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Como se tornar um líder 4.0?

MERCADO ELETRONICO – KLYVIAN FLORES – FOTOS: JULIO VILELA

Por Klyvian Flores

A expressão “líder 4.0” ou “liderança 4.0” ainda é pouco difundida entre as empresas, mas nesse cenário da “Quarta Revolução Industrial”, em que inovações como computação em nuvem e internet das coisas já são parte do dia a dia das corporações, é imprescindível que os líderes estejam atualizados e saibam extrair o melhor de seus times. Afinal, só desta forma é possível que a tecnologia auxilie a impulsionar os negócios.

Mais do que nunca, a reciclagem dos profissionais não pode ser negligenciada, já que estamos no “olho do furacão” dessa nova revolução industrial. Buscar conhecimento e entender esse novo momento é um diferencial e, a propósito, é o primeiro passo para se tornar um líder do futuro.

É bem verdade que a transformação digital em uma empresa precisa acontecer de maneira gradativa, mas é necessário que os líderes entendam a necessidade da digitalização para se manterem competitivos no mercado. E, após adquirirem esta consciência, é preciso trabalhar para que todos os colaboradores também entendam a importância dessa mudança. Mudar o mindset é sempre complicado, mas tenho algumas dicas que podem ajudar nesse processo para se tornar um líder 4.0.

Múltiplas habilidades

O líder 4.0 precisa de múltiplas habilidades, que vão muito além de questões técnicas. É necessário desenvolver competências para trazer sinergia entre os principais pilares da empresa: pessoas, processos e tecnologias.

Ele também precisa estar atento às novidades e saber orientar seus colaboradores, estimulando a criatividade, o trabalho em equipe e saber extrair o melhor de cada um.

A transformação digital na relação entre líderes e colaboradores

A digitalização trouxe impactos positivos e negativos dentro das relações nas empresas. Entretanto, a maneira como o líder enxerga as mudanças pode fazer toda a diferença no futuro da organização. Caso ele compreenda a importância de vivenciar estas transformações e aceitar as inovações de forma aberta, promovendo atividades para contagiar o time, a experiência e aceitação dessa nova cultura acontecerá de maneira natural.

Mas se o líder entender a revolução digital como uma ameaça, ele acaba boicotando as ideias e iniciativas de digitalização, atitude que pode ter uma influência negativa na equipe. Muitas pessoas não se veem preparadas para lidar com as novidades, principalmente por acharem que a tecnologia vai suprir a necessidade humana, o que não é verdade. A inovação está presente para ajudar, automatizar alguns processos demorados e fazer com que o profissional tenha tempo para atividades menos operacionais e mais estratégicas. Ou seja, as mudanças chegam para transformar bons profissionais em cases de sucesso.

Tecnologias x pessoas

Embora em passos bem mais lentos em comparação aos países desenvolvidos, as tecnologias e a indústria 4.0 também já são realidade no Brasil. A revolução que realmente precisa acontecer agora para o país atingir outro patamar é a mudança no mindset dos profissionais. E é aí que entra o foco do líder 4.0. Ele deve preparar seus colaboradores, a fim de fazê-los aceitar os novos processos suportados pelas tecnologias. Instruí-los da maneira correta, estimulando o desenvolvimento para tirar o melhor de cada um e com o objetivo de cooperar com o avanço da empresa.

De nada adianta ter acesso às tecnologias, se elas não são utilizadas da maneira correta pelos colaboradores. A verdade é que as pessoas movimentam as empresas e, sim, os profissionais precisam estar aptos a utilizá-las para aprimorar a rotina de trabalho. E você, está preparado para se tornar um líder 4.0?

Klyvian Flores, Gerente de Marketing no Mercado Eletrônico

Mudar é preciso: a nova dinâmica das marcas na Era da Transformação Digital

Por Sandra Maura, CEO da TOPMIND

Além de co-fundador da Apple e criador do iPhone, Steve Jobs sempre foi conhecido por suas lições e histórias de empreendedorismo. Em uma delas, ele perguntou a um executivo, durante uma entrevista de emprego, “se ele queria continuar a vida inteira vendendo água com açúcar ou queria mudar o mundo”. O que ele provavelmente quisesse dizer é que mudar não seria mais uma questão de escolha.

A tecnologia evidentemente tem um papel central nesse cenário. Conceitos como Computação em Nuvem, Automação e Internet cada vez mais móvel e acessível, entre outros, tornaram os negócios muito mais ágeis e escaláveis. Não por acaso, estudos indicam que a aplicação de recursos inteligentes à Indústria 4.0 pode gerar ganhos de mais de R$ 70 bilhões às empresas do Brasil, sem falar do enorme potencial aberto às companhias de varejo e de prestação de serviços que estão em plena modernização de suas estruturas.

No entanto, a transformação digital não tem imposto apenas uma necessidade de mudança tecnológica. As empresas estão tendo de mudar de forma mais abrangente. Estamos falando, nesse caso, de uma alteração profunda no ritmo dos negócios, revolucionando os modelos de atuação, planejamentos e, principalmente, as formas como as marcas interagem com as pessoas.

Estudos realizados pela MIT Sloan School of Management, uma das faculdades de negócios do Massachusetts Institute of Technology (Estados Unidos), indicam que a transformação da maior parte das empresas que alcançaram o sucesso na Era Digital não foi baseada na parte técnica apenas, mas sim na estratégia e no modo como essas empresas veem o futuro. O levantamento aponta que aproximadamente 80% das companhias digitalmente maduras demonstram ter uma estratégia digital clara e coerente.

Planejar e estar pronto para mudar é essencial. No entanto, também é verdade que a constante busca por novidades tem colocado as empresas diante de uma dinâmica extremamente desafiadora, principalmente no que tange a satisfação de seus clientes.

Vale frisar, que a transformação é uma demanda irreversível do nosso tempo, e que quando vista com atenção, tem tudo para ajudar as companhias a atingirem novos patamares, ampliando o sucesso em suas propostas de valor. Será, por exemplo, que poderíamos gerar Unicórnios (empresas que valem mais de R$ 1 bilhão) seguindo uma receita tradicional? Talvez não.

O desafio está em saber como criar marcas preparadas para lidar com as mudanças que virão. Nesse cenário, não há dúvidas de que engajar pessoas, discutir ideias, manter a colaboração, agir de forma resiliente, adotar tecnologia de última geração e ter um propósito, é a melhor combinação para uma empresa se diferenciar na era digital.

Em uma recente pesquisa do Gartner, por exemplo, executivos admitiram que uma das principais questões para o futuro das organizações é que o uso de informações digitais será mais complexa, assim o investimento em segurança e privacidade de dados deve aumentar. Mais de 80% dos entrevistados neste estudo destacaram que as iniciativas de Big Data e Analytics eram prioridades para suas operações. Isso quer dizer, basicamente, que apesar dos riscos e desafios, especialistas acreditam nos ganhos da inovação digital.

