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Bancos digitais apresentam saltos exponenciais no total de visitas no Brasil

A Comscore acaba de divulgar uma análise sobre o cenário da digitalização bancária na América Latina em 2020. No relatório “Estado do banco digital da América Latina”, a empresa identificou que as tendências financeiras que ganharam força por causa da pandemia e das restrições à mobilidade parecem estar se consolidando em toda a região.  Além disso, os conteúdos financeiros se multiplicaram nas redes sociais e os aplicativos de bancos emergentes e tradicionais também ganharam espaço entre os consumidores.

As informações, apuradas com base em pesquisas proprietárias e métricas independentes, apontam que a pandemia acelerou e impulsionou iniciativas de pagamentos e carteiras digitais. Assim, diferentes entidades precisaram oferecer alternativas simples, claras e eficazes para um consumidor ávido por soluções financeiras. Nos primeiros meses de 2020, os bancos digitais experimentaram saltos exponenciais no total de visitas, chegando a quase 200% no Brasil, em abril, e perto de 100% na Argentina, em julho, respectivamente.

Algo semelhante aconteceu com as notícias financeiras, que atingiram o pico de acessos em março de 2020 e se estabilizaram em níveis mais elevados do que os registrados anteriormente em quase todos os países da região. O interesse por assuntos econômicos na América Latina também se refletiu nas redes sociais: a categoria de finanças apresentou um crescimento de interações de 128% no Instagram, 77% no Twitter e 34% no Facebook na comparação entre março de 2019 e março de 2020.

Fintechs x bancos tradicionais

O surgimento de empresas fintechs – e a “batalha” contra os bancos tradicionais – fez parte da conversa nas redes sociais. No Brasil, na comparação entre janeiro de 2020 e janeiro de 2021 de audiência multiplataforma, é notável a ascensão das fintechs: PagSeguro cresceu 750% em alcance e o Nubank 63%. Apesar disso, bancos tradicionais, como Itaú, Bradesco e Santander, ainda se mantêm entre as maiores audiências entre as plataformas.

No mesmo período, na Argentina, a audiência multiplataforma do Brubank aumentou 214%, do Mercado Pago, 176%, e do Ualá, 72%. Já no México, bancos como Citibanamex, Santander e Scotiabank cresceram seu alcance acima de 5%. Paralelamente, a Konfio obteve um aumento de 6% e a Kueski, de 3%.

Aplicativos mobile

O mercado conquistado pelos aplicativos de serviços financeiros é outra métrica que mostra o impacto da pandemia no comportamento do usuário. O país em que isso mais se notou foi a Argentina, com inscrições que dobraram o número de visitantes únicos, como Mercado Pago, Santander Río, Galiza ou Nación. No México, houve um salto geral em quase todos os aplicativos dos diferentes bancos; entre os mais utilizados estão: BBVA México (Bancomer Móvil), Banco Azteca, Citi Banamex Móvil, Mercado Pago e Banorte Móvil. No Brasil, os apps de maior alcance são o da Caixa e do Nubank, enquanto isso, o do PicPay foi o que mais cresceu em número de visitantes no último ano.

Tendências e alcance nas redes

Em relação ao desempenho das audiências das subcategorias relacionadas a serviços financeiros, uma das curvas com maior volatilidade nas redes latino-americanas foi a de investimento, que teve um pico elevado de acesso dos usuários em maio e abril de 2020 e sofreu uma queda acentuada que só se recuperou no final do ano. Comportamento semelhante foi experimentado pela categoria de bancos em relação ao total de visitas.

Contudo, além dessas duas tendências observadas na região, os comportamentos dos usuários foram diferentes em cada país. A categoria de investimentos foi a que mais caiu no Brasil, Argentina e México, e a que mais cresceu no Chile, Colômbia e Peru. As três maiores economias da região apresentaram comportamentos distintos em relação aos temas de mais alcance: enquanto na Argentina a categoria que mais cresceu foi a bancária (37%); no Brasil, quem mais cresceu foram os serviços financeiros e consultoria (53%). Por sua vez, o México experimentou um declínio na maioria das categorias.

Digital de tudo

O que fica claro na análise da Comscore é que a versão digital dos bancos está consolidada em um nível geral em toda a região. No Brasil, o alcance dos sites bancários chega a 73%, no Chile a 66% e na Argentina a 61%. Além disso, nenhum dos outros países pesquisados fica abaixo de 40%: na Colômbia chega a 46%, no México a 45%, e no Peru a 43%

Em solo brasileiro, as propriedades do PagSeguro, PicPay e da Caixa também tiveram saltos em audiência entre janeiro de 2020 e janeiro de 2021. O site do Pagseguro viu o total de visitantes únicos crescer em mais de 216% nos intervalos de um ano, no PicPay, esse número chegou a aumentar mais de 80% e, no portal da Caixa, atingiu uma alta de mais de 24%.

Em relação a maneira como os usuários se conectam aos bancos, o uso de dispositivos móveis (smartphones e tablets) é a grande tendência. Os números mostram que em termos percentuais o mobile já é a forma mais utilizada para se conectar aos bancos digitais na Argentina, México e Brasil. Apesar disso, os dispositivos desktop (computadores) ainda são os que concentram mais tempo de uso na medição em média de minutos gastos por visitante.  

Eduardo Carneiro, diretor geral da Comscore, relata que o estudo deixa claro que um ano após o início da pandemia, o alcance das ferramentas de bancos digitais está aumentando em toda a América Latina. “Os usuários buscam por ferramentas que facilitem o seu dia-a-dia e as instituições devem estar preparadas para essa revolução digital que cresce exponencialmente. Além disso, as questões financeiras se multiplicam nas redes sociais, que se tornam um reforço importante para o fortalecimento de marca e relacionamento com o consumidor. Aqueles que não se adequarem ao digital, perderão espaço no mercado”, afirma o executivo.

Compliance: como adequar a estrutura de TI em relação às boas normas corporativas?

Por Otto Pohlmann, CEO da Centric Solutions

Em um cenário de intensa competitividade econômica em todo o mundo, respeitar as regras e leis existentes é mais do que uma obrigação legal. Atualmente, é questão altamente estratégica para qualquer empresa. Adequar a estrutura e todos os processos em relação às boas práticas do seu mercado de atuação permite novas oportunidades de negócios, imagem positiva perante os stakeholders e capacidade de estar atualizado com as tendências da área. Trata-se de uma situação que exige planejamento e cuidado, principalmente em soluções tecnológicas. Afinal, é preciso garantir que cada recurso de TI existente na organização também esteja em conformidade com entidades nacionais e internacionais.  

É inegável que o compliance é um dos principais desafios do ambiente corporativo antes mesmo da pandemia de covid-19. O avanço do novo coronavírus, entretanto, acelerou a transformação digital e colocou o conceito como prioritário no planejamento das organizações. A última edição da pesquisa Maturidade do Compliance no Brasil, realizada pela consultoria KPMG em 2019, mostra essa preocupação cada vez maior. Se em 2015 quase um terço das organizações (30%) não contavam com um comitê de ética e compliance, esse indicador caiu para 17% em 2019. Entretanto, praticamente dois terços (63%) delas não conhecem e não aproveitam a tecnologia para apoiar iniciativas desse tipo.  

Esse cenário precisa mudar para que as empresas adotem, de fato, técnicas de conformidade em sua gestão. O motivo para isso é bem simples: a maioria dos processos e das tarefas realizadas pelas empresas dependem de soluções de TI. Não importa o porte, o segmento e até a quantidade de sistemas que as utilizam no dia a dia, o respeito às regras e normas vai esbarrar, em algum momento, nessas ferramentas. Dessa forma, torna-se imprescindível que organizações criem políticas de compliance alinhadas à equipe de tecnologia e, principalmente, identifiquem softwares que também usem esse conceito em sua estrutura e operação.  

Para realizar esse movimento, dois passos são fundamentais. O primeiro deles diz respeito ao monitoramento e à análise de todo o ativo de TI em seu ambiente corporativo. Em outras palavras: é preciso ter um olhar geral e completo sobre tudo o que a tecnologia engloba e resolve em seus processos internos. Trata-se de uma prática vital para qualquer estratégia de compliance, uma vez que ajuda os diretores e gestores a controlarem a infraestrutura e embasa a tomada de decisão assertiva. Para isso, é necessário contar com os melhores recursos que auditam os processos e oferecem relatórios completos aos profissionais. Assim, é possível visualizar os dispositivos e auditá-los de acordo com regras e filtros específicos.  

Uma vez que as corporações possuem soluções adequadas para o monitoramento completo de sua infraestrutura tecnológica, é preciso dar um passo adiante. Isto é, transformar o passo anterior de análise em rotina comum a todos os profissionais de TI, possibilitando a criação de uma cultura organizacional orientada ao compliance. Não adianta ter as melhores soluções tecnológicas para acompanhamento e adequação de boas práticas se, no fundo, é mero discurso de marketing em vez de preocupação legítima de respeito às regras e leis. Somente quando se uma cria uma política clara de governança de TI é possível reduzir eventuais riscos e problemas que eventualmente aparecem na infraestrutura tecnológica. Quando todos os colaboradores assimilam a importância de se atualizarem e conhecerem as normas que regem suas áreas, fica mais fácil identificar erros e, evidentemente, corrigi-los a tempo.  

