Page

Author admin

Stefanini e Insead estão com inscrições abertas para nova turma do Leadership Transformation Program na França

A Stefanini e a Insead, uma das maiores e mais prestigiadas escolas de negócios do mundo, estão com inscrições abertas para a 3ª turma do Programa Leadership Transformation, que será realizado de 28 de março a 04 de abril de 2020, no campus de Fontainebleau, a 75 km de Paris, na França. Direcionado aos executivos C-Level de diversos segmentos, o curso promove uma profunda imersão em uma sala de aula interativa e personalizada para as necessidades específicas da turma.

Com uma taxa de satisfação de 98% em suas primeiras turmas, o curso reúne um corpo docente renomado e com ampla experiência em transformação digital, como os professores Felipe Monteiro e Nathan Furr. O programa, que acontece durante cinco dias, oferece uma experiência educacional, que permite aos executivos desenvolver habilidades necessárias para mudar a mentalidade, acompanhar as disrupções do setor, inspirar as equipes e engajá-las no processo de transformação digital.

“A transformação digital deixou de ser apenas uma ‘buzzword’ para ser olhada com mais proximidade. A partir de agora, ela entra numa segunda onda: a Transformação como Estratégia de Negócio. É hora de os executivos e líderes empresariais colocarem seus planos em prática e encarar de frente os desafios e as oportunidades que a jornada de transformação propõe”, explica Wagner Kojo, Head de Digital e Inovação na Stefanini e coordenador da próxima edição do programa.

O diretor de experiência digital da Vivo, Fernando Moulin, participou da primeira turma, em 2017. “O curso trouxe elementos fundamentais para implementar o Vivo Digital Labs, considerado um centro de referência em inovação”, ressalta. Para Paulo Assis, diretor comercial e de incorporação da Direcional, o programa disponibiliza um conteúdo denso e enriquecedor, “que nos ajuda a traçar um plano de ação para utilizar os conceitos na prática”.

Nesta nova turma, a ideia é ampliar a participação de executivos de outros países, especialmente da América Latina. “Na segunda edição, contamos com alunos da Argentina e do Peru e discutimos fatores regionais relevantes, além de oportunidades em áreas como mídias sociais e conectividade”, diz Guilherme Stefanini, diretor de novos negócios da Stefanini.

Leadership Transformation Program – Stefanini e Insead

Data: 28/03/2020 (data de saída) a 04/04/2020 (data de retorno)
Local: Insead campus Fontainebleau (a 75 km de Paris)
Inscrições: Informações pelo e-mail insead@stefanini.com

O que mudou:

– A transformação digital entra numa segunda fase, onde o plano de execução se torna uma necessidade-chave para acelerar os negócios na era digital

– Maior pragmatismo na estruturação da agenda de transformação – aterrissagem do aprendizado ganhou um dia exclusivo para este fim

– A agenda da próxima edição conta agora com 5 dias de imersão intensa nos temas

– Transformação e Inovação – 5º dia focado na construção da agenda de transformação

– Extensão do programa para toda a América Latina.

Algumas informações sobre o programa

Índice de satisfação acima de 9
NPS de 100%
Vídeo depoimento 1a edição: https://bit.ly/2XA49Bv
Vídeo depoimento 2a edição: https://youtu.be/T23AOcj3r-s

Tags, ,

Organizações ‘horizontais’ crescem como ferramentas de valorização dos indivíduos

Em um mundo cada vez mais conectado e competitivo, é preciso muito mais do que dinheiro para manter bons profissionais em sua empresa. Atualmente, as pessoas valorizam itens como aprendizado contínuo, troca de experiências e espaço para inovação – elementos típicos de companhias “horizontais”.

De forma geral, o conceito engloba oferecer maior autonomia para que os funcionários tomem decisões relacionadas às tarefas do seu dia a dia, sem a necessidade de submeter suas ações a vários chefes. É um contraponto à visão tradicional, com hierarquias rígidas e níveis de chefia e liderança.

