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Prestes a estrear modelo elétrico no Brasil, MINI confirma que será uma marca 100% elétrica até 2030

A MINI terá papel fundamental na transformação do setor automotivo nos próximos anos. Demonstrando seu pioneirismo no que diz respeito à mobilidade elétrica, a marca acaba de anunciar que se tornará totalmente elétrica em menos de 10 anos – até 2030, todos os seus modelos serão 100% elétricos.

A transformação também já é realidade no Brasil, onde a marca anunciou a pré-venda do primeiro modelo 100% elétrico, o MINI Cooper SE, no começo deste mês. A novidade, que é a versão 100% elétrica do icônico MINI Hatch 3 Portas, pode ser adquirida em todos os 22 concessionários da marca, e a entrega dos modelos está prevista para junho deste ano.

Primeiro MINI a funcionar apenas com energia elétrica, o MINI Cooper SE é produzido na lendária fábrica de Oxford, no Reino Unido, a casa da MINI. Com transmissão automática e motor capaz de entregar 184cv de potência e 270 Nm de torque instantâneo, o MINI chega em duas versões inéditas: MINI Cooper SE – Exclusive (R$ 239.990,00*) e MINI Cooper SE – Top (R$ 264.990,00*), com atributos inéditos e exclusivos para a categoria de elétricos no Brasil.

Vórtx recebe aporte de R$190 milhões de Private Equity americano e quer acelerar o crescimento em 2021

A Vórtx, fintech de infraestrutura para o mercado financeiro, anuncia aporte Série B no valor de R$190 milhões pela FTV Capital, private equity americano. Com o investimento, a empresa quer crescer ainda mais em tecnologia e expandir sua atuação em back office para o mercado financeiro, mirando também em oportunidades de fusões e aquisições. 

Além do montante financeiro, a captação com a FTV traz ganhos em expertise, já que o fundo é especializado em desenvolvimento e aceleração de empresas inovadoras e tem um sólido track record no mundo e América Latina. 

Fundada por Juliano Cornacchia e Alexandre Assolini, a Vórtx foi lançada em outubro de 2015, com ofertas de serviços nas áreas de Corporate Trust, com foco em agente fiduciário, custódia de ativos, agente de garantias e agente de monitoramento, Funds Trust, concentrando administração de fundos e custódia qualificada, além de Liquidação, Escrituração e Representação legal e custódia para  investidores não residentes. 

Para Juliano Cornacchia, CEO e cofundador da Vórtx, a parceria com o FTV Capital impulsiona e agiliza a democratização do mercado de capitais no Brasil, principal propósito da fintech. “O back office do mercado financeiro sempre foi burocrático e pouco tecnológico. Nós nascemos para mudar esse cenário e acreditamos que, com o auxílio de tecnologia, é possível aprimorar o atendimento dos clientes e escalar o negócio. Acreditamos que, provendo novos serviços, conseguimos gerar valor para as empresas e, também, para os nossos clientes”, comenta.

“O mercado de alternativas no Brasil se expandiu rapidamente nos últimos anos, apresentando uma excelente oportunidade para a Vortx”, diz Kyle Griswold, sócio da FTV Capital. “A Vortx está utilizando a tecnologia de forma eficaz para melhorar a qualidade do serviço e aumentar a eficiência operacional, diferenciando-se de seus concorrentes. Planejamos alavancar nosso histórico de sucesso de investimento em soluções de tecnologia de gestão de patrimônio e ativos, incluindo o espaço de administração de fundos, para ajudar a Vortx a acelerar o crescimento, e estamos ansiosos para fazer parceria com a equipe da Vortx na jornada à frente”, comenta.

Com a transformação digital de diversas indústrias, a Vórtx viu ainda mais oportunidade de contribuir para o mercado de capitais. Ao longo de 2020, a fintech anunciou o lançamento do VX Meetings, plataforma com suporte completo para assembléias digitais, o Vórtx One, plataforma para Funds Trust, e VX Informa+, plataforma para Corporate Trust.

No mercado de M&A, a Vórtx anunciou, recentemente, um investimento na fintech global Parfin, com o objetivo de expandir a atuação no mercado de cripto ativos, em 2019, adquiriu a Vorasys/BCInf, de sistemas, e investe na startup brasileira Preparo, com foco em auxiliar o desenvolvimento de contratações e recrutamento para estágios e primeiro emprego.

Kyle Griswold e Brent Fierro lideraram o aporte com a FTV Capital e irão colaborar com a equipe de gerenciamento da Vortx, a fim de impulsionar o crescimento junto à empresa. Isso representa o quarto investimento da FTV na América Latina, incluindo EBANX, em 2018, Globant, em 2008, que se tornou a primeira empresa de software da América Latina a lançar uma oferta pública na NYSE em 2014, e Lean Solutions Group, com sede nos Estados Unidos, mas com operações na Colômbia.

Avenue Code tem crescimento acelerado e está com 200 vagas abertas para trabalho remoto

O mercado de Tecnologia da Informação não para de crescer. Ao contrário de vários outros setores que foram impactados negativamente pela pandemia de coronavírus, TI só avança. De acordo com o estudo IDC Predictions, do IDC Brasil, a previsão para 2021 é de até 11% de alta. 

Na mesma linha, segue a Avenue Code, consultoria de software que provê soluções de transformação digital de ponta a ponta. Atualmente, a companhia tem cerca de 200 vagas abertas, resultado de seu crescimento acelerado principalmente nos últimos três anos.  As oportunidades de trabalho são nas áreas de: tecnologia, vendas, marketing, entre outras. 

Com sede na Califórnia (EUA), a organização mantém sua principal operação no Brasil – em Belo Horizonte(MG) e São Paulo(SP) -, onde emprega atualmente 80% do total do quadro de funcionários em nível global. O plano é dobrar esse número até o final de 2021. 