Há alguns anos, poucas empresas demonstravam respeito e conhecimento das regras de seu setor. Felizmente, o ambiente corporativo melhorou muito ao longo das últimas décadas – impulsionado justamente pela evolução tecnológica. Hoje, estar em conformidade com boas práticas não é mais escolha dos gestores, tampouco trata-se de assunto secundário na estratégia do negócio. Hoje, não faltam informações e ferramentas disponíveis para adotar o compliance no dia a dia, principalmente quando se incorpora essa visão em todas as soluções de TI que a organização utiliza. 

Méliuz anuncia a compra da plataforma Promobit

O Méliuz, empresa de tecnologia que oferece soluções digitais para conectar marcas e consumidores por meio do seu marketplace e da oferta de serviços financeiros, anunciou mais uma aquisição – a terceira desde o IPO: a compra de 100% do site Promobit, a maior empresa de social-commerce do Brasil.

A transação financeira, referente a 100% do capital social total e votante, foi concluída por uma parcela inicial de R$13 milhões, sujeita a ajustes usuais em operações desta natureza. Adicionalmente, os vendedores terão direito a receber eventual Earnout, custo adicional que dependerá do atingimento de determinadas metas financeiras apuradas pela Promobit.

Fundado em 2013, o Promobit promove a troca de informações e opiniões sobre produtos e promoções, entre seus usuários. Por meio de site, aplicativo e extensão para navegador, em 2020, a plataforma ultrapassou a marca de 1 milhão de membros cadastrados. O Social-commerce, modalidade que o Promobit se encaixa, é uma tendência mundial, tendo como seu maior expoente o aplicativo chinês Pinduoduo.

Em relação aos principais números operacionais, em 2020, o Promobit obteve uma receita líquida de R$ 5,2 milhões e originou um GMV total de R$ 160 milhões, com um CAGR (Compound Annual Growth Rate ou taxa de crescimento anual composta) superior a 40% entre 2018 e 2020. Possui um tráfego majoritariamente direto e de alta qualidade e, nos últimos seis meses (Nov 20 – Abr 21), teve um total de 63 milhões de visitas, uma média de 10,4 milhões de visitas por mês.

A aquisição amplia a capacidade do Méliuz de se posicionar e se fazer presente em mais etapas do funil de tomada de decisão do consumidor, além de ser uma importante fonte de tráfego qualificado e a baixo custo, minimizando os gastos da companhia com a aquisição de novos usuários.

Outro importante ganho com a aquisição é a qualidade do time. Atualmente, o Promobit possui 40 colaboradores – sendo 40% deles da área de tecnologia.

“Esta aquisição faz parte do nosso objetivo de aumentar nossos pontos de contato com os usuários ao longo da jornada de compra, transformando o tráfego qualificado do Promobit em clientes de verdade, que é o que a gente vem fazendo com o Méliuz desde 2011. Além disso, o Promobit é um site que possui na sua essência o nosso espírito de ganha-ganha-ganha. Nos unirmos a eles só reforça nossa busca por soluções que contribuam para que usuários e parceiros possam ganhar mais”, explica Israel Salmen, CEO do Méliuz.

Durante os primeiros anos, as empresas seguirão operando com as marcas individualmente.

ABES manifesta apoio aos membros da Frente Empresarial em Defesa da LGPD para compor a lista tríplice do CNPD

Com o propósito de contribuir para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual, no qual a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades para todos, a ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software, uma das fundadoras da Frente Empresarial em Defesa da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), manifesta apoio aos membros do grupo que foram indicados para compor a lista tríplice do CNPD (Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade) da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados).

A associação acredita que, com a nomeação dos membros da Frente Empresarial em Defesa da LGPD, será possível assegurar um ambiente de negócios propício à inovação, ético, sustentável, dinâmico e competitivo globalmente.

“São especialistas e líderes empresariais que estão motivados e engajados na construção de uma efetiva cultura da privacidade com equilíbrio e segurança jurídica entre a proteção de direitos e a inovação. Durante todo o tempo de existência da Frente LGPD temos trabalhado muito juntos e, sem dúvidas, todos os 8 membros mereceriam compor o CNPD”, ressalta Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

Veja abaixo a lista de nomes indicados à tríplice do CNPD:

Edital 1: Organizações da sociedade civil com atuação comprovada em proteção de dados pessoais

Vaga 3

Davis Souza Alves: ANPPD – Associação Nacional dos Profissionais de Privacidade de Dados; ANAPRI – Associação Nacional dos Profissionais de Relações Internacionais; ANPEPF – Associação Nacional dos Procuradores das Empresas Públicas Federais.

Edital 3: Confederações sindicais representativas das categorias econômicas do setor produtivo

Vaga 1

Natasha Torres Gil Nunes: CONTIC – Confederação Nacional da Tecnologia da Informação e Comunicação.

Vaga 2 e Suplente

Cássio Augusto Muniz Borges: CNI – Confederação Nacional de Indústria;

Marcos Vinícius Barros Ottoni: CN Saúde – Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos de Serviços Médicos.

Edital 4: Entidades representativas do setor empresarial

Vagas 1, 2, e Suplentes

Ana Paula Martins Bialer: BRASSCOM – Associação de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação; ABINEE – Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica; ABSTARTUP -Associação Brasileira de Startups; AMOBITEC – Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia; Associação Brasileira On Lineto off line; Asociação Dínamo; Camara e-net – Câmara Brasileira da Economia Digital;

Italo Lima Nogueira: Federação Assespro – Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação;

Vitor Morais de Andrade: ABEMD – Associação Brasileira de Marketing de Dados; ABAP – Associação Brasileira de Agências de Publicidade; ABEP – Associação Brasileira de Pesquisa; ABERT – Associação Brasileira de Rádio e Televisão; ABRADI – Associação Brasileira dos Agentes Digitais; ABRACOM – Associação Brasileira de Comunicação; ABRAREC -Associação Brasileira das Relações Empresa Cliente; ABRATEL – Associação Brasileira de Rádio e Televisão; ABT – Associação Brasileira de Telesserviços; AMPRO – Associação de Marketing Promocional; ANER – Associação Nacional de Editores de Revistas; ANJ – Associação Nacional de Jornais; APP – Associação dos Profissionais de Propaganda; CNCOM – Confederação Nacional de Comunicação Social; AFENAPRO – Federação Nacional das Agências de Propaganda.

Ricardo Pereira de Almeida: CNDL – Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas

Sobre a Frente Empresarial em Defesa da LGPD e da Segurança Jurídica

A Frente Empresarial em Defesa da LGPD e da Segurança Jurídica foi criada no dia 5 de agosto de 2020. Em torno de 80 entidades empresariais, representando mais de 14 setores da economia brasileira e totalizando quase 80% do PIB nacional, decidiram se reunir em defesa da LGPD e para buscar a segurança jurídica num tema que afeta a todos os brasileiros.

Vendas nos canais digitais da Riachuelo crescem 253,5% no primeiro trimestre de 2021

A Guararapes Confecções S.A. (B3 S.A. – BRASIL, BOLSA, BALCÃO: GUAR3 – ON e GUAR4 – PN), controladora da rede varejista Lojas Riachuelo, encerrou o ano com resultados operacionais consistentes, reforçando a importância do investimento da companhia no processo de transformação digital, aliado a uma melhor experiência de compra. Reflexo desses esforços foi a conquista de 2,3 milhões de clientes ativos em 2021, crescimento de 204,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, sendo 326 mil novos clientes (primeira compra no canal digital). As vendas online cresceram 253,5% no período.

No mês de março, o aplicativo da Riachuelo teve seu recorde de 1,5 milhão de downloads realizados, conquistando a posição de aplicativo mais baixado da categoria (fonte: App Annie). “A consistência do crescimento nos nossos canais digitais é resultado do forte trabalho que temos desenvolvido, desde 2018, para que a empresa pense digital. Mais do que mudanças estruturais, investimos em uma mudança de cultura na empresa para continuar inovando e entregando a melhor proposta de valor ao cliente”, declara Oswaldo Nunes, CEO da Riachuelo.

O 1T21 também é marcado pelo início oficial da plataforma de marketplace da companhia com mais de 40 sellers e 120 mil produtos disponíveis. “Estamos otimistas em abrir mais este canal de vendas integrado ao nosso ecossistema. O objetivo agora é escalar o volume de ofertas em linha com a estratégia de aumentar sortimento, ticket médio, recorrência, frequência e encontrabilidade de produtos para os clientes nas nossas plataformas digitais”, completa Nunes.

No período acumulado de janeiro a março de 2021, os investimentos do grupo em ativos fixos totalizaram R﹩ 100,9 milhões ante R﹩ 85,9 milhões relativos ao mesmo período de 2020. Do montante investido neste período, R﹩ 65,5 milhões (65%) foram direcionados à tecnologia.

A receita líquida de mercadorias totalizou R﹩ 841,1 milhões, com as lojas físicas operando com 70,2% de sua capacidade total de horas. Apesar deste cenário, o ticket médio evoluiu 10% em comparação com o mesmo período do ano passado e a geração de caixa operacional totalizou R﹩ 2,8 bilhões no 1T21.

Gestão de marcas e posicionamento

A nova plataforma integrada de serviços financeiros da Midway, que inclui a conta digital, cartões, empréstimos, seguros e assistências foi disponibilizada para o público em geral em maio. Tal iniciativa busca ampliar o relacionamento com o cliente e gerar maior recorrência e engajamento com o aplicativo da companhia, em que o processo de abertura de conta é 100% digital.

O novo negócio da Casa Riachuelo vem atender uma fatia do público ainda pouco explorada. Com três lojas físicas e uma sólida operação digital, a marca conquista as consumidoras que valorizam qualidade e tendências em diferentes lifestyles, e veem valor em soluções completas. Na loja, a cliente encontra desde os jogos de cama e banho, até produtos para pets e eletrônicos, em um ambiente elegante com atendimento diferenciado, o que resulta em um NPS acima de 90 pontos.