A pesquisa Panorama de RH no Brasil em 2018, realizada pela plataforma Qulture.Rocks exemplifica a dificuldade das empresas em lidarem com a motivação de seus indivíduos. Ainda que 87% delas adotem práticas de gestão de desempenho, como avaliações, feedbacks contínuos e metas, apenas 37% possuem, de fato, projetos estruturados de valorização.

“O importante é que a pessoa tenha habilidades necessárias para resolver os problemas e que a empresa dê o espaço para ela atuar, a partir disso nós entendemos como centralizamos o controle dos assuntos nas mãos dos indivíduos de forma orgânica. Essa mentalidade que não coloca títulos na frente das competências permeia todos na Hash e nos permite trazer profissionais com um processo mais orgânico sem ficar preso às especificidades de um cargo, já transmitindo na prática para o candidato como é trabalhar aqui”, comenta Marco Worms, People Manager na Hash.

Ainda que existam líderes nos projetos, a responsabilidade pelo andamento deles é de quem decidiu assumir e se comprometer – e não de quem a empresa determinou. A mentalidade “horizontal” não significa ausência de centralização de decisões no caso da Hash, em cada projeto existe uma liderança que geralmente é responsável por fazer o assunto dar certo. O que os indivíduos dentro do mesmo projeto buscam é uma relação honesta e aberta com quem lidera o projeto, sabendo que todas as decisões podem e devem ser questionadas sempre que necessário.

A postura reflete na forma de contratação: Um novo indivíduo na área de tecnologia da Hash precisa, por exemplo, fazer um teste técnico, mas sem prazo para terminar. O objetivo dessa prática é contornar a natureza da avaliação técnica. Para a Hash, o importante é que o candidato realize o desafio técnico e consiga conversar sobre a solução (e nessa conversa a variável do tempo vem à tona) pois a disponibilidade de tempo de cada um pode variar muito. “Removendo o prazo de entrega e usando a análise técnica como primeiro passo nós deixamos esse processo verdadeiramente justo para qualquer um que queira tentar entrar na empresa. Normalmente, conversamos com a pessoa antes dela realizar o teste, mas já tivemos mais de um caso de sucesso em que o candidato realizou o desafio antes de falar conosco” adiciona Worms.

Além disso, a tomada de decisão é feita apenas quando as pessoas envolvidas participam dela. A prática de inclusão dos profissionais é contínua, permitindo uma troca constante de aprendizado, onde a pessoa recebe feedback sobre seu trabalho e também pode sugerir melhorias na estrutura organizacional.

Aqui na Hash trabalhamos com conhecimento, que intrinsecamente é invisível, por isso umas das nossas principais práticas de gestão é visualizar o trabalho como um todo e isso nos ajuda a compreender com clareza onde está a sobrecarga de trabalho nos indivíduos, além de facilitar a colaboração e autonomia no ambiente profissional”, complementa Matheus Marzochi, Service Delivery Manager na Hash.

Mercado Pago lança Point Mini Chip e amplia portfólio para micro e pequeno empreendedor

Após atingir mais de 3 milhões de mPOS ativos na América Latina, o Mercado Pago, fintech do Mercado Livre, amplia seu portfólio de máquinas de cartão com o lançamento da Point Mini Chip. Destinada à micro e pequenos empreendedores, a solução é integrada à plataforma Mercado Pago que oferece diversos serviços gratuitos, além de disponibilizar o dinheiro das vendas na hora para os clientes.

A Point Mini Chip não precisa de celular para viabilizar transações, pois possui conexão via chip e wi-fi, além de visor iluminado. O lançamento do produto se soma à Point Mini e à Point Pro, maquininhas da empresa voltadas para pequenos e médios vendedores. A nova maquininha será vendida pelo preço de R$ 106,80, valor que pode ser parcelado em até 12 vezes de R$ 8,90. Para adquiri-la, basta acessar o site do Mercado Pago.

“O lançamento da Point Mini Chip está em linha com nosso plano de oferecer uma plataforma completa de produtos e serviços para o micro e pequeno empreendedor”, explica Túlio Oliveira, vice-presidente do Mercado Pago. “Junto da maquininha, o vendedor tem acesso a todo um conjunto de serviços para potencializar o seu negócio como conta gratuita, rendimento superior à poupança e crédito facilitado”, completa.

