twitter sobre cultura geram debates, tendências e movimentos e até extrapolam a plataforma. As marcas que entendem a importância deste cenário e se conectam com questões culturais e sociais são mais relevantes e valorizadas pelos consumidores do Brasil. É o que revela a pesquisa “O Impacto da Cultura”, realizada por Twitter, MAGNA, IPG Media Lab e WMcCann com a população brasileira e um grupo de usuários da plataforma no país.

O posicionamento e envolvimento da marca com a cultura é tão importante para as pessoas que foi mencionado como um atributo de forte influência na decisão de compra – tanto quanto ter uma boa imagem. Entre os entrevistados, 74% dos que usam o Twitter preferem empresas que se conectam à cultura. Para entender mais a fundo o que o público espera de uma marca, o estudo traz dois importantes questionamentos: qual a definição de cultura do ponto de vista do consumidor? E o que eles pensam sobre o tema quando relacionado à marca com a qual interagem?

Segundo o levantamento, o que antes era entendido como cultura (línguas, religião, tradições, culinária) hoje se desdobrou em diversos tópicos como música, arte, filmes, esportes, moda e política – assuntos de interesse que estão presentes no cotidiano das pessoas. A partir disso, o vínculo com a cultura é vista como algo necessário para que uma marca tenha desempenho favorável, assim como boa reputação e relação entre preço e benefícios.

“Constatamos que as pessoas querem, cada vez mais, encontrar marcas que estejam alinhadas aos seus interesses, sejam transparentes e se preocupem genuinamente com as questões sociais. O uso de celebridades em anúncios patrocinados, por exemplo, foi o modo menos citado pelos entrevistados como ação para que uma empresa seja culturalmente relevante. O importante é encontrar uma causa legítima que gere identificação e traga bons resultados – tanto para a empresa, quanto para a comunidade”, destaca Camilla Guimarães, gerente de Pesquisa do Twitter no Brasil.

A conexão e identificação com a marca é maior quando ela apoia causas que beneficiam a comunidade e promove tendências que definem a cultura. A sinergia com temas culturais também melhora as avaliações de atributos de marca: 80% dos entrevistados consideram que as empresas relevantes no âmbito cultural são mais informadas; 79% acredita que são mais autênticas; e 75% deles indicou que são mais engajadas, inclusivas, inovadoras e têm boa reputação – índices consideravelmente superiores aos das marcas com menos relevância cultural.

Além disso, filantropia e posição política também são importantes: 68% das pessoas que usam o Twitter concordam que as marcas precisam dar algo em retorno à comunidade de alguma forma; e mais de 50% dos consumidores afirmam que ter uma posição política é um fator decisivo para se destacar no mercado. Tal opinião é especialmente relevante para os usuários do Twitter no Brasil. Em outros mercados onde a pesquisa foi conduzida, como Canadá e EUA, aproximadamente 30% dos consumidores pensam que marcas devem se posicionar politicamente.

“Os consumidores acreditam que é importante que as marcas se envolvam em sua cultura e conectem-se a elas. Eles preferem empresas que compartilham seus interesses e são apaixonadas pelas mesmas coisas”, afirma Karla Natareno, diretora da Magna na América Latina.

“No momento da compra, a combinação entre preço e qualidade foi o fator de decisão eleito mais importante pelos consumidores (47%); as qualidades da marca ficaram em segundo lugar (27%); e o envolvimento com a cultura logo em seguida (26%). Quando se trata de tomar decisões de compra, estar envolvido com a cultura é quase tão importante quanto ter qualidades positivas de marca (premium, popular, moderna, inovadora, moderna, autêntica, tradicional)”, diz André França, vice-presidente de mídia da WMcCann. “Este estudo traz um profundo olhar sobre a relação entre os jovens e a cultura. Podemos ver que, para manter-se relevante e acompanhar os concorrentes, as marcas precisam ter a cultura sempre em mente”, conclui.

As verticais em que grandes marcas têm destaque na relevância cultural são bebidas, entretenimento e serviços financeiros.

Para o estudo, consumidores brasileiros e usuários do Twitter no país foram questionados sobre o envolvimento de marcas com a cultura, além de tópicos que permitiram identificar os fatores mais importantes que consideram ao tomar decisões de compra.