Existem muitas oportunidades que as companhias devem pesquisar. A transformação é algo inevitável, exige maturidade e foco para encontrar o melhor caminho. Afinal de contas, como também disse Jobs, é importante sermos os inventores do amanhã. É hora de avançar e transforma

Mackenzie recebe seminário sobre inovações tecnológicas no agronegócio em São Paulo

Os produtores de agronegócios têm inúmeras dúvidas no seu campo de trabalho, sobretudo, àquelas relacionadas às tecnologias disponíveis e como usá-las a fim de gerar dados em prol do setor. Por isso, a Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), em parceria com o Fórum Brasileiro de IoT, por meio da Faculdade de Computação e Informática (FCI), recebe o Fórum Brasileiro de IoT, cujo tema é o IoT (Internet of Things) no Agronegócio. O evento, que acontecerá em 8 de agosto de 2019 no Mackenzie, campus Higienópolis – São Paulo, entre 09h e 16h30, no Auditório João Calvino, irá debater os modelos de negócios, cases, financiamento e inovações tecnológicas disponíveis aos produtores rurais.

As tecnologias, se bem aproveitadas pelo agronegócio, podem trazer inúmeros benefícios e, por consequência, aumentar a produção. “Além de dados acerca das condições meteorológicas e ambientais – com medidores de irradiação de raios ultravioleta -, dentre outras soluções, é possível listar gestão de insumo, de semente, saber quais e quantas peças de maquinários estão disponíveis para eventuais trocas, quantidade de defensivo, dentre outras informações que podem ajudar na melhor decisão de quando é melhor plantar”, comenta Vivaldo José Breternitz, professor de Computação e Informática da UPM.

A estrutura do Seminário tem os seguintes blocos temáticos:

POLÍTICAS PÚBLICAS

– Apresentações sobre ações do Governo nesse campo;
– MCTIC (Guilherme de Paula Correa) será um dos palestrantes;

TECNOLOGIAS

– Palestras sobre pontos da tecnologia relevantes para o uso da Internet das Coisas no Agronegócio;
– CIAg (Reinaldo de Bernardi)
– Utilização de espectrofotometria na agricultura: resultados experimentais
– CPqD (Fabrício Figueiredo)
– Transformação Digital no Agronegócio: Desafios e Soluções
– SCICROP (José Damico)
Mais do que sensores: O papel da integração de dados no Agro para real captura de valor do IoT

EXPERIÊNCIAS

– Relatos de casos de aplicação de Internet das Coisas nas atividades do Agronegócio;
– Case de um pecuarista que também criou a startup Rocatech (Rodrigo Mariano Leão Parreira)
– Projeto Estral – IoT no Campo – colocando em prática
– Outras experiências: IPT (Giuliana e Eduardo);

OPORTUNIDADES de APOIO e FINANCIAMENTO

– Apresentação de linhas de financiamento específicas para o agronegócio, preferivelmente para aquisição / desenvolvimento / inovação no agronegócio;
– Apresentações de startups/fintechs e instituições financeiras: AGRINT (Fábio Curto) e FAPESP (Sérgio Queiroz).

Fórum Brasileiro de IoT

Data: 08/08

Hora: Entre 09h00 e 16h30

Local: Universidade Presbiteriana Mackenzie

Rua da Consolação, 930, Consolação, São Paulo, no Auditório João Calvino

Inscrição: Para saber os valores, o interessado deve acessar o seguinte site: www.iotbrasil.org.br

Friozem Logística inagura novo Centro de Distribuição com investimentos de R$ 60 milhões

Credito:Priscilla Fiedler

Com a economia caminhando a passos lentos, as empresas estão cautelosas quanto aos novos investimentos. No entanto, sem isso é impossível estar preparado para a retomada do mercado. A Friozem Logística, empresa especializada em transporte, distribuição e armazenagem de produtos alimentícios sob temperatura controlada, está alinhada a essa visão. Dando continuidade aos seus planos de crescimento para 2019, inaugurou um novo centro de distribuição na cidade de Duque de Caxias (RJ), totalizando 10 CD’s espalhados em várias capitais ao redor do Brasil.

Segundo Fábio Fonseca Filho, diretor-presidente da Friozem, a escolha do Rio de Janeiro foi estratégica. “Nossa intenção foi criar um novo centro de distribuição para atender as demandas da região, além do mercado externo e interno”. A empresa tem forte presença nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste do país.

O novo CD ocupa uma área total de 40 mil m², sendo 20 mil m² de área construída, com capacidade total de 161 mil m³ e 30 mil posições-paletes. De acordo com Fábio, a expectativa é manter uma movimentação mensal de 30 mil toneladas de produtos alimentícios armazenados em uma das nove câmaras frias, que podem conservar os alimentos refrigerados, climatizados ou congelados.

Um dos grandes diferenciais do centro de distribuição da Friozem no Rio de Janeiro é a tecnologia. A operação de resfriamento e manutenção da temperatura dos alimentos é 100% automatizada. A intenção, de acordo com o diretor, é obter maior eficiência e redução do consumo de energia elétrica – considerado o segundo maior custo da empresa, ficando atrás somente da mão de obra – na ordem de 20%.

As mercadorias são controladas por RFID, sistema de radiofrequência, e sua movimentação é controlada pelo sistema WMS, que possibilita obter maior velocidade na separação e acuracidade nos estoques. Outro ponto alto do novo CD é o oferecimento de serviços terceirizados para os clientes da Friozem, disponibilizando espaço para armazenagem, além da entrega dos produtos. “A intenção é cuidar da área logística, que não é o core dos nossos clientes”.

De acordo com Fábio, foram investidos cerca de R$ 60 milhões no novo CD da Friozem e a expectativa é a geração de 150 novos empregos diretos e 200 indiretos. E o novo CD deve incrementar a estimativa de crescimento da empresa para 2019, de 15%.

Maior evento de startups receberá grandes nomes do ecossistema

 

 

A fim de levar informação relevante para o público interessado em startups e no ecossistema, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), entidade que representa o setor, confirma a participação de grandes nomes do setor na 6ª edição da Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo (Case 2019), maior evento latino-americano voltado para startups, que será realizado em 28 e 29 de novembro deste ano, no Transamérica Expo, em São Paulo.

Entre os empreendedores que colocam a mão na massa de verdade e tem as dicas de ouro para compartilhar nos palcos do evento está o fundador e CEO da Resultados Digitais e criador da RD Station, principal plataforma de automação de marketing e uma das empresas que mais crescem no Brasil, Eric Santos.

Contando um pouco da sua trajetória, Rony Meisler, fundador e CEO da marca de roupas carioca Reserva, ministrará uma palestra onde dará insights de como conseguiu conquistar um faturamento de R$ 338 milhões, em 2017, com sua startup de moda.

Outra empresa de grande destaque no cenário das startups, a WeWork levará o Diretor de Operações, Lucas Mendes, para a compartilhar um pouco sobre a “economia WeWork”, cuja estimativa é de contribuir diretamente com 988 milhões de reais e indiretamente com 213 milhões de reais ao PIB de São Paulo, totalizando 1,2 bilhão de reais.

O CEO da startup do setor bancário e financeiro Creditas, Sergio Furio, também marcará presença nos palcos do Case 2019. Para ele, em 10 anos, provavelmente não haverá mais distinção entre bancos e fintechs. “Os bancos necessitam incorporar características de fintech, e elas, por sua vez, devem se aproximar dos bancos em algumas dimensões. E neste contexto ocorrerão todos os tipos de competição e colaboração”.