Concessão de crédito

Entre os serviços agregados para os clientes da Point está a oferta de crédito. Os clientes elegíveis podem solicitar linhas que vão até R$ 350 mil. O crédito é concedido de forma 100% online, sem burocracia, permitindo potencializar o desenvolvimento dos negócios.

Profissionais de TI são os freelancers mais buscados pelas empresas

Um estudo realizado pela Workana, maior plataforma que conecta freelancers a empresas da América Latina, revela que as categorias mais contratadas para trabalhos freelancers estão relacionadas com o mercado digital, como é o caso de TI e Programação (46,8%) e Design e Multimídia (24,8%). Os dados são do Relatório do trabalho independente e empreendimentos, realizado anualmente pela Workana, e avaliam o mercado no ano de 2018. No relatório de 2017, a porcentagem de profissionais de TI e programação era de 30%, o que aponta que os pedidos de projetos não param de crescer.

Dentre os profissionais da plataforma, apenas 19,3% dos profissionais são da área de TI e programação, o que, de acordo com Guillermo Bracciaforte, cofundador da Workana, aponta uma boa oportunidade para profissionais que têm afinidade com a área. “Qualificação e desenvolvimento de habilidades específicas, como linguagens de programação, são pontos essenciais para quem quer se destacar no mercado. Há empresas realmente brigando pelos melhores trabalhadores, não é difícil se destacar neste setor que cresce exponencialmente”, aponta o especialista.

O nível de especialização é um dos componentes fundamentais para os profissionais freelancers e os dados apontam que 74% dos programadores possuem nível superior completo e mais 12% já com título de pós graduação. Enquanto 8% concluíram ensino médio e outros 6% contam cursos técnicos ou profissionalizantes.

A relatório também analisou o grau de expertise quando os projetos são dedicados à área de design e multimídia: 34% tem ensino médio concluído, 50% possui formação universitária, cursos técnicos ou profissionalizantes totalizam 9% dos profissionais e apenas 7% são pós graduados.

Já em relação ao nível especialização dos profissionais de Marketing e Vendas, conclui-se que 27% deles completaram o ensino médio, 48% são graduados, enquanto 12% fizeram cursos técnicos e 13% têm título de pós graduação.

A categoria de Tradução e Conteúdos conta com 25% dos profissionais com ensino médio completo, 51% deles com grau universitário completo, 8% possuem cursos técnicos ou profissionalizantes e 16% têm nível de pós graduação. Este último, é o maior percentual de profissionais pós graduados entre todas as outras categorias de projetos.

Para compreender ainda melhor a questão da busca por conhecimento pelos profissionais da Workana, o relatório revela também que os freelancers dedicam muito tempo a capacitação extra curricular, já que 73% consultam informações no ambiente digital – conhecido por e-learning – com avaliações positivas desta experiência. Enquanto 58,5% disseram completar seu repertório a partir de livros, revistas e jornais. Outros 34,8% investem em cursos para continuarem se especializando na área de atuação.

Startup catarinense de soluções geofísicas firma parceria pioneira com Petrobras

Desde o dia 26 de junho, está em vigência um contrato de dois anos do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) com a startup catarinense LTrace, desenvolvedora de soluções geofísicas para inversão sísmica conjunta. A parceria para projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) é inédita no Brasil, e visa a implementar técnicas de machine learning no processo de análise e microtomografia de rochas na área do pré-sal brasileiro.

De acordo com normas da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), empresas com grandes campos de petróleo têm como obrigação aplicar anualmente 1% de investimento em pesquisa, dos quais 10% devem ser destinados a empresas brasileiras. Esse valor tem como finalidade o custeio para execução do projeto e não prevê lucro. Com o orçamento, a LTrace irá contratar cinco novos colaboradores para apoiar no desenvolvimento do projeto, totalizando uma equipe de oito profissionais altamente qualificados.