7 desafios que as empresas enfrentam ao inovar

Por Martina Basile

O surgimento de startups nos mais diversos setores mudou completamente as dinâmicas de negócios e, consequentemente, o cenário competitivo das organizações. Empresas fortes e consolidadas foram surpreendidas por players que mudaram completamente o conjunto de regras do mercado, conquistando, a passos largos, uma grande parcela desse público, além de um poder de escala impulsionado pela tecnologia.

Este novo cenário, altamente competitivo e dinâmico, fez com que a introdução à mudança passasse a ser cada vez mais valorizada e perseguida, como forma de se manter vivo no mercado. A busca incessante por uma vantagem competitiva tornou esse termo um dos mais relevantes da atualidade. Entretanto, grande parte das companhias enfrenta dificuldade quando tenta implementar inovação, principalmente aquelas com uma longa e tradicional história.

Cultura de inovação reúne os valores, as normas e atitudes que estimulam o pensamento não ortodoxo e, consequentemente, o desenvolvimento de inovações dentro da companhia. Como os processos de renovação ocorrem transversalmente, a cultura se refere a padrões e valores compartilhados entre todos os participantes do processo. Uma atitude inovativa positiva cria incentivos para os colaboradores e leva a um aumento na força inovadora. Uma mudança exige mais do que o comprometimento da alta gestão e, normalmente, ocorre primeiramente em nível de sistema, para que isso se torne competência da empresa, e evolua para atitudes dos colaboradores – até que se torne uma crença e valor da companhia.

Veja quais são os sete principais desafios das companhias que querem se tornar mais inovadoras e se deparam com diversos obstáculos em torno da questão cultural que, de modo geral, já está enraizada em seus colaboradores:

Conhecer o consumidor e colocá-lo no centro das decisões

Empresas orientadas a clientes conseguem oferecer produtos e serviços que atendem suas necessidades de forma mais assertiva, gerando um vínculo mais forte. Pesquisas recorrentes com clientes ajudam a entender suas dores e necessidades, desenvolver empatia e tê-lo no centro de suas decisões. Esse entendimento é essencial, pois permite acompanhar e compreender verdadeiramente as mudanças na demanda, ao mesmo tempo que busca identificar tendências para projetar o futuro.

Tratar a inovação como um desafio de todos

Muitas organizações, com o intuito de serem mais inovadoras, criam uma área específica ou aumentam os investimentos para o desenvolvimento de novos produtos. Contudo, as mais inovadoras são aquelas que a tem no seu DNA e que consideram, portanto, que a inovação pode vir de qualquer pessoa da organização e não apenas de um grupo pré-determinado.

Ter um processo de inovação estruturado

Criar uma estrutura inovativa, orientada por um estratégia bem definida e objetivos claros, permite que todos tenham conhecimento do status do processo e os critérios necessários para que um projeto siga adiante. Quando a gestão não tem claro o caminho que pretende seguir ou não deixa evidente aos envolvidos, as pessoas não entendem as regras do jogo, não vêem propósito e o engajamento acaba sendo menor. Entender as temáticas de inovação que está olhando é fundamental para que as propostas dos colaboradores estejam na mesma direção.

Criar um ambiente interno propício para a criatividade

Oferecer um espaço físico aberto, agradável e visualmente estimulante é um bom início para favorecer uma visão inovadora, mas sozinho não é o suficiente. Para que um ambiente de trabalho seja inovador, é preciso que haja espaço para experimentar, brincar e para momentos de troca. A carga de trabalho também é um ponto de atenção. Colaboradores que são consumidos pelas atividades do dia a dia não tem tempo nem cabeça para se dedicar a pensar em ideias novas. Além disso, é preciso que hajam pessoas abertas para o diferente, pois é natural que ideias muito disruptivas acabem gerando resistência e, por isso, ter sponsors é importante para que as ideias não sejam rejeitadas antes mesmo de terem sido colocadas à prova.

Estimular a colaboração interna e externa

A colaboração é um item chave para que a inovação aconteça. A cooperação entre os setores é essencial, pois cada área tem sua expertise e um olhar único sobre um mesmo problema, e, por isso, quando existe troca, essas visões se complementam e um espaço para a criação de novas formas de pensar ou fazer alguma atividade é potencializado. A perspectiva de quem está do lado de fora da organização também pode ser valiosa, e com olhar menos enviesado, trazendo insights na reinvenção de uma indústria. Parcerias estratégicas entre startups e empresas já consolidadas têm sido cada vez mais frequentes, já que a complementaridade entre elas pode trazer resultados muito positivos para ambas as partes.