Lais Ferrarezi, diretora de Talent Aquisition da Avenue Code, explica que a busca por profissionais qualificados, principalmente da área de TI é constante. “O mercado de tecnologia está muito aquecido e precisamos ser ágeis para estar à frente. Realizamos cerca de 300 contatos diários via LinkedIn e utilizamos outras ferramentas para buscar novos talentos. Destes, 30% ingressam em nossos processos seletivos. Atrasar um dia nessa dinâmica pode significar perder um bom profissional.”

Os processos seletivos avaliam perfil comportamental, conhecimento técnico e incluem uma etapa de análise em conjunto com o cliente. 

Para garantir colaboradores preparados para atender os novos contratos, a empresa criou um programa de qualificação específico. Dessa forma, mantém um banco de funcionários treinados para atuar em futuros projetos. “Nossos clientes são exigentes e demandam profissionais plenos e seniores, por isso, investimentos no aperfeiçoamento dos novos contratados, dando-lhes acesso à ferramentas e treinamentos que promoverão seu crescimento profissional. Assim, nos antecipamos para atendê-los bem”, afirma Ferrarezi. 

A pandemia e a conquista de novas fronteiras 

Com a pandemia, a transformação digital foi acelerada nas empresas e o trabalho remoto, que muitas vezes não era aceito, virou uma realidade. O novo normal impulsionou esse modelo na Avenue Code. 

“Cada vez mais, estamos fechando contratos em várias partes do Brasil e do mundo, pois o local onde a força de trabalho está alocada é indiferente”, diz a diretora de Talent Acquisition.  Enquanto a maior parcela da equipe técnica fica no território brasileiro, novas frentes de vendas estão sendo abertas em países da América Latina, como o próprio Brasil, além do Canadá, Alemanha e Holanda.

Clima e modelo de gestão de vanguarda para atrair e reter talentos

Em 2020, a Avenue Code entrou para a lista de Great Place to Work de Minas Gerais, na categoria médias empresas. O reconhecimento se deve basicamente ao excelente clima de trabalho e ao modelo de gestão da organização. No ano passado também, a consultoria foi apontada como “N. 4 Best Place to Work”, pela San Francisco Business Times, e “Best Place to Work”, pela Built In San Francisco.

Para atrair e reter bons profissionais, a Avenue Code oferece, além de um pacote compatível com o mercado, ambiente colaborativo, valores e propósito bem estabelecidos, plano de desenvolvimento de carreira, avaliação de performance estruturada, programa de mentoria e coaching pessoal. 

Por meio do programa “Fun Day” da companhia, a cada dois meses são organizados Happy Hours, com o objetivo de integrar as equipes e estimular o clima de companheirismo. Com a pandemia, eles passaram a ser online. 

Entre os valores da Avenue Code está a diversidade. “Temos 55% de mulheres ocupando cargos de liderança e um Comitê de Diversidade com a missão de garantir que não haja nem um tipo de desrespeito quanto à raça, posição política, gêneros, entre outros”, diz Artur Fonseca, Career Advisor. 

Microsoft divulga resultados e considerações sobre um ano de trabalho remoto no Índice de Tendências do Trabalho

A Microsoft Corp. (NASDAQ: MSFT) (“Microsoft”) anunciou hoje as descobertas de seu primeiro ano do Índice de Tendências do Trabalho. O relatório “The Next Great Disruption is Hybrid Work – Are We Ready?” revela sete tendências do trabalho híbrido que todo líder de negócios precisa conhecer conforme entramos nessa nova era de trabalho.

O relatório indica que os líderes devem resistir à necessidade de ver o trabalho híbrido da mesma forma que o trabalho tradicional. É necessária a reformulação de antigas suposições.

“As escolhas que você faz hoje afetarão sua organização nos anos seguintes. É um momento que requer visão clara e uma mentalidade de crescimento”, citou Jared Spataro, Vice-presidente Corporativo do Microsoft 365. “Essas decisões impactarão em todos os sentidos, desde como você molda a cultura da organização, até como você atrai e retém talentos, e como você pode promover melhor a colaboração e a inovação.” 

As descobertas sugerem que este último ano mudou fundamentalmente a natureza do trabalho: 

  • As tendências de colaboração no Microsoft Teams e no Outlook sugerem que nossas redes se contraíram, mas o trabalho híbrido irá revivê-las.
  • O tempo gasto em reuniões mais do que dobrou globalmente, e mais de 40 bilhões de e-mails foram entregues no mês de fevereiro deste ano em comparação com o anterior.
  • O trabalho tornou-se mais humano. Quase 40% dizem que se sentem mais confortáveis trazendo um “eu completo” para o trabalho do que antes da pandemia, com um em cada seis relatando que chorou junto com um colega este ano.

As descobertas também mostram que estamos à beira de uma disrupção no local de trabalho:

  • 73% dos trabalhadores entrevistados querem que as opções flexíveis de trabalho remoto
  • Os anúncios de trabalhos remotos no LinkedIn aumentaram mais de 5 vezes durante a pandemia.
  • Mais de 40% da força de trabalho global está considerando deixar seu empregador este ano e 46% estão planejando se mudar agora que podem trabalhar remotamente.

O estudo global incluiu pesquisas de quatro países latino-americanos: México, Brasil, Colômbia e Argentina, e mostrou que nossos trabalhadores remotos:

  • Tendem a se sentir menos exaustos: 31% dos trabalhadores na América Latina sentem-se exaustos (contra a média global de 39%) e 42% se sentem sobrecarregados (contra a média global de 54%).
  • Sentem mais liberdade para serem eles mesmos: 54% dos trabalhadores remotos na América Latina sentem-se mais propensos a serem eles mesmos no trabalho hoje em comparação com o ano passado (contra a média global de 44%).
  • Estão mais isolados socialmente no trabalho: 49% dos trabalhadores na América Latina dizem que suas interações com colegas de trabalho diminuíram (em comparação com a média global de 40%).
  • Estão mais propensos a considerar uma mudança de empregador: 53% dos trabalhadores na América Latina estão considerando uma mudança de carreira esse ano (contra a média global de 46%).