Com a exclusividade da marca Carter’s, a Riachuelo reforça seu posicionamento de oferecer produtos de qualidade com melhor custo benefício. Totalizando seis lojas físicas no primeiro trimestre de 2021, a marca se consolida no mercado de roupas para bebês e primeira infância, que atualmente é servido por pequenas redes de expressão regional.

Até o momento a companhia totaliza 337 lojas físicas, sendo 328 Riachuelo, seis Carter’s e três Casa Riachuelo.

Lucro do BNDES segue em alta e crescem desembolsos para atender necessidades durante crise

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro líquido de R$ 9,8 bilhões no primeiro trimestre de 2021, 78% acima do mesmo período do ano anterior, com resultado positivo impulsionado pela venda de participações societárias e pela intermediação financeira. Os desembolsos tiveram crescimento de 35%, chegando a R$ 11,3 bilhões, sendo que 46% desse valor (R$ 5,2 bilhões) foram destinados a micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) e 49% (R$ 5,6 bilhões) ao setor de infraestrutura.

Mais da metade da carteira de crédito de operações diretas e indiretas não automáticas do Banco (52,5%) está vinculada a empreendimentos que apoiam a economia verde e o desenvolvimento social. Esses recursos estão aportados em projetos de setores como saneamento, energias renováveis, desenvolvimento urbano, entre outros incluídos na sigla ASG (que se refere a questões ambientais, sociais e de governança corporativa). Apenas no primeiro trimestre de 2021, R$ 3,7 bilhões foram desembolsados para esses setores, conforme apresentação de resultados feita nesta quinta-feira (13).

O produto de intermediação financeira atingiu R$ 4,4 bilhões, aumento de 7,8% em comparação ao primeiro trimestre de 2020. A receita com operações de crédito e repasses aumentou 10,8% em relação ao primeiro trimestre de 2020, chegando a R$ 9,2 bilhões.

Essas operações beneficiaram, entre janeiro e março de 2021, 23 mil empresas com cerca de 162 mil trabalhadores.

Também teve impacto positivo no resultado a reversão de R$ 432 milhões de provisão para risco de crédito no primeiro trimestre de 2021. A reversão decorre de recuperação de créditos, principalmente por honra do Fundo de Garantia à Exportação (FGE), além da melhora da classificação de risco de algumas empresas. No primeiro trimestre de 2020, foi registrada provisão de R$ 1,7 bilhão, influenciada pela revisão dos ratings dos setores mais afetados pela pandemia da Covid-19.

Mesmo excluídos os eventos extraordinários, como vendas das ações e o provisionamento para risco de crédito, por exemplo, o resultado recorrente do BNDES foi positivo em R$ 2,4 bilhões no primeiro trimestre de 2021, estável em comparação ao mesmo período de 2020.

Ativos – O ativo do Sistema BNDES totalizou R$ 737,2 bilhões em 31 de março de 2021, apresentando diminuição de R$ 41,1 bilhões (5,3%) no trimestre. A redução se deu, principalmente, devido ao pagamento antecipado de R$ 38 bilhões ao Tesouro Nacional e à desvalorização da carteira de participações societárias em função de oscilações dos papéis no mercado financeiro.

A carteira de crédito e repasses, líquida de provisões, totalizou R$ 446,1 bilhões, representando 60,5% dos ativos totais em 31 de março de 2021 e se mantendo no mesmo patamar de 31 de dezembro de 2020.

A inadimplência acima de 90 dias, referência para o setor bancário, se manteve em patamar baixo, oscilando de 0,01% em 31 de dezembro de 2020 para 0,04% em 31 de março de 2021, ficando bem aquém da inadimplência do Sistema Financeiro Nacional (2,19% em 31 de março de 2021). A boa qualidade da carteira de crédito e repasses foi mantida, uma vez que 91,8% das operações estavam classificadas nos níveis de risco inferiores (entre AA e C) em 31 de março de 2021. Esse percentual permanece superior ao registrado pelo Sistema Financeiro Nacional, que foi de 91,0% em 31 de dezembro de 2020 (última informação disponível).

O índice de renegociação atingiu 51,85% da carteira bruta em 31 de março de 2021, ainda fortemente impactado pelas renegociações do Standstill, suspensões temporárias de pagamentos, que alcançaram 44,5% da carteira bruta.

A carteira de participações societárias totalizou R$ 61,5 bilhões em 31 de março de 2021. A posição representa um decréscimo de 21,1% no trimestre, em função das alienações de ações (R$ 12,6 bilhões), notadamente Vale e Klabin, além da desvalorização dos investimentos em não coligadas, com destaque para Petrobras e Eletrobras.

Fontes de recursos – Em 31 de março de 2021, o FAT e o Tesouro Nacional representavam 43,6% e 20,9%, respectivamente, das fontes de recursos do BNDES.

O valor devido pelo BNDES ao Tesouro Nacional era de R$ 153,9 bilhões em 31 de março de 2021, representando uma redução de 21,2% em relação à posição em 31 de dezembro de 2020. O decréscimo decorreu de liquidação antecipada, no montante de R$ 38 bilhões, além de pagamentos ordinários de R$ 3,4 bilhões.

O FAT se manteve como principal fonte de recursos do BNDES. No trimestre, ingressaram R$ 5,1 bilhões de recursos do FAT Constitucional e foram liquidados R$ 6,3 bilhões referentes aos juros semestrais. O volume de recursos do fundo com o Banco totalizou R$ 321,5 bilhões em 31 de março de 2021.

O passivo com captações externas totalizou R$ 37,9 bilhões em 31 de março de 2021, um acréscimo de 7,1% no trimestre, em função, principalmente, de efeito cambial.

O total de fontes de recursos financeiros do BNDES fechou o trimestre em R$ 668 bilhões, abaixo dos R$ 698,5 bilhões no encerramento de 2020.

Patrimônio líquido – O patrimônio líquido atingiu R$ 113,9 bilhões em 31 de março de 2021, estável em relação ao saldo de R$ 113 bilhões em 31 de dezembro de 2020. O ajuste negativo de avaliação patrimonial, líquido de tributos, de R$ 8,9 bilhões, compensou parcialmente o lucro líquido de R$ 9,8 bilhões.

Limites prudenciais – Base para o cálculo dos limites prudenciais estabelecidos pelo Banco Central (Bacen), o Patrimônio de Referência totalizou R$ 190,1 bilhões em 31 de março de 2021 (ante 194,5 bilhões em 31 de dezembro de 2020).

O Índice de Basileia manteve-se em situação confortável, caindo de 41,2% ao final de dezembro de 2020 para 40,3% em março de 2021, acima dos 9,25% exigidos pelo Banco Central.

Eventos Subsequentes – Algumas iniciativas de abril de 2021 terão impacto nos balanços futuros do Banco, principalmente a venda de debêntures participativas da Vale S.A., liquidada no dia 14, que gerou uma entrada líquida de caixa de aproximadamente            R$ 2,0 bilhões. Começou também em abril nova rodada de suspensão temporária de pagamentos de empréstimos, o Standstill, que pode beneficiar até 100 mil micro e pequenas empresas, em continuidade às ações do BNDES contra os efeitos da pandemia da COVID-19.

Sustentabilidade – A vinculação de 52,5% da carteira de crédito (considerando operações diretas e indiretas não automáticas) a projetos que apoiam a economia verde e o desenvolvimento social reforça a agenda ASG do BNDES e o compromisso com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Cerca de R$ 5,85 bilhões desembolsados entre janeiro e março contribuíram para o estímulo à indústria, inovação e infraestrutura (ODS 9); R$ 4,59 bilhões para a promoção de trabalho decente e crescimento econômico (ODS 8); e R$ 4,41 bilhões para a ampliação de energia limpa e acessível (ODS 7). Há, porém, desembolsos que contemplaram mais de um desses ODS.

Fábrica de projetos – No início de 2021, a Fábrica de Projetos teve avanços significativos, chegando a 120 iniciativas de estruturação de desestatizações em março, com valor de R$ 243 bilhões entre outorgas e investimentos previstos. O avanço mais notável, já ocorrido no segundo trimestre, foi o leilão dos serviços de abastecimento de água e esgoto no estado do Rio de Janeiro, realizado em 30 de abril, que deverá beneficiar cerca de 11 milhões de fluminenses.

Outros destaques da Fábrica de Projetos no período foram a realização do leilão da Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica (CEEE-D), no Rio Grande do Sul; a assinatura do contrato de venda da CEB Distribuição (CEB-D), no Distrito Federal; a contratação da PPP de iluminação pública de Petrolina; e realização de audiências e consultas públicas da PPP de iluminação de Curitiba, do porto de Vitória (CODESA) e de saneamento de Porto Alegre.

Mercado de Capitais e MPMEs – A fim de expandir o crédito às MPMEs – incluindo os microempreendedores individuais –, o BNDES aprovou dois novos fundos de crédito que estimulam o financiamento por canais não bancários no primeiro trimestre de 2021, totalizando quatro fundos aprovados no programa. Já foi comprometido R$ 1,6 bilhão do BNDES nesses fundos (que disponibilizarão R$ 2,1 bilhões para os empreendedores) e o programa conta com um orçamento total de R$ 4 bilhões do BNDES.