Fernando Bordignon, cofundador da LTrace, explica que o objetivo do projeto é levar o desenvolvimento realizado na academia para a indústria. “Nós iniciamos nossas pesquisas sobre o tema na universidade, e desenvolvemos muitos projetos por lá. O objetivo desta parceria com a Petrobras é levar esse conhecimento para a indústria”, pontua Fernando. “Por meio de recursos de machine learning, vamos conectar micro propriedades de rochas com as propriedades gerais do reservatório de petróleo. Em geral, essas amostras são muito pequenas e existe uma grande dificuldade de isolá-las e conectá-las com o restante. Por meio da tecnologia, faremos uma análise da composição das rochas onde fica o óleo, nos reservatórios, para conectar os dados sísmicos de grandes dimensões do campo com micro amostras de rochas”, explica.

Futurecom destaca os avanços do sistema financeiro em sua trilha Payment

O que as instituições financeiras e empresas ligadas a um dos temas mais emblemáticos do momento vêm trabalhando para tornar a jornada e experiência do cliente mais dinâmica, amigável, sensorial e digital? Para debater e esclarecer o que tem sido realizado nesse tema que mexe literalmente no bolso do consumidor, o Futurecom deste ano vai trazer uma ampla discussão em sua trilha Future Payment.

Entre os dias 28 e 31 de outubro, no São Paulo Expo, o maior evento de transformação digital da América Latina está preparado para demonstrar e ampliar o debate sobre as principais soluções digitais de pagamento que têm tomado conta em larga escala da vida de todos os cidadãos ávidos por simplificar, baratear e democratizar a utilização de meios de pagamentos e afins.

As fintechs, por exemplo – responsáveis por popularizar os serviços de pagamento e crédito ao público ‘desbancarizado’, ou seja, aquele que não tem acesso às contas bancárias – têm espaço garantido no evento, onde mostrarão como as plataformas digitais promoveram mudanças disruptivas no setor financeiro e acertaram em cheio nas necessidades deste perfil de consumidor, permitindo acesso fácil e desburocratizado às transações financeiras.

“O foco do Futurecom é, sem dúvida, explorar a transformação digital como um todo, discutindo os avanços das tecnologias aderentes aos negócios, da inovação e do desenvolvimento da estrutura de conectividade para a transformação da cadeia produtiva. Para tanto, devemos debater as soluções disruptivas que podem dar cabo de todo esse processo”, defende Hermano Pinto, diretor do Futurecom.

Durante a trilha do Future Payment, e todo o Futurecom, qualidade da conexão e segurança terão lugar de destaque entre os temas que serão a tônica deste ano. “Como os dados hoje são o ‘minério’ mais relevante de todo o ecossistema, é essencial garantir operações adequadas, com métodos eficazes de proteção, para assegurar a privacidade deste conteúdo que trafega livremente por aí”, explica Hermano. Os sistemas alternativos de autenticação (biometria, reconhecimento facial, digital, de voz, entre outros) já são uma realidade e ganharão escala nos próximos anos e são uma importante interface homem-máquina. E para garantir a segurança necessária nesse processo, a aplicação cada vez mais forte da Inteligência Artificial será fundamental. Na esteira das novas tecnologias, o machine learning complementa, juntamente com outras ferramentas, a verdadeira transformação digital que se instala em várias frentes.

Um tema que ganha evidência e espaço nas agendas corporativas é a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que regulamenta o uso, a proteção e a transparência de dados pessoais no Brasil, com data-limite até agosto de 2020 para que empresas de todos os setores estejam em total adequação à nova lei. Diante desse cenário, a LGPD será debatida tanto na trilha do Future Payment quanto no Future Cyber.

Com foco nas possibilidades que a tecnologia traz para desenvolvimento de soluções de identificação e meios pagamento, o Future Payment terá três dias de palestras e paineis com temas variados que envolvem Open Banking, Contactless, Blockchain, E-Wallets, Stablecoins & Moedas Digitais, Private Label, Mobile Payments e Tokenização, Segurança & Fraude.

Além do Future Payment, o Futurecom terá também outros eventos paralelos como Future Gov, Future Jud, Future Cyber e Future Tech. Todas as possibilidades e tendências proporcionadas por novas tecnologias e o 5G serão debatidas durante o Future Congress. Confira a programação completa: http://bit.ly/2ZcWitv.