Aprender a lidar com o fracasso como parte do processo

A incerteza é inerente ao processo e, por isso, as que desejam incentivar iniciativas inovadoras precisam estar abertas para lidar com o fracasso de uma forma natural, principalmente quando se trata de uma disrupção. A cultura do erro e do aprendizado contínuo nem sempre é bem vista dentro das companhias, gerando medo ao risco, por isso é fundamental que se adotem medidas de incentivo ao erro. Além disso, as falhas que ocorrem ao longo do processo impactam diretamente no prazo, e, consequentemente, no investimento do mesmo. Muitas não se preparam para um investimento de longo prazo e acabam interrompendo um projeto antecipadamente, gerando resultados negativos para o processo e para a motivação dos envolvidos.

Incentivar a equipe a inovar

O estímulo à inovação deve ser constante e exige um comprometimento da alta gestão. Para que se sintam empoderados, colaboradores precisam se sentir apoiados por suas lideranças quando precisam assumir riscos ou se ausentar de suas atividades por estarem envolvidos em projetos. Além disso, programas de premiação ou tempo reservado para dedicação dos para colaboradores que propuseram uma ideia interessante também podem ser fatores de motivação.

Conhecer esses desafios e entender a cultura da organização que quer fazer a mudança é o primeiro passo para conseguir enfrentá-los. Essa transição para uma mudança de mindset requer consistência e persistência, pois, como ocorre em todo tipo de mudança, haverá resistência. Quanto maior o número de pessoas envolvidas nessa operação, mais difícil de conseguir o alinhamento ou o consenso de todos, por isso, é importante que a gestão tenha convicção do movimento e faça uma trabalho cuidadoso de gestão da mudança, para que todos os envolvidos se sintam respeitados e acolhidos dentro do processo.

Martina Basile, líder da área de Digital Design e Inovação na ilegra

Inscrições abertas para o Prêmio EDF Pulse Brasil

Estão abertas as inscrições para a 1ª edição do Prêmio EDF Pulse Brasil, com foco em startups de inovação que desenvolvem soluções eficientes para os desafios das indústrias e das grandes cidades. Serão oferecidos até R$ 100 mil aos primeiros lugares, sendo R$ 40 mil para os vencedores de cada categoria – Smart City e Smart Factory – e uma premiação especial de R$ 20 mil para um terceiro Projeto de Destaque. Além disso, caso alguma inovação seja de interesse das empresas EDF no Brasil, há a possibilidade da realização de parceria para o seu desenvolvimento. Os projetos serão avaliados por um júri de especialistas e executivos do Grupo. As inscrições podem ser feitas até 1º de novembro pelo site www.edf.fr/pulse-brasil, e os vencedores serão anunciados em dezembro deste ano.

Líder global em energia de baixo carbono, o Grupo EDF promove o Prêmio Pulse desde 2014, com edições na França, Itália, Reino Unido e África. No Brasil, o prêmio é resultado da parceria entre as principais empresas do Grupo no país: EDF Norte Fluminense, EDF Renewables, Citelum e Framatome. Do exoesqueleto que permite a paraplégicos andar novamente à iluminação de fibra óptica natural, o prêmio dá visibilidade a projetos inovadores alinhados à alta tecnologia para o futuro, sendo uma das principais iniciativas mundiais da EDF. Já concorreram 1.800 startups, com 22 vencedores e mais de 50 projetos acompanhados pelo Grupo no mundo.

Dentre as categorias do prêmio, a Smart City julga inovações voltadas para infraestruturas e espaços habitacionais, individuais e coletivos, à métodos produtivos e organizacionais, buscando transformar nossas cidades e territórios para enfrentar os desafios demográficos e ambientais. A Smart Factory avalia os projetos de aceleração na convergência entre os meios e processos industriais e tecnologias digitais, para maior eficiência e otimização do consumo.

Estão habilitadas a concorrer pequenas empresas e startups criadas até julho de 2019, domiciliadas no Brasil e compostas por no máximo 30 pessoas, que podem ter sociedade com empresas de até 500 colaboradores. O júri vai considerar os seguintes critérios: qualidade e robustez da solução; impacto e progresso para a sociedade; sustentabilidade do modelo do negócio; e a equipe (visão, complementaridade, experiências, habilidades).

O Brasil é um país estratégico para o desenvolvimento global do Grupo EDF, com investimentos em geração, serviços e soluções inteligentes de energia. Por isso, busca startups nacionais que contribuam para questões energéticas e soluções inovadoras para enfrentar os desafios da atualidade. Dessa forma, as empresas do Grupo podem identificar possibilidades de novos projetos e parceiros de negócios e ampliar a interação com startups, para melhor compreensão de sua dinâmica de funcionamento. Até o momento, já foram investidos cerca de R$ 60 milhões na área de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), no Brasil.