Trend Micro é classificada como Líder no Quadrante Mágico do Gartner

A Trend Micro, líder mundial em soluções de cibersegurança, foi posicionada pela Consultoria Gartner como Líder no Quadrante Mágico pela oferta da plataforma de proteção de endpoint batizada de Trend Micro Apex One™ . A avaliação foi baseada em critérios específicos que analisam a visão de mercado da empresa e sua capacidade de execução.

A Trend Micro está continuamente inovando e antecipando as ameaças emergentes. A plataforma de proteção Apex One™ oferece ampla cobertura para endpoints, protegendo-os contra os ataques mais críticos da atualidade. Uma série de técnicas são utilizadas, incluindo patches virtuais, para garantir uma gestão consciente e proteção contra invasões até a atualização final de um sistema.

“O endpoint tornou-se um campo de batalha à medida que os hackers passaram a tirar proveito da pandemia para atingir as forças de trabalho distribuídas e aproveitar a vulnerabilidade da infraestrutura de acesso remoto. Só que durante esse período difícil, nós estávamos aqui para os nossos clientes, que puderam contar com os nossos serviços”, destacou Wendy Moore, vice-presidente de Marketing de Produtos da Trend Micro. “Estou muito feliz por termos sido reconhecidos, novamente, pelo que fazemos melhor: proteger as organizações globais por meio de técnicas de segurança inovadoras, baseadas em nuvem e plataformas. Vamos continuar focados em fornecer uma proteção simplificada, robusta e líder no segmento de cibersegurança.”

No coração das plataformas de segurança da empresa está a Trend Micro Vision One™, que oferece ampla visibilidade e XDR (Detecção e Resposta em Multicamadas) usando a telemetria da Apex One™, além de e-mail, servidores, workloads em nuvem e redes para detecções e investigações mais rápidas.

Os relatórios do Quadrante Mágico são pesquisas rigorosas baseadas em fatos e em mercados específicos. Eles fornecem uma visão ampla das posições relativas dos provedores, nos segmentos onde o crescimento é alto e há significativa diferenciação desses fornecedores. As empresas de tecnologia analisadas pelo Gartner são posicionadas em quatro quadrantes: Líderes, Desafiantes, Visionários e Concorrentes de Nicho. A pesquisa permite uma análise ampla do mercado, prevendo tendências e revelando grandes oportunidades de negócio.

Positivo Tecnologia obtém receita 85% maior no primeiro trimestre e complementa portfólio de computadores com nova marca

A Positivo Tecnologia registrou receita de R$ 809 milhões no primeiro trimestre de 2021, aumento de 85% em relação ao mesmo período do ano anterior. A empresa apresentou também lucro líquido de R$ 56 milhões, valor 1.175% superior ao do primeiro trimestre do ano passado. A forte demanda por notebooks verificada desde 2020, principalmente com aumento da prática de home office e homeschooling, tornou o computador um item essencial e de uso pessoal. O movimento gerou resultado significativo para a companhia e manteve os patamares de faturamento elevados no período.

Um portfólio mais aderente às necessidades dos consumidores, a capacidade de reação aos desafios da cadeia de suprimentos e maior atuação junto aos canais de distribuição permitiram o incremento de rentabilidade. A margem bruta foi de 23,2% no 1º trimestre de 2021 versus os 19,6% apurados no mesmo período do ano passado. Já o EBITDA ajustado alcançou R$ 61 milhões e teve margem de 9,1%. As vendas por meio dos canais on-line próprios e de terceiros mantiveram a trajetória de expansão. Atingiram 54% da receita no segmento Consumer e representaram aumento de 184% em comparação com o 1º trimestre de 2020. Notebooks da Vaio, marca que a Positivo Tecnologia representa no Brasil, permitiram crescimento de 92% em relação ao mesmo período do ano passado. A expansão também é registrada na venda de tablets: 177% a mais no 1º trimestre deste ano.

A companhia ganhou impulso ainda maior na transformação do modelo de negócios, a partir das novas vertentes. As chamadas “Avenidas de Crescimento” envolvem soluções em servidores, dispositivos para ambientes inteligentes, tecnologias educacionais, locação de equipamentos de informática, terminais móveis de pagamento e urnas eletrônicas, além de projeto voltado a varejistas de pequeno porte. A receita desses produtos e serviços da Positivo Tecnologia cresceram 63% no 1º trimestre de 2021 em comparação com o mesmo período de 2020. Em Positivo Casa Inteligente, por exemplo, a base de usuários únicos aumentou 27%.

Os resultados do 1º trimestre deste ano também apontam o crescimento da companhia no mercado corporativo, ocorrido em linha com a estratégia de desenvolvimento dos canais, avanço nos negócios de locação de equipamentos de informática, além da demanda por computadores. Esse segmento de negócio da Positivo Tecnologia apresentou faturamento 13% maior versus o mesmo período de 2020. “O primeiro trimestre confirmou nossas expectativas favoráveis para os negócios no início deste ano. Conseguimos contornar a limitada oferta de insumos e ao mesmo tempo aumentar a rentabilidade”, afirma Hélio Rotenberg, presidente da Positivo Tecnologia.

Em linha com a estratégia de avançar os negócios principais, a Positivo Tecnologia complementou o portfólio de computadores com nova marca ao anunciar o licenciamento e a incorporação das operações da marca Compaq em território brasileiro. A operação permitiu alavancar a participação no segmento de computadores intermediários e consolidar a empresa na fabricação, distribuição e atendimento de soluções para todo tipo de público. A companhia também aportou recursos na EuNerd, startup de assistência técnica em informática. Os valores são provenientes de Fundo de Investimento de Participação (FIP) aberto pela Positivo Tecnologia e com base na Zona Franca de Manaus. A EuNerd complementa o portfólio de investidas, o qual é formado por startups que atuam em mercados como análises clínicas, eletromobilidade e agropecuária. A companhia também aprimorou a governança corporativa e recentemente elegeu novos integrantes para o Conselho de Administração. “Nossos esforços têm se mostrado compensadores e, dessa maneira, seguimos firmes com a estratégia de consolidar a Positivo Tecnologia como uma das maiores empresas de tecnologia do Brasil”, diz Hélio Rotenberg.

DB1 Inaugura nova sede totalmente futurística e estruturada para o trabalho híbrido

Na contramão da tendência global de trabalho remoto em definitivo e empresas sem sede, o Grupo DB1 inaugura nesta quinta-feira, 13 de maio, a sua nova matriz no edifício Le Monde, Zona 01 de Maringá, para que as pessoas possam trabalhar em sistema híbrido ou presencial.

Pensado para garantir a segurança dos colaboradores e promover a colaboração de qualquer lugar do mundo, o novo escritório conta com espaços colaborativos que integram pessoas remotas e presenciais na mesma sala, cápsulas individuais para reuniões, espaços de ideação, estúdios e um sistema de inteligência artificial que ajuda a fazer a gestão de todo o espaço. As modernas instalações usam tecnologia de reconhecimento facial para a abertura de portas, catracas livres de toque para a entrada e um sistema de renovação de ar que garante a troca e a filtragem com o foco em diminuir os riscos de doenças.

Uma sede própria com 1658 m² útil e um investimento total de 15 milhões, a nova sede do Grupo tem capacidade para 380 colaboradores simultâneos e conta com 15 salas de reuniões altamente equipadas para web/vídeo conferência. Com ênfase em garantir colaboração, flexibilidade, saúde e a segurança dos colaboradores, a estrutura vem com muita tecnologia embarcada para que o conceito de inovação tecnológica continuasse sendo verdadeiro, tendo em vista que as relações de trabalho e negócios nunca mais serão as mesmas.

Saúde e bem-estar

O novo normal exigiu uma adaptação da obra para assegurar a saúde das pessoas. Entre as inovações resultantes dessa necessidade estão o conceito “no touch”. Assim, as pessoas não precisam utilizar a digital ou tocar nas portas e demais barreiras de acesso. Para o ingresso de colaboradores e visitantes é utilizada a tecnologia de reconhecimento facial que abre as portas principais. Já as catracas abrem com o crachá, mas sem a necessidade de tocar ou de empurrar o mecanismo com o quadril.

Para separar os colaboradores e evitar que partículas sejam liberadas para os demais, foram utilizados vidros em todas as estações de trabalho. O ambiente todo possui um sistema de renovação de ar que minimiza riscos de contaminação, limpando o ar de impurezas e jogando as partículas fora.

Também foram instaladas portas e janelas em ambos os lados, o que garante a ventilação cruzada de modo que o ar circule por todo o espaço. Já os ambientes de descompressão foram todos pensados com o foco no conforto das pessoas e fazem referência aos famosos cafés dos grandes centros, com luzes neon e sofás togo, entre outros detalhes decorativos.

Modelo de trabalho focado em integração e colaboração

O novo modelo de trabalho adotado pelo Grupo flexibiliza a estadia do colaborador nas sedes. Dessa forma é possível escolher entre trabalhar presencialmente, remotamente ou de forma híbrida. No caso do modelo híbrido, é possível utilizar as instalações da nova sede, bem como as de Presidente Prudente/SP e Campo Grande/MS, em dias específicos da semana mediante agendamento por meio de um aplicativo. São realizadas higienizações e esterilizações dos ambientes em vários momentos do dia para que outras pessoas também possam trabalhar na posição desocupada por outra pessoa.

A sede também conta com um ambiente próprio para pessoas que trabalham na modalidade 100% remota utilizarem quando estiverem na sede. Trata-se de um espaço de compartilhamento de coworking, que também poderá ser reservado pelos colaboradores, sempre respeitando o período de intervalos para limpeza e esterilização.