Tags,

Desvios de conduta e de comportamento são as denúncias com a maior ocorrência nas empresas, aponta KPMG

O estudo “Perfil do Hotline no Brasil”, da KPMG, mostrou que os temas mais denunciados pelas empresas pesquisadas estão relacionados a desvio de conduta e comportamento (31%), seguidas de assédio moral (24%), descumprimento de políticas (20%) e corrupção (9%). De acordo com o levantamento, 35% dos entrevistados têm um tempo médio de apuração de um relato que vária de 11 a 30 dias. Para outros 33%, depende de um prazo maior, de 31 a 60 dias.

A pesquisa aponta também que 79% das empresas entrevistadas possuem um canal de denúncia e comunicação oferecido aos colaboradores, prestadores de serviço, terceiros, clientes e sociedade, para relatarem denúncias e irregularidades (hotline). Além disso, 40% afirmam que já têm um hotline implementado e com mais de cinco anos de operacionalização.

De acordo com a pesquisa, 33% das empresas investem mais de R$ 60 mil em estruturas de hotline. Com relação à divulgação desses canais, 84% promovem a ferramenta, sendo que a maioria (97%) possibilita o encaminhamento de denúncias anônimas. Dentre as formas de recebimento das informações, 43% utilizam o website, seguido por telefone e e-mail, que representam, 26% e 17%, respectivamente.

“A maioria das empresas entrevistadas relatou que os colaboradores, sejam eles funcionários, sejam terceiros, confiam nos canais de denúncias e irregularidades disponíveis e acreditam na eficiência da ferramenta para identificar desvios de padrões de conduta. Tal confiança é essencial para que utilização do hotline seja algo comum dentro das empresas”, afirma o sócio-líder da prática de Compliance da KPMG no Brasil, Emerson Melo.

Funções do Comitê de Ética e Compliance

Dentro do universo de empresas entrevistadas, quase a metade (48%) informou que recebe mais de 37 relatos por ano nas plataformas de hotline. Outro fator de destaque apresentado na pesquisa é referente às funções do Comitê de Ética e Compliance, apontado como o responsável pelo recebimento de relatos por 36% dos entrevistados.

“A função de Compliance e Do Comitê de Ética também faz parte do processo de apuração de denúncias. A pesquisa mostrou que quase metade das empresas utiliza esses procedimentos. Entretanto, alguns dos entrevistados relataram que a baixa maturidade da cultura de compliance acaba sendo um dos motivos para a não implementação do hotline. Por isso, a importância dessas funções”, explica Emerson Melo.

A pesquisa contou com a participação de aproximadamente 200 empresas de diversos segmentos, dentre eles: Consumo e Varejo; Mercado industrial; Governo e Infraestrutura; Serviços Financeiros e Tecnologia, Mídia e Telecomunicação.

Iguatemi e Programa Nexos lançam desafio para startups explorarem jornada de atendimento phygital (Physical + Digital)

A Iguatemi Empresa de Shopping Centers apresenta um novo projeto da sua área de inovação em conjunto com o Programa Nexos, da SEBRAE. O desafio Jornada de Atendimento Phygital convida startups de todo o Brasil a apresentarem soluções tecnológicas de atendimento, integrando o mundo digital e o físico. O termo phygital é resultado da combinação entre as palavras “physical” (que significa físico em inglês) e “digital”. A parceria visa potencializar a incursão dos empreendimentos da companhia no ambiente digital, unindo a experiência in loco ao aplicativo Iguatemi One e ao marketplace Iguatemi 365 – com lançamento previsto para esse ano.

“Inovação é um dos principais pilares da Iguatemi. Temos uma estratégia digital bastante forte e nos empenhamos, constantemente, na busca de soluções que tornem os nossos shoppings cada vez mais integrados com as novas tecnologias. Acredito que esse desafio, concebido em parceria com o SEBRAE, será uma excelente oportunidade para que o trabalho de startups de todo o país ganhe visibilidade”, conta Cristina Betts, CFO da companhia.