Em suma, a questão do trabalho flexível impactará diretamente em quem ficará, quem sairá e quem entrará em uma empresa.

Para ajudar as organizações nessa transição, o Índice de Tendências do Trabalho de 2021 descreve os resultados de um estudo com mais de 30.000 pessoas em 31 países, além da análise de trilhões de sinais agregados de produtividade e trabalho em todo o Microsoft 365 e o LinkedIn. Também inclui perspectivas de especialistas que estudam questões como a colaboração, o capital social e o design espacial no trabalho por décadas. 

O relatório revela sete tendências do trabalho híbrido que todo líder de negócios precisa saber ao entrar nesta nova era de trabalho:

  • O trabalho flexível veio para ficar
  • Os líderes estão fora de contato com os funcionários e precisam perceber isso
  • A alta produtividade está mascarando uma força de trabalho esgotada
  • A Geração Z está em risco e precisa ser reenergizada
  • Redes contraídas estão colocando em risco a inovação
  • A autenticidade estimulará a produtividade e o bem-estar
  • O talento está em todo lugar em um mundo de trabalho híbrido

Além de descobrir o que está em jogo no futuro do trabalho, o Índice de Tendências do Trabalho identifica cinco estratégias que podem ajudar líderes empresariais a iniciarem as mudanças necessárias:

  • Crie um plano para capacitar as pessoas para extrema flexibilidade
  • Invista em espaço e tecnologia para fazer a ponte entre os mundos físico e digital
  • Combata a exaustão digital desde o início
  • Priorize a reconstrução do capital social e da cultura
  • Repense a experiência dos funcionários para competir pelos melhores e mais diversificados talentos

“Durante esta pandemia, observamos uma rápida aceleração de certas tendências pré-COVID. Mas talvez uma das tendências mais empolgantes seja esse aumento no trabalho remoto. Conforme a oportunidade é democratizada com o trabalho remoto e o movimento de talentos, veremos uma disseminação de habilidades em todo o país, e este é o momento para os líderes empresariais aproveitarem a oportunidade para acessar diferentes habilidades e talentos que não estavam disponíveis anteriormente para eles.” – Karin Kimbrough, Economista-Chefe do LinkedIn 

Para saber mais sobre as descobertas visite o site da Worklab da Microsoft, uma publicação digital sobre o futuro do trabalho. 

Startups aceleradas pela Wayra estão com vagas abertas em todo o Brasil

A Wayra , hub de inovação da Vivo no Brasil e da Telefónica no mundo, anuncia novas vagas para quem busca oportunidades de emprego no ecossistema de empreendedorismo e inovação. As startups que compõem seu portfólio buscam especialistas para diversos cargos e salários para atuar nas empresas: Iupay, RankMyApp, Proradis, e Econodata.

Confira as vagas abaixo:

Econodata (10 vagas)

A Econodata é uma plataforma assertiva de dados de prospecção B2B com foco em gerar mais oportunidades de vendas de empresas ativas. A startup abriu vagas home office com salários acima do mercado, para posições em Pré-Vendas (SDRs e BDRs), TI (Tech Lead, Data Engineer, Full Stack Developer),Customer Success e Sales Executive. além de vaga de estágio para Developer. Para mais informações, acessar: https://vagas.econodata.com.br/

Proradis ( 9 vagas)

A healthtech tem como principal objetivo desenvolver soluções para o mercado de radiologia e diagnóstico por imagem. A Proradis está integrando e reinventando o ecossistema de centros de diagnósticos por imagem, profissionais radiologistas, seus solicitantes e seus pacientes. A startup que conta com o investimento da Wayra está com 9 vagas em aberto, são elas: Executivo de Contas, Desenvolvedor Full Stack, Product Owner, Analista de Relacionamento, Estagiário de Relacionamento. Para se inscrever acesse: https://proradis.solides.jobs/

RankMyAPP (6 vagas)

Referência global em inovação e qualidade focada em estratégia de mobile marketing, como o melhor ranqueamento nas lojas virtuais com App Store Optimization e Campanhas de mídia para aplicativos, a RankMyAPP ocupa o 3º lugar no ranking mundial de agências e/ou empresas que trabalham com ASO. A startup está com 6 vagas abertas para as posições de Account Manager, Analista de dados, Analista de

QA Júnior, Executivo de vendas, Desenvolvedor(a), Full-Stack Pleno/Sênior (Remoto), e Business Operations Coordinator. Para mais informações acesse: https://rankmyapp.gupy.io/

Iupay (1)

A startup que viabiliza a melhor experiência de pagamentos para pagadores e emissores, Iupay , está com uma vaga para Senior Software Engineer. A empresa busca um candidato formado em Engenharia da Computação, Ciência da Computação ou áreas correlatas. O profissional irá desenvolver micro serviços e jobs de backend de larga escala para servir de suporte para o novo sistema de pagamentos digitais do Brasil. Para se inscrever: vagas@iupay.com.br

Cargo X tem 12 vagas abertas para trabalho remoto

A Cargo X , maior marketplace de fretes do Brasil que oferece uma plataforma com tecnologia de ponta e serviços necessários para embarcadores e transportadores transacionarem online de forma eficiente e segura, abriu 12 vagas de trabalho. A logtech busca profissionais para atuar em áreas como Gente & Gestão, Financeiro, vendas, Tecnologia e Operações. Os interessados podem se cadastrar por meio deste link .