PRÊMIO EDF PULSE BRASIL

Inscrições: até 1º de novembro pelo site www.edf.fr/pulse-brasil.

Podem concorrer: pequenas empresas e startups criadas até julho de 2019, domiciliadas no Brasil e compostas por no máximo 30 pessoas, que podem ter sociedade com empresas de até 500 colaboradores.

Categorias: Smart City (R$ 40 mil), Smart Factory (R$ 40 mil) e Special (R$ 20 mil).

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DHL inaugura Centro de Inovação nas Américas para acelerar o desenvolvimento de novas soluções e aprimorar a logística

A DHL está expandindo sua presença global em inovação para a região das Américas com a inauguração do seu Centro de Inovação das Américas, que aconteceu no dia 12 de setembro de 2019. Juntando-se ao Centro de Inovação da DHL em Troisdorf, próximo de Bonn, na Alemanha, e ao Centro de Inovação da DHL na região Ásia-Pacífico, em Cingapura, o Centro de Inovação das Américas exibirá tecnologias que a DHL já está implementando em toda a região, além de investigar soluções futuras que podem proporcionar ganhos significativos de produtividade e eficiência.

“A inovação é a força motriz da DHL desde a sua fundação, em 1969”, disse Ken Allen, CEO da DHL eCommerce Solutions e membro do Conselho de Soluções & Inovação para Clientes do grupo Deutsche Post DHL. “Agora, com três Centros de Inovação em todo o mundo, a DHL pode alavancar o poder da inovação para atender aos clientes e desempenhar um papel fundamental na definição do futuro da logística. A DHL é uma organização que prioriza a renovação de ideias para oferecer excelência, e eu tenho muito orgulho de termos agora essa plataforma nas Américas para estender esses recursos a parceiros em sua própria região”.

A instalação de última geração com 28.000 pés quadrados oferece um espaço colaborativo para a DHL trabalhar com seus clientes, parceiros de tecnologia e acadêmicos, além de explorar o potencial inovador de seus colaboradores. A inauguração do novo Centro de Inovação nas Américas é o ponto alto da celebração dos 50 anos de DHL neste ano. O evento de abertura atraiu mais de 300 convidados, incluindo líderes do setor de tecnologia e logística, clientes de toda a região, autoridades locais e a liderança sênior da DHL.

“A inovação permite à DHL estar na vanguarda das soluções mais inovadoras do setor de supply chain”, disse Matthias Heutger, Head Global de Inovação e Desenvolvimento Comercial da DHL. “Os Centros de Inovação são o núcleo da nossa abordagem de inovação centrada no cliente. Eles fornecem a plataforma para que possamos entender as tendências que surgem e descobrir insights com o potencial de gerar impactos nos negócios do mundo real. A DHL foi o primeiro player do setor a utilizar robôs coletores, por exemplo, em armazéns norte-americanos. Os robôs autônomos utilizados para auxiliar a coleta de pedidos podem aumentar as taxas de coleta em até 200% – algo bastante significativo em um ambiente de comércio eletrônico globalizado e em rápida expansão”.

As três unidades de negócios da DHL que operam nas Américas e no Brasil estão comprometidas em investir nos próximos anos no desenvolvimento e na adoção de novas tecnologias que sejam capazes de melhorar as operações, aprimorar a experiência do cliente, reduzir os custos e facilitar melhores processos de trabalho para seus colaboradores.

Como líder mundial em logística, a DHL avalia continuamente soluções inovadoras centradas no cliente, já implementando uma série de tecnologias avançadas para aumentar a produtividade, reduzir os custos e atender melhor às necessidades dos clientes em constante evolução. Por exemplo, a DHL Supply Chain, unidade especializada em contratos logísticos do grupo Deutsche Post DHL, já registrou aumentos significativos de produtividade – especialmente na alta temporada – resultantes do emprego de várias soluções robóticas, incluindo veículos autoguiados capazes de transportar mercadorias entre armazéns, robôs móveis que facilitam o atendimento de pedidos em operações de comércio eletrônico e robôs colaborativos projetados para ajudar em tarefas repetitivas, como a coleta e a embalagem de produtos. Como parte do seu compromisso de investir em novas tecnologias, a DHL Supply Chain divulgou em novembro passado que investiria US$ 300 milhões em 2018 e até o fim deste ano para implantar tecnologias emergentes em 350 de suas 430 instalações e torres de controle de transporte na América do Norte. A empresa também está investindo no desenvolvimento de uma nova plataforma digital para gerenciar suas operações de transporte.