O Projeto Nexos possui cinco leis de incentivo e, entre elas, a chamada Lei do Bem, que fomenta propostas tecnológicas contribuindo com a competitividade do mercado. Mediante isso, o requisito principal para inscrição do projeto é oferecer um serviço omnichannel que corrobore com o atendimento personalizado para cada cliente.

O tema não é um assunto novo para a Iguatemi, que realiza desde 2017 o Pitch, projeto que visa captar parceiros para o negócio da companhia, que terá sua terceira edição ainda este ano. Essa sequência de novidades reforça o posicionamento da empresa em promover espaços que conectem tendências e inovações do varejo em um mesmo ambiente.

As startups que forem selecionadas pelo programa receberão todos os benefícios previstos no edital que se encontra disponível no site da SEBRAE junto com o formulário de inscrição, que encerra no dia 30 de setembro: sebrae.com.br/nexos

Kraft Heinz abre inscrições para programa de estágio 2020

A Kraft Heinz, empresa alimentícia presente em mais de 200 países do mundo e detentora das marcas Heinz, Quero e Kraft, abre seu processo seletivo para o programa de estágio 2020. As oportunidades estão distribuídas entre São Paulo e Goiás e contemplam estudantes de todos os cursos. As inscrições devem ser realizadas no site eunakraftheinz.com.br/estagio/ até 30 de setembro.

Com foco em transformar os estudantes em líderes, o programa conta com um planejamento de desenvolvimento, o que significa que as tarefas realizadas no dia-a-dia estarão relacionadas a um projeto para o estagiário construir uma solução para a empresa. Ao final do estágio, que tem duração de um ano, o participante com o melhor projeto ganha uma vaga na fase final do programa de trainee.

As vagas são para as áreas de Finanças (Controladoria, Tax, Commercial Finance, Ops Finance, Tesouraria), Legal, Operações (Manufatura, Logística & S&OP), People & Performance (RH), Trade MKT, MKT, P&D, Data Analytics, Quality e Jurídico e contam com salário compatível ao do mercado, auxílio transporte, ticket refeição e ticket alimentação. Além disso, a Kraft Heinz ainda oferece um ambiente de autonomia, liberdade e oportunidade de crescimento.

“O estágio na Kraft Heinz é um exercício diário de protagonismo e empreendedorismo. É um período de muito aprendizado e trabalho intenso, no qual o estagiário sai preparado para enfrentar o mercado de trabalho. Buscamos jovens com vivências e pontos de vista amplos e plurais, para formar um time cada vez mais diverso”, explica Irina Preta, Head de People da Kraft Heinz Brasil.

A primeira etapa do processo seletivo, que inclui cadastro e testes, será encerrada em 30 de setembro. Os selecionados terão de enviar uma vídeo-apresentação até o final de outubro e, em novembro, a Kraft Heinz selecionará alguns candidatos para a fase final, que consiste na resolução presencial de um case. Os selecionados para as vagas devem iniciar o trabalho em janeiro de 2020.

Programa de estágio Kraft Heinz
Inscrições até 30/9
eunakraftheinz.com.br/estagio/

Evento aborda utilização inteligente e responsável de dados dos consumidores

Conhecer mais sobre a sua audiência é uma das chaves para obter melhores resultados. Essa é justamente uma das principais possibilidades que o data driven oferece às empresas, por isso o tema está tão em alta no mercado. O próximo F5, evento promovido pela Abradi-RS, traz o tema “Data Driven Marketing e Customer Data Plataform: do conceito e importância à prática e resultados”, dia 30 de setembro, no Tecnopuc (Av. Ipiranga, 6681, prédio 99A, sala 204), em Porto Alegre, a partir das 19h. Os palestrantes convidados são Arturo Garziera, publicitário e integrante do time de negócios da Iris, empresa da Data Driven Marketing do Hub 4all e Daniel Gandolfi, publicitário e Head de Data Strategy na Global. Os ingressos já estão à venda com lote promocional.