Para a área de Gente & Gestão, são três vagas disponíveis. Para se candidatar ao cargo de Analista de Gestão (indicadores) Sênior e Analista de Gestão (performance) Sênior, a Cargo X solicita que os candidatos ou candidatas tenham formação superior completa, de preferência em Engenharia, Economia e Administração. Ambas as vagas são para trabalho remoto. Há, ainda, a vaga de Aprendiz de Departamento Pessoal, uma das únicas em sistema presencial no escritório na Vila Olímpia, São Paulo.

O setor de Tecnologia da logtech tem quatro vagas em aberto: Engenheiro(a) de Segurança em Aplicações, Software Engineer Back-End Pleno, Software Engineer Back-End e Software Engineer Front-End Pleno. Todas as oportunidades pedem experiência nas áreas específicas e são para trabalho remoto.

Para a área de Venda, a Cargo X busca dois profissionais: Analista de Inteligência Estratégica Comercial e Executivo(a) Comercial I. É preciso ter experiências comprovadas para ambas oportunidades e atuação também será em sistema home office.

Para o Financeiro, há uma vaga para Analista Tesouraria Jr., para trabalho remoto, e no setor de Operações, a logtech busca um(a) Assistente de Parcerias. Esta última é uma das únicas vaga que exige atuação presencial, na Vila Olímpia, em São Paulo (SP).

A Cargo X também está em busca de profissionais PCD, com o banco de talentos aberto para receber currículos de pessoas que queiram fazer parte do time.

Para todas as vagas em sistema remoto, a Cargo X oferece um auxílio para montagem do home office. Em todas as oportunidades, os profissionais contratados terão benefícios como plano de saúde e odontológico, gympass, vale refeição ou alimentação, vale transporte, entre outros.

logtech possui hoje um time de 400 profissionais e pretende contratar mais 100 até o final de 2021. As vagas são sempre disponibilizadas neste link, com as descrições e as formas para participação nos processos seletivos.

Queda no mercado de celular em 2020 foi menor do que o previsto

Como todos os mercados, o de celular também sofreu os impactos da pandemia de covid, mas bem menos do que se esperava. Com um total de 48.744.173 milhões de aparelhos vendidos no Brasil em 2020, o ano fechou em queda de 8% e ficou em linha com o movimento mundial, que recuou 7%. “Quando a pandemia começou, projetamos três cenários: otimista, pessimista e provável. Em linha com o mercado, a tendência era de um cenário provável, com queda de 19%, mas felizmente o mercado reagiu muito melhor, o celular se mostrou como um dispositivo ainda mais indispensável e iniciativas de fomento ao consumo, como a liberação do auxílio emergencial, equilibraram a categoria”, explica Renato Murari de Meireles, analista de pesquisa e consultoria em Mobile Phones & Devices da IDC Brasil, empresa líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

Segundo Meireles, o resultado de vendas de celulares no Brasil em 2020 é reflexo de todo um contexto, que vai da aceleração tecnológica provocada pela pandemia à alta do dólar, do comportamento dos entrantes na era digital aos hábitos de compra de usuários que já estão em seu quarto ou quinto aparelho. “Dificilmente há um único fator para justificar um movimento de mercado, mas para fechar a conta de 2020 é preciso ainda mais moderação. No segundo semestre, por exemplo, o mercado apontou uma curva em “V”, com uma queda acentuada provocada pelo fechamento dos comércios, e uma rápida recuperação após a sua abertura. Houve uma demanda inesperada por parte do consumidor, provocando uma crise de supply (abastecimento) em nível global, com falta de componentes na indústria e,consequentemente, queda de produtos ofertado no varejo”, reflete o analista da IDC Brasil, acrescentando que o e-commerce foi outro aliado que ajudou na retomada da categoria. “Há uma relação fiel e cultural do brasileiro em buscar as lojas físicas como opção de compras, mas com o período de lojas fechadas ele se rendeu aos canais de vendas on-line, ainda que nem sempre tenha encontrado o aparelho que queria pelo preço que gostaria”. Segundo ele, nem a Black Friday foi tão boa como em anos anteriores e também sofreu com a falta de produtos .

Ainda para contextualizar o ambiente em que se deu a queda do mercado, Meireles lembra das cotações históricas do dólar no período. “Para se ter ideia, o ticket médio cresceu 24% no ano de 2020, enquanto em 2019 essa média não passou de 3%”, Ainda assim, os modelos que mais cresceram em vendas em 2020 na comparação com 2019 foram os da faixa de preço entre R$ 1.100 e R$ 1.999 (83%) e de R$ 2.000 a R$ 2.999 (88%), mostrando a disposição do consumidor em adquirir um aparelho melhor, com mais recursos. “A pandemia acelerou a adoção da tecnologia em todos os sentidos. Para videoconferências de trabalho, aulas remotas, streaming nos momentos de lazer e até atividades simples como pedir comida aumentaram o uso de aplicativos. O celular ficou ainda mais indispensável. Idosos, por exemplo, que ainda resistiam, migraram do feature phone para o smartphone ou investiram em um aparelho melhor com o recurso do WhatsApp, por exemplo, para falar com filhos e netos”, disse o analista da IDC Brasil.

Dos aparelhos vendidos em 2020, 46.176.185 foram smartphones e 2.567.988 feature phones, representando, respectivamente, quedas de 6% e 34% em relação a 2019. Nesses volumes de vendas estão incluídos os aparelhos comercializados no mercado cinza (3,8 milhões de smartphones e 204 mil feature phones), que embora tenham registrado queda ainda são um problema que impacta tanto os negócios dos fabricantes e varejistas que operam legalmente como na arrecadação de impostos e na segurança do consumidor. “Graças a uma mobilização da indústria, do comércio, associações e governos, principalmente os market places diminuíram suas ofertas de produtos não oficiais e de origem duvidosa, e a partir do 3º trimestre observamos uma desaceleração do grey market. Para se ter ideia, no 4º trimestre a queda nas vendas de feature phones que entraram ilegalmente no país ou mesmo falsificados foi de 64% e a de smartphones de 48%. No entanto os números do grey market ainda são preocupantes e o consumidor precisa se conscientizar e suspeitar sempre quando o preço for muito inferior ao praticado pelo mercado”, informa Meireles.