A DHL Express, empresa líder internacional em entregas expressas, continuará a agregar mais automação a seus hubs, gateways e centros de serviços regionais, introduzirá a robótica para ajudar no carregamento/descarregamento de remessas, expandirá o uso da IA e do machine learning para melhorar a otimização de rotas, aplicará a automação de processos repetitivos para as tarefas de cobrança, bem como continuará adicionando ferramentas de chatbots e reconhecimento de voz para reservas, rastreamento de pedidos e melhor atendimento ao cliente.

A DHL Global Forwarding, principal especialista em transporte aéreo e marítimo do mundo, está trabalhando com uma tecnologia aprimorada para rastrear embarques e gerenciar cargas sensíveis à temperatura, além de implementar a automação de armazéns com rastreamento RFID para monitorar a localização das cargas, a consolidação dos embarques e os cronogramas estabelecidos. A DHL Global Forwarding lançou ontem uma nova ferramenta avançada de análise de dados projetada para clientes com cargas altamente sensíveis, como os setores de medicamentos e saúde. Ela fornece análises e insights rápidos para uma melhor tomada de decisão, como as rotas comerciais ideais a serem utilizadas, a verificação dos controles de temperatura em trânsito e a capacidade de analisar e reduzir riscos. Assim como a DHL Express, a DHL Global Forwarding está usando a realidade virtual para programas de treinamento de funcionários em vários países das Américas.

Getronics consolida aquisição da Resource

A Getronics, integrante do Grupo Cimcorp, anuncia a aquisição da Resource, empresa posicionada entre as maiores do setor de TI no Brasil. A compra fortalecerá a marca Getronics no Brasil e na América Latina e a atuação cooperada com a estrutura global do Grupo Getronics criará um dos mais relevantes fornecedores de serviços de TIC, com atuação em mais de 110 países – sendo que, em 25 deles, com presença direta. “Estamos muito felizes com a aquisição bem-sucedida da Resource, uma das dez maiores empresas de TI e serviços digitais do País. Continuaremos construindo relacionamentos locais e fornecendo as melhores soluções de TIC no Brasil, agora fortalecidos pela cooperação com uma organização global de prestação de serviços”, diz Nana Baffour, Chairman e CEO da nova operação e, também, Chairman e CEO Global da Getronics.

Segundo Baffour, a estratégia da aquisição baseou-se na oportunidade única de integrar aplicações, serviços de TIC e infraestrutura criando uma solução end-to-end para suportar a crescente busca das empresas por tecnologia e serviços de qualidade. “Essa aquisição impulsiona a nossa capacidade de ajudar os clientes na transformação de seus negócios, incluindo ofertas de Aplicações, SAP, Cloud & Analytics, Digital BPO e Infraestrutura”, afirma. “Nos consolidamos como um parceiro end-to-end, entregando resultado e valor a nossos clientes por meio de toda a malha digital”, diz.

A operação latino-americana será comandada por Rogério Dias, Vice-Presidente Executivo da Getronics. “Ao unirmos as operações, reforçamos nossa capacidade de auxiliar as organizações a gerenciarem sua infraestrutura de conectividade, comunicações e colaboração por meio de soluções resilientes, adaptáveis e centradas nas pessoas, transformando dados digitais em decisões e informações úteis”, diz. Segundo o executivo, o que se propõe é um modelo de inovação contínua e que tem nas pessoas seu principal foco. “Continuaremos atuando na entrega de soluções inovadoras, que ajudem empresas de diferentes segmentos a serem mais produtivas e eficientes”, explica.

Conheça os 4 maiores mitos sobre computação na nuvem

Muitas empresas se deparam com a necessidade de expandir seu parque de TI, mas esbarram na limitação do data center que só é escalável até certo ponto. Neste cenário, tem se tornado uma tendência global que companhias dos mais variados setores rodem suas aplicações na nuvem. No entanto, como o assunto ainda é cercado por alguns mal entendidos, a Claranet Brasil listou os 4 maiores mitos sobre o tema. As explicações são feita por Fernando Nunes, arquiteto de soluções da provedora de TI.