Para Garziera, o tema não é nenhuma novidade, pois o seu trabalho tem foco em propiciar para diversas empresas de segmentos distintos a cultura do Data Driven, desenvolvido a partir de projetos com uma plataforma que permite que as empresas utilizem de forma inteligente e responsável os dados dos seus consumidores. Ele possui formação em publicidade com MBA em Gestão de Mercado pela FGV e é mestrando em Design Estratégico pela Unisinos. Acumula ainda uma longa passagem pelo Grupo RBS, onde atuou em setores como a comercialização de negócios digitais.

Gandolfi é formado pela ESPM-POA e em 2009 começou a trabalhar com web analytics, social analytics, business intelligence, data mining e text mining. Na Global trabalha inserindo inteligência de dados nas estratégias de marketing de clientes, colaborando com o desenvolvimento de projetos de retenção e relacionamento, diagnósticos e planejamentos.

As vagas são limitadas e os ingressos no lote promocional podem ser adquiridos por R$ 60. Mais informações sobre o evento podem ser adquiridas pelo e-mail abradirs@abradirs.com.br ou pelo telefone (51) 3061-8774. O evento tem o patrocínio de Cinco Marias e Whip; apoio da Reverso Comunicação Integrada e Sympla como Plataforma Digital Oficial.

“F5 – “Data Driven Marketing e Customer Data Plataform: do conceito e importância à prática e resultados”
Quando: 30/09
Horário: 19h às 21h
Local: Tecnopuc (Av. Ipiranga, 6681, prédio 99A, sala 204), em Porto Alegre
Ingressos: R$ 60,00 ( lote promocional)
Mais informações: abradirs@abradirs.com.br ou 51-30618774
Compras pelo site: bit.ly/f5setembro

MP da Liberdade Econômica: entenda riscos e algumas vantagens

A Medida Provisória nº 881, de 2019, ou MP da Liberdade Econômica foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro e é ponto de grande ânimo e debate entre o empresariado, que busca nessa mudança um novo fôlego para a retomada da economia e das empresas. Contudo, é preciso uma análise aprofundada sobre o tema, avaliando pontos positivos e negativos relacionados às mudanças.

Segundo o consultor tributário da Confirp Consultoria Contábil, Robson Carlos, “a medida de forma geral visa o direito à liberdade econômica, ou seja, o direito de exercer atividade econômica de baixo risco, que busque sustento próprio ou de sua família, de uma forma menos burocrática”.

Com isso, será facilitada a abertura de novas pequenas empresas com a desburocratização no que diz respeito a exigências de licenças e alvarás para pequenos comércios, por exemplo.

Existem riscos

Robson Carlos observa que em sua análise essa novidade é positiva, mas também existem riscos. “Um dos pontos a serem considerados não tão positivos sem dúvida é a questão da tratativa dos contratos, conforme prevê as Disposições Finais da Lei. Pois, nas relações contratuais privadas, prevalecerá o princípio da intervenção mínima do Estado, por qualquer de seus poderes”.

Ele explica que com isso pode ocorrer a fragilização para alguns empresários, pois, antes, era possível contestar as cláusulas que se considerasse injustas, mesmo depois do acordo assinado, com a edição da MP prevalecerá o que estiver escrito

Pontos positivos

O consultor da Confirp, entretanto aponta a existência de muito mais pontos positivos, dos quais destaca alguns:

Possibilidade de constituição de sociedade unipessoal – por meio da MP foi possibilitada a criação de sociedade limitada unipessoal, ou seja, anteriormente à edição, para a abertura de uma sociedade limitada, era mandatório ter no mínimo duas pessoas, após sua edição, a sociedade poderá ser unipessoal, ou seja, com apenas um sócio.

Dispensa de alvarás e licenças (não ambientais) – Essa medida, beneficiará aquelas empresas que possuem atividades de baixo risco, como por exemplo pequenos comércios, já que para estes casos, não se exigirá o alvará de funcionamento e licenças que não abranjam questões ambientais.

Flexibilização do e-Social – Essa medida descontinua o projeto do e-Social, que será substituído por um sistema mais simples, de informações digitais de obrigações previdenciárias e trabalhistas.