Em 2020, a receita total do mercado de celulares no Brasil foi de R$ 71,7 bilhões, crescimento de 16% em relação a 2019.

Mercado de celular no 4º trimestre de 2020

De outubro a dezembro de 2020, foram vendidos 13.390.500 milhões de aparelhos, 7% a menos do que no mesmo período de 2019. Desse total, foram 11.927.642 smartphones no mercado oficial e 702.558 no mercado cinza, e 717.646 feature phones no mercado oficial e 42.654 no grey market. No período, a receita foi de R$ 20,5 bilhões, 19% maior do que no 4º trimestre do ano passado. Os dados são do estudo IDC Brazil Mobile Phone Tracker Q4/2020.

Projeções da IDC Brasil para 2021

A pandemia de covid continuará provocando efeitos no mercado de celular, mas não responderá sozinha pelo desempenho do setor em 2021. O valor do dólar, o consequente repasse de preços e a desconfiança do consumidor também contribuirão para um crescimento tímido, de 3% no mercado oficial e 4,5% no mercado cinza. “O consumidor está cauteloso, e a indústria e o varejo têm equilibrado melhor suas ofertas”, explica Meireles. A IDC Brasil também prevê que, neste e nos anos seguintes, a demanda por smartphone será ainda maior ante a procura por feature phones. “A indústria tem investido no design, recurso e em tecnologias para manter os feature phone atrativos, como o KaiOS e aplicativos embarcados, mas o estudo IDC Consumer Behavior 2020 apontou que os consumidores planejam gastar mais no próximo celular em relação ao que gastaram em seu atual, mostrando a importância que os smartphones ganharam, às vezes até como substituto dos computadores”. O IDC Consumer Behavior 2020 foi realizado entre dezembro de 2020 e janeiro deste ano, com mais de 1200 representantes das gerações Z, Y, millenials e baby boomers, de ambos os sexos e de todas as regiões do país.

Com crescimento acima do mercado, Delivery Much recebe novo investimento da Stone

A Delivery Much, aplicativo de delivery mais utilizado no interior do Brasil, levantou sua rodada Series B novamente com a Stone. É o segundo aporte realizado pela fintech na Delivey e acontece após a empresa de delivery mais do que dobrar de tamanho em 2020 e superar todas as metas planejadas com os recursos do primeiro investimento, que foi realizado em maio de 2020.  

Segundo Pedro Judacheski, CEO e fundador da Delivery Much, a estratégia da empresa, conectada com as soluções e capilaridade da Stone no aquecido mercado de delivery, permite a scale-up continuar crescendo exponencialmente, com o foco em tornar esse mercado mais justo para os lojistas que precisam vender mais online. 

“No planejamento que desenhamos em 2020, construímos marcos a serem batidos mês a mês. Com isso, tivemos em mãos dados do que precisávamos fazer e quais ajustes seriam necessários no decorrer da execução, para superarmos as metas. A gente sempre teve esse pensamento em entregar resultados impactantes de crescimento para tornar o mercado mais competitivo e justo para o lojista que hoje se encontra limitado a poucos players. Não deixaremos isso acontecer”, explica Judacheski.

Crescimento da Delivery Much em 2020

Com atuação focada no interior do Brasil desde 2015,  Delivery Much apresenta crescimento acima do mercado.. Em 2020, a empresa alcançou um crescimento de 117% em GMV – Gross Merchandise Volume, número duas vezes maior que o crescimento do mercado de delivery registrado no Brasil, de acordo com dados da Statista. 

Atendendo às necessidades da população fora dos grandes centros e democratizando o delivery através do empreendedorismo, a empresa fechou o ano passado com presença em mais de 320 cidades do interior do país, em 18 estados brasileiros, mais de 15 mil lojas cadastradas e mais de 3 milhões de consumidores na plataforma.

Próximos passos com o novo aporte

Com a nova rodada de investimento, a Delivery Much traça mais crescimento e inovações bastante positivas para 2021. Judacheski destaca que o recurso será utilizado para aumentar a escala territorial, aprimorar processos e produtos, realizar novas contratações e até mesmo a compra de outras empresas complementares ou do mesmo segmento da Delivery Much.  

Para alcançar estes novos desafios, a Delivery Much vai continuar direcionando investimentos no aprimoramento de suas tecnologias, nos aplicativos usados pelas pessoas usuárias, pelas pessoas entregadoras e por lojistas. Além disso, a empresa irá destinar esforços no mercado B2C, na ampliação do número de operações próprias com o modelo full service, onde além de gerar a demanda de vendas para lojistas, o aplicativo também intermedeia a entrega final ao consumidor. 

“Nossa meta para 2021 é entregar a melhor experiência em delivery online para nossos clientes, para termos, não apenas um aplicativo simples e rápido para pedir delivery, mas um canal parceiro e que fidelize de verdade os consumidores para o pequeno e médio lojista (SMBs)”, finaliza Judacheski. 

Os valores do aporte Series B da Delivery Much não foram divulgados. 