Investir em nuvem não é tão barato

Mito. Na verdade, a estrutura da nuvem é extremamente maleável e permite que a empresa pague apenas pela capacidade utilizada, o chamado pay as you go. Isso ajuda companhias com mudanças drásticas no volume de tráfego devido a sazonalidade de campanhas a otimizar os custos com nuvem. Um e-commerce durante o período de Natal, por exemplo, vai precisar de mais espaço na nuvem para coletar e armazenar os dados de compra de seus clientes. Passado este período de pico, a empresa volta a usar e pagar apenas pela estrutura menor de tráfego de que precisa, pois a estrutura de cloud é bastante escalável.

O ambiente da nuvem não é seguro

Mito. O ambiente da nuvem é muito mais seguro que de servidores tradicionais em data centers. Isso porque a nuvem está baseada em redundância, o que significa que o mesmo dado fica registrado em ambientes distintos para evitar falhas e perdas, o que é conhecido como “disaster recovery”. Além disso, os provedores de nuvem (como Amazon, Google e Microsoft) usam criptografia avançada e firewalls para identificar possíveis invasores e preservar todos os dados hospedados no ambiente. Esses provedores ainda contam com os profissionais mais qualificados para garantir a segurança da nuvem.

Os provedores de nuvem vasculham os dados

Mito. Ainda existe um mal entendido muito grande sobre esta questão, e é comum que as empresas imaginem que o provedor de nuvem tenha acesso a seus dados, o que na verdade não acontece. Players reconhecidos em todo o mundo por seu profissionalismo, como Google, Amazon e Microsoft tem uma longa atuação no mercado e oferecem um serviço exclusivamente de segurança na nuvem, ao invés de “investigar” ou até vasculham os dados de seus clientes. Ainda assim, a prática do mercado é que as empresas contratantes e os respectivos provedores assinem contratos de confidencialidade.

A segurança da nuvem é responsabilidade exclusiva do provedor

Mito. Para entender de quem é a incumbência por garantir a segurança da nuvem, é essencial ter em mente que o mercado trabalha com o modelo de “Responsabilidade Compartilhada”. Isso equivale a dizer que segurança e conformidade são atribuições compartilhadas entre o provedor e o cliente que roda suas aplicações na nuvem.

Segundo este modelo, o provedor é responsável por proteger a infraestrutura que executa todos os serviços oferecidos na nuvem. Essa infraestrutura é composta por hardware, software, redes e instalações que executam os serviços da provedora. Por sua vez, o cliente tem a responsabilidade determinada pelos serviços de nuvem que ele mesmo selecionou. Isso inclui a quantidade de operações de configuração que ele deverá executar como parte de suas responsabilidades de segurança.

Sendo assim, ter um parceiro para sustentação do seu ambiente em nuvem pública é importante para que sejam seguidas as melhores práticas de compliance, além de gerir de forma inteligente e segura todas as soluções fornecidas. Além disso, o parceiro também pode ajudar a esclarecer as principais dúvidas e guiar a empresa em sua jornada pela transformação digital.

8ª edição do Fórum Empreendedora acontece nesta semana em São Paulo

Nos dias 19 e 20 de setembro, das 9h às 18h, a Rede Mulher Empreendedora (RME) realiza, em São Paulo, a 8ª edição do Fórum Empreendedoras. Maior evento de empreendedorismo feminino do Brasil, o encontro promoverá mais de 100 atrações e reunirá mais de 4 mil participantes e os maiores nomes do empreendedorismo nacional.

Com o tema Propósito e Impacto, o Fórum trará histórias e casos de mulheres que tiveram suas vidas transformadas graças à sua visão empreendedora, além de diversas ações como mentorias individuais, em que será possível tirar dúvidas e receber orientações para os negócios. Neste ano, o evento conta com uma novidade: a Trilha Empreendedora, espaço destinado a workshops e minicursos com foco prático.

Entre as panelistas confirmadas está Tatiana Pimenta, CEO e fundadora da Vittude, plataforma que conecta psicólogos a pacientes em poucos cliques. Na sexta-feira (20) a executiva vai apresentar uma palestra inspiracional com o tema Mulheres mudam o mundo; eu mudo e tudo muda.

Palestra “Mulheres mudam o mundo; eu mudo e tudo muda”, com Tatiana Pimenta

Data: 20 de setembro

Horário da palestra: 13h30

Local: Club Homs | Av. Paulista, 735 – Bela Vista, São Paulo – SP, 01311-100

Site: forumempreendedoras.com.br/