Tecnologia e interatividade

Entre as inovações tecnológicas utilizadas no espaço estão o Tinbot, primeiro robô brasileiro interativo que reúne Inteligência Artificial, Cognição e IoT (Internet of Things) – que recepciona, cumprimenta e interage com todos que entram na sede mediante identificação.

A nova sede é um escritório vivo. Esse conceito é tangibilizado pela presença de DAISY, o projeto de robótica que é a “alma da tecnologia” e acompanha colaboradores e visitantes durante todo seu percurso na empresa. Ela interage dando boas vindas e guiando as pessoas em sua estada, além de interagir sobre o dia a dia, brincar nas pausas para o café e realizar atividades como mudar a cor das luzes dos corredores, bem como outras interações incríveis. Para permitir que todos se comuniquem com pessoas que estejam nas outras sedes é utilizado um painel interativo tecnológico que conecta as pessoas nos corredores da DB1 entre todos os prédios do Grupo. Ambos projetos de robótica foram criados pela empresa do Grupo DB1, a Tinbot Robótica, primeira empresa de robótica do Brasil a criar e vender robôs no país.

As novas instalações também contam com um data center especial que, além de toda a tecnologia necessária para armazenar os dados das empresas do grupo, possui um sistema de nobreak com duração de 3 horas, seguido de gerador, que, juntos, funcionam para que não falte energia em todo o espaço. O mesmo datacenter possui controle de temperatura, fumaça, líquidos, umidade e um cabeamento antichamas. A nível de curiosidade, foram utilizamos aproximadamente 20 km de cabos em toda a extensão da construção.

Para Ilson Rezende, fundador e CEO do Grupo DB1, o foco das novas instalações é a integração de todas as realidades do novo normal. “Nas salas de reunião as pessoas podem interagir, seja do escritório de Maringá ou de qualquer lugar do mundo. Criamos ambientes de colaboração. Aqui, as pessoas podem ou não ter a sua mesa, podem estar em Maringá, na DB1 ou em qualquer outro lugar, basta reservar esse espaço por meio dos aplicativos e canais de reserva. A pessoa poderá estar no espaço mais conveniente e produtivo para ela e ao mesmo tempo integrada aos demais membros do time, independente em qual local do mundo elas estejam. Enfim, As pessoas podem estar remotas, mas elas estarão sempre presentes!”

Getnet, do grupo Santander, adquire empresa catarinense de tecnologia Eyemobile

Operação tem como objetivo fortalecer a oferta de soluções digitais para PMEs

A Getnet, empresa de tecnologia de pagamentos do Grupo Santander, fechou um acordo de investimento para aquisição da Eyemobile, sediada em Florianópolis (SC) e focada no desenvolvimento de soluções e tecnologias para pequenos e médios negócios. Com a operação, a Getnet visa fortalecer sua oferta para o segmento, reforçando sua expertise tecnológica em interfaces e aplicativos de gestão de venda e pagamentos móveis.

A Eyemobile tornou-se referência em tecnologias de gestão para empreendedores que iniciam suas vendas pela internet. A empresa disponibiliza aplicações integradas aos sistemas operacionais como Android, iOS e navegadores em máquinas de pagamento com conexão à internet. “A aquisição fortalece a atuação da Getnet na oferta de serviços para PMEs com soluções integradas (one stop shop), que exploram todas as necessidades dos clientes, do grande ao pequeno”, afirma Pedro Coutinho, CEO da Getnet. 

Em uma única aplicação é possível integrar a frente de caixa (PDV), que permite ao cliente escolher o produto cadastrado e pagar com débito, crédito ou transação digital; as comandas eletrônicas das vendas e a gestão integrada. Tudo para auxiliar os empreendedores nas atividades diárias com soluções completas que integram tecnologia, sistemas PDV, ERP, notas fiscais, além de relatórios de vendas. “Empreender exige conexão com tecnologia, aplicativos, gestão das vendas físicas e digitais. Hoje, é preciso investir nos dois cenários para atender diversos púbicos”, explica Coutinho.

A aquisição é a segunda iniciada pela Getnet no semestre: recentemente, a companhia assumiu o controle da Minestore, que disponibiliza soluções para que os clientes ofertem produtos e serviços em lojas virtuais. Os investimentos da companhia acompanham um resultado crescente nos últimos anos. No encerramento do primeiro trimestre, a Getnet alcançou a marca de 25% de market share no e-commerce e mais de 15% de participação no mercado de adquirência no Brasil.

A efetivação da aquisição estará sujeita à celebração dos instrumentos definitivos e à implementação de determinadas condições usuais nesse tipo de transação, incluindo as aprovações regulatórias aplicáveis.

Empresas brasileiras lideram a adoção de IA na América Latina

Uma nova pesquisa de mercado encomendada pela IBM (NYSE: IBM) revelou que 21% dos profissionais de TI entrevistados na América Latina afirmam usar inteligência artificial (IA) em suas organizações, enquanto no Brasil, 40% deles relatam ter implantado IA em seus negócios. Avanços recentes na tecnologia estão tornando a IA mais acessível do que nunca. A pesquisa anual conduzida pela Morning Consult também descobriu que a falta de habilidades em IA e o aumento da complexidade dos dados são os principais desafios.

Mesmo que a América Latina tenha um grande desafio em relação à adoção de IA, o ritmo está aumentando à medida que as mudanças nos imperativos de negócios, como resultado da pandemia, trouxeram maior aceleração das necessidades de IA. Nesse sentido, 37% das empresas brasileiras afirmam que, devido à pandemia, intensificaram o foco no atendimento ao cliente, seguido pela automação de processos (35%) e a segurança (28%). A IA já está mudando a forma como as empresas operam hoje, desde como se comunicam com seus clientes, por meio de assistentes virtuais, até a automação de fluxos de trabalho importantes e gerenciamento da segurança da rede. Outra pesquisa recente da IBM revelou que mais da metade dos CEOs em todo o mundo espera que a IA forneça benefícios de negócio tangíveis nos próximos anos.

Os destaques do “Global AI Adoption Index 2021” da IBM incluem:

• Mais investimentos significativos em IA estão planejados: 30% dos profissionais de TI brasileiros relatam que sua empresa está na fase de implantação da IA em toda a organização, enquanto os profissionais de TI em todos os outros países latino-americanos estão mais propensos a estar na fase exploratória. A adoção está sendo impulsionada por múltiplas pressões e oportunidades que as empresas enfrentam, desde a pandemia da COVID-19 até os avanços na tecnologia que a tornam mais acessível. Quase metade dos profissionais de TI no Brasil (49%) relatam que suas organizações planejam investir em aplicativos de IA prontos para uso nos próximos 12 meses.

• COVID-19 acelerou a forma como as empresas estão usando automação hoje: seis em dez (68%) profissionais de TI brasileiros relatam que sua empresa está usando software ou ferramentas de automação, e 18% relatam que planejam adotar o uso de software ou ferramentas de automação nos próximos 12 meses. Além disso, dois terços (66%) dos profissionais de TI brasileiros, de empresas que exploram e implantam IA, afirmam que a grande eficiência em processos e tarefas é o motivo de estarem usando ou considerando a automação e reconhecem que devolver um tempo valioso aos funcionários é um grande motivador nas empresas que estão implantando AI.

• IA confiável e explicável é crítica para os negócios: mais de nove em cada dez profissionais de TI no Brasil (94%) relatam que é importante para seus negócios ser capaz de explicar como a IA chegou a uma determinada decisão. Embora em todos os mercados latino-americanos sete em cada dez profissionais dizem que a confiança de que a produção de IA é justa, segura e confiável é algo importante, 60% dos profissionais de TI no Brasil dizem que é extremamente importante. Os profissionais de TI no Brasil (68%), Colômbia (65%) e Peru (65%) também tendem a concordar fortemente que os consumidores são mais propensos a escolher os serviços de uma empresa que oferece transparência e uma estrutura ética sobre como seus dados e modelos de IA são construídos, gerenciados e usados.

• A capacidade de acessar dados em qualquer lugar é fundamental para aumentar a adoção de IA: a proliferação de dados em toda a organização resultou em mais da metade dos profissionais de TI da América Latina utilizando mais de 20 fontes de dados diferentes para informar sua IA. Três em cada quatro (74%) dos profissionais de TI no Brasil acham que é muito importante que sua empresa possa construir e executar projetos de IA onde quer que seus dados residam.

• O processamento de linguagem natural está na vanguarda da adoção recente: os profissionais de TI no Brasil são mais propensos a usar aplicativos de processamento de linguagem natural (PLN): 46% deles estão atualmente usando aplicativos de PLN. No Brasil, os agentes virtuais para atendimento ao cliente são os casos de uso mais comuns de tecnologias de processamento de linguagem natural (42%), seguido de automação de call center e análise de pesquisas.

“Os resultados desse estudo demonstram como a pandemia mudou a forma como as empresas interagem com seus consumidores e funcionários e como diferentes setores da economia identificaram uma grande vantagem competitiva do uso de IA”, diz Marcela Vairo, Líder de Cloud, Data Platform & AI Platforms da IBM Brasil. “À medida que as empresas continuam suas transformações digitais, os investimentos serão focados nos três principais recursos que definem a IA para negócios – automatização de TI e processos, construção de confiança nos resultados de IA e compreensão da linguagem de negócios. Acreditamos que esses investimentos continuarão a acelerar rapidamente, à medida que os clientes procuram maneiras novas e inovadoras de impulsionar suas transformações digitais, aproveitando a nuvem híbrida e a IA”.

Embora a adoção esteja prestes a crescer, as empresas brasileiras ainda enfrentam uma série de desafios quando se trata de adotar a IA. Barreiras persistentes em todos os mercados e setores destacam a necessidade de foco contínuo na abordagem das lacunas de habilidades e soluções.