Em um espaço maior, a edição deste ano do principal evento do cenário de inovação do Brasil e América Latina espera cerca de 10 mil participantes, que poderão encontrar quatro arenas de conteúdo voltadas para os principais áreas dentro de uma startup: hacker (desenvolvedores e tecnologia), hipster (design, UX e produto), hustler (vendas e customer success) e hyper (marketing e Growth Hacking).

CASE 2019
Data: 28 e 29 de novembro de 2019, das 10h às 20h
Local: Transamérica Expo Center
Endereço: Av Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro – São Paulo (SP)
Informações e ingressos: case.abstartups.com.br

Ministério da Economia zera Imposto de Importação de bens de capital e de informática e telecomunicações sem produção nacional

A Secretaria de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais (Secint) do Ministério da Economia (ME) aprovou nesta sexta-feira (2/8) 281 ex-tarifários para máquinas e equipamentos sem produção no Brasil. A medida zera, temporariamente, as alíquotas do Imposto de Importação de 261 bens de capital (BK, conforme nomenclatura da Tarifa Externa Comum do Mercosul) e 20 bens de informática e telecomunicações (BIT).

A redução consta em duas portarias da Secint publicadas hoje no Diário Oficial da União (DOU). A Portaria nº 510 diminui de 14% para zero a alíquota de 261 BK, incluindo 240 novos e 21 renovações. Já a Portaria nº 511 define 20 novos ex-tarifários para BIT, que terão a alíquota reduzida de 16% para zero.

Segundo a Subsecretaria de Estratégia Comercial da Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) da Secint, somente em 2019 já foram concedidos um total de 1.189 ex-tarifários para BK e BIT. O objetivo é promover a atração de investimentos para o Brasil, desonerando os aportes direcionados a empreendimentos produtivos.

A Secretaria de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação (SDIC) do Ministério da Economia realizou os trâmites e as análises das duas portarias de acordo com a Resolução Camex nº 66/2014. Ainda não foram utilizados os novos procedimentos e critérios introduzidos pela Portaria nº 309/2019 do Ministério da Economia, que expandem a possibilidade de concessões de ex-tarifários, porque eles dependem de regulamentação da SDIC.

 

Fonte: Ministério da Economia

Como a tecnologia ajuda a tornar os processos gerenciais mais ágeis?

Por Marcelo Furtado, fundador e CEO da Convenia

Todos os anos surgem novidades na área de tecnologia. Com a promessa de agilizar as rotinas de uma empresa, elas ganham cada vez mais adeptos no meio corporativo. É essencial que as empresas se adaptem às mudanças na forma de condução de seus processos gerenciais, pois só assim é possível garantir que se mantenham competitivas no mercado.

Os novos softwares e sistemas de gestão trazem benefícios às empresas em diversas áreas de sua atuação. Neste artigo, irá conhecer quais são eles. Também recomendações sobre como incorporar a tecnologia aos processos gerenciais, de forma a alcançar os objetivos da empresa e contribuir para seu crescimento.

O que são processos gerenciais?

Processos gerenciais são aqueles relacionados ao planejamento, coordenação e monitoramento do negócio. Fazem parte da gestão da empresa e permeiam todos os seus demais processos, por isso, influenciam diretamente no alcance dos objetivos da organização.

Devido à sua função primordial na condução de uma empresa, é importante estar atento à necessidade de incorporar a melhoria contínua aos processos gerenciais. Esses refletem no desenvolvimento de todas as áreas de uma instituição, por isso, sua otimização trará impactos positivos ao desenvolvimento do negócio.

Um Sistema de Informação Gerencial (SIG) é uma ferramenta importante para reunir todos os dados que dizem respeito ao negócio em seus diversos aspectos. Com a união das informações em um só lugar, pode-se ter o panorama completo da situação da empresa, incluindo novas demandas de investimentos, custos a serem reduzidos, dados a respeito dos clientes e de funcionários.

Assim, os SIGs contribuem fortemente para a tomada de decisão pelos gestores. De posse de todas as informações sujeitas a impactarem o negócio, o planejamento pode ser feito com maior precisão, o que refletirá positivamente na execução das ações e na qualidade dos serviços oferecidos pela empresa.

Como a tecnologia pode trazer agilidade aos processos gerenciais?

Com o uso da tecnologia, os processos relativos ao funcionamento do negócio ganham mais fluidez, o que traz diversos benefícios. Abaixo veja alguns deles.

Automatização de processos

Com o uso de softwares, várias tarefas rotineiras de uma empresa podem ser automatizadas, por exemplo: controle de horas trabalhadas, cálculos relacionados ao pagamento de funcionários e comunicação.

Assim, reduz-se os esforços em atividades operacionais. Com isso, maior tempo é disponibilizado para atuar em funções estratégicas para a empresa. Os colaboradores podem ter maior liberdade para propor novas formas de trabalho, o que abre espaço para a criatividade.

Redução de custos

O uso da tecnologia reduz as chances de erro na execução dos processos gerenciais. Logo, uma maior produtividade pode ser alcançada. Os sistemas de gerenciamento de planilhas permitem um melhor controle de gastos, pois dão uma visão ampla dos recursos financeiros utilizados nas etapas de um projeto.

Aumento dos lucros

Com a redução de custos, pode-se esperar uma maior lucratividade das operações da empresa. Além disso, com a implementação de melhorias nos processos gerenciais, agrega-se maior valor aos serviços prestados pela organização. Isso melhora a imagem dos clientes perante a empresa, trazendo mais oportunidades de negócio.

Eliminação de gargalos

O uso de softwares para gestão de processos permite identificar aspectos que não estão trazendo resultados positivos ao negócio. Por meio de uma interface amigável, eles trazem uma visão global dos processos internos e oferecem insights para melhorá-los.

Segurança para tomada de decisão

Sistemas de gestão eficientes permitem o monitoramento contínuo dos aspectos gerenciais e operacionais de uma empresa. Dessa forma, um gestor pode ter uma visão ampla de todos os fatores que afetam o desenvolvimento do negócio e, então, tomar decisões com maior chance de acerto.

Aumento da qualidade dos processos

As melhorias tecnológicas permitem a rápida identificação de erros, que podem então ser corrigidos imediatamente. Os resultados são gerados mais rapidamente, tornando as rotinas empresariais mais ágeis.

Assim, pode-se ter uma melhoria contínua nos processos, de forma a alcançar a excelência nos campos operacional e gerencial.

Aumento da eficiência da comunicação

Outro aspecto beneficiado pela implementação da tecnologia é a comunicação, tanto interna quanto externa à empresa. Como exemplo, podemos destacar a disponibilização de informações na nuvem, além de aplicativos de envio de informações aos funcionários.

Com uma transmissão de informação com maior clareza e rapidez, a atuação dos colaboradores torna-se mais eficiente e alinhada aos objetivos do negócio.

Como implementar mudanças tecnológicas nos processos gerenciais?

Primeiramente, é importante estar atualizado em relação às novidades tecnológicas que surgem periodicamente. O quanto antes as mudanças forem implementadas na empresa, mais rápido os benefícios virão e ela ganhará vantagem competitiva.