Nuvemshop recebe investimento de R$ 500 milhões

A Nuvemshop, plataforma de e-commerce líder na América Latina, acaba de receber uma nova rodada de investimento de meio bilhão de reais. A captação foi liderada pelo fundo global Accel Partners, que já investiu em empresas como Facebook, Slack e Spotify. Além disso, a rodada contou com a entrada da ThornTree Capital e a participação dos investidores atuais Kaszek, Qualcomm Ventures LLC e Kevin Efrusy, que está investindo pessoalmente. Esse novo aporte, chamado de Series D, chegou em tempo recorde: apenas cinco meses após a empresa anunciar a rodada Series C .

Com esse novo investimento, a Nuvemshop irá acelerar ainda mais o seu propósito de reduzir as barreiras do empreendedorismo em toda a América Latina. O objetivo é continuar construindo o maior ecossistema de e-commerce para marcas na região, garantindo aos pequenos e médios empreendedores e grandes marcas acesso à tecnologia de ponta e custos reduzidos por meio de economia de escala que, até então, estavam disponíveis apenas para os gigantes do varejo.

“Por meio da nossa rede de mais de 75 mil lojistas, estamos impactando milhões de empregos diretos e indiretos no Brasil. Estamos conectando comércios diretamente com os seus consumidores, aquecendo a economia num momento de grande necessidade”, afirma Santiago Sosa, CEO e co-fundador da Nuvemshop. “Com esse novo aporte, iremos entregar ainda mais ferramentas, principalmente nas categorias de pagamento e logística, para que qualquer empreendedor possa se inserir no mundo digital com sucesso”.

Um dos negócios lançados em 2020 foi o da Marina Anjos, empreendedora que ficou sem trabalho durante a pandemia e decidiu investir na produção de velas aromáticas. A jovem criou a marca digital Cian Candle e começou a vender online através da Nuvemshop. Hoje, Marina já fatura cerca de R$ 30 mil por mês com sua loja online e o sucesso foi tão grande que importantes marcas como Amaro começaram a revender seus produtos. Por conta do aumento da produção, a empreendedora está expandindo a equipe.

Essa é uma das histórias que está por trás das mais de 75 mil lojas virtuais que utilizam a plataforma da Nuvemshop, volume que irá chegar a centenas de milhares nos próximos anos. Essa curva de crescimento é baseada na expectativa de aumento da penetração do e-commerce no varejo e da forte dedicação da empresa em continuar facilitando a entrada de novos empreendedores no mundo digital.

“A Nuvemshop está em uma posição única para continuar ajudando os empreendedores da América Latina a se conectarem diretamente com seus clientes”, disse Ethan Choi, sócio da Accel. E Andrew Braccia, também sócio da Accel e membro do Conselho de Administração da Nuvemshop, complementa: “Estamos entusiasmados em apoiá-los em seu próximo estágio de crescimento durante este período sem precedentes de adoção ao comércio eletrônico”.

Nuvemshop conecta diretamente lojistas e consumidores na América Latina

Para resolver as dores mais latentes dos empreendedores e gerar impactos positivos em seus negócios e na economia como um todo, a Nuvemshop está construindo um ecossistema que vai muito além de uma plataforma de e-commerce. A companhia fornece ferramentas tecnológicas para que outras empresas de diferentes ramos (logística, pagamento, ERP, ferramentas de marketing etc) possam conectar suas próprias soluções. “Além de apoiar empreendedores do varejo digital, estamos criando uma economia paralela de serviços, onde plataformas tecnológicas conseguem chegar aos nossos lojistas com soluções inovadoras, beneficiando as duas pontas e fazendo a roda virtuosa do emprego e crescimento econômico girar ainda mais.” explica Sosa.

Outra vantagem dentro do ecossistema da Nuvemshop é que os lojistas conseguem se conectar diretamente com milhares de agências e profissionais especializados em marketing digital, conteúdo, posicionamento de marca, desenvolvimento, design, entre outros temas que são importantes para alavancar o seu negócio.

As metas da companhia ao longo de 2021 e para os próximos anos são ambiciosas. Além de ser referência para pequenos e médios empreendedores, a empresa quer expandir o seu leque de clientes e atender, cada vez mais, marcas que são muito conhecidas no mercado, como a Lolja (vende produtos do Felipe Neto, um dos influenciadores mais famosos do Brasil). A Nuvemshop também irá aumentar a sua presença em toda a América Latina. Atualmente, a empresa tem escritórios no Brasil, Argentina e México e quer chegar na Colômbia, Chile e Peru.

“Com toda essa movimentação, continuaremos acelerando o tamanho do nosso negócio para continuar sendo a escolha óbvia para qualquer lojista da região que queira digitalizar seu comércio”, comenta Santiago. “Esperamos crescer mais de 20 vezes nos próximos 5 anos”.

Total de vendas dos clientes da Nuvemshop deve ultrapassar R$ 7 bilhões em 2021

Este ano, a Nuvemshop estima ultrapassar R$ 7 bilhões no total de vendas dos clientes (GMV) na América Latina. Em 2020, este montante foi de R$ 3.5 bilhões, aumento de 280% em relação a 2019.

Para continuar com esse forte crescimento em todos os mercados, a companhia está aumentando o seu quadro de funcionários. O volume de colaboradores saltou de 160 para 400 profissionais em um ano e a empresa estima ultrapassar 2 mil até 2023.

Todas essas metas ambiciosas e planos de expansão são motivados pela visão da empresa a respeito do futuro do comércio eletrônico. “A penetração do e-commerce no varejo brasileiro dobrou em 2020, saltando de 5% para 10%. Ao mesmo tempo que o Brasil acaba de alcançar dois dígitos, a participação do comércio eletrônico no varejo chinês beira os 50%, podendo fazer com que a China se torne o primeiro país onde o e-commerce supera as lojas físicas, segundo pesquisa da e-Marketer. Além disso, o índice das vendas online nos países como Reino Unido e Coréia do Sul chega em torno de 30%”, completa Santiago.