• As três principais barreiras para a adoção de IA são: O aumento da complexidade e dos silos de dados (25%), experiência ou conhecimento limitado de IA (24%) e dependência de fornecedor, ou seja, IA e nuvem vinculadas a um único fornecedor (21%).

• A falta de habilidades/treinamento para desenvolver e gerenciar IA confiável e explicável é a principal barreira para profissionais de TI no Brasil (79%).

A IBM está trabalhando para acelerar a adoção oferecendo uma IA projetada às necessidades das empresas. Para dar a companhias, cientistas de dados e desenvolvedores os recursos de que precisam para escalar IA, a IBM está continuamente trazendo inovações para o IBM Watson a partir do trabalho de IBM Research, o que ajuda as organizações a compreender melhor a linguagem dos negócios, automatizar processos e TI e gerar confiança em seus resultados de IA. Além disso, o IBM Global Business Services traz profundo conhecimento em tecnologia, indústria e design de processos para cocriar soluções com os clientes que incorporam IA aos principais processos de negócios e criam fluxos de trabalho inteligentes em escala.

Baixe o relatório completo aqui.

Metodologia

Os dados lançam uma nova luz sobre a implantação de IA em 5.501 empresas na China (500), França (500), Alemanha (500), Índia (500), Itália (500), América Latina (1000 no Brasil, México, Colômbia, Argentina, Chile, Peru), Cingapura (500), Espanha (500), Reino Unido (500) e Estados Unidos (501). A pesquisa foi conduzida online por meio da rede proprietária de fornecedores online da Morning Consult em abril de 2021. Era um requisito que todos os entrevistados tivessem uma visão significativa ou opinião sobre a tomada de decisões de TI de sua empresa. Veja todos os detalhes da metodologia no final do resumo.

Startup B4A anuncia investimento de R$10 milhões

B4A, a maior beauty-tech do Brasil, anuncia aporte de R$10 milhões em uma rodada de investimentos liderada pela AcNext Capital e com a participação de Eduardo Chalita, fundador da Nova.com e CEO da Amercianas.com; Donato Ramos, Diretor Executivo da Imaginarium; Stephano Gabriel, fund manager da XP; Olivier Grinda, fundador do Brandsclub e Shoes4You e outros. A plataforma da B4A traz conteúdos relevantes, e-commerce, e clubes de assinatura. Assim, a empresa foi capaz de desenvolver uma relação com três públicos – marcas, clientes e influenciadores – criando um ecossistema de interação entre eles. A empresa conta com 150 funcionários e vem crescendo 8% ao mês de maneira orgânica, desde 2019.

Com o valor recebido, a B4A planeja investir na tecnologia de sua plataforma B4A Connect e, com isso, acelerar a expansão nacional, aprimorar o programa de influenciadores, ampliar o e-commerce para proporcionar melhor experiência para o cliente e aumentar a oferta de serviços para as marcas de beleza. “O Brasil é o 4º no ranking mundial de consumidores de beleza e ainda temos um grande mercado a ser explorado no mundo digital”, explica Jan Riehle, CEO da B4A.

Otimizar o processo de digitalização do mercado de beleza vai significar uma inovação do setor dentro do país, já que isso ainda é pouco difundido por aqui. “Um dos desafios é viabilizar a operação das marcas de beleza e a B4A se apresenta como uma das grandes soluções. Com nossa plataforma queremos otimizar o acesso dos brasileiros a produtos de qualidade e nos tornarmos a plataforma digital líder no mercado, conectando consumidores, influenciadores e marcas mundiais”, completa.

Atualmente no setor B2C, a B4A possui o maior clube de beleza feminina da América Latina (Glambox) que, em conjunto com a Glamshop, forma o Universo Glam com a marca própria GlamGirl – que tem produtos para limpeza, hidratação e tonificação da pele. Ao mesmo tempo, a empresa também opera o maior clube de assinatura de produtos masculinos do Brasil (Clube da Men’s) e conta ainda com a loja da Men’s Market, além das suas marcas próprias Malmo – de acessórios masculinos – e Men’s – marca própria de cosméticos – que constitui o Universo Men’s com vantagens equivalentes ao que são oferecidas na parte feminina e com as mesmas funcionalidades da B4A Connect. Juntos, esses canais somam mais de 70 mil assinantes por todo o país e a estimativa é que esse número chegue a 100 mil até o final de 2021.

Para o mercado B2B, além de uma tecnologia que providencia soluções de inteligência, como pesquisas, tendências e hábitos de consumo, a empresa conta com vários canais de e-commerce próprio, todos baseados na B4A Connect, que os ligam aos demais módulos da plataforma e ajudam marcas a se tornarem direct-to-consumer. Em suas redes sociais, a beauty-tech age como replicadora da comunicação dos seus parceiros, já que com seu grande engajamento oferece visibilidade relevante ao mercado B2C.

Para dar respaldo aos influenciadores, que também são empreendedores, a startup age como agência de marketing digital, uma vez que a plataforma automatizou o contato com influenciadores digitais através do Influencer Connect, dando a marcas de beleza acesso aos módulos da B4A Connect, resultando na criação de uma área B2B. “Além dos clubes de assinatura, que criam forte conexão com o consumidor, temos novas tendências a serem exploradas, como o crescimento de influenciadores digitais que reestruturaram a forma como as empresas de beleza fazem marketing”, conta o CEO.

“Vimos o caso da THG, na Europa, que cresceu muito rápido e com várias verticais no mercado digital de beleza e bem-estar. Percebemos muitos pontos semelhantes no trabalho que a B4A está fazendo na América Latina e decidimos investir na oportunidade de ser o primeiro player por aqui.” declarou André Cruz, da AcNext Capital.

Amazon anuncia novo Centro de Distribuição na Grande São Paulo

A Amazon anuncia hoje outro importante passo de sua expansão no Brasil com a abertura de um novo Centro de Distribuição (CD) em Cajamar, localizada na Grande São Paulo. Esse novo CD irá gerar 450 novos empregos diretos na região e irá aumentar a possibilidade de centenas de empregos indiretos a partir do programa global Fulfilment By Amazon (FBA – Logística da Amazon).

“A expansão da Amazon reflete nosso comprometimento com nossos consumidores no Brasil, focando sempre em oferecer uma experiência do cliente em constante evolução. Estamos extremamente comprometidos com o País e com as comunidades em que operamos, orgulhosos de conseguir gerar mais de 450 novas oportunidades de emprego”, diz Ricardo Pagani, Diretor de Operações da Amazon no Brasil. “Reconhecemos o constante esforço do governo em modernizar o ambiente de negócios e agradecemos todos os membros engajados em apoiar esse projeto de expansão, o que irá nos permitir continuar servindo nossos consumidores com os produtos que precisam”, ressalta.

“O novo centro de distribuição da Amazon em Cajamar reforça nossa referência como um polo de logística e, sobretudo, o nosso potencial para atrair investimentos privados. Essa parceria é de extrema relevância econômica para a cidade de Cajamar, visto que com a chegada novos centros logísticos conseguimos gerar mais empregos para nossos munícipes”, disse o prefeito de Cajamar, Danilo Joan.

“O novo CD, com foco no modelo FBA – Logística da Amazon, reforça os serviços da Amazon no Brasil, com entregas ainda mais rápidas e frete grátis para cliente Prime. Essa expansão permite entregas a partir de dois dias a mais de 600 cidades para produtos com selo Prime”, completa Rafael Ferreira, líder do programa FBA – Logística da Amazon.

Com o novo centro de distribuição em Cajamar, a Amazon está criando mais de 450 empregos diretamente e centenas indiretamente. Os associados irão selecionar, embalar e enviar os pedidos dos clientes, ajudando a garantir que as pessoas recebam seus itens de maneira rápida e confiável. Esse novo complexo representa cerca de 57 mil metros quadrados de área, o que equivale a uma área de cinco campos de futebol.

Criando empregos indiretos com os parceiros do programa FBA – Entenda o programa

O programa FBA é um programa de logística que cria oportunidades para toda uma rede de parceiros de negócios que podem contar com a experiência da Amazon para armazenar e intermediar a entrega de seus produtos. Além dos empregos diretos, os Centros de Atendimento também criam empregos indiretos por meio do programa FBA. Os parceiros de negócios do FBA recebem o selo Prime em seus produtos, agilizando o envio para clientes em todo o País e, no caso de clientes Prime, com entregas gratuitas.

O FBA está à disposição dos parceiros de negócio localizados no Estado de São Paulo que operam sob o regime do Simples Nacional. O programa atende ao parceiro de negócios, que envia seus produtos para um centro de distribuição da Amazon. Ao se inscrever, a logística, empacotamento e entrega ao cliente final ficam sob os cuidados da Amazon e da transportadora parceira da Amazon.

No FBA, o serviço pós-venda também será fornecido pela Amazon, 24 horas por dia, sete dias por semana.

Na capital paulista, em seu centro expandido, os produtos estarão disponíveis para entrega no dia seguinte. O benefício é aplicável em itens selecionados nas mais de 30 categorias de produtos comercializados pela Amazon, com frete a partir de R﹩ 12,90 para o cliente.

Para parceiros de negócio localizados no Estado São Paulo e que não estejam sujeitos ao regime tributário do Simples Nacional ou, ainda, parceiros de negócios em qualquer regime tributário localizados nos estados do Sul e Sudeste, além de Pernambuco, Bahia e Distrito Federal, a Amazon oferece o programa FBA Onsite, que também permite o selo Prime e opções de frete rápido e gratuito.