Outro ponto importante é oferecer suporte aos colaboradores durante a implementação da tecnologia. Toda mudança leva tempo, logo, é normal que um período de adaptação seja necessário. Nesse processo, o gestor deve estar próximo dos funcionários, de forma a dar o máximo apoio durante a transição. Pode ser necessário até mesmo criar uma equipe específica para auxiliar nas mudanças.

Lembre-se que apenas implantar um novo software não é garantia de que todos os gargalos da empresa serão resolvidos. Para isso, é necessária uma mudança na cultura organizacional. Os colaboradores precisam encarar os problemas com uma nova perspectiva, de forma a tornar as atividades mais ágeis e aumentar a qualidade das operações.

Portanto, as novas modalidades de softwares e sistemas de gestão fornecem maior eficiência na execução dos processos gerenciais. Dessa forma, a organização da empresa é otimizada e diversos benefícios são trazidos à organização como um todo. Geração de resultados com maior rapidez, redução de custos e de esforços operacionais, bem como o aumento da qualidade dos processos podem ser alcançados.

Com isso, agrega-se maior valor aos serviços de um negócio, o que atrai novos clientes e melhora a imagem da empresa. Não fique para trás na evolução tecnológica! Comece já a usufruir das vantagens de novos softwares e modelos de gestão para sua empresa.

Maioria dos jovens brasileiros gostaria de efetuar pagamentos instantâneos, indica Mastercard

Com o objetivo de entender o comportamento dos consumidores jovens em relação ao dinheiro, a Vocalink, uma empresa Mastercard, elaborou um estudo sobre as atitudes e comportamentos dos jovens entre 18 e 35 anos na América Latina (Peru, Brasil, Chile, Argentina e Colômbia), e mapeou especialmente sua relação com a tecnologia e o dinheiro.

A pesquisa revelou que os jovens brasileiros estão entusiasticamente adotando novas tecnologias, impulsionando os avanços nos pagamentos e criando uma demanda por maior disponibilidade e confiabilidade. Metade dos entrevistados afirmou aceitar todos os tipos de novas tecnologias, enquanto 37% disseram que gostam de ser vistos usando as tecnologias mais modernas. Quase dois terços (63%) disseram que as novas tecnologias facilitam a vida – a maior proporção em todos os mercados pesquisados.

No Brasil, 23% dos jovens indicaram que “não conseguiriam viver sem” seus dispositivos móveis. Mais de 70% dos jovens brasileiros gostariam de poder efetuar pagamentos instantâneos independentemente do provedor de serviços financeiros dos destinatários, 66% usariam um serviço que permitiria que fizessem pagamentos P2P instantâneos via smartphone usando o número de telefone do destinatário. Facilidade e conveniência foram apontadas como os principais benefícios percebidos dessas tecnologias. Os dados reforçam a percepção de que o Brasil é terreno fértil para a evolução dos pagamentos instantâneos, pauta que está em discussão no Banco Central.

Apesar de famintos por novidades, os jovens brasileiros querem garantias de que as transações que fazem sejam seguras. Entre os respondentes, 24% não experimentariam um novo método de pagamento pela preocupação com a segurança, enquanto dois terços indicaram que prefeririam usar a verificação pela impressão digital em vez de assinatura ou PIN para pagar ou sacar dinheiro e 56% prefeririam utilizar verificação pela retina. Outras tecnologias de autenticação, como reconhecimento facial e reconhecimento de voz, também são consideradas preferíveis à assinatura convencional ou o PIN. Curiosamente, 9% dos jovens brasileiros consideram os chips subcutâneos – atualmente não disponíveis – como o método mais seguro de autenticação. Embora não seja uma porcentagem expressiva, é mais do que o dobro do segundo valor mais alto de toda a pesquisa, reforçando ainda mais o apetite dos jovens brasileiros por soluções inovadoras de autenticação.

Com relação à gestão do dinheiro, os jovens brasileiros são mais cautelosos do que muitos de seus pares latino-americanos, sendo que somente 14% dizem que gastam dinheiro sem pensar. Eles querem saber onde está seu dinheiro, quanto possuem, e ter certeza de que qualquer gasto seja debitado imediatamente, para que o saldo exibido seja sempre preciso. 26% deles checam suas contas diariamente e 44% se consideram “muito bons” em administrar seu dinheiro.

Para Sarah Buchwitz, Vice-Presidente de Comunicação e Marketing da Mastercard Brasil e Cone Sul, os resultados revelam que o Brasil, e o restante da América Latina, é ser terreno fértil para a evolução dos pagamentos com dispositivos móveis. “Como empresa de tecnologia na indústria de meios de pagamento, trabalhamos para que a evolução do mercado seja rápida, equilibrada, com inovação e ampla concorrência. Pesquisas como essa nos fornecem insights valiosos para o desenvolvimento de soluções que tenham às necessidades do consumidor no centro de nossa estratégia”, finaliza a executiva.

ASG Technologies anuncia Eduardo Freitas como novo Gerente de Canais para LATAM

A ASG Technologies Group Inc, empresa líder no fornecimento de soluções de Gerenciamento de Informações e Sistemas de TI, anuncia a contratação de Eduardo Freitas como novo Gerente de Canais para a América Latina. O executivo assume o cargo com o objetivo de reforçar o programa de canais da companhia, fortalecendo as iniciativas de captação e capacitação de parceiros habilitados à comercialização de todo o portfólio da ASG.

“A ASG fortaleceu a sua atuação e vem crescendo rapidamente no mercado latino-americano. Nosso programa de canais é um exemplo desse trabalho, que tem trazido as melhores práticas de gestão e suporte para a região. A contratação de Eduardo Freitas, profissional com grande expertise, sólida vivência e relacionamento com consultorias, revendedores e integradores de sistemas é mais um novo passo nessa jornada de crescimento. Nosso objetivo, agora, é consolidar e intensificar a participação da ASG na América Latina”, afirma Paulo Padrão, General Manager da ASG Technologies.

Formado em Administração de Empresas com ênfase em Sistemas de Informação, Freitas soma mais de 25 anos de experiência em gestão e desenvolvimento de canais. Em sua carreira, o executivo conta com passagens por empresas como Xerox, Unibanco, Lexmark, Hewlett-Packard Enterprise, Infor e Serviceaide.

Neste novo passo em sua trajetória, o gerente atuará na geração e fortalecimento das parcerias estratégicas na região, fomentando o trabalho de expansão da empresa no Brasil e em países como Argentina, Chile, Peru, Colômbia e México. “Meu primeiro objetivo é dar continuidade ao trabalho de expansão e consolidação do portfólio da ASG no Brasil e nos demais países da América Latina. Para isso, queremos intensificar cada vez mais a relação de nossa empresa com os revendedores e integradores”, afirma.

De acordo com o executivo, um de seus objetivos será o de ampliar as ações para capacitar os canais a alcançarem com qualidade o máximo retorno nas vendas das soluções ASG. “Queremos preparar nossos parceiros, com treinamento, suporte, informações técnicas e comerciais, para que tenham autonomia e confiança para trabalharem com as ofertas de nossa companhia”, explica.