ABES se candidata para compor o Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade

Com o propósito de contribuir para a construção de um Brasil mais digital e menos desigual, no qual a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades para todos, a ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software, indica seu presidente, Rodolfo Fücher, para a vaga de Entidade Representativa do Setor Empresarial no Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade, da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Nesse sentido, a associação pretende assegurar um ambiente de negócios propício à inovação, ético, sustentável, dinâmico e competitivo globalmente.

A indicação visa trazer diversidade ao colegiado, agregando a perspectiva e o conhecimento de seus mais de 35 anos de experiência no mercado de tecnologia, como executivo de empresas nacionais e multinacionais, empresário, empreendedor e conselheiro de empresas ligadas aos setores de saúde e financeiro. Fücher é formado em Tecnologia da Informação pelo Mackenzie, pós-graduado em Marketing pela ESPM, e possui cursos sobre governança corporativa pelo IBGC, estratégia digital pela Columbia Business School, macroeconomia global pelo MIT Sloan School of Management, venture capital pela Berkeley – Hass School of Business, neurociência pela Wharton School, governança e nova economia pelo GoNew, e convergência tecnológica pela Singularity University.

“Como presidente da ABES, represento cerca de 2 mil empresas do setor, sendo 77% micro e pequenos empresários. Trabalhamos em conjunto para desempenhar um papel fundamental de estimular o desenvolvimento do empreendedorismo, pois entendemos que é vital para assegurar o crescimento econômico e a competitividade do Brasil. Desta forma, pretendo somar minha visão do setor produtivo e de empreendedorismo à experiência jurídica, que caracteriza a maioria dos demais indicados ao conselho pelo setor privado”, explica.

Dentro das atividades desenvolvidas pela entidade é importante ressaltar o trabalho que vem sendo feito para fornecer referências, educar e propagar a cultura de privacidade e proteção de dados ao mercado em geral, não apenas aos seus associados, devido a importância do tema.

Em parceria com a EY, criou a ferramenta online de Diagnóstico LGPD , para que as empresas que estão em fase de implementação de regras de boas práticas e de governança baseada na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), verifiquem seu nível de adequação ao projeto. A solução consiste em um questionário sigiloso por meio do qual as empresas podem fazer uma auto avaliação referente aos diferentes pontos exigidos pela lei. Após o preenchimento, a ferramenta oferece um diagnóstico quanto ao grau de adequação da empresa com sugestões contextualizadas ao resultado. A plataforma já auxiliou mais de 3 mil companhias no país e se tornou referência nacional de estatística para a imprensa e para decisões de políticas públicas sobre o tema.

Paralelamente ao lançamento do Diagnóstico LGPD, a ABES, também em parceria com a EY, desenvolveu uma série de indicadores que demonstram estatisticamente, com base nos diagnósticos realizados, o nível de aderência aos requisitos previstos na LGPD, classificado por porte da organização, seguimento e região geográfica, incluindo análise de três aspectos: tecnologia, processos e pessoas. Além disso, o dashboard indica o porcentual de empresas que sofreram algum tipo de incidente durante os dois últimos anos, e a taxa de companhias que coletam dados sensíveis: https://abessoftware.com.br/LGPD/.

Para fomentar o interesse das empresas no assunto e orientá-las sobre como cumprir a lei, a associação criou a ABES ACADEMY, setor de educação e formação continuada, que já capacitou centenas de pessoas com o curso sobre proteção de dados, privacidade e segurança da informação. O curso “Lei Geral de Proteção de Dados: Fundamentos e Implementação” oferece aos participantes um importante conhecimento teórico e, principalmente, informações práticas para a adequação da organização à LGPD, destacando as etapas de diagnóstico, mapeamento dos dados existentes em poder da organização, definição de procedimentos e processos, definição dos responsáveis e governança.

“Esse curso é um dos poucos que contempla tanto as questões que envolvem a implementação jurídica quanto a técnica, então é uma ferramenta completa para quem precisa aprender e ficar em conformidade. Não há mais tempo a perder, as organizações precisam se adequar o mais rápido possível”, ressalta o presidente da ABES.

Antes mesmo de entrar em vigor, em 2018, a entidade criou o “Grupo de Trabalho Lei Geral de Proteção de Dados”, no qual as associadas, com auxílio do departamento jurídico da associação, ainda realizam reuniões mensais de estudo da legislação e trocam experiências sobre a jornada de adequação.

“Sempre nos preocupamos com a conformidade das empresas perante à LGPD, por isso também somos integrantes e um dos líderes da Frente Empresarial em Defesa da LGPD e Segurança Jurídica , grupo que congrega mais de 70 entidades de diferentes setores da economia brasileira, que representam cerca de 70% do PIB nacional”, expõe Fücher. A Frente Empresarial assumiu como missão a busca por um mínimo denominador comum dentro do setor privado capaz de auxiliar o Conselho Diretor da ANPD e outras autoridades brasileiras na tarefa de trazer segurança jurídica para a LGPD e disseminar a cultura de proteção e privacidade de dados pessoais para estabelecer critérios de governança e boas práticas a serem gradualmente implantadas.

A candidatura da ABES também é apoiada por outras entidades como a LIS Brasil – Associação Brasileira das Empresas Desenvolvedoras de Sistemas de Informação Laboratorial, a AARB – Associação das Autoridades de Registro do Brasil, a FENAINFO – Federação Nacional das Empresas de Informática, Instituto MicroPower e BSA | The Software Alliance.