Nesta versão, o parceiro de negócios mantém os produtos em seu próprio armazém, manuseia e empacota os produtos, usando as ferramentas da Amazon para gerenciamento de estoque. A transportadora parceira da Amazon é responsável por recolher os produtos vendidos no armazém do parceiro de negócio e entregá-los em todo o Brasil. A logística de devolução também é feita pela transportadora parceira da Amazon.

Protocolos diante da pandemia

Desde os primeiros dias da pandemia COVID-19, a saúde e o bem-estar dos funcionários da Amazon têm sido uma prioridade. Em todo o mundo, a empresa já implantou mais de 150 mudanças de processos para apoiar suas equipes, como distanciamento social, fornecimento de máscaras e luvas, além de revisão de procedimentos de limpeza e higienização. Desde o início da pandemia, a Amazon Brasil encomendou 1,5 milhão de máscaras faciais, mais de 220.000 lenços higiênicos para as mãos e mais de 50.000 luvas para manter os funcionários seguros. Todos os novos locais incluirão protocolos de segurança contra COVID-19, incluindo soluções permanentes de saúde e segurança. Além disso, recentemente doamos U﹩S 1 milhão para a Comunitas, entidade que coordena uma campanha de arrecadação de fundos em conjunto com o Governo do Estado de São Paulo para viabilizar a fábrica de vacinas do Instituto Butantã. Na Amazon, pretendemos ajudar o Instituto Butantã a arrecadar o valor necessário para viabilizar a fábrica que vai produzir, por ano, 100 milhões de doses de vacinas contra COVID-19 para atender a população.

Indigosoft recebe aporte de dois fundos de investimento

A Indigosoft, fabricante e integradora de plataformas tecnológicas de alta performance focadas em robotização e Inteligência Artificial, anuncia aporte de dois importantes fundos, Bertha Capital e SCALEXOPEN. Os investimentos realizados são do tipo ‘capital semente’ – também chamado de seed money ou seed capital.

O processo de captação foi rápido, tendo iniciado o roadshow em setembro de 2020 e finalizado em março deste ano. A empresa recebeu diversas propostas, porém acabou selecionando a Bertha Capital e SCALEXOPEN pela familiaridade com o mercado de tecnologia.

“Nosso investimento na Indigosoft foi motivado pelo seu modelo de negócios inovador, capacidade de execução, escalabilidade e sua tecnologia proprietária de automação de processos via robotização, que tem enorme capacidade de contribuição na transformação digital de grandes empresas – é um mercado bilionário e em plena expansão no Brasil e no mundo”, conta Arnaldo Faissol, diretor e COO da Bertha Capital.

“Nossa motivação para o investimento deve-se à grande transformação digital que estamos vivendo no mercado atual, em que a maioria dos negócios precisa de automação, inteligência artificial e robotização de processos manuais, para ganhar eficiência e aumento de produtividade”, conta João Alfredo Pimentel, investidordo Fundo SCALEXOPEN.

Segundo a Bertha Capital, que recomendou a Indigosoft, a empresa conta uma equipe empreendedora, que quer mudar o status quo e ajudar as empresas na transformação digital, por meio dos seus propósitos, equipes e esforços.

Este é o início de uma nova era para a Indigosoft. “Estamos muito felizes pelos investimentos captados. A Bertha Capital já é uma Gestora de Fundos experiente, que já ajudou diversas empresas de tecnologia e entende muito do segmento, ao lado da SCALEXOPEN, que faz seu primeiro investimento”, explica Fabrício Martins, que é o sócio fundador e CEO da Indigosoft.

Fundada por Martins em 2015, a Indigosoft cria soluções proprietárias tão disruptivas que acabam se revelando verdadeiras alquimias digitais. O diferencial da organização, que não tem concorrentes, é oferecer processos de automatização fim a fim, que é chamado de BPO Digital, executando a implantação desde o levantamento e redesenho dos processos, passando pelo desenvolvimento da solução e fazendo a sustentação operacional da operação digitalizada.

A empresa apostou em um modelo comercial arrojado, que destaca a remuneração variável do sucesso da implantação do projeto, ao invés das clássicas cobranças do setor por licença, integração, infraestrutura e suporte. “Só podemos fazer isso porque somos fabricantes e integradores de nossas próprias soluções, que nos permitem não ter GAPs tecnológicos, além de termos toda parte de processos (BPM) dentro de casa”, descreve Martins.

A partir dos aportes realizados pela Bertha Capital e SCALEXOPEN, a Indigosoft será capaz de colocar em prática três estratégias distintas. A primeira delas é ampliar o seu portfólio de produtos massificados, focados principalmente no mercado de pequenos estabelecimentos. “Nosso objetivo é desenvolver ofertas exclusivas para pequenas empresas, como chatbots, biometria digital com inteligência artificial, automação de processos fiscais e jurídicos, RPA para a área de boletos e inteligência artificial, a fim de apoiarmos as soluções anti-fraude”, planeja Martins.

Além disso, na segunda estratégia será possível convergir esforços para chegar às venture buildings e criar soluções para startups, que precisam de inteligência artificial e de outras soluções focadas em automação e autosserviço. Já a terceira será reforçar o core business atual, intensificando a presença da Indigosoft em grandes empresas B2B, como corporações financeiras, de saúde e grandes varejistas.

A expectativa da empresa é incrementar ao faturamento, nos próximos dois anos, no mínimo, R$50 milhões por ano. O CEO da Indigosoft acredita que, em no máximo dois anos, será realizada uma nova rodada na startup, dessa vez de Série A, para alcançar novos recursos que promoverão a ampliação do mercado. “Nesta próxima etapa, o objetivo será captar mais de R$100 milhões de recursos para crescimento e aquisições”, finaliza o empreendedor.

Além dos sócios Originais, Fabricio Martins, Daniele Giangiardi e Flaviana Sallowicz, a Bertha Capital e SCALEXOPENsão os únicos acionistas da empresa.

EVINO lança loja online para compras ao vivo com sommelier

Depois de começar a vender vinhos em vending machines em uma parceria com a WeWork e a Adega Compartilhada, a Evino aposta em mais um novo formato de vendas: uma loja online com atendimento ao vivo do sommelier José Augusto Inácio, certificado pela ABS (Associação Brasileira de Sommeliers) e reconhecido pela revista Prazeres da Mesa com o prêmio de excelência em Carta de Vinhos. A loja pode ser acessada por meio de um banner no site da Evino.

O sommelier está disponível para atendimentos de segunda a sexta, das 11h30 às 19h30, e aos sábados, das 9h30 às 12h30. Inácio ajuda os consumidores a encontrarem o vinho ideal, montando seus carrinhos com as indicações de rótulos que combinam com as preferências indicadas, e também responde possíveis dúvidas que os clientes tenham sobre determinado produto ou características. Acessar a loja online é bem simples. Ao abrir o site da Evino, basta o cliente clicar no banner que será automaticamente direcionado para um chat com Inácio – o consumidor poderá se comunicar via texto e o sommelier poderá responder também por texto ou por voz.

“Na Evino, temos dois principais objetivos: democratizar o acesso ao vinho e oferecer sempre a melhor experiência possível aos nossos clientes. Estamos sempre buscando formas de inovar e aproximar o brasileiro desse universo, e a loja online é mais um passo que damos nessa direção”, afirma Ari Gorenstein, co-CEO da Evino.

Ambev abre mais de 300 vagas para trabalhar com Tecnologia e Inovação

O excelente resultado financeiro que a Ambev reportou no primeiro trimestre do ano deixou claro que a tecnologia será a mola propulsora da estratégia de crescimento da companhia. A maior cervejaria do Brasil acelerou o desenvolvimento de novos serviços digitais e se aproximou ainda mais de seus clientes e consumidores. Os aplicativos Zé Delivery, que entrega cerveja gelada em até 30 minutos, e o BEES, um marketplace lançado para facilitar e desenvolver o micro, pequeno e médio varejista do Brasil, são apenas dois exemplos dessa trajetória de sucesso.

Para continuar impulsionando a sua transformação tecnológica, a Ambev abriu mais de 300 vagas para profissionais de tecnologia, que irão compor a Ambev Tech, hub de tecnologia criado pela empresa para criar e desenvolver soluções tecnológicas inovadoras para todo o processo produtivo da companhia. O processo seletivo é 100% online e os interessados devem se inscrever no site da empresa (http://ambevtech.gupy.io/). Vagas e áreas disponíveis:

Desenvolvimento de software: 130
Arquitetura de software: 24
Dados & Analytics: 25
Produto / Negócio: 27
Infraestrutura: 30
Design: 17
QA: 15
Agilidade: 10
DevOps: 9
Gestão: 21

A Ambev Tech possui escritórios em Blumenau-SC, Maringá-PR, Jaguariúna-SP, Campinas-SP e na cidade de São Paulo, porém, profissionais de todo o Brasil podem concorrer às vagas, dado que o trabalho poderá ser realizado de maneira remota, presencial ou híbrido. Essa definição será feita ao longo do processo seletivo e nas entrevistas, mas no momento todos os profissionais estão trabalhando de maneira remota.

“Já temos mais de 1600 talentos em nosso time de tecnologia, sendo pelo menos 1200 profissionais ligados ao desenvolvimento de plataformas e soluções para toda a Ambev, de fábricas a escritórios”, conta Eduardo Horai, CTO da Ambev. “Estamos passando por um momento de transformação profunda e abrangente na Ambev, que passa pela nossa estrutura, portfólio, comportamentos, forma como nos relacionamos com a sociedade e, também, a maneira de fazer negócios. E a tecnologia é uma peça fundamental nessa transformação”, ressalta.