O executivo acrescenta que a meta, com isso, é garantir parceiros fortes, que ampliem cada vez mais a presença da ASG no Brasil e nos países estratégicos da região. “Vamos trabalhar para aumentar nossa capilaridade, sempre em busca de canais que possam nos ajudar a satisfazer melhor as necessidades dos clientes, colocando em prática os diferenciais do portfólio oferecido”, afirma. Para isso, a companhia implementará novas ações de suporte e acompanhamento aos parceiros, ampliando o contato entre a empresa e a rede de revendas.

Freitas destaca, ainda, que a companhia seguirá seu trabalho de formação de novas parcerias estratégias. “Estamos mapeando continuamente o mercado para identificar as necessidades locais e canais já estruturados que poderão nos ajudar a consolidar a expansão de nossa cobertura e o atendimento aos clientes”, diz. A proposta é que a companhia registre parceiros estratégicos por região, dando preferência aos integradores e especialistas com maior sinergia à linha de soluções da ASG.

Com um extenso portfólio à disposição dos canais, a ASG possui soluções para Systems Management, que incluem as opções Mainframe consagradas para gerenciamento de performance (TMON). Além disso, também terão acesso a um portfólio na plataforma distribuída composto por soluções onde a ASG tem focado investimentos nas áreas de Data Intelligence e Enterprise Content Management e também para a solução de Job Scheduling/Workload Automation.

Para mais informações sobre o programa, entre em contato conosco pelo e-mail asg.latam@asg.com.

User Experience x Customer Experience: qual utilizar?

Por Marco Antônio, cofundador do Garage Criativa

É comum que os conceitos de Experiência do Usuário e Experiência do Cliente se confundam. A questão é: se clientes são também usuários e vice-versa, não estamos lidando com a mesma coisa?

Mais ou menos. Cada um trata de um aspecto especial, mas ambos os conceitos devem andar juntos.

User Experience

Também conhecido como UX, User Experience ou ainda Experiência do Usuário, o conceito trata da maneira com que os clientes interagem com um produto, website, canal ou aplicativo específico. Em sua essência, o UX diz que a experiência do usuário dependerá do quão fácil for navegar ou usar um site, produto, serviço ou tecnologia.

Resumidamente, a boa experiência do usuário permite que seus clientes encontrem informações com rapidez e facilidade.

O UX analisa questões como:

Design de interação;
Usabilidade;
Design visual;
Arquitetura de informação;
Conteúdo;
Pesquisas.
Portanto, mesmo que um site tenha um bom design, se seus usuários não encontrarem o que procuram ou se sentirem perdidos, eles não voltarão. Como essa decisão é tomada em segundos, o User Experience torna-se essencial (e até vital) para as empresas.

Customer Experience

Também conhecido por CX, Customer Experience ou Experiência do Cliente, o termo diz respeito à experiência geral do cliente com uma empresa. Trata-se de como os consumidores percebem as interações multicanal – tanto online quanto off-line – com a organização como um todo.

Na essência, o objetivo do CX é aumentar a satisfação e a lealdade do cliente. Oferecer uma ótima experiência não apenas diferencia a marca, como ajuda a aumentar a receita e vendas e a obter vantagem competitiva.

Customer Experience lida com questões como:

Atendimento ao cliente;
Publicidade;
Reputação da marca;
Vendas;
Preços;
Entrega de produto.

Principais diferenças entre User Experience e Customer Experience

O Customer Experience analisa a interação com o cliente desde seu primeiro ponto de contato e durante toda a sua jornada, considerando todos os canais da marca. Já o User Experience é mais específico e foca em um canal, seja site, aplicativo, e-mail, chatbot etc.

Tradicionalmente, UX costuma referir-se a produtos digitais. Já o CX é usado mais em setores relacionados a serviços. Além disso, a Experiência do Usuário concentra-se mais na usabilidade. A Experiência do Cliente, por outro lado, busca melhorar o atendimento ao consumidor como um todo para criar uma marca mais forte. Sendo assim, a Experiência do Cliente trata de um conceito mais amplo.

UX ou CX: qual utilizar?

Embora existam diferenças entre User Experience e Customer Experience, ambos precisam trabalhar em conjunto. Ao pensar exclusivamente na experiência do cliente, a experiência do usuário a complementa, uma vez que o cliente também interage com o site ou aplicativo da marca. Aliás, a experiência do usuário é a base de uma boa experiência do cliente.

Imagine que o consumidor acessa uma loja virtual para comprar algum produto. O site é amigável e fácil de usar. Em questão de segundos ele encontra as opções disponíveis e faz a compra. Nesse caso, houve uma boa experiência do usuário.

Agora, digamos que seu produto tenha sido entregue no tempo previsto, mas veio com defeito. Ele acessa o site, encontra rapidamente as informações que precisa para proceder com a reclamação (mais uma vez, a UX mostrou-se boa), liga para a empresa e eles pedem para retornar dois dias depois. Ele liga novamente e, mais uma vez, precisa aguardar alguns dias. Nessa situação, a sua Experiência do Cliente foi negativa.

Conseguiu entender como cada conceito se complementa? Empresas que utilizam UX e CX de maneira integrada adotam uma abordagem completa, centrada no cliente em todos os pontos de contato, ao invés de priorizarem apenas um tipo de interação.

No final do dia, quando as experiências do usuário e do cliente se complementam, o seu consumidor é premiado com uma ótima experiência em qualquer interação que venha a ter com seu produto ou serviço.

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WEX apresenta novo diretor geral para a América Latina

A WEX (NYSE: WEX), líder em serviços de tecnologia financeira, nomeia hoje Marcelo Geraldi Velloso como seu novo líder Latam. Com experiência no setor de fintech, o executivo assume o cargo de diretor geral da empresa na América Latina, atuando no escritório da WEX em São Paulo.

“Marcelo tem 25 anos de experiência em liderança em serviços bancários, financeiros e comércio eletrônico em vários países da América Latina”, disse Nicola Morris, diretora de desenvolvimento corporativo da WEX. “Marcelo tem excelente histórico de desenvolvimento e crescimento de empresas; então estamos confiantes de que sua experiência e seu conhecimento vão intensificar os nossos negócios neste mercado dinâmico em constante mudança.”

Em sua nova função, Velloso usará sua expertise para simplificar as operações e expandir as soluções de pagamento da empresa no mercado latino-americano. Velloso ocupou cargos de liderança executiva em vários países da América Latina. Antes de ingressar na WEX, ele atuou como diretor de operações da MadeiraMadeira em Curitiba, Brasil; foi vice-presidente da Atento em São Paulo, Brasil, e também no México; e foi diretor executivo de banco de varejo e gestão de patrimônios do HSBC México.

Durante seus quase 16 anos no HSBC, Velloso foi promovido nas funções em que ocupou e, por fim, gerenciou 11 mil pessoas em mais de mil agências de serviços para consumidores, varejo, gestão de ativos e patrimônios e seguros. Além disso, ele comandou a gestão de produtos do HSBC e a operação de emissão de cartões para consumidores e empresas de pequeno e médio porte, além dos negócios de sistema de cartão para comerciantes. Seu foco no cliente é forte, e já criou várias equipes de alto desempenho ao longo da sua carreira.

“Estou muito feliz por fazer parte da WEX, líder global de serviços de tecnologia financeira, conhecida por suas inovações em sistemas de pagamento”, disse Velloso. “O mercado apresenta grandes oportunidades para empresas que tiveram crescimento e que estão bem posicionadas para aproveitar oportunidades futuras no Brasil e na América Latina. Estou animado para expandir a grande base que eles construíram.”