Kazutosi Takata é o novo diretor executivo de Tecnologia da ICTS Protiviti

Com 25 anos de experiência em TI e em Negócios Internacionais, com passagens por instituições como ABN AMRO Bank e Itaú-Unibanco, o executivo chega para acelerar os modelos de negócios digitais da empresa
Para avançar em sua transformação digital, a ICTS Protiviti, empresa brasileira especializada em consultoria e serviços de gestão de riscos, ética e compliance, anuncia a contratação de Kazutosi Takata, conhecido por todos como “Kazu”, como diretor executivo de Tecnologia, cargo criado com a entrada do profissional, que apoiará a companhia no desenvolvimento de seus modelos de negócios digitais.

Takata tem como missão a construção de plataformas tecnológicas que tragam maior agilidade e abrangência ao escopo de serviços da empresa. Seu desafio é evoluir a companhia rapidamente para um novo formato de atuação e, paralelamente, sustentar os negócios atuais. “A interação com as diferentes áreas da nossa organização e também com nossos clientes será essencial para a inovação e o sucesso desta empreitada”, explica o executivo.

Desde 2019 Takata vinha prestando consultoria à ICTS Protiviti, apoiando a estruturação de sua área de desenvolvimento de softwares e a criação do Risk Check, nova solução online para avaliar e monitorar os riscos de empresas e pessoas com as quais uma organização se relaciona.

“A contratação de Takata é um passo importantíssimo no processo de digitalização da empresa e suas ofertas para nossos clientes. Adicionalmente, a larga experiência do executivo no mercado financeiro impulsionará nossa atuação neste segmento”, explica Fernando Fleider, CEO da ICTS Protiviti.

Com 25 anos de experiência em Tecnologia da Informação e Negócios Internacionais em instituições como o ABN AMRO Bank, onde atuou como representante brasileiro nos comitês corporativos, e o Itaú-Unibanco, sendo fundador e CEO do Itaú Japão, e posteriormente, responsável por sistemas de TI das unidades internacionais do Itaú BBA, Takata é um especialista em montagem e gestão de negócios digitais e, atualmente, é membro ativo no ecossistema de startups digitais como jurado e mentor de programas de aceleração da MIT.

Com MBA Executivo Internacional pela FIA/USP e graduado em Engenharia Elétrica com mestrado em Engenharia de Software pela Escola Politécnica da USP, o executivo manteve vínculo acadêmico com a escola como professor de cursos de pós-graduação.

No Brasil 92% dos colaboradores em home office precisam de mais suporte de TI

Quase metade prefere usar o telefone para esclarecer um problema técnico

O papel do departamento de TI está se tornando cada vez mais importante. Pesquisa global do OTRS Group com colaboradores em home office mostrou que 90% precisam de mais suporte do departamento de TI, já que eles estão trabalhando em casa por um longo período de tempo. No Brasil esse número foi de 92%. A razão para isso é que 43% afirmam que não podem simplesmente recorrer a um colega para resolver um problema, mas devem entrar em contato diretamente com a equipe de TI. O segundo motivo mais comum, com 40% das respostas, é que muitos sistemas são difíceis de acessar de casa.

Apenas 10% responderam que não precisam de mais suporte de TI no escritório doméstico do que o normal, a maioria, 36%, citou o motivo de que fazem exatamente o mesmo trabalho em casa, portanto, não há necessidade adicional de suporte de TI.

“Cada vez mais digital e preditiva, a TI passa a ocupar lugar estratégico nas empresas, abandonando o estereótipo do ‘rapaz do suporte’ e assumindo o papel de apoiador direto nas tomadas de decisões da alta gestão”, comenta Luciano Oliveira, Diretor Geral da OTRS Brasil e Portugal. “No Brasil 41% dos entrevistados consideram como uma das principais tarefas da TI, garantir a inovação e a análise dos dados e 46% reconhecem que são fundamentais na defesa cibernética e na manutenção dos computadores e redes seguros. Além disso, plataformas de ITSM também são usadas no RH, por 43% e na gestão das instalações, por 57%.”

Quase metade espera uma resposta da equipe de TI em 30 minutos

Quando questionados sobre a rapidez ideal com que o suporte de TI deve responder, 47% respondem em 30 minutos. Outros 22% ficam satisfeitos quando o help desk responde em 60 minutos. A realidade chega perto das expectativas: 72% afirmam que seu suporte de TI responde a um problema dentro de 30 a 60 minutos.

É surpreendente que a maioria, 43% ainda prefira pegar o telefone para entrar em contato com o departamento de TI. E 25% preferem um e-mail, 19% preferem descrever seu problema em uma conversa pessoal e apenas 12% preferem abrir um tíquete. Já no Brasil 31% dos respondentes preferem enviar e-mail, 29% prefere usar o telefone e apenas 3% abrem um tíquete.

O atraso no suporte de TI torna os funcionários menos produtivos, 54% dos entrevistados disseram que se o suporte de TI atrasar, eles podem ser menos produtivos e, portanto, ficar frustrados. No que diz respeito às reclamações relacionadas com o departamento de TI, os atrasos também são um problema: quando questionados sobre o principal ponto da crítica, 36% afirmaram que a resposta demorou muito, 21% são da opinião de que o problema geralmente não é resolvido na primeira vez. Em resposta a essa pergunta, 20% dizem que nunca sabem realmente qual é o status de sua solicitação de TI.

“A pesquisa mostra a importância do papel do departamento de TI – especialmente quando se trabalha em casa”, disse Christopher Kuhn, COO do OTRS Group. “Embora a necessidade de suporte profissional de TI esteja crescendo, o estudo também prova que ainda há espaço para melhorias no help desk de TI. Para manter o controle de muitas consultas telefônicas, vale a pena documentá-las em um sistema ITSM. Portanto, as empresas devem tomar precauções em tempo hábil para equipar seus departamentos de TI com as melhores ferramentas e mantê-los motivados”.

A pesquisa foi realizada online, pela Pollfish, entre 11 e 26 de fevereiro de 2021, com 500 colaboradores em home office na Alemanha, EUA, Brasil, Malásia e México.