Desconsideração da personalidade jurídica

Outro ponto importante, segundo Robson Carlos, é segurança patrimonial de sócios, administradores de empresas. Sendo que, de acordo com a MP será desconsiderada a personalidade jurídica se constatado o abuso nessa confusão patrimonial. “Significa dizer que poderá o juiz, a requerimento da parte interessada, ou mesmo do Ministério Público intervir no processo e desconsiderar a personalidade jurídica para que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens particulares dos sócios e administradores da Pessoa Jurídica”, explica o consultor da Confirp.

Em resumo não haverá a confusão patrimonial de sócios, associados, instituidores ou administradores de uma empresa será separado do patrimônio da empresa em caso de falência ou execução de dívidas. Também se tem a proibição de cobrança de bens de outra empresa do mesmo grupo econômico para saldar dívidas de uma empresa.

“Assim, com a lei, somente em casos de intenção clara de fraude, sócios poderão ter patrimônio pessoal usado para indenizações”, finaliza Robson.

Tags,

Conexão entre indústria e varejo para mais produtividade

Por Ricardo Leite

A tensão que permeia o modelo de negócios adotado tradicionalmente no mercado de indústria e varejo parece não ter solução. De um lado, o varejo deseja trabalhar com lotes menores e maior giro de estoque. De outro, a indústria tem como paradigma atuar sempre com grandes volumes para obter mais produtividade.

Afinal, como equilibrar uma balança onde são colocados objetivos totalmente opostos?

Atualmente, existem modelos de negócios inovadores capazes de propiciar um bom giro de estoque para o varejista e, ao mesmo tempo, excelentes índices de produtividade e lucratividade para o fabricante. A resposta está nas novas tecnologias que se apresentam como uma saída para dilemas tão convencionais.

Hoje, determinados algoritmos possuem inteligência suficiente para calcular reposições rápidas, baseada no consumo e na shelf life dos produtos. Desta forma, eles conseguem garantir o giro de estoque do varejo, respondendo de maneira ágil à realidade sem atrelar-se tanto à previsão de vendas e evitando, assim, colocar certezas onde elas não existem.

Aliás, foi a própria tecnologia que trouxe tantas transformações ao mercado varejista. Hoje, as prateleiras contam com produtos cada vez mais customizados, o que propicia vendas muito mais rápidas. Mas, em contrapartida, o índice de obsolescência ficou mais veloz do ele era décadas atrás – fato que dificultou o trabalho de reposição baseado em previsão de vendas.

É muito mais vantajoso ter uma cadeia que responda rápido à realidade em vez de prever o que vai acontecer na próxima coleção. Costumo dizer que é o mesmo princípio das startups: faz-se um protótipo rápido, verifica-se como ele responde ao mercado e direciona seus recursos e capacidades para atender os produtos fast movers.

A questão central é entender que não há necessidade de ter um alto volume de estoque para garantir bons volumes de venda, mas sim ter o estoque certo, reposto de acordo com a demanda dos consumidores. É repor rapidamente o que realmente está vendendo, e não querer forçar o consumo do cliente em decorrência de um estoque.

Parece difícil, mas é possível sim ter um modelo de negócios inovador, onde varejo e indústria não precisem ceder tanto para o outro ganhar. Não é uma questão de quem tem maior poder de barganha, mas sim de colocar inteligência adequada no processo, estabelecendo mais integração em toda a cadeia e fazendo com que todos obtenham maior rentabilidade e saiam satisfeitos com os resultados.

As empresas visionárias já entenderam que o mercado não funciona mais assim e que o pulo do gato é apostar e responder rápido à realidade. Muito mais simples e efetivo do que apenas se basear em tentar prever o futuro.

A cooperação entre varejo e indústria é benéfica para os dois lados. E isso diz respeito às questões operacionais, de inovação e da criação de novas experiências para os shoppers, mas também sobre a questão da lucratividade. Minha crença é que não se trata de um jogo no qual alguns saem vencedores, mas sim de uma parceria onde todos podem caminhar lado a lado para gerar os melhores resultados.

Ricardo Leite, consultor associado à Goldratt Consulting