Além disso, Velloso atuou no conselho da Visa Latin America e no conselho da PROSA, empresa de processamento de pagamentos no México.

Velloso é formado em Economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, no Brasil, e tem pós-graduação em administração geral pela Harvard University Extension School.

Cabify e EDP firmam parceria para instar ponto de recarga de veículos elétricos em SP

A Cabify, único aplicativo de mobilidade urbana no Brasil a compensar 100% de sua emissão de CO2, vem apostando no crescimento da frota de veículos elétricos no Brasil. Buscando ampliar suas iniciativas sustentáveis, a empresa firmou parceria com a EDP, empresa que atua em toda a cadeia de valor do setor elétrico, para a instalação de uma estação de recarga gratuita de carros elétricos na Cabify Home da cidade de São Paulo, espaço físico destinado à assistência e ao descanso dos seus condutores. Além disso, a plataforma vai oferecer taxa zero aos motoristas que começarem a rodar com carro elétrico, ou seja, ficarão com 100% do lucro das corridas. O ponto de recarga da EDP instalado na Cabify Home é aberto a qualquer pessoa que tenha automóvel elétrico e a recarga é gratuita.

Considerado um projeto-piloto, o carregador de plugue modelo T2 vai atender a maioria dos modelos de veículos elétricos do Brasil. O equipamento foi instalado em uma das vagas do espaço e tem potência de 7,4kW, podendo carregar um carro por completo num intervalo de seis a sete horas. Os motoristas também poderão fazer recargas de menor tempo, se preferirem. A instalação do ponto foi concluída no último dia 21 e já está em funcionamento. Para utilizá-la, os motoristas terão que solicitar um cartão de abastecimento pelo site www.edpsmart.com.br.

De acordo com Vanessa Souza, gerente de marketing da Cabify, a medida tem o objetivo de incentivar o uso de tecnologias limpas e ampliar as ações de responsabilidade socioambiental da empresa. “Hoje somos o único aplicativo de mobilidade urbana da América Latina a compensar a emissão de carbono de toda sua operação. Sabemos que o veículo elétrico é uma tendência no mundo e estamos felizes em ser a primeira plataforma a oferecer esse recurso para os motoristas parceiros”, explica Vanessa.

Atualmente, no Brasil, já existem mais de 8.500 veículos híbridos e elétricos em circulação. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a expectativa é que o número de automóveis elétricos no País chegue a 2 milhões em 2030.

Para Nuno Pinto, head de Negócios B2C da EDP, este projeto reflete a crença da Companhia de que a oferta de infraestrutura adequada é fundamental para impulsionar a adoção dos veículos elétricos no Brasil. “Com esta parceria com a Cabify, a EDP mais uma vez se posiciona de forma pioneira, preparando-se para assumir a liderança do mercado de soluções de mobilidade elétrica”, afirma.

Em 2018, a EDP Brasil foi a responsável, ao lado do BMW Group Brazil, pela criação do primeiro corredor de abastecimento de veículos elétricos entre Rio e São Paulo, com um investimento de R$ 1 milhão. Graças à instalação de seis estações de recarga ao longo da rodovia Presidente Dutra, tornou-se possível realizar uma viagem completa em carro elétrico entre as duas cidades mais populosas do Brasil. Em Portugal, a infraestrutura de eletropostos da EDP já permitiu realizar mais de 59 mil abastecimentos de veículos elétricos, totalizando mais de 720 MWh carregados e evitando a emissão de mais de 540 toneladas de CO2.

Localizada na Rua Alves Guimarães 1203, Pinheiros, a Cabify Home de São Paulo é aberta de terça à sexta-feira, entre 09h e 12h e 13h30 e 17h.

Aceleradora Darwin lança programa Seleção Natural para auxiliar o desenvolvimento de startups em várias regiões do Brasil

Com o objetivo principal de desenvolver comunidades de startups, ajudando empresas nascentes fora do eixo RJ-SP-SC, a Darwin Startups, considerada a melhor aceleradora do Brasil em 2018 pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups), lançou o Seleção Natural. A iniciativa, cujo projeto piloto foi feito em 2018 e continua em realização ao longo deste ano, leva workshops com duração de oito horas para cidades de várias regiões brasileiras, com o apoio de parceiros locais. Em junho, 15 startups de vários segmentos de atuação participaram da edição realizada em Manaus (AM), que contou com a parceria do Sebrae Amazonas. Já em julho, foi realizado em Natal (RN), com o apoio do Sebrae do Rio Grande do Norte. Além delas, ainda neste ano estão previstas edições em mais três cidades, localizadas no Pará, Espírito Santo e Paraná.

“A Darwin é amplamente reconhecida pelo protagonismo em alavancar ecossistemas, investindo e desenvolvendo negócios inovadores de alto impacto. O SEBRAE/RN identificou na Seleção Natural da Darwin a oportunidade que faltava para acelerar o desenvolvimento das empresas de base tecnológica do Rio Grande do Norte”, diz Carlos Von Sohstein, gestor do SEBRAE/RN. Mais de 30 profissionais de alto nível foram capacitados no que há de mais atual em gestão e mercado de startups. “O engajamento e a satisfação dos empresários participantes durante o processo é a garantia de que acertamos na fórmula e que teremos grandes resultados no médio prazo”, realça Von Sohstein.

Inspirado na teoria da seleção natural desenvolvida por Charles Darwin — que dá nome à aceleradora — o programa é aberto para qualquer tipo de startup, de qualquer segmento de atuação. Tem duração de quatro semanas, com quatro workshops de oito horas, cada, feitos um por semana com os seguintes temas: Diagnóstico 360º (momento em que os representantes das startups participantes conhecem o perfil de cada uma, seu estado atual e projeção financeira); Customer Development e Market Sizing (conhecimento e aplicação de ferramentas para entender o perfil consumidor de cada startup e definição do mercado de atuação do negócio); Building Great Products e People Development (alinhamento de expectativas, liderança e análise de perfil dos sócios envolvidos) e Fundraising e Pitch (como captar investimentos e preparação e treinamento para a apresentação comercial).

Em setembro de 2018, foi realizado um projeto piloto em Ponta Grossa (PR), com o apoio do Startup PR e Sebrae Paraná, momento em que participaram 10 startups. Entre elas a Pede Logo. Para Bruno Vieira de Lima, CEO da startup Pede Logo, a participação no Seleção Natural foi importante para validação da solução. “O método apresentado foi bem diferente do que estávamos utilizando e se mostrou muito melhor para o nosso caso. Outro ponto de atenção que foi incrível pra nós foi a mentoria de formação de time, momento em que tivemos insights importantes que nos ajudaram a chegar com a formação e cap table que temos hoje”, afirma Bruno.