Grupo Movile tem vagas de nível sênior abertas para trabalho remoto

O Grupo Movile, ecossistema de tecnologia líder na América Latina, passou por uma expansão das posições em nível sênior em suas empresas investidas. O ecossistema contratou cerca de 100 profissionais para vagas seniores (Gerência, Head, Diretoria e C-level) desde janeiro de 2020, e reforça que isso seguirá acontecendo para que consigam seniorizar seus times e seguir crescendo exponencialmente. Com as novas 27 vagas abertas para posições de gerência e alta liderança, há oportunidades nas empresas Movile, MovilePay, Sympla, Zoop, PlayKids, Afterverse, iFood, e Mensajeros Urbanos, e profissionais de todas as regiões do Brasil e também em países da América Latina podem se candidatar.

Dentre as vagas oferecidas, há posições para gerentes, coordenadores(as) e também algumas em nível de Diretoria e para C-Level. Além de posições em tecnologia, que é um grande foco de atuação das empresas do Grupo, há também oportunidades para profissionais que atuam em áreas como vendas, marketing, recursos humanos, estratégia, finanças e outras. Todas elas são para home office por tempo indeterminado e grande parte das vagas terá a possibilidade de trabalho remoto definitivo.

“Por muito tempo concentramos nossos esforços em recrutar e encantar profissionais que estão no começo da carreira, com iniciativas como o Mobile Dream, nosso processo seletivo para jovens talentos. Isso continuará acontecendo pois acreditamos muito em formar talentos dentro de casa. Mas em um movimento paralelo estamos expandindo nossos times e trazendo pessoas cada vez mais seniores, buscando novos profissionais com competência e paixão pelo que fazem para liderar equipes e projetos. Aqui em nosso ambiente essas pessoas terão muito espaço e autonomia, lidarão com desafios extremamente complexos e com empresas que crescem de maneira exponencial”, destaca Luciana Carvalho, VP de Gente e Gestão da Movile.

Silvia Motta, Diretora de Estratégia e M&A da Movile, é uma das 20 profissionais contratadas nos últimos três meses. Ela tem ampla experiência em finanças corporativas e estratégia e, antes de entrar na companhia, esteve na The Coca-Cola Company, onde foi responsável pela estratégia da empresa no Brasil. “A possibilidade de desenvolver meu conhecimento em investimentos e de aprender mais sobre o mercado de tecnologia, que muda tão rapidamente, foram os principais motivos que me levaram a entrar na Movile. Além disso, me identifiquei muito com a cultura da empresa, que valoriza as pessoas, e também nos oferece grandes desafios para chegarmos nos melhores resultados”, comenta.

Os benefícios de um ecossistema para alavancar a carreira

O ambiente de inovação do Grupo, proporcionado pelas nove empresas em diferentes níveis de maturidade e com atuação em variados segmentos, contribui para uma visão de ecossistema, em que os profissionais são incentivados a manter a troca de experiências e o aprendizado constante. O Grupo Movile tem trabalhado para que, mesmo em meio à pandemia, todas as pessoas continuem vivenciando a cultura diariamente.

É essa cultura que permite que o ecossistema ofereça, além da contratação convencional de profissionais em nível sênior, um modelo de contratação também voltado para inovação: o “executive in residence”. Essa forma de contratação, bastante popular nas empresas do Vale do Silício, permite que a pessoa entre no Grupo sem um cargo vinculado a uma empresa específica do ecossistema, mas para liderar projetos de grande potencial voltados para inovação e crescimento, que são definidos de acordo com a área de interesse de atuação e desenvolvimento do profissional após a entrada no Grupo. Assim, o(a) profissional consegue desenvolver sua carreira e tem maior autonomia para ocupar posições em diferentes empresas do Grupo Movile ao longo do tempo de trabalho.

No ecossistema, as licenças também são um diferencial. A licença maternidade conta com um período pré-licença de 2 semanas e retorno gradativo ao trabalho. A licença paternidade é estendida, com um retorno que também respeita o tempo de cada pai. O benefício se estende igualmente para casos de adoção e a casais homoafetivos.

Cada vaga tem seus requisitos específicos, de acordo com a posição, que podem ser consultados no site. Não há uma data limite para a candidatura. Além da remuneração compatível com o mercado e de todos os benefícios do Grupo Movile, a empresa oferece apoio no desenvolvimento de carreira. Todos os profissionais em cargos seniores têm a possibilidade de fazer cursos e viagens internacionais (quando acabarem as restrições da pandemia) de aprofundamento em temas importantes para a atuação de líderes e gestores(as).

Desde janeiro de 2020, o Grupo Movile contratou cerca de 100 pessoas para cargos de nível sênior, como gerente, head, diretor(a) e C-Level. A seniorização de posições no Grupo é uma tendência que se mantém em 2021 e acompanha o crescimento acelerado do ecossistema, que continua investindo em negócios de tecnologia na América Latina e no Brasil. “Apenas nos últimos três meses, fizemos a contratação de mais de 20 executivos(as), de diretoria à C-Level, para empresas do Grupo. Com o crescimento, já atingimos mais de 5 mil colaboradores, mas seguimos em busca de líderes que não tenham medo de desafios”, completa Luciana. As vagas podem ser encontradas no site: http://www.movile.com.br/carreiras .

Inteligência Artificial terá impacto positivo na competitividade da indústria, aponta pesquisa

Uma pesquisa realizada pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) revelou que 76% das empresas brasileiras, participantes do levantamento, acreditam que a Inteligência Artificial terá alto impacto na competitividade de seus negócios. Este dado integra a Pesquisa de Percepções do Empresariado sobre a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Inteligência Artificial, realizada com 164 empresas de diferentes portes e segmentos.

O estudo faz parte das ações da Rede MCTI/EMBRAPII de Inovação em Inteligência Artificial (IA), lançada no final do ano passado, com o objetivo de difundir a tecnologia ampliando o apoio financeiro com recursos não reembolsáveis da EMBRAPII, bem como colocando à disposição do setor empresarial pesquisadores e centros de pesquisas que integram as chamadas Unidades EMBRAPII. Atualmente, a rede tem disponível R$ 70 milhões não reembolsáveis disponíveis à indústria para inovar.

A maior parte das empresas que responderam ao questionamento faz parte da indústria de transformação – entregam novos produtos ao consumidor – e de Tecnologia da Informação e Comunicação. O estudo, coletado em fevereiro, traça as necessidades das empresas para que possam ser entregues soluções para tornar o setor industrial mais inovador.

Quando perguntado se a empresa já utiliza algum sistema ou ferramenta com IA, 24,7% responderam que não. Entretanto, 94,5% consideram a possibilidade de fazer projetos de P&D, em parceria com centros de pesquisa da Rede MCTI-EMBRAPII de Inovação em IA. Ou seja, gostariam de ter acesso a infraestrutura e aos recursos financeiros não reembolsáveis, que podem chegar a até 50%.

As áreas de aplicação que as empresas desejam atuar para aumentar a competitividade são diversas e muitas estão, tecnicamente, empatadas: manufatura preditiva, que faz diagnóstico, monitoramento e detecção falhas no processo produtivo (13,4%); soluções de análises de imagens (13,2%) e sistema em tempo real (12,5%), sistemas de manufatura (12,3%) e Internet de Tudo (10,2%).

Projetos de inovações nessas principais áreas citadas serviriam para ajudar a suprir as grandes necessidades para melhoria de processos, como indicado na pesquisa: apoio à tomada de decisão com base em histórico e bases de dados (19,9%), Automação personalizada de produtos, processos ou serviços (19,2%) e Reconhecimento de padrões a partir de dados (17,9%).

“Com a pesquisa, ficou claro o quão importante será a Rede MCTI/EMBRAPII de Inovação em Inteligência Artificial às empresas, para que elas possam aumentar a competitividade no mercado nacional e internacional a partir das tecnologias de IA”, afirma Jorge Almeida Guimarães, diretor-presidente da EMBRAPII. “A Rede vai atrair muito mais interesse daquelas empresas que ainda não perceberam as perspectivas enormes desta fantástica tecnologia que é a Inteligência Artificial”, reforça.

Capacitação para crescer a inovação

Todas as empresas acreditam ser importante o desenvolvimento de ações de capacitação em IA para os colaboradores da empresa, 26% das empresas indicaram dar prioridade à formação da área técnica, voltada para trabalhadores da empresa com foco na resolução de problemas e 23% focam a capacitação dos profissionais da área negocial, que atuam em questões estratégicas e práticas de IA

A proposta é criar consórcios de empresas e diversas Unidades EMBRAPII em projetos em uma fase de amadurecimento ainda embrionário, cobrindo esforços de P&D que vão da pesquisa básica até apenas no início da prototipagem. O conhecimento gerado em cooperação pode ser aplicado nas empresas de acordo com sua estratégia empresarial. Exemplo de um potencial projeto seria o desenvolvimento de chatbot em português, programas de interação com usuário. Hoje, a tecnologia é prioritariamente e em inglês, o que diminui sua ação na ação nacional.

A EMBRAPII já apoiou mais de 174 empresas com o desenvolvimento de projetos que superam a marca de 193 novas ideias que utilizam a Inteligência Artificial, que somam R$ 213 milhões em investimento e renderam 87 pedidos de Propriedade Intelectual. São soluções para agro, saúde, manufatura 4.0, entre outros setores, que somam quase R$ 200 milhões em investimentos.