De acordo com João Marinelli, Analista de Comunidades do Darwin Startups, o Seleção Natural é um programa de capacitação que tem o intuito de entregar conteúdos relevantes para empreendedores, startups e mentores locais e, o mais importante, possibilitar a geração de novas oportunidades dentro daquela comunidade. “Por vezes, pessoas com potencial, mas que estão fora das grandes metrópoles do Brasil, não têm acesso a recursos financeiros ou contatos que poderiam dar o acesso ao mercado que seus negócios precisam e, por isso, eles acabam não indo para frente. O Seleção Natural atua exatamente nessa dor, e entrega uma preparação presencial de quatro semanas com temas que vão ajudar o empreendedor a dar o próximo passo em seu negócio”, detalha João.

SAP NOW apresenta o futuro da economia da experiência

O SAP Forum chama-se agora SAP NOW. A mudança do nome do evento anual reflete o novo momento da companhia mundialmente, que vem transformando seus negócios na oferta de softwares e soluções em nuvem, além de ter um foco cada vez mais amplo na experiência. Nos dias 11 e 12 de setembro, o evento vai reunir no Transamérica Expo Center, em São Paulo, importantes nomes do mercado nacional e internacional para debater tendências e inovações em diversos painéis e palestras, além de receber aproximadamente 10 mil visitantes no congresso e área de exposição.

Fernando Migrone, vice-presidente de Marketing da SAP Brasil, reforça que além dos conteúdos, o evento estará ainda mais dinâmico, com apresentação de showcases interativos, demonstrações virtuais, cases da indústria e demonstrações de soluções da própria SAP e de parceiros de negócios. Outro destaque será a apresentação para o mercado brasileiro dos detalhes da integração da SAP com a Qualtrics e que integram X-data diretamente em aplicações de negócios, como os sistemas CRM, ERP ou HCM (gestão de capital humano), para realizar melhorias e ações contínuas. Este sistema define um novo padrão para o software empresarial.

“O SAP NOW estará focado na estratégia global da empresa em ajudar os clientes a evoluir para a economia da experiência, quando os dados operacionais (O-data) são associados com dados de experiência (X-data) para medir e aprimorar as experiências de clientes, funcionários, produtos e marcas. Desta forma, as empresas podem diminuir o gap entre o que os clientes esperam e o que efetivamente as companhias podem entregar para eles”, explica Migrone. “Também vamos trazer cases da indústria com resultados alcançados por quem já está na liderança na jornada da empresa inteligente”, completa.

Destaques

O evento contará com o keynote de abertura da presidente da SAP Brasil, Cristina Palmaka, que na sequência recebe o CEO da Alpargatas, Roberto Funari, para falar sobre Economia da Experiência e como construir e oferecer ciclos irresistíveis para a jornada dos clientes.

Também para expor um case de sucesso que tem a experiência como diferencial dos negócios, o SAP NOW recebe o VP de operações da Nubank, Dennis Wang.

Presente e o futuro da Economia Digital

Outro convidado é Mauro Calil, fundador da Academia do Dinheiro que falará sobre o papel do CFO como o economista-chefe das empresas e responsável por guiar os movimentos estratégicos em direção ao crescimento dos negócios.

Samy Dana, economista e professor da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas, é o convidado especial para falar sobre “Psiconomia: o que isso mexe com a sua vida?” Nem sempre é fácil combinar resultado econômico, satisfação pessoal e um ambiente de trabalho saudável. Na palestra ele vai abordar como a economia aliada à psicologia possibilita uma maior amplitude de avaliação e ajuda a buscar soluções.

A advogada Patricia Peck abordará o avanço da tecnologia e da criação de novos modelos de negócios, já que as empresas inteligentes enfrentam questionamentos éticos e jurídicos quando decidem adotar Machine Learning, Inteligência Artificial e várias outras tecnologias emergentes. Oportunidade única para entender como ter uma bem-sucedida governança de canais digitais que considera propriedade intelectual, privacidade de dados e o marco civil da Internet.

SAP NOW 2019

Data: 11 e 12 de setembro de 2019

Hora: de 8h às 20h

Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – São Paulo, SP.

Inscrições no site do evento

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OLX anuncia Raúl Rentería como Chief Technology Officer

A OLX apresenta Raúl Rentería como CTO – Chief Technology Officer. O executivo faz parte do quadro da empresa há mais de dois anos, à frente do time de Big Data, e passa a liderar toda a área de tecnologia, com foco em inovação e na melhoria da experiência do usuário.

“Na OLX, tenho construído uma trajetória de aprendizado e muitas conquistas, com uma equipe de profissionais talentosos que produzem tecnologia nacional. Sempre estive motivado pelo propósito da empresa de fomentar a economia colaborativa no país e esse reconhecimento chega em um momento muito positivo para a marca, que se renova e está profundamente dedicada a conectar as pessoas que querem comprar e vender no país”, afirma Rentería.

Raúl Rentería atua há mais de 16 anos no mercado de tecnologia, dirigindo e arquitetando soluções em processamento de larga escala e machine learning. Por mais de nove anos, atuou na Microsoft Brasil dirigindo equipes multidisciplinares e desenhando produtos com foco em busca. O executivo tem doutorado em Ciência da Computação com foco em aprendizado estatístico pela PUC-Rio, onde também é professor.

Para o CEO da OLX, Andries Oudshoorn, a escolha foi natural e justa. “Os últimos anos têm sido de grande crescimento da plataforma, resultado de uma equipe muito dedicada e apaixonada pelo que faz. Estamos muito felizes em anunciar o Raúl Rentería como CTO não somente pela oportunidade de valorizarmos um talento interno, mas também por ele ser uma referência na área de tecnologia e um líder inspirador”.

Andries reforça que Bernardo Carneiro, que liderou a tecnologia na OLX nos últimos três anos e meio, teve um papel fundamental na evolução e modernização da plataforma, no desenvolvimento e na consolidação da OLX no mercado brasileiro.

FGV faz seminário sobre os desafios da logística nos grandes centros urbanos

O Centro de Excelência em Logística e Supply Chain (FGVCelog) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), realizará na quinta-feira (22), a partir das 9h, o 1º Summit “(Des)Construindo a Logística Urbana”, evento que tem como objetivo dar visibilidade e debater ampla e profundamente três tópicos diretamente ligados aos atuais desafios da logística nos grandes centros urbanos do país: uso de tecnologia, novas soluções logísticas e colaboração entre atores (stakeholders).

O evento terá três painéis de debate composto por um convidado internacional e palestrantes de diferentes setores e segmentos, incluindo start-ups, universidades, órgãos públicos e grandes empresas privadas. Este modelo inovador busca ampliar a visão de cada tema abordado, permitindo análises críticas e construtivas dos principais desafios e oportunidades deste momento de crescimento do e-commerce, de consumidores cada vez mais exigentes, de entregas cada vez mais fracionadas e de concorrência cada vez mais acirrada.

A abertura será com Leandro Bassoi, diretor de operações do Mercado Livre. No início, será discutido não apenas os desafios de entregas fracionadas e com prazos agressivos, mas também gargalos – de hoje e do futuro – ligados à infraestrutura nacional e à legislação.

O encerramento ficará a cargo do David Dias, diretor da Accenture, que fecha o dia com uma visão de novas tecnologias e formas de aplicação, que estão mudando as cidades e o mundo dos negócios.

Os palestrantes internacionais serão: Cathelijne Hermans, assessora de transportes na prefeitura de Amsterdam; Darly Bendo, VP do fundo argentino NXTPlabs e Bianca Alves, especialista sênior de transportes do Banco Mundial.

O evento conta com o apoio do Banco Mundial, da Diagma Consultoria em Supply Chain, do Consulado Geral do Reino dos Países Baixos e da Omnitracs. Informações: 11-3799-7946 ou cecilia.azevedo@fgv.br

fgvcelog.fgv.br/eventos/des-construindo-logistica-urbana-transformando-logistica-vida-cidades

1º Summit “(Des)Construindo a Logística Urbana

Data: 22/08/2019

Horário: 9h- 17h

Local: FGV EAESP – Auditório – Rua Itapeva, 432 – Térreo ou Avenida Nove de Julho, 2029 – Térreo

Nexus e o Grupo A tornam-se mantenedores da ABstartups

No Brasil, estima-se que, atualmente, haja entre 10 e 15 mil startups. Destas, quase 13 mil são mapeadas e acompanhadas pela Associação Brasileira de Startups (Abstartups),instituição sem fins lucrativos que representa as startups brasileiras e ajuda a desenvolver o ecossistema e a economia. Apoiando essa missão, Nexus Hub de Inovação do Parque Tecnológico de São José dos Campos e o Grupo A acabam de tornar-se mantenedoras da Associação.

Os mantenedores são empresas que querem estimular e servir de combustível para startups em todo Brasil, apoiando a Abstartups em seus projetos institucionais e têm contato direto com empresas inovadoras em todo território nacional. “Se tornar mantenedor é uma forma de contribuir ativamente com o ecossistema de startups e participar de uma organização que está há 8 anos gerando impacto empreendedor em todo Brasil”, pontua o presidente da Abstartups, Amure Pinho.

Tendo como foco a educação, que move o Grupo A, seja por meio dos livros – que deram origem à empresa há mais de 40 anos -, ou, mais recentemente, do portfólio de soluções edtech para o mercado de ensino superior, o presidente do Grupo A, Celso Kiperman, orgulha-se dessa aproximação ainda mais do ecossistema. “Nossa inspiração está nos desafios e oportunidades que a revolução digital traz para quem tem as missões de ensinar e aprender, e, por isso, apoiarmos e nos aproximarmos das startups, que compartilham dos nossos valores e também buscam construir o futuro da educação faz parte da nossa visão e missão para a educação brasileira e como líder nacional em soluções educacionais.”

Ao se tornar mantenedor da Abstartups, o Nexus, por sua vez, dá um novo passo para se posicionar nacionalmente. “O grande benefício é se conectar ao ecossistema nacional, pois sabemos que a associação é referência. Conseguiremos mostrar os grandes projetos e resultados de nossa comunidade, que é muito forte e bem estabelecida”, diz o head do Nexus, Alexandre Barros, que representa o hub que contempla diferentes etapas, voltadas para diferentes fases e perfis de empreendedorismo, desde o primeiro passo, com o Nexus Labs, ao Nexus Scale Up, voltado para startups em fase de tração e escala.

Além dessas novas empresas, a Random, B3, PiaR Comunicação, EDP Brasil, Sicoop, Salesforce, Gocommerce e a Sympla fazem parte dos mantenedores da Abstartups. “Por ano, conseguimos impactar mais de 50 mil empreendedores diretamente e isso não seria possível sem uma rede de parceiros e mantenedores que trabalham para impulsionar as startups”, afirma Amure Pinho.

Aplicativos e pagamentos digitais impulsionaram o e-commerce no primeiro semestre, aponta E-Consulting

O e-commerce brasileiro fechou o primeiro semestre de 2019 arrecadando R$ R$ 36,4 bilhões, segundo dados da E-Consulting. A estimativa é que neste ano o comercio eletrônico fature R$ 82,6 bilhões, um aumento de 6,58% em relação ao ano passado, que fechou arrecadando R$ 77,5 bilhões. Os números demonstram que o e-commerce nacional seguirá com um reaquecimento estável mesmo registrando alta se comparado a 2018, uma vez que no ano passado a liquidez do faturamento previu um aumento de 20,9%.

A previsão da E-Consulting sinaliza pela primeira vez o impacto de empresas de serviços e plataformas digitais dentro do montante a ser gerado neste ano no e-commerce brasileiro. Ações de companhias, como Uber, Loggi, Rappi, Netflix, assim como as operadoras de telefonia e meios de pagamentos online, vão estimular o consumo e os pagamentos pela internet. Segundo a pesquisa, da fatia total das transações financeiras que devem ocorrer na web em 2019, algo em torno de 31,2% será via plataformas mobile. Um acréscimo de 32,77% em relação ao ano passado, que representou 23,5% das transações.

A expectativa é que, em 2019, 87% dos brasileiros realizem pagamentos por meios online, um aumento de 3% se comparado a 2018. Dentre as principais razões do consumidor usar as plataformas eletrônicas estão: nível de serviço e fulfilment (37%), experiência e usabilidade (42%), comodidade (51%), confiança (41%), segurança (39%) e agilidade (26%) na hora do pagamento.

De acordo com Daniel Domeneghetti, coordenador da pesquisa e CEO da E-Consulting, o consumidor digital brasileiro está mais maduro para compras e pagamentos por aplicativos. “Graças a um trabalho das empresas para levar cada vez mais comodidade e segurança, o internauta ficou mais habilidoso para usar apps dos mais variados serviços. Todo esse movimento influencia a ascensão do digital mobile no Brasil”, diz Domeneghetti.

Continuam como fatores crescentes da alta frequência da mobilidade: a migração de consumidores do varejo físico para o digital, o cross canal e as experiências cruzadas multicanal, as promoções, as ofertas de produtos e serviços específicos, as ações varejistas atrativas, como o Black Friday, bem como os investimentos das empresas em soluções para melhorar o User Experience. A pesquisa também aponta que a previsão do ticket médio de compras do brasileiro aumentou e será a maior dos últimos cinco anos. De acordo com a E-Consulting, o cliente virtual estará disposto a gastar R$ 331 em 2019. Doze reais a mais do que em 2018, que foi R$ 319.

Quanto às categorias mais vendidas, a previsão da pesquisa é que os itens de saúde e beleza sejam os mais comprados do período, tendo chances de alcançar um volume de pedidos que representa, aproximadamente, 24% do montante previsto de transações no e-commerce. Moda e acessórios vêm em segundo lugar com um volume de 19%. Já os eletrodomésticos e os produtos de informática terão um número de pedidos em torno de 19%, enquanto os eletrônicos representarão um volume de 16%.

“Ao traçar um paralelo com ano passado, podemos ver que razões como comodidade, segurança e agilidade eram considerados diferenciais para a realização de pagamentos na internet. Hoje são critérios básicos. Esse cenário o que houve foi uma pavimentação dos internautas em relação a estes itens. Ou seja, não são mais ativos diferenciais. São itens básicos”, explica Domeneghetti.

O índice do varejo online (VOL) é calculado pela E-Consulting a partir da soma trimestral das vendas online ocorridas nas lojas virtuais de automóveis, bens de consumo e turismo. O cálculo inclui em seu montante o e-commerce B2C (Business to Consumer) nos formatos tradicional, mobile commerce, social commerce e compras coletivas, bem como o nicho de C2C (Consumer to Consumer).